Crítica | “Amores Materialistas” é um filme visualmente impactante com propostas ambiciosas

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Logo nos primeiros minutos de Amores Materialistas, uma certeza se impõe: algo está profundamente fora do lugar. Uma cena inicial de homens das cavernas — sim, homens das cavernas — tenta lançar alguma metáfora sobre desejos primitivos, evolução social ou instinto amoroso. O problema é que essa sequência se torna, ironicamente, o momento mais honesto do filme. Tudo o que vem depois se perde em uma encenação que, embora tente parecer sofisticada, não consegue esconder sua essência: um romance esvaziado, montado sob a lógica de um algoritmo, onde cada batida emocional parece pré-programada para maximizar cliques e agradar investidores.

Sob a direção de Celine Song, cujo trabalho anterior (Vidas Passadas) comoveu plateias mundo afora por sua delicadeza e humanidade, era de se esperar uma obra que, ao menos, soubesse lidar com silêncios, olhares e hesitações — elementos que ela soube transformar em poesia. Mas Amores Materialistas é o exato oposto. Aqui, o silêncio não comunica, apenas se arrasta. Os personagens não hesitam; eles travam. O amor não floresce — é mecanicamente colocado em cena como um produto qualquer de consumo rápido, sem alma, sem risco, sem verdade.

Entre closes e clichês: um romance solitário

Uma das decisões mais desastrosas da direção é a insistência em filmar os protagonistas quase sempre em planos fechados e isolados, como se estivessem em monólogos paralelos. O famoso “plano e contraplano”, ferramenta clássica para criar conexão e tensão entre dois personagens, é tratado aqui como um luxo dispensável. Resultado? Um romance visualmente desarticulado, que transmite mais afastamento do que aproximação. É como se o filme tivesse medo de deixar seus personagens, e o público, se envolverem de fato.

Essa escolha de linguagem não seria um problema se viesse acompanhada de diálogos fortes ou de uma proposta ousada de desconstrução romântica. Mas o que temos é uma sucessão de falas truncadas, longos silêncios sem função narrativa e uma superficialidade emocional gritante. O romance se desenrola como um jogo de tabuleiro sem jogadores: as peças se movem porque é o que o roteiro exige, não porque algo real esteja sendo vivido ou sentido.

Quando a autoconsciência sufoca a emoção

Há também um desejo constante do roteiro de parecer mais inteligente do que realmente é. A comédia romântica autoconsciente, que ironiza seus próprios clichês, já foi bem explorada por filmes como 500 Dias com Ela ou Ruby Sparks. No caso de Amores Materialistas, no entanto, essa tentativa se torna um peso. O filme quer ser sarcástico e profundo ao mesmo tempo, mas esquece de ser, antes de tudo, minimamente engraçado ou comovente.

Os protagonistas — que deveriam conduzir o espectador por essa jornada amorosa — parecem existir num vácuo. São pessoas sem vínculos afetivos, sem amigos, sem vida além do roteiro. A impressão é que o filme esqueceu de dar contexto aos seus personagens, confiando que o carisma dos atores e a bela fotografia dariam conta do recado. Não deram.

Um romance sobre o nada — com celebridades demais

É inevitável a comparação com Vidas Passadas, justamente porque Celine Song parecia ser a cineasta perfeita para repensar o amor em tempos modernos. Naquele filme, ela mostrou que ainda há espaço para histórias sensíveis, de dor e reencontro, que fogem dos binarismos hollywoodianos. Já Amores Materialistas representa tudo o que Vidas Passadas não era: um produto calculado, com casting estrelado (e, curiosamente, carregado de nomes da Marvel) e um roteiro formatado para testes de audiência, não para a verdade emocional.

O que mais dói não é o fracasso da comédia ou o vazio do romance, mas o potencial desperdiçado. Celine Song poderia ter escolhido qualquer caminho após sua estreia brilhante — uma história mais íntima, um projeto autoral, ou até mesmo um salto ousado para outro gênero. Ao aceitar dirigir Amores Materialistas, parece ter embarcado num projeto que contradiz tudo o que sua arte representava.

Essa é a velha armadilha hollywoodiana: transformar diretores com voz própria em engrenagens de uma máquina que privilegia previsibilidade em detrimento da autenticidade. E o público, cada vez mais atento e exigente, sente quando isso acontece.

Uma crítica à indústria — que o próprio filme reforça

O título Amores Materialistas até poderia funcionar como uma crítica à forma como o amor é vendido como mercadoria nos dias de hoje. Poderia. Mas o filme nunca se aprofunda nesse comentário social. Em vez disso, parece apenas reforçar o materialismo que finge criticar: há mais fetiche por apartamentos modernos, roupas de grife e diálogos vazios do que qualquer reflexão real sobre sentimentos ou escolhas.

Enquanto isso, personagens femininas são reduzidas a vetores de desejo, e os homens dividem-se entre o arrogante bem-sucedido e o sensível-sem-rumo — dois arquétipos esgotados, que já não surpreendem ninguém. Mesmo as tramas paralelas, que poderiam oferecer algum alívio cômico ou humanização, são apenas ruído. O que resta, ao final, é a sensação de que tudo foi uma grande tentativa de embalar um presente bonito, mas vazio.

Amar é verbo, não fórmula

Amores Materialistas fracassa como comédia, falha como romance e decepciona como cinema. É um filme que parece não confiar em sua própria história, nem em seu público. A produção aposta em fórmulas que já não funcionam e esquece que, para contar uma boa história de amor, é preciso mais do que um par de rostos bonitos e uma trilha sonora genérica. É preciso conexão, conflito, verdade — tudo o que Celine Song já mostrou saber fazer, mas que aqui parece ter sido suprimido por decisões comerciais mal calculadas.

Mais do que um filme ruim, Amores Materialistas é um sintoma de algo maior: o modo como a indústria tenta transformar até o sentimento mais essencial em uma planilha de retorno financeiro. E nessa equação, quem perde não são só os cineastas ou o público — perde também o próprio cinema, que deixa de ser arte para virar apenas estratégia de marketing.

Em tempos onde se consome tudo com pressa, talvez não seja coincidência que o filme mais vazio seja também aquele que mais tenta parecer importante. Mas autenticidade não se forja. E o amor — mesmo o fictício — precisa, no mínimo, parecer real. Neste caso, não parece.

Batman: Parte 2 escala Scarlett Johansson como peça-chave no arco de Harvey Dent e futuro Duas-Caras

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A sequência de The Batman, dirigida por Matt Reeves (Planeta dos Macacos: A Guerra, Deixe-me Entrar, O Paradoxo Cloverfield), começa a ganhar contornos mais definidos com novas informações de elenco que mexeram com a comunidade geek. Segundo apuração do Deadline, a atriz Scarlett Johansson (Os Vingadores, Jurassic World: Recomeço, Viúva Negra) entrou oficialmente no projeto e interpretará Gilda Gold Dent, personagem ligada diretamente ao núcleo de Harvey Dent e ao futuro promotor público de Gotham.

Nos bastidores da DC Studios, a movimentação indica que a sequência não vai apenas continuar a história do Batman, mas ampliar o foco para dentro das estruturas políticas e pessoais que sustentam Gotham.

Gilda Dent entra em cena e muda o eixo da história

A personagem de Johansson será Gilda Gold Dent, esposa de Harvey Dent, que no novo filme será interpretado por Sebastian Stan (Capitão América 2: O Soldado Invernal, O Aprendiz, Gossip Girl: A Garota do Blog). A escolha já sugere que o longa vai investir forte na relação entre vida pessoal e colapso psicológico dentro do núcleo de Dent.

Outro nome confirmado no entorno dessa trama é o de Charles Dance (Drácula: A História Nunca Contada, Game of Thrones, O Jogo da Imitação), que viverá Christopher Dent, pai do promotor. A presença dele adiciona uma camada familiar mais pesada à narrativa, reforçando a ideia de que o passado dos personagens terá impacto direto no futuro deles.

Uma Gotham ainda mais política e emocionalmente instável

Se o primeiro filme de Batman acompanhou Bruce Wayne em seu segundo ano como vigilante investigando corrupção e crimes em cadeia, a sequência parece mirar em algo ainda mais profundo: o funcionamento interno de Gotham.

A cidade, que já foi mostrada como um sistema apodrecido por dentro, deve agora expandir esse colapso para figuras públicas, promotores e relações de poder que moldam o futuro da metrópole. É nesse cenário que Harvey Dent ganha força como peça central.

O caminho até o Duas-Caras começa a se desenhar

Nos quadrinhos, Harvey Dent é um dos personagens mais trágicos do universo do Batman, e sua transformação em Duas-Caras costuma ser construída a partir de perdas pessoais, pressão política e colapsos psicológicos.

A presença de Gilda e Christopher Dent indica que o filme pretende explorar exatamente esse processo, mostrando como a vida pessoal do promotor pode ser tão determinante quanto os crimes que ele enfrenta em Gotham.

A proposta de Matt é continuar tratando o universo de Gotham City como um thriller urbano, onde cada decisão pessoal tem impacto direto no caos da cidade.

Gilda pode ser mais importante do que parece

Inspirada parcialmente no arco O Longo Dia das Bruxas, Gilda Gold Dent costuma aparecer nos quadrinhos com um papel que vai além de coadjuvante. Em algumas versões, ela chega a se envolver diretamente nos eventos que cercam o mistério do Assassino Feriado, criando uma camada extra de tensão na narrativa.

A escolha de Scarlett Johansson para o papel sugere que essa versão da personagem pode ter mais relevância do que uma simples figura de apoio, possivelmente influenciando decisões importantes dentro da história.

Bastidores apontam expansão do universo

O segundo filme ainda não tem título oficial divulgado nem data de estreia confirmada, mas a entrada de nomes fortes no elenco indica que o projeto está em estágio avançado de desenvolvimento criativo.

Com Matt Reeves mantendo o controle da direção e a proposta de expandir Gotham de forma mais política e psicológica, a sequência deve aprofundar o lado humano dos personagens enquanto prepara o terreno para grandes transformações no universo do Batman.

O que vem pela frente?

Se o primeiro filme apresentou uma Gotham quebrada, a continuação parece interessada em mostrar o que acontece quando essa quebra começa a atingir pessoas no centro do poder.

Resumo semanal da novela Amor na Ilha de 10/10/2024 a 11/10/2024

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Episódio 059, exibido na próxima quinta-feira, 10 de outubro

O episódio traz uma reviravolta significativa nas investigações envolvendo Bruno e o misterioso acidente que feriu Boreas. Novas evidências revelam que Bruno, apesar das suspeitas iniciais, não foi o responsável pelo acidente. Essa descoberta muda completamente a perspectiva de todos os envolvidos, trazendo uma nova camada de intriga para a trama. Boreas, por sua vez, mergulha em seu trabalho e é surpreendido com uma grande notícia: seu hotel foi escolhido como o mais sustentável e respeitoso em relação à preservação ambiental. Isso o leva até Izmir, cidade que ele não visita há anos, carregando memórias de um passado do qual ele tentou se distanciar.

Coincidentemente, Junho também está em Izmir, hospedada no mesmo hotel e frequentando a mesma praia que Boreas, mas ambos passam dias sem se cruzar. A tensão aumenta à medida que o destino parece conduzi-los a um inevitável encontro, que acontece apenas no evento de premiação do hotel. Esse reencontro inesperado promete mexer com os sentimentos de ambos e trazer à tona questões não resolvidas de suas vidas.

Enquanto isso, Selma enfrenta uma situação angustiante para conseguir os recursos necessários para garantir a educação da filha no exterior. Mesmo com uma bolsa de 75%, o valor restante é alto demais para sua realidade financeira. Em meio a esse desespero, Zeneide oferece seu apoio emocional, sugerindo que Selma busque ajuda para lidar com suas dificuldades. No entanto, Zeneide também está enfrentando seus próprios desafios. Ela luta contra o ganho de peso e uma constante sensação de calor, que a faz buscar consolo em alimentos doces, alimentando um ciclo emocional difícil de romper.

Do outro lado, Gil permanece firme em suas suspeitas sobre Bruno e leva suas acusações à polícia. Ela está convencida de que ele tentou matar Boreas, baseando sua acusação em uma marca que viu no peito de Bruno. A denúncia leva à prisão temporária de Bruno, mas logo as autoridades descobrem imagens de câmeras de segurança que revelam que, no momento do acidente, Bruno estava tentando tirar a própria vida, jogando seu carro contra uma parede. Com isso, ele é liberado, mas as dúvidas e tensões em torno do acidente persistem, mantendo o mistério vivo.

Episódio 060, exibido na próxima sexta-feira, 11 de outubro

As relações entre os personagens entram em um território ainda mais complexo e emocionalmente carregado. Gil sofre um duro golpe ao encontrar outra mulher na cama de Batu, deixando-a completamente devastada e insegura sobre seu futuro com ele. Ao mesmo tempo, Junho enfrenta um grande desafio profissional: seu chefe a informa que não poderão mais trabalhar juntos, criando um dilema inesperado que a força a reconsiderar sua carreira.

Ayten também se vê em uma situação delicada quando um homem começa a persegui-la, aumentando sua sensação de vulnerabilidade e colocando todos em alerta. A trama assume um tom mais sombrio, com o perigo se aproximando de diversas maneiras.

Em meio a essas complicações, Gil reflete sobre seus sentimentos e decide pedir desculpas a Bruno por tê-lo acusado de algo que ele não cometeu. Movida pela culpa, ela vai até o quarto de Bruno à noite, mas ao chegar, encontra uma cena perturbadora: uma mulher em camisola deitada na cama e Bruno seminu. A cena, no entanto, é uma farsa arquitetada por Bruno, que pagou à mulher para fingir estar com ele. Ele acredita que essa mentira é uma forma de proteger Gil, afastando-a dele sem machucá-la diretamente, uma tentativa desesperada e confusa de poupá-la de mais sofrimento.

Nas investigações, a polícia finalmente identifica o verdadeiro responsável pelo acidente que vitimou Boreas, mas a identidade do culpado permanece envolta em mistério. Para piorar a situação, um homem aparece diante da mãe de Boreas, insinuando que ele pode ser o verdadeiro pai de Boreas e, possivelmente, o causador do acidente. O episódio termina com essa revelação bombástica, deixando o público em suspense sobre o futuro de Boreas e sua relação com essa nova figura enigmática.

Resumo da novela Alma Gêmea 10/07/2024: Rafael confessa seu amor por Serena

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No episódio 051 de Alma Gêmea, previsto para ir ao ar nesta quarta-feira, 10/07/2024, as emoções atingem o ápice quando Rafael finalmente declara seu amor por Serena, apenas para ser confrontado com a convicção dela de que seu coração sempre pertenceu a Luna. Argumentando que suas almas são entrelaçadas, Rafael se vê desafiado por Serena, que insiste que são pessoas distintas, não meras manifestações espirituais compartilhadas. O embate emocional entre os dois revela camadas profundas de entendimento e desilusão, com Serena acusando Rafael de ter amado um fantasma, não a mulher real diante dele.

Enquanto isso, Ivan intervém em um confronto entre Hélio e Cristina na estufa, onde a noiva de Rafael, Cristina, reivindica seu lugar. Serena, determinada a desvendar os segredos que a rodeiam, ameaça expor tudo o que sabe sobre Cristina. Enquanto Olívia nega sentir ciúmes, Vitório admite seu contentamento com a situação atual, aumentando as tensões no círculo social.

Serena confronta Hélio sobre as manipulações de Cristina para afastá-la de Rafael, deixando claro seu compromisso em descobrir a verdade oculta por trás da figura enigmática de Luna. Enquanto Eurico auxilia Zulmira em questões domésticas, Felipe questiona Raul sobre sua relutância em aceitar um relacionamento com Bernardo, revelando tensões adicionais na trama.

A busca por respostas leva Serena a Adelaide, que a rejeita, enquanto Eliete compartilha com Divina detalhes perturbadores sobre Osvaldo flertando com Yolanda na sorveteria. A pressão aumenta sobre Osvaldo para decidir o futuro de seu casamento com Eliete, enquanto esta sugere que Yolanda alugue um quarto na pensão, aumentando ainda mais a tensão doméstica.

Enquanto isso, Alexandra acusa Vera de tentar se livrar dela, buscando conforto nos braços de Eduardo. Rafael confronta Cristina sobre suas manipulações, enquanto Rodriguez convida Kátia para um jantar romântico, adicionando um novo elemento de intriga à trama. Raul, preocupado com a guarda de seus filhos, ameaça tomar medidas drásticas, o que perturba Mirella profundamente.

Enquanto Adelaide sai à procura de Serena, Clarice alerta Divina sobre uma possível ameaça a seu casamento, intensificando os conflitos familiares. Yolanda espera a resposta de Divina, enquanto Osvaldo tenta convencê-la de suas boas intenções. Enquanto isso, Dalila experimenta os primeiros movimentos do bebê, ignorados por um Raul cada vez mais distante.

Cristina promete revelar a verdade oculta, enquanto Serena confessa a Adelaide seu desejo ardente de compreender sua conexão com Luna e desvendar seu propósito maior. Elias adverte Serena sobre os perigos emocionais de sua busca incansável, oferecendo um tratamento de hipnose como uma possível solução, o que promete levar a história a novos desdobramentos intrigantes.

Osvaldo elogia Yolanda, desencadeando a ira de Divina, que a expulsa da casa com uma cena dramática envolvendo ovos. Eliete, observadora e satisfeita, testemunha o caos, enquanto Hélio conforta sua mãe após os eventos tumultuosos, deixando um rastro de tensão e incerteza no ar.

Vingadores: Doutor Destino | Joe Russo admite “guerra contra spoilers” no MCU

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O diretor Joe Russo voltou a comentar um dos assuntos mais sensíveis da Marvel atualmente: a dificuldade de manter informações de Vingadores: Doutor Destino longe da internet antes da estreia.

Em entrevista ao site Metro, ele explicou que o grande desafio hoje é equilibrar duas expectativas opostas. De um lado, o público quer chegar ao cinema sem qualquer pista do que vai acontecer, para ser surpreendido. Do outro, qualquer detalhe que aparece fora do planejamento vira combustível para teorias, discussões e vazamentos que se espalham rapidamente.

Para Russo, isso cria uma espécie de pressão constante em cima das produções. Ele reforça que, ao lado de Anthony Russo, a construção dos filmes é pensada para guiar o espectador por momentos específicos, exatamente na ordem em que eles foram desenhados. Ainda assim, ele reconhece que o cenário mudou e que não existe mais controle total sobre o fluxo de informações.

O foco, segundo ele, deixou de ser “evitar vazamentos a qualquer custo” e passou a ser garantir que o filme funcione como experiência mesmo quando parte dos detalhes já foi revelada antes da estreia.

O que é Vingadores: Doutor Destino dentro do MCU?

Vingadores: Doutor Destino será um dos principais filmes da Fase 6 do Universo Cinematográfico Marvel e sequência direta de Vingadores: Ultimato (2019), ocupando a posição de 39º longa da franquia.

O projeto marca o retorno dos irmãos Russo à direção e traz roteiro de Michael Waldron e Stephen McFeely. Um dos pontos mais comentados é a escolha de Robert Downey Jr. para interpretar o vilão Doutor Destino, o que representa uma mudança significativa no rumo da saga.

A história deve reunir diferentes grupos e linhas do universo Marvel em um mesmo conflito de escala multiversal. Entre eles estão os Vingadores, o Quarteto Fantástico, os Wakandanos, os Novos Vingadores e versões alternativas dos X-Men vindas de outra realidade.

Como o projeto chegou a esse formato final?

Antes de se tornar Doutor Destino, o plano da Marvel era dividido em dois filmes principais: The Kang Dynasty e Guerras Secretas, que encerrariam a Saga do Multiverso.

Com o passar do tempo, o estúdio passou por mudanças criativas importantes. A saída de Kang como foco central, somada a ajustes internos de roteiro e direção, levou a uma reformulação completa da narrativa planejada.

Esse processo abriu espaço para uma nova construção de história, com o Doutor Destino assumindo o papel de grande ameaça e reorganizando o eixo principal do MCU para a nova fase.

Quem faz parte desse novo encontro de universos?

O elenco reúne praticamente um “evento crossover” dentro do próprio MCU, misturando veteranos, novos heróis e personagens de diferentes realidades em uma escala inédita para a franquia. O grande destaque fica para Robert Downey Jr. (Homem de Ferro, Vingadores), que retorna ao universo Marvel como Victor von Doom / Doutor Destino, em uma versão completamente diferente de seu icônico Tony Stark, agora interpretando o principal antagonista da história.

Outro retorno de peso é o de Chris Evans (Capitão América, Vingadores), que volta como Steve Rogers após os eventos de Vingadores: Ultimato, ao lado de Chris Hemsworth (Thor, Vingadores), mantendo a presença dos fundadores da equipe original. O time ainda inclui Tom Hiddleston (Loki, Thor), ampliando a conexão com o lado mais mitológico do MCU.

O novo núcleo de heróis também chega forte, com Pedro Pascal (The Last of Us, Quarteto Fantástico) como Reed Richards, Vanessa Kirby (Missão Impossível, Quarteto Fantástico) como Sue Storm, Ebon Moss-Bachrach (The Bear, Quarteto Fantástico) como Ben Grimm e Joseph Quinn (Stranger Things, Quarteto Fantástico) como Johnny Storm.

O filme também reúne nomes de diferentes fases do MCU, como Anthony Mackie (Falcão e o Soldado Invernal, Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal, Thunderbolts), Florence Pugh (Viúva Negra, Thunderbolts), Paul Rudd (Homem-Formiga), Simu Liu (Shang-Chi), Letitia Wright (Pantera Negra) e Winston Duke (Pantera Negra), reforçando a união de várias frentes do universo Marvel.

O filme ainda traz uma grande presença de mutantes e personagens clássicos dos X-Men, com Patrick Stewart (X-Men), Ian McKellen (X-Men), James Marsden (X-Men), Rebecca Romijn (X-Men), Kelsey Grammer (X-Men) e Alan Cumming (X-Men), ampliando ainda mais o lado multiversal da história.

Completando o time estão ainda nomes como David Harbour (Stranger Things, Viúva Negra), Wyatt Russell (Falcão e o Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Homem-Formiga e a Vespa), Lewis Pullman (Top Gun: Maverick, Thunderbolts) e Danny Ramirez (Top Gun: Maverick, Falcão), entre outros personagens que reforçam a ideia de um encontro definitivo de universos dentro do MCU.

Como foi a produção de Vingadores: Doutor Destino?

As filmagens começaram em abril de 2025 no Pinewood Studios, no Reino Unido, e também passaram por locações no Bahrein e outras regiões da Inglaterra. A produção foi mantida sob forte sigilo, com uso de títulos provisórios e restrições rígidas para evitar vazamentos.

Os irmãos Russo retornam após comandar Guerra Infinita e Ultimato, reforçando a ideia de que o filme terá escala e impacto semelhantes ou até maiores dentro da franquia. A equipe também conta com profissionais que já trabalharam em outros projetos do MCU, garantindo continuidade visual e narrativa.

Quando o filme estreia?

Vingadores: Doutor Destino tem lançamento marcado para 18 de dezembro de 2026, como parte da Fase 6 da Marvel. Já sua continuação direta, Vingadores: Guerras Secretas, chega aos cinemas em 17 de dezembro de 2027 e deve encerrar oficialmente a Saga do Multiverso.

Veja qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta, 20 de março, na TV Globo

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Tooth Fairy (2010) Directed by Michael Lembeck Shown: Dwayne Johnson

A Sessão da Tarde exibe nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, o filme O Fada do Dente (Tooth Fairy), comédia familiar estrelada por Dwayne Johnson. Lançado em 2010, o longa combina elementos de fantasia e humor para contar uma história centrada em transformação pessoal, responsabilidade e amadurecimento.

Na trama, Derek Thompson é um jogador profissional de hóquei conhecido por sua postura agressiva dentro das quadras. O apelido “Fada do Dente” não surge por acaso: ele é temido por seus adversários justamente por provocar lesões frequentes, especialmente a perda de dentes durante as partidas. Fora do esporte, Derek mantém uma postura igualmente rígida, demonstrando pouca sensibilidade ao lidar com outras pessoas — sobretudo com crianças.

O ponto de virada da narrativa ocorre quando o personagem interfere diretamente na imaginação de uma menina ao negar a existência da fada do dente. A atitude desencadeia uma consequência inesperada: Derek é condenado a cumprir uma espécie de “pena” no universo mágico, sendo obrigado a atuar como uma verdadeira fada do dente por um período determinado.

A partir desse momento, o protagonista é inserido em uma realidade completamente diferente da que conhece. Equipado com asas, ferramentas incomuns e uma série de regras a seguir, ele passa a enfrentar situações que exigem delicadeza, atenção e empatia — características que contrastam com seu comportamento inicial. O choque entre esses dois universos funciona como motor da narrativa, criando situações cômicas enquanto conduz o personagem a um processo gradual de mudança.

Ao longo da história, Derek passa a compreender o impacto de suas atitudes, especialmente no que diz respeito à influência sobre o imaginário infantil. A experiência no mundo mágico se transforma em um aprendizado sobre responsabilidade emocional, levando-o a rever suas escolhas e a reconstruir sua relação com aqueles ao seu redor.

O elenco do filme reúne nomes conhecidos do público. Além de Dwayne Johnson no papel principal, participam Ashley Judd, Julie Andrews e Stephen Merchant, que contribuem para o desenvolvimento da narrativa e para o equilíbrio entre humor e fantasia. A direção é de Michael Lembeck, que conduz o longa com foco no público familiar e em uma linguagem acessível.

Produzido pela Walden Media e distribuído pela 20th Century Fox, o filme foi rodado majoritariamente em Vancouver, no Canadá. As cenas de hóquei foram gravadas em arenas reais, o que contribui para dar autenticidade às sequências esportivas.

A trilha sonora, composta por George S. Clinton, foi gravada com uma orquestra completa, reforçando o caráter leve e lúdico da produção. O resultado é uma ambientação que dialoga diretamente com o público infantil, ao mesmo tempo em que mantém elementos capazes de entreter espectadores de diferentes idades.

Em termos de desempenho comercial, O Fada do Dente apresentou resultados expressivos. Mesmo com recepção negativa da crítica especializada à época do lançamento, o longa conseguiu atrair o público e superar a marca de 100 milhões de dólares em bilheteria mundial. O desempenho consolidou o filme como um produto de forte apelo popular, especialmente no segmento de entretenimento familiar.

A exibição na Sessão da Tarde reforça essa vocação. Tradicional na programação da TV aberta brasileira, a faixa é conhecida por reunir títulos acessíveis, com narrativas diretas e temáticas universais. Nesse contexto, o filme se encaixa ao propor uma história de transformação pessoal construída a partir de uma situação fantástica, mas com consequências que dialogam com a realidade.

Ao abordar temas como empatia, responsabilidade e amadurecimento, o longa segue uma estrutura narrativa recorrente no cinema voltado ao público familiar. O protagonista, inicialmente resistente à mudança, é colocado em uma situação fora de sua zona de conforto, o que o leva a reavaliar suas atitudes e a desenvolver uma nova perspectiva sobre o mundo ao seu redor.

Saiba qual filme vai passar no Cine Espetacular 14/11/2023

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No próximo dia14/11/2023, terça-feira, o SBT promete uma noite cinematográfica emocionante com a exibição do filme “Poseidon” no Cine Espetacular. O elenco estelar conta com nomes como Josh Lucas, conhecido por seu papel em “Meu Papai é Noel”, Kurt Russell, que brilhou em “Crônicas de Natal”, Richard Dreyfuss, famoso por “Conta Comigo”, e a talentosa Emmy Rossum, que encantou o público em “O Fantasma da Ópera”. A direção magistral é assinada por Wolfgang Peterson, renomado pelo seu trabalho em “A História Sem Fim”.

A trama de “Poseidon”, conforme revelado pela sinopse, desenrola-se em pleno ano novo, quando o transatlântico Poseidon é brutalmente atingido por uma colossal onda que o deixa virado de cabeça para baixo em alto-mar. Diante desse desastre catastrófico, apenas alguns sortudos sobrevivem. Contrariando as orientações do capitão, um grupo liderado por John Dylan decide buscar uma saída para a situação caótica. Além dos perigos iminentes causados pelos destroços, o grupo é desafiado a unir forças para enfrentar a possibilidade de um naufrágio.

Lançado em 2006, “Poseidon” é baseado no livro “O Destino de Poseidon”, escrito por Paul Gallico, que, por sua vez, foi inspirado no longa-metragem “The Poseidon Adventure” de 1972. A recepção crítica ao filme foi mista, conquistando uma pontuação de 50% no Metacritic, com base em 36 avaliações profissionais.

Curiosidades do filme Poseidon


“Poseidon” é um thriller de ação e aventura que chegou às telonas em 2006, sob a direção de Wolfgang Petersen. Este filme, que é uma refilmagem do clássico “The Poseidon Adventure” de 1972, baseado no romance de Paul Gallico, trouxe uma experiência cinematográfica intensa e visualmente impressionante para os espectadores.

Uma das características marcantes do filme são seus efeitos especiais notáveis. As cenas que retratam a destruição do navio foram criadas com a utilização extensiva de tecnologia de computação gráfica, proporcionando uma visão vívida e espetacular do desastre em alto mar.

Para garantir a autenticidade visual, Petersen escolheu construir um set de navio realista, localizado em um tanque de água nos renomados Baja Studios, na cidade de Rosarito, México. Esse ambiente físico adicionou uma camada extra de realismo à narrativa, imergindo os espectadores na atmosfera tensa e claustrofóbica da história.

O elenco diversificado do filme inclui talentos como Josh Lucas, Kurt Russell, Emmy Rossum, Jacinda Barrett e Richard Dreyfuss, cada um desempenhando papéis cruciais na trama de sobrevivência. A dinâmica entre esses personagens, aliada à tensão crescente à medida que enfrentam desafios iminentes, contribui para a complexidade emocional da narrativa.

Embora “Poseidon” tenha mantido a premissa básica de seu antecessor, o filme incorporou mudanças significativas na trama e nos personagens para se adequar ao público contemporâneo. A história continua a ser uma saga de sobrevivência em um ambiente hostil, mas com reviravoltas modernas e revigorantes.

A trilha sonora, composta por Klaus Badelt, adiciona uma dimensão emocional adicional à experiência cinematográfica. Badelt, conhecido por seu trabalho em “Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra”, contribuiu para a atmosfera tensa e emocional do filme.

Embora “Poseidon” tenha recebido críticas mistas e não tenha alcançado um sucesso estrondoso nas bilheteiras, o filme recebeu uma indicação ao Oscar na categoria de Melhores Efeitos Visuais, reconhecendo o talento por trás das impressionantes cenas de desastre.

Que horas vai passar o Cine Espetacular?

A partir das 23h15, após o encerramento do Programa do Ratinho, o SBT proporciona aos telespectadores uma experiência única com a exibição do envolvente “Poseidon” no Cine Espetacular. Prepare-se para uma noite repleta de emoções e suspense na tela da sua televisão.

Supergirl ganha trailer internacional com novas cenas e destaca jornada espacial de Kara em busca de vingança

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A Warner Bros. divulgou um novo trailer internacional de Supergirl, filme que chegará aos cinemas em 26 de junho de 2026 como parte da primeira fase do DCU, a nova continuidade cinematográfica comandada por James Gunn e Peter Safran. As imagens inéditas oferecem um olhar mais detalhado sobre a relação entre Kara Zor-El, interpretada por Milly Alcock, e Ruthye Marye Knoll, personagem vivida por Eve Ridley, figura central da história adaptada dos quadrinhos de Supergirl: Woman of Tomorrow.

A prévia concentra boa parte de seu tempo na convivência entre as duas personagens. Ruthye surge como a responsável por colocar a kryptoniana em uma missão que atravessa diferentes planetas e sistemas estelares. O objetivo é encontrar Krem das Colinas Amarelas, papel de Matthias Schoenaerts, acusado de um crime que muda o rumo da vida da jovem.

As novas cenas também revelam trechos inéditos da viagem espacial conduzida por Kara. Naves, cidades alienígenas e confrontos espalhados pela galáxia ocupam espaço importante no material divulgado, indicando que o longa terá uma escala visual consideravelmente maior do que a maioria das adaptações anteriores da personagem.

A trama parte de um momento específico da vida de Kara Zor-El. Prestes a completar 23 anos, ela decide percorrer o espaço acompanhada de Krypto, o cão de Krypton. O encontro com Ruthye altera seus planos e a coloca diante de uma caçada que atravessa diferentes mundos.

A história é baseada na minissérie publicada entre 2021 e 2022 pela DC Comics. Escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, a obra recebeu reconhecimento por apresentar uma versão menos idealizada da heroína. Nos quadrinhos, a narrativa é contada principalmente sob o ponto de vista de Ruthye, que observa Kara como uma figura poderosa, mas marcada por perdas e cicatrizes acumuladas ao longo da vida.

Essa característica também está presente na adaptação cinematográfica. Desde o anúncio do projeto, James Gunn afirmou que o filme trabalharia uma interpretação diferente da personagem em comparação às versões vistas anteriormente no cinema e na televisão. A proposta parte da própria origem de Kara. Ao contrário de Kal-El, que cresceu na Terra sob os cuidados de Jonathan e Martha Kent, ela testemunhou de perto os momentos finais de Krypton e passou anos sobrevivendo em um fragmento do planeta antes de chegar ao seu destino.

A escolha de Milly Alcock para o papel ocorreu em janeiro de 2024. A atriz australiana ganhou projeção internacional ao interpretar a jovem Rhaenyra Targaryen em House of the Dragon e rapidamente passou a ser associada aos principais projetos de estúdios hollywoodianos. Sua escalação marcou uma das primeiras decisões importantes do novo DCU para personagens que terão participação recorrente nos próximos anos.

O roteiro foi escrito por Ana Nogueira, que já havia trabalhado em uma versão anterior de um filme da Supergirl durante os últimos anos do antigo universo compartilhado da DC. Quando James Gunn e Peter Safran assumiram o comando da DC Studios, decidiram reaproveitar a roteirista em um projeto completamente reformulado. Segundo Gunn, a qualidade do texto teve peso direto na decisão de colocar Supergirl entre as prioridades da nova fase da franquia.

A direção ficou a cargo de Craig Gillespie, cineasta conhecido por produções como Eu, Tonya e Cruella. Seu trabalho costuma equilibrar desenvolvimento de personagens e identidade visual forte, uma combinação que dialoga com o material original criado por Tom King e Bilquis Evely.

As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, na Inglaterra, além de locações em Londres e na Escócia. O elenco também inclui David Krumholtz como Zor-El e Emily Beecham no papel da mãe de Kara.

O caminho até a realização do longa foi marcado por mudanças significativas dentro da DC. Antes da reformulação promovida pela atual gestão, a personagem havia sido introduzida em The Flash (2023), interpretada por Sasha Calle. Na época, existiam planos para expandir sua participação em futuros projetos do então DCEU. A mudança de estratégia adotada pela DC Studios levou à construção de uma nova continuidade, encerrando aqueles planos e abrindo espaço para uma abordagem diferente da heroína.

Pressão | Filme mostra as horas antes do Dia D e coloca Eisenhower diante da decisão mais difícil da guerra

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Foto: Reprodução/ Internet

O filme Pressão chega ao cinema com foco total nas 72 horas que antecederam o Dia D, momento em que os Aliados definiram se a maior invasão marítima da história aconteceria ou seria adiada. Em vez de retratar o desembarque na Normandia, a história permanece nos bastidores militares, onde a operação foi planejada e autorizada.

A direção é de Anthony Maras, com roteiro adaptado da peça de David Haig. O filme parte de um ponto simples: uma decisão militar depende de previsões meteorológicas incertas e de pressão política constante.

No centro da narrativa está o general Dwight D. Eisenhower, responsável por autorizar ou cancelar a operação. Ao lado dele, o meteorologista James Stagg, interpretado por Andrew Scott, tenta sustentar análises climáticas em meio a dados instáveis que podem mudar o rumo da guerra.

O que está sendo decidido nessas 72 horas?

Pressão acompanha o momento em que os Aliados precisam decidir se avançam com a invasão da Normandia ou se esperam melhores condições climáticas.

O problema é que nenhuma opção é segura. Se o ataque acontecesse com o mar instável, a operação poderia falhar e causar perdas enormes. Se fosse adiado, o inimigo teria tempo para se reorganizar e fortalecer as defesas.

O filme transforma essa dúvida em centro da narrativa, mostrando como decisões militares de grande escala dependem de informações incompletas e de poucos minutos de análise.

Como o filme mostra a guerra?

Em vez de cenas de combate, o foco está em salas de reunião, mapas meteorológicos, relatórios e discussões entre oficiais. A tensão vem da incerteza e da responsabilidade de decidir sem garantia de resultado.

James Stagg aparece tentando explicar previsões que mudam constantemente. Eisenhower precisa transformar essas previsões em uma ordem final, sabendo que qualquer escolha terá impacto direto no desfecho da guerra na Europa.

Quem está no elenco?

Além de Andrew Scott como James Stagg e Brendan Fraser como Eisenhower, o elenco traz Kerry Condon como Kay Summersby, integrante do círculo próximo do general durante o período da guerra.

Chris Messina interpreta Irving P. Krick, enquanto Damian Lewis vive o marechal Bernard Montgomery, uma das figuras militares envolvidas na operação.

Quem lança o filme?

O longa será distribuído pela Focus Features na América do Norte, com distribuição internacional pela Universal Pictures.

Quando estreia?

O filme estreia em 29 de maio de 2026 nos Estados Unidos, 11 de setembro de 2026 no Reino Unido e 3 de setembro de 2026 no Brasil.

O que as críticas iniciais indicam?

As primeiras avaliações apontam 82% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 67 no Metacritic. Os comentários destacam o foco no processo de decisão e na tensão criada dentro de ambientes fechados, sem necessidade de cenas de batalha.

Extermínio 4 – Templo dos Ossos ganha 1º trailer sangrento e traz de volta o horror da franquia

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O cinema de terror britânico se prepara para um de seus maiores retornos: Extermínio 4: Templo dos Ossos. O novo capítulo da cultuada franquia ganhou seu primeiro trailer oficial, revelando uma atmosfera ainda mais sombria, violenta e claustrofóbica. Estrelado agora por Aaron Taylor-Johnson e Ralph Fiennes, o filme também traz de volta Cillian Murphy, protagonista do longa original de 2002. Abaixo, confira o vídeo:

Com estreia marcada para 15 de janeiro de 2026, a produção promete expandir o universo iniciado há mais de duas décadas, resgatando personagens de A Evolução (2007) e trazendo novos rostos para um cenário devastado pela infecção viral que transformou a Grã-Bretanha em um verdadeiro inferno.

O vírus que mudou o terror moderno

Quando o primeiro Extermínio estreou em 2002, dirigido por Danny Boyle, poucos imaginavam que aquele filme de orçamento relativamente modesto redefiniria o gênero do terror e inauguraria uma nova era para o cinema de zumbis. A ameaça não vinha dos mortos-vivos clássicos, mas sim de um vírus da raiva — um agente biológico extremamente contagioso que levava os infectados a um estado de fúria irracional. O conceito parecia simples, mas o impacto foi imenso: em vez de criaturas lentas e decadentes, os inimigos eram rápidos, violentos e imprevisíveis.

Tudo começa quando ativistas de direitos dos animais libertam um chimpanzé contaminado em um laboratório em Cambridge. Em questão de segundos, o vírus se espalha, infectando um dos ativistas e desencadeando uma reação em cadeia. A epidemia rapidamente foge do controle e transforma a sociedade britânica em ruínas. Essa abordagem mais realista e científica deu ao público uma sensação de urgência e plausibilidade que poucos filmes de terror tinham alcançado até então.

Vinte e oito dias após o surto inicial, conhecemos Jim (Cillian Murphy), um mensageiro que desperta de um coma em um hospital vazio. Ao vagar pelas ruas de uma Londres deserta, ele se depara com um cenário apocalíptico: igrejas abandonadas, ruas tomadas pelo silêncio e, claro, hordas de infectados sempre à espreita. A jornada de Jim o coloca em contato com outros sobreviventes, como Selena e o taxista Frank, em uma narrativa que mistura terror visceral com uma sensibilidade profundamente humana.

Entre a esperança e o horror

O primeiro filme foi marcado por momentos intensos de tensão, mas também por reflexões sobre solidariedade, perda e instintos de sobrevivência. Jim, Selena, Frank e Hannah — filha do taxista — percorrem estradas desoladas em busca de um futuro possível. Entretanto, a maior ameaça não vinha apenas dos infectados, mas também da própria humanidade. Quando o grupo encontra militares em uma mansão fortificada, a promessa de abrigo e segurança se revela um plano perverso de exploração e abuso, conduzido pelo Major Henry West.

Essa inversão de expectativa fez de Extermínio mais do que um simples filme de terror: ele se transformou em um espelho brutal da natureza humana diante do caos. O final, com Jim e suas companheiras sobrevivendo em uma casa remota enquanto um avião sobrevoa os céus, deixava no ar uma sutil fagulha de esperança. Essa mescla de pessimismo e otimismo tornou a obra um marco cult, influenciando toda uma geração de filmes e séries, como The Walking Dead.

A evolução da franquia

O sucesso foi tamanho que, em 2007, surgiu a sequência Extermínio 2: A Evolução , dirigida por Juan Carlos Fresnadillo. O filme, ainda mais sombrio, expandiu a narrativa mostrando os esforços dos Estados Unidos em repovoar a Inglaterra após o colapso inicial. A trama acompanhava uma família tentando sobreviver em meio a uma suposta zona segura que rapidamente se transformava em uma nova tragédia.

Se o primeiro filme tinha um tom quase intimista, focado em pequenos grupos, a sequência mostrava o desespero em larga escala: campos de refugiados, ações militares, helicópteros sobrevoando cidades em chamas. O final deixava claro que a infecção não seria contida apenas na Inglaterra, insinuando que o mundo inteiro estava em risco.

Ao longo dos anos, fãs especularam sobre uma terceira parte, apelidada de Extermínio 3: Meses Depois. Porém, os planos foram adiados inúmeras vezes devido a questões de agenda, direitos autorais e financiamento. Esse hiato de quase duas décadas tornou o anúncio de Extermínio 4: Templo dos Ossos ainda mais impactante para o público, que agora tem a chance de revisitar o universo em um momento de maior maturidade artística e tecnológica.

O que podemos esperar de Templo dos Ossos?

O título por si só já sugere uma trama mais sombria do que as anteriores. Se antes a ameaça estava centrada na ciência e na brutalidade militar, agora a narrativa parece caminhar para um território de ruínas, simbolismos e desesperança. O trailer mostra imagens perturbadoras de corredores cheios de ossadas, cultos macabros e novos grupos de sobreviventes que parecem ter criado suas próprias regras diante do apocalipse.

A presença de Aaron Taylor-Johnson e Ralph Fiennes no elenco indica que o filme deve investir em performances intensas, equilibrando a ação brutal com camadas dramáticas mais profundas. Já o retorno de Cillian Murphy como Jim promete emocionar fãs antigos, unindo passado e presente da franquia. Será uma oportunidade de ver como esse personagem, marcado pela tragédia e pela luta pela vida, evoluiu ao longo das décadas.

A produção também busca se diferenciar com uma fotografia ainda mais escura e uma direção que aposta no desconforto. O som do trailer — respirações ofegantes, gritos ao fundo, o silêncio cortado por explosões repentinas — já dá a sensação de que o espectador será colocado no centro do caos.

A força cultural da franquia

Além do impacto cinematográfico, Extermínio conquistou status de fenômeno cultural. Foi um dos responsáveis por revitalizar o subgênero dos “zumbis rápidos”, algo que até então não era comum em produções tradicionais. O estilo influenciou desde blockbusters, como Guerra Mundial Z, até séries de TV de sucesso.

Outro ponto importante é como os filmes sempre refletiram questões sociais de seu tempo. O primeiro retratava a fragilidade das estruturas sociais diante de uma crise inesperada. A sequência mostrava as falhas de estratégias militares e a arrogância de potências estrangeiras. Agora, com Templo dos Ossos, a expectativa é que o roteiro dialogue com o sentimento contemporâneo de desconfiança nas instituições, colapso ambiental e desespero coletivo, temas que ressoam profundamente em 2026.

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