No “A Tarde é Sua” desta terça (22/07), Edu Guedes fala sobre tumor no pâncreas em conversa emocionante com Sonia Abrão

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Na televisão, ele está sempre sorrindo, ensinando receitas, dividindo momentos leves com o público. Mas, por trás das câmeras, Edu Guedes viveu nos últimos meses uma batalha que mudou completamente sua forma de ver a vida. Nesta terça-feira (22), o apresentador abre o coração em uma entrevista inédita e tocante a Sonia Abrão, no programa “A Tarde é Sua”, da RedeTV!.

Ao lado da companheira, Ana Hickmann, ele compartilha detalhes da cirurgia delicada que enfrentou para remover um tumor no pâncreas — e como, mesmo depois de voltar para casa, a rotina ainda gira em torno de cuidados, adaptações e um novo olhar sobre o que realmente importa. Alguns trechos da conversa foram divulgados pelo portal Splash, do UOL.

“Vim para casa, mas eu falo quatro vezes por dia com o médico. Ele quer saber como estou. Tive que fazer adaptações para comer e não posso comer açúcar ou gordura”, conta Edu, com a serenidade de quem aprendeu a respeitar os próprios limites. Mas o tom calmo não esconde o que foi – e ainda é – um caminho cheio de medo, choro e fé.

“A gente chorou junto antes da cirurgia”

Edu não tenta parecer invulnerável. Muito pelo contrário. Em sua fala, há uma honestidade rara na televisão: o medo é nomeado, a dor é exposta, as lágrimas são assumidas. Ele relembra o momento de se despedir de Ana antes de entrar na sala de cirurgia. “Desde que aconteceu tudo, eu tenho que pensar na minha filha, na Ana, na nossa família… e tenho que pensar positivo. É lógico que dá medo. A gente chorou junto antes de ir para a cirurgia. E quando eu voltei… choramos de novo. Em alguns momentos, choramos de felicidade”, diz, com a voz embargada.

É impossível não se comover com a entrega emocional de Edu. Quem já enfrentou uma internação, quem já recebeu um diagnóstico difícil, sabe o peso das palavras dele. Mas sabe também o quanto elas são necessárias. Porque é nesse lugar – onde o medo e o amor se cruzam – que muitas histórias de superação começam a nascer.

Ana Hickmann: amor, força e cuidado em cada gesto

Ao lado de Edu durante todo o processo, Ana Hickmann também revela como foi acompanhar a luta do companheiro. Não apenas como esposa, mas como uma verdadeira ponte entre o carinho do mundo e o homem que, no hospital, precisava acreditar que tudo iria ficar bem.

“Fui mostrando aos poucos para ele as mensagens que chegavam. Vi que aquilo fazia bem. Falei: ‘Edu, está todo mundo junto com você. Todo mundo orando, mandando muito carinho, então você tem que ficar bom logo’”, conta Ana, em um tom calmo, mas firme.

O gesto dela vai além de palavras bonitas. Ana foi presença, foi coragem, foi âncora. Enquanto o mundo seguia seu curso, ela esteve ali, inteira. Lendo cada mensagem, filtrando a energia boa, oferecendo esperança em pequenas doses – como se soubesse que, às vezes, é isso que impede alguém de desabar por completo.

Mais que uma entrevista: um abraço coletivo

A conversa com Sonia Abrão, que vai ao ar às 15h, é mais do que uma entrevista. É um espaço de acolhimento. Sonia, com sua escuta afetuosa e jeito único de conduzir histórias de vida, permite que Edu e Ana falem sem pressa, sem máscaras. Eles não representam personagens: são gente, são casal, são sobreviventes de uma dor que ainda pulsa, mas que já começa a cicatrizar.

E talvez seja esse o grande presente da entrevista: mostrar que ninguém precisa enfrentar nada sozinho. Que há beleza na vulnerabilidade. Que o amor, quando é de verdade, se manifesta no cuidado com a comida, no silêncio respeitado, no choro compartilhado.

Hoje, Edu segue sua vida com restrições alimentares, adaptações e acompanhamento médico diário. Mas também com mais gratidão. Mais presença. E mais vontade de viver por inteiro.

Ele não fala sobre vitória como um troféu. Fala como quem entendeu que o tempo é valioso demais para ser desperdiçado com pressa, cobrança ou orgulho. “Penso na minha filha, na Ana, na nossa família… e sigo. Pensando positivo. Um dia de cada vez.”

📺 Não perca:
“A Tarde é Sua” com Sonia Abrão
🗓 Terça-feira, 22 de julho
🕒 Às 15h, na RedeTV!
🎙 Entrevista completa com Edu Guedes e Ana Hickmann

Crítica – Um Filme Minecraft diverte e impressiona visualmente

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Foto: Reprodução/ Internet

A adaptação cinematográfica inspirada no universo de Minecraft transporta o público para uma jornada repleta de aventuras e desafios. Com uma premissa simples, o longa acompanha um grupo de personagens desastrados que, ao atravessarem um portal misterioso, são lançados em uma dimensão desconhecida. Para retornarem para casa, precisam se adaptar ao novo ambiente e dominar o território, embarcando em missões que remetem diretamente à dinâmica do famoso jogo.

Fidelidade visual e imersão no universo do jogo

Um dos grandes trunfos da produção está em sua estética visual, que recria fielmente os elementos característicos de Minecraft. Os cenários pixelados, as texturas blocadas e a paleta de cores vibrante são trabalhados com um nível de detalhamento que certamente cativará os fãs. Além disso, a direção de arte consegue equilibrar a nostalgia do game com um toque cinematográfico moderno, criando uma ambientação imersiva que respeita a essência do material original.

Um roteiro objetivo, mas com oscilações no ritmo

A narrativa se inicia de maneira direta e eficaz, estabelecendo o enredo central já nos primeiros cinco minutos de projeção. Essa abordagem ágil facilita o engajamento do público e rapidamente insere os personagens na trama. No entanto, o ritmo do filme sofre variações: enquanto a primeira metade se mantém dinâmica e envolvente, a progressão para o ato final apresenta uma queda no ritmo, tornando-se um pouco mais arrastada. Felizmente, o desfecho retoma a intensidade, proporcionando uma conclusão empolgante e satisfatória.

Efeitos visuais e humor acessível para toda a família

Os efeitos visuais são um dos destaques da produção, impressionando pela qualidade e pelos detalhes inseridos na recriação dos elementos do jogo. A animação dos personagens e a integração entre os cenários digitais e a ação são feitas com capricho, tornando a experiência visualmente agradável.

O humor, por sua vez, é outro fator que contribui para a diversão do público. Com piadas leves e situações cômicas que dialogam tanto com crianças quanto com os admiradores do jogo, o filme mantém um tom descontraído e acessível para toda a família.

A adaptação de Minecraft para as telonas acerta ao investir na fidelidade visual e no tom aventuresco, entregando um filme divertido e visualmente impressionante. Apesar de alguns momentos de desaceleração na trama, a experiência como um todo se mantém envolvente, garantindo boas risadas e um desfecho satisfatório. Um prato cheio para fãs do jogo e uma opção de entretenimento agradável para toda a família.

Crítica: Looney Tunes: O Filme é um retorno à essência da animação clássica, com humor afiado e alma nostálgica

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Em meio a uma enxurrada de animações genéricas e altamente digitalizadas, Looney Tunes: O Filme – O Dia em que a Terra Explodiu surge como um verdadeiro sopro de frescor. A produção acerta em cheio ao resgatar o espírito original da turma mais insana dos desenhos animados, apostando no traço clássico 2D, no humor físico e nas gags irresistíveis que tornaram os personagens eternos.

A dupla Gaguinho e Patolino continua sendo o coração cômico da história. A química entre os dois é atemporal: enquanto um é a calma desajeitada, o outro é o caos com penas — e juntos, garantem risadas do começo ao fim. É uma dinâmica que funciona há décadas e, felizmente, segue intacta aqui, com timing cômico preciso e piadas que agradam tanto os nostálgicos quanto uma nova geração de espectadores.

O enredo é simples, direto e deliciosamente divertido. Mesmo para quem nunca acompanhou os episódios clássicos, o filme se mostra acessível e envolvente. Há espaço até para um musical inesperado e hilário, que surge no meio da trama como uma grata surpresa — mostrando que, sim, Looney Tunes ainda sabe brincar com gêneros e linguagens sem perder a identidade.

Outro ponto positivo é a fidelidade ao estilo tradicional de animação. Nada de efeitos 3D exagerados ou misturas com live-action que tentam, muitas vezes sem sucesso, modernizar o que já era perfeito em sua simplicidade. A escolha por manter a estética clássica faz toda a diferença e mostra respeito ao legado da série, ao mesmo tempo em que entrega uma obra atual e vibrante.

O clímax traz um inesperado plot twist que, embora não reinvente a roda, adiciona um charme extra à narrativa. É o toque final que mostra como a produção se preocupa em entregar algo redondo e memorável.

Looney Tunes: O Dia em que a Terra Explodiu é, acima de tudo, uma celebração da boa animação. Com personagens carismáticos, humor na medida certa e uma boa dose de nostalgia, o filme conquista com leveza e personalidade. Vale — e muito — a pena assistir.

Missão Resgate é destaque na Tela Quente de hoje, 6 de janeiro

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Vem aí muita emoção e adrenalina! Nesta segunda, 6 de janeiro, a Tela Quente da TV Globo exibe o filme “Missão Resgate” (título original: “The Ice Road”), estrelado pelo sempre incrível Liam Neeson. Com direção de Jonathan Hensleigh, a história mistura coragem, sacrifício e ação nas paisagens congelantes do Canadá.

Na emocionante trama, uma mina de diamantes localizada no remoto e inóspito norte canadense sofre um colapso devastador, deixando um grupo de trabalhadores presos sob toneladas de escombros. Com o tempo correndo contra eles e as chances de sobrevivência diminuindo a cada instante, uma ousada missão de resgate é montada.

Para liderar essa operação arriscada, entra em cena Mike McCann, um motorista de caminhão veterano interpretado pelo carismático Liam Neeson. Conhecido por sua habilidade e coragem, McCann é recrutado para enfrentar uma tarefa quase suicida: atravessar um vasto lago congelado durante a primavera, quando o gelo está perigosamente fino e pode ceder a qualquer momento.

À medida que a missão avança, Mike enfrenta uma série de obstáculos implacáveis, desde tempestades de neve traiçoeiras e ventos cortantes até o risco constante de quedas no gelo frágil. No entanto, o maior perigo pode não ser o ambiente hostil, mas forças ocultas que parecem conspirar para sabotar o resgate. Traições, revelações inesperadas e dilemas morais colocam à prova não apenas suas habilidades, mas também seu espírito de liderança e determinação.

Com uma atmosfera tensa e cenários deslumbrantes, o filme combina ação intensa e drama humano, destacando o poder da resiliência e da solidariedade em meio a condições extremas.

O longa-metragem também conta com Laurence Fishburne e Benjamin Walker no elenco, trazendo ainda mais intensidade a essa história emocionante.

Se você é fã de filmes cheios de tensão e superação, essa é a sua chance de assistir! Além de ser exibido na TV Globo, “Missão Resgate” também está disponível para quem prefere o streaming. Você pode assisti-lo na Netflix ou no Telecine, caso seja assinante, ou alugar no Prime Video por preços a partir de R$ 6,90.

Então, anote na agenda: a Tela Quente começa logo depois da novela das 21h. Prepare a pipoca, reúna quem você gosta e embarque nessa aventura gelada que promete tirar o fôlego!

Anote na agenda:

  • Data: Segunda, 6 de janeiro
  • Canal: Globo (TV Aberta)
  • Horário: 22h25, após a novela Mania de Você

Onde assistir online:

  • Netflix: Disponível para assinantes
  • Telecine: Disponível para assinantes
  • Prime Video: Alugue a partir de R$ 6,90

Vale a pena assistir Se Não Fosse Você? Drama familiar de Colleen Hoover chega às telonas com emoção e suspense

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O cinema tem o poder de transformar histórias escritas em experiências emocionais intensas, e Se Não Fosse Você?, adaptação do romance homônimo de Colleen Hoover, é um exemplo claro disso. Dirigido por Josh Boone (A Culpa É das Estrelas) e roteirizado por Susan McMartin, o filme estreia em 23 de outubro de 2025 no Brasil, Alemanha e Portugal, prometendo tocar o público com drama, suspense e reflexões sobre luto, perdão e segredos familiares.

A trama gira em torno de Morgan Grant (Allison Williams) e sua filha Clara (Mckenna Grace), que precisam reconstruir suas vidas após um acidente devastador. A perda simultânea do marido/pai Chris Grant (Scott Eastwood) e da irmã/tia Jenny Davidson (Willa Fitzgerald) expõe uma traição que abala profundamente a família. A narrativa explora o impacto emocional desses acontecimentos, equilibrando drama e momentos de esperança, sem cair em exageros melodramáticos.

Um enredo cheio de tensão e emoção

Se Não Fosse Você mergulha o espectador em um drama psicológico intenso, mostrando como a perda e os segredos podem alterar profundamente os relacionamentos familiares. Morgan, lidando com a dor e a responsabilidade de proteger Clara, precisa enfrentar não apenas o luto, mas também as revelações sobre traições que mudam a dinâmica da família Grant.

Clara, interpretada por Mckenna Grace, vive a transição entre a infância e a maturidade forçada pelas circunstâncias, oferecendo cenas carregadas de emoção e sinceridade. O filme explora o amor, a raiva, a culpa e a necessidade de perdão, criando uma narrativa que é tanto íntima quanto universal.

Narrativa não linear: passado e presente em constante diálogo

Uma das escolhas mais interessantes da produção é a narrativa não linear, alternando entre passado e presente. Esse recurso permite que o público compreenda gradualmente os segredos da família e vivencie as revelações de forma natural e envolvente. Cada memória e flashback adiciona camadas à compreensão dos personagens, tornando a experiência cinematográfica mais rica e emocionalmente impactante.

Embora exija atenção do espectador, essa técnica aumenta o suspense e o engajamento, permitindo que cada detalhe do passado se conecte com o presente, oferecendo um efeito de descoberta que mantém o público preso à tela.

Um elenco de peso e talento reconhecido

O sucesso do filme também se apoia em um elenco sólido e diversificado. Allison Williams (Get Out, Girls) transmite com maestria a vulnerabilidade e a força de Morgan. Mckenna Grace (A Menina que Matou os Pais, Capitã Marvel) dá vida a Clara com naturalidade e intensidade, mostrando a complexidade emocional de uma jovem marcada pelo luto.

Dave Franco (Olhos de Serpente, Agora e Para Sempre) interpreta Jonah Sullivan, adicionando camadas de tensão e ambiguidade ao enredo. Mason Thames (Eli) contribui com uma performance sensível que equilibra drama e esperança. Willa Fitzgerald (You, Dopesick) e Scott Eastwood (Corações de Ferro, Esquadrão Suicida) completam o núcleo familiar, enquanto Clancy Brown (Highlander, The Shawshank Redemption) interpreta o avô de Miller, trazendo presença e autoridade à narrativa.

Outros membros do elenco, como Sam Morelos e Ethan Costanilla, adicionam profundidade à história, representando personagens secundários que conectam os acontecimentos principais e enriquecem a construção do mundo emocional do filme.

Produção e bastidores

O desenvolvimento da adaptação começou em agosto de 2024, com Josh Boone confirmado como diretor e Allison Williams, Mckenna Grace, Dave Franco e Mason Thames como protagonistas. Em março de 2025, Willa Fitzgerald, Scott Eastwood, Clancy Brown, Sam Morelos e Ethan Costanilla se juntaram ao elenco, consolidando o time de talentos que daria vida à história.

As filmagens ocorreram em Atlanta a partir de março de 2025, aproveitando cenários urbanos e residenciais para criar um ambiente realista e autêntico. A direção de Boone privilegia closes e composições que capturam emoções sutis, tornando cada momento do drama ainda mais palpável.

Temas centrais e reflexão sobre o luto

O filme não se limita a narrar uma tragédia familiar: ele é uma exploração profunda sobre como a perda e os segredos afetam os vínculos humanos. Morgan e Clara enfrentam dilemas éticos, emocionais e morais, enquanto cada personagem precisa lidar com escolhas que reverberam em suas vidas.

Se Não Fosse Você? aborda o luto de maneira sensível, mostrando que a dor e a culpa podem coexistir com o amor e a esperança. A narrativa enfatiza a importância do perdão, da reconciliação e do entendimento entre familiares, oferecendo ao público uma experiência emocional que vai além do simples entretenimento.

Adaptação fiel e emocionante do livro de Colleen Hoover

Colleen Hoover, autora do romance de 2019, é conhecida por explorar relações humanas complexas e emoções intensas. A adaptação cinematográfica mantém o coração da obra, mas expande a experiência para o público através de elementos visuais e narrativa cinematográfica, tornando a história acessível tanto para fãs do livro quanto para novos espectadores.

A alternância entre passado e presente, aliada a performances convincentes, cria uma sensação de imersão no drama familiar, permitindo que cada segredo e cada decisão emocional seja vivenciada pelo público de forma intensa.

Vale a pena assistir?

Sem dúvida. Se Não Fosse Você combina uma narrativa envolvente, elenco talentoso e direção sensível para criar um drama familiar que emociona e faz refletir. O filme consegue equilibrar suspense psicológico e momentos de ternura, mantendo o espectador conectado do início ao fim.

Para quem aprecia histórias sobre família, perda, perdão e redenção, o longa oferece uma experiência cinematográfica completa. A combinação de performances fortes, narrativa bem estruturada e exploração profunda das emoções humanas torna Se Não Fosse Você um filme imperdível neste final de 2025.

No Conversa com Bial desta quarta (22), Céu e Pupillo falam sobre amor, arte e o poder transformador da música

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A noite de quarta-feira (22) promete ser especial para os amantes da boa música. O Conversa com Bial recebe dois nomes que representam o encontro entre talento, sensibilidade e parceria: Céu e Pupillo. Companheiros na vida e na arte, os artistas compartilham com Pedro Bial suas trajetórias, influências e o modo como a convivência diária inspira o processo criativo de ambos.

No programa, Maria do Céu Whitaker Poças, conhecida pelo nome artístico Céu, fala sobre a jornada que a transformou em uma das vozes mais respeitadas da música brasileira contemporânea. A artista relembra o início da carreira, a estreia em 2005 com o disco Céu — que a levou a figurar na Billboard 200 e lhe rendeu uma indicação ao Grammy Awards, um marco histórico para um artista brasileiro.

Ao lado do baterista, compositor e produtor Pupillo, ex-integrante da Nação Zumbi, ela reflete sobre os bastidores da criação musical, a parceria entre os dois e como a arte se torna uma extensão da vida em comum.

Céu: da MPB ao reconhecimento internacional

Céu, nascida em São Paulo em 17 de abril de 1980, construiu uma carreira marcada pela originalidade e pela fusão de estilos. Do samba ao reggae, do eletrônico ao soul, sua sonoridade atravessa fronteiras e gerações. Após o sucesso de seu álbum de estreia, ela lançou Vagarosa (2009), trabalho que recebeu aclamação internacional e a colocou entre os 100 brasileiros mais influentes segundo a revista Época.

Em 2016, Céu consolidou seu nome com o disco Tropix, uma obra ousada e experimental que lhe rendeu dois Grammys Latinos e reconhecimento como uma das maiores representantes da nova MPB. Mais tarde, com o álbum APKÁ (2019), venceu novamente o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa.

Seu trabalho mais recente, Novela (2024), foi eleito pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como um dos 50 melhores discos do ano e recebeu indicação ao Prêmio da Música Brasileira 2025, reafirmando o vigor criativo da cantora.

Pupillo: o ritmo que moldou gerações

Romário Menezes de Oliveira Jr., o Pupillo, nasceu em Recife em 8 de março de 1975 e é um dos bateristas e produtores mais respeitados do país. Por mais de duas décadas, integrou a lendária banda Nação Zumbi, um dos pilares do manguebeat, movimento que revolucionou a música brasileira nos anos 1990.

Com uma carreira marcada pela versatilidade, Pupillo também é produtor musical e compositor de trilhas sonoras para o cinema. Fundador do selo Candeeiro Records, já trabalhou com nomes como Gal Costa, Erasmo Carlos, Otto, Lirinha, Paulo Miklos e, claro, Céu.

No “Conversa com Bial”, o músico comenta sobre essa trajetória multifacetada e a importância de estar em constante reinvenção. “A música é um organismo vivo. Ela muda, se transforma, e o artista precisa acompanhar esse movimento”, reflete Pupillo.

Parceria dentro e fora dos palcos

Mais do que uma conversa sobre carreira, o episódio mergulha na relação entre amor e criação artística. Céu e Pupillo compartilham como a convivência cotidiana influencia o processo musical e como aprendem a equilibrar a vida pessoal com o trabalho criativo.

“O mais bonito é ver como a gente cresce junto. Cada um tem sua linguagem, mas a música acaba unindo tudo. É o nosso idioma comum”, comenta Céu.

O casal também fala sobre o respeito mútuo que sustenta a parceria. “A Céu tem uma visão muito própria sobre som e estética. Trabalhar com ela é um aprendizado constante”, afirma Pupillo, destacando que o diálogo entre ambos é essencial para que a arte flua naturalmente.

Entre o passado e o futuro da música brasileira

Durante o programa, Bial conduz uma reflexão sobre o papel da música brasileira na contemporaneidade. Céu e Pupillo falam sobre as transformações no mercado, o avanço da tecnologia e os novos modos de criação artística.

“A música brasileira é infinita”, diz Céu. “Ela se renova, se mistura, atravessa fronteiras. A gente vive um momento muito fértil, com artistas incríveis surgindo e experimentando sem medo.”

Pupillo complementa: “O Brasil tem uma riqueza rítmica e cultural única. Cada região tem sua identidade, e isso faz da nossa música uma das mais diversas do mundo.”

Resumo semanal da novela Cara e Coroa 22/04 a 26/04

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 200 – Terça-feira, 22 de abril de 2025
Miguel, Vivi, Antenor e Pedro se preparam para o aguardado e tenso encontro com Cosme, com o coração apertado e os nervos à flor da pele. Ao ouvir escondida parte da conversa dos adultos, Belinha se isola em seu quarto, mergulhada em lágrimas e sentimentos conflitantes: culpa, medo e uma imensa saudade do avô. Enquanto isso, Martina e Laurinha passam a sentir enjoos frequentes e, desconfiadas de uma possível gravidez, resolvem procurar a médica Nadine para tirar a dúvida.

Na casa de Fernanda, todos se reúnem para ouvir Cosme, que finalmente quebra o silêncio. Guiga, Cosme e Cícero ficam atônitos ao ver Fernanda e Vivi juntas, lado a lado — uma cena inimaginável, dado o histórico conturbado entre as duas. É então que Fernanda revela a verdade: perdeu a visão, deixando todos abalados. Com voz firme, Cosme alerta que Mauro está solto e representa um perigo real — capaz de qualquer coisa. O clima de tensão se intensifica.

Em paralelo, o namoro de Guiga e Clara chega ao fim, desgastado por tantas crises e desentendimentos. No hangar, Mauro e Amorim fazem uma inspeção minuciosa no avião de Aníbal, indicando que algo grande está por vir. E, para a surpresa de todos, Belinha desaparece novamente. Sozinha, ela tem uma conversa reveladora com Geninho sobre os crimes de Mauro e os possíveis rumos do futuro.


Capítulo 201 – Quarta-feira, 23 de abril de 2025
Tomada por um sentimento de ruptura, Belinha desabafa com Geninho: ela não quer mais voltar para casa. Sente-se perdida, envergonhada pelos atos do pai e sem coragem de encarar a família. Enquanto isso, Martina e Laurinha tentam, sem sucesso, contar a Cícero e Rômulo que estão grávidas — mas os dois estão tão distraídos que nem percebem a gravidade da notícia.

Na praça de Porto do Céu, Nadine e Heitor caminham tranquilamente, aproveitando um raro momento de paz, até que são surpreendidos por um atentado brutal. Amorim aparece do nada e dispara contra o médico. Por sorte, Heitor está usando um colete à prova de balas e sobrevive, mas o susto deixa a cidade em estado de alerta máximo.

Diante da crescente ameaça, Fernanda e Natália colocam em prática um plano ousado para capturar Mauro. Enquanto isso, Pedro visita Júlia, sem avisar o pai, e Miguel fica apreensivo com a ausência do filho. A tensão explode quando Mauro e Amorim invadem um hotel da cidade. Armados, eles obrigam hóspedes e funcionários a ficarem de joelhos, instaurando o pânico em pleno centro de Porto do Céu.


Capítulo 202 – Quinta-feira, 24 de abril de 2025
Durante o assalto ao hotel, Mauro e Amorim roubam uma grande quantia de dinheiro e escapam antes que a polícia consiga reagir. Cosme chega ao local com a equipe, mas já é tarde. Miguel reencontra Pedro e o repreende duramente por ter saído de casa sozinho. No retorno, pai e filho avistam os criminosos — e o que era tensão vira terror quando Mauro aponta a arma para Miguel.

No instante decisivo, Rômulo aparece e atira em Amorim, salvando Miguel por um triz. Mesmo feridos, Mauro e o comparsa conseguem fugir a toda velocidade. Cosme lidera uma intensa perseguição policial, mas os bandidos desaparecem. Mais tarde, Rubinho vai visitar Fernanda e acaba caindo na armadilha criada por ela e Natália, que acreditavam estar atraindo Mauro. O plano não dá certo, mas revela que Fernanda está disposta a tudo para encerrar esse ciclo de violência.

A situação piora quando Cosme encontra um bilhete ameaçador deixado por Mauro, jurando vingança contra todos os que se colocarem em seu caminho. Enquanto isso, Amorim, agora disfarçado como gari, circula livremente pelas ruas da cidade, tramando o próximo golpe.


Capítulo 203 – Sexta-feira, 25 de abril de 2025
Mauro, furioso com a cobertura dos jornais que o pintam como vilão e exaltam Fernanda como heroína, ordena que Amorim vá buscar a ex-mulher. Paralelamente, Mauro faz contato com Antenor e impõe exigências cruéis: quer dinheiro e a custódia de Belinha. Enquanto isso, Dinda e Vivi compartilham uma esperança estranha — imaginam que Belinha possa estar escondida em algum canto secreto do quadro pintado por Geninho.

Juan tenta esconder de Cacilda os jornais com as notícias do caos que tomou conta de Porto do Céu, temendo que ela volte e se coloque em perigo. Miguel percebe que Antenor saiu às escondidas e pressente que algo grave está prestes a acontecer. Mais uma vez, Geninho consegue tocar o coração de Belinha e a convence de que está na hora de voltar. Ela entende que seu retorno pode ser essencial para salvar o avô.

Com a quantia exigida em mãos, Antenor parte para o encontro com Mauro, temendo que o pior aconteça.


Capítulo 204 – Sábado, 26 de abril de 2025
Ao ver que Antenor chegou ao esconderijo sem trazer Belinha, Mauro explode em fúria. A tensão entre pai e filho atinge o ápice, com gritos e acusações. Mas, no auge da discussão, Belinha aparece e interrompe o confronto, pedindo — em lágrimas — que os dois parem com aquela guerra. Emocionada, ela pede que Antenor volte para casa. O empresário, tocado pelas palavras da neta, obedece, mesmo contrariado.

Belinha então encara Mauro de frente e pede para continuar vivendo com o avô. Num raro momento de fragilidade, Mauro consente. Enquanto isso, Nadine tranquiliza Laurinha e Rômulo ao revelar que Heitor está vivo, deixando o casal aliviado e mais unido.

Fernanda, decidida a não fugir mais do passado, pede que Rubinho volte para casa. Ela quer enfrentar Mauro com as próprias forças. Mas o perigo bate à porta antes do esperado: obedecendo ordens de Mauro, Amorim invade a casa e assassina os policiais que faziam a segurança de Fernanda. Ela ouve os tiros e sente, com arrepio na alma, que o terror está prestes a recomeçar — ainda mais violento do que antes.

HIM | Novo terror assinado por Jordan Peele ganha trailer impactante e emocionante

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Acaba de ser lançado o trailer de HIM, o mais novo filme do premiado diretor Jordan Peele, e já provoca aquela mistura intensa de ansiedade e expectativa. Em poucas imagens, o vídeo revela a pressão silenciosa de um jovem atleta tentando se reerguer após uma grave lesão, enquanto uma sombra de mistério envolve a trama. O resultado é uma combinação de medo e esperança que vai além do terror convencional, trazendo à tona uma história de luta, dor e resiliência que deve ficar conosco muito tempo depois dos créditos finais.

Desde sua estreia como diretor com Get Out, Jordan Peele se destacou não só por assustar, mas por nos fazer sentir — aquela inquietação que toca o peito, o medo que se mistura à reflexão sobre questões sociais e humanas profundas. Seu terror ultrapassa fantasmas e monstros, para revelar as feridas da sociedade e a complexidade do ser humano.

Em HIM, essa característica se mantém, mas o foco muda para o universo do futebol americano. E não o brilho dos holofotes, mas o campo da dor silenciosa, da queda inesperada e do esforço para se reerguer. O longa acompanha um jovem atleta cujo futuro é ameaçado por uma lesão, que encontra um mentor improvável para ajudá-lo a reconstruir não apenas seu corpo, mas também sua alma.

O que emociona na trama é essa delicada dualidade entre a dor da perda e a esperança do recomeço. Peele tem um talento raro para capturar momentos em que o medo se transforma em força, e o olhar para dentro revela um turbilhão de emoções contraditórias. Ao unir o terror com a jornada esportiva, ele destaca não só a competitividade e pressão, mas também o lado humano do atleta — aquele que muitas vezes fica oculto por trás da glória e dos aplausos.

A esse enredo se soma a presença de Marlon Wayans, conhecido pelo humor e carisma, que surpreende ao assumir um papel sensível e fundamental. Seu personagem, um treinador e guia, traz à tela a importância do apoio verdadeiro, do abraço que conforta e da palavra que levanta. É a conexão que desperta a força interior do protagonista e dá vida ao coração da narrativa.

Assistir a HIM será mais do que acompanhar um filme de terror: será mergulhar numa experiência onde o medo se confunde com coragem, e o desafio físico ganha profundidade emocional. Jordan Peele usa seu gênero com maestria para abordar temas sensíveis — vulnerabilidade, superação, medo do fracasso — sempre com autenticidade e impacto.

Ao longo da carreira, Peele também se mostrou comprometido em dar voz a histórias de personagens negros complexos e cheios de humanidade, ampliando a representatividade no cinema. HIM segue essa trajetória, reforçando a importância de protagonismos diversos e reais.

O lançamento nos Estados Unidos está previsto para 19 de setembro. Ainda sem data confirmada no Brasil, o filme já gera grande expectativa, principalmente entre os fãs do diretor, que sabem que ele entrega algo além do entretenimento: um convite para olhar para dentro, reconhecer nossos medos e encontrar a força para enfrentá-los.

HIM promete emocionar e dialogar tanto com quem gosta de terror quanto com quem entende a luta diária — seja nos esportes, seja na vida. No fundo, Jordan nos lembra que os verdadeiros monstros que encaramos estão dentro de nós, e que o caminho da vitória passa por reconhecer nossa fragilidade e seguir em frente, com coragem.

Alita: Anjo de Combate ganha força — e James Cameron já desenvolve o 3º filme da saga futurista

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Foto: Reprodução/ Internet

Durante anos, Alita: Anjo de Combate viveu na fronteira entre sonho dos fãs e incertezas de Hollywood. Agora, porém, a aguardada continuação finalmente começa a tomar forma — e não apenas uma. James Cameron revelou que está trabalhando lado a lado com Robert Rodriguez para entregar pelo menos mais um filme, mas adiantou: o desenvolvimento de um terceiro capítulo já está em andamento.

A revelação veio em entrevista à revista Empire, quando Cameron explicou que ele e Rodriguez fizeram um “pacto de sangue” para continuar a história da ciborgue guerreira, garantindo que o universo criado por Yukito Kishiro não ficará parado no tempo. “Estamos fazendo o máximo possível para viabilizar essa sequência”, disse Cameron, reforçando que a parceria artística entre os dois continua tão intensa quanto na produção original.

Atualmente sob o selo da 20th Century Studios, Anjo de Combate está disponível no Disney+, onde vem conquistando novos espectadores e recuperando a força de sua base de fãs — um dos motivos essenciais para o avanço das sequências.

Uma jornada que levou mais de uma década para acontecer

Lançado em 2019, o segundo filme é baseado no mangá Battle Angel Alita, de Yukito Kishiro. A adaptação foi uma empreitada ambiciosa desde o início: anunciada por James Cameron ainda em 2003, a produção enfrentou adiamentos sucessivos devido ao envolvimento do cineasta em Avatar (2009) e suas numerosas sequências.

Quando finalmente saiu do papel, a direção ficou nas mãos de Robert Rodriguez (Sin City, Pequenos Espiões), enquanto Cameron assumiu funções de produtor e corroteirista — ao lado de Laeta Kalogridis (Shutter Island, Terminator Genisys). O resultado visual, impulsionado por captura de movimento e CGI de última geração, tornou-se um dos marcos do cinema recente no uso de tecnologia para dar vida a personagens híbridos.

No papel de Alita, Rosa Salazar entrega uma performance emocionalmente precisa e fisicamente exigente, enquanto Christoph Waltz, Jennifer Connelly, Mahershala Ali, Ed Skrein, Jackie Earle Haley e Keean Johnson completam o elenco com personagens que fortalecem a complexidade política e emocional da Cidade de Ferro.

As filmagens aconteceram entre outubro de 2016 e fevereiro de 2017, no Troublemaker Studios, em Austin. Após tanta espera, o filme chegou às telas em fevereiro de 2019, arrecadando US$ 405 milhões mundialmente — a maior bilheteria da carreira de Rodriguez. As críticas foram mistas, mas o público abraçou a obra, e o tempo tem trabalhado a favor dela.

O que torna a personagem tão especial

A força de Alita não está apenas na ação eletrizante ou nos visuais impressionantes, mas principalmente na humanidade da protagonista. Apesar de ser uma ciborgue com um cérebro humano intacto, Alita desperta sem memórias e passa a descobrir quem é — e o que significa ser alguém — em um mundo distópico que explora violência, desigualdade e esperança.

Esse equilíbrio entre brutalidade e sensibilidade fez com que a história ganhasse uma legião de fãs apaixonados, que desde 2019 se mobilizam em campanhas como o famoso movimento Alita Army. Foi essa comunidade que manteve viva a discussão sobre as sequências mesmo quando a Disney absorveu a Fox e a franquia parecia perder espaço.

O futuro é promissor

Se antes Alita 3 parecia um sonho distante, hoje a produção avança com confiança. O comprometimento de Cameron e Rodriguez, a força da base de fãs e o desempenho duradouro do filme no streaming pavimentam um retorno que promete ser épico.

Ainda não há data oficial, mas o simples fato de Cameron confirmar o desenvolvimento simultâneo de dois filmes já é suficiente para reacender a chama da esperança: Alita está viva — e pronta para lutar novamente.

Combo exclusivo da Cinesystem traz balde em formato do Banguela para estreia de Como Treinar o Seu Dragão

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A magia do universo viking está prestes a invadir as telonas de forma épica e deliciosa. Para celebrar a aguardada estreia do live-action Como Treinar o Seu Dragão, que chega aos cinemas no dia 12 de junho de 2025, a Cinesystem preparou um combo exclusivo que promete conquistar fãs de todas as idades — especialmente os apaixonados por Banguela.

O destaque do combo é um balde de pipoca personalizado em duas partes, inspirado no adorável Fúria da Noite. A parte inferior representa o corpo do dragão, enquanto a tampa, removível, traz a cabeça articulada de Banguela, formando uma peça de colecionador única. O design detalhado e criativo transforma o item em muito mais do que um recipiente para pipoca: é um verdadeiro mimo para os fãs da franquia.

O combo completo ainda acompanha bebida e pipoca, tornando a experiência de assistir ao filme ainda mais imersiva — ideal para quem deseja se sentir em plena ilha de Berk, onde dragões e vikings vivem em um frágil equilíbrio.

Sobre o filme

Com direção e roteiro de Dean DeBlois, responsável pela trilogia original animada, o novo Como Treinar o Seu Dragão promete manter a essência emocional da história, agora com um toque de realismo e efeitos visuais impressionantes.

A trama acompanha Soluço (Mason Thames), um jovem viking criativo e desajustado que vive sob a sombra de seu pai, o imponente Chefe Stoico (Gerard Butler). Tudo muda quando Soluço encontra e, ao invés de matar, cria um laço de amizade com um temido Fúria da Noite, batizado carinhosamente de Banguela. A relação entre os dois desafia as crenças da aldeia e marca o início de uma jornada de empatia, coragem e descobertas.

Com Nico Parker também no elenco, o live-action tem 2h05min de duração e classificação para todas as idades, sendo uma excelente pedida para famílias, nostálgicos e novos espectadores.

Onde encontrar?

O combo do Banguela estará disponível por tempo limitado nas bombonieres da Cinesystem, exclusivamente nas sessões do filme. Com uma tiragem especial, a recomendação é garantir o seu logo na estreia — antes que o dragão voe para longe!

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