Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel 11/05/2025 chega com nova temporada do game show Show do Milhão EMS

0

Neste domingo, 11 de maio, a partir das 19h, estreia a nova temporada do Show do Milhão EMS dentro do Programa Silvio Santos, no SBT. Agora sob o comando de Patricia Abravanel, o programa retorna em sua segunda edição liderada por ela, prometendo desafiar os participantes e envolver toda a família brasileira em uma jornada de aprendizado e diversão.

🧠 Um clássico que atravessa gerações

Criado por Silvio Santos em 1999, o programa originalmente se chamava Jogo do Milhão e foi um sucesso imediato. Em 2000, o nome foi atualizado para Show do Milhão, e a atração se consolidou como um verdadeiro fenômeno da televisão brasileira. Com perguntas de múltipla escolha, trilha sonora de suspense e bordões que se tornaram inesquecíveis, como “Está certo disso?” e “Posso perguntar?”, o game show marcou época e até hoje é lembrado com carinho pelo público.

Após as temporadas com Silvio, encerradas em 2009, o formato voltou ao ar em 2021 com apresentação de Celso Portiolli, e agora ganha fôlego renovado com Patricia, que empresta carisma e conexão familiar à atração.

💊 Parcerias que valorizam o conhecimento

Mais do que um simples programa de perguntas e respostas, o Show do Milhão EMS é uma verdadeira celebração do saber, e conta com o patrocínio de grandes marcas que compartilham essa missão. A EMS, líder no setor farmacêutico e sinônimo de saúde e bem-estar, dá nome ao programa. Já o Passei Direto, a maior rede de estudos da América Latina e integrante do grupo UOL Edtech, reforça o valor do aprendizado. Ambas as marcas mostram que informação, entretenimento e cuidado com as pessoas podem caminhar juntos.

🎮 Dinâmica do programa: como funciona?

O jogo começa muito antes da luz vermelha do estúdio acender. Os interessados devem se inscrever pelo site oficial do SBT. Após a triagem, 12 participantes são sorteados ao vivo no palco, e um deles começa a disputar o prêmio de até 1 milhão de reais. Se errar ou desistir, outro participante é sorteado, e até três pessoas podem jogar a cada episódio.

A disputa é composta por 17 perguntas, divididas em níveis de dificuldade:

  • 5 perguntas fáceis
  • 6 perguntas médias
  • 5 perguntas difíceis
  • 1 pergunta final, valendo 1 milhão de reais

O participante pode desistir e levar o valor da última pergunta correta respondida. Caso erre, recebe 50% do valor da rodada anterior. Na última pergunta, porém, não há meio-termo: é tudo ou nada — se errar, perde o prêmio acumulado.

🆘 Ajuda para quem sabe usar

Durante o jogo, o competidor pode contar com quatro tipos de ajuda, que tornam a disputa ainda mais estratégica e emocionante. Porém, elas não estão disponíveis para a última pergunta. Veja quais são:

  • Passei Direto (Assistente Virtual): com acesso ao conteúdo da maior rede de estudos da América Latina, o participante pode recorrer ao auxílio da plataforma para encontrar a resposta certa.
  • Cartas: um baralho especial define quantas alternativas da pergunta serão eliminadas — podendo ser nenhuma, uma, duas ou três, de acordo com a sorte.
  • Universitários: três estudantes de diferentes universidades são convidados para dar suas opiniões e ajudar o jogador.
  • Pulos EMS: o participante pode “pular” até três perguntas durante o jogo, sem perder o valor acumulado até aquele momento.

💬 Patricia comanda com leveza e emoção

Patricia Abravanel traz ao palco o charme, o carisma e a espontaneidade que herdou de seu pai, mantendo viva a tradição da família Abravanel na televisão. Com os bordões que viraram marca registrada do programa, ela cria um clima de proximidade com o público e os participantes, conduzindo a competição com muito bom humor e respeito.


🗓 Anote na agenda:

Estreia da nova temporada do Show do Milhão EMS
🗓 Domingo, 11 de maio
🕖 A partir das 19h
📍 Dentro do Programa Silvio Santos, no SBT

Crítica | Com visual ousado e tensão constante, A Hora do Mal se destaca como o novo terror do ano

0
Foto: Reprodução/ Internet

A Hora do Mal é exatamente o tipo de obra que se espera de um diretor em seu segundo longa-metragem: ousada, tecnicamente refinada e mais ambiciosa do que o trabalho anterior. Craig Cregger, conhecido pelo elogiado Barbarian (2022), prova aqui que não é um diretor de uma obra só. Pelo contrário, ele demonstra maturidade narrativa e um domínio estético que evoluem cena após cena, consolidando seu nome entre os novos autores mais promissores do cinema de terror.

Há uma confiança visível em cada quadro. Cregger explora com precisão o ritmo, o movimento e uma linguagem visual mais viva e articulada do que em Barbarian. Seu controle sobre a mise-en-scène impressiona, especialmente nas sequências de ação, que demonstram sua versatilidade. É seguro afirmar: o diretor tem um grande filme de ação dentro de si, apenas esperando o momento certo para emergir.

Uma das grandes curiosidades era observar quais marcas autorais de Barbarian retornariam aqui — e uma delas se destaca de imediato: a obsessão pela estrutura narrativa. O filme é construído como uma montanha-russa emocional, conduzindo o público por curvas inesperadas com precisão quase cirúrgica. O diretor sabe exatamente quando acelerar, quando pausar e quando permitir que o espectador reorganize as peças desse quebra-cabeça psicológico antes do próximo impacto. Essa fluidez narrativa é um dos principais trunfos do filme: nada é gratuito, nenhuma cena é desperdiçada. Tudo contribui para manter a tensão em ebulição.

O sentimento de inquietação é constante. Mesmo nas passagens aparentemente calmas, há algo estranho no ar — uma tensão subjacente que jamais se dissipa por completo. A trilha sonora desempenha um papel fundamental nesse processo: é hipnótica, intensa e cuidadosamente escolhida para reforçar o clima de constante ameaça. O som não apenas acompanha, mas amplifica a experiência sensorial do público.

Outro elemento digno de destaque é a habilidade de Cregger em manipular tom e ritmo. Ele transita com naturalidade entre o terror psicológico, o suspense atmosférico e explosões de violência gráfica, sempre mantendo a coesão da narrativa. Um feito notável para qualquer cineasta, ainda mais para um nome em ascensão. O humor também está presente, mas jamais de forma forçada ou deslocada — surge pontualmente, quebrando a tensão em momentos estratégicos, sem comprometer a atmosfera opressiva do enredo.

Foto: Reprodução/ Internet

Contrastes e críticas sociais

Assim como em Barbarian, Cregger demonstra interesse em explorar contrastes sociais e visuais. A ambientação em uma zona suburbana de classe média alta, aparentemente tranquila e segura, entra em choque com a brutalidade escondida por trás de portas comuns. É um retrato perturbador da banalização do mal — da ideia de que a violência pode se ocultar nos lugares e nas pessoas mais improváveis. Quando essa crítica é direcionada ao universo juvenil e ao ambiente escolar, ela se torna ainda mais incômoda e pertinente.

Visualmente, o filme é um espetáculo. Os enquadramentos dinâmicos, os movimentos ousados de câmera e a fotografia pulsante criam uma linguagem cinematográfica cheia de energia. Há sequências coreografadas com precisão quase balética, misturando horror e beleza de forma visceral. Em um gênero onde a estética muitas vezes é tratada como um detalhe secundário, o cuidado visual de A Hora do Mal se destaca com folga.

Terror épico, mas sem perder a essência

No geral, o longa-metragem é tudo o que se espera de um blockbuster de terror — e a palavra “blockbuster” aqui é usada com intenção. Embora a história se desenrole em uma cidade pequena, a escala narrativa é grandiosa. É um filme épico, ambicioso, maior e mais ousado do que Barbarian, sem nunca abandonar a essência do horror intimista. A tensão é constante, os sustos são genuínos, e há espaço para emoção e surpresa.

O elenco contribui de forma decisiva para o êxito do longa. As performances são intensas, emocionalmente carregadas e ajudam a ancorar a trama em sentimentos reais, mesmo diante dos elementos mais fantásticos. As cenas de ação são coreografadas com uma precisão admirável, demonstrando não só técnica, mas também um olhar artístico refinado.

Mais do que assustador, A Hora do Mal é imprevisível. É quase impossível antecipar seus rumos narrativos — e essa imprevisibilidade é uma de suas maiores virtudes. Em um mercado saturado por fórmulas repetitivas, onde muitos filmes de terror se limitam a reproduzir convenções batidas, Craig Cregger entrega uma obra original, corajosa e impactante.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta segunda (11/08)

0
Foto: Reprodução/ Internet

No próximo dia 11 de agosto de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo traz para o público uma versão intensa, épica e cheia de surpresas do clássico conto de fadas que atravessa gerações: Branca de Neve e o Caçador (2012). Longe da delicadeza e inocência que associamos tradicionalmente à história da princesa dos irmãos Grimm, este filme traz uma Branca de Neve que se reinventa como uma heroína de coragem, luta e transformação, cercada de personagens complexos e cenários de tirar o fôlego.

Para quem gosta de uma narrativa que mescla fantasia, ação, drama e aventura, esta exibição promete não apenas entreter, mas também inspirar reflexões sobre poder, beleza, resistência e autoconhecimento — temas que ecoam fortemente nos tempos atuais.

Uma trama de poder, traição e redenção

A história começa com o rei Magnus, interpretado por Noah Huntley, que, viúvo, se apaixona pela misteriosa e bela Ravenna (Charlize Theron). Sem saber, o monarca entrega seu reino a uma mulher de intenções sombrias. Com a morte do rei, Ravenna assume o trono, usando de magia negra e crueldade para manter seu domínio absoluto. Para isso, aprisiona a filha do rei, Branca de Neve (Kristen Stewart), numa masmorra, condenando-a a anos de isolamento.

Mas a força da jovem princesa não se dobra. Após anos presa, ela consegue fugir e inicia uma jornada para recuperar seu reino e libertar seu povo. Nesse caminho, Branca de Neve encontra aliados inesperados, entre eles Eric (Chris Hemsworth), o caçador contratado para capturá-la, mas que acaba se tornando seu protetor e companheiro de luta.

Ao lado de Branca de Neve, sete anões — humanos com características e personalidades distintas — se unem para enfrentar os exércitos da rainha malvada. Juntos, eles formam uma resistência determinada a pôr fim à tirania de Ravenna.

Foto: Reprodução/ Internet

Personagens que fogem do clichê

Um dos grandes méritos do filme é a profundidade dada aos seus personagens, que vão muito além do maniqueísmo que costuma marcar adaptações desse tipo.

Charlize Theron cria uma Rainha Ravenna complexa: bela, sedutora e ao mesmo tempo aterrorizante. Sua obsessão pela beleza e pela juventude, aliada à sede de poder, cria uma antagonista que, apesar de cruel, desperta empatia por suas inseguranças e medos. Não é apenas uma vilã caricata, mas uma mulher marcada por suas próprias dores, o que a torna assustadoramente humana.

Kristen Stewart entrega uma Branca de Neve que não espera ser salva — ela é a própria salvadora de seu povo. Combinando inocência e força, Stewart interpreta uma personagem que descobre sua identidade e capacidade de liderar, mesmo diante da adversidade.

Chris Hemsworth, no papel do caçador Eric, também surpreende ao trazer nuances a um personagem que, em outras versões, poderia ser apenas um ajudante ou interesse amoroso. Ele começa como um homem endurecido pela vida, mas sua jornada ao lado de Branca de Neve o transforma, trazendo à tona sua humanidade e coragem.

Os sete anões, interpretados por atores como Ian McShane, Nick Frost e Toby Jones, têm destaque e características próprias, cada um com seu jeito de contribuir para a luta contra o mal, o que humaniza ainda mais o grupo.

Produção caprichada e visual impressionante

Filmado majoritariamente no Reino Unido, o filme conta com paisagens naturais deslumbrantes — a praia de Marloes Sands, em Pembrokeshire, é uma das locações mais marcantes, que conferem realismo e beleza aos cenários de fantasia. A ambientação medieval foi cuidadosamente construída, com figurinos indicados ao Oscar, que ajudam a compor a atmosfera sombria e épica da história.

O uso de efeitos visuais, também reconhecido com indicações ao Oscar, trouxe vida ao reino mágico, às batalhas e à magia que permeia a narrativa, garantindo que o espectador sinta a grandiosidade e o perigo que cercam Branca de Neve e seus aliados.

A trilha sonora, com músicas exclusivas como “Breath of Life” da banda Florence and the Machine, adiciona emoção e intensidade às cenas, complementando a experiência audiovisual.

O impacto cultural e o legado do filme

Desde seu lançamento em 2012, o longa marcou uma mudança na forma como contos de fadas podem ser adaptados para o cinema contemporâneo. Ao trazer uma protagonista ativa e empoderada, o filme dialoga com debates atuais sobre representatividade feminina e autonomia.

Com uma bilheteria que ultrapassou os 390 milhões de dólares mundialmente, o filme conquistou seu público mesmo diante da concorrência com outra adaptação do mesmo conto — Espelho, Espelho Meu (Mirror Mirror), lançada no mesmo ano, mas com tom mais leve e cômico.

Além disso, o sucesso levou à produção da sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016), que aprofundou o universo criado, ampliando o debate sobre poder, escolha e redenção.

Foto: Reprodução/ Internet

A importância dos contos de fadas para a cultura contemporânea

Contos de fadas são parte essencial da cultura humana há séculos, servindo como metáforas, ensinamentos e formas de entretenimento que atravessam gerações. O que Branca de Neve e o Caçador faz de especial é revisitar esse legado e atualizá-lo para um público que busca mais do que magia e romance — deseja personagens com os quais possa se identificar, lutas que façam sentido no mundo real e narrativas que empoderem.

Em uma época marcada por discussões sobre igualdade, diversidade e justiça, essa releitura é um convite para olhar para o passado com outros olhos e perceber que histórias antigas podem ter novos significados, que nos inspiram a sermos protagonistas de nossas próprias jornadas.

Curiosidades que você talvez não saiba

Antes da escolha final, vários atores foram considerados para o papel do caçador Eric, entre eles Tom Hardy, Johnny Depp, Viggo Mortensen e Hugh Jackman. Chris Hemsworth acabou ficando com o papel, consolidando sua versatilidade após o sucesso como Thor.

Charlize Theron foi a primeira atriz confirmada no elenco, após Angelina Jolie e Winona Ryder serem cogitadas para o papel da rainha Ravenna.

A produção consultou acadêmicos da Universidade de Oxford e da Universidade de Chichester para garantir a autenticidade das cenas de batalhas e ambientação medieval.

Bob Hoskins, que interpreta Muir, viveu seu último papel no cinema neste filme antes de se aposentar da atuação.

O filme teve que acelerar sua data de estreia para competir com a outra adaptação do conto, Mirror Mirror, gerando uma disputa interessante entre os estúdios Universal e Relativity Media.

Vale a pena assistir Os Caras Malvados 2? Um filme para quem quer rir e se surpreender

0
Foto: Reprodução/ Internet

Sabe aquele filme que você assiste achando que é só uma animação infantil, cheia de piadas bobas e personagens caricatos, e sai com um sorriso no rosto e até um pouco mais esperançoso com o mundo? Pois é, Os Caras Malvados 2 é exatamente esse tipo de filme — uma continuação que sabe divertir e emocionar, sem cair nas armadilhas de tantas sequências que insistem em fazer tudo igual, mas sem alma.

No centro da história, está a gangue liderada pelo Sr. Lobo — um lobo charmoso, cheio de dúvidas e, acima de tudo, com uma vontade quase humana de provar que pode ser mais do que um bandido. Junto com ele, estão a Srta. Tarântula, a hacker inteligente e sarcástica; o Sr. Cobra, especialista em abrir cofres e — spoiler — com um apetite um tanto duvidoso; o Sr. Tubarão, mestre dos disfarces; e o Sr. Piranha, aquele que solta um gás desastroso, mas que também tem seu valor no grupo.

O que o filme faz de diferente é pegar essa turma, tradicionalmente vista como “vilões”, e mostrar que por trás das aparências, cada um carrega suas inseguranças, sonhos e a vontade — nem sempre fácil — de mudar. É uma reflexão leve sobre segundas chances e sobre como, às vezes, o rótulo que a sociedade coloca pode ser uma prisão maior do que qualquer cadeia.

Humor que não subestima nem as crianças, nem os adultos

O que me conquistou bastante é como o filme equilibra seu humor. As piadas são divertidas, sim, mas não forçadas, nem dependem só de piadinhas fáceis. Tem aquela ironia fina que faz os adultos rirem sem perder o interesse das crianças, e momentos de humor físico que são clássicos e garantem gargalhadas espontâneas.

A Srta. Tarântula, interpretada pela voz superexpressiva de Awkwafina, rouba a cena com seu timing impecável. Ela consegue ser engraçada e, ao mesmo tempo, ter um lado mais sensível, mostrando que não é só mais um personagem feito para arrancar risadas. E o Sr. Lobo do Sam Rockwell? Tem aquele tom meio cansado da vida de bandido, misturado com um otimismo meio relutante, que faz a gente torcer por ele de verdade.

Visual que é um banho de criatividade

Se tem algo que chama a atenção logo no início é o visual do filme. Não é a animação super-realista típica que estamos acostumados, nem aquela caricatura exagerada e comum em desenhos infantis. A DreamWorks apostou em um estilo gráfico que mistura o clássico com o moderno — uma espécie de quadrinhos ganhando vida, com cores vibrantes e cenas cheias de movimento.

Cada personagem tem um design que combina com sua personalidade — o Sr. Tubarão é literalmente afiado e meio ameaçador, enquanto a Srta. Tarântula é cheia de movimentos rápidos e ágeis, como uma hacker mesmo. As cores são quentes, com contrastes que fazem o filme parecer uma fábula urbana, onde o perigo espreita, mas o coração está sempre pulsando.

Uma história que flui, mas também toca o coração

Se você espera só uma sequência de cenas de ação, pode se surpreender. A história sabe exatamente quando acelerar e quando dar espaço para que a gente entenda o que está acontecendo dentro dos personagens.

O enredo envolve um plano que mistura roubo, enganação e uma boa dose de reviravoltas, mas também uma conversa verdadeira sobre confiança, amizade e honestidade — mesmo que seja aquela “honestidade” meio bagunçada dos bandidos que querem virar gente boa.

É um filme que fala sobre encontrar o próprio caminho, mesmo quando todo mundo já te colocou numa caixinha de “vilão”. E isso, vamos combinar, não é só coisa de animação infantil, né?

Para quem é esse filme?

O melhor do filme é que ele não tenta ser tudo para todos. Ele é um filme para quem gosta de uma boa história, com personagens cativantes, uma animação caprichada e aquele humor que funciona tanto para crianças quanto para adultos.

Se você está cansado dos filmes que parecem só encher linguiça, ou dos desenhos que só apostam em apelação visual, esse é um respiro. Ele traz um equilíbrio raro: é leve, divertido, mas não vazio. Tem ação, mas não só isso. Tem risadas, mas também momentos para refletir — e quem não gosta de uma boa mistura assim?

Globo Repórter faz retrato emocionante da vida no campo e do universo boiadeiro nesta sexta (15)

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta sexta-feira, 15 de agosto de 2025, o Globo Repórter convida o público para um passeio especial pelo coração do Brasil. A edição mergulha no universo rural, mostrando como o campo continua sendo um espaço de tradição, trabalho duro e também de celebrações que moldaram a identidade nacional.

A coprodução com a EPTV, afiliada da Globo, revela a rotina de peões e peoas, mas vai além: explora como a vida no interior é atravessada por música, moda, gastronomia e valores que permanecem vivos mesmo em meio à modernização. As reportagens, assinadas por Dirceu Martins e Paulo Gonçalves, resgatam histórias de gente que vive de forma simples, mas com orgulho de manter suas raízes firmes na terra.

O retrato de um Brasil que resiste no campo

Quem nasce e cresce no interior carrega marcas que vão além do sotaque ou do “r” puxado. É o modo de viver, a forma de olhar a natureza, o cuidado com os animais e a hospitalidade que transformam o caipira em um guardião de tradições.

Um exemplo é José Maria, o “Seu Zelão”, de 73 anos. Morador do interior paulista, ele ainda se orgulha de acordar ao som do galo e do mugido das vacas. No sítio, cuida de 60 cabeças de gado e 28 vacas leiteiras, cada uma batizada com um nome carinhoso.

“Sou caipira do pé rachado mesmo. Nomeio as vacas não só por carinho, mas porque ajuda na organização da ordenha. Mesmo com as máquinas, eu não abro mão desse cuidado”, diz Zelão, sorrindo. Casado há 54 anos com Dona Lúcia, que aprendeu a fazer queijo aos 12 anos, ele resume o sentimento de muitos que vivem no campo: “Eu gosto da cidade, mas meu lugar é aqui”.

Rodeios: tradição, turismo e identidade

Se a roça guarda silêncio e trabalho, as festas de peão traduzem a celebração coletiva da cultura sertaneja. Em 2025, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos completa 70 anos, consolidada como o maior evento do gênero no país. Mas ela não está sozinha: o Brasil soma mais de 1.100 festas anuais, das quais 180 fazem parte do Circuito Mundial de Rodeios.

Esses eventos movimentam milhões de reais, lotam hotéis e restaurantes, geram empregos temporários e atraem turistas de todas as regiões. Muito além das montarias, o rodeio é um espaço onde música, moda e fé se misturam, reforçando laços de pertencimento.

E se por muito tempo o protagonismo era apenas masculino, hoje as mulheres conquistaram espaço. A reportagem destaca Ana Claudia Garcia, pioneira como madrinheira – profissional responsável por acompanhar peões e garantir o bem-estar dos animais.

“Ser madrinheira é mais do que estar na arena. É cuidar, orientar e zelar pela segurança de todos. É uma responsabilidade enorme, mas eu amo o que faço”, afirma Ana Claudia, com brilho nos olhos.

Moda sertaneja: entre tradição e reinvenção

Quem vê as arquibancadas lotadas em Barretos ou em qualquer festa de rodeio percebe de imediato: a moda sertaneja virou um fenômeno cultural e de mercado. Botas de couro, chapéus, calças jeans e camisas bordadas deixaram de ser apenas trajes de trabalho para se transformarem em estilo urbano, conquistando jovens em grandes cidades.

Segundo o repórter Dirceu Martins, o setor se reinventa com criatividade: “É incrível ver como as botas, as calças e até os chapéus ganham novas cores, brilhos e bordados. A moda sertaneja virou uma linguagem de identidade, que une tradição e modernidade”.

Hoje, estilistas especializados estudam tendências e criam peças que transitam entre a arena e a passarela, mantendo viva a estética cowboy enquanto ampliam sua influência na moda nacional.

Foto: Reprodução/ Internet

A música como memória e emoção

Nenhuma história do campo estaria completa sem falar da música. No interior de São Paulo, a Orquestra de Viola de Piracicaba preserva há duas décadas a sonoridade raiz, mantendo viva a tradição da viola, instrumento que simboliza a alma caipira.

Com melodias que falam de amor, saudade e trabalho, a viola conecta gerações. “A música caipira é um retrato de quem somos. Ela guarda a vida da família, a lida com a terra, a fé e também a dor”, comenta um dos músicos da orquestra, emocionado.

O programa mostra ensaios e apresentações que revelam como a música ainda é capaz de reunir famílias inteiras, seja em pequenas festas de bairro ou em palcos consagrados dos rodeios.

Peão raiz x peão moderno

Outra abordagem do programa é a convivência entre o peão tradicional e o contemporâneo. Enquanto os mais antigos seguem valorizando práticas manuais, os mais jovens buscam tecnologias para otimizar a lida no campo.

No entanto, há algo que não muda: a paixão pelos animais e pela arena. “Eu também sou do interior, de Marília, e me sinto um repórter caipira. Ao visitar propriedades rurais, o que mais me impressionou foi a receptividade das pessoas. É um povo que adora prosear e abrir as portas de casa”, conta o jornalista Paulo Gonçalves, emocionado com as gravações.

O impacto econômico e cultural

As festas de peão e a vida rural vão muito além da estética. São motores da economia local, movimentam cadeias produtivas e ainda funcionam como um espaço de preservação cultural.

Cada montaria, cada canção e cada peça de roupa carregam símbolos de identidade que se perpetuam de geração em geração. O turismo sertanejo cresce, e com ele surgem oportunidades para pequenos produtores, artesãos e comerciantes.

Histórias que emocionam

Mais do que estatísticas, o Globo Repórter dá voz a histórias humanas. Dona Lúcia, com seus queijos artesanais, representa mulheres que transformam saberes tradicionais em fonte de renda e orgulho comunitário. Zelão, com seu gado nomeado, mostra como o afeto também está no trabalho.

No campo, o lazer também é valorizado: almoços de domingo, modas de viola ao entardecer, festas juninas e rodas de conversa reforçam a ideia de comunidade. Como resume Seu Zelão: “A roça ensina a ter paciência e respeito. Cada dia é uma lição”.

Educação no campo e futuro das tradições

Outro ponto abordado é a educação rural. Escolas e projetos comunitários buscam integrar ensino formal e valorização cultural. Crianças aprendem matemática e português, mas também participam da ordenha, cuidam da horta e vivenciam a rotina do campo – fortalecendo um vínculo com suas origens e incentivando práticas sustentáveis.

Mesmo diante da urbanização, a cultura sertaneja mostra capacidade de se reinventar. Os jovens incorporam tecnologia, mas continuam participando das festas, cantando modas de viola e vestindo com orgulho o chapéu de cowboy.

Vale a pena assistir Uma Batalha Após a Outra? Um thriller que desafia expectativas

0

Em um cenário cinematográfico saturado por sequências previsíveis e fórmulas repetitivas, Uma Batalha Após a Outra surge como um sopro de audácia. Dirigido por Paul Thomas Anderson, o filme se posiciona como um thriller de ação e suspense que vai muito além das expectativas. Mais do que explosões e perseguições, o longa combina intensidade narrativa, crítica social e uma construção meticulosa de personagens, entregando uma experiência que é tanto cerebral quanto visceral.

O filme acompanha Pat Calhoun, um ex-revolucionário, e Perfidia, sua parceira nos French 75, grupo radical que realiza ataques ousados a bancos, políticos e instalações estratégicas. O enredo se desenrola em múltiplas camadas temporais, alternando entre os conflitos do passado e as consequências que emergem dezesseis anos depois. Anderson não se contenta com a ação: cada explosão, cada perseguição é um reflexo das tensões sociais, políticas e morais que permeiam o mundo que ele constrói.

Crítica social na pele dos personagens

Um dos grandes méritos do filme é a maneira como crítica política e social se entrelaçam com o drama pessoal. O coronel Steven Lockjaw, interpretado por Gary Oldman, é o símbolo de uma elite militar corrupta, obcecada por poder e controle. Mas Anderson não faz dele um vilão unidimensional: suas motivações, por mais distorcidas que sejam, são plausíveis dentro do universo que o diretor construiu.

Enquanto isso, Pat e Perfidia questionam os limites do idealismo. Até que ponto a luta por justiça justifica métodos extremos? A construção moral ambígua dos protagonistas é uma das forças do filme. Diferente de muitos blockbusters, Anderson não oferece respostas prontas. Ele força o público a refletir sobre poder, violência e escolhas individuais, tornando cada cena uma oportunidade de questionamento ético.

Humor negro e momentos de absurdo

Apesar de seu tom pesado, o filme encontra espaço para o humor negro. Cenas de tensão extrema muitas vezes escorregam para o absurdo, criando uma sensação quase surrealiista. É como se os personagens estivessem presos em um pesadelo exagerado, onde o grotesco e o cômico coexistem.

Essa escolha estética é arriscada, mas eficaz. O humor funciona como uma válvula de escape narrativa e como comentário social: reforça a crítica à irracionalidade do poder, à violência sistemática e à desumanização que acompanha o radicalismo. O contraste entre tragédia e comédia aumenta a intensidade emocional, mantendo o público envolvido e, muitas vezes, desconfortavelmente divertido.

Uma produção monumental

Com orçamento entre US$ 130 e 175 milhões, Uma Batalha Após a Outra é o filme mais caro da carreira de Anderson. Cada centavo é visível: a cinematografia de Michael Bauman alterna entre paisagens amplas e claustrofóbicas, captando tanto a escala épica quanto os detalhes íntimos da narrativa. A decisão de filmar em 35 mm VistaVision confere textura clássica, reforçando a sensação de um épico moderno.

As locações — da Califórnia ao Texas, incluindo cidades como Sacramento e Arcata — oferecem realismo e diversidade visual. Cada cenário contribui para a imersão, mostrando Anderson preocupado não apenas com ação, mas com atmosfera e autenticidade. A fotografia, combinada à trilha sonora de Jonny Greenwood e ao design de som, transforma cada disparo, cada diálogo e cada silêncio em elementos narrativos, conduzindo o público através de tensão e emoção com precisão cirúrgica.

Personagens que permanecem na memória

O elenco é um dos pilares do filme. Leonardo DiCaprio entrega uma performance intensa, equilibrando vulnerabilidade e frieza calculista em seu papel como Pat. Sean Penn, como Dentinho, cria um antagonista perturbador, cheio de nuances que fazem dele memorável e aterrorizante.

Regina Hall, Teyana Taylor, Benicio del Toro e Chase Infiniti completam o elenco com atuações que sustentam a complexidade do enredo. Anderson dá espaço para que cada ator explore motivações, falhas e dilemas de seus personagens, evitando clichês ou estereótipos. O resultado é um conjunto de figuras humanas em meio ao caos, cada uma com seu próprio arco, medos e esperanças.

Relações familiares e conflitos pessoais

Entre perseguições e explosões, o filme dedica espaço à dinâmica entre pai e filha. Pat e Willa representam a tensão entre proteção e liberdade, passado e futuro. A trajetória de Willa, crescendo sob a sombra do radicalismo e das traições, acrescenta profundidade emocional ao longa. Anderson consegue equilibrar momentos de ação com instantes de ternura, mostrando que mesmo em um mundo dominado pela violência, a humanidade e os laços afetivos persistem.

Essa abordagem torna o filme mais do que entretenimento: é um estudo sobre como trauma, escolhas e lealdade moldam indivíduos e comunidades. É também um convite ao espectador para refletir sobre como cada decisão, mesmo a mais desesperada, carrega consequências que ultrapassam o tempo.

Um thriller para os tempos atuais

O filme dialoga com questões contemporâneas: imigração, supremacia, radicalismo e injustiça social. A história, embora ambientada em um mundo fictício, ecoa problemas reais, provocando discussão e reflexão. Anderson evita didatismo; ele apresenta os fatos e deixa que o público tire suas próprias conclusões.

Esse tipo de narrativa, que combina entretenimento com crítica social, é raro. O filme desafia a passividade do espectador, exigindo atenção, raciocínio e sensibilidade. É um convite a pensar sobre o mundo sem abandonar a adrenalina e a tensão características do gênero.

Vale a pena assistir?

A resposta é afirmativa, mas com ressalvas. Uma Batalha Após a Outra não é um filme para quem busca diversão leve ou respostas fáceis. Exige atenção, paciência e disposição para lidar com violência, humor ácido e moralidade ambígua.

Por outro lado, aqueles que mergulharem nessa experiência encontrarão personagens memoráveis, narrativa intensa, crítica social afiada e estética impecável. É uma obra que provoca, incomoda e emociona — um verdadeiro épico moderno que combina ação, reflexão e originalidade.

Cine Aventura 19/04/2025: Record exibe Alice e Peter – Onde Nascem os Sonhos

0

Se você está procurando um bom motivo pra ficar no sofá neste sábado à tarde, a Record TV tem a dica perfeita: o Cine Aventura do dia 19 de abril de 2025 vai exibir o filme “Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos”, uma fantasia com cara de conto de fadas, mas com um toque de drama familiar que promete mexer com o coração.

Estrelado pela poderosa Angelina Jolie e pelo talentoso David Oyelowo, o longa mistura elementos das histórias de Peter Pan e Alice no País das Maravilhas, só que de um jeito totalmente diferente: e se eles fossem irmãos na vida real, antes de viverem suas aventuras em mundos mágicos?

Uma história antes dos contos de fadas

Em “Alice e Peter” (título original: Come Away), conhecemos uma versão inédita desses personagens tão clássicos. Antes de voar para a Terra do Nunca ou cair na toca do coelho, Peter (Jordan Nash) e Alice (Keira Chansa) vivem com os pais e o irmão mais velho em uma casa no campo, cercados de amor, natureza e muitas brincadeiras. Mas tudo muda quando uma tragédia abala a família: a morte do irmão mais velho transforma completamente a dinâmica do lar.

Para escapar da dor — e tentar ajudar os pais, Rose (Angelina Jolie) e Jack (David Oyelowo), a seguirem em frente — os dois irmãos mergulham em seus próprios mundos imaginários. E é aí que começa a mistura de realidade com fantasia: espadas, navios piratas, criaturas mágicas e coelhos apressados entram em cena, construindo as pontes entre o luto e a criatividade infantil.

Angelina Jolie brilha em papel sensível

Apesar do tom mais melancólico, o filme tem momentos de pura ternura e cenas visuais lindas. Angelina Jolie, que já encantou o público como a sombria Malévola, aqui surge em uma versão mais contida e dolorida: uma mãe em luto, tentando manter a família unida. Ao lado dela, David Oyelowo traz profundidade e empatia para o papel do pai.

A direção é de Brenda Chapman, que também dirigiu a animação vencedora do Oscar “Valente”, e o roteiro é assinado por Marissa Kate Goodhill. A dupla propõe um olhar mais humano e poético sobre o nascimento da fantasia — como se dissesse: “antes da aventura, vem a dor. E da dor, nasce a imaginação.”

Para quem gosta de histórias com toque emocional, universos mágicos e atuações sensíveis, vale a pena dar uma chance.

Não vai estar em casa no sábado? Calma que tem streaming!

Se não der pra assistir ao filme na hora da exibição na Record, dá pra ver depois com calma nas plataformas digitais. “Alice e Peter” está disponível no Telecine e na Netflix, além de poder ser alugado no Prime Video.

🎬 Anota aí:
🗓 Sábado, 19 de abril de 2025
📺 Cine Aventura – Record TV
🎞 Filme: Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos
⏰ Duração: 1h34min
📊 Classificação indicativa: 12 anos

Super Tela 19/04/2025: Até o Limite é o grande destaque da noite!

0

A Super Tela da Record TV deste sábado, 19 de abril de 2025, promete emocionar o público com uma história poderosa e cheia de sensibilidade. O destaque da noite é o filme “Até o Limite” (MBF: Man’s Best Friend), um drama de guerra e família que foge dos clichês e mergulha fundo nas cicatrizes — físicas e emocionais — que a vida pode deixar.

Lançado em 2020 e dirigido por Anthony Hornus, o longa tem no elenco nomes como DJ Perry, Garry Nation e Melissa Anschutz, e foi destaque nas plataformas de streaming pela sua abordagem delicada sobre o retorno à vida civil de um ex-combatente.

A trama

No centro da história está Paul Landing (DJ Perry), um ex-fuzileiro que serviu no Afeganistão e voltou para casa ferido, carregando muito mais do que apenas as marcas visíveis da guerra. Agora, dez anos depois, ele tenta manter em pé um abrigo de cães — um espaço que, mais do que um trabalho, é uma forma de terapia, de conexão e de propósito.

Mas nem tudo são flores. O abrigo está prestes a ser reduzido por uma ordem oficial, e Paul ainda precisa lidar com o preconceito e a exclusão social por conta de sua condição. Em meio à luta burocrática e emocional, o personagem encontra apoio e força em seus cães — seus verdadeiros companheiros — e em algumas pessoas que se recusam a julgá-lo pelo passado.

Drama com alma e coração

“Até o Limite” é daqueles filmes que tocam fundo. Sem grandes efeitos, ele aposta no realismo, no silêncio das feridas emocionais e na força dos vínculos criados com os animais. A relação entre Paul e os cães vai muito além do carinho: representa cura, resiliência e empatia — tudo o que muitas vezes falta no mundo lá fora.

Com 2h09min de duração, o filme é ideal pra quem curte histórias mais humanas, com personagens imperfeitos tentando se reconstruir. O roteiro evita soluções fáceis e entrega momentos sinceros que ressoam com muita gente — especialmente com quem já enfrentou alguma perda, injustiça ou invisibilidade.

Onde mais assistir?

Se você curtir a exibição na Record ou quiser rever com calma depois, “Até o Limite” está disponível nas plataformas digitais. Ele pode ser visto por assinatura no Looke e também está disponível para aluguel na Amazon Prime Video, a partir de R$ 4,90.


📺 Super Tela – Record TV
🗓 Sábado, 19 de abril de 2025
🎞 Filme: Até o Limite (MBF: Man’s Best Friend)
🎬 Duração: 2h09min
📚 Gênero: Drama / Guerra / Família
🔞 Classificação indicativa: 12 anos
💡 Ideal para quem ama histórias de superação e companheirismo verdadeiro.

O Mapa Que Me Leva Até Você: romance com Madelyn Cline e KJ Apa ganha trailer e data de estreia no Prime Video

0
Foto: Reprodução/ Internet

Em tempos de incertezas, o desejo por histórias que tocam o coração e celebram a busca por conexão humana ganha força — e é exatamente nessa sintonia que chega O Mapa Que Me Leva Até Você, novo romance do Prime Video, com estreia marcada para 30 de agosto.

A plataforma divulgou, na última terça-feira (15), o trailer oficial do filme, que adapta o best-seller homônimo de J.P. Monninger, um dos romances mais elogiados da última década por seu retrato intimista sobre juventude, escolhas e encontros que mudam tudo.

Sob a direção do sueco Lasse Hallström, cineasta de dramas memoráveis como Querido John e Chocolate, o longa acompanha a trajetória de Heather, interpretada com delicadeza por Madelyn Cline (Outer Banks, Entre Facas e Segredos). Prestes a iniciar uma vida meticulosamente planejada, Heather embarca em uma última aventura pela Europa ao lado das melhores amigas — um rito de passagem antes de mergulhar no mundo adulto.

Mas o destino, como o próprio título sugere, guarda surpresas. Durante a viagem, ela conhece Jack, vivido por KJ Apa (Riverdale), um jovem misterioso e cativante, cuja presença vira sua bússola emocional. O que começa como um encontro casual se transforma em uma jornada de autoconhecimento e entrega, em que cada parada no mapa representa uma chance de repensar o rumo da própria vida.

O filme também conta com Madison Thompson, Sofia Wylie, Orlando Norman e Josh Lucas, compondo um elenco que reforça as nuances de afeto, amizade e descoberta presentes na narrativa. Ambientado em paisagens pitorescas da Europa, o longa combina visuais encantadores com emoções contidas, tocando em temas como liberdade, pertencimento e o medo silencioso de fazer escolhas irreversíveis.

Mais do que um romance, O Mapa Que Me Leva Até Você é uma história sobre o tempo — o que vivemos, o que deixamos para trás e o que ainda estamos dispostos a encontrar. Com trilha sonora sensível e direção voltada ao detalhe emocional, o filme propõe uma reflexão delicada: e se o amor for menos sobre destino e mais sobre coragem?

Com estreia global agendada para 30 de agosto no Prime Video, o longa promete conquistar tanto os fãs de histórias românticas quanto aqueles que buscam algo mais profundo: um lembrete de que, às vezes, é preciso se perder para encontrar o que realmente importa.

Quilos Mortais desta sexta (08) apresenta emocionante episódio sobre a trajetória de Bethany

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 8 de agosto, às 22h45, o reality show Quilos Mortais traz ao público uma narrativa que ultrapassa os números da balança para alcançar as profundezas do ser humano. O episódio inédito acompanha Bethany, uma psicóloga de 42 anos que enfrenta um desafio colossal: conviver com seus 276 quilos e, ao mesmo tempo, lidar com feridas emocionais antigas e barreiras internas que dificultam sua transformação. As informações são da Record TV.

Leia também:
Confira como está Bethany, participante do programa Quilos Mortais da Record TV

A vida por trás dos números: conhecendo Bethany

Bethany não é uma paciente comum. Com formação em psicologia, ela conhece bem os labirintos da mente humana e compreende, em teoria, a importância de cuidar da saúde emocional. Mas quando o olhar precisa se voltar para si mesma, sua história se mostra complexa e carregada de nuances.

Mãe dedicada de duas filhas — Isabella, de 18 anos, e Zowie, de 10 — Bethany vive um cotidiano marcado pelas limitações que o excesso de peso lhe impõe. São tarefas simples do dia a dia que se tornam desafios gigantescos, como acompanhar as filhas em momentos importantes, brincar no parque ou mesmo atividades corriqueiras dentro de casa. A culpa por não poder estar mais presente e ativa na vida das meninas acompanha seus dias silenciosamente.

A dinâmica familiar tem suas tensões. Isabella, ainda muito jovem, assumiu cedo um papel de cuidadora, tentando equilibrar o suporte à mãe com a construção de sua própria identidade. Já o marido, figura central na história, é um parceiro constante que divide a carga física e emocional de um lar onde a saúde de Bethany muitas vezes é o eixo principal das preocupações.

Cicatrizes que o tempo não cura: feridas emocionais e traumas do passado

Desde a infância, a jovem conviveu com rejeição e a sensação de não pertencimento, sentimentos que cresceram em meio a conflitos familiares e dificuldades sociais. Na adolescência, um relacionamento abusivo deixou marcas profundas, afetando diretamente sua autoestima e ampliando o ciclo de sofrimento.

A luta contra crises de ansiedade e episódios de pânico que acompanham sua trajetória só reforçaram o isolamento. Para Bethany, a comida tornou-se uma espécie de porto seguro — um mecanismo de conforto e proteção diante de um mundo que, para ela, parecia hostil demais.

O paradoxo da psicóloga que resiste à própria cura

Um dos aspectos mais impactantes da história de Bethany é a contradição entre seu conhecimento profissional e a resistência emocional que apresenta diante da própria terapia e tratamento psicológico.

Apesar de entender o valor da psicoterapia, Bethany encara o processo com uma mistura de desconfiança e medo. Ela se apega à cirurgia bariátrica como uma solução quase milagrosa — uma esperança rápida para a transformação que tanto deseja — sem perceber que o verdadeiro e maior desafio está no enfrentamento das questões emocionais que alimentam seus comportamentos e dificultam a mudança.

Essa resistência não é incomum em quem vive com obesidade extrema, especialmente quando há um histórico de traumas não elaborados e uma relação complexa com o próprio corpo e a autoestima. O episódio expõe esse embate interno de forma sensível, mostrando que a cura não é linear e que o caminho pode ser tortuoso.

Além da balança: reconstruir a autoestima e a vida

Para Bethany, a verdadeira batalha não está apenas no número que a balança marca, mas no processo lento e cheio de obstáculos de autoconhecimento, aceitação e reconstrução da autoestima.

Cada pequena conquista, seja física ou emocional, representa um passo fundamental para vencer o medo, a insegurança e as feridas que o tempo não cicatrizou. A série mostra momentos de fragilidade, mas também flashes de esperança e a redescoberta da força interior que ela tem — uma força que talvez estivesse oculta sob o peso do corpo e das emoções.

Esse processo de transformação vai muito além da estética: é sobre recuperar o direito de viver plenamente, de se amar e se aceitar, de reconstruir relações familiares e sociais e de reencontrar a própria identidade.

O peso invisível da responsabilidade familiar

A moça carrega uma culpa que muitas vezes pesa quase tanto quanto os quilos que somam seu corpo. Ela teme não estar presente para as filhas da forma como gostaria e se preocupa com o impacto que sua condição pode ter sobre o futuro delas.

A relação entre Bethany e suas filhas é marcada por um amor imenso, mas também por tensões e angústias naturais de quem vive diante de tantas limitações. Isabella, em particular, vive o delicado papel de suporte emocional e prático para a mãe, enfrentando seu próprio processo de amadurecimento e desafios pessoais.

O episódio ressalta como a obesidade extrema impacta não só o indivíduo, mas todo o núcleo familiar, colocando à prova relações, expectativas e o equilíbrio emocional de todos.

almanaque recomenda