A série The Copenhagen Test não vai continuar. Mesmo com um início que chamou atenção, a produção foi encerrada pela Peacock pouco tempo após sua estreia. A decisão, divulgada pela Variety, coloca fim a uma história que apostava em espionagem com tecnologia e chegou ao catálogo em 27 de dezembro de 2025 com oito episódios.
Como foi a audiência da série?
Nos primeiros dias, a série conseguiu espaço entre os títulos mais assistidos, acumulando milhões de minutos visualizados e aparecendo no ranking semanal de produções originais. Apesar desse início consistente, o interesse caiu rapidamente nas semanas seguintes, e a série deixou de aparecer entre os conteúdos mais vistos.
Mesmo com avaliações positivas da crítica, o desempenho irregular acabou sendo decisivo para o cancelamento. O caso reforça como, no streaming atual, manter o público ao longo das semanas é tão importante quanto uma estreia forte.
Sobre o que é The Copenhagen Test?
Criada por Thomas Brandon, a trama se passa em um futuro próximo onde a tecnologia permite invadir a mente humana. O protagonista, interpretado por Simu Liu (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), é um agente de inteligência que tem seu cérebro hackeado, permitindo que terceiros acompanhem tudo o que ele vê e ouve.
Enquanto tenta descobrir quem está por trás da invasão, ele também precisa lidar com a desconfiança ao seu redor, já que qualquer informação vazada pode comprometer operações inteiras. A narrativa combina investigação, tensão constante e dilemas ligados ao uso extremo da tecnologia.
Quem faz parte do elenco?
O elenco principal reúne nomes conhecidos do cinema e da TV. Além de Simu Liu (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), a série conta com Melissa Barrera (Pânico), que interpreta uma agente de campo diretamente envolvida nas missões.
Também estão na produção Sinclair Daniel (The Other Black Girl), Brian d’Arcy James (Spotlight: Segredos Revelados) e Mark O’Brien (City on a Hill), formando o núcleo central da história.
Quem está por trás da produção?
Nos bastidores, a série contou com James Wan (Invocação do Mal) como produtor executivo, além do próprio Simu Liu. A direção dos episódios iniciais ficou por conta de Jet Wilkinson (The Old Man), contribuindo para o tom mais fechado e tenso da série.
Por que a série foi cancelada?
O cancelamento reflete um cenário comum no streaming atual, onde o desempenho precisa se manter estável para garantir novos episódios. No caso de The Copenhagen Test, a queda de audiência após a estreia acabou sendo determinante.
A produção brasileira Cangaço Novo, do Prime Video, voltou aos holofotes com a chegada da segunda temporada, que rapidamente ganhou destaque entre os títulos mais assistidos da plataforma. Misturando ação, drama e crítica social, a série segue consolidando seu espaço como uma das narrativas nacionais mais fortes do streaming atual.
Criada por Mariana Bardan e Eduardo Melo, a produção acompanha personagens inseridos em um cenário marcado por violência, disputas de poder e questões sociais profundas, tudo isso ambientado no interior do Nordeste brasileiro. A nova fase da história intensifica esses elementos e amplia os conflitos já apresentados anteriormente.
O que acontece na 2ª temporada?
A segunda temporada retoma os eventos após uma perda importante que muda completamente o rumo dos protagonistas. Os irmãos Ubaldo, Dinorah e Dilvânia passam a lidar com um cenário ainda mais instável, onde a violência se intensifica e as disputas territoriais ganham novas proporções.
O grupo conhecido como Vaqueiros entra em conflito direto com a família Maleiro, que busca assumir o controle da região de Cratará. Esse embate transforma o sertão em um ambiente de tensão constante, onde alianças se formam e se desfazem rapidamente.
Além do conflito armado, a série também amplia o olhar para o campo político. A chegada de novas lideranças locais altera o equilíbrio de poder, trazendo corrupção, acordos estratégicos e disputas que vão muito além da violência física.
Quem são os protagonistas da história?
O núcleo principal continua centrado em personagens já conhecidos do público, com destaque para Allan Souza Lima, Alice Carvalho e Thainá Duarte.
Cada um deles assume funções diferentes dentro da dinâmica da narrativa: enquanto alguns seguem mais voltados para ações diretas no conflito, outros passam a ter papel estratégico, influenciando decisões importantes dentro do grupo.
Essa divisão ajuda a manter o equilíbrio entre ação, drama e desenvolvimento emocional dos personagens, algo que se tornou uma das marcas da série.
Por que a série se tornou tão popular?
Cangaço Novo ganhou força justamente por fugir de uma abordagem superficial sobre o crime e a violência. Em vez de focar apenas na ação, a produção investe em construção de personagens e em um cenário social mais complexo, onde cada decisão tem consequência direta.
Outro ponto importante é a forma como a série dialoga com temas como desigualdade, falta de estrutura estatal e conflitos de poder em regiões afastadas dos grandes centros urbanos. Isso contribui para uma narrativa mais realista e próxima de certas realidades brasileiras.
O resultado é uma série que combina ritmo intenso com uma camada mais crítica, o que ajuda a explicar sua boa recepção tanto do público quanto da crítica especializada.
A série vai ter 3ª temporada?
Até o momento, o Prime Video ainda não confirmou oficialmente a produção de uma terceira temporada de Cangaço Novo. Mesmo assim, o desempenho recente da série mantém viva a expectativa de continuidade.
A segunda temporada deixou diversas histórias em aberto, principalmente no que diz respeito ao futuro dos Vaqueiros e às consequências das alianças e conflitos estabelecidos ao longo da trama. Esse tipo de construção narrativa costuma ser um indicativo de que a história ainda pode avançar.
Faltando poucos meses para a estreia de A Odisseia, Christopher Nolan comentou pela primeira vez o trabalho de Tom Holland no filme e explicou por que o ator foi escolhido para interpretar Telêmaco, filho de Odisseu. A declaração foi publicada pelo Comic Basics e oferece uma pista importante sobre o papel que o personagem terá na adaptação do clássico de Homero.
Segundo Nolan, a história não acompanha apenas a longa viagem de Odisseu de volta para casa após a Guerra de Troia. O diretor considera que o amadurecimento de Telêmaco é um dos pilares da narrativa e afirmou que Holland compreendeu essa construção desde o início das filmagens.
Sem recorrer a elogios superficiais, Nolan destacou a forma como o ator prepara seus personagens. Para o cineasta, Holland combina talento com um método de trabalho cuidadoso, buscando compreender cada camada emocional antes de entrar em cena. O diretor também afirmou que essa abordagem foi determinante para construir um Telêmaco convincente, figura central na adaptação.
A escalação chamou atenção quando foi anunciada, já que muitos imaginavam que Holland interpretaria o próprio Odisseu. O protagonista, no entanto, ficou com Matt Damon, que volta a trabalhar com Nolan após Interestelar e Oppenheimer. Já Holland assume um personagem que, na obra original, passa boa parte da história tentando descobrir o paradeiro do pai e amadurecendo diante da responsabilidade de proteger o reino de Ítaca.
A produção reúne um dos elencos mais conhecidos da carreira de Nolan. Além de Matt Damon e Tom Holland, o filme conta com Anne Hathaway como Penélope, Zendaya no papel de Atena, Robert Pattinson como Antínoo, Charlize Theron como Circe, Jon Bernthal como Menelau, Jesse Plemons, Lupita Nyong’o, Ben Wang, Maya Hawke e outros nomes.
Anunciado no fim de 2024, A Odisseia adapta um dos textos mais influentes da literatura ocidental. A trama acompanha o retorno de Odisseu a Ítaca depois da Guerra de Troia, enfrentando criaturas como o Ciclope Polifemo, as Sereias e a feiticeira Circe antes de reencontrar Penélope.
As filmagens aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025 em locações na Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o projeto é o mais caro da filmografia de Christopher Nolan e também o primeiro dirigido por ele a ser filmado inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.
O trailer de Homem-Aranha: Um Novo Diafinalmente chegou e trouxe aos fãs do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) uma série de surpresas que prometem agitar a nova fase do herói aracnídeo. Entre retornos aguardados, vilões clássicos e detalhes escondidos, o vídeo já deixou o público ansioso para descobrir como Peter Parker enfrentará os desafios que vêm pela frente.
Tom Holland retorna como Peter Parker/Homem-Aranha, agora quatro anos depois do feitiço de Stephen Strange que apagou sua existência do conhecimento do mundo. O trailer mostra Peter atuando de forma anônima, protegendo Nova York enquanto lida com uma evolução física ameaçadora, resultado da pressão constante de combater o crime sozinho. Essa premissa sugere que o herói terá que equilibrar suas responsabilidades com um mistério ainda maior que assola a cidade.
Entre os retornos mais comentados estão Jon Bernthal como Justiceiro e Michael Mando como Escorpião, confirmando que vilões clássicos estarão de volta para desafiar Peter de maneiras inéditas. O trailer também trouxe Mark Ruffalo como Bruce Banner, mas com uma diferença importante: ele aparece como professor na Empire State University, sem se transformar na forma de Hulk Inteligente. No pulso direito, um pequeno dispositivo chama atenção: o Inibidor de Hulk, tecnologia criada pelo próprio Banner para controlar a radiação gama e manter sua forma humana. O equipamento já havia sido mostrado na cena pós-créditos de Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis.
Além de Holland e Ruffalo, o elenco principal inclui Zendaya, Sadie Sink e Jacob Batalon, que retornam como MJ, Liz e Ned, respectivamente. Novos personagens também fazem parte da trama, interpretados por Tramell Tillman, Kenneth Branagh, Simone Ashley, Lucy Liu, Justin Theroux, Sydney Sweeney, Pauline Chalamet, Rachel Bloom e B. J. Novak. Donatella Versace e Lady Gaga aparecem em participações especiais, prometendo momentos memoráveis que devem impactar o desenvolvimento da história.
A produção é liderada por Destin Daniel Cretton na direção, com roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers, dupla que trabalhou nos filmes anteriores da franquia. Produzido pela Columbia Pictures, Marvel Studios e Pascal Pictures, o filme será distribuído pela Sony Pictures Releasing, tornando-se o trigésimo oitavo longa do MCU e o quarto da série do Homem-Aranha estrelada por Holland. Michael Giacchino retorna para assinar a trilha sonora, reforçando a identidade musical dos filmes anteriores.
O desenvolvimento de Homem-Aranha 4 começou ainda em 2019, paralelo à produção de No Way Home. Em 2021, a produtora Amy Pascal revelou que o longa abriria uma nova trilogia com Holland, expandindo a história do personagem no MCU. O trabalho de roteiro avançou em 2023, e Cretton foi confirmado como diretor em outubro de 2024. O título foi anunciado em março de 2025, e as filmagens aconteceram entre agosto e dezembro de 2025, incluindo locações em Glasgow, Pinewood Studios e outros cenários no Reino Unido.
O trailer também entrega pistas visuais interessantes. As cenas de Nova York mantêm o ambiente urbano como cenário central, equilibrando ação e momentos mais intimistas, como a universidade onde Banner leciona. A presença do Inibidor de Hulk indica que Bruce terá papel estratégico, mas controlado, enquanto Peter precisará enfrentar ameaças físicas e psicológicas simultaneamente.
Com a narrativa mostrando Peter lidando com uma evolução perigosa e investigando crimes misteriosos, o filme promete combinar ação, suspense e desenvolvimento de personagens. Vilões conhecidos e novas ameaças devem ampliar o drama, enquanto alianças inesperadas poderão surgir, mantendo o público atento a cada detalhe do MCU.
Homem-Aranha 4: Um Novo Dia tem estreia marcada para 31 de julho de 2026 nos Estados Unidos e 30 de abril no Brasil e em Portugal, integrando a Fase Seis do MCU. O longa se apresenta como um ponto central da narrativa do herói, conectando eventos passados e preparando o terreno para futuras produções da Marvel.
No próximo sábado, 17/02/2024, reservem um momento especial para se deleitar com uma tarde repleta de risadas e emoções na tão aguardada Sessão de Sábado da TV Globo. Os espectadores serão agraciados com a exibição do empolgante filme de aventura e comédia intitulado ‘Ninguém Segura esse Bebê’, uma produção americana que tem à sua frente o talentoso diretor Patrick Johnson.
Este filme, com um elenco estelar liderado por Brian Haley, Cynthia Nixon, Joe Mantegna, entre outros talentos, é uma verdadeira jornada envolvente, capaz de arrancar gargalhadas e tocar os corações do público. Sob o título original ‘Baby’s Day Out’, esta obra cinematográfica foi concebida em 1994 e desde então tem encantado espectadores de todas as idades com sua magia e diversão.
A trama nos leva a acompanhar a história de três atrapalhados sequestradores que, por um descuido, perdem o bebê que haviam capturado. O que se segue é uma hilariante e frenética busca pela criança, que envolve tanto a polícia quanto os próprios sequestradores, resultando em situações cômicas e emocionantes.
Curiosidades do filme Ninguém Segura Esse Bebê
“Ninguém Segura Esse Bebê”, lançado em 1994, é uma comédia que conquistou corações com sua premissa única e humor cativante. Dirigido por Patrick Read Johnson, o filme rapidamente se tornou um clássico cult, atraindo tanto fãs de comédia quanto famílias em busca de entretenimento leve.
Uma das características marcantes do filme é a sua inspiração nos trabalhos do renomado cineasta John Hughes, famoso por suas comédias adolescentes dos anos 80. Patrick Read Johnson trouxe essa influência para “Ninguém Segura Esse Bebê”, incorporando um senso de humor inteligente e situações absurdas que desafiam as convenções do gênero.
O elenco de crianças talentosas foi fundamental para o sucesso do filme, especialmente os gêmeos Jacob Worton e Adam Worton, que interpretaram o bebê protagonista. Sua química na tela e suas expressões adoráveis adicionaram uma dose extra de charme à história.
Uma participação especial que não passa despercebida é a de Bruce Willis, que empresta sua voz para o bebê imaginário que interage com o protagonista. Essa adição inesperada proporciona momentos hilariantes e contribui para o carisma do filme.
Além do elenco, os efeitos especiais também desempenharam um papel significativo em “Ninguém Segura Esse Bebê”. As cenas em que o bebê aparenta realizar ações improváveis, como dirigir um carro, foram realizadas com maestria, aumentando ainda mais o aspecto cômico e fantástico da história.
Embora o filme tenha recebido críticas mistas em seu lançamento, ao longo dos anos, conquistou um lugar especial no coração dos espectadores, tornando-se um clássico querido para muitos. Sua trilha sonora vibrante, repleta de sucessos dos anos 90, contribui para a atmosfera nostálgica que o tornou memorável.
Além disso, “Ninguém Segura Esse Bebê” influenciou outras produções cinematográficas com premissas semelhantes, inspirando filmes como “Bebês Geniais” e “Três Solteirões e um Bebê”.
Horário de exibição da Sessão de Sábado
Na tarde de sábado, a partir das 14h10, imediatamente após o encerramento do Jornal Hoje, reserve um lugar aconchegante em frente à tela da TV e mergulhe em uma tarde repleta de entretenimento garantido. Preparem-se para se envolver em uma experiência cinematográfica que promete cativar a todos, desde os mais jovens aos mais experientes espectadores. Cada cena deste emocionante filme é uma oportunidade para desfrutar de momentos de pura diversão, onde risos e emoções se entrelaçam em uma trama irresistível. Não percam a chance de fazer parte desta jornada cinematográfica que a TV Globo preparou especialmente para vocês. Preparem-se para se emocionar, se divertir e se encantar. Não deixem de sintonizar na tela da TV Globo e aproveitar esta exibição imperdível!
O novo filme de Steven Spielberg, Dia D, chegou aos cinemas brasileiros nesta semana cercado por forte expectativa comercial. As projeções iniciais do mercado indicam que a produção pode arrecadar cerca de US$ 35 milhões na América do Norte e aproximadamente US$ 65 milhões nos mercados internacionais durante seu primeiro fim de semana em cartaz, alcançando uma abertura global próxima de US$ 100 milhões. As informações são do Deadline.
Caso a estimativa se confirme, o longa deverá assumir a liderança das bilheterias norte-americanas e iniciar sua trajetória comercial com um resultado considerado positivo para uma produção original de grande porte. O filme teve orçamento líquido estimado em US$ 115 milhões, valor que o coloca entre os maiores investimentos recentes em uma obra de ficção científica que não pertence a uma franquia já estabelecida.
O desempenho chama atenção porque chega em um momento em que os grandes estúdios têm concentrado seus investimentos principalmente em continuações, adaptações e universos compartilhados. Nesse cenário, Dia D surge como uma rara aposta em uma história inédita comandada por um diretor que construiu parte de sua carreira justamente transformando conceitos originais em sucessos de público.
A recepção da crítica também contribui para o interesse em torno do lançamento. No Rotten Tomatoes, principal agregador de avaliações da imprensa internacional, o filme registra aprovação de 85%. O índice posiciona a produção acima de títulos como Guerra dos Mundos e Inteligência Artificial, ambos dirigidos por Spielberg, além de colocá-la próxima de obras amplamente reconhecidas da filmografia do cineasta, como Minority Report e Contatos Imediatos do Terceiro Grau.
Em Dia D, Spielberg retorna a um tema que atravessa diferentes momentos de sua carreira: o impacto do desconhecido sobre a sociedade. A história acompanha um mundo que é confrontado com evidências definitivas da existência de vida extraterrestre, desencadeando uma crise global sem precedentes.
A trama tem início quando uma meteorologista sofre uma transformação inexplicável durante uma transmissão ao vivo. O episódio rapidamente ganha repercussão internacional e passa a ser associado a outros fenômenos semelhantes registrados em diferentes países. Conforme os acontecimentos se multiplicam, governos, cientistas e autoridades tentam compreender a origem dos eventos enquanto a população acompanha, em tempo real, o colapso de certezas que pareciam inquestionáveis.
Paralelamente, um especialista em segurança digital decide expor informações confidenciais que podem revelar décadas de segredos mantidos longe do conhecimento público. A investigação conduz o público por uma rede de conspirações, interesses corporativos e informações ocultadas por instituições que, segundo a narrativa, sabiam muito mais sobre os fenômenos do que admitiam oficialmente.
O elenco reúne atores que vêm acumulando destaque em produções de grande repercussão nos últimos anos. Emily Blunt interpreta Margaret Fairchild, a meteorologista que se torna uma das figuras centrais da crise global. A atriz já construiu forte ligação com o gênero em produções como No Limite do Amanhã e Um Lugar Silencioso.
Ao seu lado está Josh O’Connor, vencedor do Emmy por sua atuação em The Crown. O ator interpreta Daniel Kellner, especialista em segurança cibernética que assume papel decisivo na busca por respostas sobre os acontecimentos que começam a afetar o planeta.
O elenco principal também conta com Colin Firth, vencedor do Oscar por O Discurso do Rei, no papel de Noah Scanlon, executivo ligado a uma poderosa corporação envolvida nos mistérios da trama. Já Eve Hewson interpreta Jane Blankenship, uma ex-freira que se torna peça importante na investigação. Completando o núcleo principal está Colman Domingo, indicado ao Oscar por Rustin, vivendo Hugo Wakefield, um homem disposto a desafiar versões oficiais para tornar públicas informações consideradas sigilosas.
Logotipo da novela A Infância de Romeu e Julieta. Foto: Divulgação/ SBT
Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 22/05/2023, segunda-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.
No capítulo da novela, Julieta, consumida pela desconfiança, começou a suspeitar que Romeu havia tramado algo contra seus amigos. O sentimento de traição crescia dentro dela, minando a confiança que um dia havia existido entre eles. Incapaz de conter sua angústia, Julieta tomou uma decisão drástica e bloqueou Romeu em todas as redes sociais, criando uma barreira virtual entre eles. Enquanto lidava com as emoções tumultuadas em seu coração, uma revelação inesperada de Vitor trouxe à tona uma nova fonte de ciúmes para Julieta. Vitor compartilhou que havia visto Telma, uma amiga em comum, no Mercado Monter. Essa informação provocou um turbilhão de pensamentos na mente de Julieta, pois ela se perguntava por que Romeu estava em um lugar tão próximo a Telma sem lhe dizer nada. A incerteza e a insegurança começaram a corroer a confiança que ela ainda nutria por ele.
Ainda em A Infância de Romeu e Julieta, para piorar a situação, o ciúme de Julieta atingiu um novo patamar quando ela testemunhou Romeu presenteando Rosalina. Seu coração se encheu de inveja ao ver Romeu demonstrar afeto e atenção para outra mulher. Ela se sentiu excluída, temendo que Rosalina pudesse estar ocupando o espaço que um dia pertenceu a ela no coração de Romeu. Essas circunstâncias levaram Julieta a um estado de conflito interno, onde o ciúme e a desconfiança ameaçavam o relacionamento que ela tinha com Romeu. As barreiras digitais e as suspeitas mútuas começaram a separá-los, deixando-os em um limbo emocional repleto de insegurança e questionamentos. Agora, ambos enfrentavam o desafio de superar essas provações e descobrir se o amor que compartilhavam poderia resistir a esses obstáculos aparentemente intransponíveis.
O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Sabe aquela expressão “virar um só”? Normalmente usada por casais apaixonados, ela ganha um significado muito, mas muito mais literal — e grotesco — no novo filme de terror “Juntos”, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 14 de agosto. Mas não se engane: essa não é uma história de amor comum. É uma viagem intensa, perturbadora e cheia de sangue sobre o que acontece quando duas pessoas decidem se manter unidas a qualquer custo. Mesmo que isso custe sua identidade, sua sanidade e… seus próprios corpos.
Protagonizado por Alison Brie (Glow, Bela Vingança) e Dave Franco (Anjos da Lei, Vizinhos), que também são casados na vida real, o filme brinca com a intimidade do casal para explorar o lado mais sombrio da convivência e da codependência emocional. O resultado é uma mistura entre romance torto e horror visceral, que já está dando o que falar desde sua estreia no Festival de Sundance.
Dirigido por Michael Shanks — que aqui faz sua estreia na direção de longas — a trama de terror chega ao Brasil pelas mãos da Diamond Films, e se você é fã do gênero, essa história vai colar na sua cabeça. Literalmente.
Quando o amor não basta (e vira dor)
A premissa do filme parece simples: Millie, uma professora de inglês, e Tim, um músico tentando manter a carreira viva, deixam a cidade grande para começar uma nova vida no interior. É aquela ideia clássica do recomeço, da esperança de que a calmaria do campo vai salvar uma relação que já não anda lá essas coisas.
Mas o que deveria ser um novo capítulo se transforma em um conto grotesco de horror e confusão emocional. Logo nos primeiros dias, o casal se envolve em um acidente bizarro: caem em uma caverna durante uma tempestade e acordam com as pernas coladas por uma substância grudenta. Estranho? Sim. Mas só o começo.
Tim começa a agir de forma estranha, se sentindo atraído por Millie de maneira quase incontrolável, mesmo após um longo tempo de distanciamento entre eles. E quanto mais tentam retomar a normalidade, mais o corpo deles insiste em… fundir. Isso mesmo: pele com pele, os dois passam a literalmente se colar um ao outro. E o que deveria ser uma relação amorosa se transforma em algo quase parasitário.
Um filme que te suga para dentro da intimidade (e do caos)
É impossível assistir a produção americana sem se sentir desconfortável. Mas esse desconforto não vem só do sangue, das cenas de fusão corporal ou das imagens grotescas que povoam a tela. Ele vem, principalmente, do que o filme diz sobre nós, sobre a forma como amamos, e sobre a dificuldade de encontrar um equilíbrio entre estar com alguém e ainda ser você mesmo.
Ao colocar Alison Brie e Dave Franco no centro dessa história, o diretor não só aproveita a química real entre eles, mas também testa seus limites emocionais. A intimidade dos dois transborda para a tela, o que torna tudo ainda mais incômodo — especialmente quando eles estão tentando desesperadamente se desgrudar, com serras, gritos, lágrimas e tudo o mais.
Mais do que um filme de monstros, a obra é um filme sobre os monstros internos que criamos quando negligenciamos quem somos por causa de quem amamos.
Jamie, o vizinho bizarro e o culto da “unificação”
Nem só de Tim e Millie vive o filme. O personagem Jamie, interpretado pelo sempre surpreendente Damon Herriman, entra em cena como o vizinho que recebe o casal na nova cidade. Mas Jamie guarda segredos — e não são pequenos. A certa altura, ele revela ser fruto de uma fusão entre dois homens apaixonados que participaram de um estranho ritual naquela mesma caverna.
A revelação joga uma nova luz sobre tudo o que está acontecendo com o casal. E a coisa fica ainda mais sinistra quando Jamie começa a pressionar Millie a “completar o processo” com Tim. Afinal, segundo ele, é na fusão completa que reside o verdadeiro amor. Ou seria o verdadeiro fim?
O horror simbólico se torna literal. O amor que cola, que sufoca, que derrete identidades até sobrar apenas uma coisa nova, indefinida. Algo nem humano, nem completamente consciente — apenas um corpo, um amálgama.
Quando a intimidade vira prisão
Um dos pontos mais poderosos do filme é como ele trata a sexualidade. Em um momento especialmente desconcertante, Tim e Millie fazem sexo e acabam ficando colados pelas genitálias. Sim, a cena é tão bizarra quanto parece. E é justamente essa bizarrice que faz o espectador se questionar: até onde a fusão é consentida? Onde termina o desejo e começa a violência emocional?
Millie, inicialmente disposta a fazer o relacionamento funcionar, começa a perceber que está se perdendo nesse processo. Tim, por sua vez, flutua entre o desespero e o desejo de união, como se o trauma e a culpa o empurrassem para esse fim inevitável.
A direção cuidadosa de Michael Shanks não deixa espaço para interpretações simplistas. Tudo é ambíguo, desconfortável e emocionalmente complexo. O terror aqui não está só no grotesco físico, mas na fragilidade dos laços que nos unem — e na força brutal com que eles podem nos destruir.
Crítica social, terror e uma dança ao som de “2 Become 1”
A cena final do filme é, ao mesmo tempo, absurda e profundamente simbólica. Tim tenta se sacrificar cortando a própria garganta para impedir que Millie acabe como ele. Mas é tarde demais. Ferida, sangrando e emocionalmente dilacerada, ela aceita que talvez o único caminho possível seja a fusão.
E então eles dançam. Juntos. Ao som de “2 Become 1”, das Spice Girls. Sim, você leu certo. Uma balada pop dos anos 90 embala a união final desse casal em ruínas — agora, literalmente, um só ser.
É grotesco? Sim. Mas também é triste, bonito e melancólico. O que começa como um filme de terror termina como uma tragédia romântica corporal — um lembrete de que nem sempre o amor nos completa. Às vezes, ele nos consome.
Recepção explosiva e prestígio nos festivais
O longa-metragem estreou em janeiro no Festival de Sundance e imediatamente virou queridinho da crítica e do público. Com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma das maiores vendas do festival (a distribuidora Neon desembolsou US$ 17 milhões pelos direitos), o filme já chegou com status de “cult instantâneo”.
No Brasil, a Diamond Films aposta alto no lançamento, promovendo trailers legendados e dublados, pôsteres variados e uma estratégia que foca no público que gosta de terror com profundidade — tipo Jordan Peele encontra Cronenberg.
JUNTOS — ou solitários?
No fim das contas, o maior terror de Together talvez não seja o gore, o sangue ou os corpos derretendo um no outro. Talvez o pior seja a pergunta que o filme deixa no ar: estamos amando alguém… ou apenas tentando preencher um vazio nosso? Até onde vai a conexão e onde começa a destruição?
Se você já viveu um relacionamento onde sentiu que estava desaparecendo, onde sua identidade se perdeu em nome de uma convivência “em paz”, este filme vai te tocar fundo. E, talvez, te fazer repensar o que realmente significa estar — ou querer estar — junto.
Nascido para Vencer apresenta uma trama que, embora siga o caminho familiar de filmes sobre luta e superação, se destaca por um toque humano capaz de manter o espectador envolvido do começo ao fim. A história gira em torno de Mickey Kelley (interpretado por Sean Patrick Flanery), um homem que busca redenção após se afastar do mundo das artes marciais, tentando reconstruir sua vida e encontrar equilíbrio com sua família. O enredo, com sua abordagem sobre a luta interna contra as adversidades da vida, é um clássico exemplo de superação, um tema sempre emocionante e profundo. A transição de Mickey de um campeão de jiu-jitsu para um homem em busca de uma vida mais pacífica é retratada de forma eficaz, equilibrando cenas de ação intensas com momentos de introspecção, que revelam suas vulnerabilidades e dilemas pessoais.
Porém, como é comum no gênero, a narrativa peca ao cair em alguns clichês e padrões previsíveis, o que tira um pouco da originalidade da trama. Mesmo assim, o filme consegue manter o interesse do público com seu ritmo envolvente e as atuações sólidas do elenco. Sean Patrick Flanery faz um trabalho convincente ao interpretar Mickey, conseguindo transmitir tanto a vulnerabilidade quanto a força interior de seu personagem, o que faz com que o público se conecte emocionalmente com sua jornada. Dennis Quaid, como o mentor de Mickey, traz uma performance emocionalmente rica, com uma sensibilidade que complementa bem o papel de guia do protagonista. No entanto, o filme não se aprofunda tanto nos personagens secundários, que, embora bem interpretados, acabam sendo bastante superficiais, não deixando um impacto duradouro.
A química entre Flanery e Katrina Bowden, que interpreta a esposa de Mickey, é um dos pontos positivos, e embora o roteiro ofereça uma boa dinâmica entre o casal, há uma sensação de que esse relacionamento poderia ter sido mais explorado, revelando mais sobre as complexidades dessa parceria e os desafios que ela enfrenta. A relação deles, que é uma parte central da jornada de Mickey, se sente um pouco negligenciada, o que impede o filme de atingir seu potencial máximo de profundidade emocional.
No que diz respeito à ação, o filme não decepciona. As cenas de luta são bem executadas, intensas e realistas, com coreografias de MMA e jiu-jitsu que agradam os fãs do esporte. A energia das lutas é bem capturada, e isso mantém a tensão alta, mesmo nas cenas mais calmas. No entanto, a ausência de um grande conflito ou de uma reviravolta impactante no enredo faz com que o filme não se destaque tanto entre outros do mesmo gênero. Apesar disso, Nascido para Vencer ainda oferece uma história inspiradora de superação, honra e redenção pessoal, tocando em temas universais de luta, perda e recomeço.
Em resumo, embora o filme tenha seus méritos, como uma execução técnica eficiente, atuações consistentes e uma mensagem positiva, ele peca pela previsibilidade e pela falta de um elemento surpreendente que o faça se destacar no gênero. Para quem busca uma trama simples, porém emocionante, pode ser uma boa escolha de entretenimento, mas aqueles que esperam algo mais inovador e imprevisível podem achar a experiência um pouco aquém das expectativas.
Capítulo 011 da novela A Vida de Jó de segunda, 29 de setembro O clima em Uz se torna tenso quando Jó, incomodado com a insistência de seus filhos, decide confrontá-los diretamente, exigindo sinceridade e clareza sobre suas verdadeiras intenções. Entre acusações e silêncios carregados de significado, Efraim expõe suas inseguranças em relação a Sera, revelando vulnerabilidades que tentava ocultar. Esse momento de franqueza provoca faíscas de conflito, mas também abre caminho para uma compreensão mais profunda entre pai e filhos, e entre os jovens, que precisam lidar com sentimentos contraditórios de medo, desejo e lealdade, intensificando as tensões familiares.
Capítulo 012 – terça, 30 de setembro Raquel recebe a visita de Sera e Efraim, que inicialmente parecia ser apenas uma oportunidade de aproximação, mas acaba trazendo uma notícia dolorosa que abala seu equilíbrio emocional. Paralelamente, Jó questiona um servo sobre os filhos, tentando entender acontecimentos recentes, mas a resposta recebida revela algo inesperado e decepcionante, aprofundando seu senso de perda e frustração. O capítulo explora como a verdade, por mais amarga que seja, força os personagens a confrontarem não apenas os outros, mas também a si mesmos, provocando reflexões sobre confiança, lealdade e escolhas difíceis.
Capítulo 013 da novela A Vida de Jó de quarta, 1º de outubro Antes de se despedir, Sera surpreende Raquel com uma revelação sobre seu passado, um segredo capaz de transformar a forma como ela percebe relações e alianças em Uz. Ao mesmo tempo, o diabo provoca um diálogo intenso com Deus a respeito de Jó, sugerindo uma prova que desafiará a fé, paciência e resistência do homem. O episódio aprofunda a dualidade entre o humano e o divino, mostrando como forças invisíveis manipulam destinos e testam corações, enquanto os personagens enfrentam dilemas morais e emocionais que prometem transformar suas vidas.
Capítulo 014 – quinta, 2 de outubro Jó se vê exposto diante da comunidade de Uz, que não hesita em confrontá-lo sobre suas perdas, escolhas e conduta, criando um clima pesado de julgamento e expectativa social. Ao mesmo tempo, Raquel, abalada pela sequência de tragédias, questiona seu próprio caminho e suas decisões, levantando dúvidas sobre justiça, destino e as forças que regem a vida. O capítulo aprofunda o drama coletivo e individual, mostrando que a dor e os questionamentos podem ser compartilhados, mas cada pessoa os enfrenta de maneira única, reforçando a intensidade emocional da trama.
Capítulo 015 da novela A Vida de Jó de sexta, 3 de outubro Embora a Record ainda não tenha divulgado o resumo oficial deste episódio, os acontecimentos recentes indicam que novas revelações e confrontos estão prestes a surgir, mantendo os espectadores em suspense e expectativa.