Anatomia do Caos transforma CPI da Covid em documentário e expõe bastidores da crise sanitária no Brasil

Foto: Reprodução/ Internet

A cineasta Dandara Ferreira, conhecida pela cinebiografia Meu Nome É Gal sobre Gal Costa, retorna ao cinema com um projeto totalmente diferente em linguagem e proposta. Seu novo filme, Anatomia do Caos, estreia nos cinemas no dia 2 de julho e se debruça sobre a atuação da CPI da Covid no Senado Federal como ponto de partida para entender a gestão da pandemia no Brasil.

O documentário reúne registros feitos durante o funcionamento da comissão, além de entrevistas e documentos oficiais, para reconstruir o ambiente político em que decisões sobre a crise sanitária foram debatidas publicamente. A ideia central é apresentar como esse processo se desenrolou em meio a pressões políticas, divergências e forte exposição midiática.

Como foram registrados os bastidores da CPI da Covid?

O material que sustenta o filme foi captado ao longo de 2021, quando a diretora esteve em Brasília acompanhando de perto as sessões da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19. Esse período coincidiu com o auge das investigações sobre a condução da pandemia e suas consequências no país.

As gravações mostram o cotidiano da CPI no Senado, incluindo depoimentos de autoridades, confrontos entre parlamentares e a apresentação de provas e documentos. Esse conjunto de registros ajuda a compor uma narrativa que não se limita ao resultado final da investigação, mas se concentra também no processo político em andamento.

O filme utiliza esse recorte para evidenciar como o espaço da comissão se tornou um dos principais palcos de discussão pública sobre a crise sanitária no Brasil.

O que o filme revela sobre a pandemia e suas consequências?

Além de acompanhar a CPI, “Anatomia do Caos” amplia seu olhar para o impacto da pandemia no país. O documentário relembra que mais de 700 mil brasileiros morreram em decorrência da Covid-19 e coloca em perspectiva as decisões tomadas ao longo da crise.

A obra destaca como a ausência de coordenação nacional e as disputas políticas influenciaram diretamente a resposta à emergência sanitária. Também aborda o papel da circulação de informações conflitantes, que contribuiu para aumentar a insegurança da população durante o período.

Como o documentário aborda responsabilidade e memória?

O filme de Dandara Ferreira não se limita a reconstruir acontecimentos. Ele também levanta questionamentos sobre como o país lida com a responsabilidade política após uma tragédia dessa dimensão.

A narrativa sugere que a pandemia ainda não foi plenamente assimilada pelo debate público, especialmente no que diz respeito à responsabilização de agentes políticos e à construção de uma memória coletiva mais clara sobre o período.

Nesse sentido, o documentário se posiciona como um registro que busca manter essas discussões abertas, sem oferecer conclusões definitivas, mas estimulando o espectador a refletir sobre o impacto das decisões tomadas.

Onde o filme será exibido e qual a proposta das sessões?

“Anatomia do Caos” terá lançamento nos cinemas brasileiros com sessões especiais em várias capitais. Estão previstas exibições em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Curitiba, Brasília, Manaus e Fortaleza.

Essas exibições serão acompanhadas de debates, com o objetivo de ampliar a discussão sobre os temas abordados no filme. A proposta é incentivar a participação do público e criar um espaço de diálogo sobre memória, política e os efeitos da pandemia no Brasil.

Levítico revela novo pôster e destaca romance LGBTQIA+ em meio a terror psicológico com entidade sobrenatural

Foto: Reprodução/ Internet

O novo pôster de Levítico divulgado pela Neon coloca em evidência dois adolescentes em um abraço apertado, cercados por um ambiente escuro e com marcas de sangue visíveis nos braços e mãos. A composição não destaca a criatura que movimenta a história, mas sim o impacto físico e emocional que já atinge os personagens.

A imagem evita qualquer separação clara entre proteção e risco. O gesto de abraço aparece como ponto central, mas as marcas de sangue indicam que esse contato não existe sem consequências dentro da narrativa. O resultado é um material que comunica conflito sem recorrer a cenas de ação ou perseguição explícita.

Qual é a proposta da história?

O filme acompanha dois adolescentes perseguidos por uma entidade sobrenatural capaz de assumir a forma da pessoa que cada um mais deseja. O ponto central da trama é que esse desejo acontece entre os dois protagonistas, o que transforma a relação deles em parte do conflito.

Em vez de funcionar como apoio emocional, o vínculo entre Naim e Ryan passa a interferir diretamente na forma como a entidade atua. O contato entre eles cria situações em que afeto e perigo surgem no mesmo espaço, sem separação clara entre os dois.

Quem está no elenco?

Joe Bird interpreta Naim e Stacy Clausen vive Ryan. A dinâmica entre os dois personagens concentra a maior parte da narrativa, já que o filme depende da forma como essa relação se desenvolve sob pressão constante.

Mia Wasikowska interpreta Arlene, mãe de Naim, personagem que aparece ligada ao contexto familiar do protagonista. O elenco também conta com Jeremy Blewitt, Ewen Leslie, Davida McKenzie, Nicholas Hope, Zamira Newman e Edwina Wren, que surgem em momentos ligados à presença da entidade e às consequências da perseguição.

Como a entidade funciona dentro do filme?

A criatura central não possui forma fixa. Ela assume aparências humanas relacionadas ao desejo dos personagens, o que inclui diretamente os protagonistas. Essa característica faz com que o perigo não venha apenas de perseguição física, mas de situações em que a identidade do outro pode ser distorcida.

O uso dessa capacidade coloca os personagens em um cenário de incerteza constante, já que a entidade pode se apresentar como alguém confiável ou como uma versão corrompida de quem eles conhecem.

Quando o filme chega ao Brasil?

Levítico já passou pela mostra Midnight do Festival de Sundance, onde teve sua estreia inicial dentro do circuito de festivais. Até o momento, não há confirmação de distribuidora no Brasil e nem previsão de lançamento para o público brasileiro.

Toy Story 5 pode abrir com uma das maiores bilheterias da franquia e coloca brinquedos contra tablets na nova história da Pixar

Toy Story 5 já aparece nas projeções do mercado como um dos lançamentos mais fortes recentes da Pixar. De acordo com informações do Deadline, a estreia pode chegar a cerca de 150 milhões de dólares nos primeiros três dias em cartaz nos Estados Unidos, desempenho que colocaria o longa-metragem entre as maiores aberturas da franquia.

A comparação usada pelo mercado mostra o tamanho dessa expectativa. Esse valor é praticamente o mesmo da bilheteria total de “Elio” (2025), outro filme da Pixar que terminou sua exibição nos cinemas com cerca de 154 milhões de dólares. O novo longa estreia em 18 de junho nos cinemas brasileiros e dá continuidade direta aos eventos do capítulo anterior, lançado em 2019.

Qual é a história de Toy Story 5?

A trama começa depois da saída de Woody, que deixou Bonnie para viver com Betty e ajudar outros brinquedos. Dentro do quarto de Bonnie, Jessie assume a liderança e Buzz Lightyear passa a atuar como seu principal apoio.

O conflito central surge quando Bonnie, agora com oito anos, passa a se interessar mais por um novo brinquedo digital em formato de tablet chamado Lilypad. A partir disso, os brinquedos clássicos precisam lidar com a perda de espaço para a tecnologia no dia a dia da criança.

A história acompanha essa mudança de comportamento e mostra como os brinquedos tentam entender o próprio papel em um ambiente onde a atenção da criança está cada vez mais voltada para telas.

Quem está no elenco de voz?

O elenco reúne nomes conhecidos da franquia e novas adições. Tom Hanks retorna como Woody, Tim Allen volta como Buzz Lightyear e Joan Cusack reprisa Jessie.

Entre as novidades, Greta Lee interpreta a personagem Lilypad. O elenco também inclui Keanu Reeves, Conan O’Brien, Craig Robinson, além de nomes recorrentes da franquia como Tony Hale, Kristen Schaal, Annie Potts e Wallace Shawn.

Quem dirige o novo filme?

A direção fica com Andrew Stanton, um dos nomes mais experientes da Pixar. Ele também assina o roteiro ao lado de McKenna Harris, trazendo de volta um dos principais criadores ligados à história da franquia desde seus primeiros filmes.

O que muda em relação aos outros Toy Story?

Diferente dos filmes anteriores, o foco não está em uma nova aventura externa, mas na mudança de comportamento de Bonnie. A presença de um brinquedo digital como Lilypad altera a relação da criança com os brinquedos tradicionais e cria o principal conflito da história. A proposta coloca os personagens clássicos em uma situação já presente no cotidiano atual: a disputa de atenção entre brinquedos físicos e telas.

Quando chega aos cinemas?

O filme estreia em 18 de junho de 2026 nos cinemas brasileiros.

Por que o filme se tornou um marco no cinema?

O impacto veio tanto da tecnologia quanto da forma como a história foi construída. A Pixar, que até então produzia apenas curtas, conseguiu transformar uma produção digital em um longa completo com orçamento relativamente baixo.

O resultado chamou atenção imediatamente. Lançado em 1995, o filme teve a maior bilheteria de estreia daquele período e fechou sua trajetória com mais de 400 milhões de dólares arrecadados no mundo todo. A recepção positiva da crítica ajudou a consolidar a animação como algo capaz de competir com grandes produções de Hollywood.

O que fez o público se conectar com a história?

O ponto central do filme não era a tecnologia, mas a ideia de que brinquedos têm medo de serem esquecidos. Esse conceito simples sustentou a relação entre os personagens e deu base para o desenvolvimento emocional da franquia.

A evolução de Woody e Buzz, que começam em conflito e terminam como parceiros, ajudou a tornar a história mais acessível para diferentes idades. Esse equilíbrio entre humor e emoção virou uma das marcas da Pixar.

Como a trama virou uma das franquias mais importantes da Disney?

O sucesso do primeiro filme abriu caminho para sequências que mantiveram o mesmo padrão de qualidade. O segundo, terceiro e quarto filme expandiram a história dos personagens e acompanharam novas fases da vida de Andy e dos brinquedos.

Além dos filmes, a franquia cresceu com produtos licenciados, parques temáticos, jogos e atrações da Disney. Isso transformou “Toy Story” em uma das marcas mais fortes da animação, com presença constante em diferentes formatos de entretenimento.

Novo Rambo com Noah Centineo já tem data de estreia e vai contar a origem do personagem nos cinemas em 2027

Foto: Reprodução/ Internet

O novo filme da franquia Rambo chega aos cinemas em 4 de junho de 2027 e será uma prequela de First Blood (1982), o primeiro longa da saga. A história vai mostrar a juventude de John Rambo antes dos eventos que marcaram sua trajetória como ex-soldado em conflito com a sociedade.

O papel principal será interpretado por Noah Centineo, substituindo o eterno Sylvester Stallone, que viveu o personagem em todas as versões anteriores do cinema. O elenco também inclui David Harbour e James Franco.

O que o novo filme mostra da história de Rambo?

A narrativa acompanha a formação de John Rambo dentro do ambiente militar antes de se tornar o ex-combatente apresentado em “First Blood”. O foco está nas experiências que moldam o personagem durante esse período.

O roteiro foi escrito por Rory Haines e Sohrab Noshirvani. A direção é de Jalmari Helander. As filmagens ocorreram entre janeiro e março de 2026 em Bangkok. O filme conta com Mika Orasmaa na direção de fotografia.

Quem interpreta os personagens principais?

Noah Centineo (Para Todos os Garotos que Já Amei, Recruta) interpreta John Rambo na fase jovem do personagem. David Harbour (Stranger Things, Viúva Negra) interpreta o Coronel Samuel R. “Sam” Trautman, figura ligada à formação militar de Rambo.

O elenco inclui ainda Yao, Jason Tobin (Warrior, Better Luck Tomorrow), Quincy Isaiah (Winning Time: The Rise of the Lakers Dynasty), Jefferson White (Yellowstone) e Tayme Thapthimthong em papéis ligados ao contexto militar e às missões apresentadas na história.

O que o filme mostra sobre a origem de Rambo?

O filme trata do período anterior aos eventos de “First Blood”, quando Rambo ainda estava em processo de formação dentro do exército. A história mostra como ele entra em contato com situações de combate e com a estrutura militar que define seu comportamento nos filmes seguintes.

O personagem surgiu originalmente no romance “First Blood”, de David Morrell, publicado em 1982. A versão cinematográfica consolidou Rambo como um ex-soldado marcado por experiências de guerra, papel que ficou associado a Sylvester Stallone ao longo da franquia.

Qual é o papel de First Blood na franquia?

First Blood apresenta Rambo após seu retorno da Guerra do Vietnã. O personagem enfrenta conflitos com autoridades locais e lida com dificuldades de reintegração à vida civil.

O novo filme se passa antes desses eventos e mostra o período anterior ao isolamento do personagem, com foco na etapa em que ele ainda atua dentro do sistema militar.

Quando o filme chega aos cinemas?

O lançamento está programado para 4 de junho de 2027.

Moriarty vai virar série e leva o maior inimigo de Sherlock Holmes ao centro da história como protagonista de um novo olhar sobre o crime

Foto: Reprodução/ Internet

O universo de Sherlock Holmes vai ganhar uma nova cara na TV e dessa vez quem sai das sombras é justamente o vilão mais famoso de todos. O Professor Moriarty, conhecido como o maior inimigo do detetive criado por Arthur Conan Doyle, vai protagonizar uma série própria em desenvolvimento pela Fremantle.

A informação foi divulgada pelo Deadline e confirma que a produção está sendo escrita por Chris Cornwell e Oliver Lansley. A proposta é simples e direta. Mostrar Moriarty como personagem principal, explorando sua inteligência e a forma como ele constrói suas estratégias no mundo do crime em vez de apenas aparecer como o gênio por trás do caos, como nas histórias clássicas.

Quem é Moriarty e por que ele é tão importante no universo de Sherlock?

Moriarty é considerado o maior adversário de Sherlock Holmes. Nos livros originais de Conan Doyle, ele não aparece com frequência, mas sua presença é sentida como a de uma mente criminosa extremamente organizada, capaz de comandar redes de crimes sem ser detectado.

Ele surge pela primeira vez no conto “O Problema Final”, quando Holmes descobre que existe alguém por trás de vários crimes em Londres. A partir daí, os dois entram em rota de colisão até um dos momentos mais famosos da literatura policial. O encontro nas Cataratas de Reichenbach, na Suíça, onde ambos caem durante uma luta.

Essa história marcou tanto o público da época que Sherlock chegou a ser retirado temporariamente das publicações após a suposta morte do personagem, o que mostra o impacto que essa rivalidade teve desde o início.

O que a nova série vai mostrar na prática?

A ideia da série Moriarty é mudar o ponto de vista tradicional. Em vez de acompanhar Sherlock resolvendo crimes, o foco deve ser o próprio Moriarty organizando e executando seus planos.

Na prática, isso significa entender como ele pensa, como manipula pessoas e como consegue operar sem ser percebido pelas autoridades. É uma abordagem que coloca o vilão no centro da narrativa, algo cada vez mais comum em séries que exploram personagens clássicos por novos ângulos.

Ainda não há confirmação de elenco ou data de estreia, já que o projeto está em desenvolvimento inicial.

Moriarty já foi explorado em outras versões?

Sim, e talvez a mais famosa delas seja a série “Sherlock”, da BBC, que reimaginou o detetive em versão moderna. Nessa produção, Moriarty foi interpretado por Andrew Scott, que transformou o personagem em uma figura imprevisível e extremamente carismática.

Na série, Sherlock Holmes é vivido por Benedict Cumberbatch, com Martin Freeman no papel do Dr. Watson. A produção ficou conhecida por atualizar os casos clássicos para o mundo contemporâneo, usando tecnologia, internet e crimes modernos.

O Moriarty dessa versão virou um dos pontos altos da série justamente por não ser um vilão tradicional. Ele é inteligente, provocador e parece sempre estar um passo à frente, mesmo quando não aparece diretamente.

Por que esse personagem continua chamando tanta atenção?

Moriarty funciona porque ele não é um vilão óbvio. Nos livros e nas adaptações, ele raramente aparece em ação direta, o que o torna mais ameaçador. Ele é uma ideia de crime organizado levada ao extremo, alguém que não precisa estar presente para que tudo aconteça.

Esse tipo de personagem abre espaço para muitas interpretações. Em algumas versões ele é um estrategista invisível, em outras vira uma figura mais explosiva e emocional. Essa liberdade ajuda a explicar por que ele continua sendo adaptado mais de 100 anos depois de sua criação.

O que esperar daqui pra frente?

Por enquanto, o que existe é apenas o anúncio do desenvolvimento da série. Não há detalhes sobre elenco, época em que a história vai se passar ou conexão direta com outras produções de Sherlock Holmes.

Rebound: Uma Nova Chance | Conheça o emocionante drama sul-coreano baseado em uma história real exibido hoje na Sessão da Tarde

Foto: Reprodução/ Internet

Quem ligar a TV na tarde desta quinta-feira, 28 de maio, vai encontrar uma produção sul-coreana diferente do padrão mais conhecido pelo público brasileiro. Exibido na Sessão da Tarde, Rebound: Uma Nova Chance aposta menos em jogadas impossíveis e mais em uma história real marcada por pressão, desgaste físico e jovens tentando salvar um time praticamente abandonado.

Lançado em 2023, o longa dirigido por Jang Hang-jun acompanha a trajetória da equipe de basquete da Escola Jungang, em Busan, que chegou à final de um campeonato nacional mesmo tendo apenas seis jogadores disponíveis no elenco. O caso aconteceu de verdade em 2012 e virou uma das histórias mais conhecidas do esporte escolar sul-coreano. As informações são do AdoroCinema.

Sobre o que fala Rebound: Uma Nova Chance?

O filme acompanha Kang Yang-hyeon, ex-jogador e treinador pouco conhecido que aceita assumir uma equipe escolar em crise. O time da Escola Jungang vive uma sequência de derrotas, perdeu prestígio e está perto de ser encerrado.

A situação piora quando vários atletas abandonam o elenco ao descobrirem quem seria o novo técnico. Sem conseguir atrair grandes promessas, Kang passa a trabalhar com jovens rejeitados por equipes mais tradicionais e precisa montar um grupo competitivo praticamente do zero.

O diferencial do longa está justamente na forma como ele mostra o desgaste desses jogadores. Como o elenco tem apenas seis atletas, quase não existe descanso durante as partidas. O filme transforma esse limite físico em uma das partes mais tensas da história, principalmente nos momentos decisivos do campeonato.

Ao invés de criar heróis perfeitos, o filme mostra adolescentes inseguros, frustrados e pressionados pela sensação constante de fracasso.

Foto: Reprodução/ Internet

Quem faz parte do elenco?

O treinador Kang Yang-hyeon é interpretado por Ahn Jae-hong, conhecido por trabalhos que misturam drama e humor. Aqui, ele entrega uma atuação mais séria e focada no desgaste emocional do personagem.

O elenco jovem conta ainda com Lee Shin-young, Jeong Jin-woon e Jung Gun-joo, que interpretam os jogadores da equipe escolar.

O que torna Rebound diferente de outros filmes esportivos?

Enquanto muitos filmes do gênero apostam em discursos exagerados e cenas impossíveis, o longa-metragem segue um caminho mais realista. O foco não está apenas em vencer partidas, mas em mostrar como aquele grupo tenta continuar jogando mesmo quando tudo parece dar errado.

As partidas têm um clima mais tenso justamente porque os personagens estão sempre no limite físico. Como quase não há reservas, cada erro pesa mais. Isso faz o público sentir a pressão junto com os jogadores.

Outro ponto interessante é que o longa evita transformar a história em algo fantasioso. Os personagens erram, brigam, se frustram e demonstram medo o tempo inteiro. Essa abordagem deixa a narrativa mais próxima da realidade e ajuda a explicar por que o filme emocionou tanta gente na Coreia do Sul.

A história real aconteceu mesmo?

Sim. O roteiro foi inspirado na campanha da Busan Jungang High School no campeonato nacional de basquete de 2012. Na época, a equipe surpreendeu o país ao chegar à final mesmo com um elenco extremamente reduzido.

A história acabou se tornando símbolo de perseverança no esporte estudantil sul-coreano. Anos depois, virou tema do filme escrito por Kim Eun-hee e Kwon Seong-hui.

Mesmo sendo baseado em fatos reais, o drama não depende apenas do resultado das partidas para prender atenção. O filme funciona principalmente por mostrar a relação construída entre técnico e jogadores ao longo da competição.

Crítica – Natal Amargo abandona excessos e entrega o lado mais vulnerável de Pedro Almodóvar

Foto: Reprodução/ Internet

Natal Amargo é um daqueles filmes menos interessados em seguir uma narrativa tradicional e mais focados em expor as inquietações do próprio autor diante do público. Pedro Almodóvar transforma dor, memória e criação em linguagem cinematográfica mais uma vez, mas aqui o tom é diferente. Não existe a força emocional explosiva de “Dor e Glória”, nem o melodrama intenso que marcou parte de sua filmografia. O diretor entrega uma obra mais introspectiva, centrada em personagens consumidos pelo desgaste emocional, pelo bloqueio criativo e pela dificuldade de separar vida pessoal e arte.

Ao mesmo tempo, o filme inevitavelmente divide opiniões. Há um forte caráter autorreferencial que pode afastar parte do público menos conectado ao universo de Almodóvar. O cineasta aborda o bloqueio criativo incorporando essa sensação à própria estrutura narrativa, construindo um roteiro fragmentado, por vezes desorientador, que parece alternar entre lembranças, confissões e processos emocionais inacabados. Para alguns espectadores, isso reforça a sinceridade da obra; para outros, faz com que o filme pareça excessivamente preso às próprias reflexões.

Mas talvez seja justamente essa a intenção de Natal Amargo. O longa não demonstra preocupação em funcionar como uma experiência universal ou acessível para todos os públicos. É um projeto íntimo, melancólico e bastante pessoal, que conversa diretamente com temas recorrentes da carreira de Almodóvar: envelhecimento, desejo, solidão e o impacto emocional da criação artística. Em vários momentos, o filme questiona até que ponto um artista pode transformar as experiências das pessoas ao redor em matéria-prima para sua obra.

Mesmo irregular em alguns trechos, existe algo profundamente honesto no resultado final. Almodóvar parece menos interessado em reafirmar sua genialidade e mais disposto a expor fragilidades, dúvidas e inseguranças. O filme carrega uma sensação constante de desgaste emocional, como se cada personagem estivesse tentando reorganizar memórias e afetos que nunca foram totalmente resolvidos.

Natal Amargo provavelmente não ocupará o posto de obra mais popular ou celebrada da carreira do diretor. Ainda assim, para quem acompanha sua trajetória há décadas, o longa funciona como um retrato bastante sincero de um cineasta revisitando os próprios fantasmas através do cinema.

Dr. Stone | Senku finalmente chega perto da Lua em novo pôster da reta final do anime

Dr. Stone divulgou uma nova imagem da temporada final e ela já entrega o tamanho do que vem por aí. O pôster mostra Senku usando traje espacial diante da Lua, momento que coloca o personagem cada vez mais perto do encontro com Whyman, figura ligada à petrificação da humanidade desde o começo da série.

A arte também marca uma mudança enorme dentro do anime. A história começou com personagens tentando sobreviver no meio da natureza usando ferramentas improvisadas. Agora, o Reino da Ciência chegou ao ponto de construir tecnologia suficiente para enviar humanos ao espaço.

O que acontece nos próximos episódios?

Os episódios atuais de Dr. Stone entram na parte da missão espacial criada por Senku e sua equipe. No episódio 33, chamado “Eu Quero Tudo”, começa oficialmente a construção do foguete que fará a viagem até a Lua.

O projeto reúne cientistas e engenheiros espalhados pelo planeta inteiro usando a internet recriada pelo Reino da Ciência. O anime mostra como a humanidade voltou a trocar conhecimento em escala global depois de milhares de anos vivendo praticamente do zero.

Além disso, três astronautas já foram escolhidos para participar da missão, incluindo o próprio Senku como cientista responsável pela operação.

Por que a viagem à Lua é tão importante?

Desde os primeiros episódios de Dr. Stone, toda a história gira em torno de uma pergunta: quem transformou os humanos em pedra?

Agora o anime finalmente está chegando perto dessa resposta. A ida à Lua existe justamente porque Whyman estaria ligado diretamente ao fenômeno da petrificação.

Isso transforma a missão espacial no maior objetivo do Reino da Ciência até agora. Não é apenas uma exploração científica. É a tentativa de descobrir o que aconteceu com a civilização humana milhares de anos antes da história principal.

O novo pôster também muda o jeito como Senku aparece

O visual divulgado mostra um Senku muito mais sério do que nas primeiras temporadas. Em vez do personagem cheio de piadas e reações exageradas, a imagem apresenta alguém prestes a entrar na missão mais perigosa da série inteira.

Ao mesmo tempo, a cena conversa diretamente com um detalhe antigo do personagem: o sonho de infância de ir para o espaço. Desde o começo do anime, Senku sempre demonstrou fascínio por ciência, foguetes e exploração espacial, então a chegada à Lua funciona quase como a realização máxima da jornada dele.

Como Dr. Stone saiu da pedra para tecnologia espacial?

Uma das características mais fortes de Dr. Stone é mostrar a evolução da tecnologia passo a passo.

O anime começou com Senku recriando itens básicos como fogo, vidro e remédios. Depois vieram eletricidade, motores, comunicação, veículos e sistemas industriais completos.

Por isso a viagem espacial não parece algo fora da realidade do próprio anime. A série passou anos construindo esse avanço tecnológico dentro da narrativa.

Quando estreia o próximo episódio?

O episódio 34 de Dr. Stone estreia no dia 4 de junho no Japão e mostrará oficialmente o início da missão rumo à Lua.

Cara de Um, Focinho de Outro | Animação da Pixar com mente humana em castor robótico ganha data para chegar ao Disney+

O filme Cara de Um, Focinho de Outro chega ao Disney+ no dia 3 de junho depois de passar pelos cinemas, trazendo uma ideia bem diferente do padrão da Pixar: uma jovem que entra na mente de um castor robótico para tentar salvar um habitat natural da destruição.

Dirigido por Daniel Chong, o longa trabalha com um futuro em que cientistas criam uma tecnologia capaz de transferir a consciência humana para corpos mecânicos. Só que, em vez de ficar restrita a testes de laboratório, essa invenção acaba sendo usada em uma situação real envolvendo um conflito entre preservação ambiental e um grande projeto de construção.

Qual é a história do filme?

Em Cara de Um, Focinho de Outro, a protagonista Mabel Tanaka decide usar essa tecnologia para entrar no corpo de um castor robótico super realista. A missão dela é clara: impedir que uma empresa destrua a área onde vários animais vivem.

Só que o plano não é tão simples. Ao entrar nesse corpo, Mabel não só observa o problema, ela passa a viver dentro dele. Isso muda tudo, porque ela precisa lidar com o comportamento dos animais, com o ambiente selvagem e com situações que não seguem regras humanas.

O resultado é uma jornada em que a personagem começa com uma missão direta, mas vai entendendo aos poucos que o conflito é bem mais complexo do que parecia.

Quem está no elenco de vozes?

O elenco de Cara de Um, Focinho de Outro reúne nomes bem conhecidos de Hollywood, dando vida tanto aos humanos quanto aos personagens do mundo animal.

Piper Curda (I Didn’t Do It, The Last Summer) faz a voz de Mabel Tanaka, a protagonista da história. Bobby Moynihan (Saturday Night Live, Ghostbusters) interpreta o Rei George, um castor que lidera parte dos animais.

Jon Hamm (Mad Men, Top Gun: Maverick) vive o Prefeito Jerry, ligado ao projeto que ameaça o habitat. Kathy Najimy (Mudança de Hábito, Hocus Pocus) e Dave Franco (Anjos da Lei, The Disaster Artist) também fazem parte do elenco, representando personagens importantes na disputa entre preservação e destruição da área.

Entre as participações especiais, Meryl Streep (O Diabo Veste Prada, As Horas) dá voz à Rainha dos Insetos, uma borboleta que simboliza o equilíbrio do ecossistema mostrado no filme.

Como funciona essa tecnologia no filme?

A ideia central da animação é uma tecnologia que permite “colocar” a mente humana dentro de corpos robóticos. No começo, isso parece algo experimental, mas o filme usa esse conceito de forma bem direta dentro da história.

No caso de Mabel, essa tecnologia vira uma ferramenta de ação. Ela usa o corpo do castor robótico para se infiltrar no ambiente natural e tentar impedir a destruição da área.

O interessante é que o filme não trata isso só como tecnologia avançada. Ele mostra também o impacto real dessa mudança: a personagem precisa se adaptar a um corpo diferente, entender limites físicos e lidar com um ambiente onde cada decisão tem consequência imediata.

O que aconteceu com o filme antes do Disney+?

Antes de chegar ao streaming, o longa-metragem já tinha passado pelos cinemas e teve boa resposta do público. O filme arrecadou mais de US$ 350 milhões no mundo todo, mostrando que a proposta diferente da Pixar chamou atenção fora do circuito habitual do estúdio.

O projeto começou a ser desenvolvido em 2020, quando Daniel Chong voltou a trabalhar em produções originais dentro do estúdio. Em 2024, o filme foi anunciado oficialmente com o título inicial de Hoppers, junto com os primeiros nomes do elenco.

Sugar | 2ª temporada ganha trailer e mostra Colin Farrell de volta em novos casos de investigação em Los Angeles

Foto: Reprodução/ Internet

O Apple TV+ apresentou o primeiro trailer da segunda temporada de Sugar, marcando o retorno de Colin Farrell (A Grande Viagem da Sua Vida, Pinguim, Os Banshees de Inisherin, Batman) como o detetive particular John Sugar. Essa nova fase continua explorando o universo da série, com investigações que envolvem crimes e desaparecimentos cheios de detalhes que não aparecem de primeira.

A série estreou em 2024 e chamou atenção por fugir do modelo clássico de detetive. Em vez de seguir apenas pistas lineares, a história acompanha um investigador que se envolve diretamente com os casos, muitas vezes ultrapassando limites profissionais enquanto tenta entender o que realmente aconteceu em cada situação.

Quem é John Sugar na série?

Em Sugar, Colin Farrell interpreta John Sugar, um investigador particular contratado para resolver casos de desaparecimento e situações envolvendo figuras influentes de Los Angeles. O personagem não atua como um detetive tradicional de polícia, mas como alguém que circula entre ambientes privados, famílias poderosas e investigações com informações incompletas.

A primeira temporada começa com um caso fora dos Estados Unidos, em Tóquio, onde Sugar precisa localizar uma criança sequestrada. Essa abertura já estabelece o tipo de investigação que a série trabalha: deslocamentos constantes, contato com ambientes perigosos e decisões tomadas sob pressão.

Depois disso, o personagem retorna a Los Angeles para investigar o desaparecimento de Olivia Siegel, integrante de uma família ligada à indústria do entretenimento. O caso se desenvolve a partir de diferentes versões apresentadas pelos envolvidos, o que dificulta a reconstrução exata do que aconteceu.

Leia também:
Obsessão | Entenda a história do terror de baixo orçamento que virou fenômeno e faturou milhões nas bilheterias
Mestres do Universo | Tudo que o live-action trouxe direto do desenho clássico de He-Man

O que aconteceu na primeira temporada?

A primeira temporada da série gira em torno do desaparecimento de Olivia Siegel e da investigação conduzida por John Sugar. O caso começa com sinais de um desaparecimento comum, mas rapidamente evolui para uma rede de acontecimentos que envolve mortes, chantagens e ligações com crimes anteriores.

À medida que Sugar avança na investigação, ele descobre que a família da vítima guarda informações importantes que não são reveladas de forma direta. Isso faz com que o caso se torne mais complexo, já que cada personagem oferece uma versão diferente dos fatos.

A temporada também explora os impactos pessoais que a investigação causa em Sugar, mostrando como ele passa a lidar com consequências diretas das escolhas que faz durante o caso.

Quem está no elenco da série?

Além de Colin Farrell (Os Banshees de Inisherin, Batman), como John Sugar, Sugar conta com Kirby Howell-Baptiste (The Good Place, Sandman) como Ruby, Amy Ryan (Birdman, The Office) como Melanie Mackintosh e James Cromwell (Succession, História de um Casamento) como Jonathan Siegel. O elenco ainda inclui Dennis Boutsikaris (Better Call Saul, O Mundo de John Wick), Nate Corddry (The Circle, Harry’s Law) e Alex Hernandez (Tom Clancy’s Ghost Recon, The Rookie).

Quando estreia a nova temporada?

A segunda temporada da trama estreia no dia 19 de junho no Apple TV+.

notícias em destaque