“Criaturas da Mente” | Documentário de Marcelo Gomes ultrapassa 10 mil ingressos e se firma como um dos mais vistos de 2025

0
Foto: Reprodução/ Internet

Existe um tipo de filme que a gente não apenas assiste — a gente atravessa. “Criaturas da Mente”, novo documentário dirigido por Marcelo Gomes, é exatamente isso: uma travessia. De telas para dentro da pele. Do visível para o simbólico. Da lógica científica para a sabedoria esquecida. Um filme que caminha com os pés no chão da floresta, mas com os olhos voltados para o que mora do lado de dentro: nossos sonhos.

Nas últimas treze semanas, o longa já foi visto por mais de 10 mil pessoas, conquistando espaço entre os documentários mais assistidos do ano, segundo a Comscore Brasil. Em vez de cifras explosivas ou campanhas massivas, a força de “Criaturas da Mente” se espalha de boca em boca, como quem compartilha um segredo antigo que finalmente voltou à superfície.

A mente que sonha é também corpo que lembra

A jornada começa com Sidarta Ribeiro, neurocientista de fala mansa e pensamento expansivo, conhecido por seu trabalho sobre sono e sonhos. Mas não é ele quem carrega o filme — é o sonho em si. O longa nos leva por caminhos inesperados: não há apenas dados, experimentos ou estatísticas, mas sim encontros, saberes, escutas. É a ciência estendendo a mão para tradições ancestrais e dizendo: “eu também quero entender”.

As conversas com Mãe Beth de Oxum, Ailton Krenak, Mizziara de Paiva, Marcelo Leite, Ana Flávia Mendonça, entre outras vozes, ampliam esse terreno. Em vez de substituir uma lógica por outra, o filme constrói pontes. E em cada uma delas, o sonho aparece como bússola — uma linguagem que não precisa ser traduzida, apenas sentida.

Um filme que não tem pressa

Marcelo Gomes nunca foi um diretor de respostas fáceis. E aqui ele vai ainda mais fundo. Em “Criaturas da Mente”, há silêncio, pausa, contemplação. A narrativa se desenrola com o tempo das coisas vivas — o tempo da memória, da intuição, da escuta.

Com imagens densas, mas delicadas, e uma trilha sonora que se insinua mais do que se impõe, a obra convida o espectador a não apenas olhar, mas a estar presente. Há momentos em que a imagem simplesmente respira. E essa escolha de deixar o tempo fluir é o que transforma o filme em uma experiência quase meditativa.

Um país que pensa com o coração

Mais do que tratar do inconsciente, o documentário fala de um Brasil profundo. Um Brasil que sonha com tambor, que conversa com as águas, que dança enquanto pensa. Um país que por muito tempo foi retratado como folclórico, mas que aqui ganha voz com a autoridade que lhe é devida.

Ao colocar a espiritualidade como parte legítima do conhecimento, o filme escancara uma ferida: por que sempre fomos ensinados a desconfiar de tudo que não vem da Europa ou dos livros acadêmicos? “Criaturas da Mente” não responde — mas também não se cala. Ele mostra. E o que se vê é um mosaico de saberes que pulsa, que sangra, que sonha junto.

Resistência nas entrelinhas

Em meio a tantas camadas, há também o gesto político de filmar. Marcelo Gomes, em entrevistas, lembra que tanto a ciência quanto o cinema sofreram duros ataques nos últimos anos. Financiamentos cortados, pesquisadores desacreditados, artistas silenciados. “Esse documentário é uma resposta. É o cinema dizendo: a gente não parou”, afirmou o diretor.

E ele tem razão. O filme se afirma não apenas como obra de arte, mas como testemunho de um tempo em que sonhar foi visto como fraqueza. Agora, é reerguido como potência.

A produção é assinada por João Moreira Salles e Maria Carlota Bruno, pela VideoFilmes, em parceria com Globo Filmes, GloboNews e Carnaval Filmes — uma união que mistura o afeto do cinema autoral com a estrutura de grandes distribuidoras.

Sessões como rituais

Talvez por tocar algo tão íntimo e ao mesmo tempo tão coletivo, “Criaturas da Mente” tenha conquistado seu público de forma quase silenciosa. Esgotando sessões pontuais, como um culto delicado à memória onírica que o filme desperta.

Entre 31 de julho e 7 de agosto, segue em cartaz em três cidades:

  • São Paulo: Espaço Petrobras de Cinema Augusta, todos os dias às 18h
  • Salvador: Cinema do Museu (Circuito Saladearte), dias 3/8 (14h) e 4/8 (13h)
  • João Pessoa: Cine Bangüê, sessão única no dia 31/7, às 20h30

Reencontro no Multiverso: Thor e Loki voltarão a dividir a tela em Vingadores: Doomsday

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nos bastidores de um dos filmes mais aguardados da nova fase da Marvel, um vídeo aparentemente banal acendeu uma fagulha poderosa no coração dos fãs. Publicado por Bobby Holland Hanton, dublê de longa data de Chris Hemsworth, o clipe do set de Vingadores: Doomsday mostrava pouco — mas o som familiar do portal temporal da TVA, ao fundo, entregou mais do que mil imagens: Thor e Loki voltarão a se encontrar.

A confirmação veio pouco depois, pela própria Marvel, junto da revelação do elenco estelar do filme, que promete ser um novo marco dentro do já denso Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Mas mais do que uma simples notícia de escalação, esse reencontro marca algo maior: um ciclo emocional que se fecha — e talvez recomece.

🌀 Os irmãos mais complexos do MCU

Desde sua primeira aparição em Thor (2011), Loki deixou claro que não seria um vilão qualquer. Hábil, sarcástico, magoado e, ao mesmo tempo, profundamente humano, ele se tornou um dos personagens mais fascinantes do MCU — e sua relação com Thor sempre foi o coração pulsante dessa jornada.

Eles brigaram, se traíram, se perdoaram — e se perderam. Em Vingadores: Guerra Infinita (2018), Loki morre nas mãos de Thanos em um dos momentos mais dolorosos da saga. Mas, como tudo no multiverso, a história não acaba ali.

Em 2021, a série Loki, da Disney+, nos apresentou a uma nova versão do deus da trapaça, que evoluiu de forma surpreendente: vulnerável, solitário e pronto para proteger aquilo que antes destruía. Ao final da segunda temporada, ele se torna literalmente o guardião do tempo — um fardo mitológico e poético.

Agora, com seu retorno confirmado em Doomsday, a pergunta que ecoa é: que versão de Loki Thor irá reencontrar?

⚡ Hemsworth e Hiddleston: do mito à emoção

A parceria entre Chris Hemsworth e Tom Hiddleston ultrapassa a ficção. Ao longo de mais de uma década, os dois construíram juntos uma química rara — de embates épicos a silêncios emocionantes. O reencontro dos personagens é também um reencontro de trajetórias.

Para Hemsworth, Doomsday representa um momento simbólico. O ator já declarou publicamente que deseja um encerramento digno para Thor após tantas versões e jornadas. Hiddleston, por sua vez, volta ao cinema depois de carregar nas costas uma das séries mais elogiadas da Marvel. É o tipo de reencontro que não depende apenas de CGI ou piadas bem colocadas. Depende de sentimento — e os dois sabem entregar.

🛡️ Um filme, muitos retornos — e uma promessa

Vingadores: Doomsday estreia em 18 de dezembro de 2026 no Brasil e já reúne alguns dos nomes mais fortes do atual MCU:

  • Anthony Mackie, como o novo Capitão América
  • Letitia Wright, como Pantera Negra
  • Paul Rudd, como Homem-Formiga
  • Sebastian Stan, como Soldado Invernal
  • Winston Duke, como M’Baku

É uma formação diversa, carismática e potente — uma nova geração que precisa dar conta de salvar o multiverso, mas também de reconstruir o afeto do público após os altos e baixos da Fase 4.

Doomsday prepara o caminho para Guerras Secretas (2027), a prometida conclusão da Saga do Multiverso. Mas, ao que tudo indica, esse reencontro entre Thor e Loki não será apenas épico — será pessoal.

💬 Por que isso importa?

Em meio a um universo repleto de batalhas, explosões e fan services, a conexão entre Thor e Loki sempre foi sobre humanidade: sobre família, perdão, identidade e, acima de tudo, sobre a dor de não saber como amar alguém que vive entre o afeto e o caos.

Se Vingadores: Doomsday realmente oferecer um reencontro entre esses dois personagens com a carga emocional que eles merecem, então talvez estejamos diante de mais do que um evento — mas de um fechamento à altura de tudo o que eles significaram até aqui.

E, convenhamos: o público está mais do que pronto para esse abraço entre deuses.

Um Lugar Silencioso 3 | Novo filme chega em 2027 com retorno de John Krasinski na direção

0
Foto: Reprodução/ Internet

Depois de muita especulação, silêncio nas redes e rumores entre fãs atentos, a confirmação finalmente chegou: Um Lugar Silencioso 3 estreia nos cinemas no dia 9 de julho de 2027, com um retorno que movimenta a base da franquia — John Krasinski reassume a direção do capítulo final da saga da família Abbott.

A notícia foi oficializada pela Paramount Pictures durante um evento fechado para imprensa e investidores, mas logo se espalhou entre cinéfilos e entusiastas do horror sensorial. Ao lado da data, o anúncio revelou que o novo longa será uma continuação direta dos eventos de Parte II, deixando claro que os caminhos abertos pelo spin-off “Dia Um” não se cruzarão — ao menos, não agora — com a trilha silenciosa da família que conquistou o mundo enfrentando criaturas mortais num mundo onde o menor som é sentença de morte.

A promessa de um desfecho: Krasinski fecha o ciclo que começou em 2018

O retorno de John Krasinski não é apenas um gesto simbólico — é a âncora emocional de uma franquia que sempre se apoiou mais no subtexto do que nos diálogos. Depois de estrear como diretor no filme original de 2018 e emocionar o público com a história de sobrevivência dos Abbotts, Krasinski ficou marcado como o arquiteto do universo onde o som é o verdadeiro vilão.

Mesmo após a morte do personagem Lee, pai e protetor silencioso da família, Krasinski manteve-se presente por trás das câmeras em Parte II (2020), conduzindo o crescimento da matriarca Evelyn (Emily Blunt) e, especialmente, da filha Regan (Millicent Simmonds), que assumiu papel central na narrativa.

Leia também:
Os Estranhos: Capítulo 2 | Com vilões mascarados em destaque, cartaz alternativo antecipa o horror brutal que vem aí
One Piece | Segunda temporada do live-action promete clima mais sombrio e violento, afirma novo ator da série

O que esperar da história: sobrevivência, estratégia e (in)esperança

Até agora, o enredo do terceiro filme permanece guardado a sete chaves — ou sete silêncios. A Paramount não divulgou detalhes sobre a sinopse ou elenco confirmado, mas os eventos deixados em aberto em Parte II oferecem pistas de onde a narrativa pode seguir.

No último filme, Regan descobre que seu implante coclear, quando amplificado, causa um efeito destrutivo sobre as criaturas. Com a ajuda de Emmett (Cillian Murphy), ela consegue transmitir o sinal via rádio, criando uma possibilidade real de contra-ataque humano. Já Marcus (Noah Jupe), ainda em recuperação emocional e física, assume uma posição mais ativa no cuidado com o irmão caçula.

Assim, o próximo capítulo tem potencial para explorar a formação de uma resistência organizada, talvez até em escala nacional, mostrando como diferentes comunidades reagem ao “raio de esperança” criado pela descoberta sonora de Regan. A personagem de Cillian Murphy, querido pelos fãs e essencial para a virada narrativa de Parte II, ainda não foi oficialmente confirmado, mas especula-se que ele volte — e que seu destino seja um dos pontos de tensão dramática do novo longa.

Outro nome em dúvida é Djimon Hounsou, que apareceu em Day One como um líder tentando proteger uma ilha de sobreviventes. Apesar de estar em uma narrativa paralela, sua aparição em Parte II pode ser a deixa para uma conexão discreta — ou para uma participação expandida agora.

Foto: Reprodução/ Internet

Quando o silêncio fala mais alto que o grito

Poucas franquias conseguiram conquistar o público apostando no que a maioria do cinema de horror evita: o não dito, o som ausente, a pausa tensa. Em tempos de sustos estridentes e trilhas dramáticas em excesso, a franquia criou sua identidade apostando no silêncio como linguagem narrativa, e não apenas como artifício.

Em 2018, o primeiro longa surpreendeu pela premissa original e pelo impacto emocional. Arrecadou mais de US$ 340 milhões em bilheteria global, com um orçamento de apenas US$ 17 milhões. Mas o que mais impressionou foi a reação do público: nas sessões, pipocas paravam de ser mastigadas, tosses eram contidas e até respirações eram disfarçadas — como se o cinema inteiro participasse do jogo da sobrevivência.

O segundo filme, lançado em meio à pandemia, manteve o fôlego da saga, mesmo com desafios logísticos e a ausência de Lee (Krasinski) como personagem. O foco em Regan e Evelyn ampliou a dimensão emocional da narrativa, enquanto a introdução de Emmett trouxe nova energia ao universo em expansão.

Um futuro além do fim?

Embora a Paramount ainda não tenha revelado se a nova produção será o último capítulo da saga dos Abbotts, tudo indica que este será o fim de um ciclo. Isso, no entanto, não exclui a possibilidade de novos spin-offs, histórias paralelas ou até uma série derivada.

O universo criado por Krasinski é amplo, rico em possibilidades — seja explorando o passado das criaturas, seja mostrando comunidades isoladas e suas estratégias únicas de sobrevivência. Mas, ao que tudo indica, o próximo filme deve fechar a trilogia principal com o mesmo cuidado emocional que marcou os anteriores.

F1: O Filme surpreende nas bilheterias acumulando quase US$ 400 milhões e transforma Brad Pitt no novo ídolo das pistas

0
Foto: Reprodução/ Internet

O que acontece quando um astro de Hollywood, um campeão mundial de Fórmula 1 e a emoção real das pistas se encontram? A resposta está em F1: O Filme, uma das produções mais comentadas do ano — e agora, também, um fenômeno de bilheteria. Com US$ 393 milhões arrecadados mundialmente em apenas três semanas, o longa já bateu o recorde da Apple nos cinemas, ultrapassando Napoleão (2023) e reafirmando que filmes com alma, suor e velocidade ainda conquistam plateias mundo afora.

Nos Estados Unidos, o filme alcançou US$ 136 milhões, depois de adicionar mais US$ 13 milhões no último fim de semana. Um desempenho que ultrapassou as previsões iniciais e que, segundo especialistas, foi impulsionado pelo apelo emocional da história — e não apenas pelos motores roncando em alta rotação.

Mais do que carros, uma história de recomeço

Sob a direção precisa de Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick) e com roteiro assinado por Ehren Kruger, o longa não se contenta em apenas reproduzir o barulho das corridas. Ele quer mostrar o que há por trás do capacete, nos bastidores dos boxes e, principalmente, no coração dos pilotos.

Brad Pitt vive Sonny Hayes, um lendário piloto que trocou os pódios pelo silêncio da aposentadoria — até ser convocado a voltar às pistas para algo maior do que vencer: ser mentor do jovem Joshua Pearce (Damson Idris), promessa de uma escuderia fictícia chamada ApexGP. Não é só uma volta ao volante. É um retorno ao passado, aos erros, aos traumas e à chance de fazer diferente.

É nesse ponto que o filme deixa de ser apenas uma produção esportiva e se torna um drama humano, movido por empatia, escolhas difíceis e reconciliações invisíveis. Sonny não precisa provar mais nada a ninguém. Mas talvez precise provar a si mesmo que ainda vale a pena lutar — por alguém, por algo.

A verdade corre junto

Diferente de outras produções do gênero, o longa-metragem tem autenticidade na sua essência. As cenas de corrida foram captadas durante as etapas reais do GP da Inglaterra, com autorização especial da FIA e apoio direto de Lewis Hamilton, que além de produtor do longa, atuou como conselheiro técnico e voz ativa para manter a integridade do universo automobilístico retratado.

O resultado é um filme onde nada parece encenado demais, mesmo com a grandiosidade visual. Há graxa, suor e calor real. A câmera mergulha dentro dos carros, acompanha as trocas de marcha, vibra junto com os mecânicos. Mas o que mais impressiona é como, no meio de tanta velocidade, o filme encontra tempo para a escuta, para a pausa e para a dúvida — algo raro em blockbusters.

Brad Pitt: menos astro, mais humano

É impossível ignorar o magnetismo de Brad Pitt na tela. Mas, ao contrário de outros papéis em que o ator brilha pela presença, aqui ele se apaga quando precisa — e é aí que mais impacta. Sonny é um homem quebrado, tentando costurar alguma dignidade entre uma geração que já não fala sua língua e um sistema que pouco se importa com legados.

Damson Idris, como Joshua, também merece destaque. Seu personagem não é arrogante, nem um prodígio infalível. Ele erra, hesita, explode, aprende. A relação entre os dois protagonistas não se constrói em frases feitas, mas em silêncios, gestos e olhares — como nos grandes duelos das pistas, onde o tempo de reação vale mais do que qualquer discurso.

Um novo patamar para a Apple nos cinemas

Lançado sob o selo Apple Original Films, a produção americana é o projeto mais ambicioso da empresa nos cinemas até agora — e o que mais deu retorno. Ao ultrapassar Napoleão nas bilheteiras globais, o longa confirma que a estratégia de investir em experiências cinematográficas de alto nível (em vez de apostar apenas no streaming) é não só acertada, mas necessária.

🎬 F1: O Filme já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil
⏱ Duração: 129 minutos
🎟 Classificação: 14 anos

Festa Freaks leva Noite da Wandinha ao Club Metrópole nesta sexta (29)

0

O Club Metrópole se prepara para uma noite memorável nesta sexta-feira, 29 de agosto, com a chegada da Noite da Wandinha, prometendo transformar o espaço em um verdadeiro universo de fantasia, música e performances únicas. Com temática dark e atmosfera cheia de energia, o evento convida o público a vestir preto e se entregar a uma experiência que combina interatividade, criatividade e diversão sem limites.

O evento traz um cardápio completo de atrações que promete agradar a todos os gostos. Entre os destaques estão uma hora de open bar de beats, performances exclusivas da icônica Wandinhas, concurso de fantasia, estúdio de tatuagem, distribuição de doces fantasmagóricos e cobertura fotográfica profissional para registrar cada momento. Cada detalhe é pensado para que o público vivencie a pista como um espetáculo multisensorial, onde música, arte e interação se encontram.

O line-up musical é outro ponto alto da noite. Na Pista NY, os DJs Mia J, Lea Farsaid e Safira Blue prometem uma vibe eletrônica cosmopolita, enquanto a Pista Brasil terá a energia contagiante de Thiago Rocha, Buthitalo e Harry D’Melo, combinando ritmos nacionais e influências globais. Já a área da Piscina, comandada por Ariel Koichi, oferecerá momentos de descontração e intensidade em um espaço diferenciado dentro do club.

As performances especiais são um verdadeiro espetáculo à parte. Mayvene Allura Nox e as Wandinhas apresentam números repletos de ousadia, criatividade e teatralidade, conectando o público com a estética sombria e divertida que caracteriza a festa. Para quem gosta de participação ativa, o concurso de fantasia estimula a originalidade e premia os looks mais criativos da noite.

O evento também se destaca por detalhes pensados para uma experiência completa. Um estúdio de tatuagem estará disponível para quem quiser marcar a noite de forma permanente, enquanto a distribuição de doces fantasmagóricos adiciona um toque lúdico e divertido. A cobertura fotográfica profissional garante que cada look e performance seja eternizado com qualidade, perfeito para as redes sociais.

Além disso, a festa oferece entrada gratuita para aniversariantes de agosto até meia-noite, mediante apresentação de documento oficial, proporcionando uma celebração exclusiva em um ambiente seguro, inclusivo e vibrante.

A pré-venda de ingressos já está disponível e a organização alerta para a importância de garantir entradas antecipadas, já que a lotação do evento deve atingir seu limite devido à grande procura. O acesso à compra é facilitado pelo link disponível na bio oficial do Club Metrópole.

“Terra da Padroeira” deste domingo (27/07) recebe Delley & Dorivan, Caju & Castanha, Luma & Nathi e Micarla

0
Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, dia 27 de julho, a partir das 9h da manhã, o “Terra da Padroeira” convida o público da TV Aparecida para mais uma manhã de celebração à cultura popular brasileira — com muita música, boas histórias e uma surpresa que promete emocionar os fãs. Comandado por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira, o programa deixará por alguns momentos o seu palco tradicional para colocar o pé na estrada e visitar a casa de uma personalidade bastante conhecida do mundo sertanejo, num novo quadro batizado de “Terra Visita Especial”.

O nome do homenageado ainda é guardado a sete chaves, mas os apresentadores prometem um encontro sincero, afetivo e repleto de revelações. A proposta do quadro é justamente essa: mostrar o lado mais humano dos artistas, longe dos holofotes, revelando seus hábitos, memórias e a relação íntima com suas raízes.

Delley & Dorivan: tradição e paixão pela viola

Entre os convidados que se apresentam ao vivo no palco do programa, está uma dupla que representa a força da música de raiz: Delley & Dorivan. Delley, considerado um dos maiores violeiros do país, já percorreu diferentes formações musicais desde os anos 1980. A parceria atual com Dorivan já dura mais de duas décadas, e juntos acumulam 12 CDs e um DVD, além de sucessos que marcaram gerações, como “Estrada do Amor” e “Aconteceu Comigo”.

A música da dupla se destaca pelo equilíbrio entre o tradicional e o contemporâneo, com letras que falam de amor, saudade e vida simples no campo, tudo acompanhado por arranjos sofisticados na viola caipira. É uma apresentação imperdível para quem aprecia a autenticidade da música sertaneja clássica.

Caju & Castanha: poesia rimada com irreverência

Outro grande momento do programa será a participação de Caju & Castanha, uma das duplas mais emblemáticas da embolada nordestina. Com mais de 40 anos de estrada e 28 álbuns lançados, os irmãos pernambucanos reinventaram a arte de improvisar versos ao som de pandeiro e batidas ritmadas. O carisma e a agilidade mental impressionam até os espectadores menos familiarizados com o estilo.

Caju & Castanha não se restringem à tradição: já embolaram com forró, MPB, ciranda, cordel, rock, e até hip-hop. São artistas completos, que usam o humor e a crítica social para dialogar com diferentes gerações, sem nunca perderem suas raízes. No palco do “Terra da Padroeira”, a promessa é de um show contagiante e cheio de interação com a plateia.

Vozes da nova geração: Luma & Nathi e Micarla

O quadro “Vozes da Terra” é conhecido por revelar novos talentos da música sertaneja e, neste domingo, ele destaca duas apostas femininas de grande talento: Luma & Nathi e Micarla.

As primas Luma e Nathi começaram cantando por brincadeira nas redes sociais, mas logo conquistaram milhares de seguidores com suas harmonias afinadas e carisma espontâneo. Hoje, formam uma dupla promissora, com repertório que vai de modas de viola tradicionais até composições autorais. Seu recente projeto audiovisual, com nove faixas, traz um frescor à cena sertaneja, com destaque para “Superei”, uma música que fala sobre superação emocional e força feminina.

Micarla, natural de Duque de Caxias (RJ), é prova viva de que o sertanejo já extrapolou o eixo Sudeste-Centro-Oeste. Começou a cantar aos 13 anos, passou por barzinhos e eventos locais até alcançar as redes sociais, onde viralizou com covers de clássicos do gênero. Hoje, aos 27, ela já tem um DVD completo com 30 faixas — mesclando composições próprias e regravações — e músicas autorais que conversam diretamente com o público feminino, como “Tome Juízo” e “Amiga Que é Parça”.

Música como elo de fé, memória e identidade

Muito mais do que um programa musical, “Terra da Padroeira” é um espaço de valorização da cultura popular brasileira, em especial a música sertaneja em suas múltiplas vertentes — da raiz à moderna, da embolada à canção autoral.

A cada edição, Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira reafirmam seu compromisso em levar ao público um conteúdo afetuoso, familiar e representativo, onde a fé, o humor e a boa música se entrelaçam. A visita especial desta semana promete emocionar, mas também inspirar. É a televisão abrindo as portas para histórias de vida reais, de artistas que carregam a identidade do Brasil em cada verso cantado.

Quando assistir?

O “Terra da Padroeira” vai ao ar neste domingo, 27 de julho, a partir das 9h da manhã, na TV Aparecida. Prepare o café, reúna a família e se permita sentir, cantar e se emocionar com mais uma edição desse encontro que celebra a alma sertaneja do nosso país.

Quarta temporada da série The Traitors ganha trailer e promete elevar o jogo de alianças e traições

0
Foto: Reprodução/ Internet

A Peacock divulgou o aguardado trailer da quarta temporada de The Traitors, confirmando que o reality psicológico mais tenso da atualidade retorna ainda mais afiado. Com estreia marcada para janeiro de 2026, a nova fase do programa chega ao Brasil no dia 9 de janeiro, pelo Universal+, apenas um dia após a exibição nos Estados Unidos. A proximidade entre os lançamentos reforça a força internacional do formato, que deixou de ser uma curiosidade europeia para se consolidar como um fenômeno global de entretenimento.

Criado originalmente nos Países Baixos, The Traitors conquistou o público justamente por ir além das provas tradicionais. Aqui, o jogo é emocional, silencioso e cruel. Não vence quem grita mais alto, mas quem observa melhor. A versão norte-americana soube explorar esse conceito ao máximo, transformando convivência e desconfiança em combustível narrativo, algo que o trailer da nova temporada deixa bem evidente.

Um dos grandes destaques da quarta temporada é o elenco, que reúne personalidades de diferentes universos da cultura pop e da televisão. Estão confirmados Colton Underwood, conhecido por The Bachelor; Donna Kelce, mãe dos astros da NFL Travis e Jason Kelce; o cantor e compositor Eric Nam, um dos nomes mais respeitados do k-pop internacional; Lisa Rinna, figura marcante de The Real Housewives; Monét X Change, vencedora e ícone de RuPaul’s Drag Race; e o ator Stephen Colletti, eternizado pelo público em One Tree Hill. A diversidade de perfis reforça um dos maiores trunfos do programa: ninguém está preparado para o tipo de jogo que se desenrola dentro do castelo.

A dinâmica permanece fiel ao que consagrou o formato. Um grupo de competidores chega a um castelo isolado nas Terras Altas da Escócia com o objetivo de conquistar um prêmio em dinheiro, que é construído ao longo da temporada por meio de missões coletivas. Todos entram como Fiéis, mas entre eles estão os Traidores, escolhidos secretamente pelo anfitrião logo no início do jogo. Cabe aos Fiéis descobrir quem mente, enquanto os Traidores precisam eliminar adversários sem levantar suspeitas. Se todos os Traidores forem banidos, o prêmio é dividido entre os Fiéis restantes. Caso contrário, basta um Traidor chegar ao final para levar todo o dinheiro.

As noites são sempre decisivas. Em encontros secretos, os Traidores escolhem um competidor para ser “assassinado”, eliminando-o imediatamente do jogo. O impacto vem no dia seguinte, quando os participantes se reúnem para o café da manhã e percebem, pouco a pouco, quem não voltou ao castelo. O primeiro assassinato acontece antes mesmo do primeiro banimento, mergulhando o grupo em um clima constante de paranoia desde o início da competição.

Entre eliminações e suspeitas, os jogadores participam de missões que aumentam o valor do prêmio final. Alguns desafios oferecem ainda a chance de visitar o arsenal, onde um participante pode receber secretamente o escudo, item que garante imunidade contra assassinatos noturnos. O escudo, porém, não protege contra o voto de banimento, o que mantém todos vulneráveis. Quando os Traidores tentam matar alguém protegido, ninguém é eliminado naquela noite, aumentando ainda mais a confusão e as teorias entre os jogadores.

Ao final de cada dia, acontece a temida mesa redonda, o verdadeiro centro do jogo. É ali que alianças são testadas, acusações ganham voz e estratégias são expostas. Os votos para banimento são feitos em segredo e revelados publicamente. O eliminado precisa revelar se era Fiel ou Traidor, informação que pode mudar completamente o rumo da competição. Quando um Traidor é banido, os Traidores restantes ainda têm a chance de recrutar um novo aliado, garantindo que o jogo nunca fique previsível.

Quando restam apenas quatro finalistas, o jogo entra em sua fase mais delicada. Após o desafio final, os jogadores precisam decidir se continuam banindo ou se encerram a competição. Para finalizar o jogo, a decisão deve ser unânime. Caso contrário, novos banimentos acontecem. Se o jogo termina apenas com Fiéis, o prêmio é dividido. Se um Traidor permanecer, ele leva tudo.

BL japonês “Unexpectedly Naughty Fukami” ganha data de estreia e protagonistas revelados

0

Os fãs de doramas BL já podem anotar na agenda: Unexpectedly Naughty Fukami estreia no dia 6 de abril e promete entregar romance, tensão e aquela química irresistível que conquista o público logo nos primeiros episódios.

A produção será estrelada por Kashio Atsuki e Miyazaki Yuu, que assumem os papéis centrais da trama. A história acompanha Kaji, um funcionário bonito, carismático e extremamente popular no escritório onde trabalha. Confiante e um tanto narcisista, ele está acostumado a chamar atenção por onde passa.

Tudo muda quando ele conhece Fukami. Em um primeiro momento, Kaji afirma para si mesmo que jamais se envolveria com alguém como ele. Determinado e seguro de suas próprias escolhas, ele acredita ter total controle sobre seus sentimentos. No entanto, uma viagem muda completamente o rumo da história.

Durante a estadia, Kaji vê Fukami sair do banho e, nesse instante aparentemente simples, descobre um lado inesperado e encantador que o deixa completamente desarmado. A partir daí, a certeza dá lugar à dúvida, e o que era rejeição começa a se transformar em curiosidade e atração.

“Unexpectedly Naughty Fukami” aposta justamente nesse contraste entre aparência e vulnerabilidade, orgulho e entrega. A série deve explorar o desenvolvimento da relação entre os dois protagonistas, misturando momentos leves, tensão romântica e aquele clima típico das produções BL japonesas que conquistam pela delicadeza e pela intensidade emocional.

Live-action de Como Treinar o Seu Dragão quebra recordes no Brasil e emociona gerações

0

O primeiro live-action da Universal Pictures, inspirado no clássico animado “Como Treinar o Seu Dragão”, chegou voando aos cinemas brasileiros e já é um fenômeno! Lançado oficialmente em 12 de junho, o filme conquistou 1,9 milhão de espectadores e já arrecadou mais de 42 milhões de reais, tornando-se a maior abertura da DreamWorks no Brasil, desbancando pesos-pesados como Gato de Botas 2: O Último Pedido e Kung Fu Panda 4.

E não para por aí: o longa já garantiu o posto de terceiro maior lançamento do ano no país, permanecendo em 1.764 telas com exibições para todos os gostos — dublado, legendado, IMAX, DBox e 4DX.

🐉 Um lançamento digno de dragão

O lançamento do filme foi uma verdadeira celebração para fãs de todas as idades. Além da chegada do longa às telonas, o público foi presenteado com ações promocionais que transformaram cidades em verdadeiros cenários da Ilha de Berk.

Entre os dias 24 e 28 de maio, o Brasil recebeu a visita estrelada do diretor Dean DeBlois e dos atores Gerard Butler (Stoico), Mason Thames (Soluço) e Nico Parker (Astrid), que passaram por São Paulo em eventos lotados e cheios de emoção.

Mas quem roubou a cena mesmo foi ele: Banguela, o carismático dragão Fúria da Noite. Uma estátua gigante do personagem, com 2 metros de altura e 5,2 metros de comprimento, tem feito uma jornada digna de herói: já passou pelos shoppings Cidade São Paulo e Tietê Plaza e agora está no Shopping D até 23 de junho. Depois, alça voo até a Roda Rico, onde ficará de 23 de junho a 10 de julho.

No Rio, o dragão também marca presença: ele está no UCI do Shopping NYCC até 20/6, depois segue para a Loja BK da Av. Dom Hélder Câmara (20 a 30/6) e encerra sua turnê no Parque Bondinho, entre 30/6 e 31/7.

✨ A magia da amizade além das telas

Baseado na aclamada série de livros de Cressida Cowell, o filme traz uma abordagem mais madura e emocional para a história que conquistou o mundo nos cinemas há mais de uma década.

A narrativa acompanha o jovem Soluço (Mason Thames), um garoto viking criativo, sensível e constantemente subestimado, que vive à sombra de seu pai, o chefe Stoico (Gerard Butler). Tudo muda quando ele captura um dragão lendário — mas, em vez de matá-lo, cria um laço inesperado de amizade com o animal, batizado carinhosamente de Banguela.

Ao lado da destemida Astrid (Nico Parker) e do hilário ferreiro Bocão Bonarroto (Nick Frost), Soluço embarca numa jornada que vai além de batalhas e lendas. O trio encara uma sociedade dividida pelo medo, revelando que dragões podem ser aliados — e que a verdadeira coragem está em desafiar o que nos foi ensinado.

Com uma fotografia épica, trilha sonora emocionante e atuações comoventes, o live-action entrega um conto de amadurecimento, superação e reconciliação com o passado, honrando o legado da animação original e abrindo caminho para novos fãs.

🎬 Um marco na história da DreamWorks e da Universal

Essa é a primeira adaptação em live-action da história da Universal Pictures — e o sucesso não poderia ser mais simbólico. “Como Treinar o Seu Dragão” não só respeita a mitologia construída nos filmes anteriores como também humaniza seus personagens, trazendo uma camada de profundidade emocional que encanta crianças e toca adultos.

É uma jornada de descobertas, perdas, encontros e recomeços — tudo embalado por um visual deslumbrante e dragões que, mesmo gigantes e cuspindo fogo, têm olhos que falam.

📍Ainda dá tempo de voar com Banguela!

O filme segue em cartaz nos cinemas de todo o Brasil. Leve seu filho, seu amor, seus amigos, ou vá sozinho — e se prepare para sair com o coração aquecido, os olhos marejados e a certeza de que a verdadeira força está na amizade.

Eita, Lucas! deste sábado (13) traz Carona da Sorte com David na feira de São Paulo

0

Neste sábado, 13 de setembro, às 15h, o programa “Eita, Lucas!” volta à tela do SBT com uma edição repleta de emoção, solidariedade e surpresas. Lucas Guimarães conduz o programa em busca de personagens que inspirem e emocionem o público, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, a esperança e a solidariedade podem transformar vidas.

No quadro “Eita Glória”, Lucas percorre uma feira livre na capital paulista, conversando com feirantes, clientes e moradores locais em busca de histórias marcantes. Entre frutas, legumes e interações cheias de afeto, um sortudo terá a chance de ter suas dívidas quitadas, participando de um jogo de envelopes premiados.

A dinâmica exige que o participante confie na própria intuição para escolher os envelopes corretos. Nesta semana, a edição traz uma novidade emocionante: o envelope “Surpresa”, capaz de pagar todas as dívidas do mês, oferecendo um alívio completo para quem enfrenta dificuldades financeiras. A expectativa e a emoção se misturam enquanto os telespectadores acompanham cada decisão e reação dos participantes.

Na sequência, o programa apresenta o quadro “Carona da Sorte”, desta vez com David, um vendedor de tapiocas que luta diariamente para sustentar a família. Endividado e cansado de enfrentar obstáculos, ele chegou a pensar em desistir até o momento em que cruzou o caminho de Lucas.

Durante a carona, David enfrenta desafios valendo R$ 10 mil, respondendo às perguntas da Áurea, a Inteligência Artificial do programa. Entre tensão, entusiasmo e momentos de reflexão, ele precisa mostrar conhecimento e estratégia, enquanto o público acompanha cada instante com emoção. A história de David reforça a missão do programa: inspirar e transformar vidas através da solidariedade e da superação pessoal.

O programa combina diversão, suspense e emoção em um formato que aproxima os telespectadores da realidade dos participantes. Com Lucas Guimarães à frente, o programa valoriza o contato humano, as histórias reais e as reações genuínas daqueles que recebem apoio e reconhecimento.

A interação com o público vai além da tela: cada quadro desperta empatia, torcidas e emoções compartilhadas, mostrando que pequenas ações podem ter impacto profundo na vida de muitas pessoas. Entre sorrisos, lágrimas e momentos de tensão, o programa constrói uma narrativa envolvente que conecta espectadores e participantes.

almanaque recomenda