Sabadou com Virginia (10/08/2024): Wanessa Camargo e Fabiana Karla participa dom Biscoito ou Bolacha e Se Beber, Não Fale

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No próximo sábado, 10 de agosto de 2024, o palco do Sabadou com Virginia estará novamente iluminado por risos, música e momentos que prometem emocionar o público. Sob o comando da sempre vibrante Virginia Fonseca, acompanhada pelos inseparáveis e irreverentes Lucas Guedez e Margareth Serrão, o programa promete uma noite inesquecível repleta de surpresas.

Nesta edição especial, os holofotes se voltam para duas convidadas que têm muito a compartilhar: a talentosa cantora Wanessa Camargo e a carismática apresentadora Fabiana Karla. Ambas, reconhecidas por suas trajetórias brilhantes, trazem ao programa não apenas seu talento, mas também histórias pessoais que tocam o coração.

Wanessa Camargo, sempre sincera e autêntica, faz uma revelação que promete surpreender seus fãs. Em um dos momentos mais aguardados da noite, a cantora se abre sobre o inesperado reencontro com Dado Dolabella, seu antigo amor. “Foram 18 anos sem encontrá-lo, e, de repente, lá estava ele, caminhando pela Chapada dos Veadeiros, todo alternativo, como um hippie moderno”, relembra Wanessa, com um brilho nos olhos. A emoção de reviver um sentimento antigo é palpável em suas palavras. “Foi como se uma parte de mim, que estava faltando, voltasse. Senti uma conexão tão forte que decidi dar uma nova chance ao amor. A vida é assim, nos coloca diante de situações inesperadas, e é preciso ter coragem para seguir o coração, independentemente do que os outros possam pensar.”

Fabiana Karla, por sua vez, compartilha sua alegria com o retorno à televisão no comando do Bake Off Brasil. Com sua energia contagiante, ela revela os detalhes da nova temporada, que promete encantar o público com uma grande dose de brasilidade e receitas inovadoras. “Estamos trazendo uma diversidade incrível nesta temporada, com participantes de todos os cantos do país. E o mais especial é que estamos resgatando receitas salgadas, algo que as pessoas poderão reproduzir em casa. Mal posso esperar para ver a reação do público”, diz Fabiana, com entusiasmo.

Mas não é só sobre o presente que Fabiana reflete. Ela também abre seu coração sobre os desafios que enfrentou antes da fama. “Antes de me tornar a Fabiana Karla que todos conhecem, trabalhei em diversas áreas. Fui vendedora, corretora de imóveis, assistente em um consultório odontológico… A vida me levou por caminhos que eu nunca imaginei, mas sempre acreditei nos meus sonhos. Meu avô dizia que eu seria artista, e eu adorava fazer as pessoas rirem”, revela, com um sorriso que reflete o carinho que sempre teve pela arte de fazer o bem.

Fonte: SBT

O que assistir nos cinemas neste final de semana (16 a 18 de janeiro)? Confira dicas imperdíveis para todos os gostos

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Escolher o que assistir no cinema pode ser tão empolgante quanto o próprio filme. Entre estreias aguardadas e produções que prometem provocar sensações fortes, este final de semana (16 a 18 de janeiro de 2026) chega com opções que dialogam com diferentes emoções: o suspense psicológico que se infiltra lentamente, o terror pós-apocalíptico que confronta nossos instintos mais primitivos e um drama sensível que transforma luto em arte.

Suspense psicológico costuma funcionar melhor quando não depende apenas de reviravoltas, mas da tensão constante, daquele incômodo que cresce em silêncio. A Empregada, dirigido por Paul Feig, entende isso com precisão. Conhecido por sua carreira ligada à comédia, o diretor surpreende ao conduzir uma narrativa sombria, sufocante e profundamente humana, adaptada do best-seller de Freida McFadden, com roteiro de Rebecca Sonnenshine.

A história gira em torno de Millie Calloway, interpretada por Sydney Sweeney, uma mulher marcada por um passado que insiste em defini-la. Ex-presidiária em liberdade condicional, Millie tenta reconstruir a própria vida, mas se vê constantemente rejeitada em entrevistas de emprego assim que seu histórico vem à tona. O filme acerta ao retratar essa exclusão social sem didatismo, mostrando como a culpa passada se torna uma prisão invisível.

A virada acontece quando Millie conhece Nina Winchester, papel de Amanda Seyfried. Elegante, rica e aparentemente segura de si, Nina oferece o emprego sem questionamentos, como se o passado de Millie fosse irrelevante. A proposta soa generosa demais para ser verdadeira, e o filme faz questão de deixar isso claro desde os primeiros momentos.

Ao se mudar para a casa dos Winchester, Millie conhece Andrew, o marido de Nina, vivido por Brandon Sklenar, e a filha do casal. O convite para morar na residência parece um gesto de confiança, mas logo revela sua face cruel: Millie é instalada em um quarto minúsculo e abafado no sótão, isolada do restante da casa. O espaço físico se transforma em metáfora da posição que ela ocupa naquela dinâmica familiar.

Com o passar dos dias, o comportamento de Nina se torna cada vez mais perturbador. Explosões de humor, manipulações sutis e humilhações constantes fazem com que Millie caminhe sobre uma linha tênue entre gratidão e medo. Nina passa a sujar propositalmente os cômodos da casa, criando situações de abuso psicológico que corroem lentamente a protagonista. Nesse ambiente opressivo, Millie acaba se aproximando de Andrew, e uma atração mútua surge, empurrando todos para um triângulo emocionalmente explosivo.

A entrada de Enzo Accardi, o jardineiro italiano interpretado por Michele Morrone, adiciona mais camadas de mistério e ameaça. A Empregada não se contenta em ser apenas um thriller de segredos; o filme discute poder, controle, desejo e o preço da aparente segurança. É um suspense que cresce no olhar, nos silêncios e na sensação de que, naquela casa, ninguém é realmente inocente.

Se o terror sempre foi um espelho dos medos coletivos, Extermínio: O Templo dos Ossos atualiza esse reflexo para um mundo que já se acostumou à ideia de colapso. Quase trinta anos após o vírus da Raiva escapar de um laboratório de armas biológicas, o planeta apresentado no filme não é apenas devastado, mas profundamente transformado.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes que vive em uma pequena ilha, conectada ao continente por uma única ponte fortemente vigiada. Esse detalhe simples concentra toda a tensão do filme: a ponte é, ao mesmo tempo, proteção e ameaça. Quando um dos membros do grupo decide atravessá-la em uma missão arriscada, o longa se expande para um território ainda mais sombrio, revelando não só a evolução dos infectados, mas também as distorções morais dos próprios humanos.

O filme vai além do horror explícito ao abordar a sobrevivência a longo prazo. Não se trata apenas de escapar da morte, mas de entender o que resta da humanidade quando as regras sociais deixam de existir. Comunidades se reorganizam, a violência se normaliza e a esperança se torna um recurso raro.

Visualmente, Extermínio: O Templo dos Ossos é uma experiência inquietante. Danny Boyle e o diretor de fotografia Anthony Dod Mantle optaram por gravar grande parte das cenas com iPhones 15 Pro Max, utilizando múltiplos aparelhos simultaneamente. O resultado é uma estética crua, quase documental, que coloca o espectador dentro do caos. A escolha dialoga com o espírito do filme original e reforça a ideia de que, em um mundo em colapso, qualquer ferramenta pode se tornar um meio de registro — ou sobrevivência.

Encerrando o passeio cinematográfico do final de semana, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet oferece uma experiência completamente diferente. Em vez de tensão e violência, o filme aposta na delicadeza, no silêncio e na contemplação. Inspirado no romance de Maggie O’Farrell, o longa imagina a vida de William Shakespeare e de sua esposa Agnes após a morte do filho de 11 anos, Hamnet.

Dirigido por Chloé Zhao, que assina o roteiro ao lado da autora do livro, o filme se afasta da figura mítica do escritor para apresentar um homem comum, atravessado pela dor. Paul Mescal e Jessie Buckley entregam performances intensas e contidas, construindo um retrato sensível de um casal tentando sobreviver à ausência.

A narrativa não se preocupa em seguir uma linha cronológica rígida. Em vez disso, trabalha com memórias, sensações e pequenos gestos, mostrando como o luto se infiltra no cotidiano. Filmado no País de Gales, com fotografia de Łukasz Żal, Hamnet transforma paisagens naturais em extensões do estado emocional dos personagens.

Super Tela 09/05/2025: Record exibe o filme eletrizante Rogue na noite de sábado!

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No sábado, 9 de maio de 2025, a Record traz para sua Super Tela o eletrizante Rogue, um filme de ação e aventura que vai prender a atenção do público do início ao fim. Dirigido por M.J. Bassett, que também assina o roteiro ao lado de Isabel Bassett, o longa conta com um elenco de peso, incluindo Megan Fox, Philip Winchester e Greg Kriek, que se entregam a uma trama intensa repleta de suspense e adrenalina.

A história segue Samantha O’Hare (interpretada por Megan Fox), uma líder implacável e estrategista de um grupo de mercenários multinacionais. Ela é chamada para uma missão de resgate de alto risco: salvar Alisa Wilson, a filha de um poderoso governador, e suas duas amigas, que foram sequestradas por Zalmann, um cruel senhor do crime da África Oriental. A operação começa com o pé direito, e, após uma série de desafios nos campos africanos, a equipe consegue libertar as meninas. Porém, a fuga do local rapidamente se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Quando a equipe se vê em território desconhecido e longe do ponto de extração, começam a enfrentar ainda mais dificuldades. A selva ao redor parece impenetrável, e logo descobrem que estão em uma área dominada por caçadores furtivos, que operam com violência e sem escrúpulos. Para agravar ainda mais a situação, uma leoa solitária, em busca de seus filhotes, começa a atacar qualquer intruso em seu território, tornando a jornada ainda mais perigosa e imprevisível.

O que segue é uma luta frenética e desesperada pela sobrevivência. A equipe precisa enfrentar não apenas os soldados implacáveis de Zalmann, mas também a ameaça constante da leoa, que, movida pela fúria e pelo instinto protetor, ataca sem hesitar. Em meio a essa caçada implacável, eles precisam encontrar um caminho até seu ponto de resgate, o que se torna uma corrida contra o tempo e contra forças inimagináveis.

Com cenas de ação de tirar o fôlego, Rogue é um filme que mistura elementos de suspense psicológico com ação pura, explorando o instinto de sobrevivência dos personagens e a luta pela vida em um ambiente hostil. A interação entre o grupo e os perigos do ambiente selvagem proporciona uma experiência cinematográfica única, onde a natureza e os inimigos humanos se tornam uma ameaça constante.

Se você é fã de filmes que exploram a coragem e a tensão em situações extremas, Rogue é uma ótima escolha para a sua noite de sábado. E, se preferir assistir ao filme em outros momentos, Rogue também está disponível em streaming. Você pode conferir a obra no Telecine, se for assinante, ou alugá-la através do Prime Video a partir de R$ 14,90. Não perca a chance de se envolver em uma trama emocionante, cheia de reviravoltas e momentos de pura adrenalina!

Street Fighter em Live-Action encerra filmagens! Reboot promete unir fidelidade aos jogos e intensidade cinematográfica

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As últimas semanas foram marcantes para fãs de cultura pop, videogames e grandes produções hollywoodianas. Depois de mais de três décadas tentando encontrar o equilíbrio certo entre fidelidade ao material original e ambição cinematográfica, Street Fighter finalmente encerrou suas filmagens principais. O novo longa, produzido pela Legendary Entertainment em parceria direta com a Capcom, promete não apenas resgatar a essência da franquia, mas também reinventá-la para uma nova geração — agora com tecnologia, elenco e visão criativa que nunca estiveram disponíveis nas adaptações anteriores.

O encerramento das filmagens foi celebrado com entusiasmo pelo diretor Kitao Sakurai, que publicou uma foto dos bastidores em suas redes sociais, marcando o fim da etapa mais desafiadora do projeto. E se o entusiasmo da equipe é um indicador do que está por vir, o público pode esperar um filme que faz jus ao legado de um dos jogos de luta mais influentes de todos os tempos.

A produção, que começou em agosto de 2025 na Austrália, encerra um ciclo que passou por trocas de direção, longas negociações e expectativas altíssimas desde sua concepção, em 2023. Agora, com o longa oficialmente em fase de pós-produção, o próximo capítulo dessa história se aproxima: o lançamento, previsto nos Estados Unidos para 16 de outubro de 2026, pela Paramount Pictures.

A história por trás da nova adaptação

Em abril de 2023, quando a Legendary Entertainment adquiriu os direitos de adaptação cinematográfica de Street Fighter, a notícia tomou conta das redes sociais. A ideia de uma nova versão live-action sempre provocou curiosidade — e preocupação — entre os fãs. Afinal, as adaptações anteriores deixaram memórias conflitantes: o filme de 1994 virou cult, mas não exatamente pelas razões que seus produtores imaginavam. Já A Lenda de Chun-Li (2009) se tornou sinônimo de decepção, quase um alerta permanente de como a franquia deveria ser tratada com mais cuidado.

A Legendary, porém, parecia determinada a mudar essa narrativa. Desde o início, decidiu construir o reboot ao lado da Capcom, envolvida como co-produtora. A estratégia era clara: respeitar o DNA dos jogos. Não apenas em termos visuais, mas principalmente na essência dos personagens e na filosofia por trás do Torneio Mundial de Guerreiros.

Originalmente, o projeto seria dirigido pelos irmãos Danny e Michael Philippou, conhecidos pelo terror criativo Talk to Me. A escolha surpreendeu, mas também empolgou, principalmente pela estética crua e visceral que os diretores poderiam trazer ao universo de Street Fighter. Entretanto, em junho de 2024, ambos deixaram o projeto, priorizando o filme Bring Her Back. A saída gerou incertezas — até que, em fevereiro de 2025, uma nova peça se encaixou no tabuleiro.

Kitao Sakurai, conhecido pela direção do irreverente Bad Trip e por sua habilidade em mesclar humor, ação e narrativa visual inventiva, assumiu o comando. A escolha trouxe um frescor inesperado: Sakurai tem olhar artístico singular e habilidade para dar vida a personagens excêntricos, elementos essenciais em um universo tão estilizado quanto o de Street Fighter. E, acima de tudo, trazia consigo uma postura colaborativa que facilitou a sintonia entre direção, elenco e consultores da Capcom.

De volta a 1993, ao espírito do arcade

Uma das maiores surpresas reveladas pela Paramount foi a ambientação do longa em 1993, bem no auge da febre dos fliperamas. Ao situar a história no início dos anos 90, o filme busca capturar a estética e a energia da época que fez Street Fighter se tornar um fenômeno mundial. Não é apenas nostalgia: essa ambientação é fundamental para criar um choque dramático entre tradição, honra, rivalidade e os dilemas pessoais dos protagonistas.

Na narrativa, acompanhamos Ryu (vivido por Andrew Koji, conhecido por Warrior) e Ken Masters (interpretado por Noah Centineo, que aqui mergulha em sua versão mais madura e física). A dupla, afastada dos ringues por motivos ainda mantidos em segredo, é surpreendida pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang), que os traz de volta ao cenário das lutas ao convocá-los para o lendário Torneio Mundial de Guerreiros.

O torneio, inicialmente apresentado como um espetáculo brutal de disputa, honra e redenção, revela-se apenas a superfície de uma conspiração muito maior. O trio descobre que forças ocultas manipulam os rumos da competição — e que o destino do mundo pode estar mais entrelaçado ao torneio do que eles imaginam. Entre intrigas, segredos enterrados e lutas explosivas, Ryu e Ken serão obrigados não apenas a enfrentar inimigos formidáveis, mas a revisitar seus próprios demônios internos.

A frase usada pelo estúdio na divulgação é clara:
“E se eles não fizerem isso… é FIM DE JOGO!”

Um mosaico de talentos, presença física e carisma

A escalação do elenco foi um dos pontos mais comentados pelos fãs desde o início de 2025. E com razão: o filme reúne uma mistura ousada de atores consagrados, estrelas de ação, humoristas, lutadores profissionais e talentos emergentes. Tudo isso para trazer à vida personagens que marcaram gerações.

Em um dos papéis centrais, Noah Centineo encara o desafio de interpretar Ken Masters, um personagem que exige equilíbrio perfeito entre arrogância charmosa, habilidade marcial e camaradagem intensa com Ryu. Centineo, que vem expandindo sua carreira para papéis mais físicos, surge aqui com seu trabalho mais exigente e transformador.

Já Andrew Koji, amplamente respeitado por sua performance corporal e precisão marcial, parece ter nascido para viver Ryu. Koji tem a rara habilidade de transmitir conflito interno mesmo em cenas silenciosas, algo essencial para o protagonista mais introspectivo da franquia.

Jason Momoa, numa jogada ousada e surpreendente, assume o papel de Blanka. A curiosidade dos fãs é enorme — principalmente sobre como o visual do personagem será tratado, considerando sua mistura entre humanidade e ferocidade selvagem. Momoa já adiantou, em entrevistas, que representa “uma versão emocionalmente complexa e inesperada” do ícone brasileiro.

Outro destaque é Roman Reigns, astro da WWE, escalado como o temido Akuma. Sua presença física promete dar vida a um dos vilões mais imponentes da franquia, com um toque mais sombrio, fiel à lore dos jogos.

A chegada de Callina Liang como Chun-Li também foi celebrada. A personagem sempre exigiu um equilíbrio delicado entre força, elegância e determinação — e Liang parece ter abraçado esse espírito com profundidade emocional e desempenho atlético impressionante.

A lista continua com nomes de peso como Curtis “50 Cent” Jackson, interpretando o boxeador brutal Balrog, e David Dastmalchian, ator de versatilidade incomparável, no papel do icônico vilão M. Bison. Dastmalchian, acostumado a personagens sombrios e perturbadores, promete entregar uma versão mais calculada e assustadora do ditador psíquico.

Além deles, Cody Rhodes surge como Guile, trazendo sua experiência no ringue para um dos personagens mais patrióticos dos videogames. O lutador e ator indiano Vidyut Jammwal, especialista em artes marciais, encarna Dhalsim, enquanto Eric André dá vida ao exótico Dom Sauvage, em uma escolha que deve adicionar humor e imprevisibilidade ao elenco.

A produção ainda conta com Orville Peck como o misterioso Vega, Olivier Richters como o gigante Zangief, Hirooki Goto como E. Honda, Mel Jarnson como Cammy, Rayna Vallandingham como Juli, Alexander Volkanovski como Joe e Kyle Mooney como Marvin — reforçando a diversidade estilística e estética necessária para representar o universo plural de Street Fighter.

Desafios, trocas e um renascimento criativo

Produzir um reboot de um dos maiores fenômenos dos videogames não é tarefa simples. Mas o caminho até aqui revela uma produção determinada a acertar onde as adaptações anteriores falharam.

A parceria entre a Legendary e a Capcom foi essencial. Criadores originais da saga, roteiristas, consultores de combate e artistas visuais trabalharam lado a lado com o diretor Kitao Sakurai e o roteirista Dalan Musson. Os campos de treinamento dos atores envolveram diferentes disciplinas: muay thai, karatê, boxe, capoeira, grappling e movimentos inspirados nas animações clássicas do jogo. A preparação física foi tão intensa que alguns atores até compartilharam hematomas e rotinas exaustivas nas redes sociais.

Sakurai também enfrentou o desafio de traduzir os elementos exagerados e fantásticos do jogo para um formato live-action sem perder credibilidade. A equipe utilizou captura de movimento, efeitos práticos e CGI de última geração para criar movimentos icônicos como o Hadouken, o Sonic Boom e o Psycho Crusher. Mas a prioridade sempre foi a fisicalidade dos atores, evitando depender exclusivamente da pós-produção.

As filmagens na Austrália trouxeram cenários naturais grandiosos, ao mesmo tempo em que estúdios locais foram transformados em arenas de combate, templos místicos e laboratórios secretos. A produção ainda utilizou locações urbanas para criar uma estética suja e caótica, remetendo às fases clássicas dos jogos.

As expectativas dos fãs e o espírito do arcade

É impossível ignorar a enorme responsabilidade emocional que o filme carrega. Street Fighter não é apenas um jogo — é uma parte da história de milhares de pessoas. Crescer nos fliperamas dos anos 90 envolvia duelos improvisados, desafios entre desconhecidos, movimentos secretos descobertos entre amigos e rivalidades eternas criadas com controle em mãos.

O filme, ao se ambientar em 1993, não quer apenas contar uma história de luta. Quer reacender o espírito competitivo, a estética neon, o suor das batalhas improvisadas e o calor de uma época em que vencer uma partida significava deixar seu nome com três iniciais brilhando em uma máquina arcade.

E essa conexão emocional pode ser a chave para o sucesso.

O longa-metragem chega aos cinemas norte-americanos em 16 de outubro de 2026. Até lá, resta aos fãs preparar seus controles, revisitar golpes clássicos e torcer para que, dessa vez, o cinema faça justiça ao legado do Hadouken.

The Chef 26/05/2023: Edu Guedes apresenta nova receita

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Foto: Reprodução/ Internet

No The Chef de 26/05/2023, sexta-feira, prepare-se para uma experiência culinária incrível com mais uma edição imperdível do aclamado programa. Sob a liderança carismática e experiente do renomado Chef Edu Guedes, você terá a oportunidade única de explorar um verdadeiro festival de sabores ao lado do talentoso Chef Renato Pires.

Edu Guedes, um verdadeiro ícone no mundo televisivo, traz consigo não apenas sua habilidade culinária inegável, mas também sua paixão por compartilhar conhecimento. Ao longo do programa, ele não apenas ensina receitas salgadas e doces de dar água na boca, mas também desvenda os segredos por trás de bebidas refrescantes e acompanhamentos saborosos. Com sua generosidade, Edu Guedes compartilha seu vasto conhecimento, oferecendo dicas e truques que ajudam os telespectadores a aprimorarem suas habilidades culinárias.

No entanto, o The Chef oferece muito mais do que apenas pratos deliciosos. Durante as descontraídas conversas do apresentador com seus convidados especiais, você será cativado por curiosidades fascinantes sobre o setor gastronômico. A cada episódio, você terá a oportunidade de mergulhar mais profundamente nesse universo culinário, explorando as histórias por trás dos pratos e expandindo seu repertório gastronômico.

Na edição de hoje, Edu Guedes recebe um talentoso Chef convidado, que trará consigo suas próprias receitas e técnicas culinárias especiais. Prepare-se para se deliciar com as maravilhosas criações sugeridas por esses chefs, que certamente despertarão seus sentidos e saciarão seu apetite por novidades gastronômicas. A mistura de sabores, texturas e aromas proporcionará uma experiência única, capaz de surpreender e encantar seu paladar.

Portanto, não perca essa jornada culinária memorável! O The Chef começa às 09:25 da manhã, então esteja atento e aproveite essa oportunidade única de aprender, se inspirar e desfrutar de sabores únicos que irão expandir seus horizontes gastronômicos. Acompanhe esse programa incrível, descubra novas receitas e técnicas culinárias, e deixe-se levar por essa verdadeira celebração da gastronomia.

A Gata: Resumo da novela 15/11/2023 a 24/11/2023

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Foto: Reprodução/ Internet

Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Gata entre os dias 15/11/2023 a 24/11/2023. A exibição da trama está prevista para acontecer a partir das 15h30, na tela do SBT.

A Gata: Resumo da semana 15 de novembro a 17 de novembro de 2023

Resumo da novela A Gata de quarta-feira, 15/11/2023 –

Esmeralda declara ao Silencioso que ama demais Paulo e, por isso, não continuará saindo com ele. Ela suspeita que o Silencioso a utiliza apenas para concretizar sua vingança. O Silencioso assegura que deseja vingar-se, mas jamais faria algo para magoá-la. Lorena informa a Mônica sobre a intenção de Paulo de romper o compromisso, aconselhando-a a não atender o telefone caso ele ligue. Dona Rita promete ajudar Perla em sua recuperação, começando por aceitar que a criança em seus braços é uma boneca, não sua filha. Paulo liga para Esmeralda e afirma que não rompeu seu compromisso com Mônica. Esmeralda, acostumada com a falta de palavra de Paulo, enfrenta-o em uma discussão acalorada, especialmente quando ele fala mal de seus filhos. Esmeralda desabafa com Mercedes, decidindo não prosseguir com o plano do Silencioso. Mercedes a apoia. Damião avisa o Silencioso que, se ele não contar a verdade a sua mãe, voltará para casa com ela. Lorena sugere a Eugenia que adiantem o casamento de Paulo e Mônica, mas Eugênia não vê razão para isso. Silencioso revela a Mercedes que Esmeralda é sua filha, surpreendendo-a. Ele pede perdão por ter pensado mal dela e afirma que revelará a verdade a Esmeralda em alto e bom som. Mariano informa a Paulo que seu pai tem problemas com o protetor de Esmeralda, mas Paulo, decidido, afirma que lutará por Esmeralda.

Resumo da novela A Gata de quinta-feira, 16/11/2023 –

Mariano revela a Paulo que o protetor de Esmeralda passou anos na prisão, condenado por Augusto. Agora, ele busca vingança, e apenas o casamento de Paulo com Mônica poderia salvá-lo. Paulo, firme em sua decisão, recusa-se a se casar com Mônica, mesmo diante da pressão. Roberto e Eugenia tentam dissuadir Mônica de casar com Paulo, destacando os problemas graves de seus pais. Mônica, decidida, responde que só não se casará se Paulo desistir da relação. Mariano, sentindo-se culpado, pede a Paulo que impeça Esmeralda de se casar com Mônica. Chorando, Esmeralda pede ao Silencioso que evite que Paulo se case com Mônica. Silencioso pede que Esmeralda confie nele. Jacira reprova Paulo, chamando-o de covarde por casar-se com Mônica apenas por dinheiro e afirmando que ele não merece o amor de Esmeralda. Dona Rita discute com Inês. Silencioso aconselha Dona Rita a resistir e não revelar a Esmeralda o que sabe. Augusto entrega um cheque a Paulo, sugerindo que se case com uma rica herdeira. Paulo recusa o dinheiro, afirmando que fará sua própria fortuna. Dona Rita, sentindo sua morte se aproximar, decide contar a Esmeralda que recebeu dinheiro de Augusto para separá-la de Paulo. Revela também que Paulo escreveu várias cartas para ela, nunca entregues, pois a caixa postal era direcionada a Augusto. Esmeralda perdoa Dona Rita, dizendo que Paulo deveria confiar nela e não acreditar nos outros. Garrancho e sua gangue continuam usando Inês para assaltos. Jacira revela a Paulo que tem algo a dizer que o ajudará a decidir se casará ou não com Mônica.

Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 17/11/2023 –

Augusto reclama com Lorena sobre a atitude arrogante do pai de Mônica. Eles sabem que o casamento de Paulo com Mônica é a única salvação para a família de Augusto, e a relutância de Paulo em aceitar isso os desespera. Mônica, angustiada, questiona Paulo sobre o cancelamento do casamento. Paulo, confuso, prefere conversar primeiro com Esmeralda antes de tomar uma decisão. Paulo relata a Esmeralda que viu um vídeo onde Dona Rita confessa que os gêmeos são seus filhos.

A Gata: Resumo da semana 20 de novembro a 24 de novembro de 2023

Resumo da novela A Gata de segunda-feira, 20/11/2023 –

Esmeralda confronta Paulo, destacando como é conveniente para ele necessitar de um vídeo extremo para acreditar em suas palavras. Ela responsabiliza Paulo por sua falta de confiança e sugere que ele siga seus planos com Mônica. Silencioso propõe a Augusto cancelar o casamento de Paulo e Mônica em troca da retirada da queixa contra ele. Augusto, percebendo a importância de Esmeralda, recusa a proposta, decidindo não cancelar o casamento. Paulo procura Esmeralda em sua casa, mas não a encontra. Uma briga ocorre entre ele e Damião quando se cruzam. Esmeralda chega e separa a briga. Lorena sugere que Augusto aceite a proposta do Silencioso, mas ele recusa, preferindo enfrentar as consequências. Inês pede ajuda a Esmeralda para sair da delegacia, alegando ser injustamente acusada. Esmeralda solicita ao advogado Osório que ajude Inês. Esmeralda informa a Inês sobre a condição de Dona Rita no hospital.

Resumo da novela A Gata de terça-feira, 21/11/2023 –

Inês visita sua avó, pedindo perdão, e Dona Rita enfatiza que não há necessidade de perdão. Augusto reclama com Lorena sobre a humilhação dos amigos. Mariano aconselha Paulo a mudar de atitude para casar com Mônica. Paulo confessa que só pode ver Mônica como uma irmã. Jacira revela a Paulo que Esmeralda nunca teve outro homem além dele. Esmeralda diz a Paulo que não derramará lágrimas por ele e o encoraja a seguir com seus planos com Mônica. Silencioso lamenta não ter impedido o casamento de Paulo e Mônica. Esmeralda assegura a Silencioso que não é sua culpa. Dona Rita expressa a Inês sua satisfação por ela não andar mais com Garrancho. Inês defende seu amor por Garrancho. Esmeralda conta a Silencioso sobre a dificuldade em cancelar o casamento de Paulo e Mônica. Paulo deseja que Esmeralda o veja se casando com Mônica, enquanto Mariano sugere que Paulo deixe Esmeralda em paz.

Resumo da novela A Gata de quarta-feira, 22/11/2023 –

Paulo insinua que Mariano parece apaixonado por Esmeralda. Mariano nega. Paulo, no altar, se depara com Jacira e um bebê, pedindo desculpas a Mônica e recusando o casamento, alegando a responsabilidade com seus filhos. Lorena e Mariano insultam Paulo, e Roberto declara hostilidade contra os Martinez Negrete. Jacira revela a Esmeralda que Paulo não se casou por causa do bebê. Mônica pede aos pais que não prejudiquem Paulo, assumindo a responsabilidade pelo casamento fracassado. Augusto revela a Paulo que Esmeralda é filha de Fernando. Silencioso agradece a Jacira por impedir o casamento. Augusto confessa que o dinheiro da família pertence a Fernando. Mônica pede a Esmeralda que não a considere inimiga, pois sempre soube do amor dela por Paulo.

Resumo da novela A Gata de quinta-feira, 23/11/2023 –

Mônica aconselha Esmeralda a ir atrás de Paulo, afirmando que são feitos um para o outro. Paulo consegue um emprego para pintar um mural em um teatro, visando sustentar seus filhos. O advogado Mendes alerta Paulo sobre sua saúde precária devido à falta de sono e alimentação. Gisele elogia a pintura de Paulo e sugere expor suas obras em sua galeria. Esmeralda procura Paulo na casa dos Martinez Negrete, sendo expulsa por Lorena. Mariano aconselha Esmeralda a não desistir de Paulo. Esmeralda fica surpresa ao saber que Paulo está trabalhando incansavelmente para sustentar seus filhos. Augusto contrata um fotógrafo para criar evidências comprometedoras de Esmeralda.

Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 24/11/2023 –

Mariano pede a Paulo que seja forte. Paulo, focado no mural, recusa a ideia de retornar para Esmeralda. Augusto utiliza as fotos adulteradas para incriminar Esmeralda. Paulo confronta seus pais ao descobrir que Esmeralda está desaparecida. No hospital, Paulo recebe fotos manipuladas de Esmeralda com outro homem. Damião alerta que é uma armadilha. Esmeralda, confusa, vai para a casa do Silencioso, onde encontra Paulo. Silencioso revela que a provocação é obra de Lorena e Augusto, antecipando uma guerra. Esmeralda se irrita quando Silencioso a proíbe de levar os filhos para ver Paulo. Mariano avisa Mônica sobre o acidente de Paulo. Esmeralda visita Paulo, confessando seu amor, mas Mariano mente sobre a ausência de Paulo no hospital. Esmeralda desiste de lutar pelo amor de Paulo. Augusto prepara uma vingança contra Esmeralda, contratando um fotógrafo para criar provas falsas.

O resumo semanal da novela A Gata é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Cinema 26 desta sexta (2) traz Red: Crescer é Uma Fera, animação divertida da Pixar

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Nesta sexta-feira, 2 de janeiro, a TV Globo leva ao ar no Cinema 26 o filme Red: Crescer É Uma Fera, animação da Pixar que conquistou o público ao falar de um tema universal de forma leve, divertida e profundamente honesta: crescer nem sempre é simples. Lançado originalmente em 2022, o longa se tornou um dos títulos mais comentados do estúdio justamente por transformar as inseguranças da adolescência em uma metáfora visual criativa e cheia de personalidade.

A história acompanha Meilin Lee, ou apenas Mei, uma garota sino-canadense de 13 anos que vive no início dos anos 2000. Boa aluna, dedicada à família e sempre preocupada em agradar a mãe, Mei vê sua rotina virar de cabeça para baixo quando passa a enfrentar as transformações típicas da adolescência. Entre novas amizades, paixões inesperadas e o desejo de ser aceita, ela descobre que não é mais tão fácil manter tudo sob controle. Como se isso não bastasse, toda vez que fica muito nervosa, animada ou estressada, Mei literalmente se transforma em um enorme panda-vermelho.

A ideia absurda e ao mesmo tempo genial serve como metáfora para as mudanças físicas e emocionais da puberdade. O panda não é apenas uma criatura fofa e caótica, mas a representação de sentimentos que a personagem ainda não sabe lidar: raiva, vergonha, empolgação e vontade de se afirmar no mundo. O filme trata essas emoções com humor, sensibilidade e empatia, sem subestimar o público mais jovem nem afastar os adultos que se reconhecem nas situações vividas pela protagonista.

A relação entre Mei e sua mãe, Ming, é um dos pontos centrais da narrativa. Superprotetora e exigente, Ming acredita estar fazendo o melhor para a filha, mas acaba criando uma pressão constante. Esse conflito geracional é retratado de forma muito real, especialmente em famílias que carregam tradições culturais fortes. O longa não busca vilões ou culpados, mas mostra como amor e cobrança podem caminhar juntos e, muitas vezes, se confundir.

Dirigido por Domee Shi, em sua estreia em longas-metragens, Red: Crescer É Uma Fera também marcou um momento histórico para a Pixar. Shi se tornou a primeira mulher a dirigir sozinha um filme do estúdio, liderando também a primeira equipe criativa majoritariamente feminina da empresa. A diretora já havia chamado atenção anteriormente com o curta Bao, vencedor do Oscar, e trouxe para este projeto muitas experiências pessoais, o que ajuda a explicar o tom íntimo e verdadeiro da história.

A própria Domee Shi revelou que a ideia do filme nasceu de memórias da sua adolescência, descrevendo essa fase da vida como um período em que todos se sentem “uma fera hormonal selvagem e peluda”. Essa honestidade é o que dá força ao filme. Ao invés de suavizar demais as emoções, a animação abraça o exagero, algo que combina perfeitamente com o estilo da Pixar e com o olhar adolescente sobre o mundo.

Visualmente, o filme aposta em traços mais cartunizados, expressões exageradas e cores vibrantes, fugindo um pouco do realismo tradicional do estúdio. A escolha reforça o tom emocional da narrativa e aproxima o público da visão interna de Mei, onde tudo parece intenso, urgente e grandioso. A ambientação nos anos 2000 também adiciona um charme especial, com referências à cultura pop da época, boy bands fictícias e hábitos que despertam nostalgia em quem cresceu naquele período.

No elenco de vozes original, Rosalie Chiang dá vida a Meilin Lee, enquanto Sandra Oh interpreta Ming, entregando uma performance marcante e cheia de nuances. Ava Morse, entre outros nomes, completa o elenco principal. A produção é assinada pela Pixar Animation Studios em parceria com a Walt Disney Pictures, com distribuição da Walt Disney Studios Motion Pictures.

Apesar de ter dividido opiniões na época do lançamento, especialmente entre públicos mais conservadores, Red: Crescer É Uma Fera encontrou seu espaço e se consolidou como uma das animações mais autorais da Pixar. O filme fala diretamente sobre identidade, aceitação e o medo de decepcionar quem amamos, temas que atravessam gerações e culturas.

Lollapalooza Brasil 2026 na TV: Saiba onde assistir, horários e os destaques do line-up do festival

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A 13ª edição do Lollapalooza Brasil começa nesta sexta-feira, 20 de março, consolidando mais uma vez o festival como um dos maiores eventos musicais do país. Realizado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o evento vai além da experiência presencial e aposta em uma ampla cobertura televisiva e digital, permitindo que o público de todo o Brasil acompanhe os shows em tempo real até o domingo, dia 22.

Com um lineup que equilibra nomes consagrados e artistas em ascensão, o Lollapalooza 2026 também reforça sua estratégia de democratização do acesso ao festival por meio de uma transmissão multiplataforma robusta, que inclui TV por assinatura, streaming e TV aberta.

Onde assistir ao Lollapalooza Brasil 2026?

A cobertura ao vivo do festival começa diariamente a partir das 14h30 e será exibida simultaneamente pelo Multishow e pelo Canal Bis. Para quem prefere acompanhar online, o Globoplay disponibiliza a transmissão completa para assinantes do plano Premium, incluindo um sinal extra em 4K.

Uma das novidades é que o público que não possui assinatura também poderá assistir ao evento. O Globoplay abrirá um sinal gratuito que alterna, a cada 30 minutos, entre as transmissões do Multishow e do Canal Bis, garantindo acesso aos quatro palcos do festival, ainda que de forma intercalada.

Já a TV Globo aposta em uma cobertura complementar, com flashes ao longo da programação diária e exibições especiais nas madrugadas, reunindo os principais momentos de cada dia. Na semana seguinte ao festival, a emissora ainda leva ao ar um especial com os destaques mais marcantes da edição.

Quem comanda a transmissão?

A cobertura será liderada por um time já conhecido do público que acompanha música e entretenimento. Chinaina, Dedé Teicher, Guilherme Guedes, Laura Vicente e Magá Moura são os responsáveis por conduzir as transmissões no Multishow, Canal Bis e Globoplay, trazendo bastidores, entrevistas exclusivas e análises dos shows.

Na estreia do festival, a sexta-feira (20), a cantora Isa Buzzi participa como apresentadora convidada, ampliando a conexão com o público jovem. Já na TV Globo, a jornalista Kenya Sade assume a apresentação dos especiais diretamente de Interlagos, com foco nos grandes momentos do evento.

Diversidade sonora marca edição 2026

O Lollapalooza Brasil 2026 mantém sua tradição de reunir diferentes gêneros musicais em um mesmo espaço, promovendo encontros entre pop, rock, eletrônico, rap e música alternativa.

Sexta-feira (20 de março)

O primeiro dia traz como destaques principais nomes como Sabrina Carpenter, Deftones e Doechii. A programação também inclui artistas como Kygo, Interpol, Ben Böhmer e a brasileira Negra Li, além de bandas e projetos alternativos que reforçam a diversidade do festival.

Sábado (21 de março)

No sábado, o festival aposta em uma mistura de estilos com Chappell Roan, Skrillex e Lewis Capaldi liderando a noite. O dia também conta com apresentações de Marina, Cypress Hill e TV Girl, além da presença do grupo de K-pop RIIZE, ampliando o alcance internacional do evento.

Domingo (22 de março)

Encerrando o festival, o domingo reúne nomes como Tyler, The Creator, Lorde e Turnstile. A programação ainda inclui artistas como Peggy Gou, Addison Rae e Mundo Livre S/A, garantindo uma despedida com forte apelo entre diferentes públicos.

Experiência além dos palcos

Mesmo para quem acompanha de casa, a proposta da transmissão é ir além dos shows. A cobertura inclui bastidores, curiosidades sobre os artistas, entrevistas e momentos exclusivos que não são vistos pelo público presente no Autódromo de Interlagos.

Essa abordagem reforça uma tendência crescente dos grandes festivais internacionais: transformar o evento em uma experiência multiplataforma, capaz de engajar diferentes perfis de público, independentemente da presença física.

Estratégia de expansão e alcance nacional

A decisão de ampliar o acesso gratuito via Globoplay e investir em múltiplos canais de transmissão reflete uma estratégia clara de expansão de audiência. Ao permitir que espectadores acompanhem o festival de qualquer lugar do país, o Lollapalooza fortalece sua marca e amplia o impacto cultural do evento.

Além disso, a exibição em TV aberta, ainda que em formato de flashes e especiais, contribui para alcançar um público mais amplo, que nem sempre acompanha conteúdos em plataformas pagas.

Reacher volta em agosto! Prime Video confirma a estreia da 4ª temporada e revela qual livro será adaptado

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de meses sem novidades, o Prime Video finalmente marcou a data de estreia da 4ª temporada de Reacher. Os novos episódios chegam ao catálogo em 12 de agosto, dando sequência à adaptação da famosa série de livros escrita por Lee Child.

O novo ano será inspirado em Gone Tomorrow, décimo terceiro romance da franquia. A história acompanha Jack Reacher durante uma viagem de metrô em Nova York, onde um encontro aparentemente comum termina em uma morte misteriosa. A partir daí, o ex-policial militar acaba envolvido em uma investigação que mistura agentes do governo, conspirações e interesses políticos.

Desde a estreia, em 2022, a produção encontrou um caminho próprio ao apostar em histórias fechadas a cada temporada, mantendo apenas o protagonista como elo entre elas. A fórmula permitiu adaptar diferentes livros sem depender de grandes ganchos, algo que agradou tanto aos leitores quanto a quem conheceu o personagem pela televisão.

Alan Ritchson (Velozes & Furiosos 10 e Ordinary Angels) retorna como Jack Reacher, o ex-major da polícia militar que vive na estrada e costuma resolver problemas do jeito mais direto possível. Também está de volta Maria Sten (Swamp Thing e Channel Zero) no papel de Frances Neagley, uma das poucas pessoas em quem Reacher realmente confia.

Criada por Nick Santora (Prison Break e Scorpion), a adaptação chegou ao streaming em fevereiro de 2022 baseada no romance Dinheiro Sujo, primeiro livro da série literária. O bom desempenho fez o serviço de streaming acelerar os planos para os anos seguintes, transformando a produção em uma das principais franquias de ação da plataforma.

A segunda temporada adaptou Bad Luck and Trouble, reunindo antigos integrantes da unidade militar de Reacher. Já o terceiro ano levou às telas Persuader, colocando o protagonista infiltrado em uma operação para resgatar um informante e enfrentar um inimigo do passado.

Agora, a expectativa fica por conta da adaptação de Gone Tomorrow, um dos livros mais elogiados de Lee Child por combinar suspense investigativo, ação e uma conspiração que cresce a cada capítulo. Se a série mantiver o ritmo das temporadas anteriores, o novo caso tem potencial para colocar Reacher diante de uma de suas missões mais perigosas até agora.

“Cine Record Especial” desta terça (29/07) exibe o suspense explosivo “Carta Selvagem”, com Jason Statham

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Foto: Reprodução/ Internet

Na vida, algumas histórias começam no fundo do poço. E é de lá que surge Nick Wild, o protagonista de “Carta Selvagem”, filme que será exibido nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, às 22h30, no Cine Record Especial. Estrelado por Jason Statham, dirigido por Simon West e com roteiro do lendário William Goldman, o longa mistura ação explosiva com drama psicológico, numa combinação que promete prender o espectador do início ao fim.

Sim, é um filme de pancadaria. Sim, tem perseguições, tiros e mafiosos. Mas há algo a mais aqui — e esse “a mais” vem justamente de onde a maioria dos filmes de ação costuma passar longe: da dor humana, da tentativa de mudar, do fracasso repetido, da culpa e, principalmente, da chance de recomeçar.

Nick Wild: o anti-herói com o rosto de Jason Statham

Quando falamos de Jason Statham, a imagem que nos vem à mente é a do durão silencioso que resolve tudo na base do soco. De certa forma, é isso que vemos em Carta Selvagem, mas com uma diferença importante: Nick Wild é um personagem quebrado por dentro, que usa a violência como defesa e o vício como anestesia.

Nick trabalha como guarda-costas freelance em Las Vegas, uma cidade onde a sorte pode mudar em segundos, mas onde as pessoas raramente mudam. Com um passado nas forças especiais e um presente tomado pela compulsão em jogos, ele vive à margem, tentando se equilibrar entre a sobrevivência e o desejo de deixar tudo para trás. E é nesse cenário que o filme nos apresenta sua principal virada.

Quando Holly, sua única amiga de verdade, é espancada por um grupo de homens ligados ao crime organizado, Nick vê uma oportunidade de fazer o certo — mesmo que isso custe caro. E custa.

Mais do que vingança: a jornada pela redenção

“Carta Selvagem” pode até se vender como um filme de vingança, mas em sua essência é uma história de redescoberta e redenção. O roteiro de William Goldman, adaptado do próprio romance Heat, evita os atalhos fáceis. Aqui, os personagens erram, sentem medo, hesitam. Nick não é invencível. Ele sangra, se descontrola, volta a jogar, perde de novo. E isso torna tudo mais real.

Statham, conhecido por personagens lineares, tem aqui a chance de mostrar mais nuance. Em vários momentos, seu rosto fechado revela algo além da frieza: cansaço, arrependimento, solidão. Quando ele escuta um cliente dizendo que quer ver “alguém fazer justiça de verdade”, Nick hesita. Ele sabe o preço que se paga por essa justiça. Já o espectador, nesse ponto, está envolvido demais para torcer por outra coisa.

Las Vegas: personagem à parte

Filmes ambientados em Las Vegas sempre trazem um charme à parte. Mas em Carta Selvagem, o glamour dá lugar à sujeira das ruas secundárias, aos becos perigosos, aos cassinos decadentes onde se joga o que se tem — e o que não se tem também. A cidade é retratada como uma selva de concreto, onde cada passo em falso pode custar a vida.

A direção de Simon West, conhecido por sucessos como Con Air e Os Mercenários 2, evita exageros visuais. Ao contrário: as cenas de luta são secas, diretas, dolorosas. Nada de acrobacias impossíveis ou explosões mirabolantes. Aqui, a violência é real, suja, física. Quase desconfortável de assistir, e por isso mesmo, mais impactante.

Elenco afinado e participações especiais

Além de Statham, o filme traz um elenco coeso e cheio de surpresas. Michael Angarano interpreta Cyrus Kinnick, um jovem milionário com dificuldades sociais que contrata Nick como segurança. A relação entre os dois é curiosa e inesperadamente tocante: há ali uma troca de confiança, de proteção mútua, e uma sutil camada de ternura que humaniza ainda mais o protagonista.

Dominik García-Lorido (filha de Andy Garcia) dá vida à decidida Holly, cuja busca por justiça é o estopim da trama. E Milo Ventimiglia, o querido Jack Pearson da série This Is Us, aparece em um papel completamente oposto: o vilão sádico Danny DeMarco, filho de um mafioso poderoso e dono de uma crueldade fria e calculada.

Entre os coadjuvantes, há participações de Stanley Tucci, Jason Alexander e Sofía Vergara, todos em pontas curtas, mas memoráveis. As presenças conhecidas ajudam a reforçar a ideia de um mundo recheado de personagens ambíguos, onde ninguém é 100% bom ou 100% mau.

A raiz literária do filme

Um dos aspectos mais curiosos do filme é seu roteiro. Ele não nasceu como filme de ação, mas como literatura. William Goldman, autor do romance Heat, é um nome respeitado em Hollywood. Vencedor de dois Oscars (Butch Cassidy e Todos os Homens do Presidente), Goldman é mestre em construir personagens complexos em meio a situações extremas.

A primeira versão cinematográfica do livro foi lançada em 1986, estrelada por Burt Reynolds. Embora pouco conhecida hoje, essa adaptação original foi importante para consolidar a ideia de que filmes de ação podiam ter profundidade emocional. A versão de 2015, estrelada por Statham, é uma releitura mais contemporânea e urbana — mais crua, talvez, mas fiel ao espírito do autor.

Um filme sobre fracassos (e sobre tentar de novo)

O coração de Carta Selvagem não está nas lutas, nas armas ou nos mafiosos. Está nos silêncios. Nos momentos em que Nick olha para o espelho e não gosta do que vê. Nas vezes em que promete parar de jogar — e volta a jogar. No medo de se tornar alguém irrelevante. No desejo quase infantil de sair de Las Vegas e morar em Nice, na França, um sonho que parece sempre dois passos além do seu alcance.

Talvez por isso o filme ressoe com tanta gente. Porque no fundo, quem nunca teve um plano de recomeço engavetado? Quem nunca tropeçou nos próprios vícios? Quem nunca teve medo de si mesmo? Essa camada mais humana transforma a produção em algo que vai além do gênero. É um filme de ação com alma — e isso não é pouco.

Onde e quando assistir

O filme será exibido nesta terça na tela da Record e é uma ótima oportunidade para quem gosta de ação, mas também aprecia uma boa história com personagens densos. E se você perder a exibição na TV, não tem problema: O longa-metragem está disponível para streaming no Amazon Prime Video, tanto para assinantes quanto para aluguel avulso (a partir de R$ 6,90).

Vale a pena?

Se você está acostumado com Jason Statham em modo automático — atirando, correndo, batendo — prepare-se para uma versão diferente do ator. Ainda violento, ainda ágil, mas com mais peso emocional. E isso faz toda a diferença. O filme americano com certeza é uma experiência intensa, que começa como um suspense policial e termina como uma reflexão sobre escolhas, perdas e redenção. Um filme que mostra que até os durões também choram, mesmo que por dentro.

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