Resumo da novela A Nobreza do Amor de terça (24/03) – Tonho Desconfia que Lúcia/Alika é sua irmã

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No capítulo da novela A Nobreza do Amor desta terça-feira, 24 de março, José e Teresa se assustam ao presenciar a premonição de Dona Menina, que pede a Tonho que a ajude a conduzir uma cerimônia misteriosa para Cayman. No meio desse clima de tensão, Casemiro provoca Mirinho, debochando de seu interesse por Virgínia, enquanto Diógenes observa preocupado o noivado da jovem, temendo que algo dê errado.

Dona Menina confessa a Tonho que Lúcia, também chamada Alika, é a ligação que mantém vivo o passado da família, despertando antigas memórias e segredos. Determinado a desvendar essas conexões, Mirinho tenta se aproximar de Lúcia/Alika e também de Vera, conhecida como Niara, sem perceber que seus gestos são observados.

Enquanto isso, Paxá Soliman promete a Dumi que revelará o paradeiro de Alika para salvar Omar, mostrando que a lealdade e o perigo caminham lado a lado. Tonho começa a imaginar que Lúcia/Alika pode ser sua irmã perdida, um pensamento que mexe profundamente com ele. Em um momento de ousadia, Mirinho convida Lúcia/Alika para algo inesperado — mas o gesto é ouvido por Virgínia, desencadeando ciúmes, tensões e a sensação de que ninguém está totalmente seguro.

O que vai acontecer nos próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor?

Mirinho se esforça para disfarçar diante de Virgínia seu interesse por Lúcia, também chamada Alika, mas não consegue evitar ser observado por Tonho, que investiga se a jovem tem alguma ligação familiar com ele. Salma, encantada por Tonho, provoca repreensões de Fátima e Miguel, e, mais tarde, admite seu amor ao Padre Viriato, aumentando a tensão entre sentimentos e responsabilidades.

Em Batanga, os mineiros se rebelam contra Jendal, e Campbell alerta sobre a gravidade da situação. No confronto, Ngozi é atingido pela guarda real, deixando Dumi em desespero ao ter de agir contra o povo que deseja proteger. Soliman desabafa com Chinua sobre a postura de Jendal, criticando sua brutalidade. Enquanto isso, Alika escreve para Dumi, revelando segredos que podem mudar o rumo dos acontecimentos.

Tonho exige que Mirinho se afaste de Lúcia/Alika, gerando um clima de disputa e ciúmes. Ao mesmo tempo, ele reclama com Casemiro sobre as provocações de Mirinho, mas suas palavras são ouvidas pelo jovem, que vislumbra uma oportunidade ao descobrir o plano envolvendo a maleta com o dinheiro dos empregados. Caetana, desconfiada, teme ter sido traída por Antônio, e Alika se sente perturbada pelos sentimentos que Tonho desperta nela.

Virgínia oferece emprego a Lúcia/Alika, e Ana Maria permanece alheia ao interesse de Januário, criando desencontros que prometem esquentar ainda mais a trama. Fátima tenta convencer Salma a abandonar Tonho e seguir as tradições familiares, colocando o amor e o dever em conflito direto.

The Noite com Danilo Gentili (25/3) reúne música internacional e humor digital com Ruel e Gessica Ferreira

A edição desta quarta-feira, 25 de março de 2026, do The Noite com Danilo Gentili, aposta em uma combinação de perfis que refletem diferentes vertentes do entretenimento contemporâneo. De um lado, a música pop internacional representada pelo cantor Ruel; do outro, o humor ágil e conectado às redes sociais da comediante Gessica Ferreira.

Um dos principais destaques da noite, Ruel chega ao programa em um momento de consolidação de sua carreira. Nascido no Reino Unido e criado na Austrália, o artista construiu uma trajetória marcada por reconhecimento precoce e crescimento consistente dentro do cenário pop. Com uma sonoridade que mistura influências contemporâneas e elementos mais clássicos do gênero, ele se destaca pela interpretação vocal e pela construção de letras que dialogam com o público jovem.

O cantor ganhou projeção internacional com singles como Painkiller, Don’t Tell Me e Younger, que ajudaram a consolidar sua presença nas plataformas digitais. O reconhecimento institucional veio ainda no início de sua carreira, quando venceu a categoria de Artista Revelação no ARIA Music Awards de 2018, impulsionado pelo sucesso de Dazed & Confused.

Em 2023, o artista lançou seu primeiro álbum de estúdio, 4th Wall, trabalho que ampliou seu alcance e consolidou sua identidade musical. Mais recentemente, sua participação no Lollapalooza Brasil 2026 reforçou a conexão com o público brasileiro, ampliando sua base de fãs no país e aumentando a expectativa em torno de sua presença no programa.

Durante a entrevista, a tendência é que o cantor aborde não apenas sua trajetória profissional, mas também os desafios de iniciar uma carreira internacional ainda jovem, além de comentar sua relação com o Brasil e os próximos passos de sua carreira.

Na sequência, o programa recebe Gessica Ferreira, nome que vem ganhando destaque no ambiente digital. A comediante construiu sua visibilidade por meio de conteúdos voltados para reacts em tempo real, nos quais comenta acontecimentos virais com um olhar crítico e bem-humorado. Sua linguagem direta e alinhada ao ritmo das redes sociais contribuiu para a rápida identificação com o público.

Além do ambiente online, Gessica também se destaca nos palcos com apresentações de stand-up que priorizam a interação com a plateia. Sua abordagem, que não evita temas polêmicos, tem sido um dos diferenciais de sua trajetória, posicionando-a como uma representante de uma nova geração de humoristas que transitam entre o digital e o presencial.

A edição do The Noite com Danilo Gentili vai ao ar no SBT a partir da 0h00, logo após o reality show de culinária Love Taste – Receita para o Amor. A faixa segue consolidada na programação noturna da emissora, reunindo entrevistas e humor.

Domingo Espetacular (29/3) exibe entrevista com Thais Carla, debate obesidade, golpe do estacionamento fake e preservação de ursos polares

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No Domingo Espetacular de hoje, 29 de março, os telespectadores poderão acompanhar uma edição recheada de temas impactantes e atuais. A programação vai exibir a entrevista com Thais Carla, que fala sobre obesidade, autoestima e a busca por equilíbrio entre saúde e amor-próprio. O programa também mostrará casos recentes de feminicídios, investigará a morte de duas crianças em Praia Grande, discutirá os efeitos da energia eólica sobre a saúde humana, alertará para o golpe do estacionamento fake em São Paulo e acompanhará o trabalho de preservação dos ursos polares no arquipélago de Svalbard, próximo ao Polo Norte. As informações são da Record TV.

A primeira reportagem da noite vai trazer o debate sobre obesidade, saúde e autoestima, com destaque para o movimento Corpo Positivo, que prega a valorização do próprio corpo independentemente do peso. O tema voltou à pauta após influenciadoras destacarem que, embora a aceitação corporal seja essencial, o excesso de peso pode trazer consequências sérias para a saúde.

A apresentadora Carolina Ferraz vai entrevistar artistas e influenciadoras que vivem o desafio de conciliar amor-próprio com cuidados com a saúde e pressões estéticas. Entre as convidadas está a bailarina e atriz Thais Carla (dança e televisão brasileira), que chegou a pesar cerca de 200 kg e se tornou uma das principais vozes do movimento no Brasil. Desde o ano passado, ela busca acompanhamento profissional para emagrecer e ressignificar sua relação com o corpo.

Thais vai relatar que a obesidade surgiu na adolescência, mas que o apoio da família foi essencial para que pudesse construir sua carreira como bailarina. Ela contará sobre os desafios de ser compreendida pelos outros: “Nunca me entenderam de fato. Eu só queria ser uma mulher feliz, uma mulher que conquistou a própria vida, para além do peso”. A influenciadora vai celebrar a perda de 85 kg e falar sobre a meta de eliminar mais 25 kg com o apoio de cirurgias. “Fiz uma história e agora vou reescrever outra, um novo capítulo. Acho que está tudo bem tentar”, afirma.

Especialistas também participarão da reportagem, explicando os riscos da obesidade para o organismo e reforçando a importância de equilibrar amor-próprio, cuidados médicos e alimentação saudável. O programa abordará ainda como o ambiente digital polarizado influencia a percepção de beleza e bem-estar, especialmente entre os jovens.

O programa também vai abordar casos recentes de feminicídio, destacando padrões de violência e abuso de poder. A repórter Ingrid Griebel investigará os assassinatos de Dayse Barbosa, comandante da Guarda Municipal de Vitória, e da empresária Flávia Barros, de 38 anos.

Dayse teria sido morta pelo policial rodoviário federal Diego Oliveira de Souza dentro de sua casa, enquanto Flávia foi assassinada por Tiago Sóstenes, policial penal, também em sua residência. Ambos os casos envolvem homens em posições de autoridade, mostrando que aqueles treinados para proteger podem se tornar ameaças letais. A reportagem vai analisar sinais que precedem feminicídios, incluindo violência psicológica, ciúmes e agressões físicas, e reforçar a importância de políticas preventivas e conscientização social.

Outra reportagem vai investigar a morte de Pedro Henrique, de 6 anos, e Henry Miguel, de 4, primos encontrados mortos dentro de um carro abandonado em Praia Grande, São Paulo. A repórter Fernanda Burger detalhará os bastidores da investigação que busca esclarecer se a tragédia foi resultado de acidente ou ação criminosa. A matéria promete mostrar os desafios das autoridades em casos envolvendo crianças, além do impacto emocional sobre familiares e vizinhos.

O programa também exibirá uma reportagem especial de Ari Peixoto sobre os efeitos da energia eólica em pessoas que vivem próximas a parques de turbinas. Moradores relatarão problemas de saúde associados ao ruído constante e aos infrassons das pás, incluindo insônia, ansiedade, depressão, tontura, dores de cabeça e perda auditiva. Estudos apresentados vão destacar casos de síndrome da turbina e doenças vibroacústicas, que ocorrem devido à exposição prolongada a sons de baixa frequência. A reportagem deve levantar debate sobre a necessidade de conciliar a geração de energia limpa com a proteção da saúde das comunidades locais.

O programa também abordará o golpe do estacionamento falso, que tem afetado motoristas em São Paulo. Criminosos montam estacionamentos temporários durante eventos, cobram valores e desaparecem com os veículos. Em um dos casos, os falsos manobristas cobraram R$ 75 de cada vítima e sumiram com todos os carros. O repórter André Azeredo mostrará como o golpe funciona e alertará os telespectadores para a necessidade de atenção redobrada em situações aparentemente seguras.

Encerrando a edição, o repórter Raul Dias Filho vai mostrar o trabalho de preservação dos ursos polares no arquipélago de Svalbard, Noruega, próximo ao Polo Norte. A reportagem vai destacar que o derretimento do gelo marinho reduz áreas de caça e aumenta o risco de fome, afetando a reprodução e a sobrevivência da espécie. Especialistas vão alertar que, apesar de sinais recentes de resiliência, a situação permanece vulnerável, reforçando a necessidade de políticas ambientais eficazes.

Sessão da Tarde (08) exibe “Cabras da Peste”, comédia policial estrelada por Edmilson Filho e Matheus Nachtergaele

Nesta quarta, 8 de abril, a Globo apresenta na Sessão da Tarde o filme “Cabras da Peste”, uma comédia policial que combina ação, humor e o toque característico do cinema brasileiro. Dirigida por Vitor Brandt, a produção mistura o estilo clássico buddy cop com elementos regionais, explorando as diferenças culturais entre personagens de diferentes estados e criando situações cômicas e inesperadas que conquistam o público.

A história acompanha Bruceuilis Nonato (Edmilson Filho), um policial cearense irreverente, e Renato Trindade (Matheus Nachtergaele), um policial paulista mais metódico e sério. Totalmente incompatíveis, os dois são forçados a trabalhar juntos quando se veem no caminho de criminosos perigosos durante uma missão inusitada: resgatar Celestina, uma cabra considerada patrimônio cultural do Ceará. Embora pareça uma tarefa simples à primeira vista, a investigação logo revela conexões com as ações de Luva Branca, um dos maiores criminosos da polícia de São Paulo, transformando o que seria um resgate trivial em uma operação complexa cheia de surpresas.

O longa traz química entre Edmilson Filho e Matheus Nachtergaele, explorando a clássica dinâmica de parceiros opostos, típica do gênero buddy cop. Enquanto Bruceuilis aposta na intuição e na criatividade, Trindade segue regras e protocolos, gerando situações hilárias e embates que mantêm a narrativa leve e divertida. Essa relação, repleta de tensão e humor, é o coração da trama e garante momentos memoráveis ao longo do filme.

Além dos protagonistas, o elenco conta com Letícia Lima (Bruna Surfistinha, Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!), como Capitã Priscila; Falcão (A Máquina, O Shaolin do Sertão), interpretando o Deputado Zeca Brito; Evelyn Castro (3%), como Josimara; e Juliano Cazarré (O Auto da Compadecida, Bacurau), no papel de Caíque. Outros nomes de destaque incluem Leandro Ramos (Serra Pelada, Amor de Mãe), Valéria Vitoriano (Aruanas, Nos Tempos do Imperador), Eyrio Okura (O Doutrinador), Jéssica Tamochunas (Sob Pressão) e Victor Alen (O Escolhido), todos contribuindo para o clima descontraído e caricato do filme. A direção de Vitor Brandt (Tudo Bem no Ano Que Vem, Ariel) equilibra com precisão o humor com a ação, sem perder o ritmo da narrativa.

Um dos elementos mais marcantes de “Cabras da Peste” é sua trilha sonora. Os cantores Gaby Amarantos e Júnior Groovador gravaram “Calor do Cão”, uma paródia forrozeira do clássico “The Heat Is On”, de Glenn Frey, que se tornou a música de abertura do filme. A canção reforça o tom divertido e regional da produção, trazendo uma identidade sonora que conecta o público à cultura nordestina e adiciona uma camada extra de entretenimento.

O filme também se destaca por apresentar situações cômicas baseadas em diferenças culturais e comportamentais entre nordestinos e paulistas, explorando estereótipos de maneira leve e bem-humorada, sem recorrer a clichês ofensivos. Essa abordagem permite que a comédia funcione como crítica social sutil, celebrando as particularidades de cada região do Brasil.

No enredo, Bruceuilis e Trindade enfrentam uma série de desafios para desmascarar a quadrilha de Luva Branca e provar que ainda são policiais competentes, mesmo diante de situações inusitadas. Entre perseguições, confusões e diálogos engraçados, a dupla precisa superar diferenças e aprender a trabalhar em equipe, mostrando que a colaboração é essencial mesmo nas circunstâncias mais improváveis.

“Cabras da Peste” consegue equilibrar ação e humor de maneira envolvente, tornando-se uma opção de entretenimento leve e divertida para o público da Sessão da Tarde. A narrativa é marcada por cenas de ação bem coreografadas, diálogos engraçados e personagens carismáticos que contribuem para a experiência cinematográfica. O filme não apenas diverte, mas também celebra a criatividade do cinema brasileiro em adaptar um gênero clássico — como o buddy cop — a um contexto cultural local.

Euphoria | Primeiro episódio da 3ª temporada já está na HBO Max e marca virada mais madura da série

Depois de um hiato que parecia interminável para os fãs, a terceira temporada de Euphoria finalmente começou, e já com episódio liberado na HBO Max. O retorno chega cercado de expectativa, dúvidas e uma mudança importante que promete transformar a forma como a história é contada.

Foram cerca de quatro anos desde a última temporada, tempo suficiente para alimentar rumores de cancelamento e incertezas sobre o futuro da produção. Agora, com a estreia confirmada, a série volta tentando se reinventar sem abrir mão da identidade que conquistou o público.

A nova temporada fala sobre o quê?

A principal virada está na linha do tempo. A nova fase traz um salto de cinco anos, deixando o ambiente escolar para trás e levando os personagens para a vida adulta. Isso muda completamente o tom da narrativa.

Se antes a trama explorava descobertas intensas da juventude, agora o foco recai sobre as consequências dessas escolhas. A história continua acompanhando Rue Bennett, mas em um momento mais complexo da vida, onde as decisões têm impactos mais concretos e difíceis de contornar.

A série mantém o estilo emocional e subjetivo que sempre marcou sua narrativa, mas com uma abordagem mais madura, refletindo uma fase em que os conflitos deixam de ser apenas internos e passam a ter efeitos reais no dia a dia.

Quem faz parte do elenco?

No centro da trama está Zendaya (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, Duna), que retorna como Rue, personagem que se consolidou como o grande eixo da série. Ao seu lado, o elenco principal também está de volta, incluindo Sydney Sweeney (The White Lotus, Reality), Jacob Elordi (Saltburn, A Barraca do Beijo), Hunter Schafer (Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, Cuckoo), Alexa Demie (Mid90s, Waves) e Maude Apatow (The King of Staten Island, Hollywood).

A diferença é que agora os personagens aparecem em uma nova fase, lidando com desafios mais densos e menos idealizados. Essa evolução acompanha não só o crescimento dos personagens, mas também do próprio público que acompanhou a série desde o início.

O que mudou com o salto no tempo?

A decisão de avançar cinco anos na história não é apenas narrativa, mas estratégica. Depois de tanto tempo fora do ar, a série opta por evoluir junto com seus personagens e espectadores.

Isso evita a repetição de conflitos já explorados nas temporadas anteriores e abre espaço para novas camadas dramáticas. A série deixa de ser centrada apenas em vivências adolescentes e passa a explorar responsabilidades, escolhas e consequências de forma mais direta.

Warner confirma oficialmente a data de lançamento de Premonição 7 e detalha futuro da franquia de terror

A Warner Bros. aproveitou seu painel na CinemaCon 2026 para atualizar o futuro de uma das suas franquias de terror mais conhecidas. O estúdio confirmou oficialmente que Premonição 7 já tem data marcada: 12 de maio de 2028. O anúncio reforça que a saga continua viva e segue como uma das apostas mais sólidas do gênero sobrenatural no cinema.

Qual foi o último filme da franquia?

O capítulo mais recente da saga é Premonição 6, lançado em 2025. O filme trouxe uma nova abordagem para a franquia, mantendo a ideia central da “Morte inevitável”, mas com uma narrativa focada em heranças familiares e consequências de decisões tomadas no passado.

Na história, acompanhamos uma jovem universitária que começa a ter visões ligadas a um acidente antigo que quase aconteceu décadas antes. A partir disso, sua família passa a ser atingida por uma sequência de eventos cada vez mais estranhos e fatais, como se uma força invisível estivesse corrigindo o destino.

O que muda em Premonição 6?

O sexto filme expandiu a mitologia da franquia ao sugerir que as premonições podem atravessar gerações. Em vez de apenas acompanhar sobreviventes de acidentes isolados, a trama passa a explorar descendentes e conexões familiares, criando uma sensação de que ninguém está realmente fora do alcance do destino. Essa nova abordagem também deu mais espaço para a construção de tensão psicológica, já que os personagens passam a lidar não apenas com o medo da morte, mas com a ideia de que ela pode ter começado muito antes deles perceberem.

Quem está por trás do novo filme?

Zach Lipovsky e Adam Stein foram responsáveis pela direção do longa mais recente, enquanto o roteiro ficou a cargo de Guy Busick e Lori Evans Taylor. A história também teve colaboração de Jon Watts, conhecido por seu trabalho em grandes produções de estúdio.

A produção marcou ainda uma mudança importante na estratégia da Warner, já que o filme inicialmente seria lançado em streaming, mas acabou retornando ao cinema tradicional. A decisão se mostrou acertada, já que o longa teve bom desempenho nas bilheterias e reacendeu o interesse pela franquia.

Por que a franquia continua forte?

Mesmo após várias sequências, Premonição mantém uma base fiel de fãs por causa de sua fórmula simples e eficaz: personagens tentando escapar de uma morte que parece inevitável. O diferencial está na forma como cada filme transforma situações comuns em acidentes elaborados e imprevisíveis.

No caso do sexto filme, essa fórmula foi atualizada com um foco maior em conexões familiares e no impacto emocional das escolhas, o que ajudou a dar mais peso dramático à história.

O que esperar de Premonição 7?

Com a data já definida para 2028, ainda não há detalhes sobre o enredo do novo capítulo. No entanto, a confirmação indica que o estúdio pretende continuar expandindo o universo da Morte, possivelmente explorando novas regras ou até aprofundando ainda mais a origem das premonições.

Super Mario Galaxy: O Filme passa de US$ 740 milhões e segue como um dos grandes sucessos da Nintendo no cinema

A Nintendo voltou a provar que seu universo de personagens segue extremamente lucrativo fora dos videogames. Super Mario Galaxy: O Filme, sequência da animação lançada em 2023, já ultrapassou a marca de US$ 740 milhões em bilheteria global. Mesmo com números expressivos, o desempenho internacional abaixo do esperado em alguns mercados faz com que a produção ainda não tenha alcançado a simbólica barreira de US$ 1 bilhão — algo que, segundo analistas do setor, ainda deve acontecer, mas em ritmo mais lento.

Produzido pela Illumination em parceria com a Nintendo e distribuído pela Universal Pictures, o longa chegou aos cinemas em abril de 2026 e mantém o estilo que consagrou o primeiro filme: aventura leve, humor acessível e forte apelo nostálgico para fãs da franquia de games.

Desempenho nas bilheteiras

Apesar do total global robusto, o desempenho da animação não foi uniforme ao redor do mundo. Em mercados como Estados Unidos e Japão, o filme teve excelente recepção, impulsionado pela força da marca Mario e pela popularidade consolidada após o primeiro longa.

Por outro lado, em alguns territórios da Europa e da América Latina, a arrecadação ficou abaixo das projeções iniciais dos estúdios. Isso acabou impactando o ritmo geral da bilheteria internacional, fazendo com que o caminho até o bilhão de dólares seja mais lento do que o registrado pelo filme anterior da franquia.

Ainda assim, o resultado é considerado extremamente positivo dentro da indústria. Com um orçamento estimado em US$ 110 milhões, o filme já garantiu ampla margem de lucro para os estúdios envolvidos, reforçando o potencial das adaptações de videogames no cinema.

Quem faz parte do elenco?

Chris Pratt retorna como a voz de Mario, enquanto Anya Taylor-Joy reprisa o papel da Princesa Peach. Charlie Day volta como Luigi, trazendo novamente o tom cômico e nervoso do personagem. Jack Black também retorna como Bowser, personagem que se tornou um dos destaques do primeiro filme graças à performance exagerada e carismática.

O elenco principal ainda conta com Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson em papéis adicionais dentro do universo expandido. O filme também traz participações especiais e novas vozes, reforçando a expansão do mundo apresentado anteriormente.

A direção continua nas mãos de Aaron Horvath e Michael Jelenic, dupla que já havia comandado o primeiro longa, enquanto o roteiro segue assinado por Matthew Fogel.

Quando estreou e como foi o lançamento?

O longa-metragem chegou oficialmente aos cinemas no dia 1° de abril. No Japão, o filme estreia em 24 de abril. A estratégia da Universal Pictures foi apostar em uma estreia ampla, mas com datas ligeiramente diferentes entre regiões, visando maximizar o impacto de marketing em cada território.

Como o filme foi produzido?

A ideia de expandir o universo cinematográfico de Mario começou a ganhar força ainda em 2021, quando a Nintendo demonstrou interesse em produzir novas animações caso o primeiro filme fosse bem-sucedido. O enorme desempenho de Super Mario Bros. O Filme em 2023 acelerou esses planos.

Em 2024, durante uma apresentação especial do Mario Day, a Nintendo e a Illumination confirmaram oficialmente o desenvolvimento de um novo projeto dentro da franquia. A equipe criativa original foi mantida, incluindo os diretores e o roteirista, garantindo continuidade estética e narrativa.

Segundo informações divulgadas ao longo da produção, o estúdio esteve envolvido por meses na criação de novos cenários e na adaptação de elementos inspirados diretamente no jogo Super Mario Galaxy, lançado originalmente em 2007 para o Nintendo Wii.

O processo de pré-produção incluiu a exploração de ambientes espaciais mais complexos, algo que marcou uma evolução visual significativa em relação ao primeiro filme.

O que explica o desempenho internacional mais modesto?

Apesar do sucesso geral, o desempenho abaixo do esperado em alguns mercados internacionais levanta discussões dentro da indústria cinematográfica. Analistas apontam alguns fatores possíveis.

O primeiro deles é a forte concorrência com outras grandes estreias no mesmo período, o que acabou dividindo a atenção do público. Outro ponto é a própria natureza da franquia: embora Mario seja globalmente conhecido, o apelo varia de acordo com a familiaridade cultural com o personagem e com os jogos.

Além disso, parte do público internacional demonstrou preferência por esperar o lançamento em plataformas digitais, o que também pode ter influenciado o ritmo de bilheteria em algumas regiões.

Crítica – O Jogo do Predador é um thriller de sobrevivência competente, mas preso ao conforto do previsível

O Jogo do Predador chega ao catálogo da Netflix com aquela promessa clássica do gênero: colocar um personagem em perigo constante, isolado do mundo, e transformar a natureza em um campo de caça. Na prática, o filme até cumpre essa função básica, mas raramente vai além do mínimo esperado. O longa-metragem é dirigido por Baltasar Kormákur e roteiro assinado por Jeremy Robbins.

A história acompanha Sasha, interpretada por Charlize Theron, uma alpinista experiente que tenta reorganizar a vida após um trauma pessoal. Em busca de distância emocional e física, ela se isola na Austrália, acreditando que o ambiente hostil pode oferecer algum tipo de silêncio interno. Só que esse silêncio não dura muito. Ela cruza o caminho de Ben, vivido por Taron Egerton, e o que parecia uma jornada de isolamento vira uma perseguição brutal.

Um thriller que funciona, mas parece preso em fórmulas antigas

O maior problema do filme não é execução, é ousadia. Kormákur dirige com segurança, sabe construir tensão física e entende como explorar ambientes hostis, mas tudo parece muito controlado, muito “correto”, quase sem risco criativo.

As cenas de perseguição têm ritmo e clareza, isso é inegável. Em alguns momentos, o filme até consegue segurar a atenção com eficiência. Porém, a sensação constante é de que já vimos tudo isso antes, em versões até mais impactantes. Falta identidade própria, falta um elemento que faça o espectador pensar “isso aqui está indo por um caminho diferente”.

Charlize Theron carrega o filme com uma força quase isolada

Se existe algo que impede o filme de se tornar esquecível imediatamente, é Charlize Theron. A atriz entrega uma performance sólida, física e emocionalmente convincente, mesmo quando o roteiro não acompanha sua intensidade.

Sasha é construída mais pela atuação do que pelo texto. Theron transmite exaustão, resistência e fragilidade com poucos gestos, e isso dá vida a uma personagem que, no papel, poderia ser bem mais genérica. Ela segura o filme em vários momentos em que a narrativa simplesmente não oferece apoio suficiente.

Taron Egerton cria um vilão interessante, mas subaproveitado

Taron Egerton tenta trazer camadas para Ben, e em alguns instantes até consegue. Existe uma presença inquietante, um comportamento imprevisível, uma energia que sugere algo mais complexo do que um simples antagonista de perseguição.

O problema é que o roteiro não desenvolve isso. Ben acaba preso em uma construção superficial, alternando entre ameaça direta e comportamento quase padrão de vilão de thriller. Ele nunca se torna realmente fascinante ou perturbador como poderia.

No fim, ele funciona mais como motor da ação do que como personagem de fato relevante.

Uma dinâmica de caça que nunca atinge o impacto emocional prometido

A ideia central do filme é simples: um jogo de sobrevivência entre dois personagens em lados opostos de uma caçada. O problema é que essa relação nunca ganha profundidade suficiente.

Existe perseguição, existe tensão física, existe perigo constante, mas falta o elemento emocional que poderia elevar tudo isso. Não há aquele peso psicológico que transforma o confronto em algo pessoalmente devastador. Tudo permanece na superfície, como se o filme tivesse medo de se aprofundar demais.

A natureza é mais marcante do que a própria narrativa

Visualmente, o filme tem seus méritos. A Austrália é explorada como um espaço amplo, silencioso e ao mesmo tempo ameaçador. A paisagem funciona como extensão da tensão, criando uma sensação constante de isolamento.

Mas essa força visual não é acompanhada por uma narrativa igualmente forte. Existe um desequilíbrio evidente entre forma e conteúdo. O filme é bonito de ver, mas nem sempre é interessante de acompanhar.

Um thriller que evita riscos e por isso não deixa marca

O que mais pesa contra O Jogo do Predador é a falta de ousadia. Tudo nele parece seguro demais, calculado demais, como se o objetivo fosse apenas entregar um produto funcional e não uma experiência marcante.

O roteiro não surpreende, as reviravoltas são previsíveis e a construção de tensão raramente foge do esperado. Isso faz com que o filme seja fácil de assistir, mas igualmente fácil de esquecer.

Vale a pena assistir? Depende da sua expectativa

Se a ideia for apenas acompanhar um thriller de sobrevivência bem executado, com boa atuação principal e algumas sequências tensas, o filme cumpre o papel. Ele entretém sem grandes esforços e não chega a decepcionar tecnicamente.

Mas se a expectativa for algo mais ousado, algo que realmente mexa com o gênero ou traga uma abordagem nova, a experiência pode soar frustrante. Falta risco, falta personalidade e falta aquele impacto que faz um filme permanecer na memória.

Michael | Sequência da cinebiografia é confirmada após sucesso histórico nas bilheteiras

O desempenho impressionante de Michael nas bilheteiras já garantiu um próximo capítulo para a história. A Lionsgate confirmou oficialmente que uma sequência está em desenvolvimento, poucos dias após o longa alcançar uma abertura global de cerca de US$ 219 milhões, consolidando-se como a maior estreia da história para uma cinebiografia.

A confirmação veio por meio do executivo Adam Fogelson, que revelou que o estúdio já iniciou reuniões para discutir os rumos da continuação. O movimento reforça a estratégia de transformar o projeto em uma franquia, ampliando a narrativa sobre a vida e carreira de Michael Jackson. As informações são do site OVicio.

Quando a sequência começa a ser produzida?

De acordo com Fogelson, o cronograma ainda depende principalmente da agenda do diretor Antoine Fuqua, que deve retornar ao comando da sequência. A previsão inicial é que a fotografia principal comece entre o final de 2026 e o início de 2027, caso não haja novos ajustes no planejamento.

Um ponto que chama atenção é que a equipe já possui uma base significativa de material pronto. Cerca de uma hora de cenas foi filmada durante a produção do primeiro longa, mas acabou ficando de fora do corte final. Esse conteúdo deve ser reaproveitado na continuação, o que pode acelerar parte do processo criativo e dar mais consistência à narrativa. O roteiro, ao que tudo indica, continuará nas mãos de John Logan, mantendo a mesma linha dramática que guiou o primeiro filme.

O que a continuação deve mostrar?

Embora o estúdio mantenha grande parte dos detalhes em sigilo, já existem indícios sobre o recorte temporal que será explorado. A sequência deve avançar para a fase final dos anos 1980, com foco especial na era Bad, período em que o cantor consolidou sua presença global com turnês grandiosas e sucessos comerciais.

Além disso, bastidores e informações vindas do set indicam que a fase Dangerous também pode ganhar espaço na narrativa. Esse período é marcado não apenas por mudanças musicais, mas também por transformações pessoais na vida do artista, incluindo o avanço do vitiligo, tema que deve ser abordado com mais profundidade.

Quem está no elenco?

O longa acompanha a trajetória de Michael Jackson desde a infância, passando pela formação do The Jackson 5 até o auge da carreira solo. O artista é interpretado por Jaafar Jackson, seu sobrinho, enquanto a versão infantil fica a cargo de Juliano Krue Valdi.

O elenco de apoio reúne nomes conhecidos, como Nia Long, Laura Harrier, Jessica Sula, Mike Myers, Miles Teller e Colman Domingo, além de outros nomes que ajudam a compor as diferentes fases da história.

A atuação de Jaafar Jackson tem sido um dos pontos mais comentados, especialmente pela responsabilidade de interpretar uma figura tão emblemática da cultura pop.

Como foi a recepção do primeiro filme?

Lançado em abril de 2026, o longa-metragem rapidamente se destacou como um dos maiores sucessos comerciais do ano. O filme estreou com força nos principais mercados e rapidamente entrou para o ranking das maiores bilheteiras do período, impulsionado pelo interesse global na história do artista.

Por outro lado, a recepção crítica foi mais dividida. Enquanto a performance do protagonista recebeu elogios consistentes, parte da crítica apontou fragilidades na abordagem de determinados momentos da vida de Michael Jackson. Ainda assim, o forte desempenho nas bilheteiras foi determinante para que o estúdio avançasse com a continuação.

O que esperar da sequência?

Com a confirmação oficial, a expectativa agora gira em torno de como a história será expandida. A ideia é aprofundar fases importantes da carreira de Michael Jackson que ficaram apenas sugeridas no primeiro filme, explorando tanto o impacto cultural quanto os desafios pessoais enfrentados pelo artista.

O Justiceiro: Uma Última Morte | Nova imagem sombria antecipa retorno intenso de Jon Bernthal como Frank Castle

A Marvel divulgou no último sábado, 2 de maio, uma nova imagem de O Justiceiro: Uma Última Morte, produção que marca o retorno de Jon Bernthal (O Contador 2, A Odisseia, A Cidade É Nossa) ao papel de Frank Castle. O registro, construído em preto e branco, apresenta o personagem em um enquadramento fechado, com expressão rígida e aparência desgastada, indicando uma abordagem mais seca e centrada no peso das ações do protagonista. Abaixo, confira a foto:

Quem é Frank Castle dentro do universo Marvel?

Frank Castle ocupa uma posição singular dentro do universo da Marvel Comics por rejeitar qualquer código heroico tradicional. Ex-fuzileiro naval, o personagem passa a atuar como vigilante após o assassinato de sua família, conduzindo uma cruzada pessoal contra o crime. Sua atuação é marcada por métodos letais e por uma noção de justiça baseada em retaliação direta, o que o distancia de outras figuras mais convencionais do universo Marvel.

A interpretação de Jon ampliou a presença do personagem nas telas ao introduzi-lo na série Demolidor. A recepção à performance levou ao desenvolvimento do spin-off O Justiceiro, que aprofundou aspectos do passado militar de Castle e explorou os traumas psicológicos que sustentam sua trajetória.

Qual é a história do personagem?

O Justiceiro, identidade assumida por Frank Castle, ocupa um espaço singular dentro do catálogo da Marvel Comics por não se encaixar no modelo clássico de herói. Criado por Gerry Conway, com contribuições visuais de Ross Andru e John Romita Sr., o personagem surgiu pela primeira vez em The Amazing Spider-Man #129. Naquele momento, sua função era atuar como um adversário do Homem-Aranha, mas a recepção à sua estreia rapidamente mudou seu destino editorial, abrindo espaço para histórias próprias.

A construção do personagem parte de um evento traumático que redefine completamente sua trajetória. Ex-integrante dos fuzileiros navais, Castle presencia o assassinato de sua família durante um confronto envolvendo a máfia em Nova York. A partir desse episódio, abandona qualquer tentativa de vida comum e passa a agir de forma sistemática contra o crime, transformando sua experiência militar em ferramenta para uma campanha pessoal de extermínio.

Como a história evoluiu até o novo especial?

Desenvolvida para a Netflix sob o comando de Steve Lightfoot, a série acompanhou Castle enfrentando conspirações ligadas ao seu passado no exército, revelando operações encobertas e relações que ampliavam o impacto da tragédia pessoal do personagem.

O elenco contou com Ben Barnes (Westworld, Sombra e Ossos), Amber Rose Revah (Indian Summers, From Paris with Love) e Deborah Ann Woll (True Blood, Demolidor). Após duas temporadas, a produção foi encerrada em 2019, acompanhando o fim da parceria entre Marvel e Netflix.

O que a nova imagem indica sobre Uma Última Morte?

O material divulgado aponta para uma narrativa mais concentrada no desgaste físico e emocional de Castle. O enquadramento fechado e a expressão contida sugerem um personagem isolado, lidando com consequências acumuladas ao longo de sua trajetória.

O título reforça a ideia de encerramento ou ruptura, indicando uma história que pode revisitar decisões passadas e estabelecer um novo ponto final para o Justiceiro dentro das produções televisivas da Marvel.

Por que esse retorno chama atenção?

O retorno de Frank Castle ocorre em um momento de transição nas produções da Marvel, que busca equilibrar diferentes estilos narrativos dentro do seu universo audiovisual. A presença de Jon Bernthal novamente no papel reforça a continuidade de uma interpretação que já havia estabelecido identidade própria.

Quando estreia?

O especial chega em 12 de maio ao Disney+, integrando o catálogo de produções do estúdio com abordagem mais voltada ao público adulto.

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