Como Mágica, nova animação original da Netflix, se apresenta como uma fábula moderna sobre confiança, convivência e consequências, ambientada no Vale dos Pookoos, um ecossistema vibrante habitado por criaturas diversas e regras frágeis de equilíbrio. O impacto inicial vem justamente da construção desse mundo: visualmente rico, cheio de cores e detalhes, com uma mitologia própria que envolve os misteriosos Dzo e plantas capazes de transformar espécies.
Protagonista interessante, desenvolvimento apressado
Ollie, o jovem Pookoo curioso e impulsivo, sustenta o ponto de vista central da história. Sua trajetória parte da desobediência infantil até a transformação literal em outra espécie, passando por crises que deveriam marcar sua evolução emocional.
No entanto, essa construção acontece de forma acelerada demais. Os eventos se acumulam com rapidez, e o amadurecimento do personagem parece mais consequência de situações externas do que de uma jornada interna realmente trabalhada. O resultado é um protagonista funcional, mas pouco explorado no nível emocional.
Mitologia rica demais para pouco tempo de tela
A presença dos Dzo, da lenda da planta mágica e da criatura que se torna o Lobo de Fogo adiciona ambição ao roteiro. Existe aqui uma tentativa clara de construir uma metáfora sobre poder, desequilíbrio e destruição ambiental, que poderia ser um dos pilares mais fortes do filme.
O problema é que essa mitologia é apresentada de forma fragmentada, sem o espaço necessário para respirar. Ideias interessantes surgem o tempo todo, mas muitas delas não são desenvolvidas com profundidade suficiente para gerar impacto duradouro.
Relações instáveis e conflitos que não amadurecem
A chegada de Ivy e suas irmãs traz uma mudança importante na dinâmica da história, especialmente na relação com Ollie. A dupla funciona como um espelho de desconfiança mútua, em que ajudar o outro não significa necessariamente confiar nele.
Essa ideia é um dos pontos mais coerentes do filme, mas novamente sofre com a pressa narrativa. Conflitos são resolvidos rapidamente e mudanças de comportamento acontecem sem a devida construção emocional, enfraquecendo o peso das decisões dos personagens.
Boogle e uma reviravolta que chega sem força suficiente
A revelação de Boogle como o Lobo de Fogo tenta reposicionar toda a narrativa sob uma nova perspectiva, transformando um aliado em antagonista e reforçando o tema da confiança quebrada.
Embora a ideia seja interessante no papel, sua execução deixa a desejar. O filme não trabalha com sutileza suficiente para preparar essa virada, o que faz com que o impacto seja mais conceitual do que emocional. A surpresa existe, mas não reverbera com a intensidade que poderia.
Estética forte, narrativa sobrecarregada
Visualmente, Como Mágica é consistente e criativo. O design das criaturas, os ambientes e as sequências de ação são bem executados e mantêm o interesse ao longo da projeção. Há uma clara preocupação estética que sustenta boa parte da experiência.
Por outro lado, o roteiro sofre com excesso de informações e acontecimentos. A sensação é de que o filme quer constantemente adicionar novas camadas sem consolidar as anteriores, o que enfraquece o impacto geral da história.
Abaixo, confira o resumo semanal da novelaA Terra Prometida entre os dias Resumo semanal da novela Reis 03/10/2023 a 06/10/2023. A exibição da trama está prevista para acontecer a partir das 15h30, na tela da Record TV.
A Terra Prometida: Resumo da semana 03 de setembro a 10 de setembro de 2023
Resumo da novelaA Terra Prometida de terça-feira, 03/10/2023 –
Deus comunica a Josué a triste notícia da morte de Moisés. Embora profundamente abalado, Josué encara o céu com coragem e determinação. Deus emite a ordem a Josué e seu povo para atravessarem o rio Jordão e conquistarem a terra de Israel. Ele assegura que nunca abandonará Josué e promete que o povo herdará a terra prometida aos antepassados de Josué, desde que obedeçam aos Seus mandamentos. Na tenda de reuniões, Josué compartilha a notícia da morte de Moisés com os doze líderes e instrui todos a se prepararem com suprimentos para a travessia do rio Jordão e a conquista da terra prometida. Enquanto isso, Eliebe se envolve em um combate com Tarik, resultando em ferimentos graves para Eliebe. Aruna, preocupada, corre para ajudá-lo, mas Tarik a arrasta em direção a um cavalo. Repentinamente, Josué aparece e salta sobre Tarik, dando início a um duelo feroz. Outros soldados se juntam à luta, e Josué e Aruna enfrentam esses oponentes. Os hebreus emergem vitoriosos da batalha. Na tenda hospital, Darda e sua filha Chaia, habilidosas em ervas e tratamentos médicos, cuidam dos feridos e desempenham o papel de médicas e parteiras. Elas contam com a ajuda de Jesana no atendimento aos doentes, incluindo Elieber, cujo ferimento é tratado por elas. Enquanto isso, Acã e seus filhos conspiram contra Josué e pedem a Darda que tente salvar um cananeu capturado. Aruna lamenta o ocorrido com Elieber, e Josué recorda os conselhos de Calebe. Ele decide informar a família de Elieber sobre sua condição. Acã e Eliazafe expressam dúvidas sobre a capacidade dos hebreus de atravessar o rio Jordão. Enquanto isso, em uma masmorra no palácio, uma virgem aguarda para ser sacrificada como parte de um ritual. Racom, ao deparar-se com os soldados cananeus mortos e a ausência de Tarik, fica furioso. A virgem é, então, sacrificada na praça central de Jericó diante de uma multidão, com o rei Marek e a rainha Kalesi observando. Enquanto isso, Tobias e Maquir treinam com espadas, enquanto Jéssica, Samara e Livana assistem com entusiasmo. Zaqueu interrompe o treinamento para informar sobre o ataque a Elieber e Aruna. Ao ser informada por Josué sobre o ocorrido, Léia entra em desespero. Samara, notando o agradecimento de Aruna a Josué, sente ciúmes e ameaça Aruna. Quemuel intervém e conforta a jovem. Josué convoca os líderes das tribos de Rúben, Gade e Manassés para liderarem o exército na travessia do rio Jordão e na futura guerra contra os cananeus. Elói expressa seu desejo de lutar ao lado dos soldados, mas Josué o aconselha a concentrar-se em outras tarefas. Quemuel aconselha Aruna a não remexer no passado, pois isso só trará dor. Elói pede um tempo para que Eliazafe e Haniel deem sua resposta a Josué. Calebe fica irritado com a desconfiança do povo. Acã decide apoiar secretamente Josué, atraído pelas riquezas da Terra Prometida, e começa a persuadir Haniel a seguir para lá. Salmon compartilha histórias sobre seus antepassados com Lila. Elieber tem alucinações enquanto está deitado. Aruna fica aflita ao vê-lo em tal estado. Samara impede que Aruna continue cuidando de seu irmão e, com a saída de Josué, Léia a culpa pelo que aconteceu com seu filho mais velho. Samara ameaça Aruna, mas Quemuel intervém e consola a moça. Josué convoca os chefes das tribos de Rúben, Gade e Manassés para liderarem o exército na travessia do rio Jordão e na futura guerra contra os cananeus. Elói expressa seu desejo de lutar ao lado dos soldados, mas Josué o aconselha a concentrar-se em outras tarefas. Em conversa com Aruna, Quemuel aconselha a moça a não remexer no passado, pois isso só causará dor. Eliazafe e Haniel pedem um tempo para dar uma resposta a Josué sobre a travessia do rio Jordão. Calebe fica irritado com a desconfiança do povo. Acã decide apoiar secretamente Josué, atraído pelas riquezas da Terra Prometida, e começa a persuadir Haniel a seguir para lá. Salmon compartilha histórias sobre seus antepassados com Lila. Enquanto isso, Raabe é humilhada pelas pessoas na cidade de Jericó e fica ameaçada por Tibar. Josué conversa com os líderes das tribos sobre a importância de liderar o exército na travessia do rio Jordão. Eliazafe e Haniel expressam preocupações sobre a viabilidade dessa empreitada. Tibar distrai-se, permitindo que Raabe escape, mas ele logo a persegue. Raabe pede que Tibar a mate, mas ele a ameaça antes de deixá-la partir. Eliazafe e Haniel pedem um tempo para dar uma resposta a Josué sobre a travessia do rio Jordão. Calebe fica irritado com a desconfiança do povo. Acã decide apoiar secretamente Josué, atraído pelas riquezas da Terra Prometida, e começa a persuadir Haniel a seguir para lá. Salmon compartilha histórias sobre seus antepassados com Lila. Enquanto isso, Raabe é humilhada pelas pessoas na cidade de Jericó e fica ameaçada por Tibar. Josué conversa com os líderes das tribos sobre a importância de liderar o exército na travessia do rio Jordão. Eliazafe e Haniel expressam preocupações sobre a viabilidade dessa empreitada. Tibar distrai-se, permitindo que Raabe escape, mas ele logo a persegue. Raabe pede que Tibar a mate, mas ele a ameaça antes de deixá-la partir. Eliazafe e Haniel pedem um tempo para dar uma resposta a Josué sobre a travessia do rio Jordão. Calebe fica irritado com a desconfiança do povo. Acã decide apoiar secretamente Josué, atraído pelas riquezas da Terra Prometida, e começa a persuadir Haniel a seguir para lá. Salmon compartilha histórias sobre seus antepassados com Lila. No palácio, o rei Marek é surpreendido pela visita de Racom, que informa sobre a morte dos soldados cananeus e o desaparecimento de Tarik.
Resumo da novelaA Terra Prometida de quarta-feira, 04/10/2023 –
Furioso, o rei Marek anuncia que se banhará no sangue dos hebreus. Enquanto Raabe se encanta com o Deus de Israel, Farduk prevê que esse povo nunca conseguirá invadir Jericó. Elieber acorda e chama por Aruna. Samara e Léia não gostam do que ouvem, mas decidem atender ao pedido do rapaz e chamam a moça. Elieber pede para ficar a sós com ela. Tarik finge estar desacordado enquanto observa uma faca na tenda. Elieber diz a Aruna para nunca esquecer quem ela é e, em seguida, morre em seus braços. Léia se desespera com a morte do filho e, junto com Samara, culpa Aruna pela tragédia. Tarik aproveita a distração de todos e pega a faca, escondendo-a sob o lençol. Jéssica conforta Aruna. Tibar chega à estalagem de Farduk e força Raabe a se deitar com ele. Aruna não suporta os últimos acontecimentos e chora desesperadamente. Tarik percebe a presença de Samara e a faz de refém, ameaçando-a com a faca. Jesana corre para alertar Josué. Raabe aproveita o momento em que Tibar está dormindo para pegar a espada do oficial. Brandindo a faca contra o pescoço de Samara, Tarik pede para falar com o líder do acampamento. Raabe não encontra coragem para atacar Tibar. Salmon tenta negociar com Tarik. Tibar acorda e não percebe que Raabe tentou matá-lo. Josué chega à tenda onde Samara está sendo ameaçada e tenta acalmar Tarik. Raabe engana Tibar ao fingir que gosta do comandante. O oficial conversa com Racom sobre os hebreus. Samara grita pedindo a ajuda de Josué. Tarik pede um cavalo para a fuga, mas Josué exige que Samara seja libertada antes. Em uma conversa com Liora, Raabe expressa seu medo da obsessão de Tibar e revela que o comandante tirou sua chance de ser feliz. Tarik tenta matar Samara, mas é atingido por uma flechada disparada por um misterioso soldado mascarado. Léia e Quemuel tentam acalmar a filha após o ataque de Tarik. Samara distrai Aruna e impede que a moça durma em seu quarto. No celeiro, Aruna pede força a Deus. Darda, Chaia e Jesana preparam o corpo de Elieber para o sepultamento. Iru provoca Maquir e eles brigam. Salmon intervém e diz que não pode haver brigas entre os hebreus. Livana diz a Maquir que não é certo eles se relacionarem, mas ele a beija. Sem ser percebido, o menino Gael vê Maquir e Livana se beijando. Calebe repreende Iru por desrespeitar um líder tribal. Haniel lamenta ter um filho imprestável como Gael. Maquir aconselha o pai a ir para a guerra. Ele descobre que Gael viu o beijo em Livana e pede segredo ao irmão. Josué lamenta a morte de Elieber. Farduk, Liora e Raabe comentam sobre a força do Deus dos hebreus. Começa o cortejo fúnebre de Elieber. Tibar avisa que não é possível atacar todos os hebreus de uma só vez. O general aconselha o rei a começar atacando o líder Josué. Aruna assiste de longe ao enterro de Elieber. Boã, Eliazafe e Haniel dizem a Josué que suas tribos participarão da guerra ao lado do líder hebreu. Satisfeito, Acã observa com a certeza de que poderá lucrar com a guerra. Josué declara o avanço à Terra Prometida de Canaã. No fim do enterro, Josué avista Aruna afastada e vai até ela. Ele oferece companhia até sua casa, mas a moça recusa. Salmon incentiva os outros hebreus a continuarem treinando. Jéssica diz que não vê a hora de estar casada com Salmon. Iru zomba do jeito como Otniel luta. Acsa também debocha do rapaz, enquanto Lila o incentiva. Gibar flerta com Acsa. Josué comenta sobre o soldado mascarado com Aruna, mas a moça desconversa. Racom e outros soldados cananeus os observam de longe e começam a segui-los. Sorrateiramente, Racom e os oficiais cananeus matam dois soldados hebreus. Eles escondem os corpos e se disfarçam usando as roupas dos hebreus. Racom e os outros soldados invadem o acampamento e espreitam Josué.
Resumo da novela A Terra Prometidade quinta-feira, 05/10/2023 –
Racom e os outros soldados cananeus observam furtivamente Josué no acampamento hebreu. Samara se perturba ao ver Aruna chegando com Josué. Léia tenta acalmar sua filha, assegurando que Aruna não é apropriada para o rapaz. Ela aconselha Samara a não desrespeitar sua irmã de criação na frente de Josué. Léia faz questão de convidar o novo líder hebreu para o jantar, mas com segundas intenções, pede a Samara para preparar a refeição. A jovem se mostra desajeitada na cozinha. A rainha pede a Merodaque que faça mais oferendas e sacrifícios aos deuses na esperança de derrotar Josué. Kalesi escolhe algumas mulheres para satisfazer o rei enquanto pede a Tupak que a beije. Merodaque ora aos deuses pedindo a derrota de Josué. Raabe fica enojada e chora depois de deitar-se com um cliente. Samara serve Josué, mas ele fica insatisfeito com o sabor da comida. Ela tenta seduzi-lo, mas o rapaz afirma que seu compromisso é com a guerra. Josué elogia a habilidade de Aruna com a espada, deixando Samara desconfortável. Escondidos no acampamento, Racom e os soldados cananeus continuam esperando Josué. Enquanto caminha de volta para casa com Liora, Raabe é roubada e perde todo o dinheiro que ganhou na noite. Orias fica furioso ao ver a filha chegando em casa sem dinheiro e a agride. Racom ordena que os soldados cananeus incendeiem a tenda de Quemuel. Os homens lançam flechas de fogo na moradia. Josué, Aruna e os outros entram em pânico ao ver a tenda em chamas. Nobá chora ao testemunhar Raabe sendo agredida por Orias. Em meio ao desespero, Josué ordena que ninguém saia da tenda em chamas. Tobias desobedece e sai do local. Léia fica desesperada ao ver seu filho saindo. Racom percebe o hebreu do lado de fora da tenda e ordena que os soldados atirem flechas. Tobias corre apavorado tentando escapar, mas é atingido por uma flecha na coxa. Quemuel lamenta a atitude do filho em fugir da tenda. Chaia vê a tenda de Quemuel pegando fogo e vai buscar ajuda. Josué tenta usar uma mesa como escudo para proteger todos. Aruna se oferece para lutar ao lado de Quemuel e Josué, e eles saem da tenda usando a mesa como escudo. Racom e os soldados cananeus sacam suas espadas. Aruna, Josué e Quemuel enfrentam dez soldados cananeus. Ferido, Tobias observa a luta escondido. Josué defende Quemuel de um golpe fatal. Zaqueu chega ao local com outros hebreus, e eles começam a ganhar vantagem na batalha. Josué e Aruna retornam à tenda e resgatam Samara e Léia. Racom percebe que estão em desvantagem e ordena que seus homens recuem. Os guerreiros hebreus celebram sua vitória no confronto. Chaia e Zaqueu cuidam de Tobias. Quemuel abraça Aruna, agradecendo por sua bravura. Léia observa com desconforto. Samara corre para agradecer a Josué. O líder hebreu oferece sua tenda para abrigar a família de Quemuel. Com as costas marcadas dos golpes da surra, Raabe suplica pela ajuda dos deuses. Josué pede a Elói que prepare as camas para a família de Quemuel. Léia não gosta de ouvir seu marido dizer que Josué se daria melhor com Aruna do que com sua filha. Samara afirma que Josué está apaixonado por ela. Aruna se recorda do momento em que foi salva por Josué. O novo líder hebreu ora a Deus. Nobá ajuda Raabe a cuidar de seus ferimentos. O dia amanhece, e o maná cai do céu sobre o acampamento hebreu. Josué acorda e se depara com a mesa preparada por Aruna. Ele elogia o maná feito por ela. Elói fica impressionado ao ver que Aruna cuidou de todas as tarefas. Aruna estranha a demonstração de preocupação de Josué. Enquanto lavam roupas à beira do rio Jordão, as mulheres hebreias comentam sobre a guerra iminente. Acã conversa com seus filhos, Melquias e Gibar, afirmando que Josué não é o melhor líder para os hebreus e que seria melhor se ele fosse morto pelos cananeus. Na tenda de Josué, Calebe também elogia o maná preparado por Aruna. Quemuel nota que Josué está demonstrando compaixão. Enquanto ordena que Josué saia de sua tenda, Quemuel e seus familiares não percebem a presença secreta de Aruna, que escuta a conversa. Lila questiona Gael sobre sua quietude e o convida a brincar com os outros. Josué pede a Calebe que reúna os líderes de todas as tribos. Samara tenta provocar Aruna, mas não tem sucesso. Otniel, escondido, observa Acsa enquanto ela lava roupa. As crianças o encontram e percebem que ele estava espiando a moça. Eles chamam Acsa, e Otniel se joga no rio para se esconder dela. Os doze líderes tribais se reúnem com Josué. O líder dos hebreus avisa que é necessário atacar os cananeus para avançar em direção à Terra Prometida. Alguns líderes tribais discordam. Com determinação, Josué adverte que aqueles que não aceitarem as ordens de Deus serão considerados traidores e desertores de Israel.
Resumo da novela A Terra Prometida de sexta-feira, 06/10/2023 –
Merodaque avança em direção a Nobá, empunhando um punhal, pronto para sacrificar o menino. Enquanto isso, Raabe está aprisionada na masmorra, angustiada pela falta de notícias sobre seu irmão. Melquias, Salmon e Iru se envolvem em uma luta para decidir quais dois deles serão escolhidos como espiões para entrar em Jericó. Iru acaba derrubando Melquias com uma rasteira, e Josué anuncia que Salmon e Iru são os espiões selecionados. Calebe parabeniza seu filho, enquanto Jéssica chora de desapontamento. Melquias lamenta sua derrota, e Maquir questiona a conduta de Iru na briga, resultando em uma discussão na frente de Calebe. Livana expressa sua felicidade por Maquir também não ter sido escolhido. Noemi e Calebe questionam Iru sobre a alegação de trapaça na luta contra Maquir. Zaqueu, desapontado por não ter sido escolhido como espião, é consolado por Chaia. Raabe, apavorada, implora aos deuses de Canaã que ajudem Nobá. Enquanto o povo aguarda ansiosamente o sacrifício do menino, Raabe continua a orar ao Deus de Israel. Kadmo, no alto das muralhas de Jericó, avista uma caravana real se aproximando pelo deserto. Raabe persiste em suas orações ao Deus dos hebreus. A comitiva do rei Durgal finalmente chega a Jericó. Samara confessa a Josué que gosta dele, assumindo seus sentimentos pelo líder hebreu. Ela até diz que o ama. No entanto, Aruna aparece de repente e os vê abraçados, deixando Samara frustrada ao perceber que Josué não corresponde aos seus avanços. Aruna encontra Samara chorando em um canto e decide contar uma mentira, dizendo que Josué a beijou. Samara desabafa com sua mãe, Léia, que a aconselha sobre como atrair Josué. Enquanto isso, o povo de Jericó aguarda ansiosamente o sacrifício de Nobá, e Raabe demonstra sua fé no Deus de Israel. Kadmo diz algo ao rei, deixando Orias desesperado, abraçando Milah. Marek ordena a interrupção do ritual, o que surpreende Merodaque e Kalesi. Milah e Orias ficam atônitos, e o povo começa a se agitar. Tibar ordena aos soldados que matem qualquer pessoa que se aproxime de Marek, enquanto Grok comenta com Raabe que Nobá provavelmente está morto. No entanto, Raabe mantém sua confiança no poder do Senhor. Marek faz um discurso para o povo, explicando que o ritual foi interrompido devido à chegada de um rei estrangeiro. Kalesi adverte que em breve o sangue de Nobá será derramado. Milah grita, tentando encorajar seu filho. Raabe finalmente reencontra seu irmão na cela e chora emocionada. Milah agradece aos deuses de Canaã, mas Tibar a liberta e a expulsa do palácio. Liora oferece apoio a Raabe. Alguns hebreus começam a limpar e reconstruir a tenda de Quemuel, agradecendo a Josué por sua ajuda. Samara se desculpa com Josué de forma dissimulada, enquanto Aruna observa a conversa dos dois de longe, sentindo-se um pouco desconfortável. Kalesi reclama da chegada inesperada do rei Durgal e ele oferece um guerreiro núbio chamado Zuma como presente a Marek. Zuma demonstra sua força diante de todos, e Marek decide organizar um combate para testá-lo. Josué orienta Iru e Salmon sobre a missão de infiltração em Jericó, enfatizando a importância do disfarce. Jéssica alerta Salmon sobre os perigos da missão, e Samara discute com ele, dizendo que o perderá se continuar. Na estalagem, Raabe dança e seduz Tibar, fingindo sentir ciúmes dele. Ela elabora um plano para se aproximar do comandante e alcançar seus objetivos.
O resumo semanal da novela A Terra Prometida é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Na noite desta terça-feira, dia 12, o Profissão Repórter coloca em pauta um tema que, para muitos, é quase invisível até se tornar um problema pessoal: as desavenças entre vizinhos. A proposta é simples, mas carregada de complexidade — mostrar como a convivência diária em uma cidade como São Paulo pode passar, num piscar de olhos, da cordialidade ao confronto.
Embora as imagens mais clássicas de brigas de vizinhança envolvam disputas em filmes ou novelas, na vida real, esses conflitos são bem mais frequentes e, muitas vezes, mais graves do que imaginamos. E é justamente isso que a equipe do programa foi investigar, mergulhando em histórias que revelam muito mais sobre nós, como sociedade, do que sobre o simples incômodo com barulhos ou vagas de estacionamento.
O início de tudo: o incômodo que não se apaga
Conflitos de vizinhança quase sempre começam de forma sutil. É o cachorro que late à noite, a música alta que não respeita o horário de silêncio, o carro parado na vaga errada. Pequenos desconfortos que, acumulados, vão construindo um muro invisível entre pessoas que dividem o mesmo teto, a mesma rua ou o mesmo quintal.
A Guarda Civil Metropolitana (GCM) tem sentido esse aumento na pele. O serviço de mediação da corporação, criado para evitar que casos simples cheguem ao tribunal, hoje recebe, com frequência, chamados que começam como reclamações e terminam como boletins de ocorrência. Segundo os dados acompanhados pelo programa, desentendimentos entre vizinhos já figuram entre as demandas mais constantes.
Para a repórter que acompanha o tema, não é difícil entender o motivo: “A cidade está cada vez mais adensada, os prédios mais cheios e as casas mais próximas. Isso aumenta a chance de contato… e de atrito.”
Pirituba: o condomínio que é quase uma cidade
O programa decidiu começar a investigação por Pirituba, na zona norte de São Paulo, onde fica o maior conjunto residencial do Brasil. São 50 prédios, 20 mil moradores e um desafio diário: fazer tanta gente conviver em harmonia.
Nas áreas comuns, há de tudo — playgrounds, quadras, estacionamentos, corredores e, claro, uma lista quase infinita de regras. Mas, como mostram as câmeras, regras nem sempre garantem paz. Barulho fora de hora, lixo deixado em locais impróprios e mau cheiro vindo de animais de estimação são reclamações quase diárias.
O caso mais impressionante registrado no local é o de um morador que, irritado com ruídos, decidiu “resolver” a situação à sua maneira: usando spray de pimenta e até pequenos explosivos nos corredores. A atitude espalhou medo e insegurança. “Eu tenho medo até de abrir a porta”, conta uma vizinha, que pediu para não ser identificada. “Antes, eu conhecia todo mundo do meu bloco. Hoje, evito contato.”
Quando um vaso de planta vira motivo de guerra
Se os prédios gigantes trazem seus próprios desafios, bairros menores não ficam imunes a problemas. Na zona leste, o repórter Everton Lucas acompanhou um dia de mediação da GCM. Na sala, duas moradoras sentadas lado a lado mal se olhavam. O motivo? Um vaso de planta.
Colocado no corredor por uma delas, o vaso teria atrapalhado a passagem e se tornado um incômodo estético para a outra. Ao longo dos meses, a discussão se transformou em troca de ofensas, ameaças veladas e uma recusa absoluta em dialogar sem intermediários.
“Às vezes, o objeto em si deixa de ser o centro da questão. Passa a ser uma disputa de território e poder. O vaso é só o gatilho”, explicou um dos mediadores. O caso, aparentemente pequeno, é um exemplo claro de como relações frágeis podem se romper por detalhes — e, sem cuidado, se transformar em batalhas de longo prazo.
A Mooca e o vizinho mais difícil de todos: o Estado
Se em alguns conflitos o problema é o barulho da festa, em outros é o próprio cenário urbano que muda a vida das pessoas. É o que aconteceu com Gustavo Rodrigues, dentista, pai de três filhos, morador da Mooca, zona leste. Sua casa fica em frente a uma delegacia da Polícia Civil, algo que, por muito tempo, não foi problema. Até que, há seis anos, uma reforma ampliou as instalações e aumentou a movimentação no local.
O resultado foi imediato: viaturas indo e vindo a todo momento, detidos desembarcando na calçada e, o pior para Gustavo, carros de policiais estacionados bloqueando a entrada da sua garagem. As tentativas de reclamar renderam uma escalada de tensão: 11 multas por estacionar em frente à própria casa, duas detenções por suposto desrespeito e até um episódio registrado por câmeras em que um policial sacou a arma contra ele.
O ponto mais dramático aconteceu recentemente, quando Gustavo foi retirado de casa, algemado e levado à delegacia. Passou seis horas detido. “Não é sobre vaga de estacionamento. É sobre respeito e dignidade. Sinto que perdi o direito de viver em paz na minha própria rua”, disse à reportagem, visivelmente abalado.
Por que brigamos tanto?
Especialistas ouvidos pelo programa apontam para um conjunto de fatores que alimentam as desavenças de vizinhança. Em primeiro lugar, a sobreposição de espaços. “Quanto mais gente vivendo perto, maior a chance de choques culturais, de valores e de hábitos”, explica a urbanista Clarissa Gomes.
Além disso, o estresse da vida urbana, o excesso de trabalho e a falta de espaços de lazer comunitário contribuem para um clima de intolerância. Pequenos gestos — como pedir silêncio ou sugerir que um lixo seja colocado no lugar correto — podem ser recebidos como ataques pessoais.
O isolamento também tem um papel importante. Muitos moradores não conhecem sequer o nome do vizinho da porta ao lado. Essa falta de vínculo dificulta a resolução de conflitos, porque reduz a empatia. “É mais fácil brigar com quem é um desconhecido do que com alguém que você conhece e respeita”, completa Clarissa.
O trabalho silencioso da mediação
A GCM mantém equipes treinadas para atuar como mediadoras. Não é um trabalho simples: exige paciência, escuta ativa e neutralidade. Durante as sessões, os mediadores buscam fazer com que cada parte ouça a outra, sem interrupções, para que se possa encontrar um ponto de equilíbrio.
Muitos casos são resolvidos ali mesmo, com acordos simples. Outros, no entanto, acabam voltando às mãos da corporação semanas depois. “Tem gente que não quer resolver. Quer ganhar”, lamenta um mediador veterano.
Apesar disso, o serviço tem sido uma alternativa valiosa para evitar processos longos e custosos. De acordo com a GCM, a maior parte dos casos atendidos não chega a virar ação judicial — uma vitória silenciosa em meio à tensão.
Depois do impacto causado por The Batman, a nova fase do Cavaleiro das Trevas já começa a se desenhar como um dos projetos mais importantes da DC nos próximos anos. Com estreia marcada para 1º de outubro de 2027, Batman: Parte 2 promete não apenas continuar a história iniciada por Matt Reeves, mas também levar o personagem para um território mais psicológico, político e íntimo.
A ideia central da sequência não parece ser aumentar o nível de ação ou escalar ameaças em escala global. Pelo contrário, tudo indica que o foco será ainda mais fechado em Bruce Wayne e no impacto direto que sua presença como Batman vem causando em uma Gotham City cada vez mais corroída por corrupção e disputas de poder.
O que muda na história de Gotham depois do primeiro filme?
O final do primeiro filme deixou Gotham em um ponto de ruptura. A cidade, que já era apresentada como um organismo doente, passou a encarar as consequências diretas dos crimes expostos pelo Charada e da tentativa de “recomeço” após o caos das enchentes.
Agora, a sequência deve explorar justamente esse período de reconstrução frágil, onde a aparência de ordem não significa necessariamente estabilidade real. A corrupção, que antes estava escondida em camadas mais profundas, passa a ser ainda mais visível e agressiva, criando um ambiente onde instituições inteiras podem estar comprometidas.
Matt Reeves segue como diretor e principal força criativa do projeto, ao lado de Mattson Tomlin no roteiro. A proposta continua sendo trabalhar Gotham quase como um personagem vivo, onde cada decisão de poder reflete diretamente na jornada de Bruce Wayne.
Por que o foco em Bruce Wayne será ainda mais importante agora?
Se o primeiro filme apresentou um Homem-Morcego em formação, ainda dominado pela raiva e pela necessidade de punição, a continuação quer explorar algo diferente. A narrativa deve se aproximar mais de Bruce Wayne como indivíduo, mostrando os conflitos internos entre o homem por trás da máscara e a figura que ele construiu como símbolo de medo para o crime.
Essa mudança de foco abre espaço para um tipo de história mais introspectiva, onde o verdadeiro inimigo pode não ser apenas o crime organizado, mas também o próprio impacto psicológico dessa guerra constante contra a violência.
Robert Pattinson retorna no papel principal, consolidando uma versão mais vulnerável, instável e investigativa do personagem. A proposta de Reeves continua sendo fugir do arquétipo do herói invencível e explorar o Vigilante de Gotham como alguém que erra, questiona e se desgasta emocionalmente ao longo da jornada.
Quem volta e quem entra no universo de Gotham?
O elenco principal retorna praticamente completo. Jeffrey Wright volta como Jim Gordon, Andy Serkis segue como Alfred Pennyworth e Colin Farrell continua como Oswald Cobblepot, o Pinguim, personagem que também ganhou expansão no universo da série The Penguin.
Entre as novidades, o universo de Gotham começa a se expandir com ainda mais personagens icônicos dos quadrinhos. Barry Keoghan deve retornar como o Coringa, mantendo o mistério em torno de sua versão do personagem. Sebastian Stan surge como Harvey Dent, enquanto Scarlett Johansson interpreta Gilda Dent, o que indica que a transformação do futuro Duas-Caras pode ser um dos arcos centrais da trama.
A presença desses nomes reforça que a sequência não quer apenas continuar a história, mas também aprofundar o lado mais político e moral da cidade, explorando como figuras públicas e privadas se conectam dentro de um sistema já fragilizado.
Como está a produção e quando tudo começa a ser filmado?
A produção de Batman: Parte 2 passou por um desenvolvimento mais lento do que o esperado, principalmente pela decisão de Matt Reeves de trabalhar com calma no roteiro. O diretor optou por não apressar a sequência, priorizando a construção narrativa e a coerência com o universo estabelecido no primeiro filme.
O roteiro foi finalizado em junho de 2025, e as filmagens estão previstas para começar em junho de 2026. As gravações devem acontecer em locações conhecidas como os estúdios da Warner Bros. em Leavesden, além de cidades como Liverpool e Glasgow, que mais uma vez devem representar a sombria Gotham City.
A equipe técnica também reforça o tom mais autoral do projeto. Luke Hull assume a direção de arte e Erik Messerschmidt fica responsável pela fotografia, o que indica a continuidade da estética escura, realista e carregada de atmosfera noir que marcou o primeiro filme.
O que o primeiro filme deixou como base para essa continuação?
O filme de 2022 apresentou um Batman ainda em seus primeiros anos de atuação, tentando entender seu papel dentro de uma cidade dominada por crime e desigualdade. A trama focou fortemente no aspecto investigativo do personagem, algo que sempre foi parte essencial dos quadrinhos, mas pouco explorado no cinema.
A história do Charada, interpretado por Paul Dano, expôs segredos da elite de Gotham e trouxe à tona a ligação entre corrupção institucional e figuras históricas da cidade, incluindo a própria família Wayne. Isso colocou Bruce em uma posição desconfortável, onde o inimigo não era apenas externo, mas também ligado à sua própria origem.
Com mais de 772 milhões de dólares arrecadados mundialmente, o filme se tornou um dos grandes sucessos da era recente da DC nos cinemas, mesmo com uma proposta mais lenta e sombria. O resultado consolidou a ideia de uma trilogia e abriu caminho para a expansão desse universo.
O Batman de Reeves pode se conectar a outros universos da DC?
Apesar das especulações constantes sobre possíveis conexões com o novo DCU, a visão de Matt Reeves parece seguir um caminho mais independente. O próprio elenco já comentou que a prioridade é preservar a identidade da história antes de pensar em qualquer integração.
Paul Dano, por exemplo, já destacou em entrevistas que o mais interessante é manter o ponto de vista único que Reeves construiu, em vez de tentar adaptar tudo a uma estrutura maior e mais padronizada de universo compartilhado.
Isso reforça a ideia de que o segundo filme não quer ser apenas mais um capítulo dentro de uma franquia maior, mas sim uma obra com identidade própria dentro do gênero de super-heróis.
Venha se preparar para uma noite inesquecível, repleta de emoções, ritmos contagiantes e diversão garantida! Marque na sua agenda: sexta-feira, dia 26 de janeiro de 2024, a partir das 22h15 (horário de Brasília), o “Boteco do Ratinho” vai incendiar seus sentidos com uma seleção imperdível de artistas renomados no Programa do Ratinho. Esteja pronto para se deixar envolver pelos sucessos inconfundíveis da talentosa Roberta Miranda, pela energia contagiante do forró de Mano Walter e pelas batidas vibrantes do funk do DJ Dyamante. Prepare-se para uma noite que vai ficar na memória!
Mas as surpresas não param por aí! Para adicionar ainda mais risadas e entretenimento à mistura, o incrível humorista Rodrigo Capella estará presente, garantindo momentos de diversão com suas piadas bem-humoradas. Esta será uma noite em que você simplesmente não conseguirá ficar parado, sendo irresistivelmente levado a cantarolar ao som desses verdadeiros ícones da música brasileira.
E as boas notícias continuam! Carlos Massa, o carismático Ratinho, encerra a semana com chave de ouro, trazendo ao palco do seu programa grandes nomes como Tierry, Naldo, Mano Walter e Roberta Miranda. Promete-se um verdadeiro encontro de talentos e energia positiva, garantindo momentos inesquecíveis para todos os espectadores.
Mas as surpresas não se limitam apenas à sexta-feira! Na quinta-feira, dia 27, também às 22h15, o “Jornal Rational” retorna com sua fórmula de sucesso, trazendo os melhores vídeos da internet, os talentos do “Vem Quem Quer” e esquetes de humor que garantem momentos de descontração e alegria para todos os telespectadores.
Que horas vai passar o Programa do Ratinho?
O “Programa do Ratinho” é exibido de segunda a sexta-feira no SBT, proporcionando ao público brasileiro uma mistura envolvente de música, humor e diversão para todas as idades. Prepare-se para se divertir e se emocionar com o melhor da cultura brasileira, diretamente na tela da sua televisão! Esta é uma experiência que você não pode perder!
Assista ao Programa do Ratinho, exibido originalmente no dia 28 de julho de 2023:
A segunda temporada do Doc Investigação estreia nesta segunda-feira, dia 14 de julho, às 22h45, na tela da RECORD, com um episódio impactante que revisita um dos crimes mais emblemáticos do Brasil recente: o caso Henry Borel. O menino de 4 anos foi morto em março de 2021, em um episódio que mobilizou o país e gerou comoção nacional. As informações são da Record TV.
Apresentado pela jornalista Thais Furlan, o programa traz novas revelações sobre o caso, com destaque para uma entrevista inédita com Monique Medeiros, mãe de Henry, que rompe o silêncio após quatro anos. Detida e ré por envolvimento no crime, Monique fala pela primeira vez com a imprensa, oferecendo seu relato sobre o que aconteceu na noite da morte do filho.
A conversa exclusiva com Monique foi gravada dentro da unidade prisional onde ela cumpre pena. Na entrevista, ela aborda pontos delicados do processo, relembra momentos com o filho e responde a acusações que, segundo ela, ainda não foram devidamente esclarecidas. “É um conteúdo forte, mas necessário”, explica Thais Furlan. “Monique está pela primeira vez disposta a falar. Nosso objetivo é ir além da superfície do caso e mostrar o que ainda não foi dito — ou ouvido.”
Um caso que ainda choca o país
O assassinato de Henry Borel, em 8 de março de 2021, gerou comoção nacional não apenas pela brutalidade do crime, mas pelas circunstâncias envolvidas. Monique Medeiros e o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, foram presos e acusados de envolvimento direto na morte da criança. Ambos alegaram inocência, e o caso se tornou um dos mais midiáticos da década.
Desde então, o processo judicial segue em curso, com debates intensos sobre culpabilidade, provas e o papel da mídia na cobertura do crime. Agora, com a nova temporada do Doc Investigação, o público terá acesso a uma abordagem mais aprofundada e documental sobre o tema.
Na noite desta segunda, 11 de agosto, o programa No Alvo recebe uma convidada que há anos não passa despercebida pelo público e pela mídia brasileira: Andressa Urach. Modelo, empresária e personalidade da televisão, Andressa tem uma trajetória marcada por altos e baixos, polêmicas, transformações radicais e muita coragem para encarar os desafios que a vida lhe apresentou. Em uma entrevista sincera, profunda e por vezes emocionada, ela abrirá seu coração para falar sobre sua relação com a fama, os momentos difíceis que enfrentou, sua busca pela fé e pelo autoconhecimento, além dos aprendizados que colheu ao longo do caminho. Como ela mesma afirmará, “não será fácil ser a Andressa Urach”, e essa frase resumirá a complexidade de uma vida pública repleta de reviravoltas.
Foto: Reprodução/ Internet
A carreira artística da modelo começou em 2011, quando trabalhou como assistente de palco no programa “Legendários”, da Rede Record. Logo depois, tornou-se dançarina do cantor Latino, ganhando espaço no meio artístico e conquistando uma base de fãs que se expandiu nos anos seguintes. O ponto de virada em sua carreira veio em 2012, quando Andressa foi vice-campeã do Miss Bumbum, um concurso que valoriza a beleza e o corpo feminino. Essa conquista abriu portas para sua participação em um dos realities mais assistidos do Brasil, “A Fazenda 6”. Lá, Andressa protagonizou momentos marcantes e controversos, que a colocaram definitivamente no radar da mídia nacional.
Em 2015, a influenciadora lançou seu primeiro livro, “Morri para Viver”, no qual relatou detalhes de sua vida e sua luta para sobreviver após uma grave infecção causada por procedimentos estéticos. Essa fase representou um momento de virada, não só em sua saúde física, mas também em seu estado emocional e espiritual. O episódio traumático levou Andressa a uma profunda reflexão sobre a própria vida, o valor do autoconhecimento e a importância da fé. Ela revelou ao público que a espiritualidade se tornou um alicerce fundamental para reconstruir sua autoestima e sua visão de mundo. O segundo livro, “Desejos da Alma”, lançado em 2019, reforçou essa nova fase da vida de Andressa, trazendo temas como superação, perdão e a busca por significado em meio às adversidades.
No programa, Andressa se mostrará disposta a ir além das manchetes sensacionalistas e dos estereótipos que, por vezes, a acompanharam. Ela falará abertamente sobre o preço da fama, as dificuldades de se reinventar diante dos olhos do público e a constante luta contra o julgamento alheio. Revelará também os momentos em que se sentiu sabotada ou incompreendida, ressaltando que, apesar de tudo, continuará firme em sua busca por uma vida mais autêntica e equilibrada.
A fé, mais uma vez, ganhará destaque na conversa, como fonte de força e esperança para seguir em frente. Andressa destacará que, mesmo diante das tempestades, acredita que é possível transformar o sofrimento em aprendizado e crescimento. Durante a entrevista, ela deixará escapar a possibilidade de um novo livro, com histórias inéditas e relatos pessoais que ainda não foram compartilhados publicamente. Esse material, segundo ela, poderá trazer uma visão ainda mais íntima e verdadeira sobre sua trajetória, mostrando nuances que o público talvez desconheça.
A contagem regressiva para o fim da quinta temporada de The Boys já está em andamento no Prime Video, e o clima dentro da série não poderia ser mais extremo. Criada por Eric Kripke e inspirada nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, a produção chega ao seu episódio final em um ponto em que o universo dos Supers praticamente perdeu qualquer noção de equilíbrio. O Capitão Pátria assume uma posição de controle quase absoluto, enquanto o restante dos personagens tenta sobreviver em meio ao colapso geral.
Que horas estreia?
O último episódio da temporada será disponibilizado na madrugada de 20 de maio, a partir das 4h da manhã no horário de Brasília. Como de costume nas estreias do Prime Video, o capítulo entra no catálogo de forma simultânea em diferentes regiões, o que faz com que parte do público acompanhe o desfecho ainda durante a madrugada, enquanto outros assistem nas primeiras horas do dia.
O que levou a temporada a um ponto sem retorno?
Desde o início da quinta temporada, The Boys já apresentava um mundo em desequilíbrio, mas essa instabilidade rapidamente se transforma em algo muito maior. O Capitão Pátria consolida sua influência sobre a opinião pública e começa a atuar não apenas como uma ameaça física, mas como uma força capaz de interferir diretamente em estruturas políticas e sociais.
A virada acontece quando Annie January expõe um material ligado ao Voo 37, provocando uma crise de credibilidade envolvendo a Vought. O impacto dessa revelação, no entanto, não se traduz em mudança imediata. Em vez disso, o conteúdo passa a ser distorcido e neutralizado por estratégias de manipulação, o que reduz seu efeito sobre a população.
Ao mesmo tempo, o grupo dos Rapazes sofre um golpe significativo. Hughie, Leitinho e Frenchie são capturados e enviados para um campo de contenção, deixando Billy Butcher cada vez mais isolado em sua busca por respostas. A tentativa de resgate se transforma em uma sequência de eventos imprevisíveis, onde cada avanço traz novas perdas e decisões cada vez mais arriscadas.
Com isso, a temporada passa a operar em um cenário de desgaste contínuo. A confiança entre os personagens diminui, as alianças ficam instáveis e qualquer sensação de segurança desaparece completamente.
Por que o V1 mudou completamente a lógica do poder?
A introdução do V1 altera profundamente o funcionamento do universo da série. Derivado do Composto V e conectado diretamente ao sangue de Soldier Boy, o material não representa apenas mais uma fonte de poder, mas uma possibilidade real de redefinir os limites da vida e da morte dentro desse mundo.
A descoberta desse recurso muda a postura do Capitão Pátria, que passa a enxergar o V1 como uma chave para alcançar um estado de invulnerabilidade quase total. A disputa deixa de ser apenas política ou ideológica e passa a envolver controle biológico e supremacia absoluta.
Enquanto isso, os Rapazes tentam responder com uma medida igualmente extrema: o desenvolvimento de um vírus capaz de neutralizar os Supers. A estratégia, porém, cobra um preço alto. A pressão constante e os riscos envolvidos começam a desgastar o grupo por dentro, criando fissuras que afetam diretamente suas decisões.
Esse ambiente instável também impacta a relação entre Capitão Pátria e Soldier Boy. O que poderia ser uma aproximação estratégica se transforma em confronto direto, marcado por interesses opostos e pela incapacidade de convivência entre duas figuras que disputam espaço de dominação.
O que aconteceu com os Sete ao longo da temporada?
Os Sete, que por anos funcionaram como símbolo máximo da Vought, deixam de existir como uma unidade coesa. Ao longo da temporada, o grupo se fragmenta completamente, com cada integrante reagindo de forma diferente ao avanço do Capitão Pátria.
Essa desestruturação abre espaço para um cenário em que o Capitão Pátria não apenas lidera, mas substitui qualquer forma de organização anterior. Sua influência cresce a ponto de transformar a percepção pública, reposicionando sua imagem como algo quase intocável.
Nesse processo, antigos aliados se afastam ou são eliminados. O Profundo entra em conflito consigo mesmo, Noir perde estabilidade após eventos internos e Firecracker acaba sendo descartada pelo próprio Capitão Pátria quando demonstra hesitação em seguir sua narrativa.
O resultado é um ambiente completamente centralizado, onde praticamente todas as decisões passam a girar em torno de uma única figura, enquanto o restante do mundo da série se adapta ou desaparece.
O que o episódio final representa para a história?
O encerramento da quinta temporada chega em um momento em que quase todas as linhas narrativas estão tensionadas ao máximo. O Capitão Pátria alcança um nível de controle que redefine o funcionamento do mundo da série, enquanto os Rapazes tentam se reorganizar em meio a perdas e rupturas internas.
O episódio final não atua apenas como conclusão de arco, mas como ponto de virada estrutural. A forma como cada personagem chega até esse momento sugere que o desfecho não será apenas sobre vitória ou derrota, mas sobre o impacto das escolhas feitas ao longo da temporada.
A guerra interna e externa apresentada ao longo dos episódios atinge seu auge justamente nesse capítulo, colocando todos os lados em posições irreversíveis. O que antes parecia um conflito entre grupos distintos agora se transforma em um confronto direto com consequências amplas para todo o universo da série.
O que esperar do desfecho da 5ª temporada?
O último episódio de The Boys chega com a responsabilidade de encerrar uma das fases mais intensas da série. Com o Capitão Pátria no centro absoluto do poder e os demais personagens pressionados ao limite, o cenário aponta para um desfecho marcado por decisões definitivas e mudanças permanentes.
A estreia na madrugada de 20 de maio, às 4h no horário de Brasília, encerra uma temporada que levou o universo da série a um nível de instabilidade difícil de reverter. Mais do que um simples final de temporada, o episódio funciona como um marco dentro da trajetória da produção, indicando que nada dentro desse mundo permanece intacto por muito tempo.
Quando descobri que Traga Ela de Volta era dirigido pelos irmãos Philippou — os mesmos responsáveis pelo impactante Fale Comigo (Talk to Me) — e vi as críticas extremamente positivas, soube imediatamente que precisava assistir ao filme assim que fosse lançado. E posso afirmar com segurança: foi uma das decisões mais certeiras que já tomei como fã de terror.
Sou apaixonado pelo gênero há anos, embora reconheça suas inconsistências. É comum ver produções que se apoiam em sustos fáceis e clichês visuais, esvaziando a verdadeira essência do horror. Justamente por isso, encontrar uma obra realmente bem executada é raro — e, quando acontece, é simplesmente eletrizante. Traga Ela de Volta é um exemplo excepcional: assustador, impactante, emocionalmente denso e perverso. Vai além do que se espera de um filme de terror. É tenso, visceral e, acima de tudo, real — dolorosamente real.
Ao final da sessão, uma certeza se impôs: os irmãos Philippou não apenas evitaram a temida “maldição do segundo filme”, como superaram todas as expectativas com uma obra mais ousada, brutal e emocionalmente devastadora. Se Fale Comigo já havia sido uma estreia marcante, o filme é um salto criativo em todos os sentidos. É mais ambicioso, mais maduro e infinitamente mais angustiante — não só pelo que acontece em tela, mas pelo que exige emocionalmente de quem assiste. E o mais surpreendente: essa brutalidade nunca soa gratuita. Cada momento de dor e violência nasce de um lugar profundamente humano, de um amor distorcido pela perda, de uma dor tão sufocante que se torna monstruosa.
Terror com propósito: trauma, luto e consequências
O filme não se esquiva de temas delicados — como abuso infantil, capacitismo e negligência social — e os aborda com uma honestidade desconcertante. Alguns momentos são genuinamente difíceis de assistir, mas é exatamente essa coragem que confere força e autenticidade à narrativa. O diferencial do terror americano está na maneira como representa o trauma: não apenas como uma lembrança do passado, mas como algo ativo, presente, corrosivo.
A trama é, em essência, sobre luto. Sobre o desejo desesperado de consertar o que não pode mais ser consertado. Sobre como esse desejo pode se transformar em obsessão, e essa obsessão, em algo monstruoso. O filme mergulha na dor de quem perdeu e de quem não consegue seguir em frente. Esse luto não é romântico, nem redentor: é destrutivo. Ele seca tudo ao redor, até restar apenas um eco vazio — e é exatamente aí que mora o verdadeiro terror.
Sally Hawkins: entrega visceral e memorável
Sally Hawkins está simplesmente brilhante. Sua atuação como a mãe adotiva é uma das mais potentes de sua carreira. Ela mistura fragilidade e ameaça com uma naturalidade desconcertante. Em certos momentos, sentimos pena de sua personagem, comovidos pela dor que carrega. Em outros, ficamos horrorizados com as medidas extremas que toma para realizar seu desejo. É um desempenho visceral, que comprova a amplitude de uma atriz capaz de transitar do charme leve de Paddington para as profundezas sombrias do desespero absoluto.
Um amadurecimento dos irmãos Philippou
É nítido o quanto os irmãos Philippou cresceram como cineastas. Há mais controle de cena, mais segurança na direção e uma clareza artística admirável. O filme não se perde em firulas visuais, nem em reviravoltas baratas: é direto, duro e consciente de sua proposta. Traga Ela de Volta não é perfeito — há quem possa considerá-lo excessivo ou difícil de digerir — mas isso jamais compromete sua potência. É um terror que entra na pele, não apenas pelo que mostra, mas pelo que sugere, pelo que deixa implícito, e principalmente pelo que compreende sobre a natureza humana.
Porque, no fim, este não é apenas um filme de terror. É um estudo sobre o luto, sobre a culpa, sobre o amor distorcido pelo sofrimento e até onde uma pessoa é capaz de ir quando não encontra mais saídas para a dor.
Obrigatório e inesquecível
Se você gostou de Fale Comigo, ou se simplesmente é apaixonado pelo gênero de terror em sua forma mais crua e emocional, o longa-metragem é obrigatório. É o tipo de filme que te prende, te desmonta e te deixa pensando muito tempo depois que os créditos sobem. Eu senti medo. Eu chorei. Eu fiquei em choque.
Minha Querida Senhoritachegou hoje ao catálogo da Netflix, em 1º de maio, trazendo um drama espanhol que aposta em uma abordagem mais contida e focada em conflitos pessoais. Em vez de recorrer a grandes acontecimentos ou reviravoltas constantes, o filme constrói sua narrativa a partir de um único evento decisivo que muda completamente a forma como a protagonista enxerga a própria vida.
A história se organiza em torno de uma descoberta que permaneceu escondida dentro da família da personagem principal por muitos anos. Esse momento funciona como um ponto de ruptura, desencadeando uma sequência de mudanças internas que vão muito além do impacto imediato. A partir daí, o filme passa a explorar menos os fatos em si e mais as consequências emocionais, sociais e psicológicas de uma verdade que foi mantida em silêncio por tanto tempo.
Quem é Adela e por que tudo muda para ela?
Adela, vivida por Elisabeth Martínez, cresceu em Pamplona dentro de uma rotina marcada por regras rígidas, forte tradição familiar e influência religiosa constante. Sua vida sempre foi previsível, quase sem espaço para questionamentos, dividida entre o antiquário da família e atividades ligadas à igreja.
Esse equilíbrio começa a ruir quando ela descobre que é uma pessoa intersexo — uma informação ocultada desde seu nascimento em 1976 por sua própria família e pela equipe médica. A revelação não apenas altera sua visão sobre o passado, mas desmonta completamente a base sobre a qual ela construiu sua identidade.
A partir desse momento, Adela passa a enxergar sua história sob outra perspectiva, revisitando memórias e relações que antes pareciam simples, mas agora ganham novos significados.
Como a vida de Adela se transforma depois da descoberta?
O impacto da revelação leva a protagonista a um processo intenso de reavaliação pessoal. Nada do que ela acreditava sobre si mesma permanece totalmente intacto, e isso afeta diretamente suas relações familiares e sociais.
Esse movimento interno se reflete também em uma mudança externa: Adela deixa Pamplona e vai para Madri em busca de distância emocional e liberdade para reconstruir sua própria identidade. A mudança de cidade representa um rompimento com o passado e a tentativa de criar um novo caminho sem as imposições anteriores.
Quem faz parte do elenco do filme?
No papel principal está Elisabeth Martínez, que estreia em uma produção de maior destaque no cinema espanhol. Sua atuação sustenta a carga emocional da narrativa, que depende muito da evolução interna da personagem.
O elenco de apoio reúne nomes conhecidos como Anna Castillo, Paco León, Nagore Aranburu, Manu Ríos, Eneko Sagardoy e Lola Rodríguez. Esses personagens ajudam a construir o ambiente ao redor da protagonista, reforçando tensões, conflitos e vínculos que influenciam sua trajetória.
Minha Querida Senhorita é baseado em fatos reais?
O filme não parte de uma história real específica. Ele é uma releitura de uma obra cinematográfica de 1972 com o mesmo nome, atualizada para um contexto mais contemporâneo.
Essa nova versão amplia o debate sobre identidade, segredos familiares e os efeitos do silêncio dentro das relações familiares, trazendo uma abordagem mais atualizada e emocional sobre o tema.
Quem dirige e qual é a proposta do filme?
A direção é de Fernando G. Molina, com roteiro assinado por Alana S. Portero. A proposta é construir um drama mais contido, que acompanha de perto o impacto emocional das descobertas da protagonista.
Em vez de apostar em acontecimentos grandiosos, o filme trabalha com mudanças internas progressivas, mostrando como uma única revelação pode reorganizar completamente a forma como alguém entende sua própria vida.
Por que Pamplona e Madri são importantes na história?
As duas cidades funcionam como símbolos dentro da narrativa. Pamplona representa o ambiente de controle, tradição e regras rígidas que moldaram a vida de Adela desde a infância. Já Madri surge como um espaço de ruptura, onde ela tenta se afastar dessas estruturas e experimentar novas possibilidades.
Essa transição reforça o contraste entre duas fases da protagonista: uma marcada pela imposição externa e outra pela tentativa de reconstrução pessoal.
Vale a pena assistir?
Minha Querida Senhorita é um filme voltado para quem prefere dramas mais introspectivos, centrados em personagens e processos emocionais. Ele não aposta em ritmo acelerado ou reviravoltas constantes, mas em uma narrativa mais reflexiva.
A produção se destaca pela forma como trata um tema sensível com foco no impacto humano das descobertas e das verdades ocultas. No catálogo da Netflix, funciona como uma opção mais contemplativa, indicada para quem busca histórias de transformação pessoal e identidade.