A história de amizade entre um jovem viking e um dragão indomável voltou às telas — desta vez em carne, osso e efeitos visuais arrebatadores. O remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão não apenas tocou os corações dos antigos fãs, como também conquistou uma nova geração. E os números não deixam dúvidas: a magia está de volta, mais forte do que nunca.
Desde sua estreia, o longa já acumula US$ 479 milhões em bilheteria mundial, mostrando que o apelo emocional da trama, aliado à tecnologia de ponta e à nostalgia cuidadosamente dosada, ainda é uma fórmula poderosa.
Estreia com fôlego de blockbuster
Nos Estados Unidos, o longa foi além das previsões mais otimistas do mercado. Lançado em meio a uma temporada competitiva, o filme superou expectativas e estreou com US$ 83 milhões, quando a previsão mais confiante girava entre US$ 70 e US$ 80 milhões. Ao fim do fim de semana prolongado de 4 de julho, já havia somado US$ 224 milhões no mercado doméstico, mantendo-se firme no top 3 das bilheteiras e mostrando que há espaço para narrativas sensíveis em meio a tantos heróis e monstros.
No mundo, o coração dos dragões bate forte
O sucesso também ecoou além das fronteiras americanas. O remake arrecadou US$ 114 milhões em sua abertura internacional, com destaques para o México (US$ 14 milhões), Reino Unido e Irlanda (US$ 11,2 milhões) e China (US$ 11,2 milhões). Esses mercados demonstraram uma forte conexão com a história universal sobre empatia, coragem e superação — temas que, somados a visuais impressionantes, continuam encantando plateias diversas.
Entre a nostalgia e a inovação: o que torna o remake tão poderoso?
Diferente de muitas releituras que apenas recriam planos da animação original, o novo Como Treinar o Seu Dragão aposta em uma reinterpretação sensível. Mantendo o núcleo emocional da relação entre Soluço e Banguela, o filme oferece uma experiência visual mais madura, com um mundo vívido, batalhas intensas e uma nova textura dramática. Ainda assim, sem abandonar o espírito encantador da franquia, que sempre falou sobre ver o mundo com os olhos da empatia — até mesmo quando esse mundo tem escamas e solta fogo.
Neste sábado, 19 de abril de 2025, a Record TV convida o público a embarcar em uma jornada tocante e profundamente humana. Na faixa da Super Tela, o destaque da vez é o filme “Até o Limite” (MBF: Man’s Best Friend), uma produção que surpreende pela sensibilidade e que deixa marcas — daquelas boas — em quem assiste.
Com direção de Anthony Hornus e lançado em 2020, o drama reúne atuações honestas de nomes como DJ Perry, Garry Nation e Melissa Anschutz, e foge da glamorização comum em filmes sobre guerra. Aqui, o foco não está no campo de batalha, mas nas cicatrizes que ficam quando o silêncio substitui os tiros, e a luta se torna interna — diária e invisível.
Um ex-fuzileiro, muitos fantasmas e uma missão silenciosa
O protagonista é Paul Landing (DJ Perry), um ex-fuzileiro que serviu no Afeganistão e voltou para casa trazendo muito mais do que ferimentos físicos. Uma década depois, ainda tentando encontrar seu lugar no mundo, ele administra um abrigo de cães — uma espécie de santuário onde encontra conexão, propósito e, principalmente, consolo.
Mas sua paz está ameaçada. O abrigo corre o risco de ser fechado por força de uma decisão burocrática, enquanto Paul precisa encarar os olhares tortos da sociedade, a dificuldade de reinserção e os traumas que insiste em camuflar. É nesse cenário que ele aprende, através dos cães — seus verdadeiros aliados —, a construir pontes com o mundo exterior, mesmo quando tudo parece ruir.
Muito mais que um drama de guerra: um retrato da dor silenciosa
“Até o Limite” é o tipo de filme que não grita — ele fala baixo, mas direto ao coração. A narrativa propõe um olhar empático sobre o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e as barreiras enfrentadas por quem retorna de um cenário de guerra para um cotidiano que já não reconhece.
O longa também nos convida a refletir sobre o abandono — tanto físico quanto emocional — de veteranos, e como a presença dos animais, muitas vezes, representa o elo mais puro e constante na reconstrução da identidade e da esperança.
Com fotografia sóbria e um roteiro que aposta no realismo emocional, a produção toca em feridas sociais sem perder a ternura. Em um mundo que pouco escuta, “Até o Limite” é uma história sobre ser ouvido — e acolhido.
Uma boa pedida para quem gosta de filmes com verdade
Se você é do tipo que curte tramas que priorizam personagens reais, repletos de falhas, força e humanidade, essa é a escolha perfeita para o seu sábado à noite. Esqueça os blockbusters com explosões e roteiros apressados: aqui, o destaque está nos pequenos gestos, nos silêncios significativos e na delicadeza dos vínculos entre homem e animal.
Se você é fã do Batman, sabe que o universo do herói é tão rico e cheio de possibilidades que, vez ou outra, aparece uma notícia ou rumor capaz de mexer com a cabeça da galera. Nesta última sexta, 8, um desses rumores tomou conta das redes e sites especializados: segundo um jornalista respeitado, o personagem Robin, o famoso parceiro do Batman, estaria confirmado em The Batman: Parte 2, o tão aguardado segundo filme da franquia que tem Robert Pattinson como protagonista.
Mas, como em quase todo universo de heróis, nem tudo é o que parece — e quem veio dar um basta nessa especulação foi ninguém menos que James Gunn, o diretor de sucesso por trás de “Guardiões da Galáxia” e “Esquadrão Suicida”. Em sua conta no Threads, ele foi enfático: “Não acreditem nas bobagens que estão rolando por aí”.
O que isso quer dizer para os fãs? Por que essa negativa de Gunn é importante? E o que podemos esperar do próximo capítulo da saga do Batman? Vamos conversar sobre tudo isso.
O rumor que virou notícia e a resposta direta de James Gunn
A notícia veio do jornalista Jeff Sneider, conhecido por apurar detalhes quentes do mundo do cinema. Ele afirmou que David Zaslav, presidente da Warner Bros., teria mandado um e-mail para os acionistas onde mencionava, entre outras novidades, a presença do Robin em The Batman: Parte 2. A informação caiu como uma bomba na internet e despertou um misto de entusiasmo e expectativa.
É fácil entender: Robin é um dos personagens mais queridos da mitologia do Batman. Sua presença promete mais ação, mais dinâmica na tela e, claro, uma nova camada para o herói.
Porém, o que parecia certo rapidamente encontrou um muro. James Gunn, que é uma das vozes mais respeitadas da indústria, foi categórico e pediu para que os fãs não se deixem levar por informações não oficiais. “Não acreditem nas bobagens que estão rolando por aí”, escreveu, colocando um ponto final — ou quase isso — nas especulações.
Esse tipo de posicionamento não é apenas importante para cortar um rumor falso. Ele ajuda a preservar o clima de mistério que cerca uma produção tão grande, além de manter a credibilidade da narrativa que a equipe criativa quer construir.
Foto: Reprodução/ Internet
Por que a ausência do Robin não é um bicho de sete cabeças?
É compreensível que muitos fãs fiquem desapontados ao saber que Robin não estará no próximo filme. Afinal, o personagem é um dos símbolos mais fortes da franquia, sendo o parceiro fiel do Batman e trazendo um contraponto emocional e narrativo para o herói.
Mas aqui entra um ponto crucial: o The Batman de Matt Reeves não é uma história qualquer. É uma reinterpretação profunda, sombria e realista do personagem. No filme de 2022, vimos um Bruce Wayne jovem, ainda aprendendo a ser o vigilante de Gotham, com uma pegada que privilegia o suspense e o aspecto detetivesco do personagem.
Robin, por sua vez, costuma ser associado a uma energia juvenil, esperança e, em alguns casos, a um tom mais leve — tudo que o atual universo não parece querer explorar imediatamente. Incluir Robin cedo demais poderia quebrar a atmosfera tensa e carregada que Reeves está construindo.
O que o primeiro filme nos apresentou?
Para entender melhor o contexto, vale a pena relembrar o primeiro filme, que já quebrou vários paradigmas do gênero. Robert Pattinson assumiu o manto de Batman em uma performance que explora a vulnerabilidade e as contradições do personagem.
O enredo mostra Bruce Wayne em seu segundo ano combatendo o crime, focado em um mistério envolvendo o Charada, um serial killer que ataca a elite corrupta de Gotham. Ao lado do tenente James Gordon, e com a participação de figuras marcantes como Selina Kyle (Mulher-Gato) e Pinguim, o filme apresenta uma Gotham sombria, onde a linha entre o certo e o errado está borrada.
O que o futuro reserva para o universo do Batman?
Com a confirmação do retorno de Matt Reeves e Robert Pattinson para o longa-metragem, as expectativas são altíssimas. O desafio é manter a qualidade e profundidade do primeiro filme, ao mesmo tempo em que se introduzem novos elementos para expandir esse universo.
Apesar de Robin não aparecer neste momento, isso não significa que ele não possa surgir em outras fases. Além do filme, a Warner Bros. está desenvolvendo duas séries spin-off para o Max, que prometem explorar diferentes personagens e histórias dentro desse mesmo universo sombrio.
Por que rumores como esse ganham tanta força?
No mundo do entretenimento, os rumores são inevitáveis — e muitas vezes, essenciais para manter o burburinho em torno de um projeto. Porém, o problema é quando esses boatos ganham vida própria e começam a criar expectativas irreais.
Fãs, jornalistas, insiders e até o público geral acabam se empolgando e reproduzindo notícias sem confirmação, o que pode gerar frustrações caso as informações não se concretizem.
É por isso que declarações oficiais e posicionamentos diretos de figuras como James Gunn são tão importantes. Eles trazem um contraponto necessário e ajudam a alinhar as expectativas.
Como a Warner Bros. tem conduzido o universo DC?
Nos últimos anos, o universo cinematográfico da DC passou por altos e baixos. Diferente da Marvel, que seguiu uma linha bastante linear e planejada, a DC experimentou mudanças de diretores, roteiros e até de atores, o que gerou insegurança entre os fãs.
Contudo, com The Batman, Reeves conseguiu dar um sopro de esperança. Sua visão autoral e madura agradou não só os fãs de quadrinhos, mas também o público geral e a crítica.
O que os fãs podem esperar?
Para os fãs do Batman, a mensagem é clara: paciência e confiança. O segundo longa-metragem promete ser uma sequência à altura do primeiro filme, com uma narrativa rica, personagens bem desenvolvidos e, claro, aquele clima de suspense que conquistou a todos.
Enquanto isso, vale a pena revisitar o filme de 2022, explorar as histórias em quadrinhos e ficar ligado nas novidades oficiais. Quando o Robin (ou qualquer outro personagem) aparecer, será num momento pensado para causar impacto, e não por pressa.
Zootopia 2 chegou aos cinemas com a força de quem carrega uma das animações mais queridas da última década. O lançamento, que já era aguardado pelo público desde o anúncio oficial, superou expectativas e se tornou um dos fenômenos de bilheteria mais impressionantes do ano. Os primeiros números indicam que a sequência deve ultrapassar rapidamente a marca de 500 milhões de dólares e pode repetir o feito do filme original, alcançando o cobiçado bilhão mundial.
De acordo com o The Hollywood Reporter, o desempenho inicial é expressivo em praticamente todos os territórios. Somente nos dois primeiros dias de exibição, a animação arrecadou quase 54 milhões de dólares na China, que se consolida como o grande motor internacional da franquia. Nos Estados Unidos e no Canadá, o filme somou 39 milhões de dólares entre terça e quarta-feira, um resultado acima do esperado para o período.
Essa combinação de força nos EUA e explosão no mercado asiático coloca Zootopia 2 lado a lado com estreias recentes de enorme impacto, como Moana e Frozen 2. Na China, o sucesso chama ainda mais atenção, já que o novo longa da Disney caminha para registrar a maior abertura de um filme americano na região desde 2020. Para analistas, esse é um sinal claro de que a marca continua muito forte e que a sequência encontrou o tom certo para reconquistar o público.
Enquanto impressiona nas bilheterias, o longa também tem chamado atenção por sua história mais ampla e emocional. Ambientado uma semana após os eventos do primeiro filme, o novo filme acompanha Judy Hopps e Nick Wilde tentando se adaptar ao trabalho conjunto na Polícia de Zootopia. Embora agora sejam parceiros oficiais, suas personalidades colidem com frequência, o que coloca a dupla em risco diante das responsabilidades cada vez maiores dentro da corporação.
Essa tensão fica evidente logo no início, quando uma operação contra contrabandistas de tamanduás sai de controle. O fracasso irrita o Chefe Bogo, que ameaça separar os dois agentes caso eles não passem por uma sessão de terapia com a quokka Dra. Fuzzby. A situação parece simples, mas se torna o estopim para investigar um novo mistério que se aproxima silenciosamente da cidade.
Durante a ação desastrosa, Judy encontra um pedaço de pele de cobra e pistas que a fazem suspeitar da presença de um réptil em meio àquela rede de contrabando. Somado a isso, o Baile Zootenário, evento luxuoso que celebra os cem anos de Zootopia, se aproxima. Para Judy, esse pode ser o ponto de encontro que revelará quem realmente está por trás da movimentação suspeita.
Determinada, ela convence Nick a acompanhá-la ao baile organizado pelos Lincesley, uma das famílias mais tradicionais da cidade. Lá, Judy acaba se aproximando de Patalberto, o filho mais novo do clã, enquanto Nick identifica uma figura encapuzada escondida sobre o salão. O clima de festa rapidamente se transforma em caos quando a figura salta de um lustre e finalmente se revela: trata-se de uma víbora que sequestra Milton, patriarca dos Lincesley, e foge levando um diário antigo que registra a criação das muralhas climáticas de Zootopia.
A cena desencadeia uma reação em cadeia. Desesperado para proteger a reputação de sua família, Milton acusa Judy e Nick de serem cúmplices da víbora, levando o caso ao prefeito Cavalgante. A tensão aumenta quando a cobra acidentalmente envenena Bogo. Com isso, a polícia passa a perseguir Judy e Nick, que fogem com o diário recuperado enquanto a víbora escapa junto de um aliado desconhecido.
A fuga os leva até o submundo de Zootopia, onde o chefão do crime Sr. Big os coloca em contato com Nibbles Castanheira, uma castora que acredita em várias teorias da conspiração envolvendo a cidade. É ela quem os conduz à Feira do Brejo, uma zona marginalizada onde vive uma comunidade de répteis isolada do resto da cidade. Ali, o basilisco Jesús revela que o diário pode ser a chave para entender a expulsão histórica dos répteis de Zootopia e o soterramento do território original onde viviam, hoje escondido sob a região de Tundralândia.
Quando a polícia invade o local e causa uma confusão generalizada, Judy e Nick encontram novamente a víbora, que engole o diário para impedir que ele caia em mãos erradas e foge por um túnel submerso. Na perseguição, Judy quase se afoga e é salva por Nick, um momento que expõe as fragilidades emocionais dos dois. A relação se rompe depois de uma discussão intensa na qual Judy questiona se eles realmente combinam como dupla. A briga fica marcada pela queda da caneta de cenoura que simbolizava o vínculo entre eles.
Pouco depois, a víbora finalmente se revela. Seu nome é Gary A’Cobra e seu aliado é justamente Patalberto, o jovem lince que Judy conheceu na festa. A revelação abre espaço para novas camadas da trama. Judy descobre que a verdadeira inventora das muralhas climáticas foi Agnes, bisavó de Gary, que acabou criminalizada e apagada da história quando Ebenezer Lincesley roubou sua patente. No passado, ele ainda incriminou Agnes pela morte de sua empregada tartaruga para justificar sua expulsão.
Com essa descoberta, Judy, Gary e Nick seguem para a muralha climática em busca da patente original, que estaria escondida nas ruínas soterradas da antiga Ravina dos Répteis. A escalada emocional da história atinge o ponto mais tenso quando Patalberto, decidido a proteger o nome de sua família, trai o grupo, envenena Judy e rouba o antídoto que poderia salvá-la.
O confronto final acontece à beira de um penhasco. Nick, desesperado, enfrenta Patalberto e consegue recuperar o frasco com o antiveneno. Em um gesto de confiança, ele o arremessa para Gary, que cura Judy momentos antes de perder a consciência. Na luta, Patalberto cai, mas é salvo por Judy, que se recusa a deixá-lo morrer, mesmo após sua traição.
Com a patente finalmente recuperada e os crimes revelados, a polícia prende os Lincesley, e a história de Agnes é restituída. O reconhecimento reacende o vínculo entre Zootopia e a comunidade de répteis, agora reintegrada à cidade. Judy e Nick são inocentados, Bogo se recupera e a dupla volta ao trabalho com um novo entendimento sobre confiança e parceria.
No fim, Nick aparece com a caneta de cenoura consertada. Judy grava com ela uma declaração inesperada do parceiro, em que ele admite seu amor por ela. A gravação é exibida na cena pós-créditos, criando uma espécie de epílogo emocional que sugere que uma nova fase está prestes a começar.
Depois de muita especulação, silêncio nas redes e rumores entre fãs atentos, a confirmação finalmente chegou: Um Lugar Silencioso 3 estreia nos cinemas no dia 9 de julho de 2027, com um retorno que movimenta a base da franquia — John Krasinski reassume a direção do capítulo final da saga da família Abbott.
A notícia foi oficializada pela Paramount Pictures durante um evento fechado para imprensa e investidores, mas logo se espalhou entre cinéfilos e entusiastas do horror sensorial. Ao lado da data, o anúncio revelou que o novo longa será uma continuação direta dos eventos de Parte II, deixando claro que os caminhos abertos pelo spin-off “Dia Um” não se cruzarão — ao menos, não agora — com a trilha silenciosa da família que conquistou o mundo enfrentando criaturas mortais num mundo onde o menor som é sentença de morte.
A promessa de um desfecho: Krasinski fecha o ciclo que começou em 2018
O retorno de John Krasinski não é apenas um gesto simbólico — é a âncora emocional de uma franquia que sempre se apoiou mais no subtexto do que nos diálogos. Depois de estrear como diretor no filme original de 2018 e emocionar o público com a história de sobrevivência dos Abbotts, Krasinski ficou marcado como o arquiteto do universo onde o som é o verdadeiro vilão.
Mesmo após a morte do personagem Lee, pai e protetor silencioso da família, Krasinski manteve-se presente por trás das câmeras em Parte II (2020), conduzindo o crescimento da matriarca Evelyn (Emily Blunt) e, especialmente, da filha Regan (Millicent Simmonds), que assumiu papel central na narrativa.
O que esperar da história: sobrevivência, estratégia e (in)esperança
Até agora, o enredo do terceiro filme permanece guardado a sete chaves — ou sete silêncios. A Paramount não divulgou detalhes sobre a sinopse ou elenco confirmado, mas os eventos deixados em aberto em Parte II oferecem pistas de onde a narrativa pode seguir.
No último filme, Regan descobre que seu implante coclear, quando amplificado, causa um efeito destrutivo sobre as criaturas. Com a ajuda de Emmett (Cillian Murphy), ela consegue transmitir o sinal via rádio, criando uma possibilidade real de contra-ataque humano. Já Marcus (Noah Jupe), ainda em recuperação emocional e física, assume uma posição mais ativa no cuidado com o irmão caçula.
Assim, o próximo capítulo tem potencial para explorar a formação de uma resistência organizada, talvez até em escala nacional, mostrando como diferentes comunidades reagem ao “raio de esperança” criado pela descoberta sonora de Regan. A personagem de Cillian Murphy, querido pelos fãs e essencial para a virada narrativa de Parte II, ainda não foi oficialmente confirmado, mas especula-se que ele volte — e que seu destino seja um dos pontos de tensão dramática do novo longa.
Outro nome em dúvida é Djimon Hounsou, que apareceu em Day One como um líder tentando proteger uma ilha de sobreviventes. Apesar de estar em uma narrativa paralela, sua aparição em Parte II pode ser a deixa para uma conexão discreta — ou para uma participação expandida agora.
Foto: Reprodução/ Internet
Quando o silêncio fala mais alto que o grito
Poucas franquias conseguiram conquistar o público apostando no que a maioria do cinema de horror evita: o não dito, o som ausente, a pausa tensa. Em tempos de sustos estridentes e trilhas dramáticas em excesso, a franquia criou sua identidade apostando no silêncio como linguagem narrativa, e não apenas como artifício.
Em 2018, o primeiro longa surpreendeu pela premissa original e pelo impacto emocional. Arrecadou mais de US$ 340 milhões em bilheteria global, com um orçamento de apenas US$ 17 milhões. Mas o que mais impressionou foi a reação do público: nas sessões, pipocas paravam de ser mastigadas, tosses eram contidas e até respirações eram disfarçadas — como se o cinema inteiro participasse do jogo da sobrevivência.
O segundo filme, lançado em meio à pandemia, manteve o fôlego da saga, mesmo com desafios logísticos e a ausência de Lee (Krasinski) como personagem. O foco em Regan e Evelyn ampliou a dimensão emocional da narrativa, enquanto a introdução de Emmett trouxe nova energia ao universo em expansão.
Um futuro além do fim?
Embora a Paramount ainda não tenha revelado se a nova produção será o último capítulo da saga dos Abbotts, tudo indica que este será o fim de um ciclo. Isso, no entanto, não exclui a possibilidade de novos spin-offs, histórias paralelas ou até uma série derivada.
O universo criado por Krasinski é amplo, rico em possibilidades — seja explorando o passado das criaturas, seja mostrando comunidades isoladas e suas estratégias únicas de sobrevivência. Mas, ao que tudo indica, o próximo filme deve fechar a trilogia principal com o mesmo cuidado emocional que marcou os anteriores.
Nesta quinta-feira (18), o universo dos animes ganhou um motivo extra para comemorar. O perfil oficial de Dan Da Dan, a série japonesa que conquistou fãs ao redor do mundo, anunciou oficialmente a chegada de uma terceira temporada. Para marcar a notícia, uma imagem divulgada pelo perfil mostra os protagonistas Okarun, Momo e a icônica Vovó Turbo juntos, celebrando o retorno da produção para mais uma leva de aventuras.
O anúncio não pegou totalmente de surpresa os fãs mais atentos. A segunda temporada de Dan Da Dan terminou recentemente, consolidando o sucesso da obra e deixando a audiência ansiosa por mais. Desde o início, a série se destacou por sua capacidade de mesclar ação, elementos sobrenaturais e humor de maneira única, conquistando tanto o público jovem quanto adultos. A renovação para uma terceira temporada parecia inevitável, mas, até o momento, não há uma data oficial de estreia, mantendo a expectativa lá em cima.
Atualmente, as duas primeiras temporadas estão disponíveis em plataformas de streaming como Crunchyroll e Netflix, com opções de dublagem em diferentes idiomas, permitindo que cada espectador escolha a experiência que prefere — seja a versão original em japonês ou uma adaptação localizada. A série é baseada no mangá homônimo, criado por Yukinobu Tatsu, publicado desde abril de 2021 na plataforma Shōnen Jump+ da editora Shueisha. Até julho de 2025, o mangá já compilava 20 volumes em formato tankōbon, refletindo o crescimento constante da popularidade da obra.
Uma mistura de sobrenatural e absurdo com leveza
O grande charme de Dan Da Dan está na forma como a história combina elementos sobrenaturais com uma narrativa adolescente cheia de humor e reviravoltas. A trama acompanha Momo Ayase, uma estudante do ensino médio que acredita em fantasmas e vem de uma família de médiuns, e Ken Takakura, ou Okarun — abreviação de Occult-kun — que acredita em alienígenas. Essa oposição entre o sobrenatural e o extraterrestre se torna o motor da narrativa, criando situações inusitadas e, muitas vezes, hilárias.
Ao longo da série, os protagonistas entram em uma espécie de competição para provar quem está certo: Momo visita locais ligados a alienígenas, enquanto Okarun explora lugares supostamente assombrados. Durante uma dessas apostas, Momo é abduzida por extraterrestres, mas consegue escapar ao ativar seus chakras, adquirindo habilidades psíquicas. Já Okarun é possuído por um espírito, gerando situações caóticas e cômicas que se tornam marca registrada da série. O trabalho em equipe entre os dois, aproveitando os poderes recém-descobertos, é essencial para enfrentar tanto alienígenas quanto espíritos do folclore japonês.
O equilíbrio entre o sobrenatural e o humor é um dos pontos mais fortes da obra. Momentos absurdos, como a recuperação do corpo de Okarun de órgãos removidos pelo espírito que o possui, se alternam com o desenvolvimento de sentimentos românticos entre os protagonistas. Essa mistura de ação, leve drama e romance torna Dan Da Dan uma experiência diferente de outros animes do gênero, conquistando os espectadores por sua abordagem única.
O mangá: origem de uma história fascinante
Antes de ganhar vida em animação, Dan Da Dan começou como mangá. Yukinobu Tatsu, seu criador, trabalhou como assistente em títulos consagrados como Chainsaw Man de Tatsuki Fujimoto e Hell’s Paradise: Jigokuraku de Yuji Kaku. Essa experiência em grandes produções ajudou Tatsu a desenvolver a narrativa de seu próprio trabalho.
Durante o período como assistente, o autor enfrentou dificuldades financeiras e abriu mão de pequenas indulgências para se dedicar totalmente ao mangá. Em entrevistas, ele contou que essas experiências influenciaram sua visão de mundo e sua abordagem com os personagens: cada vitória, por menor que seja, merece ser celebrada, até mesmo nas ações mais simples, como compartilhar uma refeição.
Tatsu também se inspirou em obras icônicas de terror e fantasia, como os mangás de Junji Ito e a série Ultraman, além de ler e analisar mais de cem mangás shōjo para desenvolver a dinâmica entre Momo e Okarun. Essa atenção aos detalhes é visível na narrativa, em momentos cotidianos como a troca de roupas ou a entrega de uma revista, que carregam significado emocional e fortalecem a conexão entre os protagonistas.
Outro ponto que o autor valoriza são as cenas de refeição na obra, que funcionam como alívio emocional e símbolo de esperança. Inspirado por clássicos como Tonari no Totoro e Kurenai no Buta de Hayao Miyazaki, Tatsu consegue equilibrar ação intensa com momentos de ternura e humanidade, tornando a história mais próxima do público.
A Warner Bros. acabou de lançar um trailer fresquinho de Mickey 17, o mais novo trabalho do aclamado diretor Bong Joon Ho, aquele mesmo que arrasou no Oscar com Parasita. O filme, que estreia nos cinemas brasileiros em 6 de março, traz Robert Pattinson no papel principal e uma história cheia de reviravoltas, dilemas existenciais e, claro, visuais de outro planeta. Abaixo, confira o vídeo divulgado:
Vamos falar de Mickey Barnes. Ele é um cara comum que tomou uma decisão completamente fora da curva: para fugir de agiotas, aceitou embarcar numa missão interplanetária cheia de riscos. Até aí, parece só mais uma história de ficção científica, certo? Errado.
Mickey vira o que chamam de “funcionário descartável”. Isso significa que ele é enviado para missões superperigosas, mas, se morrer (o que acontece várias vezes), sua memória é transferida para um novo corpo idêntico. Tudo parece controlado — até que Mickey 17, a versão atual dele, sobrevive a uma missão mortal e descobre que seu “substituto”, Mickey 18, já está pronto para entrar em ação. E aí? Como lidar com essa situação bizarra, onde duas versões de si mesmo precisam coexistir?
Bong Joon Ho não brinca em serviço. Quem já viu os filmes dele sabe que ele sempre vai além da superfície. Em Mickey 17, ele coloca o dedo na ferida de temas como colonização, ética na ciência, o valor da memória e o que realmente
O que acontece quando um dos maiores astros do cinema mundial decide encarar o mundo do streaming? A resposta pode ser resumida em dois nomes: Sylvester Stallone e Tulsa King. A série criada por Taylor Sheridan retorna no dia 21 de setembro de 2025, exclusivamente no Paramount+, com sua aguardada terceira temporada — e a expectativa não poderia estar mais alta.
Estrelada por Stallone no papel do mafioso Dwight Manfredi, a produção se tornou um dos maiores sucessos da plataforma nos últimos anos, conquistando números expressivos de audiência e reconhecimento crítico. Agora, o universo da máfia americana se expande com novos inimigos, alianças e reviravoltas — e promete surpreender os fãs com desfechos ainda mais sombrios e emocionantes.
Recordes, números e fenômeno global
Desde sua estreia em 2022, a série se destacou como um projeto ousado: colocar um ícone de Hollywood em um papel dramático fixo em uma série de streaming. O risco valeu a pena. A produção foi a série número 1 do Paramount+ em 2024, superando inclusive os lançamentos de Yellowstone e Special Ops: Lioness.
A estreia da segunda temporada, em setembro de 2024, foi um marco. O primeiro episódio atingiu 21,1 milhões de visualizações globais, tornando-se a maior estreia da história da plataforma. Além disso, a série contabilizou 159 milhões de visualizações de trailers, teasers e extras, um aumento de quase 900% em relação à temporada anterior. Nas redes sociais, o engajamento disparou, com 6,1 milhões de interações, consolidando a marca de Tulsa King como uma das mais influentes da TV sob demanda.
Nova temporada, novos perigos: quem são os Dunmires?
A terceira temporada apresenta novos antagonistas, os Dunmires, uma poderosa família da aristocracia local de Tulsa, que governa à sombra da lei e desafia diretamente o império construído por Dwight. Diferente da velha guarda da máfia nova-iorquina, os Dunmires jogam com outras regras: silenciosas, brutais, impiedosas. O confronto entre essas duas formas de poder promete ser o centro da nova narrativa.
O dilema do personagem de Stallone — entre proteger sua nova família e manter o império que ergueu — chega ao seu limite. As consequências dessa batalha prometem mudar para sempre os rumos da série.
Elenco de peso e conexões cada vez mais densas
O elenco da nova temporada continua sendo um dos grandes trunfos de Tulsa King, reunindo veteranos do cinema e da televisão com novos talentos em ascensão. Sylvester Stallone (Rocky, Rambo, Os Mercenários) lidera o grupo com sua presença marcante no papel de Dwight Manfredi. Ao seu lado, estão Martin Starr (Silicon Valley, Freaks and Geeks), que traz um humor ácido e imprevisível ao universo da série, e Jay Will (The Marvelous Mrs. Maisel, Evil), como o jovem e leal Tyson. A sempre intensa Annabella Sciorra (Família Soprano, O Despertar de um Homem) retorna com uma performance carregada de emoção. Neal McDonough (Band of Brothers, Yellowstone, Arrow) se junta ao elenco como um dos novos antagonistas, prometendo elevar a tensão a outro nível.
Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2, Peacemaker, True Blood) continua em cena como Chickie, enquanto Beau Knapp (Seven Seconds, The Nice Guys) e Bella Heathcote (The Man in the High Castle, Pieces of Her) ampliam a rede de intrigas que cerca Dwight. Também integram o elenco nomes como Chris Caldovino (Boardwalk Empire), McKenna Quigley Harrington (Daisy Jones & The Six), Mike “Cash Flo” Walden (Power Book III: Raising Kanan), Kevin Pollak (Os Suspeitos, The Marvelous Mrs. Maisel), Vincent Piazza (Boardwalk Empire, Rocketman), Frank Grillo (Kingdom, Capitão América: Soldado Invernal), Michael Beach (Aquaman, Third Watch) e James Russo (Donnie Brasco, Django Livre). Os destaques ainda incluem Garrett Hedlund (Tron: O Legado, Friday Night Lights) e a veterana Dana Delany (Desperate Housewives, Body of Proof), ambos com personagens que prometem agitar os bastidores do poder em Tulsa.
O legado de Stallone e a reinvenção no streaming
Aos 78 anos, Sylvester Stallone ainda surpreende. Depois de décadas como astro de ação, o ator mergulha em um papel complexo, longe do maniqueísmo de seus personagens anteriores. Em Dwight Manfredi, Stallone encarna um homem quebrado, exilado de seu passado e forçado a se reinventar. É, como ele mesmo disse em entrevista recente, “o papel mais interessante da minha vida”. Dwight não é um herói, tampouco um vilão absoluto. Ele é um sobrevivente, tentando se equilibrar entre o amor pela filha, a lealdade à máfia e as tentações de um novo mundo em rápida transformação. Stallone não apenas atua — ele também é produtor executivo da série. E seu envolvimento criativo é visível em cada episódio: no tom sombrio, no humor ácido, nas cenas de confronto que nunca perdem a elegância visual.
Bastidores: mudanças de showrunner e conflitos nos bastidores
A produção não foi isenta de conflitos. O showrunner original, Terence Winter (Boardwalk Empire), deixou o comando criativo após divergências com Taylor Sheridan. A segunda temporada foi conduzida por Craig Zisk, enquanto a terceira fica sob a batuta de Dave Erickson, conhecido por seu trabalho em Fear the Walking Dead. A mudança de locações também foi um tema quente nos bastidores. A primeira temporada foi filmada em Oklahoma City, mas reclamações sobre as condições de produção levaram a equipe a transferir os trabalhos para Atlanta, onde as duas temporadas seguintes foram rodadas. Apesar das turbulências, a série manteve um alto padrão técnico e narrativo — o que se reflete no sucesso contínuo de público e crítica.
Expansão do universo: vem aí “NOLA King” com Samuel L. Jackson
A saga de Dwight Manfredi deve se expandir ainda mais. A Paramount+ anunciou o desenvolvimento de um spin-off oficial: NOLA King, ambientado em Nova Orleans e estrelado por ninguém menos que Samuel L. Jackson.
O personagem de Jackson, Russell Lee Washington Jr., será introduzido ainda nesta terceira temporada de Tulsa King e, segundo a produção, terá um arco de múltiplos episódios. O spin-off, previsto para começar a ser gravado em fevereiro de 2026, foi escrito por Dave Erickson, que já deixou o projeto para focar em Mayor of Kingstown e Tulsa King.
A série promete mergulhar em uma Nova Orleans corrupta, multicultural e pulsante, abrindo espaço para novas tramas, personagens e confrontos.
Tulsa King é apenas uma das peças de um projeto maior: o chamado “Sheridanverse”, que inclui Yellowstone, 1883, 1923, Mayor of Kingstown e Special Ops: Lioness. Com cada série, Taylor Sheridan constrói um mosaico temático e estilístico único: masculinidade em crise, tensões morais, violência institucional e dilemas familiares.
O que esperar da nova temporada?
Se as duas primeiras temporadas serviram como um estudo de personagem, a terceira promete acelerar o conflito externo. Dwight não terá apenas que proteger seu território, mas também enfrentar as consequências de suas decisões: mortes, traições e perda de controle sobre a própria vida.
As relações familiares, que sempre estiveram no subtexto da série, ganham ainda mais destaque. A filha, que já foi um ponto de dor no passado, agora pode se tornar a única âncora moral do personagem. E, em meio ao caos crescente, o público terá que decidir se Dwight é mesmo um anti-herói ou apenas um homem empurrado pelas circunstâncias.
Nesta terça-feira, 29 de abril, o Aparecida Debate mergulha em um tema de profunda relevância social: a cultura e a educação dos povos indígenas no Brasil. Sob o comando da jornalista Rafaela Lourenço, o programa da TV Aparecida convida o público a refletir sobre os saberes ancestrais, as lutas históricas e os avanços contemporâneos dos povos originários, com foco especial na importância da educação como ferramenta de resistência e valorização cultural.
Segundo dados levantados pela produção, o Brasil abriga atualmente cerca de 1,7 milhão de indígenas, distribuídos em mais de 300 etnias, das quais mais da metade reside na região da Amazônia Legal. Apesar da diversidade e da riqueza cultural, os povos indígenas ainda enfrentam desafios constantes relacionados ao reconhecimento de seus direitos, à demarcação de terras, ao acesso à educação de qualidade e à preservação de suas línguas e tradições. É nesse contexto que o programa propõe um debate urgente, trazendo convidados que representam diferentes frentes de atuação em prol da causa indígena.
Convidados compartilham vivências, saberes e lutas
Entre os destaques do episódio estão três importantes nomes do movimento indígena contemporâneo:
🔸 Daniel Munduruku – Reconhecido nacional e internacionalmente, o escritor, filósofo e educador indígena é uma das principais vozes da literatura brasileira dedicada à valorização da identidade dos povos originários. Diretor-Presidente do Instituto Uka e do selo editorial Uka, Daniel é também membro fundador da Academia de Letras de Lorena (SP). Sua trajetória inclui a criação da primeira livraria online especializada em obras de autores indígenas, além da realização do Encontro de Escritores e Artistas Indígenas, que acontece há duas décadas no Rio de Janeiro em parceria com a FNLIJ. Autor de mais de 50 livros, Daniel Munduruku tem se dedicado a promover uma educação antirracista, inclusiva e pautada na valorização da diversidade cultural brasileira.
🔸 Cristiano Kiririndju – Ativista e articulador político, Cristiano é coordenador de políticas indígenas e tem forte atuação na defesa dos direitos coletivos e na construção de políticas públicas que contemplem as especificidades dos povos indígenas. Sua presença no programa acrescenta uma visão institucional e estratégica, abordando questões como educação diferenciada, políticas de inclusão, protagonismo indígena nos espaços de poder e a proteção dos territórios tradicionais.
🔸 Cristian Wariu – Jovem influenciador digital, comunicador e ativista, Cristian nasceu no território Parabubure, localizado na região do Vale do Araguaia (MG). Com um trabalho focado no combate ao preconceito e na desconstrução de estereótipos sobre os povos indígenas, ele conquistou destaque com seu canal no YouTube, o Wariu, que soma mais de 52 mil inscritos. Nas redes sociais, Cristian usa a linguagem jovem e acessível para mostrar a diversidade das culturas indígenas e abordar temas como racismo, identidade, pertencimento e resistência digital. Seu trabalho evidencia como a tecnologia pode ser uma aliada na luta por visibilidade e representatividade.
Educação como ponte entre tradição e futuro
Ao propor um olhar aprofundado sobre a educação indígena, o programa amplia o foco para discutir modelos pedagógicos alternativos, bilinguismo, transmissão oral de saberes e os desafios enfrentados nas escolas localizadas em territórios indígenas. O programa também debate a urgência da inclusão de conteúdos indígenas nos currículos escolares formais, conforme estabelece a Lei 11.645/2008, e a necessidade de se combater o apagamento histórico promovido ao longo de séculos.
Mais do que uma conversa, o episódio desta terça-feira é um convite à escuta sensível e ao reconhecimento da pluralidade de vozes que formam o Brasil. Com perspectivas distintas e complementares, os convidados mostram que educar e preservar a cultura indígena é fundamental para construir um país mais justo, diverso e consciente de suas raízes.
Que horas vai ao ar?
📺 Aparecida Debate vai ao ar na TV Aparecida nesta terça-feira, 29 de abril, às 22h. Um encontro necessário para quem deseja compreender melhor a riqueza e a complexidade dos povos indígenas no Brasil de hoje.
Neste sábado, 3 de maio de 2025, o “Mega Sonho” traz uma edição cheia de energia, humor e disputas emocionantes, prometendo agitar a noite do público. O apresentador Marcelo de Carvalho recebe dois convidados especiais que vão entrar no jogo com muita animação, talento e bom humor em busca do prêmio milionário. A cantora Naiara Azevedo e o ator Leonardo Miggiorin são os protagonistas dessa edição, trazendo a sua personalidade marcante para o palco e deixando o público ainda mais empolgado com o desenrolar das provas.
50 reais ou 1 milhão?
A diva do sertanejo Naiara Azevedo, que já coleciona uma década de sucesso na música, vai conquistar a plateia com a sua presença de palco imbatível. A cantora vai embalar o programa com o hit “50 reais”, que é um verdadeiro fenômeno nas paradas de sucesso, além de apresentar seu mais novo lançamento, “Última Vez”, que promete ser o próximo hit do Brasil. No entanto, não é só no palco que Naiara brilha. Ela também se destaca no jogo com uma participação hilária e cheia de bom humor. Durante a rodada chamada “Bomba”, quando é questionada sobre qual é o nome da bolinha retirada do algodoeiro, Naiara solta uma resposta que deixa todos em choque (e em risadas): ao invés de responder “algodão”, ela diz “cotonete”. Essa confusão inocente se torna um dos momentos mais engraçados e fofos do programa, mostrando o carisma e a simpatia da cantora.
Mímicas de novela
Ao lado de Naiara, o ator Leonardo Miggiorin também promete trazer muitas surpresas. Atualmente no papel de Rafuda na novela “Beleza Fatal”, Leonardo é um nome de destaque na teledramaturgia, com passagens por grandes novelas da TV Globo, como “Malhação” e “Senhora do Destino”, e também se dedicando ao teatro com o monólogo “Não se Mate”. No “Mega Sonho”, o ator põe à prova seu talento de interpretação e sua criatividade no “Desafio do Milhão”. No quadro, ele terá que representar diversas palavras apenas com mímicas, deixando o público em suspense enquanto tenta fazer adivinhar termos como “Pente”, “Tropeçar”, “Fósforo” e “Piscina”. E claro, ele não vai economizar nas risadas e na diversão, se jogando na performance e arrancando gargalhadas de todos ao redor.
A edição deste sábado do “Mega Sonho” promete ser inesquecível, com muito carisma, talento e momentos inusitados. Com os dois convidados dispostos a se divertir e enfrentar os desafios do jogo, o programa vai oferecer uma mistura de música, interpretação e boa disposição. A química entre Naiara Azevedo e Leonardo Miggiorin promete ser um dos pontos altos da edição, com ambos trazendo o melhor do seu humor e talento para conquistar o público e tentar garantir o prêmio milionário.