O curta brasileiroA Última Fita foi selecionado para o DJANHO! – Mostra Internacional e Interbairros de Cinema Fantástico de Curitiba, festival dedicado ao horror, à fantasia e à ficção científica. A escolha coloca a produção no circuito nacional especializado, reunindo um público acostumado a acompanhar novos realizadores e produções independentes do gênero.
Escrito, dirigido e produzido por Caroline Adrielli, o filme acompanha cinco amigos que interrompem uma viagem para passar a noite em uma casa de temporada. No imóvel, eles encontram fitas VHS gravadas na década de 1990. As imagens registram uma sequência de assassinatos ligados ao local e fazem o grupo perceber que aqueles crimes não pertencem apenas ao passado.
A equipe optou por construir as cenas de violência diretamente no set. Entre os efeitos utilizados estão maquiagem de caracterização, sangue cenográfico, uma explosão realizada durante as filmagens e a destruição de uma porta com um machado. A escolha aproxima o curta dos slashers produzidos entre o fim dos anos 1970 e o início dos anos 1990, período em que esses recursos eram parte essencial da linguagem do gênero.
Outro elemento criado exclusivamente para o projeto foi a trilha do assassino. Em vez de recorrer a músicas já existentes, a produção desenvolveu um tema original para acompanhar as aparições do personagem ao longo da narrativa.
Realizado por meio de financiamento coletivo, A Última Fita mobilizou uma equipe formada por 31 profissionais entre elenco e técnicos. O orçamento foi direcionado principalmente para cenografia, maquiagem de efeitos especiais e execução das sequências práticas, reduzindo o uso de intervenções digitais.
A presença das fitas VHS também faz parte dessa proposta estética. Elas não funcionam apenas como objeto de cena, mas como peça central da narrativa e referência ao período em que produções de terror circulavam principalmente pelas locadoras.
A seleção para o DJANHO! representa a primeira participação de A Última Fita em um festival dedicado exclusivamente ao cinema fantástico. O evento reúne anualmente curtas e longas brasileiros e internacionais voltados ao horror, suspense, fantasia e ficção científica, tornando-se uma das principais vitrines do gênero no país.
E se o maior pesadelo corporativo virasse entretenimento? Em Break Room, a autora best-seller Miye Lee parte de uma premissa provocadora — e quase cômica — para construir um thriller psicológico afiado, desconfortável e surpreendentemente atual. O que começa como uma sátira sobre colegas de trabalho irritantes evolui para uma crítica mordaz à cultura do julgamento, à lógica dos reality shows e à fragilidade das relações profissionais.
A proposta é simples e brilhante: oito pessoas são convidadas para participar de um novo reality show na Coreia do Sul. A promessa? Fama, exposição midiática e um prêmio em dinheiro. A revelação, porém, transforma entusiasmo em constrangimento: todos foram indicados anonimamente pelos próprios colegas como as pessoas mais insuportáveis da copa do escritório. Aquele espaço banal do cotidiano corporativo — onde se disputa micro-ondas, café e paciência — torna-se o centro de uma experiência social extrema.
Miye Lee demonstra habilidade ao transformar algo aparentemente trivial em campo de batalha psicológico. A copa do escritório, símbolo de convivência forçada e pequenas tensões diárias, vira metáfora do ambiente de trabalho contemporâneo: competitivo, silenciosamente hostil e permeado por ressentimentos que raramente são verbalizados. A autora compreende que o desconforto social, quando exposto à vigilância constante das câmeras, se intensifica até beirar o colapso.
O grande trunfo da narrativa surge com a segunda reviravolta: entre os participantes há um impostor, infiltrado pela produção. Para vencer, é preciso identificá-lo antes que o tempo acabe. A dinâmica adiciona uma camada de paranoia ao confinamento. Ninguém confia em ninguém — e, pior, ninguém confia em si mesmo. Afinal, se todos foram escolhidos por serem “insuportáveis”, até que ponto a percepção externa molda a identidade?
A escrita de Miye Lee é ágil, visual e estrategicamente claustrofóbica. Os diálogos são carregados de ironia e tensão, e a construção dos personagens evita caricaturas fáceis. Cada participante carrega inseguranças, traços irritantes e vulnerabilidades que os tornam humanos — e perigosamente reconhecíveis. O leitor inevitavelmente se pergunta: “Eu seria indicado?”. Essa identificação desconfortável é parte essencial da experiência.
Mais do que um simples jogo de desconfiança, Break Room funciona como crítica social. A autora aponta para uma sociedade que transforma constrangimento em audiência e conflito em espetáculo. O reality show dentro do livro espelha programas reais que exploram rivalidades e fragilidades emocionais como combustível de entretenimento. A humilhação deixa de ser consequência e passa a ser produto.
Há também uma reflexão pertinente sobre cultura corporativa. Ambientes que incentivam competitividade extrema e cordialidade superficial frequentemente abafam conflitos genuínos. Em vez de diálogo, acumulam-se pequenas irritações que, no contexto do programa, explodem. A escolha do cenário — a Coreia do Sul, conhecida tanto por sua intensa cultura de trabalho quanto por sua indústria de entretenimento robusta — reforça essa dualidade entre disciplina social e espetáculo midiático.
Se há um ponto que pode dividir leitores, é o ritmo. A tensão psicológica cresce de forma gradual, priorizando o desconforto emocional em vez de grandes reviravoltas explosivas. Para alguns, isso pode parecer contido; para outros, é exatamente o que torna a narrativa mais realista e perturbadora. O suspense não depende apenas da descoberta do impostor, mas da deterioração das relações.
No fim, Break Room não é apenas sobre descobrir quem é o infiltrado — é sobre revelar o que cada participante esconde sob a máscara profissional. O verdadeiro jogo não está na identificação do impostor, mas na exposição das pequenas crueldades cotidianas que praticamos e sofremos no ambiente de trabalho.
Neste aguardado sábado, 11/11/2023, os amantes do cinema terão a rara oportunidade de se deleitar com o instigante longa-metragem “A Hora do Rush 2” durante a renomada Sessão de Sábado. Sob a direção magistral de Brett Ratner e inicialmente lançado nos cinemas brasileiros em 5 de outubro de 2001, este filme de alto calibre conta com um elenco estelar, composto por ícones como Jackie Chan, Chris Tucker, John Lone e Zhang Ziyi.
A trama, originalmente batizada de “Rush Hour 2”, transporta os espectadores para uma narrativa eletrizante repleta de ação, onde o incansável inspetor Lee (interpretado por Jackie Chan) e o tagarela detetive James Carter (interpretado por Chris Tucker) decidem empreender uma tão esperada viagem a Hong Kong em busca de merecido descanso. No entanto, a tranquilidade é abruptamente interrompida por uma explosão na embaixada americana, ceifando a vida de dois agentes disfarçados que investigavam a falsificação de um valioso anel.
A complexidade da trama atinge seu ápice quando a polícia de Hong Kong suspeita que o líder da Tríade, Ricky Tan (interpretado por John Lone), seja o cérebro por trás do nefasto crime. Ricky Tan, que já compartilhou uma história com o pai de Lee no passado e teve um papel em sua trágica morte, emerge como o principal alvo da investigação, conduzindo Lee e Carter por uma jornada repleta de perigos.
Curiosidades do filme “A Hora do Rush 2”: “A Hora do Rush 2” é uma sequência empolgante do filme original, expandindo suas fronteiras geográficas e proporcionando uma experiência cinematográfica ainda mais dinâmica. A mudança do cenário de Los Angeles para Hong Kong não apenas enriquece visualmente o filme, mas também permite a exploração de locais exóticos e a incorporação de elementos culturais asiáticos.
O filme destaca as habilidades extraordinárias de artes marciais de Jackie Chan e a energia cômica de Chris Tucker. A coreografia de luta, característica dos filmes de Jackie Chan, é um espetáculo por si só, com Chan utilizando o ambiente de um playground em uma cena notável para realizar acrobacias incríveis, demonstrando sua habilidade inigualável e dedicação à autenticidade das cenas de ação.
A adição da talentosa atriz chinesa Zhang Ziyi como Hu Li, uma personagem envolvida nas atividades criminosas do filme, não só reforça o elenco, mas também acrescenta uma dimensão intrigante à trama.
A participação especial do renomado diretor Roman Polanski como um detetive francês é um toque interessante, trazendo uma pitada de humor peculiar e contribuindo para a diversidade de talentos no elenco.
O sucesso de bilheteria de “A Hora do Rush 2” foi impulsionado pela combinação perfeita de ação e comédia. As sequências de luta, muitas realizadas por Jackie Chan, são magistralmente coreografadas, enquanto a química entre Chan e Tucker continua a ser um ponto forte, gerando risadas e mantendo o público envolvido do início ao fim.
Além disso, o filme é repleto de paródias e referências a outros filmes e à cultura pop, enriquecendo a experiência para os espectadores atentos. Esses elementos contribuíram para transformar “A Hora do Rush 2” em um sucesso duradouro e pavimentaram o caminho para a produção de uma terceira sequência, “A Hora do Rush 3”.
Que horas vai passar a Sessão de Sábado? O roteiro habilmente elaborado por Jeff Nathanson amalgama elementos de ação, comédia e drama, proporcionando uma experiência cinematográfica envolvente e multifacetada. A exibição está programada para a Sessão de Sábado a partir das 14h10, sucedendo a novela “Chocolate Com Pimenta”. Para os entusiastas do cinema, há ainda a opção de assistir a essa obra-prima através do serviço de streaming HBO Max.
Prepare-se para uma tarde imersiva, permeada por adrenalina e gargalhadas, pois “A Hora do Rush 2” promete entregar entretenimento de alta qualidade, satisfazendo os paladares dos aficionados por esse cativante gênero cinematográfico na Sessão de Sábado. Prepare a pipoca e desfrute de uma experiência cinematográfica inesquecível!
Adaptar novamente a obra que inspirou No Limite do Amanhã poderia parecer um movimento arriscado ou até desnecessário. No entanto, Você Só Precisa Matar não apenas justifica sua existência como encontra identidade própria ao reformular o eixo narrativo e apostar na força estética da animação. Ao deslocar o protagonismo para Rita e compartilhar o loop temporal entre ela e Keiji, o filme reconstrói uma história já conhecida sob uma perspectiva mais emocional, estratégica e existencial.
Desde os primeiros minutos, a animação estabelece um clima de estranhamento e tensão. A base militar erguida ao redor da misteriosa flor alienígena Darol carrega uma atmosfera quase ritualística. Quando a planta finalmente desabrocha, o que surge não é beleza, mas horror. Criaturas monstruosas emergem em uma sequência visualmente impactante, marcada por cores vibrantes e uma organicidade inquietante. O caos se instala rapidamente, e Rita morre em combate. No instante seguinte, acorda novamente no início do mesmo dia.
O mecanismo do loop temporal já é familiar ao público, mas aqui ele ganha outra dimensão. A narrativa não se limita ao espetáculo das repetições; ela se interessa pelo efeito psicológico da experiência. A cada reinício, Rita perde um pouco da ingenuidade e ganha precisão. O pânico inicial dá lugar ao cálculo frio. O erro vira aprendizado. A morte deixa de ser fim e se torna ferramenta. É nesse processo que o filme encontra sua força dramática: acompanhar a transformação de uma voluntária em uma estrategista moldada pela própria repetição da tragédia.
A escolha de centralizar Rita não é apenas representativa, mas estrutural. Ela deixa de ser figura secundária forte para se tornar consciência narrativa. O espectador acompanha seus pensamentos, sua frustração silenciosa e a exaustão de quem carrega memórias que o mundo insiste em apagar. O loop, mais do que um recurso de ação, funciona como metáfora de trauma e insistência. Morrer inúmeras vezes não é apenas um obstáculo físico, mas um desgaste emocional profundo.
A entrada de Keiji modifica ainda mais o impacto da história. Diferentemente da versão live-action, em que apenas um personagem domina o ciclo antes de ensinar o outro, aqui ambos compartilham a prisão temporal simultaneamente. Essa decisão altera radicalmente a dinâmica dramática. A sobrevivência deixa de ser individual e se torna coletiva. Se um falha, o outro recomeça. Isso cria uma tensão constante e um vínculo que vai além da parceria militar.
O relacionamento entre Rita e Keiji é construído com delicadeza. Não há tempo para declarações grandiosas, mas há cumplicidade silenciosa. Eles dividem memórias que ninguém mais possui. Compartilham estratégias, falhas e pequenas vitórias. Cada reinício ameaça apagar o que foi construído, o que torna qualquer aproximação emocional ainda mais frágil e valiosa. O romance surge de forma contida, quase inevitável, mas nunca sobrepõe a tensão da guerra.
Visualmente, o filme é um espetáculo. A animação permite uma fluidez nas batalhas que seria difícil de reproduzir em live-action. A coreografia dos combates é dinâmica, precisa e visceral. A Darol e suas criaturas possuem um design orgânico, vibrante e perturbador, contrastando com a imponência mecânica dos exoesqueletos humanos. Esse embate visual reforça a sensação de conflito entre tecnologia e biologia, controle e caos.
No entanto, o filme não é isento de falhas. Assim como sua versão anterior, enfrenta dificuldades quando a estrutura do loop começa a se desfazer. O ritmo acelerado do “viver, morrer, repetir” cria uma cadência quase hipnótica. Quando a narrativa caminha para um desfecho mais linear, há uma leve perda de impacto. A engrenagem que sustentava a tensão já não opera com a mesma intensidade, e a transição poderia ter sido mais orgânica.
Ainda assim, o ato final se sustenta pela carga emocional acumulada. A batalha derradeira carrega o peso de todas as tentativas anteriores. Cada movimento traz consigo a memória de dezenas de fracassos. O que está em jogo não é apenas a vitória contra a ameaça alienígena, mas a possibilidade de quebrar um ciclo que corroeu corpo e mente.
Você Só Precisa Matar consegue algo raro em adaptações: não apenas revisita uma história conhecida, mas a ressignifica. Ao apostar na perspectiva de Rita e na parceria igualitária com Keiji, o filme encontra frescor e profundidade emocional. A animação amplia o impacto visual, enquanto a narrativa investe na dimensão psicológica do loop.
Mais do que um sci-fi de ação, a obra é uma reflexão sobre persistência, memória e conexão humana em meio ao absurdo. Mesmo quando sabemos que o dia vai recomeçar, cada escolha importa. E é justamente essa sensação que torna a experiência envolvente.
Resumo do capítulo da novela Marisol, que será exibido em 09/06/2023, sexta-feira, às 14h00, no SBT.
No capítulo 109 da novela Marisol – Marisol, com um olhar aflito e o coração cheio de segredos, decidiu finalmente revelar a Rodrigo a terrível verdade sobre a morte de Rosana. Com a voz trêmula e os olhos marejados, ela contou a ele sobre o ato impiedoso cometido por Zulema, que tirou a vida de sua amiga sem piedade. Rodrigo ficou atônito diante dessa revelação chocante, incapaz de compreender como alguém poderia ser tão cruel.
Enquanto isso, Sabrina, determinada a recuperar sua mobilidade e independência, tomou a corajosa decisão de se submeter a uma cirurgia em sua perna. Movida pela esperança e pela vontade de superar os desafios impostos por sua condição, ela encarou o procedimento com a determinação de reconquistar sua liberdade e voltar a desfrutar plenamente da vida.
Enquanto a vida de Sabrina estava prestes a mudar, Larry, um homem com olhos atentos e um apreço pelo belo, encontrou-se cativado por Romilda. A jovem havia se transformado e exibia um novo visual, que ressaltava sua beleza natural. Larry não conseguia desviar o olhar dela, encantado pela sua presença radiante. Ele sentiu seu coração acelerar e percebeu que algo especial estava nascendo entre eles.
Raul, determinado a revelar a verdade oculta e expor as mentiras, decidiu desmascarar Vilma e Mariana. Com uma investigação minuciosa e provas irrefutáveis em mãos, ele expôs as artimanhas e maquinações das duas mulheres, revelando suas verdadeiras intenções e o dano que causaram a tantas pessoas inocentes. Raul não hesitou em expor a verdade, não importando as consequências.
A verdade finalmente veio à tona quando o Dr. Heitor, dono da clínica onde Vilma trabalhava, tomou conhecimento das suas ações desonestas e prejudiciais. Revoltado com a conduta antiética da mulher, ele não pensou duas vezes antes de demiti-la, assegurando que sua presença não mancharia mais a reputação da clínica nem colocaria em risco a saúde e o bem-estar dos pacientes.
Enquanto a vida de várias pessoas estava sofrendo reviravoltas, Mário, com uma expressão de tristeza e desesperança, tomou a dolorosa decisão de partir para sempre. Carregando um fardo pesado em seu coração, ele comunicou a Chico, seu amigo mais próximo, sobre sua partida iminente. Sem revelar os motivos por trás dessa escolha, Mário deixou claro que estava deixando para trás tudo o que conhecia e amava, sem a esperança de um retorno.
Em meio a todos esses eventos tumultuados, Maria Bonita, desamparada e sem alternativas, encontrou-se em uma situação desesperadora. Levando consigo sua pequena filha, ela se viu forçada a recorrer à mendicância nas ruas, implorando por uma ajuda que pudesse proporcionar o mínimo de sustento para elas. Em seu olhar, havia uma mistura de tristeza, resignação e uma luta interior para encontrar uma solução melhor para a difícil situação em que se encontravam.
No meio de tantas tramas entrelaçadas, Vanessa, que enfrentava uma batalha contra uma doença cruel e implacável, estava à beira da morte. Enquanto sua vida pendia por um fio, Sandra, cheia de remorso e arrependimento, tentava mais uma vez obter o perdão de Vanessa. No entanto, mesmo diante das súplicas e da tristeza expressa por Sandra, a garota continuava a nutrir um desprezo profundo e inabalável por ela.
Assim, as vidas desses personagens se desdobram em um enredo repleto de tragédias, revelações, decisões cruciais e emoções intensas. Cada um deles enfrenta desafios e dilemas que testam sua coragem, lealdade, amor e capacidade de superação, enquanto o destino tece uma complexa teia de eventos que irá moldar seu futuro de maneiras imprevisíveis.
O Almanaque Geek lembra que qualquer alteração na exibição da novela Marisol é de total responsabilidade da emissora, portanto, é recomendável verificar a programação atualizada para não perder nenhum detalhe dessa trama emocionante.
Capítulo 012 da novela A Vida de Jó de terça, 30 de setembro
Raquel recebe a visita inesperada de Sera e Efraim, que inicialmente parecia apenas uma oportunidade de aproximação, mas rapidamente se transforma em um momento de grande impacto emocional. Durante o encontro, uma notícia dolorosa abala o equilíbrio de Raquel, fazendo com que ela questione suas próprias decisões e a confiança depositada nos outros. Paralelamente, Jó procura respostas sobre o que está acontecendo com seus filhos e questiona um servo, na esperança de compreender os acontecimentos recentes. A resposta que recebe é inesperada e decepcionante, aprofundando sua sensação de perda e impotência. O capítulo explora como a revelação da verdade, mesmo que amarga, força os personagens a confrontarem não apenas uns aos outros, mas também seus próprios medos e limitações, trazendo à tona reflexões sobre lealdade, fé e escolhas difíceis.
Capítulo 013 da novela A Vida de Jó de quarta, 1º de outubro
Antes de se despedir, Sera surpreende Raquel com uma revelação íntima e inesperada sobre seu passado, um segredo capaz de transformar sua percepção sobre relações, confiança e alianças em Uz. Ao mesmo tempo, o diabo provoca um diálogo intenso com Deus, questionando a fé e a resistência de Jó e sugerindo uma prova que testará sua paciência, coragem e integridade. Este episódio aprofunda a dualidade entre o humano e o divino, mostrando como forças invisíveis manipulam destinos e desafiam corações. Entre segredos, advertências e dilemas morais, os personagens se veem diante de decisões complexas, onde cada escolha poderá alterar o rumo de suas vidas de maneira irreversível.
Capítulo 014 – quinta, 2 de outubro
Jó se vê exposto diante da comunidade de Uz, que não hesita em confrontá-lo sobre suas perdas, decisões e conduta. O julgamento coletivo cria um clima de tensão e expectativa social, colocando o homem à prova diante de olhares críticos e palavras duras. Ao mesmo tempo, Raquel, abalada por uma sequência de tragédias e revelações, questiona seu próprio caminho e as escolhas que fez, levantando dúvidas sobre justiça, destino e as forças que regem a vida. O capítulo aprofunda tanto o drama coletivo quanto o individual, mostrando que a dor e os questionamentos podem ser compartilhados, mas que cada pessoa os enfrenta de forma única. A intensidade emocional da narrativa cresce, evidenciando o peso da responsabilidade, da fé e da esperança em meio às adversidades.
Capítulo 015 – sexta, 3 de outubro
Embora a Record ainda não tenha divulgado o resumo oficial, os acontecimentos recentes indicam que novas revelações e confrontos estão prestes a emergir.
A tarde deste domingo, 14 de dezembro de 2025, promete aventura e boas risadas na Globo. A emissora exibe na faixa da Temperatura Máxima o filme “Shazam!”, produção lançada em 2019 que conquistou o público ao apresentar um super-herói diferente do padrão tradicional: menos sisudo, mais humano e com o coração de uma criança. Misturando ação, fantasia e comédia, o longa se tornou um dos títulos mais carismáticos do universo cinematográfico da DC Comics, ideal para reunir a família em frente à televisão.
Dirigido por David F. Sandberg, “Shazam!” aposta em uma narrativa leve e acessível, sem abrir mão de emoção e mensagens profundas. A trama acompanha Billy Batson, um garoto órfão que passou grande parte da vida pulando de lar em lar enquanto tenta, obstinadamente, reencontrar a mãe biológica. Desconfiado, irônico e acostumado a se virar sozinho, Billy representa milhares de jovens que cresceram sem raízes sólidas e aprenderam cedo a não esperar muito do mundo. Sua trajetória ganha uma reviravolta inesperada quando ele é escolhido por um antigo e misterioso mago para receber poderes extraordinários.
Ao pronunciar a palavra “Shazam”, Billy se transforma em um herói adulto com força sobre-humana, resistência, velocidade e habilidades mágicas. O detalhe que dá identidade ao filme é que, apesar do corpo poderoso, sua mente continua sendo a de um adolescente em fase de descobertas. Essa dualidade é explorada com inteligência e humor, principalmente através da atuação de Zachary Levi, que assume a versão heroica do personagem com entusiasmo, espontaneidade e um carisma que rapidamente conquista o público.
O aprendizado sobre como usar esses poderes acontece ao lado de Freddy Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer, um garoto inteligente, fã assumido de super-heróis e dono de comentários afiados. Freddy se torna o maior aliado de Billy, ajudando-o a testar limites, entender referências do universo DC e, principalmente, se divertir com a nova realidade. A amizade entre os dois é um dos pontos altos do filme, garantindo cenas engraçadas, leves e cheias de identificação com o público jovem.
Apesar do tom descontraído, “Shazam!” não deixa de apresentar conflitos mais densos. O vilão da história, Dr. Thaddeus Sivana, vivido por Mark Strong, é um personagem marcado pela frustração e pela rejeição. Ainda criança, Sivana também foi considerado digno dos poderes do mago, mas acabou descartado por não demonstrar pureza de coração. Anos depois, tomado pelo ressentimento, ele encontra forças sombrias e decide provar que o mundo errou ao ignorá-lo. O embate entre herói e vilão vai além das cenas de ação e coloca em contraste duas formas opostas de lidar com traumas e decepções.
Outro aspecto que diferencia “Shazam!” dentro do gênero é o destaque dado ao conceito de família. Billy é acolhido por um lar adotivo comandado por um casal carinhoso e formado por crianças e adolescentes com histórias muito distintas. Nesse ambiente, ele passa a conviver com personagens interpretados por nomes como Grace Fulton e Adam Brody, aprendendo, pouco a pouco, que laços verdadeiros nem sempre vêm do sangue, mas da convivência, do cuidado e da escolha diária de permanecer. Essa mensagem atravessa todo o filme e emociona justamente por sua simplicidade.
Nos bastidores, “Shazam!” também chama atenção pela grandiosidade da produção. As filmagens começaram em janeiro de 2018 e ocorreram majoritariamente no Pinewood Toronto Studios, no Canadá, além de diversas locações reais da cidade de Toronto, como a universidade local, centros comerciais e pontos históricos. A produção foi finalizada em maio do mesmo ano, com refilmagens realizadas no fim de 2018 para ajustes narrativos e técnicos.
Um dos detalhes mais curiosos envolve o figurino do herói. Cada uniforme utilizado por Zachary Levi custou cerca de um milhão de dólares, devido à tecnologia empregada e ao cuidado extremo com o visual musculoso do personagem. Ao todo, aproximadamente dez trajes foram confeccionados, representando um investimento significativo e evidenciando o compromisso da DC em dar ao personagem uma identidade visual marcante.
Lançado como o sétimo filme do DC Extended Universe, “Shazam!” chegou aos cinemas em um momento de transição para o estúdio, que buscava se afastar de narrativas excessivamente sombrias e apostar em histórias mais leves e otimistas. O resultado foi positivo: o longa recebeu boas críticas, teve ótima recepção do público e mostrou que ainda havia espaço para humor e emoção dentro do universo dos super-heróis. O sucesso levou ao desenvolvimento de uma sequência, confirmada oficialmente poucos meses após a estreia.
A Sessão da Tarde desta segunda, 2 de março, traz uma comédia repleta de ação, carisma e muito brilho. A clássica faixa vespertina apresenta Miss Simpatia 2: Armada e Poderosa, sequência estrelada por Sandra Bullock que conquistou o público ao misturar universo policial com concursos de beleza e situações completamente improváveis.
Lançado originalmente como Miss Congeniality 2: Armed and Fabulous, o longa dá continuidade à história da agente do FBI Gracie Hart. Depois de impedir um atentado durante o concurso Miss Estados Unidos no primeiro filme, Gracie se torna uma celebridade nacional. O problema é que a fama atrapalha — e muito — sua vida como agente secreta. Agora conhecida do grande público, ela já não consegue mais trabalhar infiltrada.
Para aproveitar a popularidade repentina, o FBI decide transformá-la na nova “cara” oficial da agência. Em vez de perseguir criminosos, Gracie passa a circular por programas de televisão, dar entrevistas e até oferecer dicas de moda. A agente durona que mal sabia usar salto alto se vê, de repente, promovendo sua imagem em atrações como Live with Regis and Kelly e The Oprah Winfrey Show, além de divulgar seu próprio livro.
Se no início ela resiste à nova função, aos poucos começa a gostar da atenção. O problema é que nem todos levam essa transformação a sério. Dentro da própria corporação, Gracie ganha o apelido irônico de “Barbie do FBI”, especialmente por parte de sua nova parceira, a agente Sam Fuller, interpretada por Regina King. Sam é transferida de Chicago para Nova York e designada como guarda-costas de Gracie — uma missão que nenhuma das duas recebe com entusiasmo.
A tensão entre elas é imediata. Sam é prática, séria e pouco paciente com o estrelismo involuntário da colega. Já Gracie ainda tenta equilibrar sua essência de agente com a nova rotina glamourosa. A relação começa marcada por atritos, mas a dinâmica entre as duas é um dos pontos altos do filme, trazendo diálogos afiados e situações cômicas que exploram o contraste de personalidades.
A história ganha novo rumo quando Cheryl Frazier, atual Miss Estados Unidos e amiga de Gracie, e o apresentador Stan Fields são sequestrados em Las Vegas. Mesmo contra as ordens do FBI, que não quer arriscar perder sua “mascote”, Gracie decide agir. Oficialmente, ela viaja à cidade para participar de uma conferência de imprensa, acompanhada por Sam. Extraoficialmente, está determinada a resolver o caso.
A investigação leva a dupla a ambientes inusitados, incluindo um clube drag onde precisam improvisar uma performance musical para conseguir informações. A sequência, que envolve interpretações inspiradas em Tina Turner e uma personagem caracterizada como Dolly Parton, é um dos momentos mais divertidos do longa e reforça o tom leve da produção.
Dirigido por John Pasquin, o filme aposta na mistura de comédia física, situações absurdas e uma trama policial relativamente simples, mas eficiente para sustentar o ritmo. Embora não tenha repetido o mesmo impacto cultural do primeiro filme, a sequência mantém o carisma de Sandra Bullock como seu principal trunfo. A atriz consegue equilibrar vulnerabilidade, humor e ação, tornando Gracie uma personagem fácil de torcer.
Com orçamento de aproximadamente 60 milhões de dólares e arrecadação superior a 100 milhões mundialmente, o longa mostrou desempenho modesto nas bilheterias, mas consolidou seu espaço na televisão aberta, tornando-se presença frequente em sessões da tarde e maratonas de comédia.
Na terça, 3 de março, a emissora apresenta o emocionante drama Father Stu, exibido no Brasil com o título “Luta Pela Fé: A História do Padre Stu”. Inspirado em fatos reais, o longa acompanha a trajetória intensa e transformadora de Stuart Long, um homem que saiu dos ringues de boxe para os púlpitos da Igreja Católica, marcando a vida de muitas pessoas com sua fé e perseverança.
Estrelado por Mark Wahlberg, o filme apresenta Stuart como um jovem de temperamento forte, determinado e acostumado a enfrentar desafios físicos. Sua carreira como boxeador, no entanto, é interrompida de forma abrupta após uma lesão séria, obrigando-o a abandonar o esporte que sempre definiu sua identidade. Sem saber exatamente qual caminho seguir, Stu decide tentar a sorte como ator e se muda para Los Angeles em busca de novas oportunidades.
É nesse período de incertezas que ele conhece Carmen, interpretada por Teresa Ruiz, uma professora católica dedicada e de fé inabalável. Encantado por ela, Stu começa a frequentar a igreja inicialmente com a intenção de se aproximar. O que começa como um gesto motivado por interesse amoroso logo se transforma em algo muito mais profundo.
Um grave acidente de moto muda completamente o rumo de sua vida. Confrontado com a fragilidade da própria existência, Stuart passa a refletir sobre seus erros, seus impulsos e o vazio que sente apesar de toda a postura confiante que sempre exibiu. A experiência traumática funciona como um divisor de águas, despertando nele um chamado espiritual inesperado.
A decisão de se tornar padre não é simples. Stu carrega um histórico de brigas, orgulho e comportamentos autodestrutivos que entram em choque com a imagem tradicional de um sacerdote. Seu pai, vivido por Mel Gibson, representa parte dessa resistência, refletindo conflitos familiares e emocionais mal resolvidos. A mãe, interpretada por Jacki Weaver, também enfrenta o desafio de entender a transformação do filho.
Dirigido por Rosalind Ross, o filme aposta em uma narrativa direta e emocional, explorando não apenas a fé, mas também as falhas humanas. “Luta Pela Fé” não retrata Stuart como um homem perfeito após sua conversão. Pelo contrário, mostra que sua personalidade intensa continua presente, agora canalizada para defender aquilo em que acredita. Sua franqueza e linguagem simples aproximam fiéis e pessoas afastadas da religião, tornando-o um padre pouco convencional, mas profundamente autêntico.
Outro ponto marcante da história é a batalha de Stu contra uma doença degenerativa que surge posteriormente, limitando seus movimentos e impondo novas provações físicas. Para alguém que construiu sua identidade na força do corpo, enfrentar a fragilidade se torna mais um teste de fé. Ainda assim, ele transforma o sofrimento em instrumento de conexão com aqueles que também enfrentam dores e desafios.
Com orçamento modesto de cerca de 4 milhões de dólares e arrecadação superior a 20 milhões mundialmente, o longa encontrou seu público principalmente pela força de sua mensagem e pela curiosidade em torno da história real de Stuart Long, que viveu entre 1963 e 2014. Mark Wahlberg, que também produziu o filme, demonstra envolvimento pessoal com o projeto, entregando uma atuação comprometida, marcada por intensidade e vulnerabilidade.
Nesta quarta, 4 de março, o grande destaque é a comédia brasileira Tire 5 Cartas. Estrelado por Lilia Cabral e Stepan Nercessian, o filme entrega uma história leve, espirituosa e cheia de personalidade, daquelas que misturam risadas com um toque de emoção e identidade cultural.
No centro da trama está Fátima, uma mulher de 60 anos que já viveu grandes sonhos e algumas decepções. Anos atrás, ela deixou São Luís, no Maranhão, decidida a conquistar o Rio de Janeiro com sua voz. Queria ser cantora, brilhar nos palcos, ouvir aplausos. Mas a vida, como costuma acontecer, seguiu por outro caminho. O sucesso não veio, as oportunidades não se concretizaram e ela precisou se reinventar.
É aí que surge sua nova versão: Fátima, a taróloga. Sentada diante de uma mesa cheia de cartas e símbolos místicos, ela atende clientes aflitos em busca de respostas sobre amor, dinheiro e futuro. Só que existe um pequeno detalhe que torna tudo ainda mais divertido. Suas previsões não vêm exatamente de um dom sobrenatural. Com a ajuda do marido Lindoval, ela pesquisa a vida dos clientes nas redes sociais antes das consultas e transforma informações simples em “revelações” surpreendentes.
Lindoval é cúmplice em todos os sentidos. Interpretado por Stepan Nercessian, ele é um eterno apaixonado pela música e faz cover de Sidney Magal, mantendo viva, de forma bem-humorada, a ligação do casal com o universo artístico. Entre figurinos extravagantes e apresentações cheias de charme, ele representa o parceiro fiel que embarca nas loucuras da esposa sem pensar duas vezes.
A rotina de pequenas armações e consultas místicas sai do controle quando um anel valioso aparece misteriosamente na casa de Fátima. Sem saber como a joia foi parar ali, ela e Lindoval acabam se envolvendo em uma confusão perigosa com criminosos interessados no objeto. De repente, a vida tranquila dá lugar a uma fuga às pressas.
O destino os leva de volta ao Maranhão. O retorno à terra natal não é apenas uma estratégia para despistar os bandidos, mas também um reencontro com o passado. Lá, Fátima descobre que herdou um antigo casarão da família e precisa lidar com a irmã, com quem mantém uma relação marcada por distâncias e ressentimentos antigos. O que começa como uma fuga se transforma em uma oportunidade inesperada de reconciliação e recomeço.
O grande charme do filme está justamente nessa mistura de comédia e humanidade. Fátima é exagerada, dramática, cheia de frases de efeito e segurança quando fala do destino alheio. Mas, no fundo, carrega frustrações e medos como qualquer pessoa. Ela passou a vida tentando prever o futuro dos outros, mas nunca conseguiu antecipar os próprios tropeços.
A direção de Diego Freitas aposta em um humor caloroso, valorizando as raízes maranhenses e a cultura local. A cidade, os costumes e os personagens secundários ajudam a dar textura à história, tornando o filme mais do que uma simples comédia de situação.
Lilia Cabral brilha ao construir uma protagonista intensa e carismática. Sua Fátima é ao mesmo tempo engraçada e vulnerável. O público ri de suas armações, mas também se identifica com seus sonhos interrompidos e com a necessidade de encontrar um novo sentido para a própria vida. A química com Stepan Nercessian reforça o tom leve da narrativa, criando momentos de cumplicidade que aquecem a tela.
Na Sessão da Tarde de quinta, 4 de março, a emissora apresenta a versão moderna de Annie, musical inspirado no clássico da Broadway que conquistou gerações. Colorido, atual e embalado por novas canções, o longa traz uma releitura contemporânea da história da órfã mais otimista do cinema.
Na trama, conhecemos Annie, vivida por Quvenzhané Wallis, uma garota esperta e cheia de esperança que vive em um orfanato no Brooklyn. Apesar das dificuldades e da rotina dura imposta pela senhora Hannigan, Annie mantém um olhar positivo sobre o mundo. Seu maior sonho é reencontrar os pais biológicos, que um dia prometeram voltar para buscá-la.
A responsável pelo orfanato é a amarga senhorita Hannigan, interpretada por Cameron Diaz. Diferente das vilãs tradicionais, esta versão aposta em um tom mais cômico e exagerado. Hannigan é desorganizada, sarcástica e claramente frustrada com a própria vida, o que acaba rendendo momentos divertidos ao longo do filme.
O rumo da história muda quando Annie cruza o caminho de Will Stacks, um empresário bilionário e candidato à prefeitura de Nova York, vivido por Jamie Foxx. Após salvá-la de um acidente em plena rua, Stacks percebe que o gesto pode render bons pontos em sua campanha eleitoral. A ideia de acolher Annie temporariamente surge como uma estratégia de marketing, cuidadosamente planejada por sua equipe.
O que começa como uma jogada política vai, aos poucos, se transformando em algo mais sincero. Na luxuosa mansão de Stacks, Annie conquista os funcionários, especialmente Grace, sua dedicada assistente, e começa a quebrar as barreiras emocionais do empresário. Acostumado a viver cercado de números, metas e compromissos, ele se vê diante da espontaneidade e da doçura da menina.
Dirigido por Will Gluck, o filme transporta a história clássica para a Nova York contemporânea, com celulares, redes sociais e estratégias políticas modernas. A produção apostou em uma trilha sonora renovada, com participação de Jay-Z como produtor musical, trazendo novas versões para canções icônicas como “Tomorrow”.
A trajetória do longa até as telas também passou por mudanças. Inicialmente anunciado em 2011, o projeto teria Will Smith e Jay-Z como produtores, e a jovem Willow Smith cotada para viver a protagonista. Com o tempo, o elenco e a direção foram redefinidos até chegar à versão final lançada nos cinemas.
Com orçamento estimado em 65 milhões de dólares e arrecadação global superior a 130 milhões, o filme encontrou seu público principalmente entre famílias e fãs de musicais leves. Embora tenha dividido opiniões da crítica, conquistou espaço como entretenimento despretensioso e acessível.
O coração da história continua sendo a força do otimismo infantil. Annie representa aquela capacidade rara de acreditar que dias melhores virão, mesmo quando as circunstâncias parecem desfavoráveis. Sua presença ilumina ambientes, transforma relações e faz com que adultos endurecidos revisitem sentimentos esquecidos.
Para fechar a semana com emoção, a Globo exibe o tocante drama The Art of Racing in the Rain, conhecido no Brasil como “Meu Amigo Enzo”. Baseado no livro homônimo de Garth Stein, o filme acompanha a trajetória do piloto Denny Swift, interpretado por Milo Ventimiglia. Ambicioso e talentoso nas pistas, Denny vive em busca de seu espaço no automobilismo profissional. Mas, longe dos autódromos, sua maior corrida é equilibrar sonhos, família e desafios inesperados.
Tudo começa quando ele adota um filhote carismático chamado Enzo. O cão, que ganha voz na narração de Kevin Costner, não é apenas um companheiro de quatro patas. Ele se torna observador atento da vida humana, refletindo sobre sentimentos, escolhas e aprendizados com uma sensibilidade que surpreende.
Enzo cresce ao lado de Denny e acompanha cada fase de sua vida. Quando o piloto conhece Eve, vivida por Amanda Seyfried, o cachorro também passa a fazer parte dessa nova dinâmica familiar. O relacionamento floresce, o casal constrói uma vida juntos e a chegada da pequena Zoe transforma a casa em um lar ainda mais completo.
Mas, assim como nas corridas, a vida traz curvas perigosas. Problemas de saúde, conflitos familiares e batalhas judiciais colocam Denny à prova de maneiras que ele jamais imaginou. Em meio às dificuldades, Enzo permanece firme, observando tudo com a esperança de que seu dono consiga aplicar nas adversidades as mesmas técnicas que usa nas pistas: foco, paciência e coragem.
O grande diferencial do filme é justamente essa perspectiva canina. Enzo acredita que, ao compreender profundamente os humanos, poderá evoluir espiritualmente e, quem sabe, voltar em outra vida como uma pessoa. Suas reflexões sobre amor, perda e persistência dão à narrativa um tom poético e delicado.
Dirigido por Simon Curtis, o longa aposta em uma fotografia sensível e em cenas de corrida que contrastam com momentos intimistas dentro de casa. O roteiro equilibra drama familiar com a paixão pelo automobilismo, mostrando que a verdadeira vitória nem sempre acontece sob aplausos, mas sim nas pequenas escolhas diárias.
Backrooms: Um Não-Lugarnasceu de uma ideia que parece simples, mas pega muita gente pelo desconforto: um lugar infinito, todo igual, com luz amarelada, carpetes antigos e corredores que nunca acabam. É como se fosse um escritório abandonado que não termina nunca.
O filme vem dessa creepypasta famosa da internet e da websérie criada por Kane Parsons no YouTube. Agora, essa ideia sai do formato caseiro e vira um longa produzido pela A24, um estúdio que já virou referência quando o assunto é terror mais psicológico e fora do padrão.
Qual é a história do filme na prática?
A trama se passa em 1990 e acompanha Clark, um cara comum que trabalha com loja de móveis. A vida dele muda quando ele descobre um portal escondido no porão do próprio negócio.
Esse portal leva direto para os Backrooms, um espaço estranho e infinito, cheio de salas iguais, corredores sem fim e uma sensação constante de que algo não está certo ali. Clark acaba ficando obcecado por esse lugar, mesmo sabendo que ele não faz sentido nenhum.
Com o tempo, ele chama outras pessoas para tentar entender o que é aquilo. Só que o que parecia uma investigação curiosa vira um problema sério quando alguém desaparece dentro desse “labirinto sem saída”.
A partir daí, o filme deixa de ser só curiosidade e vira sobrevivência, com personagens tentando não se perder em um lugar que não parece obedecer nenhuma regra.
Por que todo mundo está falando desse filme da A24?
O hype em cima do longa-metragem existe porque ele encaixa perfeitamente no estilo da A24. Em vez de apostar em sustos óbvios, o estúdio costuma trabalhar com clima estranho, tensão constante e histórias que deixam mais perguntas do que respostas.
E os Backrooms são exatamente isso: um cenário vazio, infinito e desconfortável, onde o medo não vem de um monstro direto, mas da sensação de estar preso em um lugar sem lógica.
Além disso, o fato de o diretor Kane Parsons sair da internet direto para um filme de estúdio grande também aumentou a curiosidade em cima do projeto.
Quem está no elenco e quando chega?
O elenco do filme conta com Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell. A estreia está marcada para 28 de maio de 2026 no Brasil.
Vale ficar de olho?
O filme de terror com ficção científica não está sendo vendido como um simples terror tradicional. A ideia aqui é mais brincar com o desconforto e com a sensação de estar preso em um lugar que não deveria existir.
Abaixo, confira o resumo semanal da novelaA Gata entre os dias 18/10/2023 a 20/10/2023. A exibição da trama está prevista para acontecer a partir das 15h30, na tela do SBT.
A Gata: Resumo da semana 18 de setembro a 20 de setembro de 2023
Resumo da novela A Gatade quarta-feira, 18/10/2023 –
Paulo inicia suas aulas para Esmeralda, cumprindo sua promessa. Lorena se queixa com Augusto por Paulo não seguir suas ordens e não interagir com as crianças do lixão. Augusto sugere que Paulo está apenas procurando companhia devido à solidão. Esmeralda pede a Dona Rita para falar sobre sua mãe. Rita conta a história de sua mãe, uma mulher linda que se apaixonou por um homem rico, levando-a à desgraça. Quando Esmeralda pergunta sobre seu pai, Rita desvia o assunto. Conforme Esmeralda cresce, ela expressa seu desejo de encontrar trabalho, pois precisa de mais dinheiro. Ela passa o dia em busca de emprego, mas não tem sucesso. Ao anoitecer, ela retorna à cabana. Um homem a ataca, tentando abusar dela, mas Jacira a salva. Esmeralda fica desapontada ao perceber que Paulo não deseja revelar seu relacionamento como amigos para Mariano e Mônica. Paulo diz a Mônica que Esmeralda é órfã e muito humilde, alegando que sua falta de educação se deve à mulher que a criou, uma exploradora. Mônica promete dar roupas e sapatos a Esmeralda. O diretor do presídio informa a Silencioso que um parente herdou uma grande fortuna, dando-lhe esperança de garantir sua liberdade. Esmeralda fica emocionada ao ver Paulo pintando um retrato de seu rosto. Ela elogia a pintura e os dois compartilham um momento significativo.
Resumo da novela A Gatade quinta-feira, 19/10/2023 –
Paulo revela a Esmeralda que pintou o retrato para ela. Silencioso relembra sua vida com sua esposa e filha, jurando vingança contra aqueles que os separaram. Lorena repreende Paulo por deixar Mônica esperando no cinema. Mariano sugere que Paulo conte a Lorena sobre sua amizade com Esmeralda, insinuando que ele está interessado nela. Paulo se recusa, argumentando que Esmeralda é apenas uma amiga e não há necessidade de compartilhar todos os detalhes com Lorena. Lorena pede a Paulo para se desculpar pessoalmente com Mônica. Mariano insinua que Mônica é a mulher destinada a Paulo e que Lorena nunca aceitaria outra pessoa para ele. Jacira aconselha Esmeralda a ter cuidado, pois está se apaixonando por Paulo, mesmo que não tenha percebido ainda. Mariano sugere que Paulo está fazendo Lorena sentir ciúmes de Mônica. Domênico planeja um encontro com Esmeralda através de Rita. Ele finge sentir dor e pede a Esmeralda que vá à sua loja. Centavinho a alerta sobre os perigos de estar fora tão tarde. Esmeralda reluta, pois Domênico costuma fazer comentários desagradáveis. Rita insiste que Esmeralda deveria se sentir lisonjeada com a atenção de Domênico. Esmeralda vai à loja de Domênico para buscar algo para Rita, e ele a convida para jantar, expressando seu interesse amoroso. Domênico tenta beijá-la, mas Esmeralda o morde. Ela reclama com Rita sobre os avanços de Domênico, e Rita insiste que ela deveria se casar com ele. Esmeralda se recusa, dizendo que preferiria morrer. Paulo sugere a Esmeralda que eles se afastem, já que as pessoas estão comentando que eles são namorados. Esmeralda confessa seu medo de perdê-lo.
Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 20/10/2023 –
Rita conversa com Jacira e descobre que Esmeralda sabe ler e escrever. Jacira afirma que não há nada de errado nisso, e que Esmeralda tinha direito à educação, assim como Inês. No entanto, Rita insiste que Inês nasceu para estudar, enquanto Esmeralda estava destinada ao trabalho. Inês culpa os professores por suas notas ruins, alegando que eles não ensinam bem. Paulo declara seu amor por Esmeralda, deixando-a surpresa, pois ela pensava que ele nunca diria isso devido à diferença de classe social. Mariano conta a Virgínia que Paulo está apaixonado por Esmeralda. Lorena, furiosa, insulta Esmeralda, acusando-a de ter colocado os olhos em seu filho. Paulo tenta acalmá-la, dizendo que sua mãe costuma fazer tempestades em copo d’água. Esmeralda teme que Lorena nunca a aceitará. Paulo promete tirá-la do lixão e pede permissão a Rita para namorar Esmeralda, mas Rita recusa. Virginia comenta com sua mãe que Paulo finalmente reconheceu seu amor por Esmeralda. Lorena afirma que isso nunca acontecerá enquanto ela estiver viva. Rita aconselha Esmeralda a se casar com Domênico, mas ela se recusa veementemente. Damião alerta Esmeralda de que o amor de Paulo pode não ser verdadeiro devido à diferença de classe social. No entanto, Esmeralda insiste que Paulo a ama e planeja se casar com ele. Augusto tenta convencer Paulo a se afastar de Esmeralda e das pessoas do lixão, mas Paulo declara que Esmeralda é tudo para ele.
A Gata: Resumo da semana 23 de setembro a 27 de setembro de 2023
Resumo da novela A Gatade segunda-feira, 18/10/2023 –
Domênico confessa a Rita que não consegue tirar Esmeralda da mente. Rita aconselha-o a conquistá-la com gentileza e presentes condizentes com ela. Esmeralda presencia Inês e Garrancho se beijando e intervém, separando-os. Garrancho ameaça agredi-la, mas Inês diz que ela merece algo pior. Esmeralda leva Inês até Rita e revela o beijo que viu entre Inês e Garrancho. Inês nega a acusação, alegando que Esmeralda está mentindo, e as duas acabam brigando. Rita, furiosa, dá um tapa no rosto de Esmeralda e a expulsa da cabana. Mariano tenta convencer Paulo de que mulheres como Esmeralda são apenas para diversão, não para casamento. Paulo reafirma seu amor por Esmeralda e sua intenção de se casar com ela. Centavinho diz a Rita que foi injusto expulsar Esmeralda. Augusto informa a Paulo que Mônica ficará alguns dias em sua casa. Rita aconselha Esmeralda a deixar Paulo e casar com Domênico. Esmeralda pede a Rita para esquecer essa ideia. No entanto, Esmeralda relata a Paulo sua urgência em encontrar trabalho, já que Rita está pedindo dinheiro a Domênico, o que faz com que ele acredite que tem direitos sobre ela. Paulo confronta Domênico e a situação se intensifica. Paulo apresenta Esmeralda a seu irmão, que a elogia pela sua beleza. No entanto, a chegada de Domênico com uma arma ameaçando Paulo gera um clima tenso.
Resumo da novela A Gatade terça-feira, 18/10/2023 –
Ao ver Esmeralda e Paulo se beijando, Domênico fica furioso e ameaça Paulo com uma pistola. Uma briga intensa se desenrola entre Paulo e Domênico, com Paulo finalmente conseguindo desarmar Domênico. Domênico expressa seu amor por Esmeralda e parte. Ele confronta Rita, acusando-a de mentirosa e afirmando que ela terá que devolver todo o dinheiro, pois Esmeralalda já tem outro homem em sua vida. Mariano sugere a Esmeralda que Paulo a está enganando e que ele já tem uma namorada chamada Mônica, aprovada por sua mãe, Lorena. Isso deixa Esmeralda surpresa, mas Mariano logo revela que era apenas uma brincadeira e que Mônica está, na verdade, apaixonada por Paulo, mas não é correspondida. Lorena informa a Paulo que ele causou grande desgosto a seu pai. Paulo insiste que ama Esmeralda e pretende se casar com ela. Augusto pressiona Paulo para escolher entre Esmeralda e sua família. Paulo afirma que sua escolha é Esmeralda. Angustiado, Augusto pede a Lorena para usar sua influência e impedir que “O Silencioso” seja libertado. Paulo vai à cabana de Rita em busca de Esmeralda e Inês sugere que ela está com outro homem que lhe ofereceu trabalho. Esmeralda relata sua entrevista de emprego com Ernesto a Paulo, que afirma que ela não pode aceitar o trabalho, pois Ernesto tem outros interesses com ela. Paulo propõe a Esmeralda que eles se casem imediatamente.
Resumo da novela A Gatade quarta-feira, 18/10/2023 –
Paulo e Esmeralda decidem se casar imediatamente. Paulo revela seu plano a seu pai, Augusto, que inicialmente pensa que o casamento se trata de Mônica e aprova. No entanto, Paulo esclarece que ele pretende se casar com Esmeralda, o que deixa Augusto indignado e determinado a não aceitar o casamento. Lorena reforça a ideia de que Paulo deve se casar com Mônica e não com Esmeralda, fazendo pressão sobre ele. Ernesto tenta avançar com Esmeralda, mas sua tentativa é interrompida. Rita pressiona Esmeralda a casar-se com Domênico, mas ela recusa veementemente. Paulo sugere a Mônica que o ajude a convencer seus pais a aceitar Esmeralda, mas ela responde que não pode fazer isso. Lorena confronta Paulo sobre o que ele disse a Mônica que a fez chorar, e ele confirma que explicou a Mônica que não pode estar com ela, pois ama Esmeralda. Ernesto tenta beijar Esmeralda, mas ela se defende. Carolina, a esposa de Ernesto, chega e a insulta, reivindicando ser a dona da empresa e ameaçando demiti-la. As coisas ficam complicadas para Esmeralda no trabalho quando Carolina revela sua intenção de demiti-la. O Silencioso expressa seu desejo de encontrar sua filha perdida. Augusto faz Paulo acreditar que está planejando a ida de Esmeralda para os Estados Unidos, mas na verdade, ele pretende tirá-la permanentemente da vida de Paulo. Augusto emprega criminosos para ameaçar Esmeralda.
Resumo da novela A Gatade quinta-feira, 19/10/2023 –
Esmeralda questiona Alicia sobre o motivo de tanto ódio, mesmo que ela não tenha feito nada de errado e não seja responsável pelas mudanças feitas pelo Senhor Cantú. Alicia responde que a culpa recai sobre ela simplesmente por estar presente. Ernesto defende Esmeralda, descrevendo-a como uma jovem trabalhadora que busca se sustentar de maneira honesta. Paulo solicita a ajuda de Mônica para convencer seus pais a aceitarem Esmeralda, mas Mônica recusa. Lorena pergunta a Paulo o que ele disse a Mônica que a fez chorar, e Paulo confirma que explicou que não pode amá-la, pois seu coração pertence a Esmeralda. Ernesto tenta avançar sobre Esmeralda, mas é interrompido quando Carolina, esposa de Ernesto, chega e a insulta, alegando ser a dona da empresa e ameaçando demiti-la. Diante dessa situação, Esmeralda relata que Ernesto a demitiu, enquanto Carolina jurou fazer de tudo para impedir que ela consiga outro emprego. O Silencioso pede a seu advogado que não poupe esforços na busca por sua filha. Augusto faz Paulo acreditar que aceita seu relacionamento com Esmeralda e promete ajudá-la a encontrar trabalho. Paulo consegue um emprego como vendedor, mas Augusto orquestra o envolvimento de alguns homens para assustá-lo. Virginia sugere que Paulo está apaixonado por Esmeralda e que eles se casarão, o que leva Lorena a reagir com raiva. Rita insulta e maltrata Esmeralda por não lhe trazer dinheiro, sugerindo que ela deveria procurar um marido. Paulo revela a Esmeralda suas tentativas infrutíferas de encontrar emprego e como último recurso, aceita a oferta de seu pai de ir para os Estados Unidos.
Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 20/10/2023 –
Paulo assegura a Esmeralda que trabalhará incansavelmente para ajudá-la. Implora para que ela não se preocupe, prometendo que logo estarão juntos novamente. Em sua agonia, Esmeralda pede que ele não parta. Jacira tenta consolar Esmeralda, lembrando-a de que, geralmente, pessoas ricas não se casam com aquelas de origem humilde. No entanto, Esmeralda insiste que Paulo a ama. Paulo e Esmeralda se despedem, jurando amor eterno. Enquanto isso, Domênico chega à cabana de Rita com flores e um presente para Esmeralda, mas ela os recusa, deixando claro que não deseja nada vindo dele. Lorena fica irritada ao perceber que, mesmo à distância, Paulo mantém sua decisão de se casar com Esmeralda. Augusto dá dinheiro a Rita com o intuito de separar Esmeralda de Paulo. Esmeralda compartilha com Jacira sua determinação de ir atrás de Paulo, mesmo que isso signifique viajar para Nova Iorque. Augusto diz a Lorena que está manipulando Paulo para acreditar que está preparando a mudança de Esmeralda para os Estados Unidos, mas na verdade, planeja eliminá-la definitivamente da vida de seu filho. Dois marginais pagos por Augusto chegam à cabana de Rita em busca de Esmeralda.
O resumo semanal da novela A Gata é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.