James Gunn compartilha novos detalhes do filme Superman – Man of Tomorrow

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O futuro do universo cinematográfico da DC começa a se desenhar com clareza. Desde que James Gunn assumiu a tarefa de reestruturar a franquia ao lado do produtor Peter Safran, cada anúncio e cada lançamento têm sido acompanhados de perto por fãs e críticos. A missão vai além de revitalizar personagens icônicos: é reconquistar a confiança de um público que viveu altos e baixos com o antigo DCEU. O primeiro grande marco dessa fase foi Superman (2025), filme que trouxe uma versão jovem, vulnerável e inspiradora do herói. O sucesso abriu caminho para Man of Tomorrow, previsto para 2027, e já cercado de expectativa.

Nas redes sociais, Gunn destacou a conexão entre Man of Tomorrow e a segunda temporada de Pacificador. Ele reforçou que cada produção pode ser apreciada isoladamente, mas admitiu que há um elo narrativo entre os dois projetos. O contraste entre os universos chama atenção: enquanto Superman lida com dilemas morais e políticos, Pacificador explora humor ácido, crítica social e violência. Integrar essas tonalidades tão distintas é um movimento ousado que pode definir a identidade do novo DCU.

A base do novo capítulo

O lançamento de Superman marcou o início do “Capítulo 1: Deuses e Monstros”, a etapa que reinicia totalmente o universo DC nos cinemas. Escrito e dirigido por Gunn, o filme trouxe David Corenswet como Clark Kent, Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult no papel de Lex Luthor. Inspirado em All-Star Superman, o longa apresentou um herói ainda em formação, lidando com responsabilidades que vão além de seus poderes.

A trama mistura política internacional, manipulação midiática e a ameaça de Ultraman, um clone usado para incriminar o protagonista. Lex Luthor surge como cérebro da crise, explorando ciência e desinformação para seus fins. No desfecho, o Homem de Aço recupera sua imagem, reafirma sua conexão com a humanidade e consolida seu papel como símbolo de esperança.

Críticos destacaram a abordagem leve e sincera, que combina ação com temas atuais como fake news e jogos de poder. Corenswet recebeu elogios por equilibrar inocência e firmeza, Brosnahan foi reconhecida por dar à Lois Lane um protagonismo além do romance, e Hoult impressionou ao transformar Luthor em uma presença ameaçadora e carismática.

O que podemos esperar de Man of Tomorrow?

Se o primeiro filme apresentou o herói a um novo público, o novo longa-metragem tem a missão de consolidá-lo como líder de um universo em expansão. O título, clássico nos quadrinhos, indica que a história explorará legado, responsabilidades e desafios futuros.

Gunn tem sido discreto sobre detalhes, mas pistas já alimentam teorias. Questionado sobre o papel de Lois Lane, respondeu apenas: “Ela é importante”, sinalizando que a personagem terá relevância central, possivelmente conectando Clark às decisões políticas e sociais que surgirão.

O anúncio do filme veio acompanhado de artes oficiais de Jim Lee, Jorge Jimenez e Mitch Gerards. As ilustrações destacam a relação ambígua entre Superman e Luthor: em algumas, os dois aparecem lado a lado; em outras, em confronto direto. A armadura de Luthor sugere que o vilão terá uma presença mais física e ameaçadora, diferente de sua atuação nos bastidores.

Elenco e personagens

O núcleo principal retorna, mantendo a química que agradou em 2025. Além de Corenswet e Brosnahan, Nicholas Hoult volta como Luthor, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen e Wendell Pierce como Perry White. A manutenção desses personagens reforça que a narrativa não se restringe a superpoderes, mas explora jornalismo, ética e a busca pela verdade em um mundo polarizado. Clark Kent continua sendo mais que Superman: é repórter, observador do mundo e participante ativo das questões sociais. Essa dualidade é um dos diferenciais que o destacam dentro do gênero de heróis.

A ponte com Pacificador

Enquanto Superman abordou reputação e aceitação, Man of Tomorrow foca em liderança e alianças, cenário em que Pacificador terá ligação direta. A série de John Cena mostrou um anti-herói cínico e contraditório; na segunda temporada, eventos do longa do Superman devem dialogar com a visão de justiça de Christopher Smith. Essa interação oferece ao público diferentes perspectivas sobre heroísmo: uma baseada na esperança e no altruísmo, outra marcada por violência e pragmatismo. A estratégia de Gunn amplia o leque de experiências dentro do DCU, equilibrando personagens idealizados e figuras mais humanas e controversas.

Cine Maior 13/04/2025: Record apresenta o filme Sem Saída

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A programação da Record TV promete muita emoção neste domingo, 13 de abril de 2025. O Cine Maior exibe o thriller de ação “Sem Saída” (Abduction, no original), longa estrelado por Taylor Lautner, Lily Collins e Alfred Molina, com direção de John Singleton. O filme vai ao ar à tarde e é classificado para maiores de 14 anos.

Lançado nos cinemas em setembro de 2011, “Sem Saída” mistura ação, suspense e descobertas pessoais em uma narrativa que prende o público do início ao fim. No enredo, Nathan (Taylor Lautner) é um adolescente aparentemente comum, criado por Kevin (Jason Isaacs) e Mara (Maria Bello), e apaixonado por sua vizinha Karen (Lily Collins). A vida tranquila do jovem muda drasticamente quando, durante um trabalho escolar, ele encontra uma foto antiga de uma criança desaparecida — que se parece exatamente com ele.

A partir dessa descoberta, Nathan mergulha em uma investigação sobre sua verdadeira identidade. Sem entender o que está acontecendo, ele se vê no meio de uma trama perigosa envolvendo agentes da CIA e um misterioso inimigo internacional, o agente sérvio Kozlow (Michael Nyqvist). Sem tempo para respostas, ele precisa fugir ao lado de Karen enquanto tenta descobrir quem realmente é e por que está sendo perseguido.

Além de cenas de ação eletrizantes, o filme também aborda temas como identidade, confiança e amadurecimento forçado diante do perigo. Para os fãs do gênero e admiradores de Taylor Lautner, “Sem Saída” é uma oportunidade de vê-lo em um papel mais maduro, longe do universo de vampiros e lobisomens da saga Crepúsculo.

Para quem perder a exibição na TV, o longa também está disponível para aluguel no Prime Video, com preços a partir de R$ 11,90.

O Cine Maior é exibido nas tardes de domingo na Record TV e traz semanalmente grandes títulos do cinema mundial. Não perca a chance de acompanhar esse suspense envolvente, com reviravoltas inesperadas e uma fuga que desafia os limites da confiança e da coragem.

Conversa com Bial desta sexta (11): Drauzio Varella revela o que a medicina ensina sobre a vida e a escrita

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Na madrugada desta sexta-feira, 11 de julho de 2025, o “Conversa com Bial” traz para o seu palco um dos maiores nomes da medicina e da literatura do Brasil: o renomado médico e escritor Drauzio Varella.

“A medicina implica em você tentar entender o outro”

Com a experiência de décadas dedicadas à medicina, o entrevistado d anoite reflete sobre o ofício que vai muito além de diagnósticos e tratamentos: “A medicina implica em você tentar entender o outro”, afirma. Esse olhar atento para a complexidade humana, segundo ele, pode ser uma das razões pelas quais tantos médicos que escrevem acabam se tornando bons escritores, capazes de traduzir as nuances da vida em palavras.

Novo livro

Durante a conversa, Drauzio apresenta seu mais recente lançamento literário, “O Sentido das Águas: histórias do Rio Negro”. A obra reúne relatos e reflexões inspirados na região amazônica, trazendo à tona histórias humanas e naturais que mostram a força e a delicadeza do Rio Negro e de seus povos.

Não perca essa entrevista inspiradora, que mistura ciência, literatura e humanidade, nesta sexta-feira, às 23h30, no GNT, na TV Globo, e no GloboPlay. Uma oportunidade para mergulhar na mente e no coração de Varella e entender por que sua visão médica também é uma janela para o mundo da escrita.

O Sentido das Águas: histórias do Rio Negro

Imagine um livro que é quase um convite para sentir na pele a imensidão da floresta amazônica, o sussurrar das águas escuras e o pulsar dos povos que vivem em harmonia com esse cenário. O Sentido das Águas é exatamente isso — uma viagem que vai muito além da geografia, trazendo o rio Negro à vida em todas as suas cores, sons e mistérios. Com mais de 1.200 quilômetros de extensão, suas águas âmbar refletem as copas das árvores e o céu, criando um espetáculo onde a natureza parece dançar entre o real e o encantado. Por meio de relatos colhidos ao longo de 30 anos, Varella nos conduz por histórias vibrantes e cheias de alma, onde a floresta não é só pano de fundo, mas protagonista, assim como as gentes que a habitam, carregando saberes, crenças e uma cultura que pulsa forte como as próprias águas do rio.

Conheça mais sobre o convidado

Ele não é só um médico; é um contador de histórias da vida real, um explorador da condição humana que há décadas busca entender o outro — seja nos corredores frios de hospitais ou nos cantos remotos da Amazônia. Nascido em São Paulo em 1943, e formado pela USP, ele fez da medicina um caminho para a empatia e o olhar sensível. Sua trajetória inclui trabalhos em hospitais, prisões e centros de detenção, onde escutou e deu voz a quem muitas vezes foi invisível. Além de médico, é um escritor que transforma vivências em narrativas impactantes, como no premiado Estação Carandiru. Em O Sentido das Águas, Drauzio se transforma em um viajante das palavras e dos sentidos, revelando que entender a vida passa também por aprender a enxergar o mundo com curiosidade e respeito — afinal, para ele, a medicina é um exercício constante de humanidade.

Qual horário será exibido?

Sob a apresentação de Pedro Bial, a entrevista será exibida às 23h30 no GNT, na TV Globo, logo após o Jornal da Globo, e também ficará disponível para streaming a qualquer momento no GloboPlay.

Invasão a Londres domina o Cine Maior deste domingo (13) com ação implacável e tensão internacional

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Há filmes que entregam ação. Outros, tensão. E há aqueles que fazem as duas coisas ao mesmo tempo, sem deixar o espectador piscar. Neste domingo, 13 de julho, às 15h, a Record TV leva ao ar no Cine Maior o intenso Invasão a Londres — um thriller que transforma um funeral de Estado em um campo de guerra e mostra que, quando o mundo desmorona, o instinto de sobrevivência é tudo o que resta.

🕊️ Um luto que vira caos

A morte do primeiro-ministro britânico reúne os líderes mais poderosos do planeta no coração de Londres. Tudo deveria correr dentro do protocolo: discursos, homenagens, segurança máxima. Mas o que se vê a seguir é o completo colapso de uma cidade — e de uma rotina internacional — sob um ataque terrorista coordenado com precisão cirúrgica.

De repente, a capital inglesa se transforma num labirinto de destruição. E é nesse cenário que o agente secreto Mike Banning, vivido por Gerard Butler (300, Invasão à Casa Branca), precisa entrar em ação. Sua missão é uma só: proteger o presidente dos Estados Unidos, Benjamin Asher (Aaron Eckhart, O Cavaleiro das Trevas), custe o que custar.

👣 Um homem contra o impossível

Mike Banning não é um super-herói. Ele sangra, se cansa, erra. Mas também é movido por uma lealdade que não se negocia. Com a cidade sitiada, drones vigiando os céus e atiradores em cada esquina, ele se torna o único escudo entre o presidente e a morte certa. Ao mesmo tempo, nos bastidores do poder, o vice-presidente Trumbull, interpretado com a autoridade serena de Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Invictus), tenta ganhar tempo — e salvar o pouco que restou de controle político.

🎬 Realismo que invade a tela

Dirigido por Babak Najafi (Força de Ataque), o longa não aposta em pirotecnias exageradas. Aqui, a câmera corre junto com os personagens, quase como se o espectador estivesse no meio da confusão, tentando escapar também. Cada explosão parece suar, cada perseguição tem peso. O resultado é uma ação que grita — mas com credibilidade.

E o roteiro, assinado pela dupla Katrin Benedikt e Creighton Rothenberger, vai além da adrenalina: ele cutuca as estruturas de poder, o medo do terror moderno e as consequências de decisões que acontecem longe dos olhos do público, mas que podem mudar o rumo de um país em segundos.

🎭 Elenco que sustenta a tensão com alma

  • Gerard Butler brilha como o agente Banning, num papel físico e emocionalmente desgastante — e por isso tão humano.
  • Aaron Eckhart traz ao presidente Asher não só presença, mas vulnerabilidade. É um líder que também teme, que hesita, que sente.
  • E Morgan Freeman é, como sempre, um espetáculo à parte. Seu olhar diz mais do que muitos discursos — e seu personagem sustenta a narrativa nos bastidores com inteligência e firmeza.

🌍 Londres como você nunca viu

As ruas de Londres, sempre tão cheias de história, viram cenário de combate. Palácios, pontes e monumentos desabam em cenas que impressionam não apenas pelos efeitos visuais, mas pelo realismo com que são retratadas. Tudo soa possível — e isso é o mais assustador.

📌 Vale a pena assistir?

Vale. Porque além de ser um prato cheio para os fãs de ação, Invasão a Londres também nos lembra que coragem não nasce da certeza, mas da urgência. Que heróis nem sempre vestem capas — às vezes, vestem coletes, suam, correm, vacilam… mas não desistem.

Por trás das explosões: os segredos e curiosidades

🎬 Uma Londres recriada… longe de Londres

Apesar de se passar quase inteiramente na capital britânica, boa parte de Invasão a Londres não foi filmada no Reino Unido. Por razões orçamentárias e logísticas, muitas cenas foram gravadas em Sofia, na Bulgária, onde cenários londrinos foram cuidadosamente recriados. Até ruas inteiras foram digitalmente adaptadas para simular locais reais como Westminster e a Ponte de Londres — um feito que mescla cenografia tradicional e efeitos digitais com precisão.

🎥 Um funeral, duas agendas — e cenas separadas

Embora os personagens de Gerard Butler (Mike Banning) e Morgan Freeman (Vice-presidente Trumbull) pareçam interagir diretamente, os dois atores nunca estiveram juntos no set. A produção precisou se adaptar às agendas apertadas de ambos e filmou as cenas em momentos distintos, combinando os planos na montagem final com o uso de dublês e composição digital.

Para o espectador, é imperceptível. Para os realizadores, foi uma verdadeira dança de bastidores.

🏃 Butler correu de verdade… e com sotaque disfarçado

A cena de abertura, em que Mike Banning atravessa correndo Kensington Gardens, foi gravada em locação real, com câmeras móveis e pouco uso de figurantes contratados, o que deu à sequência um realismo quase documental.

E um detalhe curioso: mesmo sendo escocês, Butler passou por um processo intenso de redução de sotaque para manter o tom americano do personagem. O curioso é que, em algumas cenas ao lado do ator Bryan Larkin, também escocês, o sotaque original escapa discretamente — uma espécie de “deslize afetivo” entre conterrâneos.

🎧 A voz de Morgan Freeman foi parar no Waze

Como parte da campanha de lançamento do filme, a produtora fez um acordo inusitado: Morgan Freeman virou narrador oficial do Waze por um tempo, guiando motoristas com a mesma voz calma e autoritária que usa para comandar crises internacionais nos filmes. A ideia era promover o filme de maneira criativa — e funcionou: fãs adoraram receber ordens de direção de alguém com tanto peso dramático.

💣 Efeitos que custaram suor (e quase dois anos)

As cenas de destruição urbana — explosões em tempo real, helicópteros caindo e prédios colapsando — exigiram um trabalho minucioso de pós-produção que levou mais de 18 meses para ser finalizado. Os efeitos foram criados em camadas: primeiro os planos reais, depois maquetes digitais, e por fim os elementos gráficos que simulam destruição, fumaça e impacto.

Segundo técnicos da equipe, o maior desafio foi manter o realismo em cenas que não podiam ser filmadas com explosivos reais em ambientes urbanos.

🎭 Treinamento militar para não parecer “Hollywood demais”

A produção contou com consultores táticos militares para orientar o elenco principal. Gerard Butler, inclusive, passou semanas aprendendo protocolos reais de combate e proteção de autoridades para interpretar Banning com mais credibilidade. A ideia era fugir dos clichês de ação exagerada e trazer uma abordagem mais realista, baseada em como verdadeiros agentes de segurança se comportam em situações extremas.

Teaser sinistro de Alien: Earth promete suspense e medo na nova série

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O universo Alien está de volta com tudo. Alien: Earth, a nova série que expande essa franquia lendária de terror e ficção científica, acaba de liberar seu primeiro teaser oficial, que você pode conferir logo abaixo, já deixou os fãs arrepiados e ansiosos para a estreia, marcada para 12 de agosto de 2025. Ambientada no ano de 2120, a produção promete contar uma história inédita que antecede em dois anos os eventos do clássico Alien, o 8º Passageiro, de 1979.

Se você já sentiu aquele frio na barriga ao assistir ao filme original, você vai viver uma experiência ainda mais próxima, porque desta vez o terror não está numa nave perdida no espaço — ele acontece aqui, na Terra. O teaser já entrega uma atmosfera densa, cheia de tensão e mistério, mostrando uma queda de nave espacial que desencadeia uma série de acontecimentos desesperadores. A promessa é clara: essa não será uma história qualquer de alienígenas e monstros, mas um mergulho no medo real e palpável que toma conta das pessoas diante do desconhecido.

A trama gira em torno da nave Maginot, que despenca em nosso planeta, e do grupo liderado por uma jovem interpretada por Sydney Chandler (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa). Ao lado dela, um time de soldados que não se encaixa no padrão dos heróis perfeitos precisa aprender a lidar com o caos e enfrentar uma ameaça que pode significar o fim da humanidade como conhecemos. O que torna tudo ainda mais intenso é justamente o fato de que esses personagens não são invencíveis; eles são humanos, vulneráveis, cheios de dúvidas, o que torna a tensão muito mais real e próxima do que se imagina.

Dirigida criativamente por Noah Hawley, responsável por séries reconhecidas pela profundidade psicológica como Legion, e com Ridley Scott, o visionário por trás do filme original, envolvido como produtor executivo, Alien: Earth promete um equilíbrio perfeito entre respeito ao legado da franquia e inovação. Isso significa que veremos aquela mistura clássica de suspense sufocante, terror brutal e um drama humano intenso que marcou toda a saga.

Ambientada num futuro não tão distante, o ano de 2120 traz uma visão da Terra onde a tecnologia avançou, mas a humanidade continua vulnerável — talvez até mais do que imaginamos. A chegada da nave Maginot simboliza o contato inevitável com o desconhecido e o perigo que pode estar muito mais perto do que gostaríamos de acreditar. Essa proposta da série nos coloca frente a frente com o questionamento: o que faríamos se algo inimaginável acontecesse aqui, em nossa casa?

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Além do suspense e do terror, a nova série aposta numa narrativa que explora as relações humanas sob pressão. O grupo desorganizado de soldados e a jovem protagonista não só precisam lutar contra o monstro alienígena, mas também enfrentar seus próprios medos, conflitos e desconfianças. Essa abordagem humaniza a história, fazendo com que o público se conecte emocionalmente, torça pelos personagens e sinta o peso das decisões difíceis que eles precisam tomar para sobreviver.

O elenco, que inclui talentos como Timothy Olyphant (Justified, Deadwood), Essie Davis (O Babadook, Miss Fisher’s Murder Mysteries) e Alex Lawther (The End of the F**ing World*, Black Mirror), reforça essa mistura de vulnerabilidade e força. Cada personagem carrega suas próprias histórias e complexidades, o que deve tornar o desenrolar da série cheio de reviravoltas e surpresas.

Visualmente, o teaser já dá uma amostra do clima sombrio e opressivo que dominará a produção. A escuridão dos cenários, os flashes rápidos de ação e o silêncio tenso criam uma sensação de ansiedade que se espalha a cada frame. A expectativa é que a série use esses elementos para construir uma atmosfera onde o medo se torna quase palpável, prendendo o público do começo ao fim.

Com o roteiro assinado por Hawley, sabemos que o drama psicológico e as questões existenciais estarão no centro da narrativa. Afinal, a franquia sempre se destacou por explorar não só o terror externo — a criatura alienígena — mas também o medo interno, o instinto de sobrevivência e a fragilidade da condição humana diante do desconhecido.

A estreia no Disney+ e nas plataformas FX e FX no Hulu vai permitir que a série alcance um público global, algo que é fundamental para uma produção desse porte. A reação dos fãs, já manifestada nas redes sociais, mostra que o universo Alien continua vivo no imaginário popular, e que há uma fome por histórias que tragam tensão e emoção de verdade.

Em tempos em que o avanço tecnológico nos aproxima cada vez mais do futuro, a série surge como um lembrete de que o progresso não é sinônimo de segurança absoluta. O encontro com o “outro”, o desconhecido, pode trazer consequências imprevisíveis — e a sobrevivência dependerá não só da força física, mas da capacidade humana de adaptação, cooperação e coragem.

Conversa com Bial desta quarta (13/08) recebe o cientista político Sérgio Fausto e o jornalista Jamil Chade

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Nesta quarta-feira, 13 de agosto, Pedro Bial recebe em seu programa Conversa com Bial dois nomes de peso para discutir temas que atravessam fronteiras e impactam diretamente o cenário político mundial. O cientista político Sérgio Fausto e o jornalista Jamil Chade trazem ao público análises sobre a política internacional, com especial atenção às relações do Brasil com os Estados Unidos e o recente episódio envolvendo o ex-presidente Donald Trump. A entrevista promete esclarecer os impactos dessas movimentações globais e as consequências para a democracia brasileira.

Sérgio Fausto, renomado cientista político e diretor executivo da Fundação FHC, é reconhecido por sua visão crítica sobre os desafios da democracia e a complexidade das relações internacionais. Com vasta experiência em eventos e debates que abordam desde a crise social e política na América do Sul até as relações entre Estados Unidos e China, Fausto é considerado uma referência no acompanhamento de tendências políticas globais e seu reflexo no Brasil. Entre suas participações recentes, destacam-se o lançamento do livro Inquietações de um Brasil Contemporâneo, debates sobre a COP26 e discussões sobre a autocracia na Venezuela e os riscos de contaminação para a América Latina.

Ao lado de Fausto, Jamil Chade oferece ao público um olhar direto do exterior. Correspondente na Europa há mais de duas décadas, Chade é especialista em política internacional e tem experiência única na cobertura de organizações globais, como a Organização Mundial do Comércio. Nascido em São Paulo, com descendência libanesa, Chade construiu uma carreira sólida como jornalista internacional, contribuindo para veículos como BBC, CNN, Al Jazeera, France24, El País e The Guardian. Ele também se destacou como pesquisador da Comissão Nacional da Verdade, dedicada a investigar violações de direitos humanos durante a Ditadura Militar no Brasil, e foi premiado pelo Comunique-se como o melhor correspondente brasileiro no exterior em 2011 e 2013.

O episódio desta quarta se concentra na política internacional e nos impactos do retorno de Donald Trump ao cenário político dos Estados Unidos. Chade, que está lançando um livro-reportagem sobre o tema, compartilha insights valiosos sobre a trajetória do ex-presidente, o contexto de sua base eleitoral e os reflexos desse movimento na política global. Fausto complementa a análise, apontando como decisões e discursos nos Estados Unidos reverberam em países como o Brasil, influenciando desde acordos comerciais até alianças diplomáticas.

A presença de Fausto e Chade no programa evidencia a importância de se entender a política internacional não apenas como uma sucessão de acontecimentos distantes, mas como um conjunto de decisões que afetam diretamente a vida política, econômica e social do Brasil. Em um momento em que a democracia mundial enfrenta desafios inéditos, a análise de especialistas fornece ao público ferramentas para compreender melhor o papel do país no cenário global e os riscos associados a mudanças abruptas de liderança em nações influentes.

Milly Alcock: Conheça a atriz que vive a nova Supergirl no universo DC de James Gunn

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Antes de vestir a capa vermelha, Milly Alcock já sabia o que era voar. Não no sentido literal, mas naquela vertigem silenciosa de quem, ainda adolescente, começou a correr atrás de um sonho sem saber onde ele ia dar.

Crescida em Sydney, Austrália, longe das grandes premiações e tapetes vermelhos de Hollywood, Milly não veio de família famosa, não teve pais agentes ou contatos na indústria. Começou como muita gente começa: fazendo propagandas de TV, aparecendo em séries locais, testando sorte e talento com mais vontade do que certeza.

Ela não tinha superpoderes. Mas tinha uma força discreta, dessas que não precisam chamar atenção para existir.

A câmera, a estrada e a menina que nunca foi só um rosto bonito

Em Upright, série australiana de 2019, Milly era Meg, uma adolescente impulsiva que cruza o deserto ao lado de um estranho. Aquela personagem, entre o sarcasmo e a vulnerabilidade, parecia carregar muito dela mesma: alguém que, apesar da pouca idade, já tinha algo a dizer. E dizia com o olhar. Com o silêncio. Com a dor disfarçada de bravura.

Foi esse papel que lhe rendeu o prêmio de Estrela em Ascensão. Mas não era o troféu que importava. Era o que ele dizia sem palavras: alguém finalmente notou que ela estava ali.

Rhaenyra, o fogo que acendeu o mundo

O mundo notou pra valer quando ela se transformou em Rhaenyra Targaryen jovem na série House of the Dragon, prequela de Game of Thrones. Durante seus episódios, Milly carregou uma personagem complexa: cheia de ambição, paixão e conflito. Ela não precisava imitar ninguém — porque deu à Rhaenyra algo raro: alma própria.

E mesmo com a pressão de contracenar com gigantes, dividir o papel com Emma D’Arcy e representar um dos maiores legados da fantasia moderna, Milly não titubeou. Não fez barulho. Fez presença.

A escolha que ninguém esperava — mas que faz todo sentido

Em janeiro de 2024, quando James Gunn anunciou que Milly seria a nova Supergirl, muita gente ficou surpresa. Afinal, não era uma atriz “de lista A”. Não era o nome mais óbvio.

Mas talvez tenha sido exatamente por isso que ela foi escolhida.

Porque a nova Kara Zor-El não é apenas uma heroína com capa e força sobre-humana. Ela é uma garota de outro planeta que cresceu entre ruínas, com raiva do mundo e medo de si mesma. Ela é, no fundo, alguém tentando encontrar um lugar onde pertença.

E quem melhor do que Milly, que já foi Meg, Rhaenyra, e tantas outras versões de si mesma, para entender isso?

Uma Supergirl com vulnerabilidade real

James Gunn quer reinventar o Universo DC com personagens mais humanos, mais falhos, mais vivos. E Milly entrega isso com naturalidade. Ela não vem de uma linhagem de superstars. Ela não quer ser maior do que ninguém.

Ela quer contar histórias. E tem feito isso com uma verdade que transborda, mesmo quando não há falas.

A Supergirl que vem por aí talvez não salve o mundo sozinha. Mas ela tem tudo para salvar um novo olhar sobre o que significa ser heroína: sentir demais, errar, amar, não pertencer — e ainda assim continuar.

E agora, Milly voa. Mas seus pés continuam no chão

Entre os superpoderes de Milly Alcock, talvez o maior deles seja esse: continuar parecendo uma garota comum, mesmo quando o mundo inteiro já a vê como alguém extraordinária.

Ela vai voar nas telas. Mas nunca deixou de andar com firmeza por onde passa.

Porque quem começa com os pés no chão, quando aprende a voar, não esquece de onde veio.

E é por isso que, mais do que uma escolha ousada, a atriz como Supergirl é um acerto sensível.

Saiba quando o filme “Premonição 6: Laços de Sangue” vai chegar na HBO Max

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A icônica franquia Premonição retorna com Premonição 6: Laços de Sangue, um capítulo que traz de volta o terror clássico da saga, aliado a uma trama que explora profundidades inéditas do destino e da fatalidade. Após uma bem-sucedida passagem pelos cinemas, o longa chega agora à plataforma HBO Max, prometendo conquistar tanto os fãs de longa data quanto uma nova geração de espectadores sedentos por suspense e adrenalina.

Do Cinema para o Streaming: A Expansão da Franquia

Estreado nos cinemas recentemente, Premonição 6 superou expectativas ao trazer uma proposta que respeita a fórmula consagrada da franquia, mas que também acrescenta camadas emocionais e narrativas mais complexas. A chegada do filme ao streaming, marcada para 1º de agosto na HBO Max, abre a possibilidade de um público ainda maior vivenciar as reviravoltas e mortes macabras que caracterizam a série.

A transição da tela grande para o streaming reflete a tendência atual da indústria audiovisual, onde conteúdos que estreiam no cinema rapidamente ganham um segundo fôlego nas plataformas digitais. Para os fãs da saga, esta é a oportunidade ideal para reassistir aos momentos mais tensos e para novos espectadores mergulharem no universo de Premonição.

Enredo e Personagens: Laços Familiares e o Implacável Destino

A trama gira em torno de Stefani (Kaitlyn Santa Juana), uma jovem universitária que tem uma premonição terrível sobre a morte iminente de sua família. Em busca de respostas e esperança, ela volta para casa, encontrando sua avó, Iris (Rya Kihlstedt), uma mulher com profundo conhecimento sobre os mistérios que cercam a morte na família.

O filme desenvolve uma conexão direta com eventos que ocorreram nos anos 60, amarrando passado e presente em uma narrativa cheia de suspense. Os laços familiares, tanto afetivos quanto sombrios, são o fio condutor que guia Stefani na tentativa de romper com a sina fatal que assola seus parentes.

Além de Kaitlyn Santa Juana e Rya Kihlstedt, o elenco reúne nomes como Teo Briones, Richard Harmon e Owen Patrick Joyner, que dão vida a personagens que ajudam ou dificultam a fuga da Morte. Um destaque especial vai para Tony Todd, que retorna como William Bludworth — o enigmático homem que conhece os segredos da Morte — numa participação que promete emocionar os fãs ao marcar a despedida do ator da franquia.

A Morte como Personagem e Destino Iminente

Como em todos os filmes da saga, a Morte é a verdadeira protagonista, um antagonista invisível, porém onipresente, que persegue suas vítimas com precisão fria e brutal. No longa, as mortes são especialmente elaboradas, cada uma carregando uma carga simbólica e visual impressionante.

Uma das cenas mais impactantes envolve a avó Iris, que, após alertar Stefani sobre os perigos que se avizinham, sofre uma morte súbita e chocante ao ser empalada por um cata-vento em sua cabana — um momento que reforça a ideia de que ninguém está a salvo.

O filme continua a tradição da franquia de criar mortes criativas e sangrentas: seja um personagem esmagado por uma máquina de ressonância magnética ou outro ferido fatalmente por uma mola solta de uma máquina de vendas, os momentos de tensão são constantes e intensos.

Referências e Novidades Dentro da Série

Premonição 6 não apenas revisita elementos dos filmes anteriores, como também introduz novos conceitos e possibilidades. A presença de um livro antigo, pertencente a Iris, onde ela anotava as mortes da família, amplia o mistério e a sensação de uma maldição que atravessa gerações.

Além disso, o filme propõe uma reflexão sobre o destino e o livre arbítrio: é possível enganar a Morte? A personagem Stefani é confrontada com duas escolhas — matar alguém para interromper o ciclo ou morrer e ser reanimada, uma alternativa já explorada em filmes anteriores da série.

A Produção e a Direção: Respeito à Tradição com Toques de Modernidade

A produção de Premonição 6 é assinada por Craig Perry, enquanto a direção fica por conta da dupla Zach Lipovsky e Adam Stein. O filme consegue equilibrar a atmosfera de suspense clássica da saga com uma estética contemporânea, explorando efeitos especiais de última geração que ampliam o impacto das cenas.

A fotografia, os efeitos práticos e digitais, e a trilha sonora se combinam para criar uma experiência imersiva, onde o espectador é levado a um estado constante de alerta e apreensão. O ritmo do filme é cuidadosamente dosado para manter a tensão, sem perder o desenvolvimento emocional dos personagens.

O Legado de Tony Todd e a Conexão com os Fãs

A presença de Tony Todd como Bludworth é mais do que um retorno de um personagem — é um elo com a história da franquia. Conhecido por seu papel emblemático, Todd traz uma gravidade e mistério que elevam o filme, e sua despedida traz um sentimento de nostalgia e respeito pelo legado construído.

Para os fãs, essa participação especial é um presente, uma forma de fechar um ciclo dentro do universo de Premonição com dignidade e emoção.

Expectativas e Recepção

Desde sua estreia nos cinemas, Premonição 6 vem recebendo elogios por manter a essência que fez da franquia um sucesso mundial, ao mesmo tempo em que oferece novidades para não deixar o público entediado. A mistura de suspense, terror e drama familiar é vista como um acerto da produção, que entende que o público quer mais que apenas mortes criativas — quer uma história que emocione e envolva.

A chegada ao streaming promete ampliar esse alcance, possibilitando que o filme seja revisto e debatido por fãs antigos e novos, criando um espaço para discussões sobre o destino, a vida e, claro, o inevitável encontro com a Morte.

Por que Assistir Premonição 6: Laços de Sangue?

Para os amantes do suspense e do terror, o filme é um prato cheio, unindo tudo que a franquia tem de melhor: tensão constante, mortes criativas e um enredo que mexe com os sentimentos. Para quem acompanha desde o primeiro filme, é uma continuidade que respeita o legado. Para quem está chegando agora, é uma introdução eficiente ao universo da saga, com personagens cativantes e uma história que prende.

A produção demonstra que mesmo no sexto capítulo, a saga tem muito a oferecer, mostrando que a Morte nunca perde seu apetite — e o público nunca perde o interesse.

Onde e Quando Assistir?

Premonição 6: Laços de Sangue estará disponível na HBO Max a partir de 1º de agosto. Para quem prefere a televisão tradicional, o filme será exibido no canal HBO no sábado, 2 de agosto, às 22h. Esta é a chance perfeita para mergulhar na atmosfera aterrorizante da franquia, com toda a comodidade do streaming ou a experiência da tela grande no conforto de casa.

“Sandman” vai ter 3ª temporada? Criador fala sobre o fim da série e o futuro dos sonhos na Netflix

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Foto: Reprodução/ Internet

Após a estreia da segunda temporada de Sandman na Netflix, dividida em duas partes lançadas em julho de 2025, com um episódio bônus previsto para 31 de julho, os fãs ficaram com aquela sensação familiar de quem acorda de um sonho vívido demais: e agora? A história acabou mesmo?

A série, baseada na aclamada HQ criada por Neil Gaiman e publicada entre 1989 e 1996 pela DC Comics, se destacou desde o início por não se parecer com nada do que já se viu em adaptações de quadrinhos. Não é uma produção cheia de explosões, nem um festival de nostalgia. Sandman é denso, poético, estranho — e absolutamente fascinante para quem embarca na viagem.

Com o encerramento desse segundo ciclo, surge a pergunta inevitável: teremos uma terceira temporada? A resposta, até agora, está suspensa no ar. Não há confirmação oficial da Netflix. Mas o showrunner da série, Allan Heinberg, resolveu abrir o jogo sobre o futuro da produção e trouxe tanto honestidade quanto carinho em suas palavras.

Um “emprego dos sonhos” — e uma despedida difícil

Em entrevista ao site Screen Rant, Heinberg falou sobre o que significou trabalhar em Sandman, e como a experiência de adaptar os contos oníricos de Gaiman impactou sua vida criativa. Segundo ele, escrever essa série foi uma oportunidade rara, quase mágica:

“Nunca tive um emprego em que cada episódio fosse como um pequeno filme, e onde você pudesse escrever sobre as coisas mais importantes da vida — não só da vida humana, mas da vida dos deuses. Foi literalmente um emprego dos sonhos.”

A frase não é apenas uma metáfora simpática. Para Heinberg e boa parte da equipe envolvida, Sandman é uma obra de amor. Uma série feita com cuidado, sensibilidade e atenção aos detalhes — ainda que isso significasse desafios técnicos e orçamentários complexos. E aí está o problema: Sandman não é uma série barata.

Alta qualidade, alto custo

Cada episódio da série envolve uma combinação de efeitos visuais intensos, cenários fabulosos, figurinos intricados e longas horas de pós-produção. Visualmente, a série entrega algo próximo ao cinema. E isso tem um preço.

“Não é uma série barata de se fazer”, confessou Heinberg. “E se tivéssemos uma audiência que realmente exigisse — e fizesse sentido financeiro para a Netflix —, eu poderia continuar escrevendo Sandman para sempre. Você pode contar qualquer tipo de história nesse universo.”

A declaração é clara: o futuro da série depende da audiência. Diferentemente de outras produções mais “pop”, como Wandinha ou Stranger Things, Sandman nunca teve apelo de massa. É uma série de nicho — e orgulhosamente assim.

O encanto do estranho

Esse talvez seja o maior charme de Sandman: ela não tenta agradar a todos. A série mistura fantasia sombria, mitologia, filosofia, horror psicológico e até comédia, muitas vezes dentro de um mesmo episódio. Há cenas delicadas sobre o luto e a morte, outras que retratam amores impossíveis e encontros improváveis. Em uma delas, por exemplo, a personagem Lady Johanna Constantine se apaixona por uma cabeça sem corpo.

É o tipo de história que beira o surreal. Que não se encaixa em fórmulas. E, por isso mesmo, cria uma conexão única com seu público. Um público fiel, engajado e emocionalmente envolvido.

“É um milagre que nos tenham permitido fazer isso. Sandman é estranho. E me sinto muito sortudo por termos tido essas duas temporadas. É um milagre que isso tenha acontecido”, completou Heinberg.

A jornada até aqui

Antes mesmo da série sair do papel, adaptar Sandman era considerado um desafio quase impossível. Por mais de 30 anos, o universo criado por Gaiman foi alvo de tentativas frustradas de adaptação, seja para o cinema ou para a TV. Nomes como Joseph Gordon-Levitt estiveram ligados ao projeto, que acabou naufragando em conflitos criativos.

Foi só em 2019 que a Netflix topou o desafio de adaptar a obra com seriedade e liberdade artística. Com Gaiman como produtor executivo, e Allan Heinberg à frente da criação, a primeira temporada estreou em 2022, com boas críticas e uma base de fãs crescente. A segunda temporada, lançada em 2025, mergulhou ainda mais fundo nas complexidades emocionais de Morpheus e trouxe novos personagens dos quadrinhos — como Delírio, Destruição, Loki, Cluracan, e Nada, o antigo amor de Morpheus.

E o público, o que pode fazer?

Hoje, mais do que nunca, o destino da série depende de quem a assiste. A Netflix avalia cuidadosamente os números de audiência, especialmente nas primeiras semanas após o lançamento. Não é só sobre quantas pessoas assistem — é também sobre quantas terminam, comentam, compartilham. E nesse ponto, os fãs têm um papel vital.

Sessão da Tarde da semana: Confira os filmes exibidos de 5 a 9 de janeiro na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta segunda, 5 de janeiro, na TV Globo, leva ao ar uma das animações mais elogiadas dos últimos anos: “Gato de Botas 2: O Último Pedido”. Lançado como sequência direta do spin-off da franquia Shrek, o filme surpreendeu público e crítica ao unir aventura, humor e uma reflexão inesperadamente madura sobre medo, mortalidade e escolhas pessoais.

Dirigido por Joel Crawford, o longa apresenta uma nova abordagem visual, com animação estilizada e dinâmica, que se distancia do padrão clássico da DreamWorks e aproxima o filme de uma estética mais artística e expressiva. O resultado é uma obra vibrante, repleta de personalidade, que conversa tanto com o público infantil quanto com espectadores adultos.

A história começa na cidade de Del Mar, onde o famoso fora da lei e herói lendário Gato de Botas vive como se fosse imortal. Durante uma festa extravagante na casa do governador, ele enfrenta o Gigante Adormecido e salva a cidade mais uma vez. No entanto, o triunfo termina de forma inesperada: o herói é fatalmente atingido por um sino e acorda em um hospital, onde recebe uma notícia chocante — ele já gastou oito de suas nove vidas.

O médico da aldeia recomenda que Gato abandone sua vida aventureira e se aposente, adotando uma existência mais tranquila. Inicialmente, ele rejeita a ideia, mas um encontro perturbador muda tudo. Em uma cantina local, Gato cruza o caminho de um misterioso lobo encapuzado de preto, que o derrota facilmente em um duelo e o fere, algo que nunca havia acontecido antes. Abalado, Gato foge e decide se esconder em um abrigo para gatos comandado pela excêntrica Mamãe Luna, onde enterra simbolicamente seu traje de herói.

Durante sua estadia no abrigo, ele conhece Perrito, um cachorro órfão extremamente otimista e carente de afeto, que rapidamente se apega ao Gato. Ao mesmo tempo, a família criminosa formada por Cachinhos Dourados e os Três Ursos surge à procura do herói, mas encontra apenas seu suposto túmulo. Sem que saibam, Gato escuta a conversa do grupo sobre uma estrela mágica capaz de conceder um único desejo a quem possuir seu mapa.

Movido pelo medo de morrer, Gato decide que precisa recuperar suas nove vidas. Ele invade a padaria do vilão João Trombeta, um confeiteiro corrupto e colecionador de artefatos mágicos, com o objetivo de roubar o mapa da estrela. No local, ele reencontra sua antiga parceira e ex-noiva, Kitty Pata Mansa, que ainda guarda ressentimentos por ter sido abandonada no altar. Após um confronto caótico envolvendo Cachinhos e João, Gato, Kitty e Perrito acabam fugindo juntos com o mapa.

A jornada os leva até a Floresta Sombria, um local encantado que muda de forma conforme o estado emocional de quem carrega o mapa. Enquanto Gato e Kitty veem paisagens sombrias e ameaçadoras, Perrito enxerga um mundo colorido e acolhedor. Ao longo do caminho, conflitos do passado vêm à tona, especialmente quando Gato revela seu medo da morte e Kitty admite sua dificuldade em confiar nele novamente.

O tom do filme se aprofunda quando o lobo encapuzado retorna e se revela como a própria Morte, determinada a caçar o Gato pessoalmente por ele ter desperdiçado suas vidas com arrogância. O antagonista se destaca como um dos vilões mais marcantes das animações recentes, não apenas por sua presença ameaçadora, mas pelo simbolismo que carrega.

Na terça, 6 de janeiro, a emissora aposta em ação, ficção científica e humor com “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Lançado em 2019, o filme expande o universo da consagrada franquia Homens de Preto, apresentando novos personagens, cenários globais e uma abordagem que mistura aventura e espionagem em escala mundial.

Dirigido por F. Gary Gray, conhecido por produções de ação de grande apelo comercial, o longa funciona como um spin-off da saga iniciada nos anos 1990. A história se passa após os acontecimentos de Homens de Preto 3 e acompanha uma nova geração de agentes, mantendo o espírito da franquia, mas apostando em uma dinâmica diferente da clássica dupla interpretada por Will Smith e Tommy Lee Jones.

A trama começa em Londres, onde o Men in Black mantém uma importante filial responsável por proteger o planeta de ameaças alienígenas. É nesse cenário que conhecemos Molly Wright (Tessa Thompson), uma jovem determinada que, desde a infância, sonha em fazer parte da organização secreta após ter tido um encontro com extraterrestres. Sua persistência a leva até a base do MIB, onde finalmente é aceita e recebe o codinome de Agente M.

Já integrada à agência, Molly passa a trabalhar sob o comando de High T (Liam Neeson), o enigmático chefe do setor londrino. Sua missão inicial é formar dupla com o experiente e confiante Agente H (Chris Hemsworth), conhecido por seu talento em campo, mas também por sua postura irreverente e pouco disciplinada. A parceria começa de forma conturbada, marcada por diferenças de personalidade e métodos.

Rapidamente, os dois agentes se veem envolvidos em uma série de ataques alienígenas que levantam suspeitas sobre a existência de um traidor dentro da própria organização. A investigação leva a dupla a viajar por diferentes partes do mundo, passando por locais como Paris, Marrocos e Itália, ampliando o escopo da franquia e reforçando seu caráter internacional.

O filme aposta fortemente na química entre Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que já haviam contracenado juntos em produções anteriores. Enquanto Hemsworth assume o papel do agente confiante e carismático, Thompson constrói uma protagonista curiosa, inteligente e determinada, trazendo frescor ao universo do MIB. O contraste entre os dois sustenta boa parte do humor e da dinâmica da narrativa.

O elenco de apoio também chama atenção. Kumail Nanjiani dá voz a Pawny, um pequeno alienígena falante que se torna o principal alívio cômico do filme. Rebecca Ferguson, Rafe Spall e Emma Thompson — que retorna ao papel apresentado em Homens de Preto 3 — completam o time, ajudando a expandir o universo da franquia com novos rostos e conflitos.

Produzido pela Columbia Pictures, Amblin Entertainment, Parkes + Macdonald, Image Nation e Tencent Pictures, o longa conta ainda com Steven Spielberg como produtor executivo, reforçando o peso do projeto dentro da indústria. Visualmente, o filme mantém os elementos clássicos da série, como gadgets futuristas, criaturas alienígenas criativas e sequências de ação bem coreografadas.

A pré-estreia de “MIB: Homens de Preto – Internacional” aconteceu em 11 de junho de 2019, em Nova York. O lançamento oficial ocorreu no Brasil e em Portugal em 13 de junho, chegando aos cinemas dos Estados Unidos no dia seguinte, em formatos convencional, 3D e IMAX 3D. Mundialmente, o filme arrecadou mais de US$ 250 milhões, alcançando um desempenho sólido nas bilheterias.

A Sessão da Tarde desta quarta, 7 de janeiro, o canal exibe “Tempestade: Planeta em Fúria”, um filme que mistura ficção científica, ação e suspense ao imaginar um futuro em que a humanidade decide enfrentar a força da natureza com a arma mais poderosa que possui: a tecnologia. A produção aposta em um cenário extremo e em ritmo acelerado para contar uma história de conspiração global e conflitos pessoais.

Na trama, o planeta passa a sofrer com desastres climáticos cada vez mais violentos e imprevisíveis. Furacões, ondas de calor e tempestades mortais se tornam tão frequentes que ameaçam a sobrevivência humana. Diante desse cenário, 17 países se unem para criar o Dutch Boy, um sofisticado sistema de satélites capaz de monitorar e até intervir no clima em escala global, evitando tragédias antes que elas aconteçam.

O responsável pelo desenvolvimento e funcionamento desse projeto é Jake Lawson (Gerard Butler), um engenheiro brilhante, obstinado e pouco diplomático. Apesar de ser o cérebro por trás do Dutch Boy, Jake acaba afastado do comando por divergências políticas. A liderança do sistema passa então para seu irmão mais novo, Max Lawson (Jim Sturgess), alguém mais alinhado com os jogos de poder e as decisões institucionais, o que aprofunda um distanciamento já existente entre os dois.

Alguns anos depois, quando o controle do Dutch Boy está prestes a ser transferido dos Estados Unidos para a ONU, eventos estranhos começam a acontecer. Uma nevasca mortal atinge uma região desértica do Afeganistão, enquanto temperaturas insuportáveis provocam mortes em Hong Kong. O que parecia ser uma falha isolada logo revela sinais de algo muito mais grave.

Com o mundo à beira do colapso, Jake é chamado de volta para investigar as anomalias. Enviado à estação espacial onde o sistema é operado, ele percebe que o Dutch Boy pode ter sido sabotado. Enquanto tenta impedir uma catástrofe climática global capaz de devastar o planeta, Jake se vê forçado a enfrentar não apenas ameaças externas, mas também os conflitos mal resolvidos com o irmão, que agora ocupa uma posição estratégica na Terra.

O filme constrói sua tensão ao alternar cenas no espaço e em diferentes pontos do globo, mostrando como decisões políticas, ambição e interesses ocultos podem transformar uma ferramenta criada para salvar vidas em uma arma de destruição em massa. As sequências de ação são marcadas por efeitos visuais grandiosos, com cidades ameaçadas por fenômenos climáticos extremos.

Além de Gerard Butler e Jim Sturgess, o elenco conta com Abbie Cornish e Alexandra Maria Lara, que ajudam a dar mais peso emocional à narrativa. A direção de Dean Devlin mantém o foco no entretenimento, apostando em uma história direta, repleta de reviravoltas e momentos de tensão constante.

Mesmo com seu tom de blockbuster, “Tempestade: Planeta em Fúria” levanta reflexões atuais sobre os limites do controle humano sobre a natureza e os riscos de concentrar tanto poder nas mãos erradas. A ideia de manipular o clima para evitar tragédias soa tentadora, mas o filme deixa claro que nem toda solução tecnológica está livre de consequências.

Já na quinta, a TV Globo leva ao ar uma das comédias nacionais de maior sucesso da última década: “Tô Ryca”. Lançado em 2016, o filme conquistou o público ao misturar humor popular, crítica social e uma protagonista carismática, resultando em uma história leve, divertida e cheia de situações inusitadas.

A trama acompanha Selminha Oléria Silva, mais conhecida como SOS, interpretada por Samantha Schmütz. Ela é uma frentista batalhadora, que vive contando moedas para pagar as contas e enfrenta uma rotina marcada por dificuldades financeiras. Sua vida muda completamente quando descobre ser herdeira de uma fortuna deixada por um tio distante. No entanto, a herança vem acompanhada de uma condição nada comum.

Para ter acesso ao dinheiro, Selminha precisa cumprir um desafio quase impossível: gastar R$ 30 milhões em apenas 30 dias, sem guardar nenhum centavo, sem adquirir bens que possam ser revendidos e, principalmente, sem contar a ninguém sobre o acordo. A missão transforma o cotidiano da personagem em uma verdadeira maratona de gastos, marcada por extravagâncias, escolhas impulsivas e situações cômicas.

Ao longo dessa jornada, Selminha se envolve em uma série de confusões, passando por experiências que vão desde compras exageradas até tentativas desesperadas de torrar o dinheiro dentro do prazo estipulado. Em meio a festas, viagens e decisões absurdas, ela começa a perceber que lidar com riqueza repentina não é tão simples quanto imaginava.

Mais do que rir das trapalhadas da protagonista, o filme constrói uma reflexão bem-humorada sobre o valor do dinheiro, as relações humanas e os limites entre ambição e felicidade. À medida que o prazo se aproxima do fim, Selminha entende que nem tudo pode ser resolvido com cifras altas e que algumas conquistas não estão à venda.

Até o momento, a TV Globo ainda não divulgou qual será o filme exibido na Sessão da Tarde de sexta-feira, 9 de janeiro.

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