One Piece | Netflix revela nova imagem oficial da aguardada 2ª temporada

0

Os ventos mudaram — e levam consigo os Chapéus de Palha rumo a uma aventura muito mais densa, vibrante e cheia de camadas. Depois de surpreender o mundo com uma adaptação live-action que quebrou a maldição das adaptações ruins de anime, a Netflix divulgou a primeira imagem oficial da 2ª temporada de One Piece. O clique, embora simples, já reacende o entusiasmo de uma base de fãs que se mostrou calorosa e apaixonada desde o lançamento da primeira temporada, em agosto de 2023.

Mais do que uma simples continuação, o que está por vir promete mergulhar em um dos arcos narrativos mais emocionantes e decisivos da saga de Monkey D. Luffy e seus companheiros. Com a introdução de personagens centrais como Crocodile, Ace, Nico Robin e Vivi, a adaptação segue firme em sua rota: respeitar a obra de Eiichiro Oda, conquistar novos públicos e manter o espírito de aventura, companheirismo e liberdade que define One Piece há mais de 25 anos.

Contra todas as previsões, a primeira temporada navegou — e muito bem

Quando a Netflix anunciou o projeto live-action de One Piece, em parceria direta com o próprio Oda, a reação foi imediata: medo, desconfiança e expectativa. Afinal, a tarefa de transformar um universo visualmente excêntrico, emocionalmente profundo e narrativamente extenso em uma série com atores reais parecia uma armadilha inevitável. Mas o que aconteceu foi o oposto.

A temporada de estreia, com seus oito episódios, não só foi bem recebida pela crítica e pelo público como também renovou a esperança de que adaptações de anime podem funcionar com o devido cuidado. Mérito da direção afiada de Steven Maeda e Matt Owens, de um elenco entrosado e, claro, da presença vigilante de Oda como produtor executivo.

O carisma de Iñaki Godoy como Luffy conquistou rapidamente a audiência. O ator mexicano deu vida ao protagonista com um equilíbrio encantador entre ingenuidade, coragem e leveza. Emily Rudd (Nami), Mackenyu (Zoro), Jacob Romero (Usopp) e Taz Skylar (Sanji) também brilharam em seus papéis, formando um grupo coeso e espirituoso que, em poucos episódios, já parecia uma verdadeira família em alto-mar.

A nova imagem e o início de um novo capítulo

A foto inédita compartilhada pela Netflix mostra os tripulantes a bordo do Going Merry, cercados por um mar de possibilidades e um céu de cores saturadas. A imagem sugere uma continuidade imediata dos eventos da primeira temporada — ou seja, os Chapéus de Palha partem de East Blue para o mundo desconhecido da Grand Line.

De East Blue ao deserto de Alabasta

A expectativa para a nova temporada se concentra na adaptação do arco de Alabasta, um dos momentos mais importantes da história. A narrativa envolve intriga política, guerra civil, organizações secretas, traições e laços de amizade sendo testados ao limite. É também o primeiro grande confronto da tripulação com um dos Sete Corsários, Crocodile — um vilão que representa uma ameaça muito maior do que qualquer outra que eles enfrentaram até aqui.

Além disso, é nesse arco que entram personagens como Vivi, princesa infiltrada entre os vilões; Ace, irmão de Luffy; e Nico Robin, figura enigmática que inicialmente se apresenta como antagonista. A inclusão desses nomes marca o início da transição da série para tramas mais densas, com escolhas morais complexas, passados trágicos e dilemas existenciais.

Escalação poderosa: rostos novos para histórias queridas

E se o roteiro já promete, o elenco escalado para dar vida a esses personagens é de peso. A Netflix anunciou, de uma vez, uma leva impressionante de nomes que se unem à produção: Joe Manganiello como Crocodile – O ex-Shichibukai é um dos vilões mais icônicos da saga, e Manganiello traz o porte físico e a intensidade sombria que o personagem exige. Charithra Chandran como Vivi – Conhecida por Bridgerton, a atriz indiana assume o papel da princesa revolucionária com empatia e presença.

Lucas Amorim como Ace – O ator brasileiro foi recebido com entusiasmo pelos fãs nas redes sociais. A emoção da relação entre Luffy e Ace será um dos destaques emocionais da temporada. Katey Sagal como Dr. Kureha – A veterana atriz dará vida à médica rabugenta, mentora de Chopper, outro personagem esperado com ansiedade. Lera Abova como Nico Robin, David Dastmalchian como Mr. 3, Jazzara Jaslyn como Miss Valentine, Camrus Johnson como Mr. 5, entre outros.

E quanto ao nosso querido renazinho?

Uma das grandes questões ainda sem resposta é: como será o visual de Chopper? O personagem, uma rena que comeu a fruta do humano e atua como médico da tripulação, tem aparência fofa e transformações corporais variadas — um desafio para o live-action. Fãs especulam que ele poderá ser criado com uma combinação de CGI e animatrônico, mas nenhuma imagem oficial foi divulgada até agora.

O arco de Drum Island, onde Chopper é introduzido, é também um dos mais comoventes da obra. A relação com o Dr. Hiriluk, sua luta contra o preconceito e a construção de sua identidade são elementos emocionais que, se bem trabalhados, podem entregar um dos episódios mais tocantes da série até agora.

De gigantes a reinos em guerra: o mundo se expande

Entre os demais personagens anunciados para a temporada, há rostos importantes que indicam o escopo épico da narrativa: Clive Russell como Crocus, o médico excêntrico que vive no interior de um monstro marinho. Werner Coetser e Brendan Murray como Dorry e Brogy, os gigantes eternamente duelando em Little Garden. Sendhil Ramamurthy como Nefertari Cobra, rei de Alabasta. Sophia Anne Caruso como Miss Goldenweek, uma agente da Baroque Works com poderes artísticos. Mark Harelik como Dr. Hiriluk, médico-poeta que marca a origem de Chopper. Anton David Jaftha como K.M., um novo personagem original criado exclusivamente para a série.

Expectativas e desafios pela frente

Com filmagens em andamento na Cidade do Cabo, na África do Sul, ainda não há uma data oficial de estreia da nova temporada. A Netflix também não confirmou o número exato de episódios, mas é provável que o formato de 8 a 10 episódios se mantenha. O desafio agora é crescer sem perder o tom. A série terá que equilibrar os momentos de comédia e leveza com a intensidade dos novos conflitos, especialmente considerando o peso dramático dos próximos arcos.

Também será fundamental desenvolver ainda mais o vínculo entre os Chapéus de Palha — é nessa fase que a relação entre eles deixa de ser circunstancial e se torna inquebrável. E, claro, o público estará atento à fidelidade dos confrontos, à evolução de Nami como líder emocional, ao protagonismo crescente de Zoro e à forma como personagens femininas como Robin e Vivi serão tratadas.

Estrelado por Christina Ricci, Família à Prova de Balas chega aos cinemas na próxima quinta, 31 de julho

0

No próximo dia 31 de julho, o público brasileiro terá a oportunidade de conferir nas telonas uma mistura inédita de ação e comédia com o lançamento de Família à Prova de Balas. Distribuído pela Diamond Films, o longa traz uma trama envolvente, que combina o ritmo acelerado de uma noite cheia de perigos com momentos de leveza e humor familiar.

O filme destaca a versatilidade da atriz Christina Ricci, que conquistou fãs ao dar vida à icônica Wednesday Addams, na clássica Família Addams de Tim Burton. Agora, Ricci se reinventa na pele de Alice, uma esposa determinada e mãe corajosa, que, junto com seu marido Ray Haynes, interpretado por Kevin James, enfrenta uma série de desafios que vão muito além do cotidiano.

Um pai, uma missão e uma vida dupla

Raymond “Ray” Hayes é um homem dividido. Ex-policial, ele tenta construir uma vida pacífica ao lado da família, sonhando com a abertura de um restaurante ao lado da esposa Alice. No entanto, sua rotina escondida como agente ligado à máfia ameaça esse sonho. A promessa de deixar o mundo do crime para trás se torna um desafio quando uma última missão — comandada pelo enigmático Ignatius, vivido por Luis Guzmán — foge do controle, colocando em risco tudo o que Ray mais preza.

A história ganha um ritmo eletrizante quando as duas vidas de Ray — pai dedicado e criminoso — colidem, e sua família se vê no meio de uma perigosa situação. Sem saber dos segredos do marido, Alice precisa encontrar forças para proteger os seus, enquanto Ray luta para manter o equilíbrio entre essas realidades conflitantes.

Christina Ricci: talento e humanidade em novo papel

Reconhecida mundialmente por sua atuação marcante como Wednesday Addams, Christina Ricci desafia-se mais uma vez em um papel que exige equilíbrio entre humor e emoção. Em Família à Prova de Balas, Ricci imprime à personagem Alice uma mistura de vulnerabilidade e força, traduzindo na tela a figura de uma mulher comum que se torna extraordinária quando o amor pela família está em jogo.

A trajetória da atriz inclui filmes como Buffalo 66, Speed Racer e a recente série Wandinha, onde sua capacidade de interpretar personagens complexas ficou ainda mais evidente. Agora, ela mostra que sabe levar a comédia com o mesmo talento e profundidade, trazendo leveza para uma narrativa carregada de ação.

Kevin James e o equilíbrio entre comédia e drama

Do outro lado, Kevin James empresta seu carisma e timing cômico para a figura de Ray Hayes. Conhecido por papéis que transitam entre a comédia e o drama, James consegue humanizar seu personagem, fazendo com que o espectador se identifique com o dilema de um homem que quer proteger sua família a qualquer custo, mesmo quando as circunstâncias parecem conspirar contra ele.

A química entre Ricci e James cria um ritmo dinâmico, repleto de momentos que alternam entre o suspense e o riso, mostrando que uma boa história de ação pode também ser um retrato sensível das relações familiares.

Produção e distribuição

Família à Prova de Balas chega às salas de cinema com o respaldo da Diamond Films, uma das maiores distribuidoras independentes da América Latina. O lançamento promete movimentar o mercado nacional e oferecer uma opção de entretenimento que agrada a diferentes públicos — daqueles que buscam adrenalina nas cenas de ação até os que preferem a leveza de uma comédia bem construída.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito vira fenômeno global e redefine o sucesso dos animes nos cinemas

0

O que começou como uma história emocionante sobre família, dor e superação acabou se transformando em um dos maiores fenômenos da história do cinema. Demon Slayer: Castelo Infinito chegou às telonas cercado de expectativa e rapidamente se consolidou como um marco absoluto da indústria. Mais do que um sucesso, o longa elevou o patamar dos animes nos cinemas e mostrou que o gênero conquistou de vez o público mundial.

Impulsionado por uma base de fãs extremamente fiel e por uma narrativa que combina emoção e espetáculo, o filme tomou conta das bilheterias ao redor do mundo. No Japão, seu impacto foi imediato e impressionante. Mais de 27 milhões de pessoas já assistiram à produção, que ultrapassou a marca de 40 bilhões de ienes em arrecadação. Esse resultado o coloca entre os maiores sucessos da história do país e reforça a força do cinema japonês dentro e fora de seu território.

O alcance de Castelo Infinito também se destacou no mercado internacional. Nos Estados Unidos, o longa conquistou um desempenho expressivo ao arrecadar mais de 135 milhões de dólares. No total global, a produção já soma cerca de 738 milhões de dólares, consolidando-se como o filme de anime de maior sucesso da história. Esses números não apenas impressionam, mas também mostram como o público global está cada vez mais aberto a produções de diferentes culturas.

Desde o primeiro dia em cartaz, o filme deixou claro que seria um evento. Em sua estreia, arrecadou cerca de 1,64 bilhão de ienes, com mais de 1 milhão de ingressos vendidos, estabelecendo o maior resultado de abertura da história do cinema japonês. O desempenho se manteve nos dias seguintes, com novos recordes sendo quebrados rapidamente. Ao final do primeiro fim de semana, o longa já havia acumulado mais de 5,5 bilhões de ienes, consolidando a maior estreia da história do Japão.

Em menos de dez dias, o filme ultrapassou a marca de 10 bilhões de ienes, tornando-se o mais rápido a atingir esse número e superando o sucesso anterior da franquia, Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Mugen Train. Esse ritmo acelerado demonstra a força da franquia e o engajamento do público, que compareceu em massa aos cinemas para acompanhar esse capítulo decisivo da história.

Parte essencial desse sucesso está na forma como a narrativa consegue tocar o público. A trama acompanha Tanjiro Kamado, um jovem que viu sua vida mudar drasticamente após um ataque brutal de demônios. Sua jornada é movida pelo desejo de proteger sua irmã, Nezuko Kamado, que foi transformada em uma dessas criaturas. Essa relação emocional é um dos pilares que sustentam a força da história.

No novo longa, a narrativa atinge um nível ainda mais intenso. Após um período de treinamento rigoroso, os caçadores de demônios se veem diante da ameaça final representada por Muzan Kibutsuji. O confronto leva os personagens a um cenário tão fascinante quanto perigoso, o Castelo Infinito, um espaço que desafia a lógica e se transforma constantemente, criando batalhas imprevisíveis e visualmente impactantes.

A qualidade técnica do filme também é um dos grandes destaques. Produzido pelo estúdio ufotable, o longa impressiona pela riqueza de detalhes e pela fluidez das animações. As cenas de ação são intensas e cuidadosamente coreografadas, enquanto os momentos mais emocionais aprofundam a conexão do público com os personagens. Essa combinação de espetáculo visual e carga dramática faz com que a experiência seja envolvente do início ao fim.

Mesmo com um orçamento estimado em cerca de 20 milhões de dólares, o resultado final é comparável ao de grandes produções internacionais. O cuidado com a direção, a trilha sonora e a construção das cenas mostra o compromisso da equipe em entregar uma obra memorável. Esse equilíbrio entre técnica e emoção é um dos fatores que explicam o sucesso contínuo do filme.

O impacto de Demon Slayer: Castelo Infinito vai além das salas de cinema. A produção também movimenta redes sociais, impulsiona vendas de produtos licenciados e fortalece ainda mais a presença dos animes no cenário global. A franquia Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, criada por Koyoharu Gotouge, já era um fenômeno, mas agora atinge um novo patamar de reconhecimento e influência.

Esse sucesso reforça uma mudança importante no comportamento do público. O anime, que por muito tempo foi visto como um nicho em vários países, hoje ocupa espaço de destaque nas grandes bilheterias. Produções como Castelo Infinito mostram que boas histórias, independentemente de sua origem, têm potencial para alcançar audiências globais.

Resumo da novela Terra Nostra de sábado (25/10) – Augusto enfrenta desafios nos negócios e Tiziu é registrado

0

No resumo do capítulo da novela Terra Nostra deste sábado, 25 de outubro de 2025, Augusto demonstra não ter noção de como administrar os negócios do pai, enquanto Marco Antônio se esforça para solucionar o problema de Tiziu. Anacleto sugere a possibilidade de desaparecer com metade da colheita de Altino, aumentando a tensão na família. Ao mesmo tempo, Angélica mostra determinação em apoiar o marido e revela conhecimento sobre o cultivo de café, fortalecendo sua participação nos assuntos da fazenda.

Juliana garante que levará Mariana consigo quando se mudar, e Padre Olvão realiza uma visita à fazenda de Gumercindo, reforçando os laços da comunidade. Francesco leva Paola para almoçar na confeitaria, enquanto Matheu e Gumercindo auxiliam Augusto nos desafios do trabalho. Por fim, Francesco e Marco Antônio resolvem a situação de Tiziu: para poder estudar, o menino deve ser registrado, e eles assumem o papel de testemunhas, celebrando juntos esse passo importante na vida da criança. Paola se emociona e vibra com as flores que recebe do banqueiro, marcando um momento de leveza em meio às responsabilidades familiares.

O que vai acontecer nos próximos capítulos da novela Terra Nostra?

Janete passeia em Paris enquanto Tiziu é oficialmente registrado com o nome de Júlio Francisco Santana, orgulhosamente escolhido pelo próprio menino. Matheu e Gumercindo organizam o trabalho da fazenda de Altino, e, após meses de esforço, a colheita chega ao fim, motivando os colonos a prepararem uma grande festa. Augusto autoriza seu sogro a negociar o café das fazendas, e Francesco aproveita o domingo para visitar Paola, levando flores e passeando pela cidade de braços dados. Tiziu mantém o uniforme mesmo aos domingos, enquanto Marco Antônio estranha a ausência do pai.

Rosana, sentindo-se indisposta, demonstra preocupação com o sexo do bebê. Matheu retira Leonora da festa, pois é chegada a hora do parto. Todos aguardam ansiosos, e nasce um menino, enchendo Gumercindo de emoção e lágrimas escondidas, enquanto Angélica, temendo uma menina, observa apreensiva. Gumercindo e Augusto viajam para São Paulo; Amadeu aguarda o dinheiro para deixar a fazenda, e Bartolo teme que outros colonos sigam o mesmo caminho. Marco Antônio desconfia de um envolvimento entre o pai e Paola, mas Augusto nega. Matheu se mostra feliz, embora não responda se Juliana tenha sido esquecida.

Anacleto e Inêz chegam a São Paulo para vender o café, mas Altino morre, e Francesco se preocupa com o grande empréstimo avalizado por ele. Matheu se surpreende ao saber que Gumercindo não vendeu o café devido ao baixo preço de mercado. Enquanto os pais insistem para que Paola volte à fazenda, ela prefere permanecer na capital. Gumercindo se queixa a Maria do Socorro sobre o excesso de café sem compradores, e Augusto demonstra habilidade política, impressionando Angélica. Bartolo decide ir embora, mas Matheu garante que Gumercindo honrará os pagamentos.

Rosana se ressente por permanecer em resguardo, mas comemora a chegada do filho. Augusto deixa a administração das fazendas com Angélica. Amadeu reclama pelo pagamento, quase confronta Matheu e abandona a propriedade. Juliana revela sua gravidez, e Marco Antônio e Francesco comemoram a novidade. Leonora, relutante em retornar à Itália, entra em conflito com o marido, enquanto Matheu busca contornar a situação, equilibrando emoções e responsabilidades familiares.

Protocolo de Extermínio ganha trailer e coloca mãe e filha no caminho de supersoldados geneticamente modificados

0

A A24 divulgou o primeiro trailer oficial de Protocolo de Extermínio, novo filme de ação e ficção científica dirigido por Adam Wingard, cineasta conhecido por comandar Godzilla vs. Kong (2021) e Godzilla e Kong: O Novo Império (2024). O longa chega aos cinemas brasileiros em 22 de outubro.

A história acompanha Celeste, personagem de Adria Arjona (Morbius, Andor), uma ex-soldado do Exército treinada como atiradora de elite. Depois de deixar a carreira militar para trás, ela passa a viver com a filha em um parque de trailers, tentando levar uma vida mais tranquila e distante das situações que enfrentava no passado.

Essa rotina muda quando uma ameaça criada dentro de uma instalação militar secreta consegue escapar. O local abrigava supersoldados geneticamente modificados, desenvolvidos para operações de combate. Com a fuga, Celeste se vê diante de um problema que conhece melhor do que gostaria: uma situação de guerra que coloca sua própria família na linha de frente.

O que acontece em Protocolo de Extermínio?

O filme parte de uma situação simples de entender. Celeste só quer proteger a filha, mas suas antigas habilidades militares acabam sendo a única ferramenta que ela tem para enfrentar os inimigos.

A ex-atiradora precisa voltar a lutar contra soldados geneticamente modificados que representam uma ameaça muito maior do que criminosos comuns. O trailer indica que a personagem terá de usar sua experiência com armas, estratégia e sobrevivência para encontrar uma maneira de escapar e manter a menina viva.

A produção combina elementos de ação militar e ficção científica, mas a relação entre mãe e filha funciona como o ponto central da história. A protagonista não está tentando salvar o mundo ou cumprir uma missão oficial. Seu objetivo é bem mais pessoal: impedir que a filha seja vítima de uma ameaça criada pelo próprio sistema militar.

Quem está no elenco do filme?

Além de Adria Arjona, o elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Dan Stevens (Legion, Godzilla e Kong: O Novo Império), Eric Wareheim (Tim and Eric’s Awesome Show, Great Job!), Reginald VelJohnson (Duro de Matar, Três é Demais), Michael Biehn (O Exterminador do Futuro, Aliens: O Resgate), Drew Starkey (Outer Banks, Queer) e Rebecca Hall (Vicky Cristina Barcelona, Godzilla vs. Kong) também fazem parte da produção.

O filme ainda conta com Alex Pereira, lutador brasileiro de MMA, que interpreta um personagem chamado Açougueiro. Maurice Greene completa o elenco divulgado até agora.

Quem dirigiu o filme?

A direção é de Adam Wingard, que nos últimos anos passou a trabalhar em produções de grande orçamento. Antes de assumir os filmes mais recentes do universo de Godzilla e Kong, o diretor comandou projetos como Você é o Próximo (2011), O Hóspede (2014), Bruxa de Blair (2016) e Death Note (2017).

O roteiro foi escrito por Simon Barrett, parceiro frequente de Wingard. Os dois trabalharam juntos em Você é o Próximo e O Hóspede, filmes que ajudaram a consolidar a parceria da dupla no cinema de gênero.

Onde o filme foi gravado?

As filmagens principais começaram em novembro de 2024 e foram encerradas em janeiro de 2025. A produção foi realizada em Albuquerque, no estado do Novo México, nos Estados Unidos.

Saiba qual filme é exibido na Super Tela 19/04, sábado

0
Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 19 de abril de 2025, a Record TV convida o público a embarcar em uma jornada tocante e profundamente humana. Na faixa da Super Tela, o destaque da vez é o filme “Até o Limite” (MBF: Man’s Best Friend), uma produção que surpreende pela sensibilidade e que deixa marcas — daquelas boas — em quem assiste.

Com direção de Anthony Hornus e lançado em 2020, o drama reúne atuações honestas de nomes como DJ Perry, Garry Nation e Melissa Anschutz, e foge da glamorização comum em filmes sobre guerra. Aqui, o foco não está no campo de batalha, mas nas cicatrizes que ficam quando o silêncio substitui os tiros, e a luta se torna interna — diária e invisível.


Um ex-fuzileiro, muitos fantasmas e uma missão silenciosa

O protagonista é Paul Landing (DJ Perry), um ex-fuzileiro que serviu no Afeganistão e voltou para casa trazendo muito mais do que ferimentos físicos. Uma década depois, ainda tentando encontrar seu lugar no mundo, ele administra um abrigo de cães — uma espécie de santuário onde encontra conexão, propósito e, principalmente, consolo.

Mas sua paz está ameaçada. O abrigo corre o risco de ser fechado por força de uma decisão burocrática, enquanto Paul precisa encarar os olhares tortos da sociedade, a dificuldade de reinserção e os traumas que insiste em camuflar. É nesse cenário que ele aprende, através dos cães — seus verdadeiros aliados —, a construir pontes com o mundo exterior, mesmo quando tudo parece ruir.


Muito mais que um drama de guerra: um retrato da dor silenciosa

“Até o Limite” é o tipo de filme que não grita — ele fala baixo, mas direto ao coração. A narrativa propõe um olhar empático sobre o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e as barreiras enfrentadas por quem retorna de um cenário de guerra para um cotidiano que já não reconhece.

O longa também nos convida a refletir sobre o abandono — tanto físico quanto emocional — de veteranos, e como a presença dos animais, muitas vezes, representa o elo mais puro e constante na reconstrução da identidade e da esperança.

Com fotografia sóbria e um roteiro que aposta no realismo emocional, a produção toca em feridas sociais sem perder a ternura. Em um mundo que pouco escuta, “Até o Limite” é uma história sobre ser ouvido — e acolhido.


Uma boa pedida para quem gosta de filmes com verdade

Se você é do tipo que curte tramas que priorizam personagens reais, repletos de falhas, força e humanidade, essa é a escolha perfeita para o seu sábado à noite. Esqueça os blockbusters com explosões e roteiros apressados: aqui, o destaque está nos pequenos gestos, nos silêncios significativos e na delicadeza dos vínculos entre homem e animal.

Meu Remédio retorna a São Paulo em nova temporada e estreia no Teatro Multiplan MorumbiShopping com Mouhamed Harfouch no palco

0

O espetáculo Meu Remédio volta a São Paulo no dia 25 de julho e inicia uma nova temporada no Teatro Multiplan MorumbiShopping. Escrito, produzido e protagonizado por Mouhamed Harfouch, o solo tem direção de João Fonseca e chega ao espaço depois de passar pelo Rio de Janeiro, pela capital paulista e por cidades do interior de São Paulo.

A temporada acontece depois das apresentações realizadas na cidade durante o primeiro semestre de 2026. Os ingressos estão disponíveis pela Sympla e na bilheteria do teatro. A produção tem patrocínio da MedQuímica.

A peça nasceu de uma investigação pessoal de Harfouch sobre sua própria história e sobre o significado de carregar um determinado nome. A narrativa percorre lembranças da infância e da juventude e aborda a influência das origens familiares na formação do artista.

A família do lado paterno tem ascendência síria, enquanto a linhagem materna é de origem portuguesa. Essas duas referências aparecem no texto ao lado de memórias relacionadas à infância, à juventude e à construção de uma identidade em um Brasil que atravessava mudanças sociais e culturais nas décadas de 1970 e 1980.

Meu Remédio utiliza música ao vivo, humor e relatos autobiográficos para organizar essa história. Harfouch permanece sozinho em cena e interpreta personagens ligados às primeiras duas décadas de sua vida.

A ideia para o espetáculo começou a ser desenvolvida durante as gravações da novela “Órfãos da Terra”. O trabalho aproximou Harfouch de questões relacionadas à sua origem familiar e despertou no ator a vontade de investigar essas referências por meio da dramaturgia.

O projeto avançou durante a turnê da peça “Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito”. As reflexões acumuladas ao longo desse período deram origem ao texto que, posteriormente, seria levado ao palco.

A escrita levou meses e foi acompanhada por outro desafio profissional. Harfouch assumiu a produção e o papel principal da montagem, acumulando responsabilidades que normalmente são divididas entre diferentes profissionais de uma produção teatral.

O diretor João Fonseca entrou no processo para organizar o material autobiográfico e definir a dinâmica da encenação. A direção trabalha com mudanças de ritmo, momentos musicais e passagens em que o ator alterna entre diferentes personagens.

O resultado é um solo que não segue uma linha biográfica tradicional. As lembranças aparecem fragmentadas em episódios e situações que ajudam a contar a formação do protagonista.

A música ocupa um espaço importante na construção do espetáculo. Harfouch canta e toca ao vivo durante a apresentação, utilizando as canções como parte da narrativa e não apenas como acompanhamento.

O humor também aparece ao longo do texto. Situações familiares e lembranças pessoais são apresentadas com leveza, criando contraste com os momentos em que a peça aborda questões relacionadas à identidade e ao pertencimento.

O formato solo exige que o ator conduza todas essas mudanças em cena. Harfouch interpreta personagens associados às duas primeiras décadas de sua vida e alterna entre diferentes situações sem a presença de um elenco de apoio.

A escolha coloca a trajetória pessoal do artista no centro da montagem. O público acompanha a reconstrução de memórias familiares enquanto a narrativa discute a maneira como nomes, origens e relações familiares participam da formação de uma pessoa.

Prêmios e circulação pelo Brasil

Desde sua estreia, o espetáculo passou por diferentes cidades e acumulou reconhecimento no circuito teatral.

A montagem recebeu o Prêmio FITA de Melhor Dramaturgia e também foi indicada nas categorias de Melhor Direção e Melhor Ator. O espetáculo venceu ainda o Prêmio Arcanjo de Teatro Solo.

A circulação inclui temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de apresentações em cidades do interior paulista. A nova temporada marca a chegada da produção ao Teatro Multiplan MorumbiShopping.

O espaço passa a integrar o percurso do espetáculo a partir de 25 de julho. Os ingressos podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro.

Os próximos trabalhos de Mouhamed Harfouch

A temporada de Meu Remédio acontece durante um período movimentado na carreira do ator. Mouhamed Harfouch trabalha há mais de 30 anos no teatro, na televisão e no cinema e soma mais de 40 produções teatrais no currículo.

Na televisão, um de seus trabalhos recentes foi “Rensga Hits”, série musical da qual participou nas três temporadas. A terceira fase da produção foi exibida recentemente pela Globo.

O cinema também faz parte dos próximos projetos do ator. Em 2026, Harfouch poderá ser visto em “Viver de Vento”, interpretando o velejador brasileiro Torben Grael. O ator também protagoniza “Emmanuel”, cinebiografia na qual interpreta o personagem-título.

Onde assistir

A nova temporada começa em 25 de julho no Teatro Multiplan MorumbiShopping. A produção permanece em cartaz na capital paulista após a temporada realizada no primeiro semestre e as apresentações no interior do estado.

Os ingressos estão disponíveis pela Sympla e na bilheteria do teatro. A temporada tem patrocínio da MedQuímica.

No palco, Harfouch retoma histórias ligadas à família, às origens sírias e portuguesas e aos anos de formação. A partir dessas lembranças, o espetáculo constrói uma narrativa sobre o peso de um nome e as referências que acompanham uma pessoa desde a infância.

The Boys | Criador comenta sobre Donald Trump e diz que realidade política dificultou sátira da série

0

O criador de The Boys, Eric Kripke, comentou em entrevista que a equipe da série vem enfrentando um desafio pouco comum: a realidade política dos Estados Unidos passou a ficar tão exagerada que, em alguns momentos, acaba “competindo” com o próprio tom satírico da produção. Segundo ele, isso dificulta até o processo de elevar o absurdo dentro da ficção.

A fala veio após uma publicação de Donald Trump que chamou atenção por mostrar uma imagem com forte simbolismo religioso, em uma espécie de representação messiânica. Kripke explicou que esse tipo de coincidência interfere diretamente no desenvolvimento da narrativa, já que parte dessas ideias já estava sendo trabalhada na temporada final da série.

Como isso mexe na história da série?

Na fase mais recente de The Boys, os roteiristas vinham construindo a escalada do Capitão Pátria até um ponto em que ele passa a se enxergar como uma figura superior, quase divina. A proposta era justamente explorar esse descolamento da realidade como crítica ao culto de personalidade e ao abuso de poder.

O problema, segundo Kripke, é que quando a realidade começa a entregar imagens e situações muito parecidas com essa construção, a sátira perde parte do impacto. A ficção precisa do exagero para funcionar, mas quando o mundo real encosta nesse nível, o choque diminui.

Quem está no elenco da nova temporada?

A nova temporada reúne de volta o elenco principal da série: Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Jessie T. Usher, Laz Alonso, Chace Crawford, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell, Colby Minifie, Susan Heyward, Valorie Curry e Cameron Crovetti (todos retornando de temporadas anteriores, mantendo os mesmos personagens centrais da história e suas dinâmicas já estabelecidas). A novidade fica por conta da entrada de Daveed Diggs, que passa a integrar o núcleo de personagens nesta fase da história (adicionando uma nova presença ao elenco em meio à escalada de conflitos entre o Capitão Pátria, os Rapazes e a resistência).

Em que ponto está a trama?

A narrativa acompanha um mundo em que o Capitão Pátria amplia cada vez mais seu domínio e consolida sua influência sobre a sociedade. Do outro lado, diferentes grupos tentam se organizar para resistir a esse controle.

Billy Butcher retorna e volta a reunir os Rapazes, enquanto Annie January assume um papel mais ativo na liderança da resistência contra os Supers. Um dos pontos centrais da temporada é o desenvolvimento de um vírus capaz de eliminar Supers, o que acaba dividindo os personagens e criando conflitos sobre até onde cada lado está disposto a ir.

Quando as filmagens aconteceram?

As gravações foram realizadas entre o fim de 2024 e julho de 2025. O processo de produção envolveu diferentes locações e combinou cenas práticas com efeitos visuais, seguindo o padrão das temporadas anteriores da série.

Quando a temporada foi lançada?

A estreia aconteceu em março de 2026 no Prime Video. Os primeiros episódios foram lançados de forma conjunta, e o restante da temporada seguiu em liberação semanal até maio, mantendo a série em evidência por várias semanas.

Por que esse comentário repercutiu?

A fala de Kripke ganhou destaque porque reforça uma percepção que já circula entre fãs e críticos: The Boys sempre trabalhou com exagero e crítica social, mas em alguns momentos a realidade política parece ir na mesma direção — ou até além — do nível de absurdo retratado na série.

Marvel dá os primeiros sinais do novo Doutor Estranho — e o passado caótico ainda ronda a franquia

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta quinta, 13 de novembro, o site americano Nexus Point News movimentou a comunidade nerd ao afirmar que a Marvel começou, bem timidamente, a estruturar o próximo filme do Doutor Estranho. Nada de roteiro fechado, nada de diretor escolhido — é aquele início de projeto em que todo mundo finge que está tudo muito claro, mas na verdade a equipe ainda está montando o quebra-cabeça.

O que chamou atenção foi o suposto envolvimento maior de Benedict Cumberbatch nas conversas iniciais. Não apenas como ator, mas opinando sobre caminhos criativos, possibilidades de direção e até o tom do longa. Não é comum ver a Marvel abrir tanto espaço para seus protagonistas nesse estágio, então o sinal é interessante: talvez o estúdio esteja tentando deixar o personagem com uma identidade mais sólida, depois de anos de altos e baixos no Multiverso.

Fontes dizem ainda que a Marvel está vasculhando o mercado atrás de um roteirista e um diretor. Sam Mendes, nome desejado por Cumberbatch, chegou a ser comentado, mas o timing não ajuda — ele está completamente envolvido com seu gigantesco projeto sobre os Beatles, o que praticamente o tira do jogo. Ainda assim, fica a curiosidade: como seria um Doutor Estranho dirigido por um cineasta de prestígio britânico e pegada dramática?

Enquanto isso, o passado bate à porta. E que passado.

Relembrando o furacão de 2022

É impossível falar do próximo passo da franquia sem esbarrar em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, lançado em 2022. Aquele foi um filme que carregou expectativas enormes — talvez até demais — e que acabou se tornando um dos títulos mais curiosos e controversos da Fase 4 do MCU.

Com direção de Sam Raimi, o longa trouxe Benedict Cumberbatch e boa parte do elenco original de volta, com destaque absoluto para Elizabeth Olsen, que praticamente dominou a história como a instável e devastadora Wanda Maximoff. No centro da trama, estava também America Chavez, interpretada por Xochitl Gomez, abrindo caminho para o público conhecer uma personagem que literalmente atravessa realidades.

Entre viagens por universos, ameaças ocultas, versões alternativas e decisões desesperadas, o filme mergulhou fundo na mistura de terror, humor e fantasia — a marca registrada de Raimi.

Uma sequência que quase não existiu

Pouca gente lembra, mas os planos para o segundo filme começaram lá atrás, ainda embalados pelo sucesso do Doctor Strange de 2016. O diretor original, Scott Derrickson, queria fazer um longa mais sombrio. Chegou a anunciar o projeto, fechou contrato… e depois pulou fora. O motivo oficial? “Diferenças criativas”. O motivo real? Bom, Hollywood raramente conta.

Entra em cena Michael Waldron, roteirista de Loki, e depois Sam Raimi — uma escolha inesperada, mas que deu ao filme uma personalidade própria. Porém, como quase tudo na Fase 4, os bastidores foram cheios de tropeços: pandemia, pausa nas gravações em Londres, retomada meses depois, e por fim, refilmagens nos EUA para ajustar o tom.

Mesmo assim, o filme brilhou nas bilheterias: quase 1 bilhão de dólares mundialmente. Foi o quarto maior sucesso de 2022, mesmo com a recepção dividida entre quem amou a ousadia e quem achou tudo corrido demais.

E o que sobrou para a sequência? Muita coisa. Talvez até demais.

Multiverso da Loucura deixou vários nós para amarrar. O de Wanda, o de America Chavez, o das variantes, o do terceiro olho que mudou tudo, e claro, o surgimento de Clea, interpretada por Charlize Theron, na cena pós-créditos.

Além disso, o MCU só se complicou mais desde então. Tivemos Loki, Sem Volta Para Casa, The Marvels, séries que mexeram com linhas do tempo, realidades, incursões e conceitos que agora fazem parte do cotidiano do Doutor Estranho. Ou seja: o próximo filme não pode simplesmente ignorar essa bagunça — ele precisa abraçá-la ou dar um novo rumo ao personagem.

Com Cumberbatch participando mais ativamente, especula-se que o filme pode explorar:

  • o impacto psicológico do Darkhold no Strange;
  • o destino incerto (e emocionalmente carregado) da Wanda;
  • o treinamento de America Chavez;
  • as consequências das incursões entre universos;
  • e até onde vai o relacionamento complicado entre Strange e Christine.

Sem falar de Clea, que abre a porta para um lado ainda mais místico do MCU.

O que está acontecendo agora — de verdade

Neste momento, tudo indica que o filme está no comecinho do comecinho. Há brainstorming, há reuniões, há sondagens. Mas não há produção em andamento, não há filmagens marcadas, não há cronograma público.

E mesmo assim, o fato de a Marvel já se mexer diz muito. O estúdio sabe que Strange é um dos pilares que ainda funcionam diante da fase turbulenta da franquia. Trazer o personagem de volta com peso, profundidade e narrativa mais coesa parece ser uma prioridade.

Diretor? Ninguém sabe. Roteirista? Também não. Mas o projeto está vivo, respirando e, pela primeira vez em anos, com o ator principal sentado à mesa de decisões.

Supergirl arrecada US$ 30 milhões no mercado internacional em estreia e busca força nas bilheterias globais

0
Foto: Reprodução/ Internet

A estreia internacional de Supergirl estreou com US$ 30 milhões no mercado internacional e US$ 38 milhões nos Estados Unidos, segundo a Variety. O resultado marca os primeiros dias de exibição do longa nos principais mercados internacionais e dá início à corrida comercial do segundo filme do novo Universo DC (DCU), projeto comandado por James Gunn e Peter Safran.

Produzido pela DC Studios e distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme adapta Supergirl: Woman of Tomorrow, minissérie escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, publicada entre 2021 e 2022. A obra foi recebida com elogios pela crítica especializada ao apresentar uma abordagem diferente da personagem, distante da tradicional imagem da heroína otimista conhecida pelo público.

Em vez de revisitar sua origem, a história acompanha Kara Zor-El durante uma viagem espacial ao lado de Krypto para celebrar seu aniversário de 23 anos. O percurso muda quando ela conhece Ruthye Marye Knoll, uma jovem determinada a encontrar o homem responsável pelo assassinato do pai. A partir desse encontro, Kara embarca em uma missão de vingança que atravessa diferentes planetas e coloca sua visão de justiça à prova.

James Gunn explicou que esta versão da personagem foi construída a partir de um passado muito mais traumático do que o vivido por Superman. Antes de chegar à Terra, Kara cresceu em um fragmento de Krypton e testemunhou a morte de familiares e amigos durante anos. Segundo o cineasta, essa experiência transforma a heroína em uma personagem mais endurecida e emocionalmente complexa do que Clark Kent.

A protagonista é interpretada por Milly Alcock, atriz australiana que ganhou reconhecimento internacional ao viver a jovem Rhaenyra Targaryen na primeira temporada de A Casa do Dragão. O elenco ainda reúne Matthias Schoenaerts como o mercenário Krem das Colinas Amarelas, Eve Ridley como Ruthye Marye Knoll, David Krumholtz e Emily Beecham nos papéis de Zor-El e Alura, além da primeira participação de Jason Momoa como Lobo, personagem que passa a integrar oficialmente o novo Universo DC.

O roteiro foi escrito por Ana Nogueira, contratada pela DC Studios em 2023 para adaptar os quadrinhos de Tom King. A direção é de Craig Gillespie, responsável por filmes como Eu, Tonya e Cruella. As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, na Inglaterra, além de locações em Londres e na Escócia.

O projeto passou por uma reformulação antes de chegar às telas. Um filme solo da personagem chegou a ser desenvolvido durante o antigo Universo Estendido da DC, período em que Sasha Calle interpretou a heroína em The Flash (2023). Com a criação da DC Studios e a chegada de James Gunn e Peter Safran ao comando da divisão, o projeto foi reiniciado e passou a integrar a nova cronologia da franquia.