Capítulo 105 da novela A Viagem de quarta-feira, 8 de outubro Alexandre volta sua atenção para Tato e o manipula em uma boate, alimentando sua raiva e instabilidade. No coquetel, Naná brilha e desperta o interesse de Mauro, enquanto Andrezza, arrependida, procura Raul, pede desculpas pelo tapa e pela desconfiança, tentando salvar o casamento. Embriagado, Tato volta para casa e, no dia seguinte, é confrontado por Diná, que o adverte para não repetir os erros do passado. Zeca demonstra ciúmes ao ver Sofia próxima do professor de violino, e Fátima se aproxima ainda mais de Agenor, cuidando dele durante a catapora. Em Búzios, Lisa e Igor vivem um momento de encantamento e trocam um beijo à beira-mar. Paralelamente, Ismael e Regina tentam fugir de helicóptero, mas a polícia intercepta a fuga; em um ato desesperado, Ismael joga o piloto para fora e assume o comando, vibrando com a escapada. Estela, ainda abalada, tem delírios e revela detalhes de seu cativeiro, deixando Alberto transtornado, enquanto Carmem e Adonay selam com um beijo o sucesso da cirurgia. Dominada pela influência espiritual de Alexandre, Diná aceita sair com Tato, abrindo espaço para novas armadilhas do além.
Capítulo 106 da novela A Viagem de quinta-feira, 9 de outubro Preocupado com os sinais do mal, Alberto adverte Diná e Tato a não cederem à influência de Alexandre, temendo uma tragédia. Estela se desespera ao saber pela polícia que Ismael fugiu, mesmo ferido. Guiomar, movida pela inveja, convence Tainá a telefonar para Raul, reacendendo a crise no casamento dele com Andrezza. Sob o domínio de Alexandre, Tato tenta agarrar Diná à força e é repelido por ela. Ferido, Ismael obriga Regina a retirar a bala de seu braço e retoma o controle da fuga. Igor aconselha Bia a avisar a família sobre seu paradeiro, e ela descobre pelo rádio que a polícia está em sua perseguição. Diná confidencia a Alberto e Estela o comportamento estranho de Tato, mas não acredita quando o médico menciona a influência do espírito. Enquanto Agenor decide pedir Fátima em casamento, Raul tenta convencer Andrezza de que Tainá não é uma ameaça, sem sucesso. Téo tenta reconquistar Diná com um presente simbólico, e a catapora se espalha pelo orfanato. No retorno de Lisa, um blecaute toma conta da vila, e Ismael e Regina continuam fugindo, agora escondidos em um ônibus cercado pela polícia.
Capítulo 107 – Sexta-feira, 10 de outubro Mesmo sob revista policial, Ismael e Regina conseguem escapar e seguem escondidos. Na vila, Téo, orientado por Estela, procura Lisa para conversar sobre o passado e saber se ainda existe amor, mas é recebido com silêncio. Agenor confidencia que Lisa está se envolvendo com Igor, enquanto Tibério promete lealdade ao Mascarado e reafirma apoio à cirurgia. Andrezza descobre que Tainá está grávida de Raul e prestes a deixar o país, o que provoca uma discussão devastadora e o fim do casamento. Abalada, ela se aproxima de Antônio e aceita sair com ele, atiçando a fúria de Alexandre, que se alimenta do caos. Agenor pede Fátima em casamento e é correspondido, e Andrezza e Antônio levam Dudu e Nori para um passeio, encontrando breves instantes de alegria. Alberto, tomado pela angústia, implora a Alexandre que liberte Tato, mas o espírito propõe algo terrível: só devolverá a paz se Diná for entregue a ele. Desesperada, Diná toma comprimidos, enquanto Téo, em conflito entre culpa e saudade, retoma a aproximação com Lisa e pede perdão pelos erros do passado.
Resumo semanal da novela A Viagem de 13/10 a 17/10
Capítulo 108 – Segunda-feira, 13 de outubro Após um momento de desespero, Diná toma coragem, joga os comprimidos fora e promete à mãe, Maroca, que jamais desistirá da vida. Carmem recebe permissão para acompanhar a cirurgia do Mascarado, enquanto Fátima e Agenor anunciam a Tibério que estão de casamento marcado. Em meio à fuga, Ismael planeja o sequestro de Patty, mas Regina escuta a conversa e se desespera ao perceber o perigo. Zeca convida Sofia para sair, e ela aceita, enquanto Téo e Lisa se reconciliam com emoção, superando mágoas do passado. Durante o almoço na casa de Diná, Hélio e Josefa convivem em clima de harmonia com o casal. Na sala de cirurgia, Adonay tem uma queda brusca na frequência cardíaca, e Carmem o incentiva a lutar pela vida. Em sonho, Diná ouve a voz de Otávio alertando sobre o risco que corre sua filha e, guiada pela intuição, consegue impedir a tempo o sequestro de Patty.
Capítulo 109 – Terça-feira, 14 de outubro Diná chega no momento exato e frustra o sequestro de Patty, despertando a ira de Ismael, que acusa Regina de traição. Téo se recusa a acreditar que o aviso veio de Otávio, e Estela revela o desaparecimento de Bia, deixando Maroca angustiada e convencida de que Ismael está envolvido. Longe de casa, Bia confessa a Igor que sente saudades da família e é aconselhada por ele a voltar. Queiroz cancela os cartões de crédito de Tato, provocando uma explosão de fúria e um confronto com Alberto. Bia consegue fazer uma ligação escondida, e Estela, emocionada, reconhece a voz da filha. Raul promete a Andrezza que desmascarará Guiomar e protegerá o casamento, mas, abalada, ela passa a noite com Antônio e acorda arrependida, tomada por um mal-estar e culpa.
Capítulo 110 – Quarta-feira, 15 de outubro Andrezza desperta confusa e pede a Antônio que esqueça o que aconteceu, enquanto Raul tenta reconquistar a esposa e provar que Tainá mentiu sobre a gravidez. Na casa de Alberto, o espírito de Alexandre continua ameaçando a todos e prometendo vingança. Carmem revela a Lisa que Téo ainda a ama, mas ela afirma não querer reviver o passado. Diná, ao perceber o sofrimento do ex-marido, tenta aconselhá-lo a procurar Carmem para interceder por ele. Ismael e Regina discutem violentamente, e o clima entre eles se torna cada vez mais tenso. Bia questiona Igor sobre o verdadeiro significado do amor, enquanto Téo tenta reconquistar Lisa de forma romântica, espalhando faixas pela vila e entregando-lhe um balão em forma de estrela, reaceso pela esperança de um recomeço.
Capítulo 111 – Quinta-feira, 16 de outubro Lisa e Téo finalmente se reconciliam, selando o amor que resistiu ao tempo, enquanto Alberto promete a Diná que protegerá Dudu do comportamento instável de Tato. No hospital, o médico informa que Adonay precisará de nova cirurgia, e o Mascarado demonstra ciúmes de Carmem com os colegas da equipe médica. Glória recebe um telefonema urgente informando que Tato invadiu a igreja, e Alberto o expulsa, impondo limites firmes. Zeca declara seu amor a Sofia e passa a noite com ela, mas, ao amanhecer, Sofia descobre que ele é a reencarnação de Eros e, sentindo-se traída, o afasta. Em um clima de alegria e perdão, Lisa e Téo convidam Diná para ser madrinha do casamento, reforçando os laços de amizade e amor entre todos.
Capítulo 112 – Sexta-feira, 17 de outubro A notícia da morte de Diná abala profundamente a todos. Estela comunica o ocorrido a Alberto e tenta confortar Bia, que se despede da mãe em prantos. O velório ocorre sob forte comoção, e Diná é enterrada cercada por amigos e familiares. Enquanto isso, Carmem revela a Lisa que um abaixo-assinado está sendo feito para afastar as crianças da casa de Adonay, o que leva Estela a decidir morar na antiga casa da irmã para ficar próxima de Maroca. No plano espiritual, Diná desperta sem entender que morreu e implora a Carlota para falar com sua família. Samuel a acolhe com serenidade e a conduz por um passeio luminoso, enquanto André explica que ela ainda não pode se comunicar com os vivos. Ao final, Natália confirma a verdade: Diná agora pertence ao outro plano.
O k-drama O Amor Não Está Esgotado vem sendo lançado na Netflix em formato semanal e aposta em uma narrativa leve, centrada no cotidiano de dois personagens que vivem sob constante pressão profissional. A produção explora como o excesso de trabalho e a falta de descanso acabam interferindo diretamente na vida emocional dos protagonistas, que começam a se aproximar de forma gradual.
Qual é a história de O Amor Não Está Esgotado?
A história acompanha Matthew Lee, um empresário que leva uma rotina extremamente intensa, dividindo seu tempo entre a gestão de uma fazenda voltada à produção de ingredientes naturais e o comando de uma empresa de cosméticos. Mesmo com tanto sucesso profissional, ele vive cercado por responsabilidades constantes, o que faz com que esteja sempre em movimento e com pouco espaço para descanso ou vida pessoal.
Dam Ye Jin construiu uma carreira sólida como apresentadora de TV em programas de vendas ao vivo, se destacando pelo desempenho eficiente e pela capacidade de impulsionar resultados. No entanto, por trás do sucesso, ela enfrenta um desgaste crescente, especialmente por conta da insônia e do acúmulo de cansaço físico e mental, que começam a afetar sua rotina de forma mais evidente.
O encontro entre Matthew e Dam Ye Jin acontece de maneira inesperada e, ao longo da narrativa, passa a se repetir em diferentes situações do cotidiano. A partir dessas interações, a relação entre os dois vai se formando aos poucos, marcada por aproximações sutis que acontecem em meio às suas vidas agitadas e cheias de compromissos.
Quando estreia o episódio 5?
O capítulo 5 da série O Amor Não Está Esgotado está prevista para chegar na Netflix na próxima quarta-feira, dia 6 de maio de 2026. A partir desse ponto, a trama começa a avançar com mais intensidade, trazendo novas situações que aproximam ainda mais o casal de protagonistas.
Quem faz parte do elenco?
O elenco principal da série reúne nomes já conhecidos do público em produções coreanas recentes, com destaque para Ahn Hyo-seop (Business Proposal, Dr. Romantic 2 e Dr. Romantic 3) como Matthew Lee, Chae Won-bin (My Lovely Boxer e The Auditors) no papel de Dam Ye Jin e Kim Bum (Boys Over Flowers e Tale of the Nine-Tailed) em uma participação de apoio que ajuda a enriquecer a dinâmica da trama.
Calendário completo da 1ª temporada
Episódio
Data de estreia
1
Já disponível
2
Já disponível
3
Já disponível
4
Já disponível
5
6 de maio
6
7 de maio
7
13 de maio
8
14 de maio
9
20 de maio
10
21 de maio
11
27 de maio
12
28 de maio
Uma história sobre rotina e conexões inesperadas
A proposta da série não é acelerar o romance, mas sim construir uma relação baseada em situações simples do cotidiano. Esse ritmo mais calmo permite que o público acompanhe o desenvolvimento emocional dos personagens de forma mais natural.
Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta entre os dias 06/10/2023 a 13/10/2023. A exibição da novela está prevista para acontecer às 21h, na tela do SBT.
A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 06 de outubro de 2023
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 06/10/2023 –
Neste episódio, Dimitri, Ellen, Ian e Nath se encontram com Pedalzera e fazem um apelo para que ele e seus amigos não mais obedeçam às ordens de Trapaça, revelando que seu verdadeiro nome é Isabel e que ela possui uma casa. Trapaça pede aos amigos que confiem nela. As crianças dos lados Vila e Torre se unem em uma campanha para angariar fundos em prol do CEC, espalhando cartazes pelas ruas e vendendo roupas, artesanato e livros. No esconderijo, Muke, Chilique e Fê Dengosa questionam por que Trapaça nunca passa a noite com eles lá. Fausto vai até a Monter Holding e informa a Leandro sobre a mobilização das crianças. Dimitri, Ellen, Ian e Nath filmam Trapaça saindo de casa e a seguem. Ao confrontarem a garota, descobrem que ela não é Trapaça, mas sim uma pessoa chamada Isabel. Hélio fica furioso ao ver os cartazes nas ruas pedindo ajuda para o CEC e os rasga. Domitila retorna ao restaurante do Armazém. Leandro suspeita que Hélio tenha ordenado que as crianças realizassem a campanha e considera isso inaceitável. Hélio comenta sobre a campanha com Telma e expressa o desejo de descobrir quem está por trás dessa ação. Os lados Vila e Torre contabilizam o valor arrecadado. Muke, Fê Dengosa e Chilique investigam o esconderijo em busca de pistas que incriminem Trapaça. Fê Dengosa encontra a carteirinha de Trapaça e mantém o segredo. Leandro invade o CEC e acusa Hélio de covardia, afirmando que ele está usando crianças para trabalharem para ele. Hélio explica a Leandro que não queria que ninguém soubesse sobre a situação do CEC. Alex, Romeu, Téo e Julieta aparecem na conversa entre Leandro e Hélio e contribuem com dinheiro para o treinador.
A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 09 de outubro a 13 de outubro de 2023
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de segunda-feira, 09/10/2023 –
Aguardando divulgação oficial.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de terça-feira, 10/10/2023 –
Aguardando divulgação oficial.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quarta-feira, 11/10/2023 –
Aguardando divulgação oficial.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 12/10/2023 –
Aguardando divulgação oficial.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 13/10/2023 –
Aguardando divulgação oficial.
A emissora é totalmente responsável pelo resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta. O Almanaque Geek não tem controle sobre possíveis alterações na exibição e, portanto, não se responsabiliza por essas modificações.
No próximo domingo, 17/03/2024, esteja pronto para ser envolvido por uma explosão de ritmo e energia, pois a “Dança dos Famosos” mergulhará de cabeça no vibrante universo do Reggaeton! Após uma estreia eletrizante e repleta de surpresas, os quatro grupos de dançarinos estão prontos para retornar ao palco, desta vez imersos nos ritmos envolventes desse estilo musical que conquistou o mundo. Além dos renomados jurados Ana Botafogo, Carlinhos de Jesus e Zebrinha, a bancada será enriquecida com a experiência de Rodrigo Simas e Marcello Melo Jr.
Enquanto isso, no “Domingão tá Vendo BBB”, o clima será de revelações e reflexões, pois Yasmin Brunet, a última eliminada do reality show mais comentado do país, participará de um bate-papo sincero com Dona Déa, Lívia Andrade, Diogo Defante, Hosana Silva e Preto Zezé, compartilhando suas vivências dentro da casa mais vigiada do Brasil.
E para aqueles que apreciam uma boa dose de emoção e solidariedade, não percam o “The Wall”, onde os amigos Ana Paula e Aleffe, representantes de Belém (PA), terão a chance de jogar e conquistar um prêmio que fará a diferença: eles planejam utilizar os ganhos para levar água potável às comunidades interioranas e ribeirinhas do Pará, através do projeto “Amor Em Foco”, uma associação filantrópica que fundaram em 2016.
E para encerrar com chave de ouro, o “Domingão com Huck” entrará no ar logo após o emocionante “The Masked Singer Brasil”. Sob a condução carismática de Luciano Huck e a direção talentosa de Clarissa Lopes e Hélio Vargas, o programa promete entreter e emocionar o público com histórias inspiradoras e momentos inesquecíveis. Prepare-se para uma noite repleta de diversão e solidariedade na tela da TV!
No aguardado episódio do Domingão com Huck programado para ir ao ar em 03/12/2023, Luciano Huck prepara-se para presentear a audiência com uma atração verdadeiramente especial. Antecipando um espetáculo musical de alto nível, o carismático apresentador estende o convite a Thiaguinho e Gloria Groove, que subirão ao palco para protagonizar um evento inesquecível do renomado show “Tardezinha”. A presença ilustre de Rafael Zulu, sócio de Thiaguinho nesse projeto, Glória Maria, mãe do cantor, e Carol Peixinho, namorada do artista, promete enriquecer ainda mais o programa, proporcionando um bate-papo animado com Luciano, onde compartilharão histórias e curiosidades sobre suas trajetórias pessoais e profissionais.
Ao longo da aguardada apresentação, os telespectadores podem esperar ser envolvidos pelos irresistíveis sucessos, como “Falta Você”, “Tá vendo aquela lua” e “Deixa tudo como tá”. A atmosfera vibrante e as performances cativantes dos artistas prometem transformar a noite em um verdadeiro espetáculo de entretenimento.
Além disso, o programa reserva uma dose de emoção com a mais recente edição de “Quem Quer Ser Um Milionário”, no qual Luciano Huck assume o comando de uma nova disputa. O participante da vez é Luiz Pradines, engenheiro mecânico de 51 anos, natural de Recife (PE). Com uma paixão declarada pela aviação, Luiz compartilha sua rica história profissional, incluindo experiências na renomada Embraer, a conquista de um mestrado no ITA, uma vivência de 16 anos em Dubai e sua residência atual na França. O prêmio almejado por Luiz visa a conclusão do pagamento de sua moradia, revelando sonhos e aspirações que certamente tocarão o coração da audiência.
Horário de exibição do Domingão com Huck
Não deixe escapar nenhum aspecto deste episódio emocionante do “Domingão com Huck”, que se compromete a cativar e impressionar os telespectadores em uma noite repleta de celebração e entretenimento, imediatamente após o programa de futebol. Prepare-se para uma experiência única, pois o apresentador Luciano Huck promete levar você por uma jornada envolvente, repleta de momentos inesquecíveis, surpresas fascinantes e uma atmosfera contagiante.
A nova versão de Homem em Chamas chegou ao catálogo da Netflix sem fazer muito barulho, mas bastaram poucos dias para a produção se transformar em um dos títulos mais comentados do streaming. Misturando ação brutal, suspense político e drama psicológico, a série inspirada nos livros de A. J. Quinnell rapidamente encontrou espaço entre as produções mais assistidas da plataforma, principalmente após o público descobrir que a história vai muito além de uma simples trama de vingança.
Ambientada no Rio de Janeiro, a adaptação atualiza o universo que já havia conquistado os fãs em Chamas da Vingança, longa estrelado por Denzel Washington. Agora, quem assume o papel de John Creasy é Yahya Abdul-Mateen II, vencedor do Emmy por Watchmen e conhecido também por Aquaman, Candyman e Matrix Resurrections.
Mas apesar do sucesso imediato, uma dúvida começou a dominar as redes sociais após o final da temporada: afinal, a Netflix já decidiu se Homem em Chamas vai ganhar novos episódios?
O final da série deixa espaço para continuação?
Mesmo sem um anúncio oficial da Netflix, o encerramento da primeira temporada praticamente entrega que a história ainda não terminou. Os episódios finais deixam várias perguntas abertas e indicam que a conspiração enfrentada por John Creasy está longe de acabar.
A trama acompanha o ex-capitão das Forças Especiais dos Estados Unidos em um momento extremamente fragilizado da vida. Depois de anos trabalhando em missões militares e operações ligadas à CIA, Creasy vive atormentado pelo transtorno de estresse pós-traumático, tentando sobreviver longe da violência que marcou sua trajetória. Isolado, emocionalmente destruído e afundado no alcoolismo, ele aceita uma missão de segurança no Brasil acreditando que seria apenas um último trabalho antes de desaparecer de vez.
Só que tudo muda quando um atentado brutal mata pessoas próximas a ele, incluindo Rayburn, antigo amigo e aliado. A tragédia transforma completamente o rumo da série. Poe, única sobrevivente ligada ao círculo pessoal de Creasy, passa a ser protegida pelo protagonista enquanto ele mergulha numa investigação que revela uma rede criminosa internacional muito maior do que imaginava.
A partir daí, a produção deixa de ser apenas uma história de vingança. O roteiro começa a explorar corrupção política, organizações clandestinas e interesses globais escondidos nos bastidores da operação. Conforme Creasy se aproxima da verdade, ele percebe que o atentado não foi um ataque isolado, mas parte de uma estrutura criminosa muito mais poderosa.
E é justamente esse cenário inacabado que alimenta as teorias sobre uma possível segunda temporada.
O que Yahya Abdul-Mateen II falou sobre o futuro da série?
Durante entrevista ao Omelete, Yahya Abdul-Mateen II comentou sobre a possibilidade de voltar ao papel de John Creasy em novos episódios. O ator não confirmou negociações com a plataforma, mas deixou claro que vê potencial para continuar explorando o personagem.
Segundo ele, o foco atual está em apresentar ao público a primeira temporada e permitir que a audiência absorva a jornada emocional construída pela série. Mesmo assim, Yahya demonstrou carinho pelo personagem e afirmou que interpretar Creasy se tornou uma das experiências mais intensas de sua carreira.
O ator também destacou que não faria sentido continuar a história apenas por continuar. Para ele, uma nova temporada precisaria ter uma motivação narrativa forte, algo que justificasse emocionalmente o retorno daquele universo. A fala foi suficiente para aumentar ainda mais a expectativa dos fãs, principalmente porque o próprio final deixa diversas pistas de que ainda existem muitos conflitos pela frente.
A construção do protagonista acabou se tornando um dos grandes diferenciais da adaptação. Diferente de outros heróis de ação tradicionais, Creasy aparece aqui como alguém constantemente quebrado emocionalmente. Ele não é tratado como uma máquina de combate invencível, mas como um homem traumatizado tentando encontrar algum propósito em meio ao caos.
Essa abordagem mais humana ajudou a série a conquistar parte do público que já conhecia a história original, mas também atraiu espectadores que nunca haviam assistido às versões anteriores.
Quem faz parte do elenco da adaptação?
Além de Yahya Abdul-Mateen II, a série reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Um dos destaques é Alice Braga, atriz brasileira que ganhou reconhecimento internacional após Cidade de Deus e também participou de produções como Eu Sou a Lenda, Predadores e Rainha do Sul.
O elenco ainda conta com Bobby Cannavale, conhecido por Boardwalk Empire e Homem-Formiga, além de Scoot McNairy, de Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Narcos: México.
A produção foi desenvolvida por Kyle Killen, que atua como showrunner e produtor executivo da série. Já os primeiros episódios foram dirigidos por Steven Caple Jr., cineasta responsável por Creed II e Transformers: O Despertar das Feras.
Por que a série pode continuar por vários anos?
Um dos fatores que mais favorecem uma continuação é justamente o material original. Os livros de A. J. Quinnell apresentam diferentes fases da vida de John Creasy, permitindo que a adaptação explore novas histórias sem depender apenas do enredo mostrado nesta primeira temporada.
A série também moderniza vários elementos da obra original. Enquanto os romances e adaptações anteriores eram ambientados em outros países, a versão da Netflix aposta no Rio de Janeiro como peça central da narrativa, usando a cidade como pano de fundo para conflitos ligados ao crime organizado, corrupção e operações clandestinas internacionais.
Essa mudança acabou dando uma identidade própria para a adaptação. Em vez de copiar diretamente o filme estrelado por Denzel Washington, a produção expande o universo de Creasy e transforma a história em algo mais próximo de um thriller político moderno.
No próximo domingo, dia 10 de agosto, o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel prepara uma edição especialmente dedicada ao Dia dos Pais, recheada de homenagens, momentos emocionantes e atrações inéditas que vão encantar toda a família. Tradicionalmente um dos programas mais queridos do público brasileiro, o dominical do SBT promete transformar a data em uma celebração de afeto, música e alegria, reunindo artistas renomados, talentos em ascensão e suas famílias para dividir histórias, brincadeiras e muita diversão.
Um dos momentos mais aguardados da noite será o “Jogo das 3 Pistas”, que recebe MC Daniel e Melody ao lado de seus pais, formando duplas para uma disputa repleta de descontração e interação familiar. MC Daniel, apelidado carinhosamente de “Falcão do Funk”, tem uma trajetória marcada por superação. Desde o início da carreira, a música foi seu refúgio para enfrentar momentos difíceis, como a luta contra a depressão. Hoje, um dos artistas mais respeitados do gênero, MC Daniel vive também uma nova fase da vida como pai do pequeno Rás, de cinco meses. Recentemente, ele fez sua estreia como ator na novela “A Caverna Encantada”, produção do próprio SBT na qual interpreta a si mesmo, mostrando seu talento multifacetado. Ao seu lado, o pai Christian Daniel Nicola, empresário e influenciador digital, com um público fiel nas redes sociais, participa ativamente da carreira do filho, formando uma família unida que celebra conquistas e apoia sonhos.
Já Melody, fenômeno da música pop entre os jovens, traz toda sua energia e carisma para o palco ao lado do pai Thiago Abreu, conhecido como MC Belinho. Desde muito cedo, Melody revelou seu talento para o canto e para as redes sociais, conquistando milhões de seguidores e consolidando seu nome no cenário musical brasileiro. O pai, que além de ter sido seu primeiro incentivador, continua a gerir sua carreira e a da irmã mais nova, Bella Angel, mostrando a força da parceria familiar no mundo do entretenimento. A cumplicidade entre Melody, Thiago e o público promete momentos de muita emoção e diversão, reforçando os laços que unem arte e afeto.
Nos bastidores, a família de MC Daniel esteve presente em peso. O pequeno Rás, acompanhado pela mãe, os irmãos e o avô, participaram da gravação, que contou com um clima familiar muito especial. O avô do cantor, emocionado, fez questão de expressar sua admiração pelo apresentador Silvio Santos, lembrando a importância da figura que há décadas marca o cenário televisivo nacional.
Talento e sintonia no quadro Qual é a Música
Em outro quadro que celebra a conexão entre pais e filhos, o “Qual é a Música” traz para o palco três duplas especiais que unem talento e afeto. O jornalista e apresentador Geraldo Luís, conhecido por sua carreira consolidada em programas que tocam o público com histórias emocionantes e linguagem popular, aparece ao lado do filho João Pedro Sacramento. Conhecido como DJ John Sakra, João Pedro conquistou fama nas redes sociais, especialmente ao viralizar por sua incrível semelhança com o próprio Silvio Santos. A dupla oferece um momento de descontração e cumplicidade que emociona o público.
O universo musical também está presente com o cantor Reinaldo Nascimento, que ficou eternizado pelo sucesso do grupo “Terra Samba” e sua carreira solo, que segue firme desde 2014. Ao seu lado, o filho Brunno Zaia dá continuidade ao legado musical, apresentando o projeto “Filhos da Bahia”. Com a proposta de atualizar os clássicos do axé para as novas gerações, Brunno traz uma visão fresca e contemporânea, mostrando que o talento pode atravessar gerações.
Complementando a seleção, o ícone do esporte brasileiro, o ex-jogador de vôlei Giba, aparece com sua filha Nicoll Pirv Godoy, que além de influenciadora digital, segue carreira como modelo. A presença da família reforça o espírito da edição, que celebra não só a música e o entretenimento, mas também a força dos laços familiares em todas as áreas da vida. Em um momento especial, Patrick Godoy, filho caçula de Giba e irmão de Nicoll, é convidado por Patricia Abravanel a subir ao palco para interagir com o público, trazendo ainda mais leveza e alegria ao programa.
Mostrando talentos em família: o Show de Calouros
O “Show de Calouros” traz um time de jurados animados e experientes para receber duplas formadas por pais e filhos que disputam a aprovação do público e da bancada. Com apresentações que vão desde dança, mágica, acrobacias e outras expressões artísticas, o programa reafirma seu compromisso de revelar e incentivar talentos de todas as idades. Sob o olhar atento de Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Lord Vinheteiro, Rodrigo Capella, Thayse Teixeira e Xaropinho, cada apresentação ganha uma avaliação cheia de carinho, profissionalismo e entusiasmo.
A importância da memória cultural na Agenda Cultural
Além das performances e jogos, o programa dedica um momento especial à valorização da cultura. Rodrigo Leal, filho do saudoso Roberto Leal — cantor português que conquistou o Brasil com suas músicas alegres e tradicionais — conduz uma homenagem ao legado do pai. Reinterpretando clássicos com uma nova roupagem, Rodrigo busca transmitir à nova geração o amor pela música e a riqueza cultural deixada por Roberto Leal. Para quem quiser conferir, estão programados shows em São Paulo nos dias 16 e 30 de agosto, além de outras apresentações em setembro, promovendo o encontro entre passado e presente.
Novidade: estreia do Show do Milhão EMS Celebridades
O programa também marca a estreia de uma versão especial do clássico “Show do Milhão” com celebridades, reunindo artistas para uma competição de perguntas e respostas que testam o conhecimento e o carisma dos participantes. Mantendo a essência que consagrou o formato ao longo das décadas, a atração traz nomes como Blogueirinha, Danilo Gentili, Falcão, Marcelo Adnet, Marcelo Tas, Maria Clara Gueiros, Nany People e Ratinho. Monica Iozzi assume a apresentação a partir do segundo episódio, substituindo Danilo Gentili, enquanto Luiz Bacci, Luiza Possi e Rebeca Abravanel compõem a bancada de universitários que ajudam os competidores durante o jogo.
Patricia Abravanel, que assumiu oficialmente a apresentação do programa em 2024, fala com entusiasmo sobre o novo formato: “Aqui não tem moleza, o jogo é para valer! Os artistas vieram prontos para competir de verdade e estão preparados para se divertir, aprender e, claro, para virar meme na internet, porque esse é o espírito do programa. Estou muito feliz com esse time tão especial que aceitou o desafio.”
Risadas garantidas com as Câmeras Escondidas
Para fechar a noite com leveza e bom humor, o programa traz uma pegadinha inédita no quadro “Câmeras Escondidas”. Intitulada “Mosca com Sono”, a brincadeira envolve Ivo Holanda e Adriano Arbool em um cenário simples: uma padaria onde um atendente — interpretado por um dos atores — finge estar perseguindo uma mosca que não para de incomodar. O outro, fazendo o papel de cliente, se envolve na confusão ao testemunhar as tentativas inusitadas de espantar o inseto, que vão desde abanar o ambiente com um pano até usar um pulverizador de talco “venenoso”. O resultado são situações engraçadas e reações espontâneas que prometem arrancar gargalhadas da plateia e dos telespectadores.
A série Sem Salvação, disponível na Netflix, vem ganhando espaço entre os dramas mais comentados da plataforma ao apostar em uma história mais intimista e psicológica. Em vez de recorrer a grandes reviravoltas, a produção constrói sua tensão a partir do cotidiano controlado de uma comunidade religiosa isolada e da forma como isso impacta a vida de uma família.
No centro da narrativa está Rosie, que vive com o marido Adam e o filho pequeno em uma comunidade cristã nos arredores de Londres. O ambiente é fechado e rigidamente regulado por regras religiosas que influenciam desde comportamentos simples até a forma como os moradores enxergam o mundo externo.
Para Rosie, aquele espaço sempre representou segurança. A fé, dentro daquela estrutura, funciona como guia absoluto. Porém essa percepção começa a ser colocada em dúvida quando Sam surge na comunidade. Ele tem um passado criminoso e sua presença acaba funcionando como um elemento de ruptura dentro de uma realidade que parecia totalmente controlada.
Quem está no elenco da série?
A protagonista Rosie é interpretada por Molly Windsor, que entrega uma atuação baseada em sutilezas, com foco nas mudanças emocionais da personagem ao longo da trama. Em vez de exageros dramáticos, a construção do papel aposta em desconforto crescente e questionamentos internos.
O personagem Adam representa o lado mais fiel ao sistema da comunidade. Ele segue as regras sem questionar e acredita que aquele estilo de vida é o correto, o que cria um conflito direto com a trajetória de Rosie.
Já Sam surge como uma presença externa que não se encaixa na lógica da comunidade. Ele não precisa ser definido como herói ou vilão de forma direta, mas sua chegada altera a dinâmica do grupo e acelera o processo de ruptura dentro da história.
O elenco de apoio reforça o clima de isolamento da comunidade e ajuda a construir a sensação de que tudo ali funciona sob vigilância constante e regras que não podem ser facilmente questionadas.
Sem Salvação vai ter 2ª temporada na Netflix?
Até o momento, a Netflix não confirmou a produção de uma segunda temporada de Sem Salvação. A série ainda não teve seu futuro oficialmente definido pela plataforma, o que mantém a possibilidade em aberto.
O encerramento da primeira temporada, no entanto, sugere que a história principal de Rosie foi concluída. Ela consegue deixar a comunidade ao lado da filha Grace, rompendo com o sistema religioso que determinava toda a sua vida até então.
Esse desfecho funciona como um fechamento de arco, o que indica que uma continuação direta da mesma história não é obrigatória. Ainda assim, o universo da série deixa espaço para novas abordagens, especialmente se a produção decidir explorar outros personagens ou os desdobramentos da comunidade após a saída de Rosie.
A história é baseada em fatos reais?
Apesar de trabalhar com elementos que parecem muito próximos da realidade, a trama não é baseada em uma história real específica. Não há registros de que a trama seja inspirada em eventos documentados ou em casos individuais.
O que a série faz é utilizar uma estrutura ficcional para abordar temas como controle religioso, isolamento social e manipulação emocional. Esses elementos existem no mundo real em diferentes contextos, mas são reorganizados na narrativa de forma dramatizada.
Isso ajuda a série a manter um tom mais realista sem depender de uma história verdadeira como base direta.
Como é o estilo da série?
A proposta de Sem Salvação não está em ação constante ou grandes acontecimentos, mas em uma construção lenta de tensão. A narrativa foca no impacto psicológico das situações e no processo gradual de percepção da protagonista.
A sensação de desconforto cresce à medida que Rosie começa a questionar aquilo que sempre considerou normal. O ritmo mais contido permite que o público acompanhe esse processo de forma mais próxima, quase como uma observação do colapso de certezas pessoais.
Esse tipo de abordagem divide opiniões, mas também é um dos fatores que faz a série se destacar dentro do catálogo da Netflix.
O que esperar do futuro da série?
Sem confirmação oficial de renovação, o futuro de Sem Salvação ainda depende da decisão da Netflix. Caso uma nova temporada aconteça, o caminho mais provável é uma mudança de foco narrativo, já que a história principal da protagonista foi encerrada.
Na “Sessão da Tarde” de segunda, Globo exibe “Descendentes 3“
Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a TV Globo convida os telespectadores a uma última viagem ao universo de Auradon com a exibição de Descendentes 3, a terceira e emocionante parte da franquia original do Disney Channel que conquistou milhões de fãs pelo mundo. O filme, dirigido por Kenny Ortega — conhecido por seu trabalho em High School Musical — será exibido na “Sessão da Tarde”, prometendo encantar públicos de todas as idades com uma história repleta de aventura, música e redenção.
Lançado em 2019, Descendentes 3 marca o desfecho da jornada dos filhos dos maiores vilões da Disney, consolidando a franquia como uma das mais influentes e queridas da nova geração. A produção também ficou marcada por ser o último trabalho completo do ator Cameron Boyce, que interpretava Carlos, filho de Cruella de Vil, e faleceu pouco antes do lançamento oficial. O filme, portanto, carrega uma carga emocional ainda mais profunda para os fãs que cresceram acompanhando a saga.
Um mundo dividido por herança… e por escolha
Descendentes 3 dá continuidade à proposta da franquia: imaginar como seria um mundo onde os heróis e vilões da Disney envelheceram, formaram famílias e passaram seus legados — e suas cargas — para seus filhos. Mal (Dove Cameron), filha de Malévola e Hades, está prestes a se tornar rainha de Auradon, após aceitar o pedido de casamento do Rei Ben (Mitchell Hope), filho de Bela e Fera.
Mas como sempre acontece em histórias boas, nem tudo corre como o esperado.
Enquanto se prepara para o grande dia, Mal é confrontada por uma série de ameaças que colocam seu futuro — e o de Auradon — em risco. Audrey (Sarah Jeffery), filha da Princesa Aurora, rouba o cetro de Malévola e a coroa do reino, mergulhando na escuridão e se tornando uma versão corrompida de si mesma. Ao mesmo tempo, Hades (Cheyenne Jackson), pai de Mal e senhor do submundo, tenta romper a barreira mágica que isola a Ilha dos Perdidos — um lugar destinado a manter os vilões afastados da sociedade “civilizada”.
A história mergulha em temas como identidade, escolhas pessoais, reconciliação com o passado e o poder de mudar o próprio destino. Para isso, Mal conta com a ajuda dos fiéis amigos Evie (Sofia Carson), Jay (Booboo Stewart) e Carlos (Cameron Boyce), que também voltam à Ilha Proibida com o objetivo de convidar uma nova geração de filhos de vilões a se juntarem à vida em Auradon.
Entre magia, dança e emoção: um musical sobre transformação
Dirigido por Kenny Ortega, mestre das coreografias e das narrativas juvenis cheias de energia, Descendentes 3 mistura elementos de aventura, fantasia, comédia e musical. As cenas de dança coreografadas com precisão e os números musicais contagiantes são parte essencial da identidade da franquia.
As canções originais, como “Queen of Mean”, interpretada por Sarah Jeffery (Audrey), e “Night Falls”, cantada pelo elenco principal, são poderosos reflexos dos dilemas emocionais vividos pelos personagens. Cada música marca um momento de virada, de descoberta ou de conflito — e é esse equilíbrio entre o lúdico e o simbólico que tornou os Descendentes tão populares.
A música, aliás, é mais do que trilha sonora: é o fio condutor da trama. É através dela que os personagens expressam suas frustrações, sonhos, dúvidas e até seus pedidos de perdão.
Elenco carismático e inesquecível
Um dos grandes trunfos de Descendentes 3 é seu elenco jovem, talentoso e absolutamente carismático. Dove Cameron volta a brilhar no papel da corajosa Mal, em uma interpretação mais madura, complexa e emocional do que nos filmes anteriores. Ao seu lado, Sofia Carson, Booboo Stewart e Cameron Boyce formam o núcleo central da história, mostrando a evolução dos filhos dos vilões desde a primeira vez que cruzaram os portões de Auradon.
A performance de Cameron Boyce, em especial, emociona ainda mais neste filme, já que o ator faleceu em julho de 2019, pouco antes do lançamento. Sua presença no longa é cheia de vida, leveza e humor — qualidades que sempre o acompanharam dentro e fora das telas. A Disney prestou homenagens a ele na estreia e em materiais promocionais, e os fãs ao redor do mundo mantêm viva sua memória até hoje.
Completam o elenco nomes como Sarah Jeffery (Audrey), Cheyenne Jackson (Hades), China Anne McClain (Uma), Jadah Marie (Celia), Thomas Doherty (Harry Gancho), Dylan Playfair (Gil), Anna Cathcart (Dizzy Tremaine) e Mitchell Hope (Ben), além de participações especiais de personagens consagrados dos dois primeiros filmes.
De filhos de vilões… a construtores de pontes
Se o primeiro Descendentes falou sobre aceitação e o segundo sobre lealdade, o terceiro filme é, acima de tudo, sobre perdão e construção de pontes. Mal, que durante muito tempo temeu o próprio passado, precisa agora se reconciliar com sua origem para poder construir um futuro diferente — não apenas para si, mas para todas as crianças da Ilha dos Perdidos.
A decisão de abrir Auradon para os jovens da ilha é carregada de significados. A mensagem é clara: ninguém deve ser definido pelas escolhas dos pais. O filme mostra que herança não é destino e que todos — inclusive os “filhos dos vilões” — merecem a chance de recomeçar.
Esse discurso, apesar de inserido em um contexto mágico e lúdico, ecoa fortemente na realidade de muitos jovens que se sentem à margem, estigmatizados ou limitados por suas histórias familiares. Descendentes 3 consegue abordar esse tema com leveza e ao mesmo tempo profundidade.
Um adeus carregado de emoção
Mais do que um capítulo final, Descendentes 3 é uma despedida. E despedidas sempre doem um pouco, especialmente quando envolvem personagens com os quais criamos laços ao longo dos anos.
A narrativa fecha ciclos, responde perguntas, dá espaço para que os personagens cresçam e encerrem suas jornadas de forma digna. Não há vilões definitivos nem heróis perfeitos. O filme propõe a ideia de que todos somos passíveis de erro — e também de redenção.
O reencontro com personagens queridos, o fechamento de arcos emocionais e a maturidade alcançada pelos protagonistas fazem com que esse último capítulo tenha gosto de saudade. Para os fãs, é impossível assistir sem se lembrar da trajetória iniciada em 2015, quando Mal, Evie, Carlos e Jay atravessaram pela primeira vez os portões de Auradon.
Legado e continuação
Apesar de ser o último filme da trilogia principal, a franquia Descendentes ainda rendeu uma animação especial — Descendants: The Royal Wedding — exibida em 2021, que mostrou o casamento de Mal e Ben. Desde então, rumores de novos projetos no universo expandido vêm circulando entre os fãs.
Em 2023, a Disney confirmou o desenvolvimento de Descendants: The Rise of Red, uma nova produção derivada que explora outros descendentes de vilões clássicos. Embora Mal e sua turma não estejam diretamente envolvidos, o legado da trilogia original está mais vivo do que nunca.
Na “Sessão da Tarde” de terça, “Nunca Te Esquecerei” é o grande destaque
Na terça-feira, 29 de julho de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo leva ao ar o drama sensível e tocante “Nunca Te Esquecerei”, estrelado por Nick Nolte e Sophia Lane Nolte, que traz à tona as nuances delicadas do Alzheimer, da memória afetiva e dos vínculos eternos entre avós e netos.
Poucos filmes conseguem tocar o coração com tanta doçura e ao mesmo tempo provocar reflexões profundas sobre o tempo, a perda e o amor como Nunca Te Esquecerei (Head Full of Honey, 2018). Dirigido pelo alemão Til Schweiger e inspirado em sua obra anterior – o sucesso europeu Honig im Kopf (2014) – o longa ganha novo fôlego nesta versão teuto-americana, reimaginada para o público internacional, mas sem perder a essência emocional da história original.
Nesta terça, os telespectadores brasileiros terão a chance de mergulhar nessa comovente jornada na Sessão da Tarde, numa tarde que promete lágrimas, sorrisos e memórias à flor da pele.
Uma viagem contra o esquecimento
A trama gira em torno de Amadeus (Nick Nolte), um idoso carismático que está nos estágios iniciais do Alzheimer. Antes que a doença leve embora todas as suas lembranças, sua neta Matilda (interpretada por sua filha na vida real, Sophia Lane Nolte) decide embarcar com ele em uma última e inesquecível viagem à cidade de Veneza — lugar onde Amadeus viveu momentos marcantes com sua falecida esposa.
Mas essa não é apenas uma viagem geográfica. É uma travessia emocional, carregada de afeto, ternura e também de momentos cômicos e desconcertantes causados pelos lapsos de memória do protagonista. A presença da neta, pura em sua intenção de ajudar o avô a resgatar o passado, torna tudo mais especial e tocante.
A relação entre os dois é o verdadeiro fio condutor da narrativa. Matilda, em sua inocência e sensibilidade, se torna o pilar emocional da história — e a bússola de Amadeus nesse mar revolto que é o esquecimento.
Pai e filha na ficção e na vida real
Um dos grandes destaques de Nunca Te Esquecerei está fora da tela: a relação real entre Nick Nolte e sua filha, Sophia Lane Nolte. Interpretando avô e neta, os dois trazem à cena uma química inegável, que empresta à narrativa uma dose extra de autenticidade e emoção.
Nick Nolte, veterano de Hollywood com indicações ao Oscar por O Príncipe das Marés (1991) e Guerreiro (2011), mostra aqui uma performance sensível e cheia de nuances. Sophia, por sua vez, surpreende com uma atuação delicada e intensa, mesmo sendo seu primeiro grande papel no cinema.
A cumplicidade entre os dois é tão evidente que o espectador esquece que está assistindo a uma ficção. Os olhares trocados, os gestos de carinho, os silêncios compartilhados — tudo contribui para uma narrativa que parece saída da vida real.
Refilmagem emocional com sotaque europeu
Head Full of Honey é, na verdade, uma refilmagem americana do longa-metragem alemão Honig im Kopf (2014), também dirigido por Til Schweiger. Na versão original, o filme foi um fenômeno na Alemanha, tendo atraído mais de sete milhões de espectadores e sendo eleito um dos maiores sucessos de bilheteria daquele ano.
Ciente do potencial da história, Schweiger decidiu levá-la a novos públicos, adaptando-a para o inglês e escalando um elenco internacional com nomes como Matt Dillon (Crash – No Limite), Emily Mortimer (A Invenção de Hugo Cabret), Jacqueline Bisset (Assassinato no Expresso do Oriente), Eric Roberts (Batman: O Cavaleiro das Trevas), entre outros.
As filmagens aconteceram em locações pitorescas da Alemanha e da Itália, com destaque para as belas paisagens de Veneza, que servem como pano de fundo para os momentos mais poéticos da trama. A trilha sonora suave e as imagens delicadas colaboram para construir a atmosfera nostálgica e contemplativa da obra.
Memória, perda e amor: temas que falam à alma
Ao tratar do Alzheimer, Nunca Te Esquecerei aborda com sensibilidade uma das doenças mais devastadoras do século XXI — não apenas para quem sofre com ela, mas também para os familiares e cuidadores. A narrativa opta por um olhar humanizado, sem cair em dramatizações excessivas ou sentimentalismo forçado.
O filme convida o público a refletir sobre o que significa perder as próprias lembranças, e como o amor pode persistir mesmo quando as palavras e os rostos começam a desaparecer. Em tempos de relações tão rápidas e digitais, essa história resgata o valor dos vínculos genuínos — daqueles que sobrevivem à passagem do tempo e ao esquecimento.
Amadeus, mesmo confuso, ainda carrega em si a centelha da ternura. Matilda, mesmo jovem, entende que amar é cuidar, é lembrar por dois, é insistir na esperança. E assim, juntos, eles constroem uma última aventura que vale mais do que qualquer lembrança: uma conexão que permanece na alma, mesmo quando a mente falha.
Uma recepção discreta, mas uma mensagem poderosa
Apesar do sucesso estrondoso do original alemão, a versão americana de Head Full of Honey teve uma recepção modesta. Nos cinemas da Alemanha, onde foi exibida como prévia para o público local, o filme arrecadou apenas US$ 65 mil nas primeiras duas semanas, contrastando com a bilheteria expressiva de seu antecessor.
A crítica também se dividiu. Alguns veículos apontaram certa dificuldade de ritmo e de tom na nova versão. Outros, no entanto, elogiaram a atuação sincera de Nick Nolte e a beleza das locações. Mas, independentemente de números ou resenhas, a verdade é que há filmes que não se medem por bilheteria — e sim por impacto emocional.
Nunca Te Esquecerei é um desses filmes. Uma obra que, apesar de discreta, tem o poder de tocar corações, despertar memórias e inspirar olhares mais ternos sobre o envelhecimento e os laços familiares.
Vale assistir?
Sim. E não apenas por ser um filme bonito — mas porque ele provoca uma reconexão com aquilo que realmente importa: as pessoas, as histórias, os momentos que carregamos conosco, mesmo quando a memória começa a falhar.
Se você tem ou teve um avô, se já cuidou de alguém que enfrenta o Alzheimer, ou se simplesmente quer ver uma história humana, tocante e verdadeira, não deixe de assistir. Prepare um lenço, abra o coração e permita-se lembrar que, no fim, o amor é a memória mais forte que temos.
Quarta é dia de nostalgia com Pica-Pau: O Filme
Nesta quarta, 30 de julho, a tarde da Globo traz uma boa dose de confusão, gargalhadas e nostalgia com Pica-Pau: O Filme (Woody Woodpecker), uma comédia infantojuvenil que resgata o clássico personagem criado por Walter Lantz e Ben Hardaway. O longa, lançado em 2017, mistura live-action com animação digital e promete entreter toda a família com as travessuras do pássaro mais encrenqueiro dos desenhos animados.
A história: o bico afiado contra o concreto
Na trama, o advogado Lance Walters (Timothy Omundson) decide construir uma casa de luxo em uma área verde próxima à fronteira com o Canadá, herdada de seu pai. Ao lado da noiva Vanessa (interpretada pela brasileira Thaila Ayala) e do filho adolescente Tommy (Graham Verchere), ele se instala no terreno paradisíaco. O que ele não esperava era encontrar um morador local nada pacato: o Pica-Pau, que vive justamente na árvore marcada para ser derrubada.
O pássaro, dublado por Eric Bauza, usa toda a sua criatividade para impedir a construção. O embate entre o homem e a natureza se transforma em uma verdadeira guerra cômica, recheada de armadilhas, quedas, explosões e, claro, a risada inconfundível do protagonista.
Um elenco internacional com tempero brasileiro
Além do elenco americano, o filme conta com a participação da atriz brasileira Thaila Ayala, em seu primeiro papel internacional de destaque. Ela vive a vaidosa Vanessa, namorada de Lance, que se vê envolvida nas confusões do pássaro maluco.
Outro destaque vai para Graham Verchere, que interpreta Tommy, o filho de Lance. Durante o conflito entre o pai e o Pica-Pau, o jovem se aproxima do pássaro, iniciando uma improvável amizade — e servindo de ponte para reflexões sobre empatia e convivência com a natureza.
Bastidores e lançamento curioso
Pica-Pau: O Filme foi dirigido por Alex Zamm e teve suas filmagens realizadas no Canadá, em meio a belas paisagens naturais. A produção inicialmente seria inteiramente animada e chegou a ser pensada pela Illumination Entertainment, responsável por sucessos como Meu Malvado Favorito. No entanto, o projeto foi reformulado para o formato híbrido que conhecemos hoje.
Curiosamente, o Brasil foi o primeiro país a receber o filme nos cinemas, em outubro de 2017. O personagem, que tem enorme popularidade entre o público brasileiro, ganhou até uma turnê promocional, com pessoas fantasiadas visitando capitais como São Paulo, Manaus e Olinda. Cenas icônicas dos desenhos animados foram recriadas em pontos turísticos, como as Cataratas do Iguaçu.
Para rir e lembrar
Mais do que uma comédia infantil, o filme fala sobre respeito à natureza, família e o valor da amizade — tudo isso com o bom humor clássico do Pica-Pau. Para os adultos, é uma viagem ao passado. Para os pequenos, uma porta de entrada para o universo de um dos personagens mais carismáticos da animação.
“Uma Prova de Amor” emociona na Sessão da Tarde de quinta (31/07)
Na tarde desta quinta-feira, 31 de julho de 2025, a emissora exibe na Sessão da Tarde um dos dramas mais tocantes do cinema dos anos 2000: “Uma Prova de Amor” (My Sister’s Keeper, 2009). Com direção sensível de Nick Cassavetes, o longa emociona por abordar com profundidade um dos temas mais delicados da vida: até onde alguém pode — ou deve — ir por amor a um filho?
Logo nos primeiros minutos, o espectador é inserido no universo intenso da família Fitzgerald. Tudo começa com a pequena Anna (vivida com doçura e força por Abigail Breslin, de Pequena Miss Sunshine), uma menina que, aos 11 anos, toma uma atitude inesperada: ela procura um advogado e entra com um processo judicial contra seus próprios pais. O motivo? Ela quer o direito de decidir o que fazer com seu corpo — ou melhor, o direito de dizer “não”.
A situação é complexa e dolorosa: Anna foi concebida, através de fertilização in vitro, com um propósito específico — ser compatível com sua irmã mais velha, Kate (Sofia Vassilieva), que desde os 2 anos luta contra uma leucemia agressiva. Desde bebê, Anna vem doando células, sangue e tecidos para manter a irmã viva. Mas agora, ela foi informada de que precisará doar um rim, e sua resposta é um não — um “não” que ecoa como um grito por autonomia, por identidade, por infância.
Do outro lado da história está Sara Fitzgerald, interpretada com garra e fragilidade por Cameron Diaz, uma mãe que abandonou a própria carreira como advogada para se dedicar integralmente à luta pela vida de Kate. Sara é intensa, determinada, e, como muitas mães, se vê disposta a tudo por sua filha — até mesmo ultrapassar limites éticos e emocionais. O que ela não esperava era ser confrontada pela própria filha mais nova, aquela que deveria ser a “solução”.
Entre sessões no hospital, consultas jurídicas e silêncios carregados, o longa constrói uma narrativa poderosa sobre laços familiares, amor em estado bruto e os limites da doação. O pai, Brian (Jason Patric), surge como um contraponto mais sensível e equilibrado, enquanto o advogado excêntrico Campbell Alexander (Alec Baldwin) e a juíza vivida por Joan Cusack completam o quadro com delicadeza.
Mas o que realmente faz de Uma Prova de Amor uma obra tão marcante é a sua humanidade. Não há vilões ou mocinhos — apenas pessoas tentando sobreviver ao impensável, convivendo com a ideia de que a filha pode morrer. A atmosfera do filme é intensa, mas nunca apelativa. Ao contrário: cada decisão dos personagens é atravessada por camadas de amor, desespero, culpa e compaixão.
Com um elenco comprometido, uma trilha sonora delicada e uma reviravolta que surpreende até os espectadores mais atentos, o filme também traz uma questão filosófica difícil de engolir: é justo trazer uma criança ao mundo com um objetivo específico? Quem decide o que é certo ou errado quando a vida de alguém está em jogo? E o que significa, de fato, amar alguém incondicionalmente?
Adaptado do best-seller de Jodi Picoult, o roteiro equilibra com sensibilidade os diálogos afiados com momentos silenciosos que falam mais do que mil palavras. A escolha do diretor Nick Cassavetes (o mesmo de Diário de uma Paixão) pelo tom intimista e cru dá profundidade emocional a cada cena — da dor contida nos olhares à doçura das lembranças entre irmãs.
Mesmo com o peso do tema, o filme consegue emocionar sem soar manipulador. Há leveza em alguns momentos, especialmente na relação entre Kate e seu namorado no hospital, e há beleza até na tristeza que se instala pouco a pouco. A despedida, quando chega, não é só uma despedida de um personagem, mas de um tempo, de uma luta, de um vínculo forjado entre o espectador e essa família ficcional — tão real em sua imperfeição.
Para quem ainda não viu ou quer rever, Uma Prova de Amor é aquele tipo de filme que convida à reflexão e ao acolhimento. Um convite para pensar sobre as múltiplas formas de amar — e sobre como nem sempre as decisões mais difíceis são as erradas.
“Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” invade a TV Globo com adrenalina, ação e paisagens cariocas
Nesta sexta-feira, 1º de agosto, a TV Globo vai tirar os freios da programação e colocar o pé no acelerador com “Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” na Sessão da Tarde. Mais do que um blockbuster recheado de ação, o quinto capítulo da franquia que virou fenômeno mundial tem um sabor especial para o público brasileiro: boa parte da história se passa (e foi filmada) no Rio de Janeiro.
Entre perseguições com cofres de 10 toneladas, becos cheios de história e favelas pulsando vida, o longa não apenas mergulha o espectador em um espetáculo de alta octanagem, como também traz um retrato — ainda que hollywoodiano — da Cidade Maravilhosa como pano de fundo de um dos maiores assaltos do cinema moderno. Mas afinal, por que esse filme segue sendo tão marcante para os fãs, especialmente os brasileiros?
Vamos voltar no tempo, abrir as portas dos carros tunados da memória e embarcar nessa jornada.
Quando a velocidade encontrou o Brasil
Lançado em 2011, Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio (ou Fast Five, no original) não foi só mais um capítulo da série. Foi o ponto de virada. A franquia, até então centrada em corridas ilegais e carros turbinados, decidiu dobrar a aposta: transformou-se em um verdadeiro épico de ação global. E a escolha do Brasil como cenário não foi mero acaso.
Depois de quatro filmes com altos e baixos, os produtores sabiam que era hora de reinventar. A solução? Uma mistura explosiva: unir todos os personagens icônicos da saga, injetar humor, espionagem e um plano de assalto cinematográfico — tudo com a energia vibrante do Rio como moldura. Era o nascimento de uma nova fase para a franquia.
“Foi uma decisão criativa e estratégica. Queríamos explorar um novo tom, com escala internacional e uma trama que fosse além das corridas. O Rio foi escolhido por sua beleza, caos urbano e cultura pulsante”, disse o diretor Justin Lin na época do lançamento.
Um assalto cinematográfico em solo carioca
Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e Brian O’Conner (Paul Walker) se refugiam no Brasil após resgatarem Dom de uma prisão nos EUA. Em busca de uma vida nova, aceitam participar de um roubo de carros que rapidamente se revela uma armadilha. Para limpar seus nomes e garantir liberdade definitiva, eles decidem realizar um último e ousado assalto: roubar 100 milhões de dólares do cofre de Hernan Reyes (Joaquim de Almeida), um poderoso e corrupto empresário com tentáculos no crime carioca.
Para isso, convocam um time de elite: Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris), Han (Sung Kang), Gisele (Gal Gadot) e outros rostos conhecidos da saga se juntam para formar a “família”. O que segue é uma combinação irresistível de ação, humor e emoção — com direito a reviravoltas, confrontos físicos de tirar o fôlego e a famosa cena do cofre sendo arrastado pelas ruas do Rio.
O Brasil nos olhos de Hollywood — e vice-versa
Apesar do nome “Operação Rio” e das cenas ambientadas na cidade, vale destacar: muitas sequências não foram realmente filmadas no Brasil. Questões logísticas, segurança e custos levaram a equipe a recriar parte das favelas em Porto Rico e filmar cenas de perseguição em outras localidades.
Ainda assim, o impacto foi real. A favela fictícia onde boa parte da história se desenrola foi inspirada no Morro do Vidigal e em outras comunidades cariocas. A produção também contou com locações reais, como o Cristo Redentor, Lapa, Copacabana e Aterro do Flamengo.
Para muitos brasileiros, ver o país estampado em um filme de ação tão grandioso — ainda que por lentes estereotipadas — foi um marco cultural. Houve, sim, críticas sobre a representação do Brasil como um lugar perigoso e dominado por milícias, mas também houve orgulho: o país virou cenário de um blockbuster global, com Vin Diesel e Paul Walker correndo pelas ladeiras cariocas.
A força de um legado (e da “família”)
“Velozes & Furiosos 5” também ficou marcado por consolidar de vez o tema mais querido pelos fãs: a importância da família. Mais do que motores rugindo e explosões em câmera lenta, o longa fala sobre união, lealdade, sacrifício e laços que vão além do sangue.
Foi nesse capítulo que a franquia deixou de ser apenas sobre carros para se tornar sobre personagens. E isso se refletiu no coração do público. A química entre Vin Diesel e Paul Walker atinge seu ápice, e o carisma de Dwayne “The Rock” Johnson como o agente Luke Hobbs eleva o conflito a um novo nível. Os embates físicos entre Hobbs e Dom são brutais, quase como lutas de titãs — e, não à toa, viraram memes e gifs eternos na cultura pop.
Bastidores de uma superprodução
O filme foi gravado em tempo recorde, com orçamento estimado em US$ 125 milhões. O diretor Justin Lin revelou, anos depois, que uma das maiores preocupações era manter o espírito “de rua” dos primeiros filmes, mesmo com toda a escala hollywoodiana.
“Queríamos que o público sentisse o calor do asfalto, a poeira nas vielas, o barulho dos motores em ruas apertadas. E ao mesmo tempo, mostrar que esses personagens estavam crescendo, evoluindo para missões maiores”, contou Lin em entrevista ao Collider.
As gravações movimentaram centenas de profissionais brasileiros, desde figurantes até técnicos de som e motoristas. Para muitos deles, participar da produção foi uma oportunidade única — uma chance de vivenciar o ritmo frenético de uma superprodução.
Paul Walker e o carinho eterno dos fãs
Rever Paul Walker em cena é sempre um momento agridoce. O ator, falecido tragicamente em 2013 em um acidente de carro, ainda é lembrado com carinho pelos fãs da franquia e pelo elenco. Sua presença em Velozes & Furiosos 5 é vibrante, leve e cheia de carisma — lembrando o quanto ele foi essencial para o sucesso da série.
“Paul era o coração da franquia. Tinha uma energia única, uma paixão sincera pelo que fazia. Ele amava carros, amava o Brasil, e se divertiu muito durante as filmagens”, relembrou Vin Diesel em um tributo emocionante em 2021, na celebração dos 10 anos do filme.
A Marvel Studios parece determinada a transformar novamente o Justiceiro em uma peça importante do Universo Cinematográfico Marvel. Pouco tempo após a chegada de O Justiceiro: Uma Última Morte ao catálogo do Disney+, começaram a surgir informações de que um novo projeto envolvendo Frank Castle já estaria em desenvolvimento nos bastidores do estúdio.
Segundo informações divulgadas pelo insider Daniel Ritchman em seu Patreon, a Marvel trabalha atualmente em uma nova produção centrada no anti-herói interpretado por Jon Bernthal. O detalhe que ainda permanece indefinido é justamente o formato do projeto. Internamente, o estúdio avalia diferentes possibilidades, que incluem uma nova série, um longa-metragem para streaming ou até outra apresentação especial nos moldes do recente lançamento.
A movimentação reforça a percepção de que a Marvel encontrou uma nova forma de utilizar personagens mais violentos dentro do MCU sem necessariamente depender de temporadas extensas ou filmes tradicionais para cinema. E, no caso do Justiceiro, a resposta do público parece ter convencido o estúdio de que ainda existe muito espaço para explorar Frank Castle.
Como Uma Última Morte recolocou o Justiceiro no centro do MCU?
Lançado como parte do selo Marvel Television, Uma Última Morte funciona como uma continuação direta da trajetória iniciada na série O Justiceiro e retomada mais recentemente em Demolidor: Renascido.
Com cerca de 45 minutos de duração e classificação TV-MA, o especial apostou em uma abordagem muito mais sombria e psicológica do personagem, deixando de lado parte da estrutura tradicional de histórias de super-heróis para mergulhar no desgaste emocional de Frank Castle após anos de violência.
Na trama, Castle acredita ter encerrado definitivamente sua guerra contra o crime depois de eliminar os últimos envolvidos nas mortes de sua família. No entanto, o passado continua perseguindo o personagem através de alucinações constantes e lembranças traumáticas que transformam Little Sicily, em Nova York, em um ambiente quase sufocante.
Enquanto tenta abandonar a identidade do Justiceiro, Frank passa a ser caçado pela criminosa Ma Gnucci, matriarca da Família Gnucci, que coloca um preço por sua cabeça e mobiliza criminosos da cidade inteira contra ele.
O especial utiliza esse cenário para construir uma narrativa muito mais íntima e melancólica do que a maioria das produções recentes da Marvel, explorando culpa, trauma psicológico e a incapacidade de Frank Castle de viver longe da violência.
Por que Jon Bernthal virou peça central do projeto?
Grande parte da repercussão positiva do especial gira justamente em torno da atuação de Jon Bernthal. Desde sua estreia como Frank Castle ainda nas séries da antiga Marvel Television produzidas para a Netflix, o ator passou a ser visto por muitos fãs como a versão definitiva do personagem em live-action.
Desta vez, porém, Bernthal teve uma participação muito maior nos bastidores. Além de reprisar o papel, ele também ajudou a desenvolver a história ao lado de Reinaldo Marcus Green, cineasta responsável pela direção do especial.
Os dois já haviam trabalhado juntos anteriormente em King Richard: Criando Campeãs e na minissérie We Own This City. A parceria acabou influenciando diretamente o tom mais pesado e dramático de Uma Última Morte.
O próprio Bernthal comentou em entrevistas recentes que não queria simplesmente retornar ao personagem de maneira superficial. Segundo o ator, a Marvel exigiu que ele apresentasse uma proposta sólida antes de aprovar o projeto, o que acabou lhe dando participação ativa em praticamente todas as etapas criativas da produção.
Essa aproximação fez com que o especial se tornasse um dos primeiros trabalhos do MCU realmente construídos a partir de ideias desenvolvidas diretamente por um dos atores centrais da franquia.
Como o especial conecta o Justiceiro ao futuro da Marvel?
Além da violência intensa e do clima sombrio, o especial também serve como ponte para o futuro do personagem dentro do MCU. O especial acontece após os eventos da primeira temporada de Demolidor: Renascido, série que mostrou Frank Castle sendo preso pelo prefeito de Nova York, Wilson Fisk.
Ao longo do especial, Frank aparece emocionalmente destruído, atormentado por visões de personagens importantes de seu passado, incluindo Karen Page e sua filha Lisa. Em determinado momento, ele chega a considerar o suicídio diante do túmulo da família, antes de ser puxado novamente para o ciclo de violência que definiu sua vida.
O desfecho mostra Castle aceitando que jamais conseguirá abandonar completamente a figura do Justiceiro. Depois de salvar moradores inocentes de Little Sicily, ele retorna às ruas usando um novo uniforme e retomando sua guerra pessoal contra criminosos.
Esse encerramento praticamente funciona como uma declaração de intenções da Marvel: Frank Castle ainda está longe de desaparecer do MCU.
O novo projeto pode mudar o formato das histórias do anti-herói?
Um dos aspectos mais curiosos envolvendo o futuro do personagem é justamente a liberdade de formato que a Marvel parece estar considerando. Diferente de outros heróis do estúdio, o Justiceiro funciona dentro de uma estrutura mais flexível, capaz de sustentar desde filmes urbanos até especiais mais curtos e violentos.
Internamente, a boa recepção do especial abriu espaço para que a Marvel avalie novas histórias sem a obrigação de encaixar Frank Castle em grandes eventos cósmicos ou produções gigantescas do MCU.
Isso também acompanha uma mudança perceptível na estratégia da Marvel Television, que passou a investir em projetos mais fechados, focados em personagens específicos e narrativas menos grandiosas.
A possibilidade de outro especial parece especialmente forte porque o formato permitiu ao estúdio explorar uma história mais adulta sem precisar estender a narrativa artificialmente por vários episódios.
O Justiceiro pode se tornar um dos rostos mais violentos do MCU?
Durante muitos anos, Frank ocupou uma posição delicada dentro da Marvel Studios justamente por causa do nível de violência associado ao personagem. No entanto, o sucesso recente de produções mais maduras do MCU mostra que o estúdio parece cada vez mais confortável em trabalhar com conteúdos voltados para públicos mais velhos.
Com isso, o vigilante acabou encontrando um espaço único dentro da franquia: um personagem urbano, brutal e emocionalmente destruído que funciona quase como contraponto ao lado mais colorido e fantástico do universo Marvel.
Se o novo projeto realmente avançar, existe uma chance real de Frank Castle se tornar um dos personagens mais recorrentes dessa nova fase mais sombria do MCU, especialmente ao lado de figuras como Demolidor e Wilson Fisk.