Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta segunda, 19 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, aposta em fantasia, humor e boas lições para toda a família com a exibição de “O Fada do Dente 2”. A comédia familiar transforma uma situação simples em uma jornada de aprendizado, mostrando que até os adultos mais céticos podem descobrir o valor da imaginação quando são obrigados a enxergar o mundo pelos olhos das crianças.

O filme apresenta Larry, um homem prático, impulsivo e pouco sensível às emoções alheias. Ele vive focado em seus próprios interesses e acredita que franqueza excessiva é sempre uma virtude. Quando se apaixona por uma mulher que admira atitudes solidárias, Larry decide mudar sua imagem e se voluntaria para trabalhar com crianças. A ideia é provar que tem um bom coração, mesmo sem entender completamente o universo infantil.

O problema surge quando Larry deixa escapar aquilo que realmente pensa. Ao conversar com um menino, ele afirma, sem qualquer cuidado, que fadas do dente não existem. A fala destrói a fantasia da criança e desencadeia uma punição inesperada. Como castigo por acabar com a magia da infância, Larry é condenado a se tornar uma verdadeira fada do dente por dez dias, com asas, varinha e um conjunto rígido de regras a cumprir.

A partir daí, a comédia ganha ritmo e criatividade. Totalmente despreparado para a função, Larry precisa aprender como agir com delicadeza, paciência e empatia. Ele passa a visitar quartos de crianças, lidar com medos, sonhos e expectativas, além de enfrentar situações constrangedoras que colocam sua personalidade rude em contraste direto com o mundo encantado que agora precisa representar.

No papel principal, Larry The Cable Guy conduz o filme com humor físico e exagerado, características já conhecidas de seu estilo. Seu personagem começa a história como alguém fechado e egoísta, mas aos poucos vai sendo transformado pelas experiências que vive. Cada missão como fada o obriga a refletir sobre suas atitudes e a entender que palavras têm peso, especialmente quando ditas a quem ainda está formando sua visão de mundo.

O elenco conta ainda com David Mackey, Erin Beute e Bob Lipka, que ajudam a construir o ambiente emocional da narrativa. As crianças, como costuma acontecer em filmes do gênero, funcionam como espelhos morais. São elas que revelam a Larry a importância da imaginação, do cuidado e da gentileza, valores que ele nunca considerou essenciais.

A direção é de Alex Zamm, conhecido por comandar produções familiares voltadas para o público jovem. Sua condução é simples e direta, priorizando situações cômicas visuais e uma narrativa fácil de acompanhar. O filme não busca grandes surpresas ou reviravoltas, mas aposta na previsibilidade como conforto, conduzindo o espectador por um caminho leve e otimista.

“O Fada do Dente 2” funciona como uma continuação independente do primeiro filme, lançado em 2010, que tinha Dwayne Johnson no papel principal. Apesar de ter recebido críticas negativas, o longa original surpreendeu nas bilheterias, arrecadando mais de 111 milhões de dólares mundialmente. Esse sucesso financeiro ajudou a manter a história viva e possibilitou a criação da sequência, que segue a mesma proposta, mas com um novo protagonista.

Mesmo sem repetir o elenco original, o segundo filme preserva o espírito da franquia. A ideia central continua sendo a transformação de um adulto cético em alguém capaz de acreditar novamente na magia. A fantasia funciona como metáfora para amadurecimento, mostrando que crescer não precisa significar abandonar completamente o encantamento da infância.

Outro ponto que contribui para a experiência do público brasileiro é a dublagem nacional, com vozes de Raquel Marinho, Luiz Laffey, Walter Cruz e Marco Antonio Abreu. A versão dublada reforça o tom cômico do filme e facilita a compreensão das piadas, especialmente para crianças que acompanham a Sessão da Tarde.

Além do humor, o filme carrega mensagens simples e eficazes. Ele fala sobre responsabilidade emocional, cuidado com as palavras e sobre como pequenas atitudes podem causar grandes impactos. Ao ser forçado a viver como fada, Larry aprende que a fantasia é uma forma de proteger sentimentos e criar memórias positivas, algo que ele nunca havia valorizado.

“13º Distrito” leva ação explosiva e crítica social ao Cine Maior da Record neste domingo, 25 de janeiro

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O Cine Maior da Record TV exibe neste domingo, 25, o eletrizante “13º Distrito” (Banlieue 13), filme francês de ação lançado em 2004 que se tornou referência tanto pelo uso inovador do parkour quanto pela forte crítica social embutida em sua narrativa. Dirigido por Pierre Morel (Busca Implacável) e escrito e produzido por Luc Besson (O Profissional, O Quinto Elemento), o longa combina adrenalina, denúncia política e um retrato distópico das periferias urbanas.

Ambientado em um futuro próximo, no ano de 2010, o filme se passa em um subúrbio de Paris conhecido como B-13, uma área completamente abandonada pelo poder público. Escolas foram fechadas, serviços básicos deixaram de existir e, sob autorização do governo federal, um enorme muro foi erguido para isolar o bairro do restante da cidade. O resultado é um território sem lei, dominado pelo tráfico de drogas, violência extrema e corrupção policial, onde o Estado só aparece por meio da repressão militar.

No centro da trama está Leïto, interpretado por David Belle (Yamakasi), fundador do parkour e responsável por levar a prática ao cinema de forma espetacular. Morador do B-13, Leïto é um cidadão comum, revoltado com o abandono do bairro e decidido a enfrentar o crime organizado que domina a região. Em um ato ousado, ele confisca uma grande quantidade de drogas pertencente ao traficante Taha, líder absoluto do distrito, desencadeando uma cadeia de violência e vingança.

A retaliação não demora. Incapaz de capturar Leïto, Taha ordena o sequestro de Lola, irmã do protagonista, como forma de punição. Em uma sequência tensa, Leïto consegue inicialmente resgatar a jovem e entregar o criminoso à polícia, mas a corrupção institucional se impõe. Um delegado decide libertar Taha, que sai ileso enquanto Lola é levada novamente ao cativeiro. Traído pelo sistema, Leïto reage com fúria, mata o policial corrupto e acaba sendo preso, reforçando o retrato de um Estado que protege criminosos quando isso atende aos seus próprios interesses.

É nesse ponto que a narrativa se expande com a introdução de Damien Tomaso, vivido por Cyril Raffaelli (Beijo do Dragão), um agente das forças especiais treinado em artes marciais. Damien é convocado pelos militares para uma missão urgente: desarmar uma poderosa bomba de nêutrons prestes a explodir no B-13, com potencial para devastar um raio de quilômetros da cidade. Oficialmente, a arma teria sido roubada por criminosos locais, mas logo fica claro que há interesses obscuros por trás da operação.

Sabendo que Damien não conseguiria se infiltrar sozinho no distrito, os militares o colocam em contato com Leïto, forçando uma fuga da prisão para que os dois atuem juntos. Apesar das diferenças evidentes entre eles, um agente disciplinado e um rebelde moldado pela rua, a parceria se torna inevitável. Ambos têm o mesmo inimigo e objetivos que se cruzam: salvar Lola, desarmar a bomba e expor a corrupção que ameaça exterminar o B-13.

A partir daí, o filme mergulha em uma sucessão de cenas de ação intensas, com perseguições vertiginosas, combates corpo a corpo e sequências de parkour que desafiam a gravidade. Mais do que um recurso estético, o parkour funciona como linguagem narrativa, simbolizando resistência, liberdade e a tentativa de romper muros físicos e sociais impostos aos moradores do distrito.

“13º Distrito” se destaca também pela crítica política. Ao longo da trama, o espectador percebe que a verdadeira ameaça não vem apenas dos criminosos, mas das próprias autoridades, que veem o bairro como descartável. A conspiração envolvendo militares e governantes revela uma lógica de extermínio disfarçada de solução de segurança pública, levantando questões incômodas sobre segregação, exclusão social e abuso de poder.

Trailer do reboot de Faces of Death provoca choque ao repensar violência e realidade na era digital

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O primeiro trailer do reboot de Faces of Death acaba de ser divulgado e deixa claro que a nova versão não pretende apenas revisitar um título infame do cinema, mas reinterpretá-lo à luz de um mundo dominado por telas, algoritmos e consumo incessante de imagens extremas. A prévia aposta em um clima inquietante, mais psicológico do que gráfico, e sugere uma reflexão direta sobre trauma, dessensibilização e a fragilidade da verdade na internet. Abaixo, confira o vídeo:

Lançado originalmente em 1978, Faces of Death se tornou um fenômeno controverso ao se vender como um documentário que reunia registros reais das mais brutais formas de morrer. O impacto foi imediato: o filme foi proibido em diversos países, sofreu censura pesada e se transformou em objeto de debates morais que atravessaram décadas. Muito do choque vinha justamente da dúvida sobre o que era real e o que havia sido encenado, uma ambiguidade que ajudou a consolidar sua fama.

O trailer do reboot, produzido pela Legendary Pictures, deixa evidente que essa ambiguidade volta a ser o eixo central da narrativa, agora atualizada para o contexto digital. Em vez de imitar o formato de falso documentário do original, o novo filme aposta em uma história ficcional que dialoga diretamente com o cotidiano contemporâneo. A trama acompanha uma jovem moderadora de conteúdo que trabalha filtrando vídeos violentos em uma plataforma online. Cercada diariamente por imagens perturbadoras, ela tenta manter algum controle emocional enquanto lida com traumas pessoais ainda não resolvidos.

A prévia sugere que sua rotina começa a ruir quando ela se depara com vídeos que parecem recriar, de forma minuciosa, cenas atribuídas ao antigo Faces of Death. A partir daí, o filme levanta uma questão central: em um cenário dominado por vídeos virais, deepfakes e encenações cada vez mais realistas, ainda é possível distinguir o que é verdade do que é espetáculo? O trailer reforça essa dúvida com cortes rápidos, imagens fragmentadas e sons distorcidos, criando uma sensação constante de instabilidade.

O projeto tem direção de Daniel Goldhaber e roteiro de Isa Mazzei, dupla conhecida por explorar obsessões, identidades fragmentadas e os impactos psicológicos do ambiente digital. Essa abordagem fica clara no tom do trailer, que evita a exposição explícita e aposta mais na sugestão, no desconforto e no peso emocional acumulado pela protagonista.

O elenco também chama atenção. Dacre Montgomery, conhecido por Stranger Things, surge em um papel ainda envolto em mistério. Barbie Ferreira, de Euphoria, aparece em cenas que sugerem vulnerabilidade e confronto direto com o horror cotidiano. Completam o time Sarah Voigt, Tadasay Young, Josie Totah e a cantora Charli XCX, cuja presença reforça o diálogo do filme com uma geração moldada pela cultura online.

Para compreender o impacto simbólico do reboot, é impossível ignorar o legado do filme original. Faces of Death de 1978 apresentava o patologista Francis B. Gröss como guia por uma coleção de imagens de mortes ao redor do mundo, misturando violência contra animais, crimes, execuções, guerras, acidentes e reflexões filosóficas sobre a finitude humana. Mesmo com muitas cenas posteriormente reveladas como encenadas, o filme marcou época justamente por explorar o limite ético do olhar do espectador.

Sexta-feira de arrepiar! 5 dicas de filmes de terror para transformar sua noite em pura tensão

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Sexta-feira à noite pede um bom filme de terror — daqueles que deixam o coração acelerado, provocam tensão e ainda rendem assunto depois dos créditos. Se você quer variar entre slasher, terror social, suspense psicológico e crítica ácida, essa seleção é perfeita. Abaixo, falamos sobre cinco títulos que entregam experiências bem diferentes, mas igualmente marcantes: Pânico 6, Casamento Sangrento, Corra!, O Menu e Boa Noite, Mamãe!

Tem alguma coisa diferente no ar quando a sexta-feira cai no dia 13. Pode ser superstição, pode ser puro marketing do terror… mas a verdade é que o clima muda. A gente já entra no dia com aquela energia meio “hoje vai dar ruim” — no melhor sentido possível, claro. É o momento perfeito pra abraçar o caos fictício, apagar as luzes e deixar o medo virar entretenimento.

Sexta-feira 13 virou praticamente um símbolo do terror. É a data que lembra máscara, perseguição, gritos no meio da noite e aquela trilha sonora que faz o coração acelerar. Mesmo quem não é supersticioso entra na brincadeira. E se é pra entrar no clima, nada melhor do que escolher um filme que combine com essa vibe mais sombria, intensa e levemente caótica.

Separei cinco filmes que funcionam demais pra esse tipo de noite: tem slasher, terror psicológico, crítica social e até jantar chiquérrimo que vira pesadelo. Bora?

🔪 Pânico VI (2023)

Se a sexta-feira 13 tivesse uma trilha sonora, provavelmente seria alguém correndo e respirando ofegante enquanto olha pra trás. E é exatamente essa energia que Pânico VI entrega.

Aqui, o Ghostface sai do cenário clássico de cidade pequena e vai direto pra Nova York. E isso muda tudo. Porque o medo deixa de ser aquele isolamento no meio do nada e vira pânico no meio da multidão. Metrô lotado, becos escuros, apartamentos apertados… ninguém está seguro.

O filme é mais intenso, mais violento e mais direto. Ele mantém a metalinguagem que a franquia sempre teve, mas adiciona uma brutalidade que combina muito com essa vibe de sexta-feira 13: imprevisível e sem piedade.

É perfeito pra quem quer tensão o tempo inteiro e aquela sensação de que qualquer personagem pode rodar a qualquer momento.

💍🩸 Casamento Sangrento

Agora imagina casar e, na noite de núpcias, descobrir que precisa sobreviver à família do seu marido. É isso. Simples assim. Um jogo de esconde-esconde que vira uma caça mortal dentro de uma mansão luxuosa.

Casamento Sangrento tem aquela energia de sexta-feira 13 raiz: perseguição, sangue e sobrevivência. Mas ele também tem um humor ácido delicioso. Você fica tenso e dá risada nervosa ao mesmo tempo.

A personagem da Samara Weaving começa meio perdida na situação, mas rapidamente assume o controle e vira praticamente um símbolo de resistência. É aquele terror que diverte enquanto faz você se encolher no sofá.

Se a ideia é algo agitado, com crítica à elite e uma protagonista que não aceita virar vítima fácil, pode apertar o play sem medo.

🧠 Corra!

Aqui o medo não vem correndo com faca na mão. Ele vem sorrindo, oferecendo chá e fazendo comentários “estranhos demais pra serem normais”.

Dirigido por Jordan Peele, Corra! é aquele terror que começa sutil. Você assiste e pensa: “Ok… tem algo errado aqui”. E esse algo errado vai crescendo, crescendo… até explodir.

É um filme que mistura suspense psicológico com crítica social de um jeito muito inteligente. O desconforto é constante. Não é sobre susto fácil, é sobre tensão emocional. Sobre olhar pra tela e sentir que tem alguma coisa muito fora do lugar.

Pra uma sexta-feira 13 mais reflexiva, mas ainda assim perturbadora, ele funciona demais.

🍽️🔥 O Menu

Quer algo diferente, mas ainda tenso? Então imagina um jantar superexclusivo em uma ilha isolada. Tudo chique, minimalista, elegante… até você perceber que o cardápio inclui algo muito mais sombrio do que comida.

Com Ralph Fiennes e Anya Taylor-Joy no elenco, O Menu é aquele terror sofisticado que incomoda de forma silenciosa. Não é correria. Não é gritaria o tempo todo. É tensão crescente.

Cada prato servido parece uma provocação. Uma crítica. Um aviso. E você vai ficando cada vez mais desconfortável, tentando entender onde aquilo vai parar.

Ele combina com sexta-feira 13 porque brinca com a ideia de destino inevitável. De estar preso em um lugar onde as regras já foram definidas — e não por você.

Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima deste domingo, 1º de março, na Globo

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A tarde deste domingo, 1º de março de 2026, será dominada por rugidos, explosões e batalhas monumentais na TV Globo. A tradicional sessão Temperatura Máxima apresenta o épico Godzilla vs. Kong, colocando frente a frente dois dos maiores ícones da história do cinema em um confronto que ultrapassa qualquer noção de escala.

A produção representa o encontro de lendas. De um lado, Godzilla, o rei dos monstros, símbolo de destruição e força da natureza. Do outro, Kong, o gigante que, apesar da imponência, carrega uma conexão mais emocional com os humanos. O longa parte justamente desse contraste para construir uma narrativa que mistura espetáculo visual e disputa de territórios.

A história começa acompanhando Kong em cativeiro monitorado pela organização Monarch. O gigante vive sob observação, em um ambiente criado para simular seu habitat natural, enquanto cientistas tentam entender melhor sua origem e comportamento. Entre eles está a personagem vivida por Rebecca Hall, que desenvolve uma relação especial com o animal, especialmente por meio de uma jovem garota surda que se comunica com ele por linguagem de sinais. (Via AdoroCinema)

Enquanto isso, Godzilla passa a atacar instalações humanas sem motivo aparente, colocando em dúvida a confiança que havia sido estabelecida após os eventos de Godzilla II: Rei dos Monstros. O que antes parecia um equilíbrio frágil entre titãs e humanidade se transforma em caos. Cidades são evacuadas, autoridades entram em estado de alerta e cresce a sensação de que algo muito maior está por trás desses ataques.

É nesse cenário de tensão que surge a proposta arriscada de levar Kong até a Terra Oca, um mundo subterrâneo que pode ser sua verdadeira casa. A expedição é liderada pelo personagem de Alexander Skarsgård, que acredita que ali esteja escondida uma fonte de energia capaz de explicar a origem dos titãs e, talvez, conter a fúria de Godzilla. A jornada rumo ao desconhecido adiciona um tom de aventura ao filme, ampliando ainda mais a escala da narrativa.

Mas o que o público realmente espera acontece quando os dois gigantes finalmente se encontram. O primeiro embate acontece em alto-mar e já deixa claro que não haverá trégua. Navios militares parecem brinquedos diante da força bruta das criaturas. Cada golpe reverbera como um terremoto, e a sensação de impotência humana é constante. A batalha seguinte, ambientada em uma metrópole iluminada por neon, eleva o espetáculo visual a outro nível, com prédios sendo destruídos como peças de dominó.

Dirigido por Adam Wingard, o filme aposta em uma abordagem mais dinâmica e direta, priorizando o ritmo acelerado e os confrontos grandiosos. Wingard já havia declarado que queria entregar um vencedor definitivo para o duelo, evitando a ambiguidade que marcou o clássico encontro entre os dois monstros nos anos 1960. Essa decisão dá ao longa uma tensão adicional, pois deixa claro que não se trata apenas de um confronto simbólico.

O elenco humano também conta com Millie Bobby Brown, que reprisa seu papel do filme anterior, além de Brian Tyree Henry, Kyle Chandler e Demián Bichir. Embora os personagens sirvam principalmente como ponte entre uma batalha e outra, eles ajudam a construir o contexto que sustenta o conflito principal.

Lançado em 2021, em meio aos desafios da pandemia, “Godzilla vs. Kong” foi um dos primeiros grandes blockbusters a testar um modelo híbrido de distribuição, chegando simultaneamente aos cinemas e ao streaming nos Estados Unidos. Mesmo com restrições de público em várias partes do mundo, o filme arrecadou cerca de 467 milhões de dólares globalmente, consolidando-se como um dos maiores sucessos daquele ano e reafirmando a força do chamado MonsterVerse.

Visualmente, a produção impressiona. Os efeitos especiais criam criaturas com peso, textura e presença realista, algo essencial para que o público aceite a fantasia proposta. As cenas de luta são coreografadas como verdadeiros duelos de titãs, com enquadramentos que destacam a diferença de tamanho em relação ao ambiente urbano e aos humanos que tentam sobreviver ao caos.

Ao mesmo tempo, o filme carrega uma dimensão simbólica interessante. Godzilla representa a força incontrolável da natureza, enquanto Kong carrega traços mais humanizados, como lealdade e instinto de proteção. O embate entre eles vai além da disputa física e sugere um choque entre instinto e estratégia, entre isolamento e convivência.

Para quem acompanha a trajetória desses personagens desde os filmes clássicos, o longa é também um momento histórico. Trata-se do 36º filme da franquia Godzilla e do 12º da franquia King Kong, além de ser o quarto capítulo do universo compartilhado da Legendary. A união dessas mitologias consolida uma nova fase para o cinema de monstros, que combina tradição e tecnologia de ponta.

Resumo da novela O Rico e Lázaro de segunda, 19/05

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Foto: Reprodução/ Internet

A nova semana começa fervendo na Babilônia! O capítulo de segunda-feira, 19 de maio de 2025, de O Rico e Lázaro vem com alianças improváveis, revelações amargas e um mistério que pode mudar tudo…

💍 Malca surpreende e, mesmo com o coração apertado, diz que aceita que Joana se torne a segunda esposa de Zac. Mas será que Joana está disposta a isso? Ela mesma tenta convencer Matias a largar os vícios do jogo, enquanto o clima entre todos segue instável.

😡 Zac, por sua vez, perde a cabeça ao descobrir que sua mãe, Elga, está de casamento marcado com Fassur. A notícia mexe com ele mais do que esperava. E como se não bastasse, Zelfa anuncia que vai deixar a casa — o clima tá tenso no lar!

💔 Já Absalom leva um choque ao descobrir que Dana está noiva, e as gêmeas continuam enfrentando crises com seus maridos. Nada de paz nessa família…

👑 Neusta se empolga ao comentar os preparativos para uma grande festa em homenagem ao rei. Enquanto isso, Ebede-Meleque vai até Joaquim, mostrando que ainda há lealdade e afeto mesmo em tempos tão difíceis.

🤔 Dana tenta entender as últimas atitudes de Joana, que está cada vez mais dividida entre a razão e o coração.

🕵️‍♂️ Mas o maior suspense vem agora: o comerciante que havia testemunhado o assassinato de Chaim é encontrado morto. Coincidência? Pouco provável… E logo vem a cobrança: Rabe-Sáris questiona os irmãos se eles têm algum envolvimento com o crime. A tensão só aumenta.

👶 Amitis visita o bebê de Lia, num momento de doçura em meio ao caos. Mas a calmaria dura pouco: Arioque alerta os filhos de Daniel para que fiquem longe de Belsazar. Intuição de pai, hein?

🎁 Enquanto isso, Asher leva presentes ao rei e acaba sendo convidado por Beroso para permanecer no palácio. Ele ainda tenta comprar Lior, mostrando que não esqueceu o amigo. Mas será que Beroso tem outros planos com esse convite?

Marvel divulga vídeo de bastidores de “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” – produção marca o início da Fase 6 do MCU

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Foto: Reprodução/ Internet

A Marvel Studios divulgou nesta sexta-feira (18) um vídeo exclusivo dos bastidores de “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”, o filme que chega aos cinemas brasileiros em 24 de julho de 2025. A produção marca o início da Fase 6 do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) e apresenta um novo elenco para os icônicos personagens.

Novo elenco dá vida aos personagens clássicos

O longa é estrelado por Pedro Pascal, conhecido por seus papéis marcantes em The Last of Us, The Mandalorian, Narcos, Kingsman: O Círculo Dourado e Game of Thrones. Ele interpreta Reed Richards, também conhecido como Sr. Fantástico, o líder do grupo. Vanessa Kirby, que ganhou destaque em produções como Missão: Impossível – Acerto de Contas, The Crown (pela qual recebeu indicação ao Emmy), Pieces of a Woman, The Kettering Incident e Vikings, vive Susan Storm, a Mulher-Invisível. Joseph Quinn, que conquistou o público em séries como Stranger Things, Game of Thrones, Howards End e no filme Overlord, assume o papel do irmão dela, Johnny Storm, a Tocha Humana. Completando o quarteto, Ebon Moss-Bachrach, conhecido por suas atuações em O Urso (The Bear), Justiceiro (The Punisher), Girls, Homeland e Rastro de Mentiras (The Following), interpreta Ben Grimm, o Coisa.

Origem do Quarteto Fantástico e poderes dos personagens

Criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1961, o Quarteto Fantástico é um dos grupos mais emblemáticos da Marvel Comics, responsável por revolucionar o gênero de super-heróis ao explorar relações familiares e dilemas pessoais. A história acompanha quatro astronautas que, durante uma missão espacial, são expostos a uma tempestade de raios cósmicos e desenvolvem habilidades extraordinárias.

Reed Richards ganha a capacidade de esticar seu corpo de forma elástica. Susan Storm pode tornar-se invisível e gerar campos de força. Johnny Storm adquire o poder de controlar o fogo e voar. Ben Grimm transforma-se em uma criatura rochosa com força sobre-humana. No filme, a trama se aprofunda nos desafios pessoais e coletivos do grupo, que precisa aprender a lidar com seus poderes recém-descobertos enquanto enfrenta ameaças poderosas.

Robert Downey Jr. retorna como vilão Doutor Destino

Uma das grandes novidades da produção é a participação do ator Robert Downey Jr., que retorna ao MCU interpretando Doutor Destino (Doctor Doom), um dos vilões mais icônicos e complexos da Marvel. Downey Jr. é reconhecido mundialmente pelo papel de Tony Stark/Homem de Ferro, personagem central das primeiras cinco fases do MCU.

Doutor Destino é um antagonista tradicional do Quarteto Fantástico, conhecido por sua inteligência brilhante, habilidades mágicas e armaduras tecnológicas. Sua presença no filme indica a construção de um arco narrativo que será fundamental para os próximos lançamentos do MCU, incluindo os filmes “Vingadores: Doomsday” (2026) e “Vingadores: Guerras Secretas” (2027).

Fase 6 do MCU: renovação e expansão do universo

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” dá início à Fase 6 do MCU, que deve culminar com os eventos dos próximos filmes dos Vingadores, prometendo amarrar várias linhas narrativas. A Marvel segue a estratégia de renovar o elenco e apresentar personagens clássicos em versões contemporâneas, buscando manter o interesse dos fãs antigos e atrair novos públicos.

A Fase 6, conforme revelado pela Marvel, vai explorar temas mais amplos e conectados, com foco em construção de universos paralelos e conflitos épicos, mantendo o equilíbrio entre ação, emoção e humor característicos da franquia.

Bastidores: esforço e inovação tecnológica

O vídeo divulgado apresenta cenas da produção, incluindo trechos das filmagens com o elenco principal em ação, momentos de ensaio e a complexa montagem dos efeitos visuais que serão usados para dar vida aos poderes dos personagens.

A interação natural entre os atores e o comprometimento da equipe técnica são destacados, revelando a busca da Marvel por trazer uma narrativa que combine fidelidade às origens dos personagens e inovação visual.

Expectativas para a estreia e futuro da franquia

Com estreia marcada para 24 de julho de 2025, “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” é um projeto estratégico para a Marvel Studios, que aposta na renovação de uma das suas franquias mais tradicionais para continuar expandindo o MCU.

The Love School – Escola do Amor deste sábado (25) aborda superação e reconstrução do amor com Túlio e Carolina

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 25 de outubro, o The Love School – Escola do Amor, apresentado por Renato e Cristiane Cardoso, traz uma edição especial com o tema “Tentando Calar a Dor”, abordando a importância de enfrentar sentimentos dolorosos e reconstruir relacionamentos a partir da superação pessoal. O programa apresenta a inspiradora história de Túlio e Carolina, um casal que transformou sofrimento em aprendizado, resiliência e amor verdadeiro.

Túlio cresceu em um ambiente familiar desestruturado, onde desafios e conflitos marcaram sua infância e adolescência. Ao longo da vida, ele enfrentou diversas dificuldades, mas a perda de seu filho recém-nascido no primeiro casamento foi um ponto de ruptura que deixou marcas profundas em sua vida emocional. O luto intenso o levou a buscar refúgio em vícios, bebidas e distrações, tentando silenciar a dor e preencher o vazio interno que parecia impossível de curar.

Mesmo com estratégias momentâneas para escapar do sofrimento, Túlio continuava se sentindo perdido. Cada novo desafio só reforçava o sentimento de vazio, tornando evidente que paliativos externos nunca seriam suficientes para restaurar sua paz interior. Foi nesse período de fragilidade que ele encontrou no The Love School um espaço de reflexão e transformação. Através das palestras e ensinamentos de Renato e Cristiane, Túlio começou a compreender a importância de enfrentar suas dores, ressignificar o passado e reconstruir sua vida de forma consciente.

No caminho da recuperação, Túlio conheceu Carolina, que se tornou não apenas sua companheira, mas também uma parceira na construção de uma relação baseada em amor, compreensão e apoio mútuo. Juntos, eles desenvolveram um casamento estruturado e saudável, mostrando que é possível transformar experiências traumáticas em aprendizados valiosos. A história do casal é um exemplo de resiliência emocional e da força do amor quando aliado à consciência, paciência e diálogo.

Além de compartilhar momentos emocionantes e histórias de superação, esta edição do The Love School traz reflexões sobre como lidar com sentimentos difíceis, fortalecer a autoestima e construir relações saudáveis mesmo diante de adversidades. Renato e Cristiane destacam a importância de reconhecer a dor, em vez de apenas tentar escondê-la, e de transformar experiências negativas em oportunidades de crescimento pessoal e conjugal.

O episódio também reforça valores essenciais para qualquer relacionamento: comunicação, empatia, respeito e compromisso com a própria evolução. Ao acompanhar a trajetória de Túlio e Carolina, os espectadores são convidados a refletir sobre suas próprias vidas, seus desafios emocionais e a forma como se relacionam com parceiros, familiares e amigos.

Cyclone chega aos cinemas e conta a história de uma mulher que desafiou seu tempo

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Após passar por importantes festivais de cinema, como o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, o longa Cyclone finalmente tem estreia marcada nos cinemas brasileiros: 4 de dezembro. Com distribuição da Bretz Films, o filme mergulha na São Paulo do início do século XX para narrar a história de Daise, uma mulher determinada a transformar sua paixão pela dramaturgia em realidade, mesmo diante de uma sociedade que restringia severamente o espaço feminino.

A narrativa acompanha Daise, vivida por Luiza Mariani, uma operária que equilibra o trabalho exaustivo em uma gráfica com o sonho de escrever e atuar. Ao conquistar uma bolsa para estudar teatro em Paris, Daise se depara com desafios que vão além da distância ou da técnica: ela precisa confrontar um sistema que não reconhece a autonomia feminina e nega às mulheres o direito de se expressarem livremente. O longa mistura drama histórico, feminismo e o poder transformador da arte, oferecendo uma reflexão sobre coragem, persistência e identidade.

Inspirado na trajetória de Maria de Lourdes Castro Pontes, apelidada de Miss Cyclone pelos Modernistas, o roteiro da cineasta Rita Pfiffer preenche com sensibilidade lacunas históricas, criando uma personagem que homenageia Cyclone e, ao mesmo tempo, dialoga com os dilemas das mulheres contemporâneas. A produção evidencia a arte como forma de resistência, mostrando que talento e determinação podem desafiar barreiras impostas pelo tempo e pela sociedade.

O projeto é especialmente significativo para Luiza Mariani, que já interpretou Daise nos palcos e trabalhou por mais de duas décadas para levar essa história ao cinema. Além de protagonizar, Mariani assina a produção ao lado de Joana Mariani e Eliane Ferreira e contribui no roteiro, garantindo que a adaptação cinematográfica preserve a essência e a força emocional da personagem. Entre outros trabalhos de destaque de Luiza estão O Homem do Futuro, O Primo Basílio e O Casamento de Romeu e Julieta, mostrando sua versatilidade tanto no teatro quanto no cinema.

O elenco de Cyclone reúne nomes de destaque do cinema brasileiro. Eduardo Moscovis, que interpreta um dos papéis centrais, já brilhou em filmes como Ela e Eu, Olga, O Outro Lado da Rua e Se Eu Fosse Você. Karine Teles, conhecida por seu trabalho em Benzinho, também se destacou em Que Horas Ela Volta?, Os Normais 2 e O Filme da Minha Vida, trazendo sensibilidade e profundidade à personagem que vive. Luciana Paes, que interpreta outro papel marcante, tem em seu portfólio obras como Sinfonia da Necrópole, O Som ao Redor, O Palhaço e Alemão, revelando sua habilidade de construir personagens complexos e verossímeis.

Magali Biff, vista em Pela Janela, O Lobo Atrás da Porta e Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, entrega uma performance carregada de nuances emocionais. Rogério Brito, que participou de Um Ano Inesquecível – Primavera, também esteve em produções como Hoje Eu Quero Voltar Sozinho e Se Eu Fosse Você, reforçando sua versatilidade. Ricardo Teodoro, conhecido por Baby, soma em seu currículo títulos como O Beijo no Asfalto e Se Nada Mais Der Certo, contribuindo com presença e consistência à narrativa.

Cyclone se destaca não apenas pelo rigor histórico, mas também pela abordagem contemporânea e feminista da trajetória de Daise. O longa convida o público a refletir sobre os obstáculos enfrentados por mulheres ao longo da história e sobre a importância da persistência mesmo em contextos adversos. Mais do que uma obra biográfica, o filme celebra a arte como ferramenta de transformação social e individual, mostrando que a força, a criatividade e a coragem feminina sempre encontram maneiras de emergir, mesmo nos cenários mais desafiadores.

Série Adultos é renovada para 2ª temporada no Disney+ e promete explorar ainda mais a comédia da vida adulta

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O Disney+ acaba de confirmar a renovação da série Adultos para sua segunda temporada. A informação foi divulgada pelo site TVLine e marca a continuidade de uma das comédias mais comentadas da plataforma, que conquistou fãs pelo retrato sincero e bem-humorado da vida dos jovens adultos em Nova York.

“Ben [Kronengold] e Rebecca [Shaw] são roteiristas incrivelmente talentosos e capturaram com maestria e muito humor a experiência de ser um jovem adulto no mundo de hoje”, afirmou Kate Lambert, vice-presidente executiva de desenvolvimento da FX. “Todo o elenco — Malik, Lucy, Jack, Amita e Owen — é excepcional em dar vida à série de uma forma que realmente conquistou o público”, completou.

Criada por Ben Kronengold e Rebecca Shaw, a série acompanha um grupo de amigos de vinte e poucos anos tentando, sem grande sucesso, se tornar pessoas melhores. No centro da trama estão Samir (Malik Elassal), Billie (Lucy Freyer), Paul Baker (Jack Innanen), Issa (Amita Rao) e Anton (Owen Thiele). Morando juntos na antiga casa de infância de Samir, eles compartilham não apenas o espaço físico, mas também refeições improvisadas, crises existenciais e até, em momentos críticos, escovas de dentes.

A força da série está justamente em seu olhar irônico e ácido sobre os desafios da vida adulta. Entre situações absurdas, conflitos do cotidiano e relações codependentes, “Adultos” explora de forma cômica a pressão para amadurecer, a constante sensação de não pertencimento e os pequenos fracassos que marcam essa fase da vida. Mais do que uma simples comédia, a produção oferece um retrato honesto de uma geração em busca de si mesma, mostrando que, às vezes, apenas sobreviver à própria juventude já é uma vitória.

O elenco conta ainda com Rachel Marsh, Charlie Cox, Julia Fox e Tala Ashe, que se juntam ao núcleo principal para enriquecer a dinâmica entre os personagens. Cada ator traz nuances únicas, tornando cada episódio uma experiência que combina humor, exagero e momentos de introspecção, garantindo identificação com o público jovem adulto.

Desde sua estreia, “Adultos” recebeu elogios por sua abordagem original e contemporânea. A crítica destaca o equilíbrio entre comédia e drama, mostrando que os protagonistas, embora imperfeitos e muitas vezes desastrosos, refletem de forma divertida os dilemas da geração millennial e da Geração Z. A química entre o elenco e o roteiro sagaz de Kronengold e Shaw criam cenas memoráveis que permanecem na mente do público muito depois do fim de cada episódio.

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