Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu divulga novo trailer e anuncia estreia em janeiro de 2026

Após décadas encantando gerações com suas trapalhadas inesquecíveis, o icônico gato Tom e o esperto rato Jerry estão de volta às telonas em Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu, longa que estreia em 8 de janeiro de 2026, com distribuição da Imagem Filmes. O novo filme celebra não apenas a energia e o humor que tornaram os personagens mundialmente famosos, mas também marca uma data especial: os 85 anos da criação de Tom e Jerry, assinada por William Hanna e Joseph Barbera.

Uma trama que mistura fantasia e comédia clássica

No longa, Jerry, movido pela curiosidade que sempre o caracterizou, se envolve em uma missão para desvendar os segredos de uma misteriosa Bússola Mágica escondida no museu. Ao mesmo tempo, Tom assume o papel de segurança do local, determinado a impedir que seu eterno rival cause mais confusões. Mas, como já era de se esperar, a situação rapidamente foge do controle. Ambos são transportados para um mundo mágico, desconhecido e fascinante, onde Tom é confundido com um mensageiro divino e passa a ser venerado pelos habitantes locais. Paralelamente, Jerry encontra um rato carismático, mas cheio de segredos, que coloca sua astúcia à prova.

Essa premissa permite que o longa misture aventura, comédia e ternura, proporcionando momentos de ação que arrancam risadas e cenas de tirar o fôlego. Diferente de algumas produções recentes que apenas utilizam os personagens em histórias modernas sem grandes desafios, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu aposta na colaboração improvável da dupla: pela primeira vez em muito tempo, Tom e Jerry precisam trabalhar juntos para superar obstáculos, salvar a cidade e, acima de tudo, preservar a amizade que, apesar das disputas clássicas, sempre existiu entre eles.

Nostalgia e inovação lado a lado

Um dos grandes destaques do filme é a maneira como consegue equilibrar o humor físico que consagrou Tom e Jerry com elementos modernos capazes de dialogar com o público contemporâneo. Crianças de hoje, acostumadas com efeitos visuais impressionantes e narrativas ágeis, encontrarão diversão nas perseguições inesperadas, nas armadilhas mirabolantes e nos cenários coloridos que transformam o museu em um palco de magia e caos. Já os adultos terão a oportunidade de se reconectar com a nostalgia das situações clássicas: os olhares irônicos, os gestos exagerados, as trombadas e os planos mirabolantes que, ao longo de décadas, definiram a identidade da dupla.

Além disso, o longa expande o universo de Tom e Jerry, apresentando novos personagens e ambientes que enriquecem a narrativa. O público é convidado a explorar o museu como nunca antes, descobrindo salas secretas, objetos encantados e criaturas surpreendentes. Cada cenário é cuidadosamente construído para proporcionar uma experiência visual imersiva, capaz de transportar os espectadores para dentro do filme, transformando cada perseguição e confusão em um espetáculo para os olhos.

A magia de uma dupla atemporal

O que torna Tom e Jerry tão especiais é sua capacidade de se reinventar sem perder a essência. Desde sua primeira aparição, eles conquistaram públicos de todas as idades com o humor físico, a criatividade dos roteiros e a química entre o gato e o rato. Uma Aventura no Museu mantém essa tradição, enquanto acrescenta camadas de emoção e narrativa que fortalecem a relação entre os personagens e tornam a história mais rica.

O filme também funciona como uma celebração da própria história da animação. Ao longo de 85 anos, Tom e Jerry passaram por diversas adaptações — de curtas clássicos a séries de televisão e filmes híbridos com atores reais. Cada geração encontrou algo único na dupla: para alguns, era o divertimento puro das perseguições; para outros, a capacidade de rir da absurda rivalidade entre dois personagens tão diferentes e, ainda assim, inseparáveis. Com este novo longa, essa tradição continua, mostrando que, mesmo após quase um século, Tom e Jerry ainda conseguem encantar e divertir.

Dirigido por Gang Zhang, conhecido por seu trabalho em animações que combinam ação, comédia e efeitos visuais inovadores, o filme aposta em um estilo que agrada tanto o público infantil quanto o adulto. A combinação de animação tradicional com recursos digitais de última geração cria sequências dinâmicas e visualmente impressionantes. Cada detalhe — desde a textura das obras de arte no museu até a expressividade de Tom e Jerry — foi cuidadosamente pensado para enriquecer a experiência cinematográfica.

Resenha — Esperança mostra que mudar o mundo também começa ao aceitar as próprias fragilidades

Esperança se apresenta como uma narrativa delicada e profundamente humana sobre recomeços, pertencimento e vulnerabilidade emocional. A obra acompanha a trajetória de uma jovem determinada que, ao se mudar para uma nova cidade, se vê diante do desafio de reconstruir sua identidade, suas relações e sua forma de enxergar o mundo. Mais do que uma história sobre adaptação, o livro se propõe a refletir sobre os limites do idealismo e a necessidade, muitas vezes ignorada, de aceitar ajuda.

A protagonista que dá nome à obra é construída como uma personagem engajada, ativa e movida por um forte senso de justiça social. Seu desejo de combater preconceitos e contribuir para um mundo melhor não surge como discurso vazio, mas como parte orgânica de sua personalidade. No entanto, o livro acerta ao não romantizar esse engajamento. Ao longo da narrativa, fica evidente que carregar o peso de querer salvar tudo e todos pode ser exaustivo, especialmente quando se negligenciam as próprias fragilidades.

O processo de adaptação à nova cidade funciona como um espelho emocional para Esperança. Cada novo ambiente, relação ou conflito expõe suas inseguranças e revela o quanto o sentimento de pertencimento precisa ser construído com tempo, escuta e troca. O texto aborda com sensibilidade os choques entre expectativas e realidade, mostrando que recomeçar nem sempre é sinônimo de entusiasmo, mas muitas vezes de solidão silenciosa.

As relações afetivas ocupam papel central na narrativa. O namoro, as amizades e os vínculos familiares são apresentados como espaços de apoio, mas também de conflito e aprendizado. O livro se destaca ao tratar essas relações de forma honesta, sem idealizações excessivas. Amar, aqui, não significa ausência de problemas, mas disposição para enfrentar dificuldades juntos, inclusive quando isso exige reconhecer limites e pedir socorro.

Um dos temas mais relevantes de Esperança é justamente a dificuldade da protagonista em aceitar ajuda. Acostumada a ser forte, ativa e solidária, ela precisa aprender que vulnerabilidade não é fraqueza. Essa mensagem atravessa a obra de maneira orgânica e toca em uma questão contemporânea urgente, especialmente entre jovens que se sentem pressionados a demonstrar resiliência constante e engajamento irrepreensível.

A escrita é simples, direta e emocionalmente acessível, o que amplia o alcance da história e facilita a identificação do leitor. Em alguns momentos, a narrativa adota um tom mais linear e previsível, o que pode limitar a complexidade dramática. Ainda assim, essa escolha reforça o caráter acolhedor do livro e sua vocação para dialogar com leitores que buscam histórias de conforto, reflexão e reconhecimento pessoal.

Jovens Malditos | Villa Diodati volta a inspirar o horror em romance que revisita o nascimento da literatura gótica

Duzentos anos depois de um verão que mudou para sempre a história da literatura, a Villa Diodati retorna ao centro da imaginação coletiva como cenário de medo, criação e confronto emocional. Em Jovens Malditos, romance da autora inglesa M. A. Bennett, publicado no Brasil pela Plataforma21, o lendário encontro que deu origem a Frankenstein e lançou as bases do mito moderno do vampiro é reimaginado sob a ótica do horror contemporâneo, dialogando diretamente com as angústias, dilemas e monstros do século XXI.

Localizada às margens do Lago de Genebra, a Villa Diodati foi palco, em 1816, de um dos episódios mais emblemáticos da cultura ocidental. Reunidos durante um verão marcado por tempestades e isolamento, Mary Shelley, Percy Bysshe Shelley, Lord Byron e John Polidori desafiaram uns aos outros a escrever histórias assustadoras. O resultado desse jogo criativo ecoa até hoje na literatura, no cinema e no imaginário popular. Em Jovens Malditos, esse passado não é apenas referência histórica, mas o alicerce simbólico de uma narrativa que questiona o papel da arte, da dor e da responsabilidade criativa.

A história começa com um convite sedutor. Quatro jovens artistas são selecionados para participar do programa Juventude Gótica, uma iniciativa que promete incentivar talentos nas artes literárias e cênicas. O objetivo declarado é ambicioso: reunir criadores contemporâneos para refletir sobre os medos atuais e reinventar, duzentos anos depois, aquele verão que deu origem à literatura gótica. O convite, porém, carrega um subtexto inquietante desde o início. Mais do que criar histórias de terror, os participantes são desafiados a olhar para dentro de si.

Os escolhidos representam diferentes formas de expressão artística e também diferentes maneiras de lidar com o mundo. Eve é uma booktuber conhecida por falar abertamente sobre morte, luto e temas que muitos preferem evitar. Griffin, um rapper de sucesso, transforma experiências de violência e exclusão social em letras cruas e confessionais. Hal construiu sua carreira como youtuber especializado em cinema de terror, alguém que domina a linguagem do medo, mas sempre a partir da segurança da tela. Ren, por sua vez, é um ator e performer fascinado por narrativas vampirescas, usando o próprio corpo como ferramenta de expressão artística.

Ao chegarem à Villa Diodati, os quatro se deparam com um ambiente que mistura reverência histórica e desconforto constante. Cada quarto presta homenagem a uma figura do encontro de 1816, reforçando o peso simbólico do lugar. No entanto, a mansão não se comporta como um simples retiro criativo. Há regras pouco claras, uma equipe silenciosa que evita contato direto e uma sensação persistente de que cada gesto está sendo observado. A promessa de liberdade artística rapidamente se transforma em vigilância.

O ponto de ruptura da narrativa ocorre durante a leitura do Fantasmagoriana, coletânea de histórias de terror que inspirou o desafio criativo original de Mary Shelley e seus contemporâneos. O exercício, proposto pela Fundação Diodati como parte do programa, desencadeia uma série de acontecimentos perturbadores. Visões, manifestações físicas inexplicáveis e experiências sensoriais extremas passam a afetar os participantes de forma individual e coletiva. Medos íntimos, culpas reprimidas e traumas mal resolvidos ganham forma, tornando impossível distinguir onde termina a criação artística e começa a realidade.

A situação se agrava com a chegada inesperada de uma visitante e sua morte misteriosa nos arredores da mansão. A partir desse evento, o clima de desconfiança se intensifica. Os jovens passam a questionar não apenas a segurança do local, mas as verdadeiras intenções da Fundação Diodati. O que deveria ser um espaço de criação se revela um território de experimentação extrema, onde ciência, tecnologia e ocultismo se entrelaçam de maneira inquietante.

Com sensibilidade e precisão, M. A. Bennett constrói uma narrativa que utiliza o horror como linguagem emocional. Jovens Malditos não se contenta em provocar medo superficial. O livro explora temas como identidade, pertencimento, sexualidade, culpa e trauma, transformando o terror em ferramenta de reflexão. Os monstros que surgem ao longo da história não são apenas criaturas sobrenaturais, mas projeções de dores reais, individuais e coletivas. A pergunta central deixa de ser “o que nos assusta?” e passa a ser “o que estamos dispostos a ignorar?”.

Inserido no subgênero conhecido como dark academy, o romance dialoga com uma estética marcada por espaços fechados, instituições enigmáticas e jovens intelectualmente inquietos. Ao mesmo tempo, mantém um forte vínculo com a tradição da literatura gótica, atualizando seus símbolos para um público contemporâneo. O resultado é uma obra que conversa tanto com leitores jovens quanto com aqueles já familiarizados com os clássicos do gênero.

Primeiro volume de uma duologia, Jovens Malditos aposta em personagens moralmente ambíguos e em uma trama que se constrói de forma gradual, intensificando a sensação de desconforto a cada capítulo. A leitura agrada fãs de narrativas como Wandinha e Stranger Things, mas também se destaca por sua abordagem mais psicológica e reflexiva, que recusa respostas fáceis ou finais reconfortantes.

No Supercine deste sábado (21), Globo exibe a comédia romântica Sobre Ontem à Noite

Neste sábado, 21 de fevereiro de 2026, o Supercine da TV Globo aposta em uma comédia romântica que mistura paixão, insegurança e boas doses de humor ácido: Sobre Ontem à Noite. Lançado originalmente como About Last Night, o longa é dirigido por Steve Pink e revisita uma história que já havia ganhado as telas nos anos 80, inspirada na peça Sexual Perversity in Chicago, de David Mamet.

Mas esqueça a ideia de um romance açucarado e previsível. Aqui, o amor nasce de forma impulsiva, entre drinks, provocações e uma química quase imediata. A trama acompanha dois casais que se conhecem em um bar e, depois de uma noite intensa, decidem dar uma chance a algo que começou sem grandes promessas.

Danny (Michael Ealy) e Debbie (Joy Bryant) vivem o lado mais sensível da história. Eles se conectam rapidamente e tentam transformar o encanto inicial em um relacionamento estável. Existe ali uma vontade genuína de fazer dar certo, mas também há inseguranças, diferenças de personalidade e o medo de se machucar. O filme acompanha o casal nos altos e baixos típicos de quem está aprendendo a dividir espaço, rotina e expectativas.

Em contraste, Bernie (Kevin Hart) e Joan (Regina Hall) são pura faísca. Sarcásticos, diretos e sem filtro, eles protagonizam as cenas mais engraçadas — e também as mais honestas. A química entre Kevin Hart e Regina Hall é um dos grandes trunfos do filme. Os diálogos são rápidos, provocativos e muitas vezes desconcertantes, dando à narrativa um ritmo que foge do convencional das comédias românticas tradicionais.

O que torna Sobre Ontem à Noite interessante é justamente a forma como ele desmonta a fantasia do “felizes para sempre” instantâneo. O filme mostra que a parte fácil é se apaixonar em uma noite animada. O difícil começa no dia seguinte, quando entram em cena as manias, os traumas, as ambições profissionais e as expectativas sobre o futuro. Entre discussões sobre morar junto, carreira e fidelidade, os personagens percebem que o amor exige mais do que atração física.

A direção de Steve Pink mantém um tom contemporâneo, com diálogos naturais e situações que soam próximas da realidade. Não há grandes reviravoltas dramáticas, mas sim conflitos cotidianos que qualquer casal pode reconhecer. É aquela discussão que começa pequena e cresce sem perceber. É o orgulho que impede um pedido de desculpas. É o medo de admitir que está se envolvendo mais do que gostaria.

Além dos protagonistas, o elenco conta ainda com nomes como Christopher McDonald e Adam Rodriguez, que ajudam a compor o universo social e profissional dos personagens. Mas é mesmo o quarteto principal que sustenta o filme do início ao fim.

Nos cinemas, o longa teve uma estreia forte, arrecadando cerca de 25,7 milhões de dólares em seu primeiro fim de semana, ficando atrás apenas de The Lego Movie, que liderava as bilheterias na época. Ao final de sua trajetória, somou aproximadamente 50,5 milhões de dólares mundialmente — um resultado sólido para uma comédia romântica de orçamento moderado.

Mais do que números, porém, o que permanece é a identificação. Sobre Ontem à Noite fala sobre aquele momento em que a paixão deixa de ser só diversão e começa a exigir responsabilidade emocional. Fala sobre aprender a ouvir, ceder e, principalmente, crescer junto. Nem sempre os personagens acertam — e é justamente isso que os torna humanos.

Para quem gosta de histórias que misturam risadas com reflexões sinceras sobre relacionamentos, o filme é uma boa escolha para o sábado à noite. Ele diverte, provoca e, em alguns momentos, até incomoda um pouco — porque lembra que amar não é apenas sobre a noite perfeita, mas sobre tudo o que vem depois dela.

Iron Lung | Terror dirigido por Markiplier ganha data de estreia no Brasil após faturar US$ 50 milhões nas bilheterias

O terror Iron Lung, dirigido e estrelado pelo fenômeno da internet Markiplier, finalmente ganhou data de estreia no Brasil, com lançamento confirmado pela Paris Filmes. Depois de se tornar um verdadeiro fenômeno nas bilheterias internacionais, o longa chega cercado de curiosidade e expectativas.

Produzido com um orçamento enxuto de aproximadamente US$ 3 milhões, o filme já acumula cerca de US$ 50 milhões em arrecadação mundial, um feito impressionante para uma produção independente. O sucesso consolida a força do criador de conteúdo, que soma quase 38 milhões de inscritos no YouTube e decidiu apostar alto ao levar para o cinema a adaptação do jogo homônimo criado por David Szymanski em 2022.

Antes de tirar o projeto do papel, Markiplier tentou viabilizar o filme por meio de parcerias com grandes estúdios de Hollywood, mas recebeu negativas. Em vez de engavetar a ideia, resolveu financiar a produção de forma independente, assumindo o controle criativo e apostando na própria base de fãs. A decisão, que poderia parecer arriscada, acabou se mostrando estratégica.

Na trama, ambientada em um futuro pós-apocalíptico, um evento conhecido como “The Quiet Rapture” provocou o desaparecimento de todas as estrelas e planetas habitáveis do universo. O resultado é um cenário desolador, claustrofóbico e quase sem esperança. É nesse contexto que acompanhamos Simon, interpretado por Mark Fischbach, nome verdadeiro de Markiplier.

Simon é um prisioneiro enviado para cumprir uma missão praticamente suicida. Ele precisa explorar um vasto oceano de sangue localizado em uma lua abandonada, utilizando um pequeno submarino enferrujado chamado Iron Lung. O veículo é apertado, escuro e limitado em recursos, aumentando a sensação de isolamento. O contato com o mundo exterior acontece apenas por rádio, enquanto uma espécie de sistema de captura de imagens registra o que existe fora da embarcação.

Grande parte da tensão do filme nasce justamente dessa limitação. O espectador compartilha a mesma angústia do protagonista, preso em um espaço minúsculo, dependente de equipamentos precários e cercado por um ambiente desconhecido. O terror aqui não é construído apenas por sustos, mas pela atmosfera sufocante e pela constante sensação de que algo pode surgir a qualquer momento nas profundezas daquele mar vermelho.

A adaptação preserva o espírito do jogo original, conhecido por sua proposta minimalista e altamente imersiva. Ao levar a história para o cinema, Markiplier buscou manter o foco na experiência sensorial e psicológica, explorando o medo do desconhecido e o impacto do isolamento extremo.

Em Portugal, o longa chegou a cinemas selecionados em 13 de fevereiro de 2026, exibido em sua versão original em inglês. Agora, com a distribuição garantida pela Paris Filmes, o público brasileiro poderá conferir nas telonas essa produção que nasceu fora do circuito tradicional de Hollywood, mas conquistou números dignos de grandes estúdios.

Em Família com Eliana reúne Dilsinho, Ana Maria Braga, Tati Machado e Wesley Safadão em edição especial neste domingo

Neste domingo, 22 de março, o Em Família com Eliana apresenta uma edição que combina competição musical, histórias pessoais e a participação de nomes conhecidos do público. Sob o comando de Eliana, a atração mantém a proposta de valorizar os laços familiares por meio da música, reunindo participantes de diferentes regiões do país.

Um dos destaques do programa é a participação do cantor Dilsinho, que recebe a equipe em sua residência, no Rio de Janeiro. A visita mostra o artista em um contexto mais íntimo, distante da rotina de shows. Durante o encontro, ele compartilha momentos com familiares, relembra passagens importantes da carreira e apresenta aspectos da vida pessoal que ajudam a construir um retrato mais completo de sua trajetória.

O conteúdo da visita também dá origem ao spin-off Em Família com Eliana: Pode Entrar, que será exibido no GNT. A produção amplia a experiência apresentada na TV aberta, com cenas adicionais e conversas mais aprofundadas. O material ainda ficará disponível na plataforma Globoplay, reforçando a estratégia de distribuição multiplataforma.

No estúdio, a competição musical segue como eixo central da atração. Três famílias sobem ao palco para apresentar performances que destacam suas origens e influências culturais. De Belém, no Pará, a família Marçal aposta em uma releitura de um clássico pop com elementos regionais. Representando São Gonçalo, no Rio de Janeiro, a família Carneiro mistura ritmos como R&B, samba e gospel. Já do Paraná, a família Miguel investe em um repertório sertanejo, um dos gêneros mais populares do país.

As apresentações são avaliadas por um júri formado por convidados especiais. A apresentadora Ana Maria Braga participa acompanhada de Louro Mané e de seu marido, Fábio Arruda. Também integra o grupo a comunicadora Tati Machado, que comparece ao lado da mãe e do marido.

O cantor Wesley Safadão completa o time de jurados e participa acompanhado da esposa, Thyane Dantas, dos filhos e de Juninho Anão, considerado parte de sua família. Além de avaliar as performances, o artista também se apresenta no palco com sucessos da carreira, incluindo “Assiste Aí de Camarote”.

A dinâmica do programa combina a análise dos jurados com a participação da plateia, que contribui na escolha da família que avança na competição. O formato prioriza não apenas a qualidade técnica das apresentações, mas também a capacidade dos participantes de transmitir emoção e identidade por meio da música.

Série de Harry Potter revela primeira imagem e reforça investimento bilionário da HBO em nova adaptação

A nova série baseada no universo de Harry Potter deu um passo importante rumo à sua estreia. Após meses cercada por expectativas e poucas informações visuais, a produção divulgou sua primeira imagem oficial, oferecendo ao público um vislumbre inicial da nova abordagem da história que marcou gerações.

O material apresenta Dominic McLaughlin já caracterizado como Harry Potter, sinalizando o tom da adaptação e iniciando, de fato, a comunicação mais direta com os fãs. A imagem chega em um momento estratégico, quando as filmagens da primeira temporada entram em sua fase final, consolidando o avanço de um projeto que promete se tornar um dos maiores da televisão na próxima década.

Produzida pela HBO em parceria com a Warner Bros. Television, a série nasce com uma proposta ambiciosa: adaptar os livros de J. K. Rowling com mais fidelidade e profundidade do que foi possível nos cinemas.

Como será a nova série de Harry Potter?

Diferente da franquia cinematográfica, que precisou condensar os acontecimentos em longas de duração limitada, a série pretende explorar cada livro ao longo de uma temporada inteira. A primeira fase será baseada em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, acompanhando a descoberta do mundo mágico sob o olhar de um garoto que cresce sem conhecer sua própria história.

A ideia é desenvolver com mais calma personagens, relações e subtramas que, nos filmes, acabaram reduzidas ou deixadas de lado. Esse formato também abre espaço para uma construção mais detalhada do universo de Hogwarts, desde as aulas até os conflitos internos que cercam os estudantes e professores.

Outro ponto que chama atenção é o planejamento de longo prazo. Executivos da Warner Bros. Discovery já indicaram que a série pode se estender por até dez anos, acompanhando a evolução natural dos personagens. Trata-se de um compromisso raro, que exige consistência criativa e estabilidade de produção ao longo do tempo.

Investimento milionário

A grandiosidade do projeto também se reflete no investimento. Durante uma conferência internacional, a executiva Sarah Aubrey afirmou que a série recebeu um aporte financeiro acima do padrão adotado pela empresa. Segundo ela, trata-se de uma produção especial, com um nível de prioridade que poucas obras recebem.

Embora os números oficiais não tenham sido confirmados, estimativas apontam que cada episódio pode ultrapassar os 60 milhões de dólares. Esse valor posiciona a série entre as mais caras já produzidas, reforçando a intenção da HBO de transformar “Harry Potter” em um de seus principais ativos para o futuro.

As gravações acontecem nos estúdios Leavesden, na Inglaterra, local emblemático para a franquia, além de diversas locações externas que ajudam a ampliar a sensação de imersão. A produção também conta com uma estrutura própria para atender o elenco jovem, incluindo uma escola montada dentro do complexo de filmagens.

Quem faz parte do elenco?

A escolha do elenco foi um dos processos mais extensos da produção. Mais de 30 mil candidatos foram avaliados até a definição do trio principal. Os jovens Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton assumem os papéis de Harry, Ron e Hermione, respectivamente.

A aposta em novos talentos segue a tradição iniciada pelos filmes, permitindo que o público acompanhe o crescimento dos personagens ao longo dos anos. Ao mesmo tempo, a série também reúne nomes experientes em papéis centrais.

John Lithgow interpreta Alvo Dumbledore, enquanto Janet McTeer vive Minerva McGonagall. Já Paapa Essiedu assume o papel de Severus Snape, e Nick Frost dá vida a Hagrid. A combinação entre atores consagrados e novos rostos busca equilibrar renovação e credibilidade dramática.

Polêmicas envolvendo a produtora J. K. Rowling

A série também carrega desafios importantes. O envolvimento de J. K. Rowling como produtora executiva continua gerando debates, refletindo discussões que vão além da obra em si. Ainda assim, a HBO mantém sua posição e reforça a importância da autora no desenvolvimento do projeto.

Criativamente, a produção está nas mãos de Francesca Gardiner, responsável pelo roteiro e pela condução da série, enquanto Mark Mylod dirige episódios importantes. Ambos trazem experiência em produções de alto nível, o que aumenta a expectativa em relação à qualidade final.

Outro ponto relevante é a mudança na estratégia de lançamento. Inicialmente pensada para o streaming, a série passou a ser vinculada diretamente à HBO, reforçando seu posicionamento como um grande evento televisivo.

Quando estreia?

A estreia da série de “Harry Potter” está prevista para o primeiro semestre de 2027, com uma primeira temporada composta por oito episódios. Até lá, a expectativa é que novos materiais sejam divulgados gradualmente, ampliando o contato do público com essa nova versão do universo mágico.

Nova temporada de Mistérios do Pântano amplia investigações e leva Troy Landry a enfrentar ameaças fora da Louisiana

A terceira temporada de Mistérios do Pântano chega à programação do History no dia 28 de março com uma proposta mais abrangente. Conhecido por sua atuação no controle de jacarés na Louisiana, Troy Landry agora expande seu território de ação e passa a atender chamados em diferentes regiões do sul dos Estados Unidos, onde fenômenos incomuns têm gerado preocupação.

Com o encerramento da temporada oficial de caça aos jacarés, Landry assume um novo papel: o de especialista convocado para lidar com situações que envolvem riscos ambientais e ameaças à segurança de comunidades. A série mantém sua estrutura baseada em operações de campo, mas amplia o escopo ao incorporar elementos investigativos e relatos que transitam entre o natural e o inexplicável.

Os episódios inéditos apresentam uma variedade de ocorrências que exigem respostas rápidas e conhecimento técnico. Entre elas, está o desaparecimento de ninhos de jacarés, um problema que pode afetar diretamente o equilíbrio da fauna local. A situação leva a equipe a analisar possíveis predadores, interferência humana e mudanças no habitat.

Outro caso que chama atenção envolve javalis selvagens que estariam invadindo áreas históricas e desenterrando sepulturas antigas, algumas com mais de 200 anos. O fenômeno mobiliza moradores e especialistas, levantando discussões sobre preservação e controle de espécies invasoras. Em paralelo, surgem relatos de ataques em uma área de banho comunitária, onde vítimas apresentam marcas de mordidas cuja origem ainda é desconhecida.

A temporada também incorpora investigações ligadas ao passado da região. Histórias transmitidas ao longo de gerações ganham espaço, como a busca por um possível tesouro escondido desde a Guerra Civil Americana nos pântanos. As expedições revelam ainda vestígios de antigas ocupações humanas, incluindo cemitérios esquecidos e estruturas encobertas pela vegetação e pelas águas.

O episódio de estreia retoma um ponto deixado em aberto anteriormente. Intitulado “O retorno pelo ouro do pântano”, ele acompanha Landry e sua equipe em uma tentativa de recuperar troncos antigos de cipreste encontrados em uma área alagada. Considerados raros, esses materiais exigem uma operação complexa, que combina o uso de mapas históricos, leitura das condições naturais e equipamentos adaptados para navegação em áreas de difícil acesso.

Ao longo dos novos episódios, a série reforça sua proposta de mostrar a realidade de regiões onde o ambiente natural impõe desafios constantes. A presença de Troy Landry funciona como elo entre conhecimento prático e investigação, conduzindo o público por situações que misturam perigo, história e sobrevivência.

Super Mario Galaxy: O Filme estreia com bilheteria impressionante e conquista o público, mas divide opiniões da crítica

O universo de Mario retorna às telonas com Super Mario Galaxy: O Filme, sequência direta de Super Mario Bros. – O Filme (2023), e já mostra resultados expressivos antes mesmo de completar o fim de semana de estreia. A animação arrecadou mundialmente US$ 122,1 milhões, sendo US$ 59,1 milhões nos Estados Unidos e US$ 63 milhões em outros territórios, demonstrando que a popularidade do icônico encanador permanece firme entre o público de todas as idades.

Produzido em parceria pela Illumination e Nintendo e distribuído pela Universal Pictures, o longa é baseado no clássico jogo eletrônico Super Mario Galaxy, de 2007, e mantém a essência de comédia e aventura que consagrou a primeira produção. O filme traz de volta a equipe original de diretores, Aaron Horvath e Michael Jelenic, com roteiro de Matthew Fogel, além de contar com os dubladores que marcaram o sucesso do primeiro longa, incluindo Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson como Kamek.

Apesar da bilheteria promissora, o filme divide opiniões da crítica especializada. No Rotten Tomatoes, o longa registra 40% de aprovação, enquanto o público demonstra forte entusiasmo, com 90% de aprovação. Esse contraste evidencia que, embora críticos apontem falhas na estrutura narrativa ou excesso de referências aos jogos, os espectadores valorizam a nostalgia, a diversão e o carisma dos personagens.

O interesse da Nintendo em expandir o universo cinematográfico de Mario já era evidente antes do primeiro filme. Em maio de 2021, Shuntaro Furukawa, presidente da Nintendo, afirmou que mais produções animadas poderiam ser realizadas caso o primeiro longa fosse bem-sucedido, e a bilheteria de US$ 1,36 bilhão mundialmente comprovou o potencial da franquia no cinema. Em abril de 2023, a empresa confirmou a intenção de criar mais filmes da série, embora sem detalhar a sequência direta. Chris Pratt chegou a declarar em junho do mesmo ano que uma continuação seria anunciada em breve, mas que a greve dos roteiristas afetaria o cronograma.

Em março de 2024, durante o evento Mario Day, Chris Meledandri, fundador da Illumination, e Shigeru Miyamoto, criador da franquia, confirmaram oficialmente o desenvolvimento do novo filme. A equipe de direção e roteiro retornou e a Illumination iniciou o trabalho de storyboard, criando novos ambientes e cenários para a aventura. A Universal Pictures oficializou o título Super Mario Galaxy: O Filme em setembro de 2025, revelando também o primeiro teaser promocional, garantindo o retorno de todos os dubladores originais e do compositor Brian Tyler, responsável pela trilha sonora.

A narrativa leva Mario e Luigi a uma jornada intergaláctica repleta de planetas coloridos e desafios inéditos, enquanto tentam resgatar a Princesa Peach das garras de Bowser. Personagens como Toad e Kamek ganham maior relevância, contribuindo para uma trama que mistura ação, humor e emoção. O filme explora cenários de alta qualidade em CGI, proporcionando experiências visuais que remetem ao dinamismo e à criatividade dos jogos da Nintendo.

Embora críticos tenham apontado que o longa depende de referências aos videogames, a reação do público demonstra que o apelo nostálgico e a interação entre os personagens compensam qualquer limitação. O sucesso de bilheteria reforça a força da marca Mario e a confiança dos estúdios em continuar explorando histórias animadas baseadas na franquia. A expectativa agora é de que novos filmes sejam produzidos, ampliando o universo cinematográfico do encanador e trazendo à tona outros títulos da série.

Resumo da novela A Nobreza do Amor de quarta (15/04) – Jendal entra em desespero com morte de Soliman

No resumo da novela A Nobreza do Amor desta quarta-feira, 15 de abril de 2026, a notícia da morte de Soliman abala Jendal, que reage com desespero. Em homenagem ao Paxá, Burak faz uma prece. Enquanto isso, Tonho e Dona Menina ajudam Isaura no nascimento de seu filho. Mesmo diante da perda, Jendal determina que a tripulação de Soliman continue trabalhando em Batanga. A decisão desagrada Çinar, que não aceita deixar Omar sob os cuidados de Chinua.

Em Barro Preto, Vera, também conhecida como Niara, e Maria Helena entregam a Bartô um abaixo-assinado pedindo a reconstrução da escola. Em paralelo, Manoel conhece Josias. Dumi e Chinua reforçam a ideia de que Batanga será livre. Tonho incentiva Januário a seguir em frente e se permitir amar novamente. Salma e Fuad se encontram. Virgínia estranha ao perceber que Adalgisa demonstra reconhecer Mirinho. Já Alika reage com revolta ao ler uma matéria que elogia Jendal.

Próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor

Determinada, Alika afirma que irá se vingar de Jendal e recuperar a memória de Cayman. Enquanto isso, Adalgisa e Mirinho conseguem despistar Virgínia. O despertar de Omar, chamando por Alika, provoca a fúria de Jendal. Em paralelo, Adalgisa se aproxima de Mirinho com intenções claras de sedução.

Maria Helena pede o apoio de Dôra para tentar influenciar Bartô na reconstrução da escola. Onildo passa a desconfiar de Vera. Ao mesmo tempo, Alika e Niara avaliam a possibilidade de viajar ao Rio de Janeiro em busca de apoio para intervir em Batanga. Na estação, Virgínia se depara com Lúcia, que na verdade é Alika, e se irrita ao descobrir que as duas seguirão viagem no mesmo trem. Mirinho provoca Tonho, enquanto Alika comunica à família que só retornará a Barro Preto após falar com Nilo Peçanha.

Chinua revela a Omar que Alika e Niara estão seguras, mas pede que ele mantenha a aparência de estar desacordado diante de Jendal. Virgínia e Marta aprovam o vestido de noiva feito por Adalgisa, e Mirinho agenda um encontro com ela. Eugênia passa mal ao ficar presa em um elevador e é socorrida por Lúcia/Alika. Logo depois, Mirinho se declara, tenta beijá-la e acaba sendo rejeitado de forma agressiva. Tonho, por sua vez, passa a acreditar que ela esteja envolvida com outro homem.

Durante um jantar com Eugênia e Eustáquio, a presença de Lúcia/Alika e sua família causa desconforto em Virgínia e Marta. Ladisa afirma a Akin que jamais esquecerá que Dumi atentou contra seu marido. Jendal comenta com ingleses sobre a necessidade de casar sua filha, e Mr. Campbell sugere que Mr. Jones se aproxime de Kênia. Eustáquio elogia a capacidade de Lúcia/Alika para os negócios. Niara percebe o ciúme de Alika em relação a Tonho.

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