Depois de anos no limbo, Jogador Nº 2 finalmente dá um passo importante e a sequência começa a sair do papel

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Quem esperava novidades sobre Jogador Nº 2 já pode comemorar. Depois de quase seis anos desde o anúncio oficial da continuação, o projeto finalmente voltou a andar nos bastidores. A principal novidade veio de Zak Penn, roteirista do primeiro filme, que confirmou que o roteiro da sequência já está em desenvolvimento. A informação foi publicada pelo The Direct.

Desde 2020, quando a adaptação foi anunciada pela Warner Bros., poucas atualizações haviam sido divulgadas. O silêncio fez muita gente acreditar que o projeto havia perdido força. A confirmação de Penn muda esse cenário e indica que a continuação entrou, de fato, em uma nova fase.

O que isso significa para o futuro da franquia?

Ainda não existe uma data para o início das filmagens nem previsão de estreia, mas um roteiro em desenvolvimento costuma representar uma das etapas mais importantes de qualquer produção.

Também continua sem resposta uma das perguntas que mais despertam curiosidade entre os fãs: Steven Spielberg vai dirigir o novo filme?

Até agora, o diretor não foi confirmado oficialmente no comando da sequência. Mesmo assim, Zak Penn revelou que Spielberg segue participando do desenvolvimento do projeto, acompanhando as discussões criativas desde o início.

A história vai continuar de onde o primeiro filme parou?

Tudo indica que sim.

O novo longa adapta Jogador Nº 2, livro lançado por Ernest Cline em 2020. A obra acompanha Wade Watts depois dos acontecimentos do primeiro filme e apresenta uma nova tecnologia capaz de tornar o OASIS ainda mais imersivo.

Se a adaptação seguir o material original, a continuação deve ampliar os dilemas sobre realidade virtual, privacidade e dependência tecnológica, temas que já apareciam na história de 2018, mas ganham muito mais espaço no segundo livro.

Por que Jogador Nº 1 virou um fenômeno?

Steven Spielberg construiu praticamente uma caça ao tesouro para quem cresceu consumindo filmes, séries, videogames e quadrinhos. Cada cena escondia alguma referência diferente.

O DeLorean de De Volta para o Futuro, o Cubo Cósmico de Minecraft, personagens de Street Fighter, Halo, Mortal Kombat, Overwatch, Gundam, King Kong, Godzilla e até uma longa sequência inspirada em O Iluminado apareceram ao longo da aventura.

Era praticamente impossível assistir ao filme apenas uma vez e perceber todos os detalhes espalhados pelo OASIS.

Quem pode voltar para a sequência?

A Warner ainda mantém silêncio sobre o elenco.

Tye Sheridan e Olivia Cooke continuam sendo os nomes mais associados ao projeto por interpretarem Wade Watts e Samantha Cook no primeiro filme. Mark Rylance, Simon Pegg, Ben Mendelsohn, Lena Waithe, Hannah John-Kamen, Win Morisaki e T. J. Miller também participaram da produção original.

Como o segundo livro continua acompanhando Wade e seus aliados, existe a possibilidade de vários personagens retornarem, embora nenhum contrato tenha sido anunciado até o momento.

O sucesso do primeiro filme explica a continuação?

Sem dúvida.

Com um orçamento estimado em US$ 175 milhões, Jogador Nº 1 arrecadou cerca de US$ 592 milhões nas bilheterias mundiais. O resultado colocou o longa entre os maiores sucessos comerciais da Warner em 2018 e consolidou a adaptação como uma das produções de ficção científica mais populares daquela década.

Baywatch vai voltar! Amazon garante nova série no Brasil e traz de volta as nove temporadas do clássico para o streaming

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Foto: Reprodução/ Internet

A volta de Baywatch já tem destino definido em boa parte do mundo. A Amazon MGM Studios fechou um acordo para distribuir a nova adaptação da franquia em diversos mercados internacionais, incluindo o Brasil. A informação foi publicada pelo The Hollywood Reporter e confirma que a série fará parte do catálogo do Prime Video na América Latina, além de países como França, Alemanha, Itália, Espanha e Índia.

O acordo também reserva uma surpresa para quem acompanhou a produção nos anos 1990. Antes mesmo da estreia da nova versão, o Prime Video passará a reunir as nove temporadas da série original, exibida entre 1989 e 2001. O pacote, porém, não inclui Baywatch Nights, derivado lançado na metade da década de 1990, que ficou fora da negociação.

Quem estará na nova equipe de salva-vidas?

Stephen Amell, lembrado por viver Oliver Queen em Arrow, interpreta Hobie Buchannon. David Chokachi retorna à franquia como Cody Madison, personagem que marcou sua passagem pela série original. O elenco ainda conta com Jessica Belkin, Thaddeus LaGrone, Hassie Harrison, Brooks Nader, Noah Beck e Shay Mitchell.

A escolha mistura atores experientes com nomes de uma geração mais recente, refletindo a proposta de apresentar Baywatch para um público que talvez nunca tenha acompanhado a produção exibida na TV aberta durante os anos 1990 e o início dos anos 2000.

O que esperar da história?

A sinopse divulgada pela Amazon indica que a essência da franquia permanece intacta. Os resgates nas praias continuam sendo parte importante da narrativa, mas a série também acompanha a convivência entre os integrantes da nova equipe de salva-vidas.

Os personagens precisarão lidar com conflitos pessoais, relações dentro do grupo e situações de risco que surgem durante o trabalho. A ideia é usar esses elementos para construir uma dinâmica parecida com a da produção original, mas voltada para uma nova geração de espectadores.

Nosso Segredo | Primeiro filme dirigido por Grace Passô ganha trailer, cartaz e chega aos cinemas após trajetória por festivais internacionais

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Grace Passô já construiu uma carreira sólida como atriz, dramaturga e roteirista. Agora, ela assume pela primeira vez a direção de um longa-metragem. Nosso Segredo acaba de divulgar seu trailer e cartaz oficiais antes da estreia nos cinemas brasileiros e inicia essa nova fase da artista depois de uma passagem por alguns dos principais festivais de cinema do circuito internacional.

O filme será um dos destaques da 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado, onde integra a mostra competitiva de longas brasileiros. A première nacional acontece em 20 de agosto, no Palácio dos Festivais. No dia seguinte, o público poderá assistir a uma nova sessão seguida de um debate com a própria Grace Passô.

A produção também levará uma das maiores delegações desta edição do festival. Mais de 17 integrantes da equipe estarão em Gramado, entre eles Grace Passô, Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Juan Queiroz e o produtor Ricardo Alves Jr.

Qual é a história de Nosso Segredo?

Ambientado em Belo Horizonte, o longa acompanha uma família negra que tenta reorganizar a própria vida depois da morte de um familiar. Cada personagem reage ao luto de uma maneira diferente. Alguns preferem o silêncio, outros tentam seguir a rotina como se nada tivesse acontecido.

No centro dessa reconstrução está o filho mais novo, que guarda um segredo capaz de mudar a forma como todos enxergam a própria dor.

A proposta do filme evita transformar o luto em um grande espetáculo dramático. Em vez disso, acompanha pequenos gestos, silêncios e conversas interrompidas, mostrando como uma perda modifica o cotidiano de quem permanece.

Como foi a trajetória do filme antes da estreia no Brasil?

Antes de chegar ao circuito nacional, Nosso Segredo percorreu festivais importantes fora do país.

A estreia mundial aconteceu no Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), onde o longa foi selecionado para a mostra Perspectives, dedicada a diretores que apresentam seu primeiro longa-metragem.

Depois da passagem pela Alemanha, o filme também participou de eventos na França, Uruguai, Argentina e Jordânia, ampliando sua circulação antes do lançamento comercial no Brasil.

Essa trajetória marca a estreia de Grace Passô como diretora de cinema em um circuito internacional que costuma revelar novos realizadores para o público e para o mercado audiovisual.

Quem faz parte do elenco?

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema e do teatro brasileiros, como Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Marisa Revert e Juan Queiroz.

O filme também marca a estreia de Mateus Aleluia como ator de cinema. Integrante histórico do grupo Os Tincoãs, o músico participa da produção ao lado da cantora e compositora Tássia Reis, que também faz sua primeira atuação em um longa-metragem.

A presença dos dois artistas amplia o encontro entre diferentes linguagens, reunindo nomes ligados à música, ao teatro e ao cinema em uma mesma produção.

Quem assina a trilha sonora?

A trilha original é composta por Amaro Freitas, pianista pernambucano reconhecido internacionalmente por seu trabalho que aproxima o jazz contemporâneo das tradições afro-brasileiras.

Nos últimos anos, Amaro recebeu prêmios como o Paul Acket Award, do North Sea Jazz Festival, além de conquistas na APCA e no Prêmio Multishow. Seu trabalho também já foi indicado ao Grammy Latino.

Em Nosso Segredo, a música acompanha o ritmo da narrativa sem ocupar o primeiro plano. O piano aparece como parte da construção emocional da história e ajuda a traduzir momentos em que os personagens dizem pouco, mas carregam muito do que estão vivendo.

Quando o filme estreia?

A estreia nacional nos cinemas acontece em 27 de agosto, dentro da Sessão Vitrine Petrobras, iniciativa criada pela Vitrine Filmes em parceria com a Petrobras para ampliar a circulação de produções brasileiras independentes.

Zona Zero | Novo filme do diretor de Invasão Zumbi revela cartaz oficial e apresenta uma ameaça biológica que evolui a cada minuto

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando Invasão Zumbi chegou aos cinemas, em 2016, Yeon Sang-ho provou que ainda havia espaço para contar boas histórias dentro de um gênero que muita gente já considerava desgastado. Em vez de apostar apenas na violência ou em cenas de perseguição, o diretor colocou personagens comuns diante de escolhas difíceis e transformou um simples trem em um cenário de tensão constante.

Dez anos depois, ele volta ao terror com Zona Zero (Colony), produção sul-coreana que estreia nos cinemas brasileiros em 1º de outubro. A Paris Filmes divulgou o cartaz oficial do longa, que troca os tradicionais mortos-vivos por uma ameaça biológica capaz de aprender, evoluir e reagir às estratégias dos próprios sobreviventes.

Como começa a crise?

A história acontece durante uma conferência de biotecnologia realizada em um grande complexo comercial. Pesquisadores, empresários e convidados acompanham a apresentação de uma nova tecnologia quando tudo sai do controle.

O cientista Seo Young-chul invade uma área restrita e injeta em um executivo um organismo desenvolvido por ele. Poucos minutos depois, a infecção já tomou conta do prédio. O sistema de segurança bloqueia todas as saídas, o local entra em quarentena e quem ficou lá dentro precisa encontrar uma maneira de sobreviver.

A partir desse momento, ninguém sabe exatamente o que está enfrentando.

O que diferencia os infectados de Zona Zero?

Quem assistiu ao trailer pode perceber que Yeon Sang-ho não quis repetir a fórmula dos filmes de zumbis tradicionais.

As criaturas de Zona Zero compartilham informações entre si por meio de uma rede biológica formada por micélios. Isso faz com que aprendam rapidamente. Se uma rota de fuga funciona uma vez, dificilmente dará certo de novo. Se uma armadilha atrasa o grupo, os infectados logo encontram uma forma de contorná-la.

Essa ideia muda completamente o ritmo da história. O perigo não aumenta apenas porque há mais monstros circulando pelo prédio. Ele cresce porque o inimigo passa a entender como os sobreviventes pensam.

Quem tenta manter todos vivos?

No centro da história está Kwon Se-jeong, personagem de Jun Ji-hyun. Professora de biotecnologia, ela perdeu o emprego depois de denunciar irregularidades e comparece à conferência tentando reconstruir a carreira.

Quando o prédio entra em isolamento, seu conhecimento científico se torna uma das poucas vantagens do grupo. Em vez de agir por impulso, ela observa o comportamento do organismo, procura padrões e tenta descobrir pontos fracos antes que seja tarde demais.

Ao lado dela está Choi Hyun-seok, interpretado por Ji Chang-wook. Segurança do edifício, ele havia levado a irmã para almoçar no local justamente no dia do evento. Depois do início da contaminação, seu objetivo deixa de ser apenas escapar. Ele tenta manter a irmã em segurança, mesmo quando a situação parece não ter saída.

Já o responsável por toda a tragédia é Seo Young-chul, vivido por Koo Kyo-hwan. Ex-pesquisador de uma empresa de biotecnologia, ele acredita que seu trabalho foi roubado e decide transformar sua pesquisa em um ato de vingança.

Existe uma forma de enfrentar a contaminação?

Boa parte da tensão do filme nasce justamente dessa busca por respostas.

Os personagens descobrem que alguns produtos conseguem interferir temporariamente no organismo responsável pela infecção. Perfumes, compostos químicos e até o sistema de combate a incêndio do prédio passam a ser usados em tentativas improvisadas de abrir caminho pelos corredores.

Nada funciona por muito tempo. Cada descoberta oferece apenas alguns minutos de vantagem antes que os infectados encontrem uma forma de reagir.

Esse detalhe impede que a narrativa fique repetitiva. Sempre que o grupo acredita ter encontrado uma solução, o cenário muda novamente.

A história fica apenas dentro do prédio?

Não.

Parte da narrativa acompanha os acontecimentos do lado de fora. Gong Seol-hee, interpretada por Shin Hyun-been, perde contato com o marido, preso dentro da área de quarentena, e passa a colaborar com uma equipe de investigação.

As buscas levam os agentes até laboratórios ligados ao cientista responsável pelo ataque. Aos poucos, surgem respostas sobre a origem do organismo e sobre o tamanho do risco que ele representa caso consiga ultrapassar os limites do edifício.

Essa mudança de perspectiva ajuda a ampliar a história sem tirar o foco dos sobreviventes que continuam presos.

Quem está por trás do filme?

Yeon Sang-ho divide o roteiro com Choi Gyu-seok, parceiro de longa data em outros projetos. Os dois voltam a trabalhar com temas ligados à ciência, interesses corporativos e consequências de pesquisas conduzidas sem qualquer limite ético.

O elenco reúne nomes bastante conhecidos do cinema e da televisão sul-coreanos. Jun Ji-hyun lidera a produção ao lado de Ji Chang-wook, Koo Kyo-hwan, Kim Shin-rok, Shin Hyun-been e Go Soo.

Quando Zona Zero chega aos cinemas?

A estreia brasileira está marcada para 1º de outubro, com distribuição da Paris Filmes.

Thayk é a principal atração do 100% Lounge nesta sexta-feira (7), no Recife

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Quem pretende começar o fim de semana ao som do brega já tem um destino certo no Recife. Nesta sexta-feira (7), o cantor Thayk será a principal atração do Sextou do 100%, evento realizado na 100% Lounge, no bairro da Boa Vista. A programação começa às 18h e reúne artistas locais em uma noite dedicada à música ao vivo.

Conhecido pelo apelido de Maloqueiro Apaixonado, Thayk conquistou espaço entre os nomes do brega romântico ao apostar em letras que falam de amor, saudade e relacionamentos. Músicas como Além da Cama e Cenas de Amor ajudaram a ampliar a popularidade do artista e continuam entre as mais pedidas durante seus shows, onde o público costuma acompanhar cada verso.

Quem já assistiu a uma apresentação do cantor sabe que o repertório vai além dos lançamentos. O show reúne músicas que marcaram sua trajetória, além de interpretações de sucessos conhecidos pelo público do gênero, criando um clima de proximidade entre o artista e quem está na plateia.

A noite também contará com apresentações de Viviane Souza, Lapada, Marcílio Monthier e Júnior 100%, formando uma programação voltada para quem gosta de diferentes vertentes da música popular pernambucana. A proposta é manter o palco em atividade durante toda a noite, com atrações que dialogam com o perfil do público da casa.

Ao longo dos últimos anos, o Sextou do 100% passou a fazer parte da agenda de quem procura opções de lazer nas noites de sexta-feira no centro do Recife. A combinação de shows ao vivo, localização acessível e uma programação variada fez do evento um dos encontros frequentes para quem aprecia o cenário musical local.

A 100% Lounge fica na Rua Sete de Setembro, 307, na Boa Vista, bairro conhecido pela concentração de bares, restaurantes e espaços de entretenimento. A localização facilita o acesso tanto para quem mora na região central quanto para visitantes de outros bairros da capital.

Os ingressos antecipados estão disponíveis pela plataforma Sympla. O primeiro lote custa R$ 25, o segundo R$ 30 e o terceiro R$ 35. Quem preferir obter mais informações ou garantir uma reserva pode entrar em contato pelo telefone (81) 98589-3546.

Homem-Aranha: Um Novo Dia ganha sessões em IMAX; Veja por que esse formato pode mudar a forma de assistir ao filme

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Quem ainda não assistiu a Homem-Aranha: Um Novo Dia ou está pensando em rever o filme terá uma nova opção nos cinemas. Segundo informações publicadas pelo Deadline, a Sony Pictures confirmou que o longa também será exibido em salas IMAX, formato conhecido pela tela ampliada e pelo sistema de som de alta qualidade.

A novidade chega em um momento em que o filme continua em cartaz e mantém um bom desempenho nas bilheterias. Com mais de US$ 927 milhões arrecadados mundialmente, a produção estrelada por Tom Holland segue atraindo público, e agora também poderá ser vista em um formato pensado para grandes produções de ação.

O que muda na versão IMAX?

A história continua exatamente a mesma. A diferença está na forma como o filme é exibido.

As salas IMAX utilizam uma tela maior, projeção de alta resolução e um sistema de som mais potente. Em algumas sequências, o enquadramento também aproveita uma área maior da imagem, permitindo visualizar detalhes que passam despercebidos em uma sessão convencional.

Em Homem-Aranha: Um Novo Dia, isso faz diferença principalmente nas cenas em que Peter Parker atravessa os prédios de Nova York, nos confrontos contra Jean Grey e nas sequências que exploram as novas habilidades do herói.

Sobre o que é Homem-Aranha: Um Novo Dia?

A história acontece alguns anos depois dos acontecimentos de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Após o feitiço lançado por Doutor Estranho, ninguém mais se lembra de Peter Parker. Sem poder contar com antigos aliados, ele tenta reconstruir a própria vida enquanto continua protegendo Nova York como o Homem-Aranha.

Tudo muda quando uma nova ameaça começa a agir na cidade. Durante a investigação, Peter descobre uma poderosa telepata ligada a experimentos secretos e percebe que seu próprio corpo também está passando por mudanças. Seus sentidos ficam mais aguçados, novas habilidades aparecem e ele precisa aprender a lidar com essa transformação ao mesmo tempo em que tenta impedir uma crise de grandes proporções.

O filme mostra um Peter muito mais independente do que nas produções anteriores, enfrentando os problemas praticamente sozinho e tomando decisões que podem definir seu futuro como herói.

Quem está no elenco?

Além de Tom Holland, o elenco reúne Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Florence Pugh, Mark Ruffalo, Marisa Tomei e Tramell Tillman.

A direção é de Destin Daniel Cretton, responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, enquanto o roteiro foi escrito por Chris McKenna e Erik Sommers, dupla que também assinou os três filmes anteriores do Homem-Aranha no MCU.

Vale a pena assistir em IMAX?

Para quem ainda não foi ao cinema, as sessões em IMAX passam a ser uma das melhores formas de conhecer o filme. A tela maior e o áudio mais imersivo valorizam especialmente as cenas de ação e os momentos em que o Homem-Aranha cruza Nova York usando suas teias.

Quem já assistiu também encontrará motivos para voltar. O formato destaca detalhes da fotografia, amplia a sensação de velocidade durante as perseguições e deixa as sequências de combate ainda mais impactantes.

Crítica – Homem-Aranha: Um Novo Dia troca o espetáculo pela maturidade de Peter Parker

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Depois de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, parecia difícil imaginar qual seria o próximo passo de Peter Parker. O personagem já tinha atravessado o caos do multiverso, dividido a tela com diferentes versões de si mesmo e participado de eventos cada vez maiores dentro do MCU. Havia o risco de ele se tornar apenas mais uma peça desse enorme quebra-cabeça.

Homem-Aranha: Um Novo Dia segue justamente pelo caminho contrário.

Peter perdeu a tia May. MJ e Ned já não fazem ideia de quem ele é. Em vez de transformar isso em mais uma desculpa para salvar o planeta, o filme entende que o maior conflito do Homem-Aranha sempre foi pessoal. A luta mais difícil nunca aconteceu contra um supervilão, mas contra a solidão.

Na primeira direção de Destin Daniel Cretton na franquia, a Marvel abandona o espetáculo constante para contar uma história menor em escala, mas muito mais íntima. Há um cuidado em fazer Nova York voltar a ser parte da identidade do herói. As ruas parecem vivas, os prédios têm peso, e Peter finalmente volta a parecer um garoto que vive apertado, dorme pouco e tenta equilibrar uma vida impossível.

Tom Holland entrega sua atuação mais madura como o personagem. O Peter inseguro dos primeiros filmes dá lugar a alguém mais cansado, marcado pelas perdas e obrigado a seguir em frente sem ninguém para dividir esse peso. A mutação genética apresentada pelo roteiro amplia sua força e também sua agressividade, criando um conflito interessante entre o herói que ele sempre tentou ser e a pessoa em que pode acabar se tornando.

Enquanto Peter escolhe manter distância para proteger quem ama, MJ e Ned seguem suas vidas sem imaginar que ele continua por perto. Essa renúncia dá força ao filme e funciona graças às atuações. Zendaya vive sua melhor versão da personagem até agora, mesmo aparecendo menos do que muitos esperam, enquanto Jacob Batalon continua sendo um alívio natural sempre que entra em cena.

Outra ótima surpresa é Jon Bernthal. Em vez de transformar o Justiceiro em um antagonista, o roteiro explora a relação entre dois homens que enxergam a violência de formas completamente diferentes. O contraste entre o idealismo de Peter e o pragmatismo de Frank Castle rende alguns dos melhores diálogos do filme.

Esse Castle está mais contido do que a versão da série, mas isso funciona dentro da proposta da história. Existe uma cena no hospital que revela um lado mais humano do personagem sem parecer forçada, e é justamente ali que a química entre Bernthal e Holland aparece com mais força.

Quem realmente domina boa parte do filme, porém, é Sadie Sink. Sua personagem se torna o eixo emocional da narrativa e mantém uma presença constante, mesmo quando está fora de cena. O problema é que o roteiro nunca desenvolve seu passado com a profundidade necessária. Algumas respostas chegam rápido demais e deixam a sensação de que havia uma história maior ali, mas ela acaba resumida em explicações superficiais.

O roteiro também insiste em mostrar a solidão de Peter, mas quase nunca apresenta a vida comum que ele tanto deseja recuperar. Falta vê-lo vivendo essa rotina perdida. Sem isso, o peso do sacrifício acaba ficando mais no discurso do que nas imagens.

As poucas interações entre Peter, MJ e Ned seguem essa mesma lógica. O filme aproxima os personagens de momentos emocionalmente fortes, mas sempre recua antes de realmente explorar essas emoções.

A trama envolvendo manipulação mental começa interessante, porém perde força quando o Departamento de Controle de Danos assume papel central na história. A partir daí, a narrativa passa a seguir caminhos mais previsíveis e enfraquece parte das revelações do terceiro ato.

Já a participação de Bruce Banner soa deslocada. O Hulk de Mark Ruffalo entra na história sem uma função realmente importante, apenas para repetir um conflito que o MCU já explorou diversas vezes. É um arco que pouco acrescenta ao filme e parece existir apenas para criar uma conexão com o restante da franquia.

No aspecto técnico, Um Novo Dia funciona muito bem. Os efeitos visuais têm algumas oscilações no início, mas evoluem bastante conforme a história avança. A fotografia valoriza a cidade sem exageros, os figurinos estão excelentes e a direção das cenas de ação acerta ao privilegiar coreografias claras em vez da câmera excessivamente agitada que se tornou comum em tantos filmes do gênero.

A trilha sonora também merece destaque. Em vez de buscar grandiosidade a qualquer custo, acompanha o estado emocional de Peter e reforça o tom melancólico da narrativa sem exagerar.

Mesmo com um roteiro irregular, personagens que poderiam ser melhor desenvolvidos e algumas escolhas seguras demais, Homem-Aranha: Um Novo Dia devolve ao personagem algo que fazia falta havia muito tempo: a sensação de que Peter Parker voltou a ser o centro da própria história. Quando o filme se concentra nele, deixa claro que o Homem-Aranha continua sendo muito mais interessante quando enfrenta os problemas que nenhum superpoder consegue resolver.

Resenha – O estudante II: Mamãe Querida mostra que crescer também significa aprender a lidar com a perda

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Nem sempre uma continuação precisa aumentar a aventura ou criar um conflito maior. Em O estudante II: Mamãe Querida, Adelaide Carraro escolhe um caminho bem diferente. Em vez de apostar em reviravoltas, ela coloca o foco nas pessoas e em como cada uma tenta seguir em frente quando a vida muda de uma hora para outra.

Logo nas primeiras páginas fica claro que Roberto Mascarenhas já não é o mesmo garoto do primeiro livro. A morte do irmão Renato muda completamente a rotina da família, e cada personagem reage de um jeito. O pai se distancia de tudo e de todos. A mãe passa a enfrentar um sofrimento difícil de colocar em palavras. Enquanto isso, Roberto tenta segurar as pontas mesmo sem saber exatamente como fazer isso.

O mais interessante é que Adelaide Carraro não tenta transformar Roberto em alguém que sempre faz a escolha certa. Ele erra, se sente perdido e também sofre. Ainda assim, percebe que ficar parado não vai ajudar ninguém. Essa humanidade faz diferença. Em muitos momentos, ele parece mais um adolescente tentando lidar com problemas grandes demais para a própria idade do que um protagonista criado para dar exemplo.

A história também reserva espaço para Rosana, irmã adotiva de Roberto. Quando ela começa a descobrir mais sobre o próprio passado, aparecem dúvidas, inseguranças e episódios de preconceito que acabam se tornando uma parte importante da narrativa. Mesmo sendo um livro escrito há muitos anos, essas situações continuam familiares porque ainda fazem parte da realidade de muita gente.

Uma das coisas que mais chamam atenção é a forma como Adelaide escreve. Ela não tenta convencer o leitor a se emocionar. Simplesmente apresenta os acontecimentos e deixa que eles falem por conta própria. Isso faz com que os momentos mais difíceis tenham muito mais força do que se fossem carregados de discursos ou reflexões intermináveis.

Também é interessante perceber como o livro confia no leitor jovem. Em vez de suavizar assuntos delicados, a autora fala sobre luto, preconceito e conflitos familiares com sinceridade. São temas pesados, mas tratados de forma acessível, sem parecer uma lição de moral.

A nova edição ainda traz uma apresentação visual renovada, mantendo as ilustrações clássicas que marcaram a série. É um cuidado que ajuda a aproximar a obra de novos leitores sem apagar a identidade que ela sempre teve.

No fim, O estudante II: Mamãe Querida é menos sobre a morte e mais sobre o que acontece depois dela. Sobre as mudanças silenciosas dentro de uma família, o peso das responsabilidades que chegam cedo demais e a tentativa de continuar vivendo quando tudo parece fora do lugar. É uma leitura que emociona justamente porque não força o drama. Ela deixa que os personagens enfrentem a dor do jeito que muita gente enfrenta na vida real: um dia de cada vez.

Resenha – De medos e assombrações prova que as melhores histórias de terror não precisam de monstros

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Existe um tipo de medo que quase todo brasileiro conhece. Não vem de filmes de terror nem de livros cheios de criaturas assustadoras. É aquele que nasce de um causo contado por alguém da família, geralmente à noite, com a garantia de que “isso aconteceu de verdade”. De medos e assombrações recupera exatamente esse sentimento.

Em vez de criar um terror cheio de sustos, Cora Coralina coloca no papel histórias que parecem ter atravessado décadas antes de chegarem ao leitor. Enquanto a maioria das narrativas atuais explica tudo ou busca um final de impacto, aqui o mais interessante é justamente o que fica sem resposta. Nem sempre importa descobrir se a assombração existia ou não. O que importa é entender por que aquelas histórias continuavam sendo contadas.

Esse é o grande diferencial do livro. Os contos não passam a impressão de terem sido inventados apenas para entreter. Eles carregam o jeito de falar, os costumes e as crenças de um Brasil que muita gente conhece apenas pelas lembranças dos pais e dos avós. É fácil imaginar essas histórias surgindo durante uma conversa na calçada, em uma cozinha de fogão a lenha ou depois de uma missa, quando alguém resolve lembrar de um acontecimento estranho que marcou a cidade inteira.

A escrita de Cora Coralina ajuda muito nisso. Ela não tenta impressionar com frases elaboradas nem transforma o medo em espetáculo. Pelo contrário. Tudo parece simples, direto e muito próximo de quem lê. Em poucos parágrafos, ela consegue criar um ambiente tão convincente que o sobrenatural deixa de parecer absurdo. Por alguns instantes, você aceita que aquilo poderia ter acontecido com qualquer pessoa.

Outro ponto que chama atenção é como o livro respeita a inteligência do leitor. Não existem explicações longas nem tentativas de convencer ninguém de que aquelas histórias são verdadeiras. Cora apenas conta. Quem decide acreditar — ou não — é o próprio leitor. Essa liberdade torna cada conto ainda mais interessante.

As ilustrações de Rogério Soud entram na medida certa. Elas ajudam a construir o clima sem transformar o livro em algo excessivamente sombrio. Funcionam como mais uma peça dessa coleção de lembranças que mistura realidade, superstição e imaginação.

No fim das contas, De medos e assombrações fala muito menos sobre fantasmas do que sobre pessoas. Sobre comunidades que encontravam sentido em histórias passadas de boca em boca e que usavam esses relatos para explicar o inexplicável, ensinar, alertar ou simplesmente alimentar uma boa conversa.

Cine Maior deste domingo (2) exibe Fúria em Alto Mar; Suspense com Gerard Butler transforma uma missão de resgate em uma corrida para evitar uma guerra

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Quem ligar na Record TV neste domingo, 2 de agosto de 2026, encontrará um filme que segue um caminho diferente da maioria das produções estreladas por Gerard Butler. Em vez de colocar o ator no centro de perseguições ou grandes sequências de destruição, Fúria em Alto Mar leva a ação para um submarino nuclear, onde decisões tomadas em poucos segundos podem evitar — ou iniciar — um conflito entre Estados Unidos e Rússia.

Embora tenha sido vendido como um longa de ação, o roteiro dedica boa parte do tempo às escolhas da tripulação, aos jogos de estratégia e à dificuldade de identificar quem realmente representa a ameaça. O resultado lembra clássicos do gênero ambientados em submarinos, nos quais informação vale tanto quanto armamento.

O que acontece em Fúria em Alto Mar?

A história começa quando um submarino americano desaparece durante uma missão perto das águas russas. A Marinha envia o comandante Joe Glass, interpretado por Gerard Butler, para investigar o caso. Antes mesmo de entender o que aconteceu com a embarcação, ele descobre que um grupo militar tomou o poder na Rússia e mantém o presidente do país como prisioneiro.

O objetivo da missão muda completamente. Glass precisa atravessar uma área controlada pelo inimigo enquanto uma equipe de operações especiais tenta resgatar o chefe de Estado russo. Qualquer erro pode transformar uma operação secreta em um confronto entre duas potências nucleares.

O roteiro alterna os acontecimentos dentro do submarino com a operação realizada em terra. As duas histórias caminham juntas e se cruzam diversas vezes até o desfecho.

O que faz o filme funcionar?

Quem espera um festival de explosões pode estranhar o ritmo. Grande parte da tensão vem da rotina dentro da embarcação: operadores analisando sinais de sonar, comandantes avaliando riscos e decisões que precisam ser tomadas antes mesmo de existir uma confirmação sobre o que está acontecendo do lado de fora.

Esse tipo de narrativa cria um suspense constante porque o inimigo quase nunca aparece de forma direta. Em muitos momentos, basta um ruído captado pelos equipamentos ou uma leitura equivocada do radar para colocar toda a tripulação em perigo.

Outro ponto que ajuda a manter a história interessante é a escolha de não transformar todos os personagens russos em adversários. Conforme a trama avança, fica claro que o conflito envolve interesses políticos internos, e não uma guerra entre países.

Quem está no elenco?

Gerard Butler lidera o elenco como Joe Glass, um comandante muito mais racional do que os personagens explosivos que marcaram sua carreira em filmes como Invasão à Casa Branca. Ao seu lado estão Gary Oldman, vivendo o almirante Charles Donnegan, Linda Cardellini, Common e Toby Stephens.

O filme também reúne Michael Nyqvist, ator conhecido por Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres e John Wick. Lançado pouco depois de sua morte, Fúria em Alto Mar acabou se tornando um dos últimos trabalhos de sua carreira.

A direção é de Donovan Marsh, adaptando o romance Firing Point, escrito por Don Keith e George Wallace, ex-comandante da Marinha dos Estados Unidos. Essa origem ajuda a explicar a atenção dedicada aos procedimentos militares e ao funcionamento do submarino.

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