Tela de Sucessos desta sexta (11) traz ação e humor com Jackie Chan em Fora do Rumo

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Se a sua sexta-feira pede um filme que mistura muita ação, adrenalina e humor na medida certa, já pode preparar a pipoca! Nesta sexta, 11 de julho de 2025, a Tela de Sucessos do SBT traz Fora do Rumo, um longa que une o melhor de dois mundos: o estilo marcante do mestre das artes marciais Jackie Chan e as trapalhadas irreverentes do ator e comediante Johnny Knoxville.

Leia a sinopse do filme

No filme, Jackie Chan vive Bennie Black, um detetive durão de Hong Kong que está numa missão pessoal. Depois da morte do parceiro, ele faz de tudo para encontrar o responsável. A situação fica ainda mais tensa quando a jovem que ele criou, filha de um amigo próximo, é sequestrada por criminosos. Para salvar essa garota e colocar um fim na ameaça que ronda sua vida e sua carreira, Bennie precisa formar uma dupla nada convencional com Connor Watts — interpretado por Johnny Knoxville, o famoso do reality Jackass. Connor é um apostador norte-americano atrapalhado e nada confiável, o tipo de parceiro que coloca ainda mais fogo no parquinho.

Direção e elenco

Dirigido por Renny Harlin, conhecido por filmes de ação como Duro de Matar 2, o longa traz cenas eletrizantes de luta, perseguições de tirar o fôlego e uma boa dose de humor que quebra a tensão, garantindo um ritmo leve e divertido do começo ao fim.

Além dos protagonistas, o elenco conta com a presença de Fan Bingbing, que interpreta Samantha, uma personagem fundamental na trama; Eric Tsang no papel de Yung, e Eve Torres como Dasha. A história ainda é enriquecida com atuações de Winston Chao, Yeon Jung-hoon, Michael Wong e outros nomes que completam essa aventura cheia de perigos, emoção e algumas surpresas.

Para quem gosta de ação misturada com comédia, Fora do Rumo é um prato cheio. A dinâmica entre o durão Jackie e o atrapalhado Johnny cria momentos hilários e inesperados, enquanto o enredo entrega aquela boa dose de adrenalina típica dos filmes de perseguição e investigação.

Onde posso assistir?

E se você não quiser esperar a exibição na TV, pode assistir Fora do Rumo quando quiser nas plataformas de streaming Amazon Prime Video e Max — basta ser assinante para entrar nessa jornada cheia de reviravoltas e tiroteios.

Quilos Mortais desta sexta (11) traz a comovente batalha de Mercedes contra o peso e os fantasmas do passado

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Nesta sexta-feira, 11 de julho, às 22h45, o programa Quilos Mortais traz à tona o drama e a luta pela sobrevivência de Mercedes, uma mulher de 37 anos que vive uma rotina marcada pela dependência total devido ao seu peso que ultrapassa os 350 quilos. Sem conseguir sair da cama, Mercedes depende da filha mais velha para as tarefas domésticas, de uma cuidadora para a higiene pessoal, além do apoio diário do ex-marido e do irmão para a alimentação.

Trauma na infância e consequências na vida adulta

Segundo relatos, o quadro de obesidade severa de Mercedes está diretamente ligado a uma série de traumas enfrentados ainda na infância, que contribuíram para o desenvolvimento do quadro clínico. Cansada das limitações e das dores constantes, ela busca a ajuda do renomado Dr. Nowzaradan, especialista em cirurgias bariátricas, para tentar retomar o controle de sua vida.

Desafios físicos e emocionais antes da cirurgia

O episódio revela, no entanto, que o caminho até a cirurgia não é simples. Além dos obstáculos físicos, Mercedes enfrenta um desafio emocional e psicológico: manter o comprometimento necessário para seguir o plano de tratamento, fundamental para a perda de peso segura e eficaz.

O futuro de Mercedes em jogo

O programa acompanhará o processo de acompanhamento médico e psicológico da paciente, questionando se ela conseguirá superar as dificuldades, perder peso e dar uma nova chance para sua vida, ou se a autossabotagem impedirá sua recuperação.

Jumanji – Bem-Vindo à Selva invade a Temperatura Máxima deste domingo (13)

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Se você é fã de filmes que misturam ação eletrizante, boas risadas e personagens improváveis, anote na agenda: o filme da Temperatura Máxima deste domingo, dia 13 de julho de 2025, é Jumanji: Bem-Vindo à Selva — um sucesso absoluto de bilheteria e um reboot cheio de energia de um clássico dos anos 90.

A trama: adolescentes dentro do videogame

Na trama, quatro adolescentes descobrem um antigo videogame e, ao ligarem o console, são literalmente transportados para dentro da selva de Jumanji, assumindo os corpos de avatares que não têm nada a ver com suas personalidades reais. Para escaparem desse universo selvagem, precisarão completar uma missão cheia de armadilhas, animais perigosos e vilões — tudo com muitas reviravoltas e bom humor.

Elenco de peso e personagens inesquecíveis

O elenco é um dos pontos altos da produção, reunindo nomes de peso em papéis inusitados e divertidos. Dwayne Johnson (Velozes & Furiosos, Adão Negro, Moana) interpreta o avatar de Spencer, um nerd que se vê preso no corpo de um herói musculoso. Jack Black (Escola de Rock, Kung Fu Panda, O Amor é Cego) dá um show como a versão masculina de uma adolescente popular — e sim, está hilário. Kevin Hart (Policial em Apuros, Central de Inteligência, Opa! Cadê o Noé?) vive um avatar impaciente e cheio de tiradas cômicas. Karen Gillan (Guardiões da Galáxia, Doctor Who, Nebulosa no MCU) é a destemida Ruby Roundhouse, que une dança, luta e um charme geek irresistível.

Completam o elenco Rhys Darby (Flight of the Conchords, What We Do in the Shadows), como o guia excêntrico do jogo, com seu humor nonsense e sotaque inconfundível; Alex Wolff (Hereditário, O Sol Também é uma Estrela), como o verdadeiro Spencer no mundo real; e Nick Jonas (Camp Rock, Scream Queens, Jonas Brothers), que surge como um jogador perdido — e peça-chave para o desfecho da trama.

Onde assistir: TV Globo e streaming

Se você quiser rever o filme depois da exibição na Globo ou continuar a maratona, Jumanji: Bem-Vindo à Selva também está disponível nas plataformas digitais. Ele pode ser assistido na Netflix, para quem é assinante, ou alugado no Prime Video, com preços a partir de R$ 11,90. Seja na TV ou no streaming, a selva de Jumanji promete uma aventura eletrizante para a sua tarde de domingo.

Globo Repórter de hoje (11) viaja ao coração selvagem da África e revela o teatro invisível do Delta do Okavango

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Sexta-feira é dia de travessia. E hoje, 11 de julho, o Globo Repórter não só cruza oceanos, mas também atravessa os limites da natureza como raramente se vê na TV aberta. Com exclusividade no Brasil, a atração exibe uma superprodução da BBC sobre o Delta do Okavango, em Botswana — um dos últimos redutos verdadeiramente selvagens do planeta, onde cada gota d’água dita o destino de leões, antílopes e guepardos.

Durante seis meses, documentaristas se misturaram à poeira, ao calor, às sombras e ao instinto. Com lentes que enxergam o invisível e paciência que beira a devoção, eles flagraram rituais de caça, nascimentos, disputas silenciosas e alianças improváveis. Tudo isso, em um cenário que se transforma o tempo todo — como se a própria terra respirasse com pulmões gigantes.

Um ecossistema onde o tempo não tem pressa (mas os felinos, sim)

No Okavango, cada estação vira outro planeta. Quando as cheias chegam, aquilo que parecia deserto vira uma espécie de miragem real: um labirinto aquático repleto de cores, cheiros e presas. Quando a seca domina, o chão racha, e os animais precisam reaprender a sobreviver com o mínimo. Não há pausa. Não há conforto. Só a necessidade de continuar.

É nesse cenário que o programa mostra os felinos em sua forma mais crua — não como monstros, nem como mitos —, mas como mães, caçadores, filhotes e sobreviventes. As leoas, por exemplo, são vistas protegendo os pequenos em clareiras frágeis, enquanto o guepardo dispara como se o tempo corresse junto com ele. E corre.

As imagens — captadas com câmeras térmicas de última geração — mostram o que os olhos humanos não veem: o calor de um corpo em fuga, o silêncio que antecede o bote, a sinfonia dos bichos que só tocam de madrugada.

Água que salva, fogo que ameaça

Entre os grandes momentos do episódio está o contraste brutal entre o ciclo das inundações e o avanço das queimadas. A água, quando chega, parece milagre. Forma lagos temporários, chama de volta espécies migratórias, reveste de verde o que era cinza. Já o fogo, acelerado pelas mudanças climáticas, engole territórios, expulsa filhotes e silencia cantos. O documentário não foge dessa tensão: mostra que a natureza é maravilhosa — e frágil.

Não é só um documentário. É uma carta de amor (e alerta)

O Globo Repórter desta sexta vai além do retrato visual. Ele é quase um poema audiovisual sobre a beleza bruta da vida, feito com esmero, paciência e senso de urgência. Urgência para olhar, para entender, para proteger. Enquanto muita gente corre para os centros urbanos atrás de conexão, o programa convida a se desconectar do barulho humano — e ouvir o que diz a terra, o rio e o rugido ao longe.

Chitãozinho & Xororó, Chico Chico e Ritchie são os destaques de um Altas Horas que mistura gerações e estilos

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Sabe quando dois mundos colidem e o resultado é pura harmonia? Neste sábado (12 de julho), o Altas Horas vira palco de um encontro improvável — e absolutamente necessário — entre o rock nacional e o sertanejo de raiz (com distorção, sim senhor!). Sob o comando sempre atento e apaixonado de Serginho Groisman, a atração propõe mais que um crossover musical: uma viagem entre gerações, influências e histórias que explicam por que a música brasileira nunca se limita a um só estilo.

Guitarra na roça: o dia em que Evidências virou rock rural

É impossível falar de fusão sem citar Chitãozinho & Xororó, que, muito antes do sertanejo universitário, já flertavam com arranjos ousados. “Foi procurando um som mais pesado que chegamos à gravação de ‘Evidências’”, entrega Chitãozinho, como quem solta sem querer um segredo de Estado. A dupla, sempre afinada, leva ao palco sucessos que dispensam legenda — Fogão a Lenha, Sinônimos — e, de quebra, passa o bastão para os filhos Enrico e Allison, que não só carregam o DNA, como imprimem personalidade. Um no teatro, o outro navegando entre country e rock, os dois provam que tradição e reinvenção podem, sim, dividir o mesmo palco.

Quando a MPB veste couro e a guitarra chora moda de viola

Se você acha que Vanessa da Mata é feita só de suavidade, prepare-se para uma versão roqueira (e inédita) de Vá pro Inferno com Seu Amor, com direito a distorção e homenagem aos sertanejos que embalam corações há décadas. No backstage, uma confissão: Mick Jagger já assistiu a um de seus shows. E ela jura que estava mais nervosa com isso do que no palco do Altas Horas.

Chico Chico, com seu timbre rasgado e herança de Cássia Eller, presta tributo a Rita Lee com a bela Menino Bonito, e deixa claro: ele não está ali só pelo sobrenome — é talento bruto mesmo. E como se não bastasse, temos a beleza do contraste entre o folk de Tiago Iorc e a voz potente de Paula Fernandes, que relembra sua fase roqueira nos bares com covers de Alanis Morissette (!) e até Iron Maiden (!!).

Punk de raiz e pop sem frescura: a playlist ao vivo que você não sabia que queria

Dos becos do punk dos anos 80 para o palco mais eclético da televisão, Clemente (Inocentes e Plebe Rude) mostra que o rock brasileiro tem memória e discurso. Em uma aula-relâmpago de história musical, ele conecta Patife Band ao sertanejo com naturalidade, e canta Flores como quem sabe de onde veio — e pra onde vai.

Beto Bruno (Cachorro Grande) e Egípcio (Tihuana) representam os roqueiros com rodagem e estrada. Em comemoração aos 25 anos de seus grupos, ambos antecipam o clima das turnês, com direito a tributo a Erasmo Carlos e promessas de shows cheios de energia no The Town.

Ritchie, o gringo mais brasileiro do pop nacional, revive Menina Veneno e surpreende com sua declaração de amor à country music — e ao sertanejo, que segundo ele, “tem todo o sabor do interior com alma universal”.

Quando a lembrança canta mais alto: Chorão eterno no Memória Altas Horas

E pra fechar, aquele nó na garganta que vem com carinho: o quadro Memória Altas Horas relembra participações emblemáticas do Charlie Brown Jr. e de Chorão, com imagens raras e momentos que provam por que ele ainda ecoa em tantas playlists, tatuagens e refrões gritados com o coração.

O Brasil tem muitos ritmos. O Altas Horas tem todos eles.

O programa deste sábado não é só um show. É uma aula — de história, de música e de afeto. É sobre guitarras que choram ao lado de violas, sobre gerações que se encontram pelo som, e sobre como o palco de Serginho Groisman continua sendo o lugar onde todo mundo cabe.

No Caldeirão com Mion, Mateus Solano embarca em uma viagem divertida à infância

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Depois de meses de ensaios, arranhando as notas mais altas e afinando os corações, chegou o momento que todo mundo aguardava: a final da primeira temporada do Caldeirão de Vozes vai rolar neste sábado, dia 12 de julho! Segure o coração e afine a garganta, porque os corais Villa Voice e Coral Livre vão se enfrentar numa disputa que promete fazer até o palco tremer — e, claro, levar para casa o cobiçado título de melhor grupo vocal do Brasil, junto com o prêmio de 100 mil reais.

Mas aqui não é só sobre técnica — é sobre histórias que emocionam, superações que inspiram e aquele amor pela música que já conquistou jurados de peso como o maestro Marconi Araújo, a diva Zizi Possi e o fenômeno Edson Cordeiro. Eles vão estar de ouvidos atentos, prontos para sentir cada vibração, cada arrepio, e definir quem vai brilhar no pódio!

Além da música: bate-papo pra lá de especial com Mateus Solano no “Por Que, Mion?”

E se você pensa que o sábado vai ser só vozeirão, se prepara! O Caldeirão é mesmo um caldeirão — cheio de ingredientes variados e gostosos. No quadro Por Que, Mion?, o apresentador recebe o ator Mateus Solano para um papo leve, divertido e cheio de surpresas.

As perguntas das crianças, curiosas e sinceras, vão levar Solano para uma viagem à infância, essa fase mágica que é combustível para os sonhos e escolhas da vida. “Falar de infância é voltar para a raiz da imaginação, da ludicidade. É onde tudo começa”, conta o ator, que já dá um spoiler: “Tenho um pressentimento de que vai ser uma grande palhaçada. Vocês não podem perder!”

Então já sabe, né?

Neste sábado, sua missão é clara: sintonizar no programa e embarcar numa jornada de música, emoção e gargalhadas. Vem soltar a voz, se inspirar e se divertir com os finalistas do Caldeirão de Vozes e a energia contagiante do bate-papo com Mateus Solano. Prepare o coração, o fôlego e o sorriso — porque essa noite vai ficar na memória!

Conversa com Bial desta sexta (11): Drauzio Varella revela o que a medicina ensina sobre a vida e a escrita

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Na madrugada desta sexta-feira, 11 de julho de 2025, o “Conversa com Bial” traz para o seu palco um dos maiores nomes da medicina e da literatura do Brasil: o renomado médico e escritor Drauzio Varella.

“A medicina implica em você tentar entender o outro”

Com a experiência de décadas dedicadas à medicina, o entrevistado d anoite reflete sobre o ofício que vai muito além de diagnósticos e tratamentos: “A medicina implica em você tentar entender o outro”, afirma. Esse olhar atento para a complexidade humana, segundo ele, pode ser uma das razões pelas quais tantos médicos que escrevem acabam se tornando bons escritores, capazes de traduzir as nuances da vida em palavras.

Novo livro

Durante a conversa, Drauzio apresenta seu mais recente lançamento literário, “O Sentido das Águas: histórias do Rio Negro”. A obra reúne relatos e reflexões inspirados na região amazônica, trazendo à tona histórias humanas e naturais que mostram a força e a delicadeza do Rio Negro e de seus povos.

Não perca essa entrevista inspiradora, que mistura ciência, literatura e humanidade, nesta sexta-feira, às 23h30, no GNT, na TV Globo, e no GloboPlay. Uma oportunidade para mergulhar na mente e no coração de Varella e entender por que sua visão médica também é uma janela para o mundo da escrita.

O Sentido das Águas: histórias do Rio Negro

Imagine um livro que é quase um convite para sentir na pele a imensidão da floresta amazônica, o sussurrar das águas escuras e o pulsar dos povos que vivem em harmonia com esse cenário. O Sentido das Águas é exatamente isso — uma viagem que vai muito além da geografia, trazendo o rio Negro à vida em todas as suas cores, sons e mistérios. Com mais de 1.200 quilômetros de extensão, suas águas âmbar refletem as copas das árvores e o céu, criando um espetáculo onde a natureza parece dançar entre o real e o encantado. Por meio de relatos colhidos ao longo de 30 anos, Varella nos conduz por histórias vibrantes e cheias de alma, onde a floresta não é só pano de fundo, mas protagonista, assim como as gentes que a habitam, carregando saberes, crenças e uma cultura que pulsa forte como as próprias águas do rio.

Conheça mais sobre o convidado

Ele não é só um médico; é um contador de histórias da vida real, um explorador da condição humana que há décadas busca entender o outro — seja nos corredores frios de hospitais ou nos cantos remotos da Amazônia. Nascido em São Paulo em 1943, e formado pela USP, ele fez da medicina um caminho para a empatia e o olhar sensível. Sua trajetória inclui trabalhos em hospitais, prisões e centros de detenção, onde escutou e deu voz a quem muitas vezes foi invisível. Além de médico, é um escritor que transforma vivências em narrativas impactantes, como no premiado Estação Carandiru. Em O Sentido das Águas, Drauzio se transforma em um viajante das palavras e dos sentidos, revelando que entender a vida passa também por aprender a enxergar o mundo com curiosidade e respeito — afinal, para ele, a medicina é um exercício constante de humanidade.

Qual horário será exibido?

Sob a apresentação de Pedro Bial, a entrevista será exibida às 23h30 no GNT, na TV Globo, logo após o Jornal da Globo, e também ficará disponível para streaming a qualquer momento no GloboPlay.

Sabadou com Virgínia deste sábado (12) entra no ritmo do pagode com Alexandre Pires, Amaral e Duda Nagle

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Se você acha que já sabe o que é um sábado perfeito, segura essa: o Sabadou com Virgínia deste sábado, 12 de julho de 2025, está preparado para redefinir o conceito de “fim de semana ideal”. Com convidados que misturam música, futebol e inspiração, o programa chega chegando e promete fazer você rir, emocionar e até dançar na sua sala.

Alexandre Pires: o cantor que conquistou o Brasil e surpreende com histórias inéditas

A energia contagiante de Alexandre Pires é a primeira a tomar conta do palco. O vocalista que embalou romances e festas ao longo de décadas abre o coração e revela um lado pouco conhecido: o jovem tímido que só decolou na carreira graças a um empurrãozinho especial da mãe. Momentos emocionantes e revelações inéditas vão fazer você ver o artista de um jeito que nem imaginava.

Além disso, Alexandre traz na bagagem o projeto que vem conquistando fãs de todas as idades: o Pagonejo Bão, uma mistura arretada de pagode com sertanejo que une estilos e gerações com uma naturalidade que só a música brasileira sabe fazer.

Amaral e o futebol que faz rir: entre gols e histórias que parecem roteiro de comédia

Quem disse que futebol é só bola na rede? Amaral, ex-jogador e colecionador oficial de causos hilários, promete virar o jogo com seu humor afiado. Prepare-se para rir com histórias que parecem ter saído de um filme, como o famoso “exame médico comédia” e o lendário “cocô congelado” que virou piada interna da turma do campo — sim, você leu certo e não vai querer perder essa!

Duda Nagle: coragem, emoção e a missão de inspirar

Para fechar a noite com chave de ouro, o ator e comunicador Duda Nagle chega com uma conversa inspiradora. Ele vai contar como enfrentou uma luta contra o campeão Popó sem piscar e dividir seu propósito de ajudar as pessoas a superarem a timidez, sempre com uma dose generosa de otimismo e sorrisos. Um papo que vai contagiar você a encarar os próprios medos com mais leveza.

“Ninguém Pode Saber”, de Hirokazu Koreeda, estreia com exclusividade na Reserva Imovision — e parte o coração com delicadeza

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Na última quinta-feira (10), a Reserva Imovision ampliou seu acervo de grandes obras do cinema asiático com a estreia exclusiva de “Ninguém Pode Saber”, filme do renomado diretor japonês Hirokazu Koreeda. Reconhecido internacionalmente por retratar relações familiares com profundidade e sensibilidade, Koreeda apresenta aqui um de seus trabalhos mais tocantes — e também mais impactantes.

Lançado em 2004 e inspirado em um caso real, o longa acompanha a trajetória de quatro irmãos que vivem escondidos em um apartamento modesto de Tóquio, cada um com um pai diferente. Após o repentino desaparecimento da mãe, que deixa apenas um bilhete e uma pequena quantia de dinheiro, o filho mais velho assume a responsabilidade de cuidar dos irmãos menores. A partir desse ponto, o filme constrói uma narrativa silenciosa, delicada e profundamente comovente sobre abandono, amadurecimento precoce e sobrevivência infantil à margem da sociedade.

🎥 Um olhar íntimo e preciso sobre realidades invisíveis

Fiel ao estilo de Koreeda, Ninguém Pode Saber evita o melodrama e aposta na sutileza para explorar temas como negligência parental, vínculos afetivos e resiliência. A condução do diretor é contida e elegante, permitindo que a dor e a ternura dos personagens se revelem nos pequenos gestos, nos silêncios e nas rotinas.

Com este lançamento, a Reserva Imovision reforça sua curadoria focada em obras autorais e de impacto emocional, valorizando o cinema que propõe reflexão e diálogo com a realidade social.

🎞 Uma filmografia essencial

Com a adição de Ninguém Pode Saber, o catálogo da plataforma passa a contar com sete títulos de Hirokazu Koreeda, sendo cinco deles com exclusividade na Reserva Imovision. A seleção contempla diferentes fases da carreira do diretor, incluindo obras premiadas e queridas pela crítica: Monster, Assunto de Família, Pais e Filhos, Depois da Vida (lançado na semana passada) e outros dois títulos que completam o panorama da filmografia do cineasta.

Earthion no modo espera: versão para consoles é adiada para setembro, mas ainda vem aí em 16-bits gloriosos

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Se você é fã de shmups retrô, com aquela vibe deliciosa de 16-bits e trilha sonora que bate forte na nostalgia, já deve estar de olho em Earthion — o novo shooter espacial da Ancient Corp. (sim, do lendário Yuzo Koshiro!) que promete reviver os tempos de ouro dos fliperamas diretamente no seu console ou PC.

Mas calma aí, piloto interestelar: tem novidade no radar.

A Limited Run Games e a Ancient Corp. anunciaram nesta sexta-feira que a versão digital de Earthion para consoles (Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox Series S|X) foi oficialmente adiada para setembro. A data exata ainda está em segredo, mas já sabemos: vai demorar um pouquinho mais pra gente sair metralhando alienígenas do sofá de casa.

🎮 E no PC, tá tudo certo?

Tá sim! A versão para Steam continua confirmadíssima para o dia 31 de julho, então os jogadores de PC ainda poderão se aventurar pelas galáxias pixeladas sem interrupções. Quem não tiver paciência pra esperar os consoles, já sabe pra onde correr.

🛸 Mas por que o atraso?

Segundo as desenvolvedoras, o adiamento é necessário pra dar aquele polimento final. Afinal, Earthion não é só mais um joguinho retrô — ele é uma carta de amor aos clássicos, e os estúdios querem garantir que o jogo seja entregue do jeitinho certo em todas as plataformas. Em outras palavras: melhor esperar um pouco do que receber com bug.

A LRG e a Ancient Corp. aproveitaram pra agradecer a galera que tá na ansiedade (sim, a gente) e pediram compreensão. E vamos ser sinceros: com o pedigree que esse jogo carrega, a gente aguenta mais um pouquinho, né?

📦 O que esperar de Earthion?

  • Gráficos em 16-bit com aquele charme retrô que aquece o coração
  • Ação frenética de shooter side-scroll
  • Trilha sonora assinada pelo mestre Yuzo Koshiro (o cara por trás de Streets of Rage)
  • Um design old-school, mas com refinamento moderno

Ou seja: tudo o que a gente queria num retorno às raízes do gênero — só que agora com suporte widescreen e save automático.

📅 Recapitulando:

🖥 Versão PC (Steam): chega dia 31 de julho de 2025
🎮 Versões para consoles: adiadas para setembro (data exata a definir)

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