Resumo da novela Dona de Mim de 10 de maio, sábado

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Capítulo 012 – Sábado, 10 de maio

Determinada a encontrar Leo a qualquer custo, Sofia decide agir por conta própria. Com o coração acelerado e a ansiedade à flor da pele, ela pede ajuda a um desconhecido para conseguir o endereço dele. É o impulso de quem sente que precisa se reconectar com alguém importante — mesmo que isso signifique correr riscos.

Enquanto isso, Yara não perde a chance de provocar Davi. Com seu jeito debochado, ela cutuca, testa seus limites e faz questão de mostrar que não simpatiza com ele. Já Abel, ao perceber que Sofia fugiu de casa, entra em pânico. A ausência da filha o desestabiliza por completo, e ele começa uma busca frenética, temendo pelo pior.

No ônibus, Sofia vive um momento de tensão: um homem estranho se aproxima, e o clima rapidamente se torna desconfortável. A jovem sente o perigo, mas tenta manter a calma, contando apenas com a própria coragem para sair daquela situação.

Ao mesmo tempo, Samuel, seu irmão mais velho, encontra uma pista que pode levar ao paradeiro da irmã mais nova. É pouco, mas é o suficiente para reacender a esperança. Quando a notícia da fuga chega a Leo, ele se desespera. A ideia de que Sofia possa estar sozinha e em perigo o deixa sem chão.

Na casa de Kami, as regras são claras — e quebrar uma tem consequências. Ela repreende Ryan duramente por ter dado um celular escondido a Dedé. A intenção pode ter sido boa, mas a quebra de confiança pesa mais.

Enquanto isso, Vespa dá uma nova missão a Lucas: ele deve trabalhar no galpão de Alan, mas como espião. O pedido coloca Lucas em conflito, pois ele sabe que esse jogo duplo pode lhe custar caro.

O reencontro entre Leo e Sofia finalmente acontece — é intenso, cheio de emoção contida. Ela, aliviada, o abraça como quem encontra um porto seguro. E, tocado pela confiança dela, Leo abre o coração e conta sobre o bebê que perdeu, revelando uma dor profunda que ainda o acompanha.

Sofia, em um gesto comovente, implora ao pai que reconsidere e recontrate Leo. Ela sabe que ele merece uma nova chance. Samuel também acredita nisso — e vai além: avisa a Abel que, se ele não tomar a iniciativa, ele mesmo contratará Leo para cuidar da irmã.

Vidyut Jammwal será Dhalsim em novo filme de Street Fighter, revela site americano

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O universo de Street Fighter vai ganhar novas cores — e novos movimentos. O ator indiano Vidyut Jammwal, reconhecido por sua impressionante habilidade em artes marciais e por papéis de destaque em filmes de ação em Bollywood, foi escalado para interpretar Dhalsim, um dos personagens mais icônicos do game, no novo longa da Legendary Entertainment. A informação foi divulgada com exclusividade pelo portal Deadline nesta segunda-feira (15).

Com uma carreira marcada por coreografias intensas, dublês dispensados e carisma em cena, Jammwal é conhecido por títulos como Commando – A One Man Army, Força Letal e IB 71. A escolha do ator representa um marco duplo: será sua estreia em uma superprodução hollywoodiana e também um momento de afirmação da busca por diversidade e autenticidade no elenco da nova adaptação de Street Fighter.

Ao longo da última década, Vidyut Jammwal se consolidou como um dos principais nomes do cinema de ação indiano. Especialista em Kalaripayattu, arte marcial milenar originária do sul da Índia, o ator construiu uma carreira que alia disciplina física, espiritualidade e carisma. Essas mesmas características ecoam diretamente na figura de Dhalsim, o monge indiano do universo Street Fighter conhecido por sua filosofia pacifista e estilo de luta elástico e imprevisível.

Fontes próximas à produção revelaram que o ator foi cauteloso ao aceitar propostas de Hollywood, recusando projetos que não estivessem alinhados com sua visão artística e com representações respeitosas da cultura indiana. O papel de Dhalsim, portanto, não é apenas um passo na carreira internacional, mas um encontro simbólico entre personagem e intérprete.

Um novo rumo para a franquia

O novo filme de Street Fighter está sendo desenvolvido pela Legendary Entertainment, estúdio responsável por sucessos como Duna e Godzilla vs. Kong. A direção está nas mãos de Kitao Sakurai, conhecido por seu trabalho em Twisted Metal e pela estética provocadora da série The Eric Andre Show. O roteiro está a cargo de Dalan Musson, roteirista de Capitão América: Admirável Mundo Novo e da série Falcão e o Soldado Invernal.

Com essa equipe criativa, o projeto busca equilibrar ação estilizada, fidelidade ao universo dos games e uma abordagem mais contemporânea e diversa. A entrada de Jammwal no elenco sinaliza esse compromisso, oferecendo ao público um Dhalsim que não é apenas visualmente fiel, mas profundamente conectado à essência do personagem.

Embora detalhes da trama ainda estejam sob sigilo, espera-se que o novo filme se afaste da estética cartunesca de adaptações anteriores e mergulhe em uma leitura mais realista e emocional dos lutadores. Dhalsim, tradicionalmente um personagem de paz, que luta apenas quando necessário, pode ganhar uma camada mais profunda de espiritualidade e propósito — algo que o próprio Vidyut Jammwal, em entrevistas passadas, já declarou buscar em seus papéis.

Reboot de Resident Evil estreia em 2026 com direção de Zach Cregger e abordagem inédita

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Foto: Reprodução/ Internet

A saga Resident Evil ganhará uma nova versão nos cinemas — e, desta vez, com uma proposta bastante distinta do que os fãs dos games estão acostumados. Em entrevista à revista SFX Magazine, o diretor e roteirista Zach Cregger (A Hora do Mal, Acompanhante Perfeita e Saindo do Armário) confirmou que o reboot cinematográfico não será completamente fiel aos jogos originais, optando por um caminho mais autoral, com foco em um terror psicológico enraizado em isolamento e tensão crescente.

Quando o filme chega nos cinemas?

Com estreia prevista para o dia 18 de setembro de 2026, o novo longa marca uma nova fase da franquia nas telonas. O roteiro é assinado por Cregger em parceria com Shay Hatten (Exército de Ladrões: Invasão da Europa e Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes), o que sinaliza uma narrativa que equilibra ação estilizada e atmosfera opressiva — características cada vez mais valorizadas nas produções contemporâneas de horror.

Uma história inédita no universo

Ainda sem título oficial divulgado, o novo filme não será uma reencenação direta dos eventos clássicos de Raccoon City. Segundo informações não confirmadas oficialmente, a trama será centrada em um entregador comum que, ao realizar uma entrega em um hospital remoto, acaba isolado no local após o surto de uma infecção letal. Sozinho e cercado por criaturas mutantes, o personagem precisa enfrentar horrores que desafiam tanto sua sobrevivência quanto sua sanidade.

O papel principal será vivido por Austin Abrams (O Estado das Coisas, A Química que Há Entre Nós, Euphoria e This Is Us), em um raro protagonismo que se distancia dos soldados e agentes especiais das adaptações anteriores. A escolha de Abrams reforça a proposta de Cregger de colocar o espectador na pele de um indivíduo comum, exposto a uma situação extraordinária — e absolutamente aterradora.

Responsável por um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos, Noites Brutais, Zach Cregger é conhecido por seu domínio de atmosfera, construção de tensão e reviravoltas narrativas inesperadas. Agora, à frente de uma das maiores franquias do gênero, o cineasta promete uma releitura ousada, que dialoga com os temas clássicos de isolamento, mutação e desespero, mas sem depender de personagens icônicos ou fan service excessivo.

“A fidelidade total ao jogo não é o nosso foco. Estamos interessados em contar uma boa história — com identidade própria”, afirmou Cregger à SFX.

O que podemos esperar?

Após anos de diferentes abordagens cinematográficas — da ação exagerada da saga com Milla Jovovich ao revival nostálgico de Bem-Vindo a Raccoon City — o novo Resident Evil busca reposicionar a franquia no cenário do terror moderno. Ao invés de repetir fórmulas, o projeto investe em personagens inéditos, ambientação claustrofóbica e suspense psicológico, num esforço de reconexão com a essência do horror que consagrou os primeiros games.

“A História de Mahalia Jackson” é destaque emocionante da “Sessão da Tarde” desta quarta (23/07)

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Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, a Sessão da Tarde reserva um daqueles filmes que não apenas ocupam a tela — eles a transcendem. A História de Mahalia Jackson é mais que um drama biográfico. É um convite à alma. Um retrato poderoso de uma mulher que usou sua voz para muito além da música, se tornando símbolo de fé, resistência e esperança em meio à dura realidade da segregação racial nos Estados Unidos.

Estrelado pela multipremiada cantora Ledisi, vencedora do GRAMMY, o filme não só emociona pela música, mas também pela força de sua protagonista. Mahalia Jackson não cantava apenas com a garganta — cantava com a alma, com cicatrizes e com sonhos.

Uma infância entre a dor e o destino

Nascida em Nova Orleans, Mahalia Jackson cresceu em uma América ainda profundamente marcada pela escravidão e racismo institucional. Órfã de mãe ainda criança, ela foi criada por sua tia Mahala (ou “Tia Duke”, como era chamada), uma mulher rígida, amarga e muitas vezes violenta. O filme mergulha nessa relação delicada, dando ao público um retrato honesto das dores que moldaram o coração e o canto de Mahalia.

Mas o que poderia ter sido o fim de muitos, foi o combustível dela. As feridas da infância não a destruíram — elas temperaram sua fé, fortaleceram sua identidade e inspiraram sua missão. A dor, para Mahalia, se transformava em hino. E a igreja foi o palco onde ela começou a espalhar sua luz.

Muito além da música: ativismo, fé e coragem

Ao longo da vida, Mahalia não se contentou em ser apenas uma cantora. Em tempos em que mulheres negras eram silenciadas, ela fez o contrário: cantou mais alto. Em um país dividido, sua música uniu. Sua amizade com o Dr. Martin Luther King Jr. não foi apenas simbólica. Ela esteve ao lado dele em alguns dos momentos mais cruciais do movimento pelos direitos civis nos EUA.

Na Marcha sobre Washington, em 1963, foi Mahalia quem, com sua voz, preparou o palco espiritual para o célebre discurso “I Have a Dream”. Sua fé não era só religiosa, era uma fé social, política e profundamente transformadora.

O filme retrata de forma emocionante essa jornada ao lado do líder ativista, com destaque para a atuação comovente de Columbus Short como Dr. King. A relação dos dois era construída sobre confiança, cumplicidade e esperança. Ela não era apenas uma voz de fundo. Era protagonista na luta pela dignidade do povo negro.


Ledisi: quando a intérprete se torna Mahalia

Se há uma escolha que eleva ainda mais o filme, é a escalação de Ledisi como Mahalia. A cantora não apenas interpreta — ela incorpora a essência da artista. Ledisi já havia vivido Mahalia no filme Selma (2014), mas aqui ela entrega uma performance completa, íntima, poderosa e comovente. É impossível não se emocionar quando sua voz toma conta da tela e atinge o coração do espectador.

Não é só atuação. É verdade. E talvez por isso ela tenha sido indicada ao NAACP Image Awards como Melhor Desempenho Inovador — uma indicação mais que justa. Quando canta “Precious Lord”, por exemplo, é impossível não sentir um arrepio que atravessa gerações.

Denise Dowse: um legado por trás das câmeras

A direção é de Denise Dowse, atriz veterana que aqui faz sua estreia e também seu último trabalho como diretora antes de falecer, em 2022. Há algo profundamente sensível na maneira como Dowse conduz a narrativa. Ela não dramatiza a dor gratuita, mas nos oferece momentos de humanidade, doçura e fé, mesmo nas situações mais amargas.

A diretora tem a sabedoria de dar espaço para que a música seja personagem principal. Em vez de interromper com discursos expositivos, ela permite que os hinos falem por si. E como falam! Cada performance é uma oração, um ato de resistência.

Do gospel às telas: um filme que ecoa esperança

Com participações de peso como Keith David, Janet Hubert, Corbin Bleu e Vanessa Williams, o filme também acerta ao retratar uma época complexa e dolorosa sem perder a poesia. A reconstituição de época, os figurinos e o cuidado com os diálogos nos transportam para uma América onde cantar era, para muitos, a única forma de sobreviver e afirmar sua existência.

Mahalia Jackson quebrou barreiras — não apenas musicais, mas raciais e espirituais. Ela abriu caminho para artistas como Aretha Franklin, Whitney Houston, e tantas outras vozes negras femininas que continuam a inspirar o mundo.

O que torna Mahalia eterna

Mais do que uma biografia, A História de Mahalia Jackson é um testemunho. Uma lembrança de que arte é instrumento de cura e que fé, quando aliada à coragem, pode mudar a história.

Mahalia Jackson faleceu em 1972, mas sua voz ainda ecoa. Ecoa em igrejas, em movimentos sociais, em playlists, e agora, nesta quarta-feira, na tela da TV Globo. Em tempos difíceis, revisitar sua trajetória é também um ato de reconexão com o que há de mais puro na humanidade: a capacidade de lutar por amor, justiça e dignidade com a força de uma canção.

Por que você não pode perder

Se você procura uma história que emociona, que inspira e que te faz levantar da poltrona acreditando em algo maior, A História de Mahalia Jackson é o filme certo. Ele toca, sim, em feridas — mas também oferece cura. E talvez seja exatamente disso que o mundo precise agora: lembrar que, mesmo diante do caos, ainda existem vozes como a de Mahalia que cantam esperança.

Resumo da novela Cruel Istambul de terça (21/10) – Cemre e Nedim vivem momento de ternura enquanto Seniz prepara armadilha

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No capítulo da novela Cruel Istambul que vai ao ar nesta terça-feira, 21 de outubro, Cemre e Nedim se aproximam ainda mais, fortalecendo o laço de confiança e carinho que nasce entre eles. Unidos pela dor e pela esperança, compartilham confidências e emoções que os tornam cada vez mais cúmplices. Agah, dominado pela frustração e pelo remorso, visita o túmulo do irmão para desabafar sua dor e refletir sobre tudo o que aconteceu, tentando encontrar algum sentido em meio às perdas.

Enquanto isso, na mansão, Neriman humilha Seher ao relembrar a fuga de Cemre, reabrindo feridas antigas e ampliando o sofrimento da mãe. Cenk busca amparo junto ao pai e recebe de Agah palavras de incentivo, que o motivam a repensar suas atitudes. Ceren, profundamente abalada com a situação de Seher, enfrenta um turbilhão de sentimentos — entre a culpa e a vontade de reparar seus erros.

Damla revela a Civan seus sentimentos e intenções, intensificando o clima de tensão e desejo que paira sobre a família. À noite, sob o som das ondas, Cemre canta para Nedim na praia, num instante de pura ternura e conexão. No entanto, sem imaginar o que se aproxima, ela mal percebe que Seniz já prepara uma nova armadilha — um plano cruel que pode destruir sua paz e mudar o rumo de todos.

Saiba o que vem por aí nos próximos capítulos de Cruel Istambul

Cemre decide abrir seu coração a Nedim, compartilhando lembranças dolorosas e revelações sobre o passado conturbado de seu pai. Emocionado, Nedim se sente abalado com tudo o que ouve, e Cemre passa a se culpar por envolvê-lo em tamanha dor. Enquanto isso, Neriman revela a Ceren que toda a fortuna da família pertence ao sobrinho de Agah, notícia que desperta ambição e acirra as disputas dentro da casa.

Determinada a seguir sozinha, Cemre consegue emprego em um hotel, tentando se reerguer e construir um futuro independente. Ao mesmo tempo, Damla manipula a imprensa para favorecer seus próprios interesses, e Seher faz um apelo público pelo retorno da filha, expondo ainda mais o drama familiar. Agindo em segredo, Cenk se aproxima de Cemre, tentando ajudá-la sem o conhecimento de Seniz, enquanto Nedim insiste para que ela volte à mansão — o que coloca o casal entre o amor e o dever.

A tensão aumenta quando Cemre passa a temer ser localizada pelas autoridades. Agah acusa Civan de ter colaborado na fuga da jovem, provocando uma grave crise entre os dois. Durante os depoimentos à polícia, Ceren mente e responsabiliza Seher pelo suposto sequestro, o que aprofunda o sofrimento da mãe. Damla, por sua vez, tenta amenizar o escândalo ao defender Civan diante da família.

O clima de incerteza atinge o auge quando Nedim é reconhecido pelo dono do hotel onde estão hospedados, obrigando Cemre a agir rapidamente para evitar que sejam denunciados. Em meio à confusão, Nedim é roubado, o que agrava a vulnerabilidade do casal e os deixa sem recursos. Enquanto isso, Ceren, tomada pelo arrependimento por suas mentiras, entra em colapso emocional e se recusa a se alimentar, dominada pela culpa e pela sensação de que sua família está desmoronando.

Nova temporada de Cuquín estreia na HBO Max e no Cartoonito com aventuras inéditas para toda a família

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Foto: Reprodução/ Internet

Ele é curioso, enérgico, tem um topete inconfundível e uma vontade imensa de descobrir o mundo ao seu redor. Estamos falando de Cuquín, o adorável caçula da Família Telerín, que acaba de voltar para novas aventuras na HBO Max e no Cartoonito. Com 20 episódios inéditos, a segunda temporada da animação promete encantar ainda mais crianças (e adultos nostálgicos) com histórias cheias de fantasia, descobertas e muitas gargalhadas.

Depois do sucesso da primeira temporada, exibida em vários países e querida por pais e filhos, Cuquín retorna com um cenário novo: a pré-escola. Ao lado de seus inseparáveis amigos — Clementina, Pelusín, Maripí, Colitas e Trapito —, o pequeno protagonista explora temas cotidianos com um olhar doce e criativo. A escola, nesse contexto, não é só um lugar de aprender letras e números: é uma porta aberta para invenções, brincadeiras e o nascimento de laços preciosos.

Nos episódios inéditos, a animação mergulha ainda mais fundo no mundo das crianças pequenas, apresentando situações familiares para quem vive (ou já viveu) essa fase tão intensa da vida. Trocar de roupa sozinho, dividir brinquedos, lidar com sentimentos como frustração e saudade — tudo é tratado com sensibilidade e humor, em histórias curtas que têm o dom de emocionar sem fazer discurso.

Um projeto com DNA afetivo e multicultural

A série animada é uma produção do estúdio espanhol Ánima Kitchent, em parceria com a Warner Bros. Discovery, e carrega em sua essência uma herança importante. O personagem nasceu nos anos 60 como parte da Família Telerín, grupo que estrelava vinhetas animadas na TV espanhola incentivando as crianças a irem para a cama (“Vamos a la cama, que hay que descansar…”). Décadas depois, Cuquín ganhou vida própria em 3D e conquistou uma nova geração com carisma, empatia e um olhar curioso sobre o mundo.

Mas embora tenha nascido na Europa, Cuquín fala uma linguagem universal. A segunda temporada reforça esse valor multicultural ao abordar temas comuns a qualquer infância — como o medo do escuro, a emoção de fazer novos amigos ou o desafio de resolver conflitos sem brigar. Isso faz com que a série encontre eco tanto no Brasil quanto em outros países da América Latina, Europa e Estados Unidos.

A escolha da pré-escola como cenário central também ajuda nesse sentido. É nesse ambiente que muitas crianças vivem suas primeiras grandes experiências fora de casa. E é ali que se aprende a viver em grupo, a respeitar regras, a se expressar e a lidar com diferenças. Cuquín mostra tudo isso com leveza, do ponto de vista infantil, transformando cada situação do cotidiano em uma pequena aventura.

Estreias e maratonas para toda a família

A estreia da nova temporada já está disponível na plataforma HBO Max, com todos os 20 episódios acessíveis para quem quiser maratonar com as crianças em casa. Para os que preferem a programação da TV, o canal Cartoonito exibe a primeira parte da segunda temporada a partir de hoje, com episódios inéditos diariamente até o dia 8 de agosto, sempre às 8h da manhã — um horário perfeito para animar o início do dia dos pequenos.

No sábado, 9 de agosto, o canal ainda preparou uma maratona com os cinco primeiros episódios, ideal para quem perdeu algum ou quer rever tudo de uma vez. Uma ótima oportunidade para reunir a família no sofá, preparar pipoca (ou um suco gelado de frutas) e se encantar com as peripécias de Cuquín e sua turma.

Por que Cuquín faz tanto sucesso?

Em um mercado saturado de animações frenéticas, repletas de estímulos visuais e piadas adultas disfarçadas, a produção aposta no oposto: histórias simples, traços delicados e um ritmo que respeita o tempo da criança. Isso não quer dizer que a série seja parada ou pouco envolvente — pelo contrário. Cada episódio é uma pequena jornada que mistura humor, imaginação, desafios e afeto. O diferencial está na forma como tudo isso é apresentado, com empatia e delicadeza.

Além disso, Cuquín não é um herói perfeito. Ele erra, fica frustrado, chora, pede ajuda. E, justamente por isso, se conecta tão bem com os pequenos espectadores. Ele representa a criança real, que ainda está aprendendo a lidar com o mundo e que, acima de tudo, precisa de acolhimento. A série mostra que errar faz parte, e que crescer também significa aprender com os outros — sejam adultos, colegas ou irmãos.

“Para Sempre Minha” | Terror psicológico que promete te deixar desconfiando até de quem você ama ganha data de estreia no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

Você realmente conhece quem dorme ao seu lado?

Essa pergunta, tão simples e tão perturbadora, é o ponto de partida do novo filme de terror psicológico “Para Sempre Minha” (Keeper, no original), dirigido por Osgood Perkins, o mesmo responsável por pérolas sombrias como O Macaco (2025) e o perturbador Longlegs (2024). Com estreia confirmada nos cinemas brasileiros para 13 de novembro, a produção traz no elenco a sempre intensa Tatiana Maslany (de Orphan Black e She-Hulk) e Rossif Sutherland (Possessor, Reign), em uma história onde o terror vem de dentro, do silêncio, do isolamento… e do outro.

Esqueça sustos fáceis e fantasmas barulhentos. Aqui, o medo é construído no olhar que dura tempo demais, no quarto que parece pequeno demais, na pergunta que fica no ar: o que eu não sei sobre a pessoa que amo?

Fim de semana romântico, só que não

A trama é relativamente simples — e esse é justamente o truque. Para Sempre Minha acompanha o casal Liz (Maslany) e Malcolm (Sutherland), que decide fazer uma escapada romântica até uma cabana isolada no meio do nada. O clima é intimista, tranquilo, e tudo parece correr bem. Mas, de repente, Malcolm recebe um chamado misterioso e precisa voltar à cidade às pressas, deixando Liz sozinha no local.

Até aí, nada que a gente já não tenha visto em outros filmes. Só que o que começa como um “momento de silêncio e vinho quente” se transforma rapidamente em uma descida ao desconhecido. Liz começa a perceber que não está sozinha naquela casa. Mas o que está ali com ela não é exatamente alguém. É algo. Um mal indescritível, quase invisível, que aos poucos vai revelando segredos enterrados — e perturbadores — sobre aquele lugar, sobre Malcolm e até sobre Liz mesma.

E aí fica a dúvida: o perigo está na cabana ou estava com ela o tempo todo?

O terror da dúvida (e da intimidade)

Em entrevista recente, o diretor Osgood Perkins — que, vale lembrar, é filho de Anthony Perkins, o eterno Norman Bates de Psicose — explicou que a essência de Para Sempre Minha está na desconfiança silenciosa que pode crescer dentro de uma relação. “É um filme sobre quem é seu parceiro, o que você acha que sabe sobre ele, e o desejo de voltar no tempo para quando tudo parecia mais simples”, disse Perkins. “É sobre intimidade e ilusão. E o quanto isso pode ser aterrorizante.”

A proposta do diretor não é entregar um “terror de sustos”, mas sim um terror psicológico sutil, que vai se enroscando no espectador como uma dúvida que não se resolve. É sobre se sentir preso em uma situação em que tudo parece normal — até que você começa a perceber que nada é o que parece.

E isso, convenhamos, é muito mais assustador do que qualquer espírito com cara deformada.

Tatiana Maslany: mais uma vez, entregue e vulnerável

Tatiana Maslany é daquelas atrizes que não têm medo de ir fundo. Em Orphan Black, ela interpretou quase uma dezena de personagens diferentes com uma entrega impressionante. Em Para Sempre Minha, ela carrega praticamente o filme inteiro nas costas — e na expressão.

Sua Liz é, ao mesmo tempo, sensível, esperta e assustada. Não é uma daquelas protagonistas que corre gritando pela floresta. Liz observa, pensa, tenta entender. E justamente por isso, quando o terror começa a se manifestar, ele é absorvido pelo espectador com a mesma intensidade emocional que ela sente. Não há alívio. Só inquietação.

Rossif Sutherland, por sua vez, entrega um Malcolm enigmático, com uma calma quase irritante. Ele é carinhoso, gentil, mas há algo nele que incomoda. Aquelas pequenas pausas antes de responder. A forma como ele evita certos assuntos. Como ele desaparece.

E quando ele vai embora da cabana… bom, as perguntas começam a gritar.

Uma produção discreta, mas promissora

O roteiro é assinado por Nick Lepard, e a produção ficou por conta de Chris Ferguson e Jesse Savath, pela produtora Oddfellows. O filme foi gravado de forma bastante contida — uma locação principal, elenco enxuto — mas isso só reforça a proposta: o horror vem da intimidade, não da grandiosidade.

As filmagens foram concluídas em julho de 2024, e o longa foi rapidamente apresentado ao mercado de Cannes, onde a Neon (mesma distribuidora de Parasita nos EUA) garantiu os direitos para o território americano e também para vendas internacionais. No Canadá, a distribuição será da Elevation Pictures. No Brasil, quem traz o filme para as telonas é a Diamond Films, que já confirmou: estreia em 13 de novembro de 2025.

Originalmente, o lançamento estava previsto para outubro, mas o estúdio decidiu adiar para novembro — provavelmente para fugir do congestionamento de estreias de Halloween e dar ao filme o espaço mais intimista que ele merece.

O estilo Osgood Perkins: terror que conversa baixinho (mas arrepia fundo)

Quem já viu outros filmes de Osgood Perkins sabe o que esperar — ou melhor, o que não esperar. Ele não gosta de pressa. Seus filmes são silenciosos, elegantes, quase poéticos. Ele faz o horror parecer uma lembrança triste. Ou um segredo mal resolvido.

O Macaco, lançado no início de 2025, dividiu opiniões, mas foi elogiado pela crítica por seu estilo atmosférico e sua narrativa introspectiva. Longlegs, com Nicolas Cage, foi um sucesso entre os fãs de terror mais hardcore, mas também se destacou pelo visual onírico e pelo desconforto crescente.

Para Sempre Minha parece unir o melhor desses dois mundos: uma narrativa de horror emocional com elementos sobrenaturais sutis, mas intensos. Um filme que não precisa gritar para te deixar com medo — ele só precisa olhar pra você de volta.

Para quem é esse filme?

Se você gosta de histórias de casa assombrada, mas está cansado das fórmulas repetidas…

Se você curte filmes em que o medo cresce devagar, como uma rachadura no teto…

Se você já duvidou da pessoa que ama, mesmo sem motivo aparente…

Então Para Sempre Minha é pra você.

É aquele tipo de terror que não te deixa dormir porque faz você pensar demais, e não porque te deu um susto barato. É sobre como o amor pode esconder coisas feias, e como o medo às vezes mora bem ali, do lado da saudade.

Expectativas? Lá no alto.

Mesmo sem ser uma megaprodução de estúdio, Para Sempre Minha vem cercado de boas expectativas:

  • Um elenco forte e elogiado;
  • Um diretor que entende de terror como construção emocional;
  • Uma estreia em um mês estratégico, perto do Oscar (sim, filmes de terror andam entrando nessa briga também);
  • E uma temática que, de tão íntima, acerta onde dói.

Além disso, a distribuição pela Neon nos EUA é um ótimo sinal. A empresa tem apostado em narrativas autorais, arriscadas e com grande apelo entre público e crítica. Eles não compram qualquer coisa — e quando compram, geralmente entregam algo que vale a pena.

Clássico do terror O Iluminado segue em cartaz até amanhã (17) em comemoração aos 45 anos

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Foto: Reprodução/ Internet

Os fãs de terror e de cinema clássico têm pouco tempo para aproveitar uma oportunidade especial nas telonas. “O Iluminado”, obra-prima dirigida por Stanley Kubrick, segue em cartaz nos cinemas brasileiros até amanhã, 17 de dezembro, em uma ação especial da Warner Bros. Pictures que comemora os 45 anos de lançamento do longa. As sessões acontecem em salas regulares e também em IMAX, oferecendo ao público a chance de revisitar, ou descobrir, o filme em sua melhor experiência audiovisual.

Lançado originalmente em 1980, o longa-metragem atravessou décadas sem perder força e se consolidou como uma referência absoluta do terror psicológico. Mais do que sustos pontuais, o filme constrói uma atmosfera de tensão constante, capaz de inquietar e envolver o espectador do início ao fim. Assistir a essa obra no cinema, com som potente e imagem ampliada, ajuda a entender por que ela permanece tão influente e discutida até hoje.

A história acompanha a família Torrance durante um inverno rigoroso no isolado Overlook Hotel, no Colorado. Jack Torrance, interpretado por Jack Nicholson, é um aspirante a escritor e alcoólatra em recuperação que aceita o trabalho de zelador do hotel durante a baixa temporada. Ele se muda para o local com a esposa Wendy, vivida por Shelley Duvall, e o filho Danny, interpretado por Danny Lloyd, sem imaginar que o isolamento extremo e as forças que habitam o lugar irão colocar a sanidade de todos à prova.

Danny, ainda criança, possui habilidades psíquicas conhecidas como o brilho, que lhe permitem enxergar acontecimentos passados e futuros ligados ao hotel. O cozinheiro do Overlook, Dick Hallorann, vivido por Scatman Crothers, compartilha do mesmo dom e estabelece uma conexão telepática com o menino. Aos poucos, o histórico sombrio do hotel começa a se manifestar, enquanto Jack se deixa consumir por influências sobrenaturais e por seus próprios conflitos internos, tornando-se uma ameaça real para a própria família.

A adaptação do romance de Stephen King tomou caminhos próprios sob a visão rigorosa de Stanley Kubrick. Embora o autor tenha criticado o filme na época do lançamento por se distanciar do livro, o longa ganhou nova leitura ao longo dos anos e passou a ser reconhecido como uma obra autoral, marcada por simbolismos, ambiguidades e múltiplas interpretações. Cada cena parece calculada para provocar desconforto e alimentar debates, algo que ajudou a manter o filme vivo no imaginário popular.

Grande parte da produção aconteceu nos estúdios da EMI Elstree, na Inglaterra, com cenários meticulosamente construídos a partir de referências reais. Kubrick trabalhava com equipes reduzidas e era conhecido por exigir inúmeras tomadas, buscando a precisão absoluta, o que muitas vezes levava atores e técnicos ao limite. O uso inovador da Steadicam, então uma tecnologia recente, resultou em cenas visualmente marcantes e revolucionárias, que influenciaram gerações de cineastas.

No momento de seu lançamento, “O Iluminado” dividiu opiniões da crítica e do público, e o próprio Stephen King demonstrou insatisfação com a adaptação. Com o passar dos anos, no entanto, a recepção mudou de forma significativa. O filme passou a ser amplamente reconhecido como um dos maiores e mais influentes títulos do terror cinematográfico, além de um ícone da cultura pop. Em 2018, a obra foi selecionada para preservação no National Film Registry da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, por sua relevância cultural, histórica e estética.

No The Noite com Danilo Gentili desta segunda (25/08), Dra. Anahy D’Amico fala sobre crianças precocemente adultizadas e o sucesso viral de Casos de Família

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Nesta segunda-feira, 25 de agosto, o The Noite com Danilo Gentili traz uma convidada que se tornou referência quando o assunto é comportamento humano, relações familiares e saúde mental: a psicóloga Dra. Anahy D’Amico. Reconhecida por sua experiência clínica e pelo jeito direto de abordar temas delicados, Dra. Anahy participou do programa para falar sobre questões que permeiam tanto o público infantil quanto os adultos, e também revisitar o impacto cultural do programa “Casos de Família”, que voltou ao ar em julho no SBT e rapidamente se tornou viral nas redes sociais.

Durante a entrevista, Anahy se destacou por sua postura firme e transparente, deixando claro que, no contexto do programa vespertino, sua função é atuar como conselheira. “Sou conselheira, não tenho nada de psicóloga no programa. Mas eu preciso ter uma postura. Eles podem falar de outra maneira, mas eu não”, explicou, ressaltando que a responsabilidade de mediar conflitos exige ética e cuidado, principalmente diante do público jovem e vulnerável que acompanha o programa.

O Retorno do Clássico Vespertino e sua Repercussão

O programa “Casos de Família” tem se destacado novamente, não apenas pelo formato que mescla dramas familiares com debates diretos, mas também pelo alcance digital que os episódios têm alcançado. Segundo Dra. Anahy, o segredo do sucesso está justamente na identificação do público com os conflitos apresentados. “O Casos viraliza porque as redes sociais também são um terreno para muitas desavenças familiares”, comentou.

Entre os episódios recentes mais comentados, a psicóloga citou a participação de Rico, ex-participante de reality show, que gerou repercussão imediata entre os internautas. Esse fenômeno, segundo Anahy, evidencia como os dramas familiares televisivos e a exposição online se entrelaçam, criando um ciclo de viralização que amplia tanto a discussão quanto o engajamento do público. Ela observou que, apesar da aparente “simplesza” do formato, há lições implícitas sobre comportamento, limites e conflitos interpessoais que podem ser extraídas pelos espectadores atentos.

Adultização Precoce: Um Alerta Necessário

Um dos pontos centrais da conversa foi a adultização precoce das crianças, tema que voltou à tona após a viralização de um vídeo do influenciador Felca. Dra. Anahy aproveitou para reforçar orientações sobre o uso de tecnologias por crianças pequenas. Segundo ela, até os dois anos de idade, crianças não devem ter contato com redes sociais, celulares ou tablets. Depois dessa fase, o uso deve ser limitado a uma hora por dia, sempre sob supervisão de um adulto.

“Criança não tem como filtrar o que está consumindo, e a gente não sabe quem está vendo aquele conteúdo”, alertou a psicóloga. Ela reforçou que a exposição precoce não apenas altera padrões de comportamento, mas também prejudica a formação emocional e cognitiva, contribuindo para a ansiedade, déficit de atenção e dificuldades na socialização.

Anahy explicou que, nos dias atuais, a internet e as redes sociais funcionam como um ambiente paralelo, onde crianças e adolescentes podem se deparar com conteúdos inadequados, além de estarem mais suscetíveis à comparação social e à pressão por aceitação. Essa combinação de fatores, segundo a especialista, pode acelerar o processo de adultização emocional, fazendo com que crianças assumam responsabilidades e preocupações que não deveriam ser de sua alçada.

Saúde Mental e a Exposição Digital

A discussão se ampliou para os efeitos das redes sociais sobre os adultos, com Anahy destacando que o excesso de exposição digital também impacta significativamente a saúde mental das pessoas. “Eu acredito que a saúde mental vem piorando nos últimos anos justamente por causa desse excesso de exposição. A vida das pessoas virou um reality show contínuo, e nem sempre estão preparadas para lidar com críticas, julgamentos ou comparações constantes”, analisou.

Para Dra. Anahy, a combinação de pressão social online, consumo de informações negativas e superexposição pessoal tem contribuído para aumento de quadros de ansiedade, depressão e estresse. Ela enfatizou a importância de buscar ajuda profissional quando necessário e de estabelecer limites claros para o uso de tecnologias, tanto para crianças quanto para adultos.

Experiência Pessoal e Superação

O programa também foi espaço para que Dra. Anahy compartilhasse uma história pessoal marcante, conectando sua experiência de vida à prática profissional. Ela revelou que começou a fumar aos 13 anos e, anos depois, enfrentou sérios problemas de saúde: “Tive um infarto e um AVC transitório. O cigarro contribuiu muito. Graças a Deus me recuperei, parei de fumar há um ano e meio, mas aí engordei”, contou.

Após os problemas de saúde, Anahy buscou apoio psicológico e realizou cirurgia bariátrica, destacando a importância de cuidar não apenas do corpo, mas também do lado psicológico. “Muita gente volta a engordar após a bariátrica por não cuidar do lado psicológico. Esse acompanhamento é fundamental”, reforçou, lembrando que a saúde mental deve caminhar lado a lado com a saúde física.

Essa narrativa pessoal não apenas humanizou a entrevista, mas também ressaltou a importância do autoconhecimento, da disciplina e do acompanhamento psicológico, temas centrais em seu trabalho profissional.

Educação Emocional e Conscientização

Além de comentar sobre “Casos de Família” e tecnologia, Dra. Anahy destacou a relevância de discussões abertas sobre educação emocional. Ela acredita que programas, canais de mídia e redes sociais podem ser usados como ferramentas educativas, desde que haja supervisão e reflexão crítica.

“É preciso que pais e educadores se envolvam ativamente na vida das crianças, mostrando limites e ensinando a lidar com frustrações, emoções e relacionamentos”, explicou. Segundo ela, essa orientação não apenas protege as crianças, mas também prepara o adulto do futuro, evitando que comportamentos problemáticos se perpetuem.

O Canal Papo com Anahy D’Amico

No palco do The Noite, Anahy também falou sobre seu canal no YouTube, Papo com Anahy D’Amico, que se tornou uma plataforma importante para debater temas relacionados à saúde mental, família e comportamento. A psicóloga reforçou que seu objetivo é criar um espaço seguro e educativo, incentivando reflexões sobre questões do dia a dia que muitas vezes são negligenciadas.

“O canal é um espaço para abrir discussões francas, sem medo de falar sobre problemas reais que todos enfrentamos, sejam eles familiares, emocionais ou sociais”, comentou. Essa iniciativa se soma ao trabalho clínico de Anahy, ampliando seu alcance e contribuindo para a conscientização sobre a importância do cuidado psicológico.

A Visão chega aos cinemas nesta quinta (17) com uma história inspiradora de superação e esperança

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Foto: Reprodução/ Internet

Chega aos cinemas na próxima quinta-feira, 17 de julho, o filme A Visão — originalmente intitulado Sight. Baseado em uma história real, o longa é dirigido e roteirizado por Andrew Hyatt (Paulo, Apóstolo de Cristo) e promete emocionar o público ao retratar a inspiradora trajetória do Dr. Ming Wang, um imigrante chinês que superou a pobreza, a violência e o preconceito para se tornar um dos nomes mais respeitados da oftalmologia mundial.

Na trama, interpretada com sensibilidade por Terry Chen, conhecemos a juventude difícil de Ming Wang na China dos anos 1960, marcada pelas cicatrizes da Revolução Cultural. Determinado a transformar sua vida, ele migra para os Estados Unidos em busca de formação acadêmica — e, apesar dos inúmeros desafios, incluindo o racismo que enfrenta como estrangeiro, persevera até se tornar um cirurgião visionário.

O ponto de virada da história acontece quando uma jovem órfã cega chega à sua clínica em busca de uma chance que a ciência tradicional já descartou. Para ajudar a menina, Wang precisa enfrentar não apenas um desafio médico complexo, mas também os fantasmas de seu próprio passado — revisitados em paralelo com o caso clínico atual.

Mais do que um drama médico, A Visão é um retrato sensível sobre humanidade, empatia e reconstrução. A atuação de Greg Kinnear (em papel de apoio) e do jovem Jayden Zhang complementa o elenco com equilíbrio entre emoção e leveza. A narrativa comovente resgata valores como perseverança, solidariedade e a força do conhecimento como ferramenta de mudança real.

Por que vale a pena assistir?

Porque A Visão é daqueles filmes que lembram por que contar boas histórias ainda importa — especialmente quando elas são reais. É uma celebração da ciência com alma, da medicina com propósito e da compaixão como elo entre passado e presente.

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