Vem aí Super Mario World! Continuação de Super Mario Bros. promete trazer personagens clássicos (e uns bem inusitados)

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Agora é oficial: a sequência de Super Mario Bros. – O Filme já tem nome e data no radar. O título escolhido foi Super Mario World, e a revelação aconteceu durante o evento de upfront da NBCUniversal — aquele momento em que a galera da empresa mostra o que vem por aí nos cinemas e na TV.

O anúncio veio acompanhado de uma lista caprichada com os principais lançamentos da Universal para o próximo ano. Entre eles, estão M3GAN 2.0, o tão esperado live-action de Como Treinar o Seu Dragão e, claro, o retorno do encanador mais famoso do mundo dos games.

Mas a parte mais empolgante pra quem cresceu (ou ainda vive) jogando Nintendo é que Super Mario World promete expandir de vez o universo que a gente viu no primeiro filme. E quem deu uma prévia dessa novidade foi ninguém menos que Keegan-Michael Key, que dubla o Toad na animação. Em entrevista à Men’s Journal, ele deixou escapar que o segundo longa vai trazer muita coisa nova — inclusive rostos que os fãs vão reconhecer rapidinho:

“Eles realmente ampliaram o mundo onde esses personagens vivem. Vamos conhecer algumas pessoas novas — que, na verdade, são velhos favoritos dos fãs — e outras que são tipo ‘corte profundo’, sabe? Personagens mais obscuros, mas que se encaixam super bem na história. Vai ser muito legal!”

Ou seja, pode se preparar: vem aí um desfile de personagens que vai agradar quem jogou desde o Super Mario Bros. lá dos anos 80 até quem se apaixonou por Super Mario Odyssey no Nintendo Switch.

E dá pra entender o motivo de tanta expectativa. O primeiro filme, lançado em 2023, foi um fenômeno absoluto, arrecadando mais de US$ 1,35 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Um sucesso que ninguém esperava tão grande — e que abriu portas pra novas aventuras animadas da Nintendo.

Pra completar, o time criativo continua o mesmo: Aaron Horvath e Michael Jelenic voltam na direção e o roteiro fica por conta de Matthew Fogel, que já mostrou que entende direitinho a essência dos jogos.

Se o primeiro filme foi uma carta de amor aos fãs, Super Mario World promete ser uma verdadeira viagem nostálgica (e divertida!) pelo Reino dos Cogumelos — com direito a surpresas, personagens icônicos e, claro, muita correria em canos verdes.

Duna: Parte 3 – Messias inicia filmagens e promete expandir ainda mais o épico de Denis Villeneuve

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O épico sci-fi comandado por Denis Villeneuve entra em sua fase mais ousada. Após o sucesso estrondoso de Duna: Parte 2, que consolidou a saga como um marco do cinema contemporâneo, “Duna: Parte 3 – Messias” já tem data para dar início às filmagens: a partir de 7 de julho, as câmeras voltam a rodar — e o deserto de Arrakis volta a respirar.

Zendaya na linha de frente: os olhos azuis de Chani brilham em Budapeste

A atriz Zendaya, que roubou a cena como Chani, já se encontra em Budapeste, cidade que mais uma vez servirá como base para a ambiciosa produção. É lá que a saga inicia sua terceira fase, que promete ser a mais densa, política e espiritual até aqui. A atriz será ainda mais central na narrativa, o que já aumenta as expectativas de fãs e críticos.

Filmar para resistir: Warner quer estrear em dezembro de 2026, sem atrasos

Com um cronograma apertado e muitas locações a percorrer, a Warner Bros. colocou o pé no acelerador para garantir que o filme chegue às telonas em 18 de dezembro de 2026, data estratégica no calendário de blockbusters. Villeneuve, fiel à sua proposta artística e aos detalhes visuais, se vê agora diante do desafio de equilibrar a grandiosidade da história com a precisão do tempo.

Messias e o peso do destino: Paul Atreides no centro do turbilhão

Se a Parte 2 mostrou Paul Atreides amadurecendo entre os Fremen e assumindo seu lugar como líder, Messias mergulha nas consequências desse poder. Inspirado no segundo livro de Frank Herbert, o novo filme vai além da guerra e da vingança — explora o peso de ser um mito vivo, o fardo de carregar nas mãos o futuro de um povo inteiro. O foco agora não é apenas sobreviver, mas enfrentar as sombras que vêm junto com a luz de um “salvador”.

Elenco cada vez mais poderoso: novas peças no tabuleiro imperial

A força da saga também se reflete em seu elenco estelar. Timothée Chalamet volta com intensidade ao papel de Paul. Zendaya ganha protagonismo definitivo. Rebecca Ferguson, Javier Bardem, Josh Brolin e Stellan Skarsgård retornam com seus personagens marcantes.

Mas é o reforço que impressiona:

  • Christopher Walken, com sua presença imperial, vive o Imperador Shaddam IV; Florence Pugh assume o papel da estratégica princesa Irulan; Austin Butler retorna como o impiedoso Feyd-Rautha; Léa Seydoux, Souheila Yacoub e Anya Taylor-Joy entram para ampliar o peso dramático e simbólico da narrativa, com personagens que ainda guardam segredos.

O deserto está inquieto: o futuro de Duna será também uma reflexão

Com Duna: Messias, Villeneuve promete sair da zona de conforto dos efeitos visuais para entregar algo ainda mais complexo: uma história sobre fé, fanatismo, destino e consequências do poder. Não é apenas uma continuação — é um aprofundamento. Os dilemas humanos estarão mais vivos do que nunca, em uma produção que se equilibra entre o espetáculo e a filosofia.

“Monsieur Aznavour” e “Entre Nós, o Amor” chegam aos cinemas brasileiros

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O cinema francês sempre teve um talento particular para captar o íntimo da experiência humana — seja pelas canções que embalam gerações, seja pelos silêncios que habitam as relações familiares. Neste mês de julho, duas estreias oferecem uma espécie de duplo mergulho nessa sensibilidade: Monsieur Aznavour, cinebiografia do lendário cantor Charles Aznavour, e Entre Nós, o Amor, drama contemporâneo sobre as feridas entre mãe e filho.

Embora distintos em estilo e enredo, ambos os filmes — que chegam aos cinemas brasileiros com uma semana de diferença — compartilham uma mesma força: a capacidade de emocionar sem recorrer ao exagero. Com atuações poderosas e direção atenta aos detalhes do afeto e da dor, as produções revelam como a arte e o afeto podem sobreviver às ruínas da vida.

A voz que atravessou séculos

Com estreia marcada para o dia 24 de julho, Monsieur Aznavour é uma ode ao artista que traduziu o romantismo francês em canções que ainda ressoam pelo mundo. Dirigido por Mehdi Idir e Grand Corps Malade, o filme acompanha a jornada de Charles Aznavour, desde sua infância como filho de imigrantes armênios até se tornar um dos maiores nomes da música europeia.

O papel-título é interpretado por Tahar Rahim, conhecido por seu trabalho em O Profeta e O Mauritano. Aqui, ele assume o desafio de dar corpo e alma a uma figura que, mesmo com uma voz considerada “modesta” pelos padrões técnicos, emocionou multidões com sua honestidade lírica e sua postura introspectiva diante do estrelato.

“Aznavour não queria ser ídolo, queria ser ouvido”, diz uma das falas do longa — e essa parece ser a síntese de sua trajetória. Autor de quase 1.200 canções em diversas línguas, o cantor que ficou conhecido como o “Frank Sinatra da França” teve uma carreira que sobreviveu a guerras, preconceitos e transformações culturais.

O filme evita o tom panfletário e aposta em um retrato afetivo, que valoriza os momentos de dúvida e reinvenção artística do compositor. Um recorte íntimo, emoldurado por trilhas que marcaram época: “La Bohème”, “She”, “La Mamma”, entre outras.

Mãe e filho em conflito: o amor nos cacos do cotidiano

Já no dia 17 de julho, é a vez de Entre Nós, o Amor chegar às salas brasileiras. O novo filme de Morgan Simon traz no elenco duas figuras conhecidas do público de cinema francês: Valeria Bruni-Tedeschi e Félix Lefebvre, que voltam a dividir a tela após o sucesso de Verão de 85.

Neste novo trabalho, eles vivem Nicole e Serge — mãe e filho que mal se suportam, mas que são obrigados a conviver em um pequeno apartamento num conjunto habitacional na periferia. Ela tem 52 anos, está desempregada, endividada e luta para manter alguma dignidade; ele, com 19, vive entre o desprezo e a indiferença.

A narrativa se passa durante os dias que antecedem o Natal, mas não há clima festivo: o que vemos é uma convivência marcada por mágoas acumuladas, cobranças veladas e tentativas frustradas de reconciliação. Ainda assim, o filme aponta para a possibilidade de afeto — mesmo que ele surja em meio ao caos, entre restos de confiança e um fio de esperança.

A direção de Simon aposta em planos fechados, diálogos secos e uma atmosfera que remete a cineastas como os irmãos Dardenne e Bruno Dumont. O resultado é um drama sóbrio, que foge dos clichês do “filme de reconciliação” e convida o espectador a observar os espaços entre palavras — onde, muitas vezes, mora o amor mais verdadeiro.

Um Amor Mais que Perfeito | Maria Fernanda Leite conta a história de uma jovem princesa em busca de si mesma

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Nem sempre a vida é como imaginamos — especialmente quando se carrega o peso de um legado e a responsabilidade de um reino. É nesse contexto que a escritora Maria Fernanda Leite apresenta sua nova obra, Um amor mais que perfeito, um romance cristão que fala sobre os desafios da juventude, o processo de amadurecimento e as decisões que moldam nosso destino.

A protagonista da história é Leticia, uma jovem princesa que vive no luxuoso castelo de Alandy. Ela é a futura rainha do reino e enfrenta uma rotina pesada de estudos para estar à altura das expectativas que recaem sobre seus ombros. Tudo parecia estar seguindo um caminho perfeito — até que a morte súbita da mãe a coloca diante de um vazio imenso.

O impacto da perda e a busca por sentido

A morte da mãe de Leticia não é apenas um acontecimento triste; é um divisor de águas na vida da jovem. A dor do luto faz com que ela se questione quem é e onde quer chegar, principalmente porque toda a sua existência até então fora guiada por obrigações e decisões alheias à sua vontade. Com o pai assumindo um papel rígido e autoritário, Leticia se sente presa entre o amor familiar e as expectativas do reino. É neste cenário que a busca por sua própria identidade começa, uma caminhada nem sempre fácil, cheia de dúvidas e confrontos internos.

Entre o dever e o amor: um casamento arranjado

A pressão aumenta quando o rei anuncia que Leticia será prometida em casamento ao príncipe Peter, herdeiro da coroa do Canadá, numa tentativa de fortalecer alianças políticas entre os dois países. A notícia não agrada Leticia, que vê nesse acordo uma ameaça à sua liberdade. Peter, por sua vez, chega ao castelo com uma postura que inicialmente irrita a princesa. Ele é visto como arrogante e mimado, e os dois acabam travando uma relação marcada por desentendimentos e resistência.

Corações em conflito: o surgimento de um novo amor

Mas o destino reserva surpresas. A entrada de um músico na vida de Leticia mexe com seus sentimentos e traz uma nova perspectiva sobre o que é o amor de verdade. Diferente do compromisso imposto, esse relacionamento surge de forma espontânea, despertando nela emoções genuínas e a esperança de um futuro diferente. A narrativa acompanha essa luta interna, onde a princesa precisa decidir entre seguir o caminho esperado ou ouvir o que seu coração realmente deseja.

Uma história para os jovens que buscam seu lugar no mundo

Mais do que um romance, o filme é uma reflexão sobre os dilemas enfrentados por muitos jovens — a dificuldade de encontrar autonomia, o peso das expectativas familiares e sociais, e a coragem necessária para fazer escolhas que desafiem o status quo. Maria Fernanda escreve com sensibilidade e realismo, mostrando que mesmo aqueles que parecem ter uma vida perfeita também enfrentam conflitos profundos e precisam aprender a lidar com suas emoções.

Um convite à fé e à esperança

No meio das provações, o livro traz uma mensagem de fé e esperança. Para leitores cristãos e para todos que valorizam histórias de superação, a obra oferece um olhar inspirador sobre como a fé pode ser um apoio fundamental para atravessar momentos difíceis e encontrar um propósito renovado.

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