Contrabando | Mark Wahlberg volta ao crime para salvar a família no Cine Maior deste domingo (20)

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A Record TV exibe Contrabando no Cine Maior deste domingo, 20 de setembro. Lançado em 2012, o filme de ação e suspense coloca Mark Wahlberg no papel de um ex-contrabandista que tenta levar uma vida tranquila ao lado da mulher e dos filhos, mas acaba obrigado a voltar ao mundo do crime depois que o cunhado se envolve com um traficante perigoso.

Dirigido pelo islandês Baltasar Kormákur, o longa combina perseguições, tráfico internacional, dinheiro falso e conflitos familiares em uma história que passa por Nova Orleans e pelo Panamá. No elenco também estão Kate Beckinsale, Ben Foster, Giovanni Ribisi, Diego Luna, Caleb Landry Jones e J.K. Simmons.

Por que Chris Farraday volta ao contrabando?

Chris Farraday já deixou para trás a vida de contrabandista. Agora, trabalha tentando manter a família longe dos problemas que fizeram parte de seu passado.

A tranquilidade acaba quando Andy, irmão de sua esposa Kate, perde uma carga de drogas pertencente ao criminoso Tim Briggs, interpretado por Giovanni Ribisi. Para quitar a dívida e impedir que a ameaça chegue à sua família, Chris decide voltar à atividade que conhece melhor.

O problema é que não basta simplesmente conseguir o dinheiro. Chris precisa entrar novamente em uma rede criminosa na qual traficantes, policiais e outros contrabandistas têm seus próprios interesses.

A missão leva o personagem até o Panamá, onde ele organiza uma operação para transportar milhões de dólares em notas falsas para os Estados Unidos. Para isso, conta com a ajuda de Sebastian Abney, seu melhor amigo e antigo parceiro, vivido por Ben Foster.

O plano de Chris dá errado?

Como costuma acontecer em histórias desse tipo, o problema começa quando o plano deixa de seguir o roteiro.

Chris precisa lidar com diferentes grupos enquanto tenta concluir a operação e voltar para casa. Cada etapa da missão aumenta o risco de sua família descobrir as consequências de seu passado.

Kate, interpretada por Kate Beckinsale, acaba diretamente ligada aos problemas provocados pela dívida de Andy. Chris passa boa parte da história tentando resolver a situação antes que Tim Briggs transforme sua mulher e seus filhos em alvos.

É justamente essa relação entre crime e família que conduz a história. O personagem não retorna ao contrabando por ambição ou dinheiro. Ele faz isso porque acredita que é a única maneira de proteger as pessoas próximas.

Quem está no elenco de Contrabando?

Mark Wahlberg interpreta Chris Farraday, protagonista e antigo contrabandista que volta à atividade para salvar o cunhado. Kate Beckinsale vive Kate Farraday, esposa de Chris, enquanto Ben Foster interpreta Sebastian Abney, melhor amigo e parceiro do protagonista.

O elenco ainda conta com Giovanni Ribisi como Tim Briggs, criminoso que cobra a dívida de Andy; Caleb Landry Jones como Andy; Diego Luna como Gonzalo; e J.K. Simmons como o Capitão Camp. Também participam da produção Lukas Haas, David O’Hara, Jason Mitchell e William Lucking.

Contrabando é remake de qual filme?

Sim. O longa é uma refilmagem de Reykjavík-Rotterdam, produção islandesa de 2008. A ligação entre os dois filmes vai além da história. Baltasar Kormákur, diretor de Contrabando, estrelou o longa original como protagonista. Na nova versão, ele assumiu a direção e entregou o papel principal a Mark Wahlberg.

Quem dirigiu Contrabando?

A direção ficou com Baltasar Kormákur, cineasta islandês que também participa da produção. O roteiro foi escrito por Aaron Guzikowski, a partir da história desenvolvida por Óskar Jónasson, Arnaldur Indriðason e Baltasar Kormákur, ligados ao filme original.

As filmagens tiveram Nova Orleans como uma das principais locações, cidade que serve como ponto de partida para a vida de Chris e também para parte das operações criminosas mostradas no longa.

Quanto custou o filme?

O orçamento do filme é estimado em dezenas de milhões de dólares. O valor aparece de forma diferente em bases de dados: o AdoroCinema registra cerca de US$ 41 milhões, enquanto o IMDb apresenta uma estimativa de US$ 25 milhões.

Nas bilheterias, o longa-metragem arrecadou aproximadamente US$ 96,3 milhões no mundo, segundo os dados registrados pelo IMDb.

Qual é a graça de Contrabando?

O filme funciona principalmente como uma história de crime em ritmo acelerado, mas seu ponto de partida é bastante simples: um homem que tentou abandonar o passado precisa usar justamente aquilo que sabe fazer para proteger a própria família.

A partir daí, a trama leva Chris para uma operação internacional envolvendo dinheiro falso, drogas e criminosos que não têm interesse em facilitar sua saída.

Jungle Cruise na Temperatura Máxima deste domingo (20): Dwayne Johnson e Emily Blunt encaram aventura na Amazônia

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A programação da Globo deste domingo, 20 de setembro, coloca Dwayne Johnson e Emily Blunt no meio da Amazônia. O filme escolhido para a Temperatura Máxima é Jungle Cruise, aventura da Disney que transforma uma das atrações mais conhecidas de seus parques em uma história de caça a uma árvore com poderes sobrenaturais.

Lançado em 2021, o filme acompanha o capitão Frank Wolff, interpretado por Johnson, que aceita levar a pesquisadora Lily Houghton, vivida por Blunt, e seu irmão McGregor, papel de Jack Whitehall, por uma região perigosa da floresta. O objetivo da expedição é encontrar a Árvore da Vida, planta lendária cujas flores seriam capazes de curar doenças.

A viagem, claro, está longe de ser tranquila. Uma expedição alemã também procura a árvore, enquanto uma antiga maldição ligada a conquistadores espanhóis transforma a busca de Lily em uma disputa contra inimigos que estão presos à região há séculos.

Quando Jungle Cruise passa na Globo?

Jungle Cruise será exibido na Temperatura Máxima deste domingo, 20 de setembro, na Globo.

O horário exato da sessão depende da programação da emissora e pode sofrer alterações. O filme tem 127 minutos de duração e foi lançado originalmente nos cinemas em 2021.

Para quem gosta de aventura com expedições, mapas, lendas e criaturas sobrenaturais, a produção mistura esses elementos com o humor característico de Frank, um capitão que está muito mais envolvido na história do que deixa transparecer no começo.

Qual é a história de Jungle Cruise?

A aventura começa séculos antes da história principal. Em 1556, o conquistador espanhol Aguirre parte para a América do Sul procurando uma árvore lendária conhecida como Lágrimas da Lua. As flores da planta teriam propriedades capazes de curar doenças e quebrar maldições.

Aguirre encontra a comunidade que conhece a árvore, mas o encontro termina em violência. Os conquistadores acabam amaldiçoados e passam a ficar presos ao rio e à floresta.

A trama então avança para 1916, quando Lily Houghton está determinada a encontrar a árvore. A pesquisadora acredita que suas propriedades podem representar um avanço importante para a medicina.

O problema é que a Royal Society, instituição científica britânica apresentada no filme, não leva sua pesquisa adiante. Lily decide então seguir para a América do Sul acompanhada do irmão McGregor.

É aí que entra Frank Wolff.

Por que Lily precisa de Frank?

Frank trabalha conduzindo turistas pelo Amazonas a bordo do barco La Quila. Seu negócio está longe de ser sofisticado: ele cria perigos falsos e encena situações durante os passeios para divertir os passageiros.

Quando Lily aparece procurando um capitão que conheça os rios da região, Frank inicialmente não demonstra interesse. A situação muda quando ele percebe que a pesquisadora possui uma antiga ponta de flecha relacionada à localização da árvore.

Os três partem pelo rio, mas não são os únicos atrás da descoberta. O príncipe Joachim, interpretado por Jesse Plemons, lidera uma expedição alemã que também pretende encontrar a planta.

A busca ainda coloca o grupo no caminho dos conquistadores amaldiçoados. O passado de Frank também começa a ser revelado e muda completamente a maneira como Lily enxerga o capitão.

O que Dwayne Johnson e Emily Blunt fazem no filme?

Dwayne Johnson interpreta Frank Wolff, capitão que conhece os rios da região e esconde informações importantes sobre a história da floresta.

Já Emily Blunt vive Lily Houghton, uma pesquisadora que decide deixar a Inglaterra para procurar a Árvore da Vida. A personagem também enfrenta as limitações impostas às mulheres dentro das instituições científicas da época.

A dupla forma o centro da aventura. Frank funciona como o guia que conhece os perigos do caminho, enquanto Lily conduz a investigação sobre a árvore e seus poderes.

Jack Whitehall interpreta McGregor Houghton, irmão de Lily. O personagem acompanha a expedição e acaba envolvido nos confrontos entre os diferentes grupos que procuram a árvore.

O elenco ainda conta com Jesse Plemons, Édgar Ramírez, Paul Giamatti e Verónica Falcón.

Jungle Cruise veio de uma atração dos parques Disney?

Sim. E essa é uma das curiosidades mais interessantes do filme.

Jungle Cruise foi inspirado na atração homônima dos parques da Disney, que leva visitantes para um passeio de barco por cenários inspirados em rios de diferentes partes do mundo.

A atração existe desde a inauguração da Disneyland, em 1955. O passeio é conhecido pelos cenários de floresta, animais e, principalmente, pelas piadas contadas pelos capitães durante o percurso.

O filme aproveita justamente essa ideia do capitão conduzindo passageiros por uma viagem perigosa. Frank, porém, ganhou uma história própria, com uma busca por uma árvore lendária, uma maldição centenária e uma disputa internacional.

Por que Jungle Cruise demorou tanto para chegar aos cinemas?

A Disney começou a desenvolver um filme baseado na atração em 2004. O projeto passou por mudanças e ficou parado durante alguns anos até ser retomado.

Dwayne Johnson entrou na produção em 2015. Emily Blunt e o restante do elenco principal chegaram ao projeto posteriormente, quando a história passou por uma reformulação.

As filmagens aconteceram entre maio e setembro de 2018, com gravações no Havaí e na Geórgia. Depois veio um longo período de pós-produção, seguido pelos adiamentos provocados pela pandemia de COVID-19.

O lançamento acabou acontecendo em 2021.

Como foi o lançamento de Jungle Cruise?

O filme estreou no Disneyland Resort em 24 de julho de 2021 e chegou aos Estados Unidos em 30 de julho.

Naquele período, a Disney adotava um modelo simultâneo para alguns lançamentos, colocando os filmes nos cinemas e no serviço de streaming por meio do Disney+ Premier Access.

Jungle Cruise teve orçamento estimado em US$ 200 milhões e arrecadou aproximadamente US$ 220,9 milhões nas bilheterias mundiais.

A recepção da crítica foi dividida, com avaliações diferentes sobre o roteiro, o humor e a utilização dos elementos da atração original.

Quem dirigiu Jungle Cruise?

A direção ficou com Jaume Collet-Serra, cineasta que já havia trabalhado com Dwayne Johnson em Sem Escalas? Não. O primeiro trabalho dos dois juntos veio depois, em Adão Negro, lançado em 2022.

O roteiro de Jungle Cruise foi escrito por Glenn Ficarra, John Requa e Michael Green.

A trilha sonora ficou a cargo de James Newton Howard, compositor de produções como Jogos Vorazes, Animais Fantásticos e Onde Habitam e O Cavaleiro das Trevas.

Jungle Cruise ganhou continuação?

A Disney chegou a desenvolver uma sequência de Jungle Cruise, com Dwayne Johnson e Emily Blunt associados novamente ao projeto. O desenvolvimento, porém, não resultou em um segundo filme lançado até o momento.

Por isso, a produção exibida na Temperatura Máxima continua sendo uma história fechada, com a expedição de Lily e Frank tendo seu próprio desfecho.

Daemons of the Shadow Realm terá 2ª temporada? Veja o que já foi confirmado

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Quem chegou ao fim de Daemons of the Shadow Realm (Yomi no Tsugai) neste sábado, 19 de setembro, já pode ficar de olho na continuação. Logo após a exibição do 24º episódio, o anime teve sua 2ª temporada anunciada oficialmente.

A confirmação veio junto do encerramento da primeira temporada, que adaptou a obra de Hiromu Arakawa, autora de Fullmetal Alchemist. A animação é produzida pelo Bones Film, estúdio ligado a títulos como Gachiakuta e Marriagetoxin.

Por enquanto, ainda não existe uma data de estreia para os novos episódios. Também não foram divulgados o número de episódios ou uma previsão de quando a produção chegará à Crunchyroll.

Quando sai o último episódio da 1ª temporada?

O episódio 24, chamado Hagashimura e Nishinomura, foi disponibilizado pela Crunchyroll neste sábado, 19 de setembro, a partir das 13h, no horário de Brasília.

A versão com áudio original e legendas já está disponível. A dublagem em português será adicionada posteriormente, conforme o cronograma da plataforma.

O episódio encerra uma temporada de 24 capítulos que começou a ser exibida em abril de 2026.

Para quem acompanha a série apenas pelo anime, o momento também serve como ponto de transição para a próxima fase da história. A produção ainda não revelou quais acontecimentos do mangá serão adaptados na segunda temporada.

Sobre o que é Daemons of the Shadow Realm?

A história acompanha os irmãos gêmeos Yuru e Asa, separados quando ainda eram crianças e criados em lugares completamente diferentes.

Yuru vive em Higashi, uma vila isolada do mundo moderno. Os moradores mantêm costumes de uma sociedade pré-moderna e praticamente não têm contato com as chamadas Terras Baixas, região onde existe uma sociedade contemporânea.

Asa cresceu justamente nesse outro lado.

A situação começa a mudar quando Yuru descobre que sua irmã está viva e que existe uma ligação entre os dois e criaturas sobrenaturais conhecidas como Daemons.

A história mistura fantasia, mistério e ação enquanto o protagonista tenta entender o que aconteceu com sua família e por que ele e Asa estão ligados a esses seres.

O que são os Daemons?

Os Daemons são criaturas sobrenaturais que podem ser controladas por determinados humanos. No caso de Yuru, ele desperta dois seres conhecidos como Esquerda e Direita.

Eles possuem funções diferentes dentro da história e estão diretamente relacionados aos mistérios envolvendo os irmãos.

A relação entre humanos e Daemons também é um dos elementos que diferenciam a obra de outros mangás de fantasia. Hiromu Arakawa desenvolveu a série a partir de referências ligadas ao folclore japonês, ao ocultismo e aos yōkai.

Conforme Yuru deixa sua vila e conhece outras pessoas, novas informações sobre essas criaturas começam a mudar a compreensão que ele tinha sobre sua própria origem.

Quem criou Daemons of the Shadow Realm?

Daemons of the Shadow Realm é escrito e ilustrado por Hiromu Arakawa, conhecida principalmente por Fullmetal Alchemist.

O mangá começou a ser publicado no Japão em dezembro de 2021, pela revista Monthly Shōnen Gangan, da Square Enix.

A obra ainda está em publicação, portanto a história original continua avançando enquanto a versão animada ganha novos episódios.

Esse detalhe é importante para quem pretende continuar a história pelo mangá depois do encerramento da primeira temporada. O material original possui acontecimentos que ainda não foram adaptados para a televisão.

A segunda temporada já tem data?

Ainda não.

O anúncio confirmou a produção da segunda temporada, mas não apresentou uma data de estreia.

Também não há confirmação pública sobre:

  • número de episódios;
  • mês ou temporada de lançamento;
  • data de início da produção;
  • quais capítulos do mangá serão adaptados;
  • previsão para a chegada da dublagem;
  • quantidade de episódios que formarão o novo arco.

Essas informações devem ser divulgadas posteriormente pela equipe responsável pela animação e pelos canais oficiais da produção.

O mangá está fazendo sucesso?

A publicação de Daemons of the Shadow Realm já ultrapassou 7,5 milhões de cópias em circulação até setembro de 2026.

A série também ganhou espaço entre os leitores por trabalhar com revelações que mudam a interpretação de acontecimentos e personagens apresentados anteriormente. A identidade dos irmãos, a origem dos Daemons e a divisão entre Higashi e as Terras Baixas fazem parte dos principais mistérios da obra.

Como o mangá ainda está em andamento, a segunda temporada terá material inédito para adaptar.

Quem produz o anime?

A animação é produzida pelo Bones Film, estúdio responsável pela versão em anime de Daemons of the Shadow Realm.

A primeira temporada teve 24 episódios e começou sua exibição em abril de 2026. A produção chegou ao fim em setembro com o episódio Hagashimura e Nishinomura.

A escolha do Bones Film também aproxima a série de outros projetos recentes do estúdio, como Gachiakuta e Marriagetoxin.

Onde assistir Daemons of the Shadow Realm?

A primeira temporada de Daemons of the Shadow Realm está disponível na Crunchyroll.

O 24º episódio chegou à plataforma em 19 de setembro, às 13h, com áudio original e legendas. A versão dublada será disponibilizada posteriormente.

Quem ainda não começou a série pode encontrar os 24 episódios da primeira temporada na plataforma e acompanhar a história de Yuru antes da chegada dos novos capítulos.

Supercine exibe Pérola neste sábado (19), filme dirigido por Murilo Benício e estrelado por Drica Moraes

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A Globo exibe Pérola no Supercine deste sábado, 19 de setembro. Dirigido por Murilo Benício, o longa acompanha Mauro, interpretado por Leonardo Fernandes, depois da morte de sua mãe, Pérola, personagem de Drica Moraes. Ao retornar à antiga casa da família, ele revisita lembranças da convivência com a matriarca e acontecimentos que marcaram a vida dos dois.

Lançado nos cinemas brasileiros em setembro de 2023, Pérola adapta para o cinema a peça homônima de Mauro Rasi. O roteiro foi escrito por Adriana Falcão, Jô Abdu e Marcelo Saback. A história preserva o núcleo familiar do texto teatral, mas utiliza a linguagem cinematográfica para acompanhar as memórias de Mauro e os diferentes períodos de sua relação com a mãe.

A exibição acontece na faixa Supercine, depois da programação noturna da emissora. De acordo com a grade divulgada, o filme está previsto para ir ao ar por volta de 0h35, já na madrugada de domingo, 20 de setembro. O horário pode sofrer alterações conforme a programação da Globo.

A história de Pérola é contada pelas lembranças de Mauro

A morte da mãe leva Mauro de volta à casa onde passou parte da vida. O espaço funciona como ponto de partida para as recordações do personagem, que passa a revisitar episódios da família e sua relação com Pérola.

A matriarca ocupa o centro dessas lembranças. Interpretada por Drica Moraes, Pérola é uma mulher de personalidade forte, com desejos, manias, conflitos e uma maneira própria de conduzir a vida doméstica.

A relação entre mãe e filho não é construída de maneira linear. As memórias passam por momentos de proximidade, discussões, reconciliações e situações comuns de uma família. O filme acompanha justamente essas mudanças na convivência dos dois.

Um dos elementos recorrentes da história é a piscina construída no quintal da casa. O projeto se relaciona aos desejos de Pérola e acaba associado a diferentes acontecimentos da família. O espaço também funciona como uma referência visual para as lembranças de Mauro.

A produção trabalha com uma família sem grandes acontecimentos externos. As situações domésticas e os vínculos entre os personagens conduzem a narrativa.

Drica Moraes interpreta a personagem-título

Drica Moraes ocupa o papel central de Pérola. A atriz tem uma carreira extensa no cinema, na televisão e no teatro, com trabalhos como O Bem-Amado, Bruna Surfistinha, Império e Verdades Secretas.

Na produção, Pérola concentra boa parte das situações de humor e dos conflitos familiares. A personagem possui uma personalidade difícil de ignorar e estabelece relações diferentes com cada integrante da família.

Leonardo Fernandes interpreta Mauro, personagem responsável por conduzir o relato a partir das próprias lembranças. A dinâmica entre os dois atores sustenta boa parte do filme, já que a história depende da percepção do filho sobre a mãe.

O elenco ainda reúne Louise Cardoso, Rodolfo Vaz, Cláudia Missura, Gustavo Machado, Valentina Bandeira, Marianna Armellini e Lavínia Pannunzio.

Murilo Benício leva peça de Mauro Rasi ao cinema

Pérola tem origem no teatro. A peça escrita por Mauro Rasi serviu como base para o roteiro cinematográfico, adaptado por Adriana Falcão, Jô Abdu e Marcelo Saback.

Para Murilo Benício, o projeto representou mais uma etapa de sua carreira como diretor. Conhecido principalmente pelo trabalho como ator em novelas e filmes, ele já havia dirigido O Beijo no Asfalto, lançado em 2018. Pérola foi seu segundo longa-metragem na direção.

A passagem do teatro para o cinema exigiu mudanças na forma de contar a história. Em vez de depender exclusivamente dos diálogos e da dinâmica de um palco, o filme utiliza a casa da família, o quintal e outros espaços para estabelecer diferentes momentos da vida de Mauro e Pérola.

A memória também ocupa uma função importante nessa estrutura. O retorno de Mauro à casa no início da trama serve para conectar o presente aos episódios do passado.

Filme estreou no Festival do Rio antes de chegar aos cinemas

Pérola teve sua première mundial em outubro de 2022, durante o Festival do Rio. A estreia comercial nos cinemas brasileiros aconteceu em 28 de setembro de 2023, com distribuição da H2O Films.

A produção passou pelo circuito de festivais antes de chegar ao público comercial. A atuação de Drica Moraes foi um dos aspectos mais reconhecidos durante esse percurso.

No Festival de Cinema Brasileiro de Paris, realizado em 2024, o longa recebeu o prêmio de Melhor Filme. A produção também teve reconhecimento no Inffinito Film Festival e no Fest Aruanda, onde Drica Moraes recebeu prêmios por sua atuação.

“Pérola” recebeu reconhecimento no Grande Otelo

A produção também esteve entre os indicados ao Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro de 2024. Drica Moraes concorreu na categoria de Melhor Atriz, enquanto o filme apareceu em categorias relacionadas a roteiro adaptado, fotografia e figurino.

A produção venceu na categoria de Melhor Longa-Metragem pelo Voto Popular. O resultado foi definido pela votação do público.

O reconhecimento também evidencia a trajetória do filme depois de sua passagem pelos cinemas. A produção teve circulação em festivais e chegou a diferentes premiações ao longo de 2024.

Quem está no elenco de “Pérola”?

Drica Moraes interpreta Pérola, enquanto Leonardo Fernandes vive Mauro. Louise Cardoso, Rodolfo Vaz, Cláudia Missura, Gustavo Machado e Valentina Bandeira completam o elenco principal.

O roteiro reúne humor e conflitos familiares sem transformar a história em uma comédia convencional. As situações surgem principalmente da convivência entre os personagens e das diferenças de personalidade dentro da própria família.

A estrutura também mantém uma característica da obra de Mauro Rasi: o uso de lembranças pessoais e situações familiares como matéria para a narrativa.

Crítica – Antártida é soterrado por um roteiro raso e uma direção sem impacto

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Antártida é o mais novo filme nacional a apostar na tecnologia das telas de LED para construir sua ambientação. A proposta poderia render um thriller claustrofóbico interessante, especialmente ao combinar uma estação de pesquisa isolada, um grupo de personagens confinados e um crime de violência sexual. O problema é que o longa não consegue sustentar nenhuma dessas ideias. Soterrado por um roteiro superficial e por uma direção pouco inspirada, o filme transforma uma temática urgente em um conflito simplista, sem a profundidade necessária para provocar reflexão ou envolvimento.

Dirigido por Bruno Safadi, o longa parte de uma premissa que, no papel, possui potencial. Um grupo de pesquisadores mantém uma instalação na Antártida e, durante uma festa realizada à noite, ocorre uma queda de energia. Nesse momento, Inês, interpretada por Marina Ruy Barbosa, é estuprada.

A partir daí, surge o principal mistério da história: quem estuprou Inês?

O problema está justamente na maneira como o filme conduz essa investigação. Uma discussão extremamente delicada sobre violência sexual é reduzida a uma espécie de jogo de suspeitas, baseado em perguntas como “foi você?” ou “você seria capaz de fazer isso?”. Em vez de explorar as consequências do crime, as relações de poder, o impacto psicológico da violência ou a dinâmica daquele ambiente isolado, o roteiro se prende a uma estrutura superficial de investigação.

A consequência é um filme que parece querer discutir uma questão social importante, mas raramente consegue transformar essa intenção em dramaturgia.

Quando as subtramas não encontram espaço para existir?

Ao longo da narrativa, outras questões são introduzidas. O filme apresenta outra mulher vítima de violência, acompanha a relação de um casal homossexual e mostra uma mulher negra ocupando, dentro da base, uma função historicamente associada aos homens.

São elementos que poderiam ampliar a discussão proposta pelo longa. O problema é que praticamente nenhum deles recebe desenvolvimento suficiente. As ideias entram e saem da narrativa sem que suas implicações sejam exploradas de maneira significativa.

Isso cria a sensação de que Antártida está constantemente apresentando assuntos que poderiam render boas histórias, mas abandonando todos antes de desenvolvê-los. Em consequência, as subtramas parecem mais recursos inseridos para reforçar determinados temas do que partes orgânicas de uma narrativa.

Inês existe para além do trauma?

A personagem de Marina Ruy Barbosa é outro ponto especialmente problemático. Inês acaba sendo construída quase exclusivamente a partir da violência que sofreu, tornando-se uma personagem definida pelo trauma.

É evidente que um estupro pode provocar consequências profundas e devastadoras. O problema não está em mostrar esse impacto, mas em fazer com que ele seja praticamente a única dimensão da personagem.

O roteiro parece esquecer que Inês existia antes daquela noite. Quem ela era? Quais eram suas relações? O que a motivava? Como ela se comportava antes do acontecimento? Quais características faziam dela uma pessoa específica, e não apenas uma vítima?

Sem essas respostas, o espectador não consegue estabelecer uma conexão verdadeiramente humana com a personagem. O sofrimento está presente, mas falta construção dramática para que ele seja sentido para além da informação narrativa.

E o que a Antártida acrescenta à história?

A escolha da Antártida como cenário também acaba desperdiçada.

A princípio, o isolamento poderia ser um dos principais elementos do filme. Uma estação científica cercada por gelo, distante da civilização e ocupada por pessoas que precisam conviver umas com as outras após um crime poderia criar uma atmosfera de paranoia e claustrofobia bastante eficiente, remetendo, em alguma medida, ao isolamento de obras como O Enigma de Outro Mundo.

Mas o filme raramente utiliza esse potencial.

Na prática, a história poderia acontecer em praticamente qualquer lugar. Japão, Brasil, Grécia ou Antártida: o cenário pouco interfere na dinâmica dos acontecimentos. A localização não possui peso dramático suficiente e tampouco é incorporada à narrativa de maneira significativa.

Até mesmo a tecnologia de telas de LED, que poderia ajudar a construir uma ambientação convincente, não resolve esse problema. A sensação é de que o cenário existe mais como pano de fundo do que como parte efetiva da história.

A montagem também não ajuda

A edição contribui para tornar a experiência ainda mais irregular. Em diversos momentos, o filme recorre a planos distantes das paisagens congeladas e a montagens que parecem funcionar mais como preenchimento do que como elementos narrativos.

Essas inserções interrompem o fluxo das cenas e tornam perceptível uma certa falta de ritmo e organização. Em uma história que deveria trabalhar constantemente a tensão do confinamento, a montagem frequentemente faz o contrário: dispersa a atenção e diminui o impacto dos acontecimentos.

O elenco é melhor do que o filme permite demonstrar?

Talvez uma das maiores frustrações esteja justamente aí.

O elenco reúne nomes capazes de entregar performances muito mais intensas, mas a direção não parece encontrar a melhor maneira de conduzi-los. As atuações frequentemente soam rígidas, e parte dessa limitação parece estar diretamente relacionada à construção dos personagens e aos diálogos.

Não basta reunir bons intérpretes se o roteiro não oferece material consistente e se a direção não consegue extrair deles diferentes camadas. Em Antártida, existe pouco espaço para que os personagens ultrapassem suas funções dentro da trama.

Isso também afeta Marina Ruy Barbosa, que recebe uma personagem com potencial dramático considerável, mas limitada por uma escrita que não consegue enxergar Inês para além do acontecimento que movimenta o filme.

Afinal, o que sobra de Antártida?

Antártida parte de uma ideia que poderia resultar em um thriller nacional interessante, especialmente por combinar isolamento, investigação e uma discussão urgente sobre violência contra a mulher.

O resultado, porém, fica muito aquém desse potencial.

O roteiro trata questões complexas de maneira superficial, as subtramas são pouco desenvolvidas, a ambientação antártica quase não interfere na narrativa, a montagem compromete o ritmo e a direção não consegue extrair do elenco a intensidade que a história exigia.

O maior problema, portanto, não é simplesmente o filme ser lento ou não funcionar como suspense. É a distância entre aquilo que Antártida parece querer discutir e aquilo que efetivamente consegue colocar em cena.

Uma temática tão delicada exigia personagens mais bem construídos, conflitos mais complexos e, principalmente, uma abordagem capaz de compreender a violência sexual para além de um mistério sobre a identidade do agressor.

Zack Snyder confirma novo Fuga de Nova York e revela que remake de clássico de John Carpenter já está em desenvolvimento

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Zack Snyder já sabe qual será seu próximo projeto depois de The Last Photograph. Em entrevista à Variety, publicada nesta semana, o diretor confirmou que está trabalhando em uma nova versão de Fuga de Nova York, ficção científica dirigida por John Carpenter em 1981.

A confirmação veio diretamente do cineasta, que revelou estar escrevendo o projeto neste momento. Snyder também ficará responsável pela direção e pela produção do longa. O nome de outro roteirista envolvido no trabalho ainda não foi divulgado.

O projeto está sendo desenvolvido pela StudioCanal em parceria com a The Picture Company. A empresa francesa havia anunciado o novo Fuga de Nova York durante a CinemaCon 2026, ainda sem revelar quem comandaria o filme. A confirmação de Snyder veio algumas semanas depois.

Ainda não existe elenco anunciado, data para o início das filmagens ou previsão de estreia. A produção também não definiu publicamente quem assumirá o papel de Snake Plissken, personagem vivido por Kurt Russell no filme original.

O que Zack Snyder confirmou sobre o novo Fuga de Nova York?

A informação mais concreta neste momento é que o roteiro está sendo desenvolvido.

Durante a conversa com a Variety, Snyder foi questionado sobre quais projetos gostaria de realizar depois de The Last Photograph. O diretor citou algumas ideias antigas, incluindo uma adaptação de The Fountainhead, de Ayn Rand, e confirmou que Escape From New York é o filme que está sendo trabalhado atualmente.

A declaração coloca o projeto em uma etapa ainda inicial. Não há indicação de que as filmagens estejam próximas de começar, e a produção ainda precisa definir questões fundamentais como orçamento, elenco, cronograma e distribuição.

A StudioCanal anunciou o projeto como uma nova versão do clássico de Carpenter. Snyder, por sua vez, está ligado ao longa como roteirista e diretor. A The Picture Company terá Andrew Rona e Alex Heineman na produção.

John Carpenter também está envolvido como produtor executivo, segundo informações divulgadas sobre o projeto.

O que acontece no filme original de John Carpenter?

Lançado em 1981, Fuga de Nova York apresenta uma versão distópica de Manhattan. No futuro imaginado pelo filme, a ilha foi transformada em uma gigantesca prisão de segurança máxima, cercada e isolada do restante dos Estados Unidos.

É nesse cenário que surge Snake Plissken, ex-integrante das forças especiais interpretado por Kurt Russell.

Depois que o avião do presidente dos Estados Unidos cai dentro de Manhattan, Snake recebe uma missão praticamente impossível: entrar na cidade-prisão, encontrar o presidente e retirá-lo de lá antes que o prazo termine.

Carpenter dirigiu o filme e escreveu o roteiro ao lado de Nick Castle. A produção combinava ficção científica, ação, suspense e uma estética de baixo orçamento que ajudou a construir sua reputação ao longo dos anos.

O personagem de Russell também se tornou uma das figuras mais reconhecidas do cinema de ação daquela década. Snake não era apresentado como um herói tradicional. Preso e obrigado a cumprir a missão, ele encara o trabalho como uma troca pela própria liberdade.

Snyder vai repetir a história de Snake Plissken?

Ainda não se sabe.

Embora o projeto tenha sido inicialmente divulgado como um reboot ou reimaginação de Fuga de Nova York, os detalhes da nova história permanecem em sigilo. A produção não revelou se Snyder pretende recontar a missão apresentada no filme de 1981 ou utilizar a premissa de Carpenter para construir uma história diferente.

Essa questão é especialmente relevante porque o projeto passou por diversas tentativas antes de chegar à atual versão.

O filme chegou a ser desenvolvido por diferentes estúdios e cineastas ao longo dos anos. Len Wiseman, Breck Eisner, Robert Rodriguez e Leigh Whannell estiveram ligados a versões anteriores em diferentes momentos. Em 2022, o grupo Radio Silence também foi associado ao projeto, que naquele período chegou a ser descrito como uma continuação do filme original, e não necessariamente um remake.

Nenhuma dessas versões chegou às telas.

A entrada de Snyder representa, portanto, uma nova etapa para um projeto que permanece em desenvolvimento há anos.

Por que Snyder é uma escolha diferente para esse filme?

A carreira de Zack Snyder tem uma relação direta com histórias de ficção científica, ação, fantasia e adaptações de quadrinhos.

O diretor estreou no cinema em 2004 com Madrugada dos Mortos, sua versão do clássico de George A. Romero. Depois vieram 300, Watchmen e Sucker Punch.

Na década seguinte, Snyder passou a trabalhar com grandes produções de super-heróis. Ele dirigiu O Homem de Aço, Batman vs Superman: A Origem da Justiça e iniciou a produção de Liga da Justiça. Sua versão do filme, Liga da Justiça de Zack Snyder, chegou ao público em 2021.

Depois da passagem pela DC, o cineasta estabeleceu uma parceria com a Netflix. Foi lá que lançou Army of the Dead, seguido por Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo e Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes.

Fuga de Nova York representa outro tipo de desafio. O material original tem uma escala relativamente contida, uma ambientação urbana muito marcada e um protagonista cuja personalidade é tão importante quanto a própria missão.

O novo filme terá efeitos práticos?

Essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pela StudioCanal.

Relatos sobre o projeto apontam para uma abordagem mais física e menos dependente de efeitos digitais, mas não há, até o momento, um anúncio oficial detalhando a técnica que Snyder pretende utilizar.

O comentário faz sentido dentro da trajetória recente do diretor, especialmente porque Fuga de Nova York possui uma identidade visual construída a partir de cenários, maquiagem, miniaturas e efeitos práticos.

No original, Carpenter trabalhou com recursos relativamente modestos. O resultado ajudou a transformar as limitações de orçamento em parte da estética do filme.

Qualquer tentativa de atualizar esse aspecto precisará encontrar um equilíbrio entre a tecnologia disponível atualmente e a aparência suja e decadente que ajudou a definir Manhattan como uma cidade-prisão.

Quem vai interpretar Snake Plissken?

Por enquanto, ninguém.

A StudioCanal ainda não anunciou o elenco da nova produção, e Snyder também não revelou quem poderá assumir o personagem que ficou associado a Kurt Russell.

O papel é provavelmente uma das decisões mais importantes do projeto. Russell interpretou Snake em Fuga de Nova York e voltou ao personagem em Fuga de Los Angeles, lançado em 1996.

A sequência levou o protagonista para outra cidade devastada, repetindo parte da estrutura do primeiro filme. Desde então, diferentes versões de um novo Fuga de Nova York foram discutidas, mas nenhuma avançou até a produção.

Snyder agora terá de apresentar sua própria leitura do personagem caso Snake continue no centro da história.

Quando o novo Fuga de Nova York estreia?

Ainda não há data de lançamento.

O projeto está em desenvolvimento e, segundo Snyder, o roteiro está sendo escrito atualmente. Também não existe confirmação sobre o início das filmagens.

Antes de começar a produção, a StudioCanal ainda precisa fechar elenco, cronograma e demais detalhes do projeto.

Por enquanto, a única certeza é que Snyder colocou Fuga de Nova York no topo da lista de seus próximos trabalhos. O diretor ainda trabalha na divulgação de The Last Photograph, longa que levou duas décadas para sair do papel e que finalmente chegou ao Festival de Toronto em setembro de 2026.

Cangaço Novo é cancelada pelo Prime Video após duas temporadas; Alto custo teria pesado na decisão

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O Prime Video decidiu não continuar com Cangaço Novo após duas temporadas. A informação foi publicada pelo colunista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, que aponta o custo elevado da produção como o principal motivo para a decisão da plataforma.

A série brasileira estreou em agosto de 2023 e rapidamente passou a ocupar um espaço importante entre as produções nacionais do serviço. A segunda temporada chegou em 2026, ampliando a disputa pelo controle de Cratará e colocando novamente os irmãos Vaqueiro no centro de uma história envolvendo crime, política e conflitos familiares.

De acordo com a publicação da Folha, o desempenho da segunda temporada também teria pesado na avaliação interna da Amazon. Embora os novos episódios tenham registrado uma estreia superior à de The Boys no Brasil, a audiência teria ficado cerca de 40% abaixo da registrada pela primeira temporada de Cangaço Novo.

A informação chega em um momento de redução dos investimentos da Amazon em novas produções brasileiras. Segundo a reportagem, os projetos nacionais atualmente ligados à empresa se concentram na segunda temporada de Tremembé e em produções relacionadas à cantora Marília Mendonça.

Por que Cangaço Novo foi cancelada pelo Prime Video?

O principal fator apontado para o cancelamento é financeiro.

Segundo Gabriel Vaquer, o orçamento de Cangaço Novo passou a ser considerado alto pela atual estrutura de comando da Amazon. A decisão ocorre em um período no qual as produções brasileiras deixaram de ocupar uma posição tão central dentro da estratégia do Prime Video.

A reportagem também aponta uma mudança na forma como a operação brasileira da Amazon é conduzida. Após mudanças na estrutura executiva, a companhia não teria atualmente um executivo dedicado diretamente ao mercado brasileiro, fazendo com que decisões importantes sejam tomadas por responsáveis de outras regiões.

A situação contrasta com o investimento anunciado pela Amazon de R$ 1 bilhão na América Latina. O valor contempla diferentes áreas de atuação da empresa na região e não significa, necessariamente, que todo o montante será destinado a séries e filmes produzidos no Brasil.

Por isso, o cancelamento de Cangaço Novo não deve ser interpretado isoladamente como uma suspensão geral das atividades da empresa no país. O que a reportagem da Folha descreve é uma redução no volume de novas produções brasileiras atualmente em desenvolvimento.

A segunda temporada teve queda de audiência?

Segundo os dados citados pela Folha de S.Paulo, sim.

A segunda temporada conseguiu uma estreia superior à de The Boys no Brasil, um resultado expressivo considerando o tamanho da franquia internacional. O problema apareceu na comparação com a própria primeira temporada de Cangaço Novo: os novos episódios teriam registrado uma audiência aproximadamente 40% menor.

Esse tipo de comparação ajuda a entender a decisão comercial. Uma produção pode alcançar números relevantes em uma plataforma e ainda assim não justificar uma nova temporada caso o custo para realizá-la seja considerado elevado em relação ao público alcançado.

No caso de Cangaço Novo, a produção envolve locações, sequências de ação, elenco numeroso e uma história ambientada no sertão cearense. São elementos que tornam a realização mais complexa do que uma produção predominantemente concentrada em poucos cenários.

Sobre o que era Cangaço Novo?

Criada por Mariana Bardan e Eduardo Melo, Cangaço Novo mistura ação, drama e crime para contar uma história ambientada no interior do Nordeste brasileiro.

A trama acompanha Ubaldo, interpretado por Allan Souza Lima, um bancário de São Paulo que descobre ter duas irmãs no Ceará e uma ligação familiar que ele desconhecia. Seu pai biológico foi Amaro Vaqueiro, figura conhecida na região e antigo líder de um grupo de assaltantes.

A descoberta muda completamente a vida do personagem. Endividado e preocupado com o pai adotivo doente, Ubaldo aceita a herança deixada pelo pai biológico e viaja até a cidade fictícia de Cratará.

Lá, ele encontra Dilvânia, vivida por Thainá Duarte, e Dinorah, interpretada por Alice Carvalho. As duas estão diretamente ligadas à organização criminosa que havia sido comandada por Amaro.

A experiência de Ubaldo como bancário passa a ser utilizada no planejamento dos roubos. O personagem também possui treinamento militar, o que influencia sua maneira de organizar as ações do grupo.

A série utiliza esse contexto criminal para abordar questões como desigualdade, poder político, pertencimento e a relação entre a realidade contemporânea do sertão e o imaginário construído historicamente em torno do cangaço.

O que aconteceu na segunda temporada?

A segunda temporada levou os irmãos Vaqueiro para um conflito ainda maior pelo controle de Cratará.

Depois da morte de Ernesto, Ubaldo, Dinorah e Dilvânia passam a enfrentar diretamente a família Maleiro, grupo que também disputa influência política e territorial na região.

A eleição municipal se torna outro eixo importante da história. Paulino Leite, interpretado por Daniel Porpino, vence a disputa pela prefeitura, enquanto Gastão Maleiro, personagem de Bruno Bellarmino, passa a lidar com a perda de espaço político.

Ubaldo e Dinorah seguem envolvidos com os assaltos e procuram vingança, enquanto Dilvânia assume uma posição diferente dentro da família. A personagem passa a participar mais diretamente das articulações políticas que envolvem os Vaqueiros.

Os novos episódios ampliaram a presença de corrupção, disputas territoriais e negociações envolvendo interesses públicos e privados. A relação entre os personagens também ficou mais complicada à medida que as decisões tomadas pelo grupo passaram a produzir consequências maiores.

Qual foi a importância da série para o Prime Video no Brasil?

Cangaço Novo surgiu em uma fase na qual o Prime Video investia em diferentes produções brasileiras para ampliar seu catálogo local.

A série encontrou um caminho próprio ao combinar elementos de crime e ação com referências ao cangaço e à realidade política de uma cidade fictícia do sertão. A produção também recebeu reconhecimento em premiações nacionais.

Entre os prêmios conquistados está o Grande Otelo de Melhor Série de Ficção. Allan Souza Lima também recebeu reconhecimento por sua atuação como Ubaldo.

O elenco ainda contou com nomes como Alice Carvalho, Thainá Duarte, Hermila Guedes, Bruno Bellarmino e Ricardo Blat, formando uma produção que ganhou espaço dentro do catálogo nacional da plataforma.

O cancelamento encerra essa trajetória depois de apenas duas temporadas, deixando a história sem uma continuação planejada pela plataforma.

O que acontece agora com as produções brasileiras da Amazon?

O cenário descrito pela Folha de S.Paulo indica uma redução no ritmo de novos projetos nacionais do Prime Video.

Além da segunda temporada de Tremembé e de trabalhos relacionados à trajetória de Marília Mendonça, a empresa não teria outras produções brasileiras em desenvolvimento neste momento.

Isso não significa que o Prime Video deixará de disponibilizar conteúdo brasileiro. A questão está na quantidade de novos projetos sendo produzidos localmente e no volume de investimentos destinados a esse tipo de conteúdo.

Novo Resident Evil chega aos cinemas com projeção de até US$ 60 milhões e coloca novo protagonista no caos de Raccoon City

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A franquia Resident Evil volta aos cinemas nesta semana com uma proposta diferente das últimas adaptações. O novo filme, dirigido por Zach Cregger, abandona a necessidade de transformar os protagonistas dos videogames em personagens centrais e acompanha Bryan, um entregador de suprimentos médicos que acaba preso no meio do surto que tomou conta de Raccoon City.

A produção chega às salas em um momento importante para a série. As primeiras avaliações publicadas após as sessões de pré-estreia foram positivas, e as projeções de bilheteria indicam uma abertura entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Algumas estimativas trabalham com um resultado próximo dos US$ 60 milhões. No mercado internacional, a previsão inicial chega a cerca de US$ 80 milhões.

O orçamento gira em torno de US$ 75 milhões. Para uma franquia que já passou por uma série de filmes de ação, um reboot diretamente ligado aos jogos e uma adaptação televisiva que não teve segunda temporada, o novo longa representa mais uma tentativa de encontrar uma direção estável para Resident Evil fora dos videogames.

Por que o novo filme acompanha um personagem que não existe nos jogos?

Bryan, interpretado por Austin Abrams, não é Leon S. Kennedy, Chris Redfield, Jill Valentine ou qualquer outro nome conhecido por quem acompanha os games. Ele trabalha fazendo entregas médicas e está a caminho do Hospital Geral de Raccoon City quando a situação sai completamente do controle.

O personagem começa a história como alguém comum diante de um problema que claramente ultrapassa sua capacidade de lidar com ele. Não há treinamento militar ou experiência anterior com criaturas infectadas. O conhecimento de Bryan sobre a situação também é limitado, o que coloca o espectador praticamente no mesmo ponto de partida.

A escolha também afasta o filme da estrutura utilizada por Resident Evil: Welcome to Raccoon City, de 2021. Na produção anterior, personagens conhecidos dos jogos ocupavam posições importantes na trama. A nova versão prefere criar um protagonista próprio e utilizar acontecimentos conhecidos da franquia como pano de fundo.

O roteiro coloca Bryan diante de uma Raccoon City em colapso. O que começa como uma entrega de medicamentos se transforma em uma tentativa de permanecer vivo em uma cidade tomada pelo surto.

Em que momento da história dos jogos o filme acontece?

A trama está situada durante os acontecimentos de Resident Evil 2, lançado originalmente pela Capcom em 1998.

É uma escolha significativa porque o segundo jogo acompanha justamente o colapso de Raccoon City. Leon Kennedy chega à cidade para seu primeiro dia como policial, enquanto Claire Redfield procura o irmão, Chris. Os dois acabam envolvidos com o surto provocado pelas pesquisas da Umbrella Corporation.

O filme não adapta diretamente a campanha de Leon ou Claire. A história acontece nesse mesmo período, mas acompanha Bryan em outro ponto da cidade.

Essa estrutura permite que elementos familiares apareçam sem transformar o longa em uma reprodução do jogo. A Umbrella continua ligada aos acontecimentos, Raccoon City permanece no centro da crise e as criaturas infectadas fazem parte da ameaça, mas o roteiro segue uma história própria.

Para quem nunca teve contato com os games, isso também reduz a quantidade de informações necessárias para acompanhar a trama. O filme apresenta seu próprio protagonista e estabelece sua situação sem depender de uma sequência de acontecimentos já conhecida.

Quem Austin Abrams interpreta na produção?

Austin Abrams assume o papel principal depois de trabalhos em produções como Euphoria, The Walking Dead e Cidades de Papel.

Seu Bryan ocupa uma posição bem diferente daquela tradicionalmente associada aos protagonistas de Resident Evil. O personagem não chega preparado para enfrentar o surto. Ele precisa improvisar diante de situações que vão ficando cada vez mais perigosas.

Paul Walter Hauser interpreta Paul, um cientista da Umbrella. O ator, conhecido por filmes como Eu, Tonya e Cruella, divide espaço com Zach Cherry, que interpreta Carl, outro cientista ligado à empresa.

Kali Reis aparece como Pauline, agente da Umbrella, e Johnno Wilson interpreta Max, um xerife do condado de Arklay.

O elenco também inclui Emily Piggford como a Dra. Maria Stokes. É ela quem contrata Bryan para transportar um pacote médico até o Hospital Geral de Raccoon City. Will Merrick, Zoé Bellas, Chris Lew Kum Hoi, Griffin Newman e Magdalena Sittovaas aparecem como outros integrantes da equipe científica da Umbrella.

Entre as criaturas estão The Pedestrian, interpretada por Andrea Miltnerová, e The Puker, vivido por Shawn W. Loeser.

O que Zach Cregger trouxe para a franquia?

A escolha de Zach Cregger para dirigir o novo Resident Evil aconteceu depois de o cineasta ganhar espaço no terror com Noites Brutais (Barbarian), de 2022.

O filme chamou atenção por construir sua história a partir de situações aparentemente simples e mudar o caminho da narrativa conforme os personagens descobrem o que está acontecendo. Cregger repetiu a aposta no gênero com A Hora do Mal (Weapons), lançado em 2025.

Agora, ele trabalha com uma propriedade que já possui uma identidade bastante estabelecida. O roteiro foi escrito por Cregger em parceria com Shay Hatten, roteirista de filmes como John Wick: Capítulo 3 – Parabellum, John Wick: Capítulo 4 e Ballerina.

A combinação ajuda a explicar a mistura de terror e ação presente na produção. O filme precisa lidar com criaturas, perseguições e confrontos físicos, mas a história parte de um personagem que não possui habilidades extraordinárias.

As primeiras críticas publicadas após a exibição no Fantastic Fest apontaram justamente para essa combinação. A recepção inicial também destacou a presença de violência gráfica, humor sombrio e referências aos videogames.

Como a Sony entrou no projeto?

A história desse novo filme começou antes da chegada de Cregger.

A Constantin Film começou a desenvolver outro reboot de Resident Evil em 2022, pouco depois do lançamento de Welcome to Raccoon City e do cancelamento da série produzida pela Netflix.

O projeto passou por mudanças até Cregger assumir a direção em janeiro de 2025. A PlayStation Productions, divisão da Sony Pictures voltada a projetos baseados em propriedades de videogames, entrou na produção durante o desenvolvimento.

A disputa pela distribuição também envolveu outros grandes estúdios. Warner Bros. Pictures e Netflix estavam entre as empresas interessadas, mas a Columbia Pictures, da Sony, ficou com os direitos de distribuição em março de 2025.

As câmeras começaram a rodar em outubro daquele ano, em Praga, na República Tcheca.

Por que Raccoon City continua sendo tão importante para Resident Evil?

Poucos lugares da franquia possuem tanto peso quanto Raccoon City.

Foi na cidade que a história dos primeiros jogos passou de uma investigação sobre mortes estranhas para uma crise biológica de grandes proporções. O segundo jogo ampliou esse cenário e colocou o jogador em uma cidade praticamente condenada.

O novo filme retorna justamente a esse período. A cidade funciona como cenário para a história de Bryan e também como ligação direta com a mitologia construída pela Capcom.

A Umbrella Corporation também volta a ocupar uma posição importante. A empresa fictícia é responsável por boa parte das pesquisas biológicas que desencadeiam os acontecimentos da franquia e aparece novamente ligada aos personagens envolvidos no novo surto.

A produção, portanto, não precisa apresentar uma nova ameaça completamente desconectada da série. Ela retorna a um dos momentos mais conhecidos da cronologia e constrói uma história paralela dentro dele.

O novo filme conseguiu melhorar a recepção da série no cinema?

Essa resposta depende da comparação escolhida.

Os filmes anteriores seguiram caminhos bem diferentes. A primeira série cinematográfica, iniciada em 2002 com Milla Jovovich, construiu uma continuidade própria e priorizou ação. Foram seis filmes até Resident Evil: O Capítulo Final, lançado em 2016.

Em 2021, Welcome to Raccoon City tentou aproximar o cinema dos videogames e utilizou personagens conhecidos da Capcom. A produção não teve sequência.

Agora, Cregger parte de uma terceira possibilidade: usar o período de Resident Evil 2 como base, mas contar uma história inédita.

As primeiras avaliações publicadas após o Fantastic Fest indicam uma recepção positiva. A pontuação crítica registrada pelo Rotten Tomatoes estava em 85% no momento da publicação desta matéria. Esses números ainda podem mudar conforme mais críticas forem adicionadas e o público tenha acesso ao filme.

A bilheteria também será um indicador importante. Com orçamento estimado em US$ 75 milhões e uma previsão de abertura doméstica entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões, o desempenho das primeiras semanas será observado pela indústria.

Quando Resident Evil chega aos cinemas brasileiros?

O novo Resident Evil estreia no Brasil em 17 de setembro de 2026. Nos Estados Unidos e no Canadá, o lançamento comercial acontece em 18 de setembro.

Tereza Cristina e Eliza Mell são atrações da edição especial do Te Esqueci no Brega no Biruta nesta sexta (18)

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A sexta-feira, 18 de setembro, já tem destino certo para quem gosta de brega, sofrência e daquela pista em que é difícil ficar parado. O Te Esqueci no Brega retorna ao Biruta, no Pina, para uma edição especial dedicada aos clássicos que embalam corações partidos e, claro, aos famosos passinhos agarrados.

Com início marcado para as 22h, a festa reúne nomes conhecidos da cena musical pernambucana e DJs que prometem manter a pista movimentada durante toda a noite. A proposta é simples: juntar música, mar e uma seleção de sucessos para cantar junto e dançar bem perto.

Quem sobe ao palco nesta edição?

O line-up reúne Tereza Cristina, Eliza Mel, DJ Josaafa, DJ Iennes, Caito Xizz e Uno Gael. A programação mistura diferentes vertentes do brega e da música popular, criando uma noite que vai dos grandes hinos da sofrência às batidas que costumam dominar as festas do Recife.

A variedade também aparece na formação da programação, com apresentações e sets pensados para manter a pista em movimento. Para quem já conhece o Te Esqueci no Brega, é mais uma oportunidade de reencontrar a festa em uma edição com uma proposta diferente.

Quando e onde acontece o Te Esqueci no Brega?

A edição especial acontece na sexta-feira, 18 de setembro, a partir das 22h, no Biruta, localizado na Rua Bem-te-vi, 13, no bairro do Pina, no Recife.

O espaço à beira-mar combina com a proposta da festa e cria o cenário para uma noite que deve atravessar a madrugada ao som de brega, sofrência e música para dançar agarradinho.

Como comprar os ingressos?

Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla, com acesso pelo link divulgado nas redes sociais da KREW. Também existe a opção de pagamento via PIX sem taxa, mediante contato pelo WhatsApp oficial da organização.

A recomendação é garantir o ingresso antecipadamente, principalmente para quem pretende participar da festa desde o início.

Aniversariantes de setembro entram de graça?

Sim. Quem faz aniversário durante o mês de setembro tem uma vantagem especial nesta edição: a entrada é gratuita até meia-noite.

Para aproveitar o benefício, é necessário apresentar um documento oficial com foto na entrada para comprovar a data de nascimento. A condição é válida somente até 00h, então vale ficar atento ao horário.

Demon Slayer: Castelo Infinito ganha novo teaser na Netflix; veja onde assistir ao filme

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A Netflix divulgou neste domingo (13) um novo teaser de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito, primeiro filme da trilogia que vai adaptar o trecho final do mangá de Koyoharu Gotouge. A novidade chega depois da passagem do longa pelos cinemas e coloca novamente a produção em circulação entre o público que acompanha o anime.

Tem um detalhe importante para quem viu o teaser e ficou querendo assistir: o filme já está disponível na Crunchyroll. A Netflix, neste momento, aparece apenas como responsável pela nova divulgação. O longa chegou aos cinemas do Japão em 18 de julho de 2025 e teve uma carreira comercial impressionante, com cerca de US$ 778,9 milhões arrecadados no mundo.

O que acontece em Castelo Infinito?

A história começa depois do Treinamento dos Hashira, quando Tanjiro Kamado (Natsuki Hanae, Demon Slayer) e os demais integrantes do Esquadrão de Exterminadores de Demônios se preparam para enfrentar Muzan Kibutsuji.

O vilão aparece na Mansão Ubuyashiki, e o encontro rapidamente vira uma armadilha. Tanjiro e os Hashira são enviados para o Castelo Infinito, uma enorme estrutura que serve como território dos demônios.

A partir daí, a situação muda de escala. Os personagens são separados dentro do castelo e passam a enfrentar diferentes adversários. O longa adapta justamente essa parte da história, que concentra alguns dos confrontos mais importantes da reta final do mangá.

É preciso assistir à quarta temporada antes?

É recomendável. Castelo Infinito começa exatamente depois dos acontecimentos da quarta temporada e não funciona como uma compilação de episódios.

Essa é uma diferença importante em relação aos dois filmes anteriores lançados como projetos de cinema. To the Swordsmith Village e Hashira Training reuniram episódios do anime com cenas inéditas, enquanto Castelo Infinito foi produzido como um longa que dá sequência à narrativa.

O filme adapta o arco Castelo Infinito, publicado no mangá original, e representa apenas a primeira parte da conclusão. A história restante será dividida em mais dois filmes.

Para quem acompanha somente o anime e ainda não chegou ao fim da quarta temporada, o ideal é colocar os episódios em dia antes de partir para o longa. A trama parte do princípio de que o público já conhece os personagens, seus conflitos e o que aconteceu na Mansão Ubuyashiki.

Quem está no elenco de voz?

O elenco japonês da série retorna para o longa. Natsuki Hanae continua como Tanjiro, com Akari Kitō como Nezuko Kamado, Hiro Shimono como Zenitsu Agatsuma e Yoshitsugu Matsuoka como Inosuke Hashibira.

Os Hashira também voltam. Entre as vozes estão Takahiro Sakurai como Giyu Tomioka, Saori Hayami como Shinobu Kocho, Kana Hanazawa como Mitsuri Kanroji, Tomokazu Seki como Sanemi Shinazugawa, Tomokazu Sugita como Gyomei Himejima, Kengo Kawanishi como Muichiro Tokito, Kenichi Suzumura como Obanai Iguro e Katsuyuki Konishi como Tengen Uzui.

Na direção está Haruo Sotozaki, que já comandou as temporadas de Demon Slayer e os longas anteriores. A animação continua sob responsabilidade da Ufotable, estúdio que acompanha a franquia desde sua primeira temporada.

Onde assistir a Demon Slayer: Castelo Infinito?

Demon Slayer: Castelo Infinito está disponível na Crunchyroll. O filme também já passou pelos cinemas brasileiros, mas a plataforma de streaming é, atualmente, o caminho para quem quer assistir à produção em casa.