Maldição da Múmia chega ao digital em 31 de maio e coloca uma família frente a frente com o impossível dentro da própria casa

Maldição da Múmia já teve passagem pelas salas de cinema e agora ganha uma nova vida no digital a partir de 31 de maio, quando ficará disponível para compra e aluguel. A chegada às plataformas amplia o alcance do longa e o coloca diretamente no ambiente onde sua história mais incomoda: dentro de casa.

Dirigido por Lee Cronin, de A Morte do Demônio: A Ascensão, o filme reúne uma equipe ligada ao terror contemporâneo, com produção de James Wan e Jason Blum. No elenco estão Jack Reynor, Laia Costa e May Calamawy.

O que exatamente acontece em Maldição da Múmia?

A história começa com o desaparecimento de uma menina que desmonta completamente a vida de uma família. O cotidiano é interrompido de forma definitiva e cada integrante passa a lidar com o vazio da perda de maneira isolada, sem conseguir retomar a vida como era antes.

Oito anos depois, essa filha reaparece sem explicação. O retorno não traz alívio imediato. Pelo contrário, abre espaço para dúvidas dentro da própria casa. O comportamento dela não corresponde ao que a família lembrava, e pequenas atitudes começam a indicar que algo mudou de forma profunda.

A narrativa acompanha esse reencontro sob um olhar desconfortável, em que o vínculo familiar continua existindo, mas deixa de ser suficiente para garantir segurança emocional.

Por que o filme funciona mais como drama de tensão do que apenas terror?

Maldição da Múmia se apoia menos em sustos tradicionais e mais na convivência entre pessoas que já não se reconhecem completamente. O medo não vem de fora, mas do próprio ambiente doméstico, onde tudo parece normal até deixar de ser.

O diretor Lee Cronin constrói essa ideia aproximando o elemento sobrenatural da vida cotidiana. A figura da múmia não aparece como algo distante ou histórico, mas como parte de uma situação familiar que foge do controle.

Esse formato faz com que o espectador acompanhe o desgaste emocional dos personagens antes mesmo de qualquer explicação sobrenatural se tornar clara.

Quem atua no filme e quem está por trás da produção?

O elenco é formado por Jack Reynor (Midsommar – O Mal Não Espera a Noite), Laia Costa (Victoria), May Calamawy (Cavaleiro da Lua), Natalie Grace, Emily Mitchell, Shylo Molina, Dean Allen Williams, Billie Roy, Verónica Falcón, Hayat Kamille, May Elghety, Husam Chadat, Mark Mitchinson, Lily Sullivan, Omar El-Saeidi, Arkin Cureklibatir e Safi Mulki.

O que o filme coloca em discussão além do sobrenatural?

O ponto central não está apenas no retorno da filha, mas no impacto que esse retorno causa em uma família já fragilizada pelo tempo e pela ausência. O filme trabalha a ideia de que o luto não termina com o desaparecimento, ele continua presente mesmo anos depois.

Quando a jovem volta, nada se encaixa de forma simples. A convivência passa a ser marcada por estranhamento, e o que era familiar se transforma em incerteza constante. O longa acompanha essa deterioração gradual dos laços dentro da casa.

Vale assistir o filme no digital?

Maldição da Múmia chega ao digital depois de sua passagem pelos cinemas, oferecendo uma nova chance para quem não conseguiu assistir na estreia. O formato em casa também combina com a proposta do filme, já que boa parte da tensão depende de silêncio, observação e desconforto prolongado.

Sessão da Tarde desta segunda (25) exibe A Proposta e relembra uma das comédias românticas mais populares dos anos 2000

Foto: Reprodução/ Internet

O filme estadunidense A Proposta será exibido pela Globo na Sessão da Tarde desta segunda, 25 de maio. Lançado em 2009, o longa virou um dos maiores sucessos da carreira de Sandra Bullock e consolidou a química da atriz com Ryan Reynolds em uma história que mistura romance, humor constrangedor e situações absurdas dentro de um falso casamento.

Dirigido por Anne Fletcher, o filme acompanha Margaret Tate, uma poderosa editora-chefe de Nova York conhecida pelo comportamento rígido e pela forma agressiva como trata seus funcionários. Quando descobre que pode ser deportada para o Canadá por problemas com seu visto, ela toma uma decisão desesperada: obrigar seu assistente Andrew Paxton a fingir um noivado para evitar deixar os Estados Unidos. (Via: AdoroCinema)

A partir daí, o longa transforma a relação conturbada entre chefe e funcionário em uma sequência constante de situações desconfortáveis, discussões e momentos românticos inesperados, fórmula que ajudou o filme a se tornar uma das comédias românticas mais lembradas da década.

Sobre o que é A Proposta?

A trama gira em torno de Margaret Tate, uma executiva extremamente controladora que praticamente aterroriza os funcionários da editora onde trabalha. Temida dentro da empresa, ela mantém uma relação especialmente complicada com Andrew Paxton, seu assistente pessoal, que passa boa parte do tempo tentando suportar as exigências absurdas da chefe.

Quando as autoridades de imigração descobrem irregularidades em seu visto de permanência, Margaret percebe que será deportada para o Canadá. Sem alternativas imediatas, ela anuncia que está noiva de Andrew, acreditando que um casamento resolverá o problema.

O plano, porém, rapidamente sai do controle. Para convencer o governo de que o relacionamento é verdadeiro, os dois precisam viajar para Sitka, no Alasca, cidade natal da família de Andrew. É nesse ambiente mais íntimo e familiar que a relação entre os personagens começa a mudar.

Quem faz parte do elenco?

Além de Sandra Bullock e Ryan Reynolds nos papéis principais, o longa também reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Mary Steenburgen interpreta Grace Paxton, mãe de Andrew, enquanto Craig T. Nelson vive Joe Paxton, patriarca da família e dono do principal negócio da cidade de Sitka.

Outro destaque é Betty White, que roubou várias cenas do filme com sua personagem excêntrica e acabou se tornando um dos elementos mais lembrados da produção pelos fãs. O elenco ainda conta com Malin Akerman e Denis O’Hare em papéis coadjuvantes.

Por que o filme fez tanto sucesso?

Embora tenha sido lançado em um período em que as comédias românticas começavam a perder força nos cinemas, A Proposta conseguiu se destacar principalmente pela química entre os protagonistas.

Sandra Bullock e Ryan Reynolds sustentam praticamente toda a narrativa com diálogos rápidos, provocações constantes e situações desconfortáveis que funcionam justamente porque os personagens possuem personalidades completamente opostas.

Outro fator importante para o sucesso foi a mistura entre humor exagerado e romance clássico. O filme trabalha elementos tradicionais do gênero, como o relacionamento falso que acaba se tornando real, mas utiliza situações mais absurdas e constrangedoras para criar identidade própria.

A produção também ajudou a consolidar Sandra Bullock como um dos principais nomes das comédias românticas dos anos 2000. Na época, o longa registrou a maior estreia da carreira da atriz nos cinemas até então.

Como foi o desempenho nas bilheterias?

Lançado nos Estados Unidos em junho de 2009, o filme estreou liderando as bilheterias americanas e arrecadou mais de 34 milhões de dólares apenas no primeiro fim de semana.

O sucesso continuou nas semanas seguintes. Ao final da exibição nos cinemas, o longa ultrapassou 317 milhões de dólares em arrecadação mundial, se tornando uma das comédias românticas mais lucrativas daquele ano.

O desempenho foi especialmente forte entre o público feminino e casais, público-alvo principal do filme. Além do sucesso nos cinemas, a produção também teve números expressivos nas vendas de DVD e Blu-ray, permanecendo entre os títulos mais vendidos do mercado doméstico por bastante tempo após o lançamento.

Novo teaser de Supergirl destaca batalhas espaciais brutais e revela tom mais sombrio da heroína no DCU

Foto: Reprodução/ Internet

A DC Studios divulgou um novo teaser de Supergirl focado em cenas inéditas de ação da heroína, ampliando a prévia do que o público pode esperar da personagem no novo universo compartilhado da editora. Diferente das adaptações anteriores, o vídeo aposta em uma Kara Zor-El mais agressiva, emocionalmente desgastada e inserida em um cenário de ficção científica marcado por destruição, perseguições espaciais e confrontos violentos.

As imagens divulgadas mostram a personagem atravessando ambientes devastados, enfrentando inimigos em combate direto e vivendo situações que reforçam o peso emocional da narrativa. O teaser também evidencia que a DC não pretende tratar Kara apenas como uma extensão da trajetória do Superman. A proposta do estúdio é construir uma protagonista com identidade própria, personalidade instável e conflitos muito mais pesados do que os vistos em versões anteriores da heroína.

A história acompanha Kara Zor-El durante uma viagem pela galáxia ao lado de Krypto enquanto comemora seu aniversário de 23 anos. No caminho, ela encontra Ruthye Marye Knoll, uma jovem que busca vingança após perder o pai em um ataque brutal. A partir desse encontro, a protagonista acaba envolvida em uma jornada marcada por violência, perseguições e dilemas morais.

Por que essa versão da Supergirl será tão diferente?

Desde que anunciou o projeto, James Gunn explicou que essa nova versão da heroína teria uma personalidade completamente diferente do Superman. Segundo o diretor, Clark Kent cresceu em um ambiente acolhedor na Terra, enquanto Kara testemunhou tragédias e morte ainda muito jovem após a destruição de Krypton.

Essa diferença muda totalmente a construção da personagem dentro do novo DCU. Em vez de uma heroína sempre otimista e inspiradora, o filme apresentará uma Kara marcada por traumas, impulsividade e dificuldade para lidar emocionalmente com tudo o que viveu.

O novo teaser reforça isso o tempo inteiro. As cenas priorizam tensão, desgaste emocional e confrontos brutais, criando uma atmosfera bem distante do estilo mais leve tradicionalmente associado à personagem em animações e séries.

Quem está no elenco e na equipe do filme?

O longa será estrelado por Milly Alcock, conhecida mundialmente por interpretar Rhaenyra Targaryen em House of the Dragon. O roteiro foi escrito por Ana Nogueira, enquanto a direção ficou com Craig Gillespie, cineasta responsável por Eu, Tonya e Cruella.

O que aconteceu com a Supergirl de Sasha Calle?

Antes da reformulação da DC Studios, a personagem apareceu em The Flash interpretada por Sasha Calle. A atriz recebeu elogios pela atuação, e existiam planos para expandir sua participação no antigo universo compartilhado da DC.

Esses projetos acabaram sendo descartados após James Gunn e Peter Safran assumirem o comando criativo do estúdio e decidirem reiniciar completamente a franquia nos cinemas. Com isso, a versão interpretada por Milly Alcock passa a representar oficialmente a nova Supergirl do DCU.

Quando estreia nos cinemas?

O longa-metragem estreia nos cinemas brasileiros em 25 de junho de 2026. As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025 em Londres e na Escócia.

Nomadland na Tela Quente | Tudo sobre o filme premiado que chega à TV aberta e vale (ou não) seu tempo

A exibição de Tela Quente desta segunda-feira, 25 de maio de 2026, leva ao público o drama Nomadland, um dos filmes mais premiados da última década. Dirigido por Chloé Zhao e estrelado por Frances McDormand, o longa se destaca por fugir completamente do padrão dos filmes comerciais. Em vez de ação ou grandes reviravoltas, a história acompanha uma mulher que decide viver na estrada após perder tudo.

Qual é a história do filme e por que ela chama atenção?

O filme acompanha Fern, interpretada por Frances McDormand, uma mulher que, após a crise econômica que afetou uma cidade industrial nos Estados Unidos, passa a viver dentro de uma van e viajar pelo país em busca de trabalhos temporários.

A trama não segue uma estrutura tradicional de “início, meio e fim” com grandes conflitos. O foco está na rotina da personagem e nas pessoas que ela encontra pelo caminho. Isso inclui outros nômades modernos que vivem em situação semelhante, criando uma espécie de comunidade itinerante.

O ponto central do filme não é “o que vai acontecer depois”, mas sim como essas pessoas lidam com a instabilidade da vida fora do sistema convencional. Essa abordagem torna o longa mais próximo de um retrato social do que de uma ficção tradicional.

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Por que o estilo do filme é tão diferente de outros dramas?

Um dos elementos que mais chamam atenção em Nomadland é a forma como ele mistura ficção com realidade. Muitos dos personagens secundários não são atores profissionais, mas pessoas reais que vivem ou viveram como nômades nos Estados Unidos.

Essa escolha dá ao filme um tom quase documental, reforçado pela direção de Chloé Zhao, que aposta em cenas longas, diálogos naturais e pouca interferência de trilha sonora. O resultado é um ritmo contemplativo, que exige atenção e paciência do espectador.

Em vez de construir tensão com conflitos diretos, o filme trabalha com silêncios, paisagens e pequenas interações humanas. Isso pode ser visto como um diferencial artístico, mas também como um desafio para quem espera algo mais acelerado.

Quem está no elenco e como as atuações influenciam o filme?

O grande destaque do elenco é Frances McDormand, que interpreta Fern com uma atuação extremamente contida. Não há exageros dramáticos ou discursos longos. A personagem é construída a partir de gestos simples e reações sutis.

Outro nome importante é David Strathairn, que aparece em momentos pontuais da narrativa, contribuindo para a dimensão mais humana da história.

Por que Nomadland ganhou tantos prêmios?

Apesar do ritmo mais lento, o filme foi um dos mais reconhecidos da temporada de premiações. Ele venceu o Oscar de Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz, consolidando seu impacto na indústria.

A direção de Chloé Zhao foi especialmente celebrada por sua abordagem sensível e minimalista. Ela se tornou uma das poucas mulheres a vencer a categoria de direção no Oscar, marcando um momento importante para a representatividade no cinema.

O reconhecimento não veio apenas da Academia. O filme também foi premiado em eventos como o Globo de Ouro e o BAFTA, reforçando sua recepção positiva entre críticos.

Vale a pena assistir na TV aberta?

A exibição na Tela Quente pode ser uma boa oportunidade para quem ainda não viu o filme, mas é importante ajustar as expectativas.

Nomadland não é um filme pensado para entreter de forma tradicional. Ele funciona mais como uma experiência de observação, que convida o espectador a acompanhar a vida de pessoas em situação de instabilidade econômica e social.

Isso significa que não há grandes momentos de ação ou reviravoltas. O impacto vem da simplicidade e da forma como o cotidiano é retratado.

Qual é o tema central do filme na prática?

Por trás da jornada de Fern, o filme aborda questões muito atuais, como crise econômica, envelhecimento, perda de estabilidade e a busca por novas formas de viver fora do modelo tradicional de sociedade.

A personagem não está tentando “recomeçar do zero” de forma heroica, mas sim encontrar maneiras de continuar vivendo em um sistema que já não oferece segurança para ela.

Trailer do último episódio de Euphoria mostra colapso total e fim das alianças na 3ª temporada

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A terceira temporada de Euphoria chega à reta final com uma escalada direta de violência, dependência química e colapso das relações entre os personagens. A história, que começou focada no pós-escola de Rue e seus colegas, evolui para um cenário dominado por dívidas milionárias, redes de tráfico e disputas internas no crime organizado. A presença de Laurie, Alamo e a atuação da DEA transformam o enredo em uma disputa de sobrevivência onde praticamente todos os núcleos estão interligados.

Como Rue chega ao centro do conflito na temporada?

Após concluir o ensino médio, Rue tenta levar uma vida simples trabalhando em uma bodega, mas sua tentativa de estabilidade dura pouco. Ela volta a ser recrutada por Laurie para atuar no tráfico de drogas, acumulando uma dívida milionária que nunca é realmente quitada.

Com o avanço da história, Rue passa de usuária para peça operacional dentro da rede criminosa. O ponto de virada acontece quando ela transporta drogas adulteradas que resultam na morte de uma dançarina ligada a Alamo. A partir desse evento, sua vida entra em risco direto, já que ela passa a ser responsabilizada dentro da estrutura criminosa.

No decorrer da temporada, Rue também é pressionada a colaborar com a DEA, tornando-se informante em uma investigação sobre a rede de Laurie. Isso coloca a personagem em uma posição dupla de ameaça, sendo observada tanto pelo crime quanto pelas autoridades.

O crescimento de Alamo e a mudança no controle do submundo

Alamo surge como uma nova figura de poder ao longo da temporada, assumindo o controle de clubes de strip-tease e expandindo sua influência sobre a distribuição de drogas. Ele entra na história como alguém que opera de forma mais direta e violenta do que Laurie, reorganizando a hierarquia do crime apresentada na série.

Em um dos eventos centrais, Alamo executa uma punição simbólica após ser ofendido por Laurie, enviando um porco vivo para sua casa. O gesto reforça o estilo de intimidação do personagem, que passa a tratar conflitos como demonstrações públicas de poder.

Com o avanço da trama, Alamo também começa a desconfiar de Rue, especialmente quando ela se envolve em operações simuladas de compra de drogas organizadas pela DEA. Essa desconfiança coloca a personagem ainda mais próxima de uma execução que se torna uma ameaça constante ao longo dos episódios.

O que acontece com Cassie, Maddy, Nate e Jules?

Enquanto Rue se afunda no crime, seus antigos colegas seguem caminhos paralelos marcados por ambição e instabilidade. Cassie e Nate iniciam a temporada planejando um casamento luxuoso, mas o evento se transforma em um colapso quando credores ligados ao crime invadem a cerimônia para cobrar dívidas antigas.

Cassie passa a buscar independência financeira por meio de conteúdo adulto em plataformas digitais, o que a coloca sob a gestão de Maddy. No entanto, suas decisões acabam sendo influenciadas por estratégias externas de monetização e controle de imagem, transformando sua trajetória em um ciclo de exploração e dependência financeira.

Nate, por outro lado, entra em uma espiral de dívidas que o afasta de seus antigos planos de poder e controle. Ele perde espaço entre investidores, sofre agressões de credores e tem sua estrutura de influência desmantelada ao longo da temporada, culminando em sua completa perda de estabilidade.

Jules, em paralelo, constrói uma nova vida em Nova York, onde se envolve em relações financeiras e afetivas instáveis. Sua trajetória é marcada por decisões que misturam independência artística e vulnerabilidade econômica, incluindo sua participação em projetos criativos que sofrem interferência editorial e comercial.

O ponto de ruptura envolvendo Laurie, DEA e Alamo

Um dos elementos centrais da temporada é a interseção entre a rede de Laurie, a atuação da DEA e o crescimento de Alamo. Rue se torna o elo entre esses três lados, sendo usada em operações de escuta e simulação de entregas.

Em determinado momento, ela é obrigada a ligar para Laurie sob supervisão da DEA, criando uma armadilha de interceptação. No entanto, a operação não funciona como esperado e aumenta ainda mais o risco para sua segurança, já que sua identidade como informante se torna cada vez mais exposta.

Ao mesmo tempo, Alamo começa a expandir suas operações de contrabando, incluindo negociações de drogas sintéticas em rotas internacionais, o que amplia o alcance do conflito para além do ambiente local.

O desfecho da temporada e o estado dos personagens

Os episódios finais mostram uma escalada direta de violência e consequências irreversíveis. Nate sofre novas perdas físicas após confrontos com credores, enquanto Cassie recebe sinais de que sua vida pessoal e profissional está sendo completamente controlada por forças externas.

Rue sobrevive a uma série de situações extremas, incluindo um sequestro e tentativa de execução, além de um acidente de carro que marca simbolicamente seu estado de exaustão física e mental. Mesmo assim, ela continua no centro das operações que conectam todos os núcleos da temporada.

No encerramento parcial da trama, Cassie consegue um papel como atriz, enquanto Lexi tenta estruturar narrativas a partir dos eventos ao seu redor. Já Alamo segue como a principal força de controle do submundo, mantendo a tensão ativa sobre todos os personagens.

Quando vai ser exibido?

O episódio final da terceira temporada de Euphoria será exibido no domingo, 31 de maio, às 22h (horário de Brasília), na HBO Max.

Miranda ainda domina! O Diabo Veste Prada 2 passa dos US$ 600 milhões e mostra que a Runway continua viva nos cinemas

Quase duas décadas após o primeiro filme, O Diabo Veste Prada 2 voltou aos cinemas com força suficiente para ultrapassar US$ 600 milhões em bilheteria mundial. O resultado confirma que a história de Miranda Priestly e Andy Sachs ainda tem grande apelo, mesmo em um cenário completamente diferente daquele visto em 2006.

Mais do que nostalgia, o desempenho da sequência mostra como o universo criado no primeiro filme conseguiu se manter vivo na cultura pop. A continuação não depende apenas da memória afetiva do público, mas também de como atualiza seus personagens para um mercado de trabalho e mídia que mudou profundamente.

O que fez o público se interessar de novo pela história?

Parte do interesse vem do próprio legado do filme original, que ao longo dos anos deixou de ser apenas um sucesso de cinema e virou referência quando o assunto é moda, carreira e ambiente corporativo. Isso criou uma base de público que já conhecia os personagens e queria ver como eles seriam reinterpretados em uma nova realidade.

A continuação também acerta ao mudar o foco da narrativa. Em vez de repetir a relação entre chefe e assistente, o filme coloca todos os personagens em posições diferentes, lidando com um cenário em que a mídia impressa perdeu força e a disputa por atenção acontece em ritmo digital.

Como a história se transforma nesta sequência?

Andy Sachs deixa para trás a fase como assistente e constrói uma nova carreira como jornalista investigativa. O que parecia uma ascensão profissional sólida acaba sendo interrompido por uma demissão repentina, que muda completamente o rumo da sua vida e a força a reconsiderar suas escolhas.

Do outro lado, Miranda Priestly enfrenta uma realidade que ela nunca precisou encarar antes. A Runway perde relevância, passa por crises de credibilidade e precisa se adaptar a um mercado que já não responde da mesma forma ao seu estilo de comando. Isso obriga a personagem a lidar com mudanças que afetam diretamente sua autoridade.

Quando Andy retorna ao universo da revista, a relação entre ela e Miranda não é mais de conflito pessoal direto, mas de necessidade profissional. As duas passam a dividir o mesmo espaço em condições muito diferentes das do passado, agora com interesses que se cruzam em meio a disputas corporativas.

O que realmente move Andy e Miranda nesta nova fase?

Depois de ser desligada do jornal em que trabalhava, Andy se vê em uma posição instável dentro do mercado jornalístico. Mesmo reconhecida pelo seu trabalho, ela precisa lidar com a insegurança de uma indústria cada vez mais pressionada por velocidade e engajamento, o que entra em choque com sua forma mais analítica de escrever.

Enquanto isso, Miranda enfrenta uma perda gradual de controle dentro da própria revista. A crise envolvendo a imagem da Runway não afeta apenas os negócios, mas também a forma como ela precisa se posicionar diante de um sistema que agora exige flexibilidade e adaptação constante.

O reencontro entre as duas acontece por conveniência. Andy é chamada para um novo cargo editorial, mas logo percebe que sua visão de jornalismo mais aprofundado não se encaixa facilmente na lógica atual da revista. Isso cria um conflito silencioso entre manter princípios e sobreviver profissionalmente.

Quem retorna ao elenco principal?

O filme preserva o núcleo original como principal base emocional da história. Meryl Streep (A Escolha de Sofia, Mamma Mia!) retorna como Miranda Priestly, enquanto Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada, Interestelar) volta ao papel de Andy Sachs. Emily Blunt (Um Lugar Silencioso, Oppenheimer) reprisa Emily Charlton e Stanley Tucci (Conclave, O Diabo Veste Prada) retorna como Nigel Kipling.

Por que essa continuação ainda conversa com o público?

O sucesso de O Diabo Veste Prada 2 vai além da nostalgia. O filme se conecta com mudanças reais do mercado de trabalho, especialmente na área de comunicação, onde a queda da mídia impressa e a pressão por conteúdo digital transformaram completamente a forma de produzir informação.

Na Zona Cinzenta | Novo filme de Guy Ritchie afunda nas bilheterias e vira um dos maiores tropeços comerciais do ano

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O novo thriller de ação Na Zona Cinzenta, dirigido por Guy Ritchie, continua enfrentando dificuldades nas bilheterias dos Estados Unidos. Em seu segundo fim de semana em cartaz, o longa arrecadou apenas US$ 900 mil, desempenho considerado muito abaixo do esperado para uma produção estrelada por nomes conhecidos de Hollywood.

Além da queda na arrecadação, o filme também perdeu espaço rapidamente nas redes exibidoras. Foram 485 salas removidas em apenas uma semana, reduzindo sua presença para 1.533 cinemas no mercado norte-americano. A diminuição mostra que os exibidores começaram a priorizar produções com desempenho mais consistente de público.

De acordo com informações do site O Vicio, o suspense acumula cerca de US$ 5 milhões após dez dias em cartaz nos Estados Unidos. A projeção atual do mercado indica que o longa deve encerrar sua trajetória nos cinemas americanos com algo entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, um resultado muito abaixo do esperado para uma produção com orçamento estimado em US$ 60 milhões.

O que explica a queda tão rápida do filme?

A principal dificuldade parece ter sido a falta de repercussão após os primeiros dias de lançamento. Mesmo com um elenco conhecido, o filme não conseguiu criar um forte engajamento do público nas redes sociais nem manter destaque entre os títulos mais comentados da semana.

Outro ponto importante foi a concorrência direta nos cinemas. Produções mais aguardadas acabaram ocupando boa parte das salas premium e dos horários mais disputados, diminuindo o alcance do novo projeto de Guy Ritchie logo no início de sua trajetória.

O desempenho também reforça uma dificuldade crescente enfrentada por filmes de ação originais. Atualmente, franquias já consolidadas, adaptações de videogames e sequências conhecidas conseguem atrair público com mais facilidade, enquanto produções inéditas dependem muito mais do boca a boca para permanecer relevantes nas semanas seguintes.

Qual é a história do longa?

A trama acompanha Sid e Bronco, dois especialistas contratados para recuperar uma fortuna ligada ao criminoso Manny Salazar. O trabalho, inicialmente tratado como uma simples missão de extração, rapidamente se transforma em uma operação mais perigosa quando Rachel Wild acaba sequestrada.

A partir disso, os protagonistas iniciam uma ofensiva para resgatá-la enquanto descobrem que existe uma conspiração maior envolvendo empresários influentes e lavagem de dinheiro internacional.

O filme mistura perseguições, operações armadas e reviravoltas ligadas ao mercado financeiro, seguindo uma estrutura parecida com outros trabalhos recentes de Guy Ritchie, marcada por diálogos rápidos e personagens envolvidos em esquemas criminosos complexos.

Quem está no elenco?

Henry Cavill (O Homem de Aço, Missão: Impossível – Efeito Fallout) interpreta Sid, um dos mercenários centrais da história. Ao lado dele está Jake Gyllenhaal (O Pacto, Nocaute), vivendo Bronco Beauregard.

Já Eiza González (Em Ritmo de Fuga, Godzilla vs. Kong) assume o papel de Rachel Wild, personagem que se torna peça-chave no conflito principal da trama.

O elenco ainda conta com Rosamund Pike (Garota Exemplar) e Kristofer Hivju (Game of Thrones) em papéis ligados à organização criminosa e ao esquema financeiro explorado pelo roteiro.

Como foi a produção do filme?

O projeto começou a ser desenvolvido em 2023 e marcou mais uma parceria de Guy Ritchie com atores que já haviam trabalhado anteriormente com o diretor, especialmente Henry Cavill e Jake Gyllenhaal.

As gravações aconteceram nas Ilhas Canárias, na Espanha, utilizando praias, áreas portuárias e regiões urbanas de Tenerife como cenário principal das sequências de ação.

Mesmo enfrentando o período de paralisação em Hollywood causado pela greve da SAG-AFTRA, a produção conseguiu continuar graças a um acordo especial que autorizou as filmagens durante aquele período.

Mortal Kombat 2 sente queda forte nos cinemas, mas sequência ainda deve bater recorde histórico da franquia

O desempenho de Mortal Kombat 2 nas bilheterias internacionais começou a desacelerar de maneira mais intensa do que o esperado pela Warner Bros. Em seu terceiro fim de semana em cartaz, a sequência arrecadou apenas US$ 3 milhões fora dos Estados Unidos, registrando uma queda de 70% em relação ao período anterior. O número evidencia uma perda rápida de público no mercado externo, justamente onde o estúdio esperava encontrar maior sustentação para o longa nas semanas seguintes à estreia.

Mesmo assim, a adaptação baseada na franquia de jogos da NetherRealm continua acumulando resultados relevantes. Até o momento, o filme soma US$ 45,5 milhões em 79 mercados internacionais. Na América do Norte, a produção adiciona outros US$ 72,8 milhões, levando a arrecadação global para US$ 118,3 milhões.

Apesar do ritmo mais lento, a sequência está muito perto de atingir uma marca importante para a história da franquia no cinema. O longa deve ultrapassar nos próximos dias os US$ 122 milhões arrecadados pelo filme original de 1995, tornando-se oficialmente a adaptação cinematográfica de jogo de luta com maior faturamento já registrada.

Por que Mortal Kombat 2 perdeu público tão rapidamente?

A queda brusca nas bilheterias internacionais mostra um comportamento cada vez mais comum entre filmes baseados em videogames: estreias fortes impulsionadas pelo público mais fiel e uma redução acelerada de interesse logo nas semanas seguintes.

No caso de Mortal Kombat 2, boa parte da audiência compareceu aos cinemas logo nos primeiros dias para acompanhar personagens clássicos finalmente ganhando mais espaço na adaptação. O problema é que esse tipo de produção costuma depender bastante do engajamento imediato dos fãs da franquia, o que dificulta uma sustentação prolongada nas salas.

Outro elemento que vem impactando diretamente o desempenho do filme é a disputa por espaço nas salas premium. Nas últimas semanas, o longa passou a enfrentar a forte concorrência de produções bastante aguardadas pelo público, como Michael, cinebiografia de Michael Jackson, e O Diabo Veste Prada 2, sequência do filme estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway.

O que muda em relação ao filme de 2021?

Diferente do primeiro longa, que tinha uma estrutura mais introdutória, Mortal Kombat 2 aposta em uma narrativa maior e mais próxima da identidade clássica dos games. A continuação abandona parte do tom de “origem” da produção anterior para mergulhar diretamente no conflito envolvendo os reinos e a ameaça de Shao Kahn.

A direção de Simon McQuoid amplia a escala visual da franquia, utilizando cenários mais grandiosos, novas arenas de combate e criaturas inspiradas nos jogos. Já o roteiro escrito por Jeremy Slater tenta responder críticas recorrentes feitas ao filme de 2021, especialmente a ausência do torneio tradicional que sempre esteve no centro da franquia nos consoles.

A sequência também aumenta o foco nas cenas de luta. Nos bastidores, a equipe criativa trabalhou para deixar os confrontos mais violentos e mais próximos da estética brutal que ajudou a transformar Mortal Kombat em um fenômeno dos videogames desde os anos 1990.

Quem entra para o elenco da sequência?

O novo capítulo traz de volta vários nomes do filme de 2021. Jessica McNamee (Megatubarão) retorna como Sonya Blade, enquanto Josh Lawson (House of Lies) reassume o papel de Kano. Já Lewis Tan (Deadpool 2) continua interpretando Cole Young.

Também estão de volta Ludi Lin (Aquaman) como Liu Kang, Joe Taslim (Operação Invasão) como Sub-Zero e Hiroyuki Sanada (John Wick 4: Baba Yaga) no papel de Scorpion. Mas a principal novidade do elenco é a chegada de Karl Urban (The Boys) como Johnny Cage.

A continuação ainda adiciona Adeline Rudolph (O Mundo Sombrio de Sabrina) como Kitana e Tati Gabrielle (The Last of Us) no papel de Jade. Já Martyn Ford (Velozes & Furiosos 9) interpreta Shao Kahn, principal ameaça do novo longa.

O que a história promete mostrar?

A trama da sequência acompanha os guerreiros da Terra enfrentando um cenário ainda mais perigoso após os acontecimentos do primeiro filme. Com Shao Kahn avançando sobre os reinos, os protagonistas precisam impedir uma invasão que ameaça diretamente a sobrevivência do planeta.

Os materiais promocionais divulgados até agora deixam claro que a Warner pretende aproximar mais a adaptação da experiência dos games. Isso inclui arenas clássicas, fatalities mais explícitos e confrontos entre personagens muito pedidos pelos jogadores.

A rivalidade entre Scorpion e Sub-Zero continua sendo um dos pilares da narrativa, mas a sequência também abre espaço para novas alianças e disputas internas entre os próprios defensores da Terra.

A chegada de Johnny Cage também altera o tom do grupo principal. O personagem costuma trazer uma energia mais impulsiva e irreverente, algo que pode ajudar a equilibrar o clima mais sombrio da história.

Como foram as gravações do filme?

As filmagens começaram em junho de 2023 no Village Roadshow Studios, localizado em Gold Coast, na Austrália. A produção utilizou estruturas maiores desta vez, principalmente para ampliar os cenários ligados aos diferentes reinos da franquia.

No entanto, o cronograma acabou afetado pela greve da SAG-AFTRA, que interrompeu diversas produções de Hollywood durante 2023. As gravações foram suspensas em julho e retomadas apenas meses depois, quando a paralisação chegou ao fim.

Mesmo com a pausa, a equipe conseguiu concluir as filmagens no início de 2024 sem alterações importantes no elenco principal ou no planejamento da história.

Nos bastidores, produtores já discutem há algum tempo a possibilidade de transformar Mortal Kombat em uma franquia maior nos cinemas, incluindo derivados focados em personagens específicos como Johnny Cage e Sub-Zero.

Sebastian Stan será o Duas-Caras em Batman: Parte 2 e escolha pode mudar completamente o tom da sequência

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Durante entrevista ao Deadline no Festival de Cannes, Sebastian Stan confirmou oficialmente que interpretará Harvey Dent em Batman: Parte 2. A declaração encerra os rumores de que ele viveria Tommy Elliot, o Silêncio, e aponta para uma continuação mais focada no colapso político e psicológico de Gotham.

O ponto que mais chamou atenção foi a maneira como o ator descreveu o papel. Segundo Stan, o personagem envolverá “vários papéis”, indicando que a transformação de Harvey Dent em Duas-Caras deve acontecer de forma gradual ao longo da história. Em vez de apresentar o vilão já estabelecido, o filme parece interessado em mostrar a deterioração de um homem que inicialmente tenta combater a corrupção da cidade usando a lei.

A escolha faz sentido dentro do universo criado por Matt Reeves. O primeiro filme não tratava apenas de Batman enfrentando criminosos, mas de uma Gotham sustentada por esquemas políticos, policiais corruptos e alianças entre autoridades públicas e o crime organizado.

Como The Batman preparou a chegada de Harvey Dent?

Em The Batman, Bruce Wayne, interpretado por Robert Pattinson, descobre que praticamente todas as estruturas de Gotham estavam comprometidas. A investigação do Charada revelou conexões entre o departamento de polícia, empresários influentes e o império criminoso de Carmine Falcone.

O filme também mostrou o assassinato do promotor Gil Colson, personagem de Peter Sarsgaard, deixando uma lacuna importante dentro do sistema judicial da cidade. Harvey Dent pode surgir justamente ocupando esse espaço, tentando restaurar a confiança pública em Gotham depois do caos provocado pelos ataques do Charada.

Isso torna o personagem mais relevante para a trama do que apenas um novo antagonista. Dentro desse universo, Dent representa alguém que acredita que ainda existe solução institucional para Gotham, enquanto Bruce começa a perceber que o símbolo do Batman precisa ir além da vingança.

Como Sebastian pode interpretar o Duas-Caras?

O histórico recente do ator sugere uma versão mais contida e psicológica do personagem. Em produções anteriores, Sebastian trabalhou figuras emocionalmente instáveis sem recorrer a atuações exageradas, algo que combina com a estética realista adotada por Matt Reeves.

Isso é importante porque The Batman evitou versões caricatas dos vilões clássicos. O Charada de Paul Dano, por exemplo, foi tratado quase como um extremista urbano inspirado em serial killers reais.

Com Harvey Dent, a tendência parece semelhante. O foco provavelmente estará menos na aparência deformada do Duas-Caras e mais no desgaste mental provocado pela própria Gotham. A fala de Stan sobre interpretar “vários papéis” reforça a ideia de que o público acompanhará diferentes fases emocionais do personagem antes de sua transformação definitiva.

O segundo filme deve ampliar o lado político de Gotham?

Tudo indica que sim. O final de The Batman deixou a cidade em colapso após as explosões e enchentes provocadas pelo Charada. Além da destruição física, Gotham terminou o filme com instituições desacreditadas e lideranças políticas fragilizadas.

Nesse cenário, Harvey Dent pode funcionar como uma tentativa de reorganizar o sistema judicial da cidade. Isso cria um paralelo interessante com Bruce Wayne, que encerra o primeiro filme entendendo que Gotham precisa de esperança e reconstrução, não apenas medo.

A diferença é que Harvey provavelmente seguirá o caminho oposto. Enquanto Bruce tenta encontrar um propósito maior para o Batman, Dent pode acabar consumido pela própria estrutura corrupta que tenta combater.

O sucesso do primeiro filme influenciou a sequência?

O desempenho do primeiro filme deu liberdade para Matt manter a abordagem mais urbana e investigativa da franquia. O longa arrecadou cerca de US$ 772 milhões mundialmente e consolidou uma versão do personagem menos dependente de grandes eventos de universo compartilhado.

Quando estreia nos cinemas?

A Warner Bros. marcou a estreia do segundo longa-metragem nos cinemas brasileiros para o dia 30 de setembro de 2027.

Star Wars tropeça nos cinemas? O Mandaloriano e Grogu estreia abaixo do esperado e acende alerta na Lucasfilm

Foto: Divulgação/ Dsiney/ Lucasfilm

A chegada de Star Wars: O Mandaloriano e Grogu aos cinemas tinha uma missão importante para a Disney: provar que a franquia ainda consegue movimentar grandes bilheterias após anos focada em séries do Disney+. O resultado do primeiro fim de semana, porém, criou dúvidas sobre o tamanho atual da marca nos cinemas.

O longa abriu com US$ 82 milhões nos Estados Unidos e acumulou US$ 145 milhões mundialmente nos três primeiros dias. Embora os números sejam altos para padrões normais da indústria, eles ficaram abaixo das projeções feitas por analistas do mercado americano. O desempenho se tornou a menor estreia de um filme Star Wars desde que a Disney comprou a Lucasfilm em 2012. As informações são do Deadline.

Dentro da própria indústria, o valor arrecadado ganhou peso por causa do contexto. O estúdio tratava o filme como o início de uma nova fase cinematográfica para Star Wars depois do encerramento da Saga Skywalker em 2019. A expectativa era repetir o impacto cultural que a franquia teve no retorno aos cinemas com O Despertar da Força, algo que claramente não aconteceu desta vez.

O sucesso no Disney+ não se transformou em público no cinema?

A principal leitura feita por analistas americanos é que a popularidade de The Mandalorian não conseguiu migrar totalmente para as salas de cinema. A série foi importante para o crescimento inicial do Disney+, principalmente durante o lançamento da plataforma, mas isso não significa automaticamente que o público do streaming esteja disposto a pagar ingresso para acompanhar a continuação da história.

Existe uma diferença importante entre audiência doméstica e evento cinematográfico. No streaming, o consumo é fragmentado e contínuo. Nos cinemas, o público precisa enxergar o filme como algo imperdível. Parte dos espectadores simplesmente não teve essa percepção com O Mandaloriano e Grogu.

Quem são os personagens centrais do novo filme?

O longa acompanha novamente Din Djarin, interpretado por Pedro Pascal, em uma nova missão ao lado de Grogu. A produção mantém a estrutura que popularizou a série, misturando aventura espacial, perseguições e relações familiares dentro do universo da franquia.

Grogu continua sendo o principal elemento comercial do projeto. O personagem segue aparecendo com forte combinação de animatrônicos e efeitos digitais, algo que virou uma assinatura visual desde a primeira temporada da série. Para a Disney, o pequeno personagem também representa uma das linhas de produtos mais lucrativas de Star Wars nos últimos anos.

O elenco ainda ganhou reforços importantes. Sigourney Weaver interpreta Ward, uma líder militar ligada à Nova República. Já Jeremy Allen White assume o papel de Rotta the Hutt, filho de Jabba the Hutt.

Foto: Divulgação/ Dsiney/ Lucasfilm

O filme nasceu como continuação da série?

Sim. Inicialmente, a Lucasfilm trabalhava normalmente na quarta temporada de The Mandalorian. Os roteiros chegaram a ser escritos por Jon Favreau e Dave Filoni em 2023.

As greves de roteiristas e atores em Hollywood mudaram completamente o planejamento do estúdio. Com a paralisação das produções, a Disney aproveitou o momento para reavaliar o futuro de Star Wars nos cinemas. A empresa percebeu que precisava lançar um novo longa rapidamente para recolocar a franquia no circuito cinematográfico após anos sem filmes inéditos.

Foi a partir dessa decisão que a quarta temporada acabou transformada em um longa para cinema.

A Disney ainda pretende criar uma nova saga?

Mesmo com a estreia abaixo das expectativas, a estratégia da Disney continua sendo expandir essa fase da franquia.

O CEO da empresa, Bob Iger, já havia indicado anteriormente que O Mandaloriano e Grogu serviria como ponto de partida para novos filmes conectados. Internamente, a Lucasfilm vê Din Djarin e Grogu como os rostos mais reconhecíveis da franquia atualmente.

A questão é que a Disney agora terá que observar o comportamento da bilheteria nas próximas semanas antes de acelerar novos projetos ligados aos personagens. Em blockbusters desse porte, a sustentação após a estreia costuma ser tão importante quanto o primeiro fim de semana.

O desgaste da franquia virou um problema real?

Nos bastidores de Hollywood, existe uma percepção crescente de que Star Wars perdeu parte da urgência cultural que tinha há dez anos. Durante o lançamento da trilogia iniciada em 2015, cada novo filme funcionava como um grande acontecimento global. Hoje, o cenário é diferente.

O aumento da quantidade de séries, derivados e histórias paralelas acabou fragmentando o interesse do público. Em vez de um grande evento raro, Star Wars passou a funcionar como conteúdo contínuo dentro do streaming.

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