Segredo Obscuro estreia nos cinemas com Elisabeth Moss e Kate Hudson em thriller que transforma os padrões de beleza em uma história de terror

A Paris Filmes lança nos cinemas brasileiros, em 25 de junho, Segredo Obscuro, thriller de ficção científica dirigido por Max Minghella e estrelado por Elisabeth Moss, Kate Hudson e Kaia Gerber. O longa teve sua première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2024 e chega ao circuito comercial após circular por festivais internacionais, levando para as telas uma história que mistura suspense, crítica à indústria do entretenimento e elementos de horror corporal.

No centro da trama está Samantha Lake, personagem de Elisabeth Moss. Ex-estrela da televisão, ela enfrenta uma fase difícil da carreira após perceber que as oportunidades de trabalho diminuíram com o passar dos anos. Em busca de uma forma de recuperar espaço no mercado, Samantha aceita se submeter a um tratamento experimental oferecido pela Shell, uma empresa especializada em rejuvenescimento por meio de tecnologia genética.

Os resultados iniciais parecem resolver todos os problemas da protagonista. Sua aparência muda, novos trabalhos surgem e ela passa a frequentar novamente ambientes dos quais havia sido afastada. A transformação também aproxima Samantha de Zoe Shannon, poderosa empresária interpretada por Kate Hudson e responsável pela empresa que desenvolveu o procedimento.

O que começa como uma história sobre renovação profissional rapidamente se transforma em uma investigação sobre os riscos escondidos por trás da tecnologia da Shell. Conforme surgem efeitos colaterais inesperados, Samantha descobre que outras pessoas que passaram pelo tratamento tiveram destinos misteriosos. Entre elas está Chloe Benson, uma jovem atriz interpretada por Kaia Gerber, cujo desaparecimento se torna uma das peças centrais da narrativa.

O roteiro utiliza esse mistério para discutir questões bastante atuais. A busca pela juventude permanente, a pressão estética imposta a figuras públicas e o crescimento da indústria de procedimentos de beleza aparecem como temas constantes ao longo do filme. Embora a história seja fictícia, muitos dos debates levantados pela produção dialogam diretamente com uma realidade em que tratamentos estéticos e intervenções corporais se tornaram cada vez mais populares.

Um dos diferenciais do longa está na maneira como o terror é utilizado para desenvolver essas discussões. As transformações físicas enfrentadas pelos personagens não aparecem apenas como recurso visual, mas como consequência direta das escolhas feitas em nome da aparência e do sucesso. O horror surge justamente quando a promessa de perfeição começa a revelar custos que haviam sido ocultados.

O elenco reúne nomes conhecidos do público. Elisabeth Moss, vencedora de dois Emmy e reconhecida por trabalhos como “O Conto da Aia”, assume o protagonismo da história. Kate Hudson interpreta uma empresária influente e carismática que exerce grande controle sobre os acontecimentos da trama. Kaia Gerber, que vem construindo carreira no cinema após ganhar notoriedade na moda, ocupa papel fundamental no desenvolvimento do mistério.

Também fazem parte do elenco Elizabeth Berkley, Arian Moayed, Este Haim, Amy Landecker, Lionel Boyce, Peter MacNicol, Randall Park, Ziwe Fumudoh e Brandon Keener. A diversidade de personagens ajuda a ampliar a visão sobre os diferentes impactos da tecnologia apresentada pelo filme e suas consequências para quem entra em contato com ela.

Os bastidores da produção também tiveram desafios importantes. As filmagens ocorreram em Los Angeles entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024 e foram concluídas em apenas 25 dias. O cronograma reduzido exigiu uma organização rigorosa da equipe para cumprir todas as etapas previstas.

Outro fato que marcou a produção envolveu Elisabeth Moss. A atriz descobriu que estava grávida pouco antes do início das gravações e chegou a considerar deixar o projeto. Para mantê-la no elenco, Max Minghella e sua equipe adaptaram partes do roteiro e reorganizaram o cronograma de filmagem, permitindo que a produção seguisse normalmente durante a gestação da atriz.

Feito com menos de US$ 1 milhão, Obsessão ultrapassa US$ 333 milhões nas bilheterias e vira um dos maiores fenômenos do terror

Quando Obsessão foi exibido pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Toronto, em setembro de 2025, poucos imaginavam que aquele filme independente acabaria se transformando em um dos maiores sucessos comerciais do ano seguinte. Meses depois, o terror sobrenatural escrito, dirigido e editado por Curry Barker alcançou uma marca que parecia improvável para uma produção de baixo orçamento: US$ 333,3 milhões arrecadados nos cinemas ao redor do mundo. As informações são da Variety.

O resultado é ainda mais impressionante quando comparado ao custo de produção. Realizado com um orçamento estimado entre US$ 750 mil e US$ 1 milhão, o longa tornou-se o filme de maior bilheteria da história da Focus Features e entrou para a lista dos maiores sucessos de 2026.

A trajetória do filme também representa um momento importante na carreira de Curry Barker. Antes de chegar aos cinemas, o cineasta era conhecido principalmente por seus vídeos publicados no YouTube. Em 2023, ele chamou a atenção de produtores com o curta de terror The Chair. O trabalho despertou o interesse do produtor James Harris, que ofereceu a Barker a oportunidade de desenvolver um longa-metragem. Em vez de expandir o curta, o diretor apresentou uma ideia inédita que mais tarde daria origem a Obsessão.

A história acompanha Baron “Bear” Bailey, interpretado por Michael Johnston. Funcionário de uma loja de música, ele mantém uma amizade de longa data com Nikki Freeman, personagem vivida por Inde Navarrette. Apaixonado por ela há anos e incapaz de revelar seus sentimentos, Bear acaba tomando uma decisão impulsiva após adquirir um misterioso objeto conhecido como Salgueiro dos Desejos.

O pedido parece simples: fazer com que Nikki o ame mais do que qualquer outra pessoa no mundo. O problema é que o desejo funciona exatamente como foi formulado.

A partir desse momento, o filme abandona qualquer traço de romance e passa a explorar as consequências da obsessão levada ao extremo. Nikki se torna cada vez mais dependente de Bear, desenvolvendo comportamentos que rapidamente ultrapassam os limites do afeto e entram em um território perturbador. O relacionamento passa a ser marcado por manipulação, violência e uma crescente perda de controle.

Boa parte da repercussão do filme surgiu justamente dessa premissa. Em vez de recorrer a fantasmas, demônios ou criaturas sobrenaturais tradicionais, o longa-metragem constrói seu horror a partir de uma relação humana que se deteriora de forma progressiva. O elemento fantástico existe, mas serve principalmente para impulsionar um conflito emocional que se torna cada vez mais desconfortável para os personagens.

Inde Navarrette recebeu destaque especial entre crítica e público por sua interpretação de Nikki. A personagem exige mudanças constantes ao longo da narrativa, alternando momentos de fragilidade, carinho e agressividade extrema. Michael Johnston também sustenta boa parte da tensão do filme ao interpretar um protagonista que precisa lidar com as consequências de uma escolha que parecia inofensiva.

O elenco ainda reúne Cooper Tomlinson como Ian, Megan Lawless como Sarah Harper e Andy Richter como Carter Harper, proprietário da loja de música onde os personagens trabalham. Embora a produção conte com poucos cenários e um elenco relativamente enxuto, a história se mantém concentrada nos conflitos centrais sem recorrer a grandes desvios narrativos.

As filmagens aconteceram em Los Angeles durante outubro de 2024. A produção aproveitou locações limitadas e uma estrutura reduzida para controlar os custos. Essa estratégia acabou se tornando um dos fatores que ampliaram o impacto financeiro do resultado obtido nos cinemas.

A repercussão em Toronto foi decisiva para o futuro do projeto. Após a exibição no festival, a Focus Features adquiriu os direitos de distribuição por um valor estimado entre US$ 14 milhões e US$ 15 milhões. O acordo foi apontado por veículos especializados como uma das maiores negociações envolvendo um filme de gênero na história recente do evento.

Após anos de silêncio, Illumination confirma Pets 3 e explica por que a sequência demorou tanto para acontecer

A franquia A Vida Secreta dos Pets vai ganhar um novo capítulo. A confirmação veio diretamente de Chris Meledandri, fundador da Illumination e produtor responsável por algumas das animações de maior sucesso comercial das últimas duas décadas. Em entrevista ao Collider, o executivo revelou que Pets 3 está oficialmente em desenvolvimento.

O anúncio encerra um período de incerteza que se arrastava desde o lançamento de A Vida Secreta dos Pets 2, em 2019. Embora o segundo filme tenha obtido resultados sólidos nas bilheterias mundiais, arrecadando mais de US$ 431 milhões contra um orçamento estimado em US$ 80 milhões, a Illumination nunca demonstrou pressa em produzir uma continuação.

Segundo Meledandri, a decisão foi deliberada. Em vez de acelerar uma nova sequência apenas por motivos comerciais, o estúdio optou por esperar até que os roteiristas encontrassem uma ideia capaz de justificar o retorno dos personagens.

A declaração ajuda a entender a estratégia adotada pela Illumination nos últimos anos. Durante esse período, o estúdio concentrou seus esforços em outras franquias de sucesso, incluindo Meu Malvado Favorito, Minions e Super Mario Bros. O Filme, que se transformou em uma das maiores bilheterias da história da animação.

Os detalhes da trama de Pets 3 ainda não foram divulgados. Também não há confirmação oficial sobre quais personagens retornarão, embora Max, Duke, Snowball, Gidget e Chloe sejam figuras centrais da franquia desde o primeiro longa, lançado em 2016.

O segundo filme encerrou diversos arcos importantes dos protagonistas. Max aprendeu a lidar com sua ansiedade e com as mudanças na vida de sua família. Snowball encontrou a aventura que sempre imaginou viver. Gidget ganhou uma trama própria que ampliou sua participação dentro da série.

Lançado em junho de 2019, A Vida Secreta dos Pets 2 expandiu o universo da franquia ao dividir sua narrativa entre diferentes histórias. Uma delas acompanhava Max durante uma temporada em uma fazenda, sob a orientação de Rooster, um experiente cão pastor dublado por Harrison Ford. Outra seguia Snowball e Daisy em uma missão para libertar um tigre branco explorado por um circo itinerante.

A sequência também marcou uma mudança importante no elenco principal. Patton Oswalt assumiu a voz de Max após substituir Louis C.K., protagonista do primeiro filme. O elenco ainda contou com Kevin Hart, Jenny Slate, Eric Stonestreet, Tiffany Haddish, Nick Kroll e Harrison Ford, que fez sua estreia em uma animação.

Nos bastidores, Chris Renaud voltou a dirigir o segundo longa e já está confirmado para comandar Pets 3. O cineasta é um dos principais nomes da Illumination e esteve à frente de produções como Meu Malvado Favorito, Meu Malvado Favorito 2 e O Lorax.

O interesse da Universal em manter a franquia ativa é sustentado pelos números. O primeiro A Vida Secreta dos Pets arrecadou mais de US$ 875 milhões mundialmente. A continuação alcançou US$ 431 milhões, desempenho suficiente para se tornar uma produção altamente lucrativa considerando seu orçamento de aproximadamente US$ 80 milhões.

Por enquanto, a Illumination não anunciou uma data de estreia nem revelou em qual estágio de produção o projeto se encontra. A confirmação oficial do desenvolvimento, porém, encerra anos de especulação e coloca Pets 3 entre as futuras animações do estúdio para os próximos anos.

Toy Story 5 estreia com US$ 312 milhões nas bilheterias mundiais e prova que a franquia ainda encontra espaço para contar novas histórias após três décadas

Foto: Reprodução/ Disney/ Pixar

Quando Toy Story 4 chegou aos cinemas em 2019, a sensação era de encerramento. Woody havia seguido um caminho diferente do restante da turma, Buzz encontrara seu próprio propósito e Bonnie parecia pronta para escrever um novo capítulo ao lado dos brinquedos que herdou de Andy. Por isso, o anúncio de um quinto filme foi recebido com desconfiança por parte do público. A principal dúvida era simples: ainda havia algo relevante a ser contado?

Os primeiros resultados comerciais indicam que o interesse pela franquia permanece alto. Toy Story 5 arrecadou US$ 160 milhões durante seu fim de semana de estreia na América do Norte e outros US$ 152 milhões no mercado internacional. A soma de US$ 312 milhões coloca a animação entre as maiores estreias da Pixar nos últimos anos e oferece um alívio importante para a Disney em um momento em que diversas sequências de grandes franquias têm encontrado dificuldades para repetir o desempenho do passado. As informações são da Variety.

Diferentemente dos filmes anteriores, que exploravam principalmente mudanças na vida dos donos dos brinquedos, a nova produção concentra boa parte de sua narrativa em um tema bastante presente na rotina das famílias atuais: a influência da tecnologia sobre a forma como as crianças brincam, se relacionam e ocupam seu tempo livre.

Bonnie agora tem oito anos e passa a dedicar sua atenção a Lilypad, apelidada de Lily, um tablet inteligente desenvolvido para estimular conexões sociais entre crianças. A mudança afeta diretamente os brinquedos do quarto. Pela primeira vez na série, a ameaça não surge de um vilão tradicional, de um colecionador ou de um brinquedo rival. O conflito nasce da mudança de comportamento da própria criança.

A escolha do tema não parece acidental. Nos últimos anos, especialistas em educação, pais e escolas têm discutido o impacto do uso excessivo de telas durante a infância. O roteiro utiliza esse cenário como pano de fundo sem transformar a história em uma discussão moralista. A tecnologia aparece como parte da realidade de Bonnie, e não como algo necessariamente negativo.

Jessie assume uma posição central na trama. Desde a despedida de Woody, a personagem passou a ocupar um papel de liderança entre os brinquedos de Bonnie. O filme aproveita essa nova responsabilidade para desenvolver uma história própria para a vaqueira, algo que nunca havia acontecido em escala semelhante dentro da franquia.

Grande parte desse desenvolvimento acontece quando Jessie retorna à antiga fazenda onde viveu com Emily, sua primeira dona. O local funciona quase como uma cápsula do tempo. Entre brinquedos esquecidos, objetos antigos e lembranças guardadas por décadas, a personagem encontra evidências de que continuou presente na memória de Emily muito depois da separação mostrada em Toy Story 2.

Essa linha narrativa conversa diretamente com um dos temas mais recorrentes da série desde 1995: a marca que os brinquedos deixam na infância das pessoas. Em vez de repetir conflitos já conhecidos sobre abandono ou substituição, o filme procura discutir o legado dessas relações ao longo dos anos.

Woody reaparece em um papel diferente daquele que ocupava nos capítulos anteriores. Depois de escolher uma vida longe de Bonnie, ele continua ajudando brinquedos sem dono ao lado de Betty. Sua participação surge de forma mais pontual, mas continua sendo importante para o desenrolar da história e para a evolução de Jessie.

Buzz Lightyear segue outro caminho dentro da narrativa. Uma carga contendo dezenas de versões modernas do personagem acaba isolada após um acidente marítimo. Presos em modo de demonstração permanente, esses Buzz acreditam ser integrantes reais do Comando Estelar. A situação gera algumas das cenas mais engraçadas do filme e recupera características do personagem vistas pela primeira vez na animação original de 1995.

O elenco principal retorna praticamente completo. Tom Hanks volta a emprestar sua voz a Woody, Tim Allen retorna como Buzz Lightyear e Joan Cusack reprisa o papel de Jessie. Entre os novos nomes estão Greta Lee, indicada ao Globo de Ouro por Vidas Passadas, Craig Robinson, conhecido pela série The Office, e o apresentador Conan O’Brien.

Nos bastidores, o longa-metragem representa uma mudança significativa para a franquia. A direção ficou nas mãos de Andrew Stanton, um dos nomes mais respeitados da história da Pixar. Stanton dirigiu Procurando Nemo e WALL-E, duas produções frequentemente citadas entre os melhores trabalhos do estúdio. Sua ligação com Toy Story também é antiga: ele participou da equipe criativa do primeiro filme lançado há mais de 30 anos.

Outro detalhe importante envolve a ausência de John Lasseter. Criador da franquia ao lado de um grupo de pioneiros da animação digital, ele não participou do desenvolvimento do novo longa. É a primeira vez que um capítulo principal da série é produzido sem seu envolvimento criativo.

A trilha sonora marca o retorno de Randy Newman, responsável pela identidade musical da franquia desde o primeiro filme. Seu trabalho acompanha Toy Story desde 1995 e inclui músicas que se tornaram parte inseparável da memória afetiva de milhões de espectadores. O novo longa também conta com a canção inédita “I Knew It, I Knew You”, interpretada por Taylor Swift.

O orçamento estimado em US$ 250 milhões coloca Toy Story 5 entre as animações mais caras já produzidas. O investimento aparece na evolução técnica da Pixar, especialmente na qualidade das texturas, da iluminação e das expressões dos personagens. A comparação com o primeiro Toy Story evidencia o salto tecnológico alcançado pelo estúdio desde a década de 1990.

Cine Aventura exibe “Conquista”, filme com Ruby Rose e Morgan Freeman sobre uma mãe forçada a voltar ao mundo do crime

A Record TV exibe neste sábado (20), no Cine Aventura, o filme Conquista, thriller de ação lançado em 2021 e dirigido por George Gallo. A produção reúne Ruby Rose e Morgan Freeman em uma história marcada por perseguições, confrontos armados e uma disputa desesperada pela sobrevivência.

O longa acompanha Victoria, interpretada por Ruby Rose, uma mulher que tenta reconstruir a vida após deixar para trás seu passado ligado ao crime organizado russo. Ela vive discretamente ao lado da filha, buscando distância da violência que marcou seus anos anteriores. Esse plano desmorona quando Damon, personagem de Morgan Freeman, sequestra a criança e a obriga a cumprir uma série de tarefas perigosas durante uma única noite.

A missão imposta por Damon coloca Victoria novamente diante de criminosos, traficantes e grupos armados. Para conseguir rever a filha, ela precisa percorrer diferentes pontos da cidade enfrentando situações cada vez mais arriscadas. A narrativa acompanha essa corrida contra o tempo, transformando a personagem em praticamente o centro de todas as cenas de ação do filme.

Quem acompanha a carreira de Ruby Rose encontrará aqui um papel bastante alinhado ao perfil de personagens que a tornaram conhecida em produções como “Batwoman” e “John Wick: Um Novo Dia para Matar”. A atriz participa de sequências de perseguição, tiroteios e confrontos físicos que ocupam boa parte da duração do longa.

Morgan Freeman surge em um papel diferente daqueles associados aos mentores ou figuras de autoridade benevolentes que marcaram sua filmografia. Em “Conquista”, seu personagem conduz os acontecimentos à distância e mantém uma relação ambígua com a protagonista, elemento que ajuda a sustentar o suspense da trama.

O elenco inclui ainda Nick Vallelonga como o Detetive Stevens, Miles Doleac no papel de Erik, Patrick Muldoon como o Agente Monroe, além de Julie Lott, Hannah Stocking, Ekaterina Baker e Juju Journey Brener.

As filmagens foram realizadas em Biloxi, cidade localizada no estado americano do Mississippi. O local serve de cenário para as perseguições de carro e motocicleta que aparecem ao longo do filme, contribuindo para a ambientação urbana da história.

Com cerca de uma hora e meia de duração, “Conquista” é uma opção para quem procura um filme de ação direta, sem grandes desvios narrativos, centrado em uma protagonista que precisa usar suas habilidades para superar uma sequência de obstáculos e salvar a própria filha.

Gabriel Coppola assume papel principal em “O Berço”, filme de terror psicológico com Sandra Corveloni

Gabriel Coppola será o protagonista de O Berço, longa-metragem dirigido por Lucas Procópio que está em desenvolvimento pelas produtoras Fourfé Filmes e Lira Filmes. O ator contracenará com Sandra Corveloni, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por “Linha de Passe”, em uma história que combina drama familiar e terror psicológico.

No filme, Coppola interpreta Isaque, filho da personagem vivida por Corveloni. A trama acompanha uma mãe conservadora que enfrenta a morte do filho durante as celebrações de Natal. A perda desencadeia uma série de acontecimentos que colocam em evidência conflitos familiares, ressentimentos acumulados e questões ligadas à aceitação e ao luto.

Embora utilize elementos característicos do terror, o roteiro concentra sua narrativa nas relações entre os personagens. A história parte de uma situação familiar específica para discutir temas que atravessam diferentes gerações, especialmente as consequências emocionais deixadas por vínculos marcados por incompreensões e rupturas.

A escolha de Sandra Corveloni acrescenta ao projeto uma atriz com trajetória consolidada no cinema brasileiro. Desde o reconhecimento internacional em Cannes, a intérprete construiu uma filmografia associada a personagens de grande densidade dramática. Seu trabalho em produções para cinema, televisão e teatro a colocou entre os nomes mais respeitados da dramaturgia nacional.

Para Gabriel Coppola, o longa representa um passo importante em uma fase de expansão de sua carreira. Nos últimos anos, o artista tem dividido sua atuação entre trabalhos como ator e o desenvolvimento de projetos autorais. Recentemente, esteve no Marché du Film, mercado internacional realizado durante o Festival de Cannes, onde apresentou “Olhos em Mim”, projeto escrito por ele.

A participação no evento francês ampliou sua circulação entre produtores, distribuidores e investidores do mercado audiovisual. O contato com produções de diferentes países ocorre em um momento em que o ator busca consolidar sua presença em projetos de maior alcance dentro da indústria cinematográfica.

O Berço também surge em um contexto de crescimento do terror psicológico produzido no Brasil. Diferentemente das obras centradas em sustos ou ameaças físicas constantes, esse segmento costuma utilizar o horror como ferramenta para explorar conflitos humanos, memórias traumáticas e relações familiares complexas.

Nos últimos anos, produções internacionais contribuíram para ampliar o interesse do público por histórias que unem drama e terror em uma mesma narrativa. O projeto dirigido por Lucas Procópio segue essa linha ao construir seus conflitos a partir das relações entre mãe e filho, utilizando elementos sobrenaturais como parte da construção dramática da história.

O filme ainda não possui cronograma oficial de filmagens ou previsão de estreia. Neste momento, a produção segue em busca de financiamento e parceiros para viabilizar sua realização. Mesmo em estágio inicial, o projeto reúne dois nomes de gerações diferentes da atuação brasileira e coloca no centro da narrativa temas que continuam presentes nos debates sociais contemporâneos.

Cine Record Especial desta sexta (19/06) exibe Jornada da Vida, filme com Omar Sy sobre identidade e reencontro com as origens

O Cine Record Especial desta sexta-feira, 19 de junho, aposta em uma produção que foge do circuito habitual das grandes franquias de Hollywood. Lançado em 2019, Jornada da Vida acompanha uma história simples à primeira vista, mas que encontra força justamente na relação entre seus personagens e no retrato sincero de um país pouco explorado pelo cinema exibido na televisão brasileira. As informações são do AdoroCinema.

A trama gira em torno de Seydou Tall, um escritor francês de origem senegalesa que retorna ao Senegal para participar de compromissos ligados ao lançamento de seu novo livro. Famoso na França e acostumado aos holofotes, ele encara a viagem como mais uma etapa da agenda profissional. O que não espera é que esse retorno ao país de seus ancestrais o obrigue a revisitar questões que ficaram para trás ao longo da vida.

Essa mudança começa quando ele conhece Yao, um garoto determinado que percorreu mais de 380 quilômetros sozinho para conseguir um autógrafo. O encontro poderia terminar em poucos minutos, como acontece com tantos admiradores e celebridades. No entanto, a insistência e a sinceridade do menino despertam a curiosidade de Seydou. Quando descobre que Yao precisa voltar para sua aldeia natal, Kanel, o escritor decide acompanhá-lo.

A partir desse momento, o filme deixa de ser apenas a história de um escritor em visita ao Senegal e passa a acompanhar duas pessoas de gerações completamente diferentes dividindo a mesma estrada. Durante o trajeto, Seydou conhece comunidades, tradições e costumes que fazem parte de sua herança cultural, mas dos quais esteve distante durante boa parte da vida.

O roteiro utiliza essa convivência para discutir temas que vão além da amizade entre os protagonistas. A narrativa aborda o sentimento de pertencimento vivido por muitas pessoas que cresceram entre culturas diferentes, especialmente filhos e netos de imigrantes que mantêm laços afetivos com o país de origem da família, mesmo sem conhecê-lo profundamente.

No papel principal está Omar Sy, ator que ganhou projeção internacional após o sucesso de Intocáveis e posteriormente ampliou sua carreira com produções como Jurassic World, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e a série Lupin. Em Jornada da Vida, ele se afasta dos personagens de ação e assume uma interpretação mais contida, baseada nos conflitos internos e nas descobertas pessoais de Seydou.

Lionel Basse, responsável por interpretar Yao, funciona como o contraponto perfeito ao protagonista. O garoto enxerga o mundo com entusiasmo e curiosidade, características que acabam influenciando o olhar de Seydou sobre o próprio país. A relação construída entre os dois evolui de forma natural, sem atalhos ou situações artificiais, permitindo que o público acompanhe a confiança surgindo aos poucos.

O elenco também reúne nomes importantes da cultura africana. Fatoumata Diawara, conhecida internacionalmente por sua carreira musical, interpreta Gloria, personagem que cruza o caminho da dupla durante a viagem. Já Germaine Acogny, considerada uma das maiores referências da dança contemporânea africana, aparece como Tanam, figura ligada às tradições e à espiritualidade local.

Um dos aspectos mais interessantes do longa está na forma como o Senegal é apresentado. O país não aparece apenas como pano de fundo para a história. As estradas, vilarejos, mercados e paisagens fazem parte da narrativa e ajudam o espectador a compreender melhor a realidade dos personagens. Para boa parte do público brasileiro, trata-se também de uma oportunidade de conhecer cenários raramente vistos nas produções que chegam ao circuito comercial.

Dirigido por Philippe Godeau, o filme mantém um ritmo tranquilo e concentra sua atenção nas relações humanas. Não há grandes reviravoltas ou acontecimentos espetaculares. O interesse da narrativa está nos encontros pelo caminho, nas conversas entre os personagens e nas pequenas mudanças que acontecem à medida que a viagem avança.

Nos cinemas franceses, Jornada da Vida não repetiu o sucesso de outras produções estreladas por Omar Sy. Mesmo após uma forte campanha de divulgação, o longa encerrou sua trajetória comercial com pouco mais de 400 mil ingressos vendidos. Ainda assim, encontrou espaço junto ao público por meio das exibições na televisão e das plataformas digitais, onde passou a ser descoberto por espectadores interessados em histórias mais intimistas.

Obsessão supera US$ 300 milhões nos cinemas e transforma produção independente em um dos maiores casos de sucesso do terror

Quando Obsessão chegou aos cinemas em maio, poucos analistas projetavam uma trajetória tão longa nas bilheterias. O filme, escrito, dirigido e editado por Curry Barker, acabou se transformando em uma das raras produções originais de terror capazes de disputar espaço com franquias estabelecidas. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o longa já ultrapassou US$ 300 milhões arrecadados mundialmente. Nos Estados Unidos, o total chegou a US$ 201,6 milhões após liderar novamente as bilheterias em uma quinta-feira, com quase US$ 3 milhões em receita diária.

O resultado coloca o filme em uma posição pouco comum para o gênero. Nos últimos anos, boa parte dos grandes sucessos comerciais do terror esteve ligada a marcas já conhecidas pelo público. O longa-metragem seguiu um caminho diferente. Sem adaptações, continuações ou personagens populares servindo como chamariz, o longa encontrou seu público a partir de uma ideia simples e inquietante.

A trama acompanha Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem que trabalha em uma loja de música e mantém uma amizade de longa data com Nikki Freeman, papel de Inde Navarrette. Apaixonado por ela há anos, ele nunca consegue revelar o que sente. A situação muda quando encontra um objeto conhecido como Salgueiro dos Desejos em uma loja de artigos místicos. Convencido de que aquela pode ser sua única oportunidade, ele faz um pedido: que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo.

O filme não perde tempo tentando convencer o espectador de que aquela escolha dará certo. O desejo é realizado, mas a afeição de Nikki logo assume contornos perturbadores. O que parecia resolver um problema transforma a vida dos dois em uma sequência de acontecimentos violentos, impulsionados por uma obsessão que cresce de forma incontrolável.

Parte da repercussão em torno do longa está relacionada à maneira como Barker conduz essa premissa. O roteiro utiliza um elemento sobrenatural, mas o conflito central permanece ancorado em questões humanas. O filme trata de posse, dependência emocional e controle sem recorrer a longas explicações ou discursos. O desconforto surge das atitudes dos personagens e das consequências provocadas por elas.

Essa abordagem também ajudou a diferenciar Obsessão dentro de um mercado saturado por histórias que frequentemente seguem estruturas parecidas. Em vez de concentrar seus esforços em sustos sucessivos, o longa investe na deterioração gradual da relação entre os protagonistas. A tensão aumenta porque o público entende rapidamente que não existe uma saída simples para o problema criado por Bear.

Michael Johnston sustenta boa parte desse conflito ao interpretar um personagem que passa da realização inicial ao arrependimento absoluto. Já Inde Navarrette encontra espaço para explorar diferentes camadas de Nikki à medida que a personagem perde o controle sobre si mesma. O elenco ainda conta com Cooper Tomlinson como Ian, Megan Lawless como Sarah Harper e Andy Richter no papel de Carter Harper, proprietário da loja de música onde a história se desenvolve.

A trajetória do filme começou meses antes da estreia comercial. O longa foi exibido pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2025, dentro da tradicional mostra Midnight Madness, dedicada a produções de terror, suspense e fantasia. A recepção positiva naquele circuito ajudou a despertar interesse entre distribuidores e espectadores que acompanham o gênero de perto.

O desempenho nos cinemas acabou superando até mesmo o entusiasmo gerado após o festival. Diferentemente de muitos filmes de terror que concentram a maior parte da arrecadação nos primeiros dias, o filme manteve público ao longo das semanas. Esse comportamento costuma ser associado a produções que conseguem estimular recomendações espontâneas entre espectadores, algo cada vez mais difícil em um mercado marcado pela velocidade dos lançamentos.

Novo trailer de O Convite destaca encontro entre casais que sai do controle em comédia estrelada por Olivia Wilde e Seth Rogen

A O2 Play divulgou o novo trailer de O Convite, comédia dirigida por Olivia Wilde que chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho. O filme reúne Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton em uma história que transforma um encontro entre vizinhos em uma sequência de revelações desconfortáveis, conflitos conjugais e situações constrangedoras.

A trama acompanha Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde), um casal que atravessa um período de desgaste no relacionamento. Em uma tentativa de quebrar a rotina, os dois recebem para jantar os vizinhos do andar de cima, vividos por Penélope Cruz e Edward Norton. A conversa, inicialmente cordial, passa a expor diferenças entre os casais e revela questões que estavam longe de ser resolvidas.

As imagens inéditas divulgadas no trailer ampliam a dimensão desse encontro e deixam mais claro o tom do longa. Em vez de seguir a estrutura tradicional das comédias românticas, o filme concentra sua narrativa em um espaço reduzido e utiliza os diálogos como principal motor da história. Cada nova revelação altera o equilíbrio entre os personagens e empurra a noite para situações cada vez mais desconfortáveis.

O projeto nasceu a partir de uma obra que já havia conquistado espaço fora dos Estados Unidos. O longa-metragem adapta o filme espanhol Sentimental, lançado em 2020 por Cesc Gay. A produção, por sua vez, era baseada na peça teatral Els veïns de dalt (Os Vizinhos de Cima), escrita pelo próprio diretor e encenada em diversos países nos últimos anos.

A versão americana passou por um desenvolvimento longo e sofreu mudanças significativas antes de chegar às filmagens. Quando foi anunciada, em 2021, a produção tinha David Permut como produtor e seguiria outro caminho criativo. Em 2022, Jonathan Dayton e Valerie Faris, diretores de Pequena Miss Sunshine, chegaram a assumir o comando do projeto, com roteiro escrito por Rashida Jones e Will McCormack.

O elenco inicialmente previsto também era diferente. Amy Adams, Paul Rudd e Tessa Thompson chegaram a ser anunciados nos papéis principais. O filme acabou sendo reformulado e retornou ao desenvolvimento em 2025 sob a direção de Olivia Wilde, que assumiu uma posição dupla ao comandar a produção e interpretar uma das protagonistas.

As gravações aconteceram em apenas 23 dias, uma duração bastante curta para os padrões de Hollywood. A equipe optou por filmar em ordem cronológica, permitindo que os atores acompanhassem a evolução dos conflitos exatamente na sequência em que eles aparecem na história.

Parte das filmagens foi realizada em locações reais de São Francisco. Entre os cenários utilizados estão a linha ferroviária do BART, a região de Sunset District, o tradicional mercado de produtores do bairro Castro e a histórica Molinari Delicatessen. A cidade não funciona apenas como pano de fundo; ela ajuda a construir o cotidiano dos personagens e a sensação de proximidade que sustenta a trama.

O elenco reúne intérpretes com trajetórias bastante distintas. Seth Rogen consolidou sua carreira entre a comédia e a produção televisiva. Olivia Wilde alterna trabalhos como atriz e diretora desde a estreia de Fora de Série. Penélope Cruz, vencedora do Oscar por Vicky Cristina Barcelona, retorna a um papel mais leve após uma sequência de produções dramáticas. Edward Norton, indicado ao Oscar em quatro ocasiões, assume um personagem cuja personalidade muda constantemente conforme a noite avança.

A trilha sonora original é assinada por Devonté Hynes, músico britânico conhecido pelo projeto Blood Orange. Seu trabalho acompanha as mudanças de humor da narrativa sem recorrer aos caminhos tradicionais das comédias de estúdio, contribuindo para a sensação de tensão crescente que atravessa boa parte do filme.

Antes da estreia comercial, o filme foi exibido no Festival de Sundance de 2026, onde recebeu avaliações positivas da crítica especializada. Nos Estados Unidos, o lançamento será realizado pela A24 a partir de 26 de junho. No Brasil, a distribuição ficará a cargo da O2 Play.

Menos de 10 anos após a animação, Moana retorna aos cinemas em live-action com projeção de estreia milionária

A Disney ainda não lançou o live-action de Moana, mas as primeiras projeções de bilheteria indicam que o filme pode chegar aos cinemas em posição confortável. Segundo estimativas publicadas pelo Deadline, a adaptação deve arrecadar cerca de US$ 85 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos e Canadá.

O número colocaria o longa entre as maiores estreias do estúdio em 2026 e oferece um primeiro indicativo sobre o interesse do público por uma releitura que chega relativamente cedo. A animação original estreou em 2016, arrecadou mais de US$ 680 milhões mundialmente e permaneceu entre os títulos mais consumidos da Disney nos anos seguintes graças ao streaming.

A escolha de revisitar a história tão rapidamente chamou atenção quando o projeto foi anunciado em 2023. A maior parte dos live-actions da Disney revisitou obras lançadas décadas antes. Moana seguiu um caminho diferente. O estúdio decidiu transformar em filme uma propriedade que ainda ocupa espaço relevante dentro de seu catálogo e continua alcançando novas audiências.

A protagonista será interpretada por Catherine Laga’aia, atriz australiana de ascendência samoana que fará seu primeiro trabalho em uma produção desse porte. A escalação foi anunciada em junho de 2024 após meses de testes conduzidos pela Disney.

Dwayne Johnson retorna como Maui, personagem que já havia interpretado como dublador nos longas animados. Desta vez, o ator assume a versão em live-action e também participa da produção através da Seven Bucks Productions.

A relação de Johnson com o projeto vai além da franquia. Filho de pai canadense e mãe samoana, o ator esteve envolvido desde as primeiras etapas de desenvolvimento e frequentemente destaca a importância da representação das culturas polinésias em produções de alcance global.

Na direção está Thomas Kail, conhecido principalmente por seu trabalho nos palcos da Broadway. Seu currículo inclui a montagem original de Hamilton, musical criado por Lin-Manuel Miranda que se tornou um dos maiores sucessos do teatro norte-americano neste século. Embora tenha experiência em televisão, Moana representa sua primeira grande superprodução para os cinemas.

O roteiro foi escrito por Jared Bush e Dana Ledoux Miller. Bush trabalhou em produções como Zootopia e Encanto, duas das animações mais bem-sucedidas da Disney nos últimos anos. Ledoux Miller integrou a equipe criativa de Moana 2, lançado em 2024.

O elenco também conta com John Tui, Frankie Adams e Rena Owen, nomes conhecidos do cinema e da televisão da Nova Zelândia. A presença de artistas ligados à Oceania segue uma diretriz adotada desde a animação original, que contou com consultores culturais e pesquisadores especializados nas tradições dos povos do Pacífico.

As filmagens ocorreram entre julho e novembro de 2024. A produção utilizou locações no Havaí e estruturas de estúdio em Atlanta, cidade que concentra parte significativa das grandes produções da Disney e de outros estúdios de Hollywood.

A trilha sonora reúne novamente dois profissionais associados ao sucesso do primeiro filme. Mark Mancina retorna como compositor da música instrumental, enquanto Lin-Manuel Miranda volta a colaborar com a franquia após ficar de fora de Moana 2 por conflitos de agenda.

O retorno de Miranda possui peso considerável para a produção. Canções como “How Far I’ll Go” e “You’re Welcome” continuam entre as músicas mais populares já lançadas pela Disney na última década e desempenharam papel importante na expansão da marca muito além de sua exibição nos cinemas.

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