Paramount planeja demissão de 2 mil funcionários com olhos na aquisição da Warner Bros.

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Hollywood vive mais um momento de turbulência corporativa. A Paramount Pictures anunciou a demissão de cerca de 2 mil funcionários, equivalente a 10% de seu quadro, como parte de uma reestruturação estratégica que visa preparar o estúdio para a possível aquisição da Warner Bros. A decisão, confirmada por fontes do Deadline, reacende debates sobre o futuro da indústria cinematográfica e o impacto humano por trás de movimentos de grande porte.

A Paramount, conhecida por clássicos que atravessam gerações, não enfrenta apenas desafios de mercado. A empresa também passou recentemente por uma fusão com a produtora Skydance, responsável por grandes franquias de ação, que intensificou a necessidade de reorganização interna. A combinação dessas mudanças reflete a busca constante do estúdio por eficiência, inovação e competitividade em um cenário global cada vez mais digital.

Reestruturação corporativa e o efeito da fusão com a Skydance

A fusão com a Skydance, produtora de sucessos como Missão: Impossível” e “Guerra Mundial Z, ampliou o portfólio da Paramount e trouxe uma nova dinâmica de produção. Entretanto, a integração entre equipes, processos e departamentos também gerou sobreposição de funções e exigiu ajustes administrativos. Especialistas em gestão corporativa afirmam que cortes desse tipo, embora dolorosos, são comuns em empresas que buscam consolidar operações e manter sustentabilidade financeira em longo prazo.

O movimento da Paramount busca, portanto, alinhar sua estrutura interna à nova realidade do mercado, ao mesmo tempo em que se prepara para assumir o desafio de integrar uma gigante como a Warner Bros. Essa reorganização demonstra que, para estúdios de cinema históricos, inovação e eficiência caminham lado a lado com decisões estratégicas difíceis.

Entenda a história da Paramount

Fundada por Adolph Zukor em 1912, a Paramount Pictures construiu uma história marcada por inovação, sucesso comercial e presença icônica em Hollywood. Entre as décadas de 1920 e 1970, o estúdio consolidou-se como referência no cinema mundial, produzindo clássicos que atravessam gerações.

Nos dias atuais, a Paramount busca se reinventar diante de desafios como o avanço das plataformas de streaming e a transformação do consumo de conteúdo. Investimentos em tecnologia de produção, efeitos visuais avançados, séries de televisão e videogames são parte da estratégia do estúdio para se manter relevante e competitivo, garantindo que seu legado histórico continue evoluindo para o século XXI.

Warner Bros.: o gigante que está por vir

A Warner Bros., fundada em 1923 pelos irmãos Warner, é um ícone global do entretenimento, com influência significativa em cinema, televisão, animação e videogames. Com sedes em Burbank, Califórnia, e Nova Iorque, a empresa é responsável por franquias de renome, incluindo DC Studios, New Line Cinema e Hanna-Barbera, e possui 12,5% da The CW Television Network.

Além de seus títulos icônicos, a Warner Bros. também é conhecida por personagens marcantes da cultura pop, como Pernalonga, mascote oficial da empresa. A aquisição da Warner pela Paramount não apenas ampliaria o portfólio da companhia, como também transformaria o cenário competitivo de Hollywood, consolidando um conglomerado capaz de disputar de igual para igual com outras gigantes do setor.

Incertezas criativas e preocupações na indústria

O anúncio das demissões e a expectativa sobre a aquisição geraram apreensão entre profissionais da indústria. Nomes de destaque, como o diretor James Gunn, expressaram preocupação sobre como as mudanças podem afetar projetos já em desenvolvimento, especialmente no universo do DCU (DC Universe). Perguntas sobre cronogramas, orçamento e liberdade criativa ganharam destaque nas discussões públicas e em redes sociais, refletindo a inquietação de talentos diante de uma possível reestruturação de grandes franquias.

Essas preocupações ilustram um ponto central: quando estúdios com culturas e estruturas distintas se fundem, inevitavelmente surgem tensões e períodos de adaptação. O impacto não atinge apenas executivos, mas equipes inteiras de roteiristas, produtores, técnicos e atores que precisam se ajustar a novos paradigmas corporativos.

“Roda a Roda Jequiti” deste domingo (20/07): Patrícia e Rebeca Abravanel apresentam novos ganhadores

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RODA A RODA

Neste domingo, 20 de julho de 2025, às 19h20, o SBT abre as portas para sonhos, risos e lágrimas com uma edição especial do Roda a Roda Jequiti. Um clássico da televisão brasileira que atravessa décadas com o mesmo entusiasmo, agora em clima de celebração e emoção, comandado pelas carismáticas irmãs Patrícia e Rebeca Abravanel. Filhas de Silvio Santos, elas não apenas herdaram o legado, mas também o dom raro de conversar com o povo como quem senta ao lado da plateia — com humor, empatia e coração aberto.

Se ainda restam dúvidas sobre por que o Roda a Roda é um dos últimos grandes encontros de famílias em frente à TV, essa edição promete esclarecer tudo. Prepare-se para gargalhadas, histórias comoventes, viradas surpreendentes e um ambiente em que o calor humano é a verdadeira estrela da noite.

Duas irmãs, uma missão: transformar vidas com leveza e amor

Desde que assumiram o programa em edições especiais, Patrícia e Rebeca Abravanel provaram que são mais que herdeiras de um império midiático — são comunicadoras nata, com timing de palco, sensibilidade afiada e um dom raro de criar conexão com quem assiste.

Elas não apenas apresentam: vivem cada segundo do programa. Brincam entre si com cumplicidade, fazem piada com os convidados, escutam suas histórias com respeito e se emocionam junto. Há entre elas uma troca silenciosa que encanta: um olhar basta para entender o que a outra está sentindo.

“Parece um almoço de domingo com a família toda reunida. Cada participante que chega traz um pouco da casa dele pro nosso estúdio”, revelou Patrícia nos bastidores, pouco antes da gravação desta edição especial.

Mais que um game show: uma celebração da vida brasileira

A dinâmica do programa é conhecida — girar a roleta, adivinhar palavras e torcer para escapar da famigerada “Perde Tudo”. Mas o que acontece em torno disso é o que transforma a experiência: o palco do Roda a Roda se torna um território de superação, coragem e sonho.

Neste domingo, segundo informações apuradas com exclusividade pelo Almanaque Geek, os competidores vêm de diferentes partes do país e carregam histórias fortes: um entregador que vende Jequiti entre um pedido e outro; uma avó que viu nos cosméticos uma forma de sustentar os netos; uma mãe solo que luta diariamente contra a invisibilidade social.

“Tem histórias que a gente jamais imaginaria ouvir num game show. E elas chegam, sem filtro, com verdade, com lágrima, com fé. Isso é o Roda a Roda”, afirma uma produtora da atração, que acompanha os participantes desde a recepção até a despedida.

Emoção que ultrapassa a tela

O impacto do programa vai muito além do estúdio. Os consultores e clientes Jequiti que participam da atração passam por uma experiência completa: são recebidos com carinho pela equipe, ganham uma imersão nos bastidores do SBT e, muitas vezes, vivem ali um dos momentos mais marcantes de suas vidas.

“Eu chorei o dia inteiro quando soube que fui sorteada. Estar no palco, ver a Rebeca sorrindo pra mim, foi mágico. Nunca imaginei passar por isso”, diz Ana Luísa, de Bauru, participante da edição de maio.

A edição deste domingo promete seguir esse mesmo ritmo: histórias reais, emoções à flor da pele e um público que não só torce — vibra, se reconhece, se emociona junto. E não é raro ver lágrimas escorrendo nos rostos da plateia, da equipe técnica, dos câmeras, das próprias apresentadoras.

Prêmios que mudam trajetórias

Além da visibilidade e da experiência, os participantes concorrem a prêmios que podem realmente transformar destinos: barras de ouro, viagens, kits de produtos, dinheiro em espécie. Mas, muitas vezes, o maior prêmio é outro: o reconhecimento de uma trajetória de luta.

“Quando você está ali no palco, não é só sobre ganhar. É sobre mostrar que a gente existe, que a gente é capaz, que a gente tem valor”, disse um dos participantes após a gravação.

E há também os pequenos gestos que fazem a diferença: um abraço apertado de Rebeca, um elogio espontâneo de Patrícia, o carinho dos profissionais que cuidam dos bastidores com zelo. Tudo isso faz do Roda a Roda uma experiência que vai muito além do entretenimento.

Como participar?

Se você se emocionou e pensou “quero estar ali”, saiba que participar do Roda a Roda Jequiti é possível e acessível. Consultores da marca entram automaticamente nos sorteios a cada pedido registrado. Já os clientes podem participar adquirindo produtos com cupons promocionais e enviando para a Caixa Postal 05947-960.

E mais: além da chance de participar do programa, todos ainda concorrem a brindes e prêmios exclusivos. Um incentivo que movimenta a rede, estimula o empreendedorismo e aproxima pessoas do sonho de brilhar na TV.

Um marco na televisão brasileira

O Roda a Roda nasceu em 2003, inspirado em clássicos internacionais, mas com alma 100% brasileira. Desde então, o programa consolidou-se como um fenômeno da TV aberta — resistindo ao tempo, às transformações tecnológicas e às mudanças de hábito do público.

Mesmo em plena era do streaming, ele mantém seu posto de audiência fiel, especialmente aos domingos, quando famílias inteiras ainda se reúnem para torcer juntas. A cada edição, o programa reafirma que a televisão, quando feita com verdade, ainda tem um lugar sagrado no coração do Brasil.

As novas madrinhas do público

Com o afastamento de Silvio Santos da televisão, muitos se perguntaram: quem seria capaz de manter viva a magia do SBT? A resposta veio aos poucos, com naturalidade — e tem nome duplo: Patrícia e Rebeca.

Elas não tentam imitar o pai, mas incorporam seu espírito: valorizam o povo, o improviso, a emoção. Em vez de copiar fórmulas antigas, criam um novo frescor para a televisão de auditório — um híbrido de tradição e modernidade.

Com talento, empatia e leveza, elas se consolidam como as novas madrinhas do Brasil televisivo — figuras que não apenas conduzem o programa, mas abraçam seus participantes com afeto e autenticidade.

Portanto, marque na sua agenda: domingo, às 19h20, no SBT, você tem um encontro com a emoção, com a esperança e com as histórias que representam o melhor do Brasil.

Jacob Elordi pode ser o próximo James Bond? Astro de Frankenstein vira favorito em 007

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A busca pelo novo rosto de James Bond continua movimentando Hollywood, e um nome começou a aparecer com cada vez mais força nos bastidores: Jacob Elordi. Segundo rumores que circulam na imprensa internacional, o ator australiano teria se tornado o favorito da vez para assumir o papel do icônico agente secreto nos próximos filmes da franquia.

As informações ganharam repercussão após comentários feitos pela jornalista Marina Hyde durante o podcast The Rest is Entertainment. De acordo com a colunista britânica, fontes ligadas à indústria afirmam que Elordi estaria atualmente “na posição mais cotada” para liderar a nova fase de 007 no cinema.

Até agora, nenhum anúncio oficial foi feito, mas os rumores apontam que a Amazon MGM Studios estaria bastante interessada no ator. Um possível teste de câmera também estaria sendo planejado para acontecer em 2026.

Por que Jacob Elordi virou um nome forte para 007?

Nos últimos anos, Jacob deixou de ser apenas um fenômeno entre o público jovem e passou a conquistar espaço em produções mais ambiciosas de Hollywood. O ator chamou atenção em projetos dramáticos e começou a construir uma imagem mais madura dentro da indústria.

Grande parte dessa mudança aconteceu por causa de Frankenstein, novo longa dirigido por Guillermo del Toro. No filme, Elordi interpreta a Criatura, papel que colocou o ator em destaque nas primeiras conversas sobre premiações e consolidou seu nome entre os talentos mais promissores da nova geração.

Além da popularidade, executivos enxergam no ator características consideradas perfeitas para Bond: presença forte em cena, carisma, perfil internacional e uma imagem capaz de atrair tanto o público mais novo quanto os fãs clássicos da franquia.

O que a franquia procura no próximo James Bond?

Depois da despedida de Daniel Craig em 007: Sem Tempo para Morrer, lançado em 2021, a franquia entrou em uma das fases mais importantes de sua história: escolher quem será o próximo 007.

E essa decisão nunca é simples.

Cada ator que assume o personagem acaba definindo o tom de uma nova era da franquia. Foi assim com Sean Connery, que ajudou a transformar Bond em um fenômeno mundial, e também com Daniel Craig, que trouxe uma versão mais intensa, violenta e emocional do personagem.

Agora, tudo indica que os estúdios estão buscando alguém mais jovem para construir uma trajetória longa dentro da série. Nesse cenário, Jacob aparece como um nome que combina renovação e apelo comercial ao mesmo tempo.

Quem já interpretou James no cinema?

Criado pelo escritor Ian Fleming em 1953, James Bond se tornou um dos personagens mais famosos da cultura pop.

Ao longo das décadas, diferentes atores deram vida ao agente secreto do MI6. Entre os intérpretes mais marcantes estão Sean Connery, Roger Moore, Pierce Brosnan e Daniel Craig, cada um trazendo uma personalidade diferente para o personagem.

A franquia também se transformou em uma das mais lucrativas da história do cinema. Desde Dr. No, primeiro longa oficial lançado em 1962, a saga acumulou bilhões de dólares em bilheteria e mais de duas dezenas de filmes.

A Amazon pode mudar o futuro de 007?

Outro detalhe que vem aumentando a curiosidade dos fãs é o novo momento da franquia após a compra da MGM pela Amazon em 2022. Desde então, muita gente passou a especular sobre possíveis mudanças no estilo dos filmes e até sobre a expansão do universo de James Bond.

A escolha de um ator mais jovem como Jacob poderia indicar justamente essa tentativa de modernizar a franquia e aproximar a saga de uma nova geração de espectadores.

Como Mágica | Animação esconde grande traição no final e transforma personagem engraçado em ameaça sombria

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A animação Como Mágica começa como uma aventura leve sobre criaturas rivais tentando sobreviver juntas, mas muda completamente de tom perto do encerramento. O longa usa fantasia, humor e trocas de corpo para construir uma história sobre convivência e preconceito, porém guarda uma reviravolta inesperada que altera toda a percepção do público sobre um dos personagens centrais.

No centro da trama estão Ollie e Ivy, dois animais de espécies completamente diferentes que vivem em lados opostos dentro do Vale. Ollie pertence aos Pookoo, pequenas criaturas acostumadas a fugir de predadores e lutar por comida diariamente. Já Ivy faz parte de uma linhagem de aves admiradas e vistas como símbolos de poder e liderança naquele mundo.

O encontro entre os dois acontece de maneira desastrosa depois que ambos entram em contato com vagens mágicas capazes de provocar uma troca de corpos. O acidente força a dupla a enfrentar uma realidade totalmente diferente da que conheciam. Enquanto Ollie precisa lidar com a pressão de ocupar o lugar de uma figura respeitada, Ivy descobre como é viver constantemente vulnerável em um ambiente selvagem.

Por que a troca de corpos é tão importante na história?

A troca não serve apenas para criar cenas engraçadas. O filme usa essa mudança como base emocional da narrativa. Conforme os protagonistas tentam sobreviver dentro das novas identidades, eles começam a enxergar o outro lado do conflito que existe no Vale.

Ollie percebe que Ivy carrega responsabilidades que ele nunca imaginou, enquanto Ivy entende o medo constante vivido pelas criaturas menores. Aos poucos, o longa transforma a rivalidade inicial em algo mais complexo, mostrando como preconceitos e disputas surgem justamente da incapacidade de compreender a realidade do outro.

Essa construção faz com que o filme funcione melhor quando desacelera. As cenas mais fortes não estão necessariamente na ação ou nos momentos de fantasia, mas nas pequenas descobertas emocionais feitas pelos personagens ao longo da jornada.

Quem é o verdadeiro vilão escondido na trama?

Durante quase toda a aventura, Boogle parece existir apenas como um personagem cômico. O peixe roxo aparece fazendo comentários absurdos, criando situações constrangedoras e acompanhando Ollie e Ivy sem representar qualquer ameaça real.

Só que o filme esconde nele sua principal virada narrativa.

Na reta final, é revelado que Boogle estava disfarçado o tempo inteiro. Sua verdadeira identidade é Firewolf, uma entidade antiga ligada ao desequilíbrio mágico que ameaça destruir o Vale. O personagem manipulava os acontecimentos silenciosamente enquanto observava os protagonistas se aproximarem.

A revelação muda completamente o peso de várias cenas anteriores. O que parecia apenas humor exagerado passa a ganhar um sentido mais inquietante, já que Firewolf estava usando sua aparência inofensiva para se manter próximo dos heróis sem levantar suspeitas.

A transformação visual também marca uma ruptura forte no clima do filme. O personagem abandona o visual caricato e assume uma forma muito mais sombria, aproximando a animação de um tom quase melancólico nos minutos finais.

Como acontece o confronto final?

Depois que Firewolf revela suas verdadeiras intenções, o equilíbrio do Vale começa a desaparecer rapidamente. A magia que sustentava aquele mundo entra em colapso, criaturas fogem desesperadas e o ambiente passa a reagir de maneira instável.

É nesse momento que Ollie assume de vez o papel principal da história. Durante o confronto contra Firewolf, ele desperta uma transformação conhecida como Dzo, adquirindo novas habilidades capazes de enfrentar a criatura.

Mesmo durante a batalha, o filme continua insistindo em sua mensagem central. O confronto não gira apenas em torno de força física, mas também da ideia de romper ciclos de medo e destruição que mantinham os grupos separados dentro do Vale.

Após a derrota do vilão, as vagens mágicas voltam a ser importantes para restaurar o equilíbrio perdido e devolver parte da estabilidade daquele universo.

O final deixa espaço para continuação?

Apesar de encerrar o conflito principal, Como Mágica deixa algumas perguntas abertas. O filme sugere que o Vale ainda guarda segredos ligados à origem da magia e das criaturas que vivem ali, além de indicar que novas ameaças podem existir além do Firewolf.

A relação entre Ollie e Ivy também termina de forma mais madura. Depois de passarem boa parte da história presos dentro das vidas um do outro, os dois finalmente conseguem enxergar suas diferenças sem transformar isso em rivalidade.

O resultado é uma animação que começa parecendo simples, mas cresce conforme revela seu lado mais emocional e sombrio. E boa parte desse impacto vem justamente da decisão de esconder o verdadeiro perigo atrás do personagem que parecia ser apenas a piada da história.

Festival Ilustra Plaza inicia hoje (4) no Plaza Shopping com muita cultura geek e K-pop

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O Plaza Shopping se transforma a partir de hoje, 4 de setembro, em um verdadeiro ponto de encontro da cultura pop. Começa oficialmente a primeira edição do Festival Ilustra Plaza, evento que promete encantar fãs de cultura geek, animes, doramas e K-pop, reunindo arte, música, gastronomia e experiências interativas até o dia 14 de setembro. E o melhor: a entrada é totalmente gratuita.

O festival é a evolução do projeto Ilustra Plaza, que vem acontecendo desde 2017, e ganha agora uma estrutura completa, pensada para acolher tanto o público quanto os artistas com conforto e variedade de atrações. Mais de 20 ilustradores e artistas independentes de Recife, João Pessoa e Fortaleza participam do evento, oferecendo quadrinhos, prints, action figures e obras originais, em um espaço que se transforma em um verdadeiro corredor de criatividade e inspiração.

Segundo Bianca Branco, produtora e responsável pela curadoria do festival, “o objetivo é criar um ambiente de interação direta entre artistas e público, valorizando o talento local e mostrando a diversidade da arte contemporânea”. Ela também é responsável pela curadoria gastronômica do evento, ao lado de Pedro Figueiredo, conhecido por organizar eventos culturais de grande porte, como a Feira Japonesa e o Festival Orgulho Nerd.

Entretenimento diversificado para todas as idades

O evento contará com uma game zone equipada com fliperamas clássicos e modernos, karaokês, quizzes interativos sobre doramas e K-pop, desafios de Just Dance e exibições de AMVs de animes e MVs de K-pop. Tudo isso de maneira gratuita, permitindo que fãs de diferentes idades e interesses aproveitem cada atração.

Palco ao vivo com música e performances

O palco do festival será um dos principais pontos de encontro, com apresentações de quinta a domingo, das 15h às 22h. Entre as atrações confirmadas estão Faster Z (BTS Cover), Banda Izanagi e Rentaiko – Percussão Japonesa, garantindo um mix de música ao vivo que agrada aos fãs de diferentes estilos. Além disso, o espaço também receberá bate-papos com ilustradores, performances de dança K-pop e atividades interativas, promovendo a aproximação entre público e artistas.

Cosplays: expressão e criatividade

O Festival Ilustra Plaza também dá destaque à tradição dos cosplays. Os interessados podem participar de um desfile especial marcado para o domingo, 14 de setembro. Antes disso, haverá uma triagem no sábado, 6 de setembro, para avaliar interpretação, figurino e performance. Os aprovados terão a oportunidade de subir ao palco e mostrar toda a criatividade e paixão pelos personagens.

“Os cosplays são uma forma de expressão artística e cultural, permitindo que os fãs compartilhem sua paixão por animes, mangás, games e K-pop, além de interagir com outros entusiastas”, afirma Bianca Branco.

Gastronomia asiática para completar a experiência

O Ilustra Plaza também investe em uma experiência gastronômica completa, inspirada na culinária asiática em formato street food. Entre os destaques estão Wassabi Sushi Store (onigiri), Hakata (lámen, yakisoba e guioza), Pandas (culinária coreana), Tokoyaki Brothers (tokoyaki), Kokay (taiyaki, dango e mochi), Takayuki Sushi (donburi oishi e maguro oishi) e Doce Nuvem (algodão doce). A diversidade de sabores garante que o público desfrute de uma verdadeira imersão nos sabores do universo geek e asiático.

Lojas especializadas e produtos geek

O festival também contará com lojas dedicadas à cultura pop, como Geek Mundo, Bakamoon, Korea Shop, Sebo do Anderson, Banca Zapp e Top Games, oferecendo quadrinhos, action figures, jogos e produtos de K-pop para colecionadores e fãs de todas as idades.

Uma experiência completa

Com arte, música, performances, gastronomia e atividades interativas, o Festival Ilustra Plaza chega para consolidar o Plaza Shopping como um ponto de encontro da cultura pop e geek no Recife. O evento começa hoje, e quem passar pelo shopping poderá vivenciar uma programação intensa e diversificada, perfeita para reunir amigos, família e fãs em torno da cultura geek e asiática.

A Rainha da Pérsia 12/07/2024: Resumo de hoje da novela

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No emocionante episódio 020 da aclamada novela “A Rainha da Pérsia“, que foi ao ar nesta sexta-feira, 12 de julho de 2024, a cidade de Susã se vê mergulhada em tumulto e desespero. Os judeus, temendo pela própria vida, se aglomeram diante do majestoso palácio. É neste cenário caótico que Ester, a corajosa protagonista, encontra um aliado inesperado que se junta a ela na luta contra as adversidades que assolam seu povo.

Com a tensão no ar, Ester recebe por meio deste novo aliado as últimas e alarmantes notícias de Mordecai. As informações revelam o conteúdo perturbador do mais recente decreto do imperador, que lança uma sombra de medo sobre todos os judeus do reino. Enquanto a cidade fervilha com o caos e a incerteza, Ester e seus aliados enfrentam um desafio que pode mudar o destino de seu povo para sempre.

Este episódio de “A Rainha da Pérsia” não apenas intensifica o drama e a intriga, mas também solidifica Ester como uma líder destemida e determinada, pronta para enfrentar os perigos que se avizinham. A cada reviravolta, a trama se aprofunda, prometendo aos telespectadores emoções e revelações impactantes que continuarão a cativá-los semana após semana.

Temperatura Máxima 02/03: Mulan é grande destaque de domingo

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No próximo domingo, dia 2 de março, a Temperatura Máxima traz uma superprodução repleta de ação, emoção e heroísmo para as telas da TV Globo. A partir das 13h55, os telespectadores poderão conferir a versão live-action de “Mulan” (2020), uma das adaptações mais ambiciosas da Disney nos últimos anos.

Uma história de coragem e honra

Baseado na lenda chinesa de Hua Mulan, o filme acompanha a trajetória de uma jovem destemida (interpretada por Liu Yifei) que decide se disfarçar de homem e assumir o lugar de seu pai doente no exército imperial. Com o reino sob ameaça de invasores liderados pelo guerreiro Bori Khan (Jason Scott Lee), Mulan adota o nome de Hua Jun e parte para um rigoroso treinamento, onde precisa provar seu valor e esconder sua verdadeira identidade.

Diferente da animação lançada em 1998, esta versão dirigida por Niki Caro adota um tom mais realista, trazendo intensas sequências de batalha, cenários grandiosos e uma abordagem mais séria da história. Embora alguns elementos icônicos da animação, como o dragão Mushu e as músicas cantadas, tenham ficado de fora, o filme compensa com coreografias de luta impressionantes e efeitos visuais deslumbrantes.

O elenco do longa-metragem conta com grandes nomes do cinema asiático, incluindo Donnie Yen (Rogue One: Uma História Star Wars, O Grande Mestre) como o comandante Tung, Jet Li (O Templo Shaolin, Máquina Mortífera 4) no papel do Imperador, Gong Li (Memórias de uma Gueixa, Lanterna Vermelha) como a enigmática vilã Xian Lang e Tzi Ma (O Preço da Verdade, A Chegada) interpretando o pai de Mulan.

Onde assistir?

Para quem deseja embarcar nessa jornada épica, além da exibição na TV Globo, o filme também está disponível para streaming no Disney+, permitindo que os fãs revivam a história dessa guerreira sempre que quiserem.

Resumo de A Infância de Romeu e Julieta 12/05/2023 sexta-feira

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Logotipo da novela A Infância de Romeu e Julieta. Foto: Divulgação/ SBT

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 12/05/2023, sexta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT

Segundo informa o resumo, Mariana confessa a Amanda que finalmente decidiu contar à sua filha sobre seu passado, o que a deixa ansiosa e preocupada sobre como ela irá reagir. Enquanto isso, Vitor chega atrasado no trabalho e Mari se irrita com seu comportamento desinteressado. Ela começa a desabafar com Amanda, dizendo que às vezes sente que Vitor é a raiz de seus problemas e da sua prisão. Por outro lado, Julieta fica chocada ao descobrir através de uma reportagem de revista que Romeu é da família Monteiro. Seus amigos a aconselham a esquecer o rapaz, enquanto Lívia sugere que Romeu faça o mesmo com ela. Enquanto isso, Ian ajuda Nath e Ellen a limpar um espaço livre do Pedalzera, mas elas se afastam quando percebem que ele está dialogando sozinho.

Ainda em A Infância de Romeu e Julieta, Bassânio chega no Armazém, mas é mal atendido por Vitor. No entanto, Mari o recebe calorosamente. Pórcia faz uma entrevista de emprego com Fred e Glaucia, enquanto Vitor discute com Clara sobre a necessidade de modernizar o Armazém. Leandro conta a Romeu que o terreno do CEC deveria ter sido seu, mas que Hélio o enganou. Fausto visita Hélio e explica que o novo empreendimento que está sendo construído na frente do Armazém pertence à Monter Holding, empresa de Leandro. No dia da inauguração da obra, Amanda e Mari observam Vitor dando entrevista para os jornalistas em troca de benefícios, o que as deixa indignadas. Fausto comenta com Hélio que é amigo dele e de Leandro ao mesmo tempo, enquanto Dimitri é capturado pelo Pedalzera e conhecem os membros da gangue.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Gotham vive! Batman: Parte 2 será filmado em 2026 com Robert Pattinson e Matt Reeves de volta

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando o céu de Gotham ainda parecia escuro demais para vislumbrar alguma luz, surgiu uma nova versão do Cavaleiro das Trevas para reescrever as regras. E agora, ele está voltando. Segundo uma carta do CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, enviada aos acionistas da empresa, “The Batman: Part II” — ou Batman: Parte 2, no título nacional — começará suas filmagens na primavera de 2026 no hemisfério norte, ou seja, entre março e junho daquele ano.

A informação foi divulgada pelo portal Deadline, e para os fãs do personagem, já soa como um marco no calendário. Afinal, o retorno de Robert Pattinson ao papel de Bruce Wayne promete expandir ainda mais o universo sombrio, psicológico e urbano criado por Matt Reeves no primeiro longa.

Mas mais do que uma simples data de filmagem, a confirmação sinaliza o ressurgimento de uma Gotham que conquistou público e crítica por sua abordagem realista e ao mesmo tempo sensorial. Uma cidade que sangra e respira angústia. E um Batman que ainda busca se entender como símbolo — de medo, de justiça ou de redenção.

O retorno de um herói imperfeito

O primeiro The Batman, lançado em março de 2022, foi um respiro criativo em meio a um universo cinematográfico da DC que se fragmentava com reboots, retcons e incertezas. Dirigido por Matt Reeves, o filme abandonou o estilo grandioso e mitológico das versões anteriores para mergulhar numa atmosfera mais contida, inspirada por thrillers policiais dos anos 1970 e pelo lado detetivesco do personagem.

Robert Pattinson entregou um Bruce Wayne atormentado, introspectivo, que mais parecia uma sombra do que um milionário. Essa escolha, longe de desagradar, fez eco junto a uma geração que se identifica com anti-heróis mais humanos e quebrados. O resultado? Sucesso crítico, bilheteria global de US$ 772 milhões e três indicações ao Oscar. Nada mal para um projeto que enfrentou pandemia, paralisações e mudanças internas na Warner.

Mais do que isso: The Batman marcou o início da chamada Batman Epic Crime Saga, uma nova trilogia planejada por Matt Reeves que será independente do novo DCU de James Gunn. Esse universo paralelo, separado do Superman de David Corenswet e do futuro Supergirl de Milly Alcock, poderá desenvolver tramas adultas, intensas e mais voltadas ao suspense e à corrupção sistêmica de Gotham.

Uma produção com alma de cinema noir

Embora os detalhes da trama de Batman: Parte 2 ainda sejam guardados a sete chaves, é possível deduzir algumas pistas a partir do que Reeves construiu anteriormente. Inspirado em quadrinhos como Ano Um, O Longo Dia das Bruxas e Batman: Ego, o primeiro filme colocou o Charada (interpretado de forma perturbadora por Paul Dano) como um catalisador de verdades incômodas sobre a elite e o passado dos Wayne.

Com isso, a imagem pública de Bruce como bilionário intocável se desfez. A cada pista deixada por Nashton, o Charada, revelava-se também o trauma, a culpa e a desconfiança de um homem que usa a máscara mais como refúgio do que como símbolo. Esse é o Batman de Pattinson: menos herói, mais humano. Menos justiceiro, mais reflexo da cidade que tenta salvar.

A fotografia dessaturada, a trilha sonora hipnótica de Michael Giacchino e os planos de câmera que espreitam o protagonista em meio à escuridão compõem uma linguagem que se aproxima muito mais de Seven ou Zodíaco do que de qualquer blockbuster tradicional. E a tendência é que Parte 2 aprofunde ainda mais esse estilo.

O que esperar do novo filme?

Ainda que o roteiro esteja em sigilo, algumas peças do tabuleiro já estão visíveis. Sabe-se que Robert Pattinson retorna como Bruce Wayne/Batman, e Matt Reeves reassume tanto a direção quanto o roteiro, agora ao lado de Mattson Tomlin. Andy Serkis também deve voltar como Alfred Pennyworth — e há grande expectativa quanto à participação de Barry Keoghan, que apareceu nos minutos finais do primeiro longa como um misterioso detento do Asilo Arkham que pode, ou não, ser o Coringa.

Essa última aparição, ainda sutil e envolta em sombras, deu o tom da ameaça latente que pode dominar a sequência. Keoghan, indicado ao Oscar por Os Banshees de Inisherin, é conhecido por seu talento para personagens inquietos e imprevisíveis. Caso o Coringa seja mesmo o vilão central de Parte 2, pode-se esperar uma abordagem bem diferente das versões anteriores vividas por Heath Ledger ou Joaquin Phoenix — e muito mais próxima de uma mente doentia que espelha as rachaduras psicológicas do próprio Batman.

Há também a possibilidade de Selina Kyle (Zoë Kravitz) retornar, embora no fim do primeiro filme ela decida deixar Gotham por considerá-la “além da salvação”. Com ou sem ela, Gotham estará em estado de reconstrução após os eventos catastróficos promovidos pelo Charada e seus seguidores.

Outro elemento importante é a expansão do universo via séries derivadas. The Penguin, estrelada por Colin Farrell e já lançada na HBO Max em 2024, acompanha o personagem Oswald Cobblepot após o vácuo de poder deixado pela morte de Carmine Falcone. A série prepara o terreno para o novo filme, e insere a criminalidade de Gotham em um contexto ainda mais enraizado e visceral.

O peso da expectativa: Batman entre a arte e o mainstream

Poucos personagens da cultura pop carregam um legado tão pesado quanto o Batman. Desde a atuação icônica de Adam West nos anos 1960, passando pela revolução sombria de Tim Burton, o realismo de Christopher Nolan e o Batman brutal de Ben Affleck, o herói sempre foi um espelho do seu tempo.

Matt Reeves, no entanto, optou por algo diferente: trazer o Batman para um tempo onde a verdade é líquida, a confiança é frágil e os heróis parecem tão perdidos quanto os vilões. The Batman não é um filme sobre salvar a cidade — é sobre tentar entender por que ela está tão condenada.

Essa escolha tornou o filme mais difícil, talvez menos palatável para quem espera ação desenfreada ou fan service. Mas também o tornou mais profundo, mais cinematográfico e, para muitos, mais relevante. O desafio agora será expandir esse universo sem perder sua identidade — e isso exigirá um equilíbrio delicado entre o blockbuster e o drama noir.

De onde viemos — e para onde vamos?

A jornada até The Batman: Parte II não foi fácil. Originalmente, o personagem deveria ganhar um filme solo estrelado e dirigido por Ben Affleck, dentro do universo do DCEU. O projeto, anunciado em 2014, sofreu inúmeras reviravoltas. Affleck deixou a direção, depois o elenco, e finalmente abandonou o personagem.

Foi aí que Matt Reeves entrou em cena, redesenhando o projeto do zero e propondo um reboot independente do universo compartilhado. Em 2019, Robert Pattinson foi escalado — e muitos torceram o nariz. Mas a aposta deu certo. O ator, antes criticado por seu passado em Crepúsculo, provou ser o Batman que ninguém sabia que precisava.

Agora, com a nova liderança criativa da DC Studios (James Gunn e Peter Safran), o estúdio aposta em uma dualidade estratégica: o universo principal será mais integrado e leve, enquanto projetos alternativos — como Joker e The Batman — poderão explorar tons e linguagens mais adultas.

Backrooms volta aos cinemas com cenas inéditas; trailer da versão estendida revela novos pesadelos do maior fenômeno da A24

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Quem saiu do cinema querendo passar mais tempo dentro dos corredores infinitos de Backrooms terá uma nova oportunidade. A A24 divulgou o primeiro trailer da versão estendida do longa, que retorna às salas de cinema com 15 minutos de cenas inéditas. O relançamento chega depois de um desempenho raro para um filme de terror independente: transformar um orçamento inferior a US$ 10 milhões em uma arrecadação superior a US$ 331 milhões no mundo.

O sucesso também colocou o diretor Kane Parsons em um lugar pouco comum em Hollywood. Aos 21 anos, o cineasta — que ficou conhecido pela websérie publicada no YouTube em 2022 — tornou-se o mais jovem diretor a comandar a maior bilheteria dos Estados Unidos. O filme ainda entrou para a história como a produção de maior arrecadação da A24.

O trailer da edição estendida deixa claro que o estúdio não pretende apenas recolocar o filme em cartaz. As imagens mostram novos ambientes do Backrooms, corredores ainda mais labirínticos, trechos inéditos da investigação conduzida pela Async Research Institute e encontros que ficaram de fora da versão original.

A história acompanha Clark (Chiwetel Ejiofor, de 12 Anos de Escravidão), dono de uma loja de móveis que atravessa um momento difícil após um divórcio. Tudo muda quando ele encontra uma passagem escondida no porão do estabelecimento e descobre uma dimensão formada por corredores aparentemente infinitos, salas vazias e construções que desafiam qualquer lógica.

Quando Clark desaparece, sua terapeuta Mary Kline (Renate Reinsve, de A Pior Pessoa do Mundo) decide entrar naquele mesmo lugar para procurá-lo. A partir daí, o filme abandona a estrutura de uma investigação convencional e passa a explorar um espaço onde memórias, traumas e realidade começam a se misturar.

Em vez de apostar em sustos constantes, Backrooms trabalha a sensação de desconforto. Os corredores nunca parecem terminar, os ambientes mudam sem explicação e criaturas quase nunca aparecem por completo. Grande parte da tensão nasce justamente da dúvida sobre o que existe escondido na próxima sala.

O elenco ainda reúne Mark Duplass (The Morning Show), Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking) e Avan Jogia (Zombieland: Double Tap).

A versão estendida parece seguir a mesma proposta do lançamento original: aprofundar a mitologia do Backrooms sem explicar todos os seus mistérios. Para quem já assistiu ao filme, as novas cenas devem ampliar detalhes da investigação da Async e do funcionamento daquela dimensão.

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