Universal Studios Hollywood confirma nova montanha-russa de Velozes e Furiosos e promete uma das experiências mais radicais do parque

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O Universal Studios Hollywood acaba de oficializar uma novidade que já vinha sendo aguardada com ansiedade por fãs de parques temáticos e da cultura pop. A montanha-russa “Fast & Furious: Hollywood Drift” será inaugurada no verão norte-americano e promete elevar o nível de adrenalina do parque com uma experiência inédita, ao ar livre e em alta velocidade. Trata-se da primeira montanha-russa externa desse tipo no complexo e também de um dos projetos mais ambiciosos já anunciados pela Universal na Califórnia.

O anúncio veio acompanhado de uma grande campanha de mídia, pensada para alcançar públicos de diferentes perfis. Um vídeo promocional de 30 segundos, narrado por Vin Diesel, produtor e principal estrela da franquia Velozes e Furiosos, marca o tom da atração. A escolha do ator reforça a ligação direta entre o parque e o universo cinematográfico da saga, além de ativar o lado emocional dos fãs que acompanham a série há mais de duas décadas. O comercial está programado para ir ao ar durante transmissões de eventos esportivos de grande audiência, como as Olimpíadas de Inverno, o Super Bowl LX e o NBA All-Star Game, todos exibidos pela NBC e pela plataforma Peacock.

O material promocional já dá uma amostra do que o público pode esperar. A proposta da nova montanha-russa é transportar os visitantes para dentro da ação típica de Velozes e Furiosos, explorando velocidade, derrapagens e movimentos inspirados em corridas ilegais e perseguições cinematográficas. O objetivo é criar uma sensação de imersão total, como se o visitante estivesse dentro de um dos carros da franquia, vivendo uma sequência de ação em tempo real.

“Fast & Furious: Hollywood Drift” será instalada no lote superior do Universal Studios Hollywood, dentro de uma grande estrutura de tijolos vermelhos que remete visualmente a uma garagem. A ambientação faz parte da experiência e dialoga diretamente com o universo urbano da saga. O grande diferencial da atração está na tecnologia de rotação de 360 graus, desenvolvida para simular a sensação de carros deslizando e fazendo curvas extremas. Durante o percurso, os visitantes atingirão velocidades de até 116 km/h, enquanto percorrem aproximadamente 1.250 metros de trilhos aéreos, o equivalente a quase 12 campos de futebol.

O trajeto da montanha-russa foi projetado para atravessar áreas estratégicas do parque, criando um espetáculo visual tanto para quem está a bordo quanto para quem observa do chão. Um dos momentos mais marcantes será a passagem pela famosa escada rolante Starway, que conecta os lotes superior e inferior do parque, reforçando a escala grandiosa da atração e integrando a nova montanha-russa à paisagem já conhecida do Universal Studios Hollywood.

O lançamento da atração acontece em um momento simbólico para a franquia Velozes e Furiosos. A inauguração coincide com as comemorações de 25 anos da saga nos cinemas e antecede o lançamento de “Velozes e Furiosos: Para Sempre”, previsto para chegar às telas em março de 2028. Dessa forma, a montanha-russa funciona não apenas como uma nova opção de entretenimento, mas também como uma celebração do legado da franquia e de sua importância para a Universal Pictures.

A Universal Destinations & Experiences aposta na experiência acumulada ao longo de décadas para entregar uma atração que vá além do impacto visual. A empresa tem histórico de inovação no desenvolvimento de montanhas-russas e atrações imersivas em seus parques ao redor do mundo, e “Hollywood Drift” surge como mais um passo nessa trajetória de reinvenção. A promessa é unir tecnologia de ponta, narrativa cinematográfica e engenharia de alta performance em uma experiência única.

Com a chegada da nova montanha-russa, o Universal Studios Hollywood reforça seu portfólio de atrações de peso. O parque já abriga áreas altamente imersivas e populares, como a SUPER NINTENDO WORLD, que conta com a premiada atração Mario Kart: Bowser’s Challenge; The Wizarding World of Harry Potter, com a vila de Hogsmeade e atrações consagradas; Jurassic World The Ride; atrações da Illumination como The Secret Life of Pets: Off the Leash e Despicable Me Minion Mayhem; além de Springfield, U.S.A., Transformers: The Ride 3D, Revenge of the Mummy e o clássico Studio Tour, um dos ícones do parque.

A escolha de Velozes e Furiosos como tema para essa nova atração reforça a força da franquia dentro do portfólio da Universal. Ao longo de onze filmes, a saga arrecadou mais de 7 bilhões de dólares nas bilheterias mundiais e se consolidou como a franquia mais lucrativa e duradoura do estúdio. Além do sucesso nos cinemas, Velozes e Furiosos expandiu seu alcance para brinquedos, videogames, séries animadas e produções derivadas, como o spin-off Hobbs & Shaw. O impacto nas redes sociais também é expressivo, com uma base de fãs engajada que acompanha de perto cada novo anúncio.

“O Agente Secreto” ultrapassa 2 milhões de espectadores e se transforma em um acontecimento cultural no Brasil

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Chegar a 2 milhões de espectadores nos cinemas brasileiros já é, por si só, um feito raro para qualquer produção nacional. Fazer isso na 14ª semana em cartaz torna a conquista ainda mais impressionante. Com 2.011.329 ingressos vendidos, O Agente Secreto confirma que sua trajetória nas salas de cinema foge completamente do padrão. Em vez de perder força com o passar das semanas, o filme de Kleber Mendonça Filho ganhou novo fôlego, ampliou seu público e se consolidou como um dos maiores sucessos recentes do cinema brasileiro.

Esse crescimento gradual diz muito sobre a relação que o público estabeleceu com o longa. Desde a estreia, o filme foi sendo descoberto aos poucos, impulsionado pelo boca a boca, pela repercussão nas redes sociais e, principalmente, pelo reconhecimento internacional. As conquistas no Globo de Ouro, onde venceu como Melhor Filme Internacional e garantiu o prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama para Wagner Moura, marcaram um momento decisivo. A partir dali, O Agente Secreto passou a ser visto não apenas como um filme elogiado pela crítica, mas como uma obra que representava o Brasil em um dos palcos mais importantes do audiovisual mundial.

As indicações ao Oscar reforçaram ainda mais esse sentimento coletivo. Com quatro nomeações, incluindo Melhor Filme, Melhor Elenco, Melhor Ator e Melhor Filme Internacional, o longa despertou no público brasileiro algo que vai além da curiosidade. Houve uma clara sensação de torcida. Assistir ao filme virou também uma forma de participar dessa caminhada, de apoiar uma história brasileira que dialoga com o mundo sem abrir mão de suas raízes. Para muitos espectadores, ir ao cinema ver O Agente Secreto foi um gesto de identificação e orgulho.

Silvia Cruz, diretora da Vitrine Filmes, distribuidora responsável pelo lançamento no Brasil, resume bem o impacto desse resultado. Segundo ela, alcançar 2 milhões de espectadores reafirma a força do cinema nacional e mostra que o público continua interessado em histórias autorais, densas e potentes. A fala ecoa um desejo antigo do setor audiovisual, o de provar que filmes brasileiros podem, sim, conquistar grandes plateias quando encontram espaço, visibilidade e diálogo com o público.

E a jornada de O Agente Secreto nas bilheterias brasileiras ainda pode ganhar um novo impulso. Entre os dias 5 e 11 de fevereiro, a Semana do Cinema oferece ingressos a R$ 10 em todo o país, criando uma oportunidade para que novos públicos descubram o filme na tela grande. A campanha tem contado com o apoio de artistas e personalidades brasileiras, que vêm usando suas redes sociais para incentivar o público a aproveitar o período promocional. Esse movimento coletivo reforça a ideia de que o filme ultrapassou a condição de simples lançamento e se transformou em um verdadeiro evento cultural.

No exterior, o reconhecimento segue firme. Recentemente, o longa-metragem garantiu uma indicação ao César 2026, principal premiação do cinema francês, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. A presença da MK2 Films entre as coprodutoras ajudou a abrir portas importantes no mercado europeu. Na França, o longa já levou mais de 400 mil espectadores aos cinemas desde sua estreia, em dezembro de 2025, um número expressivo para uma produção falada em português. Os vencedores do César serão anunciados no dia 26 de fevereiro, data aguardada com expectativa por toda a equipe do filme.

Somadas às indicações ao César, às quatro nomeações ao Oscar e às duas indicações ao BAFTA, nas categorias Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Roteiro Original, o longa reafirma o potencial do audiovisual brasileiro em escala global. Esse reconhecimento internacional caminha lado a lado com a consagração no Brasil. O filme venceu três prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, incluindo Melhor Filme de Ficção e Melhor Ator para Wagner Moura, além de receber um Prêmio Especial do Júri para Tânia Maria. Mais recentemente, foi eleito Melhor Longa-Metragem Brasileiro pela Abraccine. Ao todo, a produção já acumula 56 prêmios ao redor do mundo.

Ambientado em 1977, durante a ditadura militar brasileira, o filme acompanha Armando Solimões, um ex-professor viúvo que chega a Recife durante o Carnaval para visitar o filho Fernando, que vive com os avós maternos. A cidade, vibrante e contraditória, serve de cenário para uma trama marcada por tensão política, corrupção institucional e violência silenciosa. Ao assumir uma identidade falsa e se infiltrar em uma rede ligada à Polícia Civil, Armando se vê cercado por interesses perigosos, enquanto tenta lidar com perdas pessoais e com fragmentos de sua própria história.

Kleber Mendonça Filho opta por não transformar o filme em uma reconstituição histórica tradicional. Seu interesse está na sensação, no clima e na atmosfera daquele período. O diretor buscou recriar memórias afetivas do Recife de 1977, apostando em detalhes minuciosos como objetos de cena, carros, figurinos, jornais e telegramas. O resultado é um retrato do passado que não soa distante, mas inquietantemente próximo, dialogando com questões que ainda ecoam no presente brasileiro.

Recife ocupa um lugar central na narrativa. A cidade não aparece apenas como pano de fundo, mas como parte viva da história. Espaços emblemáticos, como o Cinema São Luiz, ganham destaque e reforçam o olhar afetivo do diretor sobre os cinemas como locais de encontro, memória e resistência cultural. Essa relação já havia sido explorada em Retratos Fantasmas e reaparece aqui com força renovada, conectando o espaço físico à experiência emocional dos personagens.

A estética do filme é outro ponto amplamente celebrado. A direção de fotografia de Evgenia Alexandrova, aliada à direção de arte de Thales Junqueira e ao figurino de Rita Azevedo, constrói uma identidade visual que transporta o espectador para os anos 1970 sem recorrer a exageros. O uso de lentes anamórficas e recursos ópticos específicos contribui para uma linguagem visual sofisticada, que reforça o clima de tensão e instabilidade constante vivido pelos personagens.

Saiba qual filme vai passar no Corujão desta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, na TV Globo

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Na madrugada desta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, o Corujão, da TV Globo, aposta em um retrato sombrio e realista da violência urbana ao exibir o filme brasileiro “A Divisão”. Inspirado em fatos reais, o longa revisita um dos períodos mais delicados da história recente do Rio de Janeiro, quando a cidade passou a conviver com uma sequência alarmante de sequestros que transformou o medo em parte da rotina cotidiana.

Dirigido por Vicente Amorim (Caminho das Nuvens, O Caminho das Índias – bastidores) e derivado da série homônima criada por José Júnior, o filme se passa em 1997, momento em que a criminalidade organizada desafia o poder público e expõe as fragilidades do sistema de segurança. A narrativa parte do sequestro da filha do deputado Venâncio Couto (Dalton Vigh) e de sua esposa (Vanessa Gerbelli), um crime que, por atingir diretamente uma figura influente da política, acelera decisões nos bastidores do Estado.

Diante da pressão midiática e política, o comando da segurança pública decide recorrer a um grupo de policiais conhecidos por sua eficiência, mas também por seus métodos controversos. Roberta (Natália Lage), Santiago (Erom Cordeiro) e Ramos (Thelmo Fernandes) formam uma equipe marcada por envolvimentos em esquemas de corrupção, convocada para atuar na Delegacia Antissequestro. A missão é clara: conter a onda de crimes e entregar resultados rápidos, mesmo que isso signifique ultrapassar limites éticos e legais.

Sob a liderança do delegado Benício (Marcos Palmeira), o trio enfrenta não apenas os sequestradores, mas também as disputas internas da corporação, a interferência política e a constante desconfiança da sociedade. O filme constrói sua tensão ao mostrar como a fronteira entre o combate ao crime e a ilegalidade se torna cada vez mais tênue, criando um ambiente em que a violência parece ser combatida com mais violência.

O elenco reúne nomes de destaque do audiovisual brasileiro. Silvio Guindane imprime intensidade e humanidade a personagens moldados por um cotidiano brutal, enquanto Marcos Palmeira oferece um contraponto mais institucional, tentando preservar alguma ordem em meio ao caos. Natália Lage, Erom Cordeiro e Thelmo Fernandes sustentam a carga dramática do filme com atuações cruas, que reforçam o clima de urgência e instabilidade presente em cada cena.

Lançado nos cinemas em janeiro de 2020, após uma pré-estreia em São Paulo, “A Divisão” dialoga diretamente com a série televisiva, mas funciona como uma obra autônoma. Mesmo quem não acompanhou a produção original consegue entender a história e se envolver com seus conflitos. A estética realista, a fotografia sombria e o ritmo tenso reforçam a sensação de um Rio de Janeiro sitiado, onde decisões são tomadas sob pressão constante.

A Última Ceia chega aos cinemas na semana da Páscoa e aposta em um olhar humano sobre os últimos momentos de Jesus

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O cinema religioso ganha um novo capítulo com A Última Ceia, filme que chega aos cinemas brasileiros no dia 2 de abril, em plena semana da Páscoa. A escolha da data não é apenas simbólica, mas também afetiva: o longa convida o público a revisitar um dos momentos mais conhecidos da história cristã a partir de um olhar mais próximo, sensível e profundamente humano. Dirigido por Mauro Borrelli e distribuído pela Imagem Filmes, o projeto se afasta do espetáculo grandioso para apostar na emoção silenciosa que antecede a tragédia.

Em vez de narrar milagres ou grandes acontecimentos, A Última Ceia se concentra nos instantes finais antes da prisão de Jesus. É nesse intervalo, marcado por presságios e despedidas não ditas, que o filme encontra sua força. A famosa ceia deixa de ser apenas um marco religioso e passa a ser retratada como um encontro entre pessoas que compartilham fé, dúvidas, medos e afetos, conscientes — ou não — de que aquela seria a última vez juntos.

No papel de Jesus, Jamie Ward entrega uma atuação contida e delicada. Seu Cristo não é distante nem idealizado, mas alguém que sente o peso do que está por vir. O olhar cansado, os silêncios prolongados e os gestos simples ajudam a construir uma figura mais próxima do espectador, que observa não apenas o líder espiritual, mas o homem diante de um destino inevitável. Essa escolha torna a experiência mais emocional, especialmente para quem já conhece o desfecho da história.

A direção de Mauro Borrelli acompanha esse tom intimista com cuidado. Com experiência no departamento de arte de produções como Piratas do Caribe, Star Wars: Os Últimos Jedi e Os Oito Odiados, o cineasta demonstra domínio visual, mas evita excessos. Cada enquadramento parece pensado para valorizar as expressões, os olhares e as tensões à mesa. A ceia é filmada como um espaço de comunhão, mas também de ruptura, onde pequenos gestos carregam grandes significados.

Os discípulos, muitas vezes retratados de forma homogênea em outras produções, aqui ganham nuances. São homens comuns, atravessados por inseguranças, expectativas e conflitos internos. Essa humanização torna a traição de Judas ainda mais dolorosa, não apenas por seu peso histórico, mas pelo impacto emocional que causa dentro daquele grupo. O roteiro aposta nessa proximidade para reforçar a dramaticidade dos acontecimentos.

O elenco de apoio contribui para esse clima de tensão crescente. Robert Knepper, James Oliver Wheatley e Charlie MacGechan ajudam a construir relações críveis e cheias de subtexto, nas quais o espectador percebe que algo está prestes a se romper. Não há pressa em conduzir a narrativa; o filme permite que os sentimentos se acumulem, criando uma atmosfera densa e contemplativa.

O caráter espiritual da obra é reforçado pela produção executiva do cantor cristão Chris Tomlin, conhecido mundialmente por suas canções de louvor. Sua presença no projeto garante um cuidado especial com a mensagem transmitida, sem transformar o filme em um discurso religioso fechado. A proposta é dialogar tanto com o público de fé quanto com quem busca uma história humana, carregada de significado e emoção.

A recepção internacional indica que essa abordagem encontrou eco no público. A Última Ceia alcançou 80% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, resultado que reflete a boa aceitação da narrativa mais intimista. Muitos elogios destacam justamente a sensibilidade do filme ao revisitar uma história amplamente conhecida sem recorrer a exageros.

Tecnicamente, o longa também se destaca. A fotografia de Vladislav Opelyants trabalha luz e sombra de forma simbólica, criando imagens que evocam espiritualidade e silêncio. Já a trilha sonora de Leo Z acompanha o ritmo emocional da história com discrição, reforçando momentos de reflexão e tensão sem se sobrepor às cenas.

Além de Skinwalker retorna com olhar mais humano e investigações ainda mais profundas sobre mistérios que desafiam a ciência

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Desde 2020, o Rancho Skinwalker se consolidou como um dos lugares mais intrigantes do planeta quando o assunto são fenômenos aéreos não identificados e eventos fora dos padrões conhecidos da ciência. Sob a liderança do astrofísico e engenheiro Dr. Travis Taylor, figura já familiar ao público por O Segredo do Rancho Skinwalker, o local deixou de ser apenas alvo de lendas para se tornar um campo permanente de investigação científica. Agora, essa busca por respostas ganha novos contornos com a chegada da terceira temporada de Além de Skinwalker (Beyond Skinwalker Ranch), que estreia nesta sexta-feira.

Diferente das temporadas anteriores, a nova fase da série decide ir além dos limites do rancho localizado em Utah. A proposta é ampliar o mapa das investigações e verificar se os fenômenos registrados ali também se manifestam em outros pontos dos Estados Unidos. A equipe passa a visitar regiões marcadas por relatos recorrentes de atividades anômalas, como aparições de orbes luminosos, alterações eletromagnéticas e avistamentos frequentes de objetos voadores não identificados.

O time de investigadores reúne especialistas de diferentes áreas. Além de Travis Taylor, a produção conta com o ex-agente da CIA Andrew Bustamante e o jornalista investigativo Paul Beban, premiado por seu trabalho de apuração em temas sensíveis e de difícil comprovação. Juntos, eles buscam evidências que sustentem a hipótese de que os eventos observados em Skinwalker não são isolados, mas parte de um fenômeno mais amplo e repetido em diferentes regiões do país.

Ao longo da terceira temporada, novas tecnologias passam a ser utilizadas para coleta e análise de dados, permitindo registros mais precisos e comparações entre os locais investigados. A série também incorpora o relato do autor Chris Bledsoe, conhecido por afirmar ter vivido um encontro direto com óvnis. Seu testemunho serve como ponto de partida para experimentos e análises que tentam cruzar experiências humanas com dados científicos.

O episódio de estreia, “Montanha Misteriosa”, leva a equipe ao norte da Califórnia, onde Andy e Paul investigam o Monte Shasta, um dos locais mais cercados por relatos de fenômenos incomuns e considerado por muitos um poderoso centro de energia. Associado a histórias antigas e observações recentes, o local surpreende os investigadores, que percebem que diversas lendas populares possuem base em acontecimentos documentados. A partir dessa descoberta, Além de Skinwalker reforça sua proposta central: questionar os limites entre mito, ciência e realidade, em uma busca contínua por respostas ainda desconhecidas.

Trailer oficial de “Vingadora” apresenta filme de ação com Milla Jovovich e estreia em março

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O cinema de ação ganha um reforço de peso com “Vingadora”, novo longa estrelado por Milla Jovovich que acaba de revelar seu pôster e trailer oficiais. Dirigido por Adrian Grunberg, conhecido por sua abordagem direta e sem concessões em narrativas de violência e sobrevivência, como em Rambo: Até o Fim, o filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 26 de março, com distribuição da Imagem Filmes. A promessa é de uma experiência intensa, marcada por tensão constante, confrontos brutais e uma protagonista empurrada ao limite físico e emocional.

Na história, Jovovich vive Nikki, uma ex-militar que carrega as marcas profundas de um passado moldado pela guerra. Após anos enfrentando cenários extremos, ela tenta reconstruir a própria vida longe dos conflitos, apostando em uma rotina mais silenciosa e estável. Essa tentativa de recomeço, no entanto, é interrompida de forma abrupta quando sua filha é sequestrada, evento que rompe qualquer ilusão de normalidade e a obriga a revisitar um mundo que ela acreditava ter deixado para trás.

A partir desse ponto, Vingadora se transforma em uma corrida desesperada contra o tempo. Nikki passa a ser perseguida por criminosos, forças policiais e agentes militares enquanto tenta descobrir quem está por trás do sequestro e quais interesses se escondem por trás do crime. O filme constrói essa jornada como um percurso exaustivo, no qual cada passo cobra um preço alto e não há espaço para erros. A violência não surge como espetáculo, mas como consequência inevitável de decisões tomadas sob pressão extrema.

Conhecida mundialmente por seu trabalho à frente da franquia Resident Evil, Milla Jovovich volta a reafirmar sua força no gênero de ação, mas desta vez com uma personagem mais vulnerável e complexa. Nikki está longe da imagem da heroína imbatível. Ela é apresentada como alguém ferida, cansada e emocionalmente instável, que precisa lidar com traumas antigos enquanto enfrenta novas ameaças. Essa fragilidade dá profundidade à personagem e aproxima o público de seus conflitos internos, tornando sua luta mais humana e palpável.

A direção de Adrian Grunberg aposta em uma estética crua e econômica. As sequências de ação privilegiam o impacto físico e a sensação constante de perigo, evitando exageros coreográficos ou soluções fáceis. Cada confronto carrega peso e desgaste, reforçando a ideia de que a sobrevivência tem um custo alto. O ambiente hostil e a câmera direta ajudam a criar uma atmosfera opressiva, em sintonia com o estado emocional da protagonista.

Assinado por Bong-Seob Mun, o roteiro equilibra ação e drama pessoal ao explorar não apenas a busca por vingança, mas também os limites morais de uma mãe disposta a tudo para salvar a filha. A narrativa questiona até onde alguém pode ir quando tudo o que ama é ameaçado, colocando Nikki diante de escolhas difíceis e consequências irreversíveis. A violência, nesse contexto, surge menos como catarse e mais como dilema.

Vingadora teve sua estreia mundial no 30º Festival Internacional de Cinema de Busan, na Coreia do Sul, um dos eventos mais importantes do circuito asiático. A exibição ajudou a posicionar o longa como um thriller de ação com apelo internacional, destacando seu foco em personagens femininas fortes e em uma narrativa intensa, capaz de dialogar com diferentes públicos.

O elenco de apoio contribui para ampliar as camadas de tensão do filme. Matthew Modine, conhecido por trabalhos como Stranger Things e Nascido em 4 de Julho, integra a produção ao lado de Brooklyn Sudano (Eu, a Patroa e as Crianças), D.B. Sweeney (Fogo no Céu), Don Harvey (Pecados de Guerra) e Gabriel Sloyer (Last Ferry). Juntos, eles ajudam a construir um universo marcado por conflitos constantes, no qual nenhuma decisão é simples e a sobrevivência nunca é garantida.

Diretor israelense confronta o Estado em “Yes”, sátira política que estreia nos cinemas em 12 de fevereiro

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Reconhecido por um cinema que desafia consensos e expõe tensões profundas da sociedade israelense, o cineasta Nadav Lapid apresenta ao público brasileiro seu novo longa-metragem, “Yes”, que estreia nos cinemas no dia 12 de fevereiro. A produção reafirma o lugar do diretor como uma das vozes mais inquietas do cinema contemporâneo, ao propor uma reflexão contundente sobre o papel do artista diante das estruturas de poder, da pressão institucional e da sedução exercida pelo sucesso.

Lapid construiu uma carreira marcada por obras que confrontam o nacionalismo, o militarismo e a manipulação simbólica do discurso oficial. Filmes como “Policial” (2011), “A Professora do Jardim de Infância” (2014) e “Sinônimos” (2019) — este último vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim — consolidaram seu prestígio internacional e sua reputação como cineasta disposto a tensionar limites estéticos e políticos. Em “Yes”, esse olhar crítico retorna de forma ainda mais mordaz, envolto em sátira, humor corrosivo e uma narrativa emocionalmente instável.

O longa teve sua estreia mundial na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, vitrine tradicional para obras autorais e provocadoras, e foi eleito um dos melhores filmes do ano pela revista Cahiers du Cinéma, publicação histórica da crítica francesa. A produção também integrou a programação do Festival do Rio 2025, com sessões acompanhadas pelo próprio diretor no Brasil, ampliando o diálogo com o público latino-americano.

A trama gira em torno de Y., um músico de jazz em decadência, e Jasmine, sua esposa e parceira artística, uma dançarina que compartilha da mesma precariedade profissional. À margem do mercado cultural institucional, o casal encontra formas alternativas de sobrevivência ao oferecer apresentações privadas para clientes dispostos a pagar por experiências artísticas íntimas. Nesse contexto, arte e corpo se misturam, transformando talento em mercadoria e afeto em moeda de troca.

A dinâmica do casal muda radicalmente quando passam a ser requisitados por membros da elite política e econômica do país. O reconhecimento, porém, vem acompanhado de exigências cada vez mais explícitas. O ponto central do conflito surge quando Y. recebe a proposta de compor um novo hino nacional em troca de uma quantia financeira exorbitante. A oferta, sedutora e violenta ao mesmo tempo, coloca o protagonista diante de uma escolha que extrapola o campo profissional e invade sua esfera ética.

Mais do que um comentário sobre a indústria cultural, “Yes” funciona como uma alegoria sobre os mecanismos de cooptação do Estado e sobre o preço cobrado daqueles que aceitam se alinhar ao discurso oficial. Nadav Lapid constrói uma narrativa em que o riso surge do desconforto, da repetição absurda e do choque entre desejo individual e imposição ideológica. A comédia romântica, longe de oferecer alívio, torna-se um campo de batalha onde amor, ambição, ressentimento e oportunismo coexistem.

No papel principal, Ariel Bronz entrega uma atuação intensa, física e profundamente inquietante. Artista multifacetado, Bronz é conhecido em Israel por sua trajetória controversa nas artes performáticas e no teatro, além de trabalhos no cinema como “Out” e “Amnesia”. Sua carreira é marcada por confrontos diretos com instituições culturais e políticas, incluindo episódios de interrogatório, prisão e ameaças, o que confere ao personagem uma camada adicional de autenticidade e tensão.

Com reconhecimento internacional e prêmios importantes, como o Prêmio Rosenblum de 2018, Bronz transforma o corpo de Y. em um espaço de conflito permanente, refletindo as contradições de um artista dividido entre sobrevivência, vaidade e consciência. Sua performance dialoga diretamente com os temas centrais do filme, borrando as fronteiras entre ficção e realidade.

Lançado em um contexto global de crescente polarização política e controle simbólico, “Yes” ganha relevância para além de suas fronteiras nacionais. Embora profundamente enraizado na realidade israelense, o filme propõe questões universais sobre conformismo, censura velada e os limites éticos da criação artística em ambientes hostis à dissidência.

Crítica – Destruição Final 2 aposta na fórmula fácil e perde qualquer impacto dramático

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Destruição Final 2 é um exemplo cristalino de como uma franquia pode insistir nos próprios erros sem qualquer esforço de evolução. A continuação não apenas herda os vícios do filme anterior, como os amplifica, apostando numa fórmula engessada, previsível e dramaticamente pobre. Tudo aqui parece funcionar por inércia: a narrativa avança não por lógica interna ou desenvolvimento dramático, mas por coincidências convenientes e decisões de personagens que desafiam o bom senso — inclusive dentro das regras que o próprio filme tenta estabelecer.

A estrutura do roteiro é especialmente problemática. Em vez de construir um arco progressivo, o longa se perde em um ciclo repetitivo de tensão rasa seguida por extensos períodos de estagnação narrativa. Durante cerca de uma hora e meia, a história gira em falso, simulando movimento enquanto permanece exatamente no mesmo lugar. Não há senso de urgência real, tampouco um objetivo dramático claro que justifique a jornada dos personagens ou conduza o espectador até o desfecho.

Embora tente se apresentar como uma obra ambientada em um mundo pós-apocalíptico, o filme nunca se compromete verdadeiramente com esse cenário. O colapso da civilização é tratado de forma oportunista, surgindo e desaparecendo conforme a conveniência do roteiro. As regras desse universo são frágeis e inconsistentes: a radiação torna a superfície do planeta inabitável em um momento, apenas para deixar de ser um problema logo depois, quando o ar passa a estar “bom o suficiente, por enquanto”, sem qualquer explicação plausível. A presença de vegetação verdejante próxima à cratera do cometa Clarke só reforça a sensação de descuido e falta de coerência estética e científica.

Os personagens, por sua vez, são construídos de maneira superficial e binária. Não existe complexidade psicológica ou ambiguidade moral: ou são egoístas em níveis quase caricatos, ou generosos de forma inverossímil. Não há espaço para nuances, conflitos internos ou crescimento dramático. Ric Roman Waugh demonstra pouco interesse em explorar essas figuras como seres humanos críveis, tratando-os apenas como peças funcionais para empurrar a trama adiante.

Essa fragilidade se estende também aos conflitos centrais do filme. As facções rivais que surgem ao longo da narrativa entram em choque por motivações nebulosas, nunca devidamente contextualizadas. Não sabemos quem são, o que defendem ou exatamente pelo que estão lutando. O resultado é um conflito vazio, incapaz de gerar envolvimento emocional ou tensão real.

Gerard Butler repete mais uma vez o mesmo tipo de performance que já se tornou sua marca registrada nesse tipo de produção: funcional, mas completamente previsível e sem qualquer lampejo de novidade. Os efeitos visuais, que deveriam sustentar a grandiosidade da proposta, são frequentemente frágeis e pouco convincentes, comprometendo ainda mais a imersão.

O desfecho sintetiza todos esses problemas. Em vez de amarrar as pontas soltas ou oferecer algum tipo de comentário significativo, o filme parece simplesmente desistir de manter qualquer aparência de coerência, optando por uma conclusão apressada e particularmente absurda. No fim das contas, Destruição Final 2 não quer provocar reflexão, inquietar ou mesmo entreter de forma consistente; quer apenas chegar aos créditos finais da maneira mais fácil possível, deixando a sensação de que nem ele próprio sabe qual história tentou contar.

Apple TV+ divulga novo trailer da 2ª temporada de Monarch: Legado de Monstros e antecipa retorno épico ao Monsterverse

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O Apple TV+ divulgou um novo trailer da segunda temporada de Monarch: Legado de Monstros, preparando o público para o retorno da série ao universo do Monsterverse antes da estreia marcada para 27 de fevereiro. A prévia indica uma narrativa mais ampla e intensa, reforçando o papel da produção como um dos principais pilares da expansão televisiva da franquia que reúne algumas das criaturas mais icônicas da cultura pop.

A série volta a ser liderada por Kurt Russell (Os Oito Odiados, Fuga de Los Angeles) e Wyatt Russell (Falcão e o Soldado Invernal, Overlord), que interpretam Lee Shaw em diferentes momentos de sua vida. O elenco principal também conta com Anna Sawai (Pachinko, Velozes e Furiosos 9), Kiersey Clemons (Flash, Dope: Um Deslize Perigoso), Ren Watabe (461 Okamoto), Mari Yamamoto (Kate, The Naked Director), Joe Tippett (Mare of Easttown, The Morning Show) e Anders Holm (Workaholics, The Intern).

Na nova temporada, a organização Monarch enfrenta consequências diretas de decisões tomadas no passado. Segredos antigos voltam à tona, colocando em risco a estabilidade global e forçando os personagens a confrontarem erros que pareciam enterrados. A narrativa segue alternando períodos históricos, conectando eventos dos anos 1950 a um presente cada vez mais ameaçado pela presença dos Titãs.

Os novos episódios ampliam o alcance da série dentro do Monsterverse ao trazer de volta Godzilla e Kong, figuras centrais da franquia cinematográfica. Além deles, a trama apresenta uma nova entidade: o enigmático Titã X, descrito como uma força ancestral de poder devastador. Diferente de ameaças anteriores, o novo titã surge envolto em mistério, despertando tanto fascínio quanto terror entre os personagens.

A presença do Titã X promete alterar o equilíbrio entre humanos e monstros. Sua origem, motivações e impacto sobre o planeta se tornam o centro do conflito, levando a Monarch a decisões extremas. A série sugere que compreender essa criatura pode ser a única chance de evitar um colapso em escala global.

Além do espetáculo visual, Monarch: Legado de Monstros mantém o foco nas consequências humanas desse mundo dominado por criaturas colossais. Relações familiares são colocadas à prova, alianças se desfazem e antigos inimigos são forçados a cooperar. Esse equilíbrio entre drama pessoal e ameaça global continua sendo um dos principais diferenciais da produção.

A segunda temporada também conta com a participação de novos nomes no elenco, incluindo Takehiro Hira (Shōgun, Snake Eyes), Amber Midthunder (O Predador: A Caçada, Legion), Curtiss Cook (Narcos, House of Cards), Cliff Curtis (Avatar, Fear the Walking Dead), Dominique Tipper (The Expanse) e Camilo Jiménez Varón, ampliando o universo narrativo da série.

Produzida pela Legendary Television em parceria com o Apple TV+, a série faz parte de um plano maior de expansão do Monsterverse para o streaming, que inclui novos projetos e spin-offs já anunciados. Com estreia próxima, a segunda temporada chega com a promessa de elevar a escala da história, aprofundar seus personagens e reforçar a ligação direta entre televisão e cinema dentro de um universo compartilhado cada vez mais ambicioso.

MUBI confirma estreia de “Valor Sentimental” no streaming e reforça aposta em um dos filmes mais aclamados do ano

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A MUBI anunciou a data de estreia exclusiva no streaming de Valor Sentimental, novo longa-metragem do cineasta norueguês Joachim Trier, um dos nomes mais respeitados do cinema autoral contemporâneo. O filme chega à plataforma no dia 13 de fevereiro, reforçando o catálogo da distribuidora com uma obra que já nasce cercada de reconhecimento crítico, prêmios importantes e uma forte expectativa do público cinéfilo.

Dirigido por Trier, conhecido por filmes como A Pior Pessoa do Mundo e Oslo, 31 de Agosto, Valor Sentimental teve sua primeira exibição mundial na Competição Oficial do Festival de Cannes de 2025. No evento, o longa conquistou o Grande Prêmio, consolidando-se como um dos títulos mais comentados do festival e reafirmando a habilidade do diretor em transformar conflitos íntimos em narrativas universais.

Desde então, o filme vem acumulando uma trajetória impressionante nas principais premiações internacionais. Valor Sentimental recebeu nove indicações ao Oscar® 2026, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original, além de reconhecimento nas categorias de atuação. No BAFTA, foram oito indicações, entre elas Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz. O sucesso também se refletiu no circuito europeu: o longa saiu como o grande vencedor do European Film Awards, levando seis estatuetas, incluindo Melhor Filme Europeu e Melhor Direção.

No centro da história está Nora, interpretada por Renate Reinsve, atriz que volta a trabalhar com Trier após aclamada parceria em A Pior Pessoa do Mundo. Nora é uma atriz de teatro consolidada que se vê forçada a revisitar feridas antigas quando reencontra o pai, Gustav Borg, vivido por Stellan Skarsgård. Ex-diretor de cinema renomado, Gustav passou anos distante das filhas e agora tenta retomar tanto a carreira quanto os laços familiares, planejando um filme inspirado na própria história da família.

O reencontro, no entanto, está longe de ser simples. Ao oferecer a Nora o papel principal de seu novo projeto, Gustav escancara conflitos mal resolvidos, ressentimentos e mágoas que nunca foram completamente superadas. Diante da recusa da filha, ele volta suas atenções para Rachel Kemp, uma jovem atriz de Hollywood interpretada por Elle Fanning, que vê na proposta uma chance decisiva para sua carreira. A decisão aprofunda ainda mais as tensões entre pai e filhas, trazendo à tona questões sobre abandono, reconhecimento e o limite entre vida pessoal e criação artística.

Além de Nora, a trama também acompanha Agnes, a irmã mais nova, vivida por Inga Ibsdotter Lilleaas, que se encontra presa entre o desejo de reconciliação e o peso de um passado marcado pela ausência paterna. À medida que os personagens se confrontam, Valor Sentimental constrói um retrato sensível e honesto sobre como a memória molda relações, e sobre como a arte pode ser tanto uma forma de cura quanto de exposição de antigas feridas.

Com roteiro assinado por Joachim Trier em parceria com seu colaborador frequente Eskil Vogt, o filme se destaca pela abordagem intimista e pelas atuações intensas, que têm sido amplamente elogiadas pela crítica internacional. Veículos especializados destacaram o longa como uma obra profundamente humana, capaz de equilibrar dor, afeto e reflexão, mantendo o estilo elegante e melancólico característico do diretor.

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