O fim de Stranger Things não marcou apenas o encerramento de uma das séries mais influentes da era do streaming, mas também provocou um impacto imediato no consumo musical ao redor do mundo. Exibido na véspera de Ano Novo, em 31 de dezembro de 2025, o episódio final da produção da Netflix emocionou fãs e reforçou a forte ligação da série com a cultura pop dos anos 1980, especialmente por meio de sua trilha sonora cuidadosamente escolhida.
Entre os destaques musicais do último episódio, duas canções icônicas de Prince ganharam protagonismo: “When Doves Cry” e “Purple Rain”, ambas lançadas em 1984. As músicas embalaram a cena final da série e ajudaram a construir o clima de despedida, melancolia e reflexão que marcou o encerramento da história ambientada em Hawkins. A escolha do artista não foi casual, já que Prince é um dos maiores símbolos musicais da década que inspira toda a estética de Stranger Things.
O impacto dessa escolha foi rapidamente percebido no Spotify. De acordo com dados da plataforma, já no dia seguinte à estreia do episódio final, os streams das músicas de Prince registraram um crescimento expressivo em escala global. “Purple Rain” teve um aumento de 577% nos streams da Geração Z e de 243% no total global, enquanto “When Doves Cry” cresceu 128% entre ouvintes mais jovens e 200% no volume total de reproduções.
O fenômeno não se limitou às faixas utilizadas na série. Todo o catálogo de Prince também apresentou alta significativa, com crescimento de 88% nos streams globais da Geração Z e 190% no total geral. Os números consideram a comparação entre o dia da estreia do episódio final, em 31 de dezembro de 2025, e o dia 1º de janeiro de 2026, evidenciando o efeito quase imediato da exibição.
Esse movimento reforça o papel de Stranger Things como uma poderosa ponte entre gerações. Ao longo de suas cinco temporadas, a série se destacou por resgatar músicas clássicas dos anos 80 e apresentá-las a um público jovem, muitas vezes transformando canções esquecidas ou restritas a nichos em sucessos contemporâneos. O caso de Prince se soma a outros exemplos emblemáticos, como o retorno de Kate Bush às paradas globais na quarta temporada.
Criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, a série estreou em 2016 e se consolidou como um fenômeno cultural ao misturar ficção científica, terror e drama adolescente, sempre permeados por referências diretas ao cinema, à música e à cultura pop da década de 1980. A série acompanhou o crescimento de seus personagens — e de seu público — ao longo de quase dez anos.
Ao encerrar sua trajetória ao som de Prince, Stranger Things reafirma que seu legado vai além da narrativa televisiva. A série termina, mas continua ecoando na música, na memória afetiva dos fãs e nas playlists de uma nova geração, provando que grandes histórias — assim como grandes canções — nunca desaparecem por completo.
Na Sessão da Tarde desta terça-feira, 6 de janeiro de 2026, a TV Globo convida o público a embarcar em uma aventura que mistura ficção científica, ação e humor em escala global. O filme escolhido é “MIB: Homens de Preto – Internacional”, produção que expande o universo da clássica franquia Men in Black e apresenta uma nova geração de agentes encarregados de manter a ordem entre humanos e alienígenas, sempre longe dos olhos curiosos da população.
Lançado em 2019, o longa funciona como um spin-off da saga iniciada nos anos 1990, deixando de lado os icônicos agentes K e J para apostar em uma história inédita, novos personagens e cenários espalhados pelo mundo. O resultado é um filme que respeita a essência da franquia, mas busca atualizar sua linguagem para um público mais jovem e conectado com narrativas globais.
A trama começa de forma intimista, ainda na infância de Molly, interpretada por Tessa Thompson. Quando criança, ela testemunha algo que mudaria sua vida para sempre: a abordagem de dois agentes do MIB a seus pais, seguida do apagamento de suas memórias após um encontro inesperado com um ser extraterrestre. Enquanto os adultos seguem suas vidas sem qualquer lembrança do ocorrido, Molly não esquece. Pelo contrário: ela passa anos obcecada pelos mistérios do universo e pela existência de vida fora da Terra.
Essa obsessão se transforma em motivação. Molly cresce determinada a provar que o MIB existe e, mais do que isso, a fazer parte da organização secreta. Sua persistência e inteligência acabam sendo recompensadas quando ela consegue localizar a sede da agência e, após insistir incansavelmente, é aceita como agente. Assim nasce a agente M, uma das personagens mais determinadas já apresentadas na franquia.
Já como agente oficialmente reconhecida, M é enviada para a filial do MIB em Londres, onde algo extremamente estranho vem acontecendo. Diferente das ameaças tradicionais vindas do espaço, o perigo agora parece estar dentro da própria organização. Há indícios de traição, informações vazadas e ataques alienígenas cada vez mais coordenados.
É nesse cenário que entra o agente H, vivido por Chris Hemsworth. Carismático, confiante e com um histórico de grandes feitos dentro do MIB, H é designado para trabalhar ao lado de M. A dupla, inicialmente marcada por diferenças de postura e experiência, precisa aprender a confiar um no outro para enfrentar uma ameaça que pode colocar em risco não apenas a Terra, mas todo o equilíbrio entre as espécies.
A parceria entre M e H funciona como o coração do filme. Enquanto ele representa o agente veterano, acostumado a improvisar e quebrar regras, ela traz um olhar mais atento, curioso e questionador, algo que muitas vezes falta aos membros mais antigos da organização. Esse contraste gera conflitos, mas também momentos de humor e cumplicidade.
Diferente dos filmes anteriores, que se concentravam majoritariamente nos Estados Unidos, “MIB: Homens de Preto – Internacional” aposta em uma narrativa verdadeiramente global. A investigação leva os protagonistas a diferentes países, ampliando o escopo da franquia e reforçando a ideia de que a ameaça alienígena não conhece fronteiras.
Além disso, o longa apresenta novos alienígenas, tecnologias inéditas e criaturas visualmente marcantes, mantendo a tradição da série de misturar efeitos especiais com um toque de irreverência. Um dos destaques é a presença de Pawny, personagem dublado por Kumail Nanjiani, que funciona como alívio cômico e rapidamente se torna um dos mais carismáticos do filme.
O elenco reúne nomes conhecidos do grande público. Além de Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que já haviam contracenado juntos anteriormente, o filme conta com Liam Neeson no papel de High T, o chefe da filial londrina do MIB, trazendo uma aura de autoridade e mistério. Rebecca Ferguson interpreta Riza Stavros, uma traficante de armas alienígenas com passado enigmático, enquanto Rafe Spall vive um agente cuja lealdade é colocada em dúvida ao longo da trama.
A direção é assinada por F. Gary Gray, conhecido por seu trabalho em filmes de ação como Velozes e Furiosos 8 e Uma Saída de Mestre. Gray imprime um ritmo acelerado ao longa, equilibrando cenas de ação bem coreografadas com momentos de humor e desenvolvimento de personagens.
O roteiro fica por conta de Art Marcum e Matt Holloway, dupla responsável por outros sucessos do cinema de entretenimento. A produção executiva de Steven Spielberg, nome intimamente ligado à história da franquia, reforça o cuidado em manter a identidade de Men in Black, mesmo com tantas novidades.
As filmagens de “MIB: Homens de Preto – Internacional” começaram oficialmente em julho de 2018, com locações em Londres e outras cidades ao redor do mundo. O filme é uma produção conjunta da Columbia Pictures, Amblin Entertainment, Parkes + Macdonald, Image Nation e Tencent Pictures, com distribuição da Sony Pictures Releasing.
A pré-estreia aconteceu em 11 de junho de 2019, em Nova York. Poucos dias depois, o longa chegou aos cinemas do Brasil e de Portugal em 13 de junho, estreando nos Estados Unidos em 14 de junho de 2019, em formatos convencional, 3D e IMAX 3D. Mundialmente, o filme arrecadou mais de US$ 250 milhões, consolidando-se como um sucesso comercial, especialmente considerando seu caráter de spin-off.
Katherine Center já provou mais de uma vez que sabe falar sobre amor sem cair em clichês vazios. Agora, a autora best-seller do New York Times volta a encantar o público brasileiro com “Haters do Amor”, novo romance lançado no país pela Editora Jangada. A obra chega com a promessa de equilibrar humor afiado, emoção genuína e aquele tipo de romance que aquece o coração sem perder a honestidade.
Para quem já conhece o trabalho da escritora, o clima é familiar. Center ficou mundialmente conhecida após os sucessos The Lost Husband e Happiness for Beginners, que ganharam adaptações na Netflix e ampliaram seu alcance para além das livrarias. Em seu novo livro, ela mantém a marca registrada: personagens imperfeitos, diálogos espirituosos e histórias que falam sobre recomeços de forma leve, mas profunda.
A protagonista da vez é Katie Vaughn, uma mulher que já se decepcionou o suficiente para decidir que o amor não vale mais o risco. Descrente de romances e finais felizes, ela aposta todas as fichas em sua carreira como produtora de vídeo. O problema é que, quando seu emprego entra em perigo, Katie aceita um trabalho de última hora que muda completamente seus planos e a leva até Key West, na Flórida.
É lá que ela cruza o caminho de Tom “Hutch” Hutcheson, um nadador-salvador da Guarda Costeira tão confiante quanto irresistível. O choque de mundos é imediato, principalmente porque Katie guarda um segredo nada pequeno: ela não sabe nadar. Mesmo assim, decide fingir que sabe, dando início a uma sequência de situações constrangedoras, caóticas e extremamente divertidas. Para completar o pacote de tensão, ainda precisa conviver com Cole, o irmão de Hutch, que deixa claro desde o início que não simpatiza nem um pouco com ela.
O que poderia ser apenas mais um romance de verão se transforma em uma verdadeira montanha-russa emocional. Entre aulas de natação improvisadas, voos de helicóptero, festas exageradas, tempestades tropicais e até um dogue alemão que rouba a cena, Katie começa a perceber que o amor costuma aparecer justamente quando menos se espera — e, muitas vezes, na forma da pessoa que mais desafia nossas certezas.
O grande mérito de “Haters do Amor” está na humanidade de seus personagens. Katherine Center não idealiza relações nem cria protagonistas inalcançáveis. Pelo contrário, ela aposta em inseguranças reais, medos reconhecíveis e sentimentos contraditórios, fazendo com que o leitor se veja refletido nas páginas. É um romance que faz rir, mas também convida à reflexão sobre confiança, vulnerabilidade e segundas chances.
Com 360 páginas e preço sugerido de R$ 66,90, o livro se posiciona como uma leitura perfeita para quem busca algo envolvente, leve e emocionalmente honesto. Fãs de autoras como Ali Hazelwood, Lynn Painter e Jenna Evans Welch certamente vão se sentir em casa.
A Netflix divulgou nesta segunda-feira, 5 de janeiro, o trailer oficial e o pôster de Dinheiro Suspeito, novo filme original da plataforma que marca mais uma colaboração de peso entre Matt Damon (Perdido em Marte, Jason Bourne) e Ben Affleck (Argo, Garota Exemplar), agora não apenas como protagonistas, mas também como produtores. O longa tem estreia global marcada para 16 de janeiro e promete entregar um thriller policial intenso, marcado por tensão, dilemas morais e jogos de confiança.
Dirigido e roteirizado por Joe Carnahan (A Perseguição, Esquadrão Classe A), o filme mergulha no submundo da corrupção e da ambição a partir de uma situação aparentemente simples, mas cheia de consequências. Ambientada em Miami, a história acompanha um grupo de policiais que se depara com milhões de dólares escondidos em um local abandonado. O que poderia ser tratado como uma grande apreensão logo se transforma em um gatilho para suspeitas, mentiras e disputas internas.
À medida que a quantia encontrada chama a atenção de outras forças e autoridades, a versão oficial dos fatos começa a ruir. A confiança entre os integrantes da equipe entra em colapso, e o filme passa a explorar até que ponto cada personagem está disposto a ir para proteger seus próprios interesses. Em um cenário onde todos parecem ter algo a esconder, a pergunta central se impõe: em quem é possível confiar quando o dinheiro fala mais alto?
Além de Damon e Affleck, Dinheiro Suspeito conta com um elenco de destaque. Steven Yeun (The Walking Dead, Treta), Teyana Taylor (Creed II, Um Príncipe em Nova York 2), Sasha Calle (The Flash, On My Block) e Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça, The Affair) integram o time principal. O elenco ainda traz Scott Adkins (John Wick 4, Os Mercenários 2) e Kyle Chandler (Friday Night Lights, Godzilla vs. Kong), ampliando o peso dramático e a intensidade da produção.
Nos bastidores, o projeto também chama atenção. A produção fica a cargo de Ben Affleck (Argo, Air: A História por Trás do Logo), Matt Damon (Ford vs Ferrari, O Talentoso Ripley), Dani Bernfeld (Air, Instinto Assassino) e Luciana Damon (Manchester à Beira-Mar, Stillwater). A produção executiva é assinada por Kevin Halloran (Air, Argo) e Michael Joe (The Big Cigar, Air), nomes ligados à Artists Equity, empresa fundada por Affleck e Damon.
A história do filme foi desenvolvida por Joe Carnahan (Smokin’ Aces, Stretch) em parceria com Michael McGrale (A Perseguição, Narc), reforçando a assinatura autoral do diretor, conhecido por explorar personagens moralmente ambíguos e narrativas onde o perigo não está apenas nas ruas, mas dentro dos próprios protagonistas.
A tarde de segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, promete ser especial para quem estiver em casa. A TV Globo exibe na Sessão da Tarde o filme Gato de Botas 2: O Último Pedido, uma animação que vai muito além da aventura divertida e entrega uma história surpreendentemente emocional, capaz de conversar tanto com crianças quanto com adultos. As informações são do AdoroCinema.
Logo no começo, o público reencontra o Gato de Botas exatamente como ele sempre foi conhecido: confiante, barulhento e absolutamente convencido de que é invencível. Em Del Mar, ele resolve celebrar sua fama com uma grande festa, mas a comemoração acaba despertando um gigante adormecido. Mesmo conseguindo salvar a cidade, o herói paga um preço alto e acaba morrendo de forma inesperada. Quando acorda no hospital, recebe a notícia que muda tudo: ele já gastou oito de suas nove vidas.
A partir desse momento, o filme muda de tom. Pela primeira vez, o Gato sente medo de verdade. A ideia de não poder voltar à vida como sempre fez o abala profundamente, especialmente depois de cruzar o caminho de um lobo misterioso, silencioso e ameaçador. Assustado, ele decide abandonar a vida de aventuras e se esconder em um abrigo para gatos, tentando viver de forma anônima e segura.
É nesse período que surge Perrito, um cachorro pequeno, ingênuo e extremamente carinhoso, que enxerga o mundo com esperança, mesmo depois de tantas dificuldades. A amizade entre os dois nasce de forma simples, mas se torna essencial para a jornada emocional do protagonista. Perrito acaba sendo o coração do filme, lembrando o tempo todo que coragem também pode vir da vulnerabilidade.
A tranquilidade, no entanto, não dura muito. O Gato descobre a existência de uma estrela mágica capaz de realizar um único desejo, e vê ali a chance de recuperar suas vidas perdidas. Determinado a encontrá-la, ele acaba se reencontrando com Kitty Pata Mansa, sua antiga parceira e grande amor, com quem deixou muitas feridas abertas no passado. Ao mesmo tempo, outros personagens também entram na disputa pelo desejo, incluindo João Trombeta e a peculiar família de Cachinhos Dourados e os Três Ursos.
A busca pela estrela leva o grupo até a Floresta Sombria, um lugar mágico que muda de forma conforme quem carrega o mapa. Enquanto Gato e Kitty enfrentam cenários assustadores, Perrito caminha por paisagens coloridas e tranquilas. Essa diferença visual reforça o estado emocional de cada personagem e mostra como o medo, a culpa e a esperança moldam a forma como cada um enxerga o mundo.
Ao longo da jornada, o Gato é forçado a encarar não apenas inimigos externos, mas principalmente suas próprias falhas. Ele precisa lidar com o peso de ter sido egoísta, de ter fugido do compromisso com Kitty e de sempre acreditar que teria infinitas chances. O confronto com a Morte, que surge como um personagem marcante e simbólico, transforma a aventura em uma reflexão sobre escolhas, responsabilidade e o valor de cada vida.
Lançado nos cinemas em 2022, Gato de Botas 2: O Último Pedido surpreendeu ao conquistar público e crítica. O filme cresceu com o boca a boca, se destacou pelo visual estilizado e pelo roteiro sensível, e ultrapassou os 480 milhões de dólares em bilheteria mundial. Mais do que números, conquistou espaço por tratar temas profundos de forma acessível, sem perder o humor e o charme característicos da franquia.
Na tarde deste domingo, 4 de janeiro, a Globo aposta alto na faixa Campeões de Bilheteria e exibe Avatar, um daqueles filmes que quase todo mundo já ouviu falar — e que, mesmo anos depois, ainda impressiona. Lançado em 2009 e dirigido por James Cameron, o longa virou um verdadeiro divisor de águas no cinema, tanto pela história quanto pelo espetáculo visual que entregou ao público.
A trama nos leva até Pandora, um planeta (ou melhor, uma lua) completamente fora do comum, cheio de cores vibrantes, criaturas exóticas e uma natureza que parece viva o tempo todo. É lá que vivem os Na’vi, um povo que mantém uma ligação profunda com o ambiente ao redor e encara a vida de forma totalmente diferente dos humanos. O problema começa quando a humanidade decide explorar Pandora em busca de recursos valiosos, pouco se importando com quem já vive ali.
Para conseguir circular pelo planeta sem morrer por causa da atmosfera tóxica, os humanos criam os chamados avatares: corpos híbridos, controlados à distância. É assim que Jake Sully entra em cena. Ex-fuzileiro naval e paraplégico, ele aceita a missão achando que será apenas mais um trabalho. Só que tudo muda quando ele passa a conviver com os Na’vi e conhece Neytiri, que o apresenta à cultura, às crenças e à força daquele povo.
O que começa como uma missão militar logo vira um grande conflito interno. Jake se vê dividido entre cumprir ordens ou proteger Pandora, um lugar que passa a significar liberdade, pertencimento e até amor. A jornada do personagem é um dos pontos altos do filme, misturando ação, romance e uma boa dose de reflexão sobre ganância, colonialismo e respeito à natureza.
Mas Avatar não ficou famoso só pela história. O filme chocou o mundo pelo visual. James Cameron esperou anos até ter tecnologia suficiente para fazer tudo do jeito que imaginava, e o resultado foi um espetáculo que popularizou o 3D no cinema e elevou o nível dos efeitos visuais. Na época, parecia que o público estava realmente “entrando” em Pandora.
O sucesso foi gigantesco. O filme quebrou recordes de bilheteria, se tornou o mais lucrativo da história por anos e ainda voltou ao topo com relançamentos. Ganhou prêmios importantes, foi indicado ao Oscar e até hoje é lembrado como um marco da cultura pop. Claro, também surgiram polêmicas e acusações de plágio, mas nada disso diminuiu o impacto que Avatar teve — e ainda tem.
Avatar: Fogo e Cinzas amplia o universo de Pandora e eleva a franquia a um novo patamar
Depois de anos de espera, tecnologia inédita e expectativas altíssimas, Avatar: Fogo e Cinzas finalmente chegou aos cinemas e prova que James Cameron continua disposto a ir além dos limites do cinema. Lançado em dezembro de 2025, o longa é o terceiro capítulo da franquia Avatar e dá sequência direta aos eventos de Avatar: O Caminho da Água (2022), aprofundando ainda mais o mundo de Pandora — agora com tons mais sombrios, intensos e emocionalmente complexos.
Dirigido por James Cameron, que também assina o roteiro ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver, o filme traz uma história construída ao longo de anos, pensada em conjunto com Josh Friedman e Shane Salerno. Produzido pela Lightstorm Entertainment e distribuído pela 20th Century Studios, Fogo e Cinzas deixa claro que essa saga sempre foi planejada como algo grandioso, tanto em escala quanto em ambição narrativa.
No elenco, o público reencontra rostos já conhecidos e queridos da franquia. Sam Worthington volta como Jake Sully, enquanto Zoë Saldaña retoma o papel de Neytiri. Também retornam Stephen Lang, Sigourney Weaver, Kate Winslet, Cliff Curtis e Giovanni Ribisi, entre outros. A novidade fica por conta da entrada de Oona Chaplin, que adiciona uma nova camada de mistério e tensão à trama. A química entre os personagens continua sendo um dos pontos fortes do filme, equilibrando bem ação, drama e emoção.
A produção de Avatar: Fogo e Cinzas é, por si só, uma história impressionante. Cameron já falava em sequências desde 2006, mas o projeto só ganhou forma após o sucesso estrondoso do primeiro Avatar. O que parecia um plano simples acabou se transformando em uma jornada épica: atrasos, reestruturações de roteiro e o desenvolvimento de tecnologias inéditas — especialmente para cenas de captura de movimento subaquática — fizeram com que o filme levasse anos para sair do papel.
As filmagens começaram em 2017, na Nova Zelândia, e se estenderam até o fim de 2020, somando mais de três anos de trabalho intenso. O resultado é um espetáculo visual que justifica o orçamento estimado em cerca de US$ 400 milhões, colocando o longa entre os filmes mais caros já produzidos na história do cinema.
Estreando mundialmente no Dolby Theatre, em Hollywood, em 1º de dezembro de 2025, Avatar: Fogo e Cinzas chegou aos cinemas brasileiros no dia 18 do mesmo mês. Desde então, vem acumulando elogios da crítica e do público, sendo incluído nas listas de melhores filmes do ano pelo American Film Institute e pelo National Board of Review. O longa também recebeu indicações importantes ao Globo de Ouro, incluindo a categoria de Conquista Cinematográfica e de Bilheteria.
Falando em bilheteria, o desempenho do filme é sólido: mais de US$ 760 milhões arrecadados mundialmente, garantindo um lugar entre as maiores bilheterias de 2025. Embora os números ainda estejam abaixo do fenômeno absoluto que foi o primeiro Avatar, o resultado confirma que o interesse pelo universo de Pandora segue muito vivo.
Após quase quatro anos de pausa nas atividades em grupo, o BTS finalmente deu aos fãs a notícia que muitos aguardavam desde o início do serviço militar obrigatório dos integrantes. A BigHit Music confirmou oficialmente o lançamento de um novo álbum e anunciou a chegada de uma nova turnê mundial, marcando o retorno completo do septeto ao cenário musical global.
O anúncio foi feito por meio do Weverse, plataforma oficial de comunicação entre o grupo e o ARMY, e rapidamente repercutiu nas redes sociais e na imprensa internacional. Não se trata apenas de mais um comeback: é o reencontro de sete artistas que atravessaram um período de transformações pessoais e profissionais e agora retornam com novas histórias para contar.
Um álbum que reflete amadurecimento e vivências
O novo álbum do BTS tem lançamento marcado para 20 de março e contará com 14 faixas inéditas. Segundo a BigHit Music, os integrantes estiveram profundamente envolvidos em todas as etapas criativas do projeto, desde a composição até a construção conceitual das músicas. A proposta é clara: traduzir, em letras e melodias, as emoções, reflexões e desafios enfrentados durante o tempo afastados dos palcos como grupo.
Em comunicado oficial, a empresa destacou que o disco reúne “histórias honestas que o BTS deseja compartilhar com o ARMY”, reforçando a identidade artística que sempre acompanhou o grupo desde a estreia. O álbum promete abordar sentimentos de crescimento, resiliência, vulnerabilidade e reencontro, elementos que dialogam diretamente com a trajetória recente dos artistas e de seus fãs.
A pré-venda terá início no dia 15 de janeiro, às 23h (horário de Brasília). A expectativa do mercado é de números expressivos já nas primeiras horas, considerando o histórico do grupo, que acumula recordes de vendas tanto na Coreia do Sul quanto internacionalmente.
Turnê mundial reacende expectativa global
Além do novo álbum, outro anúncio de grande impacto já tem data definida. No dia 13 de janeiro, ao meio-dia (horário de Brasília), será revelada oficialmente a nova turnê mundial do BTS. Até o momento, a BigHit Music informou apenas que os shows terão início após o lançamento do álbum, sem divulgar países, cidades ou datas específicas.
Ainda assim, a confirmação foi suficiente para movimentar o fandom global. Fãs de diferentes partes do mundo já especulam possíveis destinos da turnê, que deve marcar o retorno do grupo aos grandes estádios e arenas internacionais, repetindo o sucesso de turnês anteriores como Love Yourself e Speak Yourself.
Uma trajetória que mudou a indústria musical
Formado por Jin, Suga, J-Hope, RM, Jimin, V e Jungkook, o BTS estreou em 2013 sob a então Big Hit Entertainment e, ao longo dos anos, redefiniu os limites da música pop sul-coreana. Inicialmente voltado ao hip hop, o grupo expandiu seu repertório para uma ampla gama de gêneros, sempre mantendo letras autorais que abordam temas como saúde mental, juventude, identidade, amor-próprio e os impactos da fama.
O sucesso global veio acompanhado de feitos históricos: o BTS foi o primeiro grupo sul-coreano a liderar a Billboard 200, a conquistar o topo da Billboard Hot 100, a receber certificações da RIAA e a esgotar apresentações em palcos icônicos como o Wembley Stadium e o Rose Bowl. Em 2020, o grupo também se tornou o ato mais rápido desde os Beatles a alcançar quatro álbuns número um nos Estados Unidos em menos de dois anos.
Segundo dados do Circle Chart, o BTS é o artista mais bem-sucedido da história da Coreia do Sul, com mais de 40 milhões de álbuns vendidos. O álbum Map of the Soul: 7 permanece como um dos mais vendidos de todos os tempos no país, consolidando o impacto cultural e comercial do grupo.
Retorno após a pausa militar
Em junho de 2022, o BTS anunciou uma pausa programada para que os integrantes pudessem cumprir o serviço militar obrigatório sul-coreano. Jin foi o primeiro a se alistar, em dezembro daquele ano, seguido pelos demais membros ao longo de 2023. Todos concluíram suas obrigações até junho de 2025, permitindo que o grupo se reunisse novamente para planejar o futuro.
A Sessão da Tarde desta segunda, 5 de janeiro, na TV Globo, leva ao ar uma das animações mais elogiadas dos últimos anos: “Gato de Botas 2: O Último Pedido”. Lançado como sequência direta do spin-off da franquia Shrek, o filme surpreendeu público e crítica ao unir aventura, humor e uma reflexão inesperadamente madura sobre medo, mortalidade e escolhas pessoais.
Dirigido por Joel Crawford, o longa apresenta uma nova abordagem visual, com animação estilizada e dinâmica, que se distancia do padrão clássico da DreamWorks e aproxima o filme de uma estética mais artística e expressiva. O resultado é uma obra vibrante, repleta de personalidade, que conversa tanto com o público infantil quanto com espectadores adultos.
A história começa na cidade de Del Mar, onde o famoso fora da lei e herói lendário Gato de Botas vive como se fosse imortal. Durante uma festa extravagante na casa do governador, ele enfrenta o Gigante Adormecido e salva a cidade mais uma vez. No entanto, o triunfo termina de forma inesperada: o herói é fatalmente atingido por um sino e acorda em um hospital, onde recebe uma notícia chocante — ele já gastou oito de suas nove vidas.
O médico da aldeia recomenda que Gato abandone sua vida aventureira e se aposente, adotando uma existência mais tranquila. Inicialmente, ele rejeita a ideia, mas um encontro perturbador muda tudo. Em uma cantina local, Gato cruza o caminho de um misterioso lobo encapuzado de preto, que o derrota facilmente em um duelo e o fere, algo que nunca havia acontecido antes. Abalado, Gato foge e decide se esconder em um abrigo para gatos comandado pela excêntrica Mamãe Luna, onde enterra simbolicamente seu traje de herói.
Durante sua estadia no abrigo, ele conhece Perrito, um cachorro órfão extremamente otimista e carente de afeto, que rapidamente se apega ao Gato. Ao mesmo tempo, a família criminosa formada por Cachinhos Dourados e os Três Ursos surge à procura do herói, mas encontra apenas seu suposto túmulo. Sem que saibam, Gato escuta a conversa do grupo sobre uma estrela mágica capaz de conceder um único desejo a quem possuir seu mapa.
Movido pelo medo de morrer, Gato decide que precisa recuperar suas nove vidas. Ele invade a padaria do vilão João Trombeta, um confeiteiro corrupto e colecionador de artefatos mágicos, com o objetivo de roubar o mapa da estrela. No local, ele reencontra sua antiga parceira e ex-noiva, Kitty Pata Mansa, que ainda guarda ressentimentos por ter sido abandonada no altar. Após um confronto caótico envolvendo Cachinhos e João, Gato, Kitty e Perrito acabam fugindo juntos com o mapa.
A jornada os leva até a Floresta Sombria, um local encantado que muda de forma conforme o estado emocional de quem carrega o mapa. Enquanto Gato e Kitty veem paisagens sombrias e ameaçadoras, Perrito enxerga um mundo colorido e acolhedor. Ao longo do caminho, conflitos do passado vêm à tona, especialmente quando Gato revela seu medo da morte e Kitty admite sua dificuldade em confiar nele novamente.
O tom do filme se aprofunda quando o lobo encapuzado retorna e se revela como a própria Morte, determinada a caçar o Gato pessoalmente por ele ter desperdiçado suas vidas com arrogância. O antagonista se destaca como um dos vilões mais marcantes das animações recentes, não apenas por sua presença ameaçadora, mas pelo simbolismo que carrega.
Na terça, 6 de janeiro, a emissora aposta em ação, ficção científica e humor com “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Lançado em 2019, o filme expande o universo da consagrada franquia Homens de Preto, apresentando novos personagens, cenários globais e uma abordagem que mistura aventura e espionagem em escala mundial.
Dirigido por F. Gary Gray, conhecido por produções de ação de grande apelo comercial, o longa funciona como um spin-off da saga iniciada nos anos 1990. A história se passa após os acontecimentos de Homens de Preto 3 e acompanha uma nova geração de agentes, mantendo o espírito da franquia, mas apostando em uma dinâmica diferente da clássica dupla interpretada por Will Smith e Tommy Lee Jones.
A trama começa em Londres, onde o Men in Black mantém uma importante filial responsável por proteger o planeta de ameaças alienígenas. É nesse cenário que conhecemos Molly Wright (Tessa Thompson), uma jovem determinada que, desde a infância, sonha em fazer parte da organização secreta após ter tido um encontro com extraterrestres. Sua persistência a leva até a base do MIB, onde finalmente é aceita e recebe o codinome de Agente M.
Já integrada à agência, Molly passa a trabalhar sob o comando de High T (Liam Neeson), o enigmático chefe do setor londrino. Sua missão inicial é formar dupla com o experiente e confiante Agente H (Chris Hemsworth), conhecido por seu talento em campo, mas também por sua postura irreverente e pouco disciplinada. A parceria começa de forma conturbada, marcada por diferenças de personalidade e métodos.
Rapidamente, os dois agentes se veem envolvidos em uma série de ataques alienígenas que levantam suspeitas sobre a existência de um traidor dentro da própria organização. A investigação leva a dupla a viajar por diferentes partes do mundo, passando por locais como Paris, Marrocos e Itália, ampliando o escopo da franquia e reforçando seu caráter internacional.
O filme aposta fortemente na química entre Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que já haviam contracenado juntos em produções anteriores. Enquanto Hemsworth assume o papel do agente confiante e carismático, Thompson constrói uma protagonista curiosa, inteligente e determinada, trazendo frescor ao universo do MIB. O contraste entre os dois sustenta boa parte do humor e da dinâmica da narrativa.
O elenco de apoio também chama atenção. Kumail Nanjiani dá voz a Pawny, um pequeno alienígena falante que se torna o principal alívio cômico do filme. Rebecca Ferguson, Rafe Spall e Emma Thompson — que retorna ao papel apresentado em Homens de Preto 3 — completam o time, ajudando a expandir o universo da franquia com novos rostos e conflitos.
Produzido pela Columbia Pictures, Amblin Entertainment, Parkes + Macdonald, Image Nation e Tencent Pictures, o longa conta ainda com Steven Spielberg como produtor executivo, reforçando o peso do projeto dentro da indústria. Visualmente, o filme mantém os elementos clássicos da série, como gadgets futuristas, criaturas alienígenas criativas e sequências de ação bem coreografadas.
A pré-estreia de “MIB: Homens de Preto – Internacional” aconteceu em 11 de junho de 2019, em Nova York. O lançamento oficial ocorreu no Brasil e em Portugal em 13 de junho, chegando aos cinemas dos Estados Unidos no dia seguinte, em formatos convencional, 3D e IMAX 3D. Mundialmente, o filme arrecadou mais de US$ 250 milhões, alcançando um desempenho sólido nas bilheterias.
A Sessão da Tarde desta quarta, 7 de janeiro, o canal exibe “Tempestade: Planeta em Fúria”, um filme que mistura ficção científica, ação e suspense ao imaginar um futuro em que a humanidade decide enfrentar a força da natureza com a arma mais poderosa que possui: a tecnologia. A produção aposta em um cenário extremo e em ritmo acelerado para contar uma história de conspiração global e conflitos pessoais.
Na trama, o planeta passa a sofrer com desastres climáticos cada vez mais violentos e imprevisíveis. Furacões, ondas de calor e tempestades mortais se tornam tão frequentes que ameaçam a sobrevivência humana. Diante desse cenário, 17 países se unem para criar o Dutch Boy, um sofisticado sistema de satélites capaz de monitorar e até intervir no clima em escala global, evitando tragédias antes que elas aconteçam.
O responsável pelo desenvolvimento e funcionamento desse projeto é Jake Lawson (Gerard Butler), um engenheiro brilhante, obstinado e pouco diplomático. Apesar de ser o cérebro por trás do Dutch Boy, Jake acaba afastado do comando por divergências políticas. A liderança do sistema passa então para seu irmão mais novo, Max Lawson (Jim Sturgess), alguém mais alinhado com os jogos de poder e as decisões institucionais, o que aprofunda um distanciamento já existente entre os dois.
Alguns anos depois, quando o controle do Dutch Boy está prestes a ser transferido dos Estados Unidos para a ONU, eventos estranhos começam a acontecer. Uma nevasca mortal atinge uma região desértica do Afeganistão, enquanto temperaturas insuportáveis provocam mortes em Hong Kong. O que parecia ser uma falha isolada logo revela sinais de algo muito mais grave.
Com o mundo à beira do colapso, Jake é chamado de volta para investigar as anomalias. Enviado à estação espacial onde o sistema é operado, ele percebe que o Dutch Boy pode ter sido sabotado. Enquanto tenta impedir uma catástrofe climática global capaz de devastar o planeta, Jake se vê forçado a enfrentar não apenas ameaças externas, mas também os conflitos mal resolvidos com o irmão, que agora ocupa uma posição estratégica na Terra.
O filme constrói sua tensão ao alternar cenas no espaço e em diferentes pontos do globo, mostrando como decisões políticas, ambição e interesses ocultos podem transformar uma ferramenta criada para salvar vidas em uma arma de destruição em massa. As sequências de ação são marcadas por efeitos visuais grandiosos, com cidades ameaçadas por fenômenos climáticos extremos.
Além de Gerard Butler e Jim Sturgess, o elenco conta com Abbie Cornish e Alexandra Maria Lara, que ajudam a dar mais peso emocional à narrativa. A direção de Dean Devlin mantém o foco no entretenimento, apostando em uma história direta, repleta de reviravoltas e momentos de tensão constante.
Mesmo com seu tom de blockbuster, “Tempestade: Planeta em Fúria” levanta reflexões atuais sobre os limites do controle humano sobre a natureza e os riscos de concentrar tanto poder nas mãos erradas. A ideia de manipular o clima para evitar tragédias soa tentadora, mas o filme deixa claro que nem toda solução tecnológica está livre de consequências.
Já na quinta, a TV Globo leva ao ar uma das comédias nacionais de maior sucesso da última década: “Tô Ryca”. Lançado em 2016, o filme conquistou o público ao misturar humor popular, crítica social e uma protagonista carismática, resultando em uma história leve, divertida e cheia de situações inusitadas.
A trama acompanha Selminha Oléria Silva, mais conhecida como SOS, interpretada por Samantha Schmütz. Ela é uma frentista batalhadora, que vive contando moedas para pagar as contas e enfrenta uma rotina marcada por dificuldades financeiras. Sua vida muda completamente quando descobre ser herdeira de uma fortuna deixada por um tio distante. No entanto, a herança vem acompanhada de uma condição nada comum.
Para ter acesso ao dinheiro, Selminha precisa cumprir um desafio quase impossível: gastar R$ 30 milhões em apenas 30 dias, sem guardar nenhum centavo, sem adquirir bens que possam ser revendidos e, principalmente, sem contar a ninguém sobre o acordo. A missão transforma o cotidiano da personagem em uma verdadeira maratona de gastos, marcada por extravagâncias, escolhas impulsivas e situações cômicas.
Ao longo dessa jornada, Selminha se envolve em uma série de confusões, passando por experiências que vão desde compras exageradas até tentativas desesperadas de torrar o dinheiro dentro do prazo estipulado. Em meio a festas, viagens e decisões absurdas, ela começa a perceber que lidar com riqueza repentina não é tão simples quanto imaginava.
Mais do que rir das trapalhadas da protagonista, o filme constrói uma reflexão bem-humorada sobre o valor do dinheiro, as relações humanas e os limites entre ambição e felicidade. À medida que o prazo se aproxima do fim, Selminha entende que nem tudo pode ser resolvido com cifras altas e que algumas conquistas não estão à venda.
Até o momento, a TV Globo ainda não divulgou qual será o filme exibido na Sessão da Tarde de sexta-feira, 9 de janeiro.
O Cinemaço deste domingo, 4 de janeiro de 2026, na TV Globo, aposta em um thriller intenso e surpreendentemente atual: “Inimigo do Estado”. Lançado em 1998, o filme dirigido por Tony Scott combina ação, espionagem e suspense em uma narrativa que discute poder, tecnologia e os limites da vigilância governamental — temas que, anos depois, se tornariam centrais no debate político e social mundial.
Produzido por Jerry Bruckheimer e escrito por David Marconi, o longa reúne um elenco de peso liderado por Will Smith e Gene Hackman, acompanhados por nomes como Jon Voight, Lisa Bonet, Gabriel Byrne, Barry Pepper e Regina King. A química entre Smith e Hackman é um dos pontos altos do filme, sustentando a tensão e dando humanidade a uma trama marcada por paranoia e perseguições constantes.
A história começa com o assassinato de um congressista norte-americano que se posiciona de forma radicalmente contrária a uma nova lei de segurança nacional. A proposta permitiria uma ampla invasão de privacidade dos cidadãos, sob o argumento de combate ao crime e ao terrorismo. O crime, no entanto, é flagrado acidentalmente por Daniel Zavitz, um ornitologista que registra o ocorrido sem saber a gravidade do que tem em mãos.
Ao perceber que se tornou alvo de agentes da National Security Agency (NSA), Zavitz entra em desespero. Em uma tentativa desesperada de proteger a prova do crime, ele esconde a gravação em uma sacola de compras pertencente a Robert Clayton Dean (Will Smith), um advogado bem-sucedido e antigo colega de faculdade. Pouco depois, Zavitz morre, e Dean passa a ser o novo alvo de uma perseguição implacável.
A partir desse ponto, a vida aparentemente perfeita do advogado se desintegra. Contas bancárias são congeladas, sua reputação é destruída e sua rotina passa a ser monitorada por escutas, satélites e dispositivos de vigilância. Sem entender o motivo de tudo aquilo, Dean precisa correr contra o tempo para provar sua inocência e sobreviver a um sistema que parece enxergar e controlar todos os seus passos.
Em meio ao caos, ele encontra um aliado improvável: Edward “Brill” Lyle (Gene Hackman), um ex-agente de inteligência que vive à margem do sistema e conhece profundamente os métodos de espionagem do governo. A parceria entre os dois personagens cria um contraste interessante entre o cidadão comum jogado em uma conspiração gigantesca e alguém que já conhece as engrenagens ocultas do poder.
Visualmente, “Inimigo do Estado” carrega a assinatura marcante de Tony Scott, com câmera dinâmica, cortes rápidos e uma sensação constante de urgência. A direção transforma a tecnologia em um personagem invisível, sempre presente, reforçando a ideia de que não há para onde fugir quando o sistema decide agir. Mesmo para padrões atuais, o filme impressiona pela forma como antecipa discussões sobre rastreamento digital, coleta de dados e perda de privacidade.
Com o passar dos anos, “Inimigo do Estado” ganhou um novo status. Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a criação do Patriot Act e, mais tarde, as revelações de Edward Snowden sobre programas de vigilância como o PRISM, o filme passou a ser visto como uma obra à frente de seu tempo. Muitas situações que pareciam exageradas na ficção passaram a soar assustadoramente plausíveis.
Curiosamente, a representação da NSA no longa também gerou desconforto dentro da própria agência. À época, o então diretor Michael Hayden chegou a afirmar publicamente que a instituição não poderia sobreviver à imagem popular criada pelo filme, dando início a esforços de relações públicas para minimizar seu impacto. Ainda assim, “Inimigo do Estado” permanece como uma referência cultural quando o assunto é vigilância governamental.
A programação do Cine Maior deste domingo, 4 de janeiro, na Record TV, traz uma opção leve e divertida para quem busca entretenimento descompromissado no início do ano. O filme escolhido é “Policial em Apuros” (Ride Along), comédia de ação lançada em 2014 que combina perseguições, humor rápido e a química carismática de seus protagonistas. A produção se tornou um sucesso comercial e ajudou a consolidar uma das duplas mais populares do gênero na última década.
Dirigido por Tim Story, o longa aposta em uma narrativa simples, mas eficiente, focada no contraste entre dois personagens completamente diferentes. O roteiro é assinado por Greg Coolidge, Jason Mantzoukas e pela dupla Phil Hay & Matt Manfredi, responsáveis por equilibrar cenas de ação com piadas constantes, tornando o filme acessível tanto para fãs de comédia quanto para quem gosta de histórias policiais mais leves.
De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Ben Barber, interpretado por Kevin Hart, um segurança cheio de boa vontade, mas pouco preparo, que sonha em se tornar policial. Determinado a provar seu valor, ele precisa enfrentar o maior teste de sua vida: passar um dia inteiro em patrulha ao lado de James Payton (Ice Cube), um detetive experiente, rígido e extremamente desconfiado — além de ser o irmão de sua namorada, Angela (Tika Sumpter).
A patrulha de 24 horas pelas ruas de Atlanta rapidamente sai do controle. O que começa como uma tentativa de intimidação se transforma em uma sucessão de situações perigosas, perseguições intensas e encontros inesperados com criminosos. Enquanto James tenta manter o controle da situação, Ben se vê obrigado a enfrentar seus medos e provar, ainda que de forma atrapalhada, que pode ser mais do que aparenta.
Grande parte do sucesso de “Policial em Apuros” está na dinâmica entre Ice Cube e Kevin Hart. O humor nasce do choque entre o temperamento sério e intimidador de James e a personalidade falante, exagerada e impulsiva de Ben. Essa oposição cria momentos cômicos naturais, sustentando o ritmo do filme do início ao fim e garantindo identificação imediata com o público.
Além dos protagonistas, o elenco de apoio contribui para enriquecer a narrativa. John Leguizamo, Bruce McGill, Bryan Callen e outros nomes conhecidos ajudam a expandir o universo da história, trazendo diferentes camadas ao ambiente policial e reforçando o tom de comédia sem comprometer a ação.
Curiosamente, o projeto passou por mudanças importantes antes de chegar aos cinemas. Em versões iniciais, os papéis principais chegaram a ser cogitados para Dwayne Johnson, como o policial, e Ryan Reynolds, como o segurança. A escolha final por Ice Cube e Kevin Hart acabou se mostrando decisiva para o sucesso do longa, especialmente pela química entre os atores e pela forte resposta do público.
A confiança no potencial do filme era tão grande que, ainda antes da estreia, os produtores já anunciavam planos para uma continuação. O bom desempenho de bilheteria confirmou a aposta e abriu caminho para “Policial em Apuros 2” (Ride Along 2), oficialmente anunciado em abril de 2013. A sequência manteve os protagonistas e ampliou a escala da história.
As filmagens do segundo longa começaram em julho de 2014, passando por locações em Miami, na Flórida, e Atlanta, na Geórgia. Lançado nos cinemas em janeiro de 2016, o filme reforçou o sucesso da franquia e consolidou a parceria entre Ice Cube e Kevin Hart como uma das mais rentáveis da comédia de ação contemporânea.
Para quem perder a exibição na Record TV ou preferir assistir quando quiser, o filme também está disponível em plataformas digitais. Atualmente, o longa-metragem pode ser encontrado no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 9,90, permitindo que o público reassista às cenas mais divertidas no conforto de casa.