Kromaki produzirá “Vambora”, nova novela da TV Brasil ambientada entre Brasil e Portugal

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A produtora Kromaki foi anunciada como responsável pela nova novela da TV Brasil. Intitulada “Vambora”, a trama será ambientada entre Brasil e Portugal e marca a estreia da empresa no formato de teledramaturgia. O projeto integra a lista de produções selecionadas pelo edital Seleção TV Brasil, promovido pela Empresa Brasil de Comunicação, que contemplou ao todo 38 iniciativas.

“Vambora” terá 30 episódios e aposta em uma narrativa contemporânea que combina drama, romance e elementos de suspense. A coprodução internacional será realizada em parceria com a produtora portuguesa SP, reforçando o caráter transatlântico da história. A proposta é refletir os fluxos migratórios atuais entre os dois países, explorando laços familiares, identidade e pertencimento.

A novela é assinada por Daniel Berlinsky, conhecido por trabalhos como “Dona Beja”, em colaboração com Fabricio Santiago, roteirista de “Vai na Fé”, e Chico Amorim, de “O Cangaceiro do Futuro”. A história original é de Pedro Lopes e Alexandre Castro. A direção ficará a cargo de Roberta Richard, profissional com ampla experiência no gênero e participação em produções de destaque, incluindo “Império”, novela vencedora do Emmy Internacional sob direção artística de Rogério Gomes.

A trama acompanha Aline, uma advogada baiana cuja vida sofre uma reviravolta quando sua mãe, já debilitada por uma doença, revela que seu verdadeiro pai pode estar em Portugal. Diante da revelação, mãe e filha embarcam para Cascais em busca de respostas. A jornada, que inicialmente parece ser apenas uma investigação familiar, transforma-se em um percurso emocional complexo, marcado por revelações, versões conflitantes e segredos do passado.

Ao longo dos episódios, a protagonista será confrontada por dilemas éticos e afetivos, enquanto descobre que a verdade pode ser mais desafiadora do que imaginava. A narrativa promete explorar não apenas o suspense em torno da identidade paterna, mas também as transformações pessoais que surgem quando antigas certezas são colocadas em xeque.

Segundo Daniel Berlinsky, “Vambora” nasce com a proposta de dialogar com públicos dos dois lados do Atlântico. Para o autor, o título representa movimento, tanto físico quanto interno. A história não se limita a retratar brasileiros em Portugal ou portugueses no Brasil, mas constrói personagens que transitam entre os dois países, refletindo dinâmicas migratórias contemporâneas e as conexões culturais que aproximam as nações.

A direção de Roberta Richard deverá imprimir ritmo ágil à produção, com ganchos narrativos marcantes entre os capítulos, sem abrir mão de momentos de pausa e introspecção. A proposta estética busca equilibrar intensidade dramática e sensibilidade emocional, valorizando silêncios e olhares tanto quanto grandes revelações.

Para a Kromaki, “Vambora” representa um novo desafio. A produtora consolidou sua trajetória com projetos como a série de ficção “Os Quatro da Candelária”, lançada pela Netflix, e o documentário “Romário: O Cara”, exibido pela HBO. Também prepara uma série documental sobre a cantora Marília Mendonça em parceria com a produtora Chatrone. A entrada no universo das novelas amplia o escopo da empresa e marca um passo estratégico na diversificação de formatos.

Rodrigo Letier, sócio fundador da Kromaki, destacou a responsabilidade de produzir uma novela para uma emissora pública. Segundo ele, desde a abertura do edital, a equipe buscou desenvolver um projeto que respeitasse a tradição do gênero, mas que também trouxesse inovação temática e formal. A intenção é oferecer uma narrativa que dialogue com questões contemporâneas sem perder o apelo popular característico das telenovelas.

Com enredo marcado por reviravoltas, impasses morais e conflitos afetivos, “Vambora” pretende atingir um público amplo, que acompanha melodramas tanto na televisão aberta quanto nas plataformas digitais. A combinação de drama familiar, suspense investigativo e romance reforça a proposta de criar uma novela que transite entre emoção e reflexão.

A produção ainda não teve data de estreia divulgada, mas já se posiciona como uma das apostas da TV Brasil para fortalecer sua programação de dramaturgia original. Ao apostar em uma narrativa internacionalizada e contemporânea, a emissora amplia seu repertório e reforça o compromisso com conteúdos que valorizam diversidade cultural e qualidade artística.

“Uma Batalha Após a Outra” | Paul Thomas Anderson e Leonardo DiCaprio entregam ação, sátira e estilo em novo épico pop

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Foto: Reprodução/ Internet

Em tempos de grandes franquias, universos compartilhados e fórmulas repetidas, há algo quase reconfortante — e também provocador — em ver um cineasta como Paul Thomas Anderson lançar um filme que soa como uma viagem à contramão. “Uma Batalha Após a Outra” (One Battle After Another), que estreia nos cinemas no próximo dia 25 de setembro, parece brincar com o caos de uma América em transformação, colocando no centro da ação um improvável herói: um ex-hippie de meia-idade chamado Zoyd Wheeler, interpretado com vigor por Leonardo DiCaprio. As informações são do Omelete e AdoroCinema.

O longa, classificado como uma “comédia de ação”, é mais do que uma etiqueta de gênero. Ele transita entre sátira política, drama familiar e aventuras que beiram o absurdo — tudo isso embalado por uma estética visual ousada, filmada no clássico formato VistaVision, o mesmo usado recentemente em O Brutalista. É uma escolha que não apenas homenageia os filmes do passado, mas também reforça a grandiosidade de um projeto que, apesar do nome, é tão íntimo quanto épico.

Uma missão tão absurda quanto urgente

A história se passa em uma versão ficcional da Califórnia dos anos 1980, numa cidade costeira chamada Vineland. Zoyd Wheeler vive uma rotina peculiar: para manter um benefício do governo, ele precisa realizar um ato público de insanidade uma vez por ano. É exatamente esse começo inusitado que dá o tom de Uma Batalha Após a Outra. Um homem que se atira por uma vitrine apenas para agradar a burocracia já nos diz que estamos diante de algo fora do comum.

Mas o verdadeiro conflito começa quando Zoyd é procurado por um promotor misterioso que lhe propõe um acordo: ajudar a investigar um grupo de criminosos com conexões profundas no submundo local. Em troca, ele pode conseguir informações sobre o paradeiro de sua ex-companheira — e mãe de sua filha — desaparecida há mais de uma década. O dilema pessoal se transforma em uma jornada repleta de encontros improváveis, conspirações quase surreais e uma avalanche de críticas ao sistema político, jurídico e até cultural dos EUA.

Foto: Reprodução/ Internet

Leonardo DiCaprio em nova fase

Quem conhece a trajetória de Leonardo DiCaprio sabe o quanto ele escolhe seus projetos com cuidado. Depois de personagens densos como o de Não Olhe Para Cima e o agente infiltrado de Os Infiltrados, aqui ele se entrega a um tipo de papel que raramente assume: o do anti-herói caricato, vulnerável, quase cômico. Zoyd Wheeler é uma figura que poderia facilmente cair no estereótipo, mas nas mãos de DiCaprio ganha camadas emocionais inesperadas. É um homem que já esteve no centro de um movimento cultural (o hippismo) e agora sobrevive às margens, criando a filha sozinho, assistindo o mundo mudar à sua revelia.

DiCaprio, como de costume, se entrega com intensidade. Em uma das cenas do trailer recém-divulgado, seu personagem tenta escapar de uma emboscada em uma lavanderia, usando sabão em pó como distração. Em outra, tenta ensinar a filha a andar de skate enquanto discute política com um policial corrupto. São momentos que mesclam ação, comédia e uma pontada de melancolia, ingredientes típicos do cinema de Paul Thomas Anderson.

O toque autoral de Paul Thomas Anderson

Conhecido por filmes como Sangue Negro, O Mestre e Licorice Pizza, Paul Thomas Anderson já provou ser um dos cineastas mais inventivos da atualidade. Seus filmes têm um ritmo próprio, uma estética marcada e um olhar sempre curioso sobre as contradições humanas. Em Uma Batalha Após a Outra, ele revisita os anos 80 com uma lente crítica, mas também nostálgica. A trilha sonora carrega ecos de synthpop, o figurino mistura o desleixo dos hippies tardios com o brilho cafona da era Reagan, e a direção de fotografia — assinada por Robert Elswit — cria cenas que parecem tiradas de álbuns de família distorcidos por delírios ideológicos.

A escolha de adaptar o livro Vineland, de Thomas Pynchon, é também uma provocação. Pynchon é um autor notoriamente complexo, cujas obras raramente foram adaptadas para o cinema. Anderson já havia mergulhado nesse universo com Vício Inerente (2014), e volta agora com mais liberdade, mais humor e um senso de timing refinado. Ao contrário do clima mais sombrio e arrastado de seu filme anterior, aqui há ritmo, ação, piadas absurdas e até cenas que beiram o slapstick — tudo amarrado por diálogos afiados e uma estrutura narrativa engenhosa.

Destaques do elenco e da técnica

Além de DiCaprio, o filme conta com Teyana Taylor, que vive uma jornalista local envolvida em investigações paralelas, e Sean Penn, como o enigmático promotor que manipula Zoyd com promessas vazias e um carisma venenoso. O elenco ainda traz participações pontuais de nomes como Jesse Plemons, Maya Hawke e Benicio Del Toro — em papéis que, por enquanto, estão sendo mantidos em segredo.

Outro grande destaque é o uso do VistaVision, processo de filmagem com negativos em 35mm horizontalmente expostos, permitindo resolução altíssima e uma profundidade de campo impressionante. Essa escolha confere ao filme uma textura visual que remete aos clássicos de Hitchcock e aos épicos de David Lean, mas com uma pegada moderna e ousada. É cinema com C maiúsculo, mesmo quando está rindo de si mesmo.

Política, paternidade e paranoia

No fundo, Uma Batalha Após a Outra é um filme sobre como viver em meio à paranoia — e tentar manter alguma sanidade diante do absurdo. Zoyd Wheeler representa uma geração desiludida, que viu o idealismo dos anos 60 ruir diante da repressão, da ganância e da burocracia. Mas ele também é pai, e sua relação com Prairie — interpretada por uma jovem estreante ainda não anunciada — é o coração emocional do filme. Entre uma perseguição e outra, há espaço para conversas sobre abandono, perdão e sobre como se reinventar quando tudo parece perdido.

Anderson não tem pressa em resolver as tramas. Como em seus melhores trabalhos, ele prefere deixar os personagens respirarem, falharem, se contradizerem. O filme não oferece respostas fáceis, mas entrega momentos de beleza inesperada — como um jantar improvisado sob as estrelas, uma dança ao som de Prince ou uma fuga por entre árvores vermelhas de outono.

Um filme feito para ser visto no cinema

Em um momento em que muitos lançamentos importantes vão direto para o streaming, Uma Batalha Após a Outra faz questão de chegar primeiro às salas de cinema. Não apenas porque seu escopo visual merece a tela grande, mas também porque a experiência coletiva — rir, se surpreender e até se perder um pouco junto com a plateia — faz parte da proposta. É um filme que conversa com a história do cinema, com a cultura pop e com a bagunça política de qualquer época.

Resumo semanal da novela Reis 22/04 a 25/04 (Record)

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo de terça-feira, 22 de abril de 2025 –
A tensão atinge o auge no acampamento de Israel quando o temido gigante filisteu, Golias, surge em meio à neblina da manhã, com seu porte colossal e olhar desafiador. Com palavras arrogantes, ele insulta o exército de Israel e provoca seus guerreiros, zombando de sua fé e coragem. Nenhum homem ousa enfrentá-lo. Mas o silêncio é quebrado quando Davi, um jovem pastor aparentemente frágil, se coloca diante do inimigo com uma confiança que surpreende até os mais experientes soldados.

O duelo entre Davi e Golias não é apenas um combate físico — é um embate entre fé e arrogância, entre o improvável e o invencível. Armado apenas com uma funda e sua confiança em Deus, Davi derrota o gigante com um golpe certeiro, causando espanto entre os israelitas e filisteus. O campo de batalha explode em celebração. A vitória marca o início de uma nova era: Davi se torna símbolo de esperança e passa a ser admirado por todo o povo de Israel, inclusive pelo rei Saul, que observa com curiosidade — e uma pontinha de inquietação — o brilho do jovem guerreiro.


Capítulo de quarta-feira, 23 de abril de 2025 –
A notícia da vitória de Davi sobre Golias se espalha como fogo em palha seca. Os soldados passam a vê-lo não apenas como um jovem corajoso, mas como um verdadeiro instrumento divino. Sua fama chega rapidamente aos corredores do palácio, e o povo passa a reverenciá-lo como um herói improvável, escolhido por Deus para grandes feitos.

Davi, agora alçado ao posto de comandante, lidera outras batalhas e demonstra habilidades estratégicas incomuns para alguém de sua idade. Enquanto isso, Saul começa a sentir os primeiros sinais de insegurança. A crescente popularidade de Davi, que atrai a admiração de homens, mulheres e até da própria corte, acende um alerta no coração do rei. Será que esse jovem carismático é apenas um valente soldado… ou seria ele o futuro rei que viria a tomar seu lugar?


Capítulo de quinta-feira, 24 de abril de 2025 –
Tomado por uma mistura de curiosidade e receio, Saul pede que seus oficiais lhe tragam mais informações sobre Davi. Zeruia observa atentamente cada movimento do rei, ciente de que algo está mudando na dinâmica do poder. Saul, tentando se aproximar de Davi, o convida para permanecer junto ao palácio, despertando especulações entre os cortesãos.

Davi, por sua vez, revela um lado mais pessoal e romântico ao demonstrar interesse em Mical, filha do rei. O jovem guerreiro, apaixonado, pede a mão da princesa em casamento. A reação de Saul, porém, é inesperada e explosiva. O rei, tomado por ciúmes e instabilidade emocional, se contradiz e impõe condições para o casamento que deixam Davi em choque. A corte começa a perceber que Saul não é apenas um governante inquieto — ele é um homem à beira da paranoia.


Capítulo de sexta-feira, 25 de abril de 2025 –
Após o ataque verbal de Saul, o ambiente no palácio se torna ainda mais tenso. Jônatas, o filho do rei, sente o peso de estar dividido entre o amor filial e a amizade sincera por Davi. Leal e sensato, ele tenta proteger o amigo dos desvarios do pai, mesmo sabendo que isso pode colocar sua posição em risco.

Enquanto isso, um novo núcleo começa a ganhar espaço: Zeruia, determinada e destemida, declara seu amor por Jéter, dando início a um romance que pode provocar rupturas dentro da própria família real.

No campo de batalha, Davi recebe uma missão delicada: liderar um ataque ousado contra os filisteus. Apesar da pressão e dos perigos, ele aceita sem hesitar, motivado pela fé e pelo senso de dever. Com estratégia e coragem, Davi lidera o exército em uma vitória retumbante que reforça ainda mais sua imagem de líder abençoado por Deus. A cada novo feito, Davi conquista o povo — e desperta, em Saul, um medo cada vez mais difícil de esconder.

Temperatura Máxima deste domingo, 8 de fevereiro, leva adrenalina ao limite com “Missão Resgate”, estrelado por Liam Neeson

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O domingo, 8 de fevereiro de 2026, promete ganhar contornos bem mais intensos na Temperatura Máxima, da TV Globo. A emissora exibe “Missão Resgate” (The Ice Road), um filme que mistura ação, suspense e drama humano em um cenário onde o frio não perdoa e o tempo é o maior inimigo. Estrelado por Liam Neeson, o longa transforma o gelo do norte do Canadá em palco para uma história de coragem, sacrifício e decisões que podem custar vidas.

A história começa com um desastre que muda tudo. Uma mina de diamantes localizada em uma região isolada do Canadá desmorona, deixando vários trabalhadores presos a centenas de metros abaixo da superfície. Com os sistemas de ventilação comprometidos, o oxigênio passa a se esgotar rapidamente. Cada minuto conta, e a chance de sobrevivência diminui a cada nova hora.

Diante da situação, surge uma única alternativa: transportar equipamentos pesados até o local do acidente por meio das chamadas estradas de gelo, caminhos formados sobre lagos e mares congelados durante o inverno. São rotas perigosas, instáveis e imprevisíveis, onde o peso excessivo pode romper o gelo a qualquer momento. É uma missão que poucos aceitariam — e que muitos consideram impossível.

É nesse contexto que entra Mike McCann, personagem vivido por Liam Neeson. Ele é um caminhoneiro experiente, daqueles moldados pela estrada, pelo silêncio e pelo cansaço de quem já viu de tudo. McCann não é apresentado como um herói invencível, mas como alguém que carrega suas próprias dores e limitações. Ainda assim, quando percebe que vidas estão em jogo, ele decide seguir em frente.

Ao liderar a missão de resgate, McCann precisa enfrentar não só o gelo fino sob as rodas do caminhão, mas também a pressão psicológica de saber que qualquer erro pode ser fatal. O filme encontra força justamente nesses momentos mais humanos, quando o personagem demonstra medo, hesitação e, ao mesmo tempo, um forte senso de responsabilidade.

O elenco de apoio ajuda a reforçar essa sensação de tensão constante. Laurence Fishburne interpreta Jim Goldenrod, um líder pragmático e experiente, que tenta manter o controle mesmo quando tudo parece prestes a desmoronar. Sua presença traz equilíbrio e autoridade à narrativa, funcionando como um contraponto ao personagem de Neeson.

Benjamin Walker vive Tom Varnay, um engenheiro ligado à mina, cuja participação adiciona camadas de conflito e surpresa à trama. Já Amber Midthunder, no papel de Tantoo, traz uma carga emocional importante à história, ajudando a humanizar ainda mais a missão e suas consequências. Os personagens secundários não são meros figurantes: cada um carrega motivações próprias, medos e escolhas difíceis.

Na direção, Jonathan Hensleigh aposta em uma condução direta, sem excessos. O foco está na sensação de perigo iminente, construída por meio de cenas longas nas estradas congeladas, rangidos do gelo e caminhões avançando lentamente sobre superfícies que podem se partir a qualquer instante. O frio é quase um personagem à parte, sempre presente, hostil e silencioso.

A fotografia contribui para essa atmosfera ao explorar paisagens amplas e geladas, transmitindo isolamento e vulnerabilidade. Não há glamour no cenário: tudo é cinza, branco e azul, reforçando a ideia de que os personagens estão sozinhos contra a natureza.

Lançado originalmente em 2021, Missão Resgate teve uma trajetória marcante no streaming antes de chegar à TV aberta. Nos Estados Unidos, a Netflix adquiriu os direitos de exibição, lançando o filme na plataforma em junho daquele ano. O resultado foi imediato: o longa se tornou o título mais assistido do serviço em seu fim de semana de estreia, mostrando a força do gênero e do nome de Liam Neeson junto ao público.

Em outros países, o filme seguiu caminhos diferentes. No Brasil, chegou aos cinemas e às plataformas digitais por meio da Imagem Filmes e California Filmes, enquanto no Reino Unido ficou disponível no Amazon Prime Video. Em Portugal, a exibição ocorreu através da Cinemas NOS.

Para quem não conseguir acompanhar a exibição na Temperatura Máxima, há outras opções. O filme está disponível no Globoplay e no Telecine, para assinantes. Também pode ser alugado no Prime Video, em alta definição, a partir de R$ 14,90, permitindo que o público escolha o melhor momento para encarar essa jornada gelada.

Nova temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place ganha teaser e revela novos personagens

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Foto: Reprodução/ Internet

No universo da televisão infantojuvenil, poucas séries conseguiram deixar uma marca tão sólida quanto Os Feiticeiros de Waverly Place. Lançada em 2007, a produção da Disney conquistou fãs ao redor do mundo por sua mistura inteligente de humor, fantasia e histórias de família. Mais de uma década após o fim da série original, chega agora Os Feiticeiros Além de Waverly Place, que retoma a magia, os mistérios e os personagens que conquistaram gerações — mas com uma abordagem atualizada para os desafios do século 21.

A segunda temporada acaba de ganhar um teaser inédito, que você pode conferir logo abaixo, e está deixando os fãs curiosos, oferecendo um gostinho do que está por vir. Para aumentar ainda mais a expectativa, o elenco foi reforçado com novos personagens cheios de carisma e energia, que prometem agitar o universo mágico dos Russo.

A nova temporada, que estreia no Disney+ em 8 de outubro de 2025, traz um olhar mais maduro, com novos personagens que expandem o universo mágico dos Russo, ao mesmo tempo em que oferece reencontros com os rostos queridos da série original, como Alex e Justin Russo, interpretados novamente por Selena Gomez e David Henrie.

A série original sempre se destacou por sua capacidade de equilibrar elementos fantásticos e cotidianos. Os protagonistas não eram apenas jovens feiticeiros poderosos, mas também adolescentes lidando com as complicações da escola, amizades, primeiros amores e conflitos familiares. Isso criou uma conexão genuína com o público jovem que cresceu acompanhando suas histórias.

A nova temporada mantém essa essência, mas também a amplia para refletir as complexidades de uma geração que vive em um mundo digitalizado, globalizado e repleto de novas perspectivas sobre identidade, diversidade e responsabilidades. Além disso, o amadurecimento dos personagens originais, agora adultos, adiciona camadas emocionais e dramáticas que enriquecem o enredo.

Reencontros que emocionam

Para os fãs de longa data, rever Alex e Justin Russo em cena é uma oportunidade para relembrar a jornada de crescimento deles, agora em novos estágios da vida. Alex, que na série original era a feiticeira rebelde e destemida, retorna com sua energia vibrante, porém mais sábia, pronta para enfrentar os novos desafios e ajudar uma nova geração a descobrir seus poderes.

Justin, por sua vez, escolheu abrir mão da magia para levar uma vida normal, dedicando-se à família. Essa escolha traz um contraste fascinante entre os irmãos: um abraçando o mundo mágico, o outro preferindo o ordinário. Essa dinâmica familiar, construída em torno de decisões e consequências, aproxima o público ao mostrar que cada escolha tem seus prós e contras, especialmente quando se trata de equilibrar dons especiais com responsabilidades pessoais.

Outro momento que aquece o coração dos fãs é o retorno de Jerry Russo, o patriarca e mentor da família, interpretado por David DeLuise. Sua presença reafirma a importância da herança e das raízes na construção do mundo mágico dos Russo, ao mesmo tempo em que oferece humor e sabedoria.

Personagens novos

A nova geração de feiticeiros chega para dar continuidade à saga, mas também para renovar a trama com suas próprias histórias e conflitos. Billie, interpretada por Janice LeAnn Brown, é o grande destaque — uma jovem feiticeira rebelde que desafia as regras e os costumes do mundo mágico. Sua chegada ao universo dos Russo coloca em movimento uma série de acontecimentos que prometem balançar as estruturas estabelecidas.

Billie representa a inquietude e o desejo de liberdade que muitos jovens sentem, e a série utiliza sua jornada para abordar temas importantes como autodescoberta, identidade e pertencimento. Sua relação com Winter (Taylor Cora), melhor amiga e confidente, reforça a importância da amizade e do apoio em tempos de transformação.

Os filhos de Justin, Roman (Alkaio Thiele) e Milo (Max Matenko), também trazem uma visão fresca sobre crescer entre o mundo mágico e o mundano. Suas experiências mostram as dúvidas e alegrias de crescer num lar onde a magia faz parte da rotina, mas onde as responsabilidades comuns também têm seu espaço.

A produção por trás da magia

O retorno dos Feiticeiros de Waverly Place não aconteceu por acaso. Os criadores Jed Elinoff e Scott Thomas foram cuidadosos para que a série mantivesse o espírito original, ao mesmo tempo em que se adaptasse às demandas atuais do público e do mercado.

Dirigido por Andy Fickman no piloto, o projeto ganhou uma equipe diversa e experiente, incluindo a presença de nomes como Raven-Symoné e Danielle Fishel na direção de alguns episódios, trazendo experiências variadas que enriquecem o universo da série.

A produção, filmada em Los Angeles, contou com cuidados especiais na criação dos efeitos visuais e na ambientação, para oferecer um espetáculo que agrade tanto aos fãs antigos quanto às novas gerações. A diversidade no elenco é outra conquista importante, refletindo um mundo mais plural e inclusivo.

Temas que atravessam gerações

Embora a magia seja o elemento central, a produção não se limita ao fantástico. A série aborda temas universais como a importância da família, o valor da amizade, o desafio de crescer e fazer escolhas, além de questões contemporâneas, como a busca por identidade, a aceitação das diferenças e o equilíbrio entre o tradicional e o moderno.

A trama também explora o dilema de viver entre dois mundos: o mágico e o comum. Muitos personagens se veem divididos entre aceitar seus dons ou tentar levar uma vida “normal”, tema que ecoa as dúvidas reais de jovens que enfrentam pressões para se conformar ou se destacar.

Estreia nesta terça (15) Chef de Alto Nível, o novo reality gastronômico da Globo com Ana Maria Braga

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Nesta segunda-feira, 15 de julho, um novo capítulo da gastronomia estreia na tela da Globo. E não se trata apenas de um reality culinário — Chef de Alto Nível, comandado por Ana Maria Braga, convida o público a acompanhar uma jornada de transformação, onde talento, improviso e resistência emocional valem tanto quanto o tempero certo.

Na estreia, oito cozinheiros amadores encaram os primeiros desafios em um cenário simbólico: a cozinha do porão. É lá, entre panelas básicas e ingredientes limitados, que eles vão precisar provar algo além do sabor — a capacidade de criar em meio ao caos. A proposta é clara: só sobe quem mostrar que consegue entregar mais do que técnica.

Ana Maria, com sua doçura e firmeza habituais, dá o tom de acolhimento, mas sem perder a exigência. Ela comanda a competição ao lado de um trio de mentores respeitados e autênticos: Alex Atala, referência internacional da cozinha brasileira; Renata Vanzetto, chef irreverente com alma criativa; e Jefferson Rueda, especialista em sabor de raiz com sofisticação.

Cozinheiros comuns, histórias extraordinárias

Na primeira fase, participam Bruno Sutil, Dih Vidal, Erickson Blun, Flan Souza, Gilmar Francisco, Júlio Nieps, Luiza Soares e Marina Cabral. Pessoas comuns, de origens distintas, que compartilham uma mesma paixão: a comida como expressão de vida. Cada prato preparado carrega mais do que ingredientes — carrega infância, memórias, lutas e esperanças.

Serão três provas, cada uma sob comando de um dos chefs. E a cada desafio, um cozinheiro deixa a competição. Os cinco sobreviventes seguem para a próxima etapa, onde serão divididos nos times Atala, Rueda e Vanzetto — um formato que exige agora não apenas talento individual, mas também trabalho em equipe e inteligência emocional.

Café da manhã com emoção e um recado direto do Reino Unido

Para aquecer o dia da estreia, Ana Maria recebeu os mentores para um café da manhã especial no Mais Você. O encontro teve risadas, lembranças de bastidores e um presente inesperado: um vídeo exclusivo de Gordon Ramsay, criador do formato original Next Level Chef, enviado especialmente para a equipe brasileira.

“Salve, incrível Ana Maria Braga! Desejo a você uma estreia espetacular do novo reality de gastronomia da TV Globo. Estou ansioso para ver o que vocês criaram. Vai ser intenso, com desafios incríveis e só o chef mais brilhante vai chegar ao topo”, disse Ramsay no vídeo, com entusiasmo.

Emocionada, Ana Maria agradeceu: “Esse programa é diferente de tudo o que já fiz. É uma competição, sim, mas também é sobre histórias de vida. Sobre gente que quer mudar de lugar — não só na cozinha, mas no mundo.”

Jacarés à solta! Predadores Assassinos é a atração do Cinemaço deste domingo, 25/05

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Se você gosta de filme com adrenalina pura, respiração presa e aquele suspense que faz até o sofá parecer perigoso… pode preparar a pipoca! O Cinemaço deste domingo, 25 de maio de 2025, vai te deixar grudado na TV com Predadores Assassinos — um daqueles filmes em que tudo que pode dar errado… dá errado mesmo!

A história é o seguinte: durante um furacão poderoso que devasta uma cidade da Flórida, uma jovem (vivida por Kaya Scodelario) ignora os alertas de evacuação e volta à sua antiga casa para tentar resgatar o pai (interpretado por Barry Pepper), que está ferido e preso no porão. Até aí já seria uma missão complicada, certo?

Mas a coisa piora. MUITO.

Além da água subindo rapidamente e da casa desmoronando aos poucos, eles descobrem que não estão sozinhos: jacarés gigantes e famintos invadiram o local, trazidos pela enchente, e estão sedentos… por mais do que água. A partir daí, começa uma batalha desesperadora por sobrevivência, com cenas que vão fazer você dar aquele gritinho interno (ou externo mesmo, tá tudo bem!).

O filme, no original chamado Crawl, foi dirigido por Alexandre Aja, que já tem um histórico respeitável no gênero terror e suspense. Ele sabe como prender a atenção do começo ao fim, e em “Predadores Assassinos” entrega um verdadeiro show de tensão, com direito a água até o pescoço — literalmente.

No elenco, além de Scodelario e Pepper, temos também Morfydd Clark, completando o trio de rostos conhecidos. Mas a grande estrela mesmo são os jacarés digitais que parecem saídos de um pesadelo molhado.

Então, se você curte um bom filme de desastre com pitadas de terror e muito aperto no coração, essa é a pedida certa pra fechar o domingo com emoção.

No “Caldeirão com Mion” deste sábado (26/07), Belo canta ao som das Cataratas e Alice Wegmann reencontra as raízes de ‘Vale Tudo’

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Nem todo show precisa de holofotes para ser memorável. Às vezes, basta uma voz marcante, um cenário de tirar o fôlego e uma plateia com o coração aberto. É nesse clima que Belo chega ao palco do ‘Caldeirão de Inverno’, edição especial do programa comandado por Marcos Mion, que vai ao ar neste sábado, dia 26 de julho de 2025. O palco, aliás, não poderia ser mais simbólico: nada menos que o Parque Nacional das Cataratas do Iguaçu, um dos tesouros naturais mais imponentes do Brasil. As informações são da Globo.

Sob o som das águas e o frescor da mata, Belo se apresenta no quadro ‘Sobe o Som’, embalando o público com canções que marcaram gerações. É a estreia do cantor nas Cataratas, mas sua conexão com a natureza vem de longe. “Meus pais são de Minas Gerais, eu cresci perto de mato, de cachoeira. Tenho isso dentro de mim. Estar aqui hoje, nesse lugar tão poderoso, é como unir o sagrado da natureza com o sagrado da música”, revela, emocionado.

Um pagode entre amigos e memórias

No ‘Sobe o Som’, o clima é de descontração e nostalgia. Enquanto a banda Lucio Mauro e Filhos solta os primeiros acordes, os convidados tentam adivinhar os sucessos do cantor — e não faltam risadas, confusão e emoção. Nesta edição, quem entra na brincadeira são os atores Ramille, Jonathan Azevedo, David Junior e o apresentador Thiago Oliveira. Todos se deixam levar pelo desafio, entre palpite e surpresa, lembrando que, sim, a música de Belo está profundamente enraizada no imaginário afetivo brasileiro.

Clássicos como “Tudo Mudou”, “Perfume” e “Derê” surgem como trilha sonora não apenas de romances, mas de épocas inteiras. E é essa capacidade de atravessar o tempo que torna a apresentação ainda mais especial, cercada por uma paisagem que também resiste ao tempo e encanta gerações.

Do palco à ficção: reencontro de ‘Vale Tudo’ em solo iguaçuense

Mas não é só de música que vive o ‘Caldeirão de Inverno’. O programa também abre espaço para o afeto que nasce nos bastidores da teledramaturgia. Em um dos momentos mais intimistas da edição, os atores Alice Wegmann e Lucas Leto, intérpretes da Solange e do Sardinha da nova versão de Vale Tudo, voltam à cidade onde gravaram suas primeiras cenas na novela.

A visita, cheia de significado, acontece no acolhedor Lucinho’s Bar, comandado por Lucio Mauro Filho, que recebe a dupla para um papo leve e cheio de afeto. “Foz do Iguaçu foi nosso ponto de partida. Aqui a gente se conheceu melhor, construiu os primeiros passos desses personagens e dessa parceria”, relembra Lucas. Alice complementa com doçura: “Tem algo mágico em voltar. É como revisitar uma lembrança boa e, ao mesmo tempo, ver o quanto tudo evoluiu”.

A conversa, embalada por memórias e expectativas, mostra o lado mais humano de quem vive da arte — com nervosismo, entrega, companheirismo e um amor visível pelo que fazem.

Turistando com leveza e bom humor

E como toda boa viagem tem espaço para diversão, o programa também leva o público para um passeio inusitado por Foz do Iguaçu. Os convidados visitam pontos turísticos da cidade, como o Museu de Cera, e protagonizam momentos espontâneos, com direito a selfies, sustos e boas gargalhadas. É a prova de que, mesmo num cenário imenso como o das Cataratas, são os pequenos momentos que criam as melhores memórias.

O coração por trás do Caldeirão

Desde que assumiu o ‘Caldeirão’, Marcos Mion trouxe ao programa uma alma nova, feita de empatia, humor e verdade. Com o olhar atento de quem escuta mais do que fala, Mion construiu um espaço onde o entretenimento não é vazio, mas cheio de humanidade. E essa temporada de inverno é um reflexo disso: um encontro entre arte e natureza, pessoas e histórias.

Com Geninho Simonetti na direção artística, produção de Tatynne Lauria e Matheus Pereira, e direção de gênero assinada por Monica Almeida, o episódio deste sábado é o tipo de conteúdo que acolhe, diverte e emociona. Tudo na medida certa.

Cataratas, música e o que não se explica

Ver Belo cantando em frente às quedas d’água, cercado pela mata e pela força da natureza, não é só bonito — é simbólico. É como se o som de sua voz se misturasse ao das águas, criando algo maior, mais profundo, que ultrapassa o entretenimento e toca o emocional.

E quando Alice e Lucas se sentam para lembrar do início de tudo, num barzinho em Foz, não é só nostalgia — é reencontro com quem se é e com o porquê de tudo isso importar.

Neste sábado, o ‘Caldeirão com Mion’ não entrega apenas um programa. Ele oferece uma experiência. Um convite a parar, respirar, ouvir uma boa música, rir com os amigos e lembrar que, mesmo num mundo tão corrido, a beleza está nos encontros — com os outros, com a arte, com a natureza e, principalmente, com a gente mesmo.

Olhe pra cima! Superman voa alto nas bilheterias dos Estados Unidos com US$ 122 milhões

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Quando a Warner anunciou que James Gunn comandaria o novo Superman, muita gente ficou com um pé atrás. Afinal, recontar a história do herói mais clássico dos quadrinhos não é exatamente tarefa fácil — e o histórico recente da DC nos cinemas só aumentava o peso da responsabilidade. Mas, ao que tudo indica, a aposta deu certo. Deu muito certo.

Logo em seu primeiro fim de semana, o novo Superman voou direto para o topo das bilheteiras dos EUA, arrecadando US$ 122 milhões e mostrando que o público está mais do que pronto para dar uma nova chance ao Filho de Krypton.

A melhor estreia solo do herói — e com sobra

Não foi só um bom desempenho. Foi histórico. A nova versão do personagem já conquistou o título de maior abertura solo de um filme do Superman até hoje, superando todas as encarnações anteriores do herói. Além disso, garantiu o posto de terceira maior estreia de 2025 até agora, ficando atrás apenas do fenômeno inesperado Um Filme Minecraft e da nostalgia encantadora do live-action de Lilo & Stitch.

No acumulado global, o novo Superman já ultrapassa US$ 217 milhões, em apenas alguns dias. Para um universo cinematográfico que está sendo reestruturado do zero, esse é o tipo de pontapé inicial que qualquer estúdio sonha.

Enquanto isso, no mundo dos dinossauros…

Na segunda posição do fim de semana aparece outro colosso dos cinemas: Jurassic World: Recomeço. Mesmo sofrendo uma queda de 57% em relação à semana anterior — o impacto natural da estreia de um blockbuster como Superman — o filme não saiu de cena em silêncio.

Com mais US$ 40 milhões arrecadados só nos EUA no fim de semana, a produção segue sólida. E os números totais não mentem: são US$ 232 milhões arrecadados domesticamente e um acumulado global que já passou da marca dos US$ 500 milhões. É um sinal claro de que o apelo jurássico ainda está vivo e feroz nas salas de cinema.

Um novo herói e uma velha força: o que os números revelam?

A disputa entre Superman e dinossauros pode até parecer uma batalha fictícia, mas nas bilheteiras ela é bem real — e mostra que o cinema comercial está longe de estar em crise. Pelo contrário, o público continua aparecendo em peso quando a promessa é clara: emoção, espetáculo e entretenimento de qualidade.

O sucesso do novo Superman também sinaliza um sopro de renovação para o DCU, que inicia sua nova fase com um pé firme no chão (e outro voando bem alto). Já Jurassic World reforça que, mesmo com novas caras e rumos diferentes, franquias clássicas ainda têm muito a oferecer — especialmente quando conseguem se reinventar sem perder o DNA original.

Tainá Müller assume o comando do Café Filosófico e marca nova fase do clássico da TV Cultura

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Um dos programas mais emblemáticos da TV Cultura inicia um novo capítulo de sua trajetória. A partir da segunda quinzena de abril, o Café Filosófico passa a ser apresentado por Tainá Müller, marcando uma renovação importante na atração que há mais de duas décadas ocupa as noites de domingo da emissora, sempre em parceria com o Instituto CPFL. O programa segue no ar às 20h, agora com um formato mais próximo, atual e dialogado.

Reconhecida por sua carreira sólida na televisão, no cinema e no streaming, Tainá ficou nacionalmente conhecida por trabalhos como a série Bom Dia, Verônica, além de participações em novelas e projetos autorais. Recentemente, ela também ampliou sua atuação artística ao estrear como diretora no documentário Apolo. Agora, a artista retorna às origens no jornalismo para conduzir conversas que transitam entre filosofia, cultura e sociedade.

Antes de se firmar como atriz, Tainá iniciou sua trajetória como jornalista. Com o tempo, a atuação ganhou protagonismo em sua carreira, mas o interesse pela reflexão e pelo pensamento crítico nunca ficou em segundo plano. Formada com pós-graduação em Filosofia Contemporânea pela PUC-RJ, ela sempre manteve uma relação próxima com o universo intelectual — inclusive como espectadora assídua do próprio Café Filosófico.

O convite para assumir a apresentação do programa surge como um reencontro profissional e pessoal. Para Tainá, o projeto representa a oportunidade de voltar ao espaço da entrevista e da escuta atenta, algo que ela considera essencial em um momento de tantas transformações sociais e culturais.

A chegada da nova apresentadora acompanha um processo de atualização do Café Filosófico. O programa estreia novo cenário, identidade visual repaginada e uma dinâmica mais interativa, que inclui a participação da plateia e uma relação mais próxima entre convidados e público. A proposta é tornar as conversas ainda mais acessíveis, sem abrir mão da profundidade que consagrou a atração ao longo de seus 23 anos no ar.

Para a TV Cultura, essa renovação dialoga com a necessidade de pensar o presente e o futuro. A emissora aposta na sensibilidade e na bagagem intelectual de Tainá Müller para conduzir debates relevantes, conectando temas filosóficos às questões práticas do cotidiano.

Desde sua criação, o Café Filosófico se destacou por levar reflexões complexas à televisão aberta de forma clara e envolvente. O programa construiu uma identidade própria ao abordar assuntos contemporâneos com rigor, mas também com abertura para diferentes perspectivas.

Com o novo formato, a ideia é ampliar esse alcance, aproximando ainda mais o conteúdo do público e estimulando o diálogo. A parceria com o Instituto CPFL continua sendo um dos pilares do projeto, garantindo a curadoria de temas e convidados alinhados aos desafios do mundo atual.

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