“Bem-vindo a Derry” | HBO revela teaser arrepiante da prequela de “IT – A Coisa”, com retorno de Bill Skarsgård como Pennywise

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Foto: Reprodução/ Internet

Derry está de volta — mais sombria, silenciosa e ameaçadora do que nunca. Durante o aguardado painel da San Diego Comic-Con 2025, a HBO revelou o primeiro teaser oficial de sua nova série de terror: “Bem-vindo a Derry” (Welcome to Derry), baseada no universo criado por Stephen King em seu clássico IT – A Coisa. Prevista para estrear em outubro, a produção original chega ao canal HBO e à plataforma HBO Max com a promessa de ser mais do que uma simples prequela. Trata-se de uma viagem aterrorizante às origens do medo em sua forma mais pura — aquela que se esconde sob o riso de um palhaço, nas esquinas de uma cidade e nos traumas não resolvidos da infância.

Um retorno às origens do medo

Bem-vindo a Derry não pretende apenas contar uma nova história, mas ampliar e aprofundar o universo já conhecido pelos fãs dos filmes IT (2017) e IT: Capítulo Dois (2019). Ambientada décadas antes dos eventos que colocaram o Clube dos Otários frente a frente com Pennywise, a série explora a gênese da maldição que assombra a cidade de Derry. O mal, aqui, não é só uma figura monstruosa, mas uma presença silenciosa, que contamina ambientes, pessoas e memórias. O teaser divulgado impressiona pela sua carga atmosférica: cenas que evitam sustos fáceis, mas que mergulham o espectador em uma sensação de desconforto crescente.

A escolha por mostrar menos e sugerir mais reforça o aspecto psicológico do horror. Um balão vermelho, uma bicicleta que gira sozinha, uma parede que respira — tudo isso é mostrado sem explicações, deixando ao público a sensação de que algo muito errado está prestes a acontecer. Ao final do teaser, o som inconfundível da risada de Pennywise deixa claro: o medo está de volta, e dessa vez, pode ser mais antigo e profundo do que jamais imaginamos.

Um elenco promissor e diverso

A HBO reuniu um elenco sólido e diverso para dar vida aos habitantes de Derry. Jovan Adepo, que brilhou em Watchmen, assume um dos papéis centrais, ao lado de Chris Chalk (Perry Mason) e Taylour Paige, aclamada por sua performance em Zola. Completam o time James Remar, Stephen Rider, Madeleine Stowe e Rudy Mancuso, que adiciona um toque de surpresa à produção. Mas o maior destaque vai para Bill Skarsgård, que retorna ao papel de Pennywise — papel que marcou sua carreira e se tornou uma das figuras mais icônicas do terror moderno.

A decisão de Skarsgård em voltar ao personagem foi recebida com entusiasmo pelo público e também pelos produtores. O ator revelou que foi conquistado pela abordagem mais sombria e psicológica da série. “É uma história sobre o surgimento do medo, sobre traumas enraizados. Pennywise é menos uma criatura e mais um reflexo do pior que existe nas pessoas e na cidade”, disse ele. A expectativa em torno da sua performance é alta, e tudo indica que veremos um Pennywise ainda mais aterrorizante — e, paradoxalmente, mais humano.

Bastidores e expectativas

Desenvolvida por Andy Muschietti, Barbara Muschietti e Jason Fuchs, a série carrega o DNA criativo dos dois longas-metragens que revitalizaram a obra de Stephen King para uma nova geração. Andy Muschietti não apenas produziu, como também dirigirá múltiplos episódios, o que garante uma continuidade estética e tonal em relação aos filmes. Jason Fuchs, que escreveu o episódio piloto, divide a função de showrunner com Brad Caleb Kane, responsável por séries como Fringe e Moonhaven.

As gravações aconteceram em locações no Canadá, especialmente em Toronto e Port Hope, cidade que já havia servido de cenário para os filmes anteriores. A escolha por locais reais, e não cenários em estúdio, reforça a ambientação sombria e palpável da narrativa. A equipe de produção também optou por construir ambientes fechados com iluminação natural, criando uma estética que remete aos anos 60 e 70 — décadas que serão retratadas ao longo da temporada.

Um novo olhar sobre o horror de Derry

Enquanto os filmes mostravam Derry nos anos 80 e 2010, a série volta ainda mais no tempo, explorando o período entre os anos 1960 e 1970. Esse salto temporal permite que a narrativa aborde eventos históricos, sociais e políticos que também ajudam a moldar a atmosfera opressora da cidade. Entre os elementos prometidos pela produção, estão desaparecimentos misteriosos, linchamentos comunitários encobertos, transtornos mentais negligenciados, além de crimes nunca resolvidos — tudo costurado sob a presença invisível, mas constante, de Pennywise.

A série também pretende discutir como o medo se manifesta de forma diferente para pessoas com histórias de vida diversas. Temas como racismo estrutural, discriminação, violência familiar e repressão sexual devem aparecer com força nos episódios, reforçando o caráter metafórico de Pennywise como representação dos horrores reais que as pessoas vivem no cotidiano. Bem-vindo a Derry é, assim, uma narrativa de terror, mas também um retrato social enraizado em feridas históricas.

Um palhaço que já entrou para a história

Desde sua criação por Stephen King em 1986, Pennywise se tornou mais do que um vilão: tornou-se um ícone cultural. A versão original interpretada por Tim Curry na minissérie dos anos 90 marcou gerações. Mas foi com a chegada de Bill Skarsgård ao papel, em 2017, que o personagem ganhou uma nova dimensão. Sua interpretação trouxe uma fisicalidade única ao palhaço, misturando ternura dissimulada com selvageria incontrolável. O olhar torto, o sorriso quebrado e a voz distorcida se tornaram marcas registradas de uma atuação que assombrou as telas de cinema em todo o mundo.

Ao todo, os dois filmes IT arrecadaram mais de US$ 1,1 bilhão nas bilheteiras, tornando-se as adaptações de terror mais lucrativas da história do cinema. O sucesso de público e crítica confirmou o apelo universal da obra de Stephen King, e consolidou Pennywise como uma das entidades mais assustadoras já retratadas na ficção. Agora, com a série, Skarsgård tem a chance de explorar novas camadas do personagem — quem sabe até revelar traços de sua origem e motivações mais profundas.

Outubro será o mês do medo

A escolha de lançar Bem-vindo a Derry em outubro não é aleatória. Trata-se do mês de Halloween, período em que o público tradicionalmente consome mais obras do gênero. A HBO pretende ocupar um espaço estratégico na programação, lançando os episódios semanalmente e mantendo a audiência presa à narrativa por nove semanas consecutivas. A exibição simultânea na HBO Max também garante acessibilidade global, transformando a estreia em um evento multiplataforma.

MasterChef Brasil 2025 – Daniela e Felipe B. são os finalistas da 12ª temporada

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A 12ª temporada do MasterChef Brasil chega ao seu momento mais aguardado: a grande final. Após semanas de desafios intensos, provas emocionantes e eliminações surpreendentes, Daniela e Felipe B. conquistaram suas vagas na decisão, enquanto Rodrigo e Gloria foram eliminados na semifinal. Esta edição do reality culinário, exibida na Band, trouxe novamente à tona o talento de cozinheiros amadores que combinam criatividade, técnica e paixão pela gastronomia, mantendo o público grudado na tela a cada episódio.

A semifinal, exibida na terça-feira, 26 de agosto, foi marcada por provas que desafiaram os limites dos competidores. Na primeira etapa, os semifinalistas precisaram criar pratos autorais utilizando técnicas de gastronomia molecular, como esferificação, espumas e gelificação. O objetivo era transformar ingredientes em experiências sensoriais únicas, exigindo precisão, criatividade e domínio técnico. Sob o olhar atento de Henrique Fogaça, Helena Rizzo e Érick Jacquin, os quatro cozinheiros – Daniela, Felipe B., Gloria e Rodrigo – enfrentaram a pressão máxima para garantir sua vaga na final.

O segundo desafio da noite trouxe uma releitura do tradicional turducken, desta vez em versão marítima. A prova consistiu na preparação de três tipos de peixes e frutos do mar, desossados, recheados e montados em camadas, exigindo habilidade avançada de corte, montagem e equilíbrio de sabores. A complexidade do prato elevou a tensão na cozinha, colocando à prova não apenas a técnica dos competidores, mas também sua capacidade de trabalhar sob pressão e tomar decisões rápidas.

Rodrigo foi o primeiro a ser eliminado na semifinal. Apesar de sua trajetória marcada por criatividade, técnica e versatilidade, o prato apresentado não convenceu totalmente os jurados, encerrando sua participação a um passo da grande final. A despedida foi emocionante, com abraços, lágrimas e palavras de incentivo de colegas e jurados, reconhecendo seu talento e dedicação ao longo da temporada. Pouco depois, Gloria também deixou o programa após uma performance que não atingiu o nível exigido pelos jurados para avançar à final, consolidando Daniela e Felipe B. como os grandes finalistas da temporada.

Daniela chega à final com uma trajetória marcada por consistência, precisão e pratos visualmente elegantes. Ao longo da temporada, conquistou os jurados não apenas pelo equilíbrio de sabores, mas também pela capacidade de se reinventar a cada desafio, mostrando criatividade e domínio das técnicas culinárias mais complexas. Sua participação na semifinal reforçou sua presença na decisão, demonstrando confiança, atenção aos detalhes e capacidade de manter a calma sob pressão, consolidando-a como uma das favoritas ao título.

Felipe B., por sua vez, chega à final mostrando ousadia, versatilidade e domínio técnico. Ele se destacou em provas individuais e coletivas ao longo da temporada, impressionando os jurados com combinações de sabores criativas e soluções inteligentes para desafios complexos. Sua consistência, aliada à coragem de experimentar e ousar, faz dele um finalista capaz de rivalizar de igual para igual com Daniela na grande decisão, prometendo uma final eletrizante e repleta de emoção.

Comédia nacional “Não Vamos Pagar Nada” é destaque na Sessão da Tarde desta quinta, 2 de abril

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A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 2 de abril de 2026, exibe o filme brasileiro Não Vamos Pagar Nada, comédia dirigida por João Fonseca e estrelada por Samantha Schmütz. Inspirado na peça Non Si Paga! Non Si Paga!, do dramaturgo Dario Fo, o longa utiliza o humor como ferramenta para abordar, com viés crítico, os efeitos da alta do custo de vida no cotidiano das camadas populares.

Produzido pela A Fábrica, com coprodução da Globo Filmes e distribuição da H2O Films, o filme marca a estreia de João Fonseca na direção de longas-metragens. A obra se apoia em uma linguagem acessível e em personagens próximos da realidade urbana brasileira para construir uma narrativa que dialoga diretamente com questões econômicas contemporâneas.

No centro da história está Antônia, interpretada por Samantha Schmütz, uma mulher que enfrenta dificuldades financeiras, mas mantém o bom humor como estratégia de sobrevivência. Desempregada e pressionada pelas contas do dia a dia, ela se vê diante de uma situação limite ao perceber o aumento abusivo dos preços no mercado do bairro. A indignação, inicialmente individual, rapidamente se transforma em um movimento coletivo quando outros clientes passam a compartilhar da mesma revolta. (Via: AdoroCinema)

A sequência que se desenrola a partir desse ponto conduz o enredo: um tumulto toma conta do estabelecimento e resulta em um saque impulsivo, no qual os consumidores decidem não pagar pelos produtos. O episódio, tratado com tom cômico, levanta questionamentos sobre desigualdade social, consumo e as tensões entre necessidade e legalidade. A partir daí, Antônia precisa lidar com as consequências de seus atos, especialmente ao tentar explicar a situação ao marido João, vivido por Edmilson Filho.

O elenco reúne nomes conhecidos do humor brasileiro, contribuindo para o ritmo ágil da narrativa. Flávia Reis interpreta Margarida, amiga da protagonista e cúmplice nas situações inusitadas que se sucedem. Já Fernando Caruso e Flávio Bauraqui assumem papéis ligados às forças de segurança, adicionando camadas de conflito à trama. A participação do músico Criolo, em um papel secundário, reforça o caráter popular da produção.

A adaptação da obra de Dario Fo para o contexto brasileiro não se limita à transposição do enredo. O roteiro de Renato Fagundes atualiza os conflitos para a realidade local, explorando temas como inflação, desemprego e precarização do trabalho. Ao mesmo tempo, preserva o espírito satírico da peça original, conhecida por seu tom crítico e provocador.

A direção de João Fonseca aposta em uma estética simples, valorizando o desempenho dos atores e o dinamismo das cenas coletivas. O uso de locações urbanas e a ambientação em um bairro popular contribuem para a identificação do público com a história. A montagem privilegia o ritmo da comédia, com diálogos rápidos e situações que se encadeiam de forma crescente, ampliando o efeito humorístico.

Além do entretenimento, o filme se destaca por provocar reflexões sobre questões estruturais da sociedade brasileira. A decisão dos personagens de não pagar pelas compras, embora apresentada de forma leve, remete a um cenário de insatisfação generalizada diante das dificuldades econômicas. Nesse sentido, a narrativa funciona como uma alegoria das tensões sociais que emergem em contextos de crise

He-Man está chegando! Veja como garantir ingressos na pré-venda de Mestres do Universo

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Os preparativos para o retorno de Eternia já começaram a ocupar espaço nas bilheterias brasileiras. A pré-venda de Mestres do Universo foi aberta nesta quinta-feira, 21 de maio, antecipando a chegada do longa aos cinemas no dia 4 de junho. O novo filme marca o retorno de He-Man às telonas quase quarenta anos depois da versão de 1987, que se tornou um marco da cultura pop mesmo com recepção dividida na época.

A liberação antecipada dos ingressos rapidamente ganhou força nas redes de cinema e nas plataformas digitais. Ingresso.com, Cinemark, Cinépolis e UCI já oferecem sessões em diferentes formatos, com opções que vão do IMAX ao 3D, além de salas premium e versões dubladas ou legendadas

O interesse pelo novo filme não surgiu do nada. He-Man sempre manteve presença constante no imaginário popular, especialmente no Brasil, onde a animação original dos anos 1980 foi exibida repetidas vezes na TV aberta e consolidou o personagem como um dos nomes mais reconhecíveis da fantasia televisiva. Mesmo fora do ar por longos períodos, a marca continuou viva por meio de reprises, brinquedos, jogos e novas versões animadas

Como comprar os ingressos?

A compra antecipada de Mestres do Universo já pode ser feita diretamente nos aplicativos e sites das redes de cinema. O processo é simples: o título aparece na programação, o público escolhe a cidade, seleciona o cinema e define a sessão disponível a partir de 4 de junho.

As exibições incluem formatos variados, desde salas tradicionais até experiências mais imersivas. Em algumas redes, o filme também será exibido em 3D e em salas premium, o que reforça a aposta das distribuidoras em diferentes tipos de público. Em cidades maiores, a tendência é que as primeiras sessões tenham alta ocupação já nos primeiros dias de venda.

Sobre o que fala o novo filme de He-Man?

A nova adaptação acompanha o Príncipe Adam em seu retorno ao planeta Eternia depois de anos afastado de seu destino. Ao chegar, ele encontra o reino em ruínas, sob domínio das forças de Esqueleto, que avançaram e tomaram controle de grande parte do território.

A partir desse ponto, a narrativa gira em torno da decisão de Adam de assumir novamente o papel de He-Man. Ele deixa de lado a tentativa de viver longe do conflito e passa a encarar a responsabilidade de proteger não apenas sua família e aliados, mas todo o equilíbrio do universo.

Ao lado de Teela e Mentor, o personagem enfrenta uma escalada de conflitos envolvendo criaturas místicas, batalhas em larga escala e uma disputa que envolve diretamente o futuro de Eternia. O filme aposta em uma abordagem mais expansiva do universo da franquia, com foco em ação contínua e construção de mundo.

He-Man e o peso de uma marca que atravessa gerações

He-Man não é apenas uma adaptação antiga que está sendo revisitada. O personagem faz parte de um conjunto de franquias que atravessaram décadas sem perder completamente a relevância. A linha de brinquedos da Mattel, lançada originalmente nos anos 1980, ajudou a transformar a trama em um fenômeno global muito antes do cinema tentar adaptar a história.

A animação clássica teve papel decisivo nessa popularidade. Exibida em diversos países, ela consolidou a imagem de Adam e sua transformação em He-Man como uma das identidades mais fortes da fantasia televisiva da época. No Brasil, essa presença foi ainda mais intensa, com transmissões repetidas em diferentes faixas de programação, o que ajudou a criar uma base de público extremamente ampla.

Mesmo após o fim da série original, a franquia nunca desapareceu completamente. Novas animações, linhas de produtos e tentativas de reinterpretação mantiveram o personagem em circulação, ainda que em ciclos irregulares. Esse histórico explica por que qualquer novo projeto envolvendo He-Man ainda desperta curiosidade imediata, mesmo entre quem não acompanha diretamente o universo atual da franquia.

Quem está no elenco?

O protagonista é interpretado por Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul, Uma Ideia de Você), que assume o papel do Príncipe Adam e sua transformação em He-Man, figura central da história.

O elenco reúne ainda Camila Mendes (Riverdale), Alison Brie (Community, GLOW), Jared Leto (Clube de Compras Dallas, Morbius), Idris Elba (Luther, Thor), Morena Baccarin (Deadpool, Firefly), Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento, Barbie), James Purefoy (The Following, Roma) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Game of Thrones, The Witcher).

Um projeto que passou por anos de mudanças

A versão atual do longa-metragem é resultado de um desenvolvimento longo e instável. Desde 2009, o projeto passou por diferentes estúdios, mudanças de roteiristas e diversas tentativas de redefinir o tom da adaptação.

Nomes como Jon M. Chu (Wicked), David S. Goyer (Batman: O Cavaleiro das Trevas), McG (Anjos da Lei) e a dupla Aaron Nee e Adam Nee (A Cidade Perdida) estiveram ligados ao projeto em diferentes fases.

O filme também passou por Sony e Netflix. A plataforma chegou a investir cerca de 30 milhões de dólares no desenvolvimento antes de abandonar a produção em 2023. Nesse período, o personagem chegou a ser associado a Kyle Allen (West Side Story) e Noah Centineo (Para Todos os Garotos que Já Amei).

A retomada só aconteceu quando a Amazon MGM Studios assumiu o projeto em 2024, reorganizando a produção e iniciando uma nova fase que resultou no longa que chega agora aos cinemas.

Onde o filme foi gravado?

As filmagens ocorreram entre janeiro e junho de 2025 em Londres. A produção utilizou estúdios de grande porte e cenários construídos fisicamente para recriar Eternia, combinando elementos práticos com efeitos visuais.

Quando estreia Mestres do Universo?

O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 4 de junho.

Dica no Viki | “Assassinos de Corações” entrega romance perigoso e segredos em série envolvente

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Imagina só: você recebe uma missão secreta, precisa se infiltrar em uma hamburgueria suspeita, e quem aparece por trás do balcão é justamente aquele alguém com quem você teve uma noite inesquecível. Não dá pra dizer que a vida de Kant é monótona.

Essa é a premissa eletrizante — e deliciosamente caótica — de “Assassinos de Corações”, nova série tailandesa disponível no Viki que mistura romance, suspense e muitas reviravoltas. Mas mais do que uma história de investigação, essa produção mergulha fundo em emoções cruas, desejos não resolvidos e dilemas que fazem qualquer coração bater mais forte… ou se perder completamente.

Entre tatuagens, hambúrgueres e segredos

Kant (interpretado pelo carismático First Kanaphan Puitrakul) é tatuador e vive uma rotina aparentemente tranquila — até receber um pedido nada comum: ajudar a polícia se infiltrando em uma hamburgueria administrada por dois irmãos suspeitos de envolvimento em crimes graves.

Só que a missão toma um rumo totalmente inesperado quando Kant descobre que Bison (Khaotung Thanawat Ratanakitpaisan), o irmão mais novo e igualmente enigmático, é alguém que ele conhece muito bem. Uma noite do passado, cheia de química e promessas não ditas, agora volta à tona no pior (ou melhor?) momento possível.

Na tentativa de arrancar informações, Kant decide usar o charme e seduzir Bison, mas tudo se complica com a presença constante de Fadel (Joong Archen Aydin), o irmão mais velho e super protetor, que parece disposto a tudo para manter Bison longe de qualquer ameaça — inclusive Kant.

Amor e tensão no ar (e na chapa)

É aí que entra em cena Style (Dunk Natachai Boonprasert), o melhor amigo de Kant. Ele não só tem o dom de mexer com motores, como também com o coração de Fadel — com quem tem um passado cheio de faíscas mal resolvidas. A ideia? Usar Style para distrair Fadel. Mas o plano, claro, não sai tão simples quanto parece.

A cada episódio, alianças se formam e se desfazem, sentimentos se confundem e o perigo se aproxima. O que parecia só mais uma missão, se transforma em um tabuleiro emocional onde ninguém joga limpo — e onde o coração pode ser a peça mais frágil de todas.

Mais do que BL: é sobre dilemas reais em um mundo fora do comum

Assassinos de Corações entrega muito mais do que os fãs de BL (boys love) estão acostumados. Sim, tem química, olhares intensos, tensão sexual e momentos de cortar a respiração — mas também tem profundidade emocional, temas delicados, e personagens que estão longe de serem estereótipos.

Eles amam, erram, protegem, se arrependem. São irmãos, amigos, amantes e suspeitos ao mesmo tempo. O passado de cada um pesa, e o futuro parece sempre por um fio. A série te faz rir num episódio e chorar no outro — tudo com uma direção refinada de Jojo Tichakorn Phukhaotong, que sabe exatamente quando acelerar e quando deixar o silêncio falar por si.

Elenco que entrega alma, suor e intensidade

A escolha do elenco é um verdadeiro presente para quem acompanha a nova geração do BL tailandês. First Kanaphan Puitrakul (de The Shipper e Not Me) interpreta Kant com sensibilidade e entrega emocional genuína, equilibrando carisma com vulnerabilidade. Ao seu lado, Khaotung Thanawat Ratanakitpaisan (conhecido por The Eclipse e Moonlight Chicken) dá vida a Bison, um personagem enigmático e intenso, com um passado cheio de camadas.

Joong Archen Aydin (de Star and Sky: Sky in Your Heart e Hidden Agenda) assume o papel de Fadel, o irmão mais velho, com uma presença marcante e protetora, trazendo força e emoção à trama. Já Dunk Natachai Boonprasert (visto em Vice Versa e Our Skyy 2) interpreta Style com charme, leveza e um toque de rebeldia, equilibrando tensão e humor nos momentos certos.

Completam o elenco Pepper Phanuroj Chalermkijporntavee (de Bad Buddy) e JJ Chayakorn Jutamas (de The Warp Effect), que contribuem com nuances e ritmo à história. A direção é assinada por Jojo Tichakorn Phukhaotong (responsável por obras como 3 Will Be Free e Friend Zone), conhecido por sua capacidade de combinar estética arrojada com profundidade emocional.

Todos sob a batuta criativa de Jojo Tichakorn, que já tem no currículo outras joias do gênero e prova mais uma vez que sabe conduzir tramas ousadas com sensibilidade e identidade visual marcante.

Vale a pena assistir?

Sim — e não só pela estética caprichada ou pelos atores que já são queridinhos da fanbase BL. Assassinos de Corações vale pela narrativa provocante, pela forma como brinca com temas como desejo, lealdade, culpa e redenção. Vale pela coragem de explorar os sentimentos masculinos com delicadeza e intensidade. E, claro, pelo combo irresistível de suspense e romance.

Onde assistir?

📺 Assassinos de Corações
📍 Disponível no Viki

Euphoria | Sydney Sweeney comenta repercussão de cenas de Cassie na 3ª temporada da série

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A série Euphoria voltou ao centro das discussões após novas declarações de Sydney Sweeney, intérprete de Cassie. A atriz abordou a repercussão em torno das cenas mais polêmicas de sua personagem e refletiu sobre como a exposição na série impacta sua imagem fora das telas.

Conhecida por tratar temas sensíveis de forma direta, a produção da HBO já havia gerado debates desde suas primeiras temporadas. No entanto, os comentários recentes de Sweeney trouxeram uma nova camada à discussão, ao expor a experiência de quem está por trás da personagem.

O que Sydney disse sobre a polêmica?

Em entrevista, a atriz destacou a dificuldade que parte do público tem em separar ficção e realidade. Segundo ela, o sucesso de Euphoria e a popularidade de Cassie fizeram com que muitas pessoas passassem a associar diretamente sua imagem pessoal à trajetória da personagem.

Sweeney afirmou que não enxerga as cenas de nudez como um problema dentro do contexto da narrativa. Para ela, essas escolhas fazem parte da construção dramática e ajudam a contar a história de forma mais completa. Ao mesmo tempo, reconheceu que a reação do público nem sempre leva em consideração essa perspectiva.

A atriz também comentou sobre o impacto das redes sociais, apontando que comentários e julgamentos constantes acabam criando um ambiente de pressão. Em suas palavras, existe uma sensação de perda de controle sobre a própria imagem, já que o público se sente autorizado a opinar de forma direta sobre sua vida.

Por que a personagem Cassie gerou tanta discussão?

Cassie é uma personagem marcada por conflitos emocionais e pela busca constante por validação. Ao longo da série, suas escolhas e comportamentos refletem inseguranças e fragilidades que acabam sendo exploradas de maneira intensa pela narrativa.

Nos episódios mais recentes, essa construção ganhou novos contornos, ampliando o debate sobre os limites da representação. Algumas cenas passaram a ser questionadas por parte do público, principalmente por utilizarem elementos visuais considerados controversos em um contexto de forte carga sexual.

Essa recepção dividida evidencia o impacto que Euphoria tem ao abordar temas delicados. Ao mesmo tempo em que conquista pela ousadia, a série também provoca reações críticas sobre a forma como determinadas histórias são apresentadas.

Qual é a proposta da série?

Criada por Sam Levinson, a série acompanha um grupo de jovens lidando com desafios da vida contemporânea. Questões como dependência química, relações afetivas, sexualidade e identidade são exploradas de forma direta, sem suavizar conflitos.

Desde sua estreia, a série se destacou por sua estética marcante e por uma narrativa que não evita temas considerados sensíveis. Essa abordagem contribuiu para o reconhecimento da produção, mas também abriu espaço para críticas relacionadas ao excesso em determinadas escolhas criativas.

Quem faz parte do elenco?

Além de Sydney Sweeney, o elenco reúne nomes como Zendaya, protagonista da série e vencedora de prêmios importantes por sua atuação. A produção conta ainda com Hunter Schafer, Jacob Elordi, Alexa Demie e Maude Apatow. O conjunto de atores é frequentemente apontado como um dos pilares do sucesso da série.

Quando estreou e qual o futuro da série?

Euphoria estreou em 2019 e rapidamente se consolidou como uma das produções mais comentadas da televisão. A série segue em desenvolvimento, com novas temporadas previstas e grande expectativa por parte do público. O sucesso contínuo reforça o interesse pela história e pelos personagens, mas também indica que os debates em torno da série devem continuar acompanhando seus próximos capítulos.

Resumo da novela A Promessa desta sexta, 20/09/2024

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Foto: Reprodução/ Internet

No episódio 60, exibido na sexta-feira, 20 de setembro de 2024, os dramas pessoais e intrigas de La Promesa atingem um ponto crítico, especialmente quando Maria Fernández faz uma descoberta que pode mudar o destino de muitos personagens. Ao perceber que Jana está prestes a tomar uma decisão arriscada e potencialmente desastrosa, Maria se vê em uma corrida contra o tempo para impedir que a amiga cometa um erro irreversível. O que exatamente Jana está planejando ainda é um mistério, mas o nível de preocupação de Maria sugere que as consequências podem ser devastadoras não apenas para Jana, mas para todos ao seu redor. A tensão cresce conforme as duas personagens se aproximam de um confronto inevitável.

Enquanto isso, Martina, cada vez mais preocupada com a saúde mental de sua prima Leonor, decide tomar uma atitude drástica. Ciente de que a vida no palácio está sufocando Leonor e a empurrando para uma crise emocional, Martina trama um plano ousado: convencer Leonor a deixar La Promesa e buscar uma vida mais feliz e independente. A prima, exausta e sem perspectivas, confessa a Martina que não aguenta mais viver no ambiente opressivo do palácio, o que só reforça a determinação de Martina de ajudá-la a encontrar uma nova direção.

A ideia de estudar moda em Paris surge como uma possível saída, algo que traria uma nova luz aos olhos de Leonor. No entanto, quando ela apresenta essa ideia a seus pais, a resposta é um firme e impiedoso “não”. Seus pais, conservadores e presos às convenções da época, rejeitam imediatamente a ideia de que Leonor possa seguir um caminho tão distante e moderno. A rejeição força a jovem a reconsiderar seu futuro, mergulhando-a em uma nova onda de incertezas sobre sua permanência em La Promesa e seu desejo de se libertar das expectativas familiares.

Paralelamente, Salvador enfrenta uma luta própria, e as perspectivas não são nada animadoras. Após finalmente ser libertado da prisão, Salvador descobre que sua liberdade é apenas uma ilusão: ele será obrigado a ir para a guerra, uma realidade brutal que o aterroriza. Apesar de todos os esforços de María Fernández para ajudar Salvador financeiramente, suas economias se provam insuficientes para impedir que ele seja enviado para o campo de batalha. A sensação de impotência e o medo da guerra pairam sobre Salvador, que se vê diante de um destino cruel do qual parece não haver escapatória. O peso dessa nova realidade assombra Salvador, e a incerteza sobre seu futuro coloca em cheque até mesmo seus relacionamentos.

À medida que os personagens enfrentam suas próprias batalhas, La Promesa continua a ser um palco de conflitos internos e externos, onde os sonhos de liberdade e felicidade se chocam com as rígidas realidades sociais e as forças implacáveis do destino. Este episódio promete ser um dos mais emocionantes da temporada, onde as escolhas difíceis e os sacrifícios inevitáveis moldarão o curso das vidas de Maria, Jana, Leonor e Salvador. O que está em jogo agora não é apenas o presente, mas o futuro de cada um deles, e os desdobramentos podem trazer consequências irreversíveis para La Promesa e todos que lá habitam.

Lançamentos do cinema: Saiba quais são os filmes que estão em cartaz nesta quinta (18/09)

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Nesta quinta-feira, 18 de setembro, os cinemas brasileiros recebem uma programação repleta de diversidade, emoção e experiências únicas. Dos documentários que exploram memórias e tradições às aventuras fantásticas, passando por dramas intensos, comédias românticas e produções de terror, a variedade de gêneros promete conquistar todos os públicos. Entre estreias nacionais e relançamentos de clássicos, o destaque vai para filmes que trazem narrativas profundas e personagens inesquecíveis.

“Apanhador de Almas” invade os cinemas brasileiros com suspense e terror

O cinema nacional tem se destacado cada vez mais em produções de terror que misturam suspense, mistério e elementos sobrenaturais. Nesta semana, uma das estreias mais aguardadas é “Apanhador de Almas”, dirigido por Fernando Alonso e Nelson Botter Jr., que promete levar o público a uma experiência intensa e perturbadora. Com um elenco jovem e talentoso, incluindo Duda Reis e Klara Castanho, o longa mergulha em uma narrativa cheia de reviravoltas, desafios psicológicos e um jogo mortal que coloca a amizade à prova.

O filme acompanha quatro garotas que compartilham um interesse em comum: a bruxaria. Aspirantes a entender e dominar práticas místicas, elas veem a oportunidade de visitar a casa de uma bruxa misteriosa durante um eclipse lunar como a chance perfeita para realizar um ritual sobrenatural. Movidas pela curiosidade e pelo desejo de vivenciar o místico, elas adentram a residência com entusiasmo, sem imaginar os perigos que as aguardam.

Porém, o que parecia ser uma experiência inofensiva rapidamente se transforma em um pesadelo. As garotas percebem que algo deu errado, e logo se encontram presas em um limbo dimensional, um espaço entre o real e o sobrenatural. Nesse cenário, as regras do mundo cotidiano não se aplicam mais, e cada decisão pode significar a diferença entre a vida e a morte. A tensão cresce à medida que o ambiente misterioso e hostil desafia não apenas a coragem das jovens, mas também os laços que as unem.

Um dos aspectos mais marcantes de “Apanhador de Almas” é o modo como o filme combina terror sobrenatural com o drama humano. À medida que as garotas enfrentam situações cada vez mais perigosas, a história explora os limites da amizade e da confiança. Em um jogo mortal, onde apenas uma poderá sobreviver, cada gesto, cada escolha e cada segredo têm consequências imprevisíveis.

A direção de Fernando Alonso e Nelson Botter Jr. é outro destaque do filme. A dupla constrói uma atmosfera sombria e opressiva, que reflete perfeitamente o terror psicológico que permeia o enredo. A ambientação da casa da bruxa, os efeitos visuais e a manipulação de luz e sombra contribuem para criar um ambiente de tensão constante, mantendo o público atento a cada movimento.

“A Grande Viagem da Sua Vida” traz romance e aventura de forma divertida e sensível

Dirigido por Kogonada, A Grande Viagem da Sua Vida é uma comédia romântica que mistura romance, aventura e autodescoberta. Sarah e David se conhecem no casamento de um amigo e, por uma série de acontecimentos inusitados, acabam embarcando juntos em uma jornada que revisita momentos importantes de suas vidas.

O longa aborda com leveza o acaso, a conexão entre as pessoas e a maneira como pequenas escolhas podem gerar grandes mudanças. Com humor, sensibilidade e momentos de encantamento, a produção mostra que encontros inesperados podem se transformar em experiências memoráveis. É um filme que celebra a magia do cotidiano e as surpresas que a vida nos reserva.

“Toque Familiar” explora os desafios da velhice e a transição para a vida assistida

O drama Toque Familiar, dirigido por Sarah Friedland, narra a história de uma mulher de 80 anos que enfrenta o desafio de se adaptar à vida em uma casa de repouso. A protagonista lida com mudanças em sua memória, identidade e desejos, criando conflitos internos e externos com os cuidadores e familiares.

A produção aborda temas universais, como envelhecimento, autonomia e relações humanas, oferecendo uma visão sensível sobre a adaptação às transformações da vida. Toque Familiar é uma obra que toca o espectador ao mostrar a complexidade emocional da velhice, incentivando empatia e reflexão sobre o respeito à história pessoal de cada indivíduo.

“A Longa Marcha: Caminhe ou Morra” desafia limites físicos e mentais

O cinema de suspense e terror distópico ganha uma nova produção impactante com a estreia de “A Longa Marcha: Caminhe ou Morra”, dirigido por Francis Lawrence e com roteiro de J.T. Mollner. Baseado no clássico de Stephen King, o filme apresenta uma história intensa sobre resistência, sobrevivência e sacrifício, colocando o espectador em meio a um cenário autoritário onde cada passo pode significar a vida ou a morte.

A trama se passa nos Estados Unidos, em um futuro próximo marcado por um regime autoritário. Todos os anos, o país organiza uma competição brutal chamada A Longa Marcha, em que cinquenta adolescentes são selecionados para participar de uma prova de resistência extrema. Entre os escolhidos deste ano está Ray Garraty, um jovem que representa a coragem, a determinação e o medo que acompanha cada participante.

As regras da marcha são simples, mas cruéis: os competidores devem caminhar sem parar. A cada passo, suas vidas estão em risco — parar, tropeçar, sentar ou andar abaixo da velocidade mínima resulta em avisos, e após três advertências, o participante é eliminado, geralmente de forma fatal. O objetivo é permanecer em pé até que apenas um sobreviva, que receberá como prêmio a realização de um único desejo pelo resto da vida.

Mais do que força física, A Longa Marcha exige resistência mental. O filme mostra os desafios que Ray e os outros participantes enfrentam enquanto caminham quilômetros sem descanso, enfrentando dor, fadiga extrema e o colapso do corpo humano. Cada instante é uma batalha entre o instinto de sobrevivência e a determinação de seguir em frente.

O longa mergulha profundamente nas consequências psicológicas dessa competição. Ao acompanhar os passos dos jovens, o público testemunha o medo, a ansiedade e a paranoia que surgem quando a pressão é constante. Cada decisão errada pode significar eliminação imediata, e a tensão aumenta a cada momento, transformando a história em um suspense angustiante.

“Animais Perigosos” provoca medo e adrenalina no público

O thriller de terror Animais Perigosos, dirigido por Sean Byrne, coloca o público em uma situação angustiante. A trama acompanha uma surfista sequestrada por um serial killer que pretende usá-la como alimento para tubarões enquanto grava o ataque.

A trama começa de forma aparentemente simples: dois turistas, Greg e Heather, visitam a Tucker’s Experience, uma atração com gaiolas para tubarões administrada pelo excêntrico capitão Tucker. Durante a navegação, Tucker compartilha com os visitantes sua história de sobrevivência a um ataque de tubarão na infância, o que marcou sua vida e moldou sua visão sobre os predadores marinhos.

O que deveria ser uma experiência emocionante rapidamente se transforma em um pesadelo: após participarem de um mergulho em uma gaiola, Greg é assassinado por Tucker, e Heather é sequestrada. Este evento inicial dá o tom do longa: ninguém está seguro, e o perigo pode surgir a qualquer instante, mesmo em um ambiente que aparenta ser controlado e seguro.

Enquanto isso, na Gold Coast, a jovem americana Zephyr ajuda o corretor de imóveis Moses a ligar seu carro, criando uma conexão entre os dois. A química entre eles rapidamente se transforma em um breve romance, mas Zephyr segue seu caminho para surfar, cruzando acidentalmente com Tucker, que a sequestra. A partir desse momento, a narrativa se transforma em uma corrida desesperada pela sobrevivência.

Zephyr acorda acorrentada junto a Heather no barco de Tucker, descobrindo que ele mantém várias mulheres presas e usa os tubarões como armas letais. A tensão aumenta quando Tucker força Heather a ser baixada em um arnês sobre as águas repletas de tubarões, enquanto Zephyr observa impotente. Essa sequência inicial estabelece o clima de horror, medo e suspense psicológico que permeia todo o longa.

O capitão Tucker é um antagonista que mistura excentricidade, obsessão e frieza mortal. Ele não apenas sequestra suas vítimas, mas cria um jogo sádico, documentando os ataques com câmeras, como se fosse um ritual macabro. A figura de Tucker é construída de maneira a causar desconforto contínuo, mantendo o público em alerta e ampliando o suspense.

“Os Malditos” revisita a Guerra Civil Americana com drama e reflexão

O drama histórico Os Malditos, dirigido por Roberto Minervini, se passa durante a Guerra Civil Americana e acompanha uma tropa enviada para patrulhar regiões inexploradas do oeste dos Estados Unidos. À medida que a missão avança, os homens começam a questionar os motivos de seus esforços e os valores que os guiam.

O longa combina ambientação rigorosa, personagens complexos e dilemas existenciais, oferecendo uma narrativa profunda sobre o sentido de guerra, dever e humanidade. O filme é uma obra que une história, ética e questionamentos sobre o espírito humano, proporcionando reflexão e envolvimento emocional ao espectador.

“Sr. Blake ao Seu Dispor” mistura romance e comédia com situações inesperadas

Na produção francesa Sr. Blake ao Seu Dispor, dirigida por Gilles Legardinier, o protagonista Andrew Blake decide voltar à França após a morte da esposa para se reconectar com lembranças felizes. Ao chegar à mansão onde viveu momentos importantes, Blake precisa assumir o papel de mordomo, gerando uma série de eventos inesperados.

O filme combina humor, romance e recomeço, mostrando que a vida pode surpreender quando menos se espera. Sr. Blake ao Seu Dispor é leve, encantador e oferece reflexões sobre amor, perda e a importância de valorizar cada experiência.

“Minha Família Muito Louca!” diverte crianças e adultos com magia e aventura

A animação Minha Família Muito Louca!, dirigida por Mark Gravas, acompanha Betty, uma garota prestes a completar 13 anos que deseja adquirir os mesmos poderes mágicos de sua família. Ao longo da história, ela descobre segredos sobre os dons de seus parentes e aprende a valorizar sua própria individualidade. O filme mistura aventura, fantasia e humor, transmitindo mensagens sobre autoconfiança, identidade e o valor da singularidade.

“A Noviça Rebelde – 60 anos” celebra um clássico atemporal

Para celebrar seis décadas de encantamento, A Noviça Rebelde, dirigido por Robert Wise, retorna às telas. Maria, uma jovem cheia de energia, deixa o convento para se tornar governanta dos sete filhos do Capitão Von Trapp. Com alegria, carisma e talento musical, conquista crianças e adultos, enfrentando desafios e a ameaça da guerra. O relançamento oferece a chance de novas gerações vivenciarem a magia de um clássico que combina música, emoção e valores atemporais, como coragem, amor e união familiar.

Ricky Martin reinventa “Vuelve” ao lado de Los Ángeles Azules e TINI em versão que une diferente gerações

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Foto: Reprodução/ Internet

Um dos maiores clássicos da carreira de Ricky Martin, “Vuelve”, ganha uma nova vida quase 25 anos após seu lançamento original em 1998. Desta vez, o porto-riquenho se une à cumbia inconfundível de Los Ángeles Azules e ao frescor pop de TINI, criando uma releitura que conecta gerações sem perder a essência romântica que tornou a música um sucesso mundial.

A nova versão mantém a melodia que marcou fãs de longa data, mas acrescenta camadas de sonoridade que a tornam contemporânea. A batida característica da cumbia de Los Ángeles Azules se encontra com a sensibilidade moderna de TINI, resultando em um encontro musical que dialoga tanto com quem viveu a estreia da música quanto com o público mais jovem.

O lançamento faz parte de um projeto especial da Sony Music Latin, que inclui recentes singles de Martin, como “Fuego de Noche, Nieve de Día” com Christian Nodal e “A Medio Vivir” com Carín León. O objetivo é reconectar os fãs com os clássicos, oferecendo novas versões e interpretando hits de formas inéditas. Para complementar, “Vuelve” chega acompanhada de um videoclipe dirigido por Andrés Ibañez, filmado entre Miami e Los Angeles, que reforça a energia da releitura.

Enquanto isso, Ricky segue com a turnê Ricky Martin Live, atualmente percorrendo cidades do México, com datas programadas para Uruguai, Paraguai, Argentina, além de apresentações na Europa, incluindo Sérvia, Croácia, Suíça, Polônia e Hungria. A turnê reforça a capacidade de Martin de se conectar com diferentes públicos, mostrando que sua música transcende gerações e fronteiras.

O álbum original Vuelve, lançado em 12 de fevereiro de 1998 pela Sony Music e Columbia Records, marcou o quarto disco de estúdio do cantor. Trabalhando com os produtores KC Porter, Robi Draco Rosa e Desmond Child, Martin trouxe um álbum de dance music latina e baladas pop, consolidando sua fama mundial após o sucesso de “María”, de A Medio Vivir (1995). A canção “La Copa de la Vida”, escrita para a Copa do Mundo FIFA de 1998, também faz parte do álbum e se tornou um fenômeno internacional.

Vuelve gerou seis singles que se tornaram clássicos: a faixa-título “Vuelve”, “La Copa de la Vida”, “La Bomba”, “Perdido Sin Ti”, “Por Arriba, Por Abajo” e “Casi un Bolero”. Entre eles, “Vuelve” e “Perdido Sin Ti” chegaram ao topo da Billboard Hot Latin Songs nos Estados Unidos, enquanto “La Copa de la Vida” conquistou o público europeu e latino-americano. Para promover o álbum, Martin embarcou na turnê mundial Vuelve, visitando Ásia, Austrália, Europa, América Latina e Estados Unidos, consolidando seu status de estrela global.

O álbum foi bem recebido pela crítica: suas faixas uptempo e produção foram elogiadas, embora alguns críticos tenham apontado excesso de baladas. Martin ainda recebeu o Grammy de Melhor Álbum Pop Latino no 41º Grammy Awards em 1999. Comercialmente, Vuelve estreou em primeiro lugar na parada de álbuns latinos da Billboard e chegou ao 40º lugar na Billboard 200. Nos Estados Unidos, as vendas superaram 888 mil cópias, enquanto no mercado internacional, incluindo Noruega, Portugal, Espanha, Austrália e Itália, o disco alcançou posições de destaque nas paradas, totalizando mais de seis milhões de cópias vendidas mundialmente até 2008.

Cleber Rosa leva humor caipira e histórias de vida ao The Noite com Danilo Gentili desta quinta (2)

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Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Nesta quinta, 2 de abril de 2026, o “The Noite com Danilo Gentili” recebe um convidado que mistura simplicidade e inteligência no humor: Cleber Rosa, o humorista mineiro que conquistou milhões de seguidores nas redes sociais e ganhou espaço na televisão com o icônico personagem Chico da Tiana. O encontro promete muitas risadas, lembranças de bastidores e a chance de conhecer o homem por trás do caipira ácido que virou referência no humor brasileiro.

Logo ao chegar no programa, Cleber não se contém: antes mesmo de se apresentar como criador, incorpora Chico da Tiana, dando o tom da entrevista. Entre risadas, ele conta como tudo começou e relembra o convite para o programa: “No final de 2025, em uma das poucas quintas-feiras livres na minha agenda, recebi um telefonema dizendo que estavam falando muito de mim e fui convidado. Vim em novembro, e o Carlos Alberto gostou muito.” A naturalidade com que compartilha suas experiências já deixa claro por que conquistou tanta gente: Cleber fala com a sinceridade de quem ama o que faz e entende o valor de cada história contada.

O personagem, criado em 2018, surgiu inspirado em uma figura real de sua cidade natal, Pouso Alegre, em Minas Gerais. Mas antes disso, Cleber já se experimentava em várias linguagens do humor: fazia stand-up, produzia vídeos para redes sociais e testava formatos novos, sempre em busca de encontrar sua própria voz cômica. “Fiz, editei e não gostei. Mandei para minha esposa — ela é meu termômetro, porque não acha graça em nada — e ela disse que foi, de longe, o melhor vídeo que já gravei. Aí falei: ‘Então vou publicar’. Desde então, o Chico da Tiana se transformou em um caipira um pouco mais ácido”, conta, aos risos.

O personagem logo ganhou vida própria, com uma mistura de simplicidade do interior e críticas bem-humoradas que conquistaram o público. Cleber Rosa conseguiu equilibrar a comicidade popular com observações perspicazes sobre o cotidiano, criando um estilo que cativa pessoas de todas as idades e regiões. Não é à toa que Chico da Tiana se tornou presença constante em programas de televisão, sendo destaque em “A Praça é Nossa”, e virou marca registrada do humor caipira moderno.

A trajetória digital de Cleber também é marcada por momentos emblemáticos. Durante a Copa do Mundo de 2018, seus comentários bem-humorados sobre os jogos viralizaram, aproximando o público de seu jeito direto e engraçado. Mas foi uma crítica divertida ao filme “50 Tons de Cinza” que marcou sua virada de chave na internet, mostrando que seu talento ia além do improviso: ele sabia provocar risadas e reflexões ao mesmo tempo.

A pandemia de Covid-19 trouxe desafios inesperados, principalmente para quem dependia do palco para se apresentar. Cleber, no entanto, transformou o momento em oportunidade. “Na pandemia, como não podia fazer shows, tripliquei a criação de conteúdo. Aí teve o ‘Caminhão Cata-Véio’, que foi o ápice e acabou chegando a todos os lugares. Teve até um cara em Goiânia que pegou um carro de som, colocou o ‘Caminhão Cata-Véio’ e saiu pela rua”, lembra, lembrando de como o humor pode atravessar fronteiras e conectar pessoas mesmo em tempos difíceis.

Além das redes sociais, Cleber mantém uma carreira sólida nos palcos com shows como “Caipiramente Falando” e “Cê Falô, Tá Falido!”, que lotam teatros pelo Brasil. Neles, ele mistura contos, improviso e observações do cotidiano, sempre com a essência do caipira que virou sua marca registrada. Cada apresentação é uma oportunidade de criar empatia e arrancar gargalhadas, mostrando que o humor é uma ponte entre gerações e realidades diferentes.

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