Angra anuncia show histórico no Espaço Unimed com Rebirth na íntegra e reencontro da formação “Nova Era”

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FOTO POR @ELLENARTIE

Os fãs de heavy metal brasileiro já podem marcar no calendário: no dia 29 de abril de 2026, o Angra sobe ao palco do Espaço Unimed, em São Paulo, para uma apresentação que promete entrar para a história. O espetáculo celebra os 25 anos de Rebirth, disco que redefiniu os rumos da banda no início dos anos 2000 e se tornou um dos trabalhos mais emblemáticos do metal nacional.

A noite terá um significado ainda mais especial: será a única performance da formação conhecida como “Nova Era” fora do festival Bangers Open Air. No palco, estarão reunidos Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester, marcando um reencontro aguardado há quase duas décadas.

Um reencontro raro e carregado de simbolismo

A última vez que a formação completa do período Rebirth se apresentou como Angra foi em 2007, no encerramento da turnê de Aurora Consurgens. Desde então, os cinco músicos seguiram caminhos distintos e nunca mais dividiram o palco sob o nome da banda. Essa longa ausência torna o reencontro ainda mais emblemático, especialmente para os fãs que acompanharam a fase de reconstrução do grupo após mudanças profundas em sua estrutura.

O show em São Paulo ganha contornos ainda mais grandiosos porque também contará com a presença da formação atual: Alírio Netto, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde se juntam aos músicos da era Rebirth, criando um encontro de gerações que celebra diferentes capítulos da trajetória do Angra. Mais do que uma apresentação comemorativa, o evento se consolida como uma convergência de histórias, estilos e momentos que ajudaram a moldar a identidade da banda.

Rebirth na íntegra e uma viagem pela discografia

O ponto central da noite será a execução completa de Rebirth, álbum lançado em 2001 e responsável por recolocar o Angra em evidência no cenário internacional. Faixas como “Nova Era”, “Heroes of Sand” e “Rebirth” se tornaram hinos de uma geração e simbolizaram o renascimento artístico do grupo, tanto em sonoridade quanto em projeção global.

O espetáculo será apresentado em formato ampliado, com produção especial e um repertório dividido em blocos temáticos. A proposta é conduzir o público por uma jornada musical que percorre momentos decisivos da carreira da banda, desde a reconstrução até a consolidação internacional e a fase contemporânea.

Além de Rebirth, o setlist incluirá músicas de álbuns fundamentais como Temple of Shadows e Aurora Consurgens, trabalhos que aprofundaram a maturidade composicional do grupo e ampliaram sua base de fãs ao redor do mundo.

Homenagem à era clássica e olhar para o futuro

A apresentação também prestará tributo à fase clássica liderada pelo saudoso Andre Matos, eternizada em discos como Angels Cry, Holy Land e Fireworks. Essas obras ajudaram a consolidar o nome do Angra como um dos principais representantes do metal melódico no mundo, combinando técnica apurada, influências eruditas e elementos da música brasileira.

A fase mais recente da banda também terá espaço no repertório, com faixas de Secret Garden, Ømni e Cycles of Pain. A inclusão dessas músicas reforça a ideia de continuidade e evolução, mostrando que o Angra não vive apenas de seu passado glorioso, mas segue produzindo material relevante e atual.

Um marco para o metal brasileiro

Com mais de três décadas de carreira, o Angra construiu um legado que ultrapassa fronteiras. A banda ajudou a projetar o metal brasileiro no exterior e influenciou inúmeras formações ao redor do mundo. O show no Espaço Unimed se apresenta como um dos momentos mais simbólicos dessa trajetória, reunindo passado, presente e futuro em uma mesma celebração.

Para os fãs, será uma oportunidade rara de testemunhar ao vivo a força de um álbum que marcou época e de assistir ao reencontro de músicos que escreveram capítulos fundamentais da história do metal nacional. Para a banda, representa a reafirmação de um legado construído com perseverança, talento e reinvenção constante.

Harry Styles estreia nova turnê com show transmitido ao vivo pela Netflix direto de Manchester

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A próxima sexta (6) será muito especial para os fãs de Harry Styles. O cantor escolheu Manchester, na Inglaterra, para dar o pontapé inicial em sua nova turnê — e quem não estiver no Reino Unido também poderá sentir a energia da estreia. A Netflix confirmou que exibirá o primeiro show da série de apresentações, aproximando o artista de milhões de pessoas ao redor do mundo. As informações são do Omelete.

O espetáculo, intitulado Harry Styles: Uma Noite em Manchester, será gravado na sexta-feira (6) e disponibilizado no catálogo do streaming no domingo (8), às 17h, no horário de Brasília. A proposta é transformar o lançamento da turnê em um evento global, daqueles que mobilizam redes sociais, grupos de fãs e playlists no volume máximo.

O momento não poderia ser mais simbólico. A apresentação marca também a estreia ao vivo das músicas do novo álbum Kiss All the Time. Disco, Occasionally., que chega oficialmente às plataformas no mesmo dia do show. Para quem acompanha a trajetória de Harry desde o início, trata-se de mais um capítulo importante de uma carreira que nunca deixou de se reinventar.

Antes de se tornar um dos maiores nomes do pop contemporâneo, Harry era apenas um adolescente participando do reality musical The X Factor, em 2010. Eliminado na categoria solo, ele ganhou uma segunda chance ao integrar a boy band One Direction. O grupo rapidamente se transformou em um fenômeno mundial, arrastando multidões e vendendo milhões de discos até entrar em hiato em 2016.

A pausa da banda abriu espaço para que Harry explorasse sua própria identidade artística. Em 2017, lançou seu álbum de estreia solo e mostrou que estava disposto a ir além do pop adolescente que o apresentou ao mundo. Vieram então trabalhos cada vez mais autorais, como Fine Line e Harry’s House, este último responsável por consolidar sua imagem como um artista maduro, versátil e capaz de dominar as paradas globais com naturalidade.

Mas a força de Harry Styles não se resume aos números. Seus shows são conhecidos pela atmosfera vibrante, pela proximidade com o público e pela liberdade criativa que ele imprime no palco. Há dança, há emoção, há momentos de introspecção e, principalmente, há conexão. É essa experiência que a Netflix pretende levar para dentro da casa dos assinantes.

Manchester, aliás, não é apenas mais uma cidade na agenda. Com forte tradição musical, o local carrega simbolismo dentro da cultura pop britânica. Escolher esse palco para iniciar uma nova fase reforça a ligação de Harry com suas raízes e com o público do Reino Unido, ao mesmo tempo em que transforma a apresentação em um acontecimento internacional.

Além da música, Harry construiu uma imagem que ultrapassa o entretenimento tradicional. Ele já se aventurou no cinema, estreando em Dunkirk, dirigido por Christopher Nolan, e tornou-se referência no mundo da moda, quebrando padrões e ampliando debates sobre estilo e identidade. Essa combinação de talento musical, presença de palco e autenticidade ajudou a consolidá-lo como um dos artistas mais influentes de sua geração.

Resumo da novela A Caverna Encantada de quinta, 15/05

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Foto: Divulgação/ SBT

Confira o que vai rolar na novela A Caverna Encantada na próxima quinta-feira, 15 de maio de 2025:

Thomas, sempre atento, decide abrir os olhos de Fafá. Ele acredita que Helga está se aproximando de Goma apenas por interesse e alerta a amiga sobre as reais intenções da moça. Fafá, no entanto, surpreende a todos ao reagir de forma emocionada: abraça Goma com ternura e, num gesto de profundo carinho, declara que deseja que ele seja muito feliz, independentemente de suas próprias dores. A cena marca um ponto de virada no triângulo amoroso, evidenciando a generosidade de Fafá.

Mais tarde, um novo encontro entre Fafá e Helga traz uma reviravolta inesperada. Ao notar a sinceridade do amor de Fafá por Goma, Helga se comove e a surpreende com uma revelação: ela decidiu abrir mão da disputa. Sua atitude indica que talvez ela não seja tão fria e calculista quanto parecia — ou será apenas mais um jogo?

Enquanto isso, longe dos dilemas do coração, um mistério é finalmente desvendado. A identidade de Sandro do Dindin, que intrigava todos no colégio, é exposta: na verdade, trata-se de César, que vinha se passando pelo personagem para enganar os colegas. A revelação causa espanto e levanta questionamentos sobre suas verdadeiras intenções. Teria ele feito isso apenas por diversão, ou há algo mais por trás da farsa?

E para completar o capítulo com uma dose de confusão e leveza, Norma sofre um pequeno acidente ao cair do telhado do colégio. Apesar do susto, ela não se machuca gravemente. Ainda assim, Anna, Moisés e Senor enxergam no incidente uma oportunidade perfeita para aprontar mais uma de suas travessuras. Animados, eles armam uma pegadinha com a diretora, prometendo muitas risadas — pelo menos para quem não estiver do outro lado da brincadeira.

Vem aí revelações de tirar o fôlego e um alerta que pode mudar destinos

Os próximos capítulos de A Caverna Encantada prometem fortes emoções, segredos do passado revelados e novos conflitos que podem transformar para sempre a vida dos personagens. Prepare-se para momentos comoventes, reações intensas e decisões que vão abalar as estruturas do colégio.

No internato, Dalete vive um turbilhão de sentimentos e decide desabafar com Thomas. Com o coração apertado, ela confessa que teme perder Moisés, o menino que criou com tanto amor desde que foi deixado misteriosamente em uma cesta, ainda bebê. Em um momento tocante, Dalete mostra a Thomas a pequena roupinha que o garoto usava quando foi encontrado — uma peça guardada com carinho e significado.

O que ninguém esperava, porém, era a reação de Thomas. Ao ver a roupa, ele revela algo surpreendente: possui uma foto de quando era bebê vestindo exatamente a mesma peça. A descoberta lança uma luz sobre um segredo há muito escondido e coloca em movimento uma reviravolta familiar de grandes proporções.

Tomada pela emoção, Dalete decide que chegou a hora da verdade. Na presença de Tonico e Thomas, ela revela a Moisés que ele e Thomas são, na verdade, irmãos. A notícia cai como uma bomba. Chocado, Moisés se recusa a acreditar e sai correndo, abalado, incapaz de lidar com a informação. A dor da descoberta e o medo do abandono voltam a atormentar o garoto, que precisa de tempo — e apoio — para digerir tudo.

Enquanto os laços de sangue surpreendem e se reorganizam, outro embate se desenha nos bastidores do colégio. Elisa, cada vez mais atenta às atitudes de Lavínia, decide fazer um alerta. Com um olhar sério e direto, ela avisa à amiga: se continuar agindo com manipulação e desprezo pelos sentimentos alheios, Lavínia corre o risco de se tornar alguém exatamente como Norma — a diretora temida por todos e símbolo de frieza e controle.

🕰️ A novela vai ao ar de segunda a sexta, às 20h30, no SBT.
Acompanhe e descubra os segredos escondidos nas sombras — e no coração — da caverna.

Companhia Certa desta segunda (20) recebe Leda Nagle para uma conversa sobre carreira, bastidores e novos projetos

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Nesta segunda-feira (20), o programa Companhia Certa, comandado por Ronnie Von na RedeTV!, traz uma entrevista especial com a jornalista, apresentadora e podcaster Leda Nagle, que ao longo de mais de 50 anos de carreira se consolidou como uma das grandes referências da comunicação no Brasil. A conversa promete revelar histórias inéditas, bastidores de grandes programas e detalhes sobre sua transição para o universo digital.

Leda Nagle começou sua carreira quando a televisão ainda estava em seus primeiros anos de expansão no país. Passou por importantes veículos, como o “Jornal Hoje” na TV Globo, e se destacou por sua postura firme e ao mesmo tempo acolhedora diante das câmeras. Contudo, foi à frente do programa de entrevistas “Sem Censura” na TV Brasil que Leda encontrou seu espaço para imprimir uma identidade própria.

“Quando aceitei o convite do ‘Sem Censura’, fiquei animada com a possibilidade de ser editora e misturar os assuntos à minha maneira. Acredito que foi esse diferencial que fez o programa funcionar por tantos anos”, recorda. A jornalista destaca que o formato permitia uma flexibilidade rara na época, capaz de abordar assuntos variados sem perder o equilíbrio e o respeito pelo público.

Após duas décadas comandando o programa, Leda se viu diante de uma nova fase: a televisão não renovou seu contrato, e ela precisou lidar com a ausência de uma rotina que ocupava sua vida há tantos anos. Foi nesse momento que o incentivo do filho, Duda Nagle, se tornou decisivo. “Meu filho disse: ‘Por que você não faz um programa no YouTube?’ Eu nunca tinha tido contato com esse formato, não sabia como funcionava, mas decidi tentar”, relembra.

Essa iniciativa levou à criação do podcast “Os Nagle”, apresentado junto com Duda, onde Leda explora novos formatos, conversa com convidados variados e mantém seu público engajado em uma plataforma totalmente diferente da televisão tradicional. Apesar do sucesso, a jornalista reconhece os desafios do meio digital: “O sucesso não é bem pago. É preciso ter patrocínio e apoio financeiro, senão não é sustentável. Felizmente, conseguimos manter o projeto”, explica.

Ao longo da entrevista, Leda compartilha suas percepções sobre as mudanças no jornalismo e na televisão brasileira. Ela destaca a importância de manter autenticidade, ouvir o público e adaptar-se às novas mídias sem perder a essência do trabalho jornalístico. Para Leda, cada entrevista e cada programa foram oportunidades de conectar pessoas, provocar reflexões e criar um espaço de diálogo que ultrapassasse o simples entretenimento.

Além disso, ela também fala sobre o aprendizado de lidar com diferentes formatos e a necessidade de reinvenção constante. “A televisão me ensinou disciplina, improviso e como lidar com imprevistos. O digital me mostrou que é preciso ser autêntico, transparente e próximo do público de uma forma diferente, mas igualmente desafiadora”, comenta.

No “Companhia Certa”, os espectadores poderão acompanhar Leda Nagle compartilhando histórias de bastidores, memórias de grandes entrevistas e sua experiência em projetos pioneiros de comunicação. A interação com Ronnie Von adiciona leveza e descontração à conversa, tornando o programa uma oportunidade de conhecer o lado humano e inspirador de uma jornalista que construiu um legado sólido e continua ativa no cenário da mídia.

Netflix libera o primeiro trailer da temporada final de Stranger Things: O épico fechamento da saga de Hawkins

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A espera acabou de vez. Após meses de especulações, teasers enigmáticos e uma avalanche de rumores, a Netflix finalmente revelou o primeiro trailer da tão aguardada temporada final de Stranger Things. Para milhões de fãs espalhados pelo mundo, que acompanharam a saga desde sua estreia em 2016, o lançamento representa uma mistura de empolgação, nostalgia e aquele frio na barriga típico de quem sabe que tudo vai mudar em Hawkins. Com três volumes programados para estrear entre novembro e dezembro de 2025, a última temporada promete fechar a história com chave de ouro.

O fenômeno que conquistou o mundo

Criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, Stranger Things é muito mais do que uma série de ficção científica, terror e suspense adolescente. Ela se tornou um verdadeiro ícone cultural, capaz de transportar o público diretamente para os anos 1980, seja pelas referências cinematográficas, pela trilha sonora marcante ou pelo estilo visual característico da época.

Originalmente, o projeto se chamava Montauk e era ambientado em Nova York, explorando conspirações do governo e experimentos secretos da Guerra Fria. Ao mudar a história para a pequena cidade de Hawkins, os irmãos Duffer conseguiram criar um universo nostálgico e cheio de detalhes que homenageiam grandes nomes da cultura pop, como Steven Spielberg, John Carpenter e Stephen King. Essa mistura de referências, personagens cativantes e narrativa envolvente rapidamente conquistou fãs de todas as idades.

O elenco principal é uma mistura de talento consagrado e jovens promessas que cresceram diante das câmeras. Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Natalia Dyer, Charlie Heaton e Joe Keery formam o núcleo central da série, enquanto atores como Sadie Sink, Dacre Montgomery, Sean Astin, Paul Reiser e Maya Hawke ampliam o universo com novas histórias e conflitos. A química entre todos eles é constantemente apontada como um dos grandes trunfos da produção, capaz de manter o público emocionalmente envolvido em cada temporada.

Relembrando as temporadas anteriores

Para entender a dimensão do que está por vir, vale revisitar os marcos que moldaram Stranger Things ao longo de seus anos de existência.

Temporada 1 (2016)
Tudo começou com o desaparecimento de Will Byers, um garoto de 12 anos, e a chegada de uma misteriosa garota chamada Onze, dotada de habilidades telecinéticas. A temporada apresentou o Mundo Invertido, uma dimensão sombria repleta de monstros, e conquistou os fãs ao combinar suspense, aventura e drama adolescente.

Temporada 2 (2017)
O segundo ano explorou as consequências do primeiro, mostrando que o Mundo Invertido ainda estava presente e afetando a vida de Hawkins. Will enfrenta traumas, novas ameaças surgem e a mitologia da série se expande, reforçando o sucesso do fenômeno.

Temporada 3 (2019)
Situada no verão de 1985, a terceira temporada trouxe grandes mudanças para a cidade, incluindo um shopping center novinho e a chegada de uma operação russa secreta. Ao mesmo tempo, os personagens lidam com a adolescência, amizades em transformação e romances, mantendo a narrativa nostálgica e cheia de ação.

Temporada 4 (2022)
Dividida em dois volumes, a quarta temporada aprofundou ainda mais o Mundo Invertido e apresentou vilões mais complexos. A narrativa explorou traumas, perdas e desafios emocionais, preparando o terreno para o confronto final.

O que esperar da temporada final

A Netflix anunciou que a quinta temporada será dividida em três volumes: o Volume 1 chega em 26 de novembro com quatro episódios; o Volume 2, em 25 de dezembro, com três episódios; e o episódio final será lançado em 31 de dezembro de 2025. Essa estratégia garante que cada capítulo seja apreciado, criando uma experiência quase cinematográfica de suspense e emoção.

O trailer divulgado oferece pistas do que está por vir: cenas de ação intensas, mistérios antigos ressurgindo, e o retorno de personagens queridos para enfrentar a maior ameaça que Hawkins já viu. A tensão é palpável e a nostalgia domina cada frame, prometendo um desfecho que responde às perguntas que os fãs aguardam há anos.

O legado cultural de Stranger Things

Stranger Things ultrapassou as telas e se tornou um fenômeno cultural global. A série influenciou moda, música e comportamento, com roupas e estilos inspirados nos anos 1980 voltando à moda; trilhas sonoras que resgatam clássicos da época ganhando popularidade; e games, quadrinhos e brinquedos expandindo a experiência do público além da televisão.

A recepção crítica foi amplamente positiva. A série foi elogiada por sua narrativa, direção, roteiro e habilidade em equilibrar terror, suspense e drama adolescente. Além disso, os detalhes históricos e culturais garantem uma homenagem autêntica à década de 1980, cativando tanto quem viveu aquela época quanto novas gerações. Ao longo dos anos, Stranger Things conquistou prêmios como Emmy Awards, Globo de Ouro e British Academy Television Awards, consolidando sua posição como um marco do streaming.

Frankenstein, de Guillermo del Toro, ganha trailer final na Netflix e promete reinventar clássico de Mary Shelley

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Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix apresentou o trailer final de Frankenstein, a mais nova produção gótica de ficção científica dirigida por Guillermo del Toro. Baseado no romance homônimo de Mary Shelley, publicado em 1818, o longa estreia globalmente na plataforma em 7 de novembro de 2025, depois de uma trajetória que incluiu lançamento em cinemas selecionados nos Estados Unidos e no Brasil, consolidando-se como um dos lançamentos mais aguardados do ano. Abaixo, confira o vídeo:

O filme teve sua estreia mundial na competição principal da 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, em 30 de agosto de 2025, recebendo elogios imediatos por sua abordagem estética e narrativa inovadora. Posteriormente, foi exibido de forma limitada nos cinemas dos Estados Unidos em 17 de outubro e no Brasil em 23 de outubro, permitindo ao público uma prévia da grandiosidade visual e emocional que Del Toro trouxe para o clássico da literatura universal.

Diferente das adaptações tradicionais que se concentram no terror, Frankenstein promete explorar mais a tragédia humana e o drama existencial de sua história central. O longa acompanha Victor Frankenstein (Oscar Isaac), um cientista brilhante, porém egocêntrico, que se empenha em dar vida a uma criatura a partir da morte. O experimento, que combina obsessão científica e paixão artística, desencadeia uma sequência de eventos trágicos que afetam tanto o criador quanto sua criação, levantando questões profundas sobre moralidade, ambição e humanidade.

Guillermo del Toro, conhecido por filmes como O Labirinto do Fauno e A Forma da Água, afirmou que seu objetivo não era criar um filme de terror convencional, mas uma narrativa “incrivelmente emocionante”, que explorasse o conflito entre ciência, ética e emoções humanas. O cineasta enfatiza que o longa não se limita à escalada do horror, mas se concentra na complexidade psicológica dos personagens, trazendo uma abordagem sensível e profunda à obra de Shelley.

O filme reúne um elenco internacional de peso, trazendo nomes consagrados do cinema contemporâneo. Oscar Isaac (Star Wars: O Despertar da Força, Duna, Ex Machina) interpreta Victor Frankenstein, enquanto Christian Convery (Sweet Tooth, The Christmas Chronicles 2) dá vida à versão jovem do cientista, mostrando a formação do caráter e da obsessão que definem sua trajetória. O Monstro de Frankenstein é interpretado por Jacob Elordi (Euphoria, O Último Verão, After), que combina vulnerabilidade e intensidade para criar uma das representações mais humanas da criatura.

O elenco ainda conta com Mia Goth (Suspiria, Pearl, Nimic) como Elizabeth Lavenza, personagem central no drama pessoal de Victor; Felix Kammerer (Never Look Away, Babylon Berlin) como William Frankenstein; Lars Mikkelsen (House of Cards, The Killing, Sherlock Holmes) no papel do Capitão Anderson; Christoph Waltz (Django Livre, 007 – Spectre, Bastardos Inglórios) como Henrich Lavenza; Charles Dance (Game of Thrones, Drácula de Bram Stoker, The Imitation Game) como Barão Leopold Frankenstein; e David Bradley (Harry Potter, Game of Thrones, Doctor Who) como o Homem Cego. Outros nomes incluem Lauren Collins (Degrassi: The Next Generation), Sofia Galasso (Não divulgado), Ralph Ineson (O Hobbit, The Witch, The Lighthouse) e Burn Gorman (The Dark Knight Rises, Pacific Rim, Torchwood), que compõem um universo coeso e detalhado, reforçando a dimensão dramática da narrativa.

Produção e cenários impressionantes

As filmagens de Frankenstein ocorreram entre 12 de fevereiro e 30 de setembro de 2024, com locações principais em Toronto. Algumas cenas adicionais foram gravadas na histórica Royal Mile, em Edimburgo, e na Burghley House, em Stamford, Lincolnshire, locais que proporcionaram cenários imponentes e autênticos à atmosfera gótica da narrativa. A direção de arte, a fotografia e a ambientação visual reforçam o tom sombrio e épico da história, criando uma experiência cinematográfica rica em detalhes.

Del Toro também investiu em elementos práticos e efeitos visuais de última geração, garantindo que cada cena transmitisse realismo, intensidade emocional e fidelidade estética ao período histórico representado. O resultado é um filme que combina o melhor da tradição gótica com técnicas modernas de cinema, proporcionando uma experiência visual e narrativa única.

A obra de Mary Shelley revisitada

Mary Shelley publicou Frankenstein em 1818, e desde então a obra tem inspirado múltiplas adaptações para cinema, teatro e televisão. A narrativa original questionava os limites da ciência, os perigos da ambição desmedida e a complexidade das emoções humanas. Del Toro respeita esses elementos, mas acrescenta uma dimensão contemporânea, explorando a moralidade do criador, o impacto da criação e o drama íntimo de cada personagem.

O diretor também utiliza referências culturais, visuais e históricas para construir a atmosfera da narrativa, fazendo com que o filme seja ao mesmo tempo uma homenagem à tradição literária e uma experiência cinematográfica moderna. A adaptação procura humanizar o Monstro, enfatizando sua vulnerabilidade e suas questões éticas, aproximando o público da perspectiva da criatura de forma inédita.

Dica no Viki – O Presidente da Minha Escola combina romance e rivalidade em drama BL tailandês

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você gosta de dramas BL com uma boa dose de comédia e romance adolescente, precisa conhecer O Presidente da Minha Escola, disponível na Viki. Essa série tailandesa de 2022 tem tudo: rivalidade, momentos fofos, decisões difíceis e até um clube de música em perigo — e vai te conquistar do início ao fim.

A história gira em torno de Gun (Fourth Nattawat Jirochtikul), que comanda o clube de música da escola com paixão e dedicação. Mas, claro, nada é tão simples: seu maior rival é Tinn (Gemini Norawit Titicharoenrak), filho do diretor, que quer acabar com vários clubes extracurriculares que considera “inúteis”, incluindo o clube de música. Para tentar salvar o seu espaço amado, Gun decide se candidatar a presidente do conselho estudantil.

O que começa como uma disputa de poder rapidamente se transforma em algo muito mais interessante. Entre provocações e desafios, Gun descobre que Tinn guarda um segredo: ele tem uma paixão secreta por Gun. E aí começa a mágica da série: rivalidade e romance andando de mãos dadas, com momentos engraçados, fofos e até de tensão, que vão fazer você torcer para que o amor floresça e o clube de música sobreviva.

O elenco ajuda muito a tornar essa história tão cativante. Gemini Norawit Titicharoenrak (Tinn) e Fourth Nattawat Jirochtikul (Gun) têm uma química incrível, conseguindo transmitir tanto a rivalidade quanto a ternura que vai surgindo entre os personagens. O time de apoio também é ótimo: Winny Thanawin Pholcharoenrat, Satang Kittiphop Sereevichayasawat, Ford Allan Asawasuebsakul e Prom Theepakon Kwanboon complementam a história, tornando o ambiente escolar ainda mais divertido e cheio de vida.

Por trás das câmeras, Au Kornprom Niyomsil dirige a série com cuidado, equilibrando cenas engraçadas com momentos mais dramáticos. E o resultado é uma narrativa leve, mas emocionante, que fala de amizade, amor, coragem e da luta para proteger aquilo que você ama. O clube de música não é apenas um detalhe da história: ele simboliza paixão, união e a importância de lutar pelo que importa.

Além da história e do elenco, a série também chama atenção pela produção caprichada. A escola, os uniformes, a fotografia e a trilha sonora ajudam a criar um clima envolvente que deixa o público imerso na narrativa. As apresentações do clube de música são um dos pontos altos, trazendo energia, emoção e momentos que ficam na memória.

“O Presidente da Minha Escola” é, acima de tudo, uma série sobre descobertas pessoais, crescimento e o poder do amor e da amizade. Mesmo sendo uma história de rivalidade escolar, ela consegue equilibrar leveza e profundidade, oferecendo risadas, suspiros e aquele quentinho no coração que só um bom romance BL consegue trazer.

Se você está buscando algo leve, divertido e que ainda traga emoção de sobra, essa série é uma ótima pedida. Gun e Tinn provam que às vezes, os maiores desafios podem trazer os momentos mais inesperados e bonitos da vida. Entre aulas, reuniões de conselho estudantil e música, a série mostra que rivalidade pode virar amizade… e talvez até amor.

Cristal lança “South Side” e destaca resistência da população negra no Sul do Brasil

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A rapper Cristal apresenta nesta sexta-feira (31) seu novo single, “South Side”, disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm. A faixa mergulha na experiência da população negra na Região Sul do Brasil, trazendo à tona tanto as cicatrizes históricas quanto a força, a resistência e a riqueza cultural dessa comunidade. Com letras que unem reflexão e poesia, a música convida o público a vivenciar uma perspectiva muitas vezes negligenciada, transformando narrativa social em arte sonora.

Produzida por MDN Beatz e Willsbife, “South Side” combina influências do Soul, gênero explorado por Cristal em seu álbum de estreia “Epifania” (2024), à potência lírica que caracteriza a artista. Mais do que uma música, a faixa funciona como uma narrativa viva, celebrando a singularidade cultural do Sul brasileiro e refletindo sobre desafios enfrentados, resistências históricas e histórias de superação que moldaram famílias e comunidades ao longo de gerações.

Cristal iniciou sua trajetória artística em 2017 nos slams de poesia de Porto Alegre, espaço em que rapidamente se destacou pelo talento, sensibilidade e presença de palco. Dois anos depois, estreou na música com “Rude Girl”, seguida por “Ashley Banks”, faixa que projetou seu nome na cena local. Desde então, a artista lançou projetos aclamados pela crítica, como o EP Quartzo (2021) e o single Kawo (2023), indicado ao prêmio Multishow, consolidando-se como uma das principais vozes do rap no Sul do país e conquistando reconhecimento nacional.

Ao compor “South Side”, Cristal buscou inspiração em sua própria família, reconhecendo nas histórias de parentes uma conexão profunda com a realidade da população negra sulista. Cada verso é construído a partir de vivências reais, tornando a música um espaço de memória e resistência, que conecta experiências individuais a uma narrativa coletiva. O resultado é uma obra que dialoga com questões sociais, culturais e históricas ainda muito presentes na sociedade contemporânea.

Com o lançamento do single, Cristal reafirma seu papel como referência na cena musical do Sul do Brasil, mostrando que o rap vai além do entretenimento: é uma ferramenta de expressão, afirmação de identidade e transformação social. “South Side” se destaca não apenas pela estética sonora refinada e envolvente, mas também pelo impacto de sua mensagem, celebrando a força de uma população que, apesar de desafios históricos, continua a resistir, a criar e a afirmar sua presença cultural em todos os espaços.

Halloween na Reserva Imovision! The Creep Tapes, Booger, Um Pedaço do Céu e Dragula: Titans prometem uma semana de terror e ousadia

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O Halloween chegou à Reserva Imovision com uma programação intensa e cheia de contrastes. Entre o medo visceral, o drama humano e o espetáculo visual, a plataforma reúne produções que ultrapassam os limites do entretenimento e exploram o que há de mais profundo na experiência emocional do público. São histórias sobre o medo, a perda, o amor e a transformação — cada uma delas revelando uma face diferente do terror contemporâneo.

Os criadores do cultuado Creep (2014) retornam com The Creep Tapes, uma antologia de terror em formato found footage que transforma a câmera em instrumento de medo. O protagonista é Peachfuzz, um assassino que atrai vítimas com falsas promessas de emprego e as convence a filmar sua rotina “normal”.

Os episódios finais da primeira temporada — “Brandt” e “Mãe (e Albert)” — encerram esse ciclo com intensidade crescente. Em “Brandt”, uma jovem aceita gravar um homem em um quarto de hotel por mil dólares e descobre tarde demais o preço da ingenuidade. Já “Mãe (e Albert)” leva o horror ao espaço doméstico, quando uma mulher recebe a visita inesperada do próprio filho — uma aparição que transforma uma noite comum em um pesadelo íntimo e devastador.

The Creep Tapes é mais do que uma série de sustos. É um retrato do medo como consequência da confiança, uma reflexão sobre até onde se vai em busca de aceitação e segurança em um mundo cada vez mais isolado.

Vencedor de aplausos em Berlim e indicado ao Urso de Ouro, Um Pedaço do Céu é o contraponto sensível da programação. Ambientado em uma vila nos Alpes, o longa acompanha o relacionamento entre Anna e Marco, um casal jovem que vê o amor se fragilizar diante da doença. Um tumor cerebral altera o comportamento de Marco, colocando em xeque não apenas a relação, mas também a maneira como a comunidade os enxerga.

O filme fala de resistência — a resistência de amar alguém quando o amor se torna uma forma de dor. Anna tenta preservar o vínculo que os uniu, mesmo quando o homem que ela conhecia começa a desaparecer aos poucos. O resultado é um drama comovente, de uma delicadeza rara, que transforma a tragédia em poesia.

Em Booger: Instinto Felino, o luto se manifesta literalmente. Anna, devastada pela morte da melhor amiga, vê sua realidade ruir quando o gato de Izzy foge e a morde. A partir daí, transformações físicas e psicológicas começam a surgir, revelando um processo de mutação que mistura culpa, dor e instinto.

O longa combina o horror corporal com uma reflexão sobre a perda e a identidade. Ao mesmo tempo em que o corpo de Anna muda, sua percepção da amizade e da vida também se altera. O grotesco serve como metáfora do que o luto provoca — uma lenta dissolução daquilo que se era, até que reste apenas o que é possível suportar.

Encerrando a programação de Halloween, Dragula: Titans retorna em sua segunda temporada com a competição mais sombria e exuberante da cultura drag. No episódio “Casamento Gótico”, as queens enfrentam provas insanas em um universo que mistura horror, performance e ironia.

A nova edição conta com participações especiais de Bonnie Aarons, a icônica “Freira” dos filmes de terror, e da roteirista Akela Cooper (Maligno, M3gan, A Freira 2). O episódio celebra o grotesco como arte e o sangue como metáfora da criação. Cada desafio é uma performance de resistência, onde o corpo se torna palco de libertação e desafio.

Bastidores de Anaconda mostram Daniela Melchior em ação e a aterrorizante cobra gigante do filme

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 1º de novembro, os fãs da franquia Anaconda receberam um novo presente: um vídeo dos bastidores que mostra um pouco do dia de filmagem da atriz Daniela Melchior no longa. Embora Daniela seja a estrela das imagens, é a breve, mas impactante, aparição da enorme cobra que dá título ao filme que captura de imediato a atenção de todos. O material mostra como o elenco e a equipe equilibram humor, ação e suspense em um cenário inspirado na Floresta Amazônica, criando um clima ao mesmo tempo divertido e perigoso. Abaixo, veja o vídeo publicado:

Diferente das produções anteriores, este novo Anaconda se apresenta como um meta-reboot: um filme que homenageia o clássico de 1997, mas que ao mesmo tempo brinca com ele. A história acompanha um grupo de amigos que decide refilmar o filme original em meio à Amazônia. A ideia parecia apenas uma aventura nostálgica, até que a famosa cobra gigante se torna uma ameaça real, transformando as gravações em uma mistura de caos, susto e comédia.

O longa conta com um elenco que chama atenção pelo carisma e diversidade. Paul Rudd interpreta Griff, enquanto Jack Black vive Doug, os dois amigos que, motivados por uma crise de meia-idade, decidem embarcar nessa louca aventura cinematográfica. Steve Zahn interpreta Kenny, enquanto Thandiwe Newton dá vida a Claire, ambos complementando o grupo com equilíbrio entre tensão e humor.

Entre as novidades mais celebradas está a presença de Daniela Melchior, que interpreta Ana Almeida. A atriz portuguesa, conhecida por sua atuação em “The Suicide Squad”, traz energia, charme e uma presença marcante em cenas de ação e suspense. Também vale destacar o brasileiro Selton Mello, como Santiago Braga, que conecta o filme à Amazônia de maneira autêntica, reforçando a sensação de local real e valorizando a cultura brasileira dentro da narrativa.

A trama, mesmo sendo cômica em muitos momentos, coloca os personagens em situações de verdadeiro perigo. A anaconda gigante, cuidadosamente criada com efeitos visuais realistas, surge como antagonista de proporções épicas, transformando momentos que seriam apenas divertidos em cenas cheias de tensão e adrenalina.

Comédia, terror e ação: a fórmula do reboot

O grande diferencial deste novo longa-metragem está na mistura de gêneros. Enquanto o longa original de 1997 focava mais em suspense e aventura, a versão de 2025 aposta na comédia de situações e nos momentos de terror para criar uma experiência única. O timing cômico de Jack Black e a sutileza dramática de Paul Rudd prometem cenas hilárias, mesmo em meio a confrontos com a gigantesca serpente.

Essa combinação permite que o filme dialogue tanto com o público que cresceu assistindo ao clássico, quanto com uma nova geração de espectadores que buscam entretenimento leve, mas cheio de emoção. A presença de atores de diferentes nacionalidades também reforça essa ideia, mostrando que a Amazônia, apesar de ser um cenário desafiador, pode se tornar o palco de histórias globais que valorizam diversidade e cultura.

Um filme para fãs antigos e novos

Para quem cresceu assistindo ao clássico de 1997, o novo filme promete resgatar a nostalgia, ao mesmo tempo em que entrega novas surpresas. Para os espectadores que descobrem a franquia agora, o longa oferece uma narrativa envolvente, cheia de humor e adrenalina, com personagens carismáticos e situações imprevisíveis. A cobra gigante, fiel ao espírito da série, permanece como o elemento central, trazendo suspense e emoção em doses equilibradas.

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