Crítica – A Profissional é um thriller que combina vingança e emoção

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A Profissional (2021), dirigido por Martin Campbell, é um thriller de ação que consegue ir além da violência e do suspense, entregando uma experiência envolvente com uma trama sólida e personagens bem desenvolvidos. A história acompanha Anna (Maggie Q), uma assassina de aluguel habilidosa que, após a morte brutal de seu mentor e figura paterna, Moody (Samuel L. Jackson), embarca em uma jornada de vingança. Ao longo do caminho, ela é forçada a confrontar não apenas seus inimigos, mas também seus próprios dilemas internos e crenças. Maggie Q entrega uma performance marcante, equilibrando a vulnerabilidade emocional de Anna com a frieza e precisão de uma assassina profissional. A relação entre Anna e Moody é o coração do filme, com o roteiro dedicando tempo para explorar o profundo vínculo entre mentor e aprendiz, adicionando uma camada de emoção à narrativa.

Michael Keaton também brilha como o vilão enigmático, trazendo um antagonista com motivações complexas e uma conexão com o passado de Anna. A dinâmica entre os dois, marcada por uma mistura de atração e antagonismo, cria um jogo psicológico tenso que mantém o espectador intrigado. Embora o enredo ocasionalmente siga caminhos previsíveis, com alguns clichês típicos do gênero, a química entre os personagens principais e o equilíbrio entre cenas de ação intensas e momentos introspectivos tornam o filme mais profundo e cativante. As sequências de luta, coreografadas com precisão e intensidade, servem não apenas como espetáculo visual, mas também para refletir os conflitos internos de Anna.

O grande diferencial de A Profissional está no seu equilíbrio entre ação e desenvolvimento de personagem. Em vez de se limitar a uma narrativa convencional de vingança, o filme aborda questões morais e o peso das escolhas de Anna, explorando o que realmente significa ser uma “profissional”. A direção de Martin Campbell mantém a tensão elevada sem recorrer a exageros, entregando um filme que, embora não apresente grandes inovações no gênero, se destaca pela autenticidade emocional e pela profundidade de sua protagonista.

No geral, A Profissional é uma excelente escolha para os fãs de thrillers de ação que buscam mais do que explosões e tiroteios. Com atuações fortes, uma narrativa envolvente e um equilíbrio cuidadoso entre emoção e adrenalina, o filme oferece uma experiência marcante e satisfatória.

Crítica – Nascido para Vencer é uma jornada de redenção com coração, lutas e clichês

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Nascido para Vencer apresenta uma trama que, embora siga o caminho familiar de filmes sobre luta e superação, se destaca por um toque humano capaz de manter o espectador envolvido do começo ao fim. A história gira em torno de Mickey Kelley (interpretado por Sean Patrick Flanery), um homem que busca redenção após se afastar do mundo das artes marciais, tentando reconstruir sua vida e encontrar equilíbrio com sua família. O enredo, com sua abordagem sobre a luta interna contra as adversidades da vida, é um clássico exemplo de superação, um tema sempre emocionante e profundo. A transição de Mickey de um campeão de jiu-jitsu para um homem em busca de uma vida mais pacífica é retratada de forma eficaz, equilibrando cenas de ação intensas com momentos de introspecção, que revelam suas vulnerabilidades e dilemas pessoais.

Porém, como é comum no gênero, a narrativa peca ao cair em alguns clichês e padrões previsíveis, o que tira um pouco da originalidade da trama. Mesmo assim, o filme consegue manter o interesse do público com seu ritmo envolvente e as atuações sólidas do elenco. Sean Patrick Flanery faz um trabalho convincente ao interpretar Mickey, conseguindo transmitir tanto a vulnerabilidade quanto a força interior de seu personagem, o que faz com que o público se conecte emocionalmente com sua jornada. Dennis Quaid, como o mentor de Mickey, traz uma performance emocionalmente rica, com uma sensibilidade que complementa bem o papel de guia do protagonista. No entanto, o filme não se aprofunda tanto nos personagens secundários, que, embora bem interpretados, acabam sendo bastante superficiais, não deixando um impacto duradouro.

A química entre Flanery e Katrina Bowden, que interpreta a esposa de Mickey, é um dos pontos positivos, e embora o roteiro ofereça uma boa dinâmica entre o casal, há uma sensação de que esse relacionamento poderia ter sido mais explorado, revelando mais sobre as complexidades dessa parceria e os desafios que ela enfrenta. A relação deles, que é uma parte central da jornada de Mickey, se sente um pouco negligenciada, o que impede o filme de atingir seu potencial máximo de profundidade emocional.

No que diz respeito à ação, o filme não decepciona. As cenas de luta são bem executadas, intensas e realistas, com coreografias de MMA e jiu-jitsu que agradam os fãs do esporte. A energia das lutas é bem capturada, e isso mantém a tensão alta, mesmo nas cenas mais calmas. No entanto, a ausência de um grande conflito ou de uma reviravolta impactante no enredo faz com que o filme não se destaque tanto entre outros do mesmo gênero. Apesar disso, Nascido para Vencer ainda oferece uma história inspiradora de superação, honra e redenção pessoal, tocando em temas universais de luta, perda e recomeço.

Em resumo, embora o filme tenha seus méritos, como uma execução técnica eficiente, atuações consistentes e uma mensagem positiva, ele peca pela previsibilidade e pela falta de um elemento surpreendente que o faça se destacar no gênero. Para quem busca uma trama simples, porém emocionante, pode ser uma boa escolha de entretenimento, mas aqueles que esperam algo mais inovador e imprevisível podem achar a experiência um pouco aquém das expectativas.

Cinesystem lança balde temático de Mufasa: O Rei Leão

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Se você é fã de cinema e de itens colecionáveis, prepare-se para uma novidade que vai te levar direto para a savana! Com a estreia de “Mufasa: O Rei Leão“, a Cinesystem traz um lançamento exclusivo: o balde temático inspirado no filme, acompanhado de um combo que promete tornar sua experiência ainda mais completa.

O balde, que é um verdadeiro item de colecionador, está disponível junto com um delicioso combo de pipoca e dois refrigerantes de 700 ml. Com um design que remete à grandiosidade e à magia do clássico da Disney, ele é perfeito para levar para casa como lembrança desse lançamento cinematográfico tão aguardado.

Ei, você sabia?

“Mufasa: O Rei Leão” chegou aos cinemas 30 anos após o lançamento do desenho original, que se tornou um dos maiores clássicos da Disney. Agora, os espectadores podem reviver essa história emocionante e descobrir as origens de um dos reis mais icônicos da savana.

Onde encontrar?

O balde temático está disponível exclusivamente nos cinemas da rede Cinesystem em todo o país. Não perca a chance de adquirir esse item exclusivo que é a combinação perfeita de sabor e memórias cinematográficas.

Como garantir o seu?

Basta visitar uma das unidades da Cinesystem, comprar seu ingresso para “Mufasa: O Rei Leão” e aproveitar a oportunidade de levar para casa esse item imperdível. O combo com pipoca e dois refrigerantes de 700 ml está disponível enquanto durarem os estoques, então é melhor correr para garantir o seu!

Por que vale a pena?

O balde temático de “Mufasa: O Rei Leão” não é apenas um recipiente para pipoca – é um pedaço da magia da Disney que você pode levar para casa. Seja para os fãs nostálgicos do clássico de 1994 ou para quem está conhecendo a história pela primeira vez, essa novidade da Cinesystem é o presente perfeito para transformar sua ida ao cinema em uma experiência inesquecível.

Corra até a Cinesystem mais próxima, garanta seu combo temático e prepare-se para viver a magia de “Mufasa: O Rei Leão” nas telonas. É a diversão e o sabor que você merece – e com um toque de realeza!

Anora está chegando! Saiba tudo sobre o filme que promete conquistar os cinemas

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Falta apenas uma semana para o lançamento de “Anora“, o tão aguardado filme da Universal Pictures, que chega aos cinemas de todo o Brasil. Para aumentar ainda mais a expectativa dos fãs, o estúdio divulgou um vídeo exclusivo dos bastidores. O conteúdo apresenta cenas inéditas e depoimentos emocionantes da estrela Mikey Madison, protagonista dessa história que promete encantar o público.

“Cada dia no set era inesquecível. Às vezes, gravávamos uma cena e eu pensava: ‘Não acredito que fizemos isso!’”, revelou Mikey no vídeo. A atriz compartilhou detalhes de sua gravação favorita: “A abertura foi incrível. O set estava cheio de vida, com dançarinas por todos os lados. Minha personagem precisava circular pelo ambiente, interagir com as pessoas e dar atenção a cada cliente. Tudo era improvisado, e cada tomada durava cerca de 10 minutos.”

Essa produção marca um momento decisivo na carreira de Mikey Madison, que assume, pela primeira vez, o papel principal em um longa-metragem. A escolha da atriz para viver Anora foi feita pelo renomado diretor Sean Baker, conhecido por obras aclamadas como Projeto Flórida e Tangerine. Segundo Baker, a decisão foi tomada após ele se impressionar com a atuação de Mikey em Era Uma Vez em… Hollywood, de Quentin Tarantino. “Mesmo com pouco tempo de tela, ela causou um impacto enorme”, declarou o cineasta. Ele e Samantha Quan, sua parceira de produção, ficaram ainda mais fascinados com Mikey depois de assistirem ao trabalho dela em Pânico 5. “Ela alterna emoções com tanta naturalidade, traz humor e faz escolhas ousadas. Não tivemos dúvidas: ela era a escolha perfeita para Anora.”

A performance de Mikey Madison não só emocionou o público como também conquistou os críticos. A atriz está concorrendo ao prestigiado SAG Awards na categoria de Melhor Atriz, uma das principais indicações prévias do Oscar. Além disso, ela foi indicada ao Globo de Ouro, Critics’ Choice Awards e BAFTA, consolidando sua posição como um dos grandes nomes em ascensão em Hollywood.

Com uma narrativa cativante, um elenco talentoso e uma direção primorosa, Anora promete ser um dos grandes destaques cinematográficos do ano. Não perca a chance de conferir essa história que já está sendo considerada um marco na indústria do entretenimento!

Crítica – Conclave combina fé, política e ambição em um thriller visualmente impactante

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Foto: Courtesy of Focus Features

Conclave” é um thriller poderoso e meticulosamente estruturado, que prende o espectador em um cenário de portas fechadas, onde religião e política colidem, expondo as almas ambiciosas e mesquinhas de homens em busca do poder supremo. Sob a direção de Edward Berger, o filme entrega uma narrativa surpreendentemente ousada e relevante para os dias atuais.

Ambientado durante a eleição do sucessor do Papa, o enredo revela as contradições da Igreja, enquanto explora as ambições e fragilidades humanas dos envolvidos no conclave. Ralph Fiennes é o grande destaque, oferecendo uma atuação magistral que captura com profundidade a tensão entre fé e política. O restante do elenco também brilha, com performances convincentes que sustentam o alto nível do filme.

A atmosfera do longa é densa e carregada de tensão, reforçada por uma trilha sonora imersiva que amplifica o impacto emocional. No entanto, momentos ocasionais de leveza exagerada rompem a seriedade da narrativa, trazendo um contraste que, embora arriscado, acrescenta dinamismo ao ritmo da história.

A cinematografia é um espetáculo à parte. Com uma paleta de cores quentes e composições meticulosamente simétricas, evoca o estilo visual de Wes Anderson, sem perder sua identidade. Cenas como a dos bispos atravessando o pátio com guarda-chuvas brancos sobre um fundo vermelho são visualmente arrebatadoras, garantindo memórias icônicas ao espectador. Esses detalhes elevam o filme a um patamar artístico incomum no gênero.

O roteiro é outro ponto de destaque, com diálogos profundos que exploram temas como fé, tradição e modernidade. A coragem do filme em criticar as hipocrisias e contradições da Igreja é louvável, desafiando o espectador a questionar instituições e valores que parecem desconectados de uma sociedade em transformação.

“Conclave” transcende o gênero de thriller político, oferecendo uma experiência que é ao mesmo tempo visualmente fascinante e intelectualmente instigante. Com direção impecável, atuações impactantes e uma estética memorável, o filme é um convite irresistível para refletir sobre a interação entre tradição e mudança no contexto religioso.

Longa japonês Sol de Inverno chega aos cinemas nesta quinta, 16

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Aí vem mais uma daquelas histórias que aquecem o coração! Nesta quinta-feira, 16 de janeiro, a Michiko Filmes lança nos cinemas o filme japonês “Sol de Inverno”, dirigido pelo talentoso Hiroshi Okuyama. Se você curte uma boa dose de emoção, delicadeza e aquela sensação de conforto que só o cinema sabe trazer, esse é o filme pra você.

A trama gira em torno de Takuya, um menino de 9 anos interpretado pelo adorável Keitatsu Koshiyama. No começo, ele é só mais um garoto tentando se enturmar na pista de gelo, mas o hóquei – que é a paixão dos amigos – simplesmente não é a dele. Quem nunca se sentiu fora do lugar, né?

Mas tudo muda quando ele, sem querer, descobre um mundo completamente novo e fascinante: a patinação artística. É aí que entra Sakura (vivida pela talentosa Kiara Takanashi), uma jovem que arrasa nas coreografias e deixa Takuya encantado.

Vendo o interesse e o potencial do menino, o treinador Hisashi Arakawa (Sôsuke Ikematsu, brilhante no papel) decide apostar nele como parceiro de Sakura. Só que o filme vai muito além do gelo. A relação entre eles se torna algo maior: uma conexão cheia de aprendizado, superação e, claro, muita emoção.

O longa-metragem já passou por festivais de peso como Cannes, Toronto e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, arrancando elogios por onde passa. Em Cannes, por exemplo, foi chamado de “joia escondida” na seção Un Certain Regard. E olha que não é pra qualquer um, hein?

O diretor Hiroshi Okuyama está sendo comparado ao incrível Hirokazu Kore-eda (de filmes como “Assunto de Família” e “Monster”), por causa da sensibilidade com que conta a história e pela forma única de dirigir as crianças no elenco. Já dá pra imaginar que vem coisa boa, né?

Onde assistir?

Aqui no Brasil, o filme estreia em algumas cidades: Curitiba, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e São Paulo. Então, se você tá em uma dessas, já marca na agenda e combina com os amigos ou a família.

Um filme pra todo mundo se emocionar

Sabe aquele tipo de história que parece simples, mas tem uma profundidade que toca lá dentro? “Sol de Inverno” é exatamente isso. Um filme sobre encontros que, mesmo rápidos, podem mudar vidas pra sempre. Sobre descobrir quem você é, encontrar sua paixão e criar laços que ficam.

“Sol de Inverno” estreia nesta quinta, 16 de janeiro, nos cinemas. Se você tá precisando de uma dose de emoção de verdade – e quem não tá? – esse é o programa perfeito. Chama o pessoal, pega a pipoca e deixa essa história te aquecer.

TV Aparecida exibe o filme Um Broto Legal nesta sexta, 17

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Sextou com novidade na TV Aparecida! Na próxima sexta, 17 de janeiro, às 21h15, a sessão “Tela de Sexta” traz um filme inédito que promete muita emoção e nostalgia: “Um Broto Legal”. Se você curte música, história e aquela vibe dos anos 50, já pode anotar na agenda porque esse é imperdível!

Sobre o filme

A história é sobre Celly Campello, a primeira cantora de rock do Brasil, que mandou ver com sucessos como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”. Tudo começa no final dos anos 50, em Taubaté, interior de São Paulo. Lá, Célia Campello, uma garota de 16 anos, já é uma sensação local, cantando na rádio da cidade e conquistando um público fiel.

O ponto de virada? O irmão dela, Tony Campello, vai para São Paulo tentar a sorte como cantor e acaba sendo descoberto por um caça-talentos. Não demora muito para Célia também chamar atenção, se transformar em Celly Campello e se tornar a rainha do rock brasileiro!

A trajetória dela mostra os altos e baixos de quem abriu as portas para o rock nacional. Além de ser uma pioneira na música, Celly conquistou corações e deixou um legado que marcou gerações.

Quem tá no elenco?

O filme tem nomes incríveis como Cláudio Fontana, Felipe Folgosi, Paulo Goulart Filho e Petrônio Gontijo. Ah, e a classificação etária é 12 anos, então já pode reunir a galera ou curtir com a família.

Por que assistir?

Se você gosta de filmes que misturam música, emoção e aquela pitada de nostalgia, esse é pra você! Além de ser uma aula de história sobre o rock brasileiro, é uma chance de reviver (ou conhecer) o som que fez tanto sucesso nos anos dourados. Então já sabe: sexta, às 21h15, é só ligar na TV Aparecida e curtir o longa-metragem. Vai ser uma viagem no tempo com muito estilo e música boa!

Crítica – Lobisomem apresenta uma visão minimalista ambiciosa

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Foto: Reprodução/ Internet

O filme Lobisomem busca se destacar ao adotar uma abordagem minimalista semelhante à de O Homem Invisível, trazendo reflexões sobre violência herdada e raiva masculina. Apesar da ambição, o longa enfrenta dificuldades em desenvolver plenamente suas temáticas centrais, o que limita seu impacto emocional e narrativo.

A história apresenta uma introdução interessante ao explorar a dinâmica familiar do protagonista, mas os diálogos e situações soam um pouco artificiais, prejudicando a imersão do público. Há momentos em que o roteiro poderia aprofundar mais os conflitos e conexões entre os personagens, mas sua execução apressada acaba comprometendo esse potencial.

O elenco conta com o talento de Julia Garner, que tenta imprimir autenticidade à sua personagem, embora esta não receba a profundidade esperada. O filme oferece alguns vislumbres de tensão e mistério, mas o ritmo acelerado, especialmente nos primeiros 30 minutos, prejudica a construção de um vínculo mais forte com a narrativa.

Visualmente, a iluminação escura é usada para criar uma atmosfera sombria, mas, em certos momentos, dificulta a experiência do espectador. No entanto, o esforço para evocar um clima minimalista e intimista é notável. Já no campo do terror, as cenas de gore poderiam ter sido mais ousadas e criativas, mas ainda conseguem entregar alguns momentos intrigantes.

Apesar de suas falhas, Lobisomem é uma obra com ideias interessantes e uma tentativa válida de explorar o gênero de forma diferente. Com ajustes no roteiro e maior cuidado na execução visual, poderia se tornar uma experiência mais impactante e memorável. Para os fãs do gênero, vale a pena conferir, especialmente para apreciar a proposta de um terror mais reflexivo e intimista.

Estrelado por Angelina Jolie, Maria Callas estreia nos cinemas nesta quinta, 16 de janeiro

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A partir desta quinta-feira, 16 de janeiro, os cinemas brasileiros recebem um dos filmes mais esperados do ano: Maria Callas. Dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie, essa cinebiografia promete emocionar e impressionar quem for assistir. Distribuído pela Diamond Films, o maior nome independente da América Latina, o longa mergulha na vida e carreira de uma das sopranos mais icônicas da história.

O filme não se limita a contar a história de Maria Callas. Ele vai fundo na alma da artista, mostrando sua força, suas fragilidades e os desafios que marcaram sua vida. Angelina Jolie entrega uma performance incrível, cheia de emoção e intensidade, que já arrancou aplausos no Festival de Veneza e garantiu indicações a prêmios importantes, como o Globo de Ouro e o Critics Choice Awards. É atuação digna de Oscar!

A visão única de Pablo Larraín

Com Maria Callas, Pablo Larraín fecha sua trilogia sobre mulheres que marcaram a história. Antes de Callas, ele dirigiu os aclamados Jackie (2016), sobre Jacqueline Kennedy, e Spencer (2021), sobre a Princesa Diana. Larraín tem o dom de mostrar o lado humano de grandes figuras, e aqui não é diferente: ele captura tanto o brilho da soprano quanto a solidão que vinha junto com o estrelato.

Um elenco e produção que encantam

Além de Jolie, o filme conta com nomes como Kodi Smit-McPhee, Alba Rohrwacher, Pierfrancesco Favino e Valeria Golino, todos entregando performances que dão ainda mais força à história. E o que dizer da produção? Figurinos de tirar o fôlego e uma direção de arte que transportam você diretamente para a época dourada de Callas. Cada detalhe foi pensado para mostrar não só o glamour, mas também os momentos difíceis da vida dela.

Muito mais que um filme

Maria Callas não é só sobre música ou fama. É uma história de resistência, solidão e legado – temas que tocam todo mundo de alguma forma. É um convite para refletir sobre os desafios enfrentados por mulheres que ousam brilhar em um mundo cheio de julgamentos.

“É um tributo aos filmes dos anos 80”, diz Leigh Whannell sobre Lobisomem

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(from left) Charlotte (Julia Garner), Ginger (Matilda Firth) and Blake (Christopher Abbott) in Wolf Man, directed by Leigh Whannell.

Faltam poucos dias para a estreia de Lobisomem, o novo filme de terror que promete deixar os fãs do gênero com os nervos à flor da pele. Com estreia marcada para 16 de janeiro, a Universal Pictures soltou um vídeo de bastidores que dá aquele gostinho de ansiedade – e revela um pouco do que inspirou o diretor Leigh Whannell (O Homem Invisível).

No vídeo, Leigh abre o coração e fala sobre suas maiores referências: “É um tributo aos longas dos anos 80 que eu adorava na adolescência, como O Enigma de Outro Mundo, de John Carpenter, e A Mosca, do Cronenberg.” Ou seja, quem curte aquele clima retrô cheio de suspense e monstros icônicos pode preparar a pipoca!

Mas não é só nostalgia. Leigh também contou que a pandemia teve um impacto enorme na criação do roteiro. “Depois dos últimos anos agitados que o mundo vivenciou, temas como pavor, ansiedade e isolamento surgiram naturalmente na história”, diz ele. Quem não se sentiu meio “lobisomem” lidando com tudo isso, né?

Se o visual e a atmosfera do filme já te deixaram empolgado no trailer, tem uma razão. Leigh trouxe uma galera de peso pra trabalhar com ele. O diretor de fotografia Stefan Duscio, que já mandou muito bem em O Homem Invisível, está de volta. A designer de produção Ruby Mathers e a figurinista Sarah Voon também entraram no time, garantindo que cada detalhe do filme entregue a vibe sombria que a gente adora.

E o elenco? Só nomes incríveis: Christopher Abbott (Possessor), Julia Garner, que brilhou em Ozark, Matilda Firth e Sam Jaeger, de The Handmaid’s Tale. Dá pra esperar atuações de arrepiar e personagens que vão ficar na memória.

A mistura de terror psicológico, aquela estética retrô que bate forte na nostalgia, e temas super atuais fazem de Lobisomem um dos filmes mais esperados do ano. É o tipo de produção que vai te fazer grudar na cadeira e, ao mesmo tempo, te deixar pensando depois que as luzes do cinema acenderem.

Agora é só contar os dias. O longa-metragem estreia dia 16 de janeiro, e, pelo que já vimos, tem tudo pra ser um daqueles filmes que todo mundo vai comentar. Te vejo no cinema?

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