“A Noiva!” estreia em 4 de março nos cinemas e se consolida como uma das apostas mais ousadas do ano

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A Warner Bros. Pictures inicia a contagem regressiva para a estreia de A Noiva!, um dos lançamentos mais comentados e curiosos de 2026. O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de março e promete ir muito além de uma simples releitura da clássica Noiva de Frankenstein. Aqui, a proposta é ousada: transformar um ícone do terror em uma história intensa sobre identidade, desejo, exclusão social e liberdade, tudo isso embalado por romance, suspense e uma estética que flerta com o musical.

A direção é assinada por Maggie Gyllenhaal (A Filha Perdida, O Sorriso de Mona Lisa), que consolida seu estilo autoral ao apostar em personagens complexos e narrativas emocionalmente desafiadoras. Em A Noiva!, ela conduz o público por uma Chicago dos anos 1930 marcada por contrastes: glamour e decadência, progresso e repressão, beleza e monstruosidade. É nesse cenário que nasce uma história de amor improvável — e perigosa.

A trama acompanha a Noiva, vivida por Jessie Buckley (Estou Pensando em Acabar com Tudo, Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos). Ressuscitada após uma morte violenta, ela desperta sem memórias do passado e sem qualquer manual para entender quem é ou quem deveria ser. Sua existência, por si só, já representa um erro para a sociedade que a observa com medo e desprezo. A partir desse vazio, a personagem inicia uma jornada de autoconhecimento marcada por rebeldia, curiosidade e uma crescente recusa em aceitar os limites impostos a ela.

Ao seu lado está Frankenstein, interpretado por Christian Bale (Batman: O Cavaleiro das Trevas, O Vencedor). Diferente de outras versões do mito, este Frankenstein não é apenas um criador arrependido ou um monstro incompreendido: ele é um homem solitário, cansado de viver à margem, que encontra na Noiva não só companhia, mas também um espelho de suas próprias fraturas. Juntos, eles constroem uma relação intensa, caótica e profundamente humana.

O romance entre os dois rapidamente os transforma em amantes fora da lei. Perseguidos pela polícia, julgados pela sociedade e usados como símbolos de medo, eles passam a desafiar a ordem estabelecida, provocando reações que vão muito além do horror. A presença da Noiva desperta discussões sobre moral, ciência, religião e controle social, funcionando como um catalisador de mudanças em uma cidade que não sabe lidar com aquilo que foge do padrão.

A Noiva! também se destaca como uma experiência cinematográfica ambiciosa. A fotografia é assinada por Lawrence Sher (Coringa, Godzilla: Rei dos Monstros), que filmou o longa inteiramente com câmeras digitais certificadas para IMAX. O resultado é uma estética grandiosa, com enquadramentos que valorizam tanto a intimidade dos personagens quanto a imponência dos cenários urbanos. Cada cena parece pensada para ser sentida, não apenas assistida.

Outro elemento que chama atenção é a presença de grandes números de dança, algo pouco comum em narrativas de terror. Essa escolha reforça o tom híbrido do filme, que mistura gêneros sem medo de arriscar. A dança surge como forma de expressão, libertação e até provocação, ampliando o impacto emocional da história e dando ao filme uma identidade própria.

Na pós-produção, a edição ficou sob responsabilidade de Dylan Tichenor (Moonlight, Trama Fantasma), garantindo ritmo e fluidez a uma narrativa que transita entre o drama íntimo e o espetáculo visual. Já a trilha sonora é assinada por Hildur Guðnadóttir (Coringa, Tár), cuja música densa e melancólica contribui para criar uma atmosfera ao mesmo tempo sombria e emocionalmente envolvente. O músico Fever Ray (The Knife, Radical Romantics) também participa do projeto, compondo duas músicas originais e fazendo uma aparição especial no filme, reforçando o clima experimental da produção.

Com orçamento estimado em US$ 80 milhões, A Noiva! passou por um processo de produção cuidadoso, iniciado em março de 2024, em Nova York. O valor, considerado alto para um filme autoral, reflete a confiança do estúdio na visão de Maggie Gyllenhaal e no potencial da obra de dialogar tanto com o grande público quanto com a crítica.

Trailer de “Todo Mundo em Pânico 6” é exibido com exclusividade nas sessões de “Pânico 7” nos cinemas

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Quem entrou recentemente em uma sessão de Pânico 7 pode ter sido surpreendido por algo além dos sustos e da tensão: gargalhadas inesperadas ecoando pela sala. Isso porque a família Wayans decidiu lançar o primeiro trailer de Todo Mundo em Pânico 6 de forma nada convencional — exclusivamente nas exibições do novo capítulo da franquia de terror. Ainda não há versão oficial disponível na internet, o que transformou a prévia em uma espécie de “experiência secreta” para quem está no cinema.

E, ao que tudo indica, a estratégia deu certo.

Vídeos gravados discretamente dentro das salas começaram a circular nas redes sociais, mostrando plateias reagindo com risadas altas e espontâneas. O clima lembra o início dos anos 2000, quando ir ao cinema para assistir a uma comédia significava compartilhar a experiência coletiva do riso — algo que se tornou cada vez mais raro na era do streaming.

Entre as principais referências vistas no teaser estão momentos inspirados no impactante Pecadores, na boneca tecnológica e perturbadora de M3GAN, além de piscadelas para produções como A Hora do Mal e o angustiante Um Lugar Silencioso. A proposta parece clara: atualizar o repertório da franquia, mirando no terror contemporâneo que domina as bilheterias e as conversas nas redes.

Marlon Wayans, que estrela e coescreve o novo filme, entrou na brincadeira. Em um vídeo publicado recentemente, ele aparece acompanhando a exibição do trailer no cinema e ironiza: diz estar “filmando ilegalmente” o próprio teaser enquanto observa as reações do público. A cena é divertida, mas também simbólica. Mostra que o retorno da família Wayans não é apenas comercial — existe ali um envolvimento pessoal, quase afetivo, com a franquia que eles ajudaram a transformar em fenômeno cultural.

A trama de Todo Mundo em Pânico 6 ainda está sendo mantida em sigilo. Mas, historicamente, a essência da saga nunca foi exatamente a complexidade narrativa — e sim a capacidade de transformar os maiores sucessos do terror em piadas exageradas, cenas absurdas e situações constrangedoras que desafiam qualquer lógica.

O fenômeno que nasceu da paródia

Para entender a expectativa em torno do novo capítulo, é impossível não revisitar o impacto do primeiro filme. Todo Mundo em Pânico estreou em 2000 como uma resposta direta ao sucesso de Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. O terror adolescente estava em alta, e os Wayans enxergaram ali uma oportunidade perfeita para brincar com os clichês do gênero.

Dirigido por Keenen Ivory Wayans e escrito por Marlon Wayans e Shawn Wayans, o longa misturava humor físico, referências diretas e um roteiro que não tinha medo de ser exagerado. A história acompanhava um grupo de adolescentes que, após um acidente fatal, passa a ser perseguido por uma figura mascarada — uma versão escancaradamente caricata do assassino Ghostface.

O elenco também marcou época, com nomes como Anna Faris e Regina Hall, que se tornaram rostos emblemáticos da franquia. O sucesso foi estrondoso: produzido com orçamento modesto, o filme arrecadou cerca de US$ 278 milhões no mundo todo, consolidando-se como uma das comédias mais lucrativas daquele ano.

Mas o que realmente fez diferença foi o timing. O longa não apenas zombava do terror, mas também dialogava com a cultura pop dos anos 1990. Referências a Halloween, O Iluminado, Sexta-Feira 13, O Sexto Sentido, A Bruxa de Blair e até Matrix mostravam que a proposta era abraçar o exagero sem pedir desculpas.

A franquia seguiu com mais quatro sequências, mas, com o tempo, perdeu parte da identidade original — especialmente após o afastamento criativo dos Wayans. O último filme, lançado em 2013, teve recepção morna e deixou no ar a sensação de que talvez o ciclo tivesse se encerrado.

Nostalgia ou reinvenção?

É justamente por isso que Todo Mundo em Pânico 6 desperta tanto interesse. O retorno da família Wayans representa, para muitos fãs, uma tentativa de resgatar a essência que fez o primeiro filme funcionar. Mas o desafio é grande: o humor mudou, o público mudou, e o próprio terror se reinventou.

Hoje, o gênero vive uma fase marcada por produções mais densas, simbólicas e tecnológicas. A paródia precisa acompanhar essa evolução sem perder o frescor. Transformar fenômenos recentes em sátira exige não apenas criatividade, mas também sensibilidade para entender o que realmente marcou o público.

Decepcionou? Pânico 7 estreia com pior nota da franquia no Rotten Tomatoes

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A franquia Pânico está de volta aos cinemas com seu sétimo capítulo, mas a recepção da crítica não foi nada animadora. Pânico 7 estreou com 43% de aprovação no Rotten Tomatoes, marcando a pior pontuação da saga em seus quase 30 anos de história. Até o momento, a avaliação do público ainda não foi divulgada.

O novo índice supera negativamente o antigo recorde, que pertencia a Pânico 3, com 45%. Já Pânico 2 segue como o mais bem avaliado da franquia, com 83% de aprovação.

Apesar das críticas mistas — que elogiam o entretenimento e as cenas de violência, mas apontam fragilidades no roteiro e no desenvolvimento dos personagens — a estreia nas bilheterias promete ser forte. As projeções indicam uma arrecadação entre US$ 40 milhões e US$ 45 milhões no primeiro fim de semana.

Bastidores turbulentos e retorno marcante

Sequência de Pânico VI, o longa é dirigido por Kevin Williamson, que também assina o roteiro ao lado de Guy Busick, a partir de uma história desenvolvida com James Vanderbilt.

O elenco traz de volta nomes clássicos da franquia, como Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette, Matthew Lillard, Jasmin Savoy Brown e Mason Gooding. Também integram o elenco nomes como Mckenna Grace e Joel McHale.

A produção passou por mudanças significativas. Após a saída dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, Christopher Landon chegou a assumir o projeto, mas deixou a produção após reformulações criativas e a saída de parte do elenco. Em março de 2024, Neve Campbell confirmou seu retorno à franquia, e Kevin Williamson assumiu oficialmente a direção. As filmagens ocorreram entre janeiro e março de 2025.

Trama aposta em nostalgia e reviravoltas

A história acompanha um novo assassino sob a máscara de Ghostface, agora tendo como alvo a filha de Sidney Prescott.

O filme revisita elementos clássicos da franquia, incluindo a cidade de Woodsboro e referências ao passado, como os assassinatos originais e teorias envolvendo Stu Macher. A narrativa ainda aposta em tecnologia, deepfake e múltiplas identidades por trás da máscara, mantendo a tradição de reviravoltas e revelações duplas.

Entre perseguições, ligações ameaçadoras e confrontos sangrentos, Sidney precisa mais uma vez enfrentar seus traumas para proteger sua família.

Confira o filme que será exibido nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, na Sessão da Tarde da TV Globo

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A TV Globo leva mais magia e leveza para a programação da Sessão da Tarde desta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, com a exibição de “Fada Madrinha”, comédia fantástica lançada originalmente em 2020. O longa é uma opção leve e divertida para quem busca uma história encantadora sobre autoconfiança, amizade e a importância de acreditar em si mesmo.

Intitulado originalmente Godmothered, o filme acompanha Eleanor, uma jovem fada madrinha ainda em treinamento que descobre que sua profissão está ameaçada de extinção. Determinada a provar que as fadas ainda são necessárias no mundo moderno, ela decide agir por conta própria e atender ao pedido de ajuda de uma garota cuja solicitação foi ignorada.

O problema é que o pedido não é recente. Ao chegar ao “mundo real”, Eleanor descobre que a menina em questão cresceu. Mackenzie, agora adulta, é uma mãe viúva que perdeu a fé em finais felizes e vive sobrecarregada com responsabilidades. A partir desse encontro improvável, nasce uma jornada repleta de situações inusitadas, lições de vida e momentos de humor.

No papel da fada aprendiz está Jillian Bell, que conduz a personagem com carisma e ingenuidade encantadora. Já Isla Fisher interpreta Mackenzie, equilibrando emoção e leveza em uma atuação que dialoga tanto com o público infantil quanto com os adultos. O elenco ainda conta com nomes como Jane Curtin e June Squibb.

A direção é assinada por Sharon Maguire, conhecida por trabalhos que combinam humor e sensibilidade. O roteiro foi escrito por Kari Granlund e Melissa Stack, trazendo uma abordagem contemporânea ao clássico conceito das fadas madrinhas e questionando o que realmente significa ter um “final feliz” nos dias atuais.

Produzido pela Walt Disney Pictures, o longa foi desenvolvido a partir de 2019, com filmagens realizadas em Boston no início de 2020. O lançamento aconteceu diretamente no Disney+, em dezembro daquele ano, período em que muitas produções migraram para o streaming.

Além do elenco original, a versão exibida na televisão brasileira conta com dublagem de vozes conhecidas do público, como Patrícia Scalvi, Priscilla Concepcion, Sylvia Salustti e Rosa Maria Baroli, garantindo familiaridade e conexão para quem acompanha animações e produções da Disney no país.

O que esperar do filme?

A história aposta fortemente no contraste entre fantasia e realidade. De um lado, há o mundo encantado das fadas madrinhas, repleto de regras antiquadas e ideias tradicionais sobre “felizes para sempre”. Do outro, está o cotidiano corrido e imperfeito de uma mulher real, que enfrenta trabalho, maternidade e frustrações pessoais. Esse choque de universos gera momentos cômicos, mas também reflexões sobre expectativas irreais e a pressão para corresponder a um ideal romântico.

Outro ponto que o público pode esperar é uma protagonista carismática e desajeitada. A fada em treinamento não é perfeita, não domina completamente seus poderes e comete erros ao tentar ajudar. Essa imperfeição torna a narrativa mais humana e acessível, principalmente para as crianças, que enxergam nela alguém em processo de aprendizado. Ao mesmo tempo, os adultos se identificam com a personagem que perdeu a fé nos finais felizes e precisa redescobrir sua própria força.

Visualmente, é possível esperar uma estética vibrante, com figurinos marcantes e efeitos especiais que reforçam o clima fantasioso sem exageros. A direção de Sharon Maguire privilegia o tom acolhedor, mantendo o ritmo dinâmico e acessível para todas as idades.

Brothersong chega ao Brasil e encerra a saga Green Creek com desfecho emocionante do bando Bennett

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Os leitores brasileiros finalmente poderão acompanhar o capítulo final de uma das séries mais queridas da fantasia contemporânea. A Editora Morro Branco lança no país Brothersong, quarto e último volume da série Green Creek, escrita por TJ Klune. A obra encerra a trajetória da família Bennett e marca o fim de uma jornada iniciada em 2016 com Wolfsong, livro responsável por consolidar o autor como um dos grandes nomes best-sellers da fantasia com protagonismo LGBTQIAPN+.

Misturando elementos sobrenaturais, drama familiar e romance, a série conquistou leitores ao construir uma mitologia própria centrada em lobos, laços emocionais e a força da família escolhida. Em Brothersong, Klune conduz a narrativa para um desfecho que equilibra ação, emoção e reflexão, aprofundando temas que atravessaram todos os volumes anteriores.

Carter Bennett no centro da história

Desta vez, o foco recai sobre Carter Bennett. Conhecido ao longo da série como o irmão leal, espirituoso e frequentemente responsável por aliviar as tensões com humor, Carter assume o protagonismo em uma jornada mais sombria e introspectiva. Após a morte do pai e a fragmentação da matilha, ele se vê diante de um vazio que o obriga a confrontar não apenas as ameaças externas, mas também seus próprios conflitos internos.

O isolamento passa a ser parte central da narrativa. Longe da proteção do bando, Carter parte em busca daquele que abalou as estruturas da família e despertou nele sentimentos tão intensos quanto perigosos. A travessia física se transforma, pouco a pouco, em uma jornada emocional marcada por amadurecimento, dor e autodescoberta.

Gavin Livingstone e o peso do legado

No coração dessa história está Gavin Livingstone, filho do principal antagonista da série. Herdeiro de uma linhagem associada historicamente à violência e ao controle, Gavin carrega cicatrizes profundas e vive dividido entre o peso do sangue e a possibilidade de escolher um caminho diferente.

A relação entre Carter e Gavin é o eixo emocional do romance. Mais do que um romance proibido ou improvável, o vínculo entre os dois assume contornos simbólicos e políticos. Ao aproximar personagens que pertencem a lados historicamente opostos, Klune tensiona a ideia de herança e destino, propondo uma reflexão sobre a possibilidade de romper ciclos de ódio e reescrever narrativas familiares.

É a partir dessa conexão que Brothersong amplia o conceito de “laço”, elemento central da mitologia de Green Creek. Na série, o laço é o vínculo que mantém os lobos ancorados em sua humanidade, impedindo que se percam na fúria ou na violência. Neste volume final, o conceito atinge seu ápice, colocando à prova a força do amor, da lealdade e do pertencimento.

Licantropia como metáfora de identidade

Ao longo dos quatro livros, TJ Klune construiu uma fantasia urbana em que a licantropia funciona como metáfora para identidade, diferença e aceitação. Em Green Creek, transformar-se em lobo não é apenas um elemento sobrenatural, mas também um símbolo de comunidade e reconhecimento mútuo.

Em Brothersong, essa metáfora se torna ainda mais potente. Ao deslocar Carter para fora do núcleo familiar, o autor questiona o que acontece quando o pertencimento é ameaçado. A ideia de found family — família escolhida —, tão central na obra, é colocada sob tensão. O que sustenta alguém quando os laços parecem rompidos? Até que ponto é possível reconstruir aquilo que foi fragmentado?

Klune responde a essas perguntas revisitando eventos marcantes da série, ressignificando perdas e sacrifícios acumulados ao longo da trajetória dos Bennett. O passado retorna não como nostalgia, mas como parte essencial do processo de cura.

Um encerramento à altura da saga

Considerada a obra mais conhecida do autor, a série Green Creek se tornou referência dentro da fantasia urbana contemporânea por unir narrativa envolvente, personagens complexos e representatividade LGBTQIAPN+. Ao longo dos livros, Klune explorou temas como trauma, lealdade, responsabilidade e amor em suas múltiplas formas.

Com Brothersong, o autor entrega um desfecho que honra essa construção. O romance não apenas encerra o arco narrativo do bando Bennett, mas também reafirma a mensagem que atravessa toda a saga: a família não é definida apenas por sangue, mas pelas escolhas que fazemos e pelos laços que cultivamos.

Warner Bros. Pictures revela trailer inédito de Mortal Kombat 2 e confirma estreia em maio nos cinemas

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“Fatality!” não foi apenas uma palavra solta no ar durante a IGN Fest 2026. A Warner Bros. Pictures aproveitou o evento para divulgar um trailer inédito de Mortal Kombat 2 e, em poucos minutos, incendiou a internet. A sequência chega aos cinemas brasileiros no dia 7 de maio de 2026, também em IMAX e versões acessíveis, prometendo combates ainda mais brutais e uma escala muito maior do que vimos no filme de 2021.

O novo material já deixa claro que a história não vai economizar intensidade. A ameaça agora é direta e implacável: Shao Kahn surge como a força dominante da Exoterra, disposto a esmagar o Plano Terreno de uma vez por todas. A sensação é de que não se trata apenas de mais um torneio, mas de uma guerra declarada entre reinos. O equilíbrio do mundo está em jogo, e os personagens sabem que qualquer erro pode ser definitivo.

Entre socos, lâminas e poderes sobrenaturais, o trailer aposta em coreografias mais elaboradas e em um visual mais grandioso. Há uma preocupação evidente em aproximar a experiência do cinema à energia crua dos games criados por Ed Boon e John Tobias. Para quem cresceu ouvindo o clássico “Finish Him”, a nova prévia entrega exatamente o que se espera: confrontos intensos, atmosfera sombria e aquele exagero estilizado que faz parte do DNA da franquia.

Um dos pontos mais comentados é, sem dúvida, a chegada de Johnny Cage, agora interpretado por Karl Urban. O personagem ficou de fora do primeiro longa, mas já havia sido insinuado como peça-chave para a continuação. Pelo que o trailer indica, ele chega trazendo sua personalidade confiante e sarcástica, funcionando como um contraponto ao clima pesado da trama. A presença de Cage promete equilibrar tensão e carisma, algo que os fãs pediam desde o início.

O elenco ainda reúne nomes que retornam da produção anterior, como Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks e Lewis Tan, além de Joe Taslim como Sub-Zero e Hiroyuki Sanada como Scorpion. A direção continua com Simon McQuoid, enquanto o roteiro é assinado por Jeremy Slater, reforçando a intenção de expandir o universo e aprofundar os conflitos.

A produção passou por desafios no caminho. As filmagens começaram em 2023, foram interrompidas por conta da greve do SAG-AFTRA e retomadas meses depois, sendo finalizadas no início de 2024. Esse intervalo, no entanto, parece ter sido aproveitado para ajustar detalhes e elevar o nível técnico da sequência.Para quem acompanha a franquia há décadas, a sensação é de reencontro.

Para quem chegou agora, é a chance de mergulhar em um universo onde honra, rivalidade e vingança se resolvem no ringue — ou melhor, na arena. Em maio de 2026, os reinos voltam a colidir nas telonas. E, ao que tudo indica, dessa vez ninguém sairá ileso.

“Clube da Luta” completa 30 anos e ganha edição de colecionador com novo projeto gráfico pela Editora Record

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Três décadas após seu lançamento original, “Clube da Luta” retorna às livrarias brasileiras em uma edição especial que celebra a força e a permanência de um dos romances mais impactantes da literatura contemporânea. Publicado pela Editora Record, o clássico de Chuck Palahniuk ganha capa dura, acabamento lenticular e um novo projeto visual desenvolvido pelo designer Leonardo Iaccarino, criando uma experiência estética à altura da potência narrativa da obra.

Lançado originalmente em 1996, o livro marcou a estreia literária de Palahniuk e rapidamente se consolidou como um retrato provocador do mal-estar moderno. Com linguagem direta, ácida e por vezes desconcertante, o autor construiu uma história que atravessou gerações ao questionar valores associados ao consumo, ao sucesso profissional e à construção da identidade masculina em uma sociedade movida pelo desempenho e pela aparência.

A nova edição comemorativa reforça o caráter icônico do romance. O acabamento lenticular da capa cria imagens que se transformam conforme o ângulo do olhar, recurso que dialoga simbolicamente com a fragmentação psicológica presente na narrativa. A publicação conta com 280 páginas, tradução de Érika Nogueira Vieira e preço sugerido de R$ 184,90. Mais do que uma reedição, trata-se de um convite à redescoberta de um texto que permanece inquietante e atual.

A trama acompanha um narrador anônimo, profissional estável e consumidor compulsivo, que vive mergulhado em uma rotina marcada pelo vazio existencial. Sua percepção de mundo começa a ruir quando conhece Tyler Durden, figura carismática e imprevisível que desafia frontalmente as convenções sociais. A amizade entre os dois dá origem a um clube secreto de lutas, onde homens se reúnem para confrontar suas frustrações por meio da violência física.

O que começa como uma tentativa de romper com a anestesia emocional da vida corporativa evolui para algo mais profundo e perigoso. No clube, a dor se transforma em ferramenta de autoconhecimento, e a agressividade surge como resposta ao sentimento de impotência diante de um sistema que promete felicidade por meio do consumo. Palahniuk constrói, assim, uma narrativa que mistura crítica social, humor corrosivo e tensão psicológica.

A personagem Marla Singer, igualmente deslocada e desiludida, intensifica os conflitos internos do protagonista. Sua presença evidencia as contradições emocionais da história e amplia o debate sobre solidão, dependência e identidade. A relação entre os personagens é marcada por ambiguidade e imprevisibilidade, conduzindo o leitor a um desfecho que se tornou um dos mais discutidos da ficção contemporânea.

O impacto cultural do romance foi amplificado em 1999 com a adaptação cinematográfica dirigida por David Fincher, estrelada por Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter. O filme transformou “Clube da Luta” em fenômeno mundial e consolidou frases e imagens que permanecem vivas no imaginário popular. Ainda que tenha dividido opiniões à época do lançamento, a produção conquistou status de cult ao longo dos anos, ampliando o alcance da obra literária.

Passados 30 anos, o romance mantém relevância ao abordar questões que continuam presentes no cotidiano contemporâneo. A exaustão provocada pela cultura da produtividade, a sensação de isolamento em meio à hiperconectividade e a busca por pertencimento são temas que dialogam com novas gerações de leitores. O texto de Palahniuk, ao expor fragilidades e contradições humanas, revela-se surpreendentemente atual.

A edição comemorativa surge, portanto, como uma celebração da permanência cultural do livro e como reconhecimento de sua influência na literatura e no cinema. Ao investir em acabamento sofisticado e identidade visual renovada, a Editora Record reforça o caráter atemporal da obra e amplia seu apelo junto ao público colecionador.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta quinta (26), na TV Globo

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A TV Globo apresenta na Sessão da Tarde desta quinta, 26 de fevereiro de 2026, o filme 4×100 – Correndo Por Um Sonho, produção nacional que mistura drama esportivo, rivalidade e redenção. Inspirado no universo do atletismo olímpico, o longa traz uma narrativa emocional sobre segundas chances e a força do trabalho em equipe.

A trama começa com uma ferida aberta. Durante a final olímpica do revezamento 4×100, uma falha decisiva compromete o desempenho da equipe brasileira e transforma o sonho da medalha em frustração coletiva. O erro recai sobre Maria Lúcia, interpretada por Fernanda de Freitas, que passa a carregar o peso da derrota não apenas dentro das pistas, mas também sob o julgamento público e midiático.

Três anos depois, os caminhos das atletas seguem direções distintas. Maria Lúcia continua no atletismo e permanece em evidência na mídia, tentando reconstruir sua imagem e provar que ainda merece confiança. Já Adriana, vivida por Thalita Carauta, trilha um percurso mais turbulento. Após dedicar anos de esforço ao esporte, ela abandona o revezamento e passa a disputar pequenas lutas de MMA, enfrentando frustração e incertezas sobre o próprio futuro.

O reencontro das duas acontece às vésperas de uma nova edição dos Jogos Olímpicos, desta vez em Tóquio. A possibilidade de retornar à equipe reacende antigas tensões, mas também abre espaço para uma nova chance de reescrever a história. Para que isso aconteça, será necessário deixar mágoas de lado, reconstruir a confiança e entender que o sucesso no revezamento depende, acima de tudo, da sintonia coletiva.

Além de Fernanda de Freitas e Thalita Carauta, o elenco conta com nomes como Augusto Madeira, Cíntia Rosa, Roberta Alonso e Priscila Steinman. O grupo constrói uma dinâmica que evidencia as pressões psicológicas enfrentadas por atletas de alto rendimento, indo além das competições e explorando conflitos pessoais, inseguranças e expectativas familiares.

A direção é assinada por Tomás Portella, que conduz o filme equilibrando emoção e tensão esportiva. As sequências de corrida são filmadas com intensidade, buscando transmitir ao espectador a adrenalina dos momentos decisivos. A preparação física do elenco foi um dos pontos centrais da produção, exigindo dedicação e treinamento específicos para que as cenas ganhassem realismo.

A própria Thalita Carauta revelou, em entrevista, ter enfrentado lesões durante as gravações das cenas de corrida. O esforço para entregar autenticidade às disputas nas pistas foi complementado por recursos de efeitos visuais, garantindo que o resultado final mantivesse impacto e credibilidade.

O projeto nasceu da iniciativa de Roberta Alonso, que também integra o elenco. A ideia foi apresentada à produtora Gullane Filmes, dando origem ao desenvolvimento do roteiro, inicialmente escrito por Caroline Fioratti e Carlos Cortez. O longa carrega, portanto, uma origem profundamente ligada ao desejo de contar uma história sobre mulheres no esporte, ressaltando desafios frequentemente invisibilizados.

As filmagens ocorreram entre São Paulo e Rio de Janeiro, cidades que serviram de base para as cenas de treinamento e competições nacionais. Já a grande final foi gravada em Tóquio, em uma produção que buscou capturar a atmosfera internacional dos Jogos Olímpicos. Ao todo, quatro dias de gravações foram realizados na capital japonesa, reforçando o compromisso da equipe com a ambientação.

MUBI anuncia estreia exclusiva do premiado documentário Meus Amigos Indesejáveis: Parte 1 – Último Ar em Moscou

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A plataforma global de streaming e distribuição MUBI confirmou a estreia exclusiva de Meus Amigos Indesejáveis: Parte 1 – Último Ar em Moscou para o dia 3 de abril. A produção ficará disponível globalmente na plataforma, com exceção de Rússia e Belarus. A continuação, Meus Amigos Indesejáveis: Parte 2 – Exílio, também será lançada ainda este ano, igualmente com exclusividade no serviço.

Dirigido pela cineasta russa-americana Julia Loktev, o documentário vem acumulando reconhecimento da crítica internacional. O longa venceu os prêmios de Melhor Documentário concedidos pelo New York Film Critics Circle, pela Los Angeles Film Critics Association e pelo Gotham Awards, além de ter sido eleito Melhor Documentário no Film Independent Spirit Awards de 2025. O filme também integrou a shortlist para Melhor Documentário em Longa-Metragem no 98º Academy Awards.

Um retrato íntimo em meio ao colapso

Aclamado por veículos como The New Yorker, The New York Times, The Guardian e Los Angeles Times, o documentário foi descrito como um retrato impressionante de jornalistas russos dissidentes, combinando tensão política e humanidade em igual medida.

A narrativa começa como um acompanhamento íntimo de profissionais da imprensa independente na Rússia que enfrentam perseguições sob o regime de Vladimir Putin. No entanto, o filme sofre uma virada dramática quando a Rússia inicia uma guerra em larga escala contra a Ucrânia. Com a intensificação da repressão, os jornalistas retratados são forçados ao exílio, transformando o registro observacional em um testemunho urgente sobre autoritarismo e resistência.

O documentário acompanha de perto Alesya Marokhovskaya, Anna Nemzer, Elena Kostyuchenko, Irina Dolinina, Ksenia Mironova, Olga Churakova e Sonya Groysman, revelando os bastidores do jornalismo investigativo em um ambiente de crescente censura e ameaça. A proximidade da câmera, conduzida pela própria Loktev, cria uma atmosfera quase claustrofóbica, que reforça o clima de tensão vivido pelos protagonistas.

Reconhecimento em festivais internacionais

O filme teve sua estreia no New York Film Festival e realizou sua première internacional no Festival Internacional de Cinema de Berlim em 2025. Desde então, consolidou-se como uma das obras documentais mais impactantes do ano, tanto pela abordagem estética quanto pela relevância política.

As duas partes do projeto foram dirigidas, produzidas e filmadas por Loktev, com codireção da jornalista Anna Nemzer, uma das protagonistas do documentário. A montagem ficou a cargo de Loktev em parceria com Micheal Taylor, ACE, colaborador frequente da diretora. A produção contou ainda com consultoria de Riva Marker.

A trajetória de Julia Loktev

Nascida em São Petersburgo e radicada nos Estados Unidos desde a infância, Julia Loktev construiu uma carreira marcada por projetos que exploram tensão psicológica e questões sociais complexas. Bolsista da Guggenheim Fellowship e vencedora do Emerging Icons Award do George Eastman Museum, a diretora alterna entre ficção e documentário com reconhecimento constante da crítica.

Seu longa Planeta Solitário, estrelado por Gael García Bernal, foi exibido no Festival de Cinema de Nova York, conquistou o Prêmio do Júri no AFI Film Festival e recebeu indicações ao Independent Spirit Awards e ao Gotham Awards. Já Day Night Day Night estreou na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes e rendeu à cineasta o prêmio Someone to Watch no Independent Spirit Awards. Seu documentário Moment of Impact venceu o prêmio de Direção no Festival de Sundance e o Grande Prêmio no Cinéma du Réel.

Com Meus Amigos Indesejáveis: Parte 1 – Último Ar em Moscou, Loktev reafirma sua capacidade de transformar histórias pessoais em reflexões universais. Ao registrar o impacto do autoritarismo sobre jornalistas que se recusam a silenciar, o filme dialoga com debates contemporâneos sobre liberdade de imprensa e democracia, ampliando sua relevância para além do contexto russo.

Angra anuncia show histórico no Espaço Unimed com Rebirth na íntegra e reencontro da formação “Nova Era”

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FOTO POR @ELLENARTIE

Os fãs de heavy metal brasileiro já podem marcar no calendário: no dia 29 de abril de 2026, o Angra sobe ao palco do Espaço Unimed, em São Paulo, para uma apresentação que promete entrar para a história. O espetáculo celebra os 25 anos de Rebirth, disco que redefiniu os rumos da banda no início dos anos 2000 e se tornou um dos trabalhos mais emblemáticos do metal nacional.

A noite terá um significado ainda mais especial: será a única performance da formação conhecida como “Nova Era” fora do festival Bangers Open Air. No palco, estarão reunidos Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester, marcando um reencontro aguardado há quase duas décadas.

Um reencontro raro e carregado de simbolismo

A última vez que a formação completa do período Rebirth se apresentou como Angra foi em 2007, no encerramento da turnê de Aurora Consurgens. Desde então, os cinco músicos seguiram caminhos distintos e nunca mais dividiram o palco sob o nome da banda. Essa longa ausência torna o reencontro ainda mais emblemático, especialmente para os fãs que acompanharam a fase de reconstrução do grupo após mudanças profundas em sua estrutura.

O show em São Paulo ganha contornos ainda mais grandiosos porque também contará com a presença da formação atual: Alírio Netto, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde se juntam aos músicos da era Rebirth, criando um encontro de gerações que celebra diferentes capítulos da trajetória do Angra. Mais do que uma apresentação comemorativa, o evento se consolida como uma convergência de histórias, estilos e momentos que ajudaram a moldar a identidade da banda.

Rebirth na íntegra e uma viagem pela discografia

O ponto central da noite será a execução completa de Rebirth, álbum lançado em 2001 e responsável por recolocar o Angra em evidência no cenário internacional. Faixas como “Nova Era”, “Heroes of Sand” e “Rebirth” se tornaram hinos de uma geração e simbolizaram o renascimento artístico do grupo, tanto em sonoridade quanto em projeção global.

O espetáculo será apresentado em formato ampliado, com produção especial e um repertório dividido em blocos temáticos. A proposta é conduzir o público por uma jornada musical que percorre momentos decisivos da carreira da banda, desde a reconstrução até a consolidação internacional e a fase contemporânea.

Além de Rebirth, o setlist incluirá músicas de álbuns fundamentais como Temple of Shadows e Aurora Consurgens, trabalhos que aprofundaram a maturidade composicional do grupo e ampliaram sua base de fãs ao redor do mundo.

Homenagem à era clássica e olhar para o futuro

A apresentação também prestará tributo à fase clássica liderada pelo saudoso Andre Matos, eternizada em discos como Angels Cry, Holy Land e Fireworks. Essas obras ajudaram a consolidar o nome do Angra como um dos principais representantes do metal melódico no mundo, combinando técnica apurada, influências eruditas e elementos da música brasileira.

A fase mais recente da banda também terá espaço no repertório, com faixas de Secret Garden, Ømni e Cycles of Pain. A inclusão dessas músicas reforça a ideia de continuidade e evolução, mostrando que o Angra não vive apenas de seu passado glorioso, mas segue produzindo material relevante e atual.

Um marco para o metal brasileiro

Com mais de três décadas de carreira, o Angra construiu um legado que ultrapassa fronteiras. A banda ajudou a projetar o metal brasileiro no exterior e influenciou inúmeras formações ao redor do mundo. O show no Espaço Unimed se apresenta como um dos momentos mais simbólicos dessa trajetória, reunindo passado, presente e futuro em uma mesma celebração.

Para os fãs, será uma oportunidade rara de testemunhar ao vivo a força de um álbum que marcou época e de assistir ao reencontro de músicos que escreveram capítulos fundamentais da história do metal nacional. Para a banda, representa a reafirmação de um legado construído com perseverança, talento e reinvenção constante.

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