Confira o filme que será exibido nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, na Sessão da Tarde da TV Globo

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A TV Globo leva mais magia e leveza para a programação da Sessão da Tarde desta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, com a exibição de “Fada Madrinha”, comédia fantástica lançada originalmente em 2020. O longa é uma opção leve e divertida para quem busca uma história encantadora sobre autoconfiança, amizade e a importância de acreditar em si mesmo.

Intitulado originalmente Godmothered, o filme acompanha Eleanor, uma jovem fada madrinha ainda em treinamento que descobre que sua profissão está ameaçada de extinção. Determinada a provar que as fadas ainda são necessárias no mundo moderno, ela decide agir por conta própria e atender ao pedido de ajuda de uma garota cuja solicitação foi ignorada.

O problema é que o pedido não é recente. Ao chegar ao “mundo real”, Eleanor descobre que a menina em questão cresceu. Mackenzie, agora adulta, é uma mãe viúva que perdeu a fé em finais felizes e vive sobrecarregada com responsabilidades. A partir desse encontro improvável, nasce uma jornada repleta de situações inusitadas, lições de vida e momentos de humor.

No papel da fada aprendiz está Jillian Bell, que conduz a personagem com carisma e ingenuidade encantadora. Já Isla Fisher interpreta Mackenzie, equilibrando emoção e leveza em uma atuação que dialoga tanto com o público infantil quanto com os adultos. O elenco ainda conta com nomes como Jane Curtin e June Squibb.

A direção é assinada por Sharon Maguire, conhecida por trabalhos que combinam humor e sensibilidade. O roteiro foi escrito por Kari Granlund e Melissa Stack, trazendo uma abordagem contemporânea ao clássico conceito das fadas madrinhas e questionando o que realmente significa ter um “final feliz” nos dias atuais.

Produzido pela Walt Disney Pictures, o longa foi desenvolvido a partir de 2019, com filmagens realizadas em Boston no início de 2020. O lançamento aconteceu diretamente no Disney+, em dezembro daquele ano, período em que muitas produções migraram para o streaming.

Além do elenco original, a versão exibida na televisão brasileira conta com dublagem de vozes conhecidas do público, como Patrícia Scalvi, Priscilla Concepcion, Sylvia Salustti e Rosa Maria Baroli, garantindo familiaridade e conexão para quem acompanha animações e produções da Disney no país.

O que esperar do filme?

A história aposta fortemente no contraste entre fantasia e realidade. De um lado, há o mundo encantado das fadas madrinhas, repleto de regras antiquadas e ideias tradicionais sobre “felizes para sempre”. Do outro, está o cotidiano corrido e imperfeito de uma mulher real, que enfrenta trabalho, maternidade e frustrações pessoais. Esse choque de universos gera momentos cômicos, mas também reflexões sobre expectativas irreais e a pressão para corresponder a um ideal romântico.

Outro ponto que o público pode esperar é uma protagonista carismática e desajeitada. A fada em treinamento não é perfeita, não domina completamente seus poderes e comete erros ao tentar ajudar. Essa imperfeição torna a narrativa mais humana e acessível, principalmente para as crianças, que enxergam nela alguém em processo de aprendizado. Ao mesmo tempo, os adultos se identificam com a personagem que perdeu a fé nos finais felizes e precisa redescobrir sua própria força.

Visualmente, é possível esperar uma estética vibrante, com figurinos marcantes e efeitos especiais que reforçam o clima fantasioso sem exageros. A direção de Sharon Maguire privilegia o tom acolhedor, mantendo o ritmo dinâmico e acessível para todas as idades.

Trailer de “Todo Mundo em Pânico 6” é exibido com exclusividade nas sessões de “Pânico 7” nos cinemas

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Quem entrou recentemente em uma sessão de Pânico 7 pode ter sido surpreendido por algo além dos sustos e da tensão: gargalhadas inesperadas ecoando pela sala. Isso porque a família Wayans decidiu lançar o primeiro trailer de Todo Mundo em Pânico 6 de forma nada convencional — exclusivamente nas exibições do novo capítulo da franquia de terror. Ainda não há versão oficial disponível na internet, o que transformou a prévia em uma espécie de “experiência secreta” para quem está no cinema.

E, ao que tudo indica, a estratégia deu certo.

Vídeos gravados discretamente dentro das salas começaram a circular nas redes sociais, mostrando plateias reagindo com risadas altas e espontâneas. O clima lembra o início dos anos 2000, quando ir ao cinema para assistir a uma comédia significava compartilhar a experiência coletiva do riso — algo que se tornou cada vez mais raro na era do streaming.

Entre as principais referências vistas no teaser estão momentos inspirados no impactante Pecadores, na boneca tecnológica e perturbadora de M3GAN, além de piscadelas para produções como A Hora do Mal e o angustiante Um Lugar Silencioso. A proposta parece clara: atualizar o repertório da franquia, mirando no terror contemporâneo que domina as bilheterias e as conversas nas redes.

Marlon Wayans, que estrela e coescreve o novo filme, entrou na brincadeira. Em um vídeo publicado recentemente, ele aparece acompanhando a exibição do trailer no cinema e ironiza: diz estar “filmando ilegalmente” o próprio teaser enquanto observa as reações do público. A cena é divertida, mas também simbólica. Mostra que o retorno da família Wayans não é apenas comercial — existe ali um envolvimento pessoal, quase afetivo, com a franquia que eles ajudaram a transformar em fenômeno cultural.

A trama de Todo Mundo em Pânico 6 ainda está sendo mantida em sigilo. Mas, historicamente, a essência da saga nunca foi exatamente a complexidade narrativa — e sim a capacidade de transformar os maiores sucessos do terror em piadas exageradas, cenas absurdas e situações constrangedoras que desafiam qualquer lógica.

O fenômeno que nasceu da paródia

Para entender a expectativa em torno do novo capítulo, é impossível não revisitar o impacto do primeiro filme. Todo Mundo em Pânico estreou em 2000 como uma resposta direta ao sucesso de Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. O terror adolescente estava em alta, e os Wayans enxergaram ali uma oportunidade perfeita para brincar com os clichês do gênero.

Dirigido por Keenen Ivory Wayans e escrito por Marlon Wayans e Shawn Wayans, o longa misturava humor físico, referências diretas e um roteiro que não tinha medo de ser exagerado. A história acompanhava um grupo de adolescentes que, após um acidente fatal, passa a ser perseguido por uma figura mascarada — uma versão escancaradamente caricata do assassino Ghostface.

O elenco também marcou época, com nomes como Anna Faris e Regina Hall, que se tornaram rostos emblemáticos da franquia. O sucesso foi estrondoso: produzido com orçamento modesto, o filme arrecadou cerca de US$ 278 milhões no mundo todo, consolidando-se como uma das comédias mais lucrativas daquele ano.

Mas o que realmente fez diferença foi o timing. O longa não apenas zombava do terror, mas também dialogava com a cultura pop dos anos 1990. Referências a Halloween, O Iluminado, Sexta-Feira 13, O Sexto Sentido, A Bruxa de Blair e até Matrix mostravam que a proposta era abraçar o exagero sem pedir desculpas.

A franquia seguiu com mais quatro sequências, mas, com o tempo, perdeu parte da identidade original — especialmente após o afastamento criativo dos Wayans. O último filme, lançado em 2013, teve recepção morna e deixou no ar a sensação de que talvez o ciclo tivesse se encerrado.

Nostalgia ou reinvenção?

É justamente por isso que Todo Mundo em Pânico 6 desperta tanto interesse. O retorno da família Wayans representa, para muitos fãs, uma tentativa de resgatar a essência que fez o primeiro filme funcionar. Mas o desafio é grande: o humor mudou, o público mudou, e o próprio terror se reinventou.

Hoje, o gênero vive uma fase marcada por produções mais densas, simbólicas e tecnológicas. A paródia precisa acompanhar essa evolução sem perder o frescor. Transformar fenômenos recentes em sátira exige não apenas criatividade, mas também sensibilidade para entender o que realmente marcou o público.

Crítica – “Pânico 7” tropeça no próprio legado e entrega o desfecho mais fraco da franquia

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Depois de décadas transformando a máscara de Ghostface em símbolo máximo do terror metalinguístico, a franquia chega ao seu capítulo mais problemático com Pânico 7. O retorno de Sidney Prescott, novamente interpretada por Neve Campbell, tinha tudo para ser um reencontro poderoso com as origens da saga. Em vez disso, o que se vê é um filme que oscila entre a nostalgia fácil e decisões criativas que enfraquecem perigosamente o próprio mito que tenta sustentar.

A premissa é promissora. Um novo Ghostface surge para atormentar Sidney, agora vivendo em uma cidade pacata e dedicada à criação da filha. A ameaça deixa de ser apenas pessoal e passa a atingir diretamente sua família, elevando o conflito emocional. O roteiro sugere que este será o confronto definitivo com os traumas do passado. Porém, a execução raramente alcança a profundidade que a ideia promete.

A tentativa de atualizar o terror com elementos contemporâneos, como deepfakes, sistemas de segurança e vigilância digital, parece mais um recurso superficial do que uma real reinvenção narrativa. A tecnologia é usada como enfeite temático, mas não é explorada com inteligência suficiente para gerar tensão consistente. Em vários momentos, ela surge como solução conveniente ou como desculpa para reviravoltas pouco orgânicas.

O longa também aposta na nostalgia como muleta. Personagens antigos retornam, referências se acumulam e o discurso sobre legado é repetido à exaustão. O problema é que essa reverência ao passado não vem acompanhada de novas ideias à altura. A franquia sempre foi conhecida por brincar com as regras do slasher e subverter expectativas. Aqui, a sensação é de repetição. Dois assassinos sob a máscara, motivações mirabolantes e um jogo de suspeitas que parece reciclado de capítulos anteriores.

Durante boa parte da projeção, o filme até consegue prender a atenção. A condução é ágil e há sequências violentas bem coreografadas, mantendo a tradição sangrenta da série. No entanto, o ritmo é irregular. Personagens se deslocam de um ponto a outro com conveniência quase sobrenatural quando a trama precisa acelerar, mas tornam-se inexplicavelmente lentos quando o suspense exige tensão gradual. Essas falhas de continuidade quebram a imersão e evidenciam descuidos estruturais.

A direção de Kevin Williamson demonstra domínio do universo que ajudou a criar, mas encontra dificuldade em fechar a própria proposta. A constante tentativa de enganar o público, multiplicando pistas falsas e suspeitos descartáveis, acaba diluindo o impacto da revelação. Em vez de surpreender, o filme cansa.

E é no desfecho que “Pânico 7” realmente desmorona. Depois de preparar o terreno para um confronto grandioso com o legado de Ghostface, a revelação dos vilões soa desproporcional ao que foi sugerido. As motivações beiram o absurdo e não sustentam o peso dramático que a narrativa tenta impor. O clímax, que deveria ser catártico, torna-se anticlimático e frustrante. A sensação é de que todas as possibilidades já foram exploradas, reutilizadas e esgotadas.

O resultado é o final mais frágil da franquia. Não por falta de sangue ou de reviravoltas, mas pela ausência de impacto real. O terror sempre foi eficaz quando conseguia equilibrar crítica ao gênero, suspense genuíno e personagens carismáticos. Aqui, sobra autoconsciência e falta frescor.

“Pânico 7” ainda oferece entretenimento momentâneo e algumas sequências intensas, mas evidencia que a saga pode ter entrado em um ciclo de desgaste criativo. Quando a maior surpresa de um filme é perceber que ele já não consegue surpreender, talvez seja hora de questionar se o legado está sendo honrado ou apenas prolongado por insistência.

Disney confirma “Zombies 5” e inaugura nova fase da franquia com vampiros e mudança de protagonistas

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A cidade fictícia de Rayburn está prestes a enfrentar mais um desafio sobrenatural — e musical. A Disney confirmou oficialmente a produção de Zombies 5, quinto capítulo da franquia que se tornou um dos maiores fenômenos teen do estúdio nos últimos anos. Com lançamento previsto para o verão de 2027 no Disney Channel dos Estados Unidos e estreia mundial no Disney+, o novo longa promete expandir o universo da saga ao introduzir sereias misteriosas em meio a uma paz ainda frágil entre vampiros e diúrnos.

A confirmação do projeto encerra meses de especulação entre fãs e consolida o sucesso contínuo da franquia, que começou explorando a convivência entre humanos e zumbis e evoluiu, ao longo dos anos, para um universo cada vez mais diverso e simbólico. Desta vez, porém, a principal novidade não está apenas nas criaturas que chegam à trama, mas também na transição de protagonismo.

Uma nova geração assume o centro da história

Os atores Malachi Barton e Freya Skye retornam como Victor e Nova, personagens apresentados anteriormente e que agora assumem o foco principal da narrativa. A mudança marca o início de uma nova fase para a franquia, que passa a acompanhar o amadurecimento desses jovens líderes em um cenário cada vez mais instável.

Os protagonistas originais, Milo Manheim e Meg Donnelly, não voltam a interpretar Zed e Addison nas telas. No entanto, continuam envolvidos no projeto como produtores executivos, ao lado de Skot Bright. A decisão reforça o compromisso do estúdio em manter a essência da franquia, mesmo diante da renovação do elenco principal.

Quem também retorna é Trevor Tordjman, reprisando o papel de Bucky, personagem que se tornou um dos favoritos do público e que ajuda a preservar a conexão com os primeiros filmes.

A trama: sereias ameaçam a harmonia em Rayburn

Ambientado após os acontecimentos de Zombies 4: Dawn of the Vampires — conhecido no Brasil como Zombies 4: A Era dos Vampiros — o novo filme mostra que a paz conquistada entre diúrnos (daywalkers) e vampiros está longe de ser definitiva.

Quando um grupo de sereias ferozes chega à cidade, Rayburn volta a mergulhar em incertezas. Essas novas criaturas trazem consigo uma canção sedutora e persuasiva, capaz de influenciar decisões e conquistar aliados. A harmonia construída com tanto esforço começa a balançar, colocando em risco o equilíbrio entre as espécies.

Victor e Nova precisam, então, unir forças mais uma vez para investigar as verdadeiras intenções das sereias e proteger o que foi conquistado. A narrativa mantém o tom característico da franquia: criaturas fantásticas servindo como metáforas para conflitos reais, como convivência, diferenças culturais e disputa por poder e influência.

Equipe criativa consolidada

A direção de Zombies 5 ficará novamente sob responsabilidade de Paul Hoen, vencedor do DGA e nome recorrente na franquia. Hoen também atua como produtor executivo, garantindo continuidade estética e narrativa.

O roteiro é assinado por David Light e Joseph Raso, que já contribuíram para capítulos anteriores da saga. A equipe criativa ainda conta com os roteiristas Chris Hazzard, Michael Fontana e Eydie Faye, ampliando as perspectivas dramáticas e musicais da história.

As coreografias, um dos pontos altos da franquia, serão comandadas por Dondraico Johnson, prometendo sequências de dança mais elaboradas e impactantes. A trilha sonora original ficará a cargo de Tom Howe, reforçando a identidade musical que sempre foi marca registrada da série.

Produção internacional e ambição visual

As filmagens começam em março de 2026, na Nova Zelândia, com previsão de término em junho do mesmo ano. A escolha do país como locação sugere que o filme pode explorar cenários naturais mais amplos e visualmente grandiosos — uma decisão que dialoga com a introdução das sereias e com a possibilidade de cenas ambientadas em regiões costeiras.

A aposta em uma produção internacional também indica que a Disney pretende elevar o padrão visual do projeto, mantendo o apelo televisivo, mas ampliando o escopo cinematográfico da franquia.

Um fenômeno que se reinventa

Desde o lançamento do primeiro filme, Zombies construiu uma base sólida de fãs ao combinar romance adolescente, trilhas contagiantes e mensagens sobre inclusão e diversidade. Cada novo capítulo adicionou uma camada diferente ao universo da história, usando criaturas sobrenaturais como metáforas para questões sociais contemporâneas.

A introdução das sereias representa mais um passo nessa evolução. Diferentemente dos conflitos físicos vistos em capítulos anteriores, a presença de uma “canção de sereia” sugere uma narrativa que pode explorar manipulação emocional, persuasão e influência coletiva — temas que dialogam diretamente com o universo jovem e digital.

Ao mesmo tempo, a transição de protagonistas permite que a franquia continue relevante para um público que cresce e muda ao longo dos anos. Victor e Nova simbolizam essa renovação, trazendo novas perspectivas e conflitos para Rayburn.

A Maldição da Múmia | Novo clipe revela transformação perturbadora e aumenta expectativa pelo terror da New Line

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A New Line Cinema divulgou nesta terça-feira (03) um novo e inquietante clipe de Lee Cronin’s The Mummy, intitulado no Brasil como A Maldição da Múmia. A prévia mergulha ainda mais no clima sombrio da produção e apresenta uma cena carregada de tensão, espiritualidade e horror psicológico.

No vídeo, vemos uma mulher — aparentemente a avó da menina que carrega a maldição — orando intensamente por sua neta. À medida que a reza ganha força e desespero, a atmosfera se torna cada vez mais sufocante. Em cortes rápidos e perturbadores, o público vislumbra a transformação gradual da criança em algo monstruoso, assumindo traços que remetem a uma múmia antiga e amaldiçoada.

As imagens são propositalmente fragmentadas. A edição ágil impede que se compreenda completamente o que está acontecendo, criando um efeito ainda mais angustiante. A sensação é de que algo está muito errado — e que a oração, em vez de proteger, pode estar acelerando um destino aterrador.

 
 
 
 
 
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Um reencontro que vira pesadelo

Dirigido e roteirizado por Lee Cronin, o longa apresenta uma abordagem contemporânea para o mito da múmia, apostando mais no terror emocional e familiar do que em aventuras arqueológicas tradicionais.

A trama acompanha a filha de um jornalista que desaparece misteriosamente em um deserto, sem deixar qualquer pista. A família mergulha em luto e incerteza. Oito anos depois, quando todos já acreditavam não haver mais esperança, a jovem reaparece repentinamente.

O que deveria ser um reencontro emocionante se transforma em um verdadeiro pesadelo. A garota não parece mais a mesma — algo antigo, obscuro e inexplicável parece ter se apoderado dela. A partir desse ponto, o filme se desenvolve como uma escalada de tensão, misturando drama familiar e horror sobrenatural.

O elenco conta com Jack Reynor, Laia Costa e Veronica Falcon, que interpretam os membros da família devastada pelo desaparecimento — e pelo retorno perturbador.

Terror atmosférico e transformação física

Pelo que o novo clipe sugere, a produção deve investir fortemente em efeitos práticos e maquiagem para construir a transformação da menina na criatura amaldiçoada. Ainda que as imagens sejam rápidas, é possível perceber detalhes de pele ressecada, rachaduras e um visual que remete a algo ancestral.

A escolha de mostrar pouco e sugerir mais reforça o suspense. Em vez de entregar o monstro por completo, o estúdio aposta na imaginação do espectador — estratégia clássica do terror psicológico.

Lee Cronin, conhecido por trabalhos que equilibram tensão e intensidade visual, parece trazer para o projeto uma estética mais sombria e visceral. O clima do clipe é pesado, com iluminação baixa e trilha sonora crescente, ampliando a sensação de que forças antigas estão sendo despertadas.

Não confundir com o clássico de 1944

É importante destacar que esta nova produção não deve ser confundida com The Mummy’s Curse, lançado no Brasil como A Maldição da Múmia, filme dirigido por Leslie Goodwins e integrante da clássica franquia da Universal Pictures nos anos 1940. O longa estrelado por Lon Chaney Jr. marcou o encerramento da saga original da múmia Kharis naquele período.

A versão atual representa uma releitura moderna do mito, com narrativa independente e proposta estética completamente distinta da produção clássica.

The Batman 2 tem gravações adiadas para o segundo semestre de 2025 e estreia reagendada para 2027

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Foto: Reprodução/ Internet

A Warner Bros. jogou um balde de água fria nos fãs do Batman ao anunciar que as filmagens da tão aguardada sequência do filme serão iniciadas apenas no segundo semestre de 2025, mais precisamente no final do verão do hemisfério norte. A decisão impactou diretamente o calendário de lançamentos do estúdio, que postergou a estreia do filme para 1º de outubro de 2027. Anteriormente, o longa estava previsto para outubro de 2026. A novidade foi divulgada em primeira mão pelo site Deadline.

O primeiro filme dessa nova fase do Batman, que chegou aos cinemas brasileiros em 2022, foi um sucesso retumbante. Com direção de Matt Reeves, a produção trouxe Robert Pattinson como um jovem Bruce Wayne em seus primeiros anos como o vigilante de Gotham. A trama mergulhou em um suspense policial envolvente, no qual o herói enfrentou o enigmático Charada (Paul Dano) e uma intricada rede de mafiosos que mantinha a cidade sob seu jugo. O elenco repleto de estrelas incluiu Zoë Kravitz como a Mulher-Gato, Colin Farrell como o Pinguim, John Turturro como Carmine Falcone, Jeffrey Wright no papel do Comissário Gordon e Andy Serkis interpretando o leal mordomo Alfred.

A decisão de adiar a sequência parece refletir a preocupação da Warner Bros. em garantir que o novo filme alcance ou supere o nível de excelência do primeiro. Reeves conquistou a crítica e o público ao explorar uma faceta mais sombria e vulnerável de Batman, equilibrando elementos de uma trama policial com as características clássicas do universo dos quadrinhos.

Com mais tempo para desenvolver o projeto, espera-se que a equipe consiga aprimorar todos os aspectos da produção, desde os efeitos visuais até a construção de personagens e enredo. Enquanto a data de lançamento ainda está distante, isso não impede os fãs de especular quais novos vilões poderão surgir para desafiar Bruce Wayne em sua próxima jornada.

Por enquanto, resta apenas conter a ansiedade e aguardar as próximas novidades sobre o projeto. Afinal, com Matt Reeves no comando e a promessa de um trabalho minucioso, a nova aventura do Cavaleiro das Trevas tem tudo para valer a espera.

Sucesso de bilheteria! O Auto da Compadecida 2 atrai 600 mil espectadores em três dias

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É isso mesmo! A tão esperada continuação de O Auto da Compadecida não decepcionou e já conquistou 600 mil espectadores em apenas três dias em cartaz. Com uma abertura triunfal no último dia 25 de dezembro, o filme arrecadou impressionantes R$ 4 milhões, tornando-se a maior bilheteria de estreia de um longa brasileiro desde o início da pandemia.

Selton Mello, que retorna como Chicó, celebrou o feito nas redes sociais com uma mensagem emocionada. “Chicó e João Grilo estão de volta, aproveitem esse passeio com eles. Isso é raro, saboreiem cada segundo, uma celebração do nosso cinema”, escreveu o ator no Threads, arrancando aplausos virtuais dos fãs.

A história começa com o retorno de João Grilo (Matheus Nachtergaele) à pequena Taperoá, 20 anos após os acontecimentos do primeiro filme. Agora uma celebridade local, João encara uma nova e cômica missão: se aproveitar de sua fama para ajudar (ou atrapalhar) as disputas políticas da cidade. Mas, claro, o destino tem outros planos, e ele acaba precisando recorrer à Compadecida mais uma vez. Afinal, golpes, caos e João Grilo andam de mãos dadas, não é?

Além da icônica dupla Matheus Nachtergaele e Selton Mello, o elenco conta com nomes de peso como Taís Araujo, que brilha como a Compadecida, Humberto Martins, Eduardo Sterblitch, Fabiula Nascimento e Luis Miranda. Cada personagem traz camadas de humor e emoção, reforçando a identidade marcante da produção.

Então, prepare a pipoca e corra para os cinemas. Afinal, como o próprio Selton Mello disse, essa é uma experiência rara. Saboreie cada segundo!

Resumo da novela Cara e Coroa de quarta-feira, 14/05 (Viva)

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 212 – Previsto para quarta-feira, 14 de maio de 2025:

Ainda abalada com a partida de Marina e Alberto, Belinha caminha pela Ilha do Adeus tomada pela angústia. Desesperada, ela grita pelo nome de Geninho, seu amigo inseparável. O silêncio que recebe como resposta só aumenta sua aflição. Mas há algo no ar… uma sensação de que o adeus está próximo.

Enquanto isso, no hangar, Vivi, mesmo diante do perigo, mantém a fé inabalável. Ela encara Mauro e diz com convicção que Fernanda vai salvá-los. Para ela, não é só uma esperança — é a certeza de um laço inquebrável entre irmãs, que vai além do medo e da violência.

E é nesse momento que algo quase milagroso acontece: Fernanda volta a enxergar. Como se guiada por uma força maior, ela recupera a visão no instante em que mais precisa dela. O renascimento é simbólico — não apenas da visão, mas da coragem e da missão que ela está prestes a cumprir.

Belinha, por fim, encontra Geninho. O reencontro é emocionante e tocante. Com serenidade, ele diz que sua missão chegou ao fim — que já pode partir. A despedida é envolta em um sentimento de paz e propósito, marcando o fim de um ciclo para ambos.

Em outro ponto da história, Vivi consegue fazer uma ligação para a casa de Guilhermina e, com a voz trêmula, pede que Rubinho chame Fernanda. Ao subir ao quarto, Rubinho tem uma surpresa: Fernanda fugiu. Ele se depara com o quarto vazio e percebe que ela foi capaz de ultrapassar todos os limites para salvar quem ama.

Enquanto a tensão cresce, Belinha retorna para casa, com o coração mais leve. Minutos depois, a chegada repentina de Fernanda deixa todos sem palavras. Ela aparece dirigindo um carro — um símbolo claro de força e renascimento. Ninguém esperava por aquilo, e o choque é visível nos rostos de todos. A Fernanda que reaparece ali não é mais a mesma: é alguém transformada, pronta para enfrentar o que for preciso.

Resumo da novela Vale Tudo de quinta-feira, 15/05

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Foto: Reprodução/ Internet

Confira o que vai rolar na novela Vale Tudo na próxima quinta-feira, 15 de maio de 2025:

Ivan se mostra indignado com as acusações de Raquel, que o confronta com dureza. O rompimento entre os dois, motivado por desentendimentos e manipulações externas, abala o empresário, que não consegue compreender a virada de postura da mulher que tanto ama.

Enquanto isso, Maria de Fátima, cada vez mais maquiavélica, corre para informar a Odete Roitman que conseguiu o que queria: separou a mãe de Ivan. A jovem segue firme em sua escalada de ambição, determinada a ocupar o lugar que acha merecer, mesmo que para isso precise destruir os laços mais preciosos.

Heleninha, por sua vez, se anima ao saber que Ivan participará do campeonato de xadrez que acontecerá em sua casa. O evento, que promete reunir vários personagens importantes, desperta o interesse também de Maria de Fátima — não pelo xadrez em si, mas por quem estará presente. Ao perceber a movimentação, Afonso convida Fátima para participar, mal sabendo das intenções ocultas da moça.

Em outro núcleo da trama, Marco Aurélio está desesperado com o desaparecimento da mala recheada de dólares. Ele pede ajuda a Cláudia, na tentativa de rastrear o paradeiro do dinheiro, e começa a suspeitar que Rubinho pode ter etiquetado a bagagem errada. Ao mesmo tempo, Marco Aurélio ordena que Freitas investigue a vida de Raquel, temendo que ela possa se tornar uma ameaça aos seus esquemas.

Celina mostra seu lado acolhedor e oferece abrigo a Laís e Cecília, que passam a morar temporariamente em sua casa. As duas vivem dias de incerteza, mas ainda carregam a esperança de recomeçar após os traumas envolvendo os traficantes de animais.

A noite termina com um clima tenso: Raquel inaugura seu restaurante, mas a presença de Ivan transforma a celebração em um momento desconfortável. A frieza no reencontro entre os dois escancara o abismo que agora os separa.

Vem aí nos próximos capítulos de Vale Tudo

O clima entre Ivan e Raquel esquenta ainda mais. Os dois têm uma discussão intensa, na qual mágoas e mal-entendidos vêm à tona. Enquanto isso, Sardinha observa com estranheza a aproximação suspeita entre Maria de Fátima e Odete Roitman, percebendo que há mais por trás do encontro do que aparenta.

César, mais uma vez, pressiona Maria de Fátima em busca da sua parte no dinheiro sujo. A relação entre os dois se torna cada vez mais instável e perigosa. Afonso, por outro lado, resolve criticar abertamente a gestão da TCA em uma conversa direta com Odete — o que pode custar caro.

Boas notícias chegam para Cecília e Laís: os traficantes de animais foram finalmente presos, e as duas podem, enfim, pensar em retornar para casa e retomar suas vidas. Já Vasco enfrenta uma dura consequência: é demitido por justa causa, o que o deixa humilhado e revoltado.

Marco Aurélio intensifica sua perseguição a Raquel e manda Freitas segui-la de perto, disposto a encontrar qualquer detalhe que possa usar contra ela. Porém, ele acaba se tornando alvo também: Cláudia decide chantageá-lo em busca de patrocínio para sua peça teatral, mostrando que ninguém está acima das consequências.

E, num movimento inesperado, Maria de Fátima tenta virar o jogo contra sua própria mentora. Ela tenta ameaçar Odete, achando que pode ter vantagem sobre a empresária. Mas será que Fátima sabe com quem está lidando?

🕰️ Não perca os próximos capítulos de Vale Tudo, de segunda a sábado, às 21h14, na tela da TV Globo.

Resumo da novela Quando Me Apaixono de sexta, 16/05/2025

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Foto: Reprodução/ Internet

Nas frias instalações do hospital psiquiátrico, Josefina caminha solitária pelo pátio deserto, consumida por remorsos e assombrações. Seus olhos, perturbados e fundos, se fixam em uma figura que surge diante dela: é Roberta, etérea e fantasmagórica, vestida com um longo traje cor de amora, como se flutuasse entre o mundo dos vivos e o além. Em um momento de desespero e esperança, Josefina estende os braços e implora que a filha não a abandone. Tenta abraçá-la, mas, assim que seus dedos se aproximam, Roberta se desfaz no ar como uma névoa delicada, deixando apenas um vazio angustiante.

Desesperada, Josefina grita pelo nome da filha enquanto vozes sombrias e zombeteiras ecoam ao seu redor. Vagando sem rumo, enlouquecida, ela chora com culpa e fúria até ser contida por enfermeiras, que a sedam para acalmá-la. O destino de Josefina se cumpre ali, enclausurada entre os próprios fantasmas, onde permanecerá até o último suspiro, assombrada pelo peso de suas escolhas.

Mas fora dos muros do passado, a vida floresce.

Com o passar dos anos, Renata segue construindo sua história ao lado de Jerônimo. O casal celebra a chegada de mais uma filha, somando amor ao seu lar. Enquanto isso, Matías e Adriana formam uma bela família com dois filhos encantadores. As famílias crescem, os vínculos se fortalecem, e o tempo, com sua sabedoria silenciosa, cura feridas e reabre caminhos.

Anos depois, todos se reencontram no tradicional Festival do Vinho, uma celebração que une gerações em torno de um sonho comum. É lá que o premiado Vino San Rafael, produzido na Fazenda A Bonita, é consagrado pelos jurados como o melhor da região. A alegria explode em aplausos quando Jerônimo, Carlos e Lázaro sobem ao palco para receber o troféu. Emocionado, Jerônimo dedica o prêmio à memória de seu irmão:

“Eu amei meu irmão e amei os sonhos que ele deixou. Defenderemos sua terra, seus ideais, e honraremos tudo o que ele acreditava. Esta vitória é para você, Rafa!”

Na plateia, os rostos conhecidos refletem orgulho e emoção: Regina ajuda a reunir as crianças para a comemoração; Inês e Isidro trocam sorrisos no bar; Andrezinho, agora um jovem bonito, caminha entre amigos e parentes; Alzira acompanha Luz, já crescida, enquanto Karina e Lázaro cuidam de um menino que é o espelho do pai. Matilde embala, com ternura, uma criança que dorme serena em seus braços.

A fazenda A Bonita é agora um paraíso de famílias, risos e memórias — terras férteis não apenas de uvas, mas de amor, esperança e renovação.

Na sala de estar da fazenda, Rafael, o garotinho que leva o nome do tio, brinca entre as gêmeas idênticas Marina e Irene. Renata entra carregando nos braços sua filha caçula, envolvida pela paz de uma mãe realizada.

Ao cair da tarde, após a celebração, Renata e Jerônimo caminham pelos vinhedos com os filhos, todos vestidos com roupas brancas tradicionais. Em um momento simbólico de união, pisam uvas juntos, transformando aquele gesto ancestral em um ritual de amor e pertencimento.

Mais tarde, sozinhos diante do pôr do sol que banha os campos dourados, Renata e Jerônimo se olham com a mesma intensidade do primeiro encontro.

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