Supergirl estreia com US$ 13 milhões nas bilheterias mundiais e mira abertura de até US$ 50 milhões nos Estados Unidos

Imagem do filme "Supergirl". Foto: Reprodução/ DC Studios

A nova fase da DC Studios começou mais um teste importante nos cinemas. Supergirl, estrelado por Milly Alcock (A Casa do Dragão), arrecadou US$ 7,8 milhões nas sessões de pré-estreia e já soma US$ 13 milhões nas bilheterias mundiais. Segundo a Variety, a expectativa é que o longa feche seu primeiro fim de semana com uma arrecadação entre US$ 47 milhões e US$ 50 milhões apenas nos Estados Unidos, resultado que pode consolidar mais um bom começo para o novo Universo DC após o lançamento de Superman.

O filme marca a estreia de Milly como Kara Zor-El, uma versão da super-heroína bastante diferente da heroína apresentada em adaptações anteriores. Em vez de acompanhar uma origem tradicional, a história adapta a aclamada HQ Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely. Na trama, Kara cruza a galáxia ao lado de Krypto quando conhece Ruthye Marye Knoll, interpretada por Eve Ridley (3 Body Problem), uma jovem determinada a encontrar o assassino de seu pai. A missão coloca a heroína frente a frente com Krem das Colinas Amarelas, vivido por Matthias Schoenaerts (The Old Guard e Ferrugem e Osso).

Um dos diferenciais do filme está justamente na construção da protagonista. Ao contrário de Kal-El, que cresceu na Terra ao lado dos Kent, Kara passou parte da infância em um fragmento de Krypton e testemunhou a destruição do planeta antes de chegar ao nosso mundo. Esse passado torna a personagem mais endurecida e influencia diretamente suas decisões ao longo da história. O elenco ainda conta com David Krumholtz (Oppenheimer e A Lenda do Tesouro Perdido) e Emily Beecham (1899 e Into the Badlands) como os pais da heroína, Zor-El e Alura.

Nos bastidores, o projeto também passou por mudanças importantes. Um filme solo da personagem chegou a ser desenvolvido durante o antigo Universo Estendido da DC (DCEU), depois da participação de Sasha Calle (The Flash) como Supergirl. A ideia foi reformulada quando James Gunn e Peter Safran assumiram a DC Studios em 2022 e iniciaram um novo planejamento para a franquia. O roteiro ficou nas mãos de Ana Nogueira, enquanto a direção é de Craig Gillespie, responsável por filmes como Cruella e Eu, Tonya. As gravações aconteceram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, na Inglaterra, além de locações em Londres e na Escócia.

Anunciado inicialmente como Woman of Tomorrow, o longa perdeu o subtítulo durante a produção e passou a se chamar apenas Supergirl. A estreia aconteceu em 25 de junho, e o desempenho nas próximas semanas deve ser acompanhado de perto pela Warner Bros. e pela DC Studios, já que o filme representa mais um passo na construção do novo universo compartilhado idealizado por James Gunn.

A Queda 2 ganha primeiro teaser e mostra Grace Caroline Currey e Virginia Gardner enfrentando um novo desafio no topo de uma torre de rádio

Foto: Reprodução/ Internet

Quatro anos após conquistar o público com um suspense de sobrevivência ambientado a centenas de metros de altura, A Queda está de volta. A sequência teve seu primeiro teaser divulgado e chegará aos cinemas brasileiros em 24 de setembro. O vídeo antecipa um novo cenário de risco envolvendo escalada e mantém o foco nas protagonistas vividas por Grace Caroline Currey e Virginia Gardner.

A prévia não revela muitos detalhes da trama, mas confirma que Becky e Hunter voltarão a enfrentar uma situação extrema no topo de uma torre de rádio. As primeiras imagens indicam que o isolamento e a dificuldade de escapar continuam sendo os elementos centrais da história, preservando a proposta que fez o longa original se destacar entre os suspenses recentes.

Lançado em 2022, A Queda surgiu como uma produção modesta e acabou encontrando espaço nas bilheterias graças ao boca a boca. Dirigido por Scott Mann, o filme custou cerca de US$ 3 milhões e arrecadou aproximadamente US$ 16,4 milhões em todo o mundo, resultado expressivo para um projeto independente.

A história acompanhava Becky Connor, que tenta lidar com a morte do marido após um acidente durante uma escalada. Em busca de uma forma simbólica de encerrar esse ciclo, ela aceita o convite da amiga Hunter para subir a B67, uma torre de transmissão desativada com cerca de 600 metros de altura, localizada em uma área desértica. O plano era simples: espalhar as cinzas do companheiro no topo da estrutura.

O problema começa na descida. A escada metálica, já comprometida pelo tempo, desaba logo após as duas alcançarem o ponto mais alto da torre. Presas em uma plataforma estreita, elas descobrem que não há sinal de celular, têm poucos suprimentos e nenhuma forma imediata de pedir socorro.

Grande parte da tensão do filme nasce justamente dessa limitação. Becky e Hunter recorrem a diferentes alternativas para tentar chamar atenção de alguém: improvisam equipamentos, utilizam um drone, tentam enviar mensagens e até contam com a ajuda do acaso. Cada tentativa fracassada reduz ainda mais as chances de resgate.

O desfecho acrescenta um componente psicológico à narrativa. Exausta e desidratada, Becky passa a sofrer alucinações que alteram a percepção dos acontecimentos. A revelação muda a leitura de parte da história e conduz ao encerramento do filme, que dividiu opiniões, mas ajudou a tornar a produção um dos suspenses mais comentados daquele ano.

Embora tenha recebido críticas ao roteiro, A Queda foi elogiado pela direção, pela fotografia e pela forma como explorou um espaço extremamente limitado sem perder o ritmo. As atuações de Grace Caroline Currey e Virginia Gardner também foram apontadas como um dos principais acertos da produção, já que grande parte do longa depende exclusivamente da interação entre as duas personagens.

A continuação mantém essa dupla no centro da narrativa. Segundo a sinopse oficial, a experiência das protagonistas em escalada será colocada novamente à prova durante uma nova missão envolvendo uma torre de rádio. O teaser sugere que elas enfrentarão obstáculos diferentes dos vistos no primeiro filme, embora o estúdio ainda não tenha divulgado detalhes sobre o conflito principal.

A direção agora está nas mãos dos irmãos Michael Spierig e Peter Spierig, cineastas conhecidos por trabalhos como Predestination e Jigsaw. O roteiro é assinado por Jonathan Frank em parceria com Scott Mann, responsável pelo longa de 2022, o que preserva parte da equipe criativa da produção original.

Até o momento, Grace Caroline Currey e Virginia Gardner são os únicos nomes confirmados no elenco. O estúdio ainda não revelou novos personagens nem informou como a sequência será conectada aos acontecimentos do primeiro filme, especialmente em relação ao desfecho da história original.

Franquia Todo Mundo em Pânico ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria mundial após retorno dos irmãos Wayans no sexto filme

Foto: Reprodução/ Internet

A franquia Todo Mundo em Pânico acaba de alcançar um marco que poucas séries de comédia conseguem atingir. Com a boa fase do sexto filme nos cinemas, a saga criada pelos irmãos Wayans passou da marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, somando a arrecadação dos seis longas lançados desde 2000. As informações são do Deadline.

Grande parte desse resultado vem do novo filme, que segue em cartaz e já arrecadou US$ 208,5 milhões no mundo todo. Desse total, US$ 100,5 milhões vieram dos cinemas dos Estados Unidos e US$ 108 milhões dos mercados internacionais. O longa custou cerca de US$ 30 milhões para ser produzido, o que faz dele um sucesso financeiro para a Paramount e a Miramax.

Com esses números, a franquia soma mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. O primeiro filme continua sendo o maior sucesso da série, com US$ 278 milhões, seguido por Todo Mundo em Pânico 3, que arrecadou US$ 220,6 milhões. O novo capítulo já superou o quinto longa e aparece entre as maiores bilheterias da história da franquia.

O sexto filme também tem um peso especial por marcar o retorno da família Wayans à série depois de 25 anos. Marlon, Shawn e Keenen Ivory Wayans voltaram a escrever um capítulo da franquia pela primeira vez desde Todo Mundo em Pânico 2, lançado em 2001. Depois da saída do trio, motivada por diferenças criativas com os produtores, os três filmes seguintes foram desenvolvidos sem a participação deles.

Dirigido por Michael Tiddes, o novo longa reúne novamente Anna Faris, Regina Hall, Marlon Wayans e Shawn Wayans, trazendo de volta Cindy Campbell, Brenda Meeks, Shorty Meeks e Ray Wilkins. A história coloca o grupo frente a frente com uma nova onda de assassinatos envolvendo Ghostface e aproveita a situação para brincar com a atual fase de Hollywood, repleta de reboots, continuações tardias e filmes que resgatam personagens clássicos décadas depois.

Outra diferença em relação aos capítulos anteriores é que o roteiro faz referências a fenômenos recentes da cultura pop e do cinema de terror, mantendo o humor escrachado que transformou a franquia em um dos maiores sucessos do gênero no início dos anos 2000. O elenco ainda conta com Olivia Rose Keegan, Cameron Scott Roberts, Savannah Lee Nassif, Dave Sheridan, Cheri Oteri e Lochlyn Munro.

Lançado em 5 de junho de 2026 nos Estados Unidos e um dia antes nos cinemas brasileiros, o filme dividiu a opinião da crítica, mas encontrou um público disposto a celebrar o retorno do elenco original e dos irmãos Wayans. O resultado foi suficiente para escrever um novo capítulo na história da franquia, que agora entra para o seleto grupo de séries de comédia com mais de US$ 1 bilhão arrecadados ao redor do mundo.

Após mais de 15 anos em desenvolvimento, Motor City revela primeiro trailer e confirma estreia do thriller de ação estrelado por Alan Ritchson

Depois de passar mais de uma década em desenvolvimento, Motor City finalmente está pronto para chegar aos cinemas. O thriller de ação estrelado por Alan Ritchson (Reacher) teve seu primeiro trailer oficial divulgado, oferecendo uma prévia da história ambientada na Detroit dos anos 1970. O longa acompanha um ex-presidiário determinado a descobrir quem foi responsável por destruir sua vida, dando início a uma violenta busca por vingança.

Dirigido por Potsy Ponciroli (Old Henry) e escrito por Chad St. John, o filme acompanha John Miller, personagem de Alan Ritchson, que retorna à cidade após deixar a prisão. Convencido de que foi vítima de uma armação, ele passa a perseguir as pessoas envolvidas em sua condenação. O trailer apresenta perseguições de carro, confrontos físicos e uma Detroit marcada pelo crescimento da criminalidade e pelas mudanças econômicas que caracterizaram a cidade durante a década de 1970.

O elenco reúne Shailene Woodley (Ferrari e Divergente) como Sofia, Ben Foster (Hell or High Water e 3:10 to Yuma) no papel de Reynolds, Pablo Schreiber (Halo e American Gods) como Savick, Ben McKenzie (Gotham) interpretando Kent e Lionel Boyce (The Bear) vivendo Youngblood.

A produção também encerra uma longa trajetória iniciada ainda em 2009, quando o roteiro de Chad St. John foi incluído na Black List, lista que reúne os roteiros inéditos mais elogiados da indústria cinematográfica norte-americana. O reconhecimento despertou o interesse da Warner Bros., que começou a desenvolver o projeto nos anos seguintes.

Durante esse período, o filme passou por diversas mudanças. Albert Hughes chegou a ser anunciado como diretor, enquanto Chris Evans recebeu uma proposta para interpretar o protagonista. Depois disso, Dominic Cooper, Jake Gyllenhaal e Gerard Butler também foram considerados para o papel principal. Em diferentes fases do desenvolvimento, nomes como Amber Heard, Gary Oldman e Adrien Brody chegaram a integrar o elenco planejado, mas nenhuma dessas versões saiu do papel.

As filmagens chegaram a ser programadas para 2012, em Atlanta. O início da produção acabou sendo adiado porque os produtores concluíram que não conseguiriam finalizar o longa dentro do cronograma previsto sem comprometer a qualidade. Pouco tempo depois, o encerramento da parceria entre a Warner Bros. e o produtor Joel Silver fez com que o projeto fosse arquivado por vários anos.

O filme voltou ao desenvolvimento somente anos depois, agora sob o comando de Potsy Ponciroli e com Alan Ritchson assumindo o papel principal. Antes da estreia comercial, Motor City foi exibido na seção Venice Spotlight da 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, realizada em agosto de 2025, onde recebeu críticas geralmente positivas.

Netflix revela trailer da 2ª temporada de Ransom Canyon, com novos conflitos entre famílias de rancheiros

A Netflix divulgou o trailer da segunda temporada de Ransom Canyon, série de faroeste baseada nos romances de Jodi Thomas. Os novos episódios chegam ao catálogo em 23 de julho e continuam acompanhando Staten Kirkland e as famílias que disputam o controle das terras da região.

A produção estreou em abril de 2025 e acompanha três famílias de rancheiros do Texas envolvidas em conflitos ligados a negócios, heranças e antigos desentendimentos. No centro da trama está Staten Kirkland, interpretado por Josh Duhamel, proprietário de um dos principais ranchos de Ransom Canyon.

Após a morte do filho Randall em um acidente de carro, Staten passa a questionar a versão oficial do caso. Durante a primeira temporada, ele encontra uma peça de outro veículo no local da colisão e inicia uma investigação para descobrir quem estava envolvido naquela noite.

Quinn O’Grady, personagem de Minka Kelly, também segue como uma figura central na história. Dona do salão de dança da cidade, Quinn possui uma relação antiga com a família Kirkland e era próxima de Amalah, esposa falecida de Staten.

Na primeira temporada, Staten e Quinn se aproximaram, mas o relacionamento foi afetado pelo luto do personagem e pelas escolhas profissionais da protagonista. Ao final dos episódios iniciais, Quinn recebeu uma proposta para trabalhar em Nova York, deixando o futuro dos dois indefinido.

A segunda temporada acompanha as consequências dessa decisão enquanto Staten enfrenta novos desafios ligados ao rancho e à disputa pelas propriedades. A investigação sobre a morte de Randall continua sendo um dos principais pontos da trama, envolvendo Reid, primo do jovem, e outros moradores que esconderam informações sobre o acidente.

A série também retorna com Yancy Grey, interpretado por Jack Schumacher. O personagem chegou a Ransom Canyon como funcionário de um rancho, mas sua origem passou a levantar suspeitas após a descoberta de sua ligação com a família Fuller.

Outro conflito importante envolve Davis Collins, vivido por Eoin Macken. Durante a primeira temporada, ele tentou convencer Staten a vender parte das terras para um projeto de infraestrutura, colocando os interesses das empresas contra os proprietários locais.

O primeiro ano terminou com mudanças significativas após a morte de Cap Fuller, a disputa pelo controle das propriedades e novas revelações sobre o passado dos personagens.

O elenco principal retorna com Josh Duhamel como Staten Kirkland e Minka Kelly como Quinn O’Grady. A produção também conta novamente com Philip Winchester como o xerife Dan Brigman, Lizzy Greene como Lauren Brigman, Garrett Wareing como Lucas Russell e Marianly Tejada como Ellie Estevez.

Disney+ Brasil confirma estreia de Casamento Sangrento 2: A Viúva no catálogo e leva Grace de volta a uma nova caçada mortal

O filme Casamento Sangrento 2: A Viúva já tem data para chegar ao catálogo do Disney+ Brasil. A informação foi confirmada pelo site Omelete e confirma que a sequência do terror com humor ácido estará disponível na plataforma após sua passagem pelos cinemas.

Dirigido por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, responsáveis pelo primeiro filme e por outros trabalhos do gênero como Pânico 5 e Pânico 6, o longa continua a história de Grace MacCaullay, personagem interpretada novamente por Samara Weaving.

A produção funciona como sequência direta de Casamento Sangrento (Ready or Not), lançado em 2019. Na nova trama, Grace precisa lidar com as consequências do confronto contra a família Le Domas e acaba envolvida em um novo ritual organizado por famílias milionárias que disputam uma posição de poder.

O elenco da sequência também conta com Kathryn Newton, que interpreta Faith, irmã mais nova de Grace; Sarah Michelle Gellar, conhecida por Buffy: A Caça-Vampiros; Shawn Hatosy; David Cronenberg; e Elijah Wood, conhecido pela trilogia O Senhor dos Anéis.

A história começa logo após os acontecimentos do primeiro filme. Depois de sobreviver ao ritual de sacrifício da família Le Domas, Grace é encontrada ferida e levada para um hospital. Lá, ela reencontra Faith, uma irmã com quem perdeu contato ao longo dos anos.

A situação muda quando uma nova organização formada por famílias tradicionais e extremamente ricas decide iniciar uma disputa pelo chamado Assento Supremo, uma posição de grande influência dentro do grupo. Para conquistar esse poder, os participantes precisam seguir as regras de um novo jogo envolvendo Grace.

Por ter sobrevivido ao ritual dos Le Domas, Grace se torna o principal alvo da competição. As famílias restantes recebem a missão de eliminá-la antes do amanhecer, seguindo as regras estabelecidas pela entidade conhecida como Le Bail.

Obrigada a participar para proteger a irmã, Grace volta a enfrentar uma série de desafios enquanto tenta escapar dos integrantes das famílias Danforth, Wan, Rajan e El Caido. Durante a disputa, ela descobre uma possível saída: um casamento com um dos membros da elite poderia encerrar o jogo imediatamente e garantir o controle do Assento Supremo.

O elenco apresenta novos personagens ligados às famílias envolvidas no ritual. Sarah Michelle Gellar interpreta Ursula Danforth, integrante de uma das famílias mais poderosas, enquanto Shawn Hatosy vive Titus Danforth, seu irmão gêmeo. David Cronenberg aparece como Chester Danforth, líder da família.

Também fazem parte da produção Néstor Carbonell como Ignacio El Caido, Kevin Durand como Bill Wilkinson, Olivia Cheng como Wan Chen Xing e Nadeem Umar-Khitab como Viraj Rajan.

O roteiro foi escrito por Guy Busick e R. Christopher Murphy, mantendo a mistura de suspense, violência gráfica e comédia que marcou o primeiro filme. A produção teve orçamento estimado em US$ 14 milhões e arrecadou cerca de US$ 42,9 milhões nas bilheterias.

Blue Lock ganha primeiro trailer legendado em português do filme live-action que leva a disputa pelo atacante perfeito para os cinemas em agosto

A franquia Blue Lock ganhou seu primeiro trailer completo legendado em português para o filme live-action baseado no famoso mangá de futebol japonês. A produção chega aos cinemas em 13 de agosto e adapta a história criada por Muneyuki Kaneshiro e ilustrada por Yusuke Nomura, apresentando a disputa entre jovens jogadores que tentam conquistar uma vaga no projeto mais radical do futebol japonês.

Lançado originalmente em 2018 pela Kodansha na revista Weekly Shōnen Magazine, Blue Lock chamou atenção por apresentar uma visão diferente das histórias tradicionais de esporte. A trama não acompanha apenas a evolução de um time, mas coloca atacantes uns contra os outros em uma competição onde talento, personalidade e capacidade de decidir partidas são colocados à prova.

A história começa depois da eliminação do Japão na Copa do Mundo de 2018. A dirigente Anri Teieri acredita que o principal problema da seleção está na falta de um atacante capaz de assumir o protagonismo nos momentos decisivos. Para mudar esse cenário, ela contrata Jinpachi Ego, um treinador com uma proposta bastante polêmica.

A ideia de Ego é criar o Blue Lock, um centro de treinamento que reúne 300 jovens atacantes de todo o país. Eles passam por uma série de desafios e partidas eliminatórias, e somente um jogador poderá sair do projeto como o novo centroavante da seleção japonesa.

O filme acompanha Isagi Yoichi, um atacante que entra no programa após uma derrota que muda sua forma de enxergar o futebol. Em uma partida importante, ele decide tocar a bola para um companheiro em vez de finalizar sozinho. O passe acaba não dando resultado, e a eliminação faz Isagi questionar se está jogando da maneira certa para alcançar seu objetivo.

Dentro do Blue Lock, ele encontra outros atletas com estilos completamente diferentes. Alguns dependem da força física, outros da velocidade, da técnica ou da leitura de jogo. A competição faz com que Isagi precise evoluir constantemente e descobrir qual é sua maior arma dentro de campo.

O trailer do live-action apresenta a estrutura do projeto, os confrontos entre os jogadores e o clima de disputa criado por Jinpachi Ego. A adaptação transforma os desafios do mangá em uma produção com atores reais, mantendo o foco na rivalidade entre os participantes e na busca pelo atacante considerado ideal.

Criado há quase uma década, a franquia se tornou um dos mangás esportivos mais populares do Japão. A obra venceu o 45º Prêmio de Mangá Kodansha na categoria Melhor Mangá Shōnen em 2021 e alcançou milhões de cópias vendidas ao redor do mundo.

O sucesso também levou a franquia para o anime. A primeira temporada estreou em 2022, produzida pelo estúdio japonês 8bit, com direção de Tetsuaki Watanabe. A série foi lançada internacionalmente pela Crunchyroll e recebeu dublagem em português brasileiro pelo estúdio Som de Vera Cruz.

Will Ferrell encara o lado mais caótico do golfe profissional em O Falcão do Golfe, nova comédia da Netflix sobre fama e uma liga controversa

A Netflix divulgou o trailer de O Falcão do Golfe, nova série de comédia estrelada por Will Ferrell que leva o ator para dentro do mundo do golfe profissional. A produção acompanha um jogador que acaba se tornando o principal nome de uma nova liga criada para disputar espaço com o tradicional PGA Tour. Abaixo, confira o vídeo:

A estreia acontece em 16 de julho de 2026. Na trama, Ferrell interpreta Lonnie “O Gavião” Hawkins, um atleta talentoso, mas conhecido pelo jeito exagerado e pelas atitudes fora do padrão. Quando recebe a chance de liderar uma competição alternativa, ele descobre que ser o rosto de uma grande mudança no esporte envolve muito mais pressão do que imaginava.

A série acompanha os bastidores dessa disputa e mostra os conflitos que surgem quando uma nova organização tenta desafiar uma das estruturas mais antigas do golfe profissional. Entre acordos comerciais, brigas internas e a necessidade de manter sua própria imagem, Lonnie precisa lidar com as consequências de virar a principal figura de uma liga cercada de polêmicas.

O elenco também conta com Molly Shannon como Stacy, Jimmy Tatro interpretando Lance, Fortune Feimster no papel de Sam, Chris Parnell como Anton, Katelyn Tarver como Natalie e David Hornsby como Radford.

A produção combina o universo esportivo com o tipo de humor que ajudou a construir a carreira de Will Ferrell. O ator já explorou esse estilo em filmes como Ricky Bobby: A Toda Velocidade, no qual interpreta um piloto de Nascar convencido e competitivo, e Escorregando para a Glória, que acompanha uma dupla de patinadores em uma disputa cheia de situações absurdas.

A ideia de transformar o golfe em cenário para uma comédia começou a ser desenvolvida em 2023. Na época, foi anunciado que Ferrell estava trabalhando em uma série sobre um jogador profissional que se tornaria o rosto de uma nova liga capaz de rivalizar com o PGA Tour.

O projeto ficou sob responsabilidade da Gloria Sanchez Productions, empresa de Ferrell e Jessica Elbaum, em parceria com a T-Street Productions, fundada por Rian Johnson e Ram Bergman. A união das duas produtoras reuniu profissionais com experiência em comédia e cinema.

Em 2024, a série recebeu o título Golf e passou por uma reformulação criativa. Will Ferrell, Ramy Youssef e Josh Rabinowitz foram anunciados como criadores da produção. Youssef, conhecido pela série Ramy e por seu trabalho no stand-up, também esteve ligado inicialmente ao elenco.

A equipe de produção reúne nomes importantes por trás das câmeras. Ferrell, Jessica Elbaum e Alix Taylor representam a Gloria Sanchez Productions, enquanto Rian Johnson, Ram Bergman e Nena Rodrigue trabalham pela T-Street Productions. Ramy Youssef, Andy Campagna e Josh Rabinowitz também participam da produção executiva.

Apesar de usar o golfe como ponto de partida, a série parece interessada nas situações que surgem quando esporte e entretenimento se misturam. A criação de uma liga rival coloca Lonnie no meio de uma disputa envolvendo tradição, dinheiro, patrocinadores e a necessidade de transformar jogadores em grandes personalidades públicas.

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor | Novo trailer revela segredo antigo que ameaça a família Owens

A Warner Bros. Pictures apresentou um novo trailer de Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor, sequência do longa estrelado por Sandra Bullock e Nicole Kidman que chegou aos cinemas em 1998 e, com o passar dos anos, conquistou status de cult entre os admiradores de fantasia e romance.

As novas imagens apresentam detalhes inéditos da trama e confirmam que a história será centrada em uma nova geração da família Owens. O foco recai sobre Kylie Owens, personagem interpretada por Joey King, que começa a investigar acontecimentos escondidos há décadas e acaba descobrindo informações ligadas à origem dos poderes de sua família.

A descoberta desencadeia uma crise que atravessa diferentes gerações das Owens. Segundo a sinopse oficial, Sally, Gillian e suas tias precisarão se reunir novamente para enfrentar uma ameaça ligada às raízes da magia familiar. Parte dessa busca levará as personagens para fora dos Estados Unidos, em uma viagem ao Reino Unido em busca de respostas sobre uma maldição que acompanha a linhagem há séculos.

O roteiro adapta elementos de The Book of Magic, romance publicado por Alice Hoffman em 2021. A obra faz parte da série literária iniciada com Practical Magic, livro que inspirou o primeiro filme lançado pela Warner no fim dos anos 1990.

Sandra Bullock retorna ao papel de Sally Owens, a irmã mais velha da família. Nicole Kidman volta como Gillian Owens. O elenco também reúne novamente Stockard Channing e Dianne Wiest como as tias Frances e Jet, figuras centrais na criação das irmãs e responsáveis por alguns dos momentos mais lembrados do longa original.

Entre os novos nomes está Joey King, conhecida por trabalhos em A Barraca do Beijo, Trem-Bala e The Act. A atriz interpreta Kylie Owens, personagem que ocupa posição estratégica na narrativa. Maisie Williams, reconhecida mundialmente por seu trabalho em Game of Thrones, vive Antonia Owens, irmã mais nova de Kylie.

O elenco ainda conta com Lee Pace, visto recentemente em Fundação, da Apple TV+, no papel de Ian Wright, um estudioso da história da magia que se aproxima de Sally durante a investigação sobre o passado da família. Já Xolo Maridueña, protagonista de Besouro Azul, interpreta o interesse amoroso de Kylie.

A direção está a cargo de Susanne Bier, cineasta vencedora do Emmy por The Night Manager e responsável por produções como Bird Box. O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, vencedor do Oscar por Uma Mente Brilhante, em colaboração com Georgia Pritchett, que trabalhou em séries como Succession.

Quando estreou em 1998, Da Magia à Sedução teve desempenho modesto nas bilheterias. O cenário mudou nos anos seguintes. Exibições frequentes na televisão e o crescimento de sua popularidade no mercado doméstico transformaram o filme em uma referência dentro do gênero de fantasia romântica, especialmente por abordar temas como laços familiares, herança feminina e independência.

A continuação chega aos cinemas quase três décadas depois do original e encontra uma realidade diferente da indústria cinematográfica. O retorno de Bullock e Kidman, somado à introdução de uma nova geração de personagens, indica a intenção de expandir a história da família Owens sem abandonar os elementos que fizeram o primeiro filme permanecer relevante para o público ao longo dos anos.

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro de 2026.

Joker: Laugh Riot | Anime do Coringa é anunciado pela DC e coloca o vilão diante das consequências da morte de Batman

A DC revelou durante o Annecy International Animation Film Festival a produção de Joker: Laugh Riot, novo anime centrado no Coringa. O projeto chama atenção por inverter uma das relações mais conhecidas dos quadrinhos: desta vez, Batman não estará presente para enfrentar seu principal inimigo. A história começa justamente após o assassinato do herói, um acontecimento que muda completamente os rumos de Gotham e da vida do próprio Coringa. As informações são do The Wrap.

De acordo com a sinopse oficial, o vilão inicia uma investigação violenta pelo submundo da cidade para descobrir quem matou Batman. A busca, porém, não se limita à procura por um culpado. Conforme avança pelos grupos criminosos e personagens que ocupam as sombras de Gotham, o Coringa passa a lidar com uma realidade que nunca precisou enfrentar: a ausência da pessoa que deu sentido à maior parte de seus confrontos ao longo de décadas.

A premissa dialoga diretamente com um tema recorrente nas histórias do personagem. Desde sua criação, em 1940, o Coringa foi construído como o oposto perfeito de Batman. Um representa a ordem; o outro, o caos. Essa relação se tornou tão central para ambos que diversas HQs passaram a explorar a ideia de que um influencia a existência do outro. Ao retirar Batman da equação, o anime encontra espaço para analisar o que resta do vilão quando sua principal obsessão desaparece.

O projeto será produzido por Jim Krieg, profissional com extensa trajetória nas animações da DC, incluindo títulos como Batman: Gotham by Gaslight e Justice League: The Flashpoint Paradox. A direção ficará a cargo de Yasuhiro Aoki, animador japonês que trabalhou em produções conhecidas como Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Psycho-Pass e Samurai Champloo.

A escolha de Aoki indica uma aproximação maior com a linguagem dos animes japoneses. Nos últimos anos, a DC tem ampliado suas experiências com diferentes estilos de animação, mas Joker: Laugh Riot surge como uma das iniciativas mais autorais envolvendo personagens clássicos da editora. O foco em um único protagonista e a proposta mais psicológica diferenciam o projeto de boa parte das adaptações recentes da marca.

Criado por Bill Finger, Bob Kane e Jerry Robinson, o Coringa apareceu pela primeira vez em Batman #1. Inicialmente concebido para morrer em sua estreia, o personagem acabou sendo mantido pelos editores e se transformou no principal antagonista do Homem-Morcego. Ao longo de mais de oito décadas, esteve presente em algumas das histórias mais importantes da DC, além de conquistar espaço em séries, filmes, animações e videogames.

A popularidade do personagem ultrapassou os quadrinhos há muito tempo. Nas telas, ele já foi interpretado por nomes como Cesar Romero, Jack Nicholson, Heath Ledger, Jared Leto, Joaquin Phoenix e Barry Keoghan. Nas animações, a voz de Mark Hamill ajudou a consolidar uma das versões mais reconhecidas do vilão entre o público.

Por enquanto, a DC não divulgou previsão de lançamento, número de episódios ou a plataforma responsável pela exibição.

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