Altas Horas 10/05/2025: Serginho Groisman recebe Ana Castela, Fafá de Belém Lucinha Lins, Naiara Azevedo, Nicolas Prattes e Tássia Reis

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O próximo Altas Horas, que vai ao ar neste sábado, dia 10 de maio de 2025, promete tocar fundo no coração do público. Em clima de Dia das Mães, Serginho Groisman prepara uma edição especial e cheia de afeto, reunindo mães e filhos que dividem com o Brasil momentos inesquecíveis de suas histórias, relembrando a infância, os desafios do crescimento, as conquistas, os tombos, e claro, muitas risadas, lágrimas e abraços apertados.

O programa vira praticamente um grande encontro de família no palco, com relatos comoventes, memórias doces, e apresentações musicais que refletem o elo profundo entre mães e filhos. E não faltam surpresas nem revelações que arrancam sorrisos e fazem a gente se sentir parte dessa festa tão íntima e verdadeira.

Entre os convidados, a cantora Ana Castela se emociona ao contar que, antes de estourar no sucesso, pensava em seguir uma carreira bem diferente: chegou a cursar Odontologia. Ao lado da mãe, Michele Castela, ela revela que o sonho de cantar, na verdade, nasceu primeiro na mãe. “Era o sonho dela, e eu herdei sem perceber. Quando vi, tava no palco”, diz Ana. As duas dividem os vocais em “Abandonada”, num momento de pura conexão e cumplicidade.

Ana também fala com brilho nos olhos sobre sua admiração por Fafá de Belém — que, por sua vez, a acolhe como uma verdadeira neta do coração. Ícone da música brasileira, Fafá se emociona ao lembrar sua grande virada na carreira, há 50 anos, após se apresentar no Fantástico e conquistar o país inteiro. Sua filha, Mariana Belém, compartilha o momento em que percebeu que sua mãe era, de fato, uma estrela. “Acho que eu tinha uns oito anos. A gente andava na rua e as pessoas vinham cantar com ela… aí caiu a ficha”, diz Mariana. Juntas, cantam “Coração do Agreste”, unindo gerações através da música e do afeto.

E não para por aí. Lucinha Lins e o filho, Cláudio Lins, também dividem o palco e o coração. Lucinha relembra, com uma mistura de orgulho e saudade, quando o filho anunciou que queria sair de casa. “Ele chegou e falou: ‘Mãe, acho que quero morar sozinho’. Eu, linda, disse: ‘Que bom, filho’. Mas fui pro quarto e chorei igual uma novela mexicana”, brinca. A dupla canta “O Melhor Vai Começar”, em um dueto cheio de emoção.

Naiara Azevedo, outro nome de peso da música brasileira, também marca presença ao lado da mãe, Iraci Azevedo. Elas relembram o começo de tudo — ainda quando Naiara era só uma menininha cercada de moda de viola e tradições mineiras, mesmo com a mãe não sendo fã de sertanejo. “A família do meu marido ouvia muito, e ela foi se apaixonando por aquilo”, conta Iraci. Naiara se comove ao lembrar da despedida quando saiu de casa para estudar, e a emoção toma conta durante a apresentação de “No Dia em Que Eu Saí de Casa”.

O ator Nicolas Prattes, por sua vez, revive a infância nos bastidores dos teatros ao lado da mãe, Gisele Prattes, ex-atriz e integrante da banda que acompanhava Tim Maia. “Minha infância foi ali, entre coxias e camarins. Cresci vendo minha mãe brilhar no palco”, diz Nicolas, com carinho. Eles cantam “Um Dia de Domingo”, trazendo uma atmosfera nostálgica e cheia de afeto.

E o programa ainda reserva um momento muito especial com Tássia Reis e sua mãe, Myriam Reis. Tássia compartilha como a música sempre foi um elemento presente em casa — e principalmente na cozinha. “Minha mãe fazia pão, bolo, e cantava alto, com o coração. Clara Nunes, Elis, Alcione… tudo visceral, tudo forte”, relembra. A dupla canta “Não Deixe o Samba Morrer”, numa homenagem poderosa à ancestralidade musical feminina.

Mais do que um especial de Dia das Mães, o Altas Horas deste sábado é um convite para mergulhar em histórias reais, com sentimentos que todo mundo já viveu ou sonha viver. Mães que foram a primeira plateia, filhos que viraram parceiros de palco, e lembranças que fazem o tempo voltar por alguns instantes.

Primeiros feitiços lançados! Nova série de “Harry Potter” terá 8 episódios e bastidores revelados por Adriano Goldman

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Em algum lugar entre a nostalgia e o desejo por algo novo, uma nova era do mundo bruxo está tomando forma. E dessa vez, não é com Daniel Radcliffe ou Emma Watson, tampouco nos corredores conhecidos de Hogwarts que conhecemos nos cinemas. A magia está voltando, sim — mas agora sob o olhar da HBO, com um novo elenco, uma nova estética e, principalmente, com a missão de honrar uma história que marcou (e ainda marca) gerações inteiras.

Durante uma entrevista à Forbes Brasil, o diretor de fotografia Adriano Goldman — conhecido por seu trabalho premiado em The Crown — deixou escapar a primeira grande revelação: a primeira temporada da série terá 8 episódios, e não 6, como havia sido amplamente divulgado.

Parece pouco? Para os fãs mais atentos, isso significa mais espaço para nuances, mais tempo para aprofundar tramas que foram cortadas nos filmes e, claro, mais oportunidade de mergulhar nas entrelinhas de Hogwarts com olhos renovados.

“A pré-produção durou 18 semanas”, contou Goldman, destacando que esse momento inicial foi essencial para construir a espinha dorsal da série. “Nesse período, o diretor, o diretor de fotografia e o diretor de arte trabalham como um corpo só. Todas as decisões visuais e conceituais passam por esse trio — e por suas equipes.”

É a primeira vez que ouvimos com tamanha clareza como a série está sendo montada nos bastidores. E, mesmo que ainda estejamos longe da estreia, a sensação é de que algo grande está a caminho. Algo pensado com tempo, cuidado e respeito pela obra que moldou a infância e adolescência de tanta gente.

Um novo Dumbledore, uma nova McGonagall, um novo tudo

Se você está se perguntando quem são os rostos por trás dos personagens que tanto ama, aqui vai uma notícia boa: o elenco já começou a ser revelado — e está recheado de nomes conhecidos (e alguns surpreendentes).

John Lithgow, veterano premiado por seu trabalho em The Crown e Conclave, será o novo Alvo Dumbledore. No papel de Minerva McGonagall, quem assume é a impecável Janet McTeer, vista em A Rainha Branca. Já o enigmático Snape será interpretado por Paapa Essiedu, que brilhou em Gangs of London e I May Destroy You. E, numa escolha que dividiu opiniões e arrancou sorrisos nostálgicos, Nick Frost (de Todo Mundo Quase Morto) será Hagrid — uma aposta ousada, mas promissora.

Outros nomes também foram confirmados: Luke Thallon como o professor Quirrell e Paul Whitehouse como o rabugento Filch. Mas as grandes expectativas estavam mesmo voltadas para o trio principal — e sim, ele já foi escalado.

Dominic McLaughlin é o novo Harry Potter. Arabella Stanton viverá Hermione Granger. Alastair Stout será Ron Weasley. Todos jovens atores britânicos, ainda pouco conhecidos, mas escolhidos a dedo — e após um processo seletivo rigoroso.

Segundo fontes ligadas à produção, a escolha foi baseada não apenas em talento, mas na capacidade de representar a complexidade dos personagens desde muito cedo. O desafio é grande: crescer diante das câmeras, sob o peso de uma das maiores franquias de todos os tempos. Soa familiar?

Recomeçar sem apagar o passado

É impossível falar de Harry Potter sem pensar em tudo o que veio antes. De 2001 a 2011, os oito filmes da saga encantaram milhões, arrecadaram bilhões e formaram um dos trios mais amados do cinema: Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Foi uma década mágica. Literalmente.

Produzidos por David Heyman e dirigidos por nomes como Chris Columbus, Alfonso Cuarón e David Yates, os filmes transformaram a literatura de J.K. Rowling em um universo visual arrebatador. Mas nem tudo dos livros coube nas telas. Foram muitas as passagens que ficaram de fora — seja por tempo, orçamento ou decisões criativas.

Agora, com a série da HBO, o objetivo é fazer diferente. Mais tempo, mais camadas, mais profundidade. O plano é ambicioso: uma temporada para cada livro, o que significa pelo menos sete anos de jornada se tudo sair como o esperado.

“Queremos um olhar novo sobre essa história tão conhecida. Não se trata de refazer o que já foi feito, mas de explorar o que ainda não foi mostrado”, confidenciou uma fonte próxima à produção.

A origem de um fenômeno

Tudo começou de forma quase despretensiosa, nos bastidores de um escritório em Londres. Uma secretária leu o manuscrito de Harry Potter e a Pedra Filosofal e levou ao produtor David Heyman. O livro, que havia sido relegado à prateleira das ideias medianas, logo virou obsessão.

Em 1999, a Warner Bros. comprou os direitos de adaptação dos quatro primeiros livros por cerca de 1 milhão de libras. A única exigência de Rowling? Que o elenco principal fosse estritamente britânico. E assim foi.

A produção do primeiro filme começou com Chris Columbus na direção, Steve Kloves no roteiro e um elenco jovem, estreante e cheio de promessas. Deu certo. A franquia decolou. E os livros também.

Hoje, Harry Potter é uma marca global, com parques temáticos, peças de teatro, spin-offs (Animais Fantásticos) e, agora, uma nova série prestes a ganhar vida.

Uma chance de fazer diferente

Se você leu os livros, deve lembrar de personagens que nunca apareceram nos filmes. Ou de cenas que passaram voando. Ou de histórias paralelas que mereciam mais espaço. Pois é exatamente aí que a série da HBO quer acertar.

Adriano Goldman reforçou que a abordagem visual será diferente. “Não queremos copiar os filmes. Eles já são obras completas. Nosso trabalho é reinterpretar. Trazer uma nova luz. Literalmente.”

A fotografia — uma das áreas mais elogiadas de seu trabalho em The Crown — será uma aliada para transformar Hogwarts, Hogsmeade, o Ministério da Magia e tantos outros locais mágicos em algo ainda mais rico e imersivo.

E a J.K. Rowling nisso tudo?

Rowling continua envolvida no projeto, mas de forma mais distante. Ela atua como produtora executiva, mas o time criativo da HBO parece ter liberdade para inovar — inclusive em questões de representatividade e inclusão.

A escolha de atores como Paapa Essiedu para papéis centrais é um indicativo de que a série quer ser mais contemporânea, mais plural, mais conectada com o mundo atual. E isso, inevitavelmente, traz conversas — algumas apaixonadas, outras críticas. Mas todas fazem parte do processo.

O desafio de honrar uma lenda

A verdade é que, mesmo com elenco talentoso, roteiro fiel e direção primorosa, o maior desafio da série da HBO será emocional. Como tocar em algo que tanta gente ama tanto sem decepcionar?

Refazer Harry Potter é como tentar recontar um sonho — sem perder a delicadeza, a intensidade e o encanto. E embora muita gente ainda torça o nariz para a ideia de recomeçar uma história tão recente (e tão definitiva), outras vozes celebram a oportunidade de ver algo que ficou faltando.

Quem sabe, agora, possamos conhecer mais a fundo os dilemas de Lupin, o passado de Neville, a inteligência de Fleur, a revolta dos elfos domésticos, a genialidade de McGonagall. Quem sabe, agora, vejamos Hogwarts por outros ângulos. Com mais tempo, mais nuance, mais alma.

Quando estreia?

Ainda não há uma data oficial, mas as previsões mais otimistas apontam para 2026. As gravações já começaram e os anúncios do elenco seguem em ritmo acelerado. Até lá, o fandom segue ansioso. Entre memes, teorias e comparações, cresce a esperança de que a série consiga capturar aquilo que fez Harry Potter ser tão especial: não apenas a magia dos feitiços, mas a magia das escolhas, da amizade, da coragem e do amor. Porque, como já nos ensinaram, “as palavras são, na minha não tão humilde opinião, nossa mais inesgotável fonte de magia”.

No Programa Silvio Santos de domingo (03/08), Patrícia Abravanel recebe Alexandre Pires, homenageia o grupo Raça Negra e lança nova estrela

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o público de todo o Brasil tem um encontro marcado com a tradição, a música e a emoção em mais uma edição especial do “Programa Silvio Santos”. Sob o comando de Patrícia Abravanel, que vem ganhando cada vez mais espaço e desenvoltura no palco herdado do pai, a atração promete uma noite recheada de surpresas, homenagens e momentos que celebram a música popular brasileira em suas mais diversas formas. As informações são do O Planeta TV.

Desde a estreia do comando de Patricia, o programa tem passado por uma revitalização sutil, mas consistente, que mantém a essência que consagrou o formato, mas também imprime uma nova identidade, feita para um público mais jovem, sem perder o charme das gerações que acompanham o “Programa Silvio Santos” há décadas.

Alexandre Pires

Um dos grandes nomes confirmados para esta edição é o cantor Alexandre Pires, que retorna ao palco da atração para uma participação especial, trazendo sua voz única e um repertório que faz todo mundo cantar junto. Para quem cresceu nos anos 1990 e início dos anos 2000, o nome Alexandre Pires é sinônimo de sucesso, ritmo e emoção.

O cantor ficou mundialmente conhecido à frente do grupo Só Pra Contrariar (SPC), uma das maiores bandas de pagode da história do Brasil, responsável por clássicos que marcaram época e até hoje embalam festas, rádios e playlists. Músicas como “Depois do Prazer”, “Que Se Chama Amor” e “Mineirinho” são verdadeiros hinos para diferentes gerações, e nesta edição do programa, o público terá a oportunidade de reviver esses momentos com uma apresentação ao vivo, repleta de energia e emoção.

Além dos grandes sucessos que marcaram sua carreira com o SPC, Alexandre também aproveita a ocasião para apresentar novidades de sua trajetória solo, como a música “Beijo de Outro Ângulo”, parceria recente com o cantor sertanejo Murilo Huff. Essa mistura de estilos reforça a versatilidade do artista, que transita com naturalidade entre o samba, o pagode, o pop e o sertanejo, conquistando fãs de diferentes públicos.

Entre uma música e outra, Alexandre Pires participará dos quadros do programa, que são a marca registrada do “Silvio Santos”. Com muito bom humor e carisma, ele interage com Patricia Abravanel, contando histórias de bastidores, desafios da carreira e momentos curiosos que viveu ao longo dos anos. Essa troca descontraída faz parte do charme do programa e aproxima o artista do público, criando uma atmosfera intimista e divertida.

Raça Negra: a história de um ícone da música brasileira em homenagem emocionante

Outro ponto alto da edição será a homenagem ao grupo Raça Negra, um dos nomes mais respeitados e queridos da música popular brasileira. Com quase 40 anos de carreira, a banda tem uma trajetória marcada por sucessos incontestáveis e uma legião de fãs fiéis espalhados por todo o país.

Formado na década de 1980, o Raça Negra é reconhecido por ter popularizado o pagode romântico, com canções que falam diretamente ao coração e que se tornaram trilhas sonoras de histórias de amor, festas e encontros familiares. Hits como “Cheia de Manias”, “Cigana” e “É Tarde Demais” atravessam décadas e continuam em alta, seja nas rádios, nas plataformas digitais ou nas apresentações ao vivo.

A homenagem no programa promete ser uma celebração da carreira e do legado do grupo, com uma retrospectiva que inclui imagens raras, depoimentos emocionados dos integrantes e convidados especiais, além de manifestações dos fãs. A produção preparou ainda surpresas ao vivo, que certamente vão comover a plateia e quem assiste de casa.

Não Erre a Letra

Para os fãs dos quadros tradicionais do programa, uma novidade que promete divertir é a estreia do influenciador e cantor André Marinho no quadro “Não Erre a Letra”. Ex-integrante do grupo pop Br’oz, André traz seu carisma e talento para um desafio que mistura música, memória e bom humor.

O quadro “Não Erre a Letra” é conhecido por colocar artistas e convidados à prova para que eles cantem músicas populares, mas com letras embaralhadas, desafiando o conhecimento e a rapidez de raciocínio dos participantes. É um momento que sempre gera risadas, momentos espontâneos e muita interação com a plateia.

André, que hoje atua também como influenciador digital, promete trazer uma energia nova e leve para o quadro, encantando o público com sua simpatia e capacidade de improvisação. A participação dele traz ainda uma conexão especial para quem acompanha a música pop brasileira dos anos 2000, pois o Br’oz marcou época com seus hits e impacto na cultura jovem daquela época.

Patricia Abravanel: construindo seu espaço com carisma e naturalidade

Desde que assumiu o comando do programa, a filha de Silvio Santos vem mostrando sua habilidade natural para conduzir a atração sem perder a leveza, o humor e a emoção que são marcas registradas da atração. Mais do que herdeira do nome e do legado, a apresentadora tem conquistado o público com sua espontaneidade, carisma e capacidade de lidar com diferentes momentos, do humor descontraído às homenagens emocionantes.

Patricia conversa com o público e os convidados de um jeito simples e direto, como se estivesse falando com amigos em casa, o que deixa o clima do programa sempre leve e acolhedor — uma das maiores qualidades do “Programa Silvio Santos”. E, ao mesmo tempo, ela dá sua cara ao programa, mostrando que está no comando com segurança e que o legado está em boas mãos para continuar conquistando gerações.

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (10) na Temperatura Máxima, Domingo Maior e Cinemaço da TV Globo

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Foto: Reprodução/ Internet

Domingo (10) é dia de relaxar e aproveitar aquele filme que faz o coração acelerar, a adrenalina subir e a gente se envolver de verdade com uma história emocionante. E a Temperatura Máxima da TV Globo preparou exatamente isso para você: Arranha-Céu: Coragem Sem Limite, um filme que vai fazer você prender a respiração do começo ao fim.

A trama gira em torno de Will Sawyer, vivido por Dwayne Johnson, um homem que já passou por muita coisa difícil na vida — ele é veterano de guerra e ex-líder de resgates do FBI. Mas o que Will enfrenta aqui é diferente: ele vai precisar usar toda sua força e inteligência para salvar a família que está presa no arranha-céu mais alto e seguro do mundo, um prédio futurista em Hong Kong.

Imagine só: um edifício que é uma verdadeira cidade nas alturas, com toda a tecnologia e segurança do mundo. Só que, do nada, ele vira palco de um incêndio devastador. E para piorar, o próprio Will é acusado de ter provocado tudo aquilo. A situação parece impossível, quase um pesadelo. Mas é aí que ele mostra o que significa ser um herói de verdade.

O filme não é só explosões e cenas de ação — tem muito coração também. A relação entre Will e sua esposa Sarah, interpretada por Neve Campbell, traz uma emoção real para a história. A gente entende que, no meio daquele caos todo, o que ele mais quer é proteger quem ama. É essa luta que torna tudo mais intenso e humano.

Além disso, o filme fala sobre coragem, justiça e o poder da determinação. Will não desiste, mesmo quando tudo está contra ele. A gente torce, vibra e sofre junto, porque aquela não é só uma aventura qualquer: é uma corrida contra o tempo para salvar vidas.

A produção do filme é incrível, com efeitos que deixam a gente quase sentindo o calor do fogo e a vertigem das alturas. As filmagens aconteceram em Vancouver, no Canadá, e o trabalho dos técnicos foi minucioso para que tudo parecesse real e impressionante.

Se você gosta de filmes que misturam ação de tirar o fôlego com uma história que mexe com o coração, Arranha-Céu: Coragem Sem Limite é para você. Dwayne Johnson, que já é conhecido por seus papéis cheios de energia, aqui entrega uma performance que mistura força física com sensibilidade, mostrando que heróis também sentem medo, mas escolhem seguir em frente.

Foto: Reprodução/ Internet

Domingo Maior exibe Planeta dos Macacos: O Confronto

A TV Globo traz para a sua tela o emocionante e aclamado filme Planeta dos Macacos: O Confronto, uma produção que vai além da ação e da ficção científica para falar sobre dilemas profundos da convivência, liderança e o futuro de duas espécies marcadas por conflitos históricos.

Dez anos depois de conquistar a liberdade, César, o chimpanzé líder da comunidade símia, vive em um refúgio tranquilo na floresta próxima a São Francisco, onde ele e sua espécie desenvolveram uma sociedade baseada no respeito e no apoio mútuo. Enquanto isso, os humanos enfrentam uma crise sem precedentes: um vírus criado em laboratório dizimou grande parte da população, deixando os sobreviventes isolados e desesperados.

Nesse cenário de tensão e incerteza, um grupo humano tenta reativar uma usina hidrelétrica dentro do território dos macacos, na esperança de restaurar a energia elétrica e salvar o que resta da civilização. Malcolm, o líder desse grupo e um dos poucos que conhece verdadeiramente César e sua comunidade, busca evitar a guerra e promover a paz entre as espécies. Mas nem todos compartilham dessa visão.

O filme conduz o espectador por uma narrativa rica em emoção, política e ética, onde lealdades são testadas e decisões difíceis precisam ser tomadas. A figura de César, interpretada magistralmente por Andy Serkis através de captura de movimento, representa a luta por coexistência pacífica, enquanto o bonobo Koba, seu ex-tenente e um sobrevivente de crueldades humanas, alimenta o ressentimento e a sede por vingança.

A tensão cresce à medida que desconfiança, medo e passado traumático ameaçam explodir em um conflito aberto. As cenas impressionantes que misturam tecnologia de ponta, efeitos visuais realistas e atuações intensas transportam o público para esse universo onde o futuro das espécies está em jogo.

Além do elenco principal, com nomes como Jason Clarke (Malcolm), Gary Oldman (Dreyfus) e Keri Russell (Ellie), a dublagem brasileira também se destaca, trazendo vozes marcantes que dão vida aos personagens e intensificam a experiência emocional do filme.

Foto: Reprodução/ Internet

Cinemaço exibe Clube da Luta

Na madrugada deste domingo, o Cinemaço traz um filme que é referência quando o assunto é cinema provocativo e cheio de camadas: Clube da Luta (Fight Club), dirigido por David Fincher. Mais do que uma história sobre violência, o filme é um retrato intenso da luta interna de um homem contra o vazio da vida moderna e as amarras do consumismo.

O protagonista, interpretado por Edward Norton, é um homem sem nome que vive uma existência sufocante — preso em um trabalho burocrático, sofrendo de insônia e buscando sentido em meio à monotonia. Para tentar aliviar sua angústia, ele começa a frequentar grupos de apoio para pessoas com doenças graves, mesmo sem realmente sofrer delas. É nesses encontros que encontra um alívio temporário, até cruzar o caminho de Marla Singer, personagem enigmática e tão perdida quanto ele.

Tudo muda quando ele conhece Tyler Durden, vivido por Brad Pitt — um homem carismático e subversivo, que o convida a participar de um clube secreto de luta. O clube nasce como uma forma crua de liberdade, onde homens comuns se enfrentam para sentir que estão vivos, quebrando a rotina anestesiante da sociedade consumista. Mas o que era para ser uma válvula de escape se transforma em algo muito maior e perigoso.

Clube da Luta é uma reflexão sobre a identidade, o poder e o desespero de uma geração que se sente desconectada do mundo à sua volta. A relação complexa entre o narrador e Tyler revela camadas profundas sobre dualidade e autoconhecimento, em um roteiro que surpreende e desafia o espectador a questionar a própria realidade.

A direção de David Fincher é precisa e intensa, utilizando a violência e o caos como metáforas para o conflito interno do protagonista e para uma crítica social mordaz. Helena Bonham Carter, no papel de Marla, traz uma presença única, representando tanto o desespero quanto a possibilidade de redenção.

Quando foi lançado, Clube da Luta dividiu opiniões, mas com o tempo se tornou um clássico cult, influenciando gerações e sendo constantemente revisitado por seu estilo inovador e mensagem profunda.

Resumo semanal da novela As Filhas da Senhora Garcia de 09/09 a 12/09

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Cena da novela 'As Filhas da Senhora Garcia'. Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 047 – Terça-feira, 9 de setembro
Luis reúne os filhos para revelar como sobreviveu ao acidente que todos julgavam fatal, e o reencontro, esperado com emoção e esperança, rapidamente se transforma em tensão quando ele percebe que Mar e Ofélia foram expulsas durante sua ausência, despertando decepção e indignação. Mar experimenta sentimentos conflitantes, alternando alívio por ver o pai vivo com medo de seu julgamento e preocupação pelo futuro do filho, enquanto cada olhar, cada palavra e cada gesto se tornam um campo minado de expectativas frustradas, mágoas acumuladas e emoções reprimidas; paralelamente, Valeria decide encerrar de vez sua relação com Arturo, declarando com coragem que não há retorno, mesmo sentindo a dor de um amor impossível, demonstrando força, resiliência e a necessidade de proteger seu coração de feridas ainda maiores, consolidando sua postura firme diante dos desafios familiares e afetivos.

Capítulo 048 – Quarta-feira, 10 de setembro
A presença de Luis, embora traga um símbolo de esperança e reconciliação, não acalma a família, pois seus filhos resistem à autoridade patriarcal e antigas rivalidades ressurgem com força, desencadeando conflitos inevitáveis. Juan, devastado pelo afastamento de Mar, encontra conforto inesperado em Camila, aprofundando o distanciamento emocional entre ele e a mulher que ama, enquanto Mar, cansada das intrigas, confronta Paula diretamente, acusando-a de conspirar contra ela e desafiando sua influência na casa Portilla. A tensão aumenta quando Valeria descobre que Rocío é, na verdade, a mãe biológica de Arturo, um segredo guardado por anos que ameaça destruir a confiança familiar, lançando todos em um turbilhão de emoções, dúvidas e incertezas que abalam a estabilidade da casa e provocam medo, desconfiança e ressentimento entre todos.

Capítulo 049 – Quinta-feira, 11 de setembro
Camila intensifica sua pressão sobre Juan, determinada a romper de vez o vínculo dele com Mar e assumir o controle sobre sua vida, transformando a disputa em uma batalha silenciosa repleta de estratégias, manipulações e jogos de poder emocionais, enquanto Luis tenta intervir para impedir que o conflito se transforme em escândalo. A tensão atinge um ponto crítico, com desentendimentos, olhares desconfiados e mal-entendidos transformando cada ambiente em um campo de guerra psicológico; Valeria, despedaçada pela revelação sobre Rocío, fecha seu coração para Arturo e se isola, protegendo-se da dor, enquanto Luis aconselha Mar a se afastar de Juan antes que a tragédia se torne irreversível. Exausta de carregar sozinha segredos devastadores, Mar encontra apoio inesperado em Valeria e finalmente revela uma verdade sombria, capaz de mudar para sempre o destino da família, deixando a casa Portilla em um ápice de tensão e desespero emocional.

Capítulo 050 – Sexta-feira, 12 de setembro
Arturo, ferido pela rejeição de Valeria, busca consolo e encontra apenas frieza e distância, aprofundando sua solidão e sensação de abandono, enquanto Valeria enfrenta Ofélia com coragem, acusando-a de manipular Mar e manter a mentira sobre a paternidade do bebê, mostrando que, mesmo em meio à dor, a busca pela justiça e pela verdade ainda pode prevalecer. Paula revela seu lado mais sombrio ao tramar dopar Luis, com a intenção de assumir controle absoluto da família, mergulhando todos em perigo iminente, e Mar, no auge da tensão, rompe o pacto silencioso que mantinha a ordem na casa, expulsando Camila e assumindo finalmente sua própria posição. A tormenta familiar atinge seu ponto crítico quando Rocío, tomada pelo desespero e pela culpa, provoca um acidente que deixa Graciela à beira da morte, evidenciando que os conflitos, segredos e traições na família Portilla ainda não encontram fim, e que cada decisão ecoa em consequências inesperadas, dramáticas e de longo alcance emocional.

Resumo semanal da novela As Filhas da Senhora Garcia de 15/09 a 19/09

Capítulo 051 – Segunda-feira, 15 de setembro
Mar e Juan se encontram inesperadamente no saguão do hospital, cenário escolhido por Paula para executar uma armadilha cuidadosamente planejada, na qual alguém registra fotos comprometedoras do casal. Enquanto o clima de tensão aumenta, fica evidente que Paula possui um plano minucioso para conquistar a confiança de Mar e manipulá-la em benefício próprio, aproveitando-se das fragilidades emocionais da jovem. Paralelamente, Susana, tomada pelo desejo de vingança, implora a Gloria que intervenha junto ao Sr. Portilla, arquitetando estratégias para prejudicar Ofélia e reacender antigas rivalidades familiares, intensificando o clima de intrigas e desconfiança entre todos os envolvidos.

Capítulo 052 – Terça-feira, 16 de setembro
Luis se vê obrigado a confrontar Juan, exigindo respeito por Mar e impondo limites claros diante das investidas e brincadeiras de Camila, reafirmando a autoridade paterna e tentando proteger sua filha de influências perigosas. Ofélia, em busca de respostas, vai até a galeria de arte para investigar quem adquiriu um quadro que misteriosamente chegou à casa dos Portilla, tentando reconstruir os fios de uma rede de segredos e manipulações. Ao alertar Mar sobre os perigos que Paula representa, Ofélia se vê frustrada diante da confiança ingênua da filha, que cai na armadilha cuidadosamente montada por Paula, demonstrando como a persuasão e a astúcia podem colocar todos em risco e aumentar ainda mais a tensão familiar.

Capítulo 053 – Quarta-feira, 17 de setembro
O dia se torna crítico quando Camila desmaia inesperadamente, e Juan e Mar correm para levá-la ao hospital, enfrentando uma mistura de medo e urgência; lá, recebem a notícia de que ela está grávida, o que transforma imediatamente o panorama emocional de todos, trazendo responsabilidade, preocupação e expectativas conflituosas. Enquanto isso, Paula mantém sua postura manipuladora: ela revela à amiga repórter onde encontrar Ofélia e aproveita a oportunidade para registrar fotos da situação de pobreza e vulnerabilidade em que a mãe se encontra, usando essas imagens para expandir sua influência e controlar a narrativa em torno da família Portilla, aprofundando intrigas e ressentimentos.

Capítulo 054 – Quinta-feira, 18 de setembro
Amparo percebe que Ofélia se encontra deitada sozinha em casa, visivelmente fragilizada, e imediatamente solicita a ajuda de Juan para levá-la ao hospital, buscando cuidados médicos e proteção diante do estado vulnerável da mãe. Enquanto isso, Amparo tenta localizar as filhas de Ofélia, mas nenhuma delas atende ou responde, reforçando a distância emocional e o afastamento das relações familiares. Diante do desdém e da falta de apoio das filhas, Ofélia toma uma decisão drástica, mostrando coragem e determinação ao confrontar o abandono, sinalizando que não permitirá mais ser vítima das intrigas e negligências daqueles que deveriam protegê-la.

Capítulo 055 – Sexta-feira, 19 de setembro
Valéria se esforça para convencer a mãe a voltar para perto dela, buscando reconciliação e demonstrando amor, paciência e persistência diante da resistência de Ofélia. Paralelamente, Paula e Leonardo consolidam sua estratégia para o evento de lançamento da marca, organizando cada detalhe com precisão para fortalecer sua posição e influência, enquanto Mar expressa gratidão a Juan pelo apoio prestado à mãe, reconhecendo sua dedicação e bondade. Em um gesto carregado de emoção e sinceridade, Mar deseja a Juan toda a felicidade com Camila e o filho que está a caminho, encerrando o dia com esperança, reconciliação e uma sensação de continuidade em meio aos conflitos e desafios familiares que ainda permeiam a vida dos Portilla.

Superman: Homem do Amanhã aprofunda o conflito entre esperança e obsessão no novo filme de James Gunn

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Após o sucesso do retorno do Superman aos cinemas em 2025, James Gunn começa a desenhar com mais clareza os contornos de Superman: Homem do Amanhã, continuação que promete ir além do espetáculo e mergulhar no coração moral do personagem. Mais do que apresentar uma nova ameaça ou ampliar o universo do herói, o diretor deixa claro que a história será guiada por um confronto essencial: Clark Kent contra Lex Luthor. Não apenas como herói e vilão, mas como duas visões opostas de mundo, de humanidade e de poder. As informações são do Omelete.

Em entrevista recente, Gunn resumiu o espírito do novo filme de forma direta: no fundo, tudo se resume a Clark e Lex. A declaração revela uma abordagem intimista e quase filosófica, onde o embate físico dá lugar a um duelo de ideias. Para o cineasta, ambos os personagens representam lados que coexistem dentro de qualquer ser humano. Gunn admite se identificar com a ambição e a obsessão de Lex Luthor, desde que separadas de sua crueldade extrema, ao mesmo tempo em que compartilha da fé quase ingênua que o Superman deposita nas pessoas, em seus valores simples e na crença de que o bem ainda pode prevalecer.

David Corenswet retorna ao papel de Clark Kent, trazendo novamente um Superman que aprende enquanto age, que sente o peso de suas decisões e que ainda tenta encontrar seu lugar em um mundo que o observa com admiração e desconfiança. Nicholas Hoult assume o papel de Lex Luthor, prometendo uma versão menos caricata e mais inquietante do vilão, movida não apenas pelo ódio, mas pelo medo de perder o controle sobre um mundo que ele acredita poder moldar. Ao lado deles, Rachel Brosnahan retorna como Lois Lane, funcionando como ponte entre o herói e a humanidade, e como consciência crítica diante das ações de ambos.

A nova história dialoga diretamente com conceitos já explorados em Superman: Homem do Amanhã, animação que ajudou a redefinir o personagem para uma geração mais jovem. Nela, Clark ainda é conhecido como “o Homem Voador”, um herói em formação que trabalha como estagiário no Planeta Diário enquanto tenta entender o alcance de seus poderes e as consequências de usá-los em público. Desde o início, fica claro que este Superman não surge pronto: ele erra, hesita e cresce, sempre guiado pelos ensinamentos de Jonathan e Martha Kent, que o criaram com valores humanos antes mesmo de ele compreender sua origem kryptoniana.

Nesse contexto, Lex Luthor surge como o oposto perfeito. Um homem que confia cegamente na ciência, no progresso e na capacidade humana de dominar qualquer força que ameace sua supremacia. Seu envolvimento com projetos espaciais e experimentos extraterrestres revela não apenas ambição, mas uma obsessão perigosa, que o leva a ultrapassar limites éticos em nome de controle. Quando suas ações colocam Metrópolis em risco, Luthor se torna o símbolo do medo humano diante do desconhecido — medo esse que ele tenta justificar como racionalidade.

A chegada de ameaças vindas do espaço aprofunda ainda mais o conflito. O encontro de Clark com Lobo, um caçador de recompensas alienígena que revela a existência de uma recompensa por sua cabeça, força o herói a encarar sua própria condição de estrangeiro em um planeta que ele ama, mas que pode nunca aceitá-lo por completo. A presença de J’onn J’onzz, o Caçador de Marte, adiciona uma camada emocional poderosa à narrativa ao alertar Clark sobre a possibilidade da xenofobia humana, ao mesmo tempo em que reconhece nele uma esperança rara de convivência entre espécies.

A tragédia de Rudy Jones, que acaba se transformando no Parasita após ser exposto a tecnologias alienígenas, funciona como um espelho do que acontece quando a curiosidade científica e o desejo por poder ultrapassam o cuidado com vidas comuns. Mesmo enfraquecido, privado de seus poderes e diante da própria morte, Superman se recusa a tratar Rudy como um monstro. Ele insiste em enxergar o homem por trás da criatura, reforçando a ideia de que sua maior força nunca foi física, mas moral.

Ao final, quando Clark se apresenta oficialmente ao mundo como Kal-El, o gesto não é apenas uma revelação de identidade, mas uma escolha consciente de confiança. Ele decide acreditar na humanidade mesmo conhecendo seus defeitos, suas contradições e seus medos. É justamente essa fé que Lex Luthor jamais consegue compreender — e é nela que reside o verdadeiro conflito de Superman: Homem do Amanhã.

Altas Horas 31/05/2025 – Serginho Groisman recebe Diego Hypólito, Eduardo Sterblitch, Rita Cadillac e Walcyr Carrasco

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O Altas Horas deste sábado, 31 de maio de 2025, vem recheado de emoção, histórias inspiradoras e performances que prometem embalar a noite. Comandado por Serginho Groisman, o programa reúne um time diverso de convidados que compartilham momentos marcantes de suas vidas pessoais e profissionais. Estarão presentes no palco o medalhista olímpico Diego Hypólito, o humorista e ator Eduardo Sterblitch, a icônica Rita Cadillac, o renomado autor Walcyr Carrasco, além das apresentações musicais de Xanddy, que traz sua energia contagiante, e do trio lírico internacional Il Volo, acompanhado por orquestra.

Walcyr Carrasco apresenta ‘Êta Mundo Melhor!’ e revela seu processo criativo

Um dos autores mais aclamados da teledramaturgia brasileira, Walcyr Carrasco anuncia sua nova novela das seis: Êta Mundo Melhor!, uma continuação direta da bem-sucedida Êta Mundo Bom! (2016). Durante a conversa, ele revela que sua inspiração vem da intuição, e não de um planejamento rígido:

“Nunca penso muito. Eu sigo o que sinto. E o que senti foi que ainda havia histórias a contar com Candinho e o burrinho Policarpo. A partir deles, entendi que dava para continuar esse universo e trazer de volta outros personagens queridos.”

Com seu estilo popular e recheado de mensagens otimistas, a nova trama promete conquistar novamente o coração do público com humor, emoção e pitadas de crítica social.

Eduardo Sterblitch volta às origens e fala sobre o poder do riso

Conhecido por seu humor inusitado e performances que mesclam comicidade e sensibilidade, Eduardo Sterblitch volta no tempo para lembrar sua primeira experiência no mundo artístico.

“Minha mãe trabalhava com festas infantis e me levava desde que eu era bem pequeno. Tinha só dois anos e já acompanhava os palhaços. Eu decorava tudo que eles faziam. Mais tarde, fui palhaço profissional por nove anos. O humor é parte de quem eu sou desde sempre.”

Sterblitch também comenta como encara o humor como uma forma de expressão profunda, capaz de provocar reflexão além da risada.

Rita Cadillac revive os tempos de chacrete e comenta a força da mulher na TV

Rita Cadillac, símbolo de uma geração e ícone da televisão brasileira, compartilha como sua trajetória ganhou novos rumos após o convite para integrar o grupo de chacretes do Cassino do Chacrinha:

“O Chacrinha fazia testes com várias meninas, mas eu entrei de forma diferente. Estava fazendo um show do Paulo Silvino quando a produção me viu e achou que eu tinha tudo para ser chacrete. Fui convidada diretamente e aceitei.”

Ela permaneceu por 10 anos no programa (de 1974 a 1984), tornando-se uma das figuras mais emblemáticas do cenário televisivo da época. Rita também comenta como o espaço das mulheres na mídia evoluiu, mas ainda exige força e perseverança.

Diego Hypólito fala sobre o ‘BBB 25’ e como enfrentou seus próprios limites

Após sua participação no Big Brother Brasil 25, Diego Hypólito comenta como a experiência no reality foi transformadora — e também desafiadora.

“Fui muito verdadeiro. Acho que isso me manteve tanto tempo lá dentro. Entrei com o objetivo de vencer, e isso tinha tudo a ver com a minha mãe. Mas é difícil… todos os dias têm altos e baixos. Você pensa em desistir, mas segue em frente.”

O atleta também fala sobre como o confinamento o fez refletir sobre sua trajetória na ginástica, as pressões da fama e o valor da resiliência.

Xanddy embala a plateia com sucessos e fala sobre nova fase com Carla Perez

Na parte musical, Xanddy, ex-vocalista do Harmonia do Samba, traz toda sua energia em uma apresentação recheada de nostalgia e emoção. Ele canta hits como “Vem Neném” e “Bateu a Ideia”, além de dividir o palco com Jamily na poderosa canção “Deus é Maior”.

“Hoje vivemos uma fase linda. Eu e Carla nos reencontramos como casal, agora com os filhos crescidos. Estamos como dois namoradinhos redescobrindo a vida a dois, com mais maturidade e amor.”

A performance é vibrante e contagiante, levando o público a dançar e se emocionar.

Il Volo encanta com vozes potentes e sofisticação musical

Diretamente da Itália, o trio Il Volo retorna ao Brasil e encanta o público com sua mistura de pop e ópera. Formado por Piero Barone, Gianluca Ginoble e Ignazio Boschetto, o grupo surgiu em 2009 em um programa de talentos e, desde então, conquistou o mundo.

“Nos conhecemos ainda adolescentes em um programa de TV. Não imaginávamos que estaríamos juntos até hoje, cantando em lugares como o Brasil, que nos recebe com tanto carinho.”

Ao lado da Orquestra Sinfônica Villa-Lobos, eles apresentam versões emocionantes de canções como “Solo Amore”, evidenciando a harmonia e técnica vocal do grupo, que é sucesso internacional.

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (9) no Cine Aventura e Super Tela da Record TV

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Foto: Reprodução/ Internet

O Cine Aventura deste sábado, 9 de agosto, promete prender a atenção do público com um longa que mistura adrenalina, mistério e uma boa dose de reflexão. A Record TV exibe o filme 57 Segundos, produção norte-americana de 2023 que une elementos de suspense e ficção científica em uma trama marcada por reviravoltas e dilemas éticos.

Dirigido por Rusty Cundieff e escrito em parceria com Macon Blair, o longa é inspirado no conto Fallen Angel, do autor britânico E.C. Tubb. No elenco, dois nomes de peso se destacam: Josh Hutcherson, conhecido pelo público por sua participação na franquia Jogos Vorazes, e Morgan Freeman, consagrado como um dos atores mais respeitados de Hollywood. Juntos, eles conduzem uma história que questiona até onde alguém pode ir quando recebe a chance de manipular o tempo — ainda que por menos de um minuto.

O peso da perda como motor da ação

O protagonista, Franklin Fausti (Josh Hutcherson), é um blogueiro especializado em tecnologia. Sua vida, porém, é marcada por uma tragédia pessoal: a morte de sua irmã gêmea, Natalie, causada pelo vício em um medicamento chamado Zonastin. A droga, fabricada pela empresa do bilionário Sig Thorensen (Greg Germann), foi vendida como um analgésico de última geração, mas gerou dependência e destruiu inúmeras vidas.

Com um sentimento de justiça misturado à dor, Franklin decide expor as práticas ilegais da farmacêutica. Determinado, ele se infiltra no mundo corporativo em busca de provas contra Thorensen. É nessa trajetória que seu caminho cruza com o de Anton Burrell (Morgan Freeman), um magnata da tecnologia prestes a apresentar ao mundo o Tri-Band 5, um dispositivo capaz de tratar doenças crônicas e vícios sem a necessidade de medicamentos tradicionais.

O encontro que muda o destino

Franklin consegue marcar uma entrevista exclusiva com Burrell para falar sobre sua inovação tecnológica. No entanto, o momento é interrompido por um ataque armado. Em um ato de coragem, Franklin interfere e impede que Burrell seja ferido, ganhando a gratidão do empresário.

Após o tumulto, Franklin encontra um anel deixado para trás por Burrell. O que inicialmente parece apenas uma joia peculiar revela-se algo extraordinário: o objeto permite que seu portador volte 57 segundos no tempo. Pode parecer pouco, mas essa janela temporal abre um leque quase infinito de possibilidades — e tentações.

Entre a vantagem pessoal e a missão maior

No início, Franklin não resiste a usar o anel para fins mais triviais. Ele aproveita o dom para ajustar conversas, impressionar pessoas, ganhar pequenas apostas e tentar se aproximar de sua colega Jala (Lovie Simone), por quem sente atração. Mas a lembrança da morte da irmã e a necessidade de fazer justiça logo reassumem o controle de suas ações.

Com inteligência e paciência, ele passa a usar o poder do anel como ferramenta estratégica. Cada volta de 57 segundos se transforma em uma chance de obter informações, evitar armadilhas e avançar em sua investigação contra Thorensen. Ao lado de seu amigo Andy, Franklin consegue reunir provas comprometedores, incluindo documentos que mostram que a empresa sabia dos riscos letais do Zonastin.

A escalada do perigo

As descobertas de Franklin não ficam sem resposta. Thorensen, percebendo que está prestes a ser exposto, decide agir. Ele manda sequestrar Franklin, levando-o para um avião particular na tentativa de fugir das autoridades. No entanto, a perseguição policial provoca uma pane no voo, que termina em um acidente.

O desfecho é trágico para Thorensen, que não sobrevive, enquanto Franklin escapa com vida. A vitória contra o vilão, porém, deixa um gosto agridoce: ele percebe que, apesar de ter feito justiça, o poder do anel ainda representa um perigo real.

Super Tela apresenta o filme O Dia do Atentado

Neste sábado, 9 de agosto, a Record TV traz para sua Super Tela um filme que não só emociona, mas também resgata a força da solidariedade em meio à tragédia. O Dia do Atentado (Patriots Day, título original) é uma produção que combina drama e ação para contar a história do atentado que paralisou Boston em 15 de abril de 2013, durante a tradicional Maratona da cidade.

Mais do que um filme de suspense, a obra dirigida por Peter Berg presta uma homenagem às pessoas que, em meio ao caos, mostraram coragem, humanidade e resiliência — desde os policiais e agentes do FBI até os socorristas, médicos e cidadãos comuns que correram para ajudar as vítimas.

A tragédia que abalou Boston

O cenário é uma manhã ensolarada de primavera, quando milhares de corredores e espectadores se reúnem para celebrar a corrida mais famosa dos Estados Unidos. A Maratona de Boston é uma festa esportiva que reúne atletas profissionais e amadores em um espírito de superação e comunidade.

De repente, duas explosões quase simultâneas abalam a linha de chegada, espalhando pânico, destruição e deixando dezenas de feridos, muitos em estado grave. O filme começa justamente nesse momento, acompanhando o sargento Tommy Saunders (Mark Wahlberg), que está escalado para reforçar a segurança do evento.

A partir desse instante, a narrativa se desenvolve como uma corrida contra o tempo para identificar e capturar os responsáveis pelo atentado, enquanto a cidade vive o choque e a dor da perda.

Retrato humano do heroísmo

O que torna O Dia do Atentado tão impactante é o foco no lado humano da tragédia. Em vez de apenas mostrar cenas de ação e suspense, o filme mergulha nas histórias individuais que revelam a profundidade do sofrimento, mas também a força e o espírito de união que emergiram do desastre.

Tommy Saunders, personagem inspirado em policiais reais, simboliza o esforço daqueles que arriscaram a própria vida para proteger os outros. Ao lado dele, a enfermeira Carol Saunders (Michelle Monaghan) representa o lado da esperança e da cura, dedicando-se incansavelmente aos feridos.

As relações entre os personagens são apresentadas com sensibilidade, mostrando como o medo, a dor e a incerteza deram lugar à solidariedade e ao compromisso coletivo.

Uma investigação intensa

Paralelamente aos esforços de resgate, o filme acompanha a investigação liderada pelo agente especial do FBI Richard Deslauries (Kevin Bacon) e o comissário da polícia de Boston Ed Davis (John Goodman). Eles coordenam uma das maiores operações policiais da história recente dos EUA para capturar os terroristas.

A caçada policial é tensa e cheia de reviravoltas, culminando em um cerco dramático à cidade e em um confronto armado que testará a coragem e a determinação dos envolvidos.

Ao mostrar o lado investigativo, o filme destaca o profissionalismo e a colaboração entre diferentes forças de segurança, evidenciando a complexidade e urgência do caso.

Equilíbrio entre ação e emoção

Dirigido por Peter Berg, conhecido por sua capacidade de equilibrar sequências de ação intensas com histórias humanas — como em O Grande Herói e Horizonte Profundo —, O Dia do Atentado não decepciona nesse aspecto.

As cenas de perseguição e combate são realizadas com realismo e tensão, mas sempre preservando o respeito às vítimas e evitando sensacionalismo. Isso faz com que o filme seja emocionante sem perder a profundidade necessária para refletir sobre o impacto da tragédia.

Recepção e reconhecimento

Lançado em 2016, o filme recebeu elogios tanto da crítica quanto do público. No site Rotten Tomatoes, alcançou 81% de aprovação, enquanto o Metacritic registrou uma média de 69 pontos, indicando avaliações positivas.

Além disso, conquistou a nota máxima “A+” do CinemaScore, o que confirma sua capacidade de emocionar e envolver o espectador. O longa também foi incluído em listas de melhores filmes do ano por instituições respeitadas, como o National Board of Review, o que reforça sua relevância artística e social.

Uma narrativa de resiliência e esperança

Mais do que a violência do atentado, o que permanece no filme é a mensagem de esperança. A trama mostra como, mesmo diante de uma ameaça brutal, a comunidade de Boston — policiais, agentes federais, profissionais de saúde e cidadãos — se uniu para enfrentar o terror, proteger uns aos outros e seguir em frente. No desfecho, depoimentos reais das vítimas e sobreviventes ressaltam essa força coletiva, inspirando o público a valorizar a solidariedade em momentos difíceis.

Um elenco que dá vida à história

Além de Mark Wahlberg, que entrega uma performance marcada por intensidade e empatia, o filme conta com um elenco forte e experiente. Kevin Bacon e John Goodman compõem a liderança da investigação com sobriedade, enquanto J.K. Simmons encarna um policial cuja bravura foi fundamental. Michelle Monaghan, como a enfermeira Carol, traz um olhar de compaixão que equilibra o tom do filme, conectando o espectador às emoções mais íntimas das vítimas.

A Hora do Mal surpreende em estreia com US$ 70 milhões na bilheteria mundial

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Foto: Reprodução/ Internet

No universo do cinema, onde grandes franquias costumam dominar as bilheterias e sequências infinitas parecem ser a regra, de vez em quando surge uma produção que surpreende e resgata a força da história original. Esse é o caso de A Hora do Mal, filme de terror e mistério que estreou em agosto de 2025 com uma força inesperada, conquistando o público e a crítica e dominando as bilheterias ao redor do mundo.

Dirigido por Zach Cregger, um nome que tem chamado atenção nos últimos anos por sua abordagem inovadora dentro do gênero, A Hora do Mal chegou às telas nos Estados Unidos com uma arrecadação impressionante de US$ 42,5 milhões só no primeiro fim de semana — e somando US$ 70 milhões globalmente. E o mais surpreendente: seu orçamento modesto, de US$ 38 milhões, fez com que o filme se tornasse lucrativo praticamente desde o seu lançamento.

Uma história que mistura medo e humanidade

Ao contrário de muitos filmes do gênero que se apoiam apenas no susto fácil, o filme entrega uma trama que toca o emocional e instiga a mente. A narrativa começa com um desaparecimento inexplicável: dezessete crianças da mesma turma somem de suas casas, em uma pequena cidade da Pensilvânia, deixando uma única sobrevivente para contar o que aconteceu.

A partir desse ponto, o longa constrói um clima de tensão crescente, envolvendo autoridades, familiares desesperados e um mistério que parece desafiar todas as explicações lógicas. O filme é uma mistura delicada entre horror sobrenatural e o drama de personagens reais, cada um lutando para lidar com o medo, a perda e a culpa.

Personagens que marcam e performances que impressionam

Um dos pontos mais elogiados por críticos e espectadores é o elenco, que traz nomes experientes e promissores, capazes de dar vida a personagens complexos e muito humanos.

Julia Garner brilha como Justine, a professora da turma desaparecida. Sua interpretação vai além do papel tradicional de educadora — ela representa a angústia de quem se sente responsável e impotente diante de um desastre inexplicável. Josh Brolin, como o policial Paul Morgan, e Alden Ehrenreich, interpretando Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, também entregam performances intensas, mostrando as múltiplas faces do medo e da esperança.

Foto: Reprodução/ Internet

O olhar sensível de Zach Cregger

Para quem acompanha a trajetória de Zach, o diretor não é estranho ao universo do terror com alma. Após o sucesso de Barbarian (2022), Cregger decidiu mergulhar em uma história mais pessoal e ambiciosa, inspirada em perdas reais e em reflexões sobre o tempo e a memória.

A perda do amigo próximo Trevor Moore teve grande impacto em sua escrita, que buscou criar um roteiro capaz de conectar o público não só pelo medo, mas pela emoção sincera e pelo questionamento sobre a fragilidade humana.

Influências de grandes obras, como Magnolia e A Visit from the Goon Squad, são perceptíveis na forma como o roteiro entrelaça personagens, memórias e eventos traumáticos, criando um terror que é tanto psicológico quanto sobrenatural.

Desafios e mudanças no caminho até a tela

A jornada do longa-metragem até o lançamento não foi fácil. Greves em Hollywood em 2023 e conflitos de agenda causaram mudanças significativas no elenco original. Pedro Pascal, Renate Reinsve e outros nomes tiveram que se afastar, abrindo espaço para Josh Brolin, Julia Garner e Benedict Wong.

Mesmo com os contratempos, a produção manteve a essência e a força do roteiro, e a equipe mostrou resiliência para manter a qualidade do filme.

A escolha de Atlanta como local das filmagens, com a construção da escola primária que centraliza a trama, foi estratégica para dar realismo e peso à narrativa, contando ainda com um grande número de crianças no set — mais de 170 em alguns dias —, o que exigiu uma logística cuidadosa.

Nota máxima no Rotten Tomatoes

O filme chegou a alcançar a incrível marca de 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 42 avaliações, um feito raro para qualquer gênero — e ainda mais para o terror. Essa pontuação o coloca em uma seleta lista de produções do gênero que conseguiram esse nível de unanimidade, ao lado de obras renomadas como His House, outro filme original que também chamou atenção nos últimos anos. Esse reconhecimento inicial confirmou a força da narrativa de Zach Cregger e a qualidade da produção como um todo.

Com o passar dos dias e o aumento do número de críticas, a produção manteve seu prestígio e hoje ostenta 95% de aprovação, com mais de 230 avaliações no Rotten Tomatoes. Esse número reforça o impacto duradouro que o filme vem tendo no público e na crítica, destacando-se não apenas como um suspense eficiente, mas como uma obra de terror inteligente e emocionalmente rica. É uma prova clara de que o filme vai muito além do susto imediato, explorando camadas profundas de mistério, medo e humanidade.

O sucesso crítico de A Hora do Mal evidencia como o terror pode ser um veículo para histórias densas e bem construídas, capazes de ressoar com o público e a crítica ao mesmo tempo. A obra de Cregger mostra que, quando há um roteiro sólido, atuações intensas e uma direção cuidadosa, o gênero pode surpreender e emocionar, quebrando barreiras e conquistando seu espaço no cenário cinematográfico contemporâneo.

O futuro do terror segundo Zach Cregger

Se a estreia d o filme já foi tão impactante, o que esperar do futuro do diretor? O cineasta demonstra com esse filme que está comprometido em reinventar o gênero, trazendo histórias que emocionam e desafiam. Seu olhar atento para a complexidade humana, combinado com uma direção segura e criativa, promete novas obras que podem continuar a surpreender e ampliar o alcance do terror.

Resumo da novela História de Amor de sexta (29/08) – Neusa é socorrida e segredos abalam os preparativos do casamento

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No capítulo da novela História de Amor desta sexta-feira, 29 de agosto de 2025, Elizete corre para socorrer Neusa, preocupada com o estado da jovem. Helena observa tudo de longe, desconfiada das intenções de Sheila ao revelar que Paula está doente. Sheila, por sua vez, se aproxima de Alice, oferecendo um presente e tratando a menina com atenção e carinho, gesto que desperta a desconfiança de Helena e Joyce, que acompanham a cena silenciosamente. Na casa de Zuleika, todos concordam que foi Mariana quem cortou o vestido de Neusa, aumentando o clima de tensão.

Enquanto isso, Marta chora pelas ofensas de Joyce, e Xavier se aproxima para consolá-la, oferecendo palavras de conforto. Paula decide comprar um vestido novo para Neusa, determinada a reparar o dano. A tranquilidade, porém, é interrompida quando Sheila comenta a Helena que Paula pode estar grávida, deixando-a assustada e cheia de questionamentos. Joyce, em outro ponto, convida Caio para participar da regata em homenagem a Assunção, e Helena se recorda das palavras de Olga sobre seu sonho de ter um bisneto, refletindo sobre os desejos da família.

Carlos conversa com Zuleika por telefone, e Helena chega logo em seguida. Ela pede um abraço a Carlos, confessando sentir uma estranha sensação de perda. Paralelamente, Paula liga para Daniel, e Tânia tenta ouvir a conversa pela extensão. Durante o telefonema, Paula promete a Neusa que ainda se vingará de Mariana. Helena, então, conta a Carlos que Sheila a procurou, mas ele a alerta: se ela se deixar influenciar por Sheila, a felicidade do casal estará comprometida.

Joyce, mais tarde, pede desculpas a Marta por ter gritado com Ritinha, mas Marta se mostra modesta, afirmando que não merece o que Helena fez por ela. Enquanto isso, Ritinha encontra um cachorro perdido na rua e o leva para casa, trazendo um alívio momentâneo ao dia conturbado. Sheila, em seus pensamentos, sonha que Paula está grávida e compartilha a revelação com Helena. Caio aparece para buscar Joyce e Alice, a fim de participarem da regata em homenagem a Assunção.

No grande dia, Neusa entra na igreja vestida de noiva, pronta para se casar, enquanto, na Lagoa, Assunção acompanha a regata. Bruno cumprimenta Caio durante o evento, e Rafaela revela a Mauro que ele será avô. Caio convida Joyce para almoçar com seus pais, e Mauro comenta a Rafaela que Paula ficou grávida intencionalmente, levantando suspeitas sobre a paternidade da criança.

Paula, sozinha, se lembra de quando Carlos expressava o desejo de ter um filho e não consegue conter as lágrimas. Olga, sempre presente, convida Carlos e Helena para um passeio na praia, buscando momentos de leveza em meio às turbulências. Zuleika organiza um almoço com os convidados do casamento de Neusa e Mendonça, reunindo familiares e amigos para celebrar a união. Helena, por sua vez, vai almoçar na casa de Carlos, deixando Rafaela perplexa ao ver o casal junto, reforçando que, mesmo entre alegrias e celebrações, os segredos e emoções continuam a moldar os caminhos de todos.

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