Filme sobre Michael Jackson se transforma em fenômeno nos cinemas brasileiros e alcança uma das maiores bilheterias da história do país

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Nem mesmo a forte concorrência das grandes franquias conseguiu diminuir o interesse do público por Michael. A cinebiografia inspirada na trajetória do rei do POP continua atraindo multidões aos cinemas brasileiros e acaba de alcançar um feito que poucas produções conseguem registrar. Com 6,8 milhões de ingressos vendidos e mais de R$ 155 milhões arrecadados, o longa tornou-se o maior lançamento da história da Universal Pictures no Brasil.

O resultado chama atenção não apenas pelos números impressionantes, mas também pelo tipo de filme que lidera esse ranking. Diferentemente de produções baseadas em super-heróis, universos compartilhados ou sequências de grandes franquias, o longa-metragem é uma obra centrada na vida de um artista real. Ainda assim, conseguiu superar títulos extremamente populares do estúdio, como Meu Malvado Favorito 4 e os capítulos mais recentes da franquia Velozes e Furiosos.

Os dados mais recentes da Comscore mostram que a produção já ocupa um espaço entre os maiores sucessos que passaram pelos cinemas brasileiros. O filme figura atualmente entre as 15 maiores bilheterias da história do país, uma marca que reforça o tamanho do interesse do público pela história do cantor que mudou os rumos da música pop mundial.

Parte desse sucesso pode ser explicada pela conexão que diferentes gerações mantêm com Michael Jackson. Para quem cresceu acompanhando sua carreira, o filme funciona como uma viagem por momentos marcantes da cultura pop. Já para os espectadores mais jovens, a produção oferece a oportunidade de conhecer de forma mais próxima a trajetória de um artista que continua influenciando músicos, dançarinos e criadores de conteúdo mesmo décadas depois de atingir o auge da fama.

A narrativa acompanha a transformação de um garoto talentoso de Gary, no estado de Indiana, em um dos nomes mais conhecidos do planeta. A história começa nos anos em que Michael dividia os palcos com os irmãos no The Jackson 5 e avança até o período em que ele se consolidou como uma estrela global, lotando estádios e quebrando recordes de vendas ao redor do mundo.

O longa dedica atenção especial aos momentos que ajudaram a construir essa trajetória. O público acompanha a criação de projetos que marcaram gerações, a evolução artística do cantor e as decisões que transformaram o rei do POP em uma referência dentro e fora da indústria musical. Em vez de focar apenas nos números de sua carreira, a produção busca mostrar os desafios enfrentados ao longo do caminho e a pressão constante que acompanhou sua vida desde a infância.

Outro fator que despertou curiosidade foi a escolha de Jaafar Jackson para interpretar o protagonista. Sobrinho do artista, ele faz sua estreia no cinema justamente no papel mais importante de sua carreira. A semelhança física e os trejeitos herdados da família chamaram a atenção do público desde a divulgação das primeiras imagens promocionais, tornando sua atuação um dos assuntos mais comentados entre os fãs.

Além de revisitar acontecimentos conhecidos, o filme também ajuda a contextualizar a importância cultural de Michael Jackson para a indústria do entretenimento. Muitos dos elementos considerados comuns atualmente em videoclipes, apresentações ao vivo e estratégias de lançamento musical tiveram influência direta do trabalho desenvolvido pelo cantor ao longo das décadas de 1970 e 1980.

Quilos Mortais desta sexta (11) traz a comovente batalha de Mercedes contra o peso e os fantasmas do passado

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 11 de julho, às 22h45, o programa Quilos Mortais traz à tona o drama e a luta pela sobrevivência de Mercedes, uma mulher de 37 anos que vive uma rotina marcada pela dependência total devido ao seu peso que ultrapassa os 350 quilos. Sem conseguir sair da cama, Mercedes depende da filha mais velha para as tarefas domésticas, de uma cuidadora para a higiene pessoal, além do apoio diário do ex-marido e do irmão para a alimentação.

Trauma na infância e consequências na vida adulta

Segundo relatos, o quadro de obesidade severa de Mercedes está diretamente ligado a uma série de traumas enfrentados ainda na infância, que contribuíram para o desenvolvimento do quadro clínico. Cansada das limitações e das dores constantes, ela busca a ajuda do renomado Dr. Nowzaradan, especialista em cirurgias bariátricas, para tentar retomar o controle de sua vida.

Desafios físicos e emocionais antes da cirurgia

O episódio revela, no entanto, que o caminho até a cirurgia não é simples. Além dos obstáculos físicos, Mercedes enfrenta um desafio emocional e psicológico: manter o comprometimento necessário para seguir o plano de tratamento, fundamental para a perda de peso segura e eficaz.

O futuro de Mercedes em jogo

O programa acompanhará o processo de acompanhamento médico e psicológico da paciente, questionando se ela conseguirá superar as dificuldades, perder peso e dar uma nova chance para sua vida, ou se a autossabotagem impedirá sua recuperação.

O Jogo do Predador | Sasha morre ou sobrevive? Final do filme da Netflix revela destino brutal

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O suspense O Jogo do Predador não perde tempo tentando construir um universo complexo. A proposta é direta e, justamente por isso, funciona com precisão: colocar uma personagem fragilizada emocionalmente dentro de um cenário onde cada decisão pode significar vida ou morte. Estrelado por Charlize Theron, o filme constrói sua força ao explorar o desgaste físico e psicológico de uma mulher que já começa a história carregando um trauma difícil de superar.

Antes mesmo da perseguição começar, o roteiro estabelece um ponto crucial. Sasha não está fugindo de alguém, mas de si mesma. Após perder o companheiro em um acidente durante uma escalada, ela se isola em uma região remota tentando lidar com a culpa. A morte dele não foi apenas um acidente. Em um momento limite, ela precisou soltar a corda que os mantinha presos para não cair junto. Sobreviveu, mas ficou marcada por essa escolha.

É esse detalhe que transforma toda a experiência do filme. Quando a ameaça surge, ela não está apenas lutando para viver. Está confrontando uma decisão que nunca conseguiu processar.

Como a perseguição começa?

O encontro com o personagem de Taron Egerton acontece de forma quase banal, em um posto de gasolina isolado. Ele se apresenta como alguém comum, prestativo, até simpático. Indica um caminho alternativo, sugere uma trilha pouco conhecida. Nada parece fora do lugar naquele primeiro contato.

O problema é que o filme trabalha justamente com essa quebra de expectativa. No dia seguinte, todo o equipamento de Sasha desaparece. O cenário muda de forma abrupta. O homem que parecia inofensivo revela sua verdadeira intenção e estabelece as regras de um jogo perverso. Ela terá alguns minutos para correr antes de ser caçada.

A partir daí, o filme abandona qualquer construção mais lenta e mergulha em uma perseguição contínua. Não há tempo para planejamento, nem espaço para erro. O ambiente natural passa a funcionar como extensão do perigo, com rios violentos, terrenos instáveis e áreas onde qualquer distração pode ser fatal.

O que torna o vilão tão perturbador?

O antagonista não se limita à figura de um caçador. Ao longo da narrativa, o filme revela uma camada ainda mais inquietante. Ele não apenas mata, mas consome suas vítimas. A descoberta acontece quando Sasha é capturada e levada para uma caverna subterrânea, onde encontra corpos preservados e sinais claros do que realmente está acontecendo.

Esse momento altera completamente o tom da história. A perseguição deixa de ser apenas física e ganha um peso psicológico muito mais intenso. A protagonista percebe que não está diante de um criminoso comum, mas de alguém que transforma a violência em ritual.

Ainda assim, o filme evita longas explicações. O passado do personagem permanece em segundo plano. O foco está na ameaça imediata e na forma como ela afeta Sasha.

Sasha morre ou sobrevive?

Sasha sobrevive, mas não sem atravessar um dos momentos mais extremos da narrativa. A fuga da caverna acontece de maneira improvisada. Sem alternativas, ela se joga em um rio subterrâneo, sendo arrastada pela correnteza até uma cachoeira.

A sequência marca uma virada importante. O impacto da queda fere o perseguidor, que perde parte de sua mobilidade. Pela primeira vez, o equilíbrio da situação muda. Ele ainda representa perigo, mas já não possui o mesmo controle absoluto.

Presos em um desfiladeiro, os dois se veem obrigados a cooperar para sair dali. Amarrados pela mesma corda, precisam escalar juntos. A tensão dessa sequência não está apenas no risco de queda, mas na imprevisibilidade da relação entre eles. Qualquer movimento pode ser interpretado como traição.

Como acontece o desfecho?

A resolução acontece de forma silenciosa, quase calculada. Perto do topo, Sasha encontra um ponto onde consegue agir sem ser vista. Em vez de atacar diretamente, ela altera a posição da corda, prendendo-a em uma estrutura instável.

O gesto exige precisão. Não há espaço para hesitação. Quando o antagonista percebe o que está acontecendo, já é tarde. Ao tentar se apoiar, ele perde o equilíbrio e cai do penhasco.

A morte não é apenas o fim da perseguição. Ela carrega um significado muito maior dentro da história.

Por que esse final é tão importante?

O filme constrói um espelhamento claro entre o início e o fim. No acidente que matou seu companheiro, Sasha precisou soltar a corda para sobreviver. Aquela decisão, tomada em desespero, se transformou em culpa constante.

No confronto final, a situação se repete, mas com outro peso. Dessa vez, ela escolhe soltar a corda de forma consciente, não para fugir, mas para interromper a ameaça. O gesto deixa de ser um erro inevitável e passa a ser uma ação deliberada.

Essa inversão dá sentido ao arco da personagem. Não se trata apenas de escapar com vida, mas de ressignificar o próprio passado.

O que acontece depois da sobrevivência?

Após a queda, Sasha consegue deixar o local e é resgatada. O filme sugere que ela colabora com as autoridades, ajudando a localizar vítimas e esclarecer os crimes. Ainda assim, não existe um encerramento confortável.

O trauma permanece. A perda continua presente. O que muda é a forma como ela lida com isso. A experiência vivida não apaga o passado, mas altera sua relação com ele.

Vale a pena assistir até o final?

O Jogo do Predador sustenta sua proposta ao evitar excessos narrativos. A história segue um caminho direto, sem subtramas desnecessárias ou soluções artificiais. Cada escolha feita pela protagonista impacta imediatamente o rumo da narrativa.

O final entrega exatamente o que o filme constrói desde o início: uma luta constante entre vulnerabilidade e reação. Sasha não se transforma em uma figura invencível. Ela continua errando, sentindo medo e sendo empurrada ao limite.

Saiba qual é a programação da Record TV 09/11/2023

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Veja o que vai passar na Record no dia 9 de novembro de 2023. A emissora é a segunda maior do país em audiência e faturamento, e ocupa a 28ª posição no ranking mundial de televisão de 2012.

A Record foi fundada em 1953 por Paulo Machado de Carvalho e, em 1989, foi vendida para o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal. Hoje em dia, a Record TV tem ampla cobertura nacional e internacional, além de outros veículos de comunicação, como a Record News e o serviço de streaming PlayPlus.

Saiba qual é a programação da Record TV 09/11/2023

01:15 Religioso
– Igreja Universal
05:00 Balanço Geral Manhã
07:00 Jornal da Record 24h
07:05 Programação Local
08:40 Fala Brasil
10:00 Hoje em Dia
11:50 Programação Local
15:30 A Terra Prometida
16:30 Cidade Alerta
17:10 Jornal da Record 24h
17:15 Cidade Alerta
17:30 Jornal da Record 24h
17:45 Cidade Alerta
19:55 Jornal da Record
21:00 Reis
21:45 Quando Chama o Coração
22:45 A Fazenda 15
23:00 Quilos Mortais
23:45 Chicago Fire:
Heróis Contra o Fogo
00:30 Jornal da Record 24h
00:45 Fala Que Eu Te Escuto
02:00 Programação Universal

Sorria 2 chega à Netflix: O terror que vai te fazer repensar o próximo sorriso

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A sequência do sucesso de terror “Sorria” já está disponível na Netflix e traz uma história inédita que amplia o universo sombrio do filme original. Com direção e roteiro de Parker Finn, o longa mergulha na vida de Skye Riley (Naomi Scott), uma estrela pop cuja fama e sucesso rapidamente se tornam o palco para um terror assustador.

A Nova Face da Maldição

Em “Sorria 2”, Skye Riley vive o sonho de qualquer artista: fama, dinheiro e a expectativa de uma turnê mundial. Tudo parece perfeito até ela presenciar a morte inesperada de Lewis Fregoli (Lukas Gage), um colega do ensino médio, que aciona o retorno da maldição do sorriso. A partir desse momento, Skye começa a ver um sorriso sombrio e ameaçador em seus fãs, colegas de trabalho e até em estranhos, um sinal de que o mal está à espreita.

Entre o Horror e a Fama

O filme acompanha a luta de Skye para entender e combater essa força que a persegue, enquanto enfrenta as pressões de uma carreira pública e os fantasmas de seu passado. O suspense cresce conforme a protagonista tenta desvendar o mistério da maldição, buscando retomar o controle da própria vida antes que seja tarde demais.

Direção, Elenco e Produção

Dirigido por Parker Finn, que também assina o roteiro, o filme mantém a pegada do terror psicológico e visualmente impactante que marcou o primeiro filme. Naomi Scott lidera o elenco com uma atuação que combina vulnerabilidade e determinação, acompanhada por Rosemarie DeWitt e Lukas Gage em papéis que fortalecem a trama.

Por que Assistir?

Se você é fã de suspense intenso com pitadas de horror sobrenatural, o longa-metragem oferece uma experiência tensa e imersiva. O filme destaca-se por expandir a mitologia original, investindo na construção de uma atmosfera angustiante que faz o espectador olhar para o sorriso de forma completamente diferente.

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet lança trailer emocionante e já é apontato como favorito ao Oscar 2026

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O aguardado trailer de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet foi lançado nesta semana e rapidamente incendiou as redes sociais e os portais especializados em cinema. O vídeo antecipa a força dramática e a beleza visual do longa dirigido por Chloé Zhao, trazendo Jessie Buckley e Paul Mescal em interpretações intensas que prometem marcar a temporada. Baseado no romance de Maggie O’Farrell, o filme revisita a vida de William Shakespeare e sua família, tendo como ponto de partida a morte precoce de seu filho Hamnet, de apenas 11 anos. Abaixo, confira o vídeo:

Ainda antes da estreia oficial, a produção já é considerada por parte da imprensa americana como o grande favorito ao Oscar 2026, ocupando o mesmo espaço de reverência que Zhao conquistou com “Nomadland”, vencedor da estatueta de Melhor Filme e Melhor Direção em 2021.

Após explorar a vulnerabilidade dos nômades modernos em “Nomadland” e se arriscar no universo dos super-heróis com “Eternos”, Chloé Zhao retorna ao território que melhor domina: a contemplação da dor humana e a beleza escondida no cotidiano. Em “Hamnet”, a diretora se une à própria Maggie O’Farrell para adaptar o romance vencedor do Women’s Prize for Fiction, oferecendo ao público não uma cinebiografia tradicional de Shakespeare, mas um retrato íntimo de uma família abalada pela perda e de uma mulher, Agnes, que sustenta o lar diante da tragédia. Com imagens poéticas do diretor de fotografia Łukasz Żal (“Ida”, “Cold War”) e produção de Steven Spielberg, Zhao constrói uma narrativa que é ao mesmo tempo grandiosa e profundamente pessoal.

A trama acompanha William Shakespeare (Paul Mescal) e Agnes (Jessie Buckley) na Inglaterra do século XVI, mergulhando em sua vida doméstica e nos dilemas do casal após a morte do pequeno Hamnet (Jacobi Jupe). Longe de se fixar apenas no dramaturgo, o filme mostra o homem dividido entre a criação artística e o luto, enquanto Agnes emerge como protagonista silenciosa, guiando os filhos e tentando ressignificar a dor. Poucos anos depois da perda, Shakespeare escreveria “Hamlet”, peça que muitos acreditam carregar os ecos dessa tragédia. O longa, portanto, funciona como uma investigação emocional de como o sofrimento se transforma em arte eterna.

O filme reúne um elenco de primeira linha, capaz de equilibrar experiência e juventude. Jessie Buckley (The Lost Daughter, Men, Wild Rose) assume o papel de Agnes com intensidade visceral, descrita pela crítica como a alma do filme, enquanto Paul Mescal (Aftersun, Normal People, Gladiator II) encarna Shakespeare de forma humana e vulnerável.

Jacobi Jupe (A Quiet Place, Honeyboy) vive o filho Hamnet, cuja ausência se torna presença constante na narrativa. Ao lado deles, nomes como Emily Watson (Breaking the Waves, Chernobyl), Joe Alwyn (The Favourite, Conversations with Friends), Olivia Lynes (Matilda the Musical), Bodhi Rae Breathnach (This Is Going to Hurt) e Freya Hannan-Mills (Matilda the Musical) ampliam o núcleo familiar e dão corpo às tensões dramáticas. O elenco secundário ainda inclui David Wilmot (Intermission, The Guard), Elliot Baxter (The Spanish Princess), Dainton Anderson (The Last Kingdom) e Jack Shalloo (Kick-Ass 2), completando uma produção que já se destaca pela coesão e pela força das atuações.

Após sua première mundial no Festival de Telluride, onde foi ovacionado, “Hamnet” chega aos cinemas dos Estados Unidos em lançamento limitado em 27 de novembro de 2025, expandindo para todo o país em 12 de dezembro. No Brasil, o longa tem estreia confirmada para 29 de janeiro de 2026, com distribuição da Universal Pictures. A expectativa é alta: além das credenciais artísticas, o filme já aparece nas apostas de premiação como candidato forte nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz (Buckley) e Melhor Ator (Mescal).

O que podemos esperar da 2ª temporada de Heated Rivalry? Série retorna focada nas consequências do amor e da carreira fora do gelo

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A segunda temporada de Heated Rivalry chega cercada de grandes expectativas após uma estreia que conquistou público e crítica. O drama romântico esportivo rapidamente se transformou em um fenômeno, especialmente entre os fãs de histórias intensas ambientadas no universo do hóquei. Agora, a série retorna com a promessa de aprofundar emoções, conflitos e escolhas que vão muito além da rivalidade dentro do gelo.

Inspirada no livro The Long Game, a nova fase da produção apresenta Shane Hollander e Ilya Rozanov em um momento mais maduro de suas vidas. Se na primeira temporada o foco estava no romance secreto, marcado por encontros impulsivos e pela tensão constante entre dois rivais, os novos episódios devem explorar as consequências desse relacionamento construído ao longo dos anos. O amor continua presente, mas agora dividido com questões mais complexas, como carreira, exposição pública, expectativas externas e o peso emocional de decisões que não podem mais ser adiadas.

O showrunner Tierney comentou recentemente que o processo criativo da segunda temporada ainda está em desenvolvimento, mas deixou claro o entusiasmo em retornar a esse universo. Segundo ele, a riqueza do material original permite expandir a narrativa de forma mais profunda, explorando sentimentos, dilemas internos e conflitos que não se limitam apenas ao romance. A ideia é entregar uma temporada menos impulsiva, mais reflexiva e emocionalmente densa, acompanhando a evolução natural dos personagens.

Mesmo com a possibilidade de ampliar o universo da série e dar mais espaço para personagens secundários, Tierney reforçou que Heated Rivalry continua sendo, acima de tudo, a história de Shane e Ilya. A nova temporada deve investir em momentos mais íntimos, revelando inseguranças, medos e o desafio constante de equilibrar uma carreira altamente competitiva com um relacionamento que precisa resistir à pressão do mundo exterior.

Os protagonistas, vividos por Hudson Williams e Connor Storrie, foram um dos grandes destaques da primeira temporada. A química entre os dois foi amplamente elogiada e considerada essencial para o sucesso da série. Esse fator, aliado a um roteiro sensível e a uma direção cuidadosa, ajudou Heated Rivalry a alcançar números impressionantes, tornando-se a produção original mais assistida da história da Crave e garantindo reconhecimento internacional.

Lançada inicialmente no Canadá em novembro de 2025 e distribuída rapidamente para outros países, a série conquistou fãs ao abordar temas como sexualidade, identidade, ambição profissional e afeto de maneira honesta e envolvente. Ao retratar personagens complexos e reais, a série conseguiu ir além do rótulo de romance esportivo e se firmar como um drama emocionalmente relevante.

Pequenas Empresas e Grandes Negócios deste domingo (09/08) destaca negócios familiares, mercado pet e confeitaria artesanal

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Em todo canto do Brasil, histórias de empreendedores que começam pequenos e sonham grande se repetem, mas cada uma carrega sua própria marca: um sotaque, um tempero, um jeito de atender, uma lembrança de infância. É nesse universo que o Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) mergulha mais uma vez neste sábado, 9 de agosto de 2025, com uma edição especial para celebrar o Dia dos Pais.

O programa, que há décadas é referência para quem busca inspiração no mundo dos negócios, aposta em histórias reais para mostrar que empreender não é apenas abrir uma empresa — é transformar vivências, afetos e talentos em oportunidades. Nesta semana, os repórteres percorrem diferentes regiões do país para conhecer famílias que mantêm viva a tradição ao mesmo tempo em que abraçam a inovação, empreendedores que apostam na tecnologia para se destacar, profissionais que fazem da cozinha de casa um ponto de partida e empresas que enxergaram no cuidado com os animais um nicho promissor.

O elo familiar como força empreendedora

Para abrir o programa, o repórter Max Tavares apresenta o especial “Giro Dia dos Pais”, dedicado a histórias onde o amor de pai e filho se transforma em combustível para o sucesso empresarial.

Em São Paulo e Curitiba, a câmera registra a rotina de uma pizzaria familiar que conseguiu, ao longo de gerações, manter a essência das receitas originais enquanto se adapta às mudanças de mercado. O forno a lenha continua sendo o coração do negócio, mas o cardápio ganhou novos sabores e a divulgação migrou para as redes sociais, com campanhas criativas que aproximam a marca de um público mais jovem.

O que impressiona é a forma como as decisões são tomadas: o pai, guardião das tradições, e o filho, atento às novas tendências, encontram um equilíbrio entre passado e futuro. É um retrato claro de como diferentes visões podem se complementar quando há respeito e objetivo em comum.

Mais ao norte do país, em Belém (PA), o programa apresenta uma família quilombola que decidiu transformar o orgulho de suas raízes em um restaurante de comida amazônica. O negócio vai muito além da gastronomia: é também uma forma de manter viva a história e a cultura herdadas dos antepassados. Cada prato servido é resultado de um saber que atravessou gerações, carregando temperos, aromas e memórias. Ali, o empreendedorismo é também uma forma de resistência cultural.

Quando tecnologia e estética andam juntas

O repórter Pedro Lins conta a história de Daniela Mustafci, dona de uma clínica estética em São Paulo que soube unir dois elementos fundamentais para quem quer crescer no setor de serviços: tecnologia e planejamento estratégico.

Daniela percebeu que, para se destacar, não bastava oferecer bons tratamentos. Era preciso criar experiências completas, que começassem no agendamento online e se estendessem ao atendimento personalizado. Investiu em equipamentos modernos, treinou a equipe para oferecer um serviço de excelência e apostou em promoções inteligentes.

Com a Black Friday se aproximando, ela preparou combos exclusivos de tratamentos para atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Mas o mais interessante é que, para Daniela, as promoções não são apenas sobre preços menores: são uma estratégia para apresentar novos serviços ao público, aumentar o ticket médio e reforçar a relação de confiança com quem já frequenta a clínica.

“Quando entendemos o que o cliente realmente valoriza, conseguimos oferecer algo que faça sentido para ele e também para o negócio”, diz Daniela, reforçando a importância de planejar antes de agir.

Da cozinha de casa para o próprio ateliê

Ainda com Pedro Lins, o programa viaja até Araraquara (SP) para conhecer Joana D’Arc Pereira, que começou produzindo doces artesanais na cozinha de casa e conquistou o público com seu cuidado quase artesanal em cada detalhe.

As maçãs do amor são o carro-chefe: lisas, brilhantes, com acabamento impecável e sabor marcante. Mas o sucesso não veio da noite para o dia. Joana precisou aprender sobre precificação, fornecedores e logística de entrega. A divulgação boca a boca deu lugar às redes sociais, onde fotos bem produzidas e depoimentos de clientes ajudaram a impulsionar as vendas.

Agora, diante de uma demanda crescente, ela se prepara para abrir seu próprio ateliê de confeitaria. Será o passo mais importante desde o início da jornada e, para ela, a realização de um sonho. “Quero um espaço onde as pessoas possam sentir o carinho que coloco em cada doce, desde a produção até o atendimento”, afirma.

Mercado pet: um setor em expansão e cheio de oportunidades

No quadro “Negócio de Estimação”, apresentado por Déborah Morato, o programa mostra como o mercado pet segue em alta no Brasil, impulsionado pelo crescente cuidado e atenção que os tutores dedicam aos animais.

A primeira história é de uma empresa especializada em transporte internacional de pets. Mais do que logística, a proposta é oferecer segurança, conforto e acompanhamento durante todo o processo, garantindo que cães e gatos cheguem ao destino com o menor estresse possível. A atenção aos detalhes vai desde a adaptação das caixas de transporte até o monitoramento em tempo real.

Já a segunda empresa aposta em algo relativamente novo no Brasil: planos de saúde para animais como benefício corporativo. Funcionários de empresas parceiras podem incluir seus pets no pacote, garantindo acesso a consultas, vacinas e exames. A iniciativa reforça uma tendência de mercado: tratar os animais como membros da família e, ao mesmo tempo, criar diferenciais para a retenção de talentos nas empresas.

A escolha das entregas: próprio sistema ou aplicativos?

Encerrando o programa, no quadro “Dica do Bacca”, o especialista Marcelo Baccarini aborda um dilema que afeta milhares de empreendedores que vendem online: vale mais a pena investir em um sistema próprio de entregas ou aderir aos aplicativos já existentes?

Baccarini apresenta os prós e contras de cada modelo. No sistema próprio, há maior controle sobre a experiência do cliente, mas os custos com equipe, treinamento e divulgação podem pesar no orçamento. Já nos aplicativos, o alcance é maior e a estrutura já está pronta, mas a concorrência é acirrada e as taxas podem reduzir a margem de lucro.

A recomendação é analisar fatores como volume de pedidos, área de atendimento e perfil do cliente antes de tomar a decisão. Não existe resposta única: o ideal é escolher o modelo que se encaixe melhor na realidade do negócio.

Megan 2.0 chega ao digital dia 15 de julho e tem estreia no streaming por assinatura prevista para agosto

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Se você ainda não conseguiu ver Megan 2.0 na telona, ou se simplesmente não quer sair do conforto da sua casa, prepare-se: o terror tecnológico mais aguardado do ano já tem data para invadir as plataformas digitais. A partir do dia 15 de julho, o filme estará disponível para aluguel ou compra nas principais lojas online — sim, você pode garantir seu acesso sem nem precisar sair do pijama.

Dirigido e roteirizado por Gerard Johnstone, o longa-metragem mergulha novamente no universo da boneca assassina que conquistou e aterrorizou o público. Dois anos depois, acompanhamos Gemma (Allison Williams), agora uma autora renomada que defende a regulação da inteligência artificial, enquanto sua sobrinha Cady luta para escapar do controle rígido da tia.

Mas a verdadeira ameaça surge quando a tecnologia original de M3GAN é roubada por um empresário ambicioso, que cria Amelia — uma versão militarizada da boneca que rapidamente ultrapassa os limites do controle humano. Entre dança e destruição, o filme explora o conflito entre humanidade e tecnologia, questionando até onde o avanço pode ir antes de se tornar uma arma contra seus próprios criadores.

Quer ver agora?

É aquela velha dúvida: pagar para alugar e ver rapidinho, ou investir para ter o filme na sua biblioteca para assistir quantas vezes quiser? A Universal Pictures deu essa liberdade para o público brasileiro:

  • Aluguel por volta de R$ 24,90 (assistir no seu tempo, mas só uma vez dentro do prazo)
  • Compra definitiva por aproximadamente R$ 49,90 (filme seu para sempre, sem pressa!)

E o melhor: você encontra Megan 2 na Apple TV, Google Play, YouTube Filmes e até no Prime Video, nessa última plataforma ainda apenas no aluguel.

E o streaming por assinatura, quando chega?

Aqui vem o detalhe que importa para quem assina serviços e prefere não pagar a mais por filme avulso: Megan 2 deve desembarcar no Prime Video entre agosto e setembro — seguindo o ritmo da parceria global entre Universal e Amazon.

Por enquanto, nada confirmado para Netflix, que costuma ser o porto seguro da galera do streaming, mas que, neste caso, não deve exibir o filme tão cedo.

Vale a pena antecipar ou esperar a boa e velha maratona do streaming?

Se você é daqueles que não resiste a uma estreia e quer comentar spoilers na semana do lançamento, alugar digital é a jogada certa. Já para quem gosta de planejar aquela sessão pipoca sem pressa, esperar a chegada no Prime Video pode ser mais econômico e confortável.

O importante mesmo é garantir que Megan 2 não fique só na lista de desejos — porque a experiência da continuação da boneca assassina é para sentir, tremer e se surpreender.

O cronograma essencial de Megan 2 para o seu calendário

  • 15 de julho: Megan 2 já disponível para aluguel e compra nas principais plataformas digitais
  • Agosto a setembro: previsão de chegada no catálogo do Prime Video para assinantes
  • Cinema: já em cartaz desde o fim de junho — para quem gosta de viver o terror na tela grande

Arcor apresenta páscoa mágica com lançamentos para mundo geek e gamer

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A Páscoa Mágica 2023 da Arcor está pronta para surpreender os entusiastas do universo geek e gamer com suas novidades criativas e marcantes. Entre os lançamentos deste ano, destaca-se o Ovo de Páscoa da Mulher Maravilha, um tributo a uma das super-heroínas mais icônicas dos quadrinhos e do cinema. Este ovo, confeccionado com chocolate ao leite, vem acompanhado de um copo temático que apresenta elementos distintivos da heroína. Ideal para colecionadores e fãs, o Ovo da Mulher Maravilha está disponível a partir de R$ 60,99 (preço sugerido).

Continuando como um dos grandes sucessos do ano passado, o Ovo de Páscoa Free Fire mantém seu destaque na linha da Arcor. A edição deste ano traz uma novidade especial: uma caneca exclusiva com um design sofisticado inspirado no paraquedas do famoso jogo de celular, que figura entre os mais baixados globalmente. O Ovo Free Fire está disponível a partir de R$ 60,99 (preço sugerido).

O símbolo carismático da Páscoa Mágica da empresa, a Tortuguita, também se aventura no mundo gamer com os ovos Tortuguita Headphone e Tortuguita Headset. O Tortuguita Headphone, agora em novas cores e com um design moderno e divertido, exibe a personagem em brindes que promovem o lema “Pense fora do casco”, incentivando os consumidores a expressarem sua individualidade de maneira única. O ovo Tortuguita Headset, também disponível em novas cores, mantém seu apelo especial. O preço sugerido para o Tortuguita Headset é a partir de R$ 94,99, enquanto o Tortuguita Headphone está disponível a partir de R$ 79,99.

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