Diablo V é anunciado para 2029 durante a BlizzCon 2026 com Santuário dominado pelo Senhor do Terror

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A Blizzard confirmou neste sábado (12), durante o painel de abertura da BlizzCon 2026, o próximo grande capítulo de uma das franquias mais importantes dos RPGs de ação. Diablo V foi anunciado oficialmente com lançamento previsto para 2029 e recebeu um primeiro vídeo animado que apresenta um Santuário em uma situação inédita na série.

Desta vez, a história não parte da tentativa de impedir que uma grande ameaça chegue ao mundo. O problema já está instalado. O vídeo mostra o território humano tomado pelas forças do mal e coloca Diablo, o Senhor do Terror, novamente no centro da narrativa.

A proposta representa uma mudança interessante para a estrutura tradicional da franquia. Desde o primeiro jogo, lançado em 1996, a série costuma colocar o jogador diante de uma ameaça que precisa ser descoberta, enfrentada e, eventualmente, derrotada. Em Diablo V, a Blizzard pretende trabalhar a partir de uma situação em que o pior cenário já aconteceu.

Diablo V leva o conflito para outro estágio

O material apresentado durante a BlizzCon mostra um Santuário bastante diferente daquele conhecido pelos jogadores. A presença demoníaca não aparece apenas como uma ameaça distante ou restrita a determinadas regiões. O mal já avançou pelo mundo.

Segundo a Blizzard, essa será a primeira vez em que um jogo principal da série começa a partir de uma perspectiva desse tipo. Em vez de acompanhar a ascensão de um novo inimigo e tentar impedir sua chegada, os personagens terão de sobreviver às consequências de uma realidade em que Diablo já conseguiu impor sua influência.

A escolha também conversa diretamente com a mitologia construída ao longo dos jogos.

O mundo de Diablo é conhecido pelo conflito entre os Altos Céus, o Inferno Ardente e Santuário, território criado por anjos e demônios que abandonaram a guerra. A humanidade nasceu dessa mistura e acabou se tornando uma peça importante no confronto entre os dois lados.

É nesse cenário que os jogos apresentam personagens humanos capazes de enfrentar criaturas muito mais poderosas. A presença dos Nephalem, descendentes dos primeiros habitantes de Santuário, tornou essa relação ainda mais importante nos acontecimentos de Diablo II e Diablo III.

Quem é Diablo dentro da história?

Apesar de aparecer como antagonista desde o primeiro jogo, Diablo representa apenas uma parte da estrutura de poder do Inferno Ardente.

O personagem é o Senhor do Terror, um dos chamados Grandes Males. Seus irmãos Mefisto, Senhor do Ódio, e Baal, Senhor da Destruição, também ocupam posições centrais na mitologia da série.

Ao longo da história, Diablo chega a absorver os demais Grandes Males e assume a posição de Mal Supremo, aumentando ainda mais sua influência sobre Santuário.

Esse histórico ajuda a explicar por que o anúncio de Diablo V chama atenção dentro da própria cronologia da franquia. A Blizzard não está simplesmente apresentando mais um confronto contra um demônio poderoso. O novo capítulo parte de uma situação em que o principal antagonista já possui controle sobre o cenário.

O resultado pode alterar bastante a maneira como a história será contada e, principalmente, como os personagens serão apresentados ao jogador.

Uma franquia construída entre anjos, demônios e humanos

A série Diablo nasceu na Blizzard North e posteriormente passou a ser desenvolvida pela Blizzard Entertainment. O primeiro jogo chegou aos computadores em 1996 e estabeleceu a combinação de RPG de ação, exploração de masmorras e combate contra hordas de criaturas que se tornou característica da franquia.

Depois vieram Diablo II, Diablo III e Diablo IV, acompanhados por diferentes expansões e conteúdos adicionais.

Entre os personagens mais conhecidos está Deckard Cain, estudioso ligado aos Horadrim e uma das principais figuras narrativas dos primeiros jogos. Outro nome importante é Tyrael, arcanjo dos Altos Céus que desenvolve uma relação cada vez mais próxima com a humanidade.

A franquia também expandiu sua mitologia para além dos games. Livros e histórias em quadrinhos exploraram diferentes períodos da história de Santuário e ajudaram a construir uma cronologia extensa para o universo da série.

Em 2020, a franquia já havia ultrapassado a marca de 100 milhões de cópias vendidas mundialmente, considerando seus diferentes lançamentos.

Domingo Maior deste domingo (13) exibe Oblivion, ficção científica com Tom Cruise e Morgan Freeman

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A Globo exibe Oblivion no Domingo Maior deste domingo, 13 de setembro. Lançado em 2013, o filme de ficção científica dirigido por Joseph Kosinski coloca Tom Cruise no papel de um técnico responsável por manter equipamentos de segurança em uma Terra praticamente abandonada.

A história se passa em 2077, décadas depois de uma guerra entre a humanidade e uma raça alienígena conhecida como saqueadores. O conflito deixou o planeta em condições muito diferentes das conhecidas pelos seres humanos, e os poucos sobreviventes vivem longe da superfície.

É nesse cenário que trabalha Jack Harper, interpretado por Cruise. Ele atua ao lado de Victoria, personagem de Andrea Riseborough, realizando missões de manutenção antes de deixar definitivamente a Terra. O destino planejado é Titã, uma das luas de Saturno, onde os sobreviventes pretendem começar uma nova vida.

O plano muda quando Jack encontra uma nave destruída contendo uma mulher desacordada. O acontecimento parece não ter relação com sua rotina, mas logo começa a colocar em dúvida tudo o que ele sabe sobre a guerra, os alienígenas e o próprio planeta.

Tom Cruise em uma Terra quase irreconhecível

Em Oblivion, Cruise interpreta um personagem diferente dos agentes e pilotos que marcaram parte de sua carreira. Jack é um técnico especializado em manutenção, acostumado a trabalhar sozinho em uma paisagem praticamente deserta.

Sua rotina consiste em reparar drones e equipamentos utilizados para proteger as instalações restantes. A missão tem prazo para terminar, já que Jack e Victoria aguardam a transferência para Titã.

O isolamento, porém, começa a incomodá-lo. Jack tem lembranças e imagens de uma vida que não consegue explicar completamente, como se existisse alguma coisa anterior à guerra que tivesse sido apagada de sua memória.

A descoberta da mulher na nave funciona como o ponto de ruptura. A presença dela faz Jack questionar as informações que recebeu durante anos e o leva a procurar respostas fora dos limites impostos por sua própria missão.

O que aconteceu com a Terra?

A versão dos acontecimentos conhecida por Jack é simples: a humanidade entrou em guerra contra os saqueadores, venceu o conflito, mas pagou um preço alto.

A Terra foi devastada e contaminada pela radiação. As grandes cidades desapareceram e a maior parte da população foi retirada do planeta. Os equipamentos deixados na superfície servem para garantir os últimos recursos necessários aos sobreviventes.

Jack começa a perceber, entretanto, que existem partes dessa história que não se encaixam.

A partir daí, Oblivion muda de uma aventura de ficção científica sobre sobrevivência para uma investigação sobre memória, identidade e manipulação. O protagonista passa a questionar não apenas o que aconteceu com o planeta, mas também o quanto conhece sobre sua própria vida.

É uma das principais características do roteiro: as respostas aparecem gradualmente, alterando o significado de acontecimentos que pareciam simples no início.

Morgan Freeman entra na história

Morgan Freeman interpreta Malcolm Beech, um personagem ligado aos sobreviventes que Jack encontra depois de começar a investigar o que está acontecendo.

A presença de Beech acrescenta outra perspectiva aos acontecimentos. Jack passou grande parte da vida seguindo ordens e informações fornecidas por uma estrutura organizada. Beech pertence a um grupo que vive à margem desse sistema e possui conhecimentos que podem ajudar o técnico a compreender o que realmente aconteceu.

O elenco ainda conta com Olga Kurylenko como Julia Rusakova, a mulher encontrada por Jack na nave; Andrea Riseborough como Victoria; Nikolaj Coster-Waldau como Sykes; e Melissa Leo como Sally.

A produção também tem participação de Zoë Bell, que interpreta Kara.

Filme nasceu de uma história criada por Joseph Kosinski

Antes de chegar aos cinemas, Oblivion existia como um projeto criado por Joseph Kosinski em formato de história em quadrinhos. A obra não chegou a ser publicada comercialmente, mas serviu como ponto de partida para o filme.

O diretor desenvolveu o projeto com uma referência clara à ficção científica produzida durante os anos 1970. Essa influência aparece principalmente no desenho do mundo apresentado pelo longa, que prefere grandes paisagens, estruturas futuristas e tecnologia avançada a uma estética carregada de elementos.

O roteiro foi desenvolvido por William Monahan, Karl Gajdusek, Michael Arndt e pelo próprio Kosinski.

A produção também chamou atenção pelo trabalho visual. A Terra de 2077 é apresentada como um planeta silencioso, com cidades destruídas e grandes áreas tomadas pela natureza. O contraste entre as estruturas tecnológicas e os espaços abandonados ajuda a estabelecer o cenário sem depender apenas de diálogos para explicar o que aconteceu.

A ficção científica divide opiniões

Oblivion recebeu críticas mistas quando chegou aos cinemas. A parte visual e o trabalho do elenco foram bastante elogiados, enquanto o roteiro gerou opiniões diferentes, principalmente pela maneira como utiliza ideias já conhecidas dentro da ficção científica.

O filme também teve um desempenho comercial significativo. Com orçamento estimado em US$ 120 milhões, arrecadou aproximadamente US$ 286,1 milhões mundialmente, sendo cerca de US$ 89 milhões na América do Norte.

A produção foi lançada em um período no qual grandes filmes de ficção científica apostavam cada vez mais em universos pós-apocalípticos, viagens espaciais e futuros distópicos. Oblivion seguiu esse caminho, mas colocou a identidade de seu protagonista no centro do mistério.

Joseph Kosinski antes de Top Gun: Maverick

A direção de Oblivion ficou com Joseph Kosinski, cineasta que posteriormente voltaria a trabalhar com Tom Cruise em Top Gun: Maverick, lançado em 2022.

Antes disso, Kosinski já havia dirigido Tron: O Legado, de 2010. A experiência com produções de grande escala e forte trabalho visual ajudou a estabelecer o estilo utilizado em Oblivion.

A parceria com Cruise seria retomada quase uma década depois em Top Gun: Maverick, produção que se tornou um dos maiores sucessos comerciais da carreira do ator e de Kosinski.

Super Tela deste sábado (12) exibe Gaiola Mental, suspense com Martin Lawrence e John Malkovich

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A Record exibe Gaiola Mental na Super Tela deste sábado, 12 de setembro de 2026. Lançado originalmente em 2022, o suspense policial reúne Martin Lawrence, Melissa Roxburgh e John Malkovich em uma investigação que coloca dois detetives diante de um criminoso que já está atrás das grades.

A história acompanha os detetives Jake Doyle, interpretado por Lawrence, e Mary Kelly, vivida por Roxburgh. Os dois investigam uma série de assassinatos cometidos por alguém que parece estar reproduzindo os crimes de outros serial killers.

A investigação ganha um novo rumo quando a dupla percebe que precisa recorrer a alguém que conhece profundamente a mente de um assassino: o Artista, personagem de John Malkovich.

Preso por seus próprios crimes, o criminoso aceita conversar com os investigadores sob uma condição. Ele quer negociar sua situação com as autoridades e trocar a pena que recebeu por uma sentença de prisão perpétua.

O acordo coloca Mary diante de um homem extremamente inteligente e manipulador. Para entender o responsável pelos novos assassinatos, ela precisa entrar na lógica do Artista e analisar a maneira como ele pensa.

Quem é o Artista?

O personagem de Malkovich é o centro da trama. Mesmo encarcerado, ele consegue influenciar os rumos da investigação e usar o conhecimento que possui sobre crimes para orientar os detetives.

A relação com Mary rapidamente se torna uma disputa psicológica. O criminoso fornece informações, mas cada conversa pode esconder uma segunda intenção. Jake, mais desconfiado da aproximação, precisa acompanhar a investigação enquanto os dois tentam descobrir até onde podem confiar no homem que estão consultando.

O caso fica ainda mais complicado quando os detetives percebem que não estão lidando apenas com um assassino imitador. Existe uma conexão entre os crimes e o próprio Artista, e descobrir essa ligação passa a ser fundamental para evitar novas mortes.

O roteiro trabalha justamente com essa dinâmica entre investigador e criminoso. O assassino está preso, mas continua exercendo influência sobre a investigação. Já os policiais precisam decidir quanto conhecimento estão dispostos a receber de alguém que passou anos estudando o comportamento humano de maneira bastante perturbadora.

Martin Lawrence em um papel diferente

Conhecido principalmente por trabalhos de comédia, Martin Lawrence assume em Gaiola Mental uma função bem diferente de personagens como Marcus Burnett, da franquia Bad Boys.

Na produção, Lawrence interpreta Jake Doyle, um detetive envolvido em um caso de assassinatos violentos. O personagem funciona como contraponto para Mary, que se aproxima cada vez mais da mente do Artista durante a investigação.

Melissa Roxburgh, conhecida por interpretar Michaela Stone em Manifest, vive Mary Kelly. A personagem é responsável por estabelecer uma relação mais próxima com o criminoso encarcerado e passa boa parte da investigação tentando compreender sua forma de pensar.

A escolha de John Malkovich para interpretar o Artista combina com a proposta do personagem. O ator possui uma longa carreira em produções de suspense e personagens moralmente ambíguos, incluindo trabalhos como Ligações Perigosas, Na Linha de Fogo e Con Air.

Em Gaiola Mental, Malkovich interpreta um homem que não precisa estar livre para representar uma ameaça. Grande parte de sua força dentro da história vem justamente da capacidade de manipular quem está do outro lado das grades.

Um caso que coloca os investigadores contra o relógio

A investigação começa quando um novo criminoso passa a reproduzir métodos associados a assassinos conhecidos. O padrão dos crimes faz com que Jake e Mary procurem uma fonte pouco convencional para tentar antecipar os próximos movimentos.

O Artista conhece o comportamento de criminosos desse tipo e passa a oferecer pistas aos investigadores. A ajuda, porém, tem um preço.

Mary começa a entrar cada vez mais na lógica do assassino. Quanto mais informações consegue, maior é o risco de ser influenciada por ele. O caso deixa de ser uma investigação policial tradicional e passa a funcionar como um confronto psicológico entre pessoas que estão tentando descobrir quem está realmente controlando a situação.

O filme utiliza essa relação para construir seu suspense. A ameaça não está somente nas cenas dos crimes, mas também nas conversas entre Mary e o Artista.

Quem está no elenco?

Além do trio principal, o filme conta com Robert Knepper como o Tenente Owings. O ator é conhecido por interpretar Theodore “T-Bag” Bagwell em Prison Break.

O elenco também inclui Neb Chupin, no papel do Dr. Loesch; Jacob Grodnik, como Dutch; Chris Mullinax, como Homem Sem-Teto; e Ritchie Montgomery, como Padre Linares.

Completam a produção Nellie Sciutto, como a vice-governadora Diaz; Aiden Turner, como Dale; e Cassandra Gava, que interpreta uma sacerdotisa vodu.

Semana do Cinema | UCI terá ingressos a partir de R$ 10 entre 10 e 16 de setembro

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Setembro começa com uma boa oportunidade para quem deixou alguns filmes acumularem na lista de “quero ver no cinema”. Entre 10 e 16 de setembro, a UCI participa de mais uma edição da Semana do Cinema, com ingressos a partir de R$ 10 em diferentes horários e formatos de sala.

O preço mais baixo vale para sessões que começam até 16h59. Depois desse horário, o ingresso passa a custar R$ 12. A diferença de preço não muda de acordo com o formato tradicional ou as salas IMAX e XPLUS, que também entram na promoção.

E quanto custa assistir em 4DX e VIP DE LUX?

A principal novidade da campanha na UCI está na 4DX, que participa pela primeira vez da promoção. Nessa opção, o ingresso custa R$ 20 em qualquer horário, mesmo valor aplicado às salas VIP DE LUX.

É uma diferença importante para quem costuma escolher a sessão pelo formato. Filmes que normalmente ficam entre as opções mais caras passam a ter um preço promocional durante a semana, permitindo que o público escolha a sala antes de olhar apenas para o valor do ingresso.

A ida ao cinema também pode incluir uma parada na bomboniere. O combo promocional com uma pipoca média salgada e dois refrigerantes de 500 ml custa R$ 30.

Quais filmes entram na programação?

A seleção inclui filmes que já estão em cartaz e alguns dos lançamentos que chegam justamente no início da promoção.

A Odisseia, de Christopher Nolan, aparece em sessões IMAX, enquanto Homem-Aranha: Um Novo Dia poderá ser visto nos formatos XPLUS e 4DX. Minha Melhor Amiga também está entre os títulos disponíveis durante o período.

Para quem prefere aproveitar a promoção com um filme recém-lançado, a programação recebe três novidades: Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor, A Maravilhosa Árvore Encantada e Código: Vingança.

Qual é o período da promoção?

A campanha acontece de 10 a 16 de setembro nas unidades participantes da UCI. Os ingressos custam R$ 10 para sessões iniciadas até 16h59 e R$ 12 a partir das 17h. Nas salas 4DX e VIP DE LUX, o valor é de R$ 20 durante todo o dia, enquanto IMAX e XPLUS seguem os valores de R$ 10 e R$ 12 conforme o horário da sessão.

P-Valley chega à terceira temporada após quatro anos e encerra história do Pynk

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Quatro anos depois do fim da segunda temporada, P-Valley finalmente vai voltar ao Pynk. A série criada por Katori Hall terá uma terceira temporada com nove episódios, mas o retorno também marca a despedida da produção. Os dois primeiros capítulos serão exibidos pela Starz em 4 de dezembro.

A espera foi maior do que o intervalo habitual entre temporadas. A segunda temporada terminou em agosto de 2022, deixando personagens em situações bastante diferentes das apresentadas no início da série. Agora, a produção retoma esses caminhos para conduzir a história até seu encerramento.

O que está em jogo no futuro do Pynk?

O Pynk continua sendo o ponto de encontro das principais histórias de P-Valley. O clube de strip da fictícia Chucalissa, no Mississippi, reúne dançarinas, funcionários, músicos, empresários e figuras da política local, cada um tentando resolver seus próprios problemas enquanto os interesses em torno do estabelecimento ficam cada vez mais complicados.

No comando do local está Tio Clifford Sayles, personagem não binário interpretado por Nicco Annan. O clube enfrenta dificuldades financeiras, colocando Clifford diante da necessidade de encontrar uma maneira de manter o negócio funcionando. A disputa por terras na cidade também afeta diretamente esse cenário, principalmente por causa do projeto do cassino e resort The Promised Land.

Entre as figuras ligadas ao Pynk está Mercedes, interpretada por Brandee Evans, uma das dançarinas que ajudaram a construir a identidade da série. Keyshawn Harris, vivida por Shannon Thornton, também retorna. Conhecida no palco como Miss Mississippi, ela passou boa parte da trama tentando se afastar do relacionamento abusivo com Derrick (Jordan M. Cox), enquanto conciliava a vida profissional com a maternidade.

Como ficaram as relações de Clifford, Lil Murda e Hailey?

A relação entre Clifford e Lil Murda continua sendo uma das histórias pessoais mais importantes da série. Interpretado por J. Alphonse Nicholson, o personagem é um rapper em ascensão que tenta equilibrar sua carreira musical com o relacionamento com Clifford.

Já Hailey Colton, vivida por Elarica Johnson, chegou a Chucalissa depois de sobreviver a um furacão e perder a filha. Usando diferentes identidades ao longo da história, entre elas Autumn Night e Lakeisha Savage, ela acabou profundamente envolvida com o Pynk e com as disputas que cercam o clube.

Outro conflito passa pela transformação de Chucalissa. Andre Watkins (Parker Sawyers) trabalha para viabilizar a aquisição de terras destinadas ao The Promised Land, enquanto Corbin Kyle (Dan J. Johnson) é coproprietário de uma das áreas cobiçadas pelo empreendimento. A política também entra nessa disputa por meio de Patrice Woodbine (Harriett D. Foy), mãe de Mercedes e prefeita da cidade.

O elenco ainda conta com Tyler Lepley como Diamond, segurança do Pynk e veterano da Guerra do Iraque; Marrocos Omari como Big L, funcionário e conselheiro de Clifford; Dominic DeVore como Duffy; e Salma Salazar como Whisper, uma das dançarinas apresentadas na segunda temporada.

Festival Ilustra Plaza volta ao Plaza Shopping com K-pop, cosplay, games e comida asiática

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O Festival Ilustra Plaza chega ao segundo fim de semana da edição deste ano com uma programação que mistura ilustração, cultura geek, referências asiáticas e gastronomia. O evento acontece de quinta-feira (10) a domingo (13), no jardim do piso L2 do Plaza Shopping, com entrada gratuita.

A programação funciona das 15h às 22h, de quinta a sábado, e das 15h às 21h no domingo. Quem passar pelo espaço poderá conhecer o trabalho de artistas independentes, comprar ilustrações e produtos autorais e ainda participar de atividades como K-pop, cosplay, karaokê, quizzes, games e Just Dance.

O que tem para fazer no festival?

A proposta do evento vai além das mesas de artistas. A programação ocupa o jardim do shopping com diferentes atividades ligadas à cultura pop e asiática, criando um espaço para quem gosta de desenho, anime, games, música e cosplay.

Um dos pontos centrais são os artistas independentes, que levam ao público trabalhos autorais e produtos próprios. Entre os nomes confirmados estão Mari Ilustra, Carlos Eduardo Cunha, Magrelissa, Ricardo Alencastro, Befox, Deborah Barbosa, Roberta Cirne, André Santana Ilustra, Olga, Dessamore, Danielle Jaimes, MM Laís, Hanny Ilustra, Ushi no Musume, Mari Petrovana, Mi Montero, Giulianna Miranda, Gabriella Sousa, Clara Azevedo, Naomí Brandão, Rayan Vinícius e Mavis.

Para quem acompanha artistas locais ou gosta de comprar prints, desenhos e outros produtos independentes, essa é uma das partes mais interessantes do festival. Em vez de encontrar apenas produtos de grandes marcas, o público tem contato direto com quem produz e comercializa o próprio trabalho.

E a comida asiática?

A programação gastronômica também ocupa um espaço importante no evento. O festival reúne operações especializadas em pratos e doces inspirados principalmente nas culinárias japonesa e coreana.

Entre as opções estão onigiri, lámen, yakisoba, guioza, comida coreana, takoyaki, taiyaki, dango, mochi e algodão-doce.

Participam Wasabi — Onigiri, Hakata — Lámen, yakisoba e guioza, Panda’s — Comida coreana, Takoyaki Brothers, Kokay Culinária Afetiva, Doce Nuvem e Takayuki Sushi.

Os preços variam de acordo com cada operação. Os pratos custam entre R$ 15 e R$ 58, enquanto as bebidas começam em R$ 5. É uma informação útil para quem pretende passar algumas horas no evento e já quer ter uma noção do quanto pode gastar com alimentação.

Quais lojas estarão no Ilustra Plaza?

O festival também reúne lojas voltadas para diferentes áreas da cultura geek e pop. A lista inclui Korea Shop, Bakamoon, Sebo do Anderson/Nerdpoesia, Geek Mundo, Top Games e Banca Zapp.

A variedade vai de produtos relacionados à cultura asiática a itens geek, quadrinhos, games e colecionáveis. Para quem costuma procurar esse tipo de produto em eventos especializados, as lojas funcionam como outra opção de passeio dentro da programação.

Quando e onde acontece o Festival Ilustra Plaza?

O segundo fim de semana do Festival Ilustra Plaza acontece de 10 a 13 de setembro, no jardim do piso L2 do Plaza Shopping, no Recife.

SSS-Class Revival Hunter ganhará anime em 2027 com distribuição mundial pela Crunchyroll

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Se você acha que já viu todas as variações possíveis das histórias de Caçadores, SSS-Class Revival Hunter tem uma carta diferente na manga. A popular webcomic e web novel sul-coreana vai ganhar uma adaptação em anime, com estreia prevista para janeiro de 2027. A série será lançada mundialmente pela Crunchyroll, incluindo o Brasil e outros territórios selecionados.

O primeiro teaser já dá uma pequena amostra do que vem por aí e apresenta Gongja Kim, um Caçador que está muito longe de ser tratado como uma lenda. Classificado no Rank F, ele observa de longe os nomes que dominam esse universo e não esconde a frustração por nunca conseguir chegar ao mesmo nível.

Só que Gongja está prestes a descobrir que talvez tenha recebido exatamente a oportunidade que procurava. O detalhe? Seu novo poder exige algo que nenhum Caçador gostaria de entregar tão facilmente: a própria vida.

A habilidade de Rank S conquistada pelo protagonista só pode ser ativada depois que ele morre. E não se trata de um simples recurso usado uma única vez. A partir dessa condição, a história começa a brincar com as possibilidades de morte, retorno e evolução, colocando Gongja diante de situações cada vez mais perigosas enquanto ele tenta entender como transformar uma aparente desvantagem em sua maior arma.

É nesse caminho que surge o Imperador da Espada, um dos personagens mais importantes dessa primeira fase da história. A presença do poderoso Caçador será decisiva para Gongja e ajuda a colocar o protagonista no centro de uma jornada que promete ir muito além da simples busca por força.

Quem estará no anime?

A produção já definiu parte do elenco japonês. Takeo Otsuka, conhecido por interpretar Aqua em Oshi no Ko, será a voz de Gongja Kim. O Imperador da Espada ficará por conta de Satoshi Hino, ator que também emprestou sua voz a personagens de Haikyu!!.

Nos bastidores, Hiroaki Sakurai assume a direção, com roteiro de Sayuri Oba. O design dos personagens será desenvolvido por Takahiro Yoshimatsu, enquanto a animação ficará sob responsabilidade do STUDIO fu.

De onde vem a história?

Antes de chegar ao anime, SSS-Class Revival Hunter construiu sua popularidade como web novel e webcomic. A história se passa em um mundo transformado pelo surgimento repentino de uma misteriosa torre repleta de monstros.

Para os Caçadores, o local representa uma oportunidade de conquistar dinheiro, fama e poder. Quanto maior a habilidade do combatente, maiores são as chances de sobreviver e subir na hierarquia.

Gongja, entretanto, começa justamente no lado oposto dessa escala.

Como um Caçador de Rank F, ele passa os dias olhando para aqueles que conseguiram chegar ao topo. Entre eles está o Imperador das Chamas, considerado o número um daquele universo e uma figura que desperta a inveja do protagonista.

Tudo muda quando Gongja cruza o caminho do Imperador da Espada e recebe uma habilidade de Rank S. Em qualquer outra história, isso poderia representar simplesmente o início de uma ascensão meteórica. Aqui, existe uma condição bem menos confortável: para usar o poder, Gongja precisa morrer.

A premissa coloca o personagem em uma situação curiosa. Em vez de fugir da morte a qualquer custo, ele precisa descobrir como utilizá-la a seu favor. É justamente essa mecânica que promete diferenciar SSS-Class Revival Hunter de outras produções recentes do gênero.

Crítica – Código: Vingança entrega ação eficiente, mas se perde ao tentar complicar a própria história

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Jason Statham já transformou um tipo bastante específico de personagem em uma espécie de assinatura. Ele entra em cena, observa o problema, distribui alguns golpes e, quando percebe que a situação ficou complicada demais, resolve tudo com ainda mais violência. Código: Vingança sabe exatamente o que o público espera do ator, mas comete um erro recorrente em filmes desse gênero: tenta transformar uma premissa que funcionaria melhor pela simplicidade em uma trama muito mais elaborada do que consegue sustentar.

O filme encontra seu melhor caminho quando deixa de lado a necessidade de explicar demais e coloca Statham no centro da ação. A escolha de um navio como principal cenário ajuda nesse sentido. O espaço limitado cria obstáculos naturais para os confrontos e permite que algumas sequências utilizem corredores, compartimentos e diferentes níveis da embarcação de maneira criativa. Não é uma revolução dentro do cinema de ação, mas existe um esforço visível para fazer com que o cenário participe das cenas em vez de servir apenas como pano de fundo.

E é justamente nas lutas que Código: Vingança mostra suas melhores qualidades. O filme tem consciência do que seu protagonista sabe fazer e não tenta esconder isso atrás de uma quantidade excessiva de efeitos ou cortes frenéticos. Statham continua eficiente nesse território, principalmente pela presença física e pela maneira como seus personagens parecem sempre estar a poucos segundos de transformar qualquer situação em uma briga.

O problema é que o roteiro parece não confiar nessa fórmula.

Em vez de construir uma narrativa de ação mais objetiva, o filme começa a empilhar conspirações, assassinatos, tráfico humano, vingança e diferentes interesses em torno do protagonista. A quantidade de elementos não seria necessariamente um problema se houvesse tempo ou interesse em desenvolvê-los. Mas boa parte dessas ideias aparece apenas para justificar a próxima virada da história, criando uma sensação de que o roteiro está constantemente tentando aumentar a importância de acontecimentos que, na prática, não têm o peso necessário.

As reviravoltas sofrem do mesmo problema. O filme quer surpreender, mas algumas mudanças de direção parecem mais mecânicas do que realmente inesperadas. Em determinados momentos, fica difícil não perceber a mão do roteiro conduzindo os personagens para a próxima revelação. O mistério, que poderia acrescentar tensão à história, acaba funcionando como um obstáculo ao ritmo.

Essa tentativa de ampliar a trama também prejudica os personagens secundários. Muitos deles existem mais em função da história do que como figuras com conflitos próprios. O resultado é uma narrativa na qual as consequências de determinadas decisões nem sempre provocam o impacto esperado, simplesmente porque o público não teve tempo suficiente para estabelecer uma relação com quem está envolvido.

Statham, por outro lado, permanece sendo o principal elemento de estabilidade da produção. Mesmo quando o roteiro perde o controle sobre a própria história, o ator consegue manter o filme funcionando graças ao tipo de presença que construiu ao longo da carreira. Há uma familiaridade quase confortável em vê-lo atravessar uma sequência de adversários, improvisar uma solução e seguir em frente como se nada tivesse acontecido.

Isso também expõe uma das limitações de Código: Vingança. O filme não parece interessado em encontrar uma identidade própria. Ele conhece muito bem os códigos do cinema de ação protagonizado por Statham, mas raramente consegue fazer algo de diferente com eles. Quando tenta sair desse terreno, tropeça em uma história excessivamente carregada. Quando retorna à ação, recupera imediatamente o ritmo.

No fim, Código: Vingança é mais eficiente como filme de pancadaria do que como thriller de conspiração. Suas melhores cenas são justamente aquelas que não exigem grandes explicações: Statham diante de um grupo de inimigos, um espaço apertado e uma sequência de golpes bem coreografada. O restante da trama parece trabalhar contra essa simplicidade.

Não chega a ser um filme ruim, mas também está longe de representar um momento especialmente inspirado na filmografia do ator. Código: Vingança entrega o pacote básico que seus fãs provavelmente procuram, mas acrescenta uma camada de complexidade que pouco contribui para a experiência. É uma produção funcional, com algumas boas cenas de ação, mas que termina sem deixar muita coisa para além da sensação de já termos visto essa história — e esse protagonista — várias vezes antes.

The Walking Dead: Daryl Dixon revela primeiras cenas da 4ª e última temporada, que levará Daryl e Carol para a Espanha

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A história de Daryl Dixon na Europa está chegando ao fim. A AMC divulgou as primeiras cenas da quarta temporada de The Walking Dead: Daryl Dixon, último capítulo do spin-off protagonizado por Norman Reedus e Melissa McBride. A produção tem estreia prevista para 2027 e terá a Espanha como principal cenário.

As imagens antecipam uma nova etapa para Daryl e Carol, que seguem juntos depois dos acontecimentos das temporadas anteriores. O cenário espanhol aparece marcado pelas consequências do apocalipse, mantendo a série distante da ambientação que acompanhou boa parte da produção original de The Walking Dead.

A descrição oficial da temporada indica que os dois personagens continuarão tentando encontrar algum sentido em um mundo que já não funciona como antes. A relação entre eles volta a ocupar espaço importante na trama, especialmente diante das incertezas sobre o futuro.

A quarta temporada também apresentará Stephen Smits como o Capitão Alejandro Perkins. O personagem é um ex-oficial da Marinha dos Estados Unidos que passou a atuar como médico depois do colapso da sociedade. Segundo a descrição divulgada pela AMC, Perkins encontrou uma maneira bastante particular de sobreviver às novas regras do mundo dominado pelos mortos.

Daryl e Carol chegam à reta final na Espanha

A Espanha não surgiu de repente na história do spin-off. A produção começou sua trajetória na França, onde Daryl acorda sem saber exatamente como foi parar do outro lado do Atlântico.

A primeira temporada estreou em 10 de setembro de 2023, com seis episódios. O protagonista atravessou diferentes regiões francesas enquanto procurava respostas sobre sua chegada ao país e, principalmente, uma maneira de voltar para casa.

A mudança de continente alterou a escala da franquia. Daryl deixou de ser apenas o sobrevivente conhecido pelos espectadores de The Walking Dead e passou a lidar com grupos, crenças e estruturas sociais diferentes das que conhecia nos Estados Unidos.

Carol entrou novamente em sua história na segunda temporada. A produção, intitulada The Walking Dead: Daryl Dixon – The Book of Carol, estreou em 29 de setembro de 2024 e colocou Melissa McBride no elenco regular.

A terceira temporada chegou em 7 de setembro de 2025 e ampliou a presença da Espanha na narrativa. As filmagens dessa fase começaram em Madri, em agosto de 2024, consolidando o país como uma nova base para a produção.

Agora, a Espanha será o palco principal dos episódios finais.

A relação entre Daryl e Carol mudou o rumo da série

A presença de Carol no spin-off não estava garantida desde o início. O projeto começou a ser desenvolvido pela AMC em setembro de 2020, inicialmente pensado como uma história centrada em Daryl.

Durante o desenvolvimento, a série chegou a ser associada ao título The Walking Dead: Daryl & Carol. A ideia era colocar os dois personagens no centro da produção, mas dificuldades logísticas envolvendo a participação de Melissa McBride alteraram os planos.

Carol acabou ficando fora da maior parte da primeira temporada. Daryl seguiu sozinho para a França, e a produção construiu sua primeira história ao redor do personagem.

A situação mudou no segundo ano. McBride retornou ao elenco em uma posição central e a série recuperou a dinâmica entre os dois personagens. A mudança também aproximou o spin-off da ideia que havia sido considerada originalmente pela AMC.

Para quem acompanha The Walking Dead desde o começo, a relação entre Daryl e Carol carrega bastante história. Os dois passaram anos convivendo na produção original e desenvolveram uma das amizades mais duradouras da franquia. O spin-off permitiu explorar essa relação longe do grupo principal e em circunstâncias completamente diferentes.

Uma produção que começou em Paris e terminou na Península Ibérica

A mudança de locações também acompanha a evolução da história.

A primeira temporada foi filmada na França, incluindo Paris, cenário que ajudou a diferenciar a série dos demais títulos derivados de The Walking Dead. A produção aproveitou cidades, construções históricas e áreas rurais para apresentar uma Europa devastada pelo apocalipse.

A partir da terceira temporada, a equipe passou a trabalhar na Espanha. Madri recebeu parte das filmagens, e o país passou a ocupar uma função maior na narrativa.

Essa transição permitiu que a série deixasse para trás parte da identidade francesa construída nos primeiros episódios. Daryl já não é o homem que acabou de chegar a um país desconhecido. Depois de tudo o que viveu, ele conhece melhor as regras daquele novo mundo e também as consequências de criar vínculos em um lugar onde nada permanece seguro por muito tempo.

A quarta temporada parte justamente desse ponto.

Stephen Smits entra na história como Alejandro Perkins

Entre as novidades do elenco está Stephen Smits, responsável por interpretar Alejandro Perkins.

O personagem tem experiência militar e conhecimento médico, duas características que podem ter grande importância em um cenário no qual os recursos básicos se tornaram escassos.

Perkins foi apresentado como um ex-oficial da Marinha dos Estados Unidos que conseguiu construir uma maneira própria de viver depois do apocalipse. A AMC ainda não revelou todos os detalhes sobre sua participação, mas sua presença acrescenta outro personagem americano à história europeia de Daryl.

O restante do elenco reúne nomes que já passaram pelo spin-off, entre eles Clémence Poésy, Louis Puech Scigliuzzi, Laïka Blanc-Francard, Anne Charrier, Romain Levi, Adam Nagaitis, Joel de la Fuente, Eduardo Noriega, Óscar Jaenada, Alexandra Masangkay, Hugo Arbués e Candela Saitta.

Os personagens interpretados por esses atores fazem parte das diferentes comunidades encontradas por Daryl e Carol durante a passagem pela Europa.

O futuro de Daryl começou com uma viagem que não estava nos planos

Quando The Walking Dead: Daryl Dixon começou, o protagonista tinha um objetivo simples: entender como havia chegado à França e encontrar um caminho de volta aos Estados Unidos.

A missão ficou mais difícil conforme Daryl estabeleceu relações com as pessoas que encontrou pelo caminho. O retorno para casa deixou de ser apenas uma questão de atravessar o oceano. Cada nova aliança passou a influenciar suas decisões.

Carol seguiu uma trajetória semelhante. Sua procura por Daryl serviu como ponto de partida para a segunda temporada e aproximou novamente os dois personagens.

A história deixou de ser exclusivamente sobre a sobrevivência individual de Daryl e passou a acompanhar as escolhas que os dois fazem diante de uma realidade que já conhecem bem demais.

Essa mudança ajudou a estabelecer o spin-off como uma produção independente dentro da franquia. A série não depende exclusivamente dos acontecimentos da produção original para funcionar, embora utilize personagens e relações construídas ao longo de The Walking Dead.

Quando estreia a última temporada?

A quarta temporada de The Walking Dead: Daryl Dixon foi anunciada como a última em julho de 2025. A AMC ainda não divulgou o dia exato da estreia, mas a previsão é que os episódios sejam lançados em 2027.

O Fim da Rua ganha data para chegar ao digital nos EUA após passagem pelos cinemas

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Quem não encontrou O Fim da Rua na programação dos cinemas terá uma nova oportunidade de assistir ao filme em casa. A produção dirigida por David Robert Mitchell chega às principais plataformas digitais dos Estados Unidos em 15 de setembro de 2026, para compra e aluguel.

O lançamento acontece pouco mais de um mês depois da estreia cinematográfica e coloca o filme dentro de uma janela de distribuição cada vez mais curta entre os cinemas e o mercado digital. Para a Warner, a mudança também ocorre depois de um resultado de bilheteria abaixo do que o estúdio esperava para uma produção com orçamento estimado em US$ 80 milhões.

Segundo os números disponíveis, O Fim da Rua arrecadou cerca de US$ 115,63 milhões mundialmente. O valor fica distante da marca de aproximadamente US$ 160 milhões que seria necessária para alcançar uma situação mais confortável diante dos custos de produção, sem considerar as despesas de marketing e distribuição.

A chegada ao digital pode ampliar o alcance do longa, principalmente entre espectadores que não tiveram contato com a produção durante sua passagem pelas salas de cinema.

Uma família presa no passado

A história começa em 10 de julho de 1982, na Rua Oak, uma área residencial da cidade fictícia de Flowervale, em Michigan. Denise Platt vive ali com o marido, Greg, os filhos Audrey e Brian e o cachorro Starbuck.

Denise tenta desenvolver sua carreira como escritora, mas enfrenta problemas dentro de casa. O casamento está desgastado e ela considera secretamente pedir o divórcio. Greg também atravessa uma fase complicada depois de perder o emprego fixo. Sem contar a verdade à família, ele passa a trabalhar como entregador de pizza.

A rotina dos Platt muda quando Denise percebe uma planta desconhecida no quintal de um vizinho. A espécie é identificada pela bibliotecária local, Sra. Valcourt, como Pleuromeia, uma planta pré-histórica extinta há milhões de anos.

A descoberta seria estranha o suficiente por si só, mas outros acontecimentos começam a surgir na vizinhança. Animais aparecem em circunstâncias inexplicáveis, transmissões de rádio relatam aumento na atividade solar e fenômenos atmosféricos antecedem uma tempestade.

O ponto de ruptura acontece quando uma enorme luz branca envolve a Rua Oak. A energia elétrica cai e a região sofre uma alteração brusca nas condições atmosféricas. Quando os moradores percebem o que aconteceu, o bairro deixou de estar cercado pela paisagem contemporânea.

No lugar das ruas e áreas residenciais, existe uma região pré-histórica habitada por criaturas que desapareceram da Terra milhões de anos atrás.

Dinossauros transformam o bairro em território de caça

A descoberta rapidamente deixa de ser uma curiosidade científica. Dinossauros começam a circular pela região e atacam os moradores. As casas se tornam os poucos locais disponíveis para quem tenta permanecer protegido.

Audrey percebe que os flashes de luz podem estar relacionados a buracos de minhoca, responsáveis por transportar a Rua Oak para outro período da história do planeta. A hipótese passa a orientar as tentativas do grupo de encontrar uma maneira de retornar ao presente.

A situação também força Denise e Greg a enfrentar problemas que já existiam antes do desaparecimento do bairro. Greg admite ter perdido o emprego e descobre que Denise vinha pensando em terminar o casamento.

A procura pelos filhos leva o casal para fora de casa. Brian havia visto Starbuck no quintal e saiu para procurá-lo junto com Audrey. Denise e Greg seguem os dois de carro e encontram Jeannette Christiansen, uma jovem do bairro que perdeu os pais durante os ataques.

O grupo descobre uma casa onde um dos buracos de minhoca aparece. A passagem, entretanto, desaparece antes que eles consigam utilizá-la. A partir daí, a sobrevivência depende de encontrar novamente o ponto de passagem.

A busca pela saída

A viagem pelo território pré-histórico coloca o grupo diante de diferentes espécies. Um dos momentos mais importantes acontece quando um alossauro ataca os sobreviventes. Greg acaba morto ao tentar proteger os demais.

A busca pelo caminho de volta leva os personagens até a casa da Sra. Valcourt, onde o fenômeno volta a aparecer. Eles descobrem que os buracos de minhoca surgem em intervalos específicos, criando uma oportunidade limitada para atravessar.

Jeannette consegue entrar na passagem, mas Brian erra o salto e acaba sendo agarrado por um pterossauro. Starbuck interfere e ajuda a impedir que o garoto seja levado.

O grupo ainda precisa enfrentar grandes répteis semelhantes a crocodilos antes de alcançar novamente o ponto de passagem. A Sra. Valcourt ajuda os sobreviventes a escapar, e todos conseguem atravessar o buraco de minhoca.

O destino é o mesmo bairro, mas em 11 de julho de 1982, aproximadamente vinte minutos antes do desaparecimento da Rua Oak.

A experiência dá a Denise uma informação que pode alterar o destino de toda a comunidade. Ela utiliza um telefone público para avisar os moradores de que precisam deixar a região. Jeannette também corre para tentar salvar os próprios pais.

Denise consegue fazer contato com Greg ao pedir uma pizza para o local. O reencontro acontece pouco antes de a luz branca voltar a envolver a vizinhança.

O fenômeno se repete. A Rua Oak desaparece novamente e o ambiente pré-histórico toma seu lugar.

O que acontece depois

A história avança dois anos. O local passa a ser isolado pelos militares e pesquisadores começam a investigar a área, tentando compreender a origem dos buracos de minhoca e estudar as espécies que passaram a ocupar aquele território.

Denise se torna conhecida por ter alertado os moradores antes do segundo desaparecimento. Ela transforma o acontecimento em livro, “O Fim da Rua Oak”, e a publicação proporciona uma condição financeira confortável para sua família.

O filme termina com Denise, os Platt e os Christiansens reunidos em um churrasco. A cena final inclui duas Jeannettes idênticas, consequência direta dos acontecimentos envolvendo a passagem temporal.

David Robert Mitchell retorna à ficção científica

A direção ficou com David Robert Mitchell, cineasta conhecido principalmente por trabalhos ligados ao suspense e ao terror. Ele ganhou projeção internacional com A Corrente do Mal, lançado em 2014, e depois dirigiu Under the Silver Lake, de 2018.

O Fim da Rua representa uma mudança considerável em escala. O projeto combina elementos de ficção científica e aventura com uma história familiar ambientada nos Estados Unidos do início dos anos 1980. O orçamento de US$ 80 milhões também coloca o longa em uma categoria de produção muito maior do que os trabalhos independentes pelos quais Mitchell ficou conhecido.

A escolha de uma vizinhança aparentemente comum como ponto de partida é fundamental para a proposta. O filme estabelece primeiro uma rotina doméstica, com problemas conjugais, dificuldades financeiras e relações entre vizinhos, antes de introduzir o elemento fantástico.

O contraste fica ainda mais evidente quando a arquitetura suburbana dos anos 1980 passa a dividir espaço com dinossauros e outras criaturas pré-históricas.

Quando O Fim da Rua estará disponível?

Nos Estados Unidos, O Fim da Rua estará disponível para compra e aluguel digital em 15 de setembro de 2026.