“Twinless – Um Gêmeo a Menos” chega às plataformas digitais e amplia seu alcance após destaque em Sundance

Disponível para aluguel e compra nas principais plataformas digitais, Twinless – Um Gêmeo a Menos chega ao público como um daqueles filmes que não se limitam a contar uma história, mas convidam o espectador a sentir, refletir e, muitas vezes, se reconhecer. Estrelado por Dylan O’Brien e James Sweeney, que também assina o roteiro e a direção, o longa se destaca como um drama profundamente humano sobre luto, identidade e a complexidade das relações que nascem em meio à dor.

A produção ganhou projeção internacional ao estrear na Competição Dramática dos Estados Unidos do Festival de Sundance de 2025, em 23 de janeiro. A recepção calorosa culminou na conquista do Prêmio do Público, um reconhecimento que costuma indicar quando um filme consegue estabelecer uma conexão emocional genuína com quem o assiste. Agora, fora do circuito de festivais, Twinless chega oficialmente às lojas digitais brasileiras, podendo ser assistido via Apple TV, Amazon Prime Video, Claro TV+, Google Play, Microsoft Films & TV (Xbox) e Vivo Play, com valores a partir de R$ 29,90.

Um encontro marcado pela ausência

A trama acompanha Dennis (James Sweeney) e Roman (Dylan O’Brien), dois homens que se conhecem em um grupo de apoio voltado a pessoas que perderam seus irmãos gêmeos. A escolha desse ponto de partida não é casual. Perder um irmão já é, por si só, uma experiência devastadora; perder um gêmeo, alguém com quem se compartilha uma ligação quase simbiótica, traz à tona questões ainda mais profundas sobre identidade e pertencimento.

Dennis e Roman chegam ao grupo carregando dores diferentes, mas igualmente intensas. Ambos tentam entender como seguir vivendo após a perda de alguém que, em muitos aspectos, funcionava como um reflexo de si mesmos. O filme não romantiza esse processo. Pelo contrário, mostra o luto como algo confuso, desconfortável e, muitas vezes, contraditório. Há dias de silêncio absoluto, outros de raiva, outros ainda de uma tentativa quase desesperada de preencher o vazio deixado pela ausência.

É nesse contexto que nasce uma amizade improvável, construída aos poucos, entre conversas hesitantes, momentos de identificação e situações em que a proximidade emocional ultrapassa o que seria considerado “adequado” por padrões externos. Twinless não se preocupa em oferecer respostas fáceis; prefere explorar as zonas cinzentas das relações humanas, onde afeto, dependência e projeção emocional se misturam.

James Sweeney e um olhar autoral sobre o luto

O fato de James Sweeney acumular as funções de roteirista, diretor e ator imprime ao filme um caráter extremamente pessoal. Seu texto evita diálogos expositivos e aposta em situações cotidianas, muitas vezes silenciosas, para comunicar o que os personagens sentem. Dennis não é um protagonista tradicional: ele erra, se contradiz, se fecha e, em alguns momentos, afasta aqueles que tentam se aproximar. Essa imperfeição é justamente o que torna o personagem tão real.

Na direção, Sweeney opta por uma abordagem contida, deixando que as emoções emerjam naturalmente, sem trilhas sonoras excessivamente manipuladoras ou grandes discursos explicativos. O resultado é um filme que confia no espectador e respeita seu tempo de assimilação, permitindo que cada um interprete as atitudes e escolhas dos personagens a partir de suas próprias vivências.

Dylan O’Brien em um papel que desafia expectativas

Para Dylan O’Brien, Twinless – Um Gêmeo a Menos representa um dos trabalhos mais ousados e maduros de sua carreira. Conhecido por papéis em produções de grande apelo popular, o ator se distancia aqui de qualquer imagem heroica ou idealizada. Roman é vulnerável, intenso e, por vezes, desconcertante. O’Brien constrói o personagem com uma entrega emocional que surpreende, explorando fragilidades que raramente têm espaço em narrativas mais convencionais.

A participação do ator no filme foi anunciada em fevereiro de 2024 e rapidamente gerou curiosidade, especialmente pelo teor intimista da história. Após a estreia no Sundance, Twinless acabou envolvido em uma polêmica quando clipes e GIFs de cenas íntimas — incluindo momentos de sexo gay protagonizados pelo personagem de O’Brien — vazaram nas redes sociais, como X e Tumblr. O material foi retirado do ar após denúncias de violação de direitos autorais, e o filme acabou sendo temporariamente removido da plataforma online do festival, o que provocou forte reação negativa entre participantes que assistiam remotamente.

Embora controverso, o episódio acabou evidenciando um dos méritos do longa: sua disposição em tratar a intimidade e a sexualidade de forma honesta, sem filtros moralistas ou concessões fáceis ao olhar conservador. Em Twinless, essas cenas não existem para chocar, mas para aprofundar a compreensão emocional dos personagens.

Um elenco que amplia o impacto emocional

Além da dupla central, o filme conta com um elenco de apoio que contribui de maneira significativa para a construção do universo emocional da narrativa. Em maio de 2024, Aisling Franciosi e Lauren Graham foram confirmadas no projeto, adicionando camadas importantes à história. Já em agosto, novos nomes se juntaram à produção, como Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino.

Os personagens secundários, especialmente os membros do grupo de apoio, funcionam como espelhos alternativos do luto. Cada um representa uma forma diferente de lidar com a perda, reforçando a ideia de que não existe um único caminho para seguir em frente — e que, muitas vezes, seguir em frente não significa “superar”, mas aprender a conviver com a ausência.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça, 20 de janeiro, na TV Globo

A Sessão da Tarde, tradicional faixa de filmes da TV Globo, apresenta nesta terça, 20 de janeiro de 2026, a aventura juvenil “Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais”. Lançado originalmente como produção exclusiva do Disney+, o longa combina fantasia e humor em uma narrativa voltada para o público jovem. O filme é dirigido por Anna Mastro (Jane the Virgin, Scandal).

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o filme aposta em uma releitura moderna dos contos de fadas clássicos, adicionando elementos de super-heróis e espionagem. A história acompanha Sam, uma princesa adolescente inconformada com seu lugar na hierarquia real, sempre vivendo à sombra da irmã mais velha, herdeira direta do trono. O que ela não imagina é que sua posição como “segunda filha” esconde um segredo ancestral capaz de mudar completamente sua visão sobre si mesma e sobre o mundo.

A grande virada da trama acontece quando Sam descobre que possui superpoderes e faz parte de uma sociedade secreta formada exclusivamente por segundos filhos da realeza. Essa organização existe há gerações e atua discretamente para manter a paz e o equilíbrio entre os reinos, longe dos olhos do público. Diferente dos primogênitos, destinados ao trono, esses jovens são treinados para agir nos bastidores, enfrentando ameaças que colocam em risco a ordem global.

No papel principal está Peyton Elizabeth Lee (Andi Mack), que entrega uma protagonista carismática, espirituosa e cheia de conflitos internos. Ao seu lado, o elenco reúne Niles Fitch (This Is Us), Noah Lomax (Fuller House) e Isabella Blake-Thomas (Once Upon a Time), formando o núcleo central da sociedade secreta. O filme ainda conta com participações de Skylar Astin (A Escolha Perfeita), Ashley Liao (The Kicks), Olivia Deeble (Home and Away) e Élodie Yung (Demolidor), que enriquecem a trama com personagens de diferentes personalidades e estilos.

À medida que Sam passa a integrar o grupo, ela é submetida a treinamentos intensos que exigem disciplina, trabalho em equipe e autoconhecimento. Inicialmente resistente às regras e à autoridade, a jovem precisa aprender a controlar seus poderes e entender que sua rebeldia pode ser tanto um obstáculo quanto uma força. O longa utiliza essa jornada de amadurecimento para discutir temas universais, como a pressão das expectativas familiares e a busca por um propósito próprio.

O roteiro é assinado por Alex Litvak (Predators) e Andrew Green (A Escolha Perfeita), a partir de uma história original desenvolvida pela dupla em parceria com Austin Winsberg (A Escolha Perfeita). A narrativa segue uma estrutura clássica de filmes de formação, com desafios progressivos, conflitos internos e uma ameaça final que coloca à prova tudo o que os personagens aprenderam ao longo do caminho.

Produzido em colaboração com o Disney Channel, o longa teve suas filmagens realizadas entre maio e junho de 2019, em Mississauga, Ontário, no Canadá, com locações na Universidade de Toronto Mississauga, que serviram de cenário para a academia secreta e os ambientes do reino fictício. A produção investe em efeitos visuais moderados e coreografias de ação acessíveis, priorizando o ritmo ágil e a clareza narrativa para o público mais jovem.

Lançado oficialmente em 25 de setembro de 2020, Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais chegou ao Brasil junto com a estreia do Disney+, em novembro do mesmo ano. Desde então, o filme se consolidou como um título popular entre adolescentes e pré-adolescentes, especialmente por sua abordagem inclusiva e pela representação de personagens femininas fortes e independentes.

Oitava temporada de The Rookie já tem data para estrear no Brasil pelo Universal+

A espera dos fãs brasileiros de The Rookie está chegando ao fim. A oitava temporada da série policial estrelada por Nathan Fillion estreia no Brasil no dia 11 de fevereiro, com exclusividade no Universal+. A confirmação foi feita pelo próprio serviço de streaming, que também informou que os episódios inéditos serão disponibilizados semanalmente, sempre às quartas-feiras, seguindo o padrão adotado para as temporadas mais recentes. As informações são do Omelete.

Criada por Alexi Hawley e produzida pela ABC Signature em parceria com a Entertainment One, The Rookie é inspirada em uma história real pouco comum no universo policial. A série tem como base a trajetória de Bill Norcross, que ingressou no Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) aos 40 anos, desafiando os padrões etários da corporação. Amigo de faculdade do produtor executivo Jon Steinberg, Norcross não apenas inspirou a narrativa como também atua como produtor executivo da série até hoje.

Na trama, acompanhamos John Nolan, um homem recém-divorciado, oriundo da pequena cidade de Foxburg, na Pensilvânia, que decide recomeçar a vida após auxiliar a polícia durante um assalto a banco. Movido pelo desejo de propósito e mudança, ele se muda para Los Angeles para ingressar no LAPD, tornando-se o recruta mais velho da academia. A partir daí, Nolan precisa lidar com o ceticismo dos colegas, a pressão dos superiores e os riscos constantes da profissão, provando que determinação e experiência de vida podem ser tão valiosas quanto juventude e força física.

Ao longo de suas temporadas, The Rookie se consolidou como um dos dramas policiais mais populares da televisão norte-americana ao equilibrar ação, drama humano e comentários sociais. A série aborda não apenas o combate ao crime, mas também temas como envelhecimento, ética policial, relações interpessoais, saúde mental e os dilemas morais enfrentados por quem atua na linha de frente da segurança pública.

O elenco principal reúne nomes como Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil, Mekia Cox, Shawn Ashmore, Eric Winter, Titus Makin Jr. e Afton Williamson, que, ao longo dos anos, ajudaram a construir um universo narrativo consistente e personagens com forte identificação junto ao público. As dinâmicas entre recrutas, oficiais experientes e comandantes são um dos pontos altos da produção.

Desde sua estreia, em 16 de outubro de 2018, The Rookie manteve uma trajetória de crescimento e estabilidade. A série foi renovada para a quinta temporada em março de 2022, que estreou em setembro do mesmo ano. A sexta temporada chegou em fevereiro de 2024, enquanto a sétima teve seu primeiro episódio exibido nos Estados Unidos em 7 de janeiro de 2025, ainda sem data confirmada para o Brasil. O anúncio da oitava temporada reforça a força da produção junto à audiência e à emissora.

Nos bastidores, a série também passou por transformações significativas. Após o acidente fatal que vitimou a diretora de fotografia Halyna Hutchins, durante as filmagens do filme Rust em 2021, The Rookie adotou uma política rigorosa de segurança. O uso de armas reais foi completamente banido dos sets, sendo substituído por réplicas de airsoft, com efeitos de disparo adicionados posteriormente por computação gráfica. Segundo o showrunner Alexi Hawley, a decisão reflete o compromisso da produção com a segurança absoluta da equipe e do elenco.

Re:ZERO divulga trailer eletrizante da 4ª temporada e reacende expectativa dos fãs

A aguardada 4ª temporada de Re:ZERO – Starting Life in Another World acaba de ganhar um novo trailer, reacendendo o entusiasmo dos fãs do anime e confirmando que a jornada intensa de Subaru Natsuki está longe de terminar. A prévia destaca cenas carregadas de emoção, novos conflitos e o retorno do clima psicológico e brutal que transformou a obra em um dos maiores sucessos do gênero isekai nos últimos anos.

Criada por Tappei Nagatsuki e ilustrada por Shinichirou Otsuka, Re:ZERO nasceu como uma light novel publicada originalmente no site Shōsetsuka ni Narō, em 2012. O sucesso da história levou à publicação impressa pela Media Factory a partir de 2014, acumulando dezenas de volumes e consolidando a franquia como um fenômeno no mercado editorial japonês. No Brasil, a obra é publicada oficialmente pela editora New POP, ampliando sua base de leitores no país.

A narrativa acompanha Subaru Natsuki, um jovem recluso que, sem explicação aparente, é transportado para um mundo fantástico ao sair de uma loja de conveniência. O que inicialmente parece uma aventura típica logo se transforma em um pesadelo psicológico quando Subaru descobre sua habilidade mais cruel: ao morrer, ele retorna no tempo, revivendo eventos traumáticos inúmeras vezes. O poder, longe de ser uma vantagem, cobra um preço emocional devastador.

Desde sua estreia em anime, em 2016, pela White Fox, Re:ZERO se destacou por subverter expectativas do gênero isekai, apostando em sofrimento real, falhas humanas e consequências permanentes. O primeiro ano do anime rapidamente conquistou crítica e público, sendo elogiado por seu mundo complexo, construção psicológica dos personagens e coragem narrativa. O sucesso levou à produção de OVAs lançados em 2018 e 2019, além de jogos e adaptações em mangá.

A segunda temporada, exibida entre 2020 e 2021, enfrentou atrasos por conta da pandemia, mas aprofundou ainda mais os dilemas morais de Subaru, expandiu o passado de personagens centrais e elevou o tom dramático da série. Agora, com a divulgação do trailer da 4ª temporada, fica claro que a nova fase pretende ir ainda mais fundo nos conflitos emocionais e nas ameaças que cercam o protagonista.

O vídeo promocional sugere novos arcos narrativos, inimigos mais perigosos e decisões que podem redefinir completamente o destino dos personagens. Elementos visuais mais sombrios, trilha sonora intensa e diálogos carregados de tensão indicam que a série seguirá fiel à sua essência, sem suavizar o sofrimento que marcou sua identidade desde o início.

A produção do anime continua sob responsabilidade do estúdio White Fox, que desde o começo trabalhou em estreita colaboração com Nagatsuki. O autor, conhecido por seu envolvimento direto com as adaptações, participa ativamente de reuniões de roteiro e gravações, garantindo fidelidade ao material original. Essa proximidade sempre foi apontada como um dos fatores decisivos para o sucesso da adaptação animada.

Ao longo dos anos, Re:ZERO acumulou prêmios importantes, incluindo reconhecimentos no Newtype Anime Awards e no Sugoi Japan Awards, além de indicações a Anime do Ano. Comercialmente, a franquia também impressiona: as light novels ultrapassaram a marca de milhões de cópias vendidas, enquanto o anime manteve desempenho sólido em mídia física e streaming.

Embora a data de estreia da 4ª temporada ainda não tenha sido oficialmente confirmada, o lançamento do trailer sinaliza que a produção está avançada e que novidades devem ser anunciadas em breve. Para os fãs, a expectativa é de mais uma temporada intensa, emocionalmente desgastante e fiel à proposta que transformou Re:ZERO em um marco do anime contemporâneo.

Park Min-young surge como femme fatale no trailer de O Beijo da Sereia, novo k-drama do Prime Video

O Prime Video divulgou o trailer oficial de “O Beijo da Sereia”, novo k-drama sul-coreano que promete mistério, sedução e suspense psicológico. A prévia apresenta Park Min-young em um papel radicalmente diferente de seus trabalhos mais conhecidos, assumindo a postura de uma femme fatale envolta em segredos, enquanto antecipa uma trama marcada por mortes misteriosas e jogos de manipulação. A estreia no Brasil já está confirmada para o dia 2 de março de 2026.

Produzida pela emissora sul-coreana tvN, a série chega ao catálogo do streaming com o título original “Siren’s Kiss”, reforçando o simbolismo mitológico que envolve sua narrativa. A divulgação do trailer rapidamente chamou atenção dos fãs de k-dramas, especialmente por mostrar Park Min-young em uma faceta mais sombria e enigmática, distante das protagonistas românticas que marcaram sua carreira.

Além de Park Min-young, conhecida por sucessos como O que Há de Errado com a Secretária Kim? e A Esposa do Meu Marido, o elenco principal conta com Wi Ha-joon, ator que ganhou projeção internacional após Round 6 e que também esteve em produções como Bad and Crazy e O Romance da Meia-noite em Hagwon. A dupla protagoniza uma relação marcada por tensão, atração e desconfiança, conforme indicado nas primeiras imagens divulgadas.

A história acompanha Cha Wooseok, personagem de Wi Ha-joon, um investigador de elite da Unidade de Investigação de Fraudes de Seguros (SIU). Reconhecido por sua habilidade incomum de perceber mentiras e padrões ocultos, Wooseok se envolve em um caso complexo que liga uma série de mortes aparentemente acidentais a esquemas sofisticados de fraude contra seguradoras. À medida que a investigação avança, o personagem se vê cada vez mais próximo de uma mulher tão fascinante quanto perigosa.

É nesse ponto que entra a personagem de Park Min-young, envolta em mistério desde o primeiro momento do trailer. Sua presença é associada a charme, inteligência e uma aura ameaçadora, levantando dúvidas sobre suas reais intenções. A narrativa sugere que ela pode ser tanto peça-chave para a resolução do caso quanto a responsável por conduzir o investigador a um caminho sem volta.

Visualmente, o trailer aposta em uma estética elegante e sombria, combinando cenários urbanos, iluminação contrastada e trilha sonora tensa, reforçando o tom de suspense psicológico da produção. O título “O Beijo da Sereia” também indica um jogo simbólico entre atração e destruição, remetendo à figura mitológica que seduz para, em seguida, conduzir suas vítimas ao perigo.

A nova produção marca mais um investimento do Prime Video em conteúdos asiáticos, especialmente no segmento de k-dramas, que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado internacional. A escolha de nomes consagrados do audiovisual sul-coreano reforça a expectativa de que a série dialogue tanto com o público fiel do gênero quanto com novos espectadores atraídos por tramas de crime e suspense.

Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais ganha reforço no Globoplay com estreia das temporadas 25 e 26

O catálogo do Globoplay será ampliado nas próximas semanas com a chegada de duas novas temporadas de Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais (Law & Order: Special Victims Unit), uma das séries policiais mais longevas e influentes da televisão. O serviço de streaming da Globo confirmou que a 25ª temporada estreia na próxima quinta-feira, 22 de janeiro, enquanto a 26ª temporada chega à plataforma em 16 de fevereiro, disponibilizando ao público brasileiro os capítulos mais recentes da produção criada por Dick Wolf.

Exibida originalmente pela NBC desde 20 de setembro de 1999, Law & Order: SVU surgiu como o primeiro spin-off da franquia Law & Order e rapidamente conquistou identidade própria. Ambientada em Nova York, a série acompanha o trabalho da Unidade de Vítimas Especiais, divisão fictícia do Departamento de Polícia da cidade responsável por investigar crimes sensíveis, como abuso sexual, violência doméstica e delitos contra crianças.

Ao longo de suas mais de duas décadas no ar, a produção se destacou por adotar uma abordagem realista e frequentemente inspirada em casos que ganharam repercussão na mídia. Esse formato contribuiu para o reconhecimento da série como um espaço de debate social, indo além da investigação criminal ao retratar as consequências emocionais e jurídicas enfrentadas pelas vítimas.

O sucesso de SVU também está diretamente ligado aos seus personagens centrais. Nos primeiros anos, a trama era conduzida principalmente pelos detetives Elliot Stabler e Olivia Benson, interpretados por Christopher Meloni e Mariska Hargitay, respectivamente. A parceria entre os dois se tornou um dos elementos mais marcantes da série. Com a saída de Meloni ao final da 12ª temporada, Hargitay assumiu definitivamente o protagonismo, consolidando Olivia Benson como uma das personagens mais emblemáticas da televisão norte-americana.

A série passou por diversas mudanças em seu elenco ao longo dos anos. Danny Pino, que viveu o detetive Nick Amaro, integrou o elenco a partir da 13ª temporada, permanecendo até sua saída por decisão criativa dos produtores. O personagem voltou a aparecer em participações especiais, incluindo o 500º episódio da série, exibido em 2021. Já a atriz Kelli Giddish, que permaneceu por 11 anos na produção, deixou o elenco regular recentemente, retornando apenas como convidada especial em episódios pontuais.

Mesmo com as transformações narrativas e de elenco, Law & Order: SVU manteve sua relevância e audiência, sendo renovada consecutivamente ao longo dos anos. Entre 2016 e 2020, a NBC garantiu múltiplas temporadas de uma só vez, assegurando a longevidade da produção. Em abril de 2023, a emissora confirmou oficialmente a renovação para a 25ª temporada, atualmente em exibição nos Estados Unidos.

No Brasil, a série já foi exibida por canais abertos como SBT, Rede Globo e Rede CNT, além de canais por assinatura, como Universal TV e TNT Séries. A chegada das temporadas 25 e 26 ao Globoplay representa uma nova etapa para os fãs brasileiros, que passam a ter acesso facilitado aos capítulos mais recentes diretamente pelo streaming.

Tela Quente desta segunda, 19 de janeiro, Globo exibe Caju, Meu Amigo, um drama sensível sobre perdas e reencontros

A Tela Quente apresenta nesta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, na TV Globo, o filme Caju, Meu Amigo, dentro da faixa Cine BBB. A produção leva ao horário nobre uma história delicada e profundamente humana, ambientada em Porto Alegre durante as enchentes que marcaram o Rio Grande do Sul e deixaram cicatrizes emocionais que vão muito além da destruição material.

No centro da narrativa está Rafaela, interpretada por Vitória Strada, uma jovem que, em meio ao cenário de caos e abandono, encontra um cachorro perdido no bairro Sarandi. Ao acolhê-lo, ela passa a chamá-lo de Pingo e constrói com o animal uma relação de afeto e companheirismo que surge quase como um refúgio emocional diante da tragédia. A presença do cão traz conforto, rotina e a sensação de que ainda é possível reconstruir algo em meio às perdas.

O que Rafaela não imagina é que aquele cachorro já pertenceu a alguém. Nice, personagem de Liane Venturella, é uma senhora que perdeu a casa durante as enchentes e foi forçada a deixar para trás o seu fiel companheiro no momento do resgate. Desde então, ela viveu em um abrigo que agora está prestes a fechar, carregando a dor silenciosa de uma ausência que nunca conseguiu superar. Para Nice, Caju não é apenas um animal, mas parte de sua história e de sua identidade.

O encontro entre essas duas mulheres acontece de forma inesperada e transforma completamente o rumo da história. Ao descobrir a existência de Nice, Rafaela se vê diante de um dilema emocional complexo: como lidar com a possibilidade de perder o cachorro que hoje ocupa um espaço central em sua vida, sabendo que ele também representa a maior saudade de outra pessoa? O filme constrói esse conflito com sensibilidade, sem apontar vilões ou respostas fáceis.

Quando Caju desaparece, a busca pelo animal se torna o elo que une Rafaela e Nice. Juntas, elas percorrem a cidade em uma jornada que revela não apenas a esperança de reencontro, mas também a força da empatia e da solidariedade. A relação entre as duas evolui a partir do reconhecimento da dor alheia, mostrando que o afeto pode ser compartilhado e que o cuidado também é uma forma de resistência.

Dirigido por Bruno Carboni Gödecke, Caju, Meu Amigo se destaca por abordar uma das consequências mais dolorosas das enchentes: a separação entre pessoas e seus animais de estimação. Ao usar um cãozinho caramelo como ponto de partida, o filme amplia o olhar para histórias invisibilizadas, dando voz a perdas que raramente ganham espaço, mas que carregam enorme impacto emocional.

Crítica – Marty Supreme transforma a obsessão pela grandeza em um épico inquieto e visceral

Marty Supreme, novo filme da A24 dirigido por Josh Safdie, surge como uma obra que não apenas observa a ambição, mas a encarna em cada escolha estética, narrativa e performática. Trata-se de um filme que vibra, transpira e colapsa diante dos nossos olhos, conduzido por uma atuação de Timothée Chalamet que já pode ser considerada uma das mais impactantes do cinema do século XXI. O que impressiona não é apenas a grandiosidade do desempenho, mas a naturalidade com que ele acontece, como se a intensidade fosse um estado permanente e inevitável.

Safdie constrói um filme que, à primeira vista, parece abraçar sem pudor a lógica da grandeza hollywoodiana. Marty Supreme se apresenta como um épico moderno, sedutor em sua escala emocional e estética, convidando o espectador a acreditar no mito do sucesso absoluto, da ascensão que tudo justifica. No entanto, esse convite é uma armadilha cuidadosamente arquitetada. À medida que a narrativa avança, o filme começa a se dobrar sobre si mesmo e a questionar o próprio impulso que o move. Por que desejar tanto? O que existe do outro lado da obsessão pela vitória, pelo reconhecimento, pela imortalidade simbólica?

Chalamet interpreta um personagem movido por uma compulsão quase patológica pela excelência, alguém que não sabe existir fora da ideia de ser extraordinário. Essa obsessão não é romantizada, mas tampouco condenada de forma simplista. Safdie prefere o caminho mais desconfortável: expor o fascínio e o horror que coexistem nesse tipo de ambição. O resultado é um retrato profundamente humano, ainda que extremo, de alguém que confunde identidade com desempenho e afeto com admiração.

É impossível ignorar o caráter metatextual do filme. Marty Supreme foi claramente escrito para Chalamet, moldado ao seu corpo, à sua imagem pública e ao momento específico de sua carreira. Ainda assim, reduzir a obra a um comentário sobre sua estrela seria empobrecedor. O filme transcende essa camada ao se afirmar como um retrato geracional, interessado em discutir como sonhos são fabricados, vendidos e internalizados, especialmente dentro de uma cultura que transforma sucesso em medida de valor pessoal.

Visualmente e sonoramente, o longa é um organismo em constante ebulição. A direção de Safdie imprime um ritmo febril, sustentado por uma edição cortante e por uma trilha sonora que pulsa como um coração acelerado. Cada cena parece carregada de urgência, como se o filme estivesse sempre à beira do excesso, do colapso ou da revelação. Essa sensação de movimento constante não é gratuita, mas espelha o estado psicológico do protagonista, alguém incapaz de desacelerar sem se confrontar com o vazio.

O que emerge dessa construção é um filme que se assemelha a um disparo, intenso e incontrolável, mas também profundamente melancólico. Marty Supreme funciona como uma odisseia judaico-americana emblemática, refletindo sobre herança, pertencimento e a promessa do sonho como força motriz e armadilha. O longa investiga de onde esses sonhos surgem, até onde podem levar alguém e, principalmente, em que momento começam a se romper, revelando o custo emocional, físico e moral de sustentá-los.

Crítica – Song Sung Blue: Um Sonho A Dois é um romance musical que surpreende pela sensibilidade

Confesso que, a princípio, não havia qualquer expectativa em relação a Song Sung Blue: Um Sonho A Dois. A ideia de mais um filme associado à trajetória de cantores famosos parecia pouco atraente, quase previsível. No entanto, o acaso acabou me levando a essa sessão — e a experiência se revelou uma grata surpresa. Longe de ser apenas um retrato biográfico convencional, o longa se constrói como um drama romântico profundamente emotivo, centrado na conexão entre duas pessoas comuns, mas absolutamente cativantes.

Hugh Jackman entrega uma atuação segura e inspirada. Seu carisma natural, aliado a uma voz potente e a um olhar capaz de transmitir alegria e vulnerabilidade, sustenta grande parte da força emocional do filme. Kate Hudson, por sua vez, acompanha esse brilho com uma performance calorosa: seu sorriso é contagiante e ilumina cada cena em que aparece. O elenco de apoio também merece destaque, especialmente as atrizes que interpretam as filhas do casal, com ênfase na intérprete de Rachel, que oferece um desempenho sensível e memorável.

A trilha sonora, embalada pelas canções de Neil Diamond, funciona como um elo afetivo entre narrativa e público. As sequências musicais são envolventes e evidenciam a química entre Jackman e Hudson, que demonstram genuíno prazer ao dividir o palco e a história. A música, aqui, não é apenas um recurso estético, mas parte essencial da construção emocional dos personagens.

É importante, contudo, preparar o espectador para a mudança de tom. Após cerca de cinquenta minutos iniciais mais leves e otimistas, o filme adota uma abordagem consideravelmente mais densa. Ainda há espaço para momentos de alegria e celebração, mas o peso dramático passa a dominar a narrativa. Algumas situações são particularmente dolorosas e difíceis de assistir sem se emocionar. Não se trata de um típico filme natalino, embora dialogue com temas universais como amor, perda e resiliência.

Apesar de recorrer a certos clichês narrativos e apresentar passagens excessivamente açucaradas, Song Sung Blue não se deixa comprometer por esses deslizes. O conjunto se mantém honesto e envolvente, sustentado principalmente pelas performances de seus protagonistas, ambos em excelente forma. Ao final, o filme se revela uma experiência tocante e sincera, que vale a pena ser conferida não pelo que parece ser à primeira vista, mas pelo que efetivamente entrega: uma história humana, sensível e surpreendentemente comovente.

O universo imortal de Anne Rice se expande! Talamasca: Ordem Secreta estreia no AMC em 26 de janeiro

Nicholas Denton as Guy Anatole - Talamasca _ Season 1, Episode 2 - Photo Credit: David Gennard/AMC

O universo criado por Anne Rice ganha um novo capítulo na televisão com a estreia de Talamasca: Ordem Secreta, marcada para 26 de janeiro, no AMC Brasil. Diferente das narrativas já conhecidas pelo público, centradas em vampiros e outras criaturas imortais, a nova série convida o espectador a olhar para quem sempre esteve nos bastidores: a organização responsável por observar, investigar e manter sob vigilância tudo aquilo que foge às leis do mundo humano.

A produção chega ao canal com uma primeira temporada composta por seis episódios, exibidos todas as segundas-feiras, às 22h. Para quem não conseguir acompanhar a estreia semanal, o AMC também programou reprises aos sábados, à meia-noite, permitindo que o público retorne aos detalhes da trama e às pistas espalhadas ao longo dos episódios.

No centro da história está Guy Anatole, um homem comum que se vê atraído para o universo secreto da Talamasca ao tentar compreender o passado de sua própria família. O que começa como uma busca pessoal por respostas logo se transforma em uma imersão perigosa em um mundo clandestino, onde segredos antigos, fenômenos paranormais e forças desconhecidas coexistem longe dos olhos da sociedade.

A Talamasca é apresentada como uma ordem internacional que atua silenciosamente ao redor do globo. Seus membros se dedicam a estudar acontecimentos sobrenaturais, catalogar criaturas imortais e acompanhar linhagens familiares marcadas por eventos inexplicáveis. Mais do que uma simples agência de observação, a organização carrega o peso de decisões que podem alterar o equilíbrio entre o mundo visível e aquilo que se esconde nas sombras.

Ao longo da temporada, Guy Anatole passa por um processo de iniciação que vai além do aprendizado técnico. Ele é confrontado por dilemas éticos, lealdades ambíguas e pela constante sensação de que o conhecimento pode ser tão perigoso quanto libertador. Cada missão revela não apenas novos mistérios, mas também o alto custo de se aproximar demais do desconhecido.

A série se conecta diretamente com o Universo Imortal de Anne Rice, expandindo elementos já apresentados em produções anteriores e aprofundando a mitologia que envolve vampiros, bruxas e outras entidades sobrenaturais. Ainda assim, “Talamasca: Ordem Secreta” se sustenta como uma narrativa própria, acessível tanto para fãs antigos quanto para novos espectadores que estão tendo o primeiro contato com esse mundo.

Visualmente, a produção aposta em uma atmosfera densa e elegante, marcada por cenários fechados, arquivos antigos, símbolos enigmáticos e ambientes que reforçam a ideia de vigilância constante. A direção prioriza o suspense e a construção gradual da tensão, permitindo que o mistério se desenvolva de forma orgânica, sem abrir mão do drama humano que move os personagens.

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