Leandro faz uma descoberta alarmante: o vídeo no qual Vitor admite ser responsável pelo desvio de dinheiro da Monter Holding é, na verdade, uma elaborada manipulação criada por Inteligência Artificial. Essa revelação é um golpe devastador para Leandro, que agora começa a suspeitar que o hacker contratado por Gláucia e Vitor possa estar envolvido nesse engano tecnológico. A situação se torna ainda mais complexa quando Leandro decide fazer um elogio sincero a Gláucia, reconhecendo seu crescimento e evolução tanto pessoal quanto profissional. Este gesto é um alívio para Gláucia, que demonstra uma satisfação genuína com o reconhecimento e sente que, apesar das adversidades, seu progresso está sendo notado e valorizado.
Bassânio se vê em meio a um tumulto familiar. Ele presencia uma discussão acalorada entre Branca e Clara, que está centrada em cartas de um admirador secreto. O mistério e as implicações dessas cartas têm gerado desentendimentos profundos e uma crescente tensão entre as duas irmãs. Clara, em particular, expressa sua inquietação com a aparente proximidade de Branca com Fausto, o que só agrava o conflito. Para tentar aliviar a tensão, Pórcia toma uma decisão crucial: permite que Bassânio revele a verdade sobre o admirador secreto. A revelação de que Fausto é, de fato, o remetente das cartas promete agitar ainda mais as dinâmicas entre os personagens e intensificar os conflitos em futuros episódios, preparando o palco para novos desdobramentos dramáticos que irão capturar a atenção dos telespectadores.
O imponente imperador Xerxes é invadido por uma onda de nostalgia ao se recordar dos momentos preciosos que passou com Ester. Esse mergulho nas memórias do passado marca um ponto crucial em sua jornada pessoal e espiritual. Pela primeira vez, Xerxes se volta para um diálogo com Deus, refletindo profundamente sobre suas escolhas e buscando orientação divina em um período de grande incerteza e inquietação.
Enquanto isso, o tão aguardado treze de Adar finalmente chega, trazendo consigo uma atmosfera carregada de tensão e expectativa por todo o império. Os judeus enfrentam seus adversários em cada canto do reino, lutando desesperadamente pela sobrevivência e pela justiça. A batalha é travada com uma coragem feroz e determinação inabalável, mas também é evidente a presença de uma providência divina que guia e protege seu povo em meio ao caos e à adversidade.
Este episódio não só avança a trama de maneira significativa, mas também explora profundamente o impacto da fé e da memória na vida dos personagens. Ele coloca todos à prova em uma das batalhas mais cruciais da história da novela, destacando a interseção entre a crença pessoal e os eventos dramáticos que moldam o destino de todos. Prepare-se para um capítulo repleto de intensidade e emoção, que promete deixar uma marca duradoura na narrativa.
O clima de zoeira já está garantido nas noites de domingo com o retorno do “Perrengue” neste 13 de abril de 2025, trazendo exatamente o que a galera ama: pegadinhas, momentos inusitados e aquele humor escrachado que só Tatola Godas, Dennys Motta, Angelo Campos e Ricardinho Mendonça sabem entregar.
Direto do estúdio, o quarteto mais debochado da TV brasileira recebe alguns fãs na plateia, que não estão ali só para dar risada – eles também servem como termômetro ao vivo das piadas, reagindo na hora ao que funciona (ou ao que sai do controle). É interação real, com gente de verdade, para medir se o Perrengue está no ponto certo ou se a zoeira desandou!
Como sempre, o programa mistura vídeos engraçados, situações absurdas e comentários ácidos dos apresentadores, com aquele jeitão de bar entre amigos. Quem gosta de rir das maiores roubadas e ver gente se dando mal de um jeito leve e bem-humorado já sabe: domingo é dia de Perrengue!
Então já deixa o controle separado, porque a diversão está garantida neste domingo, às 21h, só na Band!
Num vilarejo viking cercado por montanhas, neve e ataques constantes de dragões, Como Treinar o Seu Dragão poderia muito bem ser só mais uma aventura animada cheia de ação. Mas não é. É uma história que surpreende pela delicadeza, pela coragem de ser sensível — e por lembrar que nem toda bravura precisa de uma espada.
O protagonista é Soluço, um garoto que parece ter nascido no lugar errado, na época errada. Frágil aos olhos da comunidade, ele não tem o porte de guerreiro que seu pai, o imponente chefe Stoico, gostaria. Enquanto os outros jovens treinam para matar dragões, ele prefere inventar engenhocas e observar o mundo ao redor com olhos mais curiosos do que combativos.
E é justamente esse olhar que transforma tudo.
Numa noite qualquer, Soluço faz o impensável: derruba um lendário Fúria da Noite. Mas ao encontrar a criatura caída na floresta, em vez de cumprir o papel de herói que tanto esperavam dele, ele escolhe algo raro — e revolucionário: a empatia. E é assim que nasce a amizade com Banguela, o dragão mais carismático que o cinema já nos apresentou.
A conexão entre os dois é construída com uma beleza silenciosa, quase mágica. Sem palavras, sem promessas — só respeito, escuta e curiosidade mútua. A partir dessa relação improvável, o filme propõe algo muito maior do que uma simples história de amizade: uma reflexão sobre o que nos ensinaram a temer, sobre o que significa coragem e, principalmente, sobre quem somos quando deixamos de seguir expectativas para ouvir a própria verdade.
Claro, tudo isso vem embalado por um espetáculo visual deslumbrante. As cenas de voo são de tirar o fôlego, com trilha sonora de John Powell que emociona até o mais cético. Mas o que realmente faz Como Treinar o Seu Dragão alçar voo é sua alma. É o jeito como trata crianças e adultos com o mesmo respeito, oferecendo uma narrativa rica, divertida e profundamente humana.
Astrid, Bocão, Stoico — todos os personagens passam por transformações reais, e o filme nos mostra que crescer não é apenas mudar por fora, mas aprender a ver de um jeito novo. E, às vezes, o mais difícil não é enfrentar um dragão, mas olhar para dentro e admitir que nossos medos nem sempre estão do lado de fora.
No fim das contas, essa não é só uma animação. É um lembrete. De que ser diferente não é fraqueza. De que sentir é um ato de coragem. E de que, às vezes, tudo o que precisamos é soltar as rédeas, subir nas costas de quem confiamos… e voar.
O primeiro live-action da Universal Pictures, inspirado no clássico animado “Como Treinar o Seu Dragão”, chegou voando aos cinemas brasileiros e já é um fenômeno! Lançado oficialmente em 12 de junho, o filme conquistou 1,9 milhão de espectadores e já arrecadou mais de 42 milhões de reais, tornando-se a maior abertura da DreamWorks no Brasil, desbancando pesos-pesados como Gato de Botas 2: O Último Pedido e Kung Fu Panda 4.
E não para por aí: o longa já garantiu o posto de terceiro maior lançamento do ano no país, permanecendo em 1.764 telas com exibições para todos os gostos — dublado, legendado, IMAX, DBox e 4DX.
🐉 Um lançamento digno de dragão
O lançamento do filme foi uma verdadeira celebração para fãs de todas as idades. Além da chegada do longa às telonas, o público foi presenteado com ações promocionais que transformaram cidades em verdadeiros cenários da Ilha de Berk.
Entre os dias 24 e 28 de maio, o Brasil recebeu a visita estrelada do diretor Dean DeBlois e dos atores Gerard Butler (Stoico), Mason Thames (Soluço) e Nico Parker (Astrid), que passaram por São Paulo em eventos lotados e cheios de emoção.
Mas quem roubou a cena mesmo foi ele: Banguela, o carismático dragão Fúria da Noite. Uma estátua gigante do personagem, com 2 metros de altura e 5,2 metros de comprimento, tem feito uma jornada digna de herói: já passou pelos shoppings Cidade São Paulo e Tietê Plaza e agora está no Shopping D até 23 de junho. Depois, alça voo até a Roda Rico, onde ficará de 23 de junho a 10 de julho.
No Rio, o dragão também marca presença: ele está no UCI do Shopping NYCC até 20/6, depois segue para a Loja BK da Av. Dom Hélder Câmara (20 a 30/6) e encerra sua turnê no Parque Bondinho, entre 30/6 e 31/7.
✨ A magia da amizade além das telas
Baseado na aclamada série de livros de Cressida Cowell, o filme traz uma abordagem mais madura e emocional para a história que conquistou o mundo nos cinemas há mais de uma década.
A narrativa acompanha o jovem Soluço (Mason Thames), um garoto viking criativo, sensível e constantemente subestimado, que vive à sombra de seu pai, o chefe Stoico (Gerard Butler). Tudo muda quando ele captura um dragão lendário — mas, em vez de matá-lo, cria um laço inesperado de amizade com o animal, batizado carinhosamente de Banguela.
Ao lado da destemida Astrid (Nico Parker) e do hilário ferreiro Bocão Bonarroto (Nick Frost), Soluço embarca numa jornada que vai além de batalhas e lendas. O trio encara uma sociedade dividida pelo medo, revelando que dragões podem ser aliados — e que a verdadeira coragem está em desafiar o que nos foi ensinado.
Com uma fotografia épica, trilha sonora emocionante e atuações comoventes, o live-action entrega um conto de amadurecimento, superação e reconciliação com o passado, honrando o legado da animação original e abrindo caminho para novos fãs.
🎬 Um marco na história da DreamWorks e da Universal
Essa é a primeira adaptação em live-action da história da Universal Pictures — e o sucesso não poderia ser mais simbólico. “Como Treinar o Seu Dragão” não só respeita a mitologia construída nos filmes anteriores como também humaniza seus personagens, trazendo uma camada de profundidade emocional que encanta crianças e toca adultos.
É uma jornada de descobertas, perdas, encontros e recomeços — tudo embalado por um visual deslumbrante e dragões que, mesmo gigantes e cuspindo fogo, têm olhos que falam.
📍Ainda dá tempo de voar com Banguela!
O filme segue em cartaz nos cinemas de todo o Brasil. Leve seu filho, seu amor, seus amigos, ou vá sozinho — e se prepare para sair com o coração aquecido, os olhos marejados e a certeza de que a verdadeira força está na amizade.
Se você é daqueles que vibra com susto na medida certa e ama reviver aquele clima nostálgico das franquias clássicas de terror, vai adorar essa: Premonição 6: Laços de Sangue já está disponível para assistir direto do seu sofá, no streaming ou no aluguel digital. E o melhor? Sem enrolação, anúncios ou precisar de assinatura. É só escolher, dar play e deixar o frio na espinha rolar à vontade — quantas vezes quiser, quando quiser.
A saga, que está completando 25 anos, voltou com tudo. Não é exagero dizer que este capítulo é o mais bombado de todos: já faturou mais de R$ 257 milhões no mundo e conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes — uma baita prova de que a franquia não perdeu a mão! Quem assina a direção são Zach Lipovsky e Adam B. Stein, que trouxeram uma história cheia de suspense e aquele mistério que a gente não consegue largar.
A protagonista Stefani (a ótima Kaitlyn Santa Juana) começa a ser atormentada por pesadelos sobre tragédias que ainda vão acontecer. Ela volta pra casa, busca a avó Iris (vivida por Gabrielle Rose e Brec Bassinger), que guarda um passado muito mais sombrio do que se imagina — e uma conexão perigosa com a própria Morte. A grande sacada do filme? A avó descobriu um jeito de burlar a Morte, ganhando tempo extra de vida — mas o preço disso é alto, envolve outras vidas. Agora, Stefani precisa entender essa maldição e tentar quebrar esse ciclo cruel antes que tudo desabe. Dá aquele frio na barriga só de pensar, né?
E tem mais um momento bem especial pra quem acompanha a franquia: essa é a última aparição do Bludworth, o personagem que virou símbolo da série — e que sempre apareceu para dar aquelas dicas macabras sobre o destino dos personagens. O ator Tony Todd, que deu vida a Bludworth, enfrentava uma doença grave durante as filmagens e infelizmente faleceu em 2024. Essa última participação dele é uma homenagem emocionante para quem é fã de carteirinha.
Pra quem curte conteúdo exclusivo, a Amazon Prime Video preparou uma surpresa que é um prato cheio: a Explore Page, uma mini página só do filme, com curiosidades, detalhes dos personagens, depoimentos dos atores e até 10 minutos de preview pra deixar aquele gostinho de “quero mais”.
Ou seja, se você já era fã, essa é a hora de se jogar. Se nunca viu nenhum dos filmes, agora não tem desculpa para perder: assista onde quiser, como quiser, e sem frescura. Pode ser no Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play ou Microsoft, pagando só uma vez, sem aquela burocracia de assinatura mensal. E pra quem escolher a Claro TV+, tem ainda o bônus O Legado de Bludworth — um conteúdo extra lindo que celebra a carreira do ator Tony Todd.
Então, bora preparar a pipoca, apagar as luzes e se preparar para uma maratona que vai mexer com sua mente e seu coração? Premonição 6: Laços de Sangue tá aí, pronta pra deixar sua noite mais intensa — só depende de você dar play.
Há personagens que atravessam décadas sem pedir licença. Emmanuelle é uma delas. Mas, se um dia foi símbolo do desejo moldado pelo olhar masculino, agora ela volta para contar a própria história — com voz firme, corpo livre e olhos bem abertos.
Sob direção da premiada Audrey Diwan (O Acontecimento), o novo “Emmanuelle” não é um remake. É um reposicionamento. Uma reconstrução. Uma mulher em trânsito — entre países, vontades e fronteiras — que decide que o prazer não é mais um lugar para onde ela é levada, mas um território que ela mesma ocupa.
Um novo olhar, um corpo em movimento
Interpretada com intensidade por Noémie Merlant (Retrato de Uma Jovem em Chamas), Emmanuelle aterrissa em Hong Kong para uma missão de negócios, mas o roteiro logo se desfaz. No lugar de metas e contratos, ela encontra Kei — um homem que a intriga, escapa e provoca. O que se desenha a partir daí é menos uma história de amor e mais uma travessia íntima: entre o controle e o abandono, o poder e o prazer, o desejo e a descoberta de si.
Com Naomi Watts, Will Sharpe e Jamie Campbell Bower no elenco, o filme não se apressa. Ele observa. Escuta o silêncio, o suor, o olhar. Cada cena carrega tensão, mistério e uma sensualidade que não grita — apenas arde.
O desejo não é mais o mesmo. Emmanuelle também não.
Audrey Diwan transforma o erotismo em linguagem política. Ao invés de corpos disponíveis, corpos conscientes. Ao invés de cenas decorativas, experiências sensoriais. O que Emmanuelle propõe é um erotismo que pertence — e não que se exibe. Um jogo em que só entra quem entende que o prazer é também narrativa, autoria, presença.
🎬 Já em cartaz nos cinemas. E se você procura o inesperado, a sessão certa já começou:
🔥 Brasília Cine Cultura Liberty Mall | Cinesystem Brasília
🔥 Belo Horizonte Cineart Ponteio | Minas Tênis Clube
🔥 Curitiba Cineplex Batel
🔥 Niterói Reserva Cultural Niterói
🔥 Porto Alegre Cinemateca Paulo Amorim | GNC Moinhos
🔥 Recife Cinema da Fundação – Museu
🔥 Rio de Janeiro Cinemark Downtown | Cinesystem Botafogo | Estação NET Gávea | Estação NET Rio
🔥 Salvador Cine Metha Glauber Rocha | Saladearte Cine Paseo
🔥 Santos Cineflix Santos
🔥 São José dos Campos Cinemark Colinas
🔥 São Paulo Cinesystem Frei Caneca | Espaço Petrobras de Cinema | REAG Belas Artes | Reserva Cultural
Na noite desta sexta-feira, 25 de julho de 2025, o palco do “Boteco do Ratinho” será tomado por emoção, música e muitas lembranças. A edição especial do quadro, exibido dentro do tradicional “Programa do Ratinho”, trará um momento raro e profundamente simbólico para os amantes da televisão brasileira: Regina Duarte, um dos maiores nomes da teledramaturgia nacional, será homenageada com o troféu “Para Sempre Nossa Estrela”, uma comenda inédita criada especialmente para reverenciar artistas cujo trabalho se tornou parte inseparável da história cultural do país.
O clima da atração promete ser de pura celebração. Ao som da música ao vivo, dos causos contados com humor e da presença de amigos e convidados que cruzaram o caminho de Regina nas últimas décadas, a noite se transforma em um verdadeiro tributo à sua trajetória – uma carreira marcada por personagens inesquecíveis, amores intensos, dilemas sociais e um carisma que atravessou gerações.
Uma noite para lembrar: música, emoção e reencontros
Gravado com plateia ao vivo, o programa mistura o aconchego dos bares brasileiros com o ritmo popular do auditório televisivo, e nesta sexta o “Boteco” ganha ares de encontro histórico. Além de um repertório musical que resgata canções marcantes das trilhas sonoras das novelas protagonizadas por Regina, o programa contará com depoimentos emocionantes de colegas de cena, diretores, roteiristas e até fãs que foram tocados por sua arte.
Em um dos momentos mais aguardados, Carlos Alberto de Nóbrega – amigo pessoal da atriz – surgirá em uma participação especial. Outros nomes de peso, como Tony Ramos, Glória Pires, Lima Duarte e Edson Celulari, também deixarão mensagens que costuram a história da televisão brasileira à da homenageada.
O apresentador Ratinho, conhecido por seu jeito irreverente e espontâneo, conduz o programa com afeto e respeito, deixando de lado por instantes o humor ácido para abrir espaço à reverência. “A Regina faz parte da nossa história, da televisão, da casa das pessoas. Ela merece todas as homenagens do mundo”, diz o comunicador.
Regina Duarte: uma vida diante das câmeras
Nascida em Franca, interior de São Paulo, Regina Duarte se tornou um dos rostos mais familiares da televisão brasileira desde os anos 1960. A atriz ganhou o coração do público com sua doçura, firmeza e uma sensibilidade quase intuitiva na hora de compor personagens femininas fortes, vulneráveis, apaixonadas, contraditórias.
Sua consagração veio nos anos 1970, quando encarnou a Simone, de “Selva de Pedra”, e mais tarde a Patrícia, de “Carinhoso”. Mas foi em “Malu Mulher”, exibida entre 1979 e 1980, que Regina se tornou símbolo de uma nova mulher brasileira, em meio às transformações políticas e sociais do país. A personagem Malu, divorciada, independente e determinada, ecoou nos lares como um grito de liberdade e identidade.
Décadas depois, outras personagens emblemáticas vieram: Porcina, de “Roque Santeiro”; Raquel, de “Vale Tudo”; Helena, de “História de Amor” e de “Por Amor”, ambas de Manoel Carlos, com quem a atriz estabeleceu uma das parcerias mais marcantes da dramaturgia nacional. Regina interpretou, ao longo da carreira, mulheres que amavam, sofriam, lutavam e renasciam – todas com a alma pulsando diante das câmeras.
Uma homenagem ao legado afetivo e artístico
O troféu “Para Sempre Nossa Estrela” representa mais do que uma lembrança: ele simboliza a preservação de uma memória cultural afetiva, um reconhecimento que ultrapassa os limites da televisão para se tornar quase íntimo do povo brasileiro. Afinal, quem não cresceu vendo Regina Duarte na telinha, sorrindo, chorando, apaixonada, guerreira, mãe, filha, amada?
A ideia do prêmio partiu da equipe de produção do SBT, que busca com ele valorizar artistas que deixaram marcas profundas no imaginário coletivo. Regina é a primeira homenageada, mas a proposta é que o reconhecimento se torne recorrente, trazendo à tona nomes que ajudaram a formar a identidade da televisão nacional.
Durante a entrega do troféu, o programa exibirá um vídeo com imagens raras de bastidores, trechos de novelas, entrevistas antigas e cenas icônicas – um compilado que emociona e nos faz lembrar que a arte também é feita de histórias que atravessam o tempo.
Do drama à realidade: um olhar sobre o presente
Nos últimos anos, Regina Duarte também se viu no centro de polêmicas, sobretudo por sua passagem pela Secretaria Especial de Cultura do governo federal. A decisão gerou reações diversas e dividiu opiniões. Ainda assim, sua presença na televisão permanece intacta no coração de muitos que acompanharam sua jornada na ficção.
No programa, esse período não será o foco. A intenção é resgatar a potência artística da atriz e o seu legado afetivo. “Ela fez parte das nossas vidas durante décadas. É isso que queremos lembrar”, afirma Ratinho.
A homenagem, portanto, é uma oportunidade rara de resgatar o olhar sensível que o público sempre teve por Regina, lembrando que por trás das polêmicas, há uma artista que dedicou mais de 50 anos à construção de uma das teledramaturgias mais ricas do planeta.
Edson & Hudson: vozes que marcaram gerações
Formada pelos irmãos Edson Cadorini e Hudson Cadorini, a dupla nasceu em Limeira (SP) e está no cenário musical desde 1980. Com uma trajetória marcada pela versatilidade, misturando elementos do sertanejo tradicional e influências do rock, Edson & Hudson conquistaram sucesso nacional, especialmente após o hit “Azul” estourar em 2002.
Durante um hiato entre 2009 e 2011, seguiram carreiras solo, mas retomaram a parceria, realizando turnês e lançando novos trabalhos. São conhecidos por apresentações energéticas e por manterem viva a tradição da música sertaneja, sempre com uma pegada moderna que agrada a fãs de todas as idades.
Cezar & Paulinho: tradição e legado de família
Formada pelos irmãos Sebastião Cezar Franco (Cezar) e Paulo Roberto Franco (Paulinho), a dupla é uma das mais tradicionais da música sertaneja brasileira, com mais de 40 anos de estrada e uma discografia que ultrapassa 29 CDs e 5 DVDs. Originários de Piracicaba (SP), fazem parte da segunda geração de cantadores da família Franco, com raízes profundas no universo caipira.
Com sucessos como “Noite Maravilhosa”, “Viajante Solitário”, “Pé de Bode” e “Nóis É Cowboy”, Cezar & Paulinho construíram um legado que atravessa gerações, mantendo viva a essência da música sertaneja raiz. A dupla é reconhecida também pela presença da terceira geração familiar na música, com Ed & Fábio Cezar, filhos de Cezar, continuando a tradição.
Um encontro para celebrar a música e a cultura brasileira
O Boteco do Ratinho desta sexta será palco da mistura de emoção, história e música. Entre conversas descontraídas, risadas e recordações, Edson & Hudson e Cezar & Paulinho apresentarão sucessos que embalam festas, encontros e momentos inesquecíveis do público brasileiro.
Com essa combinação, o programa reforça sua tradição de valorizar artistas que, assim como Regina Duarte, fazem parte do patrimônio cultural do país, emocionando e unindo gerações com histórias e canções que permanecem vivas no coração do Brasil.
Sabe aquele arrepio que sobe pela espinha quando você ouve uma batida na porta tarde da noite? Pois é. Esse sentimento desconfortável, que mistura medo e curiosidade, está prestes a retornar com força total. “Os Estranhos 2” acaba de ganhar um novo cartaz alternativo, e ele não alivia na tensão: os rostos cobertos pelos icônicos personagens — frios, silenciosos e impiedosos — dominam a imagem, prontos para mais uma rodada de puro pavor. Abaixo, confira a imagem divulgada:
Foto: Reprodução/ Internet
O longa, que chega aos cinemas em 25 de setembro, marca a sequência direta da reimaginação lançada no ano passado e traz de volta Madelaine Petsch, conhecida por “Riverdale”, agora ainda mais vulnerável e decidida. No filme, sua personagem, Maya, tenta seguir em frente após sobreviver a uma noite de puro inferno. Mas esse tipo de trauma, como sabemos, não vai embora com o nascer do sol — e parece que os algozes dela também não.
Onde tudo começou
Antes de falarmos do que vem aí, vale um rápido mergulho na origem desse pesadelo. Lançado lá em 2008, o primeiro “Os Estranhos” apresentava uma história simples, mas perturbadora: um casal tenta passar um fim de semana tranquilo em uma casa afastada quando começa a ser aterrorizado por três figuras encapuzadas que invadem o local, sem nenhum motivo aparente. Só porque estavam ali.
O longa foi dirigido por Bryan Bertino e estrelado por Liv Tyler e Scott Speedman, e o que parecia ser só mais um filme de sustos se transformou em um clássico moderno do gênero. A ideia de que o mal pode bater à sua porta, sem explicações ou lógica, ficou com o público por muito tempo. O próprio Bertino revelou que se inspirou em episódios da infância e nos infames crimes cometidos pela Família Manson.
Com um orçamento modesto de US$ 2 milhões, o filme surpreendeu ao faturar mais de US$ 82 milhões no mundo todo. Uma prova de que, às vezes, o que mais assusta não é o sangue, e sim o silêncio.
Agora, ninguém está seguro
Corta para 2025. O novo longa retoma a história logo após os eventos vistos na primeira parte da trilogia iniciada pela Lionsgate. Maya, depois de escapar com vida — mas profundamente marcada —, tenta encontrar alguma paz. Spoiler: ela não vai conseguir.
Na sequência, o trio mascarado retorna, impiedoso, como se não tivesse dormido desde o último encontro. O filme nos coloca novamente em uma jornada de sobrevivência, mas agora com ainda mais desespero, já que Maya está sozinha e sem saber em quem pode confiar. Cada esquina esconde um risco, cada porta fechada pode ser a última.
O novo cartaz alternativo antecipa que o filme de terror é uma composição visual intensa, que mistura sombras, rostos cobertos e uma ameaça constante. É como se os personagens da imagem estivessem te observando — e sorrindo por dentro.
Direção afiada e elenco de peso
A sequência é comandada por Renny Harlin, nome conhecido por produções de ação e suspense como Duro de Matar 2 e Cliffhanger. Aqui, ele imprime um ritmo mais direto, mais visceral — sem muito tempo para respiros. O roteiro fica por conta da dupla Alan R. Cohen e Alan Freedland, que mergulha ainda mais fundo nas camadas psicológicas de Maya e na natureza quase ritualística da perseguição.
Além de Petsch, o elenco conta com Gabriel Basso, em alta após o sucesso de Agente Noturno, e Ema Horvath, que brilhou na série Os Anéis de Poder. O trio de protagonistas se vê envolvido em situações onde qualquer escolha errada pode ser fatal — e os mascarados estão sempre um passo à frente.
Uma ameaça sem rosto, sem voz… e sem motivo
O mais aterrador nessa franquia continua sendo o fato de que os agressores não têm uma história explorada. Nada de infância traumática, vingança ou qualquer justificativa tradicional. Eles matam porque querem. Porque podem. Porque estavam por perto. Os fãs apelidaram os três de Dollface, Man in the Mask e Pin-Up Girl, mas isso é tudo o que sabemos. O mistério sobre quem são e por que fazem o que fazem é parte essencial da experiência — e o filme faz questão de manter esse segredo intacto.
Continuação ou pesadelo renovado?
O segundo capítulo da nova trilogia não quer apenas repetir fórmulas. A ideia aqui é mostrar as consequências. Maya, antes apenas uma vítima em fuga, agora é alguém marcada por perdas, lembranças terríveis e um medo que não desgruda. A trilha sonora, os cenários e o jogo de luzes são pensados para transformar cada minuto em um estado de alerta. A tensão não se constrói com sustos gratuitos, mas com a sensação constante de que alguém — ou três “alguéns” — está te observando no escuro.
O trailer, aliás, já dá pistas disso: há cenas de floresta, postos de gasolina abandonados, luzes piscando e aquele silêncio que grita. É o tipo de filme que faz você olhar duas vezes para a porta da frente antes de dormir.
Medo que não envelhece
Enquanto muitos filmes do gênero apostam em explicações mirabolantes ou criaturas sobrenaturais, a trama segue outro caminho. Aqui, o terror mora no comum. No vizinho quieto, na estrada vazia, na batida inesperada à meia-noite. Esse tipo de história mexe com o nosso instinto mais primitivo: o medo de estar indefeso, de não entender, de não ter controle.
E talvez por isso funcione tão bem. Porque, no fundo, todo mundo já sentiu essa pontada de pavor ao ouvir um ruído estranho em casa. O que Harlin e sua equipe fazem é transformar esse sentimento em filme. E o resultado é, no mínimo, perturbador.
A Netflix revelou recentemente o trailer de bastidores da aguardada minissérie brasileira Pssica, uma produção que reúne alguns dos maiores nomes do cinema nacional, entre eles o aclamado diretor Fernando Meirelles, responsável por obras icônicas como Cidade de Deus (2002). Com estreia marcada para 20 de agosto de 2025, a série já causa expectativa por sua proposta ousada e narrativa envolvente, que une elementos de suspense, realismo social e mitologia amazônica.
A trama é uma minissérie original da Netflix que adapta o romance homônimo do escritor paraense Edyr Augusto, autor conhecido por retratar a riqueza e as tensões da Amazônia em suas obras. O projeto conta com direção de Fernando Meirelles, em parceria com Quico Meirelles, diretor experiente e filho do cineasta, que traz uma sensibilidade especial para a direção de cenas de tensão e ação na floresta.
O roteiro é assinado por Bráulio Mantovani — indicado ao Oscar pelo roteiro de Cidade de Deus — junto com Fernando Garrido e Stephanie Degreas, trazendo uma narrativa que equilibra poesia e violência, explorando temas como tráfico humano, conflitos territoriais e forças sobrenaturais.
A história gira em torno de Janalice (Domithila Cattete), uma jovem que é raptada por uma rede de tráfico humano na Amazônia e precisa lutar para sobreviver em meio aos perigos dos rios e da floresta. Paralelamente, o personagem Preá (Lucas Galvino) lidera uma gangue de “ratos d’água”, criminosos que controlam as rotas fluviais da região, enfrentando dilemas morais e os fantasmas de seu passado.
Outro núcleo importante é a busca de Mariangel (Marleyda Soto) por vingança após a morte de sua família. Ela enfrenta uma entidade misteriosa conhecida como “pssica” — uma espécie de maldição que persegue e destrói aqueles que cruzam seu caminho, misturando o sobrenatural com o cotidiano de violência.
Segundo o diretor Fernando Meirelles, “a série é um mergulho na alma da Amazônia, onde o real e o mítico se confundem e a luta pela sobrevivência ganha contornos poéticos e sombrios”. A produção promete explorar as nuances culturais e sociais da região, sem esquecer da tensão e do drama humano.
O peso do elenco na construção da narrativa
O elenco da minissérie é formado majoritariamente por atores brasileiros, muitos deles estreantes ou vindos do teatro regional, garantindo um frescor e autenticidade aos personagens. A protagonista Domithila Cattete, que interpreta Janalice, é uma jovem atriz que vem se destacando em produções independentes.
Além dela, Lucas Galvino vive Preá, trazendo intensidade para o papel do líder de gangue em conflito. Marleyda Soto, conhecida por seu trabalho em teatro e cinema periférico, dá vida à vingativa Mariangel, que encara a maldição “pssica” com coragem e dor.
Complementam o elenco nomes como Claudio Jaborandy, Wesley Guimarães, Ademara, Bruno Goya, Luca Dan, Ricardo Teodoro, Sandro Guerra, Welket Bungué, Felipe Rocha, Andrés Castañeda e Fátima Macedo, que enriquecem a trama com personagens que trazem diferentes perspectivas e histórias de vida na Amazônia.
A diversidade do elenco reforça o compromisso da produção com a representatividade regional e cultural, apresentando vozes e rostos pouco vistos nas produções nacionais de grande alcance.
Bastidores e produção: uma jornada desafiadora
A minissérie é uma produção da O2 Filmes, com Andrea Barata Ribeiro e Fernando Meirelles na produção executiva, além de Cristina Abi como co-produtora. A escolha de filmar em locações na própria Amazônia adiciona uma camada de desafio à realização, devido às condições climáticas e logísticas.
O trailer de bastidores divulgado pela Netflix revela parte do processo intenso de gravação em meio à floresta, com cenas em rios e áreas remotas que exigiram uma equipe técnica altamente especializada. O cuidado em preservar o ambiente natural, sem perder a qualidade cinematográfica, foi um dos compromissos da produção.
Fernando Meirelles comentou sobre a importância de retratar a Amazônia de forma realista, “não apenas como cenário, mas como personagem central, viva e pulsante, que influencia cada decisão dos personagens e o desenrolar da história”.
Além das dificuldades naturais, a equipe teve que lidar com questões sociais da região, buscando incluir no roteiro elementos que dialogassem com a realidade das comunidades ribeirinhas, indígenas e das populações vulneráveis afetadas pelo tráfico e pelo crime organizado.
O impacto cultural e social da minissérie
A série chega em um momento em que a produção audiovisual brasileira tem se fortalecido internacionalmente, com séries e filmes que conquistam espaço nas plataformas digitais. A aposta em um enredo que dialoga com questões amazônicas, tão pouco exploradas em produções de grande público, é um diferencial que pode ampliar a visibilidade dos problemas e da cultura da região.
A obra também propõe reflexões importantes sobre violência, desigualdade e a presença constante do mito na construção das identidades locais. Ao trazer a maldição “pssica” como elemento central, a série transita entre o suspense psicológico e o folclore regional, resgatando narrativas populares e dando-lhes novo significado.
Para a crítica de cinema e cultura, Helena Fonseca, “a minissérie tem potencial para romper com clichês sobre a Amazônia, mostrando uma faceta complexa, multifacetada, onde a brutalidade e a beleza coexistem, e onde o ser humano se confronta com forças além de sua compreensão.”
Expectativas do público e da crítica
A divulgação do trailer de bastidores da série gerou grande repercussão nas redes sociais, com fãs do diretor Fernando Meirelles, admiradores da literatura amazônica e entusiastas do audiovisual brasileiro manifestando ansiedade pela estreia.
Especialistas do setor audiovisual destacam que “Pssica” pode ser uma das grandes apostas nacionais da Netflix em 2025, capaz de trazer um novo olhar para a produção local e atrair público internacional com uma narrativa original e ambientação exótica.
O envolvimento de profissionais renomados como Bráulio Mantovani, diretor criativo de peso, também adiciona credibilidade e qualidade ao projeto, prometendo diálogos e roteiros que respeitam a profundidade dos personagens e das tramas.
Fernando Meirelles: um retorno ao universo brasileiro
Para o diretor Fernando Meirelles, “Pssica” representa um retorno ao seu universo de origem, depois de trabalhos internacionais de grande repercussão. Conhecido por sua sensibilidade para contar histórias brasileiras que dialogam com o mundo, Meirelles aposta na minissérie para ampliar a narrativa do país, mostrando suas contradições, beleza e tragédias.
Em entrevista recente, ele afirmou: “Este projeto é uma viagem de autoconhecimento, um desafio para traduzir em imagens o que está no livro de Edyr Augusto, que é a alma da floresta e das pessoas que vivem nela.”
Além disso, ele destaca a importância de valorizar talentos regionais e dar voz a histórias que muitas vezes ficam à margem das grandes produções comerciais