Crítica – Jurassic World: Recomeço é um espetáculo visual que honra a franquia

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Quando a franquia Jurassic Park estreou nos anos 90, ela redefiniu o conceito de espetáculo cinematográfico. Trinta anos depois, Jurassic World: Recomeço tenta equilibrar respeito ao passado com ambições de um novo começo. E embora não revolucione a fórmula, entrega uma produção visualmente deslumbrante, com momentos de pura adrenalina.

Dirigido por Gareth Edwards (Godzilla, Rogue One), o filme impressiona desde os primeiros minutos com sua escala grandiosa e direção segura. O cineasta tem um olhar aguçado para criar tensão e impacto visual, e sabe exatamente como construir a sensação de que o ser humano voltou a ser minúsculo diante das forças da natureza.

🧬 Scarlett Johansson lidera com força e sutileza

Scarlett Johansson estreia com brilho na franquia como Zora, uma cientista marcada por decisões do passado. A atriz traz intensidade emocional e presença magnética, conseguindo transmitir complexidade mesmo quando o roteiro não aprofunda tanto suas motivações. Sua atuação é um dos grandes destaques e confere credibilidade a uma trama que poderia facilmente escorregar para o exagero.

O elenco de apoio também se sai bem, com boas performances e química em cena. Embora falte espaço para desenvolvimentos mais robustos, todos entregam o necessário para manter a história em movimento — com empatia, leveza e ritmo.

🦕 Dinossauros imponentes, ação na medida certa

Se há uma promessa que Recomeço cumpre com louvor, é a de oferecer um verdadeiro show de criaturas pré-históricas. Os efeitos visuais são excepcionais, e as sequências de ação têm energia e coreografia bem resolvidas. Há dinossauros novos, mutações intrigantes e até um toque de terror em certos momentos. O design sonoro e a trilha também ajudam a construir a atmosfera de aventura com tensão constante.

Mais do que sustos e perseguições, o filme também acerta ao apresentar uma ambientação que mistura o tecnológico e o selvagem, refletindo o caos gerado por décadas de manipulação genética. Essa fusão entre passado e futuro é um dos temas que Recomeço aborda com mais consistência.

🔄 Um recomeço cauteloso, mas promissor

Apesar do título ambicioso, o roteiro ainda se prende a estruturas familiares. Elementos como a corporação vilanesca, a criatura que escapa do controle e o embate final grandioso já são conhecidos do público. Mas, diferentemente dos últimos filmes da trilogia World, aqui há mais equilíbrio entre nostalgia e avanço. O filme não tenta apagar o passado, mas dialoga com ele — e isso já representa um progresso.

Há, sim, espaço para mais ousadia em filmes futuros, principalmente em termos temáticos e dramáticos. Mas Recomeço serve como uma ponte bem construída entre o que foi e o que pode vir. Ele planta sementes para uma nova fase — mais sombria, mais reflexiva e, quem sabe, mais surpreendente.

🎬 Uma aventura digna, com alma blockbuster e coração clássico

Jurassic World: Recomeço talvez não seja o capítulo mais inovador da saga, mas é um dos mais bem executados da era moderna. Com visual arrebatador, ritmo eficiente e uma protagonista forte, o longa cumpre seu papel de entretenimento com qualidade.

É o tipo de filme que vale ser visto na tela grande — não apenas pelos dinossauros, mas pelo esforço sincero de entregar algo relevante dentro de uma franquia marcada por altos e baixos. Um recomeço que pode, com os ajustes certos, levar a um novo auge.

Voo de sucesso: Como Treinar o Seu Dragão encanta o mundo e ultrapassa US$ 470 milhões nas bilheteiras globais

A história de amizade entre um jovem viking e um dragão indomável voltou às telas — desta vez em carne, osso e efeitos visuais arrebatadores. O remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão não apenas tocou os corações dos antigos fãs, como também conquistou uma nova geração. E os números não deixam dúvidas: a magia está de volta, mais forte do que nunca.

Desde sua estreia, o longa já acumula US$ 479 milhões em bilheteria mundial, mostrando que o apelo emocional da trama, aliado à tecnologia de ponta e à nostalgia cuidadosamente dosada, ainda é uma fórmula poderosa.

Estreia com fôlego de blockbuster

Nos Estados Unidos, o longa foi além das previsões mais otimistas do mercado. Lançado em meio a uma temporada competitiva, o filme superou expectativas e estreou com US$ 83 milhões, quando a previsão mais confiante girava entre US$ 70 e US$ 80 milhões. Ao fim do fim de semana prolongado de 4 de julho, já havia somado US$ 224 milhões no mercado doméstico, mantendo-se firme no top 3 das bilheteiras e mostrando que há espaço para narrativas sensíveis em meio a tantos heróis e monstros.

No mundo, o coração dos dragões bate forte

O sucesso também ecoou além das fronteiras americanas. O remake arrecadou US$ 114 milhões em sua abertura internacional, com destaques para o México (US$ 14 milhões), Reino Unido e Irlanda (US$ 11,2 milhões) e China (US$ 11,2 milhões). Esses mercados demonstraram uma forte conexão com a história universal sobre empatia, coragem e superação — temas que, somados a visuais impressionantes, continuam encantando plateias diversas.

Entre a nostalgia e a inovação: o que torna o remake tão poderoso?

Diferente de muitas releituras que apenas recriam planos da animação original, o novo Como Treinar o Seu Dragão aposta em uma reinterpretação sensível. Mantendo o núcleo emocional da relação entre Soluço e Banguela, o filme oferece uma experiência visual mais madura, com um mundo vívido, batalhas intensas e uma nova textura dramática. Ainda assim, sem abandonar o espírito encantador da franquia, que sempre falou sobre ver o mundo com os olhos da empatia — até mesmo quando esse mundo tem escamas e solta fogo.

Viver Sertanejo deste domingo (13) traz histórias marcantes de Bruno & Marrone ao lado de Daniel

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O Viver Sertanejo deste domingo (13) dá continuidade ao encontro entre Daniel e a dupla Bruno & Marrone, que emocionou o público na semana passada. Em clima de intimidade e parceria, o episódio mergulha em histórias pouco conhecidas dos artistas, revelando lados pessoais, memórias de bastidores e conexões que atravessam décadas da música sertaneja.

Trajetória com raízes profundas

Bruno & Marrone relembram o início da carreira em bares de Goiânia, marcados por apresentações longas, repertório vasto e a esperança de um dia conquistar o grande público. A dupla compartilha o momento exato em que percebeu que havia chegado lá — e como o sucesso, embora transformador, trouxe novas responsabilidades e desafios.

Marrone fala sobre saúde e superação

Um dos momentos mais tocantes do episódio é o depoimento de Marrone sobre o diagnóstico de glaucoma, que desencadeou uma jornada de ansiedade e depressão. Com sinceridade, o cantor conta como enfrentou o período delicado e como o apoio da família e da música foram essenciais em sua recuperação. Ao lado de Daniel, ele reflete sobre os aprendizados e a importância de cuidar do corpo e da mente, mesmo com a rotina intensa dos palcos.

O poder da canção que quase não foi

A música também é protagonista neste encontro. Além da interpretação de “Na Conta da Loucura”, Bruno & Marrone se unem a Daniel para uma nova versão de “Dormi na Praça”, um dos maiores sucessos da dupla. Durante a conversa, Marrone revela que a canção circulou por diversos artistas — incluindo Christian & Ralf e Gian & Giovani — antes de ser gravada por eles. Daniel compartilha que ele e João Paulo também chegaram a conhecer a composição, mas optaram por não gravá-la. “Acho que era pra ser deles mesmo. O destino cuidou disso”, reflete o cantor.

Um episódio que celebra a música e a vida

Mais do que uma entrevista, o episódio deste domingo é um mergulho na história de três grandes nomes da música brasileira. Entre memórias, confissões e melodias que marcaram gerações, Viver Sertanejo convida o público a olhar além do palco e conhecer as vivências que moldaram os artistas.

Thame e Po: conheça o dorama tailandês que está emocionando os fãs na Netflix

Tem histórias que não chegam fazendo barulho. Elas não explodem, não gritam, não imploram atenção. Em vez disso, se aproximam devagar, tocam a gente de leve e, quando percebemos, já estão ali — ocupando um espaço silencioso e inteiro dentro da gente.

É assim que Thame e Po: Bate Coração, dorama tailandês que chegou à Netflix, se apresenta. Não como uma série sobre uma boy band em fim de carreira. Mas como um retrato sincero dos instantes frágeis que existem entre o fim e o recomeço.

Porque todo fim também é uma confissão

A história começa com uma despedida: a última apresentação da Mars, grupo pop tailandês que arrastou multidões e agora ensaia um adeus sem saber como dizer adeus. Os integrantes — Dylan, Jun, Nano e Pepper — lidam com a separação cada um à sua maneira. Não tem escândalo, não tem cena. Só aquele silêncio desconfortável de quem cresceu junto e agora precisa aprender a se afastar.

Nesse cenário de dissolução e cansaço, entra Po, o cinegrafista encarregado de registrar o último show. Ele não faz parte da banda, mas seu olhar externo é o único que realmente enxerga o que está acontecendo ali dentro. E é por esse olhar que a gente entra também.

Mas Po não é só câmera. Ele é presença. É escuta. E, sem perceber, se torna algo raro na vida de Thame, o vocalista que carrega sobre os ombros a culpa e o desejo de seguir em frente. Thame tem um plano — ir para a Coreia do Sul e tentar a sorte como artista solo. Mas todo plano tem um preço. E às vezes, esse preço é machucar quem a gente ama.

Às vezes, o amor não nasce com promessas — mas com acolhimento

Entre um ensaio e outro, entre bastidores e quartos de hotel, o vínculo entre Thame e Po cresce do jeito mais simples possível: no cuidado. Na troca de olhares. Na escuta silenciosa. Em conversas que não parecem importantes, mas dizem tudo.

E talvez seja isso que mais machuca: o fato de esse sentimento surgir justamente quando tudo está prestes a acabar.

Thame e Po não é um dorama sobre o que pode ser. É sobre o que quase foi. Sobre o afeto que chega tarde, mas ainda assim é real. Sobre os laços que se formam no intervalo entre uma despedida e um voo solo.

É sobre aquele momento em que a gente percebe que o coração está batendo diferente — mas não tem certeza se é o começo ou o fim.

Uma história contada em silêncio, música e cuidado

A série tem o tipo de sensibilidade que a gente sente mais do que entende. A câmera não corre. A música não atropela. Os diálogos não explicam tudo — e ainda bem. Porque a beleza está na sugestão, no gesto tímido, no sorriso que dura meio segundo.

E há algo muito bonito nisso: a coragem de contar uma história sobre separações sem tornar tudo dramático demais. De mostrar que crescer dói, que seguir em frente exige escolhas, e que nem todo amor precisa ser consumado para ser verdadeiro.

Para quem já precisou partir, mesmo com vontade de ficar

Thame e Po: Bate Coração é uma daquelas séries que parecem pequenas, mas ficam com você por dias. Talvez porque todo mundo já viveu alguma versão desse enredo: querer algo novo, mas sentir que está deixando para trás uma parte de si mesmo.

É um dorama sobre transição, afeto e tudo aquilo que fica entre uma palavra e outra.

E, acima de tudo, é um lembrete delicado de que existem encontros que nos marcam mesmo se forem breves. Mesmo se terminarem antes de começarem.

Twisted Metal 2ª temporada chega no Brasil em agosto — e promete ser ainda mais insana!

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Para quem ficou grudado na primeira temporada de Twisted Metal, a espera está quase no fim. No próximo dia 10 de agosto, a HBO Max estreia no Brasil a segunda temporada da série que conquistou público e crítica com sua mistura única de ação, drama e personagens complexos. O anúncio veio acompanhado do trailer oficial, que revela um tom mais sombrio, cenas eletrizantes e promete ampliar o universo caótico que já conhecemos.

A série, que originalmente foi produzida pelo Peacock nos Estados Unidos, agora chega à HBO Max com uma estratégia de lançamento semanal. Isso significa que, diferente do que muitos estão acostumados com maratonas, o público terá tempo para digerir cada episódio, criar teorias, debater os acontecimentos e aproveitar o suspense crescendo semana após semana — um convite para que a experiência seja mais intensa e coletiva.

O que chama atenção em Twisted Metal não é apenas a ação frenética, cheia de veículos transformados em máquinas de destruição e batalhas explosivas. O que faz a série se destacar é a forma como ela constrói personagens que, apesar de viverem num mundo brutal, carregam histórias profundas, medos, dilemas e motivações que nos fazem torcer, odiar e, por vezes, até entender o lado mais obscuro deles.

Nesta segunda temporada, o trailer mostra que essa dualidade — entre o caos nas ruas e o drama interno dos personagens — será ainda mais explorada. O universo de Twisted Metal se torna mais sombrio, mais tenso e, ao mesmo tempo, ainda mais humano. A violência estilizada ganha camadas narrativas, tornando cada confronto não só uma explosão de ação, mas um momento de revelação sobre o que move aqueles que estão no centro da tempestade.

A mudança para a HBO Max no Brasil também reforça o compromisso da plataforma em trazer produções que dialogam com um público que busca mais do que entretenimento fácil. Twisted Metal é uma aposta certeira nesse sentido, ao combinar qualidade técnica, roteiro consistente e um apelo que mistura nostalgia da franquia original com uma linguagem moderna, que fala diretamente com o público atual.

Se você ainda não conhece a série, esta é a hora perfeita para mergulhar nesse universo caótico. Para os fãs, a expectativa é alta — e o que o trailer mostra é que a segunda temporada tem tudo para superar as expectativas, trazendo reviravoltas, cenas de tirar o fôlego e um aprofundamento maior nos conflitos que já amamos (ou odiamos).

Marque no calendário: 10 de agosto. Ligue sua HBO Max e prepare-se para uma temporada intensa, cheia de adrenalina, drama e aquele clima único que só Twisted Metal sabe entregar.

Em Fortaleza, Shopping Iguatemi Bosque recebe Bob Esponja – A Experiência pela primeira vez

Um abacaxi no fundo do mar agora também tem endereço em Fortaleza. Pela primeira vez na capital cearense, Bob Esponja – A Experiência convida o público a mergulhar — literalmente — no mundo encantado da Fenda do Biquíni. A mostra interativa ocupa o piso L1 do Shopping Iguatemi Bosque até o dia 24 de agosto e transforma as férias em um passeio repleto de cor, memória afetiva e descoberta para toda a família.

Entre conchas, hambúrgueres de siri e muita nostalgia

Quem passar pelo espaço vai se deparar com ambientes cenográficos que parecem saídos diretamente da tela da televisão. Do restaurante Siri Cascudo à casa de Patrick Estrela, da autoescola da exigente Sra. Puff ao guarda-roupa excêntrico de Bob Esponja, a exposição transporta o visitante para dentro da série que marcou gerações.

Com mais de mil metros quadrados de área, a experiência vai além da contemplação. O público pode tocar, explorar e interagir com cada cenário. Há também figurinos originais usados em musicais e até peças desfiladas pela grife Moschino em Milão, além de roteiros autografados por Wendel Bezerra — voz oficial de Bob Esponja no Brasil.

A origem de tudo: do laboratório à TV

Entre as surpresas da exposição está a versão digital da HQ educativa “The Intertidal Zone”, criada por Stephen Hillenburg antes mesmo do nascimento oficial do personagem. O material, raramente visto pelo público, revela como o criador misturou sua formação em biologia marinha com sua paixão pela animação para dar vida a uma das esponjas mais famosas do mundo.

E sim, a famigerada fórmula secreta do hambúrguer de siri também está lá. Mas, como era de se esperar, continua envolta em mistério.

Sucesso nacional chega ao Ceará com estrutura inédita

Depois de passar por São Paulo e Recife, onde conquistou multidões, a maior mostra imersiva já feita sobre Bob Esponja estreia em Fortaleza com toda sua estrutura original. Desenvolvida pela YDreams Global em parceria com a Paramount, a exposição propõe uma leitura contemporânea e artística do universo do personagem, misturando humor, tecnologia e cultura pop.

Para os organizadores, trazer o projeto ao Nordeste é também uma forma de democratizar o acesso a grandes experiências interativas, tornando a arte e a diversão acessíveis a diferentes públicos.

Diversão para todas as idades — e sentidos

Com classificação livre e uma ambientação pensada para encantar crianças, jovens e adultos, “Bob Esponja – A Experiência” é mais do que uma simples homenagem a um ícone da TV. É uma celebração sensorial, onde o tato, a visão e a imaginação caminham juntos. É também um espaço de encontro entre pais e filhos, onde histórias se cruzam e lembranças ganham novas formas.

Mega Sonho deste sábado (19/07) recebe Jaque Khury e a dupla sertaneja Hugo & Tiago

Hugo, Tiago, Marcelo de Carvalho e Jaque Khury - Créditos: Divulgação/RedeTV!

Neste sábado, 19 de julho de 2025, o “Mega Sonho” promete transformar a noite dos telespectadores da RedeTV! em um verdadeiro espetáculo de entretenimento, música e emoção. Sob o comando do carismático Marcelo de Carvalho, o game show traz uma edição especial que reúne convidados de peso: a modelo, influenciadora e repórter Jaque Khury, além da consagrada dupla sertaneja Hugo & Tiago. Juntos, eles entram na disputa para ajudar os participantes na difícil missão de superar desafios que exigem raciocínio rápido, estratégia e muita agilidade, garantindo momentos de descontração e diversão para todos.

O que é o “Mega Sonho”?

Exibido semanalmente aos sábados, a partir das 23h10, o “Mega Sonho” é um programa que combina a dinâmica envolvente de um game show com atrações musicais e humor, conquistando um público fiel na RedeTV!. A cada episódio, o apresentador Marcelo de Carvalho recebe seis participantes, que enfrentam fases eliminatórias repletas de desafios variados — que testam raciocínio, reflexos e habilidades — tudo em busca da chance de disputar o cobiçado “Desafio do Milhão”.

O programa aposta em um formato ágil e interativo, mantendo o público atento do começo ao fim. Essa energia é garantida pela mistura equilibrada entre competição, música ao vivo e momentos de entretenimento puro. Marcelo de Carvalho, conhecido por sua espontaneidade e entusiasmo, atua como o maestro dessa festa, conduzindo o ritmo e criando uma atmosfera que envolve tanto convidados quanto competidores.

Os convidados da semana: Jaque Khury e Hugo & Tiago

Para deixar a disputa ainda mais animada, a edição deste sábado traz a presença especial de Jaque Khury e da dupla sertaneja Hugo & Tiago, que prometem dar um tempero especial ao programa.

Jaque Khury: modelo, influenciadora e muito mais

Jaqueline Khury Cardoso, nascida em São Paulo no dia 6 de abril de 1984, é uma figura multifacetada que já trilhou caminhos diversos no entretenimento brasileiro. Seu nome ganhou projeção nacional após sua participação no “Big Brother Brasil 8”, onde, apesar de ter sido a primeira eliminada com 87% dos votos, deixou uma marca registrada pela sua personalidade forte e carisma inconfundível.

Antes disso, Jaque já vinha construindo sua carreira como modelo, com participações em produções da Rede Globo, como as novelas “O Clone” e “Paraíso Tropical”, além de filmes como “O Magnata” e o curta “Ensaio”.

Ao longo dos anos, ela se reinventou várias vezes, explorando também o jornalismo ao atuar como repórter em programas como “Interligado” na RedeTV!, “Legendários” na Rede Record e “Pânico na TV”. Sua versatilidade também alcançou o fisiculturismo, modalidade na qual conquistou prêmios importantes, como o Diva Fitness e o WBFF (World Beauty Fitness & Fashion), mostrando disciplina e dedicação em áreas bem distintas.

Além disso, Jaque é uma influenciadora digital com grande engajamento nas redes sociais, onde compartilha tanto sua rotina profissional quanto momentos pessoais, conectando-se com fãs de diferentes gerações.

Neste “Mega Sonho”, ela promete trazer toda sua energia e carisma para ajudar os participantes, além de garantir momentos leves e divertidos ao longo do programa.

Hugo & Tiago: a força do sertanejo de raiz e inovação

A dupla Hugo & Tiago é formada por dois amigos que encontraram na música sertaneja a trilha para o sucesso nacional. Hugo Rosa dos Santos Alves, natural de Goiânia, e Tiago Hércules da Silva Piquilo, de Fartura (SP), se conheceram em 2004 durante o programa “Fama” da Rede Globo — uma vitrine que revelou seus talentos para o país.

A trajetória dos dois é marcada por muita luta e perseverança. Hugo cresceu entre Goiânia e Goianésia, ajudando a família na fazenda e no mercadinho do pai, enquanto buscava seu sonho musical. Já Tiago iniciou sua carreira ainda criança, cantando em festivais e festas locais, conciliando a música com a administração do bar da família após um grave derrame sofrido pelo pai.

O encontro na TV foi decisivo: com gostos musicais parecidos, eles formaram uma dupla que conquistou o público sertanejo ao mesclar o romantismo com canções animadas, sempre respeitando a essência do sertanejo raiz, mas sem deixar de inovar com uma pegada contemporânea.

Ao longo dos anos, lançaram diversos álbuns, com sucessos como “Apaixonado” (versão de “Imbranato”), “Oito Segundos”, “Fora de Área” e “Ninguém Tem Nada Com Isso”. Suas músicas ganharam espaço em novelas, rádios e festivais, firmando a dupla como referência no cenário musical brasileiro.

Além da carreira musical, Tiago Piquilo também esteve na décima terceira temporada do reality “A Fazenda”, ampliando sua visibilidade e criando ainda mais conexão com o público.

Na edição do “Mega Sonho”, Hugo & Tiago prometem não só animar, mas também colaborar para que a noite seja inesquecível, trazendo sua experiência, simpatia e energia para os desafios e para a interação com os participantes.

A dinâmica do programa e a interação dos convidados

O programa propõe uma disputa divertida e cheia de emoção, onde participantes comuns são desafiados em provas que exigem inteligência, rapidez e raciocínio lógico. A cada fase, um competidor é eliminado, até que reste apenas um finalista, que terá a oportunidade de enfrentar o “Desafio do Milhão” e conquistar um prêmio que pode transformar sua vida.

Os convidados, como Jaque Khury e Hugo & Tiago, têm papel fundamental no programa: participam ativamente das provas, auxiliando os competidores e ajudando a criar um clima leve e descontraído. A sintonia entre convidados e participantes é uma das marcas da atração, que com frequência registra momentos de grande humor, emoção e até surpresas inesperadas.

Marcelo de Carvalho conduz tudo com seu jeito acessível e espontâneo, garantindo que todos — participantes, convidados e público — se sintam à vontade, como se fossem parte de uma grande festaO impacto do “Mega Sonho” e sua relevância na televisão

O que esperar da edição deste sábado

Em um cenário de programação cada vez mais fragmentado e disputado, o programa se destaca por sua fórmula simples, mas eficaz, que mistura competição, música e humor de forma leve e acolhedora. O programa é um convite à diversão aberta a todos, sem exigir conhecimento aprofundado ou acompanhamento constante — cada episódio é uma celebração independente, pronta para entreter.

Com a presença de Jaque Khury e da dupla Hugo & Tiago, o “Mega Sonho” deste sábado está prometendo momentos cheios de energia, descontração e música de qualidade. O carisma e a presença dos convidados ajudam a elevar o nível da competição, ao mesmo tempo em que garantem risadas e muita interação com os participantes.

Cinesystem oferece ingressos grátis para quadrigêmeos e descontos especiais para grupos inspirados no novo “Quarteto Fantástico”

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Na era das superproduções e experiências imersivas, a magia de ir ao cinema ganha contornos ainda mais surpreendentes quando a criatividade se une ao carinho por quem ama a sétima arte. E se depender da Cinesystem, um dos maiores circuitos de cinema do Brasil, o ato de assistir a um bom filme pode se transformar em uma ocasião inesquecível, divertida — e com aquele gostinho de economia que todo mundo adora.

Inspirada no aguardado “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”, que chega aos cinemas despertando nostalgia e expectativa nos fãs da Marvel, a rede preparou uma ação que une bom humor, afeto, família e, claro, pipoca. Durante os dias 24 a 30 de julho, quadrigêmeos que forem juntos ao cinema ganham ingressos totalmente gratuitos. E os benefícios não param por aí: grupos de quatro pessoas que forem aos cinemas vestindo ao menos uma peça de roupa igual — seja uma camiseta, um boné ou até meias combinando — garantem meia-entrada para todos os integrantes do quarteto.

A ideia é simples, mas poderosa: resgatar o prazer coletivo do cinema e reforçar que, quando estamos acompanhados de quem gostamos, a experiência fica ainda melhor. Seja com amigos, irmãos, casais ou aquele grupo que parece inseparável, a campanha valoriza a coletividade, o bom humor e o vínculo emocional com os heróis que marcaram gerações.

Promoção com identidade brasileira: da família à galera que se veste igual

É difícil não se encantar com a proposta da campanha. Em tempos em que a individualidade domina as relações e o consumo cultural muitas vezes acontece de forma isolada — via streaming, smartphones ou plataformas on demand —, uma ação que celebra o coletivo é, por si só, uma provocação poética.

“Nosso desejo é proporcionar momentos que realmente fiquem na memória dos nossos clientes”, comenta Samara Vilvert, gerente de Marketing da Cinesystem. “Mais do que apenas exibir filmes, queremos construir experiências que ultrapassem a tela. E, para isso, nada melhor do que envolver o público em ações que valorizam a convivência, a diversão e o lado lúdico do cinema.”

A ação contempla todos os multiplex da rede — com exceção das unidades Cinesystem Belas Artes Frei Caneca (SP) e Botafogo (RJ). Ou seja, quem está em cidades como São Luís, Maringá, Curitiba, São José dos Campos, Rio Branco e outros polos onde a rede atua, pode reunir o grupo e se jogar na aventura cinematográfica.

Pipoca, refrigerante e desconto: o combo perfeito da diversão

Quem for ao cinema entre os dias 24 e 30 de julho e participar da campanha ainda vai contar com uma vantagem extra. Além dos ingressos gratuitos (no caso dos quadrigêmeos) ou da meia-entrada (para quartetos vestidos com peças semelhantes), os grupos também ganham um desconto generoso de 40% no Combo Max Duplo — que inclui um balde de pipoca crocante e dois copões de refrigerante com 700ml cada.

O gesto, além de reforçar o senso de acolhimento, resgata a experiência completa de ir ao cinema: da chegada com cheirinho de pipoca até os minutos finais do filme, em que todo mundo sai comentando as cenas, teorias e surpresas. É uma forma de fazer com que o passeio ao cinema volte a ser um ritual coletivo, social, memorável.

Quarteto Fantástico: heróis, nostalgia e o poder do grupo

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” marca um novo capítulo na trajetória dos icônicos personagens da Marvel — Reed Richards (Sr. Fantástico), Sue Storm (Mulher Invisível), Johnny Storm (Tocha Humana) e Ben Grimm (Coisa). A nova produção reimagina a origem da equipe com um olhar mais contemporâneo e emocional, enquanto presta homenagem às versões clássicas dos quadrinhos.

O filme resgata a essência da colaboração, da amizade e da superação conjunta — pilares que, curiosamente, também estão por trás da campanha promocional da Cinesystem. Afinal, os verdadeiros heróis do cotidiano também são aqueles amigos que topam combinar roupas para pagar menos, os irmãos que sempre dividem o refrigerante e os pais que não perdem uma estreia ao lado dos filhos.

Tradição em criatividade: o DNA irreverente da Cinesystem

Quem acompanha a trajetória da rede Cinesystem já sabe: campanhas criativas e ousadas fazem parte do repertório da empresa. Em 2024, por exemplo, a rede já havia surpreendido ao oferecer ingressos grátis para todas as mulheres chamadas Rebeca ou Beatriz, em comemoração às conquistas olímpicas de atletas com esses nomes.

Outra ação memorável ocorreu no Dia do Gaúcho, quando clientes que compareceram às sessões trajando pilcha ganharam entrada gratuita. No Halloween, o público foi incentivado a ir fantasiado, garantindo entrada em dobro. E a promoção C20, no G20, também se destacou: ingressos a R$ 20 para todos os clientes durante a semana da conferência internacional.

Mais recentemente, a rede realizou a inusitada ação do “Cãosplay”, em que cães fantasiados como o Krypto, o cão do Superman, disputaram o prêmio de um ano de cinema grátis para seus donos. O vencedor foi escolhido nas redes sociais da Cinesystem, em uma campanha que viralizou pela ternura, criatividade e engajamento.

Cinema como ponto de encontro: um espaço para todos

No mundo frenético e, muitas vezes, solitário em que vivemos, o cinema permanece como um dos poucos lugares onde o coletivo ainda importa. Ver um filme ao lado de outras pessoas, dividir risadas, lágrimas e sustos, cria uma conexão poderosa — quase mágica. A campanha do “Quarteto Fantástico” da Cinesystem reforça justamente isso: que a sala escura é também um lugar de afeto, de reencontro, de partilha.

E, ao convidar o público a ir em grupo, a vestir roupas iguais e a se divertir com a ideia de ser “um quarteto fantástico da vida real”, a rede promove não apenas uma ação de marketing, mas um gesto de reencontro com a própria natureza do cinema: a de juntar as pessoas, emocionar e inspirar.

Como participar da campanha?

Para participar, basta seguir algumas orientações simples:

  • Quadrigêmeos precisam ir juntos à bilheteria de qualquer cinema Cinesystem participante e apresentar documentos de identificação que comprovem o parentesco. Cada um deles terá direito a ingresso gratuito.
  • Grupos de quatro pessoas, que podem ser amigos, parentes ou casais, precisam vestir ao menos uma peça de roupa igual (camiseta, boné, blusa, etc.). O grupo, então, receberá o benefício da meia-entrada para todos, mesmo que não possuam carteirinha de estudante ou outros documentos normalmente exigidos.
  • A promoção é válida para qualquer filme em cartaz, não apenas o “Quarteto Fantástico”, e está disponível entre os dias 24 e 30 de julho. O desconto de 40% no Combo Max Duplo também é automático, mediante a participação na campanha.

A programação completa dos filmes está disponível no site oficial da Cinesystem: www.cinesystem.com.br.

Super Tela deste sábado (26/07): Record TV exibe o intrigante thriller “Nefarious”

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No meio de tantos blockbusters que apostam em efeitos especiais e grandes franquias, às vezes o cinema independente traz algo diferente — um filme que vai além do entretenimento para fazer a gente pensar. Nefarious, que vai passar na Super Tela da Record TV neste sábado, 26 de julho de 2025, é exatamente isso. Um thriller de terror com uma pegada espiritual, que mexe com a nossa cabeça e desafia as certezas.

Dirigido por Chuck Konzelman e Cary Solomon, o longa é baseado no livro A Nefarious Plot, de Steve Deace, e conta uma história que, apesar de simples, tem camadas profundas. É um filme que não foge de temas polêmicos e que pode dividir opiniões — mas que, com certeza, vai deixar marca.

Um enredo que mistura dúvida, fé e medo

A história gira em torno do psiquiatra Dr. James Martin (interpretado por Jordan Belfi), que é chamado para avaliar um preso no corredor da morte, Edward Wayne Brady (Sean Patrick Flanery). Edward foi condenado por uma série de assassinatos, mas ele diz que não é ele mesmo — na verdade, é um demônio chamado Nefarious que tomou seu corpo.

A missão de Martin é descobrir se Edward está realmente louco ou só tentando enganar o sistema para escapar da execução. Só que essa avaliação acaba mexendo com muito mais do que a vida do condenado: desafia as próprias crenças do psiquiatra e joga o espectador num jogo de sombras entre ciência, religião e psicologia.

Nefarious não tenta dar respostas fáceis, pelo contrário. Ele faz a gente questionar o que é real e o que não é, o que é maldade humana e o que pode ser algo maior — e deixa a dúvida pairando durante todo o filme.

Personagens vivos e intensos

Um dos pontos fortes do filme é o elenco, que dá vida a essa trama pesada de um jeito muito natural e convincente. Sean Patrick Flanery, que já fez vários papéis marcantes, está simplesmente brilhante como Edward/Nefarious. Ele consegue ser assustador, sedutor e cheio de nuances, o tipo de vilão que a gente não esquece fácil.

Jordan Belfi, no papel do psiquiatra Martin, segura muito bem o filme, mostrando um homem que tenta ser racional e firme, mas que vai se desmoronando à medida que o confronto com Edward avança. Ele traz humanidade para um personagem que poderia facilmente virar apenas um clichê do médico cético. O restante do elenco também dá um suporte sólido, ajudando a construir aquela atmosfera de tensão e confinamento que permeia toda a história.

Um filme que fala sobre fé e dúvida

O que mais chama atenção em Nefarious é a forma direta como ele aborda a fé, o sobrenatural e o mal. Não é só mais um filme de terror com fantasmas e monstros — aqui, o mal tem voz, opinião, e até crítica social.

Em vários momentos, o tal “Nefarious” fala sobre como o mundo está pior do que nunca, citando problemas reais como o aumento da escravidão moderna e o aborto, temas que aparecem no filme e mexem com o espectador de forma bastante direta.

Isso pode incomodar quem prefere um filme mais neutro ou que não toque nesses assuntos. Por outro lado, traz uma autenticidade que é rara, especialmente no gênero terror, e mostra um lado pouco explorado: o confronto entre crença e ceticismo.

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Uma produção modesta, mas eficiente

Gravado em Oklahoma City, o filme usa um cenário simples — quase todo dentro da prisão — para criar um clima claustrofóbico que ajuda a aumentar o suspense. Não tem efeitos especiais mirabolantes, mas a fotografia, os sons e a direção de arte funcionam juntos para deixar tudo tenso e envolvente.

Essa simplicidade acaba favorecendo a história, que não perde o foco nos personagens e na luta psicológica que está no centro do filme.

Como o público e a crítica reagiram

O longa-metragem não fez muito barulho nas bilheterias — arrecadou cerca de US$ 1,3 milhão, número modesto perto dos grandes lançamentos. A crítica especializada foi dividida, com alguns apontando que o filme exagera na mensagem religiosa e que falha em algumas partes do roteiro. Já o público, especialmente aqueles que gostam de histórias que mexem com a mente e o espírito, deu uma resposta bem mais positiva, com nota B+ no CinemaScore e 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Por que vale a pena assistir

Se você está cansado de filmes de terror que se resumem a sustos fáceis e efeitos visuais, o longa pode ser uma surpresa. Ele desafia o espectador a pensar sobre o que é maldade, sobre o que acreditamos e como lidamos com o desconhecido. Além disso, é uma história que toca no humano, nos medos que todo mundo tem, mesmo quando tenta esconder. E isso faz toda a diferença.

Virginia Cavendish revisita carreira e vida pessoal em conversa com Ronnie Von no “Companhia Certa” deste sábado (26/07)

Foto: Reprodução/ Internet

No cenário acolhedor do programa “Companhia Certa”, que vai ao ar na madrugada deste sábado (26) para domingo (27), à 0h30, na RedeTV!, o apresentador Ronnie Von recebe uma convidada que carrega nos olhos a força de quem transforma histórias em emoções: Virginia Cavendish. Atriz, diretora, produtora e um dos nomes mais marcantes da dramaturgia brasileira contemporânea, ela entrega ao público uma conversa honesta, cheia de memória afetiva, reflexões profundas e afeto.

Aos 54 anos, Virginia fala com serenidade e brilho nos olhos sobre uma trajetória que começou no teatro, floresceu na televisão e conquistou definitivamente o cinema nacional. Foi em 1999, ao dar vida à encantadora Rosinha na adaptação televisiva de O Auto da Compadecida, que seu rosto se eternizou na memória afetiva de milhões de brasileiros. Mas por trás do sucesso, havia o nervosismo e o medo comum a quem encara grandes desafios.

“Era uma responsabilidade enorme. Eu estava ali com atores consagradíssimos, me sentindo pressionada, querendo muito acertar”, relembra ela com vulnerabilidade, ao comentar os bastidores da produção dirigida por Guel Arraes — diretor com quem também compartilhou uma década de vida conjugal e uma filha, a atriz Luísa Arraes.

Muito além de Rosinha

Virginia não é apenas lembrada por seus papéis doces ou cômicos. Seu repertório artístico inclui uma profunda versatilidade. De Lisbela e o Prisioneiro a séries autorais e produções independentes, a atriz sempre buscou personagens que lhe provocassem inquietações e verdades. “Gosto do desafio. A personagem precisa me dizer alguma coisa, provocar, fazer pensar. Não gosto de ficar no confortável”, confessa, revelando o olhar artístico apurado que a move.

Um amor que virou afeto eterno

Durante a conversa com Ronnie Von, o tom muda suavemente quando o tema envereda pela vida pessoal. Virginia fala com maturidade e generosidade sobre o fim do casamento com Guel Arraes — união que resultou não só em colaborações marcantes na televisão e no cinema, mas também em uma relação familiar de grande afeto.

“Foi um amor muito importante. Não éramos só um casal, éramos uma dupla criativa. Tivemos uma filha linda, fizemos projetos incríveis. A separação foi difícil porque desmonta uma estrutura. Mas o amor virou amizade e respeito. Eu ainda o admiro muito”, diz, com a calma de quem elaborou suas emoções com delicadeza e verdade.

O Brasil que vive em suas histórias

Virginia Cavendish é uma dessas artistas que não perderam o encanto pelo próprio ofício. E isso fica evidente quando fala com paixão sobre o cinema nacional — setor que, segundo ela, precisa ser reconhecido pelo público como um verdadeiro patrimônio emocional.

“A gente precisa olhar para o nosso cinema como olhamos para o futebol. Há tanto talento, tantas histórias lindas e urgentes para contar. Quando um filme brasileiro chega ao Oscar, o país vibra. Mas precisamos vibrar sempre, inclusive com as produções menores, independentes, que resistem com tanta garra”, defende.

Ao longo da entrevista, ela destaca como o Brasil é fértil em narrativas potentes, com um povo que respira cultura mesmo diante das dificuldades. “É no cinema que a gente se vê, se reconhece. É ali que a gente cura feridas ou entende o outro. Por isso, precisamos apoiar cada vez mais nossas produções”, afirma.

Arte como destino

Criada em uma família de artistas, Virginia diz que nunca se imaginou em outro lugar que não fosse no palco ou diante das câmeras. “Para mim, a arte é um modo de viver. Sempre foi. Desde muito cedo, o teatro me salvava de muitas coisas, me dava força, me explicava o mundo”, relembra. Ainda hoje, quando sobe ao palco, sente uma mistura de euforia e medo. “É como se fosse sempre a primeira vez”, confessa, sorrindo.

Hoje, ela também se arrisca na direção e produção, incentivando novos talentos e projetos autorais. “Gosto de estar nos bastidores, de ver a engrenagem funcionando. Há muita potência em contar histórias por outros ângulos também”, destaca.

Um papo necessário e reconfortante

No “Companhia Certa”, Ronnie Von conduz a conversa com elegância e empatia. Ao lado de Virginia, constrói um espaço onde o tempo desacelera e o público se conecta com a essência da convidada. O programa, que vem se consolidando como uma das boas surpresas da programação noturna, aposta em entrevistas mais íntimas, valorizando o percurso de artistas que marcaram — e continuam marcando — gerações.

Para Virginia, aceitar o convite foi uma forma de revisitar a própria caminhada. “A gente se esquece do quanto viveu, do quanto cresceu. Foi bom olhar para trás e perceber que cada escolha, cada dor e cada conquista ajudaram a formar quem eu sou hoje”, conclui.

Um encontro para não perder

A entrevista completa com Virginia Cavendish vai ao ar neste sábado (26), na virada para o domingo (27), à 0h30, na RedeTV!. Uma oportunidade de redescobrir uma artista intensa, generosa e que continua reinventando sua arte — e a si mesma — a cada novo projeto.

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