Qual filme vai passar hoje (13) na Temperatura Máxima?

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Neste domingo, 13 de julho de 2025, a Temperatura Máxima traz uma das produções mais vibrantes e divertidas dos últimos anos: Jumanji: Bem-Vindo à Selva. Lançado em 2017, o filme é um reboot moderno que traz ação, humor e uma boa dose de nostalgia para quem cresceu com o clássico original dos anos 90. Prepare-se para embarcar em uma jornada onde videogames e selvas perigosas se misturam de forma surpreendente.

O enredo: adolescentes no corpo de heróis improváveis

A premissa é simples, mas muito eficaz: quatro adolescentes — cada um com suas características e inseguranças — encontram um antigo videogame chamado Jumanji. Ao ligarem o console, são literalmente transportados para dentro do jogo, assumindo avatares que são completamente opostos às suas personalidades. O nerd tímido vira um guerreiro musculoso, a garota popular se transforma em um homem atlético, e assim por diante.

O objetivo? Sobreviver a um mundo selvagem cheio de armadilhas, animais ferozes e inimigos perigosos, enquanto procuram uma saída para voltar ao mundo real. O filme mistura aventura e suspense com momentos de leveza e humor, explorando o desconforto e a transformação dos personagens ao longo da jornada.

Um elenco estrelado que rouba a cena

Parte do sucesso do filme está em seu elenco de peso, que entrega performances que vão muito além do esperado para uma aventura familiar. Dwayne Johnson, com sua presença imponente, lidera como Spencer, o nerd que ganha um corpo de herói. Sua química com Jack Black — que vive o avatar de um adolescente popular — rende momentos hilários e é um dos grandes destaques do filme. Black, conhecido por seus papéis cômicos e sua expressividade única, se destaca ao interpretar uma garota no corpo de um homem, trazendo humor e sensibilidade ao personagem.

Kevin Hart adiciona ainda mais energia à trama como o avatar impaciente e nervoso, equilibrando ação e comédia. Karen Gillan, a destemida Ruby Roundhouse, combina força e agilidade com um toque geek, o que dá um frescor à heroína tradicional. Além deles, Rhys Darby atua como o guia excêntrico dentro do jogo, oferecendo alívio cômico com seu humor nonsense e sotaque peculiar. Alex Wolff interpreta Spencer no mundo real, enquanto Nick Jonas tem um papel estratégico que complica e movimenta a trama.

Por que ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’ conquistou o público?

Além do elenco talentoso, o filme acerta ao combinar efeitos visuais de alta qualidade, cenas de ação bem coreografadas e um roteiro que mistura aventura e comédia sem perder o ritmo. Ele também aborda temas contemporâneos como autoaceitação, superação de medos e a importância do trabalho em equipe, tudo embalado por um tom leve e descontraído.

A narrativa ressoa tanto com jovens, que se identificam com os personagens adolescentes e suas dificuldades, quanto com adultos, que apreciam a nostalgia e a dinâmica dos atores. É um filme que entretém diferentes gerações sem perder sua identidade.

Como assistir e aproveitar

Depois da exibição na Temperatura Máxima, você pode conferir Jumanji: Bem-Vindo à Selva nas principais plataformas digitais. Está disponível para streaming na Netflix para assinantes e também pode ser alugado no Prime Video a partir de R$ 11,90, garantindo opções para todos os perfis de público.

Seja pela TV ou pelo streaming, a selva de Jumanji continua a ser um convite irrecusável para quem quer se divertir, rir e sentir a adrenalina de uma aventura épica sem sair de casa.

Megan 2.0 chega ao digital dia 15 de julho e tem estreia no streaming por assinatura prevista para agosto

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Se você ainda não conseguiu ver Megan 2.0 na telona, ou se simplesmente não quer sair do conforto da sua casa, prepare-se: o terror tecnológico mais aguardado do ano já tem data para invadir as plataformas digitais. A partir do dia 15 de julho, o filme estará disponível para aluguel ou compra nas principais lojas online — sim, você pode garantir seu acesso sem nem precisar sair do pijama.

Dirigido e roteirizado por Gerard Johnstone, o longa-metragem mergulha novamente no universo da boneca assassina que conquistou e aterrorizou o público. Dois anos depois, acompanhamos Gemma (Allison Williams), agora uma autora renomada que defende a regulação da inteligência artificial, enquanto sua sobrinha Cady luta para escapar do controle rígido da tia.

Mas a verdadeira ameaça surge quando a tecnologia original de M3GAN é roubada por um empresário ambicioso, que cria Amelia — uma versão militarizada da boneca que rapidamente ultrapassa os limites do controle humano. Entre dança e destruição, o filme explora o conflito entre humanidade e tecnologia, questionando até onde o avanço pode ir antes de se tornar uma arma contra seus próprios criadores.

Quer ver agora?

É aquela velha dúvida: pagar para alugar e ver rapidinho, ou investir para ter o filme na sua biblioteca para assistir quantas vezes quiser? A Universal Pictures deu essa liberdade para o público brasileiro:

  • Aluguel por volta de R$ 24,90 (assistir no seu tempo, mas só uma vez dentro do prazo)
  • Compra definitiva por aproximadamente R$ 49,90 (filme seu para sempre, sem pressa!)

E o melhor: você encontra Megan 2 na Apple TV, Google Play, YouTube Filmes e até no Prime Video, nessa última plataforma ainda apenas no aluguel.

E o streaming por assinatura, quando chega?

Aqui vem o detalhe que importa para quem assina serviços e prefere não pagar a mais por filme avulso: Megan 2 deve desembarcar no Prime Video entre agosto e setembro — seguindo o ritmo da parceria global entre Universal e Amazon.

Por enquanto, nada confirmado para Netflix, que costuma ser o porto seguro da galera do streaming, mas que, neste caso, não deve exibir o filme tão cedo.

Vale a pena antecipar ou esperar a boa e velha maratona do streaming?

Se você é daqueles que não resiste a uma estreia e quer comentar spoilers na semana do lançamento, alugar digital é a jogada certa. Já para quem gosta de planejar aquela sessão pipoca sem pressa, esperar a chegada no Prime Video pode ser mais econômico e confortável.

O importante mesmo é garantir que Megan 2 não fique só na lista de desejos — porque a experiência da continuação da boneca assassina é para sentir, tremer e se surpreender.

O cronograma essencial de Megan 2 para o seu calendário

  • 15 de julho: Megan 2 já disponível para aluguel e compra nas principais plataformas digitais
  • Agosto a setembro: previsão de chegada no catálogo do Prime Video para assinantes
  • Cinema: já em cartaz desde o fim de junho — para quem gosta de viver o terror na tela grande

Segunda no Aparecida Sertaneja: Mariangela Zan recebe novas vozes da música sertaneja e histórias que emocionam

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Na próxima segunda-feira, dia 14 de julho, às 19h30, o palco do Aparecida Sertaneja será mais uma vez cenário de talento, emoção e tradição. Sob o comando da carismática Mariangela Zan, o programa da TV Aparecida abre suas portas para mostrar a força da música sertaneja que pulsa em cada canto do Brasil.

O jovem prodígio Gustavo Bardim abre as portas do coração

A abertura do programa fica por conta de Gustavo Bardim, uma das vozes mais promissoras do sertanejo atual. Natural de Guaramirim (SC), Gustavo carrega a música no sangue desde pequeno — ele já tocava violão e encantava ao cantar desde os 7 anos. Passou do coral da igreja para os palcos mais disputados, até conquistar o título de campeão da sexta temporada do The Voice Kids aos 11 anos.

Hoje, Gustavo segue firme na construção do sonho, colecionando fãs e lançando músicas autorais que falam de sentimentos intensos, como em “Exagero” e “Último Áudio”. Sua trajetória é inspiradora, mostrando que talento aliado a perseverança abre caminho.

Memória Sertaneja: a tradição que se reinventa

O programa também resgata raízes importantes com o quadro “Memória Sertaneja”, que traz uma viagem profunda pela música do campo, celebrando suas origens e sua renovação.

De Avaré (SP), o cantor e compositor Wilson Teixeira encanta ao unir poesia rural e urbana em suas composições. Com uma mistura original, que respeita os grandes mestres da música popular brasileira, Wilson traz um toque de experimentalismo que revigora a alma da música caipira. Nos palcos, suas releituras criativas transportam o público para um universo onde tradição e inovação andam lado a lado.

O Duo Aduar e sua música que corre como água pelo campo

Também em destaque no “Memória Sertaneja”, o Duo Aduar chega com um repertório autoral que fala direto à conexão com a natureza e as raízes do campo. Formado por Gabriel Guedez (voz e violão) e Thobias Jacó (voz e viola), a dupla mineira de São João Del Rei (MG) tem uma proposta sonora e poética que dialoga com questões socioambientais e memórias do cotidiano rural.

O nome Aduar, que significa “repartir a água” ou “formar dupla”, reflete perfeitamente a essência do grupo: a união de vozes e histórias que flui natural, como as águas dos riachos que inspiram suas canções.

Uma noite para celebrar e emocionar

No “Aparecida Sertaneja” de segunda, a música sertaneja se revela em suas múltiplas facetas: da juventude sonhadora ao respeito pelas tradições; do campo às grandes cidades; do passado que se guarda ao futuro que se constrói.

Com Mariangela Zan à frente, o programa é um convite para que o público sinta essa mistura de histórias, vozes e emoções que fazem do sertanejo um patrimônio afetivo do Brasil.

Reencontro no Multiverso: Thor e Loki voltarão a dividir a tela em Vingadores: Doomsday

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Nos bastidores de um dos filmes mais aguardados da nova fase da Marvel, um vídeo aparentemente banal acendeu uma fagulha poderosa no coração dos fãs. Publicado por Bobby Holland Hanton, dublê de longa data de Chris Hemsworth, o clipe do set de Vingadores: Doomsday mostrava pouco — mas o som familiar do portal temporal da TVA, ao fundo, entregou mais do que mil imagens: Thor e Loki voltarão a se encontrar.

A confirmação veio pouco depois, pela própria Marvel, junto da revelação do elenco estelar do filme, que promete ser um novo marco dentro do já denso Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Mas mais do que uma simples notícia de escalação, esse reencontro marca algo maior: um ciclo emocional que se fecha — e talvez recomece.

🌀 Os irmãos mais complexos do MCU

Desde sua primeira aparição em Thor (2011), Loki deixou claro que não seria um vilão qualquer. Hábil, sarcástico, magoado e, ao mesmo tempo, profundamente humano, ele se tornou um dos personagens mais fascinantes do MCU — e sua relação com Thor sempre foi o coração pulsante dessa jornada.

Eles brigaram, se traíram, se perdoaram — e se perderam. Em Vingadores: Guerra Infinita (2018), Loki morre nas mãos de Thanos em um dos momentos mais dolorosos da saga. Mas, como tudo no multiverso, a história não acaba ali.

Em 2021, a série Loki, da Disney+, nos apresentou a uma nova versão do deus da trapaça, que evoluiu de forma surpreendente: vulnerável, solitário e pronto para proteger aquilo que antes destruía. Ao final da segunda temporada, ele se torna literalmente o guardião do tempo — um fardo mitológico e poético.

Agora, com seu retorno confirmado em Doomsday, a pergunta que ecoa é: que versão de Loki Thor irá reencontrar?

⚡ Hemsworth e Hiddleston: do mito à emoção

A parceria entre Chris Hemsworth e Tom Hiddleston ultrapassa a ficção. Ao longo de mais de uma década, os dois construíram juntos uma química rara — de embates épicos a silêncios emocionantes. O reencontro dos personagens é também um reencontro de trajetórias.

Para Hemsworth, Doomsday representa um momento simbólico. O ator já declarou publicamente que deseja um encerramento digno para Thor após tantas versões e jornadas. Hiddleston, por sua vez, volta ao cinema depois de carregar nas costas uma das séries mais elogiadas da Marvel. É o tipo de reencontro que não depende apenas de CGI ou piadas bem colocadas. Depende de sentimento — e os dois sabem entregar.

🛡️ Um filme, muitos retornos — e uma promessa

Vingadores: Doomsday estreia em 18 de dezembro de 2026 no Brasil e já reúne alguns dos nomes mais fortes do atual MCU:

  • Anthony Mackie, como o novo Capitão América
  • Letitia Wright, como Pantera Negra
  • Paul Rudd, como Homem-Formiga
  • Sebastian Stan, como Soldado Invernal
  • Winston Duke, como M’Baku

É uma formação diversa, carismática e potente — uma nova geração que precisa dar conta de salvar o multiverso, mas também de reconstruir o afeto do público após os altos e baixos da Fase 4.

Doomsday prepara o caminho para Guerras Secretas (2027), a prometida conclusão da Saga do Multiverso. Mas, ao que tudo indica, esse reencontro entre Thor e Loki não será apenas épico — será pessoal.

💬 Por que isso importa?

Em meio a um universo repleto de batalhas, explosões e fan services, a conexão entre Thor e Loki sempre foi sobre humanidade: sobre família, perdão, identidade e, acima de tudo, sobre a dor de não saber como amar alguém que vive entre o afeto e o caos.

Se Vingadores: Doomsday realmente oferecer um reencontro entre esses dois personagens com a carga emocional que eles merecem, então talvez estejamos diante de mais do que um evento — mas de um fechamento à altura de tudo o que eles significaram até aqui.

E, convenhamos: o público está mais do que pronto para esse abraço entre deuses.

Sessão da Tarde desta segunda (14) traz “Por Toda a Minha Vida”: um amor que não tem tempo a perder

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Segundas-feiras costumam ser corridas, cheias de compromissos, despertadores e café às pressas. Mas, às vezes, tudo o que a gente precisa é de uma pausa. E de um lembrete: o amor, quando verdadeiro, não espera.

É esse o tom de “Por Toda a Minha Vida” (All My Life), o filme escolhido para a Sessão da Tarde desta segunda-feira, 14 de julho, na TV Globo. Inspirado em uma história real, o longa emociona pela simplicidade com que trata o que é mais precioso: o tempo — e como escolhemos gastá-lo com quem amamos.

Amor em contagem regressiva

O filme acompanha o casal Jenn Carter (Jessica Rothe) e Sol Chau (Harry Shum Jr.), que acabaram de noivar e fazem planos como qualquer outro casal apaixonado: casamento, casa, futuro. Só que o futuro deles muda de rumo de forma brusca. Sol é diagnosticado com um câncer terminal. E tudo o que era para ser feito com calma passa a ter urgência. Entre consultas, incertezas e dor, os dois decidem seguir em frente. Se o tempo é curto, que seja intenso. É quando os amigos do casal entram em cena com um plano corajoso e tocante: organizar o casamento em apenas duas semanas. E, entre lágrimas e risos, todos se envolvem na missão de fazer daquele momento algo memorável.

Quando o amor é mais forte que o fim

Dirigido por Marc Meyers, o filme não apela. Ele emociona justamente porque é real: mostra a força que brota do amor quando a vida insiste em nos testar. Mostra também que família não é só laço de sangue — são as pessoas que correm com a gente até quando o caminho é difícil. Com um elenco afinado (além de Rothe e Shum Jr., o filme conta com Kyle Allen, Chrissie Fit e Jay Pharoah), Por Toda a Minha Vida lembra que nem sempre podemos controlar o tempo — mas podemos fazer cada segundo valer.

Uma tarde para se emocionar

Se você busca um filme que vai tocar o coração sem precisar de efeitos grandiosos, esta é a escolha certa. Prepare um lenço, talvez dois. Mas, mais que isso, prepare-se para lembrar daquilo (e de quem) realmente importa.

Cinemaço deste domingo (13): TV Globo exibe O Relatório — quando a verdade se torna um campo de batalha

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Neste domingo, 13 de julho, o Cinemaço da TV Globo exibe um desses que não se esquece fácil: “O Relatório”, estrelado por Adam Driver e baseado em uma história real que ainda ecoa — talvez porque ela nunca tenha realmente terminado.

É sobre guerra, poder e política? Sim. Mas, mais do que isso, é sobre gente tentando fazer a coisa certa quando o mundo todo parece conspirar para que não façam.

Uma investigação que custou anos — e quase a própria alma

Daniel J. Jones (vivido com entrega por Adam Driver) não é um herói no molde clássico. Ele não tem capa, nem frases de efeito. É um homem comum — com senso de dever incomum.

Analista do Senado dos EUA, ele recebe a missão de investigar as ações da CIA após os atentados de 11 de setembro. Descobre, então, um sistema que legalizou a tortura, apagou rastros, destruiu fitas e contou com o silêncio de muita gente que preferiu “seguir ordens”.

Mas Daniel não recua. Mesmo quando a pressão aumenta. Mesmo quando ninguém mais acredita. Mesmo sem saber se alguém vai ouvir sua verdade.

E é aí que o filme se torna menos sobre política, e mais sobre coragem.

Uma história real contada sem efeitos — só com impacto

Dirigido e roteirizado por Scott Z. Burns, O Relatório é direto, denso, incômodo. Não tenta ser fácil — e não precisa. Ele aposta no poder do conteúdo, no peso dos documentos, na atuação contida e brilhante de um elenco que entende que menos é mais.

Annette Bening está impressionante como a senadora Dianne Feinstein, e Jon Hamm oferece a ambiguidade perfeita em um mundo onde quase ninguém é 100% inocente.

Silêncio, negação e uma pergunta que ainda paira

O que o filme mostra com precisão assustadora é o modo como a verdade incomoda quem se beneficia da mentira. Jones passa quase uma década montando o chamado “relatório da tortura” — e ainda assim não sabe se alguém vai lê-lo. Ou se vai fazer diferença.

A pergunta que O Relatório nos faz, sem gritar, é essa:
Quanto vale a verdade quando ninguém quer ouvi-la?

Uma noite para pensar, não só assistir

A TV aberta tem o poder de colocar histórias como essa nas casas de milhões. E nesse domingo, o Cinemaço oferece mais do que um filme: entrega uma reflexão necessária sobre ética, dever e o que resta de nós quando escolhemos o caminho certo — mesmo sozinhos.

Se você busca mais do que entretenimento, não perca.

Superman vai ter continuação? Ator fala sobre a possível sequência do filme

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O novo Superman já chegou aos cinemas brasileiros com tudo: salas cheias, olhares atentos e fãs ávidos por entender como será, na prática, esse tão falado recomeço do Universo DC sob a batuta de James Gunn. Mas enquanto o público ainda está digerindo o voo inaugural de Clark Kent, um dos atores do elenco pode ter soltado um spoiler sem querer — ou, talvez, muito querer.

Durante uma entrevista ao portal Collider, Wendell Pierce, que interpreta o icônico Perry White, editor do Planeta Diário, foi questionado se havia levado alguma lembrança do set. A resposta parecia comum, até que ele tropeçou nas próprias palavras: “É um set movimentado, você não quer estragar tudo porque, sabe, a sequência é… deixa pra lá!”

Deixa pra lá? Difícil, Wendell. Internet nenhuma do mundo sabe deixar essas coisas pra lá.

O DCU mal começou e já tem futuro no ar?

O deslize foi suficiente para incendiar as redes sociais. Afinal, nenhuma sequência de “Superman” foi oficialmente anunciada ainda. Mas o comentário abrupto de Pierce — seguido de uma pausa visivelmente estratégica — deixou no ar a ideia de que alguma coisa já está em movimento nos bastidores.

Seja por empolgação ou por acidente, o que era pra ser só uma entrevista virou manchete: Superman 2 já estaria em desenvolvimento?

Um universo que não quer perder tempo

O novo DCU está sendo cuidadosamente costurado por James Gunn, que já prometeu um universo mais coerente, emocional e com menos atropelos. E com a estreia do Homem de Aço sendo bem recebida por fãs e crítica, a possibilidade de uma continuação já estar nos planos é tudo, menos improvável.

Além de David Corenswet como um Clark Kent mais solar e humano, o filme também apresenta Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult como Lex Luthor — peças fundamentais em qualquer arco clássico do Superman. E com Milly Alcock confirmada como Supergirl, tudo indica que a expansão já está sendo desenhada, mesmo que nos bastidores.

Spoilers sem querer ou marketing com charme?

A verdade é que esse tipo de escorregão bem cronometrado sempre levanta suspeitas: foi acidente ou marketing velado? Em tempos de hype e segredos guardados a sete chaves, um “deixa pra lá” pode valer mais do que um teaser oficial.

Enquanto isso, o público faz sua parte: lota as sessões, debate referências escondidas e se pergunta quando veremos novamente esse Superman em ação.

E quanto ao Wendell? Bem, ele realmente tentou deixar pra lá. Mas o fandom não perdoa.

Milly Alcock: Conheça a atriz que vive a nova Supergirl no universo DC de James Gunn

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Antes de vestir a capa vermelha, Milly Alcock já sabia o que era voar. Não no sentido literal, mas naquela vertigem silenciosa de quem, ainda adolescente, começou a correr atrás de um sonho sem saber onde ele ia dar.

Crescida em Sydney, Austrália, longe das grandes premiações e tapetes vermelhos de Hollywood, Milly não veio de família famosa, não teve pais agentes ou contatos na indústria. Começou como muita gente começa: fazendo propagandas de TV, aparecendo em séries locais, testando sorte e talento com mais vontade do que certeza.

Ela não tinha superpoderes. Mas tinha uma força discreta, dessas que não precisam chamar atenção para existir.

A câmera, a estrada e a menina que nunca foi só um rosto bonito

Em Upright, série australiana de 2019, Milly era Meg, uma adolescente impulsiva que cruza o deserto ao lado de um estranho. Aquela personagem, entre o sarcasmo e a vulnerabilidade, parecia carregar muito dela mesma: alguém que, apesar da pouca idade, já tinha algo a dizer. E dizia com o olhar. Com o silêncio. Com a dor disfarçada de bravura.

Foi esse papel que lhe rendeu o prêmio de Estrela em Ascensão. Mas não era o troféu que importava. Era o que ele dizia sem palavras: alguém finalmente notou que ela estava ali.

Rhaenyra, o fogo que acendeu o mundo

O mundo notou pra valer quando ela se transformou em Rhaenyra Targaryen jovem na série House of the Dragon, prequela de Game of Thrones. Durante seus episódios, Milly carregou uma personagem complexa: cheia de ambição, paixão e conflito. Ela não precisava imitar ninguém — porque deu à Rhaenyra algo raro: alma própria.

E mesmo com a pressão de contracenar com gigantes, dividir o papel com Emma D’Arcy e representar um dos maiores legados da fantasia moderna, Milly não titubeou. Não fez barulho. Fez presença.

A escolha que ninguém esperava — mas que faz todo sentido

Em janeiro de 2024, quando James Gunn anunciou que Milly seria a nova Supergirl, muita gente ficou surpresa. Afinal, não era uma atriz “de lista A”. Não era o nome mais óbvio.

Mas talvez tenha sido exatamente por isso que ela foi escolhida.

Porque a nova Kara Zor-El não é apenas uma heroína com capa e força sobre-humana. Ela é uma garota de outro planeta que cresceu entre ruínas, com raiva do mundo e medo de si mesma. Ela é, no fundo, alguém tentando encontrar um lugar onde pertença.

E quem melhor do que Milly, que já foi Meg, Rhaenyra, e tantas outras versões de si mesma, para entender isso?

Uma Supergirl com vulnerabilidade real

James Gunn quer reinventar o Universo DC com personagens mais humanos, mais falhos, mais vivos. E Milly entrega isso com naturalidade. Ela não vem de uma linhagem de superstars. Ela não quer ser maior do que ninguém.

Ela quer contar histórias. E tem feito isso com uma verdade que transborda, mesmo quando não há falas.

A Supergirl que vem por aí talvez não salve o mundo sozinha. Mas ela tem tudo para salvar um novo olhar sobre o que significa ser heroína: sentir demais, errar, amar, não pertencer — e ainda assim continuar.

E agora, Milly voa. Mas seus pés continuam no chão

Entre os superpoderes de Milly Alcock, talvez o maior deles seja esse: continuar parecendo uma garota comum, mesmo quando o mundo inteiro já a vê como alguém extraordinária.

Ela vai voar nas telas. Mas nunca deixou de andar com firmeza por onde passa.

Porque quem começa com os pés no chão, quando aprende a voar, não esquece de onde veio.

E é por isso que, mais do que uma escolha ousada, a atriz como Supergirl é um acerto sensível.

Thame e Po: conheça o dorama tailandês que está emocionando os fãs na Netflix

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Tem histórias que não chegam fazendo barulho. Elas não explodem, não gritam, não imploram atenção. Em vez disso, se aproximam devagar, tocam a gente de leve e, quando percebemos, já estão ali — ocupando um espaço silencioso e inteiro dentro da gente.

É assim que Thame e Po: Bate Coração, dorama tailandês que chegou à Netflix, se apresenta. Não como uma série sobre uma boy band em fim de carreira. Mas como um retrato sincero dos instantes frágeis que existem entre o fim e o recomeço.

Porque todo fim também é uma confissão

A história começa com uma despedida: a última apresentação da Mars, grupo pop tailandês que arrastou multidões e agora ensaia um adeus sem saber como dizer adeus. Os integrantes — Dylan, Jun, Nano e Pepper — lidam com a separação cada um à sua maneira. Não tem escândalo, não tem cena. Só aquele silêncio desconfortável de quem cresceu junto e agora precisa aprender a se afastar.

Nesse cenário de dissolução e cansaço, entra Po, o cinegrafista encarregado de registrar o último show. Ele não faz parte da banda, mas seu olhar externo é o único que realmente enxerga o que está acontecendo ali dentro. E é por esse olhar que a gente entra também.

Mas Po não é só câmera. Ele é presença. É escuta. E, sem perceber, se torna algo raro na vida de Thame, o vocalista que carrega sobre os ombros a culpa e o desejo de seguir em frente. Thame tem um plano — ir para a Coreia do Sul e tentar a sorte como artista solo. Mas todo plano tem um preço. E às vezes, esse preço é machucar quem a gente ama.

Às vezes, o amor não nasce com promessas — mas com acolhimento

Entre um ensaio e outro, entre bastidores e quartos de hotel, o vínculo entre Thame e Po cresce do jeito mais simples possível: no cuidado. Na troca de olhares. Na escuta silenciosa. Em conversas que não parecem importantes, mas dizem tudo.

E talvez seja isso que mais machuca: o fato de esse sentimento surgir justamente quando tudo está prestes a acabar.

Thame e Po não é um dorama sobre o que pode ser. É sobre o que quase foi. Sobre o afeto que chega tarde, mas ainda assim é real. Sobre os laços que se formam no intervalo entre uma despedida e um voo solo.

É sobre aquele momento em que a gente percebe que o coração está batendo diferente — mas não tem certeza se é o começo ou o fim.

Uma história contada em silêncio, música e cuidado

A série tem o tipo de sensibilidade que a gente sente mais do que entende. A câmera não corre. A música não atropela. Os diálogos não explicam tudo — e ainda bem. Porque a beleza está na sugestão, no gesto tímido, no sorriso que dura meio segundo.

E há algo muito bonito nisso: a coragem de contar uma história sobre separações sem tornar tudo dramático demais. De mostrar que crescer dói, que seguir em frente exige escolhas, e que nem todo amor precisa ser consumado para ser verdadeiro.

Para quem já precisou partir, mesmo com vontade de ficar

Thame e Po: Bate Coração é uma daquelas séries que parecem pequenas, mas ficam com você por dias. Talvez porque todo mundo já viveu alguma versão desse enredo: querer algo novo, mas sentir que está deixando para trás uma parte de si mesmo.

É um dorama sobre transição, afeto e tudo aquilo que fica entre uma palavra e outra.

E, acima de tudo, é um lembrete delicado de que existem encontros que nos marcam mesmo se forem breves. Mesmo se terminarem antes de começarem.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel recebe José Loreto e Carol Castro neste domingo (13)

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Imagine ligar a TV num domingo à noite e dar de cara com um ator que já foi segurança da Gisele Bündchen, se transformou em Jesus no teatro e agora quer virar Chorão no cinema. Ao lado dele, uma atriz que cresceu nos bastidores do teatro e já brilhou em novelas, séries e streamings. Agora coloque isso dentro de um game show maluco de três pistas. Pronto, você nem começou a assistir o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel e já está hipnotizado.

Neste domingo, 13 de julho, o programa não entrega apenas entretenimento — entrega um roteiro de comédia, emoção e surpresa com gostinho de TV brasileira raiz, com toques de modernidade que só o SBT sabe equilibrar.

🧩 Quando um ex-segurança vira Jesus e uma atriz de novela revive o início

No Jogo das 3 Pistas, a coisa vai além do jogo. José Loreto, entre uma dica e outra, compartilha o impacto espiritual de interpretar Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Pernambuco em 2025, fala sobre viver com diabetes e revela como foi sair das ruas de Los Angeles — onde já cuidou da segurança de celebridades — até virar galã de novelas como Avenida Brasil e Pantanal.

Ao lado dele, Carol Castro reativa memórias da infância no teatro com o pai, reflete sobre a fama precoce em Mulheres Apaixonadas e mostra como é crescer sob os holofotes, mantendo a elegância e o talento em alta por mais de três décadas. É mais que jogo: é uma sessão de memórias com plateia.

⏱️ 60 segundos de caos e um prêmio que muda tudo

O Nada Além de 1 Minuto volta com fôlego novo e um cenário onde a tensão tem cronômetro. Um minuto parece pouco? Para o competidor Kayo, é o tempo exato entre sair com nada ou sair com R$ 300 mil no bolso. A nova temporada chega mais frenética, mais difícil e com a mesma promessa: você vai segurar a respiração por 60 segundos sem perceber.

E o sucesso é tanto que agora tem versão de tabuleiro — sim, você pode errar em casa também e ainda ser julgado pela família.

🎪 Show de Calouros ou reality de talentos surreais?

E quando você acha que já viu tudo, o Show de Calouros entrega o que ninguém espera: freiras fazendo beatbox, dupla de acroyoga, drag queens empoderando o palco e até senhorinhas com coreografia ensaiada.

Avaliação? Fica por conta do painel de personalidades que une irreverência e faro de talento: Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Gaby Cabrini, Victor Sarro, Felipeh Campos e o eterno Xaropinho.

É o tipo de segmento que mistura show de talentos, programa de auditório e viral do TikTok — tudo ao mesmo tempo agora.

💰 Show do Milhão: quem ousa sonhar, responde com calma

Patricia Abravanel comanda o Show do Milhão EMS com aquele sorriso calmo de quem sabe que uma simples pergunta pode deixar alguém milionário. A tensão aumenta a cada rodada, o auditório segura a respiração e o público em casa tenta responder como se valesse também. Será que neste domingo alguém chega até o final?

🧊 Pegadinha com bug no tempo: o humor no modo congelado

E pra fechar com chave de ouro (e boas gargalhadas), a Câmera Escondida da semana vai brincar com o inesperado. Na pegadinha “Pedir Informação e Congelar”, o ator Adriano Arbool para o tempo — literalmente. Ele pede uma informação e, no meio da conversa, simplesmente… trava. Fica parado como estátua no meio da CCXP 2024, deixando os fãs nerds tentando entender se aquilo é cosplay, performance ou um bug da realidade.

Resultado? Reações hilárias, confusão e a certeza de que o humor simples ainda é o mais eficaz.

📺 Muito além da nostalgia: um domingo onde tudo pode acontecer

O Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel deste domingo não é apenas uma sequência de quadros. É um show à moda antiga com fôlego de streaming, onde o improviso encontra o roteiro, o clássico abraça o viral e a plateia se torna cúmplice de um espetáculo que só a televisão brasileira sabe entregar.

Então, fica o convite: domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT. Porque se tem freira no beatbox, Jesus no game show e prêmio de R$ 300 mil em 60 segundos… você sabe que não é só um programa — é um evento.

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