Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta quinta, 15 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, promete emocionar o público com a exibição de O Segredo: Ouse Sonhar, um drama romântico que aposta na força da esperança, da fé e na ideia de que nossos pensamentos podem influenciar profundamente os rumos da vida. Inspirado no livro O Segredo, fenômeno editorial mundial, o filme chega à programação da TV Globo como uma opção leve e reflexiva para a tarde, ideal para quem busca uma história acolhedora e cheia de mensagens positivas.

Dirigido por Andy Tennant, o longa apresenta uma narrativa simples, porém carregada de emoção, que dialoga diretamente com o público que acompanha a tradicional faixa vespertina da emissora. Com um elenco conhecido e uma proposta espiritualizada, o filme convida o espectador a desacelerar, refletir e acreditar que mudanças podem acontecer mesmo nos momentos mais difíceis.

Uma protagonista marcada pela perda

A história gira em torno de Miranda Wells, interpretada por Katie Holmes. Ela é uma mulher que tenta reconstruir sua vida após a morte do marido, enquanto enfrenta o desafio de criar sozinha seus três filhos. Miranda vive em constante tensão, dividida entre o luto ainda presente, as dificuldades financeiras e o medo de não conseguir oferecer estabilidade emocional e material à família.

A situação se agrava quando uma forte tempestade atinge sua casa, causando danos estruturais que ela não tem condições de consertar sozinha. É nesse momento de vulnerabilidade que surge a oportunidade para uma transformação inesperada em sua vida.

Um encontro que muda tudo

Para resolver os problemas causados pela tempestade, Miranda contrata Bray Johnson, vivido por Josh Lucas, um trabalhador manual aparentemente comum, mas que carrega uma visão de mundo profundamente otimista. Durante os dias em que passa consertando a casa, Bray vai além do trabalho físico e começa a compartilhar com Miranda e seus filhos sua filosofia de vida.

Ele acredita que o universo responde aos pensamentos e sentimentos que emitimos e que acreditar de verdade em algo pode ser o primeiro passo para torná-lo real. Aos poucos, suas palavras e atitudes começam a provocar mudanças sutis, mas significativas, no ambiente da casa e na forma como Miranda encara seus próprios problemas.

O relacionamento entre os dois se desenvolve de maneira gradual, sem pressa, respeitando o tempo emocional da protagonista. Mais do que um romance imediato, o filme constrói uma conexão baseada na escuta, na empatia e no incentivo à autoconfiança.

A lei da atração como mensagem central

O grande eixo temático de O Segredo: Ouse Sonhar é a chamada lei da atração, conceito que se tornou popular a partir do livro de Rhonda Byrne. No filme, essa ideia é apresentada de forma acessível e cotidiana, sem discursos grandiosos ou explicações complexas. Bray demonstra, por meio de exemplos simples, como pensamentos negativos podem limitar escolhas, enquanto a fé e a gratidão ajudam a enxergar novas possibilidades.

O roteiro não se aprofunda em debates teóricos ou científicos, mas aposta na emoção e na identificação do público com situações reais, como o medo de recomeçar, a dificuldade de confiar novamente e a sensação de que a vida perdeu o rumo após uma grande perda. Essa abordagem torna o filme especialmente próximo do espectador comum, que encontra na história um espelho de suas próprias inseguranças.

Atuações que sustentam a emoção

Katie Holmes entrega uma atuação sensível e contida, transmitindo com naturalidade a exaustão emocional de uma mulher que tenta se manter forte diante dos filhos. Sua interpretação evita exageros e aposta em pequenos gestos e olhares, o que contribui para a atmosfera intimista do filme.

Josh Lucas, por sua vez, confere a Bray uma serenidade quase reconfortante. Seu personagem funciona como um ponto de equilíbrio dentro da narrativa, alguém que não impõe suas crenças, mas as compartilha com gentileza. Jerry O’Connell completa o elenco principal em um papel de apoio que adiciona leveza e dinamismo à trama.

Direção clássica e clima acolhedor

Sob o comando de Andy Tennant, o filme adota uma linguagem visual simples e eficiente. A fotografia prioriza tons quentes e iluminação suave, reforçando a sensação de conforto e segurança que a história busca transmitir. A trilha sonora acompanha esse clima, surgindo de forma discreta e emocionalmente precisa, sem se sobrepor às cenas.

O ritmo é calmo, permitindo que o espectador se envolva com os personagens e absorva a mensagem aos poucos. Essa escolha faz de O Segredo: Ouse Sonhar um filme ideal para a televisão aberta, especialmente para a Sessão da Tarde, que tradicionalmente aposta em histórias que emocionam sem exigir grande esforço do público.

Um lançamento impactado pela pandemia

A trajetória do filme fora das telas de TV também chama atenção. Em novembro de 2019, as distribuidoras Roadside Attractions e Gravitas Ventures adquiriram os direitos de distribuição do longa. A estreia nos cinemas estava prevista para abril de 2020, mas foi cancelada devido à pandemia de COVID-19, que fechou salas de cinema em todo o mundo.

Diante do cenário de incertezas, a produção acabou sendo lançada diretamente em vídeo sob demanda em julho de 2020. Mesmo sem passar pelos cinemas, o filme obteve resultados expressivos nas plataformas digitais, figurando entre os títulos mais alugados em serviços como FandangoNow, Apple TV e iTunes Store durante suas primeiras semanas.

Onde assistir além da TV Globo

Além da exibição na Sessão da Tarde, O Segredo: Ouse Sonhar pode ser assistido atualmente no Prime Video, por meio de aluguel digital, com valores a partir de R$ 11,90. Essa opção é ideal para quem deseja rever o filme ou assisti-lo em outro horário, no próprio ritmo.

Luísa Locher fala sobre a força das vilãs e assume protagonismo como antagonista em “Troca de Noivos”

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Interpretar uma personagem que não pede licença, não busca aprovação e tampouco tenta ser compreendida tem sido um divisor de águas na trajetória de Luísa Locher. No ar na série vertical Troca de Noivos, disponível no aplicativo Sua Novela, a atriz assume o papel de Edna Ferraz, uma antagonista movida por ambição, desejo de pertencimento e uma convicção que beira o implacável. Para Luísa, essa experiência representa um mergulho em territórios menos domesticados da atuação.

A produção, dirigida por Gustavo Morais, se estrutura a partir de uma reviravolta clássica com roupagem contemporânea. Após ser abandonada no altar, Heloísa Ferraz (Anna Dalmei) vê sua vida tomar um rumo inesperado ao aceitar um casamento com um CEO cercado de mistérios. O acordo, longe de encerrar o conflito, inaugura uma disputa silenciosa entre famílias influentes, onde segredos, interesses e ressentimentos se acumulam. É nesse cenário que Edna se movimenta com precisão, transformando cada brecha em oportunidade.

Adotada pela família Ferraz, Edna cresce à sombra de uma hierarquia que nunca a colocou plenamente no centro. Sua ambição nasce desse lugar de exclusão simbólica e se traduz em ações calculadas. Não se trata apenas de conquistar poder, mas de afirmar sua existência dentro de uma estrutura que sempre a manteve à margem. Essa complexidade foi o que fisgou Luísa desde a primeira leitura do roteiro.

A atriz revela que personagens como Edna oferecem um tipo raro de liberdade criativa. Longe das expectativas de docilidade ou empatia imediata, a antagonista permite atravessar emoções sem filtros morais. Edna age com convicção absoluta, mesmo quando suas escolhas são questionáveis, e essa segurança, segundo Luísa, é o coração da personagem. Ela não se desculpa por querer mais, por ocupar espaço ou por manipular o jogo a seu favor.

O público rapidamente respondeu à presença da vilã. Edna provoca reações intensas, desperta comentários e divide opiniões, algo que a atriz enxerga como sinal de sucesso. Para ela, o impacto emocional é fundamental. Uma antagonista eficaz não passa despercebida; ela incomoda, seduz e provoca desconforto, abrindo espaço para reflexões mais profundas sobre poder, identidade e desejo.

Troca de Noivos também marca um momento importante na relação de Luísa com o formato vertical, linguagem que exige ritmo acelerado e precisão emocional. Gravada em São Paulo, a série demanda decisões interpretativas rápidas, onde cada olhar e gesto precisam carregar informação dramática. Trabalhar novamente com a OTZI Studios reforçou esse amadurecimento, consolidando sua presença em um formato que cresce rapidamente no audiovisual brasileiro.

Para a atriz, o projeto vai além da experiência profissional. Ver a história circular, alcançar diferentes públicos e gerar conversas confirma o potencial do formato e da narrativa. Luísa acredita que cada espectador se conecta de maneira singular com os conflitos apresentados, especialmente com as zonas cinzentas que Edna carrega.

Quilos Mortais desta sexta, 16 de janeiro, acompanha a história de Tiffany, que enfrenta obesidade severa e aposta na bariátrica para mudar de vida

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O episódio de Quilos Mortais exibido nesta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, a partir das 23h30, apresenta a trajetória de Tiffany, uma mulher que convive com a obesidade severa desde a infância e que vê na cirurgia bariátrica a principal chance de sobreviver e reconstruir sua qualidade de vida. Com 305 quilos, ela enfrenta limitações extremas de mobilidade e depende do companheiro para realizar tarefas básicas do cotidiano.

Desde muito jovem, Tiffany passou a usar a comida como uma forma de compensar traumas emocionais e a falta de vínculos afetivos estáveis. Ao longo dos anos, esse comportamento se intensificou, resultando em um quadro de compulsão alimentar que comprometeu não apenas sua saúde física, mas também sua autonomia e bem-estar psicológico. O programa contextualiza como experiências precoces podem influenciar hábitos alimentares ao longo da vida, especialmente quando não há acompanhamento emocional adequado.

A situação se agravou quando Tiffany foi diagnosticada com cálculo na vesícula, um problema de saúde que acendeu um sinal de alerta sobre os riscos iminentes que seu peso representa. O medo de repetir a trajetória do pai, que também sofreu com a obesidade mórbida, foi determinante para que ela buscasse ajuda médica especializada. A cirurgia bariátrica surge, então, como uma alternativa para interromper o avanço da doença e reduzir o risco de complicações graves.

Há cerca de cinco anos, Tiffany vive com o namorado, que se tornou uma figura central em sua rotina. Ele oferece suporte físico e emocional, auxiliando desde a locomoção até a adaptação a novas práticas alimentares. O episódio mostra, no entanto, que essa relação de cuidado também impõe desafios, já que a dependência pode interferir no processo de autonomia que o tratamento exige.

Mais do que a intervenção cirúrgica, Quilos Mortais destaca a importância do acompanhamento psicológico no enfrentamento da obesidade. A equipe médica reforça que compreender as causas emocionais da compulsão alimentar é essencial para evitar recaídas e promover mudanças duradouras. Para Tiffany, esse processo envolve revisitar o passado, reconhecer padrões de comportamento e construir novas formas de lidar com frustrações e ansiedade sem recorrer à comida.

O programa acompanha as etapas de preparação para a cirurgia, incluindo mudanças na dieta, avaliações médicas e sessões terapêuticas, evidenciando a complexidade do tratamento da obesidade severa. Cada avanço, por menor que pareça, representa um passo significativo rumo à recuperação da saúde e da autonomia.

Ao retratar a história de Tiffany, o episódio reforça o caráter humano e documental de Quilos Mortais, ao mostrar que a obesidade é uma condição multifatorial, influenciada por fatores emocionais, sociais e biológicos. A narrativa propõe uma reflexão sobre empatia, saúde mental e a necessidade de acompanhamento integral para pacientes que enfrentam quadros extremos.

A pergunta que permanece ao final é se Tiffany conseguirá transformar a oportunidade em mudança efetiva e construir uma rotina mais saudável. Sua história ilustra os desafios enfrentados por milhares de pessoas que lidam diariamente com a obesidade severa e buscam, na medicina e no apoio emocional, uma chance real de recomeço.

“O Morro dos Ventos Uivantes” ganha nova vida no cinema e abre pré-venda para estreia em 2026

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A Warner Bros. Pictures deu a largada oficial para um dos projetos mais comentados do cinema recente. A pré-venda de ingressos de O Morro dos Ventos Uivantes começa em 29 de janeiro, antecipando a estreia do longa nos cinemas brasileiros em 12 de fevereiro de 2026. A produção chegará ao público com sessões em IMAX e versões acessíveis, reforçando a aposta do estúdio em um lançamento de grande alcance e prestígio.

A nova adaptação do clássico de Emily Brontë é comandada por Emerald Fennell (Bela Vingança, Saltburn), vencedora do Oscar e do BAFTA. A diretora propõe uma leitura contemporânea e visceral do romance publicado em 1847, intensificando os aspectos psicológicos, sensuais e perturbadores da obra. O resultado promete um mergulho ainda mais profundo em uma história marcada por obsessão, dor e amores que desafiam o tempo e a moral social.

Nos papéis centrais estão Margot Robbie (Barbie, Era Uma Vez em… Hollywood, Bela Vingança) e Jacob Elordi (Saltburn, Euphoria, Priscilla), que vivem Catherine Earnshaw e Heathcliff. A escalação reúne dois nomes que transitam com facilidade entre o cinema autoral e grandes produções, além de forte apelo entre o público jovem. A relação entre os protagonistas intensa, absoluta e autodestrutiva conduz a narrativa e sustenta o tom trágico que consagrou o romance como um dos mais impactantes da literatura inglesa.

A trilha sonora original será assinada por Charli XCX (Crash, Pop 2), artista conhecida por sua sonoridade ousada e emocionalmente crua. Sua participação adiciona uma camada moderna ao filme, criando um diálogo direto entre o peso do texto clássico e a sensibilidade pop contemporânea. Segundo a equipe criativa, a música é peça-chave na construção da atmosfera sensual e angustiante da história.

O projeto começou a tomar forma em julho de 2024, quando Emerald Fennell anunciou que escreveria e dirigiria sua própria versão do romance. Em setembro do mesmo ano, Margot Robbie e Jacob Elordi foram confirmados no elenco. Robbie também atua como produtora pelo selo LuckyChap Entertainment (Bela Vingança, Saltburn), reforçando uma parceria criativa já consolidada com a diretora.

A disputa pelos direitos de distribuição foi intensa e movimentou o mercado. Em outubro de 2024, a Netflix chegou a liderar a corrida com uma proposta estimada em US$ 150 milhões, mas a Warner Bros. saiu vitoriosa ao oferecer cerca de US$ 80 milhões e garantir o desejo central de Fennell e Robbie, um lançamento prioritário nos cinemas, acompanhado de uma campanha de marketing robusta. A decisão reafirma a confiança no impacto da experiência cinematográfica coletiva.

A escolha de Jacob Elordi como Heathcliff gerou debates, já que o personagem é descrito no livro como racialmente ambíguo. A repercussão tomou conta das redes sociais e da crítica especializada. Em resposta, Emerald Fennell afirmou que o ator correspondia tanto à imagem clássica do personagem quanto à intensidade emocional exigida pelo papel.

O elenco de apoio reúne nomes de destaque como Hong Chau (A Baleia, Downsizing), Alison Oliver (Saltburn, Conversations with Friends), Shazad Latif (Star Trek: Discovery, Penny Dreadful), Martin Clunes (Doc Martin, Shakespeare Apaixonado) e Ewan Mitchell (House of the Dragon, The Last Kingdom). A trama também apresenta versões jovens dos protagonistas, interpretadas por Charlotte Mellington, Owen Cooper e Vy Nguyen, ampliando a dimensão temporal da narrativa.

As filmagens aconteceram entre o fim de janeiro e o início de abril de 2025, no Reino Unido, utilizando câmeras VistaVision de 35 mm, formato que valoriza a textura clássica da imagem e a grandiosidade dos cenários. As locações incluem os Yorkshire Dales, região intimamente ligada ao imaginário do romance, além dos Sky Studios Elstree. A fotografia é assinada por Linus Sandgren (La La Land, Não Olhe para Cima), garantindo um visual sofisticado, melancólico e imersivo.

Produzido por Emerald Fennell, Margot Robbie e Josey McNamara, com produção executiva de Tom Ackerley (Eu, Tonya) e Sara Desmond, o filme é uma coprodução da LuckyChap Entertainment com a MRC, e tem distribuição mundial da Warner Bros. Pictures.

Uma aventura à deriva, laços em transformação e humor pré-histórico: “A Era do Gelo 4” embala a Sessão da Tarde desta quarta (28)

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A Sessão da Tarde desta quarta, 28 de janeiro de 2026, leva o público para uma jornada congelante e cheia de emoção com a exibição de “A Era do Gelo 4”. Lançada em 2012, a animação marca um ponto de virada na consagrada franquia da Blue Sky Studios, apostando em um escopo mais ambicioso, novos personagens e conflitos mais maduros, sem perder a leveza e o humor que conquistaram espectadores ao redor do mundo.

Quarto capítulo da saga iniciada em 2002, o filme dirigido por Steve Martino e Mike Thurmeier amplia o universo da série ao transformar um simples acidente causado por Scrat em um evento de escala global: a separação dos continentes. A partir desse caos geológico, nasce uma história que fala sobre família, amadurecimento, mudanças inevitáveis e a importância de se adaptar quando tudo ao redor parece desmoronar.

Quando uma bolota muda o mundo

Fiel à tradição da franquia, é Scrat, o esquilo mais azarado e obstinado do cinema, quem dá início à confusão. Em sua eterna perseguição pela cobiçada bolota, ele acaba provocando o rompimento da Pangeia, desencadeando a deriva continental. O que começa como uma sequência cômica rapidamente se transforma em um evento catastrófico, mudando completamente o destino dos personagens principais.

O terremoto causado por esse rompimento separa o grupo: Manny, Sid e Diego são lançados ao mar, presos em um iceberg à deriva, enquanto Ellie e a filha adolescente Amora permanecem no continente, enfrentando um ambiente instável e cada vez mais perigoso. A partir daí, o filme se divide entre duas jornadas paralelas, conectadas pelo mesmo objetivo: sobreviver e reencontrar quem se ama.

Manny, Amora e o difícil exercício de deixar crescer

Um dos grandes méritos de “A Era do Gelo 4” está no desenvolvimento emocional de seus personagens, especialmente no arco de Manny como pai. Agora mais velho e experiente, o mamute-lanoso enfrenta um dilema bastante humano: lidar com o crescimento da filha. Amora já não é mais a filhotinha protegida dos filmes anteriores; ela vive conflitos típicos da adolescência, como a dificuldade de se enturmar, a busca por aceitação e o desejo de provar sua própria força.

Manny, por outro lado, reage com excesso de proteção. Seu medo de perder a filha o impede de perceber que, ao tentar blindá-la do mundo, acaba afastando-a. Essa tensão entre pai e filha dá ao filme uma camada emocional mais profunda, capaz de dialogar tanto com crianças quanto com adultos.

Ellie surge como a voz do equilíbrio, tentando ajudar Manny a entender que amar também significa confiar. A dinâmica familiar apresentada é simples, mas extremamente eficaz, refletindo situações comuns da vida real e tornando a narrativa ainda mais envolvente.

Sid e a avó: humor afiado e afeto improvável

Enquanto Manny enfrenta conflitos internos, Sid segue como o principal alívio cômico do longa. Desta vez, a animação apresenta uma adição inesperada ao grupo: a avó de Sid, deixada aos cuidados do neto após mais um abandono de sua família disfuncional.

Ranzinza, debochada e cheia de tiradas ácidas, a personagem rapidamente se torna um dos grandes destaques do filme. A relação entre Sid e sua avó rende momentos hilários, mas também surpreende ao trazer reflexões sobre abandono, solidão e vínculos construídos fora do modelo tradicional de família.

A avó também apresenta ao público Preciosa, sua baleia de estimação, que inicialmente parece apenas mais uma piada visual, mas acaba desempenhando um papel fundamental no desenrolar da história. É nesse tipo de detalhe que “A Era do Gelo 4” mostra sua habilidade em equilibrar humor e emoção sem jamais soar forçado.

Piratas do gelo e novos caminhos

À deriva no oceano, Manny, Sid, Diego e a avó acabam capturados por um grupo de piratas pré-históricos, liderados pelo temível Capitão Entranha, um gigantopithecus imponente, autoritário e obcecado por poder. A introdução desse núcleo pirata traz uma nova energia à franquia, misturando aventura marítima, ação e referências clássicas ao gênero.

Entranha se destaca como um vilão carismático e visualmente marcante, funcionando como um contraponto direto aos valores do grupo principal. Sua tripulação é composta por animais diversos, cada um com características exageradas, o que contribui para o tom cômico do filme.

Entre eles está Shira, uma tigresa-dente-de-sabre albina que começa como antagonista, mas aos poucos revela camadas mais complexas. Sua relação com Diego se desenvolve de forma gradual e surpreendentemente sensível. O tigre, que sempre foi mais fechado e desconfiado, encontra em Shira alguém que compartilha experiências semelhantes de abandono e sobrevivência.

A luta para voltar para casa

Mesmo diante de perigos constantes, o foco de Manny nunca muda: reencontrar Ellie e Amora. Essa determinação guia toda a sua trajetória no mar e confere peso emocional às cenas de ação. O filme entende que, para funcionar de verdade, a aventura precisa estar conectada a sentimentos genuínos — e isso se reflete em cada decisão do protagonista.

Enquanto isso, no continente, Ellie lidera os animais do vale em uma jornada perigosa em busca de um novo local seguro. A destruição da ponte de terra simboliza a perda definitiva do antigo lar e reforça a ideia de que não há como voltar atrás. O mundo mudou, e eles precisam mudar junto com ele.

Essas duas narrativas paralelas se aproximam aos poucos, aumentando a tensão e preparando o terreno para o confronto final entre Manny e Capitão Entranha.

Um clímax sobre gelo e escolhas

O duelo final acontece em cima de um enorme bloco de gelo e reúne tudo o que o filme construiu até ali: ação, emoção e significado. Manny enfrenta Entranha não apenas como um inimigo físico, mas como a personificação de tudo o que ameaça sua família e seu modo de vida.

A vitória de Manny é resultado da união do grupo e da coragem de enfrentar o medo, reforçando uma das mensagens mais recorrentes da franquia: a força coletiva sempre supera a individual.

O destino de Entranha, enganado por uma sereia que assume a forma de um gigantopithecus feminino, fecha seu arco com ironia e humor, mantendo o tom leve mesmo no desfecho do conflito.

Recomeços e novos lares

Com o antigo vale destruído pela deriva continental, o filme opta por um final que fala sobre recomeço. Preciosa, a baleia da avó de Sid, conduz todos até uma ilha exuberante, onde diferentes espécies passam a conviver e reconstruir suas vidas.

É nesse novo cenário que Shira se junta definitivamente ao grupo, iniciando uma nova etapa ao lado de Diego. O filme encerra sua narrativa principal com uma sensação de esperança, mostrando que, mesmo após grandes perdas, é possível encontrar novos caminhos.

Scratlântida: o humor como assinatura final

Nenhum filme da franquia estaria completo sem um epílogo protagonizado por Scrat. Ao descobrir a lendária Scratlântida, uma ilha repleta de bolotas, o esquilo finalmente parece ter alcançado o paraíso. No entanto, sua obsessão incontrolável fala mais alto e, em um último ato de ironia, ele acaba destruindo tudo, transformando o local em um deserto.

A cena final resume perfeitamente o personagem: engraçado, trágico e incapaz de escapar de seus próprios impulsos. É um fechamento cômico que respeita a tradição da série e garante boas risadas até os créditos finais.

Um fenômeno de bilheteria mundial

Mesmo sendo o quarto filme da saga, “A Era do Gelo 4” alcançou um desempenho impressionante nos cinemas. Com US$ 877 milhões arrecadados mundialmente, o longa se tornou a animação de maior bilheteria de 2012, além de figurar entre os filmes mais lucrativos daquele ano.

O uso do 3D digital, aliado ao formato 2.39:1, contribuiu para uma experiência visual mais grandiosa, enquanto o elenco de vozes — liderado por Ray Romano, John Leguizamo, Denis Leary e Queen Latifah, com a adição de nomes como Jennifer Lopez, Nicki Minaj e Drake — ajudou a ampliar o apelo do filme junto ao público.

Anêmona | Universal Pictures divulga trailer de novo drama estrelado por Daniel Day-Lewis e marca retorno do ator aos cinemas

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A Universal Pictures divulgou oficialmente o primeiro trailer de “Anêmona”, longa-metragem que já nasce cercado de expectativa e simbolismo. O filme marca o retorno de Daniel Day-Lewis ao cinema após oito anos afastado das telas e também a estreia de Ronan Day-Lewis, seu filho, na direção de um longa. Com estreia confirmada nos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro, a produção reúne uma combinação rara de legado, intimidade criativa e ambição artística.

Considerado um dos maiores atores de todos os tempos, Daniel Day-Lewis construiu uma carreira marcada por escolhas criteriosas e atuações transformadoras. Vencedor de três estatuetas do Oscar por Meu Pé Esquerdo, Sangue Negro e Lincoln, o ator anunciou sua aposentadoria em 2017, após o lançamento de Trama Fantasma. Desde então, seu retorno parecia improvável. “Anêmona”, portanto, não representa apenas mais um trabalho, mas um acontecimento cinematográfico que carrega peso histórico e emocional.

A decisão de voltar às telas está diretamente ligada ao envolvimento familiar no projeto. Além de protagonizar o longa, Daniel Day-Lewis assina o roteiro ao lado de Ronan Day-Lewis, criando uma obra construída a quatro mãos. Para Ronan, o filme representa sua estreia como diretor de cinema, após experiências anteriores como roteirista e produtor. Essa parceria entre pai e filho confere à obra uma camada adicional de intimidade, refletida tanto na construção dos personagens quanto nos temas abordados.

Produzido por Dede Gardner e Jeremy Kleiner, vencedores do Oscar por filmes como Moonlight: Sob a Luz do Luar e 12 Anos de Escravidão, “Anêmona” aposta em um drama denso, silencioso e profundamente humano. A narrativa acompanha os irmãos Ray Stoker e Jem Stoker, interpretados por Daniel Day-Lewis e Sean Bean, respectivamente. Separados há vinte anos por eventos traumáticos marcados por violência e religiosidade extrema, os dois seguiram caminhos opostos em busca de redenção.

Ray vive em um isolamento quase absoluto, retirado do convívio social e refugiado em uma cabana primitiva nas florestas do norte da Inglaterra. Seu exílio é tanto físico quanto emocional, uma tentativa de escapar de memórias que se recusam a desaparecer. Jem, por outro lado, encontrou na fé religiosa e na vida familiar uma forma de sobreviver ao passado. Ao lado da companheira Nessa, vivida por Samantha Morton, e do filho Brian, interpretado por Samuel Bottomley, ele construiu uma rotina baseada na devoção e na tentativa constante de reparação moral.

O reencontro entre os irmãos acontece quando uma crise familiar obriga Jem a procurar Ray, quebrando duas décadas de silêncio. A partir desse momento, o filme se desenvolve como um estudo intenso sobre ressentimento, culpa e laços de sangue que nunca se desfazem por completo. A cabana onde Ray vive se transforma no principal cenário da narrativa, funcionando como um espaço simbólico onde verdades reprimidas emergem e tragédias antigas finalmente encontram voz.

O elenco de apoio contribui para ampliar o impacto emocional da história. Além de Sean Bean e Samantha Morton, o filme conta com Safia Oakley-Green, que completa o núcleo dramático da produção. Cada personagem carrega marcas profundas deixadas pelo passado, reforçando a atmosfera melancólica e opressiva que permeia o longa.

Visualmente, “Anêmona” aposta em uma estética austera e naturalista, refletindo o isolamento emocional dos personagens. A direção de arte e o figurino, assinados por Chris Oddy e Jane Petrie, ajudam a construir um universo onde o tempo parece suspenso, reforçando a sensação de estagnação vivida por Ray. A fotografia privilegia paisagens frias, florestas densas e ambientes fechados, criando um contraste entre a beleza natural e o peso psicológico da narrativa.

As filmagens começaram em outubro de 2024, na cidade de Manchester, e seguiram para outras regiões do norte da Inglaterra. Durante as gravações em Chester, a produção enfrentou pequenos contratempos logísticos relacionados a estacionamento e trânsito, o que chegou a interromper temporariamente as filmagens. Apesar disso, o cronograma foi mantido e o filme avançou sem comprometer sua conclusão.

Além da estreia nos cinemas brasileiros em fevereiro, “Anêmona” já tem trajetória internacional definida. O longa está previsto para estrear no Festival de Cinema de Nova York em 2025, antes de chegar aos cinemas dos Estados Unidos em lançamento limitado, com posterior expansão nacional. A estratégia indica a aposta da Universal em um percurso mais autoral, voltado tanto para o circuito de premiações quanto para o público que valoriza dramas intensos e narrativas maduras.

Descubra qual filme a TV Globo vai exibir na Sessão da Tarde desta quinta-feira, 29 de janeiro!

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A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 29 de janeiro, traz à tela da TV Globo o drama “O Livro do Amor”, um filme sensível que mistura luto, amizade improvável e a reconstrução emocional após grandes perdas. A produção aposta em uma narrativa delicada para falar sobre recomeços e sobre como conexões inesperadas podem mudar completamente o rumo de uma vida.

Na história, acompanhamos Henry, vivido por Jason Sudeikis, um arquiteto introspectivo e reservado que vê sua rotina desmoronar após a morte trágica da esposa Penny (Jessica Biel) em um acidente de trânsito. Antes cheia de planos, a vida de Henry passa a ser marcada pelo silêncio, pela culpa e pela dificuldade de seguir em frente sem a pessoa que dava sentido aos seus dias.

É nesse momento de fragilidade que ele conhece Millie, interpretada por Maisie Williams, uma adolescente sem-teto, rebelde e determinada, que carrega seus próprios traumas e cicatrizes. Millie tem um sonho improvável: construir uma jangada para atravessar o Oceano Atlântico. O encontro entre os dois, aparentemente tão diferentes, cria uma relação marcada por estranhamento inicial, mas que aos poucos se transforma em cumplicidade e apoio mútuo.

Ao ajudar Millie em seu projeto, Henry acaba encontrando algo que havia perdido após a morte da esposa: um propósito. A construção da jangada deixa de ser apenas uma tarefa prática e se transforma em um processo simbólico de cura, no qual ambos aprendem a lidar com a dor, o abandono e a necessidade de acreditar novamente no futuro.

Dirigido por Bill Purple, O Livro do Amor se destaca por sua abordagem intimista, focando mais nos sentimentos e nas relações humanas do que em grandes acontecimentos. O filme aposta em diálogos simples, atuações contidas e uma trilha sonora sensível para conduzir o espectador por essa jornada emocional.

O elenco conta ainda com nomes como Mary Steenburgen e Orlando Jones, que complementam a narrativa com personagens que ajudam a expandir o universo emocional da trama. Nos bastidores, o projeto chama atenção por ter Jessica Biel também como produtora, além de contar com a participação de Justin Timberlake como compositor e supervisor musical, contribuindo para a atmosfera melancólica e acolhedora do longa.

A produção teve sua estreia mundial no Festival de Cinema de Tribeca, em abril de 2016, e passou por outros festivais importantes antes de chegar oficialmente aos cinemas em janeiro de 2017. Desde então, o filme conquistou um público fiel, especialmente entre aqueles que apreciam histórias mais introspectivas e emotivas.

Crítica – O Morro dos Ventos Uivantes é uma adaptação visualmente deslumbrante que sacrifica profundidade em nome da intensidade

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Emerald Fennell é, sem dúvida, uma cineasta de imagens fortes. Desde sua estreia na direção, com Promising Young Woman, ficou evidente sua habilidade em criar composições visualmente marcantes, embaladas por uma estética cuidadosamente construída. No entanto, sua trajetória até aqui também revelou uma dificuldade recorrente: transformar impacto visual em narrativa consistente. Se em Bela Vingança o discurso se sobrepunha à complexidade dramática, e em Saltburn a provocação parecia engolir a própria história, em O Morro dos Ventos Uivantes a diretora encontra, finalmente, um terreno mais sólido para exercer seu estilo.

A escolha de adaptar o romance gótico de Emily Brontë, publicado em 1847, representa uma virada estratégica. Ao se apoiar em um material literário consagrado, Fennell se livra da obrigação de criar uma trama original que sustente seu universo estético. Aqui, ela parte de uma história que já carrega densidade emocional, conflitos intensos e personagens moralmente ambíguos. Ainda assim, sua proposta não é de fidelidade absoluta. A diretora assume que o filme não pretende ser uma adaptação tradicional, mas sim uma recriação das sensações que o livro lhe provocou na adolescência.

Essa abordagem tem consequências claras. Fennell opta por ignorar a segunda metade do romance, concentrando-se exclusivamente na relação entre Catherine Earnshaw e Heathcliff. Ao fazer isso, transforma a narrativa em um estudo quase obsessivo sobre desejo, ressentimento e autodestruição. A saga geracional, que no livro amplia o alcance temático da obra, dá lugar a um romance trágico mais direto e visceral.

Visualmente, o filme é arrebatador. As charnecas de Yorkshire surgem como paisagens quase míticas, envoltas em uma atmosfera teatral que beira o onírico. A propriedade dos Earnshaw não é apenas cenário, mas extensão emocional dos personagens. A fotografia privilegia contrastes intensos, enquadramentos amplos e uma iluminação que reforça o clima sombrio e apaixonado. Fennell sabe como transformar espaço em símbolo, e nisso sua direção é segura.

O elenco também contribui para a força dramática da produção. Margot Robbie interpreta Catherine na fase adulta com energia explosiva e certo egoísmo inquietante. Sua Catherine é falante, impulsiva e profundamente contraditória, o que a distancia de representações mais romantizadas da personagem. Jacob Elordi, como Heathcliff adulto, investe na introspecção e na contenção. Seu olhar carrega a dor e a obsessão de alguém que nunca se sentiu pertencente. A química entre os dois funciona, especialmente nos momentos em que o amor se mistura a ressentimento.

Entretanto, os problemas recorrentes da diretora ainda aparecem. Fennell demonstra tendência a introduzir temas de grande peso simbólico sem desenvolvê-los plenamente. A associação inicial entre sexo e morte, por exemplo, surge de forma impactante, mas não se aprofunda ao longo da narrativa. O mesmo ocorre com as questões de classe e pertencimento social, que permanecem como pano de fundo, quando poderiam ter sido exploradas com maior complexidade.

Há também uma inclinação ao exagero que, embora encontre justificativa no tom gótico da obra, por vezes ameaça a sutileza dramática. O Sr. Earnshaw, interpretado por Martin Clunes, é quase uma caricatura do patriarca tirânico. Algumas cenas parecem deliberadamente teatrais, como se o filme oscilasse entre o drama histórico e uma releitura estilizada contemporânea. Para alguns espectadores, essa escolha pode soar como excesso; para outros, será justamente o diferencial da produção.

Ao reduzir a história ao romance central, o filme ganha intensidade emocional, mas perde camadas. A dimensão cíclica da violência e do ressentimento, tão marcante no livro, é atenuada. O foco absoluto na paixão entre Catherine e Heathcliff transforma o enredo em uma narrativa sobre amor impossível e obsessão destrutiva, deixando de lado parte da crítica social e do estudo psicológico mais amplo presente na obra original.

Ainda assim, é inegável que o filme tem potencial comercial significativo. A combinação de um clássico literário, um elenco estrelado e uma estética visual impactante deve atrair tanto admiradores da obra quanto novos espectadores. Para quem não conhece o romance de Brontë, a experiência pode ser profundamente emocional e até arrebatadora. A história é conduzida de forma a provocar identificação e lágrimas, especialmente ao enfatizar o amor trágico como força inevitável e devastadora.

No fim, O Morro dos Ventos Uivantes de Emerald Fennell é um filme de sensações intensas. Não é uma adaptação definitiva nem a leitura mais fiel do clássico, mas sim uma interpretação autoral marcada por excessos, beleza e paixão. A diretora parece mais confortável quando dialoga com um texto já consolidado, e isso se reflete em uma obra mais coesa do que seus trabalhos anteriores, ainda que não totalmente equilibrada.

Entre a grandiosidade estética e a profundidade emocional, o filme caminha em uma linha tênue. Pode dividir opiniões, mas dificilmente passará despercebido. É um romance gótico embalado pelo olhar contemporâneo de uma cineasta que ainda busca amadurecer como contadora de histórias, mas que, ao menos aqui, demonstra estar mais próxima de encontrar esse equilíbrio.

Resumo da novela Reis de segunda-feira, 19/05

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Foto: Reprodução/ Internet

O capítulo desta segunda-feira, 19 de maio de 2025, promete fortes emoções e momentos intensos na trama bíblica de Reis. Prepare-se para traições, desespero e um Davi encurralado mais uma vez pelo destino…

😢 Urias entra em desespero ao saber o que aconteceu com Agé. A dor o abala profundamente, e o clima entre os guerreiros fica pesado.

🧭 Enquanto isso, Davi segue tentando manter sua fé e seu propósito, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando é capturado pelos filisteus e levado até Áquis, o rei inimigo. Mais uma provação difícil no caminho do futuro rei de Israel.

👑 Do outro lado, Saul está cada vez mais perdido e tomado pelo rancor. Em um ato extremo, o rei ordena algo cruel e impiedoso contra os sacerdotes — uma decisão que pode selar seu destino de vez.

🙏 Em meio a tanta tensão, Davi busca consolo em oração. Mas no silêncio do momento com Deus, ele sente a presença de alguém se aproximando… Quem será? Um aliado ou mais um inimigo?

Stand-In CSAT | Bae Hyeon-seong, Cha Kang-yoon e Park Yoon-ho são protagonistas do novo k-drama de suspense

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O mundo dos k-dramas de suspense está prestes a ganhar um novo destaque com Stand-In CSAT, produção da TVING prevista para 2026. A série reúne um elenco de peso, mesclando jovens talentos com veteranos consagrados, e promete uma trama intensa que mistura intriga acadêmica, dilemas éticos e tensão psicológica.

Entre os principais nomes do elenco estão Bae Hyeon-seong, lembrado por seu papel de vilão Seung-jo em A Criatura de Gyeongseong, e que também atuou em The Witch: Part 2. The Other One, Time to Hunt e Dr. Brain; Cha Kang-yoon, vista recentemente em A Fada e o Pastor, e que participou de D.P., Nevertheless e Love Alarm; e Park Yoon-ho, conhecido por trabalhos em Grupo de Estudos, Hospital Playlist e Gatilho, além de Vincenzo e Taxi Driver.

O elenco ainda conta com atores experientes como Uhm Ji-won (The Trunk, As Três Irmãs), que também participou de The Silenced, Hope e The Age of Shadows; Park Hyuk-kwon (Light Shop, Renascendo Rico), conhecido por Squid Game, The Pirates: The Last Royal Treasure e Secret Forest; e Baek Ji-won (Uma Advogada Extraordinária), que tem em seu currículo My Mister, Reply 1988 e Hospital Playlist, garantindo experiência e profundidade à narrativa.

Qual é a história de Stand-In CSAT?

A trama gira em torno de um aluno exemplar em uma das escolas particulares mais prestigiadas da Coreia do Sul. Ele é chantageado para realizar o CSAT — exame nacional que define o futuro acadêmico dos estudantes, equivalente ao ENEM no Brasil — no lugar de outra pessoa. Esse ato desencadeia uma série de eventos que transformam o ambiente escolar em um campo minado de intrigas e traições. Cada personagem se vê envolvido em dilemas morais, estratégias de manipulação e jogos de poder, onde notas e desempenho acadêmico podem determinar o destino de todos.

Quem dirige a série?

A direção de Stand-In CSAT ficará a cargo de Park So-yeon, reconhecida por seu trabalho em O Jogo da Pirâmide. Ela tem experiência em criar suspense psicológico e construir narrativas densas, garantindo que o drama vá além de um simples contexto escolar, explorando a complexidade emocional de cada personagem e as consequências de suas escolhas.

Quando será o lançamento?

O k-drama tem estreia prevista para 2026 na plataforma TVING. Até o momento, não há confirmação sobre transmissão internacional ou no Brasil, mas o projeto já desperta interesse entre fãs de thrillers e séries escolares em todo o mundo.

Por que Stand-In CSAT é tão esperado?

Além do elenco talentoso, a série promete abordar temas relevantes, como pressão acadêmica, ambição e desigualdade educacional. O contexto do CSAT adiciona realismo à narrativa, permitindo que o drama explore até que ponto estudantes, pais e professores podem ir para atingir seus objetivos.

A expectativa é que a série entregue momentos de tensão constante, com personagens complexos e dilemas que desafiam a ética e a moralidade. A combinação de suspense, drama psicológico e competição torna Stand-In CSAT um projeto com grande potencial para se tornar referência no gênero.

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