“Companhia Certa” deste sábado (19/07) homenageia o apresentador com surpresa conduzida por Fábio Porchat

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A madrugada deste sábado, 19 de julho de 2025, às 0h30, promete ser marcada por emoção, reverência e muita ternura na programação da RedeTV!. Vai ao ar um episódio especial do programa “Companhia Certa”, dedicado a celebrar a vida e a carreira de Ronnie Von, que completa 81 anos no dia 17 de julho. Em uma reviravolta carinhosa, o apresentador será surpreendido no estúdio por um velho conhecido: Fábio Porchat, que assume o comando da atração por uma noite.

O especial, gravado recentemente sob sigilo absoluto, une gerações em torno de um dos maiores comunicadores da televisão brasileira. E o resultado é um reencontro memorável entre o passado e o presente da TV — e um tributo à elegância, generosidade e talento de Ronnie.

O aniversariante

Ronnie Von é um nome que transcende rótulos. Cantor, apresentador, entrevistador e figura de múltiplos talentos, ele começou sua trajetória artística nos anos 1960, durante a efervescência da música jovem brasileira. Embora vinculado à chamada Jovem Guarda, Ronnie sempre trilhou um caminho particular, com sonoridade mais refinada e referências internacionais.

Ao longo das décadas, construiu uma carreira sólida também na televisão. Tornou-se referência em programas voltados ao bom gosto, à escuta ativa e à valorização do ser humano. Na TV Gazeta, conduziu por mais de 15 anos o programa “Todo Seu”, que virou sinônimo de conversa elegante, acolhedora e profunda.

Uma nova proposta

O programa “Companhia Certa” nasceu como uma forma de resgatar esse estilo televisivo mais calmo, focado na escuta, e encontrou nas madrugadas da RedeTV! um espaço especial. Com cenário acolhedor, iluminação suave e trilha envolvente, a atração conquistou um público fiel, que enxerga em Ronnie Von uma presença amiga nas noites solitárias.

Neste especial, o programa se reinventa para prestar homenagem ao seu próprio condutor. A proposta: inverter os papéis. Quem normalmente entrevista, agora será entrevistado. E com um detalhe que torna tudo ainda mais afetivo — o entrevistador da noite é Fábio Porchat, admirador declarado de Ronnie.

Uma surpresa guardada a sete chaves

A homenagem foi organizada em absoluto segredo. Ronnie Von foi convidado a ir ao estúdio da RedeTV! com a justificativa de gravar um episódio temático. No entanto, ao chegar, ele descobriu que o centro da atração era ele mesmo. No cenário, encontrou Fábio Porchat já à sua espera, pronto para conduzir a conversa.

“Esse é um daqueles momentos raros em que a gente tem a chance de agradecer publicamente a quem nos inspirou. O Ronnie é mestre da elegância, do afeto e da escuta. É uma honra retribuir um pouco disso com essa surpresa”, afirmou Porchat nos bastidores da gravação.

Emoção em família

A surpresa não parou por aí. A esposa de Ronnie, Kika Von, e os filhos Ronaldo e Alessandra também estiveram presentes no estúdio, participando do programa em momentos alternados. A família compartilhou histórias de bastidores, lembranças de infância e traços íntimos da convivência com o “príncipe” da televisão brasileira.

“Meu pai é puro coração, mas também é exigente, detalhista, do tipo que repara até no ângulo da xícara”, brincou Ronaldo, arrancando risadas sinceras do pai. Já Kika, emocionada, destacou a capacidade de Ronnie de recomeçar e de manter a leveza mesmo em momentos difíceis.

Memórias que atravessam gerações

Ao longo do especial, o programa exibirá imagens raras da carreira de Ronnie Von: clipes de suas primeiras aparições musicais, trechos de programas antigos e depoimentos de amigos que marcaram sua vida artística.

Um dos momentos mais tocantes é a exibição de um vídeo especial gravado por Rita Lee, com quem Ronnie dividiu momentos emblemáticos nos anos 1970. Em sua mensagem, Rita se referiu ao apresentador como “um príncipe da sensibilidade, da generosidade e do humor fino que não se perde com o tempo”.

O encontro entre dois mestres da conversa

O diálogo entre Ronnie Von e Fábio Porchat tem tudo para entrar para a história recente da TV aberta. Porchat, que se destacou com programas como “Que História É Essa, Porchat?”, trouxe sua irreverência e naturalidade, mas soube equilibrar o tom com emoção, escuta e reverência ao homenageado.

“Eu cresci vendo esse cara na televisão. A elegância dele, a delicadeza… Tudo isso me ensinou, mesmo de longe. Estar aqui hoje, virando a mesa e fazendo ele falar, é um privilégio que eu nunca vou esquecer”, disse o humorista.

O bordão que virou símbolo de amizade

Durante a homenagem, um detalhe curioso e afetuoso chamou a atenção: camisetas personalizadas com a frase “É isso, Ronnie” foram usadas pela produção, pela família e por Porchat. O bordão nasceu espontaneamente durante uma conversa anterior entre os dois, e virou uma espécie de símbolo da relação divertida e respeitosa entre eles.

Ao perceber que todos no estúdio estavam vestidos com a frase que virou meme carinhoso, Ronnie caiu na gargalhada: “Se é isso, então é tudo”, respondeu, selando o momento com humor e afeto.

A TV aberta ainda pulsa

O especial do “Companhia Certa” mostra que a televisão aberta ainda tem espaço para narrativas humanas, emocionais e autênticas. Em um tempo em que o consumo de conteúdo é cada vez mais acelerado e disperso, a escolha por um programa feito com tempo, cuidado e sinceridade é quase um manifesto de resistência.

A RedeTV!, ao apostar em uma homenagem tão sensível, reafirma o valor da memória, da escuta e do legado artístico e pessoal de seus talentos. A produção do programa foi conduzida com sigilo absoluto, respeito e carinho — e o resultado é visível em cada detalhe da atração.

O homem, além do apresentador

A edição especial do “Companhia Certa” é mais do que uma homenagem: é um espelho em que Ronnie Von se vê refletido como artista, comunicador, pai, marido e amigo. Um tributo que celebra não só sua trajetória pública, mas também os afetos, vínculos e histórias que ele construiu ao longo de décadas.

Zeca Pagodinho leva o samba à alma do Japão em encontro com Pedro Bial no “Conversa com Bial”

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Foto: Reprodução/ Internet

Em uma noite que une continentes, histórias e melodias, o “Conversa com Bial” desta sexta-feira, 25 de julho, se transforma num documentário íntimo e emocionante, conduzido por dois nomes que dispensam apresentações: Pedro Bial e Zeca Pagodinho. Mas desta vez, a roda de samba não é em Xerém, muito menos em um estúdio carioca. O cenário é um karaokê em Osaka, no Japão — uma cidade que pulsa entre luzes de néon e memórias silenciosas — onde o samba encontrou um novo lar, ao menos por uma noite.

No ar logo após o Jornal da Globo e às 23h45 no GNT, o programa especial joga luz sobre um encontro raro: o Brasil profundo e leve de Zeca e o olhar curioso e generoso de Bial, unidos em um canto improvável do mundo. Entre goles de cerveja, canções eternas e memórias costuradas pelo tempo, a edição vai muito além de uma entrevista — é um abraço cultural em quem assiste.

Um boteco de alma brasileira no coração de Osaka

Há algo de mágico quando culturas aparentemente distantes se encontram por afinidades invisíveis. Foi assim que o karaokê, símbolo pop da convivência japonesa, virou palco para um samba sincero. O microfone, geralmente usado por locais em interpretações de hits dos anos 80, agora estava nas mãos de Zeca Pagodinho, com seu chapéu panamá e aquela presença que enche qualquer espaço com afeto e verdade.

Ali, entre mesas apertadas, um telão exibindo letras e um público misto de brasileiros expatriados e japoneses curiosos, Zeca cantou “Conflito”, uma de suas pérolas afetivas. Ao lado de Pedro Bial, o clima era de roda de samba improvisada. Mas quem conhece Zeca sabe: o improviso é, muitas vezes, o ponto mais autêntico da arte.

“Não importa onde eu esteja. Se tiver cerveja gelada e alguém pra cantar comigo, tamo em casa”, brinca o cantor durante o papo, enquanto o público local batuca com as mãos na mesa, tentando acompanhar o ritmo que vem do coração.

De Irajá para o mundo: o Zeca que não precisa de palco

Nascido em Irajá, zona norte do Rio, Zeca viu a vida mudar quando a música deixou de ser passatempo e virou destino. Mas a fama nunca o distanciou das raízes. Ao contrário: ele sempre levou consigo o subúrbio, a rua, a conversa de bar, a sabedoria do povo. É isso que Pedro Bial, com sua escuta afiada, ajuda a revelar na conversa — não o Zeca artista, mas o Zeca homem, pai, amigo, brasileiro comum com dons extraordinários.

Durante a entrevista, Zeca revisita episódios marcantes da vida. Conta do dia em que Beth Carvalho o chamou para gravar pela primeira vez. Lembra dos tempos em que trabalhava como apontador de bicho e cantava em rodas de samba por prazer. E ri ao se lembrar do susto que a mãe levou quando ouviu sua voz no rádio pela primeira vez: “Achou que fosse outra pessoa. Falou: ‘Esse não é o Jessé!’”.

É essa autenticidade que fez com que Zeca se tornasse um dos sambistas mais amados do país — e agora, também, um embaixador informal da cultura brasileira na Ásia.

A Expo 2025 e o Brasil que canta além das fronteiras

O programa acontece no contexto da Expo 2025, que ocorre em Osaka e conta com participação do Brasil em uma série de eventos culturais. Além de Zeca, artistas como Mãeana, Lisa Ono e Bem Gil integram a programação. Mas, entre todos, é Zeca quem mais conecta com o público. Não por ter o maior palco ou a produção mais grandiosa — mas por carregar, na simplicidade de cada verso, uma parte da alma brasileira.

No evento, Zeca fez show para um público misto e entusiasmado. “Ver japonês cantando ‘Deixa a Vida Me Levar’ foi uma das coisas mais emocionantes que já vi”, revela Bial, ainda impactado. E realmente: a cena de centenas de vozes estrangeiras entoando em coro uma canção que nasceu nas ladeiras cariocas é uma prova de que a música atravessa fronteiras invisíveis.

O samba como memória afetiva de um país

Zeca é mais que um cantor. É cronista de um Brasil que resiste com leveza. Suas músicas falam de amor, de perdas, de esperanças e de saudades com uma linguagem que todo mundo entende. “Vai Vadiar”, “Maneiras”, “Verdade”, “Deixa a Vida Me Levar” — essas não são apenas faixas: são trilhas de vida. São hinos de momentos que cada brasileiro guarda como lembrança.

No programa, ele comenta que nunca planejou ser ídolo. “Eu só queria cantar, ué. Fazer um samba pra galera sorrir, pra aliviar o peso da vida”. E talvez por isso mesmo ele tenha se tornado tão essencial.

Um Brasil que não precisa de legenda

A presença de Zeca na televisão japonesa é discreta, mas significativa. Câmeras o seguem enquanto ele anda por Osaka, experimenta pratos locais, conversa com brasileiros que moram na cidade. “No Japão, o tempo é diferente. Tudo tem pausa. E samba também precisa de pausa, senão vira só batida”, filosofa.

Em uma cena belíssima, capturada pelas lentes da equipe do programa, ele ensina um grupo de japoneses a bater palma no ritmo do samba. Começa devagar, ajusta o compasso, até que o batuque coletivo se forma. Riem, erram, recomeçam. Não entendem o idioma, mas compreendem o espírito. E é isso que a música faz: comunica o que a linguagem formal não dá conta.

O jornalista que também se permite emocionar

Pedro, por sua vez, conduz o programa como quem guia uma visita ao próprio passado. Em diversos momentos, deixa transparecer a emoção — seja ao ouvir “O Sol Nascerá”, seja ao rever imagens da infância de Zeca. “Conversar com o Zeca é como ouvir o Brasil falar por meio de um samba. Ele transforma o cotidiano em poesia. É um dom raro”, diz o jornalista.

Ao longo da entrevista, Bial também reflete sobre o papel da cultura brasileira fora do país. “Ver um japonês cantar samba me dá a esperança de que nossa arte é maior do que pensamos. E de que ela pode, sim, salvar dias difíceis”.

De volta para casa, mas com o coração no Japão

A edição termina com Zeca caminhando pelas ruas iluminadas de Osaka. O olhar é curioso, mas sereno. “Aqui é diferente, mas também é parecido. Tem gente, tem silêncio, tem respeito. A gente acha que tá longe, mas a música aproxima”, diz ele, já com saudade no tom.

Ao fundo, ouve-se “Uma Prova de Amor”, em versão instrumental, enquanto a câmera se afasta. É o tipo de final que deixa um nó na garganta — não pela despedida, mas pela certeza de que encontros como esse deixam marcas que o tempo não apaga.

Remix de Rick Bonadio une gerações e continentes com Bruno Martini e Double You

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando o passado e o presente se encontram na música, o resultado pode ser eletrizante. E é exatamente esse o caso do mais novo lançamento da Midas Music: Runaway Child (Rick Bonadio Remix), uma reimaginação energética da faixa que nasceu da improvável — e poderosa — união entre a banda italiana Double You, ícone da música dance dos anos 90, e o brasileiro Bruno Martini, um dos DJs e produtores mais relevantes da cena eletrônica atual. Agora, o produtor Rick Bonadio, conhecido por lançar e consolidar carreiras que marcaram a história da música brasileira, como Mamonas Assassinas, Rouge e NX Zero, traz uma nova roupagem à canção, tornando-a ainda mais universal, dançante e ousada. As informações são do Sessão Cinéfila.

O remix já está disponível em todas as plataformas digitais, e é mais do que uma simples reinterpretação: é uma declaração artística que conecta gerações e geografias.

A alquimia sonora de uma faixa que não para de crescer

O lançamento de “Runaway Child” já carregava em si um DNA poderoso. De um lado, o carisma e a voz inconfundível de William Naraine, vocalista do Double You — grupo que eternizou sucessos como “Please Don’t Go” e “Part Time Lover” nas pistas dos anos 90. Do outro, Bruno Martini, produtor versátil, filho do cantor Gino Martini (o que por si só já sugere uma linhagem artística), que soma mais de 1,9 bilhão de streams no Spotify e já colaborou com artistas como Alok, Timbaland, IZA e Avicii.

Com a nova versão assinada por Rick Bonadio, o projeto ganha um terceiro vértice — e com ele, ainda mais potência. “Esse remix une Brasil e Itália com elementos que falam diretamente com o público global. É uma leitura mais ousada da faixa original, feita para a pista e com identidade própria”, explica Bonadio, com a experiência de quem sabe exatamente como tornar uma música um sucesso multiplataforma.

A nova versão, embora mantenha a alma da canção original — suas melodias nostálgicas e letras que evocam a sensação de liberdade, fuga e descoberta —, ganha uma pulsação mais intensa, sintetizadores vibrantes e uma estrutura que convida à dança sem pudor, como nas melhores noites de pista.

“Rick traduziu a música para um novo mundo”

Bruno Martini é só elogios ao parceiro de remixagem. “Rick trouxe uma perspectiva completamente nova para a música. Ele conseguiu manter a essência da faixa, mas transportando tudo para um ambiente ainda mais pulsante e contemporâneo”, diz.

Segundo Bruno, o remix surgiu de uma troca muito natural. “A gente já trabalha juntos na Beeside, temos afinidade criativa e visão de longo prazo. Quando mostrei a música, o Rick já começou a imaginar caminhos para ela dentro do universo da pista, e o resultado superou minhas expectativas.”

Não é para menos. Rick Bonadio tem o dom raro de saber onde colocar cada batida, cada respiro e cada silêncio. Seu remix não apenas reveste a faixa com uma nova sonoridade: ele a recontextualiza para uma audiência que consome música de forma rápida, plural e globalizada. Ao mesmo tempo, entrega valor para quem ainda busca emoção na pista e memória no fone de ouvido.

De volta às pistas — e ao coração do público

“Runaway Child (Rick Bonadio Remix)” é mais do que um lançamento estratégico. É parte de uma narrativa pensada para dar longevidade à faixa, criando momentos diferentes para públicos distintos. A primeira versão, lançada há poucas semanas, celebrou o encontro entre gerações e a qualidade da produção internacional. Agora, o remix vem para expandir a faixa para o circuito dos clubes e playlists voltadas ao dance pop contemporâneo.

Mas a história não para por aí. Nas próximas semanas, uma versão acústica de “Runaway Child” será disponibilizada, mostrando que a música tem força até mesmo quando despida dos beats. “É uma música que se sustenta só com voz e violão, e isso é raro no pop eletrônico”, afirma Bruno.

Essa multiplicidade de formatos não é mero acaso: ela traduz uma estratégia moderna de lançamento, em que uma mesma música pode — e deve — ter diversas vidas. Para Rick Bonadio, é também um reflexo da maturidade da cena musical brasileira. “Hoje temos artistas e produtores com capacidade técnica e sensibilidade artística para dialogar com o mundo sem perder a identidade. Esse projeto mostra isso com clareza.”

O retorno de Double You e o poder da nostalgia bem construída

O envolvimento do Double You no projeto adiciona uma camada extra de valor simbólico. Para muitos fãs da dance music, ouvir novamente a voz de William Naraine em uma faixa inédita é como reencontrar um velho amigo depois de anos — e perceber que ele continua incrível.

Desde os anos 90, quando dominou pistas e rádios com sucessos que cruzaram oceanos, o Double You manteve-se como referência no gênero, mesmo com hiatos criativos. Com o retorno ao estúdio e o reencontro com o público global por meio dessa colaboração, a banda mostra que está longe de ser apenas uma lembrança nostálgica. Ela se reinventa — e se reconecta.

Para William, o projeto é uma chance de se reconectar com uma nova geração. “Quando Bruno nos convidou, sentimos que era o momento certo. A música tem uma energia moderna, mas ao mesmo tempo carrega emoção e intensidade que sempre buscamos. O remix do Rick só reforça isso”, declarou o cantor em entrevista recente à mídia italiana.

O selo Beeside: onde talento encontra liberdade

A faixa também representa a força da Beeside Records, selo fundado por Bruno Martini, Rick Bonadio e Edo Van Duijn. Criado com o objetivo de fomentar colaborações criativas entre talentos de diferentes partes do mundo, o selo tem como marca registrada a liberdade estética e o foco na qualidade sonora.

“A Beeside nasce da vontade de criar algo além do convencional. A gente acredita na música como linguagem global, e é isso que estamos mostrando aqui”, conta Edo, parceiro estratégico do projeto. Segundo ele, o sucesso de “Runaway Child” — em suas múltiplas versões — já está servindo como blueprint para novas colaborações.

Entre beats e emoções, uma faixa que corre livre

“Runaway Child”, em sua essência, fala sobre fuga, sobre sair do conhecido, correr atrás de algo maior — talvez uma paixão, um sonho ou simplesmente liberdade. É essa metáfora que atravessa todas as versões da faixa. E é isso que torna o remix de Rick Bonadio tão potente: ele não altera a alma da canção, apenas troca as roupas, deixando-a pronta para uma nova viagem.

Para Rick, produzir esse remix foi mais do que um trabalho: foi um reencontro com a essência de fazer música com emoção e propósito. “É muito mais do que remixar uma faixa. É sobre traduzir sentimentos para novos formatos. É isso que me move como produtor”, conclui.

One Piece | Segunda temporada do live-action promete clima mais sombrio e violento, afirma novo ator da série

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Foto: Reprodução/ Internet

A nova etapa da adaptação live-action de One Piece, produção da Netflix baseada no mangá de Eiichiro Oda, deve apresentar uma mudança significativa no clima da história. O ator David Dastmalchian, conhecido por seus papéis intensos em filmes como O Esquadrão Suicida e Homem-Formiga, entra para o elenco como o excêntrico vilão Sr. 3, e adiantou que a segunda temporada mergulha em um território mais sombrio e visualmente impactante.

Em entrevista ao site CBR (ComiBook), Dastmalchian destacou que os novos episódios terão um tom mais pesado, com cenas mais violentas e atmosferas que flertam com o suspense. “O que acontece em Little Garden, com o Sr. 3 sendo enviado pelo Sr. 0, é assustador de um jeito que a primeira temporada não foi. Muito violento. Visuais incríveis”, disse o ator.

Fidelidade ao mangá continua sendo prioridade

Apesar da mudança no tom, o respeito à obra original segue firme. Dastmalchian comentou que seu próprio filho é fã de longa data do mangá e do anime, e que a adaptação em live-action conseguiu manter viva a essência do universo criado por Oda. Segundo ele, o envolvimento direto do autor como produtor executivo é um dos motivos dessa fidelidade, algo que a equipe criativa preserva com cuidado.

Oda acompanha de perto o desenvolvimento da série, junto com Marty Adelstein e Becky Clements, da Tomorrow Studios. A primeira temporada estreou em 2023 com forte recepção do público e da crítica, justamente por equilibrar aventura, emoção e uma estética fiel ao material original.

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Uma nova fase para os Chapéus de Palha

A segunda temporada deixará o East Blue para trás e seguirá com os Chapéus de Palha em direção ao Grand Line, onde a narrativa se torna mais complexa, os conflitos ganham peso moral, e os inimigos passam a representar ameaças reais à sobrevivência da tripulação. Um desses antagonistas é o próprio Sr. 3, integrante da misteriosa organização Baroque Works, liderada pelo implacável Crocodile.

Com sua habilidade de criar e manipular cera sólida, Galdino impõe desafios estratégicos e psicológicos aos protagonistas. Sua presença em Little Garden marca o início de uma fase onde a leveza cede espaço a tensões mais duradouras — o que não significa que o carisma da tripulação se perca, mas que os riscos agora são maiores.

Elenco principal retorna — e ganha reforços

O núcleo principal da série continua formado por Iñaki Godoy, no papel de Monkey D. Luffy; Emily Rudd, como a destemida cartógrafa Nami; Mackenyu, vivendo o espadachim Zoro; Jacob Romero Gibson, como o criativo atirador Usopp; e Taz Skylar, no papel do carismático cozinheiro Sanji. O entrosamento entre os atores foi um dos pontos mais elogiados na primeira temporada e seguirá como peça-chave nos novos episódios.

Além do retorno dos rostos já conhecidos pelo público, o elenco será ampliado com personagens emblemáticos dos próximos arcos. Entre eles, os gigantes Dorry e Brogy, que habitam a ilha pré-histórica de Little Garden, e outros membros da Baroque Works, que começam a ganhar espaço como ameaça constante. A chegada de Dastmalchian, com seu estilo único e presença intensa, promete acrescentar uma nova camada de tensão à narrativa.

Rumo a uma adaptação mais ousada

O lançamento inicial da série, em agosto de 2023, mostrou que adaptar um anime para o live-action pode funcionar — desde que feito com respeito e criatividade. A recepção calorosa abriu caminho para uma segunda temporada mais ambiciosa, que agora se permite experimentar com atmosferas diferentes e conflitos mais dramáticos.

A narrativa evolui junto com os personagens. Luffy e seus companheiros, que até aqui enfrentaram desafios pontuais com otimismo e astúcia, começam a encarar dilemas que exigem mais do que coragem: demandam maturidade, escolhas difíceis e, em muitos momentos, dor.

Estreia prevista e expectativas

Ainda sem data oficial, a segunda temporada deve estrear no primeiro semestre de 2026, com produção em ritmo acelerado. Até lá, a primeira temporada permanece disponível na Netflix, e bastidores das gravações podem ser acompanhados pelas redes sociais do elenco e da equipe.

O live-action de One Piece continua ganhando espaço não apenas entre os fãs da franquia, mas também entre novos públicos que encontram na série um universo rico em fantasia, aventura e laços humanos.

De um mangá para o mundo

Lançado em 1997, o mangá de One Piece atravessou décadas, idiomas e fronteiras culturais. Com mais de mil episódios no anime e volumes incontáveis em circulação, a obra de Eiichiro Oda transformou-se em um dos pilares da cultura pop mundial. A versão live-action é, hoje, uma extensão desse legado — e promete seguir expandindo esse universo com criatividade, coragem e ainda mais emoção.

Samantha Schmütz e Adrian Younge lançam álbum que une Brasil e EUA em celebração à música negra contemporânea

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No dia 25 de julho, chegou às principais plataformas digitais o aguardado álbum “Samantha & Adrian”, fruto da parceria entre a atriz e cantora brasileira Samantha Schmütz e o renomado compositor e produtor norte-americano Adrian Younge. Lançado pelo selo Linear Labs, o projeto une o timbre marcante de Samantha a arranjos orgânicos e sofisticados, resultando em uma obra que transita entre o soul, o samba, a canção brasileira e a sonoridade vintage que caracteriza o trabalho de Younge. As informações são do Sessão Cinéfila.

Mais do que um simples encontro musical, o disco é um diálogo cultural entre Brasil e Estados Unidos, em que a música negra contemporânea é o ponto de conexão. Com faixas como “Nossa Cor”, “More Than Love” e “Samba Canção”, o álbum mergulha em temas como amor, resistência e vulnerabilidade, explorando narrativas pessoais e coletivas que refletem questões identitárias e sociais.

Um encontro que atravessa fronteiras

Samantha Schmütz é amplamente reconhecida pelo seu talento multifacetado — atriz, humorista, dubladora e cantora — mas aqui ela se apresenta de forma mais íntima e autoral. Ao lado de Adrian Younge, que já colaborou com nomes como Ali Shaheed Muhammad, Kendrick Lamar e Ghostface Killah, a artista se entrega a um repertório que privilegia a organicidade, com instrumentação analógica e texturas sonoras que evocam a estética da música gravada ao vivo.

“Esse álbum é sobre conexão. Não só entre duas pessoas de países diferentes, mas entre histórias, influências e raízes que se reconhecem na batida, no canto e na emoção”, comentou Schmütz em divulgação do projeto.

A construção de “Samantha & Adrian”

O processo criativo uniu a sensibilidade lírica de Samantha com o ouvido refinado de Younge para arranjos que soam atemporais. O resultado é um trabalho que flerta com o soul dos anos 70, o samba-canção brasileiro e elementos da música orquestral cinematográfica.

A faixa “Nossa Cor”, por exemplo, é um manifesto suave, mas firme, sobre orgulho racial e identidade, enquanto “More Than Love” mistura inglês e português em uma declaração de afeto universal. Já “Samba Canção” é uma homenagem às tradições musicais brasileiras, com interpretação carregada de emoção e arranjos que remetem às gravações clássicas.

Samantha Schmütz: da comédia à música com intensidade

Nascida em Niterói, em 28 de janeiro de 1979, Samantha Schmütz Cannet construiu uma carreira marcada pela versatilidade. Formada em Artes Cênicas pela Casa das Artes de Laranjeiras, começou sua trajetória no teatro no fim dos anos 1990, destacando-se tanto pela presença de palco quanto pela voz marcante.

Ganhou projeção nacional em 2007 no programa Zorra Total, com o icônico personagem Juninho Play, trabalho que lhe rendeu prêmios e reconhecimento popular. Também brilhou no humor televisivo como Jéssica no sucesso Vai que Cola, além de colecionar participações em produções cinematográficas que ultrapassaram a marca de um milhão de espectadores, como a franquia Minha Mãe É uma Peça e Tô Ryca.

Apesar da forte associação com a comédia, Schmütz já havia demonstrado sua capacidade dramática, como na novela Totalmente Demais (2015), e agora reafirma sua faceta musical com um projeto que exige entrega e autenticidade.

Neusa Borges retorna às telonas em Os Quatro dos Passos, aventura infantojuvenil que valoriza Florianópolis e a cultura brasileira

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Depois de muitos anos longe das grandes telas, a atriz Neusa Borges retorna ao cinema com um papel que marca não apenas sua carreira, mas também um importante momento para o cinema nacional: o filme Os Quatro dos Passos, dirigido por Beatriz Silva e Yasser Socarrás, é uma produção infantojuvenil que mistura aventura, suspense, comédia e romance, tudo ambientado em Florianópolis — cidade natal da atriz e cenário da filmagem.

No longa, Neusa vive Dona Chica, bisavó de dois dos protagonistas, uma personagem que carrega consigo um mistério envolvente e uma presença que guia os jovens pela trama. A história gira em torno de quatro adolescentes — Francisca, Jacinto, Lúcio e Camila — que, em uma tentativa de fugir da temida recuperação escolar, acabam se envolvendo em uma jornada que mistura o real e o sobrenatural, passando pela tradição da Procissão do Senhor dos Passos, evento religioso reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil.

O roteiro assinado por Glauco Broering aposta em uma combinação audaciosa: a energia da juventude, a força da cultura local e um gênero híbrido que inclui animação, cenas em live-action e elementos de found footage, técnica que remete a um tipo de filme gravado em primeira pessoa, muito usada para criar suspense e realismo.

A diretora Beatriz Silva conta que a ideia de contar essa história a partir do olhar dos adolescentes foi decisiva para ela se envolver no projeto. “Quando li o roteiro, logo percebi que não era só sobre aventura, era uma narrativa que trazia a cultura brasileira para o primeiro plano, mas sem perder o frescor e o olhar genuíno dos jovens protagonistas,” comenta Beatriz.

Já o co-diretor Yasser Socarrás destaca o protagonismo dos quatro jovens negros na trama, ressaltando a importância da representatividade. “Em muitas histórias, especialmente de aventura, esses personagens são raramente o centro. Aqui, eles são quem movem a narrativa, com coragem, curiosidade e amizade. Isso é revolucionário para o cinema nacional,” afirma.

Dona Chica: o elo entre gerações

Neusa Borges, uma artista que acumulou décadas de experiência na televisão e no teatro, confessa que foi um convite especial poder viver Dona Chica. “Ela é uma mulher cheia de história, cheia de sabedoria, mas também um pouco misteriosa. Senti que era uma chance de trazer para a tela algo que vem da minha própria vivência e do amor por Florianópolis,” diz a atriz.

Para Neusa, participar de uma produção que celebra a cultura local, com elementos tão fortes da religiosidade popular, foi uma forma de homenagear suas raízes e contribuir para que as tradições brasileiras ganhem visibilidade na cultura pop.

Florianópolis: muito mais que cenário

Os locais escolhidos para as filmagens foram cuidadosamente selecionados para mostrar não só as belezas naturais da capital catarinense, mas também seu patrimônio histórico e cultural. Igrejas antigas, ruas estreitas e paisagens que transitam entre o urbano e o natural criam o ambiente perfeito para essa aventura que, apesar de ambientada em um lugar específico, fala para o Brasil inteiro.

A Procissão do Senhor dos Passos, que acontece anualmente e envolve milhares de fiéis, serve como pano de fundo para a trama, trazendo uma atmosfera de mistério e tradição que conecta passado e presente.

Nostalgia e inovação de mãos dadas

Os diretores explicam que uma das inspirações para o filme foram os clássicos infantojuvenis das décadas de 80 e 90, como “Os Goonies” e “Conta Comigo”. Essas histórias de amizade, descoberta e aventura sempre tocaram o imaginário popular, e “Os Quatro dos Passos” revive essa essência, ao mesmo tempo em que insere elementos que falam diretamente à geração atual, como a diversidade racial e a tecnologia.

Essa junção cria um filme que é ao mesmo tempo um presente para as crianças e adolescentes de hoje e uma viagem nostálgica para adultos que cresceram assistindo essas obras.

Linguagens que aproximam o público

A mistura de animação, live-action e found footage não é apenas um recurso visual: é também uma maneira de dialogar com diferentes faixas etárias e gostos. A animação ilustra as histórias contadas por Dona Chica, dando vida às lendas e ao folclore local. O found footage cria uma sensação de urgência e suspense, e o live-action dá o tom realista à aventura.

Esse casamento de estilos traz frescor e dinamismo, tornando a experiência mais rica e convidativa para quem assiste.

Representatividade que transforma

A presença de quatro jovens negros como protagonistas é, sem dúvida, um dos pontos altos do filme. Em tempos em que debates sobre diversidade e inclusão ganham força, “Os Quatro dos Passos” mostra na prática como a representatividade pode ser natural, orgânica e central em uma história que, acima de tudo, é sobre humanidade.

“Eles são esses jovens, com sonhos, medos e desafios, que embarcam juntos numa aventura. Isso muda a forma como o público se vê e se conecta com o cinema,” explica Yasser Socarrás.

Resumo da novela A.Mar de segunda (27/10) – Estrella teme reencontro de Azul com o pai Gabriel

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No capítulo da novela A.Mar que vai ao ar nesta segunda-feira, 27 de outubro, Íker garante a Brisa que Marina nunca teve planos de permanecer na ilha com Gabriel, seu pai, tentando acalmar os ânimos sobre o passado da família. Enquanto isso, Estrella revela à mãe seu medo de que Azul queira conhecer o pai, e recorda que, quando descobriu a gravidez, ele tentou se livrar da responsabilidade oferecendo-lhe um cheque.

A tensão aumenta quando Azul entra em contato com Sergio para se apresentar como sua filha. Durante a ligação, Estrella descobre que Azul já teve contato com o pai, alertando-a de que, caso ele retorne às suas vidas, nada de bom trará. O episódio reforça os segredos familiares e antecipa novos conflitos entre pais e filhos.

Saiba o que vem por aí nos próximos capítulos de A.Mar

Marina decide deixar a casa de Gabriel, deixando Íker profundamente abatido. Enquanto isso, Fabián, cansado das insistências de Érika para reatar, começa a se interessar por Estrella, amiga da mulher. No velório de Gertrudis, ele procura Yazmín e, mesmo sendo repreendido por sua ausência como pai, consegue abraçá-la. Mais tarde, Estrella aceita o convite de Fabián e o surpreende com um ceviche, iniciando uma conversa íntima após um dia difícil. Ele confessa seus sentimentos e a surpreende com um beijo carinhoso, mas a situação se complica quando Érika aparece inesperadamente, acusando Estrella de se envolver com o homem que ama. Rosalba aconselha Érika, lembrando que às vezes é preciso lutar pelo que se deseja, enquanto Estrella garante a Fabián que não quer trair a amiga, e ele pede que ela aproveite o momento que a vida oferece.

O conflito interno de Estrella aumenta: ela jura a Fabián que não pode se apaixonar pelo mesmo homem que Érika e pede que ele a esqueça, já que planeja deixar a cidade. No campo familiar, Sergio informa a Juanjo que, para assumir sua herança, precisará se casar com a mãe de sua suposta filha. Ele ainda surpreende Estrella exigindo provas de que Azul é sua filha, mas ela o expulsa, rejeitando qualquer ligação com ele ou seu dinheiro. Azul confronta Sergio ao descobrir que ele pagou sua mãe para não dar à luz, e ele explica que não se sentia preparado para ser pai, intensificando os conflitos familiares e os dilemas emocionais entre pais e filhos.

Truque de Mestre: O 3º Ato promete espetáculo de ação e ilusão em trailer final eletrizante

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A espera chegou ao fim para os fãs dos Quatro Cavaleiros. Nesta segunda-feira (3), a Lionsgate divulgou o trailer final de Truque de Mestre – O 3º Ato, terceiro capítulo da aclamada franquia de ilusionismo e crimes que conquistou o público com truques inacreditáveis e reviravoltas eletrizantes. O vídeo, que você confere abaixo, marca o retorno triunfante do elenco original e apresenta uma nova geração de mágicos prontos para desafiar a lógica — e as leis da física (e da própria justiça).

Os Cavaleiros estão de volta — e com um novo truque

Depois de enganar o FBI e expor poderosos criminosos ao longo dos dois primeiros filmes, o grupo formado por Jesse Eisenberg (A Rede Social, A Verdadeira Dor e Batman vs Superman: A Origem da Justiça), Woody Harrelson (Jogos Vorazes e Proposta Indecente), Isla Fisher (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e O Prazer de sua Companhia) e Dave Franco (Juntos, Se Não Fosse Você e Nerve: Um Jogo Sem Regras) retorna com um novo golpe em vista. Desta vez, os Quatro Cavaleiros enfrentam o desafio mais arriscado de suas carreiras: roubar o maior diamante do mundo de um temido sindicato internacional do crime.

O vídeo, repleto de cenas de ação e truques visuais de tirar o fôlego, mostra o quarteto usando suas habilidades de manipulação, hipnose e escapismo em um jogo de gato e rato que mistura espetáculo e perigo. A missão, claro, vai muito além do roubo — trata-se de uma batalha de inteligência e prestígio, em que cada ilusão pode ser a diferença entre o sucesso e a ruína.

Uma nova geração entra em cena

Para manter o equilíbrio entre tradição e renovação, o terceiro filme apresenta novos personagens que trazem fôlego e diversidade à narrativa. Justice Smith, Dominic Sessa e Ariana Greenblatt interpretam jovens ilusionistas que se juntam à equipe dos Cavaleiros, mostrando que a arte da mágica continua viva — e evoluindo.

A vilã da vez é Rosamund Pike, que dá vida a Veronika Vanderberg, uma matriarca poderosa e impiedosa que comanda o sindicato criminoso envolvido no roubo. Já Morgan Freeman retorna como o enigmático Thaddeus Bradley, ex-mágico e figura-chave na organização secreta “O Olho”. Sua relação com os protagonistas promete ser um dos pontos mais intrigantes da trama.

Entre o mistério e o espetáculo

Sob a direção de Ruben Fleischer (Zumbilândia: Atire Duas Vezes, Venom, Caça aos Gângsteres e Uncharted: Fora do Mapa), o novo capítulo promete elevar a franquia a um novo patamar. O roteiro, escrito por Michael Lesslie, Seth Grahame-Smith e Eric Warren Singer, mistura ação e humor com o mesmo charme dos filmes anteriores, mas agora com uma pegada mais sombria e emocional.

O projeto vem sendo desenvolvido desde 2015, quando a Lionsgate confirmou oficialmente a sequência de Truque de Mestre 2. Após mudanças criativas e um longo período de espera, Fleischer assumiu o comando em 2022, trazendo um olhar mais dinâmico e moderno para a saga. O resultado, segundo a própria produção, é um filme que combina nostalgia e inovação em doses equilibradas.

Um título que faz jus à mágica

O nome original do longa, Now You See Me: Now You Don’t, traduzido como “Agora Você Me Vê, Agora Não Vê Mais”, já entrega o espírito da história — uma metáfora perfeita para o mundo dos truques e das aparências enganosas. Curiosamente, esse título foi cogitado ainda em 2016, mas só agora ganha vida, reforçando o clima de fechamento e renascimento da trilogia.

A ilusão continua

Mais do que um filme sobre roubos elaborados, o longa-metragem promete revisitar o verdadeiro encanto da franquia: o poder da ilusão. O público é convidado a mergulhar novamente em um universo onde nada é o que parece, onde cada cena pode esconder um truque e onde a mágica é apenas o disfarce para uma trama de ambição, lealdade e redenção.

Orquestra Ouro Preto e Antonio Vaz Lemes transformam trilhas de videogames em espetáculo sinfônico no Sesc Geek Experience 2025

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 8 de novembro, às 14h45, o Sesc Palladium, em Belo Horizonte, será tomado pela fusão entre música erudita e cultura pop. A Orquestra Ouro Preto, sob regência do maestro Rodrigo Toffolo, realiza uma apresentação única dentro do Sesc Geek Experience 2025, com participação especial do pianista Antonio Vaz Lemes, criador do projeto PianoQueToca. O concerto promete uma imersão emocionante nas trilhas sonoras que marcaram gerações de gamers e amantes da música.

Com arranjos exclusivos e sonoridade envolvente, a Orquestra Ouro Preto mergulha no universo dos jogos para apresentar um repertório que vai muito além da nostalgia. Temas de clássicos como The Legend of Zelda, Super Mario, Sonic, Dark Souls, Castlevania, Donkey Kong Country e Hollow Knight ganham vida sob uma nova perspectiva — com o peso, a emoção e o esplendor de uma orquestra completa.

Mais do que uma homenagem à cultura geek, o concerto celebra a sofisticação artística das trilhas de games, que há décadas encantam fãs e se consolidam como parte do patrimônio musical contemporâneo.

“O público vai se surpreender com a força dessas composições”, explica o maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico da Orquestra. “A música dos games tem um poder de conexão impressionante. Ela desperta memórias, emoções e cria pontes entre diferentes gerações. Trazer isso para o palco sinfônico é uma forma de reconhecer o valor artístico dessas obras.”

Antonio Vaz Lemes: o piano que conversa com o mundo digital

A participação de Antonio Vaz Lemes promete ser um dos pontos altos da noite. Conhecido nacional e internacionalmente, o pianista conquistou milhões de admiradores nas redes sociais com o PianoQueToca, projeto que leva a música de concerto para novas plateias e mostra que o piano pode dialogar com todos os estilos — da música clássica à cultura pop, dos animes aos videogames.

Descrito pela revista Gramophone, de Londres, como “um Pollini latino-americano”, Antonio é reconhecido por unir virtuosismo técnico e sensibilidade artística. Seu trabalho se destaca justamente por aproximar o público jovem da música instrumental e por transformar o piano em um canal de comunicação acessível e contemporâneo.

“Ver a música dos games ganhar forma orquestral é uma experiência indescritível”, afirma Antonio. “Essas melodias fazem parte da vida de milhões de pessoas e têm uma carga emocional gigantesca. Tocá-las junto da Orquestra Ouro Preto é unir o erudito ao popular de um jeito que toca fundo no coração.”

A inovação como marca da Orquestra Ouro Preto

Reconhecida pela crítica como uma das formações mais versáteis do país, a Orquestra Ouro Preto tem se destacado por sua capacidade de romper fronteiras entre estilos musicais. De homenagens a Alceu Valença e Beatles a projetos com bandas contemporâneas, o grupo tem levado a música de concerto a públicos cada vez mais diversos.

Com o Orquestra Ouro Preto Geek Experience, o grupo reafirma sua vocação inovadora. A proposta é fazer com que a plateia viva a emoção dos jogos por meio do som — um convite para reviver aventuras, batalhas e jornadas épicas, agora traduzidas em arranjos sinfônicos de tirar o fôlego.

Cultura geek e arte sinfônica lado a lado

O concerto faz parte da programação do Sesc Geek Experience 2025, evento que transforma o Sesc Palladium em um verdadeiro hub da cultura pop. A edição deste ano acontece ao longo de dois dias, com torneios de eSports, concurso de cosplay, batalhas de K-pop, experiências imersivas e convidados especiais.

Para o público, é uma oportunidade de celebrar o universo geek em sua forma mais ampla — da criatividade e tecnologia aos laços de comunidade que unem fãs de todas as idades. E, no centro dessa celebração, a música se torna o elo que conecta mundos.

TV Brasil estreia nova temporada de Parques do Brasil com episódio especial sobre a Amazônia

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 9 de novembro, a TV Brasil convida o público para uma nova imersão na natureza com a estreia da quarta temporada de Parques do Brasil. A série documental, uma das produções mais reconhecidas da emissora, retorna às telas às 19h com um episódio dedicado à Amazônia — uma homenagem mais que oportuna na véspera da COP30, que acontece em Belém (PA) entre 10 e 21 de novembro.

Em formato de diário de expedição, os novos episódios levam o telespectador a uma jornada por alguns dos lugares mais impressionantes do país. Cada capítulo de 26 minutos revela a beleza e a diversidade das unidades de conservação brasileiras, combinando imagens exuberantes com informações científicas e reflexões sobre o futuro ambiental do planeta. A trilha sonora, assinada por Flavia Tygel, reforça o tom poético da produção, que também estará disponível no aplicativo TV Brasil Play.

Para Antonia Pellegrino, diretora de Conteúdo e Programação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o retorno da série simboliza o papel essencial da TV pública em promover conhecimento e consciência ambiental. “Parques do Brasil é mais do que um programa sobre natureza. É uma janela que nos conecta à grandiosidade do país e nos faz pensar sobre o que estamos fazendo para preservá-lo. Essa é a força da televisão pública: educar, emocionar e inspirar”, afirma.

A estreia na véspera da COP30 não é coincidência. O lançamento da nova temporada reforça o compromisso da EBC com temas ambientais em um momento em que o Brasil ocupa posição central nas discussões sobre sustentabilidade global. A produção é fruto de uma parceria institucional entre a EBC, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — união que tem rendido uma das séries mais premiadas e respeitadas da televisão pública.

Um passeio pelo Brasil natural

Nesta temporada, o primeiro destino é o Parque Nacional da Amazônia, às margens do Rio Tapajós, onde a equipe acompanha de perto a rotina de pesquisadores e guardas-parques que lutam para proteger espécies ameaçadas, como a onça-pintada e a ararajuba. O episódio mergulha no coração da floresta, mostrando a convivência delicada entre o homem e um dos ecossistemas mais ricos do planeta.

Nos episódios seguintes, a série atravessa o país de norte a sul. Em Abrolhos (BA), as câmeras registram a vida marinha que transforma o local em um dos maiores berçários de baleias do Atlântico Sul. Na Chapada dos Veadeiros (GO), o Cerrado ganha protagonismo com suas formações rochosas e cachoeiras de beleza quase surreal. Já em Fernando de Noronha (PE), o destaque é o equilíbrio entre turismo e preservação. A jornada segue pelos Lençóis Maranhenses (MA), onde dunas e lagoas formam um cenário de outro mundo, e termina no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (MG), que guarda registros milenares da presença humana em meio a paisagens de tirar o fôlego.

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