Se você é fã de romances adolescentes e histórias que aquecem o coração, vai gostar de saber que o longa-metragem O Bad Boy e Eu estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 13 de novembro, com distribuição da Diamond Films. Inspirado no fenômeno do Wattpad, o longa traz Siena Agudong (Upside Down Magic – Escola de Magia, No Good Nick, Deixe-nos Entrar) e o influenciador Noah Beck (Larray: Canceled, Noah Beck Tries Things, The D’Amelio Show) nos papéis principais. Abaixo, se liga no trailer:
Sob a direção de Justin Wu (Loucos por Nada, Le Devoir), a adaptação promete emocionar quem já se encantou com o livro e conquistar uma nova geração de espectadores com a história de Dallas Bryan e Drayton Lahey — um encontro improvável entre a doce líder de torcida e o misterioso bad boy que vai transformar sua vida.
Dallas Bryan, interpretada por Siena Agudong, está determinada a honrar a memória de sua mãe e focar em seu maior sonho: conquistar uma vaga na escola de dança mais prestigiada do país. Ela entra no último ano do Ensino Médio com a cabeça apenas nos estudos e nos ensaios, sem interesse em festas, paqueras ou romances — amorzinho? Nem pensar.
Mas, como toda boa história adolescente, o inesperado acontece. Dallas conhece Drayton Lahey, o capitão do time de futebol americano e garoto mais popular da escola, interpretado por Noah Beck. Entre encontros, desencontros e conversas sinceras, os dois começam a se conhecer de verdade. Aos poucos, a barreira da timidez e das inseguranças se desfaz, e o que era apenas amizade se transforma em algo maior: um romance adolescente que mistura paixão, risadas e momentos de emoção.
A história não é só sobre amor; ela fala de crescimento, amadurecimento e da importância de enfrentar perdas, inseguranças e medos. É aquele tipo de história que lembra que, às vezes, a vida tem seus próprios planos — e que é possível encontrar alguém que te entende no momento mais inesperado.
Além dos protagonistas, o filme ainda conta com James Van Der Beek (Dawson’s Creek, Pose, How I Met Your Mother) no papel de Leroy Lahey, o severo pai de Drayton, que adiciona tensão e humor à narrativa. O roteiro, assinado por Crystal Ferreiro (The Beauty of Disaster) e Mary Gulino (CollegeHumor Originals, Hot Date), consegue equilibrar romance, drama e momentos engraçados, sem perder o charme que conquistou milhões de leitores do Wattpad.
Com distribuição da Diamond Films, o filme chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta, 13 de novembro. O Bad Boy e Eu é uma ótima pedida para quem gosta de romances adolescentes, fãs de histórias Wattpad, ou simplesmente quem quer se divertir e se emocionar com uma trama leve, divertida e cheia de momentos fofos.
Nem sempre o crime compensa — mas, no caso de Os Donos do Jogo, compensou (e muito). A série brasileira que mergulha fundo no universo do jogo do bicho e nas engrenagens do poder carioca foi confirmada para a segunda temporada pela Netflix, após um sucesso estrondoso que ultrapassou fronteiras.
Desde a estreia em 29 de outubro, a série não saiu do topo do ranking das produções mais assistidas da Netflix Brasil. E o impacto não parou por aí: o drama também alcançou o Top 1 global de séries de língua não inglesa, somando 5,9 milhões de visualizações em poucos dias. Um feito que coloca a produção entre as mais bem-sucedidas da história recente do streaming brasileiro.
A máfia com sotaque carioca que o mundo aprendeu a amar
Produzida pela Paranoïd, Os Donos do Jogo é um projeto ambicioso e ousado que trouxe o estilo de máfia — antes dominado por produções italianas ou americanas — para o coração do Rio de Janeiro.
A série nasceu da mente criativa de Heitor Dhalia (DNA do Crime, O Cheiro do Ralo), Bernardo Barcellos e Bruno Passeri, com direção dividida entre Dhalia, Rafael Miranda Fejes (Irmandade) e Matias Mariani (Cidade Pássaro). A proposta era clara: construir uma história de poder, família e corrupção com DNA 100% brasileiro — e o resultado foi uma mistura irresistível de drama, violência e emoção.
Com uma fotografia quente, trilha pulsante e diálogos que soam autênticos, a série é o tipo de ficção que te prende não só pela ação, mas pelas camadas humanas por trás de cada personagem.
O sonho e o preço do poder
No centro da trama está Jefferson Moraes, o Profeta, vivido por André Lamoglia, um jovem do interior que cresce sonhando com o topo — o lugar reservado aos chefões do jogo do bicho. Filho de um bicheiro tradicional (Adriano Garib, de Avenida Brasil e Tropa de Elite 2), Profeta é ambicioso, inteligente e, acima de tudo, impaciente. Ele quer o poder e não está disposto a esperar.
Com a ajuda do irmão Nelinho (Pedro Lamin, de Verdades Secretas), Profeta decide entrar de vez na guerra que divide as famílias do crime. Seu objetivo? Garantir um lugar na mesa da cúpula que comanda o império da contravenção no estado do Rio de Janeiro.
Mas no mundo dos Donos do Jogo, ninguém chega ao topo sem pagar o preço.
As famílias que comandam o submundo
Profeta cruza o caminho das três famílias que dividem o poder: os Guerra, os Fernandez e os Saad. Cada uma representa um tipo de domínio — e todas estão dispostas a qualquer coisa para não perder espaço.
Entre os Guerra, brilha o nome de Victor Guerra, o Búfalo, interpretado pelo cantor e ator Xamã (Justiça 2, Rensga Hits!). Um ex-lutador que trocou o ringue pelas ruas e encontrou no crime sua nova arena. Casado com Susana Guerra (Giullia Buscacio, de Mar do Sertão e Velho Chico), Búfalo tenta garantir seu lugar na sucessão do patriarca Jorge Guerra (Roberto Pirillo, de Malhação), cuja saúde já não inspira confiança.
Mas é Mirna Guerra, vivida por Mel Maia (Vai na Fé, Avenida Brasil), quem rouba a cena. Ambiciosa, inteligente e sem paciência para o machismo dos negócios da família, Mirna sonha em comandar o império — algo “proibido” para uma mulher naquele universo.
O destino, claro, faz questão de provocá-la: é quando Mirna conhece Profeta. Unidos pela mesma fome de poder, eles selam uma aliança — um casamento de fachada que une crime, política e desejo. O que começa como um acordo calculado logo se transforma em uma paixão intensa, perigosa e imprevisível.
O poder por trás dos bastidores
Se o jogo é dominado por homens, Leila Fernandez joga em outra liga. Interpretada com força e elegância por Juliana Paes (Pantanal, A Força do Querer), Leila é a atual “primeira-dama” da contravenção carioca, casada com Galego (Chico Díaz, de Amores Roubados e Carandiru).
Leila é a típica personagem que carrega o peso do poder e o fardo dos segredos. Seu passado, repleto de escolhas difíceis, ressurge quando Profeta entra em cena, bagunçando as alianças e despertando lembranças que ela jurava ter enterrado.
Juliana entrega uma performance magnética — uma mulher que domina os salões da elite e as sombras do crime com a mesma naturalidade, equilibrando o charme e a brutalidade de quem sabe que o poder não perdoa.
O fenômeno global e o que vem pela frente
O sucesso de Os Donos do Jogo ultrapassou qualquer expectativa. A série entrou no Top 10 de mais de 40 países, incluindo Portugal, Argentina, Espanha e França, consolidando a Netflix Brasil como uma produtora capaz de exportar histórias complexas e visualmente impactantes. Com a segunda temporada confirmada, a expectativa é alta.
O sucesso de Heated Rivalry no cenário global do streaming é resultado direto de uma escolha criativa ousada que contrariou as regras tradicionais da indústria. Em um momento em que grandes plataformas norte-americanas concentram poder, orçamento e visibilidade, a série canadense provou que autonomia artística e fidelidade à visão original podem ser decisivas para transformar uma produção em fenômeno. Essa foi a principal revelação feita pelo ator François Arnaud, um dos nomes centrais do projeto, ao comentar os bastidores da criação da série em entrevista ao programa CBS Mornings.
Segundo Arnaud, a série chegou a ser desenvolvida dentro de uma grande plataforma de streaming dos Estados Unidos, mas o excesso de interferências criativas acabou se tornando um obstáculo. A produção recebia constantes sugestões, alterações e direcionamentos que, na prática, diluíam a essência da história. Diante desse cenário, o criador Jacob Tierney tomou uma decisão considerada arriscada, mas fundamental para o futuro da série: abandonar o grande estúdio e levar o projeto para o Canadá, onde teria liberdade total para executar sua proposta.
Para o ator, essa mudança foi determinante. Ele afirmou que não acredita que a série pudesse existir da forma como foi concebida se tivesse sido produzida nos Estados Unidos. Mesmo com um orçamento significativamente menor, Tierney conseguiu fazer exatamente a série que queria, sem concessões que comprometessem o tom, os personagens ou a representação emocional da história. A escolha por um modelo de produção mais enxuto permitiu que Heated Rivalry se mantivesse fiel à sua identidade desde o primeiro episódio.
Criada, escrita e dirigida por Jacob Tierney, Heated Rivalry é uma série de romance esportivo produzida para a plataforma canadense Crave. A obra é baseada na série de livros Game Changers, da escritora Rachel Reid, bastante popular entre leitores de romances contemporâneos e histórias com protagonismo LGBTQIA+. A adaptação para a televisão manteve o foco no desenvolvimento emocional dos personagens e na complexidade de seus conflitos internos, algo que se tornaria um dos grandes diferenciais da produção.
O enredo acompanha Shane Hollander, interpretado por Hudson Williams, e Ilya Rozanov, vivido por Connor Storrie. Ambos são jogadores profissionais de hóquei e estrelas da Major League Hockey, reconhecidos como os melhores atletas de suas gerações. Dentro do gelo, eles são rivais declarados, disputando títulos, recordes e reconhecimento público. Fora dele, vivem um romance intenso e secreto, marcado por paixão, medo e escolhas difíceis.
A relação entre Shane e Ilya se desenvolve em um ambiente altamente competitivo, onde a imagem pública, a pressão da mídia e as expectativas de patrocinadores pesam constantemente. Shane enfrenta o processo de descoberta e aceitação da própria sexualidade, lidando com inseguranças profundas e o receio de que sua carreira seja afetada. Ilya, por sua vez, carrega o peso das demandas familiares e culturais, sentindo-se dividido entre o amor que sente e as responsabilidades que lhe foram impostas desde cedo.
Essa dualidade entre vida pessoal e profissional é explorada com sensibilidade ao longo da série. Em vez de recorrer a conflitos artificiais ou soluções fáceis, a trama aposta em diálogos íntimos, silêncios significativos e uma construção gradual dos sentimentos. O romance não surge como um elemento isolado, mas como parte central da jornada de amadurecimento dos protagonistas.
A estreia da série aconteceu em um contexto bastante favorável. Antes mesmo de chegar ao streaming, Heated Rivalry teve sua pré-estreia no Image+Nation LGBTQ+ Film Festival, em Montreal, no dia 23 de novembro de 2025. A exibição no festival ajudou a posicionar a série como uma obra relevante dentro do audiovisual queer contemporâneo, despertando curiosidade e gerando comentários positivos.
A primeira temporada estreou oficialmente na Crave em 28 de novembro de 2025 e rapidamente chamou atenção do público e da crítica. Pouco tempo depois, a produção foi adquirida para exibição em outros mercados internacionais, chegando à HBO Max em territórios selecionados, à plataforma Neon na Nova Zelândia e à Movistar Plus+ na Espanha. A expansão internacional consolidou a série como um produto global, capaz de dialogar com audiências muito além do Canadá.
A recepção crítica foi amplamente positiva. Direção, roteiro e, principalmente, a química entre os protagonistas foram elogiados de forma consistente. A autenticidade da relação entre Shane e Ilya se tornou um dos pontos mais comentados da série, sendo frequentemente destacada como um exemplo de representação LGBTQIA+ cuidadosa e respeitosa no gênero esportivo, tradicionalmente associado à masculinidade rígida.
Os números de audiência confirmaram esse impacto. A obra se tornou a produção original mais assistida da história da Crave, atingindo recordes internos da plataforma. Na HBO Max, a série registrou a melhor estreia de uma aquisição em live-action desde o lançamento do serviço em 2019, superando expectativas iniciais e surpreendendo analistas do mercado.
Dados de monitoramento de audiência reforçam esse crescimento. Segundo o JustWatch, a série alcançou o quarto lugar no ranking de streaming durante a semana de 7 de dezembro de 2025. A Whip Media, com base em informações do aplicativo TV Time, apontou Heated Rivalry como a sexta série mais assistida nas semanas de 7 e 14 de dezembro. Já o FlixPatrol indicou que a produção chegou ao segundo lugar entre as séries mais vistas da HBO Max nos Estados Unidos em 29 de novembro, ficando atrás apenas de It: Bem-Vindos a Derry, além de repetir o desempenho na Austrália.
O sucesso levou à renovação para a segunda temporada em dezembro de 2025. Com o anúncio, vieram novos dados impressionantes. De acordo com o site Deadline Hollywood, a audiência da série cresceu quase 400 por cento nos primeiros sete dias após a estreia. A HBO Max também revelou que a série se tornou a segunda maior responsável pela atração de novos assinantes desde o lançamento da plataforma.
Um dos aspectos mais curiosos dessa trajetória é que o crescimento da série aconteceu de forma gradual e orgânica. Apesar de uma campanha de marketing discreta e de um custo de licenciamento relativamente baixo, estimado em cerca de 600 mil dólares por episódio, Heated Rivalry se beneficiou fortemente do boca a boca nas redes sociais. Dados da Luminate Data mostram que a série estreou com 30 milhões de minutos assistidos na primeira semana, sem sequer entrar no top 50 das mais vistas. Ao longo das semanas, esse número cresceu de forma contínua, ultrapassando 324 milhões de minutos semanais até o lançamento do último episódio da temporada, em 26 de dezembro.
O clássico da televisão americana Miami Vice vai ganhar uma nova versão para o cinema, mas a produção já enfrenta desafios antes mesmo de começar. Segundo informações do The InSneider, o ator Michael B. Jordan, recém-vencedor do Oscar de Melhor Ator, elevou suas exigências salariais para estrelar o filme. Agora, ele pede US$ 18 milhões, cerca do dobro do valor que seu co-protagonista Austin Butler deve receber.
As negociações ainda não foram finalizadas. O aumento salarial teria sido orientado pelo novo agente de Jordan na WME, James Farrell, que sugeriu que o ator aguardasse o resultado do Oscar antes de assinar o contrato. Com a vitória, Jordan ganhou mais força para negociar e garantir um salário condizente com sua relevância internacional. A produção tem início previsto para meados deste ano e a presença do ator é considerada essencial para o sucesso do projeto.
Um legado que marcou a televisão
Miami Vice estreou em 16 de setembro de 1984, na NBC, criada por Anthony Yerkovich e produzida por Michael Mann. A série se destacou por combinar ação policial, estilo visual elegante e uma trilha sonora marcante. Don Johnson interpretava James “Sonny” Crockett e Philip Michael Thomas dava vida a Ricardo “Rico” Tubbs, dois detetives infiltrados em um “esquadrão de repressão ao vício”, focado em combater narcotráfico, contrabando, prostituição e outros crimes complexos em Miami.
Ao longo de cinco temporadas, exibidas entre 1984 e 1989, a série revolucionou a televisão americana. Custando cerca de US$ 1 milhão por episódio no auge, ela se tornou referência por seu visual estilizado, carros e barcos de luxo, roupas modernas e integração com a música pop da época. Para a revista People, Miami Vice foi “o primeiro programa a parecer realmente novo e diferente desde que a TV em cores foi inventada”.
No Brasil, a série foi exibida pelo SBT entre 1986 e 1990, enquanto os direitos de reprises foram vendidos para canais pagos como USA, Sony e Rede Brasil. Em Portugal, a série ganhou o nome Ação em Miami e também retornou às telas em canais como FX e Fox Retro, mantendo seu legado vivo para novas gerações.
O filme e o reboot
O reboot buscará trazer a cidade de volta às telas com uma visão moderna, mantendo a atmosfera de tensão, ação e luxo que consagraram a série. O longa será estrelado por Michael e Austin Butler, com roteiro ainda em fase de ajustes e negociações em andamento.
O objetivo é criar um filme que dialogue com o público contemporâneo, explorando não apenas o crime organizado e a investigação policial, mas também a complexidade emocional dos personagens. A produção promete preservar o estilo visual marcante da série original, incluindo cenários urbanos, veículos de alto padrão e referências à cultura pop que marcaram os anos 1980.
Em 2006, Michael Mann dirigiu uma adaptação cinematográfica da série, mas o novo projeto busca atualizar a narrativa para o público atual, incorporando elementos de ação moderna e desenvolvimento de personagens mais aprofundado. Segundo fontes, a ideia é equilibrar fidelidade à obra original e inovação, criando um produto que agrade tanto aos fãs antigos quanto a uma nova audiência.
Um ícone que atravessa gerações
Miami Vice não foi apenas uma série policial; foi um marco cultural. Ela influenciou a forma como a televisão abordou ação, estilo e narrativa urbana, e continua sendo referência para produções de drama e investigação. A combinação de visual arrojado, personagens carismáticos e uma trilha sonora marcante criou uma experiência única que permanece atual.
O reboot, portanto, carrega uma responsabilidade dupla: atualizar a história e a estética para o público moderno, enquanto honra o legado que tornou a série um fenômeno. Para Jordan e Butler, a missão é reinterpretar personagens clássicos sem perder a essência que os tornou memoráveis.
Um possível segredo da franquia Mario pode ter sido revelado antes mesmo da estreia do novo longa animado. Documentos da classificação indicativa de Super Mario Galaxy: O Filme, previsto para abril de 2026, indicam que a animação poderá finalmente explorar a origem de Rosalina, a misteriosa guardiã das estrelas introduzida em Super Mario Galaxy (2007). A revelação seria a mais significativa da narrativa moderna da franquia, conectando diretamente a personagem ao universo expandido de Mario de forma inédita.
Produzido pela Illumination em parceria com a Nintendo e distribuído pela Universal Pictures, o filme é uma sequência direta de Super Mario Bros. O Filme (2023), sucesso de bilheteria internacional. Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção, enquanto Matthew Fogel reassume o roteiro. O elenco de dublagem também repete os papéis: Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson como Kamek. Brian Tyler retorna à trilha sonora, mantendo a identidade musical que marcou o primeiro filme.
O desenvolvimento do longa acompanha o crescimento da parceria entre Nintendo e Illumination. Após o sucesso do filme de 2023, o presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, reforçou o interesse em produzir novas animações baseadas na franquia, garantindo que a continuidade cinematográfica de Mario fosse explorada. Em março de 2024, durante o Mario Day, Chris Meledandri, CEO da Illumination, e Shigeru Miyamoto, criador da franquia, confirmaram oficialmente que a produção estava em andamento, destacando que novos mundos e desafios seriam criados para a aventura de Mario e Luigi.
O filme passou por diferentes registros ao longo de seu desenvolvimento. Em maio de 2025, a Universal listou a sequência sob o título Super Mario World, que foi posteriormente removido. No dia 3 de setembro de 2025, a distribuidora registrou dois domínios ligados a Super Mario Galaxy, indicando que a narrativa se concentraria nos eventos do popular jogo de 2007. Pouco depois, no Nintendo Direct de setembro, a Universal divulgou o primeiro teaser oficial, confirmando o título final: Super Mario Galaxy: O Filme.
A possível revelação sobre Rosalina gera grande expectativa entre os fãs. Nos jogos, ela atua como guardiã das Lumas, protegendo o cosmos e guiando Mario em sua aventura. Se o filme aprofundar sua história de origem, ele não só dará mais camadas à personagem, mas também conectará elementos do jogo à narrativa cinematográfica, criando uma ponte inédita entre os dois universos.
Além do mistério de Rosalina, a produção promete continuar o tom de comédia e aventura que conquistou o público em 2023, oferecendo cenários intergalácticos, novos mundos e desafios inéditos. A equipe de storyboard e design da Illumination já trabalha em cenários inovadores, enquanto o roteiro explora tanto o desenvolvimento dos personagens quanto momentos de ação e humor para todas as idades.
O lançamento está previsto para 3 de abril de 2026 nos Estados Unidos, 1° de abril no Brasil e 24 de abril no Japão. Com a volta do elenco original, a sequência garante fidelidade aos personagens e amplia o legado de Mario nas telonas.
Nesta terça, 24 de março de 2026, a TV Globo exibe naSessão da Tardea comovente produção Um Laço de Amor. Dirigido por Marc Webb, o longa acompanha a história de Frank Adler (Chris Evans), um homem dedicado que enfrenta a difícil tarefa de criar a sobrinha Mary (McKenna Grace), uma menina de apenas sete anos, mas dotada de inteligência extraordinária.
A trama se desenvolve a partir de uma premissa simples, mas carregada de tensão emocional: após a morte da irmã, Frank torna-se responsável por Mary e busca oferecer à criança uma vida o mais próxima possível da normalidade. Para ele, isso significa permitir que a menina vá à escola como qualquer outra criança, brinque, faça amigos e tenha uma infância equilibrada. No entanto, o talento extraordinário de Mary para a matemática não passa despercebido. Evelyn (Lindsay Duncan), a mãe de Frank e avó de Mary, identifica no prodígio um potencial que, na visão dela, precisa ser explorado ao máximo, mesmo que isso signifique separar a neta do tio e colocá-la sob uma rígida rotina de estudos.
O conflito entre Frank e Evelyn é o coração do filme. De um lado, um tio que valoriza a felicidade, a liberdade e a infância de Mary. Do outro, uma avó determinada a garantir que o talento da criança seja plenamente desenvolvido, mesmo que isso signifique impor sacrifícios e regras severas. É nesse embate que o roteiro de Tom Flynn consegue equilibrar momentos de tensão, emoção e leveza, mostrando que o amor e a proteção podem ter diferentes formas e interpretações dentro de uma família.
O elenco reúne nomes de peso que enriquecem a narrativa. Chris Evans, conhecido por sua atuação como Capitão América nos filmes da Marvel, entrega um Frank sensível e cheio de nuances, que oscila entre paciência, cansaço e carinho genuíno pela sobrinha. McKenna Grace impressiona como Mary, transmitindo a complexidade de uma criança que, apesar da genialidade, deseja ser apenas uma menina comum. Ao lado deles, Octavia Spencer, Jenny Slate e Lindsay Duncan contribuem com interpretações sólidas que reforçam os dilemas familiares e os contrastes de perspectivas sobre educação, talento e afeto.
As filmagens ocorreram em outubro de 2015, em Savannah e Tybee Island, na Geórgia, cenários que conferem ao longa uma atmosfera acolhedora e realista, refletindo tanto a rotina doméstica quanto os espaços externos onde Mary vivencia sua infância. O diretor Marc Webb explora com sensibilidade essas locações, criando uma estética que combina luz natural, cores suaves e enquadramentos que ressaltam a intimidade familiar, ao mesmo tempo em que intensificam os momentos de conflito e tensão emocional.
Na semana de estreia, o filme arrecadou US$ 3,1 milhões, conquistando o 6º lugar nas bilheteiras, e registrou crescimento de 47,5% no segundo fim de semana, alcançando US$ 4,6 milhões. Esses números refletem a capacidade da produção de tocar diferentes públicos, desde famílias que se identificam com os desafios parentais até espectadores interessados em histórias de superdotação e dilemas éticos envolvendo educação e talento.
Além de sua narrativa envolvente, o filme provoca reflexões importantes. A relação entre Frank e Mary mostra que inteligência e talento não devem determinar a felicidade de uma criança; é necessário encontrar equilíbrio entre desenvolvimento intelectual e experiências de vida. Por outro lado, Evelyn representa o conflito de expectativas familiares e a pressão por excelência, algo com que muitas famílias contemporâneas podem se identificar, especialmente no contexto de crianças superdotadas.
O título original do filme, Gifted, enfatiza justamente esse ponto: o dom ou talento especial de Mary é central para a história, mas o longa vai além de sua genialidade. Ele explora a construção de vínculos afetivos, a importância da escolha e do cuidado, e como decisões familiares podem moldar a infância e o futuro de uma criança. A direção de Marc Webb consegue equilibrar drama e leveza, criando momentos de humor, ternura e emoção que tornam a experiência de assistir ao filme completa e envolvente.
Que horas o filme será exibido?
Na TV Globo, Um Laço de Amor será exibido na Sessão da Tarde desta terça, logo após a Edição Especial de Terra Nostra, a partir das 15h25. Para quem prefere assistir online, o filme também está disponível em plataformas de streaming, incluindo o Disney+, onde pode ser acessado mediante assinatura.
“Um Laço de Amor” é baseado em fatos reais?
Embora o longa-metragem apresente uma narrativa envolvente sobre uma criança prodígio e os desafios familiares que isso traz, o filme não é baseado em uma história real. O roteiro, escrito por Tom Flynn, é uma obra de ficção, criada para explorar de forma sensível os dilemas de famílias com crianças superdotadas.
Ainda assim, algumas experiências reais influenciaram partes da construção da história. Segundo a produtora Karen Lunder, pessoas próximas ao roteirista serviram de inspiração para a personagem principal. Entre elas, está a irmã de Flynn, habilidosa em matemática mesmo sem ser superdotada, e a sobrinha do escritor, que inspirou uma cena específica do filme. Esses elementos ajudaram a dar realismo às situações retratadas, conferindo verossimilhança ao cotidiano de uma criança prodígio.
Além disso, a equipe de produção realizou pesquisas aprofundadas para tornar a representação da genialidade mais autêntica. O diretor Marc Webb visitou uma escola para crianças superdotadas, ouvindo histórias de alunos e professores sobre desafios, rotina e aprendizado. A produção também consultou a Mensa, a mais antiga e respeitada sociedade de alto QI do mundo, garantindo que os cálculos exibidos fossem compatíveis com uma criança de sete anos.
O sucesso global de Devoradores de Estrelas tem gerado grandes expectativas sobre uma possível sequência, com Ryan Gosling (Blade Runner 2049, Barbie, La La Land) novamente à frente do projeto. A produção, que estreou nos Estados Unidos em 20 de março de 2026 e um dia antes no Brasil e em Portugal, arrecadou mais de US$ 141 milhões em sua abertura mundial, consolidando-se como uma das estreias mais comentadas do ano e chamando atenção para a boa relação entre os envolvidos na obra.
Baseado no romance homônimo de 2021 do autor Andy Weir (Perdido em Marte), o filme traz a ficção científica aliada a uma trama de suspense e emoção. A história acompanha o astronauta Ryland Grace (Ryan Gosling), que desperta sozinho em uma espaçonave interestelar sem memória de si mesmo ou da missão que deve cumprir: salvar a Terra de uma catástrofe iminente. Ao longo da narrativa, Grace descobre que não está sozinho e é auxiliado por um alienígena chamado Rocky, com quem desenvolve uma inesperada amizade interplanetária.
Segundo o The Hollywood Reporter, Andy Weir estaria “no comando” quando o assunto é a possibilidade de uma continuação, e já manifesta interesse em transformar ideias em um segundo livro, que poderia servir de base para o próximo filme. O autor, inclusive, enviou o manuscrito para Gosling antes mesmo da publicação do livro original, convidando o ator para o papel principal e alinhando os planos para a adaptação cinematográfica muito antes de a produção ser concretizada.
Ryan Gosling não apenas protagoniza o longa, mas também atua como produtor, demonstrando um envolvimento profundo na condução do projeto. Com a Amazon MGM Studios à frente da distribuição, o ator já estaria em diálogo com o estúdio sobre uma sequência, embora o “sinal verde” oficial ainda dependa de decisões futuras e da consolidação do material escrito por Weir.
A direção ficou a cargo de Phil Lord (Homem-Aranha no Aranhaverso, Uma Aventura Lego) e Christopher Miller (21 Jump Street, Liga da Justiça: Snyder Cut), com roteiro de Drew Goddard (Perdido em Marte, O Segredo da Cabana). O elenco é completado por Sandra Hüller (Toni Erdmann, Anatomy of a Fall) como Eva Stratt, superiora de Ryland, Lionel Boyce (Nightmare Alley, Black Panther: Wakanda Forever) como o policial Steve Hatch, e Milana Vayntrub (This Is Us, Ghostbusters: Afterlife).
A produção se destacou pelo equilíbrio entre efeitos práticos e visuais, criando um universo espacial convincente e emocionante, enquanto a narrativa mantém o foco na jornada humana de Grace. A filmagem principal começou em 3 de junho de 2024 no Reino Unido e foi concluída em 26 de outubro do mesmo ano.
Os efeitos visuais foram assinados por grandes nomes do setor, incluindo Framestore (Perdido em Marte), Industrial Light & Magic (ILM) (Star Wars, O Mandaloriano), Sony Pictures Imageworks (Homem-Aranha: No Aranhaverso), BUF (Dune: Parte Dois) e Wylie Co. VFX, com supervisão de Paul Lambert (O Senhor dos Anéis, Duna) e Mags Sarnowska (Guardiões da Galáxia Vol. 3). A atuação do personagem Rocky, que combina animação e captura de movimento, foi elogiada por Lord como uma demonstração da perfeita colaboração entre tecnologia e narrativa. A edição ficou a cargo de Chris Dickens (1917, O Grande Gatsby), responsável por criar o ritmo da narrativa e equilibrar cenas de ação com momentos mais humanos e emocionais.
O roteiro explora não apenas a missão científica de Ryland, mas também dilemas éticos, a importância da colaboração entre espécies e a capacidade humana de improvisar diante do desconhecido. Essa combinação de aventura, emoção e ficção científica ajudou o filme a conquistar público diverso, tornando-o uma experiência cinematográfica envolvente tanto para fãs do livro quanto para espectadores que chegam pela primeira vez à história.
Enquanto fãs aguardam sinais concretos de uma sequência, a equipe criativa mantém o otimismo. A possibilidade de um segundo livro por Andy Weir e o alinhamento de Gosling com a Amazon MGM Studios indicam que os elementos estão no lugar certo para que uma continuação se torne realidade. No entanto, o anúncio oficial ainda depende do desenvolvimento do material escrito e da avaliação estratégica do estúdio sobre o retorno do investimento e o potencial de audiência global.
A Sessão da Tarde desta terça, 7 de abril, traz ao público um filme que combina ternura, aventura e drama familiar. A TV Globo exibe Juntos Para Sempre (A Dog’s Journey, sequência de Quatro Vidas de um Cachorro), produção que acompanha Bailey, um cachorro especial que atravessa diferentes vidas e cria laços profundos com seus donos, mostrando que amor e lealdade não têm limites.
A trama acompanha Bailey, um cachorro que, após viver diferentes vidas ao longo do tempo, finalmente encontra tranquilidade ao lado de sua dona, Hanna. A relação entre os dois é construída com base em afeto e companheirismo, estabelecendo um ponto de partida acolhedor para a narrativa. No entanto, a rotina dos personagens muda completamente com a chegada inesperada de Gloria, uma aspirante a cantora que traz consigo uma revelação capaz de transformar o rumo da história.
A novidade é a existência de Clarity, neta de Hanna, uma menina que passa a integrar o cotidiano da família. Aos poucos, Bailey percebe que a criança vive em um ambiente marcado por negligência emocional, especialmente por parte da própria mãe. É nesse contexto que o cachorro assume um novo propósito: proteger Clarity a qualquer custo, mesmo que isso signifique atravessar diferentes fases da vida para cumprir sua missão.
O filme desenvolve sua narrativa a partir da perspectiva do animal, recurso que já se tornou uma marca das adaptações baseadas nas obras de W. Bruce Cameron. Ao utilizar esse ponto de vista, a produção constrói uma conexão direta com o público, explorando sentimentos universais como amor, perda, crescimento e pertencimento. A jornada de Bailey, marcada por reencarnações e reencontros, funciona como fio condutor para discutir a ideia de propósito e vínculos que ultrapassam o tempo.
No elenco, o longa reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Dennis Quaid interpreta um dos personagens centrais da história, enquanto Marg Helgenberger também integra o núcleo principal. A voz de Bailey na versão original é feita por Josh Gad, responsável por dar personalidade e emoção ao protagonista canino.
A produção ainda conta com participações de Betty Gilpin e Kathryn Prescott, além de nomes como Henry Lau. Já na versão dublada exibida na televisão brasileira, o público acompanha vozes conhecidas da dublagem nacional, o que contribui para aproximar ainda mais a narrativa do espectador.
Dirigido por Gail Mancuso, o longa foi produzido pela Universal Pictures e apresenta uma condução narrativa que privilegia o tom emocional sem abrir mão de momentos leves e acessíveis. A direção equilibra cenas mais intensas com passagens de alívio cômico, criando um ritmo que dialoga com diferentes faixas etárias.
Com orçamento estimado em cerca de 16 milhões de dólares, o filme alcançou uma arrecadação global superior a 78 milhões, resultado que demonstra sua boa recepção junto ao público. Embora não tenha sido um fenômeno de crítica, a produção encontrou força justamente na conexão emocional com os espectadores, especialmente aqueles que se identificam com histórias envolvendo animais de estimação.
“Juntos Para Sempre” também se destaca por abordar temas familiares de maneira direta, sem recorrer a complexidades excessivas. A relação entre gerações, os desafios da maternidade e a importância do cuidado são elementos que atravessam a narrativa, oferecendo diferentes camadas de leitura.
O novo longa-metragem dos X-Men ainda nem começou a revelar oficialmente seu elenco, mas já está dando o que falar. O nome da vez é o da atriz Sydney Sweeney, que, segundo rumores da indústria, estaria sendo considerada para interpretar a peronagem Emma Frost na aguardada reinvenção dos mutantes no cinema pela Marvel Studios.
A informação surgiu a partir de insiders conhecidos por antecipar movimentações de Hollywood e rapidamente ganhou força entre fãs nas redes sociais. Não é difícil entender o motivo: Sweeney se tornou um dos rostos mais populares da nova geração, com uma carreira em ascensão e presença constante em grandes produções. Sua possível escalação indicaria uma aposta clara da Marvel em nomes jovens, mas já consolidados junto ao público.
Caso seja confirmada, a atriz daria vida a uma das personagens mais complexas do universo mutante. Emma Frost é conhecida por suas habilidades telepáticas, inteligência estratégica e personalidade marcante, transitando entre heroína e antagonista ao longo das histórias. Criada por Stan Lee e Jack Kirby, a personagem se tornou uma peça-chave em diversas formações dos X-Men nos quadrinhos da Marvel Comics.
Apesar de já ter participado de uma adaptação de quadrinhos em Madame Teia, onde interpretou Julia Cornwall, o projeto não teve o desempenho esperado e não deve ganhar continuidade. Ainda assim, isso não parece ter abalado o interesse dos estúdios na atriz, que segue sendo cotada para papéis de destaque no gênero.
O retorno dos X-Men aos cinemas faz parte de um movimento maior após a aquisição da 20th Century Fox pela Disney, que devolveu os direitos dos personagens à Marvel. Com isso, os mutantes passarão a integrar oficialmente o Universo Cinematográfico Marvel, algo aguardado há anos pelos fãs.
A franquia original dos X-Men teve início com X-Men e ajudou a consolidar o gênero de super-heróis em Hollywood, com sucessos como “X-Men 2” e “Dias de um Futuro Esquecido”. Ao longo dos anos, o universo se expandiu com derivados, incluindo filmes centrados em personagens como Wolverine, eternizado por Hugh Jackman, e o irreverente Deadpool, vivido por Ryan Reynolds.
Mais recentemente, Deadpool & Wolverine marcou o primeiro passo oficial dessa integração ao MCU, funcionando como uma ponte entre o antigo universo da Fox e o novo planejamento da Marvel. A expectativa agora é que o reboot dos X-Men, previsto para depois de Avengers: Secret Wars, apresente uma nova geração de heróis e uma abordagem completamente renovada.
O drama sul-coreano O Amor Não Está Esgotado ganhou um novo trailer nesta quinta-feira (16), trazendo mais detalhes sobre seus protagonistas e o clima da história. A prévia aposta em situações do cotidiano e mostra como dois personagens de mundos completamente diferentes começam a se conectar de forma improvável.
O que acontece na nova prévia?
O vídeo apresenta melhor o dia a dia de Matthew Lee, interpretado por Ahn Hyo-seop. Ele aparece resolvendo problemas da comunidade, ajudando moradores e lidando com múltiplos trabalhos. Conhecido como “Mechoori” pelos vizinhos, o personagem demonstra ser alguém querido e essencial para a vila.
As cenas destacam uma rotina puxada, mas também revelam um lado mais humano e acolhedor, que será importante para o desenvolvimento da trama. O ponto de virada acontece quando os caminhos dos personagens começam a se cruzar, sempre de maneira inesperada, criando encontros marcados por coincidências e situações curiosas.
Qual é a história da série?
A trama gira em torno de Matthew Lee, um fazendeiro que precisa se desdobrar em diversas funções para manter sua estabilidade financeira. Apesar das dificuldades, ele constrói uma relação forte com a comunidade onde vive.
Do outro lado está Dam Ye-jin, uma profissional bem-sucedida que, apesar da carreira consolidada, enfrenta desafios pessoais ligados ao estresse e à falta de descanso.
Quando essas duas realidades se encontram, a história passa a explorar como cada um influencia a vida do outro. O relacionamento entre eles se desenvolve de forma gradual, misturando momentos leves com reflexões sobre escolhas e estilo de vida.
Quem está por trás do projeto?
A direção é comandada por Ahn Jong-yeon, enquanto o roteiro fica a cargo de Jin Seung-hee. A proposta segue o estilo clássico dos dramas coreanos, valorizando personagens bem construídos e situações do cotidiano.
Quem faz parte do elenco?
O destaque principal fica com Ahn Hyo-seop e Chae Won-bin, que lideram a narrativa. A química entre os dois deve ser um dos pontos centrais da série, especialmente por conta das diferenças entre seus personagens.
Quando estreia e onde assistir?
A estreia está marcada para o dia 22 de abril, às 21h, no horário da Coreia do Sul. No Brasil, a produção deve ser disponibilizada pela Netflix, ampliando o alcance entre os fãs de produções asiáticas.