Stray Kids leva a turnê DominATE para os cinemas em documentário-concerto inédito

0
Foto: Reprodução/ Internet

A força e a intensidade do Stray Kids agora ganham uma nova dimensão fora dos palcos. A Universal Pictures divulgou nesta quarta-feira o primeiro trailer de “Stray Kids: The DominATE Experience”, documentário-concerto que promete transportar para as salas de cinema toda a energia arrebatadora da turnê DominATE. A produção reúne performances grandiosas e imagens exclusivas de bastidores, captadas durante shows com ingressos esgotados no SoFi Stadium, em Los Angeles — um dos maiores e mais emblemáticos palcos do mundo.

Fenômeno absoluto do K-pop, o o grupo vive um dos momentos mais sólidos de sua carreira. Prova disso é a confirmação do grupo como headliner do Palco Mundo no Rock in Rio 2026, um marco que reforça sua presença global e o impacto cultural que ultrapassa fronteiras e idiomas. Nos cinemas brasileiros, o documentário estreia em 5 de fevereiro, com ingressos já em pré-venda nas principais redes exibidoras.

Narrado pelos próprios integrantes — Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N —, o filme vai além do espetáculo visual. A proposta é íntima e imersiva: revelar o que acontece quando as luzes se apagam, mostrando momentos de vulnerabilidade, desafios da estrada e reflexões pessoais que moldaram a trajetória do grupo. É um convite para o público enxergar o Stray Kids para além das coreografias precisas e dos refrões explosivos.

Mais do que um registro de show, “The DominATE Experience” é uma celebração da relação profunda entre o Stray Kids e seus fãs, os STAYs. O longa evidencia como essa conexão, construída ao longo dos anos, se tornou parte essencial da identidade do grupo. Depoimentos emocionantes, trocas sinceras e histórias de apoio mútuo transformam o fandom em um verdadeiro pilar dessa jornada.

Distribuído pela Universal Pictures, o documentário reforça a crescente presença de grandes produções musicais nos cinemas e se consolida como um evento imperdível para fãs e admiradores do K-pop. A estreia exclusiva em 5 de fevereiro promete entregar emoção, potência sonora e uma experiência visual à altura de um dos maiores grupos da atualidade.

Formado pela JYP Entertainment, o Stray Kids se destaca como um dos grupos masculinos mais inovadores do K-pop contemporâneo. Desde o início, o octeto construiu sua identidade com base na autenticidade, na autonomia criativa e em uma relação transparente com o público. Em 2019, a saída do integrante Woojin por motivos pessoais marcou um momento delicado, que acabou fortalecendo ainda mais o vínculo entre os membros restantes.

Um dos grandes diferenciais do grupo é o envolvimento direto na criação de sua música. O núcleo criativo é o 3Racha, trio formado por Bang Chan, Changbin e Han, responsável pela produção, composição e letras da maior parte do repertório. Ainda assim, todos os integrantes participam ativamente do processo criativo, contribuindo com ideias e conceitos. Esse modelo colaborativo se reflete em uma sonoridade intensa, experimental e emocional — marca registrada do grupo.

A origem do grupo também foge do padrão da indústria. Antes mesmo do reality show Stray Kids, exibido em 2017, Bang Chan teve papel fundamental na escolha de cada integrante, algo raro no K-pop. O programa acompanhou a formação do grupo e apresentou ao público não só talento, mas também conflitos, fragilidades e amadurecimento.

A trajetória musical começou com o EP Mixtape (2018), seguido pela estreia oficial com I Am Not, que deu início à trilogia I Am ao lado de I Am Who e I Am You, abordando temas como identidade e insegurança. Em 2019, a trilogia Clé (Miroh, Yellow Wood e Levanter) consolidou a narrativa do grupo, explorando liberdade, transformação e superação.

O reconhecimento em larga escala veio com Go Live (2020), primeiro álbum do grupo a conquistar certificação de platina pela KMCA. No mesmo ano, o Stray Kids estreou no Japão com SKZ2020, e o single “Top” alcançou o topo da parada Oricon — um feito expressivo para um grupo masculino estrangeiro.

A ascensão seguiu em ritmo acelerado. Noeasy (2021) ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas, enquanto a parceria com a Republic Records, a partir de 2022, impulsionou ainda mais a expansão global. Projetos como Oddinary, Maxident, Rock-Star, Ate, o álbum 5-Star e a mixtape Hop dominaram rankings internacionais. O grupo entrou para a história ao estrear seis lançamentos consecutivos no topo da Billboard 200, um recorde inédito.

Com mais de 31 milhões de álbuns vendidos até 2024, o grupo se consolidou como um fenômeno mundial. O álbum 5-Star ultrapassou cinco milhões de cópias certificadas, colocando o grupo em um seleto patamar da indústria musical. Em 2023, esse impacto cultural foi reconhecido pela revista Time, que incluiu o Stray Kids na lista de Líderes da Próxima Geração — um reconhecimento à altura de quem segue redefinindo os limites do K-pop.

Heated Rivalry | Série de romance esportivo chega à HBO Max no Brasil em fevereiro

0

A HBO Max já tem novidade chegando e ela promete mexer com o coração de quem ama um bom romance com tensão, esporte e muita emoção. Heated Rivalry, uma das séries mais comentadas do ano, estreia no Brasil em fevereiro e leva para a tela a adaptação da famosa saga literária Game Changers, da autora Rachel Reid, sucesso absoluto entre os fãs do gênero.

Por trás da série está Jacob Tierney, roteirista, diretor e produtor canadense conhecido por trabalhos como Letterkenny e Shoresy. Aqui, ele deixa um pouco de lado o humor afiado para apostar em uma história mais intensa e emocional, mas sem perder a naturalidade. O resultado é uma narrativa que fala sobre amor, identidade e decisões difíceis, tudo de um jeito muito real.

A trama gira em torno de Shane Hollander e Ilya Rozanov, dois astros do hóquei profissional. Dentro do rinque, eles são rivais declarados, protagonistas de disputas acirradas e jogos de tirar o fôlego. Fora dele, vivem um relacionamento secreto, cheio de desejo, medo e sentimentos que nenhum dos dois sabe muito bem como lidar.

Vividos por Hudson Williams e Connor Storrie, os protagonistas conquistam não só pelo talento esportivo, mas pela vulnerabilidade que carregam. O que começa como algo casual, ainda na juventude, acaba se transformando em uma conexão profunda ao longo de oito anos, marcada por encontros, afastamentos e aquele sentimento que insiste em não ir embora.

Shane enfrenta o peso de entender sua sexualidade em um ambiente que ainda cobra silêncio emocional e uma masculinidade rígida. Já Ilya lida com expectativas familiares e culturais que o pressionam a ser sempre forte e inabalável. Juntos, eles precisam decidir se vale a pena arriscar tudo — carreira, reputação e futuro — para viver algo verdadeiro.

Um dos grandes acertos da série é tratar o romance de forma madura, sem apelar para clichês fáceis. O esporte não está ali só como pano de fundo: ele influencia diretamente as escolhas, os medos e os conflitos dos personagens. É justamente nesse contraste entre fama, pressão e sentimentos escondidos que Heated Rivalry encontra sua força.

O elenco de apoio também ajuda a enriquecer a história, com nomes como François Arnaud, Robbie G.K., Christina Chang, Dylan Walsh, Sophie Nélisse e Ksenia Daniela Kharlamova, que ampliam o universo da série entre família, bastidores, imprensa e relações profissionais.

Com seis episódios na primeira temporada, a série estreou mundialmente no Image+Nation LGBTQ+ Film Festival, em Montreal, em novembro de 2025, e foi recebida com muitos elogios. A química entre os protagonistas, o roteiro honesto e a direção segura chamaram a atenção da crítica e do público.

O sucesso foi tanto que Heated Rivalry se tornou a produção original mais assistida da história da Crave e um dos maiores acertos recentes da HBO Max em aquisições internacionais. A resposta veio rápido: a série já está renovada para a segunda temporada, consolidando seu status de fenômeno global.

No SBT, fantasia musical “Monster High: O Filme” é destaque no Cinema em Casa deste sábado (10)

0

O Cinema em Casa deste sábado, 10 de janeiro de 2026, leva ao público do SBT uma aventura cheia de música, identidade e mensagens sobre pertencimento com “Monster High: O Filme”, versão live-action lançada em 2022 e inspirada na famosa franquia de bonecas da Mattel.

Dirigido por Todd Holland e com roteiro assinado por Jenny Jaffe, Greg Erb e Jason Oremland, o longa mistura fantasia, musical e drama adolescente para apresentar uma nova geração de monstros que, assim como muitos jovens do mundo real, lutam para encontrar seu lugar. A produção é da Mattel Television, em parceria com a Brightlight Pictures, e marcou uma nova fase do relançamento da marca Monster High.

A história acompanha Clawdeen Wolf, uma adolescente de 16 anos que carrega um grande segredo: ela é metade humana e metade lobisomem. Criada pelo pai humano, Apollo, Clawdeen sempre precisou esconder sua verdadeira natureza para se proteger do preconceito. Quando recebe uma inesperada carta de aceitação para estudar na Monster High, uma escola exclusiva para jovens monstros, ela vê a chance de finalmente pertencer a algum lugar.

No entanto, o sonho logo se transforma em desafio. Ao chegar à escola, Clawdeen descobre que apenas monstros de “sangue puro” são oficialmente aceitos, o que a obriga a esconder ainda mais quem realmente é. Mesmo assim, ela encontra apoio em novos amigos, como Frankie Stein, uma criatura brilhante e de gênero não binário; Draculaura, filha do Conde Drácula; Deuce Gorgon, filho da Medusa; além de personagens icônicos como Cleo de Nile, Lagoona Blue e Ghoulia Yelps.

Entre números musicais vibrantes e conflitos típicos da adolescência, o filme constrói uma narrativa que vai além da fantasia. A jornada de Clawdeen se transforma em uma metáfora sobre aceitação, diversidade e o medo de não ser “suficiente” para se encaixar em padrões impostos. Quando segredos do passado da Monster High vêm à tona, incluindo a história de um ex-aluno híbrido que pagou caro por ser diferente, a protagonista precisa decidir se vale a pena abrir mão de uma parte de si mesma para ser aceita.

O elenco jovem é liderado por Miia Harris no papel de Clawdeen, ao lado de Ceci Balagot, Nayah Damasen, Case Walker, Lina Lecompte e Justin Derickson, que dão vida aos personagens clássicos da franquia com uma abordagem atual e representativa. Um dos destaques do filme é justamente a atualização dos temas da marca, dialogando com questões contemporâneas como identidade, inclusão e liberdade de expressão.

“Monster High: O Filme” foi lançado nos Estados Unidos simultaneamente na Paramount+ e na Nickelodeon em outubro de 2022, alcançando rapidamente o público jovem e fãs antigos da franquia. No Brasil, o longa chegou ao streaming e à TV paga no mesmo período, conquistando espaço entre as produções infantojuvenis mais comentadas daquele ano. O sucesso garantiu uma continuação, “Monster High 2”, lançada em 2023.

Trailer da 2ª temporada de Frieren reforça a fantasia sensível que conquistou fãs ao redor do mundo

0

A segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além acaba de ganhar um novo trailer, divulgado neste domingo (11) pela TOHO Animation, reacendendo o entusiasmo dos fãs do anime que se destacou por sua narrativa contemplativa e emocionalmente profunda. A prévia indica que a nova fase seguirá explorando o impacto do tempo, das memórias e das conexões humanas dentro de um universo de fantasia que foge dos clichês tradicionais do gênero.

Conhecido no Brasil como Frieren e a Jornada para o Além e, em Portugal, simplesmente como Frieren, o anime é baseado no mangá escrito por Kanehito Yamada e ilustrado por Tsukasa Abe. A obra é publicada desde abril de 2020 na revista Weekly Shōnen Sunday, da Shogakukan, e já soma 15 volumes lançados até dezembro de 2025. O sucesso é refletido também nos números: o mangá ultrapassou a marca de 17 milhões de cópias em circulação, além de ter recebido prêmios de grande prestígio, como o 14º Mangá Taishō e o Prêmio Novo Criador do 25º Prêmio Cultural Osamu Tezuka, ambos em 2021.

A trama acompanha Frieren, uma maga elfa que integrou o lendário grupo responsável por derrotar o Rei Demônio após uma jornada de dez anos. Ao lado do herói humano Himmel, do guerreiro anão Eisen e do sacerdote Heiter, ela ajudou a restaurar a paz no mundo. Ao final da aventura, o grupo se separa após testemunhar a Chuva de Meteoros da Era, um fenômeno raro que ocorre a cada cinquenta anos, prometendo se reencontrar no futuro.

Quando Frieren retorna décadas depois para cumprir essa promessa, ela se depara com uma realidade dolorosa: seus antigos companheiros envelheceram, enquanto ela permanece praticamente imutável. A morte de Himmel, ocorrida após uma última viagem do grupo para ver novamente os meteoros, se torna um ponto de virada na vida da protagonista. No funeral, Frieren percebe que nunca se dedicou de verdade a compreender os sentimentos e a humanidade de seus amigos, algo que passa a carregar como arrependimento.

É a partir desse despertar emocional que a história avança. Frieren aceita o pedido de Heiter para cuidar e ensinar magia à jovem Fern, uma órfã criada por ele. Ao mesmo tempo, surge um novo propósito: viajar rumo ao norte, até o local conhecido como o descanso das almas, onde a maga acredita que poderá reencontrar Himmel, dizer o que ficou guardado e se despedir de forma definitiva. Durante essa jornada, elas são acompanhadas por Stark, um jovem guerreiro treinado por Eisen, que passa a integrar o grupo e trazer uma nova dinâmica à narrativa.

A longa vida de Frieren é um elemento central da obra. Para uma elfa, décadas passam como breves momentos, e isso faz com que a antiga aventura contra o Rei Demônio pareça quase efêmera. O anime constrói sua narrativa explorando essa diferença de percepção do tempo, alternando o presente com flashbacks que revelam o crescimento físico e emocional dos personagens humanos, enquanto Frieren aprende, lentamente, a valorizar cada encontro e cada despedida.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça-feira, 13 de janeiro, na TV Globo

0

A Sessão da Tarde desta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, aposta novamente na emoção ao exibir Quatro Vidas de um Cachorro, um filme que convida o público a enxergar a vida sob um ponto de vista diferente, sensível e profundamente afetivo. Mais do que uma aventura protagonizada por um animal carismático, o longa é uma reflexão delicada sobre pertencimento, lealdade e o impacto que pequenos gestos podem ter ao longo de uma existência inteira.

Lançado em 2017 e dirigido por Lasse Hallström, cineasta conhecido por sua habilidade em contar histórias humanas e tocantes, o filme parte de uma ideia simples e poderosa: e se um cachorro pudesse voltar várias vezes à Terra, em corpos diferentes, para cumprir sua missão? A cada nova vida, o protagonista renasce com outra aparência, outra família e outros desafios, mas carrega consigo algo que o tempo não apaga: a memória emocional de quem ele amou.

Na sua primeira vida, o cachorro encontra Ethan, um garoto solitário que cresce ao seu lado. A relação entre os dois se constrói de forma natural, marcada por brincadeiras, cumplicidade e uma amizade que vai além das palavras. Mesmo quando a vida adulta afasta Ethan de sua cidade natal, o vínculo criado com o animal permanece como uma das lembranças mais importantes de sua trajetória. Esse amor inicial se torna o norte emocional de todas as reencarnações seguintes.

Ao retornar em novos corpos, o cachorro passa a conviver com pessoas muito diferentes entre si. Em cada fase, ele aprende algo novo: como oferecer conforto a quem sofre, como proteger aqueles que ama e como, muitas vezes, estar presente já é suficiente para mudar o dia de alguém. O filme alterna momentos de humor leve, causados pela curiosidade e ingenuidade do animal diante do mundo, com cenas emocionantes que falam sobre perda, envelhecimento e despedidas inevitáveis.

Um dos grandes diferenciais da narrativa é permitir que o público acompanhe os pensamentos do cachorro. Sua visão é simples, direta e honesta, o que torna a história ainda mais próxima do espectador. Questões complexas da vida humana são filtradas por esse olhar puro, transformando o filme em uma experiência acolhedora, capaz de tocar crianças, adultos e, especialmente, quem já viveu a relação intensa entre um animal de estimação e seu dono.

O elenco contribui para dar profundidade à trama. Dennis Quaid interpreta Ethan na fase adulta, transmitindo com sensibilidade as marcas que o passado deixou em sua vida. Britt Robertson, K.J. Apa e John Ortiz aparecem em momentos importantes da história, representando personagens que, mesmo sem perceber, são transformados pela presença do cachorro. Cada encontro reforça a ideia central do filme: algumas relações são breves, mas deixam marcas permanentes.

Apesar do tom caloroso e otimista, Quatro Vidas de um Cachorro também carrega uma história fora das telas que gerou polêmica. Antes de sua estreia, vídeos divulgados mostraram um cachorro sendo forçado a gravar uma cena em um tanque de água, o que causou indignação nas redes sociais e levantou debates sobre o tratamento de animais em produções cinematográficas. O caso levou a investigações e a posicionamentos públicos da equipe e da produtora.

O diretor Lasse Hallström afirmou posteriormente que não presenciou a situação e se disse profundamente perturbado ao tomar conhecimento das imagens. A produção garantiu que o animal estava bem e que a cena não foi utilizada da forma como havia sido divulgada. Ainda assim, o episódio marcou a recepção do filme e reforçou a necessidade de maior transparência e cuidado em sets que envolvem animais.

Mesmo com as controvérsias, o longa encontrou um público fiel e emocionado, tornando-se um sucesso entre famílias e amantes de histórias com animais. O impacto foi tão grande que o filme ganhou uma continuação, lançada em 2019, que aprofunda ainda mais os laços emocionais apresentados no primeiro capítulo da história.

KonoSuba | Anime é renovado para a 4ª temporada e ganha novos projetos comemorativos

0

A franquia de anime KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World! está oficialmente de volta. Durante um evento especial realizado no Japão para comemorar o 10º aniversário da adaptação em anime, foi anunciada a produção da quarta temporada da série, encerrando um longo período de incertezas para os fãs. A confirmação marca o retorno da obra após o fim da terceira temporada, exibida em 2024, e reforça a força duradoura da franquia no mercado de animação japonesa.

O anúncio da nova temporada veio acompanhado de um plano comemorativo robusto, que inclui o desenvolvimento de um novo jogo para plataformas mobile e consoles, além da realização de um evento especial de aniversário programado para julho de 2026. Segundo os organizadores, essa celebração deve trazer mais informações sobre a continuação do anime, incluindo possíveis detalhes de produção, visual promocional e novidades sobre o elenco.

Até o momento, a quarta temporada de KonoSuba ainda não possui data de estreia, janela de lançamento, estúdio confirmado ou equipe técnica oficialmente divulgada. A ausência dessas informações, no entanto, não diminuiu o entusiasmo do público, que há anos aguarda a continuidade da história após o encerramento mais recente da série.

Um isekai que virou referência no humor

Criada por Natsume Akatsuki, KonoSuba se destacou desde sua estreia por oferecer uma abordagem diferenciada dentro do gênero isekai. Em vez de seguir o caminho tradicional de heróis poderosos e jornadas épicas, a obra aposta na comédia e na desconstrução dos clichês, apresentando personagens falhos, situações absurdas e um humor frequentemente autoirônico.

A história acompanha Kazuma Satō, um adolescente japonês recluso, classificado como hikikomori e NEET, que morre de forma prematura e constrangedora. No além-vida, ele conhece a deusa Aqua, que lhe oferece a chance de reencarnar em um mundo de fantasia repleto de elementos típicos de jogos de RPG, governado pela ameaça do Rei Demônio. Como parte do acordo, Kazuma pode levar consigo qualquer item ou habilidade para auxiliá-lo na nova vida.

Em um ato de retaliação após ser provocado por Aqua, Kazuma a escolhe como sua companheira de jornada, contra a vontade da própria deusa. Presos juntos nesse mundo alternativo, os dois passam a aceitar missões de aventureiros para sobreviver, já que Aqua perde a possibilidade de retornar ao seu posto divino enquanto o Rei Demônio não for derrotado.

Um grupo improvável e caótico

Ao longo da narrativa, Kazuma e Aqua formam um grupo tão carismático quanto disfuncional. A equipe cresce com a chegada de Megumin, uma maga obcecada por explosões que domina apenas um feitiço extremamente poderoso, e Darkness, uma cruzada habilidosa com a espada, mas marcada por um comportamento masoquista que frequentemente compromete suas batalhas.

Essa combinação de personagens com habilidades limitadas, personalidades exageradas e falhas evidentes se tornou a principal marca da série. Em vez de focar na derrota do Rei Demônio, Kazuma frequentemente tenta levar uma vida confortável e luxuosa, mas acaba sendo constantemente arrastado para conflitos e confrontos contra os generais do vilão, quase sempre de forma involuntária.

Expansão para jogos e cinema

Ao longo dos anos, KonoSuba expandiu seu universo para além do anime. A franquia recebeu diversos jogos para PC, consoles e dispositivos móveis, explorando tanto adaptações diretas quanto histórias originais. Entre os títulos mais conhecidos está KonoSuba: Fantastic Days, RPG mobile lançado inicialmente no Japão, com dublagem completa, novos personagens e narrativa inédita.

Em 2019, a série também chegou aos cinemas com o filme KonoSuba: Legend of Crimson, produzido pelo estúdio J.C.Staff. O longa manteve o elenco e a equipe da animação televisiva e deu destaque especial às personagens Megumin e Yunyun, sendo bem recebido tanto pelo público quanto pela crítica. Posteriormente, o filme foi disponibilizado para streaming, ampliando ainda mais o alcance internacional da franquia.

Quer saber qual filme passa hoje na Sessão da Tarde? Confira a atração desta quarta, 14 de janeiro!

0

A TV Globo exibe na Sessão da Tarde desta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, a animação Os Croods 2: Uma Nova Era, continuação do sucesso lançado em 2013 pela DreamWorks Animation. O filme aposta em humor familiar, aventura e uma mensagem sobre convivência e evolução, sendo uma escolha ideal para toda a família.

Na trama, a família pré-histórica Crood segue em busca de um lugar mais seguro para viver após abandonar sua antiga caverna. A jornada os leva a um verdadeiro paraíso isolado, cercado por muros naturais e repleto de recursos que parecem atender a todas as suas necessidades. O problema surge quando eles descobrem que o local já tem donos: os Bettermans, uma família que se considera mais evoluída, organizada e intelectualmente superior aos Croods.

O encontro entre os dois grupos rapidamente se transforma em um choque de estilos de vida. Enquanto os Croods são impulsivos, barulhentos e guiados pelo instinto de sobrevivência, os Bettermans representam uma versão mais “civilizada” da pré-história, com regras, conforto e até conceitos de progresso social. A convivência forçada gera conflitos, disputas e situações cômicas que refletem, de forma leve, temas como diferenças culturais, adaptação e respeito mútuo.

A história ganha novos contornos quando Eep, a filha mais aventureira dos Croods, e Dawn, filha dos Bettermans, acabam se metendo em confusão e desaparecem. Diante da situação, as duas famílias precisam deixar de lado suas rivalidades para unir forças e salvá-las, aprendendo, no processo, que evolução também passa pela empatia e pela cooperação.

No elenco de dublagem original estão Nicolas Cage (Grug), Emma Stone (Eep) e Ryan Reynolds (Guy), que retornam aos seus papéis do primeiro filme. A direção fica por conta de Joel Crawford, que imprime um ritmo mais acelerado e aposta em uma estética ainda mais colorida e dinâmica. A trilha sonora do longa é assinada por Mark Mothersbaugh, substituindo Alan Silvestri, compositor do primeiro filme. A mudança trouxe uma identidade musical mais moderna, acompanhando o tom expansivo e energético da continuação.

Lançamento e sucesso comercial

Os Croods 2: Uma Nova Era foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 25 de novembro de 2020, em um período marcado por desafios para o mercado cinematográfico. Ainda assim, o filme se destacou como uma das animações de maior desempenho daquele ano. No Brasil, a estreia aconteceu em 1º de julho de 2021.

Com um orçamento de divulgação estimado em US$ 26,5 milhões, o longa arrecadou cerca de US$ 215,9 milhões mundialmente, somando bilheterias da América do Norte e de outros territórios, incluindo um bom desempenho na China.

Josh Safdie revela final descartado de Marty Supreme com vampiros e surpreende fãs do filme

0

Durante uma conversa descontraída no podcast da A24, ao lado do diretor Sean Baker, Josh Safdie surpreendeu ao revelar que Marty Supreme quase terminou de forma completamente inesperada — e, para muitos, absolutamente insana. Segundo o cineasta, uma das versões iniciais do roteiro previa um final envolvendo vampiros, algo que destoaria radicalmente do tom realista e dramático do filme que chegou aos cinemas. As informações são do Omelete.

Safdie contou que a ideia era ambientar a cena final nos anos 1980, décadas após os eventos centrais da narrativa. Marty, vivido por Timothée Chalamet, apareceria já mais velho, caminhando com a neta a caminho de um show. O clima aparentemente nostálgico seria quebrado de forma abrupta quando Milton Rockwell, personagem de Kevin O’Leary, surgiria por trás e morderia o pescoço de Marty como um vampiro. “Você está focado nos olhos dele, nós construímos próteses para o Timmy, e de repente o ‘Mr. Wonderful’ aparece e arranca uma mordida do pescoço dele. E essa seria a última imagem do filme”, relembrou Safdie, entre risos.

A ideia acabou sendo abandonada, mas ilustra bem o espírito criativo e provocador que marca a filmografia do diretor. Em vez do choque sobrenatural, Marty Supreme seguiu um caminho mais sóbrio e emocionalmente consistente, apostando na força do drama humano e na trajetória de superação do protagonista.

Previsto para ser lançado no Brasil no dia 22 de janeiro de 2026, o longa-metragem é uma comédia dramática esportiva vagamente inspirada na vida e carreira do lendário jogador de tênis de mesa norte-americano Marty Reisman. Ambientado na Nova Iorque dos anos 1950, o filme acompanha Marty Mauser, uma estrela em ascensão do esporte que enfrenta obstáculos pessoais, sociais e profissionais enquanto busca reconhecimento e grandeza em um cenário competitivo e muitas vezes hostil.

Dirigido por Josh Safdie e escrito em parceria com Ronald Bronstein, o longa é uma coprodução da A24 com Timothée Chalamet, que também atua como produtor. Além de Chalamet no papel principal, o elenco reúne nomes como Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Kevin O’Leary, Tyler Okonma, Abel Ferrara e Fran Drescher, todos em papéis coadjuvantes que enriquecem o mosaico de personagens do filme.

A estética de Marty Supreme também foi amplamente elogiada. O diretor de fotografia Darius Khondji optou por filmar inteiramente em película de 35 mm, conferindo ao longa uma textura clássica que dialoga com o período retratado. Já a trilha sonora ficou a cargo de Daniel Lopatin, colaborador frequente de Safdie, cuja composição ajuda a construir a atmosfera melancólica e pulsante da narrativa.

O filme teve sua estreia mundial em 6 de outubro de 2025, durante uma exibição secreta na Mostra Principal do Festival de Cinema de Nova Iorque, o que rapidamente gerou burburinho entre críticos e cinéfilos. Pouco depois, foi exibido oficialmente no mesmo festival, consolidando-se como um dos títulos mais comentados do ano. O lançamento comercial nos Estados Unidos aconteceu em 25 de dezembro, pela A24, reforçando o prestígio da distribuidora no circuito de cinema autoral.

A recepção crítica foi amplamente positiva. Marty Supreme foi celebrado pela direção segura de Safdie, pelo roteiro afiado, pela edição dinâmica e pela trilha sonora envolvente. No entanto, o maior destaque recaiu sobre a atuação de Timothée Chalamet, frequentemente descrita como a melhor de sua carreira até o momento e apontada como um divisor de águas em sua trajetória artística.

O reconhecimento não demorou a chegar. O longa foi eleito um dos dez melhores filmes de 2025 tanto pelo National Board of Review quanto pelo American Film Institute. Além disso, recebeu três indicações ao 83º Globo de Ouro, incluindo Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Ator para Chalamet e Melhor Roteiro para Safdie e Bronstein.

A&E estreia nova temporada de Cidade Confidencial e revisita crimes que marcaram comunidades nos EUA

0

O A&E traz de volta à programação uma de suas séries mais emblemáticas: Cidade Confidencial (City Confidential). Em novos episódios, a produção retoma sua proposta original de investigar crimes reais que deixaram marcas profundas em cidades e vilarejos dos Estados Unidos, mantendo o tom sombrio e cinematográfico que a tornou referência desde sua estreia nos anos 2000.

Com estética inspirada no noir e uma narrativa que foge do sensacionalismo, a série não se limita a reconstruir crimes. Cidade Confidencial observa como esses acontecimentos rompem a normalidade do cotidiano, expondo fragilidades, medos coletivos e segredos que permaneciam escondidos sob a aparência tranquila das comunidades. Cada história revela não apenas o crime, mas o rastro emocional e social deixado por ele.

O episódio de abertura da nova temporada, “Sequestro em Anchorage”, leva o espectador até o Alasca, onde um caso perturbador abalou a confiança e a sensação de segurança da população local. O desaparecimento de uma barista de 18 anos, conhecida e querida na cidade, transforma rapidamente a rotina de Anchorage em um cenário de tensão e incerteza.

Imagens de câmeras de segurança registram o momento em que a jovem é rendida dentro da cafeteria e levada à força por um homem armado. A partir desse ponto, a investigação se transforma em uma corrida angustiante contra o relógio. A polícia precisa decifrar pistas escassas, lidar com a brutalidade de um sequestrador sádico e agir rápido para tentar salvar a vítima antes que seja tarde demais.

Ao reconstruir o caso, o episódio destaca não apenas a ação policial, mas também o impacto emocional do crime sobre familiares, amigos e moradores da cidade. O medo se espalha, a confiança é abalada e a comunidade passa a encarar sua própria realidade sob uma nova perspectiva.

Contra o Negacionismo Climático | Documentário inédito expõe a engrenagem da desinformação e a guerra contra a ciência

0

Apesar do consenso científico e das evidências cada vez mais visíveis no dia a dia, como ondas de calor extremas, secas prolongadas, enchentes e o avanço do nível do mar, as mudanças climáticas ainda são alvo de questionamentos organizados. Não se trata apenas de dúvidas isoladas, mas de um movimento estruturado que atua para enfraquecer a ciência, confundir a opinião pública e retardar decisões políticas urgentes. É esse cenário que o documentário inédito Contra o Negacionismo Climático investiga de forma direta e contundente. A produção estreia com exclusividade no canal Curta! e já está disponível no streaming CurtaOn – Clube de Documentários.

Dirigido e roteirizado por Elsa Guiol, o filme se dedica a desmontar o discurso negacionista, revelando suas estratégias, seus interesses e seus impactos sociais e políticos. Ao longo da narrativa, o documentário deixa claro que o negacionismo climático vai além da simples discordância científica. Ele se apresenta como uma ferramenta de poder, frequentemente ligada a agendas econômicas conservadoras e a setores que se beneficiam da manutenção de modelos de exploração ambiental.

A obra reúne depoimentos de cientistas, pesquisadores, comunicadores e especialistas em clima que explicam, de maneira acessível, como dados sólidos e estudos revisados por pares são sistematicamente atacados. Paralelamente, o filme mostra como organizações e instituições trabalham para desacreditar pesquisas, criar falsas controvérsias e alimentar teorias conspiratórias que ganham força especialmente nas redes sociais.

Para o pesquisador Albin Wagener, um dos entrevistados, o negacionismo climático representa uma ameaça que ultrapassa o campo ambiental. Segundo ele, ao corroer a confiança na ciência e no conhecimento, esses movimentos enfraquecem os próprios pilares da democracia. Quando fatos passam a ser tratados como opinião e evidências são substituídas por narrativas ideológicas, o debate público se torna refém da desinformação.

O documentário detalha como essa engrenagem funciona. Relatórios pseudocientíficos, campanhas de difamação contra ambientalistas e ataques pessoais a pesquisadores fazem parte de uma estratégia maior, muitas vezes financiada por empresas ligadas a setores como o de combustíveis fósseis. O objetivo é simples: gerar dúvida suficiente para atrasar políticas de transição energética, preservação ambiental e redução de emissões.

Além da análise estrutural, Contra o Negacionismo Climático aposta em histórias humanas para mostrar que a crise climática não é um problema distante ou abstrato. Um dos relatos centrais é o de Chris Burnet, considerado um dos primeiros migrantes climáticos dos Estados Unidos. Ele conta que, durante muito tempo, também foi cético em relação às mudanças climáticas, acreditando que seus efeitos se restringiam a lugares longínquos e imagens de geleiras derretendo.

A realidade mudou quando Burnet foi obrigado a deixar sua terra natal. Hoje, ele vive em uma área construída para acolher moradores de uma ilha na Louisiana ameaçada pelo aumento do nível do mar e pela intensificação de furacões. Seu depoimento ilustra de forma contundente como a crise climática já desloca populações inteiras e transforma vidas, especialmente em comunidades mais vulneráveis.

O filme também revisita momentos-chave da política climática internacional. Laurence Tubiana, diretora da Fundação Europeia do Clima, relembra os desafios enfrentados durante as negociações do Acordo de Paris. Segundo ela, embora o movimento negacionista tenha sofrido um revés naquele momento, ele não foi derrotado. Pelo contrário, adaptou-se, encontrando novas formas de espalhar desinformação e medo, mesmo após acordos históricos.

Com uma abordagem clara e didática, sem abrir mão da complexidade do tema, o documentário propõe um convite à reflexão. Ao expor os mecanismos do negacionismo climático, a obra destaca a importância da educação científica, do pensamento crítico e da responsabilidade coletiva diante de uma crise que afeta todo o planeta.

Produzido pela Together Media em parceria com a Babel DOC, Contra o Negacionismo Climático integra a faixa temática Sextas de História & Sociedade do canal Curta!, com exibição marcada para o dia 23 de janeiro, às 21h. O título também está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, acessível pelo Prime Video Channels, Claro TV+ e pelo site oficial da plataforma.

almanaque recomenda