Crítica – O Sobrevivente é uma distopia explosiva e incrivelmente relevante

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Foto: Reprodução/ Internet

Adaptando o romance homônimo de Stephen King, Edgar Wright reconstrói O Sobrevivente com a seriedade que a história pede, sem jamais abandonar seu estilo autoral inconfundível. O humor afiado, o dinamismo narrativo e a pitada de excentricidade continuam presentes, mas agora combinados a uma ambição dramática mais madura. Desde os primeiros minutos, Wright nos conduz com precisão a um futuro distópico em que os Estados Unidos se tornaram um estado autoritário guiado por conglomerados midiáticos, enquanto uma população empobrecida e desassistida é mantida sob controle através de reality shows brutais transformados em espetáculo nacional.

É nesse cenário sufocante que surge Ben Richards, um homem comum obrigado a participar de um desses programas mortais para conseguir dinheiro e tentar salvar a filha gravemente doente. Embora o enredo pudesse facilmente se limitar à jornada de um herói injustiçado, Wright transforma Richards em um reflexo das falhas estruturais daquele mundo — e, inevitavelmente, do nosso.

Mais do que ação: Uma crítica contundente ao entretenimento manipulador

O Sobrevivente não se contenta em ser um filme de ação estiloso. Wright constrói uma obra inquieta e provocativa, que utiliza o espetáculo para falar justamente sobre o próprio espetáculo. A crítica à desigualdade, ao controle político e à espetacularização da violência é ácida e precisa. O show business é apresentado como um mecanismo fraudulento, inteiramente premeditado, feito para distrair, manipular e anestesiar.

O público dentro do filme exige mais sangue e violência sem perceber que nada é espontâneo: cada movimento é roteirizado, cada morte é planejada e cada emoção é cuidadosamente orquestrada pelos produtores. Uma das decisões mais inteligentes da direção é deslocar parte da ação para ambientes abertos, onde qualquer pessoa pode se tornar “caçador” em troca de uma recompensa ilusória. Esse elemento transforma cidadãos comuns em participantes voluntários de um jogo brutal, gerando um clamor coletivo perturbador: “Caçem-no!”.

Edgar Wright em seu auge: ritmo, estilo e substância

É verdade que o longa leva um pouco de tempo para engrenar — característica frequente em filmes do diretor, que prefere construir terreno, aprofundar personagens e preparar emocionalmente o espectador. No entanto, quando a narrativa dispara, ela simplesmente não desacelera. O ritmo se torna eletrizante, com cenas de ação coreografadas com precisão, humor pontual e momentos de quietude reflexiva que enriquecem a trajetória do protagonista.

A direção é um espetáculo à parte. Wright imprime energia, inventividade e fluidez a cada sequência. A fotografia explora com intensidade o contraste entre o brilho artificial da TV e a decadência real das ruas. A montagem, veloz e calculada, dita o pulso emocional da narrativa. E a trilha sonora — sempre um ponto alto na filmografia do diretor — surge novamente como elemento essencial, com canções escolhidas a dedo que ampliam tensões, ironias e significados.

Um elenco em perfeita sintonia

Glenn Powell entrega uma das melhores atuações de sua carreira, equilibrando força física e vulnerabilidade emocional para construir um Ben Richards sólido, carismático e profundamente humano. Ele se transforma em um herói improvável que conquista o público pela sinceridade e pela resistência moral.

Josh Brolin se destaca como o produtor cruel e estrategista do programa, exibindo uma combinação assustadora de charme e frieza corporativa. Colman Domingo, sempre magnético, brilha como o apresentador manipulador, elevando ainda mais o impacto das cenas televisivas. Já Michael Cera e Emilia Jones formam uma dupla improvável, sensível e carismática, trazendo humanidade para dentro de um mundo dominado pelo absurdo.

Uma reinvenção audaciosa e necessária

Ao final, o longa-metragem se revela mais do que uma simples reinterpretação do romance de Stephen King. É uma atualização ousada, inteligente e profundamente conectada ao nosso tempo. Wright entrega um filme que satiriza o consumo de violência como entretenimento, denuncia a manipulação midiática e expõe o vazio moral de uma sociedade condicionada a transformar sofrimento em espetáculo.

Ao mesmo tempo, oferece uma aventura vibrante, tecnicamente impecável e conduzida por personagens que lutam contra um sistema esmagador. O Sobrevivente é um filme que reafirma Edgar Wright como um dos cineastas mais inventivos da atualidade — e confirma que, quando distopia, crítica social e estética autoral se encontram, o resultado pode ser explosivo, envolvente e surpreendentemente revelador.

Crítica – Zootopia 2 entrega maturidade narrativa e aprofunda debates sociais com sensibilidade e coragem

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Zootopia 2 chega aos cinemas carregando o peso de suceder uma das animações mais marcantes da última década. O filme original, lançado em 2016, conquistou o público ao combinar humor, aventura e uma crítica social ampla, situando seus personagens em uma metrópole vibrante onde conviviam diversidade e tensão. Agora, a continuação retoma esse universo de forma mais complexa, emocionalmente mais elaborada e disposta a expandir discussões que permanecem urgentes. A nova trama acompanha Judy Hopps e Robert Wilde em um ponto delicado de suas jornadas, revelando como feridas antigas influenciam não apenas o vínculo entre eles, mas a maneira como cada um encara suas convicções mais profundas.

A história ganha novo fôlego com a introdução da influente Família Lynxley, guardiã do Diário de Fundação, peça histórica que preserva a versão oficial das origens da cidade. Quando o artefato é roubado por Gary, uma cobra pertencente a uma espécie historicamente marginalizada após um episódio distorcido e mal interpretado, o filme deixa de lado qualquer expectativa de aventura convencional. O roubo funciona como catalisador para uma investigação maior: uma reflexão sobre memória, apagamento e a forma como versões oficiais moldam identidades coletivas. Nada é apresentado como mera coincidência; cada gesto aponta para feridas abertas e disputas por narrativas que definem quem pertence e quem permanece à margem.

Nibbles, especialista em répteis e relações interespécies, surge para equilibrar o enredo com frescor e profundidade. Sua presença cria conexões onde antes existiam muros, instigando Judy, Robert e o próprio público a enxergar além das tensões superficiais. Mais do que uma coadjuvante, ela funciona como mediadora em um debate sobre convivência e responsabilidade histórica. O grupo formado por Judy, Robert, Gary e Nibbles ressignifica o filme como uma travessia de escuta e reconciliação, destacando que conflitos sociais raramente são fruto de indivíduos isolados, mas sim de estruturas que perpetuam silêncios e desigualdades.

Apesar de lidar com temas densos, Zootopia 2 mantém o humor afiado que caracteriza a franquia. As cenas cômicas surgem no momento certo, oferecendo respiro emocional sem comprometer o impacto do drama. E é justamente no drama que o filme encontra seu núcleo mais pulsante, discutindo ancestralidade, identidades reprimidas, políticas de coexistência e a necessidade de revisar o passado com honestidade. A narrativa não idealiza a história da cidade; pelo contrário, questiona ativamente quem construiu essas memórias e por que algumas vozes foram excluídas.

Ao invés de tentar superar o primeiro filme em grandiosidade, a continuação opta por amadurecer. Reconhece que seu público cresceu e ajusta o tom para acompanhar essa evolução. A obra abraça silêncios, incertezas e recomeços, entendendo que histórias verdadeiras se fortalecem quando enfrentam suas próprias sombras. É um filme que se permite desacelerar para aprofundar, ao invés de acelerar para impressionar.

No desfecho, a continuação se revela não apenas competente, mas necessária. Judy e Robert emergem mais complexos e vulneráveis, enquanto Gary e Nibbles ampliam o escopo emocional e político da trama com novas perspectivas. Zootopia, sempre vibrante, mostra que ainda possui muito a aprender sobre si mesma. A obra reafirma que memórias não devem ser apagadas, mas revisitadas e reconstruídas com responsabilidade. O resultado é um filme que não se limita a continuar uma história, mas a expandi-la com propósito e sensibilidade.

O Telefone Preto 2 | Novo trailer revela retorno de Ethan Hawke e promete expandir universo do terror

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Foto: Reprodução/ Universal Pictures

O mundo do cinema de terror se prepara para um retorno que promete gelar a espinha: O Telefone Preto 2 chega aos cinemas brasileiros no dia 16 de outubro, trazendo novamente a mistura de suspense psicológico e horror sobrenatural que tornou o primeiro filme um fenômeno em 2022. Com direção de Scott Derrickson e roteiro assinado pelo próprio Derrickson em parceria com C. Robert Cargill, a sequência chega com a missão de ampliar o universo original, explorando novos mistérios, medos e ameaças que desafiam os protagonistas — e, é claro, o público.

O trailer, que você pode conferir logo abaixo, já deixou claro que a produção não se contenta apenas em repetir a fórmula do primeiro filme. Em vez disso, ele aposta em uma tensão crescente, combinando cenas de suspense cuidadosamente coreografadas, uma atmosfera densa e perturbadora, e o retorno de personagens que marcaram o público com suas histórias de trauma e sobrevivência. Cada frame do trailer sugere que o terror vai além do físico: ele se infiltra na mente, fazendo o espectador sentir o medo junto com os personagens.

O sucesso que abriu caminho para a sequência

O primeiro filme, inspirado na obra do escritor Joe Hill, filho de Stephen King, se tornou rapidamente um fenômeno global. Com mais de 160 milhões de dólares em bilheteria, ele conquistou tanto críticos quanto espectadores, graças à mistura inovadora de horror psicológico, vilões memoráveis e performances marcantes. Mais do que sustos rápidos, a produção explorou traumas, relações familiares e a tensão emocional de quem enfrenta o mal de frente, criando uma experiência cinematográfica que ultrapassou o simples gênero de terror.

Agora, com a sequência, o desafio é elevar essa narrativa ainda mais, aprofundando personagens, revelando segredos inéditos e ampliando o universo ameaçador criado pelo Sequestrador. Derrickson e Cargill deixam claro que não se trata apenas de repetir fórmulas: o objetivo é criar uma experiência cinematográfica imersiva, angustiante e emocionalmente complexa.

Foto: Reprodução/ Universal Pictures

Ethan Hawke retorna como o Sequestrador

Um dos elementos mais aterrorizantes do primeiro filme foi, sem dúvida, a performance de Ethan Hawke como o Sequestrador. Quatro vezes indicado ao Oscar, Hawke trouxe ao vilão uma presença física intimidadora, inteligência perversa e nuances psicológicas que fizeram do personagem um dos antagonistas mais memoráveis do cinema recente. No trailer da sequência, sua atuação novamente se destaca, revelando um Sequestrador ainda mais calculista e implacável.

O vilão não é apenas um perseguidor físico; ele representa medos primordiais e traumas não resolvidos, lembrando ao público que o mal pode persistir mesmo após a aparente derrota. Derrickson e Cargill exploram esse lado psicológico, mostrando que a ameaça do Sequestrador transcende o mundo real, tornando-se uma força sombria que testa os limites da coragem e da sanidade dos protagonistas.

Finn e Gwen enfrentam novos terrores

O trailer também dá sinais de que Finn e Gwen, interpretados por Mason Thames (Como Treinar o Seu Dragão e Se Não Fosse Você) e Madeleine McGraw (A Maldição do Colar e Segredos Em Sulphur Springs), retornarão ainda mais marcados pelo passado. Quatro anos após o sequestro que quase destruiu suas vidas, os irmãos ainda carregam os traumas daquela experiência. Finn aparece mais introspectivo, tentando reconstruir sua vida e lidar com as cicatrizes físicas e emocionais do passado, enquanto Gwen começa a receber ligações misteriosas em seus sonhos, que a guiam até um isolado acampamento de inverno cercado de enigmas.

O ambiente gelado do acampamento, mostrado no trailer, não é apenas visualmente impactante; ele simboliza isolamento, vulnerabilidade e tensão psicológica, elementos clássicos do terror. A neve, o frio e a sensação de confinamento elevam o suspense, criando um cenário perfeito para que os irmãos enfrentem tanto o medo físico quanto o psicológico, enquanto descobrem que o mal nunca desaparece completamente.

Uma sequência que expande o universo original

Diferentemente de muitas sequências que se limitam a repetir fórmulas, “O Telefone Preto 2” busca expandir o universo do primeiro filme. O trailer sugere que novas histórias de vítimas serão exploradas, revelando camadas ocultas do Sequestrador e aprofundando o alcance do terror que ele representa. Derrickson comentou em entrevistas que a intenção era criar uma narrativa em que o mal funciona também como metáfora, simbolizando traumas que permanecem mesmo após a ameaça aparente ser eliminada.

O suspense do trailer não se baseia apenas em sustos repentinos. As ligações enigmáticas, visões perturbadoras e interações tensas entre os personagens mostram que o terror mais eficaz é aquele que se infiltra na mente, deixando o público inquieto mesmo depois que as luzes se acendem na sala de cinema.

Elenco diversificado e sólido

Além dos protagonistas, a sequência traz um elenco equilibrado entre veteranos e novos talentos, fortalecendo a narrativa com performances consistentes. Jeremy Davies e Miguel Mora retornam, garantindo continuidade emocional à trama, enquanto Demián Bichir, indicado ao Oscar e conhecido por seu trabalho em “Uma Vida Melhor”, se junta ao elenco, prometendo acrescentar profundidade e intensidade.

Outros nomes que se destacam no trailer incluem Arianna Rivas, Maev Beaty e Graham Abbey, cada um contribuindo para um mundo crível, mesmo dentro do terror extremo que a narrativa exige. A diversidade de experiências e interpretações adiciona riqueza à história, permitindo que o público se conecte com múltiplas perspectivas e intensifique a sensação de imersão.

Scott Derrickson e o domínio do suspense moderno

A direção de Scott Derrickson é novamente um ponto alto da produção. Reconhecido por combinar horror com elementos sobrenaturais e psicológicos, Derrickson tem a capacidade de criar uma atmosfera envolvente, equilibrando sustos, tensão emocional e narrativa complexa. No trailer, sua assinatura é clara: cada cena é pensada para aumentar a ansiedade do espectador, mantendo-o em constante expectativa.

Como coautor do roteiro, Derrickson consegue integrar perfeitamente direção e narrativa. Essa coerência criativa garante que cada elemento do filme — do timing dos sustos à construção detalhada dos personagens — contribua para a experiência geral, resultando em uma sequência que expande o universo original e oferece novas camadas de terror e suspense.

No Sensacional desta segunda (08/09), Daniele Hypolito completa fala sobre maternidade e trajetória no esporte

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Nesta segunda, 8 de setembro, Daniele Hypolito comemora seus 41 anos cercada de novas perspectivas e de uma serenidade que traduz muito de sua caminhada. Considerada um dos maiores nomes da ginástica artística brasileira, a ex-atleta marcou época ao abrir caminho para outras gerações e tornou-se referência de disciplina, força e superação. Hoje, longe das competições, ela se dedica a novos projetos pessoais e profissionais, mas mantém a mesma intensidade que a levou ao topo do esporte. Em entrevista ao programa Sensacional, da RedeTV!, comandado por Daniela Albuquerque, Daniele falou sobre o desejo de ser mãe, sobre a experiência de participar do BBB 25 e sobre as lembranças de uma trajetória que ajudou a mudar a história da ginástica no país.

O assunto que mais emociona a ex-ginasta é a maternidade. Depois de enfrentar problemas de saúde em 2023 que afetaram seu equilíbrio hormonal, ela celebra o retorno de sinais de que seu corpo está preparado para realizar esse sonho. “A minha [menstruação], graças a Deus, voltou, então já é um sinal positivo de que os óvulos estão começando a trabalhar novamente. Se eu não precisar fazer o tratamento [hormonal], ótimo, mas se eu precisar está tudo bem também”, afirmou. O tom sereno de sua fala mostra que Daniele encara o momento com paciência e resiliência, virtudes que sempre nortearam sua vida esportiva. A maternidade, para ela, é mais uma etapa de superação, mas agora voltada ao campo pessoal.

A ex-atleta também comentou sobre sua participação no Big Brother Brasil 25, experiência que, apesar de divertida, trouxe reflexões importantes sobre a responsabilidade de se expor em rede nacional. Ela participou do programa ao lado do irmão, Diego Hypolito, e foi eliminada no 15º paredão. Apesar de não ter chegado à final, Daniele ressalta que o maior desafio era cuidar da imagem construída ao longo dos anos, sobretudo por conta do projeto social que leva o nome da família. “Não adianta você entrar lá falando que não vai ficar com essa preocupação, principalmente quando tem outras vidas envolvidas, porque, por mais que o Instituto Hypolito seja totalmente idealizado pelo Diego, é o sobrenome da família. Querendo ou não, a família se envolve. Imagina você falar alguma coisa que pudesse prejudicar mais de 500 vidas ali, não era o propósito.”

Ao relembrar sua carreira, Daniele se emociona ao falar sobre os anos em que levou o Brasil a um patamar inédito na ginástica artística. Ela foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha em um Campeonato Mundial, disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e acumulou cinco medalhas em Jogos Pan-Americanos, além de inúmeros títulos nacionais. Apesar das conquistas pessoais, a ex-ginasta confessa que muitas vezes ficava mais nervosa assistindo às provas do irmão do que ao competir. “Quando eu estava competindo, apesar do friozinho na barriga, eu sabia o que eu ia fazer. Quando você está assistindo, você não sabe como vai ser a reação da outra pessoa. Então eu ficava mais nervosa assistindo”, lembrou.

Sua trajetória é indissociável do desenvolvimento da ginástica no Brasil. Antes de Daniele e Diego, a modalidade ainda era vista como distante da realidade esportiva do país. Com resultados expressivos e uma postura exemplar, ela se tornou inspiração para jovens atletas e ajudou a ampliar o interesse pelo esporte, especialmente entre meninas que passaram a acreditar que era possível alcançar o pódio em competições internacionais. Esse legado, que transcende medalhas, é hoje motivo de orgulho e também de responsabilidade, pois ela sabe que abriu portas para futuras gerações.

Agora, aos 41 anos, a ginasta encara um novo ciclo de vida. Os dias não são mais preenchidos por treinos intensos ou viagens para competir, mas por planos voltados à vida pessoal, aos projetos sociais e ao desejo de se tornar mãe. A mesma disciplina que a acompanhou nos ginásios agora se transforma em paciência e esperança para realizar um sonho íntimo, mas tão grandioso quanto suas conquistas esportivas. “Cada fase tem seu tempo e eu aprendi a respeitar isso. Hoje, estou feliz por olhar para o futuro e saber que ainda há muito a realizar”, disse, transmitindo a tranquilidade de quem sabe que o mais importante é seguir em frente, sempre aberta a novos desafios.

Resumo da novela A Viagem de hoje (11) – Ismael envolve Maria em plano contra Alberto

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No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta quinta-feira, 11 de setembro, Andrezza e Antônio se beijam novamente, retomando a paixão que os une, enquanto Alberto diz a Diná que o amor é eterno e nunca morre, reafirmando seus sentimentos profundos. Andrezza, tomada por dúvidas, telefona para Raul, mas desliga rapidamente. Depois, liga novamente, e Raul pergunta se algum dia ela voltará para ele. Sem responder, Andrezza desliga, deixando Raul aflito e incerto sobre o futuro do relacionamento.

Ismael envolve Maria em seu plano contra Alberto, usando-a para avançar em seus objetivos. O médico comenta com Estela que precisa falar novamente sobre a influência de Alexandre, a quem acredita estar obsediando-os. Tato chega em casa embriagado e demonstra agressividade com Dudu e Glória, deixando todos em alerta. Mais tarde, Ismael se encontra com Maria em um restaurante, e os dois se beijam, aprofundando o envolvimento que os aproxima.

Diná flagra Maria usando um vestido seu, mas decide não despedi-la. Para provar que sua decepção é por falta de confiança e não por raiva, Diná entrega a roupa a Maria, fortalecendo um vínculo delicado entre elas. Andrezza e Antônio se beijam novamente, repetindo o momento de cumplicidade e emoção. Paty dá à sua boneca o nome de Lisa, trazendo leveza e ternura ao cotidiano. Tato informa Ismael que vai mandar Queiroz embora do escritório, evidenciando as tensões no trabalho.

Ismael pede a Maria que avise quando Alberto e Estela forem à casa de Diná, usando como pretexto que Bia pode buscar suas coisas na casa da mãe. Em seguida, ele solicita que Maria coloque um pacote na maleta de Alberto, avançando seu plano secreto. Enquanto isso, Diná não consegue tirar da cabeça os momentos vividos com Otávio, que é cuidado por um anjo, mantendo vivo o vínculo espiritual entre eles.

Carlota, um anjo, explica a Otávio que ele tem dormido muito na “enfermaria” para não sentir o sofrimento daqueles que choram sua morte, oferecendo consolo e compreensão sobre seu estado. Em uma conversa com Téo e Raul, Alberto revela que todos estão sendo vítimas de uma vingança de Alexandre, deixando claro que os conflitos emocionais e as intrigas ainda não terminaram.

O que vai acontecer nos próximos capítulos A Viagem?

Dinah vai à casa de Lisa em busca de Carmem, mas não é bem recebida por Agenor. Enquanto isso, Alberto revela a Raul e Téo que viu e conversou com Alexandre, mas ambos não acreditam nele. Téo e Raul deixam claro que não querem se submeter a nenhum tipo de tratamento espiritual. Mesmo assim, Dinah parabeniza Carmem pela sociedade na locadora e pede sua ajuda na divulgação da Casa da Sopa.

Otávio passeia pelo Bosque das Águas, enquanto Mascarado e Carmem convidam os pobres para tomar sopa. Dinah compartilha com Alberto e Estela que sonha muito com Otávio, e que ele garante que ela também fará a “viagem”. Durante um jantar na casa de Dinah, Tato cria tensão ao falar mal de Otávio, irritando-se com Dinah e saindo abruptamente. O tabelião abre o testamento de Otávio, e Andrezza descobre que é estéril, mergulhando em revolta e frustração.

Tato fica revoltado ao saber que não poderá agir sem a aprovação de Queiroz. Maroca insiste para que Raul vá atrás de Andrezza na fazenda, e ele informa Estela sobre a infertilidade da mulher. Otávio deixa uma casa para Okida. Bia briga com Tato por ele propor que morem juntos sem casamento, enquanto Ismael se oferece para ajudá-lo a reverter o testamento de Otávio. Raul chega à fazenda, deixando Andrezza confusa, e ela descobre que Guiomar mandou que ele não conte sobre sua esterilidade. Mauro procura Carmem novamente.

Ismael se muda para a nova cobertura com Bia e Regina. Andrezza, revoltada por ter sido enganada, decide lutar junto com Raul. Guiomar volta a acompanhá-los, e todos participam da inauguração da Casa da Sopa. Policiais vão à casa de Alberto e encontram drogas em sua maleta. Téo é internado em clínica psiquiátrica, enquanto Alberto é detido e informado pelo delegado sobre o crime inafiançável que cometeu. Regina parabeniza Ismael pelo sucesso da operação, e Dinah, Estela e Queiroz visitam Alberto na cadeia.

Estela desconfia do envolvimento de Ismael, e Maria escuta a conversa entre Dinah e Estela, ficando apavorada. Na casa de Zeca, todos comemoram o lançamento do primeiro disco dele. Influenciado por Alexandre, Téo destrói sua casa e pega carona em um caminhão, mas o motorista percebe Alexandre no lugar dele e se assusta, pedindo que ele desça. Cininha promove uma manifestação em favor de Alberto. Raul, Mauro e Lisa encontram Téo na estrada, mas ele não os reconhece, sendo novamente internado. Alberto, então, é libertado.

Cininha e Tibério se oferecem para permanecer presos no lugar de Alberto. O psiquiatra explica a Lisa e Josefa que Téo precisa continuar internado. Andrezza descobre com Maroca que ainda existe a possibilidade de engravidar. Maria revela a Dinah que Ismael a enganou e foi ele quem armou toda a situação contra Alberto. Mauro comenta com Carmem sobre a internação de Téo. Lisa se fantasia de Mascarado para que Téo não a rejeite, com permissão do médico.

Ismael mente para Bia sobre a prisão de Alberto, que depois é inocentado, enquanto Bia inicialmente acredita em sua história. Regina reforça a mentira, afirmando que Ismael é cardíaco. Dinah continua recebendo flores de Otávio. Raul pede ajuda a Dinah para convencer Guiomar a ir para a fazenda, e Cininha ouve Tibério aconselhando Mascarado a se revelar para Carmem. Dinah orienta Guiomar a passar uns dias na fazenda, e a jovem aceita. Raul e Andrezza se alegram com o retorno de Guiomar, mas na estrada o carro quebra, e sob influência de Alexandre, Guiomar manda Dinah voltar para o Rio.

Téo acorda e vê Lisa fantasiada de Mascarado, mas a confunde e começa a falar mal dela. A enfermeira administra sedativo a Téo. Andrezza e Raul comemoram a viagem de Guiomar em uma boate, mas Dinah se sente mal, deixando Estela preocupada. Raul e Andrezza chegam em casa e se decepcionam ao encontrar Guiomar. Tato comunica a Glória e Dudu que só assinará o sobrenome da mãe. Dinah sonha com Otávio, que assegura que, em breve, se reencontrarão.

Resumo semanal da novela A Viagem de 02/09 a 05/09

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Cena da novela 'A Viagem'. Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 078 da novela A Viagem – terça, 2 de setembro
Alexandre sorri satisfeito ao ver o desenrolar dos acontecimentos, enquanto Tato compra, sem saber, a moto de Alexandre, despertando lembranças profundas em Alexandre sobre a encarnação anterior. Otávio desperta em um campo florido, em contraste com Alexandre, que caminha pelo sombrio Vale dos Suicidas, enquanto Alberto chega ao local do acidente e se desespera ao constatar a morte do amigo, levando o corpo ao IML e acionando Queiroz para as providências burocráticas, antes de ir à casa de Otávio comunicar a Tato e Dudu sobre a gravidade do acidente, deixando Dinah aflita com a ausência de notícias do marido, e ligando para Estela, que está na fazenda com ela. Alberto acompanha os filhos e as mulheres ao velório, onde Dudu, Tato e Dinah se abraçam em silêncio, emocionados, e mais tarde Dinah pede para ficar sozinha, lembrando que Otávio sabia de sua morte e sempre agiu por amor a ela; ela rememora os momentos felizes com ele enquanto Otávio é recebido por Júlia no plano espiritual e levado até seu pai terreno, recebendo flores e saudade de Dinah, que ainda esconde a morte de Otávio de Estela. Enquanto isso, Maroca conta a Estela sobre Andrezza e Antônio, Téo e Lisa, em Paraty, escutam pelo rádio a notícia da morte de Otávio, e Raul revela a verdade a Maroca, enquanto Dinah lamenta por não ter ido com o marido, que agora repousa na “enfermaria” espiritual; influenciado por Alexandre, Téo se mostra agressivo com Lisa, que conversa com Alexandre, pede proteção e deixa Téo em paz, sem contar a ele o ocorrido, enquanto Alberto explica a Carmem a influência do espírito sobre Téo, um médium inconsciente. Raul confronta Andrezza sobre Antônio, buscando salvar o casamento, enquanto ela expressa satisfação com o rumo da vida; Lisa relata a Alberto os acontecimentos e enfrenta a raiva de Téo, Geraldão distribui dinheiro alegando ter ganho no jogo, Tato se torna frio e ríspido com todos, Dinah encontra um bilhete de Otávio, e Agenor se alegra com o retorno de Lisa, que recebe proteção do amor de Alexandre. Glória sonha com um casamento perdido, Dudu lamenta no quarto do pai, Sofia teme pela gravidez e Zeca se desespera; Guiomar celebra o interesse de Andrezza pela fazenda e a apresenta como nova dona, enquanto Cininha espalha a notícia da perda do bebê de Sofia e Vovó se revolta; Fátima e Cininha seguem Tibério, Téo pede desculpas a Dinah, que os leva à “Casa da Sopa” criada por Otávio, e Fátima anuncia expansão do salão com academia. Dinah pede a Lisa que vá à sua casa para falar sobre Téo, pedindo desculpas por antigas desavenças e apresentando Paty como noiva do pai, enquanto Raul é destratado por Guiomar e Andrezza, Tato trata mal Glória e Dudu é agredido ao defendê-la, Dinah se emociona com as lembranças de Otávio, e Raul insiste para que Andrezza volte para casa, consolidando uma mistura intensa de dor, memórias e conflitos familiares.

Capítulo 079 – quarta, 3 de setembro
Queiroz vai à casa de Dinah para conversar sobre Carmem, enquanto Bia questiona sobre os amigos do pai, e Ismael a ameaça para que não revele nada do que acontece em casa, ameaçando devolvê-la à mãe, o que deixa Dinah satisfeita com Carmem como nova sócia; Estela percebe a prece arriscada de Diná e a acompanha com Alberto para tentar interceder, enquanto Raul insiste com Andrezza para que volte, deixando Guiomar irritada, e Zeca estranha a atenção carinhosa que Agenor dedica a Téo. Tato se mostra imprudente com o carro do pai, levando Bia ao desespero, e os dois saem para uma boate, onde Tato sente ciúmes ao ver Bia com outro rapaz; Geraldão distribui presentes na pensão, mas acaba preso por assalto à mão armada, enquanto Diná sonha com momentos ao lado de Otávio, e Ismael ameaça Bia com informações que podem desmascarar Alberto, mostrando que os conflitos familiares e espirituais continuam em alta tensão, com ciúmes, perigos e segredos se entrelaçando de forma intensa.

Capítulo 080 – quinta, 4 de setembro
Diná expressa à mãe o desejo de ter ido encontrar Otávio, enquanto Tato aumenta sua agressividade com Dudu e Glória, e Johnny o alerta sobre a presença constante de Alberto na casa, querendo ocupar o lugar de Otávio; Alberto percebe a influência de Alexandre sobre Tato e discute com ele, que chega a jogar o médico na piscina, rindo orgulhoso de sua ação, enquanto Tato volta a discutir com Dudu, exigindo intervenção de Alberto, que posteriormente relata os acontecimentos a Estela. Guiomar apoia o romance de Antônio com Andrezza e sugere que ele tire Raul da cabeça dela; Agenor demonstra carinho por Téo, que o recompensa financeiramente para a compra de um táxi, enquanto Ismael informa Bia sobre suspeitas que podem comprometer Alberto, e Andrezza e Antônio se beijam novamente, mostrando que as tensões de amor, ciúmes, vingança e influências espirituais continuam a moldar cada relação e decisão, com confrontos e sentimentos extremos permeando a vida de todos.

Capítulo 081 da novela A Viagem – sexta, 5 de setembro
Alberto reforça a Diná que o amor é eterno e não morre, enquanto Andrezza liga para Raul, desligando sem responder sobre um possível retorno, e depois tenta novamente, deixando a situação em aberto; Ismael envolve Maria em seu plano contra Alberto, enquanto o médico informa Estela que a influência de Alexandre sobre os possuídos será detalhada novamente. Tato chega em casa bêbado e agressivo com Dudu e Glória, e Ismael se encontra com Maria em um restaurante, beijando-a, enquanto Diná flagra Maria usando um vestido seu, mas decide não puni-la, demonstrando tristeza por não ter confiado, e entrega a roupa como gesto de perdão. Andrezza e Antônio se beijam novamente, Paty nomeia sua boneca de Lisa, e Tato revela a Ismael sua intenção de demitir Queiroz; Maria é instruída a avisar sobre visitas de Alberto e Estela e colocar um pacote na maleta de Alberto, enquanto Diná permanece imersa nas lembranças de Otávio, que é agora cuidado por um anjo, evidenciando que a trama segue entrelaçada entre amor, vingança, espiritualidade e dramas familiares de forma intensa e contínua.

Sessão da Tarde da Globo (23 a 27/3) exibe Quando Encontrei Você, Um Laço de Amor, Os Homens São de Marte… e Max: O Cão Herói

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Na segunda-feira, 23 de março, a Globo exibe na Sessão da Tarde o filme estadunidense de comédia romântica “Quando Encontrei Você” (Finding You), dirigido por Brian Baugh e baseado no livro There You’ll Find Me (2011), de Jenny B. Jones. A produção, lançada em 2021, reúne no elenco Rose Reid, Jedidiah Goodacre e Katherine McNamara, trazendo um romance que mistura leveza, música e descobertas pessoais.

O longa estreou nos cinemas com boa recepção para um filme de perfil independente, arrecadando cerca de 1 milhão de dólares no fim de semana de lançamento. Somente no primeiro dia, foram 323 mil dólares em 1.314 salas, chegando a 954 mil dólares durante todo o fim de semana, números que evidenciam o interesse do público por histórias de romance e aventuras leves.

A trama acompanha Finley, uma talentosa aspirante a violinista, que viaja para uma pequena vila costeira na Irlanda como parte de seu programa universitário no exterior. É nesse cenário idílico que ela conhece Beckett, jovem estrela de cinema em ascensão. Entre passeios pela cidade, experiências culturais e desafios pessoais, surge um romance inesperado que mistura encanto e desafios.

O enredo se desenvolve a partir do despertar de Finley para novas oportunidades e experiências, enquanto Beckett, acostumado ao brilho e às pressões do estrelato, se deixa envolver por uma relação que o coloca frente a decisões pessoais importantes. A narrativa equilibra momentos de comédia romântica com a reflexão sobre escolhas de vida, identidade e amor verdadeiro.

Entre os pontos que chamam atenção está o retrato da Irlanda como cenário cinematográfico, que não apenas serve de pano de fundo, mas também influencia o desenvolvimento dos personagens e suas decisões. O romance se constrói de forma natural, com encontros casuais que se transformam em experiências transformadoras, mostrando que, às vezes, os encontros inesperados podem alterar completamente o rumo da vida.

Na terça, 24 de março, a Globo exibe o filme estadunidense de drama Um Laço de Amor, lançado em 2017, dirigido por Marc Webb e escrito por Tom Flynn. O longa é estrelado por Chris Evans, Mckenna Grace, Lindsay Duncan, Jenny Slate e Octavia Spencer, reunindo um elenco que equilibra sensibilidade e intensidade emocional em uma história sobre família, talento e escolhas difíceis.

O filme acompanha Frank Adler (Chris Evans), que cria sozinho sua sobrinha Mary (Mckenna Grace), uma menina de 7 anos com habilidades matemáticas excepcionais. Frank deseja proporcionar a Mary uma vida escolar normal, permitindo que ela tenha uma infância comum e experiências típicas de sua idade. No entanto, a mãe de Frank, Evelyn (Lindsay Duncan), percebe o talento extraordinário da neta e propõe planos que podem separá-la do tio, desencadeando um conflito familiar que mistura amor, ambição e proteção.

O projeto do filme começou em 2015, quando Chris Evans foi escalado como protagonista. Logo depois, Mckenna Grace, Octavia Spencer, Lindsay Duncan e Jenny Slate se juntaram ao elenco, trazendo diferentes perspectivas para a história. O orçamento da produção foi de US$ 7 milhões, enquanto a arrecadação mundial chegou a US$ 43 milhões, refletindo tanto a força do elenco quanto a receptividade do público a dramas familiares com temas emocionantes.

Já na quarta, 25 de março, a emissora traz para a tela o filme brasileiro de comédia “Os Homens São de Marte… e É Pra Lá que Eu Vou”, dirigido por Marcus Baldini e protagonizado por Mônica Martelli, Paulo Gustavo e Daniele Valente. O roteiro é assinado por Martelli, Patricia Corso e Susana Garcia, com colaboração de Herson Capri e Pedro Aguilera, e é baseado no monólogo homônimo da própria Mônica Martelli, que ficou nove anos em cartaz no teatro.

O filme acompanha a história de Fernanda (Mônica Martelli), jornalista de 36 anos, que ainda sonha com um relacionamento duradouro, enquanto trabalha irônica e profissionalmente como organizadora de casamentos. Determinada a mudar sua vida amorosa, ela embarca em uma jornada divertida em busca do parceiro ideal, enfrentando situações inusitadas, encontros inesperados e desafios típicos de quem procura o amor.

Lançado em 29 de maio de 2014, o longa foi um sucesso de bilheteria. No primeiro final de semana, 324.916 espectadores assistiram ao filme nos cinemas, totalizando 378.374 ingressos vendidos ao final da primeira semana. A partir da segunda semana, houve uma queda gradual nas vendas, mas o filme atingiu a marca de 1 milhão de espectadores na terceira semana. Ao longo de onze semanas em cartaz, a produção foi assistida por 1.780.466 pessoas, consolidando-se como um dos grandes sucessos do cinema nacional recente.

O sucesso da produção levou à criação de uma série no GNT, que estreou sua terceira temporada em 2017, além de inspirar uma continuação para o cinema, lançada em 28 de dezembro de 2018, intitulada “Minha Vida em Marte”, que segue a protagonista em novas aventuras amorosas.

Nesta quinta, a Sessão da Tarde não será exibida devido à transmissão de jogos de futebol na programação da Globo.

Na sexta, 27 de março, a Globo apresenta o filme norte-americano “Max: O Cão Herói” (2015), que conta a história de um cão do exército enviado para a família de um soldado da Marinha após o desaparecimento de seu dono em combate. Max, treinado para atuar em regiões de conflito no Afeganistão, desempenha funções essenciais como detecção de minas terrestres.

Após a morte de seu parceiro humano, o cão se torna fechado e agressivo, mantendo distância de qualquer outra pessoa. A narrativa ganha um tom de superação e emoção quando Justin, irmão do soldado falecido, decide se aproximar de Max, iniciando uma amizade que transforma a vida de ambos e mostra a força da lealdade animal.

O sucesso do filme levou à produção de uma sequência, “Max 2: White House Hero”, lançada em 5 de maio de 2017 nos cinemas e posteriormente em formatos digital, Blu-ray e DVD. A continuação traz uma história mais leve e familiar, mantendo a essência de companheirismo que conquistou o público no primeiro longa.

“Ted Lasso” tá de volta! Nova temporada já tá sendo gravada e traz desafio inédito para o técnico mais gente boa da TV

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de muito suspense, Ted Lasso está oficialmente de volta! A Apple TV+ confirmou que as gravações da 4ª temporada começaram em julho, entre Kansas (EUA) e Londres (Inglaterra). E a novidade que mais chamou atenção? Ted vai comandar um time feminino da segunda divisão do futebol inglês. Isso mesmo, o técnico mais gente boa da TV vai precisar se adaptar a um universo totalmente novo.

Um novo desafio para o técnico mais querido

Se antes Ted era o treinador atrapalhado e otimista de um time masculino, agora ele vai encarar um time feminino com seus próprios desafios, histórias e dinâmicas. A sinopse oficial já avisa: essa é a maior missão que ele já enfrentou. E, claro, com aquele jeitinho leve, engraçado e cheio de coração que a gente já conhece.

Além disso, a série vai falar sobre temas super importantes hoje em dia, como visibilidade no esporte feminino, diversidade e liderança com empatia — tudo isso sem perder a essência divertida e inspiradora.

Filmagens entre dois mundos: Kansas e Londres

As gravações acontecendo tanto em Kansas, a cidade natal do Ted, quanto em Londres, onde muita coisa já rolou, indicam que a temporada pode explorar mais a vida pessoal do treinador. Será que ele vai tentar se reconectar com o filho? Ou vai lidar com dilemas sobre onde realmente se sente em casa? Só esperando pra ver!

Foto: Reprodução/ Internet

De piada publicitária a fenômeno mundial

Você sabia que Ted Lasso nasceu como uma propaganda? Em 2013, Jason Sudeikis criou o personagem para um comercial da NBC Sports que queria promover a Premier League nos Estados Unidos. Mas quem diria que aquele treinador atrapalhado viraria uma série premiada e amada pelo mundo inteiro?

Desde a estreia em 2020, a série conquistou fãs com seu humor inteligente, emoção verdadeira e um jeito único de acreditar no lado bom da vida.

O elenco que a gente ama (e suas histórias)

O elenco querido da série está de volta para a 4ª temporada, reunindo atores que já conquistaram o público em outras produções famosas. Jason Sudeikis, que você pode conhecer de Quero Matar Meu Chefe e Saturday Night Live, volta como Ted Lasso. Hannah Waddingham, que brilhou em Game of Thrones e Sex Education, retorna como Rebecca Welton. Brett Goldstein, de SuperBob e Soulmates, continua como Roy Kent, enquanto Phil Dunster, visto em Strike Back e Humans, segue como Jamie Tartt. Brendan Hunt, conhecido por We’re the Millers e Bless This Mess, interpreta Coach Beard, e Juno Temple, que esteve em O Cavaleiro das Trevas Ressurge e Vinyl, volta como Keeley Jones. Nick Mohammed, famoso por Intelligence e The Martian, é Nathan Shelley, e Jeremy Swift, de Downton Abbey e The Durrells, permanece como Higgins. Também estão de volta Toheeb Jimoh, que participou de The Power e Anthony, no papel de Sam Obisanya, e Cristo Fernández, conhecido por Who Speaks Love e Day of the Dead, como Dani Rojas. Os nomes que vão integrar o elenco feminino ainda não foram divulgados, mas a expectativa é que tragam diversidade e novas histórias fortes para enriquecer ainda mais a trama.

Humor e emoção que vão além do campo

Mesmo sendo uma comédia, Ted Lasso já mostrou que não tem medo de tratar de assuntos sérios, como saúde mental, inseguranças, masculinidade e perdão. Agora, com o foco no futebol feminino, a série tem a chance de falar de igualdade, luta por respeito e protagonismo de forma leve e profunda ao mesmo tempo.

A história que a gente não queria que acabasse

Originalmente, a série foi pensada para ter apenas três temporadas. Jason Sudeikis já tinha falado que a história tinha começo, meio e fim. Mas a galera amou tanto o personagem e o universo criado que acabou sendo impossível dar adeus.

Por isso, a Apple TV+ decidiu dar um “plus” e fazer essa 4ª temporada, que promete surpreender e emocionar a gente mais uma vez.

O que a gente já sabe sobre a 4ª temporada

  • ✅ Confirmada oficialmente desde março de 2025
  • 🎬 Gravações começaram em julho de 2025
  • ⚽ Ted agora treina um time feminino da segunda divisão inglesa
  • 📺 Exclusiva no Apple TV+
  • 👀 Teaser já lançado no canal oficial da Apple TV+
  • ⏳ Estreia prevista para 2026, ainda sem data oficial
  • 🌟 Elenco original volta e novos nomes serão anunciados

Por que ainda precisamos de Ted Lasso?

Em tempos difíceis, lideranças frias e cheias de arrogância, Ted Lasso é aquele sopro de esperança que a gente precisava. Ele mostra que dá para liderar com gentileza, aprender com os erros e continuar acreditando nas pessoas.

Tragédia do voo Voepass 2283: Domingo Espetacular de hoje (03/08) traz registros exclusivos e investigações inéditas

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Foto: Reprodução/ Internet

Às 13h22 do dia 9 de agosto de 2024, o céu azul de um bairro tranquilo foi rompido por um som surdo, seco e definitivo. Em segundos, o que era silêncio virou caos. O avião da Voepass Linhas Aéreas, que seguia de Cascavel (PR) para São Paulo, caiu em parafuso sobre o condomínio Recanto Florido, levando consigo 62 vidas — entre elas médicos, professores, crianças, famílias inteiras.

Nesta semana em que a tragédia completa um ano, o Domingo Espetacular, da Record TV, apresenta uma reportagem especial que não se limita a rever o desastre. O programa mergulha fundo nas histórias humanas que ficaram enterradas sob os escombros, nas dúvidas que ainda pairam sobre a causa do acidente e nas dores que seguem vivas, dia após dia, para quem ficou. As informações são da Record TV.

O voo que não voltou

O ATR-72, matrícula PS-VPB, parecia mais uma aeronave rotineira da malha regional brasileira. O embarque, no aeroporto de Cascavel, começou por volta das 11h30. Passageiros com destino a reuniões, consultas médicas, eventos acadêmicos e reencontros familiares tomavam seus lugares. Nada anunciava o desfecho.

Mas 1 hora e 24 minutos depois da decolagem, o avião caiu em queda vertical. Especialistas chamam de “parafuso chato” — uma perda total de controle que faz a aeronave girar sobre si mesma até o impacto.

Testemunhas viram o avião em espiral no céu. Moradores ouviram o som da turbina cessando repentinamente antes do impacto, seguido de uma explosão. O que restou foi uma cratera, destroços carbonizados e uma dor que se espalhou por todo o país.

“Eu vi meu filho embarcar. Nunca pensei que seria a última vez”

No especial, o Domingo Espetacular traz relatos inéditos de familiares que, até hoje, tentam reconstruir suas rotinas em meio à ausência. A professora aposentada Ivone Bernardes, mãe de Gustavo, um dos oncologistas que embarcaram para um congresso em São Paulo, segura uma foto do filho durante a entrevista.

“Ele era meu único filho. O sonho dele era salvar vidas. E a vida dele foi levada por algo que ninguém explica direito até hoje.”

Na sala da casa dela, os quadros continuam nos mesmos lugares. A xícara do café, o porta-retratos, o jaleco no armário. Tudo ali. O tempo não passou. Ele apenas parou.

Imagens que congelam o tempo

O especial também revela vídeos feitos por passageiros minutos antes da decolagem. Um menino de quatro anos ri ao lado da irmã, segurando um ursinho de pelúcia. Um grupo de médicos tira uma selfie. Um casal celebra o aniversário de casamento. Momentos banais, íntimos e preciosos — que hoje se tornaram relíquias.

As imagens inéditas, obtidas com exclusividade pelo programa, são um soco no estômago e uma lembrança cruel de que por trás de estatísticas há sempre histórias, laços, afetos. Gente.

O que aconteceu com a aeronave?

Embora o relatório final do CENIPA ainda não tenha sido publicado, o que se sabe é que a queda foi repentina e catastrófica. Investigações iniciais apontaram para possível acúmulo de gelo nas asas, um problema conhecido na aviação com esse tipo de aeronave — o ATR-72. Mas o que preocupa especialistas é que alertas sobre manutenção precária e procedimentos operacionais inseguros já vinham sendo feitos nos bastidores da empresa.

Um ano depois, e ainda sem respostas

O avião caiu em agosto de 2024. Estamos em agosto de 2025. E o Brasil ainda não conhece o laudo final das causas do acidente. A Força Aérea Brasileira prometeu concluir os trabalhos até o fim do ano, mas para as famílias, o atraso é doloroso.

A Comissão Externa da Câmara dos Deputados, criada para acompanhar o caso, realizou apenas duas audiências públicas em um ano. Nenhum representante da Voepass prestou depoimento formal. O Ministério Público Federal abriu procedimento investigativo, mas os avanços são lentos.

Enquanto isso, a empresa continua operando voos — inclusive na mesma rota de Cascavel para São Paulo.

Quando e que horas vai passar?

A matéria completa vai ao ar neste domingo, 3 de agosto, às 20h30, na Record TV. A reportagem mergulha na dimensão mais profunda da tragédia: a humana. Porque um acidente não termina quando as sirenes param. Ele continua — nas vidas de quem ficou.

Khemjira Tem Que Sobreviver chega à Netflix Brasil e amplia catálogo de BLs sobrenaturais

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A Netflix acaba de adicionar ao seu catálogo brasileiro a série tailandesa Khemjira Tem Que Sobreviver, reforçando o crescimento das produções asiáticas no streaming e, especialmente, do gênero BL com elementos sobrenaturais. Os 12 episódios da primeira temporada já estão disponíveis para os assinantes, marcando a estreia oficial da obra no país.

Estrelada por Napatsakorn Pingmuang, conhecido como Namping, e Harit Buayoi, o Keng, a série combina romance, drama e suspense em uma narrativa marcada por mistérios espirituais e uma forte carga emocional. A produção é assinada pela Domundi TV e foi exibida originalmente pelo canal One 31 a partir de agosto de 2025.

Apesar da chegada ao catálogo brasileiro, a série ainda conta apenas com legendas em inglês neste primeiro momento. A plataforma, no entanto, já sinalizou que legendas em português devem ser disponibilizadas em breve, o que tende a ampliar o alcance da produção entre o público nacional.

A trama acompanha Khemjira, um jovem de 20 anos que carrega uma maldição familiar devastadora: todos os homens de sua linhagem morrem antes de completar 21 anos. Na tentativa de protegê-lo, sua mãe decide dar a ele um nome feminino, acreditando que isso poderia enganar forças sobrenaturais. No entanto, à medida que seu aniversário se aproxima, a maldição parece se intensificar, manifestando-se por meio de ataques de entidades espirituais.

Diante do perigo iminente, Khemjira conta com a ajuda de seu amigo próximo Jet, interpretado por Wannakorn Reungrat, que possui habilidades mágicas. Juntos, eles partem para a província de Ubon Ratchathani em busca de uma solução. É lá que conhecem Pharan, vivido por Harit Buayoi, um jovem xamã com grande poder espiritual, mas que inicialmente se mostra relutante em ajudar.

A relação entre os personagens se desenvolve ao longo da narrativa, equilibrando tensão sobrenatural com elementos românticos característicos do gênero BL. Esse formato, bastante popular na Ásia, tem conquistado cada vez mais espaço internacional, especialmente em plataformas de streaming.

Além dos protagonistas, o elenco conta com nomes como Norraphat Nakadumrongchai, Jirachart Buspavanich, Ausadaporn Siriwattanakul e Matimun Sreeboonrueang, que ajudam a construir o universo da série e aprofundar os conflitos que cercam a maldição de Khemjira.

A chegada da série ao catálogo da Netflix reforça uma tendência crescente de valorização de produções asiáticas no mercado global. Nos últimos anos, o público brasileiro tem demonstrado cada vez mais interesse por conteúdos internacionais fora do eixo tradicional de Hollywood, abrindo espaço para títulos de países como Coreia do Sul, Japão e Tailândia.

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