Saiba qual filme vai passar no Supercine deste sábado (02/08)

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É difícil assistir a Queen & Slim – Os Perseguidos e sair ileso. O filme, que vai ao ar neste sábado, 2 de agosto de 2025, no Supercine da TV Globo, é o tipo de obra que te agarra pelo colarinho, sacode as emoções e te obriga a encarar o espelho da realidade – mesmo quando o que se vê ali incomoda.

Sob a direção vibrante de Melina Matsoukas (a mesma mente criativa por trás de clipes icônicos de Beyoncé), e com roteiro assinado por Lena Waithe, o longa-metragem mistura romance, crítica social e tensão de thriller em um combo emocional de tirar o fôlego. Tudo começa com um encontro – um date despretensioso, como tantos outros. Mas basta uma única noite para virar a vida do casal do avesso. As informações são do AdoroCinema.

Um encontro como qualquer outro. Até que não é mais.

Angela (interpretada com intensidade por Jodie Turner-Smith) é uma advogada criminal, direta, séria, calejada. Ernest, ou simplesmente Slim (Daniel Kaluuya, no melhor estilo silenciosamente magnético), é um cara tranquilo, religioso, quase introspectivo. Eles se encontram por um aplicativo e saem para jantar. A química não explode de imediato. São dois desconhecidos, cada um com sua bagagem, suas feridas e suas formas de resistir ao mundo.

Na volta para casa, o inesperado: eles são parados por um policial branco por uma infração de trânsito banal. O que deveria ser só mais uma abordagem vira um momento tenso, violento – e trágico. Em legítima defesa, Slim mata o policial. A cena é gravada por um celular, viraliza na internet, e, em questão de horas, Queen e Slim se tornam alvos da polícia e símbolos involuntários da luta contra a violência racial nos Estados Unidos.

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Fuga, amor e identidade

A partir daí, o filme se transforma em uma jornada de fuga – mas também de descoberta. Sem saber exatamente para onde ir, o casal embarca em uma espécie de road trip pela América profunda, cruzando cidades, encontrando aliados e enfrentando perigos. Aos poucos, o que era uma relação marcada pelo estranhamento vai se transformando em algo maior: um amor nascido da urgência, da vulnerabilidade e da conexão diante do abismo.

Mas Queen & Slim nunca deixa o espectador esquecer: esse não é só um romance. É um retrato cru da experiência negra em um país onde o simples ato de existir pode ser uma ameaça. A perseguição que o casal sofre não é apenas literal — ela representa séculos de opressão, silenciamento e medo.

Um filme com algo a dizer — e que diz com força

A beleza do filme está na forma como ele combina poesia e brutalidade. A fotografia é deslumbrante: estradas vazias, pores do sol quentes, silhuetas recortadas contra o horizonte — tudo embalado por uma trilha sonora arrebatadora, que vai de hip hop a soul, passando por momentos de absoluto silêncio que falam mais do que mil diálogos.

A diretora Melina Matsoukas, em seu primeiro longa-metragem, não economiza em estilo, mas também não sacrifica o conteúdo. O filme tem uma estética que lembra videoclipes — cortes rápidos, cenas coreografadas com precisão, uma atenção quase religiosa à luz e à textura da imagem. Mas essa beleza nunca suaviza o que está sendo contado: o peso da violência policial, a herança do racismo estrutural, o poder das redes sociais em moldar narrativas e o risco de ser transformado em símbolo quando só se quer sobreviver.

Daniel Kaluuya e Jodie Turner-Smith: química sob pressão

Grande parte da força do filme vem da atuação do casal protagonista. Daniel Kaluuya, que já havia impressionado o mundo com seu papel em Corra!, entrega aqui um personagem contido, mas profundo. Seu Slim é gentil, quase passivo, até que o mundo exige outra postura. Já Jodie Turner-Smith estreia com força: sua Queen é dura, estratégica, mas não menos sensível. Juntos, eles formam uma dupla que cresce a cada cena — e carrega o filme nas costas.

A química entre os dois vai surgindo aos poucos, sem pressa. Eles não se apaixonam “à primeira vista” — e talvez nem tenham tempo de se apaixonar como gostaríamos. Mas há algo entre eles que é real: um laço forjado sob pressão, que se torna íntimo porque é urgente. Porque não há garantias de um amanhã.

Símbolos, heróis e sacrifícios

É interessante perceber como o filme joga com a ideia de “mártires” e “heróis”. Queen e Slim não queriam ser ícones. Eles não tinham um plano político. Apenas queriam voltar para casa vivos. Mas a internet, a mídia, os protestos — tudo isso os transforma. Vemos cenas de pessoas celebrando o casal, fazendo grafites com seus rostos, tratando-os como símbolos da resistência negra. Mas também vemos o peso que isso impõe: ser transformado em símbolo é, muitas vezes, deixar de ser humano.

O roteiro de Lena Waithe acerta ao mostrar a dualidade disso tudo. Há beleza no levante popular, nos atos de solidariedade, no orgulho comunitário. Mas há também tristeza — porque essa idolatria vem sempre depois da dor. Depois da perda. Depois da violência.

Não é um final feliz. Mas é necessário.

Sem dar spoilers, vale dizer que a trama não entrega um desfecho típico de Hollywood. Não há final amarrado, nem promessas de redenção fácil. O filme termina como começou: com um retrato honesto e, às vezes, duro da realidade. Mas essa honestidade é o que torna o filme tão necessário.

É impossível não se emocionar. É impossível não refletir. E, talvez, seja justamente essa a proposta: fazer a gente parar, nem que por duas horas, e pensar sobre o que significa existir em um mundo onde o racismo ainda mata — direta ou indiretamente.

Uma obra atual, mesmo anos depois

Lançado em 2019, o longa não perdeu a força — pelo contrário. Em 2025, com os debates sobre justiça racial, inteligência artificial e responsabilidade social ganhando novos contornos, a produção americana continua sendo um lembrete do que está em jogo. É um filme sobre escolhas difíceis, sobre amor em tempos sombrios, e sobre como, às vezes, a simples decisão de seguir em frente pode ser um ato revolucionário.

Onde posso assistir?

Além da exibição na TV aberta, o filme também está disponível em plataformas digitais. No Prime Video, você pode alugá-lo a partir de R$ 6,90, oferecendo uma opção acessível para quem prefere assistir no conforto de casa, no horário que quiser. Basta acessar o serviço, buscar pelo título e iniciar a reprodução com poucos cliques.

Luta de Classes | Spike Lee e Denzel Washington trazem Kurosawa para as ruas modernas de Nova York em novo thriller do Apple TV+

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O Apple TV+ liberou nesta segunda-feira, 4 de agosto, o aguardado trailer de Luta de Classes, o novo longa dirigido por Spike Lee e estrelado pelo eterno e sempre magnético Denzel Washington. A parceria entre os dois ícones do cinema americano ganha um novo e ousado capítulo nesta que é a quinta colaboração entre diretor e ator — e promete ser uma das mais intensas até agora.

Com estreia mundial marcada para 5 de setembro, o filme já está gerando burburinho por um motivo que vai além dos grandes nomes envolvidos: trata-se de uma releitura contemporânea do clássico japonês “Céu e Inferno” (“High and Low”), de Akira Kurosawa — um dos mestres indiscutíveis da sétima arte. Se a expectativa já era alta por si só, o fato de Spike Lee reinterpretar essa obra-prima, transpondo sua trama para a selva urbana da Nova York atual e para os bastidores da indústria da música, é o tipo de ousadia que a gente gosta de ver.

Um clássico japonês reimaginado com alma americana

A versão original, dirigida por Kurosawa em 1963, trazia a história de um executivo da indústria do calçado que se vê diante de um dilema moral e pessoal quando o filho de seu motorista é sequestrado por engano. Em “Luta de Classes”, esse dilema permanece — mas agora, no lugar de sapatos, temos beats, contratos milionários, estrelato e decisões que custam caro demais.

Denzel Washington vive o protagonista: um magnata da música, conhecido por ter “o ouvido mais preciso do mercado”. No auge de seu império sonoro, ele é confrontado com uma situação extrema que abala sua vida confortável e sua reputação impecável. O pedido de resgate que ele recebe — e a escolha que precisa fazer entre a vida de uma criança e seus próprios interesses — colocam tudo em xeque. O título “Luta de Classes” não é gratuito: o filme mergulha fundo na desigualdade brutal que divide os extremos sociais da metrópole americana.

Spike Lee e Denzel: parceria de peso, filme com alma

Não é todo dia que vemos dois nomes como Spike Lee e Denzel Washington juntos em um projeto — e menos ainda com a liberdade criativa que o Apple TV+ proporciona. A dupla já fez história com filmes como “Malcolm X” (1992), “O Plano Perfeito” (2006) e “O Verão de Sam” (1999). Aqui, eles voltam com sangue nos olhos, mas agora em uma narrativa onde a tensão social é quase um personagem à parte.

Elenco afiado e trilha de respeito

Além de Denzel, o elenco traz nomes que adicionam textura e diversidade à produção. Jeffrey Wright, indicado ao Oscar por “American Fiction”, interpreta o detetive que tenta costurar as peças de um quebra-cabeça que vai muito além do sequestro. Ilfenesh Hadera (de She’s Gotta Have It e Billions) vive uma executiva rival que tem mais camadas do que aparenta. E, talvez a surpresa mais instigante, é a presença de A$AP Rocky — sim, o rapper — que interpreta um produtor musical underground com ligações ambíguas ao crime e ao estrelato.

Ah, e a trilha sonora? Já é um dos elementos mais comentados nas redes sociais após o lançamento do trailer. Com produção musical de Terrace Martin (colaborador de Kendrick Lamar), a trilha é uma mescla de hip-hop,

Expectativa lá em cima (ou lá no inferno?)

O trailer do longa mostra um visual estilizado, repleto de contrastes visuais — dos cobertores térmicos dos sem-teto às salas espelhadas dos estúdios de gravação. Há tensão. Há confrontos morais. Há tiros e sussurros. Há, sobretudo, a promessa de um filme que vai além da superfície.soul, jazz e batidas eletrônicas — tudo para traduzir o coração pulsante de uma Nova York onde a música salva, condena e denuncia.

A Infância de Romeu e Julieta: Resumo semanal 15/08/2024 a 16/08/2024

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Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta, entre os dias 15 a 16 de agosto. Esta emocionante trama bíblica é exibida de segunda a sexta-feira, a partir das 21h30, no SBT.

No capítulo de quinta-feira, 15 de agosto

Romeu, finalmente despertando do coma no hospital, olha para Julieta com um olhar cheio de emoção. Seus olhos brilham ao revelar que, mesmo inconsciente, ele podia ouvir a voz dela. O momento é profundamente tocante; as palavras de Romeu ecoam uma conexão emocional que transcende o sofrimento. Vera, ao entrar no quarto, vê o marido acordado e, com a visão comovente de Romeu e Julieta juntos, não consegue segurar as lágrimas. O alívio e a alegria se misturam em seu coração, refletindo a intensa emoção de ver o amor e a esperança renascendo em meio à adversidade. A recuperação de Romeu se torna um motivo de celebração para a família Monteiro. Daniel e Mariana, ao saber da boa nova, se juntam ao grupo em um reencontro caloroso. Sorrisos e abraços trocados, brindes à vida e momentos de alegria marcam o dia, enquanto a família celebra a volta de Romeu com um alívio profundo e uma gratidão imensa. É uma pausa bem-vinda após dias de angústia e preocupação, um sinal de que, mesmo nos momentos mais sombrios, a luz da esperança pode brilhar novamente. No entanto, apesar da alegria, a tensão persiste. Hélio e Leandro, ainda lutando com a dor e a desconfiança, discutem a dificuldade de perdoar Fausto pelos danos causados. A mágoa é palpável, e a desconfiança permanece como um obstáculo difícil de superar. Clara, no entanto, adota uma perspectiva mais construtiva. Para ela, o perdão é essencial para seguir em frente. “Não podemos passar o resto de nossas vidas carregando mágoas,” afirma Clara com convicção. “Se Fausto realmente se arrependeu, é hora de deixarmos o rancor para trás e encontrarmos um caminho para a cura.” Enquanto isso, a gangue Pedalzera está passando por uma fase de expansão e sugere a inclusão de novos membros. Dimitri, Ellen, Ian e Nath são convidados a se juntar ao grupo, trazendo consigo a promessa de novas energias e dinamismo para a equipe. A proposta sinaliza uma nova fase para a gangue, repleta de possibilidades e aventuras. Pórcia realiza uma visita significativa a Fausto na prisão. O encontro é carregado de emoções, com Fausto, visivelmente arrependido, pedindo desculpas à filha. A conversa é um passo crucial para a reconciliação, embora o caminho para o perdão seja longo e desafiador. A visita de Pórcia representa um esforço para curar feridas e buscar um entendimento mais profundo, mesmo que o processo de reconciliação esteja apenas começando. Por fim, Amanda compartilha uma notícia importante com Enzo: recebeu uma proposta de emprego. A oferta representa uma nova e promissora oportunidade em sua carreira, trazendo consigo um misto de empolgação e nervosismo. Este novo capítulo sinaliza um avanço significativo na vida profissional de Amanda, um passo corajoso rumo ao futuro e a novas possibilidades.

No capítulo de sexta-feira, 16 de agosto –

No Centro de Educação e Cultura (CEC), um grupo de jovens prepara uma emocionante homenagem a “Romeu e Julieta”. Eles se dedicam a recriar a famosa história de amor e tragédia de Shakespeare, trazendo a peça à vida de uma maneira que ressoa com suas próprias experiências e emoções. É um projeto que não só celebra o clássico, mas também permite que cada um explore a profundidade das relações humanas. Depois de um tempo longe, Alex volta do intercâmbio e se reencontra com Lívia. O abraço sincero e as conversas que seguem são cheias de risos e de uma sensação de que nada mudou, apesar do tempo e da distância. Eles compartilham suas novas memórias e redescobrem a conexão que sempre tiveram. Em um campeonato local, o clima esquenta quando Sofia e Téo, agora jogando em times opostos, se enfrentam. Do outro lado, Romeu, Nando, Julieta e Karen formam um time que está ansioso para a competição. É um jogo cheio de tensão e rivalidade, mas também de camaradagem e diversão. Fausto, que recentemente saiu da prisão, está determinado a buscar perdão. Ele se aproxima de Romeu e Julieta, tentando reparar os erros do passado e reconstruir os laços que uma vez foram importantes para ele. Sua jornada é um reflexo de arrependimento e esperança, enquanto ele tenta corrigir suas ações e encontrar a redenção. Enquanto isso, Daniel decide renovar seu compromisso com Mariana e a pede em casamento novamente. É um gesto cheio de sentimento e de desejo de construir um futuro juntos. O pedido é um lembrete do amor e da dedicação que ele tem por ela. Mauro e Laura estão planejando uma escapada romântica, ansiosos para passar um tempo de qualidade juntos e explorar novos lugares. A viagem é um presente para si mesmos e uma chance de criar novas memórias enquanto desfrutam da companhia um do outro. Por fim, Leandro e Hélio se encontram na praça para uma partida de xadrez, relembrando os velhos tempos. O jogo é mais do que uma competição; é uma forma de reviver a amizade que sempre os uniu e de celebrar o vínculo especial que ainda existe entre eles.

Brasil entra no circuito internacional dos jogos de cartas e recebe grande torneio de Disney Lorcana em São Paulo

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Nos dias 25 e 26 de abril, a cidade de São Paulo será palco da primeira edição nacional do Disney Lorcana Challenge, um dos torneios oficiais mais importantes do cenário competitivo do Disney Lorcana. A realização do evento marca um passo relevante para o país dentro do universo global dos Trading Card Games (TCGs).

Criado pela Ravensburger, o jogo rapidamente conquistou fãs ao redor do mundo ao combinar estratégia, colecionismo e personagens clássicos da The Walt Disney Company. Desde o lançamento, Disney Lorcana tem reunido jogadores em torneios oficiais e encontros organizados em lojas especializadas, formando uma comunidade cada vez mais ativa e competitiva.

No Brasil, o jogo é distribuído oficialmente pela COPAG, empresa tradicional no mercado de cartas e jogos. Além de trazer o produto para o país, a companhia também atua como parceira estratégica na realização do torneio, sendo responsável pela operação local do campeonato.

A escolha do Brasil para sediar uma edição do Disney Lorcana Challenge reflete o crescimento consistente do público nacional dentro do universo dos TCGs. Nos últimos anos, o país passou a ocupar um espaço mais relevante nesse segmento, com aumento no número de jogadores, expansão de lojas especializadas e organização de eventos cada vez mais estruturados.

Esse movimento mostra que os jogos de cartas deixaram de ser apenas um hobby casual para muitos fãs. Hoje, boa parte da comunidade encara os torneios de forma competitiva, com preparação, estudo de estratégias e participação frequente em campeonatos locais e regionais.

Dentro desse cenário, a chegada de um torneio internacional como o Disney Lorcana Challenge representa um reconhecimento importante. O evento não apenas coloca o Brasil no calendário oficial do jogo, como também fortalece a presença da comunidade nacional no cenário competitivo global.

Para os jogadores, a competição será uma oportunidade de testar habilidades e estratégias em um ambiente de alto nível. Ao mesmo tempo, o encontro promete reunir fãs da cultura geek e admiradores do universo Disney em um espaço de troca, aprendizado e celebração.

Outro impacto direto do evento acontece no varejo especializado. Lojas que trabalham com jogos de cartas e produtos voltados ao público geek tendem a se beneficiar da visibilidade gerada por torneios desse porte. A movimentação em torno do campeonato ajuda a impulsionar vendas, estimular novos eventos e atrair novos jogadores para a comunidade.

A expectativa é que o Disney Lorcana Challenge também funcione como ponto de encontro para diferentes perfis de fãs. Além dos competidores, o evento costuma reunir colecionadores, criadores de conteúdo, cosplayers e entusiastas da cultura pop, criando uma atmosfera que vai muito além da disputa nas mesas.

Esse tipo de iniciativa também contribui para fortalecer o ecossistema dos TCGs no país. À medida que eventos maiores passam a acontecer com mais frequência, surgem novas oportunidades para organizadores, lojistas e comunidades locais ampliarem suas atividades e desenvolverem campeonatos regionais.

Outro fator importante é a conexão entre o universo competitivo e o entretenimento. Disney Lorcana utiliza personagens e elementos inspirados em histórias clássicas da Disney, o que ajuda a aproximar diferentes gerações de jogadores. Para muitos fãs, a experiência envolve não apenas estratégia e competição, mas também nostalgia e paixão pelo universo das animações.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta segunda, 19 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, aposta em fantasia, humor e boas lições para toda a família com a exibição de “O Fada do Dente 2”. A comédia familiar transforma uma situação simples em uma jornada de aprendizado, mostrando que até os adultos mais céticos podem descobrir o valor da imaginação quando são obrigados a enxergar o mundo pelos olhos das crianças.

O filme apresenta Larry, um homem prático, impulsivo e pouco sensível às emoções alheias. Ele vive focado em seus próprios interesses e acredita que franqueza excessiva é sempre uma virtude. Quando se apaixona por uma mulher que admira atitudes solidárias, Larry decide mudar sua imagem e se voluntaria para trabalhar com crianças. A ideia é provar que tem um bom coração, mesmo sem entender completamente o universo infantil.

O problema surge quando Larry deixa escapar aquilo que realmente pensa. Ao conversar com um menino, ele afirma, sem qualquer cuidado, que fadas do dente não existem. A fala destrói a fantasia da criança e desencadeia uma punição inesperada. Como castigo por acabar com a magia da infância, Larry é condenado a se tornar uma verdadeira fada do dente por dez dias, com asas, varinha e um conjunto rígido de regras a cumprir.

A partir daí, a comédia ganha ritmo e criatividade. Totalmente despreparado para a função, Larry precisa aprender como agir com delicadeza, paciência e empatia. Ele passa a visitar quartos de crianças, lidar com medos, sonhos e expectativas, além de enfrentar situações constrangedoras que colocam sua personalidade rude em contraste direto com o mundo encantado que agora precisa representar.

No papel principal, Larry The Cable Guy conduz o filme com humor físico e exagerado, características já conhecidas de seu estilo. Seu personagem começa a história como alguém fechado e egoísta, mas aos poucos vai sendo transformado pelas experiências que vive. Cada missão como fada o obriga a refletir sobre suas atitudes e a entender que palavras têm peso, especialmente quando ditas a quem ainda está formando sua visão de mundo.

O elenco conta ainda com David Mackey, Erin Beute e Bob Lipka, que ajudam a construir o ambiente emocional da narrativa. As crianças, como costuma acontecer em filmes do gênero, funcionam como espelhos morais. São elas que revelam a Larry a importância da imaginação, do cuidado e da gentileza, valores que ele nunca considerou essenciais.

A direção é de Alex Zamm, conhecido por comandar produções familiares voltadas para o público jovem. Sua condução é simples e direta, priorizando situações cômicas visuais e uma narrativa fácil de acompanhar. O filme não busca grandes surpresas ou reviravoltas, mas aposta na previsibilidade como conforto, conduzindo o espectador por um caminho leve e otimista.

“O Fada do Dente 2” funciona como uma continuação independente do primeiro filme, lançado em 2010, que tinha Dwayne Johnson no papel principal. Apesar de ter recebido críticas negativas, o longa original surpreendeu nas bilheterias, arrecadando mais de 111 milhões de dólares mundialmente. Esse sucesso financeiro ajudou a manter a história viva e possibilitou a criação da sequência, que segue a mesma proposta, mas com um novo protagonista.

Mesmo sem repetir o elenco original, o segundo filme preserva o espírito da franquia. A ideia central continua sendo a transformação de um adulto cético em alguém capaz de acreditar novamente na magia. A fantasia funciona como metáfora para amadurecimento, mostrando que crescer não precisa significar abandonar completamente o encantamento da infância.

Outro ponto que contribui para a experiência do público brasileiro é a dublagem nacional, com vozes de Raquel Marinho, Luiz Laffey, Walter Cruz e Marco Antonio Abreu. A versão dublada reforça o tom cômico do filme e facilita a compreensão das piadas, especialmente para crianças que acompanham a Sessão da Tarde.

Além do humor, o filme carrega mensagens simples e eficazes. Ele fala sobre responsabilidade emocional, cuidado com as palavras e sobre como pequenas atitudes podem causar grandes impactos. Ao ser forçado a viver como fada, Larry aprende que a fantasia é uma forma de proteger sentimentos e criar memórias positivas, algo que ele nunca havia valorizado.

Resumo semanal da novela A Usurpadora 29/04/2025 a 02/05/2025

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Capítulo 032 – Terça-feira, 29 de abril de 2025

A notícia da fuga de Paulina se espalha rapidamente, e logo toda a família Bracho está ciente de que ela não vive mais na mansão. Em meio à tristeza que toma conta do ambiente, Dona Piedade tem uma conversa sincera com Carlos Daniel, revelando que Paulina sempre o amou de verdade. A ausência dela é sentida profundamente por todos, e até Rodrigo, que sempre foi cético, admite que a única solução é trazê-la de volta.

Enquanto isso, Leda descobre que Paulina deixou a mansão. Convencida de que Paola está morta, vê nesta situação a oportunidade perfeita para se aproximar de Carlos Daniel e finalmente conquistá-lo.
Paulina, por sua vez, reencontra Célia, sua amiga dos tempos difíceis no clube. Sem outra opção, aceita morar na pensão onde Célia vive, mas sofre intensamente por ter se separado da família que aprendeu a amar como se fosse sua.

Na mansão, Estephanie se desespera ao descobrir que Lalinha entregou a Carlos Daniel o diário íntimo de Paola. Com medo de ser desmascarada, ela invade o quarto às escondidas e arranca as páginas onde Paola falava sobre seu romance secreto com Willy. Carlos Daniel começa a ler o diário e, ao mergulhar nas palavras frias e cruéis de Paola, sente seu amor por ela se transformar em ódio.

Enquanto isso, Carlinhos, inocente e confuso, escuta comentários dos empregados sobre a partida de “sua mãe” e, desesperado, decide fugir de casa para procurá-la.


Capítulo 033 – Quarta-feira, 30 de abril de 2025

O desaparecimento de Carlinhos gera um clima de desespero na mansão Bracho. Rodrigo, sempre desconfiado, chega a suspeitar que Paulina tenha sequestrado o menino. Carlos Daniel, no entanto, se recusa a acreditar nisso, embora seus irmãos o convençam a aguardar uma possível ligação da “usurpadora” exigindo resgate.

Enquanto a família teme o pior, Carlinhos, perdido e sozinho, perambula pelas ruas perigosas da cidade até sofrer um acidente.
Duas irmãs humildes o encontram e o socorrem, levando-o para a casa de Dona Isabel, na favela. Sem memória, o menino diz não lembrar de sua família, aumentando ainda mais o mistério sobre seu paradeiro.

Em outro ponto da cidade, Paulina, desesperada para recomeçar, começa a procurar emprego. O destino cruza seu caminho novamente com Osvaldo, seu antigo noivo que a trocou por uma mulher rica, Lurdes. Agora, Lurdes busca alguém para cuidar de sua mãe doente, Zenaida.
Paulina aceita o trabalho, sem imaginar que em breve terá de enfrentar as dores do passado cara a cara.

Enquanto isso, na mansão, Lalinha atende uma ligação inesperada: é Paola, viva e intrigante, perguntando por ela mesma! Rodrigo, esperto, começa a arquitetar um plano para desmascarar as duas irmãs.
A verdadeira Paola anuncia seu retorno, ligando diretamente para Carlos Daniel e prometendo muitas reviravoltas.


Capítulo 034 – Quinta-feira, 1º de maio de 2025

Sob orientação de Rodrigo, Carlos Daniel decide manter a calma diante da volta de Paola, fingindo que nada mudou para não levantar suspeitas. Rodrigo sabe que, para expor a verdadeira identidade de cada uma, todos — inclusive os empregados — precisarão seguir seu plano à risca.

Enquanto isso, Carlinhos continua sob os cuidados de Dona Isabel. Ela acredita que o garoto não tem família, já que nenhum jornal publicou seu desaparecimento.
Paulina inicia seu trabalho na casa de Lurdes e, apesar da proximidade, ainda não reencontra Osvaldo.

Paola retorna triunfante à mansão Bracho, exibindo sua personalidade arrogante e destrutiva. Em conversas com Lalinha, comete diversos deslizes: pede um cigarro, estranha o fato de Estephanie trabalhar e se surpreende ao saber que Dona Piedade deixou a bebida.
Arrogante, desce para o jantar, onde toda a família, desconfiada e em estado de alerta, a aguarda.


Capítulo 035 – Sexta-feira, 2 de maio de 2025

Durante o jantar na mansão, o comportamento de Paola gera desconforto e desconfiança. Suas contradições são notáveis: ela se espanta com a transformação de Estephanie, e leva uma resposta atravessada de Leda, que debocha: “Faz um ano, queridinha! Será que você não notou minha presença?”.

O clima à mesa é tenso. Carlos Daniel a trata com frieza e, ao final do jantar, se refugia em seu quarto para continuar lendo o diário que revela as verdadeiras maldades de Paola.
Enquanto isso, Carlinhos segue desaparecido. Apesar da perda de memória, o menino sente-se acolhido entre seus novos amigos, e Dona Isabel, determinada, promete ajudá-lo a encontrar sua família.

Paulina, ainda sem encontrar Osvaldo, escuta boatos de que ele se tornou um homem frustrado: viciado em jogo, alcoólatra e sustentado por Lurdes, a quem trata com desprezo.

Na fábrica, os funcionários estranham a volta de “Paola” (na verdade, a verdadeira Paola), que demonstra total desconhecimento dos negócios, ao contrário da eficiente Paulina.

De volta à mansão, Paola visita Dona Piedade e tenta, em vão, convencê-la a voltar a beber. Frustrada, ela desce para encontrar Carlos Daniel, tentando seduzi-lo, mas é rejeitada mais uma vez.
Furiosa com a transformação da família e com o amor que Carlos Daniel ainda sente por Paulina, Paola decide se vingar, assediando Willy. Ele, sem pensar duas vezes, conta à vilã que Carlos Daniel pretende pedir o divórcio para se casar com Verônica — uma mentira criada para enfurecê-la ainda mais.

The Boys joga Profundo no fundo do poço e transforma a última temporada em um verdadeiro caos

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Poucas séries conseguiram destruir tanto a imagem tradicional dos super-heróis quanto The Boys. Depois de anos misturando violência extrema, crítica social e humor desconfortável, a produção chegou à sua reta final mergulhando de vez em um cenário onde absolutamente ninguém parece ter chance de sair inteiro.

A última temporada abandona qualquer sensação de equilíbrio e transforma o universo da série em uma guerra aberta. O poder do Capitão Pátria cresce de forma assustadora, os Rapazes começam a se dividir por causa de decisões cada vez mais radicais e vários personagens entram em um colapso emocional sem volta. Entre todos eles, quem mais chama atenção é justamente Profundo.

O integrante dos Sete sempre foi tratado como uma figura patética dentro da narrativa, mas agora a série leva isso para outro nível. Segundo Chace Crawford, o personagem chegará ao momento mais miserável de toda sua trajetória, encerrando sua história da forma mais amarga possível.

O que aconteceu com o Profundo?

Desde os primeiros episódios da série, o Profundo foi construído como alguém desesperado por aprovação. Mesmo fazendo parte dos Sete, o personagem sempre pareceu deslocado, inseguro e incapaz de manter qualquer tipo de controle sobre a própria vida. Só que a temporada final transforma essa decadência em algo muito mais pesado.

Em entrevista ao Collider, Chace Crawford revelou que os fãs verão o personagem completamente destruído emocionalmente. Sem aliados, sem respeito dentro da Vought e cada vez mais isolado, o herói aquático mergulha em um ciclo de humilhação e fracasso que parece impossível de interromper.

A própria série deixa claro que não existe mais espaço para redenção naquele universo. O Profundo toma decisões violentas, perde pessoas próximas e começa a perceber tarde demais que nunca conseguiu escapar da própria mediocridade. O personagem vira praticamente um retrato do que The Boys sempre tentou mostrar: fama, poder e idolatria não transformam ninguém em herói.

O mais cruel é que a produção não trata essa queda como algo grandioso ou dramático no sentido tradicional dos filmes de super-heróis. Tudo acontece de forma desconfortável, caótica e até humilhante, reforçando o tom ácido que acompanha a série desde o começo.

Capitão Pátria finalmente perdeu qualquer limite?

Enquanto o Profundo afunda, o Capitão Pátria parece caminhar na direção oposta. Só que esse crescimento de poder vem acompanhado de algo ainda mais assustador: a completa destruição de qualquer limite psicológico restante.

A nova temporada mostra o personagem deixando de agir apenas como um super-herói narcisista para assumir uma postura quase religiosa diante de seus seguidores. O país começa a tratá-lo como uma entidade divina, enquanto movimentos extremistas passam a enxergar suas ações como justificáveis independentemente da violência envolvida.

A descoberta do V1 piora ainda mais a situação. A substância, considerada a versão original do Composto V, oferece ao personagem a possibilidade de alcançar a imortalidade. A partir daí, Homelander deixa de buscar apenas admiração pública e passa a acreditar que nasceu para governar acima de qualquer ser humano.

Antony Starr continua sendo uma das partes mais perturbadoras da série justamente porque consegue transformar o personagem em alguém imprevisível o tempo inteiro. Em uma cena, Homelander parece emocionalmente quebrado. Na seguinte, surge capaz de cometer atrocidades sem demonstrar qualquer remorso.

A sensação constante é de que o mundo inteiro da série está vivendo apenas esperando o momento em que ele finalmente explodirá de vez.

Os Rapazes ainda conseguem impedir o desastre?

Do outro lado da guerra, os Rapazes também começam a desmoronar emocionalmente. A descoberta de um vírus capaz de exterminar todos os Supers muda completamente o rumo da história e coloca o grupo diante do maior dilema moral de toda a série.

Billy Butcher, interpretado por Karl Urban, acredita que destruir todos os superpoderosos talvez seja a única solução definitiva para impedir Homelander. Só que essa obsessão começa a afastá-lo do restante da equipe.

Hughie Campbell, vivido por Jack Quaid, já não consegue esconder o desgaste emocional causado por anos de violência e trauma. Annie January, personagem de Erin Moriarty, também entra em conflito ao perceber que o mundo parece incapaz de diferenciar verdade, manipulação e fanatismo.

A equipe vai se fragmentando aos poucos enquanto o caos cresce ao redor. E talvez essa seja justamente a parte mais desesperadora da temporada: ninguém parece realmente saber como impedir o fim iminente.

Soldier Boy virou a peça mais perigosa da história?

Outro personagem que volta a ganhar enorme importância é Soldier Boy. Depois de retornar em meio à disputa envolvendo o V1, ele passa a ocupar uma posição extremamente delicada dentro da narrativa.

Existe uma tensão constante em torno da relação entre Soldier Boy e Capitão Pátria. A série faz parecer que qualquer encontro entre os dois pode desencadear uma tragédia gigantesca. Ao mesmo tempo, Soldier Boy demonstra sinais claros de desgaste emocional, como alguém cansado da própria violência e do ciclo interminável de destruição ao seu redor.

Essa diferença entre os dois personagens acaba sendo importante para a reta final. Enquanto Homelander abraça completamente sua própria loucura, Soldier Boy parece perceber tarde demais o tamanho do caos que ajudou a criar.

Como a série quer terminar tudo isso?

A impressão deixada pelos episódios mais recentes é que The Boys não está interessada em entregar um encerramento confortável. O universo da série entrou em um nível tão extremo de violência, paranoia e fanatismo que qualquer possibilidade de final feliz parece distante.

As instituições políticas perderam controle, os Supers estão divididos e os próprios Rapazes começam a se consumir internamente. Enquanto isso, Homelander se aproxima cada vez mais da imagem de uma figura impossível de deter.

No meio desse colapso, personagens como o Profundo acabam servindo quase como símbolo da podridão daquele universo. Não existem heróis clássicos, jornadas de redenção grandiosas ou discursos inspiradores. Só pessoas quebradas tentando sobreviver em um mundo completamente destruído pelo poder.

Domingo Maior | Força Bruta traz ação explosiva e investigação sangrenta na TV Globo

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O Domingo Maior exibe na TV Globo o eletrizante filme sul-coreano Força Bruta, conhecido internacionalmente como The Roundup. A produção de ação e crime acompanha uma investigação intensa que atravessa fronteiras e coloca um detetive implacável no centro de uma caçada brutal contra um assassino em série.

A trama se destaca por seu ritmo acelerado, cenas de combate físico e uma narrativa que mistura investigação policial com ação direta, característica marcante do cinema sul-coreano contemporâneo. O filme é uma sequência direta de The Outlaws e faz parte de uma franquia que conquistou grande popularidade nos cinemas asiáticos e internacionais.

Qual é a história de Força Bruta?

A história acompanha a Unidade de Crimes Graves da polícia de Geumcheon, responsável por repatriar um criminoso que se entrega espontaneamente na embaixada sul-coreana no Vietnã. No entanto, a aparente facilidade do caso rapidamente levanta suspeitas entre os policiais, especialmente o experiente detetive Ma Seok-do, vivido por Ma Dong-seok.

Ao lado do capitão Jeon Il-man, interpretado por Choi Gwi-hwa, ele percebe que há algo muito mais complexo por trás da decisão do suspeito. A missão, que inicialmente parecia simples, se transforma em uma investigação perigosa em território estrangeiro, onde as regras mudam completamente.

Quem é o vilão da história?

Durante a investigação, os policiais acabam entrando em rota de colisão com Kang Hae-sang, interpretado por Son Suk-ku, um assassino frio e altamente violento que atua há anos atacando turistas coreanos no exterior.

A presença do criminoso muda completamente o rumo da missão, transformando a operação de extradição em uma caçada internacional cheia de riscos. Sem jurisdição clara e com recursos limitados, os agentes precisam improvisar para tentar capturá-lo antes que novas vítimas apareçam.

Como a investigação se desenrola no Vietnã?

A ação se intensifica quando os policiais viajam até Ho Chi Minh, no Vietnã, onde o caso toma proporções ainda maiores. Lá, eles descobrem novos assassinatos ligados ao suspeito inicial e passam a investigar uma rede de crimes mais complexa do que imaginavam.

Mesmo enfrentando limitações legais e a falta de apoio total das autoridades locais, o detetive Ma segue seu instinto e avança na investigação de forma direta e agressiva, característica que define sua personalidade dentro da franquia.

O que torna o protagonista tão diferente?

O personagem Ma Seok-do, interpretado por Ma Dong-seok, é um dos grandes destaques do filme. Diferente de detetives tradicionais, ele resolve conflitos com uma abordagem física e direta, priorizando a ação em vez de longas investigações burocráticas.

Essa característica ajuda a construir o tom único de Força Bruta, que mistura investigação policial com sequências de luta intensas e realistas, reforçando o estilo mais visceral da produção.

Como o filme se encaixa na franquia?

Força Bruta é a sequência de The Outlaws e faz parte de uma série de filmes que acompanha as investigações do detetive Ma Seok-do. A franquia se destaca por apresentar histórias independentes conectadas pelo mesmo protagonista, ampliando seu universo a cada novo capítulo.

Lançado em 2022, o filme também marcou um dos maiores sucessos do cinema sul-coreano recente, alcançando grande bilheteria mundial e consolidando a força da produção fora da Coreia do Sul.

Quem está no elenco e direção?

O filme é dirigido por Lee Sang-yong e conta com Ma Dong-seok no papel principal, ao lado de Son Suk-ku, Choi Gwi-hwa e Park Ji-hwan. O elenco reforça a dinâmica entre ação e investigação, com personagens que se complementam dentro da narrativa.

A produção mantém o foco em cenas de impacto físico e perseguições intensas, apostando em uma estética mais crua e realista dentro do gênero policial.

Por que Força Bruta fez tanto sucesso?

O sucesso do filme pode ser atribuído à combinação de ação direta, ritmo acelerado e um protagonista carismático que foge do padrão tradicional de heróis investigativos. Além disso, a história internacional e o cenário fora da Coreia do Sul ajudam a ampliar o apelo global da produção.

Com mais de US$ 100 milhões em bilheteria mundial, o longa se tornou um dos maiores destaques do cinema coreano recente, abrindo caminho para continuações e fortalecendo a franquia.

The Beloved | Teaser do novo filme de Rodrigo Sorogoyen mostra drama familiar intenso com Javier Bardem e Victoria Luengo

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O primeiro teaser de The Beloved foi divulgado nesta segunda-feira, 13 de abril, apresentando ao público o novo trabalho do diretor espanhol Rodrigo Sorogoyen (As Bestas, El Reino, Madre). O longa já nasce cercado de expectativa e prestígio, após ser selecionado para a competição oficial da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2026, que acontece entre 12 e 23 de maio de 2026, um dos espaços mais disputados do cinema mundial.

Estrelado por Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez, Skyfall, Mar Adentro) e Victoria Luengo (Antidisturbios, La Mesías, Riot Police), o filme se apresenta como um drama familiar carregado de tensão emocional, em que passado, carreira e relações pessoais se misturam de forma quase inevitável. A história gira em torno de Esteban Martínez (Bardem), um cineasta renomado, mas marcado por um histórico de excessos, comportamentos autodestrutivos e uma vida pessoal cheia de rupturas.

Ao seu lado está Emilia (Luengo), sua filha e também atriz, que construiu a própria trajetória longe da sombra do pai e do peso de sua fama. O ponto central da narrativa acontece quando Esteban decide convidá-la para atuar em seu novo projeto cinematográfico, um drama de amor que será rodado nas Ilhas Canárias. O convite, que à primeira vista parece apenas profissional, rapidamente se transforma em um gatilho emocional que obriga os dois a revisitar anos de silêncio, distância e feridas que nunca foram resolvidas.

Um set de filmagem que vira campo de confronto emocional

Mais do que um simples reencontro familiar, The Beloved constrói sua narrativa dentro de outra narrativa. O filme acompanha não apenas a relação entre pai e filha, mas também a produção de um longa fictício chamado Desierto, que está sendo filmado dentro da própria história. Essa camada adicional cria um jogo de espelhos entre ficção e realidade, onde as emoções dos personagens acabam contaminando o set de filmagem e vice-versa.

A trama dentro da trama se passa no Saara Ocidental da década de 1930, ampliando ainda mais o alcance simbólico do projeto. Enquanto a equipe tenta concluir o filme, os conflitos pessoais de Esteban e Emilia começam a interferir diretamente no processo criativo, transformando o set em um espaço de tensão constante, onde arte e vida pessoal deixam de ser separadas.

Elenco reúne nomes fortes do cinema europeu

Além de Bardem e Luengo, o elenco conta com uma seleção de nomes de peso do cinema europeu. Entre eles estão Raúl Arévalo (La Isla Mínima, El Buen Patrón, Cien Años de Perdón), Marina Foïs (As Bestas, Polisse, Une Nuit), Raúl Prieto (Antidisturbios, El Reino, La Casa de Papel), Melina Matthews (La Casa de Papel, The Head, Matadero) e Núria Prims (Isabel, El Inocente, El Bosc), reforçando o caráter internacional da produção.

O roteiro é assinado por Sorogoyen em parceria com Isabel Peña (As Bestas, El Reino, Madre), sua colaboradora de longa data, conhecida por construir personagens complexos e narrativas densas, sempre focadas em relações humanas e conflitos morais.

Bastidores e construção do filme

As filmagens de The Beloved aconteceram ao longo de dez semanas, com locações principais em Fuerteventura e Madri. A escolha dos cenários não é aleatória: enquanto as Ilhas Canárias trazem uma sensação de isolamento e amplitude emocional, Madri reforça o peso urbano e psicológico da história.

A equipe técnica também reúne nomes frequentes na filmografia de Sorogoyen. A direção de fotografia fica a cargo de Álex de Pablo (As Bestas, Madre, El Reino), que aposta em uma estética mais intimista e contrastada, enquanto a montagem é assinada por Alberto del Campo (As Bestas, El Reino, Madre), conhecido por construir ritmo emocional preciso nas obras do diretor. A trilha sonora é composta por Olivier Arson (As Bestas, El Reino, Antidisturbios), reforçando a identidade sonora já consolidada da parceria.

Caminho até Cannes e lançamento internacional

O projeto foi inicialmente apresentado em 2024 sob o título El ser querido, quando ainda estava em fase de desenvolvimento pela Movistar Plus+. Na ocasião, Sorogoyen descreveu o filme como uma tentativa de sair da própria zona de conforto, sem revelar elenco ou detalhes da história.

Em 2025, durante o Festival de San Sebastián, o próprio Javier Bardem confirmou sua participação no projeto, seguido pela revelação oficial de Victoria Luengo como protagonista feminina. Pouco depois, o restante do elenco foi anunciado, consolidando o filme como uma das produções europeias mais ambiciosas do período.

A estreia mundial de The Beloved acontecerá no Festival de Cannes 2026, onde concorre à Palma de Ouro. Após o festival, o longa será lançado nos cinemas da Espanha em 28 de agosto de 2026 pela A Contracorriente Films, com distribuição internacional da Goodfellas e posterior chegada ao streaming pela Movistar Plus+.

O Amor Não Está Esgotado | Quando estreia o episódio 11 do romance entre Matthew e Ye-jin na Netflix?

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A contagem para os capítulos finais de O Amor Não Está Esgotado já começou. A Netflix confirmou que o episódio 11 será lançado em 27 de maio de 2026, aproximando a série de um encerramento que vem carregando uma trama cada vez mais emocional e melancólica.

Desde a estreia, o dorama encontrou espaço entre produções românticas mais tradicionais justamente por apostar em um ritmo mais sensível, silencioso e íntimo. Em vez de grandes reviravoltas a cada episódio, a trama prefere acompanhar personagens emocionalmente cansados tentando continuar suas vidas enquanto lidam com traumas, solidão e relações mal resolvidas.

Sobre o que fala O Amor Não Está Esgotado?

A trama gira em torno de Matthew Lee e Dam Ye-jin, duas pessoas completamente diferentes que acabam se encontrando em momentos inesperados da rotina. O que começa como uma aproximação casual aos poucos se transforma em uma conexão marcada por vulnerabilidade, silêncio e pequenas demonstrações de afeto.

Matthew vive afastado da correria urbana em uma vila rural, onde administra uma enorme fazenda de cogumelos enquanto tenta manter distância do passado que carrega. Já Ye-jin vive presa a uma rotina intensa dentro da televisão, trabalhando como apresentadora de um canal de vendas enquanto enfrenta crises de insônia e pressão constante no ambiente profissional.

A relação entre os dois cresce justamente porque nenhum deles parece estar emocionalmente inteiro. O dorama usa isso como base para construir cenas mais humanas e menos idealizadas, mostrando personagens falhando, se fechando emocionalmente e tentando encontrar conforto em meio ao desgaste da vida adulta.

Em vários momentos, a série prefere trabalhar olhares, silêncios e diálogos mais contidos em vez de apostar apenas em cenas exageradamente dramáticas. É exatamente esse tom mais delicado que vem diferenciando a produção de outros romances recentes do catálogo da Netflix.

Quem interpreta os protagonistas?

Ahn Hyo-seop assume o papel de Matthew Lee, também conhecido como Lee Hae-seok. O personagem esconde uma identidade ligada ao seu passado e tenta reconstruir a própria vida longe dos holofotes e da pressão corporativa.

Ao lado dele está Chae Won-bin interpretando Dam Ye-jin, uma apresentadora que transformou o trabalho praticamente em sua única prioridade depois de enfrentar uma estreia traumática anos antes. A personagem vive em um estado constante de esgotamento emocional, algo que a série faz questão de mostrar de maneira bastante realista.

Já Kim Bum aparece como Seo Eric, executivo da marca L’Étoile. O personagem retorna à Coreia carregando interesses profissionais, mas também questões sentimentais mal resolvidas envolvendo Ye-jin, criando um novo desequilíbrio emocional na narrativa.

A química entre o trio acabou se tornando um dos assuntos mais comentados em torno da série, principalmente pela forma como os relacionamentos são construídos lentamente, sem pressa para transformar tudo em romance imediato.

Qual é o calendário dos últimos episódios?

A temporada será encerrada em poucos dias. O episódio 10 foi disponibilizado em 21 de maio, enquanto o episódio 11 estreia em 27 de maio. Já o capítulo final chega à plataforma no dia 28 de maio.

Por que o dorama acabou chamando tanta atenção?

O Amor Não Está Esgotado encontrou um espaço curioso dentro do catálogo da Netflix porque não tenta transformar sua história em um romance perfeito. A série trabalha personagens emocionalmente cansados, adultos que não sabem exatamente como lidar com os próprios sentimentos e pessoas que vivem escondendo dores atrás da rotina.

Isso faz com que muitos momentos pareçam mais próximos da realidade do que normalmente acontece em produções românticas tradicionais.

Outro detalhe que ajuda na identidade da série é a ambientação. Enquanto Ye-jin vive cercada pela pressão e pelo barulho do ambiente televisivo, Matthew encontra refúgio em uma pequena vila rural, criando um contraste visual que reforça a distância emocional entre os dois mundos.

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