Crítica – Homem-Aranha: Um Novo Dia troca o espetáculo pela maturidade de Peter Parker

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Depois de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, parecia difícil imaginar qual seria o próximo passo de Peter Parker. O personagem já tinha atravessado o caos do multiverso, dividido a tela com diferentes versões de si mesmo e participado de eventos cada vez maiores dentro do MCU. Havia o risco de ele se tornar apenas mais uma peça desse enorme quebra-cabeça.

Homem-Aranha: Um Novo Dia segue justamente pelo caminho contrário.

Peter perdeu a tia May. MJ e Ned já não fazem ideia de quem ele é. Em vez de transformar isso em mais uma desculpa para salvar o planeta, o filme entende que o maior conflito do Homem-Aranha sempre foi pessoal. A luta mais difícil nunca aconteceu contra um supervilão, mas contra a solidão.

Na primeira direção de Destin Daniel Cretton na franquia, a Marvel abandona o espetáculo constante para contar uma história menor em escala, mas muito mais íntima. Há um cuidado em fazer Nova York voltar a ser parte da identidade do herói. As ruas parecem vivas, os prédios têm peso, e Peter finalmente volta a parecer um garoto que vive apertado, dorme pouco e tenta equilibrar uma vida impossível.

Tom Holland entrega sua atuação mais madura como o personagem. O Peter inseguro dos primeiros filmes dá lugar a alguém mais cansado, marcado pelas perdas e obrigado a seguir em frente sem ninguém para dividir esse peso. A mutação genética apresentada pelo roteiro amplia sua força e também sua agressividade, criando um conflito interessante entre o herói que ele sempre tentou ser e a pessoa em que pode acabar se tornando.

Enquanto Peter escolhe manter distância para proteger quem ama, MJ e Ned seguem suas vidas sem imaginar que ele continua por perto. Essa renúncia dá força ao filme e funciona graças às atuações. Zendaya vive sua melhor versão da personagem até agora, mesmo aparecendo menos do que muitos esperam, enquanto Jacob Batalon continua sendo um alívio natural sempre que entra em cena.

Outra ótima surpresa é Jon Bernthal. Em vez de transformar o Justiceiro em um antagonista, o roteiro explora a relação entre dois homens que enxergam a violência de formas completamente diferentes. O contraste entre o idealismo de Peter e o pragmatismo de Frank Castle rende alguns dos melhores diálogos do filme.

Esse Castle está mais contido do que a versão da série, mas isso funciona dentro da proposta da história. Existe uma cena no hospital que revela um lado mais humano do personagem sem parecer forçada, e é justamente ali que a química entre Bernthal e Holland aparece com mais força.

Quem realmente domina boa parte do filme, porém, é Sadie Sink. Sua personagem se torna o eixo emocional da narrativa e mantém uma presença constante, mesmo quando está fora de cena. O problema é que o roteiro nunca desenvolve seu passado com a profundidade necessária. Algumas respostas chegam rápido demais e deixam a sensação de que havia uma história maior ali, mas ela acaba resumida em explicações superficiais.

O roteiro também insiste em mostrar a solidão de Peter, mas quase nunca apresenta a vida comum que ele tanto deseja recuperar. Falta vê-lo vivendo essa rotina perdida. Sem isso, o peso do sacrifício acaba ficando mais no discurso do que nas imagens.

As poucas interações entre Peter, MJ e Ned seguem essa mesma lógica. O filme aproxima os personagens de momentos emocionalmente fortes, mas sempre recua antes de realmente explorar essas emoções.

A trama envolvendo manipulação mental começa interessante, porém perde força quando o Departamento de Controle de Danos assume papel central na história. A partir daí, a narrativa passa a seguir caminhos mais previsíveis e enfraquece parte das revelações do terceiro ato.

Já a participação de Bruce Banner soa deslocada. O Hulk de Mark Ruffalo entra na história sem uma função realmente importante, apenas para repetir um conflito que o MCU já explorou diversas vezes. É um arco que pouco acrescenta ao filme e parece existir apenas para criar uma conexão com o restante da franquia.

No aspecto técnico, Um Novo Dia funciona muito bem. Os efeitos visuais têm algumas oscilações no início, mas evoluem bastante conforme a história avança. A fotografia valoriza a cidade sem exageros, os figurinos estão excelentes e a direção das cenas de ação acerta ao privilegiar coreografias claras em vez da câmera excessivamente agitada que se tornou comum em tantos filmes do gênero.

A trilha sonora também merece destaque. Em vez de buscar grandiosidade a qualquer custo, acompanha o estado emocional de Peter e reforça o tom melancólico da narrativa sem exagerar.

Mesmo com um roteiro irregular, personagens que poderiam ser melhor desenvolvidos e algumas escolhas seguras demais, Homem-Aranha: Um Novo Dia devolve ao personagem algo que fazia falta havia muito tempo: a sensação de que Peter Parker voltou a ser o centro da própria história. Quando o filme se concentra nele, deixa claro que o Homem-Aranha continua sendo muito mais interessante quando enfrenta os problemas que nenhum superpoder consegue resolver.

Resenha – O estudante II: Mamãe Querida mostra que crescer também significa aprender a lidar com a perda

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Nem sempre uma continuação precisa aumentar a aventura ou criar um conflito maior. Em O estudante II: Mamãe Querida, Adelaide Carraro escolhe um caminho bem diferente. Em vez de apostar em reviravoltas, ela coloca o foco nas pessoas e em como cada uma tenta seguir em frente quando a vida muda de uma hora para outra.

Logo nas primeiras páginas fica claro que Roberto Mascarenhas já não é o mesmo garoto do primeiro livro. A morte do irmão Renato muda completamente a rotina da família, e cada personagem reage de um jeito. O pai se distancia de tudo e de todos. A mãe passa a enfrentar um sofrimento difícil de colocar em palavras. Enquanto isso, Roberto tenta segurar as pontas mesmo sem saber exatamente como fazer isso.

O mais interessante é que Adelaide Carraro não tenta transformar Roberto em alguém que sempre faz a escolha certa. Ele erra, se sente perdido e também sofre. Ainda assim, percebe que ficar parado não vai ajudar ninguém. Essa humanidade faz diferença. Em muitos momentos, ele parece mais um adolescente tentando lidar com problemas grandes demais para a própria idade do que um protagonista criado para dar exemplo.

A história também reserva espaço para Rosana, irmã adotiva de Roberto. Quando ela começa a descobrir mais sobre o próprio passado, aparecem dúvidas, inseguranças e episódios de preconceito que acabam se tornando uma parte importante da narrativa. Mesmo sendo um livro escrito há muitos anos, essas situações continuam familiares porque ainda fazem parte da realidade de muita gente.

Uma das coisas que mais chamam atenção é a forma como Adelaide escreve. Ela não tenta convencer o leitor a se emocionar. Simplesmente apresenta os acontecimentos e deixa que eles falem por conta própria. Isso faz com que os momentos mais difíceis tenham muito mais força do que se fossem carregados de discursos ou reflexões intermináveis.

Também é interessante perceber como o livro confia no leitor jovem. Em vez de suavizar assuntos delicados, a autora fala sobre luto, preconceito e conflitos familiares com sinceridade. São temas pesados, mas tratados de forma acessível, sem parecer uma lição de moral.

A nova edição ainda traz uma apresentação visual renovada, mantendo as ilustrações clássicas que marcaram a série. É um cuidado que ajuda a aproximar a obra de novos leitores sem apagar a identidade que ela sempre teve.

No fim, O estudante II: Mamãe Querida é menos sobre a morte e mais sobre o que acontece depois dela. Sobre as mudanças silenciosas dentro de uma família, o peso das responsabilidades que chegam cedo demais e a tentativa de continuar vivendo quando tudo parece fora do lugar. É uma leitura que emociona justamente porque não força o drama. Ela deixa que os personagens enfrentem a dor do jeito que muita gente enfrenta na vida real: um dia de cada vez.

Resenha – De medos e assombrações prova que as melhores histórias de terror não precisam de monstros

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Existe um tipo de medo que quase todo brasileiro conhece. Não vem de filmes de terror nem de livros cheios de criaturas assustadoras. É aquele que nasce de um causo contado por alguém da família, geralmente à noite, com a garantia de que “isso aconteceu de verdade”. De medos e assombrações recupera exatamente esse sentimento.

Em vez de criar um terror cheio de sustos, Cora Coralina coloca no papel histórias que parecem ter atravessado décadas antes de chegarem ao leitor. Enquanto a maioria das narrativas atuais explica tudo ou busca um final de impacto, aqui o mais interessante é justamente o que fica sem resposta. Nem sempre importa descobrir se a assombração existia ou não. O que importa é entender por que aquelas histórias continuavam sendo contadas.

Esse é o grande diferencial do livro. Os contos não passam a impressão de terem sido inventados apenas para entreter. Eles carregam o jeito de falar, os costumes e as crenças de um Brasil que muita gente conhece apenas pelas lembranças dos pais e dos avós. É fácil imaginar essas histórias surgindo durante uma conversa na calçada, em uma cozinha de fogão a lenha ou depois de uma missa, quando alguém resolve lembrar de um acontecimento estranho que marcou a cidade inteira.

A escrita de Cora Coralina ajuda muito nisso. Ela não tenta impressionar com frases elaboradas nem transforma o medo em espetáculo. Pelo contrário. Tudo parece simples, direto e muito próximo de quem lê. Em poucos parágrafos, ela consegue criar um ambiente tão convincente que o sobrenatural deixa de parecer absurdo. Por alguns instantes, você aceita que aquilo poderia ter acontecido com qualquer pessoa.

Outro ponto que chama atenção é como o livro respeita a inteligência do leitor. Não existem explicações longas nem tentativas de convencer ninguém de que aquelas histórias são verdadeiras. Cora apenas conta. Quem decide acreditar — ou não — é o próprio leitor. Essa liberdade torna cada conto ainda mais interessante.

As ilustrações de Rogério Soud entram na medida certa. Elas ajudam a construir o clima sem transformar o livro em algo excessivamente sombrio. Funcionam como mais uma peça dessa coleção de lembranças que mistura realidade, superstição e imaginação.

No fim das contas, De medos e assombrações fala muito menos sobre fantasmas do que sobre pessoas. Sobre comunidades que encontravam sentido em histórias passadas de boca em boca e que usavam esses relatos para explicar o inexplicável, ensinar, alertar ou simplesmente alimentar uma boa conversa.

Cine Maior deste domingo (2) exibe Fúria em Alto Mar; Suspense com Gerard Butler transforma uma missão de resgate em uma corrida para evitar uma guerra

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Quem ligar na Record TV neste domingo, 2 de agosto de 2026, encontrará um filme que segue um caminho diferente da maioria das produções estreladas por Gerard Butler. Em vez de colocar o ator no centro de perseguições ou grandes sequências de destruição, Fúria em Alto Mar leva a ação para um submarino nuclear, onde decisões tomadas em poucos segundos podem evitar — ou iniciar — um conflito entre Estados Unidos e Rússia.

Embora tenha sido vendido como um longa de ação, o roteiro dedica boa parte do tempo às escolhas da tripulação, aos jogos de estratégia e à dificuldade de identificar quem realmente representa a ameaça. O resultado lembra clássicos do gênero ambientados em submarinos, nos quais informação vale tanto quanto armamento.

O que acontece em Fúria em Alto Mar?

A história começa quando um submarino americano desaparece durante uma missão perto das águas russas. A Marinha envia o comandante Joe Glass, interpretado por Gerard Butler, para investigar o caso. Antes mesmo de entender o que aconteceu com a embarcação, ele descobre que um grupo militar tomou o poder na Rússia e mantém o presidente do país como prisioneiro.

O objetivo da missão muda completamente. Glass precisa atravessar uma área controlada pelo inimigo enquanto uma equipe de operações especiais tenta resgatar o chefe de Estado russo. Qualquer erro pode transformar uma operação secreta em um confronto entre duas potências nucleares.

O roteiro alterna os acontecimentos dentro do submarino com a operação realizada em terra. As duas histórias caminham juntas e se cruzam diversas vezes até o desfecho.

O que faz o filme funcionar?

Quem espera um festival de explosões pode estranhar o ritmo. Grande parte da tensão vem da rotina dentro da embarcação: operadores analisando sinais de sonar, comandantes avaliando riscos e decisões que precisam ser tomadas antes mesmo de existir uma confirmação sobre o que está acontecendo do lado de fora.

Esse tipo de narrativa cria um suspense constante porque o inimigo quase nunca aparece de forma direta. Em muitos momentos, basta um ruído captado pelos equipamentos ou uma leitura equivocada do radar para colocar toda a tripulação em perigo.

Outro ponto que ajuda a manter a história interessante é a escolha de não transformar todos os personagens russos em adversários. Conforme a trama avança, fica claro que o conflito envolve interesses políticos internos, e não uma guerra entre países.

Quem está no elenco?

Gerard Butler lidera o elenco como Joe Glass, um comandante muito mais racional do que os personagens explosivos que marcaram sua carreira em filmes como Invasão à Casa Branca. Ao seu lado estão Gary Oldman, vivendo o almirante Charles Donnegan, Linda Cardellini, Common e Toby Stephens.

O filme também reúne Michael Nyqvist, ator conhecido por Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres e John Wick. Lançado pouco depois de sua morte, Fúria em Alto Mar acabou se tornando um dos últimos trabalhos de sua carreira.

A direção é de Donovan Marsh, adaptando o romance Firing Point, escrito por Don Keith e George Wallace, ex-comandante da Marinha dos Estados Unidos. Essa origem ajuda a explicar a atenção dedicada aos procedimentos militares e ao funcionamento do submarino.

Homem-Aranha: Longe de Casa leva Peter Parker para uma missão pela Europa na Temperatura Máxima deste domingo (2)

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A Globo exibe neste domingo, 2 de agosto, na Temperatura Máxima, Homem-Aranha: Longe de Casa, filme de 2019 que acompanha Peter Parker após os acontecimentos de Vingadores: Ultimato. O longa dirigido por Jon Watts coloca o herói vivido por Tom Holland diante de novos desafios, desta vez longe de Nova York e durante uma viagem escolar pela Europa.

Na história, Peter tenta aproveitar as férias ao lado dos colegas da Midtown School of Science and Technology. O estudante planeja passar alguns dias distante do uniforme do Homem-Aranha e se aproximar de Michelle MJ Jones, personagem de Zendaya, por quem começa a desenvolver sentimentos.

A viagem muda de rumo quando Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, aparece com uma nova missão. O agente apresenta Peter a Quentin Beck, conhecido como Mysterio, personagem de Jake Gyllenhaal, que afirma ter vindo de outra realidade para combater criaturas chamadas Elementais.

As ameaças surgem em diferentes pontos da Europa. A primeira grande batalha acontece em Veneza, na Itália, onde Peter encontra uma criatura capaz de controlar a água. Depois, a ação passa por outras cidades, incluindo Praga e Londres, onde o conflito aumenta.

O que muda na vida de Peter Parker após a morte de Tony Stark?

O filme acompanha um momento diferente da vida de Peter. Depois da morte de Tony Stark em Vingadores: Ultimato, o jovem ainda tenta entender o espaço que ocupa entre os heróis da Marvel. A relação entre os dois personagens, construída desde Homem-Aranha: De Volta ao Lar, influencia as decisões do protagonista.

Durante a missão, Nick Fury entrega a Peter os óculos de Tony Stark, equipados com a inteligência artificial E.D.I.T.H. O dispositivo possui acesso a informações da Stark Industries e recursos tecnológicos avançados, colocando nas mãos do adolescente uma responsabilidade maior do que ele esperava.

A aproximação com Mysterio se torna um dos principais conflitos da trama. Peter acredita encontrar alguém capaz de assumir o papel de proteção deixado por Stark, mas a situação muda quando descobre a verdadeira origem do novo aliado.

Como foi a produção do filme com Tom?

Homem-Aranha: Longe de Casa foi produzido pela Marvel Studios em parceria com a Columbia Pictures e distribuído pela Sony Pictures. O filme é a sequência de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, lançado em 2017, e o 23º longa conectado ao Universo Cinematográfico Marvel.

Jon Watts retornou à direção, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, responsáveis também pelo primeiro filme solo de Tom Holland como Peter Parker.

As filmagens começaram em 2018 e passaram por diferentes locais, incluindo Londres, Veneza, Praga e a região de Nova York. A equipe escolheu cenários europeus para afastar a história das aventuras anteriores do personagem, que tinham Nova York como principal localização.

O elenco reúne Tom Holland, Zendaya, Samuel L. Jackson, Jake Gyllenhaal, Jacob Batalon, Jon Favreau, Marisa Tomei e Cobie Smulders. Gyllenhaal entrou na franquia como Mysterio, personagem dos quadrinhos conhecido pelo uso de ilusões, efeitos especiais e tecnologia para enfrentar o Homem-Aranha.

Quanto o filme arrecadou nos cinemas?

Lançado nos cinemas brasileiros em 4 de julho de 2019, Homem-Aranha: Longe de Casa teve orçamento estimado em US$ 160 milhões e arrecadou mais de US$ 1,1 bilhão mundialmente.

O resultado levou ao desenvolvimento de uma continuação, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, lançada em 2021. O filme também ficou conhecido pelas cenas exibidas após os créditos, que alteraram o caminho da história de Peter Parker dentro da franquia.

Uma das cenas envolve J. Jonah Jameson, interpretado novamente por J. K. Simmons, revelando publicamente a identidade do Homem-Aranha após manipulações feitas por Mysterio.

O Dia do Atentado | Super Tela deste sábado (1º) exibe thriller baseado na investigação do ataque à Maratona de Boston

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A Record TV exibe neste sábado, 1º de agosto, na Super Tela, o filme O Dia do Atentado, produção lançada em 2016 que recria a investigação após as explosões ocorridas durante a Maratona de Boston, nos Estados Unidos. Dirigido por Peter Berg, o longa acompanha os dias seguintes ao ataque de 15 de abril de 2013, quando duas bombas caseiras foram detonadas próximas à linha de chegada da tradicional corrida.

A história acompanha o sargento Tommy Saunders, interpretado por Mark Wahlberg, um policial escalado para trabalhar no esquema de segurança do evento. Após as explosões, ele passa a atuar junto das equipes responsáveis por identificar os autores do crime e impedir novos ataques.

O personagem de Wahlberg foi criado para representar a atuação de diversos profissionais envolvidos na resposta ao atentado. A produção combina elementos reais da investigação com uma narrativa cinematográfica centrada no trabalho das autoridades, dos socorristas e das pessoas afetadas pelo ocorrido.

A operação contou com a participação de diferentes órgãos de segurança. No filme, o agente especial Richard Deslauries, vivido por Kevin Bacon, lidera a investigação federal, enquanto o comissário Ed Davis, interpretado por John Goodman, acompanha as ações da polícia de Boston durante a crise.

Outro personagem importante é o sargento Jeffrey Pugliese, papel de J. K. Simmons. O policial participa de uma das etapas decisivas da busca pelos suspeitos, que terminou com uma grande mobilização das forças de segurança na região de Boston.

A reconstrução de um caso que mobilizou Boston

O Dia do Atentado acompanha desde os primeiros momentos após as explosões até a identificação dos responsáveis. O roteiro apresenta a análise de imagens de câmeras de segurança, o trabalho de investigação e a perseguição que levou ao fechamento de áreas da cidade durante a operação policial.

A produção também dedica espaço às pessoas que estavam próximas ao local do ataque. Corredores, moradores e profissionais de emergência aparecem na narrativa para apresentar diferentes lados de um acontecimento que alterou a rotina da cidade.

A personagem Carol Saunders, interpretada por Michelle Monaghan, representa a família do policial Tommy Saunders durante os dias de incerteza. Melissa Benoist interpreta Katherine Russell, e Alex Wolff assume o papel de Dzhokhar Tsarnaev, um dos responsáveis pelo atentado.

O filme foi dirigido por Peter Berg, cineasta conhecido por trabalhar com histórias inspiradas em acontecimentos reais. Antes de O Dia do Atentado, ele comandou produções como O Grande Herói (2013), baseado na operação militar que ficou conhecida como Operação Red Wings, e Horizonte Profundo: Desastre no Golfo (2016), sobre o acidente ocorrido na plataforma petrolífera Deepwater Horizon.

O roteiro foi desenvolvido por Matt Cook e Joshua Zetumer, com participação de Peter Berg. A equipe utilizou informações públicas da investigação e relatos de envolvidos para construir a narrativa do longa.

Mark Wahlberg ocupa o papel central da produção como Tommy Saunders, personagem que conduz o público pelos acontecimentos após o ataque. O ator já trabalhou com Peter Berg em outros projetos, incluindo O Grande Herói e Mile 22.

Kevin Bacon interpreta Richard Deslauries, agente responsável pela investigação federal. O ator tem uma carreira marcada por trabalhos no cinema e na televisão, incluindo filmes como Sobre Meninos e Lobos e a série The Following.

John Goodman aparece como Ed Davis, comandante da polícia de Boston durante o período retratado no filme. O elenco ainda conta com J. K. Simmons, Michelle Monaghan, Melissa Benoist e Alex Wolff.

Onde assistir?

Além da exibição no Super Tela, o filme está disponível em plataformas digitais de aluguel. No Prime Video, o longa-metragem pode ser alugado a partir de R$ 11,90, com valor sujeito a alterações conforme a plataforma.

Vale a pena assistir Leviticus? Terror australiano transforma um ritual religioso em um dos filmes mais inquietantes do ano

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Nos últimos anos, muitos filmes de terror passaram a usar o sobrenatural para falar de problemas que existem fora da tela. Leviticus faz isso de um jeito diferente. Em vez de colocar uma criatura no centro da história desde o início, o filme parte de uma situação bem real: dois adolescentes vivendo em uma comunidade onde qualquer tentativa de fugir das regras pode custar muito caro.

Dirigido por Adrian Chiarella, o longa estreou na mostra Midnight do Festival de Sundance 2026, conhecida por revelar alguns dos títulos de terror mais comentados do circuito independente. A repercussão foi suficiente para que a Neon, distribuidora responsável por filmes como Longlegs e Parasita nos Estados Unidos, adquirisse rapidamente os direitos internacionais da produção.

Sobre o que fala Leviticus?

A história acompanha Naim (Joe Bird) e Ryan (Stacy Clausen), dois adolescentes que vivem em uma pequena comunidade cristã no interior da Austrália. Quando os dois começam a se aproximar, o relacionamento é descoberto pelo pastor local, que convence as famílias a submetê-los a um ritual de conversão religiosa.

Só que o ritual sai completamente do controle.

Em vez de “corrigir” os garotos, a cerimônia libera uma entidade violenta que passa a perseguir os moradores da região. A criatura tem uma característica incomum: ela assume a aparência da pessoa mais desejada por cada vítima. Para Naim e Ryan, isso significa enxergar um no outro justamente aquilo que tentaram obrigá-los a negar.

O sobrenatural passa a funcionar como consequência da violência vivida pelos personagens, e não apenas como um recurso para provocar sustos.

O terror realmente funciona?

Funciona, mas de um jeito bem diferente do que muita gente espera.

Quem procura sustos a cada cinco minutos talvez estranhe o ritmo. Adrian Chiarella prefere gastar tempo mostrando como funciona aquela comunidade antes de colocar a criatura em cena. Isso faz diferença, porque quando o horror finalmente explode, o espectador já entende exatamente o que está em jogo.

Boa parte da tensão nasce das pessoas, não da entidade. Os olhares, os sermões, o medo constante de ser descoberto e a sensação de não existir um lugar seguro acabam sendo tão desconfortáveis quanto qualquer cena sobrenatural.

Por isso, Leviticus conversa muito mais com filmes como Saint Maud, Fale Comigo e The Babadook do que com franquias tradicionais de possessão.

O elenco convence?

Sim, principalmente porque o filme depende muito dos protagonistas.

Joe Bird e Stacy Clausen conseguem construir uma relação que parece natural, sem exageros ou discursos explicativos. O roteiro confia bastante nos silêncios e nas pequenas reações dos dois, o que ajuda a tornar o drama mais convincente.

O elenco ainda reúne Mia Wasikowska como Arlene, mãe de Naim, e Ewen Leslie como o pastor que conduz o ritual responsável por desencadear toda a história. Também aparecem Nicholas Hope, Zahra Newman, Davida McKenzie, Shannon Berry e Edwina Wren.

O que faz Leviticus se destacar?

O filme evita transformar o terror em uma disputa simples entre pessoas e um demônio.

A criatura existe, mas ela nunca é o verdadeiro centro da história. O peso maior está nas consequências do fanatismo religioso, da culpa e da repressão. Isso faz com que várias cenas continuem funcionando mesmo quando não há nenhum elemento sobrenatural em quadro.

Também chama atenção o fato de o roteiro não tentar explicar tudo. Existem perguntas que permanecem sem resposta até os créditos finais, deixando espaço para diferentes interpretações sobre a origem da entidade e o significado de suas aparições.

Vale a pena assistir?

Se a ideia é encontrar um terror cheio de sustos rápidos, talvez existam opções mais adequadas.

Agora, se você gosta de filmes que continuam rendendo conversa depois da sessão, Leviticus merece entrar na lista. O horror está presente, mas o que realmente fica na memória é a forma como a história usa o sobrenatural para falar de intolerância, culpa e identidade.

Produzido com cerca de US$ 3,5 milhões, o longa arrecadou aproximadamente US$ 8,5 milhões e ganhou força após Sundance, onde passou a ser citado entre os títulos de terror mais comentados do festival.

Kingdom 5 ganha trailer e coloca Qin diante da maior guerra da franquia; Entenda o que muda no novo filme

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A Toho divulgou um novo trailer de Kingdom: Tamashii no Kessen, quinto filme em live-action inspirado no mangá de Yasuhisa Hara. A prévia deixa claro que a série entra em uma nova fase. Depois de acompanhar a ascensão de Shin como guerreiro nos quatro primeiros longas, a adaptação agora coloca o personagem diante do maior conflito já mostrado pela franquia, com batalhas que envolvem vários reinos e podem mudar o futuro de toda a China.

A história adapta o famoso arco da Coalizão, considerado por muitos leitores um dos momentos mais importantes do mangá. A trama começa quando seis estados rivais deixam de lado antigas disputas para formar uma gigantesca aliança militar contra Qin. O exército é liderado por Riboku, estrategista conhecido por sua inteligência no campo de batalha, e o objetivo é simples: eliminar Qin antes que o reino consiga colocar em prática seu plano de unificar a China.

Por que essa guerra é tão importante para a história?

Até aqui, os filmes mostraram Shin crescendo como soldado e conquistando espaço dentro do exército de Qin. Em Kingdom: Tamashii no Kessen, porém, a escala muda completamente. Em vez de acompanhar conflitos isolados, o protagonista passa a fazer parte de uma guerra que coloca em risco a sobrevivência do próprio reino.

Essa mudança também altera o ritmo da narrativa. As estratégias militares ganham muito mais espaço, novos comandantes entram em cena e decisões tomadas por reis e generais passam a influenciar diretamente o destino dos personagens. É justamente esse arco que consolidou Kingdom como uma das maiores séries de guerra dos mangás.

Quem está de volta no elenco?

O elenco principal retorna praticamente completo. Kento Yamazaki (Alice in Borderland, Golden Kamuy) interpreta novamente Shin, enquanto Ryo Yoshizawa vive Ei Sei, o jovem rei determinado a unificar os estados chineses.

Também voltam Kanna Hashimoto como Ka Ryo Ten, Jun Shison como Mouten, Fuju Kamio como Ouhon e Kosei Yuki como Kouyoku, personagens que passam a desempenhar papéis ainda mais importantes conforme o conflito cresce. A direção continua nas mãos de Shinsuke Sato, responsável por todos os filmes anteriores e conhecido por adaptações como Alice in Borderland, Bleach e I Am a Hero.

É preciso assistir aos filmes anteriores?

Embora o novo longa apresente uma guerra inédita, a história funciona como continuação direta dos acontecimentos mostrados anteriormente. Quem assistir sem conhecer os outros filmes provavelmente entenderá o conflito principal, mas perderá boa parte do peso das relações entre Shin, Ei Sei e os comandantes que acompanham essa trajetória desde o início.

Os quatro primeiros filmes estão disponíveis na Netflix sob os títulos Kingdom, Kingdom 2: Far and Away, Kingdom III: A Chama do Destino e Kingdom 4: O Retorno do Grande General. Eles mostram como Shin deixou de ser um órfão de guerra para se tornar um dos soldados mais promissores de Qin, além de apresentar os acontecimentos que levaram o reino à situação mostrada no quinto filme.

Por que Kingdom faz tanto sucesso há quase vinte anos?

Publicado desde 2006 na revista Weekly Young Jump, o mangá de Yasuhisa Hara mistura acontecimentos históricos com personagens fictícios para contar a campanha que levou à unificação da China durante o Período dos Estados Combatentes. Em vez de concentrar a narrativa apenas nas batalhas, a obra dedica bastante espaço às disputas políticas, às estratégias militares e ao desenvolvimento de seus personagens, fatores que ajudaram a conquistar um público muito além dos leitores de histórias de ação.

O resultado aparece nos números. Em janeiro de 2026, Kingdom já havia ultrapassado 120 milhões de cópias em circulação, entrando para o grupo dos mangás mais vendidos da história. A obra também recebeu o Grande Prêmio do Prêmio Cultural Osamu Tezuka, uma das premiações mais importantes dos quadrinhos japoneses, e inspirou um anime que já soma seis temporadas, além de uma nova continuação confirmada.

Quando Kingdom: Tamashii no Kessen estreia?

O quinto filme chega aos cinemas japoneses em 2026. Até o momento, não existe confirmação de lançamento no Brasil nem previsão para distribuição em streaming.

Cena pós-créditos de Homem-Aranha: Um Novo Dia deixa uma grande pergunta no ar; Entenda o que ela significa para o futuro de Peter Parker

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Quem permanece na sala até o fim dos créditos de Homem-Aranha: Um Novo Dia encontra uma sequência curta, mas que muda a forma de enxergar o desfecho do longa. Em vez de apresentar um novo vilão ou apostar em uma participação surpresa, a Marvel escolhe terminar o filme com um mistério que ainda não tem resposta.

A cena acompanha Ned Leeds utilizando o Spidey Tracker, aparelho criado para localizar o Homem-Aranha. Primeiro, o sistema identifica Peter Parker no Queens, indicando que ele voltou para casa depois dos acontecimentos da história principal. Em seguida, o rastreador inicia uma nova busca. A câmera deixa a Terra, segue pelo espaço e, após uma breve interferência na tela, o equipamento exibe apenas a mensagem “Encontrado”.

O filme termina exatamente nesse momento, sem revelar onde o novo sinal foi localizado ou quem pode estar esperando pelo herói.

Atenção: a partir deste ponto, a matéria contém spoilers de Homem-Aranha: Um Novo Dia.

Por que a cena muda o significado do final do filme?

Durante praticamente todo o longa, Peter Parker enfrenta problemas muito diferentes daqueles vistos em produções recentes do MCU. Depois do feitiço lançado por Doutor Estranho em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, ninguém mais sabe quem ele é. Sem o apoio de antigos aliados, ele volta a patrulhar Nova York sozinho e tenta reconstruir a própria vida.

Essa decisão aproxima o personagem das histórias clássicas dos quadrinhos, nas quais Peter precisa equilibrar uma rotina comum com a responsabilidade de proteger a cidade. O roteiro dedica boa parte do tempo a essa nova fase, acompanhando um herói mais experiente, mas também mais isolado.

Os minutos finais passam a impressão de que essa será sua realidade pelos próximos anos. A cena pós-créditos altera essa perspectiva ao indicar que algo importante acontece muito além da Terra.

O que significa o rastreador localizar Peter Parker e o Homem-Aranha em lugares diferentes?

Esse detalhe acabou se tornando um dos assuntos mais comentados entre quem assistiu ao filme.

O Spidey Tracker encontra Peter Parker normalmente no Queens. Poucos segundos depois, registra um novo sinal associado ao Homem-Aranha em um ponto distante do planeta. O roteiro não explica por que isso acontece e não apresenta nenhuma informação sobre o funcionamento do equipamento.

Também não fica claro se o aparelho diferencia Peter Parker de sua identidade como herói ou se existe outra explicação para os dois registros aparecerem separados. A sequência termina antes de responder qualquer uma dessas perguntas.

O Homem-Aranha realmente foi parar no espaço?

A cena sugere essa possibilidade, mas evita transformá-la em uma confirmação.

A câmera acompanha o rastreador deixando a órbita terrestre até encontrar um novo sinal no espaço. Nenhum planeta é mostrado, nenhuma nave aparece e nenhum personagem surge para revelar o destino do herói.

Essa escolha impede que a cena entregue informações sobre os próximos filmes da Marvel. Em vez de apresentar respostas, ela apenas informa que existe algo aguardando o Homem-Aranha fora da Terra.

A cena prepara o próximo filme do personagem?

Ainda não existe uma confirmação oficial sobre qual será a próxima aparição de Peter Parker dentro do MCU, mas a sequência deixa claro que sua história não termina em Homem-Aranha: Um Novo Dia.

A Marvel costuma utilizar cenas pós-créditos para conectar produções futuras, mas desta vez faz isso de maneira diferente. Não há uma revelação de elenco, um novo antagonista ou qualquer referência direta ao título seguinte da franquia. Toda a curiosidade da sequência está concentrada naquele único sinal encontrado pelo rastreador.

Essa decisão também evita antecipar acontecimentos importantes antes que o estúdio faça anúncios oficiais.

Vale a pena esperar até os créditos terminarem?

Sim. Quem deixa a sala antes da cena pós-créditos perde justamente a única sequência inédita que aponta para o futuro de Peter Parker.

Ela não responde todas as perguntas deixadas pelo filme, mas acrescenta um novo mistério à história. Ao localizar o Homem-Aranha em algum lugar do espaço, a Marvel sugere que o personagem pode estar prestes a entrar em uma fase completamente diferente daquela apresentada ao longo do longa.

Homem-Aranha: Um Novo Dia pode registrar uma das maiores estreias da história do cinema; Veja por que o filme já está quebrando recordes

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Nem sempre é preciso esperar o fim de semana acabar para perceber que um filme virou um fenômeno. Com Homem-Aranha: Um Novo Dia, esse momento parece ter chegado antes mesmo da estreia oficial nos Estados Unidos.

Segundo o Deadline, o novo longa da Marvel deve arrecadar entre US$ 167 milhões e US$ 173 milhões apenas nesta sexta-feira (31), valor que já inclui as sessões de pré-estreia realizadas na noite anterior. Se a estimativa se confirmar, o filme registrará uma das maiores arrecadações em um único dia da história do cinema.

O resultado mostra que o interesse pelo herói continua enorme, mesmo cinco anos depois de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, que encerrou um dos capítulos mais importantes da trajetória de Peter Parker.

Enquanto isso, Homem-Aranha: Um Novo Dia já pode ser assistido nos cinemas brasileiros.

Por que esse lançamento está movimentando tanto o público?

O retorno de Tom Holland explica parte desse interesse, mas não é o único motivo.

Pela primeira vez desde o feitiço lançado por Doutor Estranho, Peter Parker realmente precisa recomeçar do zero. Ninguém sabe quem ele é, ninguém se lembra de sua história e até as pessoas mais próximas seguiram a vida sem qualquer lembrança dele.

Essa nova fase aproxima o personagem das histórias clássicas dos quadrinhos. Em vez de participar de grandes eventos envolvendo o Universo Marvel, Peter volta a enfrentar problemas nas ruas de Nova York, equilibrando a vida comum com a responsabilidade de continuar sendo o Homem-Aranha.

Para muitos fãs, é justamente essa versão mais solitária do personagem que torna o filme diferente dos anteriores.

Sobre o que é Homem-Aranha: Um Novo Dia?

A história acompanha Peter Parker tentando construir uma nova rotina depois que sua identidade foi completamente apagada da memória do mundo.

Enquanto protege Nova York de forma anônima, ele começa a investigar uma ameaça ligada a poderes psíquicos capazes de controlar outras pessoas. Ao mesmo tempo, passa a perceber mudanças inesperadas em suas próprias habilidades, o que transforma cada confronto em um desafio ainda maior.

Sem revelar detalhes importantes da trama, o filme aposta em um herói mais experiente, mas que também precisa aprender a lidar com uma realidade completamente diferente daquela que conhecia.

Quem está no elenco?

Além de Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, Uncharted), o filme reúne Zendaya (Duna, Euphoria), Sadie Sink (Stranger Things, A Baleia), Jacob Batalon (Homem-Aranha: Longe de Casa), Jon Bernthal (O Justiceiro, Demolidor: Renascido), Florence Pugh (Thunderbolts, Oppenheimer), Mark Ruffalo (Vingadores: Ultimato, Pobres Criaturas) e Marisa Tomei (Meu Primo Vinny, Homem-Aranha: De Volta ao Lar).

A direção é de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Luta por Justiça), enquanto o roteiro ficou novamente com Chris McKenna e Erik Sommers, responsáveis pelos três filmes anteriores do herói no MCU.

O que esses números representam?

Ultrapassar a marca de US$ 170 milhões em um único dia é algo que acontece muito raramente. Esse tipo de desempenho costuma ficar reservado aos maiores eventos de Hollywood e serve como um dos principais indicadores de como será o restante da carreira do filme nos cinemas.

Se a projeção do Deadline se confirmar, Homem-Aranha: Um Novo Dia começará sua trajetória ao lado de alguns dos lançamentos mais fortes da história da indústria, consolidando mais uma vez o personagem como um dos maiores nomes das bilheterias mundiais.

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