Gabriel Monteiro quebra o silêncio no Domingo Espetacular de 18/05/2025

0
Foto: Reprodução/ Internet

Gabriel Monteiro, ex-policial militar, ex-youtuber e ex-vereador do Rio de Janeiro, se tornou uma figura polêmica por onde passou. Sempre com o celular na mão e rodeado por seguidores, ele apostava em um estilo combativo e midiático — o que o ajudou a se eleger, mas também atraiu críticas ferrenhas.

Em 2022, no auge de sua exposição, Monteiro foi acusado de estupro por uma mulher após uma saída de uma casa noturna. A denúncia, feita poucos meses após o encontro, veio acompanhada de um relato detalhado que rapidamente viralizou nas redes sociais e pautou os telejornais do país. Desde então, Monteiro se afastou da política, das redes e da mídia, mantendo-se em silêncio sobre o caso — até agora.


🎤 A entrevista exclusiva: o que ele diz?

Neste domingo, 18 de maio de 2025, Gabriel Monteiro aparece cara a cara com as câmeras para falar sobre a acusação que virou sua vida de cabeça para baixo. Na entrevista, ele se defende, rebate pontos da denúncia, fala sobre o processo judicial e diz o que aprendeu (ou não) com tudo isso.

A reportagem promete ainda:

  • Detalhes inéditos sobre o processo;
  • Bastidores da acusação;
  • Declarações impactantes de Monteiro;
  • E a repercussão nas redes sociais e entre juristas.

É um conteúdo tenso, recheado de polêmicas e que levanta questões importantes sobre limites da exposição, ética na política, violência contra a mulher e responsabilidade pública.


🧨 Domingo quente na Record

A Record aposta alto na entrevista para alavancar a audiência do Domingo Espetacular. A chamada oficial da emissora destaca: “O que ele tem a dizer sobre as denúncias? Gabriel Monteiro fala pela primeira vez na TV. É neste domingo, logo após Quilos Mortais!”.

A expectativa é de que a entrevista repercuta fortemente nas redes sociais e coloque novamente o nome de Monteiro em debate. Afinal, o ex-vereador ainda tem uma base fiel de apoiadores — mas também enfrenta forte rejeição por parte do público, principalmente após o escândalo.


📺 Não vai perder, né?

🗓 Domingo, 18 de maio de 2025
🕢 A partir das 19h30
📍 Na tela da Record

Jacarés à solta! Predadores Assassinos é a atração do Cinemaço deste domingo, 25/05

0
Foto: Reprodução/ Internet

Se você gosta de filme com adrenalina pura, respiração presa e aquele suspense que faz até o sofá parecer perigoso… pode preparar a pipoca! O Cinemaço deste domingo, 25 de maio de 2025, vai te deixar grudado na TV com Predadores Assassinos — um daqueles filmes em que tudo que pode dar errado… dá errado mesmo!

A história é o seguinte: durante um furacão poderoso que devasta uma cidade da Flórida, uma jovem (vivida por Kaya Scodelario) ignora os alertas de evacuação e volta à sua antiga casa para tentar resgatar o pai (interpretado por Barry Pepper), que está ferido e preso no porão. Até aí já seria uma missão complicada, certo?

Mas a coisa piora. MUITO.

Além da água subindo rapidamente e da casa desmoronando aos poucos, eles descobrem que não estão sozinhos: jacarés gigantes e famintos invadiram o local, trazidos pela enchente, e estão sedentos… por mais do que água. A partir daí, começa uma batalha desesperadora por sobrevivência, com cenas que vão fazer você dar aquele gritinho interno (ou externo mesmo, tá tudo bem!).

O filme, no original chamado Crawl, foi dirigido por Alexandre Aja, que já tem um histórico respeitável no gênero terror e suspense. Ele sabe como prender a atenção do começo ao fim, e em “Predadores Assassinos” entrega um verdadeiro show de tensão, com direito a água até o pescoço — literalmente.

No elenco, além de Scodelario e Pepper, temos também Morfydd Clark, completando o trio de rostos conhecidos. Mas a grande estrela mesmo são os jacarés digitais que parecem saídos de um pesadelo molhado.

Então, se você curte um bom filme de desastre com pitadas de terror e muito aperto no coração, essa é a pedida certa pra fechar o domingo com emoção.

Casamento Sangrento 2 já tem data marcada e elenco de peso para agitar os cinemas

0

A continuação de Casamento Sangrento confirmou nesta quinta-feira (05) que as filmagens foram oficialmente encerradas e já tem data de estreia marcada: chega aos cinemas em 16 de abril de 2026. A expectativa é alta para o novo capítulo dessa história que conquistou fãs com sua mistura de suspense e ação.

Samara Weaving retorna como Grace, a protagonista que conquistou o público com sua mistura de carisma e coragem. O elenco ganhou reforços de peso, com nomes que prometem dar ainda mais intensidade ao filme. Kathryn Newton, que recentemente brilhou em Homem-Formiga: Quantumania e na série Big Little Lies, junta-se ao time. Elijah Wood, conhecido mundialmente por seu papel como Frodo em O Senhor dos Anéis, também integra o elenco, trazendo seu talento já visto em produções como Tudo é Iluminado e Dirk Gently. Sarah Michelle Gellar, eterna Buffy de Buffy, a Caça-Vampiros e presença marcante em thrillers como Segunda-feira Maldita, retorna ao gênero com força total. O lendário David Cronenberg, renomado diretor e ator, famoso por clássicos como A Mosca e Videodrome, completa esse time cheio de peso.

Outros nomes importantes que compõem o elenco são Shawn Hatosy, conhecido por sua atuação em Alpha Dog e The Pitt; Néstor Carbonell, que interpretou um dos vilões em Batman: O Cavaleiro das Trevas e marcou presença na série Lost; e Kevin Durand, que passou por produções como Planeta dos Macacos: O Reinado e A Perseguição.

O primeiro filme, lançado em 2019, foi um verdadeiro fenômeno: produzido com um orçamento de apenas US$ 6 milhões, faturou cerca de US$ 29 milhões só nos Estados Unidos, tornando-se o maior lançamento da Searchlight Pictures naquele ano. Agora, com um elenco ainda mais robusto e uma trama que promete ser ainda mais eletrizante, Casamento Sangrento 2 deve manter o público colado na tela.

Com estreia marcada para abril de 2026, o filme traz a promessa de muita ação, suspense e reviravoltas. Prepare-se para acompanhar Grace e sua turma em uma sequência que promete deixar o sangue correr ainda mais rápido!

Selena Gomez volta ao set de Os Feiticeiros Além de Waverly Place e confirma participação na 2ª temporada da série no Disney+

0

Ela voltou — de novo! Selena Gomez confirmou que está de volta ao universo mágico de Os Feiticeiros de Waverly Place, agora com uma participação especial na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place, continuação da série original no Disney+.

A atriz e cantora, que viveu Alex Russo durante quatro temporadas e um filme entre 2007 e 2012, publicou nos Stories do Instagram uma imagem diretamente do set de gravações com a legenda: “Simplesmente parece certo.” Os fãs, claro, surtaram — e com razão. Afinal, a presença de Selena nesse revival tem um peso emocional gigantesco para toda uma geração que cresceu assistindo às confusões mágicas dos irmãos Russo.

Embora Selena tenha retornado brevemente na primeira temporada como Alex, sua nova participação ainda é envolta em mistério. Nenhum detalhe específico foi divulgado pela Disney, mas fontes próximas à produção indicam que a aparição deve ser pontual — embora significativa.

Uma nova geração de feiticeiros

A série de continuação tem como foco principal Justin Russo (vivido novamente por David Henrie), agora adulto, casado e pai de dois filhos. Ele tenta viver uma vida normal longe da magia, mas tudo muda quando cruza o caminho de Billie (Janice LeAnn Brown), uma jovem feiticeira promissora que precisa de orientação.

Além de Henrie e Selena, o elenco inclui Mimi Gianopulos como Giada, esposa de Justin; Alkaio Thiele como Roman, o filho mais velho do casal; Max Matenko como o caçula, Milo; Taylor Cora como Winter, melhor amiga de Billie; e Janice LeAnn Brown, a nova protagonista da história.

O peso de Alex Russo

Mesmo que seja uma aparição rápida, a presença de Selena Gomez tem um valor simbólico forte: ela é a ponte direta com o fenômeno original da Disney. Sua personagem, Alex Russo, se tornou um dos ícones da programação teen dos anos 2000, e sua ironia, carisma e poder mágico conquistaram fãs pelo mundo todo.

A frase publicada por Selena nos Stories — “simplesmente parece certo” — parece dizer muito. Depois de anos focada em sua carreira musical, em produções como Only Murders in the Building e em seu trabalho como empresária e ativista, Gomez retorna ao lugar onde tudo começou. E os fãs não poderiam estar mais felizes.

Quando estreia?

A segunda temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place ainda não tem data oficial de estreia, mas os episódios estão atualmente sendo gravados. A primeira temporada, lançada no Disney+, teve boa recepção e conseguiu unir o público nostálgico com uma nova geração que está conhecendo o universo mágico dos Russo.


Resumo rápido para quem chegou agora:

  • Selena Gomez está confirmada na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place.
  • A atriz revelou seu retorno com uma publicação nos Stories: “Simplesmente parece certo”.
  • Ela fará uma participação especial, assim como na 1ª temporada.
  • A série continua acompanhando Justin Russo e uma nova geração de feiticeiros no Disney+.

Fim da linha: Netflix cancela Assassinato na Casa Branca e Pulso após uma temporada

0
Foto: Reprodução/ Internet

Você maratona a série. Indica pra todo mundo. Vê os atores dando entrevista no talk show. E já começa a teorizar sobre a segunda temporada. Aí vem a notícia: cancelada. Assim, sem dó, sem conversa, sem ao menos um último episódio decente pra gente se despedir.

Pois foi exatamente isso que aconteceu com Assassinato na Casa Branca e Pulso, duas produções da Netflix que mal nasceram e já foram empurradas pra cova rasa do streaming. A plataforma anunciou nesta quarta-feira (02) que as séries não terão continuação. Foram uma temporada e… tchau.

Sim, mesmo Assassinato na Casa Branca, que acumulou 177,4 milhões de horas assistidas e ficou quatro semanas no top 10 global, não escapou da guilhotina.

Custo, benefício… e coração partido

A justificativa? A mesma de sempre: análise de custo-benefício.
Segundo o The Hollywood Reporter, a decisão seguiu a famosa conta que só os executivos da Netflix entendem: uma planilha secreta onde boas críticas, audiência expressiva e elenco renomado às vezes não valem nada se a equação final não fecha como eles esperam.

E olha que não faltou estrela: Assassinato na Casa Branca trouxe nomes como Randall Park, Giancarlo Esposito, Susan Kelechi Watson, Mary Wiseman, Jane Curtin e Jason Lee. Uma mistura de peso dramático e carisma que poderia, facilmente, sustentar mais algumas temporadas. Mas parece que, pra Netflix, carisma não paga as contas.


O algoritmo quer o quê?

Pulso, por sua vez, não teve tanta sobrevida nos EUA, mas foi bem em alcance global. Mesmo assim, a sentença foi a mesma. No fim das contas, fica a pergunta: o que mais uma série precisa fazer pra sobreviver hoje em dia?
Porque se milhões de visualizações, repercussão online e nomes conhecidos não garantem renovação… o que garante?

É claro que estamos no meio de uma guerra do streaming. O orçamento é alto, a concorrência é maior ainda, e o público… bem, o público está mais disperso do que nunca. Mas ainda assim, é difícil não sentir que falta um pouco de humanidade na forma como essas decisões são tomadas — e comunicadas.

Quem perde no fim?

Quem perde é o espectador, que investe tempo e afeto numa história que não terá continuação. Quem perde é o elenco, que entrega performances intensas sem saber se vão ao ar de novo. Quem perde é o próprio streaming, que transforma o catálogo em um mar de histórias inacabadas, abandonadas no meio do caminho.

E enquanto isso, o meme “cancelada pela Netflix” segue sendo assustadoramente atual.

O streaming que emociona… até parar de dar lucro

Talvez essa seja a verdadeira série limitada dos nossos tempos: o vínculo frágil entre criadores, público e plataformas. Uma produção pode até ser sucesso por um mês — mas se não virar fenômeno cultural, pode ser tratada como algo descartável.

E nós, do outro lado da tela, seguimos aqui: torcendo, maratonando, e nos apegando sabendo que tudo pode acabar antes do tempo. Porque no fim, o cliffhanger mais cruel da Netflix não está no roteiro — está na vida real.

James Gunn responde às pressões sobre o novo Superman: “US$ 700 milhões não é a régua do sucesso”

0
Foto: Reprodução/ Internet

Enquanto os fãs da DC especulam cifras e projeções para a estreia do novo Superman, o diretor James Gunn decidiu colocar os holofotes no lugar certo: a qualidade do filme. Em entrevista à revista GQ, ele foi claro ao comentar sobre a obsessão com números astronômicos.

“Sim, existe expectativa. Mas não do jeito que estão dizendo por aí”, afirmou Gunn. “Essa ideia de que só será um sucesso se passar dos US$ 700 milhões é completamente equivocada.” A fala, direta e segura, aponta para um desejo do cineasta de resgatar o cinema de super-heróis como forma de arte — e não como planilha.

☀️ Um Clark Kent no início da jornada — mas nada de Krypton explodindo

O novo longa não será uma repetição das muitas versões que já vimos do herói nos últimos anos. Gunn escreveu um roteiro que mergulha nos primeiros passos de Clark em Metrópolis, logo após deixar Smallville. Ainda tentando encontrar equilíbrio entre a vocação como repórter e o peso de ser um símbolo de esperança, esse Superman ainda está aprendendo a ser… Superman.

Mas não espere flashbacks da nave caindo ou da destruição de Krypton. Aqui, o foco não está na origem, e sim na transformação — tanto pessoal quanto heroica. É o início de uma nova era, mas sem precisar contar tudo de novo.

🧠 Uma nova lógica para medir sucesso

A declaração de Gunn vai além da bilheteria. Ela carrega um recado direto para estúdios, críticos e fãs: nem todo filme precisa quebrar recordes para cumprir seu propósito. Especialmente quando se trata de um personagem tão icônico, a missão vai muito além de números — é sobre reconstruir confiança, reconectar o público e, acima de tudo, contar uma boa história.

Na era dos blockbusters que muitas vezes tropeçam no próprio hype, talvez seja exatamente isso que o Superman da nova DC precise: menos pressão por bilhões e mais espaço para emoção, humanidade e propósito.

Minhas Meninas, thriller psicológico de Sally Hepworth, ganhará adaptação audiovisual

0
Foto: Reprodução/ Internet

O que acontece quando o lugar que deveria te proteger se torna o maior pesadelo da sua vida? E quando, anos depois, alguém encontra os ossos que você jurou ter deixado para trás? Essas são as perguntas que movem o perturbador Minhas Meninas, novo thriller psicológico da autora best-seller Sally Hepworth, que acaba de ter seus direitos adquiridos para uma adaptação audiovisual.

Ainda sem data oficial ou equipe revelada, o projeto já nasce com peso: a história mistura traumas da infância, abuso psicológico e uma ossada misteriosa, elementos que fazem do livro um prato cheio para uma minissérie ou filme de suspense envolvente — daquelas que a gente assiste de um fôlego só.

🕯️ Nem toda infância é feita de boas lembranças

Três garotas. Uma casa de acolhimento. Uma mulher que se dizia protetora. Jessica, Norah e Alicia cresceram em Wild Meadows, um lar provisório que, sob os olhos do mundo, parecia um abrigo acolhedor. Mas bastava a porta se fechar para que a verdade aparecesse: a Srta. Fairchild, cuidadora do local, era tudo menos gentil.

Por trás do tom doce e das regras “para o bem delas”, havia chantagem emocional, punições silenciosas e um controle sufocante. Ainda meninas, elas aprenderam a não questionar, a não gritar — e a sobreviver. Fugiram dali. Cresceram. Tentaram esquecer. Mas o passado tem um jeito cruel de se manifestar.

Vinte e cinco anos depois, uma ossada é encontrada sob a antiga casa. E agora, as três protagonistas são forçadas a revisitar o que nunca quiseram lembrar.

🧠 Quando o que você lembra… é o que ninguém quer ouvir

Minhas Meninas se destaca por tratar o horror com delicadeza, e o trauma com inteligência. A narrativa alterna presente e passado, revelando não apenas os eventos que aconteceram em Wild Meadows, mas o impacto silencioso que eles deixaram — no modo como cada mulher ama, trabalha, se relaciona e até mesmo se protege de si mesma.

O que mais impressiona é como Sally Hepworth aborda a dúvida que persegue tantas vítimas de abusos psicológicos: se ninguém viu, se não tem provas, será que vão acreditar em mim? O livro não oferece respostas fáceis — oferece camadas. Memória, identidade, culpa, e a frágil linha entre proteção e manipulação.

👀 De livro premiado a adaptação imperdível

Publicada no Brasil pela VR Editora, a obra já é sucesso de público e crítica, e sua adaptação promete seguir os passos de outros thrillers psicológicos protagonizados por mulheres que recentemente ganharam versões aclamadas nas telas — como Garota Exemplar, The Undoing e Objetos Cortantes.

Com clima tenso, atmosfera claustrofóbica e três protagonistas femininas marcantes e multifacetadas, a adaptação de Minhas Meninas promete entregar suspense com profundidade emocional — algo raro no gênero, mas que Hepworth executa com perfeição.

📖 Muito mais do que um crime enterrado

Não espere apenas uma investigação policial ou um suspense tradicional. Em Minhas Meninas, o crime é só a superfície. Por baixo dele estão as camadas de dor invisível que uma infância marcada pelo medo pode deixar — mesmo depois de décadas.

Afinal, será que dá pra seguir em frente quando você nunca conseguiu dizer em voz alta o que viveu? E mais: será que dá pra construir uma nova vida sem antes encarar aquilo que ficou soterrado — literalmente?

TYLA lança “IS IT” e inaugura nova fase com sensualidade, ritmo e autenticidade no verão global

0
Foto: Reprodução/ Internet

Tem algo de magnético em cada movimento de TYLA. Seja com um olhar direto para a câmera ou com uma batida que explode no momento certo, a artista sul-africana tem se firmado como uma das vozes mais autênticas do pop contemporâneo. E agora, com “IS IT”, seu novo single lançado na última sexta-feira (11), TYLA prova mais uma vez que sabe exatamente como transformar música em experiência — e pista de dança em catarse.

Produzida por Sammy Soso e com direção da talentosa Aerin Moreno (que já havia assinado o videoclipe de “Push 2 Start”), a nova faixa é uma jornada de desejo contido e entrega inevitável. Com o Amapiano — gênero sul-africano que pulsa em seu DNA — como base rítmica, a canção é um convite explícito à conexão: sensual, elegante e com uma batida que parece feita sob medida para noites quentes de verão.

“Is it wrong that I want to get right with you?”, sussurra TYLA, sem pressa, enquanto o beat cresce ao redor como se preparasse o terreno para algo íntimo, quase secreto.

Um videoclipe que pulsa com o corpo

O clipe, como tudo que TYLA toca, tem personalidade. Em um cenário de festa que nunca se expande além do necessário, ela domina o espaço com o corpo: dança sozinha com firmeza, se aproxima de um parceiro com intensidade quase teatral e, ao mesmo tempo, dissolve-se entre as luzes e os corpos da multidão. Tudo sem sair do mesmo lugar — como se a festa estivesse dentro dela.

A escolha estética da diretora é clara: deixar TYLA brilhar, não como uma estrela inalcançável, mas como uma mulher jovem, viva, que está redescobrindo o prazer da própria companhia, do toque, da liberdade.

“Estou me divertindo com essa nova versão de mim. É sobre isso: trazer de volta a diversão à música”, disse a artista em entrevista à NYLON.

Não é só música. É presença.

Para TYLA, este verão não é só uma estação — é um momento de afirmação. Nos últimos meses, ela esteve em todos os lugares: dos holofotes do Met Gala aos palcos do Coachella e do Governors Ball. Também brilhou apresentando o Nickelodeon’s Kids Choice Awards e estampou campanhas globais de marcas como Pandora, Erewhon e Coca-Cola — esta última com a música “Bliss” na trilha sonora do comercial “Road Trip”.

Mas talvez seja com “IS IT” que TYLA retome algo ainda mais valioso: a sensação de estar inteiramente no controle de sua arte. Sem pressa de agradar, sem fórmulas fáceis. Apenas ritmo, alma e conexão.

Jeito Moleque lança Volume 5 do projeto “5 por 5” e reforça legado com inéditas, releituras e parcerias

0
Foto: Reprodução/ Internet

Celebrando uma trajetória de 25 anos marcada pela autenticidade e pelo diálogo constante com o público, o grupo Jeito Moleque apresenta o Volume 5 do projeto “5 por 5”. A iniciativa, que reúne novos arranjos, músicas inéditas e versões repaginadas de sucessos, chega ao quinto e último capítulo com quatro faixas que reafirmam a identidade do grupo e sua relevância no cenário do pagode contemporâneo.

A proposta da série “5 por 5” — lançada em partes ao longo do ano — é sintetizar, em blocos curtos e potentes, o passado, o presente e o futuro do Jeito Moleque. No novo EP, a banda aprofunda essa proposta com um repertório que transita entre a celebração das origens e a busca por novas sonoridades.

Destaque para inéditas e colaborações

A grande novidade do EP é “Deu Defeito”, uma faixa inédita que conta com a participação especial da dupla sertaneja Clayton & Romário. A parceria estabelece um ponto de encontro entre dois gêneros populares e afetivos, resultando em um pagode com influências do sertanejo romântico, marcado por melodia envolvente e letra sobre descompassos do coração.

Outra composição inédita é “Não Peço Volta (Coração Digita)”, que mostra um Jeito Moleque introspectivo, mas ainda assim melódico e fiel à sua essência. A música traz à tona o lado mais emocional do grupo, com reflexões sobre saudade e reconciliação, envoltas em uma produção sofisticada e contemporânea.

Novos arranjos e releituras afetivas

Abrindo o EP, “Meu Jeito Moleque” funciona como uma espécie de declaração de identidade. A canção revisita a trajetória do grupo sob uma ótica atualizada, com arranjo que combina nostalgia e modernidade. Na sequência, um medley de três faixas — “Nas Nuvens”, “Só Pro Meu Prazer” e “Eu, Você e Mais Ninguém” — apresenta um trabalho de releitura cuidadoso, capaz de dar nova vida a clássicos que atravessam gerações.

Patrulha das Fronteiras desta quarta (16) revela falhas em inspeção por raio-x e problemas com passaportes nos aeroportos brasileiros

0

Nesta quarta-feira, 16 de julho, o programa Patrulha das Fronteiras, exibido pela Record TV, traz uma reportagem impactante que expõe as fragilidades na fiscalização dos aeroportos do Brasil — os verdadeiros portões de entrada e saída do país. Com imagens inéditas e depoimentos reais, a reportagem denuncia falhas em equipamentos de raio-x e irregularidades na checagem de passaportes que podem comprometer a segurança nacional.

O raio-x, tecnologia fundamental para a inspeção de bagagens, deveria ser uma barreira intransponível para armas, drogas e mercadorias ilegais. No entanto, a reportagem mostra que, em vários terminais, esses equipamentos estão longe de funcionar perfeitamente. Muitos sofrem com a falta de manutenção adequada e apresentam imagens com qualidade ruim, o que dificulta a identificação de itens suspeitos. Soma-se a isso a pressão por conta do fluxo intenso de passageiros, o que gera sobrecarga para os agentes e aumenta a chance de erros.

Os operadores que manuseiam essas máquinas, peça-chave nesse sistema, revelam a falta de treinamento específico e o cansaço provocado por jornadas longas. “Você precisa estar 100% atento o tempo todo, mas nem sempre isso é possível com a carga que recebemos”, relata um agente, que pediu para não ser identificado.

Outro ponto sensível levantado pela reportagem são os passaportes falsificados, adulterados ou roubados que ainda conseguem passar despercebidos pelos sistemas de fiscalização. A integração falha entre órgãos nacionais e internacionais, somada a protocolos defasados, abre brechas para que criminosos utilizem documentos irregulares para entrar ou sair do país. O impacto disso vai muito além da segurança pública — a reputação do Brasil no turismo e nos negócios internacionais sofre.

Em contrapartida, o programa destaca os esforços das autoridades para superar esses desafios. Investimentos em tecnologia de última geração, como scanners de alta definição e sistemas automáticos de reconhecimento facial, têm sido implementados em aeroportos estratégicos. Além disso, parcerias ampliadas entre a Polícia Federal, a Receita e órgãos internacionais buscam agilizar e aprimorar a troca de informações.

Não perca, nesta quarta-feira (16), às 22h45, na Record, uma jornada esclarecedora que vai além dos radares e scanners, mostrando o lado humano por trás da vigilância que mantém o país seguro.

almanaque recomenda