Altas Horas 19/04/2025: Alexandre Nero, Miguel Falabella, Maestro João Carlos Martins e Pequena Lô são os convidados

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O próximo episódio do ‘Altas Horas’, que vai ao ar neste sábado, 19 de abril, promete uma mistura de talento, emoção e muita inspiração. Sob o comando de Serginho Groisman, o programa recebe nomes que marcaram – e seguem marcando – a cultura brasileira em diferentes frentes: do teatro e da televisão às redes sociais e à música. Entre os convidados, estão Alexandre Nero, Maestro João Carlos Martins, Miguel Falabella, Pequena Lô, além dos artistas Vanessa da Mata, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho.

De Maestro a vilão: Alexandre Nero fala de desafios e reencontros

Integrando o elenco do remake da icônica novela ‘Vale Tudo’, Alexandre Nero interpreta o inesquecível vilão Marco Aurélio. No programa, o ator relembra como recebeu o convite do diretor Paulo Silvestrini por telefone e, sem hesitar, aceitou o desafio de dar vida a um dos antagonistas mais marcantes da teledramaturgia brasileira. Nero também comenta sua trajetória artística e a sorte de ter interpretado personagens tão distintos, incluindo ninguém menos que o próprio Maestro João Carlos Martins, no filme “João, o Maestro”.

Aproveitando a deixa, o Maestro João Carlos Martins, com seus 84 anos de vida e 77 de carreira, elogia a atuação de Nero e compartilha uma divertida lembrança dos bastidores do longa: “Em meia hora de aula ele já tinha pegado todas as minhas referências. Só ficou bravo quando viu a velocidade que eu tocava, me xingou, mas fez lindamente”. O maestro ainda comenta sua trajetória, que o levou a se apresentar em 66 países, e anuncia um momento especial: sua despedida dos palcos, marcada para maio, com um concerto na Sala São Paulo.

Miguel Falabella mergulha na comédia clássica e relembra o Vídeo Show

Figura central da cultura pop brasileira, Miguel Falabella também marca presença no ‘Altas Horas’. O ator, diretor e dramaturgo fala sobre o sucesso de sua atual peça, “Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum”, em cartaz em São Paulo. No espetáculo, baseado nas comédias do autor romano Plauto, ele vive Pseudolus, um escravo astuto que sonha com a liberdade. “É uma peça que eu queria fazer há anos, porque ela traz o olhar das classes mais baixas e influenciou toda a comédia moderna que conhecemos”, explica Falabella, entusiasmado.

Ele também compartilha a emoção de reencontrar Cissa Guimarães e André Marques na gravação do especial de 60 anos da Globo, com foco no resgate do ‘Vídeo Show’, programa que apresentou por 15 anos. “No começo eu nem queria apresentar, porque era ator, mas foi uma fase linda. Reencontrar os colegas foi emocionante. Foi um ciclo muito feliz da minha vida.”

Pequena Lô fala de saúde, representatividade e criatividade no digital

Já a criadora de conteúdo Pequena Lô leva ao palco sua autenticidade e bom humor, mas também abre espaço para reflexões importantes. Ela fala sobre a síndrome rara associada à displasia óssea, que influencia seu desenvolvimento físico, e como encontrou na internet uma ferramenta de expressão e descoberta pessoal. “Eu que crio tudo: roteirizo, gravo, edito. Mas não planejo cada cena porque quero manter a espontaneidade. Com o tempo, fui me conhecendo também pela arte que faço”, conta a influenciadora, que é referência de representatividade nas redes.

Música para todas as emoções: Vanessa da Mata e o projeto “Dominguinho”

Na parte musical, o programa tem momentos para cantar junto e se emocionar. Vanessa da Mata solta a voz em clássicos como “Boa Sorte”, “Não Me Deixe Só” e “Esperança”, além de revelar bastidores do álbum “Todas Elas”, que nasceu após sua participação no musical sobre Clara Nunes. “Depois do espetáculo, senti que precisava fazer música. Gravamos esse disco em apenas quatro dias”, revela a cantora.

O encerramento fica por conta do trio formado por João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, que lançam ao vivo o projeto “Dominguinho”. No palco, eles apresentam faixas como “Pontes Indestrutíveis”, “Mete Um Block Nele” e “Ela Tem”, misturando ritmos nordestinos, contemporaneidade e muito carisma.


📺 Altas Horas
🗓 Sábado, 19 de abril de 2025
🎙 Apresentação: Serginho Groisman
🎬 Direção geral: Serginho Groisman e Adriano Ricco
⏰ Exibição: após o Big Brother Brasil, na TV Globo

Finders Keepers | Vale a pena assistir ao filme de terror que entrou no Top 3 da Netflix?

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O filme Finders Keepers chegou ao catálogo da Netflix chamando atenção ao rapidamente aparecer entre os títulos mais assistidos da plataforma. A história parte de uma premissa bastante conhecida do terror contemporâneo: uma mãe e sua filha se mudam para uma casa no interior em busca de recomeço, mas acabam encontrando algo muito mais sombrio do que imaginavam.

O que parecia ser apenas uma mudança tranquila de vida se transforma em uma sequência de eventos estranhos após a descoberta de uma boneca deixada pelos antigos moradores. A partir daí, a sensação de segurança dá lugar a um clima constante de ameaça dentro da própria casa.

Quem está no elenco do filme?

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão, com destaque para Jaime Pressly, Patrick Muldoon e Tobin Bell. Eles interpretam personagens que tentam lidar com o impacto psicológico e sobrenatural dos acontecimentos dentro da residência.

A trama se concentra principalmente no casal em processo de separação e na filha, que acaba sendo diretamente afetada pelos eventos estranhos. A dinâmica familiar é usada como base emocional para sustentar o terror, mesmo que em alguns momentos o roteiro não consiga aprofundar todos os conflitos propostos.

A boneca é realmente assustadora?

Um dos elementos centrais do filme é a boneca encontrada na casa, que rapidamente se torna o foco das manifestações sobrenaturais. A presença do objeto serve como gatilho para acontecimentos inexplicáveis, aumentando a tensão dentro do ambiente doméstico.

Mas a grande questão que o filme levanta é se essa ameaça é realmente bem construída. Em alguns momentos, a narrativa tenta sugerir diferentes explicações para o fenômeno, o que inclui interpretações espirituais e psicológicas, mas sem definir claramente qual direção deseja seguir. Isso acaba criando uma sensação de confusão em vez de mistério bem estruturado.

O roteiro consegue manter o suspense?

O suspense é um dos pontos mais discutidos entre quem assistiu ao filme. Embora existam momentos de tensão, o desenvolvimento da história oscila entre cenas de explicação excessiva e tentativas de susto que nem sempre funcionam como esperado.

Em vez de construir uma atmosfera constante de medo, o filme alterna entre diálogos longos e acontecimentos abruptos, o que prejudica o ritmo da narrativa. Isso faz com que o impacto de algumas cenas seja reduzido, já que o espectador nem sempre tem tempo para se envolver totalmente com o clima de tensão.

Por que o filme entrou no Top 3 da Netflix?

O desempenho de Finders Keepers dentro da Netflix parece estar mais ligado à curiosidade do público por produções de terror recentes do que necessariamente à recepção crítica. Filmes do gênero costumam ganhar destaque rápido no streaming, principalmente quando envolvem elementos clássicos como casas isoladas e objetos amaldiçoados.

Outro fator importante é a facilidade de consumo. Por ser um filme de narrativa direta, ele atrai espectadores que buscam algo rápido para assistir sem compromisso com longas temporadas ou histórias complexas.

Vale a pena assistir Finders Keepers?

A resposta depende bastante do tipo de experiência que o espectador procura. Para quem gosta de terror leve, com uma história simples e elementos clássicos do gênero, o filme pode funcionar como entretenimento passageiro dentro do catálogo da Netflix.

Por outro lado, quem espera um terror mais consistente, com construção gradual de atmosfera e desenvolvimento mais profundo dos personagens, pode encontrar uma experiência irregular. O filme apresenta ideias interessantes, mas nem sempre consegue desenvolvê-las de forma equilibrada.

Saiba qual filme vai passar no “Cine Aventura” deste sábado (02/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

A linha entre ficção científica e drama familiar se dissolve em Kin, filme que será exibido neste sábado, 2 de agosto de 2025, às 15h15, no Cine Aventura, da Record TV. Lançado originalmente em 2018, o longa dos irmãos Josh e Jonathan Baker propõe mais do que cenas de ação e efeitos especiais: trata-se de uma história sobre laços, perdas, identidades e segundas chances — tudo sob o pano de fundo de um universo onde tecnologia alienígena e crime urbano colidem.

Estrelado por Myles Truitt, Jack Reynor, Zoë Kravitz e com participação de Carrie Coon, o filme conquistou uma legião de fãs especialmente entre os apreciadores de ficções que priorizam emoção tanto quanto adrenalina. Embora não tenha sido um sucesso de bilheteria na época, Kin encontrou nova vida nos streamings e hoje é considerado um dos filmes cult mais curiosos da década passada.

Laços que vão além do sangue

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, tudo começa em Detroit, com Eli, um garoto de 14 anos que, para ajudar nas contas de casa, costuma vasculhar prédios abandonados em busca de sucata. Numa dessas explorações, ele encontra algo inusitado: os restos de um combate estranho, com corpos blindados e uma arma que parece saída de outro planeta. Curioso, ele leva o objeto para casa, sem imaginar o quanto sua vida está prestes a virar do avesso.

Logo depois, seu irmão mais velho, Jimmy, retorna para casa após cumprir pena. Os dois mal se conhecem — são ligados apenas pelo pai adotivo, um homem rígido que tenta, à sua maneira, manter a família nos trilhos. Mas Jimmy carrega segredos perigosos e uma dívida com criminosos locais. Em pouco tempo, ele e Eli são obrigados a fugir. Com a arma misteriosa a tiracolo e bandidos implacáveis em seu encalço, os irmãos embarcam em uma jornada cheia de reviravoltas — e também de reconexão.

Um elenco que emociona com sutileza

Myles Truitt (de Stranger Things e BMF) dá vida a Eli com uma sensibilidade impressionante. Ele equilibra curiosidade e vulnerabilidade, criando um personagem com quem é fácil se identificar — afinal, quem nunca quis pertencer a algum lugar? Já Jack Reynor (Midsommar, Transformers: A Era da Extinção) é Jimmy, o irmão que tenta consertar erros do passado. Em sua jornada, vemos o peso da culpa e o desejo de proteção que se revela aos poucos. É uma atuação sincera, crua, sem firulas.

Completando o trio principal está Zoë Kravitz (Big Little Lies, The Batman), como Milly, uma mulher que também foge de seus próprios fantasmas e encontra nos irmãos uma improvável nova família. Carrie Coon (The Leftovers, Fargo) interpreta a agente do FBI que tenta compreender o mistério por trás da arma e das ações de Eli — uma personagem que representa o olhar externo sobre essa relação tão delicada entre irmãos.

Uma trilha sonora que acompanha o coração da história

O clima sonoro do filme é embalado pela banda escocesa Mogwai, conhecida por criar atmosferas densas e emocionantes. A trilha não serve apenas de fundo: ela pulsa junto com as escolhas dos personagens. É ela que guia o espectador pelo mistério, pela tensão e, sobretudo, pelo afeto.

Do fracasso de bilheteria ao sucesso cult

Lançado nos Estados Unidos em agosto de 2018, o filme não teve uma boa recepção comercial. Com um orçamento de US$ 30 milhões, arrecadou apenas US$ 10 milhões ao redor do mundo. Parte da crítica achou o tom do filme inconsistente — difícil de classificar. Mas talvez esse seja justamente seu maior mérito: Kin não é fácil de rotular, e por isso conquistou seu público aos poucos.

Em 2021, por exemplo, o filme se tornou um dos títulos mais assistidos na Netflix da Coreia do Sul — uma surpresa que só reforça seu apelo emocional global. Nas redes sociais, Kin é frequentemente lembrado como uma “joia escondida” da ficção científica moderna.

Uma história sobre coragem, conexão e escolhas

Com direção segura dos irmãos Baker — que já haviam desenvolvido o conceito no curta-metragem Bag Man —, o filme encontra seu tom ao combinar o fantástico com o íntimo. A história fala de alienígenas, sim, mas também de abandono. Fala de armas de outro mundo, mas principalmente de como um menino perdido pode encontrar no irmão, mesmo imperfeito, uma razão para continuar.

Onde posso assistir?

Se você quer assistir ao filme além da exibição na Record TV, há outras opções disponíveis no streaming. O longa está incluído no catálogo da Netflix, disponível para assinantes da plataforma. Para quem prefere o aluguel digital, é possível assistir a “Kin” pelo Prime Video, com valores a partir de R$ 11,90. Vale conferir também outros serviços de vídeo sob demanda, que podem disponibilizar o título para aluguel ou compra.

Saiba qual filme vai passar no Cine Maior 17/09/2023

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Foto: Reprodução/ Interneta

Neste domingo, 17/09/2023, os fãs de ação podem se preparar para uma tarde emocionante, pois o Cine Maior da Record traz o filme Homem-Aranha 2 para a tela. Esta é uma oportunidade imperdível para revisitar ou descobrir essa aventura espetacular.

A trama do filme Homem-Aranha 2 leva os espectadores a uma jornada emocionante pela vida dupla de Peter Parker, interpretado brilhantemente por Tobey Maguire. Neste capítulo da saga do Homem-Aranha, Peter enfrenta desafios cada vez mais complexos ao tentar conciliar sua responsabilidade como super-herói e as demandas de sua vida cotidiana.

Peter Parker se encontra em um momento delicado de sua vida. Ele continua a combater o crime como o lendário Homem-Aranha, mas enfrenta dificuldades financeiras e luta para manter seu emprego e continuar seus estudos na Universidade de Columbia, onde está matriculado no curso de Física. Essa luta pela sobrevivência financeira e acadêmica acrescenta uma dimensão realista à narrativa, mostrando que até os super-heróis têm suas dificuldades do dia a dia.

Além disso, sua situação amorosa é complicada, pois sua amada Mary Jane, interpretada por Kirsten Dunst, está comprometida com seu melhor amigo, Harry Osborn, interpretado por James Franco. Harry culpa o Homem-Aranha pelo assassinato de seu pai, o que adiciona uma camada extra de tensão a essa história repleta de ação. Esse conflito amoroso e de amizade traz dilemas morais que Peter Parker precisa enfrentar, tornando-o um personagem ainda mais cativante.

Curiosidades do filme Homem-Aranha 2

  1. Alfred Molina como Doutor Octopus: Alfred Molina, que desempenhou o papel do icônico vilão Doutor Octopus, estava tão comprometido com o personagem que, após sua audição, solicitou pessoalmente ao diretor Sam Raimi que não considerasse nenhum outro ator para o papel. Ele afirmou: “Se você me der o papel, não irei decepcionar.”
  2. Dublê do Homem-Aranha: Durante as filmagens de uma cena de luta, Tobey Maguire, que interpretou o Homem-Aranha, sofreu uma lesão nas costas. Isso levou à necessidade de usar um dublê em algumas cenas de ação.
  3. Prêmio da Academia: Em 2005, “Homem-Aranha 2” recebeu o prestigioso Oscar de Melhores Efeitos Visuais, um reconhecimento à qualidade e à inovação dos efeitos especiais do filme.
  4. A Cena do Trem: Uma das cenas mais memoráveis do filme é a intensa luta do Homem-Aranha com o Doutor Octopus em cima de um trem em alta velocidade. Essa sequência foi notável pela utilização de acrobacias e efeitos especiais de alto nível, com Tobey Maguire e Alfred Molina participando ativamente.
  5. Homenagens aos Quadrinhos: O filme presta homenagem às histórias em quadrinhos do Homem-Aranha, incorporando elementos icônicos das HQs, como a famosa capa da edição #50, em que o Homem-Aranha deixa seu traje pendurado.
  6. Participação de Stan Lee: Como é tradição nos filmes baseados em personagens da Marvel, Stan Lee, o lendário criador de muitos super-heróis, faz uma participação especial. Neste caso, ele interpreta um espectador que salva uma mulher dos destroços durante a batalha entre o Homem-Aranha e o Doutor Octopus.
  7. Direção de Sam Raimi: Sam Raimi, o diretor da trilogia do Homem-Aranha, é conhecido por sua paixão pelos quadrinhos e fez questão de trazer autenticidade às adaptações cinematográficas. Seu amor pelo material de origem é evidente em todos os detalhes do filme.
  8. Referência à Teoria da Relatividade: O personagem do Doutor Octopus faz uma referência à Teoria da Relatividade de Albert Einstein no filme, adicionando um toque de realismo às cenas que envolvem ciência e tecnologia.
  9. Diálogo Clássico: O filme é lembrado por um diálogo memorável entre o Homem-Aranha e um transeunte durante uma perseguição. O diálogo começa com a icônica frase: “Você sabe, eu sou meio parcial ao vermelho e azul.”
  10. Desenvolvimento de Personagem: “Homem-Aranha 2” é frequentemente elogiado por seu profundo desenvolvimento de personagens, explorando os dilemas pessoais e as responsabilidades de Peter Parker. Isso o torna um filme de super-herói notável pela complexidade e humanidade de seus personagens.

Que horas vai passar o Cine Maior?

Não perca esta exibição especial que começa às 13h00, logo após o “Record Kids – Todo Mundo Odeia o Chris”, na Record TV. Prepare-se para mergulhar no universo fascinante do Homem-Aranha e acompanhar suas incríveis aventuras e desafios, tudo isso no conforto de sua casa. Um programa perfeito para os amantes do gênero de super-heróis e ação. É uma oportunidade emocionante para apreciar um dos filmes mais aclamados da franquia do Homem-Aranha.

Resumo semanal Amor Perfeito 14/09/2023 a 23/09/2023

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amor perfeito

Abaixo, fique por dentro de todos os acontecimentos da próxima semana na emocionante trama de Amor Perfeito, que está programada para ir ao ar às 18h30 na TV Globo de 14/09/2023 a 23/09/2023. Prepare-se para mergulhar ainda mais fundo nas reviravoltas, paixões avassaladoras e intrigas que prometem manter os telespectadores ligados a cada episódio.

Amor Perfeito: Resumo da semana 14 de setembro a 16 de setembro de 2023

Resumo da novela Amor Perfeito de quinta-feira, 14/09/2023 –

Leonel enfrenta dificuldades em lembrar o conteúdo das fotos recebidas do detetive. Popó compartilha com Neiva e Adélia informações sobre Leonel. Marê e seu pai criam uma história para ajudar Marcelino a dormir. Ione continua pensando em Sansão. Júlio comunica a Marê que a denúncia contra Gilda não foi aceita. Neiva escuta uma conversa entre Gilda e Gaspar. Beto do Pandeiro chega ao hotel e comenta sobre o crime envolvendo Leonel. Wanda encontra o colar de Marê entre os pertences de Silvio. Orlando tenta persuadir Catarina a voltar com ele para São Jacinto. Leonor aceita a proposta de trabalhar com Cândida. Wanda revela a Marê que Gilda foi amante de Silvio. Neiva descobre que nunca se casou. Orlando retorna a São Jacinto com Catarina.

Resumo da novela Amor Perfeito de sexta-feira, 15/09/2023 –

Marê se emociona ao ver Catarina. Gilda exige que Benedita repita seu depoimento ao delegado. Silvio e Laura têm uma discussão, levando Wanda a expulsar Silvio de seu quarto no hotel. Ione não consegue resistir a Sansão. Anselmo reage com ciúmes ao ver Cândida sendo aplaudida ao chegar ao Café-Concerto. Beto Pandeiro compartilha com Marê, Júlio e Orlando o que testemunhou no dia do assassinato de Leonel, mas se recusa a depor. Marcelino conversa com Jesus. Júlio decide interrogar novamente Beto Pandeiro antes do julgamento. Gaspar fica tenso com o apoio de Cândida à absolvição de Marê. Odilon encontra um documento que incrimina Gilda. Gilda faz declarações prejudiciais a Marê em frente ao tribunal. O julgamento de Marê começa.

Resumo da novela Amor Perfeito de sábado, 16/09/2023 –

Gaspar é o primeiro a prestar depoimento contra Marê. Leonel fica furioso com o testemunho de Gilda. Marê fica tensa com o depoimento de Albuquerque. Gilda influencia Silvio a protestar contra as perguntas de Júlio a Benedita. Todos ficam surpresos com o depoimento de Madame Chantily. Silvio e Júlio trocam insultos e são repreendidos pelo Juiz. Leonel começa a lembrar do crime durante o julgamento. Silvio tenta desacreditar Catarina. Gilda passa mal, e Silvio é removido da sessão após o testemunho de Laura. Júlio interroga Beto Pandeiro. Frei Severo fica preocupado com o estado de Leonel. Norberto Carreira é chamado para depor. Leonel finalmente recorda do crime e acusa Gilda de tê-lo baleado.

Amor Perfeito: Resumo da semana 18 de setembro a 23 de setembro de 2023

Resumo da novela Amor Perfeito de segunda-feira, 18/09/2023 –

O juiz convoca Leonel para depor, e ele acusa Gilda de tentar matá-lo. Gilda é presa, e todos ficam chocados com as revelações de Leonel. Marê celebra sua liberdade com Orlando e Marcelino. Gaspar decide deixar a cidade, e Cândida confronta Anselmo sobre sua cumplicidade nos crimes de seu filho. Wanda pede que Silvio saia de sua casa, e Laura apoia a mãe. Marcelino pede que Orlando e Marê se casem para poderem adotá-lo. Justino surpreende a família com sua nova vida. Leonel retorna à mansão. Com a ajuda de Júlio, Sônia revela a Marê e Orlando que seu filho pode estar vivo.

Resumo da novela Amor Perfeito de terça-feira, 19/09/2023 –

Sônia explica sua história para Orlando e Marê, que não sabem se podem perdoá-la. Cândida se culpa pelo comportamento de Gaspar. Silvio se muda de casa. Tânia diz a Justino que deseja se formar antes de se casar com ele. Júlio e Aparecida confortam Sônia. Marê suspeita que Marcelino possa ser Ângelo e decide procurar Rosa. Sônia entrega sua carta de demissão a Marê. Ao descobrir que Ademar abandonou seu filho com Sônia, Ione rompe seu casamento. Leonel humilha Gilda. Marê e Orlando concluem que Ângelo é Marcelino. Marê e Orlando revelam a Marcelino que são seus pais. Leonel se emociona ao saber que Marcelino é seu neto e pede perdão a Orlando e Marê.

Resumo da novela Amor Perfeito de quarta-feira, 20/09/2023 –

Resumo do capítulo não divulgado.

Resumo da novela Amor Perfeito de quinta-feira, 21/09/2023 –

Penúltimo capítulo não divulgado.

Resumo da novela Amor Perfeito de sexta-feira, 22/09/2023 –

Último capítulo não divulgado.

Resumo da novela Amor Perfeito de sábado, 23/09/2023 –

Reprise do último capítulo.

O resumo semanal da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, estando sujeito a possíveis mudanças na exibição. Fique ligado para acompanhar os próximos capítulos repletos de emoções, reviravoltas e segredos revelados.

Saiba qual filme é exibido no Supercine 14/10/2023

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No próximo sábado, mais precisamente no dia 14/10/2023, prepare-se para uma experiência cinematográfica imperdível, pois a Supercine nos brindará com a exibição do aclamado filme O Juízo. Este verdadeiro sucesso, dirigido com maestria por Andrucha Waddington e roteirizado por Fernanda Torres, é uma obra cinematográfica que tem conquistado tanto o público quanto a crítica desde seu lançamento nas telonas em 5 de dezembro de 2019.

A trama de “O Juízo” nos mergulha na vida de Augusto Menezes, brilhantemente interpretado por Felipe Camargo, um homem que enfrenta uma crise conjugal causada por problemas como alcoolismo e desemprego. Diante desses desafios, Augusto toma uma decisão radical: ele decide se mudar para uma fazenda que herdou de seu avô, acompanhado por sua esposa, papel desempenhado com talento por Carol Castro, e seu filho, magistralmente interpretado por Joaquim Torres Waddington.

No entanto, o que Augusto não podia prever era que essa aparentemente pacífica propriedade rural esconde segredos sombrios do passado. A fazenda é assombrada por Couraça, vivido de forma inesquecível por Criolo, e Ana, interpretada por Kênia Bárbara. Ambos são escravos cujo desejo de vingança contra os antepassados de Augusto os mantém presos à propriedade, criando uma atmosfera de suspense e intriga que permeia todo o filme.

Com uma duração de 1 hora e 30 minutos, O Juízo é um suspense que mergulha nas profundezas da história familiar, revelando segredos ocultos e explorando a complexidade das relações humanas. O elenco talentoso, liderado por Felipe Camargo, Carol Castro e Joaquim Torres Waddington, entrega atuações excepcionais que dão vida aos personagens e aprofundam a narrativa, prendendo a atenção do público. Sob a habilidosa direção de Andrucha Waddington, o filme se destaca por sua capacidade de criar uma atmosfera envolvente e misteriosa, mantendo o espectador à beira de seus assentos enquanto a história se desenrola.

Que horas vai passar a Supercine?

O Juízo é uma obra cinematográfica que combina elementos de suspense, drama e história, oferecendo uma experiência cativante para os amantes do cinema. Este filme promete uma jornada emocional repleta de reviravoltas que manterá sua atenção do início ao fim. Prepare-se para ser cativado por essa trama intrigante e envolvente no próximo sábado, a partir das 00h45, após Tomorrowland Brasil.

Saiba quem foi eliminado no Chef de Alto Nível de terça (12/08)

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Na última terça, 12 de agosto, o reality culinário Chef de Alto Nível deu um importante passo na sua primeira temporada ao iniciar a tão esperada fase individual da competição. Exibido pela Globo, o nono episódio marcou o momento em que as equipes lideradas por Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto deram lugar à disputa solo, onde cada participante assume integralmente a responsabilidade pelo próprio destino na cozinha. Foi também a noite de despedida para duas competidoras que emocionaram com sua trajetória: Luiza e Flan.

A transição para a fase individual trouxe consigo uma carga ainda maior de tensão e desafio. Até então, os cozinheiros contavam com o suporte de suas equipes para dividir as tarefas, somar forças e trocar experiências. Agora, cada um está sozinho, encarando o fogão, o relógio e os julgamentos dos mentores. Sem aliados, cada decisão, cada escolha de ingrediente e técnica passa a ser fundamental para garantir a permanência no jogo. Essa mudança de dinâmica não apenas elevou o nível das provas, mas também expôs o lado mais vulnerável e humano dos participantes.

Além do desafio de cozinhar sob pressão, o episódio destacou a importância do cobiçado Broche do Tempo — um prêmio que vai muito além do símbolo. Quem conquista o broche ganha dez segundos extras para escolher ingredientes na próxima prova e, de quebra, o direito de cozinhar na cozinha do topo, equipada com os melhores utensílios e maior variedade de alimentos. Essa vantagem pode ser decisiva, já que o acesso facilitado aos recursos permite explorar o potencial criativo ao máximo, enquanto os demais cozinham em ambientes com limitações que exigem ainda mais habilidade.

A prova individual que abriu essa etapa foi intensa. Os participantes tiveram que mostrar autonomia e adaptabilidade para lidar com as limitações impostas pelas cozinhas intermediária e precária, além de brilhar quando tinham acesso à cozinha do topo. Cada prato entregue era uma carta aberta aos jurados, revelando a técnica, a criatividade e a personalidade de quem o preparava. Em um ambiente onde o erro pode custar caro, Luiza e Flan não conseguiram alcançar o padrão exigido e foram eliminadas, deixando para trás não só suas receitas, mas também laços fortes criados durante a competição.

A despedida delas emocionou colegas e mentores, que reconheceram a garra, o empenho e o talento de ambas ao longo do programa. Mais do que uma competição, o Chef de Alto Nível tem sido palco de histórias reais de superação, amizade e paixão pela gastronomia. Cada eliminação representa um capítulo que chega ao fim, mas também o aprendizado e crescimento que ficarão para sempre na memória dos participantes e do público.

O formato brasileiro, inspirado no norte-americano Next Level Chef, tem conquistado espaço ao desafiar cozinheiros profissionais e amadores em provas que exploram diferentes níveis de cozinha — desde a mais equipada até a mais precária. Essa diversidade de ambientes exige técnica apurada e criatividade redobrada, características essenciais para quem sonha em ser o melhor e levar o prêmio máximo para casa.

Saiba quais filmes vão passar na Sessão da Tarde (28/07 a 01/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Na “Sessão da Tarde” de segunda, Globo exibe “Descendentes 3“

Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a TV Globo convida os telespectadores a uma última viagem ao universo de Auradon com a exibição de Descendentes 3, a terceira e emocionante parte da franquia original do Disney Channel que conquistou milhões de fãs pelo mundo. O filme, dirigido por Kenny Ortega — conhecido por seu trabalho em High School Musical — será exibido na “Sessão da Tarde”, prometendo encantar públicos de todas as idades com uma história repleta de aventura, música e redenção.

Lançado em 2019, Descendentes 3 marca o desfecho da jornada dos filhos dos maiores vilões da Disney, consolidando a franquia como uma das mais influentes e queridas da nova geração. A produção também ficou marcada por ser o último trabalho completo do ator Cameron Boyce, que interpretava Carlos, filho de Cruella de Vil, e faleceu pouco antes do lançamento oficial. O filme, portanto, carrega uma carga emocional ainda mais profunda para os fãs que cresceram acompanhando a saga.

Um mundo dividido por herança… e por escolha

Descendentes 3 dá continuidade à proposta da franquia: imaginar como seria um mundo onde os heróis e vilões da Disney envelheceram, formaram famílias e passaram seus legados — e suas cargas — para seus filhos. Mal (Dove Cameron), filha de Malévola e Hades, está prestes a se tornar rainha de Auradon, após aceitar o pedido de casamento do Rei Ben (Mitchell Hope), filho de Bela e Fera.

Mas como sempre acontece em histórias boas, nem tudo corre como o esperado.

Enquanto se prepara para o grande dia, Mal é confrontada por uma série de ameaças que colocam seu futuro — e o de Auradon — em risco. Audrey (Sarah Jeffery), filha da Princesa Aurora, rouba o cetro de Malévola e a coroa do reino, mergulhando na escuridão e se tornando uma versão corrompida de si mesma. Ao mesmo tempo, Hades (Cheyenne Jackson), pai de Mal e senhor do submundo, tenta romper a barreira mágica que isola a Ilha dos Perdidos — um lugar destinado a manter os vilões afastados da sociedade “civilizada”.

A história mergulha em temas como identidade, escolhas pessoais, reconciliação com o passado e o poder de mudar o próprio destino. Para isso, Mal conta com a ajuda dos fiéis amigos Evie (Sofia Carson), Jay (Booboo Stewart) e Carlos (Cameron Boyce), que também voltam à Ilha Proibida com o objetivo de convidar uma nova geração de filhos de vilões a se juntarem à vida em Auradon.

Entre magia, dança e emoção: um musical sobre transformação

Dirigido por Kenny Ortega, mestre das coreografias e das narrativas juvenis cheias de energia, Descendentes 3 mistura elementos de aventura, fantasia, comédia e musical. As cenas de dança coreografadas com precisão e os números musicais contagiantes são parte essencial da identidade da franquia.

As canções originais, como “Queen of Mean”, interpretada por Sarah Jeffery (Audrey), e “Night Falls”, cantada pelo elenco principal, são poderosos reflexos dos dilemas emocionais vividos pelos personagens. Cada música marca um momento de virada, de descoberta ou de conflito — e é esse equilíbrio entre o lúdico e o simbólico que tornou os Descendentes tão populares.

A música, aliás, é mais do que trilha sonora: é o fio condutor da trama. É através dela que os personagens expressam suas frustrações, sonhos, dúvidas e até seus pedidos de perdão.

Elenco carismático e inesquecível

Um dos grandes trunfos de Descendentes 3 é seu elenco jovem, talentoso e absolutamente carismático. Dove Cameron volta a brilhar no papel da corajosa Mal, em uma interpretação mais madura, complexa e emocional do que nos filmes anteriores. Ao seu lado, Sofia Carson, Booboo Stewart e Cameron Boyce formam o núcleo central da história, mostrando a evolução dos filhos dos vilões desde a primeira vez que cruzaram os portões de Auradon.

A performance de Cameron Boyce, em especial, emociona ainda mais neste filme, já que o ator faleceu em julho de 2019, pouco antes do lançamento. Sua presença no longa é cheia de vida, leveza e humor — qualidades que sempre o acompanharam dentro e fora das telas. A Disney prestou homenagens a ele na estreia e em materiais promocionais, e os fãs ao redor do mundo mantêm viva sua memória até hoje.

Completam o elenco nomes como Sarah Jeffery (Audrey), Cheyenne Jackson (Hades), China Anne McClain (Uma), Jadah Marie (Celia), Thomas Doherty (Harry Gancho), Dylan Playfair (Gil), Anna Cathcart (Dizzy Tremaine) e Mitchell Hope (Ben), além de participações especiais de personagens consagrados dos dois primeiros filmes.

De filhos de vilões… a construtores de pontes

Se o primeiro Descendentes falou sobre aceitação e o segundo sobre lealdade, o terceiro filme é, acima de tudo, sobre perdão e construção de pontes. Mal, que durante muito tempo temeu o próprio passado, precisa agora se reconciliar com sua origem para poder construir um futuro diferente — não apenas para si, mas para todas as crianças da Ilha dos Perdidos.

A decisão de abrir Auradon para os jovens da ilha é carregada de significados. A mensagem é clara: ninguém deve ser definido pelas escolhas dos pais. O filme mostra que herança não é destino e que todos — inclusive os “filhos dos vilões” — merecem a chance de recomeçar.

Esse discurso, apesar de inserido em um contexto mágico e lúdico, ecoa fortemente na realidade de muitos jovens que se sentem à margem, estigmatizados ou limitados por suas histórias familiares. Descendentes 3 consegue abordar esse tema com leveza e ao mesmo tempo profundidade.

Um adeus carregado de emoção

Mais do que um capítulo final, Descendentes 3 é uma despedida. E despedidas sempre doem um pouco, especialmente quando envolvem personagens com os quais criamos laços ao longo dos anos.

A narrativa fecha ciclos, responde perguntas, dá espaço para que os personagens cresçam e encerrem suas jornadas de forma digna. Não há vilões definitivos nem heróis perfeitos. O filme propõe a ideia de que todos somos passíveis de erro — e também de redenção.

O reencontro com personagens queridos, o fechamento de arcos emocionais e a maturidade alcançada pelos protagonistas fazem com que esse último capítulo tenha gosto de saudade. Para os fãs, é impossível assistir sem se lembrar da trajetória iniciada em 2015, quando Mal, Evie, Carlos e Jay atravessaram pela primeira vez os portões de Auradon.

Legado e continuação

Apesar de ser o último filme da trilogia principal, a franquia Descendentes ainda rendeu uma animação especial — Descendants: The Royal Wedding — exibida em 2021, que mostrou o casamento de Mal e Ben. Desde então, rumores de novos projetos no universo expandido vêm circulando entre os fãs.

Em 2023, a Disney confirmou o desenvolvimento de Descendants: The Rise of Red, uma nova produção derivada que explora outros descendentes de vilões clássicos. Embora Mal e sua turma não estejam diretamente envolvidos, o legado da trilogia original está mais vivo do que nunca.

Na “Sessão da Tarde” de terça, “Nunca Te Esquecerei” é o grande destaque

Na terça-feira, 29 de julho de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo leva ao ar o drama sensível e tocante “Nunca Te Esquecerei”, estrelado por Nick Nolte e Sophia Lane Nolte, que traz à tona as nuances delicadas do Alzheimer, da memória afetiva e dos vínculos eternos entre avós e netos.

Poucos filmes conseguem tocar o coração com tanta doçura e ao mesmo tempo provocar reflexões profundas sobre o tempo, a perda e o amor como Nunca Te Esquecerei (Head Full of Honey, 2018). Dirigido pelo alemão Til Schweiger e inspirado em sua obra anterior – o sucesso europeu Honig im Kopf (2014) – o longa ganha novo fôlego nesta versão teuto-americana, reimaginada para o público internacional, mas sem perder a essência emocional da história original.

Nesta terça, os telespectadores brasileiros terão a chance de mergulhar nessa comovente jornada na Sessão da Tarde, numa tarde que promete lágrimas, sorrisos e memórias à flor da pele.

Uma viagem contra o esquecimento

A trama gira em torno de Amadeus (Nick Nolte), um idoso carismático que está nos estágios iniciais do Alzheimer. Antes que a doença leve embora todas as suas lembranças, sua neta Matilda (interpretada por sua filha na vida real, Sophia Lane Nolte) decide embarcar com ele em uma última e inesquecível viagem à cidade de Veneza — lugar onde Amadeus viveu momentos marcantes com sua falecida esposa.

Mas essa não é apenas uma viagem geográfica. É uma travessia emocional, carregada de afeto, ternura e também de momentos cômicos e desconcertantes causados pelos lapsos de memória do protagonista. A presença da neta, pura em sua intenção de ajudar o avô a resgatar o passado, torna tudo mais especial e tocante.

A relação entre os dois é o verdadeiro fio condutor da narrativa. Matilda, em sua inocência e sensibilidade, se torna o pilar emocional da história — e a bússola de Amadeus nesse mar revolto que é o esquecimento.

Pai e filha na ficção e na vida real

Um dos grandes destaques de Nunca Te Esquecerei está fora da tela: a relação real entre Nick Nolte e sua filha, Sophia Lane Nolte. Interpretando avô e neta, os dois trazem à cena uma química inegável, que empresta à narrativa uma dose extra de autenticidade e emoção.

Nick Nolte, veterano de Hollywood com indicações ao Oscar por O Príncipe das Marés (1991) e Guerreiro (2011), mostra aqui uma performance sensível e cheia de nuances. Sophia, por sua vez, surpreende com uma atuação delicada e intensa, mesmo sendo seu primeiro grande papel no cinema.

A cumplicidade entre os dois é tão evidente que o espectador esquece que está assistindo a uma ficção. Os olhares trocados, os gestos de carinho, os silêncios compartilhados — tudo contribui para uma narrativa que parece saída da vida real.

Refilmagem emocional com sotaque europeu

Head Full of Honey é, na verdade, uma refilmagem americana do longa-metragem alemão Honig im Kopf (2014), também dirigido por Til Schweiger. Na versão original, o filme foi um fenômeno na Alemanha, tendo atraído mais de sete milhões de espectadores e sendo eleito um dos maiores sucessos de bilheteria daquele ano.

Ciente do potencial da história, Schweiger decidiu levá-la a novos públicos, adaptando-a para o inglês e escalando um elenco internacional com nomes como Matt Dillon (Crash – No Limite), Emily Mortimer (A Invenção de Hugo Cabret), Jacqueline Bisset (Assassinato no Expresso do Oriente), Eric Roberts (Batman: O Cavaleiro das Trevas), entre outros.

As filmagens aconteceram em locações pitorescas da Alemanha e da Itália, com destaque para as belas paisagens de Veneza, que servem como pano de fundo para os momentos mais poéticos da trama. A trilha sonora suave e as imagens delicadas colaboram para construir a atmosfera nostálgica e contemplativa da obra.

Memória, perda e amor: temas que falam à alma

Ao tratar do Alzheimer, Nunca Te Esquecerei aborda com sensibilidade uma das doenças mais devastadoras do século XXI — não apenas para quem sofre com ela, mas também para os familiares e cuidadores. A narrativa opta por um olhar humanizado, sem cair em dramatizações excessivas ou sentimentalismo forçado.

O filme convida o público a refletir sobre o que significa perder as próprias lembranças, e como o amor pode persistir mesmo quando as palavras e os rostos começam a desaparecer. Em tempos de relações tão rápidas e digitais, essa história resgata o valor dos vínculos genuínos — daqueles que sobrevivem à passagem do tempo e ao esquecimento.

Amadeus, mesmo confuso, ainda carrega em si a centelha da ternura. Matilda, mesmo jovem, entende que amar é cuidar, é lembrar por dois, é insistir na esperança. E assim, juntos, eles constroem uma última aventura que vale mais do que qualquer lembrança: uma conexão que permanece na alma, mesmo quando a mente falha.

Uma recepção discreta, mas uma mensagem poderosa

Apesar do sucesso estrondoso do original alemão, a versão americana de Head Full of Honey teve uma recepção modesta. Nos cinemas da Alemanha, onde foi exibida como prévia para o público local, o filme arrecadou apenas US$ 65 mil nas primeiras duas semanas, contrastando com a bilheteria expressiva de seu antecessor.

A crítica também se dividiu. Alguns veículos apontaram certa dificuldade de ritmo e de tom na nova versão. Outros, no entanto, elogiaram a atuação sincera de Nick Nolte e a beleza das locações. Mas, independentemente de números ou resenhas, a verdade é que há filmes que não se medem por bilheteria — e sim por impacto emocional.

Nunca Te Esquecerei é um desses filmes. Uma obra que, apesar de discreta, tem o poder de tocar corações, despertar memórias e inspirar olhares mais ternos sobre o envelhecimento e os laços familiares.

Vale assistir?

Sim. E não apenas por ser um filme bonito — mas porque ele provoca uma reconexão com aquilo que realmente importa: as pessoas, as histórias, os momentos que carregamos conosco, mesmo quando a memória começa a falhar.

Se você tem ou teve um avô, se já cuidou de alguém que enfrenta o Alzheimer, ou se simplesmente quer ver uma história humana, tocante e verdadeira, não deixe de assistir. Prepare um lenço, abra o coração e permita-se lembrar que, no fim, o amor é a memória mais forte que temos.

Quarta é dia de nostalgia com Pica-Pau: O Filme

Nesta quarta, 30 de julho, a tarde da Globo traz uma boa dose de confusão, gargalhadas e nostalgia com Pica-Pau: O Filme (Woody Woodpecker), uma comédia infantojuvenil que resgata o clássico personagem criado por Walter Lantz e Ben Hardaway. O longa, lançado em 2017, mistura live-action com animação digital e promete entreter toda a família com as travessuras do pássaro mais encrenqueiro dos desenhos animados.

A história: o bico afiado contra o concreto

Na trama, o advogado Lance Walters (Timothy Omundson) decide construir uma casa de luxo em uma área verde próxima à fronteira com o Canadá, herdada de seu pai. Ao lado da noiva Vanessa (interpretada pela brasileira Thaila Ayala) e do filho adolescente Tommy (Graham Verchere), ele se instala no terreno paradisíaco. O que ele não esperava era encontrar um morador local nada pacato: o Pica-Pau, que vive justamente na árvore marcada para ser derrubada.

O pássaro, dublado por Eric Bauza, usa toda a sua criatividade para impedir a construção. O embate entre o homem e a natureza se transforma em uma verdadeira guerra cômica, recheada de armadilhas, quedas, explosões e, claro, a risada inconfundível do protagonista.

Um elenco internacional com tempero brasileiro

Além do elenco americano, o filme conta com a participação da atriz brasileira Thaila Ayala, em seu primeiro papel internacional de destaque. Ela vive a vaidosa Vanessa, namorada de Lance, que se vê envolvida nas confusões do pássaro maluco.

Outro destaque vai para Graham Verchere, que interpreta Tommy, o filho de Lance. Durante o conflito entre o pai e o Pica-Pau, o jovem se aproxima do pássaro, iniciando uma improvável amizade — e servindo de ponte para reflexões sobre empatia e convivência com a natureza.

Bastidores e lançamento curioso

Pica-Pau: O Filme foi dirigido por Alex Zamm e teve suas filmagens realizadas no Canadá, em meio a belas paisagens naturais. A produção inicialmente seria inteiramente animada e chegou a ser pensada pela Illumination Entertainment, responsável por sucessos como Meu Malvado Favorito. No entanto, o projeto foi reformulado para o formato híbrido que conhecemos hoje.

Curiosamente, o Brasil foi o primeiro país a receber o filme nos cinemas, em outubro de 2017. O personagem, que tem enorme popularidade entre o público brasileiro, ganhou até uma turnê promocional, com pessoas fantasiadas visitando capitais como São Paulo, Manaus e Olinda. Cenas icônicas dos desenhos animados foram recriadas em pontos turísticos, como as Cataratas do Iguaçu.

Para rir e lembrar

Mais do que uma comédia infantil, o filme fala sobre respeito à natureza, família e o valor da amizade — tudo isso com o bom humor clássico do Pica-Pau. Para os adultos, é uma viagem ao passado. Para os pequenos, uma porta de entrada para o universo de um dos personagens mais carismáticos da animação.

“Uma Prova de Amor” emociona na Sessão da Tarde de quinta (31/07)

Na tarde desta quinta-feira, 31 de julho de 2025, a emissora exibe na Sessão da Tarde um dos dramas mais tocantes do cinema dos anos 2000: “Uma Prova de Amor” (My Sister’s Keeper, 2009). Com direção sensível de Nick Cassavetes, o longa emociona por abordar com profundidade um dos temas mais delicados da vida: até onde alguém pode — ou deve — ir por amor a um filho?

Logo nos primeiros minutos, o espectador é inserido no universo intenso da família Fitzgerald. Tudo começa com a pequena Anna (vivida com doçura e força por Abigail Breslin, de Pequena Miss Sunshine), uma menina que, aos 11 anos, toma uma atitude inesperada: ela procura um advogado e entra com um processo judicial contra seus próprios pais. O motivo? Ela quer o direito de decidir o que fazer com seu corpo — ou melhor, o direito de dizer “não”.

A situação é complexa e dolorosa: Anna foi concebida, através de fertilização in vitro, com um propósito específico — ser compatível com sua irmã mais velha, Kate (Sofia Vassilieva), que desde os 2 anos luta contra uma leucemia agressiva. Desde bebê, Anna vem doando células, sangue e tecidos para manter a irmã viva. Mas agora, ela foi informada de que precisará doar um rim, e sua resposta é um não — um “não” que ecoa como um grito por autonomia, por identidade, por infância.

Do outro lado da história está Sara Fitzgerald, interpretada com garra e fragilidade por Cameron Diaz, uma mãe que abandonou a própria carreira como advogada para se dedicar integralmente à luta pela vida de Kate. Sara é intensa, determinada, e, como muitas mães, se vê disposta a tudo por sua filha — até mesmo ultrapassar limites éticos e emocionais. O que ela não esperava era ser confrontada pela própria filha mais nova, aquela que deveria ser a “solução”.

Entre sessões no hospital, consultas jurídicas e silêncios carregados, o longa constrói uma narrativa poderosa sobre laços familiares, amor em estado bruto e os limites da doação. O pai, Brian (Jason Patric), surge como um contraponto mais sensível e equilibrado, enquanto o advogado excêntrico Campbell Alexander (Alec Baldwin) e a juíza vivida por Joan Cusack completam o quadro com delicadeza.

Mas o que realmente faz de Uma Prova de Amor uma obra tão marcante é a sua humanidade. Não há vilões ou mocinhos — apenas pessoas tentando sobreviver ao impensável, convivendo com a ideia de que a filha pode morrer. A atmosfera do filme é intensa, mas nunca apelativa. Ao contrário: cada decisão dos personagens é atravessada por camadas de amor, desespero, culpa e compaixão.

Com um elenco comprometido, uma trilha sonora delicada e uma reviravolta que surpreende até os espectadores mais atentos, o filme também traz uma questão filosófica difícil de engolir: é justo trazer uma criança ao mundo com um objetivo específico? Quem decide o que é certo ou errado quando a vida de alguém está em jogo? E o que significa, de fato, amar alguém incondicionalmente?

Adaptado do best-seller de Jodi Picoult, o roteiro equilibra com sensibilidade os diálogos afiados com momentos silenciosos que falam mais do que mil palavras. A escolha do diretor Nick Cassavetes (o mesmo de Diário de uma Paixão) pelo tom intimista e cru dá profundidade emocional a cada cena — da dor contida nos olhares à doçura das lembranças entre irmãs.

Mesmo com o peso do tema, o filme consegue emocionar sem soar manipulador. Há leveza em alguns momentos, especialmente na relação entre Kate e seu namorado no hospital, e há beleza até na tristeza que se instala pouco a pouco. A despedida, quando chega, não é só uma despedida de um personagem, mas de um tempo, de uma luta, de um vínculo forjado entre o espectador e essa família ficcional — tão real em sua imperfeição.

Para quem ainda não viu ou quer rever, Uma Prova de Amor é aquele tipo de filme que convida à reflexão e ao acolhimento. Um convite para pensar sobre as múltiplas formas de amar — e sobre como nem sempre as decisões mais difíceis são as erradas.

“Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” invade a TV Globo com adrenalina, ação e paisagens cariocas

Nesta sexta-feira, 1º de agosto, a TV Globo vai tirar os freios da programação e colocar o pé no acelerador com “Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” na Sessão da Tarde. Mais do que um blockbuster recheado de ação, o quinto capítulo da franquia que virou fenômeno mundial tem um sabor especial para o público brasileiro: boa parte da história se passa (e foi filmada) no Rio de Janeiro.

Entre perseguições com cofres de 10 toneladas, becos cheios de história e favelas pulsando vida, o longa não apenas mergulha o espectador em um espetáculo de alta octanagem, como também traz um retrato — ainda que hollywoodiano — da Cidade Maravilhosa como pano de fundo de um dos maiores assaltos do cinema moderno. Mas afinal, por que esse filme segue sendo tão marcante para os fãs, especialmente os brasileiros?

Vamos voltar no tempo, abrir as portas dos carros tunados da memória e embarcar nessa jornada.

Quando a velocidade encontrou o Brasil

Lançado em 2011, Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio (ou Fast Five, no original) não foi só mais um capítulo da série. Foi o ponto de virada. A franquia, até então centrada em corridas ilegais e carros turbinados, decidiu dobrar a aposta: transformou-se em um verdadeiro épico de ação global. E a escolha do Brasil como cenário não foi mero acaso.

Depois de quatro filmes com altos e baixos, os produtores sabiam que era hora de reinventar. A solução? Uma mistura explosiva: unir todos os personagens icônicos da saga, injetar humor, espionagem e um plano de assalto cinematográfico — tudo com a energia vibrante do Rio como moldura. Era o nascimento de uma nova fase para a franquia.

“Foi uma decisão criativa e estratégica. Queríamos explorar um novo tom, com escala internacional e uma trama que fosse além das corridas. O Rio foi escolhido por sua beleza, caos urbano e cultura pulsante”, disse o diretor Justin Lin na época do lançamento.

Um assalto cinematográfico em solo carioca

Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e Brian O’Conner (Paul Walker) se refugiam no Brasil após resgatarem Dom de uma prisão nos EUA. Em busca de uma vida nova, aceitam participar de um roubo de carros que rapidamente se revela uma armadilha. Para limpar seus nomes e garantir liberdade definitiva, eles decidem realizar um último e ousado assalto: roubar 100 milhões de dólares do cofre de Hernan Reyes (Joaquim de Almeida), um poderoso e corrupto empresário com tentáculos no crime carioca.

Para isso, convocam um time de elite: Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris), Han (Sung Kang), Gisele (Gal Gadot) e outros rostos conhecidos da saga se juntam para formar a “família”. O que segue é uma combinação irresistível de ação, humor e emoção — com direito a reviravoltas, confrontos físicos de tirar o fôlego e a famosa cena do cofre sendo arrastado pelas ruas do Rio.

O Brasil nos olhos de Hollywood — e vice-versa

Apesar do nome “Operação Rio” e das cenas ambientadas na cidade, vale destacar: muitas sequências não foram realmente filmadas no Brasil. Questões logísticas, segurança e custos levaram a equipe a recriar parte das favelas em Porto Rico e filmar cenas de perseguição em outras localidades.

Ainda assim, o impacto foi real. A favela fictícia onde boa parte da história se desenrola foi inspirada no Morro do Vidigal e em outras comunidades cariocas. A produção também contou com locações reais, como o Cristo Redentor, Lapa, Copacabana e Aterro do Flamengo.

Para muitos brasileiros, ver o país estampado em um filme de ação tão grandioso — ainda que por lentes estereotipadas — foi um marco cultural. Houve, sim, críticas sobre a representação do Brasil como um lugar perigoso e dominado por milícias, mas também houve orgulho: o país virou cenário de um blockbuster global, com Vin Diesel e Paul Walker correndo pelas ladeiras cariocas.


A força de um legado (e da “família”)

“Velozes & Furiosos 5” também ficou marcado por consolidar de vez o tema mais querido pelos fãs: a importância da família. Mais do que motores rugindo e explosões em câmera lenta, o longa fala sobre união, lealdade, sacrifício e laços que vão além do sangue.

Foi nesse capítulo que a franquia deixou de ser apenas sobre carros para se tornar sobre personagens. E isso se refletiu no coração do público. A química entre Vin Diesel e Paul Walker atinge seu ápice, e o carisma de Dwayne “The Rock” Johnson como o agente Luke Hobbs eleva o conflito a um novo nível. Os embates físicos entre Hobbs e Dom são brutais, quase como lutas de titãs — e, não à toa, viraram memes e gifs eternos na cultura pop.


Bastidores de uma superprodução

O filme foi gravado em tempo recorde, com orçamento estimado em US$ 125 milhões. O diretor Justin Lin revelou, anos depois, que uma das maiores preocupações era manter o espírito “de rua” dos primeiros filmes, mesmo com toda a escala hollywoodiana.

“Queríamos que o público sentisse o calor do asfalto, a poeira nas vielas, o barulho dos motores em ruas apertadas. E ao mesmo tempo, mostrar que esses personagens estavam crescendo, evoluindo para missões maiores”, contou Lin em entrevista ao Collider.

As gravações movimentaram centenas de profissionais brasileiros, desde figurantes até técnicos de som e motoristas. Para muitos deles, participar da produção foi uma oportunidade única — uma chance de vivenciar o ritmo frenético de uma superprodução.


Paul Walker e o carinho eterno dos fãs

Rever Paul Walker em cena é sempre um momento agridoce. O ator, falecido tragicamente em 2013 em um acidente de carro, ainda é lembrado com carinho pelos fãs da franquia e pelo elenco. Sua presença em Velozes & Furiosos 5 é vibrante, leve e cheia de carisma — lembrando o quanto ele foi essencial para o sucesso da série.

“Paul era o coração da franquia. Tinha uma energia única, uma paixão sincera pelo que fazia. Ele amava carros, amava o Brasil, e se divertiu muito durante as filmagens”, relembrou Vin Diesel em um tributo emocionante em 2021, na celebração dos 10 anos do filme.


O Homem das Castanhas | Tudo sobre a 2ª temporada da série da Netflix e o resumo chocante do 1º ano

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Depois de anos de espera, O Homem das Castanhas finalmente voltou ao centro das atenções com a chegada da segunda temporada na Netflix. O novo ano, intitulado Esconde-Esconde, marca o retorno de uma das produções policiais mais tensas e perturbadoras do catálogo da plataforma, trazendo novamente o clima sombrio que transformou a série em um fenômeno entre fãs de suspense criminal.

Lançada originalmente em 2021, a produção rapidamente ganhou espaço entre os assinantes por misturar investigação policial, serial killers e dramas familiares em uma trama cheia de reviravoltas. Agora, com novos episódios disponíveis desde ontem, 7 de maio, muita gente voltou a procurar detalhes sobre a história original antes de mergulhar na continuação.

O que torna O Homem das Castanhas tão diferente de outras séries policiais?

Ao contrário de muitos thrillers que apostam apenas em violência ou mistério, O Homem das Castanhas constrói sua tensão de forma lenta e psicológica. A série acompanha os investigadores Naia Thulin e Mark Hess enquanto tentam descobrir a identidade de um assassino em série que deixa pequenas figuras feitas de castanhas nas cenas dos crimes.

Só essa assinatura macabra já seria suficiente para despertar curiosidade, mas o caso fica ainda mais perturbador quando a polícia encontra impressões digitais ligadas a Kristine Hartung, filha de uma ministra que havia sido dada como morta um ano antes.

A partir daí, a produção mergulha em uma investigação pesada sobre abuso infantil, negligência familiar, traumas e violência doméstica. Tudo isso embalado por uma fotografia fria, típica das produções escandinavas, que transforma Copenhague em um cenário quase claustrofóbico.

O que aconteceu na primeira temporada?

A trama começa com um assassinato brutal em um parque infantil. A vítima aparece mutilada e, ao lado do corpo, está um pequeno boneco feito de castanhas. O caso cai nas mãos da investigadora Naia Thulin, que acaba formando dupla com Mark Hess, um agente da Europol afastado temporariamente de suas funções.

Enquanto seguem as pistas, os dois descobrem que todas as vítimas tinham algo em comum: denúncias relacionadas a maus-tratos contra crianças. Aos poucos, fica claro que o assassino escolhe seus alvos baseado em um senso distorcido de justiça.

Paralelamente à investigação, a série também acompanha Rosa Hartung, ministra dinamarquesa que ainda tenta lidar com o desaparecimento traumático da filha, Kristine. O que parecia ser apenas um caso antigo volta ao centro da investigação quando evidências ligam a garota desaparecida aos crimes recentes.

A primeira temporada cresce justamente por nunca entregar respostas fáceis. Cada episódio adiciona novas suspeitas, pistas falsas e revelações desconfortáveis. Em vários momentos, a série faz o público acreditar que o caso foi resolvido, apenas para mudar completamente o rumo da investigação logo depois.

Quem era o verdadeiro assassino?

O grande choque da temporada acontece nos episódios finais, quando a investigação revela que Simon Genz, colega de trabalho de Thulin, era o responsável pelos assassinatos.

A descoberta muda completamente a percepção do público sobre vários acontecimentos anteriores. Até então, Genz parecia apenas mais um policial discreto acompanhando os bastidores da investigação. Aos poucos, porém, a série mostra que ele carregava traumas profundos ligados à infância e ao sistema de adoção.

A motivação do assassino está diretamente conectada aos abusos sofridos por ele e sua irmã durante a infância. Os famosos bonecos de castanha surgem justamente como uma lembrança desse passado traumático.

Os episódios finais mergulham em uma sequência extremamente tensa, com Genz sequestrando Rosa Hartung e Naia Thulin em uma fazenda isolada. A reta final combina perseguição, incêndio, confrontos físicos e revelações emocionais envolvendo Kristine Hartung, que surpreendentemente é encontrada viva.

Foi justamente esse encerramento intenso que transformou a série em um dos thrillers europeus mais comentados da Netflix nos últimos anos.

O que esperar da segunda temporada?

A nova temporada, chamada Esconde-Esconde, promete expandir ainda mais o universo sombrio da série. Embora a Netflix tenha mantido boa parte da trama em segredo, os novos episódios apresentam outro caso criminal perturbador envolvendo desaparecimentos misteriosos e assassinatos ligados a jogos infantis.

Os investigadores Naia Thulin e Mark Hess retornam como protagonistas, agora ainda mais marcados pelos eventos traumáticos do primeiro ano. A dinâmica entre os dois continua sendo um dos pontos mais fortes da produção, principalmente pela maneira como ambos lidam emocionalmente com os casos.

Além do retorno do elenco principal, a nova temporada também adiciona personagens inéditos, incluindo figuras importantes ligadas ao novo mistério central.

Outro detalhe que chama atenção é que a produção mantém o clima pesado e silencioso que virou marca registrada da série. Quem gostou da atmosfera angustiante do primeiro ano provavelmente vai encontrar uma continuação ainda mais sombria.

Por que a série virou um fenômeno da Netflix?

Parte do sucesso de O Homem das Castanhas vem justamente da forma como ela foge do padrão das séries policiais tradicionais. Aqui, o suspense não depende apenas de ação ou violência explícita. O grande diferencial está no desconforto psicológico constante.

Além disso, o roteiro trabalha muito bem os personagens. Naia Thulin e Mark Hess não são investigadores “perfeitos”. Ambos carregam problemas pessoais, falhas emocionais e dificuldades familiares que tornam a história mais humana.

Resumo da novela A Terra Prometida 01/03/2024 sexta-feira

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Foto: Reprodução/ Internet

Confira abaixo o resumo completo do episódio da novela “A Terra Prometida” do dia 01/03/2024, sexta-feira. A exibição está programada para às 15h30, na Record TV. A trama, baseada em narrativas bíblicas, é obra de Renato Modesto, e traz um elenco estelar que inclui Sidney Sampaio, Thaís Melchior, Paloma Bernardi, Raphael Viana, Miriam Freeland, Rafael Sardão, Gabriel Gracindo, Maytê Piragibe, Guilherme Boury, Juliana Silveira, Igor Rickli e Beth Goulart nos papéis principais.

No resumo do capítulo da novela A Terra Prometida, Salmon posiciona-se diante da entrada da tenda de Raabe e confronta Melquias, desencadeando uma luta entre os dois. Nesse ínterim, Josué chega e ordena que a briga cesse imediatamente. Enquanto isso, Pedael e os saltimbancos enfrentam os soldados do rei, com a ajuda posterior de Orias e Kalu, que se unem aos hebreus. Josué instrui todos a retornarem às suas tendas e assegura que Raabe não será prejudicada. Kalu auxilia os saltimbancos a escaparem do palácio. Tirda, desconfiada, decide adiar seu retorno à tenda de Haniel. Enquanto brincam próximo ao acampamento, Lila e Gael descobrem o gigante caído. Josué determina que Raabe terá que provar sua inocência, enquanto Acã critica sua liderança. Salmon e Raabe se beijam, e Pedael expressa gratidão a Kalu e Orias na casa de Tiléia. Os saltimbancos partem rumo à saída da cidade, conseguindo escapar do reino de Ai antes que os guardas sejam alertados. Yussuf fica furioso ao saber da fuga dos espiões hebreus e Durgal ordena a execução dos soldados enganados. Salmon afirma ter um plano para provar a inocência de Raabe, enquanto os hebreus prendem o gigante encontrado por Lila e Gael. Abel entrega a roupa do Soldado Mascarado para Samara.

Ainda na novela A Terra Prometida, Darda é convocada para cuidar dos ferimentos do gigante, e Otniel pede para ela declarar que Talmal é uma criatura benigna. Acã e seus filhos se incomodam com as pulgas em sua tenda, enquanto Samara revela a Léia o sucesso do plano. Yussuf ameaça fazer mal a Ula e Melina concorda em obedecer às ordens do general para proteger a mãe. Yana se emociona com a relação entre Quenaz e Otniel. Aruna expressa sua repulsa a pais que abandonam seus filhos, e Samara revela a Tobias a identidade de Aruna como o Soldado Mascarado. Darda cuida dos ferimentos do gigante, enquanto Samara instiga Tobias a se vestir como o Soldado Mascarado para manipular Josué contra Aruna. O Monstro hebreu se recusa a participar do plano. Salmon procura Josué com um plano para inocentar Raabe, e Yana desabafa com Darda sobre o comentário de Aruna. Melquias fica surpreso ao ver Raabe em sua tenda, e Kira se incomoda ao ver Arauto beijando Tiléia. Os saltimbancos chegam ao acampamento, e o gigante desperto clama para ser libertado. Raabe solicita um momento a sós com Melquias, onde confronta suas ações, e Josué, Calebe e Salmon revelam-se, expondo a verdade sobre Melquias.

O resumo da novela A Terra Prometida é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.