HBO renova “The Gilded Age” para a 4ª temporada — e a aristocracia de Nova York está pronta para voltar ao palco

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A HBO anunciou oficialmente a renovação de “The Gilded Age” para a quarta temporada, de acordo com informações do Variety. A série, que vem conquistando público e crítica desde sua estreia em janeiro de 2022, volta a explorar os dramas e tensões da alta sociedade nova-iorquina na chamada Era Dourada americana — um período marcado pelo crescimento econômico acelerado e profundas desigualdades sociais, no final do século XIX.

Com a confirmação da continuidade da produção, que ainda está em exibição com sua terceira temporada e terá o último episódio transmitido em 10 de agosto de 2025, os fãs têm motivos para comemorar. O sinal dado pela HBO reforça o valor de uma narrativa que, apesar da ambientação histórica, fala diretamente sobre questões contemporâneas de poder, identidade e luta social.

Um olhar contemporâneo sobre um passado complexo

Criada por Julian Fellowes, também responsável pelo sucesso Downton Abbey, The Gilded Age se destaca por sua capacidade de combinar a estética requintada dos trajes e cenários da elite nova-iorquina com personagens complexos e narrativas que ultrapassam a superfície do luxo para abordar temas como racismo, exclusão social, direitos das mulheres e as tensões entre tradição e mudança.

A série acompanha famílias que disputam o controle social e financeiro em um cenário em que o dinheiro novo desafia os valores estabelecidos pela velha aristocracia. Bertha Russell (interpretada por Carrie Coon), uma socialite com ambição incansável, representa essa nova geração que tenta se firmar em espaços até então fechados para quem não carrega o sobrenome herdado.

Do outro lado, personagens como Agnes van Rhijn (Christine Baranski) simbolizam a resistência conservadora às mudanças que começam a varrer os Estados Unidos, enquanto Peggy Scott (Denée Benton), jovem jornalista negra, traz para a narrativa um ponto de vista que muitas vezes foi apagado dos registros oficiais da época.

Quem faz parte do elenco?

O elenco de The Gilded Age é daqueles que a gente quer acompanhar de perto. Começando pela incrível Carrie Coon, que você talvez conheça de The Leftovers ou Gone Girl — ela dá vida à ambiciosa Bertha Russell com uma intensidade que contagia. Ao lado dela, o ótimo Morgan Spector (Homeland, The Looming Tower) interpreta George Russell, o magnata cheio de segredos. Tem também a delicadeza da Louisa Jacobson (Mothering Sunday) como Marian Brook, e a força de Denée Benton (Hamilton no teatro, The Good Fight), que vive a jornalista Peggy Scott, uma personagem que traz à tona questões super atuais com muito talento. A charmosa Taissa Farmiga, famosa por American Horror Story, dá vida à Gladys Russell, e o jovem Harry Richardson (Vikings: Valhalla) é Larry Russell, que carrega todas as dúvidas e sonhos da juventude. Entre os nomes que completam o time principal, estão o britânico Blake Ritson (Da Vinci’s Demons) como Oscar van Rhijn, o versátil Thomas Cocquerel (Hacksaw Ridge) como Tom Raikes, e claro, duas figuras que roubam a cena sempre que aparecem: a elegante Cynthia Nixon (Sex and the City) e a imponente Christine Baranski (The Good Fight), que interpreta Agnes van Rhijn, aquela senhora com comentários afiados e presença marcante.

Personagens que refletem desafios atemporais

O sucesso da série não se deve apenas à opulência das roupas ou à riqueza dos cenários. É a humanidade desses personagens, suas dúvidas, ambições, frustrações e vitórias, que conectam a história do século XIX com o público atual.

A renovação para uma nova temporada permite que a trama aprofunde ainda mais essas histórias, abrindo espaço para debates essenciais sobre desigualdade, raça, gênero e identidade — temas que, embora ambientados no passado, ressoam fortemente nos dias de hoje.

O que esperar da quarta temporada?

Embora detalhes específicos da trama ainda sejam mantidos em sigilo pela produção, é esperado que a nova temporada intensifique os conflitos sociais e pessoais. A ascensão de Bertha na alta sociedade deverá enfrentar novos desafios, enquanto Peggy pode avançar ainda mais em sua carreira jornalística, confrontando preconceitos arraigados.

Além disso, os dilemas da juventude, representados por personagens como Marian Brook e Larry Russell, deverão ganhar destaque, trazendo à tona discussões sobre liberdade, casamento e expectativas sociais.

A abordagem cuidadosa e paciente da série, que valoriza o desenvolvimento dos personagens e o retrato minucioso da época, promete manter seu ritmo envolvente, conquistando tanto fãs da história quanto apreciadores de dramas bem construídos.

A importância cultural e social da série

A renovação de The Gilded Age é também um indicativo da relevância cultural da série. Em uma indústria que muitas vezes prioriza produções aceleradas e fórmulas repetitivas, a HBO aposta em um conteúdo que respeita a inteligência do espectador e a complexidade do material original.

Ao trazer à tona histórias que revelam as estruturas de poder, preconceitos e resistência presentes na sociedade americana, a série contribui para um debate mais amplo sobre as raízes históricas das desigualdades atuais.

Supercine exibe “Ensina-Me o Amor” neste sábado (12): Uma comédia sobre amores improváveis

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Neste sábado, 12 de julho de 2025, após o Altas Horas, o Supercine da TV Globo aposta no charme britânico e em dilemas afetivos com a exibição de “Ensina-Me o Amor” (How to Make Love Like an Englishman). Dirigido por Tom Vaughan, o longa reúne um elenco estelar — Pierce Brosnan, Salma Hayek e Jessica Alba — e entrega uma comédia romântica que mistura crise de meia-idade, triângulo amoroso e um bom empurrão do destino.

🎓 Entre a poesia e a confusão

Pierce Brosnan interpreta Richard Haig, um prestigiado professor de poesia em Cambridge que sempre levou uma vida movida pelo hedonismo e pelo improviso. Sedutor inveterado, ele parece pouco interessado em compromissos duradouros — até que conhece Olivia (Salma Hayek), uma mulher inteligente, decidida e com os pés no chão, que desafia tudo o que ele achava saber sobre o amor.

No entanto, antes de dar um passo mais sério com Olivia, Richard comete um deslize que vira sua vida de cabeça para baixo: ele se envolve com Kate (Jessica Alba), a irmã mais nova da amada, uma universitária impulsiva com quem acaba tendo um filho.

O que poderia ser apenas mais uma crise conjugal, se transforma numa jornada de autoconhecimento forçado — e por vezes cômico — sobre paternidade, responsabilidade e a difícil arte de amadurecer… aos 50.

🎭 Elenco afiado e humor refinado

Mais do que um triângulo amoroso, Ensina-Me o Amor é um estudo bem-humorado sobre as segundas chances da vida. Brosnan, longe do ar impassível de James Bond, entrega um protagonista carismático e desajustado que tenta conciliar antigas ideias com novas responsabilidades.
Salma Hayek brilha como contraponto emocional da trama, e Jessica Alba surpreende ao dosar leveza e sensibilidade numa personagem que poderia facilmente cair no clichê.

Completam o elenco Malcolm McDowell, Benjamin McKenzie e o jovem Duncan Joiner, que traz uma doçura especial ao núcleo familiar. A direção de Tom Vaughan aposta em um ritmo ágil, diálogos espirituosos e paisagens encantadoras entre Londres e Los Angeles.

🎧 Dublagem com vozes conhecidas

Na versão brasileira, o filme conta com dubladores veteranos como Carlos Silveira, Letícia Quinto, Marcia Regina, Enrico Espada e Tatá Guarnieri, que ajudam a manter a dinâmica e o carisma do elenco original sem perder o tom da comédia romântica.

✍️ Amor, poesia e contratempos

Embora leve e despretensioso à primeira vista, o filme provoca reflexões sobre a maturidade emocional masculina, os tropeços da vida adulta e as reviravoltas que nos obrigam a reescrever os próprios planos.

Conheça o Skyglass, a passarela de vidro mais insana de Canela (RS)

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Se você está planejando um passeio pela Serra Gaúcha e quer algo que vá além de fondue e passeio de maria-fumaça, segura essa dica: o Skyglass Canela é o tipo de lugar que vai te fazer questionar suas escolhas… especialmente se você tem medo de altura.

Uma passarela no céu? Sim, e de vidro!

Imagina só: você, a mais de 360 metros de altura, pisando numa passarela de vidro transparente, com o Vale da Ferradura inteirinho se estendendo bem debaixo dos seus pés. Parece cena de filme? Parece. Mas é real e fica em Canela, no Rio Grande do Sul. O Skyglass é simplesmente a maior plataforma de vidro da América Latina, e olha… não é pra cardíaco.

A estrutura é tão resistente que aguenta até furacão (literalmente: suportaria ventos de mais de 200 km/h), mas mesmo assim, dá aquele frio na barriga que faz parte da diversão. O visual é de cair o queixo — isso, claro, se você conseguir parar de olhar pra baixo por um segundo.

E se andar no vidro não for o suficiente?

Aí entra o Abusado. E o nome não é à toa. Trata-se de um monotrilho suspenso com cadeirinhas penduradas sob a passarela. Isso mesmo: você fica com os pezinhos no ar, balançando bem acima do vale. Adrenalina pura! Ideal pra quem quer sair com aquele vídeo épico pro Instagram e, claro, testar os próprios limites.

Ah, mas tem museu também!

Se você quiser algo mais pé no chão (literalmente), o parque abriga o Memorial do Ferro de Passar. É isso mesmo, uma coleção de mais de 300 ferros de passar roupa de várias épocas e lugares do mundo. Pode parecer aleatório, mas é bem interessante e rende fotos curiosas. E olha: depois de enfrentar o Skyglass, até ferro de passar parece emocionante.

Onde fica esse paraíso dos corajosos?

O Skyglass está cravado em Canela, mais precisamente na Rua Constante Félix Orsolin, número 9800. O parque abre todos os dias, das 9h30 às 18h, e o ideal é chegar cedo — tanto pra evitar filas quanto pra aproveitar a luz do dia na melhor hora.

Os ingressos variam: a entrada básica dá acesso à passarela e ao museu, mas se quiser incluir o Abusado, prepare-se pra desembolsar um pouco mais. Dá pra comprar online e ainda garantir um descontinho camarada.

Dica de ouro: vá de tênis, leve uma blusa (o vento ali em cima não perdoa) e não esquece o celular — vai por mim, você vai querer registrar tudo.

Se Canela já era conhecida pelo charme europeu e pelo Natal Luz, agora pode se orgulhar também de ser o lugar onde você literalmente anda nas nuvens. O Skyglass é aquele tipo de experiência que mistura medo, euforia e beleza natural num só pacote. E se você sobreviver (brincadeira… ou não), vai sair de lá querendo repetir.

Bora encarar?
Mais infos e ingressos: skyglasscanela.com.br

📸 Dica bônus: Vai com roupa bonita, porque as fotos lá em cima ficam simplesmente cinematográficas. E quem sabe você não viraliza?

Romance gamer conquista novos níveis com o lançamento do Volume 3 de Minha História de Amor com Yamada-kun Nível 999

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Depois de conquistar milhões de leitores no Japão e uma legião de fãs ao redor do mundo, Minha História de Amor com Yamada-kun Nível 999 retorna ao Brasil com seu terceiro volume, publicado pela Editora Galera, do Grupo Editorial Record. A obra, assinada por Mashiro, segue expandindo o delicado e divertido romance entre Akane e Yamada, equilibrando sentimentos reais e conexões digitais com muita sensibilidade.

Desde o lançamento do primeiro volume, o mangá vem sendo extremamente bem recebido pela comunidade otaku, tanto pela identificação com o universo gamer quanto pela forma sincera como aborda inseguranças, amadurecimento emocional e afetos que nascem de maneira inesperada. Não à toa, a adaptação animada da história acumula uma avaliação de 4,9 na plataforma Crunchyroll, reforçando o sucesso da franquia.

No novo volume, os sentimentos de Akane continuam crescendo de forma silenciosa, alimentados pelos pequenos gestos, pelas palavras cuidadosas e pela presença constante de Yamada. Entre partidas online e encontros no mundo real, Akane começa a se questionar se sua sorte está apenas nos jogos ou se o amor também pode entrar na conta.

A trama ganha novos conflitos quando Akane participa, ao lado de outros membros do clã, do festival cultural da escola de Yamada. A proximidade entre os dois desperta olhares curiosos e rumores, levando muitos a acreditarem que eles formam um casal. O mal-entendido gera situações constrangedoras, mas também obriga Akane a encarar sentimentos que ela vinha tentando organizar — ou evitar.

Mesmo diante das confusões, Yamada mostra que está ao lado de Akane nos momentos mais difíceis. Quando ela acaba desmaiando por conta de uma febre, é ele quem aparece para ajudá-la, reforçando o cuidado e a atenção que sempre demonstrou. Essas atitudes deixam Akane ainda mais confusa, fazendo com que as fronteiras entre amizade e algo mais profundo se tornem cada vez menos claras.

O Volume 3 aprofunda essa fase de dúvidas e descobertas, explorando a vulnerabilidade dos personagens de forma leve, honesta e extremamente cativante. Minha História de Amor com Yamada-kun Nível 999 segue sendo uma leitura acolhedora, capaz de tocar leitores que já viveram — ou ainda vivem — a mistura caótica entre emoções, expectativas e conexões no mundo digital.

Globo Repórter revela a beleza e diversidade da República Dominicana nesta sexta (08)

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Na noite desta sexta, 8 de agosto, o Globo Repórter convidará o público a conhecer a República Dominicana para além dos tradicionais cartões-postais. Durante 15 dias de imersão, a equipe da emissora explorará um país rico em contrastes, beleza natural, história e cultura, revelando um retrato profundo e sensível dessa nação caribenha. Com imagens deslumbrantes e depoimentos emocionados, a reportagem conduzida pela repórter Dulcineia Novaes mostrará que a República Dominicana será muito mais do que praias paradisíacas e resorts de luxo.

A jornada começará em Cayo Arena, uma pequena ilha conhecida como Cayo Paraíso, situada na costa noroeste, perto de Punta Rucia. Ali, águas cristalinas e corais coloridos formarão um cenário quase surreal, onde o tempo parecerá desacelerar. Um dos momentos mais marcantes da reportagem será a observação das baleias-jubarte na Baía de Samaná, um espetáculo natural que emocionará por sua grandiosidade e delicadeza. Essas majestosas criaturas percorrerão milhares de quilômetros desde as águas geladas do Canadá e Estados Unidos para dar à luz nas águas quentes da República Dominicana. A repórter compartilhará sua experiência: “Estar tão perto dessas gigantes gentis será um presente da natureza, uma conexão que tocará a alma e deixará uma marca inesquecível.”

Mas o encanto do país não se restringirá a suas paisagens. O verdadeiro coração da República Dominicana pulsará em seu povo, um povo acolhedor, alegre e resiliente. A equipe do programa percorrerá comunidades locais, acompanhará a rotina dos dominicanos e capturará histórias que mesclarão desafios e esperança. Em meio a músicas, danças e festividades populares, o país se revelará cheio de vida e autenticidade. “Mais do que mostrar cenários, quereremos apresentar a República Dominicana real, feita por gente que receberá o visitante com sorriso e abraço abertos”, destacará Dulcineia.

No sudoeste, o Lago Enriquillo surpreenderá por sua natureza singular. Com uma extensão quase equivalente à Baía de Guanabara, esse lago salgado apresentará uma salinidade maior que a dos oceanos, criando um ambiente hostil para muitas espécies, mas perfeito para os crocodilos-americanos que nadarão livremente em suas águas. As paisagens áridas, combinadas com montanhas que cercarão o lago, formarão um cenário de contraste e beleza impressionante. A região também guardará histórias e lendas locais, que enriquecerão o tecido cultural dominicano.

Na capital, Santo Domingo, a história ganhará vida nas ruas de pedra do bairro colonial, considerado o primeiro núcleo urbano europeu das Américas. Por entre fortalezas centenárias e casarões que testemunharam séculos de conquistas e transformações, o Globo Repórter mostrará a relevância histórica da cidade. Além disso, Dulcineia explorará a produção artesanal dos famosos charutos dominicanos, símbolo de orgulho e tradição, onde o trabalho manual e o saber passado de geração em geração manterão viva essa atividade que impulsionará a economia local.

A Cordilheira Central, no coração do país, revelará um outro lado da República Dominicana. Conhecida como a “Suíça Caribenha”, a região de Constanza e Jarabacoa encantará pelo clima fresco e pelas paisagens que remeterão às montanhas europeias. Produção agrícola pujante, com morangos gigantes e outras frutas, se unirá a oportunidades para o turismo de aventura, com cachoeiras, trilhas e rafting. Esse trecho do país, pouco explorado pelo turismo convencional, se destacará como um segredo precioso, convidando a uma experiência mais genuína e próxima da natureza.

Outro tesouro dominicano apresentado pela reportagem serão as reservas de âmbar, consideradas umas das maiores do mundo. Este material fossilizado, conhecido como “ouro líquido”, preservará insetos, flores e pequenos animais pré-históricos com impressionante perfeição, despertando o interesse tanto da ciência quanto da arte. Nas minas e ateliês visitados, o âmbar ganhará forma em joias e objetos que carregarão consigo séculos de história, conectando o presente às eras passadas.

Além das belezas naturais e do patrimônio histórico, o programa mostrará a exuberância da natureza selvagem dominicana. Áreas preservadas com corredeiras, desfiladeiros e blocos de pedra que parecerão flutuar em águas transparentes oferecerão o cenário ideal para esportes radicais e contato íntimo com a fauna e flora locais. Essas regiões, ainda pouco acessadas pelo turismo de massa, serão um convite para aventuras e descobertas, reforçando o compromisso do país com a preservação ambiental.

E, claro, o roteiro não estará completo sem as praias de luxo que atrairão turistas do mundo inteiro. Resorts sofisticados, campos de golfe de padrão internacional e uma infraestrutura turística moderna farão da República Dominicana um destino cobiçado para férias exclusivas e celebrações especiais. Celebridades frequentemente escolherão essas praias para relaxar e desfrutar momentos inesquecíveis, movimentando a economia local e consolidando a imagem do país no cenário turístico global.

Ao final da viagem, Dulcineia Novaes compartilhará sua impressão sobre a experiência: “A República Dominicana me ensinará que é possível conviver com diversidade e harmonia. Aqui, o luxo se misturará à simplicidade, a natureza se revelará em seus múltiplos aspectos e a história estará presente em cada canto. O que mais me marcará será a generosidade e a alegria do povo, que mesmo diante das dificuldades manterá viva a esperança e o amor pela sua terra.”

O programa de hoje prometerá levar o telespectador a uma viagem inesquecível, mostrando um país vibrante e cheio de vida, onde cada canto guardará histórias, belezas e emoções. Uma verdadeira celebração à República Dominicana, um destino que surpreenderá e conquistará pelo olhar humano e sensível.

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet ganha vídeo de bastidores e chega aos cinemas nesta quinta, 15 de janeiro

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A Universal Pictures divulgou nesta semana um novo vídeo de bastidores de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, longa-metragem dirigido por Chloé Zhao, vencedora do Oscar por Nomadland. O material promocional chega em um momento estratégico, às vésperas da estreia oficial do filme nos cinemas brasileiros, marcada para esta quinta-feira, 15 de janeiro, e amplia a expectativa em torno de uma das produções mais celebradas da atual temporada de premiações.

O vídeo oferece um olhar íntimo sobre o processo criativo da obra e destaca a relação entre seus protagonistas, Jessie Buckley e Paul Mescal. Ambos comentam como foi construir, juntos, personagens atravessados pela dor, pelo silêncio e por uma conexão emocional profunda. Chloé Zhao também aparece compartilhando detalhes do processo de escalação do elenco, ressaltando que a escolha dos atores foi determinante para alcançar a intensidade emocional que a história exigia. Segundo a diretora, mais do que talento individual, era essencial que houvesse confiança e entrega mútua entre os intérpretes.

Inspirado no romance homônimo de Maggie O’Farrell, vencedor de importantes prêmios literários, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet propõe uma abordagem sensível e pouco convencional sobre a figura de William Shakespeare. Em vez de retratar o dramaturgo a partir de sua genialidade artística, o filme se concentra na dimensão íntima e familiar de sua vida, especialmente no impacto devastador da perda de seu filho, Hamnet. A narrativa acompanha Agnes, esposa de Shakespeare, enquanto ela tenta sobreviver ao luto e ressignificar a própria existência após a tragédia.

Jessie Buckley entrega uma atuação amplamente elogiada pela crítica internacional. Sua interpretação de Agnes é marcada por força contida, dor silenciosa e uma presença que domina a tela mesmo nos momentos de maior introspecção. O reconhecimento veio em forma de prêmios importantes, incluindo o Globo de Ouro 2026 de Melhor Atriz em Filme de Drama e o Critics Choice Awards na mesma categoria. A personagem se torna o verdadeiro centro emocional da história, conduzindo o espectador por uma jornada de sofrimento, memória e resistência.

Paul Mescal, por sua vez, constrói um Shakespeare distante da imagem romantizada do gênio literário. Seu personagem é introspectivo, emocionalmente reprimido e incapaz de verbalizar plenamente a dor que carrega. A dinâmica entre Mescal e Buckley se sustenta mais nos gestos, nos olhares e nos silêncios do que nos diálogos, reforçando a proposta intimista da direção. O vídeo de bastidores evidencia essa troca cuidadosa entre os atores, que se reflete diretamente na força das cenas.

A direção de Chloé Zhao imprime ao filme uma estética contemplativa e profundamente humana. Conhecida por seu olhar sensível para personagens à margem e histórias de introspecção, a cineasta utiliza paisagens naturais, luz suave e enquadramentos prolongados para criar uma atmosfera de melancolia e reflexão. A fotografia assinada por Łukasz Żal contribui para esse tom ao transformar ambientes rurais e espaços domésticos em extensões do estado emocional dos personagens.

O longa foi o grande vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto, conquistando o prêmio do público, um dos mais prestigiados do evento. A escolha reforçou o apelo emocional da obra junto a diferentes públicos e consolidou sua trajetória na corrida de premiações. No Brasil, o filme também teve destaque ao ser exibido como o título de encerramento do Festival do Rio de 2025, ampliando sua visibilidade no país antes do lançamento comercial.

A produção reúne nomes de peso nos bastidores. Steven Spielberg e Sam Mendes, ambos vencedores do Oscar, assinam a produção do longa, enquanto o roteiro foi desenvolvido pela própria Maggie O’Farrell em parceria com Chloé Zhao. Essa colaboração direta garantiu uma adaptação fiel ao espírito do livro, sem abrir mão da linguagem cinematográfica autoral da diretora. O resultado é um filme que respeita a obra literária, mas encontra sua própria identidade nas imagens e no ritmo narrativo.

O caminho de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet até os cinemas começou em 2022, quando foi anunciada uma adaptação teatral do romance. Em março de 2023, os direitos cinematográficos foram adquiridos pela Neal Street Productions. No mês seguinte, Chloé Zhao foi oficialmente confirmada como diretora e co-roteirista do projeto. Em maio, Paul Mescal e Jessie Buckley entraram em negociações para protagonizar o filme, participação que foi confirmada publicamente em janeiro de 2024.

As filmagens estavam inicialmente previstas para Londres, mas acabaram sendo realizadas no País de Gales. A produção teve início em 29 de julho de 2024 e foi concluída em 30 de setembro do mesmo ano. Durante esse período, Joe Alwyn e Emily Watson foram incorporados ao elenco, ampliando o peso dramático da narrativa. Steven Spielberg passou a integrar formalmente o projeto como produtor, reforçando a dimensão internacional da produção.

O filme teve sua estreia mundial no 52º Festival de Cinema de Telluride e chegou aos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá em lançamento limitado em 27 de novembro de 2025, com expansão nacional em dezembro. Desde então, tem acumulado críticas majoritariamente positivas, com elogios recorrentes às atuações centrais, à direção sensível de Zhao e à forma respeitosa e profunda com que o luto é retratado.

Wadih Habib lança thriller Sedução e Morte no Judiciário e revela os bastidores sombrios da Justiça

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O advogado e escritor Wadih Habib chega ao mercado literário com seu mais recente lançamento, Sedução e Morte no Judiciário, um thriller envolvente que combina suspense policial, drama psicológico e uma profunda reflexão ética. Com narrativa cinematográfica, o livro transporta o leitor para os corredores do poder, revelando como decisões aparentemente pequenas podem moldar destinos e transformar vidas.

Um protagonista diante de escolhas impossíveis

O romance acompanha Severino, um magistrado que decide abandonar a carreira na Justiça para seguir o sonho de se tornar advogado. No entanto, sua vida muda radicalmente quando ele se vê envolvido em uma rede de intrigas e crimes arquitetada pela misteriosa e sedutora Sofia. Ambientada em Salvador e no sertão da Bahia, a narrativa constrói uma atmosfera de tensão e crítica social, explorando não apenas o universo jurídico, mas também dilemas universais de poder, ética e sobrevivência.

Severino é apresentado como um personagem complexo: honesto e ambicioso, mas vulnerável às pressões e tentações que surgem à sua volta. Cada decisão tomada pelo protagonista se transforma em um dilema moral, colocando o leitor diante da pergunta central da obra: até onde iríamos para proteger a nós mesmos ou nossos ideais?

Sofia: sedução e manipulação

A personagem Sofia é o centro de uma teia de crimes que envolve magistrados, desembargadores e até membros da Polícia Federal. Com seu carisma manipulador, ela conduz Severino por um labirinto de sedução, enganos e perigo constante. A dinâmica entre os protagonistas é marcada por tensão psicológica, atração e confrontos morais que desafiam a integridade do protagonista.

Segundo Wadih Habib, a escolha de Sofia como peça central da narrativa não é apenas literária: “Ela representa os desafios invisíveis que encontramos quando o poder e o desejo se cruzam. É uma personagem que provoca, desafia e força o leitor a refletir sobre limites pessoais e éticos.”

O pano de fundo do Judiciário

O livro não se limita a explorar relações pessoais; ele também mergulha nos bastidores do Judiciário. Wadih Habib revela como a corrupção e a infiltração criminosa podem comprometer instituições, expondo o leitor a um cenário de tensão constante. Prisões, investigações e revelações chocantes se alternam com momentos de introspecção e dilemas éticos, tornando a narrativa densa, mas acessível e envolvente.

A obra convida o leitor a refletir sobre o funcionamento do sistema judicial, mas também sobre questões universais de poder, ambição e moralidade. É uma crítica sutil, porém contundente, aos limites da ética quando confrontada com interesses pessoais e sociais.

Um thriller que vai além do policial

Sedução e Morte no Judiciário é mais do que um livro de suspense. Ele combina elementos de thriller psicológico, drama moral e intriga social. Wadih Habib constrói personagens complexos, situações de alto risco e escolhas que desafiam a consciência, criando uma experiência literária intensa.

O romance explora temas que ressoam em qualquer contexto: lealdade versus autopreservação, ética versus desejo, e as consequências de decisões tomadas sob pressão. O suspense é constante, e a narrativa mantém o leitor em tensão, quase como se estivesse dentro do próprio tribunal ou da rede de intrigas criada pelo autor.

Por que o lançamento é relevante

Com este lançamento, Wadih Habib reafirma sua capacidade de unir conhecimento jurídico e narrativa literária de qualidade. A obra oferece entretenimento, mas também provoca reflexão sobre dilemas morais e sociais, convidando o leitor a questionar seus próprios limites e escolhas.

Reboot de Resident Evil estreia em 2026 com direção de Zach Cregger e abordagem inédita

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A saga Resident Evil ganhará uma nova versão nos cinemas — e, desta vez, com uma proposta bastante distinta do que os fãs dos games estão acostumados. Em entrevista à revista SFX Magazine, o diretor e roteirista Zach Cregger (A Hora do Mal, Acompanhante Perfeita e Saindo do Armário) confirmou que o reboot cinematográfico não será completamente fiel aos jogos originais, optando por um caminho mais autoral, com foco em um terror psicológico enraizado em isolamento e tensão crescente.

Quando o filme chega nos cinemas?

Com estreia prevista para o dia 18 de setembro de 2026, o novo longa marca uma nova fase da franquia nas telonas. O roteiro é assinado por Cregger em parceria com Shay Hatten (Exército de Ladrões: Invasão da Europa e Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes), o que sinaliza uma narrativa que equilibra ação estilizada e atmosfera opressiva — características cada vez mais valorizadas nas produções contemporâneas de horror.

Uma história inédita no universo

Ainda sem título oficial divulgado, o novo filme não será uma reencenação direta dos eventos clássicos de Raccoon City. Segundo informações não confirmadas oficialmente, a trama será centrada em um entregador comum que, ao realizar uma entrega em um hospital remoto, acaba isolado no local após o surto de uma infecção letal. Sozinho e cercado por criaturas mutantes, o personagem precisa enfrentar horrores que desafiam tanto sua sobrevivência quanto sua sanidade.

O papel principal será vivido por Austin Abrams (O Estado das Coisas, A Química que Há Entre Nós, Euphoria e This Is Us), em um raro protagonismo que se distancia dos soldados e agentes especiais das adaptações anteriores. A escolha de Abrams reforça a proposta de Cregger de colocar o espectador na pele de um indivíduo comum, exposto a uma situação extraordinária — e absolutamente aterradora.

Responsável por um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos, Noites Brutais, Zach Cregger é conhecido por seu domínio de atmosfera, construção de tensão e reviravoltas narrativas inesperadas. Agora, à frente de uma das maiores franquias do gênero, o cineasta promete uma releitura ousada, que dialoga com os temas clássicos de isolamento, mutação e desespero, mas sem depender de personagens icônicos ou fan service excessivo.

“A fidelidade total ao jogo não é o nosso foco. Estamos interessados em contar uma boa história — com identidade própria”, afirmou Cregger à SFX.

O que podemos esperar?

Após anos de diferentes abordagens cinematográficas — da ação exagerada da saga com Milla Jovovich ao revival nostálgico de Bem-Vindo a Raccoon City — o novo Resident Evil busca reposicionar a franquia no cenário do terror moderno. Ao invés de repetir fórmulas, o projeto investe em personagens inéditos, ambientação claustrofóbica e suspense psicológico, num esforço de reconexão com a essência do horror que consagrou os primeiros games.

Nesta quarta (30), GNT exibe conversa profunda de Tati Machado no “Fantástico Entrevista”

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Nesta quarta, 30 de julho, o GNT exibe, logo após o “Saia Justa”, uma edição especial do quadro “Fantástico Entrevista”, conduzido por Renata Capucci. A jornalista visita a casa da apresentadora Tati Machado e do cineasta Bruno Monteiro para uma conversa íntima e tocante, marcada pela coragem de falar sobre o luto, o amor e a reconstrução.

Uma conversa para além das câmeras

Desta vez, o “Fantástico Entrevista” deixa os estúdios e ganha novos contornos ao entrar na casa de Tati Machado, em um cenário repleto de afeto, silêncio e memórias. Ali, longe do burburinho dos palcos e dos holofotes, a apresentadora divide, pela primeira vez com o público, um dos momentos mais difíceis de sua vida: a perda do filho Rael, ainda na gestação, após 33 semanas.

O episódio, que já emocionou o público da TV Globo no último domingo, ganha reapresentação no GNT, levando ao canal de TV por assinatura uma das entrevistas mais sinceras e emocionantes já realizadas pela jornalista Renata Capucci. A conversa é conduzida com delicadeza, respeito e empatia, mas, sobretudo, com humanidade — aquela que transforma a dor em algo partilhável.

Luto, amor e reconstrução

Ao lado do marido, o cineasta e diretor de fotografia Bruno Monteiro, Tati Machado abre o coração. Fala sobre o luto que ainda pulsa no cotidiano, da ausência física que contrasta com o amor que não deixou de existir. “A gente esperava o Rael com todo o nosso ser. E quando ele foi embora, a gente precisou reaprender a respirar”, confessa Tati com os olhos marejados, em um dos momentos mais intensos da conversa.

O casal fala sem subterfúgios sobre a dor que atravessa a experiência de perder um filho ainda na barriga. É um relato que rompe o silêncio que muitas famílias enfrentam — um silêncio muitas vezes imposto pela sociedade, pelo medo de não saber o que dizer, pelo receio de parecer invasivo, ou pela incapacidade de compreender tamanha dor.

Um lar marcado pela esperança

Durante a entrevista, as câmeras não registram apenas palavras. Elas revelam a atmosfera da casa de Tati e Bruno: um lar que ainda carrega sinais da espera por Rael. O quartinho do bebê, a parede decorada, os brinquedos… tudo ali permanece como memória viva da presença que não se concretizou fisicamente, mas que jamais será esquecida.

É nesse espaço de saudade e ternura que o casal reflete sobre maternidade e paternidade, sobre como reconstruir sonhos e seguir vivendo. “O amor pelo Rael não foi embora com ele. Ele continua aqui, na gente, nos detalhes da nossa casa, nas nossas conversas antes de dormir. O amor fica”, diz Bruno, emocionado.

Tati além da TV: uma trajetória de afeto com o público

Embora conhecida por seu carisma, talento e alto astral, a apresentadora revela nessa entrevista uma dimensão que muitos ainda não conheciam tão de perto: a da mulher forte que não tem medo de se vulnerabilizar. Seu sorriso, que tantas vezes iluminou as manhãs do público da Globo, convive com as lágrimas que agora ela não tem mais receio de mostrar.

A carreira dela é marcada por uma trajetória de esforço, leveza e paixão pela comunicação. Da infância nos bastidores do “Gente Inocente” ao sucesso na “Dança dos Famosos”, sua presença sempre foi sinônimo de empatia. E é essa mesma Tati — agora mais madura, atravessada por uma dor profunda — que continua conquistando o público, não com performances, mas com verdade.

Da dança ao silêncio: o outro lado do palco

Vencedora da “Dança dos Famosos” em 2024, ao lado do bailarino Diego Maia, Tati virou fenômeno nas redes sociais ao esbanjar talento, energia e bom humor. No entanto, poucos sabiam que, fora do palco, ela vivia uma montanha-russa emocional, acompanhando com amor cada etapa da gestação de Rael.

“Foi tudo muito planejado, muito amado. Quando a notícia da perda chegou, foi como se o chão tivesse sumido. Mas a gente decidiu não guardar isso só pra gente. Porque sabemos que muitas mulheres, muitos casais, passam por isso em silêncio”, conta Tati. Com essa decisão, ela transforma sua dor em gesto coletivo, abrindo espaço para que outras histórias também possam ser contadas.

Renata Capucci: empatia como condutora

A sensibilidade da entrevista também é mérito da jornalista Renata Capucci, que atua não apenas como entrevistadora, mas como interlocutora sensível, presente e respeitosa. Renata guia a conversa com delicadeza, permitindo que os silêncios também falem. “A dor precisa ser ouvida. E, às vezes, o silêncio é o que diz mais”, comenta ela nos bastidores.

Com produção de Marcela Amodio e edição de Daniel Targueta e Rafael Medeiros, o quadro ganha um tom quase documental, preservando a espontaneidade das respostas e os detalhes do ambiente, como o sofá em que o casal se apoia, os quadros na parede e até o cachorro que, em alguns momentos, surge no enquadramento, como um respiro carinhoso entre temas tão intensos.

Quando o pessoal é também coletivo

Ao se abrir sobre o luto, a comunicadora faz algo que vai além da exposição pessoal: ela politiza a dor. Traz à tona um tema que, embora íntimo, é profundamente coletivo. Abortos espontâneos, perdas gestacionais e a dor das mães que não seguram seus filhos nos braços são realidades invisibilizadas por muito tempo. Tati, ao compartilhar sua história, oferece acolhimento a outras mulheres — celebridades ou anônimas — que já passaram pelo mesmo.

“Se minha fala puder consolar alguém, já valeu a pena. Eu não queria que fosse necessário passar por isso para falar desse assunto, mas agora que aconteceu, eu me sinto no dever de ser voz”, diz ela.

Um futuro com outras possibilidades

Apesar da dor, a entrevista também carrega esperança. Tati e Bruno falam sobre a possibilidade de novos caminhos, de reconstruir sonhos e continuar a acreditar na vida. Não há promessas nem planos imediatos, mas há um sentimento de continuidade que se impõe. “A gente está reaprendendo a viver com leveza. E vamos vivendo dia após dia, com carinho, com respeito pela nossa dor, mas também com fé no que virá”, afirma Bruno.

Spin-off do best-seller “Caos Total” estreia no Brasil com o irreverente Gato-Endiabrado

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Foto: Reprodução/ Internet

A VR Editora acaba de lançar no Brasil As aventuras do Gato-Endiabrado, spin-off da popular série infantil Caos Total, que conquistou uma legião de jovens leitores com sua mistura de humor, ação e personagens inesquecíveis. Escrito e ilustrado pelo autor sul-africano Ralph Lazar, o novo título traz para o centro da narrativa um felino nada convencional — com duas caudas, pouco autocontrole e um talento meio duvidoso para o crime — que promete arrancar gargalhadas e confundir seus adversários com planos mirabolantes e situações totalmente imprevisíveis.

O Gato-Endiabrado se autodenomina o maior vilão do mundo, mas quem acompanha suas peripécias sabe que o máximo que ele consegue é ser um anti-herói atrapalhado. Entre cochilos estratégicos e uma dieta nada convencional à base de sorvete de sardinha, o felino tem uma rotina agitada: rouba, cria invenções que quase sempre saem do controle e participa de competições nada comuns — como a Batalha das Melancias — contra seu arqui-inimigo, o engenhoso e sempre astuto Cara-de-Coelho.

A publicação traz duas histórias principais que misturam ação, confusão e um humor afiado. Na primeira, intitulada O pato sumido, o Gato-Endiabrado planeja o roubo da obra de arte mais famosa do mundo, O Azul de Patileno. Tudo parecia sob controle, até que o infame Cara-de-Coelho, junto com os irmãos Charcocovilquistão, também decidem meter as mãos no quadro roubado, deixando o felino numa enrascada. No meio dessa confusão toda, o excêntrico curador da Pinacoteca Nacional, acompanhado de suas três baratas de estimação, aparece para tentar recuperar a preciosidade perdida — em uma aventura recheada de reviravoltas e personagens inusitados.

Já na segunda história, o humor e a competição são levados a outro nível na disputa da Batalha das Melancias. O prêmio? Suprimento vitalício de suco grátis — algo que nenhum dos competidores quer perder. Diante do desafio, o Gato-Endiabrado aposta em uma poção mágica para fazer sua melancia crescer rapidamente, enquanto Cara-de-Coelho responde com uma melancia mecânica cheia de truques. A rivalidade entre eles escala até um ponto explosivo — literalmente —, com um final surpreendente que vai prender a atenção dos pequenos do começo ao fim.

O charme do livro está nas ilustrações divertidas e nos diálogos cheios de sarcasmo e irreverência, que fazem de As aventuras do Gato-Endiabrado uma leitura leve, engraçada e perfeita para crianças que adoram anti-heróis atrapalhados, mas com corações grandes e que sempre acabam conquistando a torcida.

Para quem ainda não conhece, este spin-off pode ser lido de forma independente, sem necessidade de ter lido os títulos anteriores de Caos Total. É uma porta de entrada ideal para jovens leitores que querem mergulhar no universo caótico e cômico criado por Ralph Lazar — um mundo onde a diversão está garantida, os planos saem pela culatra e a aventura está sempre à espreita.

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