Marvel libera novo trailer de Quarteto Fantástico com cenas inéditas e clima de recomeço para o MCU

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Na última sexta-feira, 11 de julho, a Marvel Studios não apenas lançou um novo trailer de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos — ela cravou, com todas as letras, que a Fase 6 do MCU será inaugurada com ambição, reverência e coragem. O vídeo, recheado de cenas inéditas, revelou detalhes até então guardados a sete chaves e, mais do que isso, deu sinais claros de que o novo Quarteto não está aqui para repetir fórmulas. Está aqui para reescrever o jogo. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

E a aposta é alta: Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach formam o novo núcleo emocional da Marvel. Só que, dessa vez, não são apenas super-heróis. São família. São pioneiros. São o ponto de partida de uma nova fase que promete desafiar o passado e provocar o futuro.

Quarteto reinventado: mais do que poderes, vínculos

Em um mercado saturado por equipes de heróis padronizadas, o novo Quarteto Fantástico se posiciona como algo raro: uma história de intimidade em meio ao caos cósmico. Pedro Pascal surge como um Reed Richards menos distante e mais quebrado, dividido entre genialidade e culpa. Vanessa Kirby traz à Sue Storm uma presença densa, mais contida, mas com tensão emocional clara: ela não é coadjuvante de ninguém — e o trailer deixa isso bem claro.

Enquanto isso, Joseph Quinn encarna Johnny Storm com carisma e sarcasmo na medida certa, equilibrando juventude e arrogância. Já Ebon Moss-Bachrach entrega um Ben Grimm (o Coisa) com alma de poeta trágico, visivelmente desconfortável com sua aparência, mas ainda mais tocante em sua lealdade. É, possivelmente, o Coisa mais humano já visto no cinema.

Do brilho ao abismo: o retorno sombrio de Robert Downey Jr. como Doutor Destino

Mas o grande trunfo — e talvez o maior risco criativo da Marvel até agora — é a reentrada de Robert Downey Jr. no MCU, desta vez como Victor Von Doom, o icônico e complexo Doutor Destino. O trailer entrega apenas flashes do personagem, envolto em sombras e silêncios — mas o impacto é imediato. Ao escalar Downey Jr., a Marvel não apenas inverte expectativas, como quebra o ciclo de nostalgia fácil: o herói mais amado agora é a ameaça central. E isso, por si só, muda tudo.

Tom e estética: ficção científica com alma vintage

Visualmente, Primeiros Passos é um aceno claro à ficção científica da Era de Ouro: retrô sem ser kitsch, colorido sem ser cartunesco. Há elementos que remetem à estética de “2001: Uma Odisseia no Espaço” e “Perdidos no Espaço”, mas com o peso emocional que o MCU vinha tentando resgatar desde Vingadores: Ultimato.

O trailer também insinua que a história será mais pé no chão do que os fãs imaginavam — com foco nos dilemas familiares, nas escolhas morais de Reed e no nascimento dos conflitos internos da equipe. Nada de vilões surgindo do nada ou raios coloridos em prédios genéricos. Aqui, o confronto começa dentro do lar.

O início de tudo — e o fim de uma era

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chega aos cinemas brasileiros em 24 de julho de 2025 com a missão de dar início à Fase 6 do MCU — que culminará com Vingadores: Doomsday (2026) e Guerras Secretas (2027). A escalação de peso e o tom ousado sugerem que o filme será mais do que uma introdução: será a espinha dorsal da narrativa que levará o universo Marvel a seu clímax mais arriscado.

E mais do que efeitos especiais ou combates grandiosos, o que o novo trailer entrega é uma promessa de profundidade emocional — algo que muitos fãs vinham cobrando há anos. Se a Marvel cumprir o que insinua, Quarteto Fantástico pode não só resgatar o prestígio perdido do estúdio, mas também marcar o início de uma nova era — onde a ciência, o afeto e o conflito existencial dividem espaço com o heroísmo.

Super Tela exibe Sicário: Dia do Soldado neste sábado (12) com drama, tensão e dilemas morais na fronteira

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Às vezes, a guerra mais brutal não é aquela feita com tanques ou exércitos — mas sim aquela que acontece nos bastidores, em silêncio, com ordens que jamais serão assumidas publicamente. É nesse território sombrio que Sicário: Dia do Soldado mergulha. O filme será exibido pela Super Tela neste sábado, 12 de julho, às 22h30, na Record TV, e promete uma noite de tirar o fôlego.

A produção é a continuação do aclamado Sicário (2015), mas aqui a história caminha por conta própria — com personagens que já perderam quase tudo, tentando manter o pouco de humanidade que ainda lhes resta.

Um plano secreto, uma escolha impossível

Na trama, Matt Graver, um agente da CIA vivido por Josh Brolin (Vingadores: Guerra Infinita, Deadpool 2), recebe uma missão delicada do alto escalão do governo americano: criar um conflito interno entre cartéis mexicanos. A justificativa? Após um atentado nos EUA, os cartéis agora são vistos como terroristas — e isso abre margem para operações clandestinas sem limites éticos ou legais.

Para executar a missão, ele convoca um rosto conhecido: Alejandro Gillick, interpretado de forma intensa por Benicio Del Toro (Traffic, Os Suspeitos). Sicário, ex-advogado, homem de poucas palavras e muitos fantasmas, Alejandro aceita a tarefa. Mas o plano é mais cruel do que parece: sequestrar a filha de um chefão do tráfico para provocar o caos entre os rivais.

Entre a missão e a consciência

A jovem sequestrada, Isabel Reyes, é interpretada por Isabela Merced (Dora e a Cidade Perdida, Sweet Girl). Aos poucos, o filme revela que ela não é apenas um alvo estratégico — é uma adolescente com medos, sonhos e humanidade, exposta ao pior da guerra adulta. Quando tudo sai do controle e a operação é abandonada pelo próprio governo, Alejandro se vê sozinho, com a menina ao seu lado, tendo que decidir se ainda consegue salvar algo — ou alguém — do desastre que ajudou a criar.

Entre explosões, perseguições no deserto e alianças frágeis, o que mais pesa é o silêncio entre os dois: um homem forjado na dor e uma garota arrancada de sua vida por uma lógica que ela nem compreende. O vínculo improvável que se constrói entre eles é o verdadeiro centro emocional do filme.

Tensão, crítica e cinema de verdade

Com direção do italiano Stefano Sollima (Suburra, Gomorra) e roteiro do consagrado Taylor Sheridan (A Qualquer Custo, Yellowstone), o longa vai além do gênero. Ele expõe, com brutalidade e sobriedade, os efeitos colaterais das decisões tomadas em gabinetes distantes. A fotografia árida e realista, a trilha sonora que pulsa como um batimento de ansiedade, e os silêncios que dizem mais do que os diálogos fazem de Sicário: Dia do Soldado um filme que faz pensar — e sentir.

Por que vale assistir?

Porque nem todo filme de ação precisa ser só explosão. Sicário: Dia do Soldado é sobre escolhas difíceis, fronteiras borradas entre certo e errado, e pessoas que carregam o peso de decisões que jamais serão aplaudidas.

7 curiosidades que você (provavelmente) não sabia

Josh Brolin de chinelo — e por um bom motivo

Quem prestar atenção vai perceber um detalhe inusitado: o agente da CIA Matt Graver, vivido por Josh Brolin, passa boa parte do filme usando… chinelos. A escolha não foi acidental. O diretor Stefano Sollima queria que Graver parecesse um homem acostumado com o poder informal e letal — alguém que resolve conflitos internacionais como se estivesse em casa. Os chinelos viraram um símbolo silencioso da frieza do personagem.

Benicio Del Toro recusou dublês nas cenas com arma

O icônico “gun twirl” — quando Alejandro gira a pistola de forma quase coreografada — não foi feito por dublês nem reforçado com efeitos visuais. Foi o próprio Benicio Del Toro quem aprendeu e executou os movimentos no set. A ideia era manter a autenticidade do personagem, mostrando um homem que domina suas ferramentas de forma silenciosa, quase ritualística.

Isabela Merced enfrentou o calor, a areia — e muitas lágrimas

A jovem atriz Isabela Merced, que interpreta Isabel Reyes, fez grande parte das cenas de ação por conta própria. Durante uma sequência intensa em que sua personagem se esconde debaixo de um carro, a atriz revelou que ficou tão abalada emocionalmente que passou horas chorando mesmo depois do “corta”. Segundo ela, o set exigia entrega total — física e psicológica.

A abertura quase foi censurada

A cena de abertura, que mostra um atentado a bomba em um supermercado, gerou debate nos bastidores. Alguns executivos temiam que o início fosse “forte demais” para o público. O diretor, no entanto, defendeu a sequência até o fim, afirmando que era essencial para estabelecer o tom sombrio e geopolítico da história. E estava certo: a introdução virou uma das cenas mais lembradas do longa.

Realismo tático como prioridade

Para garantir que as cenas de combate e operação tática soassem reais, a produção contratou consultores militares que orientaram os atores em cada detalhe: desde como carregar uma arma até como se mover em formações defensivas. O resultado é um filme em que cada movimento parece pensado — porque foi.

Pesquisa de campo na fronteira

Antes de filmar, a equipe fez uma longa imersão nas cidades de El Paso (EUA) e Ciudad Juárez (México), onde observaram o funcionamento real do tráfico humano e de drogas na fronteira. A pesquisa foi crucial para compor as cenas com base em práticas reais dos “coyotes” — atravessadores que levam imigrantes por rotas clandestinas.

Mais de 11 meses só para uma sequência

A sequência de ataque no supermercado — com explosões, fumaça, pessoas correndo e efeitos sonoros impactantes — levou quase um ano de trabalho em pós-produção. Foram mais de 350 dias apenas para finalizar a cena com os efeitos visuais, que misturam ação real, CGI e elementos digitais invisíveis aos olhos, mas essenciais para criar o caos perfeito.

Homens Sem Lei | A&E estreia série que revisita o nascimento das milícias no Brasil com olhar jornalístico e humano

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A partir do dia 14 de agosto, o canal A&E convida o público a mergulhar em uma das páginas mais sombrias — e ainda pouco confrontadas — da história brasileira. A nova produção documental em cinco episódios revisita os bastidores da Scuderie Le Cocq, grupo de extermínio criado nos anos 1960 no Rio de Janeiro e considerado por estudiosos como o embrião das milícias modernas.

Com um olhar sensível e ao mesmo tempo rigoroso, a trama de Homens Sem Lei investigativa reconstrói os anos em que a justiça era feita à margem da lei, sustentada por discursos de vingança e por um sistema que, em nome da “segurança pública”, tolerava (ou até incentivava) execuções sumárias. O pano de fundo: o assassinato do policial Milton Le Cocq, morto pelo criminoso conhecido como Cara de Cavalo, que desencadeou a formação do grupo que pretendia “limpar as ruas da cidade”.

A série aposta em um registro jornalístico contundente, entrelaçando reportagens da época com depoimentos inéditos e emocionantes de quem viveu — ou sobreviveu — àquele período. Entre os entrevistados estão o ex-delegado Sivuca, famoso pela frase “Bandido bom é bandido morto”, a escritora Nélida Piñon, o músico Jards Macalé, além de familiares de policiais lendários como Lúcio Flávio e Mariel Mariscot.

Uma história contada por quem esteve lá

Mais do que relatar os fatos, a produção se destaca pela maneira como escuta seus personagens. O jornalista Luarlindo Ernesto, por exemplo, revive o trauma de ter presenciado — e até participado — da execução de Cara de Cavalo. Em um dos relatos mais impactantes da obra, ele revela ter sido obrigado a disparar contra o corpo do criminoso, numa tentativa brutal de transformar jornalistas em cúmplices da barbárie.

Outro nome de peso que aparece nos episódios é o do autor Aguinaldo Silva, que, antes de se tornar referência na dramaturgia brasileira, atuou como repórter policial nos anos em que a violência urbana se misturava ao folclore midiático. Seu olhar crítico sobre a glorificação de justiceiros e os bastidores das delegacias cariocas ajuda a costurar o tecido social da época com rara profundidade.

Ecos do passado no presente

Ao abordar o surgimento de um grupo que, em plena ditadura militar, ganhou o apoio da população, da imprensa e até de celebridades — segundo os próprios fundadores, nomes como Pelé e Frank Sinatra chegaram a se associar à Scuderie — a série levanta uma pergunta urgente: quando foi que passamos a aceitar a violência como resposta legítima ao medo?

Mais do que um registro histórico, a programação busca compreender as raízes da estrutura paralela que, décadas depois, se consolidaria nas milícias que hoje comandam comunidades inteiras. Em vez de condenar de forma simplista, a narrativa convida à reflexão sobre os mecanismos que mantêm esse tipo de poder vivo e intocado até hoje.

ALMA Festival terá transmissão inédita ao vivo pelo Multishow e Globoplay direto do Rio de Janeiro

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Pela primeira vez desde sua criação, o ALMA Festival — um dos principais encontros da cultura urbana no Brasil — será transmitido ao vivo para todo o país. A cobertura inédita acontece no dia 19 de julho, a partir das 18h, com exibição simultânea no Multishow e no Globoplay, direto do Riocentro, no Rio de Janeiro. O público poderá acompanhar mais de oito horas ininterruptas de programação, em uma jornada que une música, games, performance e atitude.

Um palco para as vozes das ruas

Com três palcos ativos simultaneamente, o ALMA Festival 2025 chega à sua edição mais grandiosa e diversa, refletindo a pluralidade da cultura urbana brasileira. O line-up reúne nomes de peso do rap, trap e funk, gêneros que há décadas vêm transformando as narrativas das periferias em potência criativa.

Entre os artistas confirmados na transmissão estão BK, ConeCrew Diretoria, Duquesa, L7nnon, MC Cabelinho, MC Tuto e Veigh — nomes que, além de acumularem milhões de ouvintes nas plataformas digitais, traduzem em suas obras temas como resistência, identidade e representatividade.

“O ALMA sempre teve esse compromisso: não ser apenas um festival de música, mas um espaço onde as histórias das ruas ganham visibilidade. Neste ano, com a transmissão nacional, essa missão se amplia ainda mais”, afirma Lucas Albertim, fundador da 4Fly, produtora responsável pelo evento.

Uma transmissão que marca um novo capítulo

A parceria com os canais do Grupo Globo marca uma virada histórica. Pela primeira vez, o ALMA chega a uma audiência nacional, em uma exibição multiplataforma que amplia sua presença e influência.

“É uma vitória imensa para a cultura urbana”, celebra Albertim. “Estamos levando para as casas de milhões de brasileiros a energia que vem da favela, da juventude preta, dos coletivos que batalham diariamente por espaço. Isso representa um reconhecimento inédito e necessário.”

A iniciativa reforça o papel estratégico da música urbana nas programações do Multishow e do Globoplay, que vêm investindo cada vez mais em conteúdos que refletem a diversidade artística brasileira.

ALMA é mais que música: é atitude

Desde a sua criação, o ALMA Festival se propõe como uma experiência multidisciplinar, reunindo Arte, Esporte, Música e Atitude — uma sigla que define sua essência. Em 2025, essa proposta ganha nova força com o torneio “Controle de Ouro do ALMA”, realizado em parceria com a Player1, plataforma de eSports da Globo.

O desafio gamer será disputado nos bastidores do festival, mas fará parte da transmissão ao vivo. A competição será liderada pelos artistas L7nnon e Papatinho, que comandam equipes compostas por nomes da música e do cenário gamer nacional. A ação reflete o espírito transversal do festival, que conecta música, juventude e novas linguagens digitais.

“O ALMA representa essa nova geração que consome e produz cultura de formas múltiplas. Música e game são duas potências da periferia, e ver isso tudo junto em um festival como esse é revolucionário”, diz Gabriela Antunes, curadora cultural do evento.

Um festival que pulsa com o Brasil

Mais do que um espetáculo, o ALMA Festival 2025 promete ser um acontecimento cultural, com impacto dentro e fora dos palcos. Ao reunir artistas consagrados e novas vozes, ao abraçar as batalhas de rima e os torneios de eSports, ao ser transmitido para todo o país por dois dos maiores canais de mídia do Brasil, o festival reforça seu papel como plataforma de visibilidade, conexão e transformação.

O Clube do Pesadelo | Editora Rocco aposta no terror nacional com suspense nostálgico inspirado em Stranger Things

Quando se pensa em terror, frequentemente vêm à mente florestas sombrias, mansões abandonadas ou cenários distantes e misteriosos. Porém, “O Clube do Pesadelo”, lançamento das autoras Bianca da Silva e Denise Flaibam, traz um frescor ao gênero ao ambientar seu suspense em uma pequena cidade litorânea brasileira, onde o medo se infiltra nas entrelinhas da vida cotidiana.

A narrativa acompanha Dominique, uma adolescente que, em outubro de 1999, chega a Enseada dos Anjos, no litoral catarinense, para recomeçar a vida em meio a novos desafios. A adaptação à nova escola e à rotina já seria difícil, mas logo ela percebe que há algo além do comum: uma maldição antiga paira sobre a cidade, mistérios não resolvidos se desdobram e um grupo de jovens carrega segredos profundos.

O diferencial de o livro reside na construção sensível dos personagens, que ultrapassam o estereótipo do terror tradicional. Dominique e seus amigos — Johnny, Angélica, Fábio e Mabê — são retratos fiéis das angústias, dúvidas e coragem da juventude, imersos em dramas pessoais que ecoam a realidade dos leitores. Eles não são apenas figuras que enfrentam o sobrenatural, mas jovens em busca de identidade, pertencimento e apoio mútuo.

À medida que os acontecimentos perturbadores se intensificam, o laço entre eles se fortalece, evidenciando a mensagem central do livro: no confronto com o medo, a amizade e o acolhimento são nossas maiores armas. A obra dialoga diretamente com jovens leitores, mostrando que a coragem muitas vezes nasce do apoio coletivo.

Editada pela Rocco, uma das mais respeitadas editoras no segmento de terror e fantasia, o lançamento chega em um momento propício para a literatura nacional, que busca se reinventar ao contar histórias que falam de nossas raízes, emoções e medos reais. Este não é apenas um livro para quem gosta de sustos, mas uma leitura que abraça, emociona e cria identificação profunda.

Para quem busca uma leitura envolvente, repleta de mistério, tensão e aquele clima nostálgico típico dos anos 90, O Clube do Pesadelo é uma escolha imperdível. Com uma atmosfera densa e inquietante, que remete ao universo de Stranger Things e Ordem Paranormal, o livro conduz o leitor por uma jornada onde o medo é real — mas a força dos laços afetivos mostra que, mesmo nos momentos mais sombrios, nunca estamos verdadeiramente sozinhos.

Última temporada de Stranger Things

A aguardada quinta temporada de Stranger Things, prevista para 2025, será o capítulo final da série criada pelos irmãos Duffer, encerrando uma narrativa que conquistou fãs ao redor do mundo com sua combinação de suspense, fantasia e retratos autênticos da amizade juvenil. Ao longo das temporadas, Hawkins se tornou um cenário icônico, e seus personagens, verdadeiros símbolos da cultura pop contemporânea.

Com um salto temporal significativo, a nova temporada traz o retorno dos protagonistas em um momento crucial. Eles se reencontram na aparentemente tranquila cidade de Hawkins para enfrentar, pela última vez, as ameaças provenientes do Mundo Invertido — uma dimensão sombria que tem atormentado a região desde o desaparecimento de Will Byers. Esse reencontro promete ser repleto de emoções intensas, revelações impactantes e o fortalecimento dos vínculos que sempre estiveram no centro da trama.

O confronto final entre os dois mundos, até agora envolto em mistério e terror, deverá ser resolvido de forma definitiva. A 5ª temporada tem como desafio fechar todas as pontas soltas, entregando aos espectadores uma conclusão que equilibre ação, suspense e o calor humano que caracteriza a série.

SBT exibe A Fortaleza nesta sexta (18) na Tela de Sucessos com Bruce Willis, Jesse Metcalfe e Chad Michael Murray

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Nesta sexta-feira, 18 de julho, o SBT exibe na Tela de Sucessos o filme “A Fortaleza” (The Fortress), thriller de ação protagonizado por Bruce Willis, Jesse Metcalfe e Chad Michael Murray. A produção vai ao ar no final da noite e promete uma narrativa intensa, marcada por embates explosivos, acerto de contas e o reencontro conturbado entre pai e filho.

Com direção de James Cullen Bressack, o longa mergulha o espectador em uma base militar secreta que serve como abrigo para ex-agentes de inteligência aposentados. O que era para ser um lugar seguro, rapidamente se transforma em um campo de batalha, quando criminosos armados invadem o local em busca de vingança. No centro da trama estão Robert, vivido por Bruce Willis, e seu filho Paul (Jesse Metcalfe), forçados a trabalhar juntos sob pressão, cercados por um inimigo implacável. As informações são do AdoroCinema.

Últimos momentos de Bruce Willis nas telas

Mais do que um filme de ação convencional, A Fortaleza também carrega um peso emocional extra. Lançado pouco antes do afastamento de Bruce Willis das telas por problemas de saúde relacionados à afasia, o longa representa um de seus últimos grandes papéis no cinema. Com sua presença marcante e carisma inconfundível, o ator entrega uma performance que emociona não apenas pela ação, mas pela consciência de que se trata de uma despedida silenciosa de um ícone do gênero.

Ação, vínculos e feridas abertas

O roteiro, assinado por Alan Horsnail, mescla tiroteios e tensão crescente com dilemas familiares não resolvidos. Entre uma explosão e outra, o filme encontra espaço para refletir sobre paternidade, lealdade e reconciliação. O vilão da vez é Balzary, interpretado com intensidade por Chad Michael Murray, que lidera a ofensiva com motivações pessoais, revelando segredos do passado que colocam em risco não apenas a vida dos protagonistas, mas tudo o que ainda restava de sua relação.

O elenco ainda conta com participações de Kelly Greyson (Kate), Ser’Darius Blain (Ulysses), Shannen Doherty (Dobbs), Sean Kanan (Vlad), além de uma aparição do próprio diretor, James Cullen Bressack, como motorista de um dos antagonistas.

Também disponível no streaming

Para quem prefere acompanhar filmes no próprio ritmo, A Fortaleza também pode ser assistido via streaming. O longa está disponível por assinatura no Amazon Prime Video, oferecendo uma alternativa para os fãs de ação e para quem deseja rever um dos últimos trabalhos inéditos de Bruce Willis.

Superman lidera bilheteria nacional e consolida sucesso nos cinemas brasileiros

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Sob a direção de James Gunn, Superman chega aos cinemas com força e sensibilidade, conquistando tanto o público quanto a crítica especializada. Com mais de 2,2 milhões de espectadores e uma bilheteria de R$ 47,1 milhões — incluindo sessões antecipadas nos dias 8 e 9 de julho — o longa já se consagra como o filme mais assistido do momento no Brasil.

A nova produção apresenta uma versão mais jovem de Clark Kent, em um momento de transição e descoberta. Trinta anos após ser enviado à Terra para escapar da destruição de Krypton, Kal-El vive como repórter em Metrópolis. Três anos após estrear como herói, ele se vê no centro de um conflito internacional, interferindo em uma guerra entre Borávia e Jarhanpur. A partir daí, passa a ser alvo de uma grande conspiração liderada por Lex Luthor, que utiliza um clone chamado Ultraman para incriminá-lo e virar a opinião pública contra ele.

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O protagonista é vivido por David Corenswet (Pearl, The Politician), que traz camadas de humanidade ao herói. Sua atuação equilibra fragilidade e força, especialmente quando Clark se vê forçado a se esconder na Fortaleza da Solidão, enquanto sua imagem é distorcida diante do mundo. A situação se intensifica quando Luthor invade o local e divulga uma mensagem manipulada dos pais kryptonianos de Superman, dando a entender que ele teria a intenção de dominar o planeta.

Enquanto isso, Lois Lane, interpretada por Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel), emerge como uma figura de coragem e inteligência. Sua investigação, ao lado de Jimmy Olsen (Skyler Gisondo, de Licorice Pizza), revela a verdadeira natureza do plano de Luthor e ajuda a limpar o nome do herói. A química entre Clark e Lois é construída com delicadeza, revelando os dilemas emocionais de ambos.

O filme também marca o início de uma nova fase do universo DC nos cinemas, ao introduzir diversos personagens que compõem a futura Liga da Justiça. Entre eles estão o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion, de Castle), a Mulher-Gavião (Isabela Merced, de Dora e a Cidade Perdida), o Senhor Incrível (Edi Gathegi, de The Blacklist), Metamorfo (Anthony Carrigan, de Barry) e Supergirl (Milly Alcock, de House of the Dragon), prima de Clark. Juntos, eles ajudam a conter um buraco negro ativado por Luthor sobre Metrópolis, em uma sequência de ação com grande impacto visual e emocional.

O roteiro vai além da grandiosidade dos confrontos. Há espaço para momentos de introspecção, como as memórias de infância de Clark com seus pais adotivos, interpretados por Pruitt Taylor Vince (Agentes da S.H.I.E.L.D.) e Neva Howell (Stargirl). A aparição de Supergirl, em uma cena que mistura humor e frustração, revela uma família kryptoniana imperfeita e cheia de nuances.

Nicholas Hoult (The Great, Mad Max: Estrada da Fúria) entrega um Lex Luthor calculista e obcecado, que busca manipular não apenas os fatos, mas também a percepção coletiva sobre o que é ou não heroico. Sua atuação dá peso ao conflito ideológico do filme, que contrapõe os ideais de verdade e justiça com o cinismo do poder.

Outros nomes do elenco incluem Sara Sampaio (Crisis) como Eve Teschmacher, María Gabriela de Faría (Deadly Class) como Engenheira, Frank Grillo (Capitão América: O Soldado Invernal) como Rick Flagg Sr., Wendell Pierce (The Wire) como Perry White, Mikaela Hoover (The Suicide Squad) como Cat Grant, além de participações marcantes de Terence Rosemore, Christopher MacDonald, Beck Bennett e Anthony Carrigan.

James Gunn, que assina também a produção ao lado de Peter Safran, imprime seu estilo na condução da história, equilibrando ação, crítica política e emoção. A direção é segura, criativa e sensível, sem perder o ritmo ou o tom ao longo do filme. O longa inaugura uma nova fase da DC nos cinemas, com personalidade própria e uma visão coerente sobre o papel dos heróis em um mundo cético e em constante transformação.

Mais do que um retorno triunfante do Superman, o filme é um manifesto sobre a importância da esperança em tempos de desilusão. Em meio ao caos, o personagem de Clark Kent reafirma sua crença na humanidade — e, talvez, nos faça acreditar nela também.

“Sessão da Tarde” exibe “Nunca Te Esquecerei” nesta terça (29) – Uma tocante viagem pela memória e pelo amor

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Nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, a TV Globo reserva aos seus telespectadores uma história emocionante na tradicional Sessão da Tarde. O filme escolhido para esta edição é “Nunca Te Esquecerei” (título original: Head Full of Honey), um drama sensível que aborda com delicadeza a luta contra a doença de Alzheimer e a importância do amor e das memórias familiares.

Uma jornada que toca o coração

“Nunca Te Esquecerei” acompanha Amadeus (interpretado pelo veterano Nick Nolte), um homem viúvo que enfrenta o avanço da doença de Alzheimer, uma condição neurodegenerativa que provoca o esquecimento progressivo das lembranças e das pessoas amadas. Diante do desgaste mental e emocional causado pela doença, Amadeus decide embarcar numa última e especial viagem com sua neta Matilda (Sophie Lane Nolte), rumo a Veneza, na Itália — um lugar carregado de significados afetivos, pois é onde ele conheceu sua falecida esposa.

A trama, simples em sua essência, é rica em nuances e sensações. A relação entre avô e neta, o resgate das memórias afetivas e a luta para preservar a identidade diante do esquecimento fazem deste filme uma obra que provoca reflexão e emoção.

Uma refilmagem que respeita a originalidade

Dirigido pelo alemão Til Schweiger, que também foi responsável pelo filme original de 2014, Honig im Kopf (em português, “Mel na Cabeça”), “Nunca Te Esquecerei” é a versão americana desta história comovente. Schweiger repete a dose na direção, mantendo a sensibilidade e a verdade do roteiro que ele mesmo ajudou a criar para o filme alemão.

Enquanto o original tocou profundamente o público europeu, especialmente na Alemanha, o remake americano traz um elenco internacional de peso, liderado por Nick Nolte, que dá vida a Amadeus com uma interpretação comovente e sincera. Ao seu lado, Matt Dillon e Emily Mortimer interpretam seu filho e nora, figuras que representam o apoio e os desafios familiares diante da doença. A neta Matilda, papel assumido pela jovem Sophia Lane Nolte, é o elo de ternura e esperança, cuja relação com o avô se revela o verdadeiro motor da narrativa.

Elenco de destaque e personagens marcantes

Além de Nick Nolte, Matt Dillon e Emily Mortimer, o filme conta com nomes como Jacqueline Bisset, Eric Roberts e Greta Scacchi, que interpretam personagens secundários fundamentais para o desenvolvimento da trama, trazendo profundidade ao universo vivido por Amadeus. Til Schweiger ainda faz uma participação especial como garçom em um restaurante de Londres, adicionando um toque pessoal ao longa. Cada personagem traz consigo um papel simbólico, representando os diferentes aspectos da jornada de quem convive com o Alzheimer — desde o cuidado familiar até a busca por dignidade e compreensão.

Produção e curiosidades

A produção de “Nunca Te Esquecerei” teve início em 2018, com as filmagens acontecendo na Alemanha. O filme recebeu apoio do financiamento estatal alemão, o que mostra o interesse cultural e social que essa obra despertou no país de origem do diretor.

Curiosamente, a versão original de 2014 foi um dos maiores sucessos do cinema alemão daquele ano, com mais de sete milhões de espectadores. Já a refilmagem americana teve uma recepção mais tímida nas bilheterias, um contraste que demonstra as dificuldades naturais em transpor narrativas culturais e adaptá-las para públicos diferentes.

Apesar disso, o filme tem sido elogiado pela forma honesta e comovente com que aborda um tema delicado, que afeta milhões de famílias ao redor do mundo.

Alzheimer no cinema

Filmes como “Nunca Te Esquecerei” são importantes porque aproximam o público da realidade de quem enfrenta o Alzheimer, uma doença que ainda gera muitos tabus e desinformação. Ao mostrar o processo de perda progressiva das memórias e a maneira como o afeto pode resistir a essa erosão, o filme ajuda a humanizar o debate, convidando à empatia e ao cuidado. Além disso, a relação entre Amadeus e Matilda destaca a importância do vínculo familiar e do amor como forças que ajudam a enfrentar momentos difíceis.

Para assistir na Sessão da Tarde

Com direção de Til Schweiger, o filme tem uma duração que cabe perfeitamente no horário tradicional da Sessão da Tarde, oferecendo uma opção de entretenimento que é, ao mesmo tempo, leve e reflexiva. A transmissão no dia 29 de julho será uma oportunidade para que telespectadores de todas as idades possam se emocionar e, talvez, se identificar com as situações vividas pelos personagens

“Tiro Certo” é a atração do “Cine Espetacular” desta terça-feira (29), no SBT

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Nesta terça-feira, 29 de julho, o SBT apresenta aos telespectadores uma produção eletrizante no Cine Espetacular: o filme “Tiro Certo”. Com uma trama que mescla ação militar, suspense e drama político, o longa dirigido por James Nunn traz uma narrativa que acompanha um esquadrão de elite da Marinha dos Estados Unidos em uma missão de alto risco para impedir um ataque terrorista na capital norte-americana. A exibição promete atrair os fãs do gênero que apreciam uma história bem construída, personagens com motivações complexas e sequências de ação intensas e bem coreografadas. As informações são do AdoroCinema.

Uma missão arriscada que desafia confiança e liderança

O enredo gira em torno do esquadrão SEAL da Marinha, uma força especial treinada para operações de alto impacto e infiltração em ambientes hostis. Liderados pelo tenente Jake Harris, interpretado por Scott Adkins — ator renomado no cinema de ação por sua habilidade em cenas físicas e artes marciais — o grupo recebe a tarefa de resgatar um prisioneiro de uma prisão ultrassecreta da CIA localizada em uma ilha isolada. A situação se torna ainda mais tensa quando a analista da CIA Zoe Anderson, papel de Ashley Greene Khoury, tenta persuadir os superiores a liberar o suspeito terrorista com base em informações sigilosas, mas o vice-gerente da instalação, Jack Yorke, demonstra desconfiança, rejeitando o pedido e aumentando a tensão dentro da base.

Esse embate interno cria uma atmosfera de incerteza e conflito, que é ainda mais ampliada quando insurgentes organizam um ataque para resgatar o prisioneiro, colocando em risco não apenas a missão, mas a segurança nacional. O filme explora, portanto, não apenas as ações bélicas, mas também os dilemas éticos, políticos e estratégicos que envolvem operações militares contemporâneas. A necessidade de cooperação entre setores conflitantes e a liderança firme do tenente Harris são centrais para a narrativa, trazendo camadas de tensão e suspense que sustentam o interesse do espectador do início ao fim.

Elenco experiente e direção focada no ritmo e realismo

O elenco de “Tiro Certo” reúne talentos que agregam credibilidade e dinamismo à trama. Scott Adkins, já conhecido por sua versatilidade em papéis que exigem ação e dramaticidade, entrega uma performance que equilibra habilidade física e nuances emocionais, dando vida a um líder marcado pela pressão e pela responsabilidade de salvar vidas sob circunstâncias extremas. Ashley Greene Khoury, com sua experiência em filmes de suspense e drama, adiciona uma camada de complexidade ao papel da analista, personificando o conflito entre o dever institucional e a convicção pessoal.

Ryan Phillippe também compõe o elenco, contribuindo para a tensão dramática e adicionando peso à dinâmica entre os personagens. A direção de James Nunn, que coescreveu o roteiro junto com Jamie Russell, se destaca pela construção de um ritmo acelerado e por cenas de ação bem estruturadas, que não apenas impressionam pela coreografia, mas também avançam a trama e aprofundam os personagens. O filme consegue, assim, atender às expectativas dos aficionados por filmes de ação contemporâneos, que valorizam tanto o entretenimento quanto o desenvolvimento narrativo coerente.

Disponibilidade multiplataforma para diferentes perfis de audiência

Além da exibição gratuita na televisão aberta, “Tiro Certo” está disponível em diversas plataformas de streaming, o que amplia o acesso ao público que prefere consumir conteúdo sob demanda. O filme pode ser assistido via assinatura no Telecine, uma das principais plataformas de cinema por streaming no Brasil, e também está disponível na Amazon Prime Video, onde pode ser assistido mediante assinatura ou aluguel digital, com preços a partir de R$ 14,90.

Essa variedade de opções reflete a crescente importância do mercado de streaming para a difusão de filmes de ação e garante que o público possa escolher o melhor momento e formato para acompanhar essa produção. Para os fãs do gênero que desejam rever o filme ou assisti-lo pela primeira vez com maior comodidade, essa flexibilidade é um diferencial significativo.

Um filme que reflete desafios contemporâneos de segurança e confiança

Embora “Tiro Certo” seja, essencialmente, um filme de entretenimento, ele toca em questões atuais sobre segurança, vigilância, decisões governamentais e cooperação entre diferentes setores do poder. A narrativa que mostra o embate entre agentes da CIA e militares da Marinha em meio a uma crise terrorista simula as complexidades reais enfrentadas por forças de segurança e inteligência em um mundo marcado por ameaças múltiplas e por vezes imprevisíveis.

A trama também aborda as dificuldades de comando em situações de pressão extrema, onde decisões rápidas podem significar a diferença entre a vida e a morte. Esse aspecto humano e psicológico da missão traz profundidade ao filme e evita que ele se restrinja a uma mera sucessão de cenas de ação, oferecendo ao espectador uma experiência mais rica e envolvente.

Recomendações para o público

Com duração de 1h36min, “Tiro Certo” é uma escolha acertada para quem busca uma história de ação compacta e eficaz, que não perde tempo e mantém a tensão até o último minuto. Ideal para fãs de filmes militares, thrillers de ação e dramas que envolvem espionagem e terrorismo, o longa oferece uma combinação de suspense, estratégia e confrontos que devem agradar especialmente ao público masculino adulto, embora seja acessível para todos que apreciam o gênero.

Superman no cinema: Relembre os atores que encararam o papel do Homem de Aço

Foto: Reprodução/ Internet

Poucos personagens da cultura pop têm uma trajetória tão longa e marcante quanto o Superman. Desde que apareceu pela primeira vez nas páginas da Action Comics, em 1938, o herói kryptoniano se tornou um símbolo global de esperança, justiça e coragem. Não é à toa que o cinema, com todo seu poder de alcance e magia, logo se interessou por transformar essa figura dos quadrinhos em carne, osso e efeitos visuais. Ao longo das décadas, vários atores vestiram a capa vermelha e colocaram no peito o “S” mais famoso do mundo, cada um com sua pegada, seu contexto e seu impacto na cultura.

Vamos fazer um passeio pela história cinematográfica do Superman, conhecendo quem foram esses atores, o que cada um trouxe para o papel e como seus filmes conversaram com o tempo em que foram feitos.

Kirk Alyn: O pioneiro que abriu caminho

Em 1948, o mundo ainda se recuperava das cicatrizes da Segunda Guerra Mundial, e a ideia de um herói vindo do espaço para proteger a Terra era, ao mesmo tempo, fantasiosa e reconfortante. Kirk Alyn foi o primeiro ator a interpretar Superman nos cinemas, em seriados que mais pareciam grandes novelões divididos em capítulos semanais.

Com recursos limitados, a produção usava animação para mostrar Superman voando, o que hoje parece bizarro, mas à época era pura inovação. Alyn não foi creditado como Superman nas produções – o estúdio quis manter a ilusação de que o herói era real. Uma escolha curiosa, mas que mostra como o mito era tratado com quase reverência. Ele também reprisou o papel em Atom Man vs. Superman (1950), enfrentando o vilão Lex Luthor.

George Reeves

Em 1951, George Reeves assumiu o manto em Superman and the Mole Men, um longa que serviu como piloto para a série de TV As Aventuras do Superman. Reeves deu ao personagem um tom mais maduro, próximo do herói paterno e confiável. Era o Superman que inspirava segurança num mundo que começava a mergulhar na Guerra Fria.

A imagem de Reeves ficou tão associada ao herói que, para muitos, ele era o Superman. O ator enfrentou dificuldades em se desvencilhar do papel, e sua morte prematura em 1959 gerou teorias e lendas, consolidando ainda mais seu nome na mitologia do personagem.

Christopher Reeve

Quando Superman: O Filme chegou aos cinemas em 1978, dirigido por Richard Donner, o mundo viu algo até então inédito: um super-herói levado a sério pelo cinema. E grande parte disso se deve a Christopher Reeve. Jovem, atlético, com um sorriso sincero e um talento para alternar entre a timidez de Clark Kent e a imponência do Superman, Reeve marcou para sempre.

Ele estrelou quatro filmes: o clássico original, o elogiado Superman II, o controverso Superman III com pitadas de comédia e o derradeiro Superman IV: Em Busca da Paz, que sofreu com cortes de orçamento e roteiro fraco. Mesmo com altos e baixos, Reeve se tornou sinônimo de Superman. Após um acidente que o deixou tetraplégico, ele se tornou ativista e exemplo de superação, ganhando ainda mais respeito do público.

Brandon Routh

Em 2006, a Warner tentou reviver o Superman nos cinemas com Superman: O Retorno, dirigido por Bryan Singer. A escolha de Brandon Routh como protagonista foi vista como uma homenagem direta a Christopher Reeve. Routh não apenas lembrava fisicamente Reeve, mas adotou uma atuação que ecoava o estilo clássico, contido e romântico do Superman dos anos 70.

O filme trouxe um Superman em crise, retornando à Terra após cinco anos e tentando se reconectar com Lois Lane, agora mãe de uma criança. Apesar das boas intenções e da bela fotografia, o longa foi considerado lento por muitos e não ganhou sequências. Routh, no entanto, teve seu momento de consagração anos depois, quando voltou ao papel numa versão mais sombria do herói em Crise nas Infinitas Terras, evento televisivo que emocionou fãs ao redor do mundo.

Foto: Reprodução/ Internet

Henry Cavill

Em 2013, com o sucesso dos universos compartilhados nos cinemas, a Warner decidiu reiniciar a história do Superman com um novo tom. Entra em cena Henry Cavill, no filme O Homem de Aço, dirigido por Zack Snyder. A proposta era clara: um Superman mais realista, introspectivo, dividido entre dois mundos.

Cavill entregou um herói contido, com olhar melancólico e fósseis de culpa. A destruição em massa do clímax dividiu opiniões, mas a presença física do ator e sua postura estoica agradaram grande parte do público. Ele voltou em Batman vs Superman: A Origem da Justiça e nos dois cortes de Liga da Justiça, incluindo o de Zack Snyder.

Apesar do carinho dos fãs, Cavill não seguirá mais no papel. Sua saída foi anunciada em 2022, num momento de transição da DC nos cinemas. Mas sua versão mais séria e madura do Superman deixou sua marca na geração que cresceu vendo seus voos e conflitos internos.

Foto: Reprodução/ Internet

David Corenswet

O futuro do Superman agora está nas mãos (e nos ombros) de David Corenswet. Escalado para estrelar Superman (2025), dirigido por James Gunn, o jovem ator assume a missão de reiniciar a história do herói no novo Universo DC.

Corenswet já chamou atenção pela semelhança física com os Supermans clássicos, mas também por seu talento em papéis mais introspectivos em séries como Hollywood e The Politician. A promessa é de um Superman mais leve, inspirador e humano, lidando com o desafio de ser ao mesmo tempo um deus entre humanos e um filho adotivo tentando encontrar seu lugar.

O legado que voa mais alto que nunca

Cada Superman do cinema foi um reflexo de seu tempo: do otimismo pueril do pós-guerra à complexidade emocional do século XXI. Kirk Alyn abriu a porta, George Reeves construiu a base, Christopher Reeve encantou o mundo, Brandon Routh prestou tributo, Henry Cavill trouxe profundidade, e agora David Corenswet assume o desafio de manter a esperança viva.

Porque, em qualquer geração, sempre há espaço para um herói que acredita que podemos ser melhores.

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