Reencontro no Multiverso: Thor e Loki voltarão a dividir a tela em Vingadores: Doomsday

Foto: Reprodução/ Internet

Nos bastidores de um dos filmes mais aguardados da nova fase da Marvel, um vídeo aparentemente banal acendeu uma fagulha poderosa no coração dos fãs. Publicado por Bobby Holland Hanton, dublê de longa data de Chris Hemsworth, o clipe do set de Vingadores: Doomsday mostrava pouco — mas o som familiar do portal temporal da TVA, ao fundo, entregou mais do que mil imagens: Thor e Loki voltarão a se encontrar.

A confirmação veio pouco depois, pela própria Marvel, junto da revelação do elenco estelar do filme, que promete ser um novo marco dentro do já denso Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Mas mais do que uma simples notícia de escalação, esse reencontro marca algo maior: um ciclo emocional que se fecha — e talvez recomece.

🌀 Os irmãos mais complexos do MCU

Desde sua primeira aparição em Thor (2011), Loki deixou claro que não seria um vilão qualquer. Hábil, sarcástico, magoado e, ao mesmo tempo, profundamente humano, ele se tornou um dos personagens mais fascinantes do MCU — e sua relação com Thor sempre foi o coração pulsante dessa jornada.

Eles brigaram, se traíram, se perdoaram — e se perderam. Em Vingadores: Guerra Infinita (2018), Loki morre nas mãos de Thanos em um dos momentos mais dolorosos da saga. Mas, como tudo no multiverso, a história não acaba ali.

Em 2021, a série Loki, da Disney+, nos apresentou a uma nova versão do deus da trapaça, que evoluiu de forma surpreendente: vulnerável, solitário e pronto para proteger aquilo que antes destruía. Ao final da segunda temporada, ele se torna literalmente o guardião do tempo — um fardo mitológico e poético.

Agora, com seu retorno confirmado em Doomsday, a pergunta que ecoa é: que versão de Loki Thor irá reencontrar?

⚡ Hemsworth e Hiddleston: do mito à emoção

A parceria entre Chris Hemsworth e Tom Hiddleston ultrapassa a ficção. Ao longo de mais de uma década, os dois construíram juntos uma química rara — de embates épicos a silêncios emocionantes. O reencontro dos personagens é também um reencontro de trajetórias.

Para Hemsworth, Doomsday representa um momento simbólico. O ator já declarou publicamente que deseja um encerramento digno para Thor após tantas versões e jornadas. Hiddleston, por sua vez, volta ao cinema depois de carregar nas costas uma das séries mais elogiadas da Marvel. É o tipo de reencontro que não depende apenas de CGI ou piadas bem colocadas. Depende de sentimento — e os dois sabem entregar.

🛡️ Um filme, muitos retornos — e uma promessa

Vingadores: Doomsday estreia em 18 de dezembro de 2026 no Brasil e já reúne alguns dos nomes mais fortes do atual MCU:

  • Anthony Mackie, como o novo Capitão América
  • Letitia Wright, como Pantera Negra
  • Paul Rudd, como Homem-Formiga
  • Sebastian Stan, como Soldado Invernal
  • Winston Duke, como M’Baku

É uma formação diversa, carismática e potente — uma nova geração que precisa dar conta de salvar o multiverso, mas também de reconstruir o afeto do público após os altos e baixos da Fase 4.

Doomsday prepara o caminho para Guerras Secretas (2027), a prometida conclusão da Saga do Multiverso. Mas, ao que tudo indica, esse reencontro entre Thor e Loki não será apenas épico — será pessoal.

💬 Por que isso importa?

Em meio a um universo repleto de batalhas, explosões e fan services, a conexão entre Thor e Loki sempre foi sobre humanidade: sobre família, perdão, identidade e, acima de tudo, sobre a dor de não saber como amar alguém que vive entre o afeto e o caos.

Se Vingadores: Doomsday realmente oferecer um reencontro entre esses dois personagens com a carga emocional que eles merecem, então talvez estejamos diante de mais do que um evento — mas de um fechamento à altura de tudo o que eles significaram até aqui.

E, convenhamos: o público está mais do que pronto para esse abraço entre deuses.

Sessão da Tarde desta segunda (14) traz “Por Toda a Minha Vida”: um amor que não tem tempo a perder

Foto: Reprodução/ Internet

Segundas-feiras costumam ser corridas, cheias de compromissos, despertadores e café às pressas. Mas, às vezes, tudo o que a gente precisa é de uma pausa. E de um lembrete: o amor, quando verdadeiro, não espera.

É esse o tom de “Por Toda a Minha Vida” (All My Life), o filme escolhido para a Sessão da Tarde desta segunda-feira, 14 de julho, na TV Globo. Inspirado em uma história real, o longa emociona pela simplicidade com que trata o que é mais precioso: o tempo — e como escolhemos gastá-lo com quem amamos.

Amor em contagem regressiva

O filme acompanha o casal Jenn Carter (Jessica Rothe) e Sol Chau (Harry Shum Jr.), que acabaram de noivar e fazem planos como qualquer outro casal apaixonado: casamento, casa, futuro. Só que o futuro deles muda de rumo de forma brusca. Sol é diagnosticado com um câncer terminal. E tudo o que era para ser feito com calma passa a ter urgência. Entre consultas, incertezas e dor, os dois decidem seguir em frente. Se o tempo é curto, que seja intenso. É quando os amigos do casal entram em cena com um plano corajoso e tocante: organizar o casamento em apenas duas semanas. E, entre lágrimas e risos, todos se envolvem na missão de fazer daquele momento algo memorável.

Quando o amor é mais forte que o fim

Dirigido por Marc Meyers, o filme não apela. Ele emociona justamente porque é real: mostra a força que brota do amor quando a vida insiste em nos testar. Mostra também que família não é só laço de sangue — são as pessoas que correm com a gente até quando o caminho é difícil. Com um elenco afinado (além de Rothe e Shum Jr., o filme conta com Kyle Allen, Chrissie Fit e Jay Pharoah), Por Toda a Minha Vida lembra que nem sempre podemos controlar o tempo — mas podemos fazer cada segundo valer.

Uma tarde para se emocionar

Se você busca um filme que vai tocar o coração sem precisar de efeitos grandiosos, esta é a escolha certa. Prepare um lenço, talvez dois. Mas, mais que isso, prepare-se para lembrar daquilo (e de quem) realmente importa.

Cinemaço deste domingo (13): TV Globo exibe O Relatório — quando a verdade se torna um campo de batalha

Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 13 de julho, o Cinemaço da TV Globo exibe um desses que não se esquece fácil: “O Relatório”, estrelado por Adam Driver e baseado em uma história real que ainda ecoa — talvez porque ela nunca tenha realmente terminado.

É sobre guerra, poder e política? Sim. Mas, mais do que isso, é sobre gente tentando fazer a coisa certa quando o mundo todo parece conspirar para que não façam.

Uma investigação que custou anos — e quase a própria alma

Daniel J. Jones (vivido com entrega por Adam Driver) não é um herói no molde clássico. Ele não tem capa, nem frases de efeito. É um homem comum — com senso de dever incomum.

Analista do Senado dos EUA, ele recebe a missão de investigar as ações da CIA após os atentados de 11 de setembro. Descobre, então, um sistema que legalizou a tortura, apagou rastros, destruiu fitas e contou com o silêncio de muita gente que preferiu “seguir ordens”.

Mas Daniel não recua. Mesmo quando a pressão aumenta. Mesmo quando ninguém mais acredita. Mesmo sem saber se alguém vai ouvir sua verdade.

E é aí que o filme se torna menos sobre política, e mais sobre coragem.

Uma história real contada sem efeitos — só com impacto

Dirigido e roteirizado por Scott Z. Burns, O Relatório é direto, denso, incômodo. Não tenta ser fácil — e não precisa. Ele aposta no poder do conteúdo, no peso dos documentos, na atuação contida e brilhante de um elenco que entende que menos é mais.

Annette Bening está impressionante como a senadora Dianne Feinstein, e Jon Hamm oferece a ambiguidade perfeita em um mundo onde quase ninguém é 100% inocente.

Silêncio, negação e uma pergunta que ainda paira

O que o filme mostra com precisão assustadora é o modo como a verdade incomoda quem se beneficia da mentira. Jones passa quase uma década montando o chamado “relatório da tortura” — e ainda assim não sabe se alguém vai lê-lo. Ou se vai fazer diferença.

A pergunta que O Relatório nos faz, sem gritar, é essa:
Quanto vale a verdade quando ninguém quer ouvi-la?

Uma noite para pensar, não só assistir

A TV aberta tem o poder de colocar histórias como essa nas casas de milhões. E nesse domingo, o Cinemaço oferece mais do que um filme: entrega uma reflexão necessária sobre ética, dever e o que resta de nós quando escolhemos o caminho certo — mesmo sozinhos.

Se você busca mais do que entretenimento, não perca.

Superman vai ter continuação? Ator fala sobre a possível sequência do filme

Foto: Reprodução/ Internet

O novo Superman já chegou aos cinemas brasileiros com tudo: salas cheias, olhares atentos e fãs ávidos por entender como será, na prática, esse tão falado recomeço do Universo DC sob a batuta de James Gunn. Mas enquanto o público ainda está digerindo o voo inaugural de Clark Kent, um dos atores do elenco pode ter soltado um spoiler sem querer — ou, talvez, muito querer.

Durante uma entrevista ao portal Collider, Wendell Pierce, que interpreta o icônico Perry White, editor do Planeta Diário, foi questionado se havia levado alguma lembrança do set. A resposta parecia comum, até que ele tropeçou nas próprias palavras: “É um set movimentado, você não quer estragar tudo porque, sabe, a sequência é… deixa pra lá!”

Deixa pra lá? Difícil, Wendell. Internet nenhuma do mundo sabe deixar essas coisas pra lá.

O DCU mal começou e já tem futuro no ar?

O deslize foi suficiente para incendiar as redes sociais. Afinal, nenhuma sequência de “Superman” foi oficialmente anunciada ainda. Mas o comentário abrupto de Pierce — seguido de uma pausa visivelmente estratégica — deixou no ar a ideia de que alguma coisa já está em movimento nos bastidores.

Seja por empolgação ou por acidente, o que era pra ser só uma entrevista virou manchete: Superman 2 já estaria em desenvolvimento?

Um universo que não quer perder tempo

O novo DCU está sendo cuidadosamente costurado por James Gunn, que já prometeu um universo mais coerente, emocional e com menos atropelos. E com a estreia do Homem de Aço sendo bem recebida por fãs e crítica, a possibilidade de uma continuação já estar nos planos é tudo, menos improvável.

Além de David Corenswet como um Clark Kent mais solar e humano, o filme também apresenta Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult como Lex Luthor — peças fundamentais em qualquer arco clássico do Superman. E com Milly Alcock confirmada como Supergirl, tudo indica que a expansão já está sendo desenhada, mesmo que nos bastidores.

Spoilers sem querer ou marketing com charme?

A verdade é que esse tipo de escorregão bem cronometrado sempre levanta suspeitas: foi acidente ou marketing velado? Em tempos de hype e segredos guardados a sete chaves, um “deixa pra lá” pode valer mais do que um teaser oficial.

Enquanto isso, o público faz sua parte: lota as sessões, debate referências escondidas e se pergunta quando veremos novamente esse Superman em ação.

E quanto ao Wendell? Bem, ele realmente tentou deixar pra lá. Mas o fandom não perdoa.

Milly Alcock: Conheça a atriz que vive a nova Supergirl no universo DC de James Gunn

Foto: Reprodução/ Internet

Antes de vestir a capa vermelha, Milly Alcock já sabia o que era voar. Não no sentido literal, mas naquela vertigem silenciosa de quem, ainda adolescente, começou a correr atrás de um sonho sem saber onde ele ia dar.

Crescida em Sydney, Austrália, longe das grandes premiações e tapetes vermelhos de Hollywood, Milly não veio de família famosa, não teve pais agentes ou contatos na indústria. Começou como muita gente começa: fazendo propagandas de TV, aparecendo em séries locais, testando sorte e talento com mais vontade do que certeza.

Ela não tinha superpoderes. Mas tinha uma força discreta, dessas que não precisam chamar atenção para existir.

A câmera, a estrada e a menina que nunca foi só um rosto bonito

Em Upright, série australiana de 2019, Milly era Meg, uma adolescente impulsiva que cruza o deserto ao lado de um estranho. Aquela personagem, entre o sarcasmo e a vulnerabilidade, parecia carregar muito dela mesma: alguém que, apesar da pouca idade, já tinha algo a dizer. E dizia com o olhar. Com o silêncio. Com a dor disfarçada de bravura.

Foi esse papel que lhe rendeu o prêmio de Estrela em Ascensão. Mas não era o troféu que importava. Era o que ele dizia sem palavras: alguém finalmente notou que ela estava ali.

Rhaenyra, o fogo que acendeu o mundo

O mundo notou pra valer quando ela se transformou em Rhaenyra Targaryen jovem na série House of the Dragon, prequela de Game of Thrones. Durante seus episódios, Milly carregou uma personagem complexa: cheia de ambição, paixão e conflito. Ela não precisava imitar ninguém — porque deu à Rhaenyra algo raro: alma própria.

E mesmo com a pressão de contracenar com gigantes, dividir o papel com Emma D’Arcy e representar um dos maiores legados da fantasia moderna, Milly não titubeou. Não fez barulho. Fez presença.

A escolha que ninguém esperava — mas que faz todo sentido

Em janeiro de 2024, quando James Gunn anunciou que Milly seria a nova Supergirl, muita gente ficou surpresa. Afinal, não era uma atriz “de lista A”. Não era o nome mais óbvio.

Mas talvez tenha sido exatamente por isso que ela foi escolhida.

Porque a nova Kara Zor-El não é apenas uma heroína com capa e força sobre-humana. Ela é uma garota de outro planeta que cresceu entre ruínas, com raiva do mundo e medo de si mesma. Ela é, no fundo, alguém tentando encontrar um lugar onde pertença.

E quem melhor do que Milly, que já foi Meg, Rhaenyra, e tantas outras versões de si mesma, para entender isso?

Uma Supergirl com vulnerabilidade real

James Gunn quer reinventar o Universo DC com personagens mais humanos, mais falhos, mais vivos. E Milly entrega isso com naturalidade. Ela não vem de uma linhagem de superstars. Ela não quer ser maior do que ninguém.

Ela quer contar histórias. E tem feito isso com uma verdade que transborda, mesmo quando não há falas.

A Supergirl que vem por aí talvez não salve o mundo sozinha. Mas ela tem tudo para salvar um novo olhar sobre o que significa ser heroína: sentir demais, errar, amar, não pertencer — e ainda assim continuar.

E agora, Milly voa. Mas seus pés continuam no chão

Entre os superpoderes de Milly Alcock, talvez o maior deles seja esse: continuar parecendo uma garota comum, mesmo quando o mundo inteiro já a vê como alguém extraordinária.

Ela vai voar nas telas. Mas nunca deixou de andar com firmeza por onde passa.

Porque quem começa com os pés no chão, quando aprende a voar, não esquece de onde veio.

E é por isso que, mais do que uma escolha ousada, a atriz como Supergirl é um acerto sensível.

Thame e Po: conheça o dorama tailandês que está emocionando os fãs na Netflix

Tem histórias que não chegam fazendo barulho. Elas não explodem, não gritam, não imploram atenção. Em vez disso, se aproximam devagar, tocam a gente de leve e, quando percebemos, já estão ali — ocupando um espaço silencioso e inteiro dentro da gente.

É assim que Thame e Po: Bate Coração, dorama tailandês que chegou à Netflix, se apresenta. Não como uma série sobre uma boy band em fim de carreira. Mas como um retrato sincero dos instantes frágeis que existem entre o fim e o recomeço.

Porque todo fim também é uma confissão

A história começa com uma despedida: a última apresentação da Mars, grupo pop tailandês que arrastou multidões e agora ensaia um adeus sem saber como dizer adeus. Os integrantes — Dylan, Jun, Nano e Pepper — lidam com a separação cada um à sua maneira. Não tem escândalo, não tem cena. Só aquele silêncio desconfortável de quem cresceu junto e agora precisa aprender a se afastar.

Nesse cenário de dissolução e cansaço, entra Po, o cinegrafista encarregado de registrar o último show. Ele não faz parte da banda, mas seu olhar externo é o único que realmente enxerga o que está acontecendo ali dentro. E é por esse olhar que a gente entra também.

Mas Po não é só câmera. Ele é presença. É escuta. E, sem perceber, se torna algo raro na vida de Thame, o vocalista que carrega sobre os ombros a culpa e o desejo de seguir em frente. Thame tem um plano — ir para a Coreia do Sul e tentar a sorte como artista solo. Mas todo plano tem um preço. E às vezes, esse preço é machucar quem a gente ama.

Às vezes, o amor não nasce com promessas — mas com acolhimento

Entre um ensaio e outro, entre bastidores e quartos de hotel, o vínculo entre Thame e Po cresce do jeito mais simples possível: no cuidado. Na troca de olhares. Na escuta silenciosa. Em conversas que não parecem importantes, mas dizem tudo.

E talvez seja isso que mais machuca: o fato de esse sentimento surgir justamente quando tudo está prestes a acabar.

Thame e Po não é um dorama sobre o que pode ser. É sobre o que quase foi. Sobre o afeto que chega tarde, mas ainda assim é real. Sobre os laços que se formam no intervalo entre uma despedida e um voo solo.

É sobre aquele momento em que a gente percebe que o coração está batendo diferente — mas não tem certeza se é o começo ou o fim.

Uma história contada em silêncio, música e cuidado

A série tem o tipo de sensibilidade que a gente sente mais do que entende. A câmera não corre. A música não atropela. Os diálogos não explicam tudo — e ainda bem. Porque a beleza está na sugestão, no gesto tímido, no sorriso que dura meio segundo.

E há algo muito bonito nisso: a coragem de contar uma história sobre separações sem tornar tudo dramático demais. De mostrar que crescer dói, que seguir em frente exige escolhas, e que nem todo amor precisa ser consumado para ser verdadeiro.

Para quem já precisou partir, mesmo com vontade de ficar

Thame e Po: Bate Coração é uma daquelas séries que parecem pequenas, mas ficam com você por dias. Talvez porque todo mundo já viveu alguma versão desse enredo: querer algo novo, mas sentir que está deixando para trás uma parte de si mesmo.

É um dorama sobre transição, afeto e tudo aquilo que fica entre uma palavra e outra.

E, acima de tudo, é um lembrete delicado de que existem encontros que nos marcam mesmo se forem breves. Mesmo se terminarem antes de começarem.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel recebe José Loreto e Carol Castro neste domingo (13)

Imagine ligar a TV num domingo à noite e dar de cara com um ator que já foi segurança da Gisele Bündchen, se transformou em Jesus no teatro e agora quer virar Chorão no cinema. Ao lado dele, uma atriz que cresceu nos bastidores do teatro e já brilhou em novelas, séries e streamings. Agora coloque isso dentro de um game show maluco de três pistas. Pronto, você nem começou a assistir o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel e já está hipnotizado.

Neste domingo, 13 de julho, o programa não entrega apenas entretenimento — entrega um roteiro de comédia, emoção e surpresa com gostinho de TV brasileira raiz, com toques de modernidade que só o SBT sabe equilibrar.

🧩 Quando um ex-segurança vira Jesus e uma atriz de novela revive o início

No Jogo das 3 Pistas, a coisa vai além do jogo. José Loreto, entre uma dica e outra, compartilha o impacto espiritual de interpretar Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Pernambuco em 2025, fala sobre viver com diabetes e revela como foi sair das ruas de Los Angeles — onde já cuidou da segurança de celebridades — até virar galã de novelas como Avenida Brasil e Pantanal.

Ao lado dele, Carol Castro reativa memórias da infância no teatro com o pai, reflete sobre a fama precoce em Mulheres Apaixonadas e mostra como é crescer sob os holofotes, mantendo a elegância e o talento em alta por mais de três décadas. É mais que jogo: é uma sessão de memórias com plateia.

⏱️ 60 segundos de caos e um prêmio que muda tudo

O Nada Além de 1 Minuto volta com fôlego novo e um cenário onde a tensão tem cronômetro. Um minuto parece pouco? Para o competidor Kayo, é o tempo exato entre sair com nada ou sair com R$ 300 mil no bolso. A nova temporada chega mais frenética, mais difícil e com a mesma promessa: você vai segurar a respiração por 60 segundos sem perceber.

E o sucesso é tanto que agora tem versão de tabuleiro — sim, você pode errar em casa também e ainda ser julgado pela família.

🎪 Show de Calouros ou reality de talentos surreais?

E quando você acha que já viu tudo, o Show de Calouros entrega o que ninguém espera: freiras fazendo beatbox, dupla de acroyoga, drag queens empoderando o palco e até senhorinhas com coreografia ensaiada.

Avaliação? Fica por conta do painel de personalidades que une irreverência e faro de talento: Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Gaby Cabrini, Victor Sarro, Felipeh Campos e o eterno Xaropinho.

É o tipo de segmento que mistura show de talentos, programa de auditório e viral do TikTok — tudo ao mesmo tempo agora.

💰 Show do Milhão: quem ousa sonhar, responde com calma

Patricia Abravanel comanda o Show do Milhão EMS com aquele sorriso calmo de quem sabe que uma simples pergunta pode deixar alguém milionário. A tensão aumenta a cada rodada, o auditório segura a respiração e o público em casa tenta responder como se valesse também. Será que neste domingo alguém chega até o final?

🧊 Pegadinha com bug no tempo: o humor no modo congelado

E pra fechar com chave de ouro (e boas gargalhadas), a Câmera Escondida da semana vai brincar com o inesperado. Na pegadinha “Pedir Informação e Congelar”, o ator Adriano Arbool para o tempo — literalmente. Ele pede uma informação e, no meio da conversa, simplesmente… trava. Fica parado como estátua no meio da CCXP 2024, deixando os fãs nerds tentando entender se aquilo é cosplay, performance ou um bug da realidade.

Resultado? Reações hilárias, confusão e a certeza de que o humor simples ainda é o mais eficaz.

📺 Muito além da nostalgia: um domingo onde tudo pode acontecer

O Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel deste domingo não é apenas uma sequência de quadros. É um show à moda antiga com fôlego de streaming, onde o improviso encontra o roteiro, o clássico abraça o viral e a plateia se torna cúmplice de um espetáculo que só a televisão brasileira sabe entregar.

Então, fica o convite: domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT. Porque se tem freira no beatbox, Jesus no game show e prêmio de R$ 300 mil em 60 segundos… você sabe que não é só um programa — é um evento.

Domingo Legal de hoje (13): Naldo Benny disputa com Moranguinho no Passa ou Repassa, De Quem é Essa Mansão? e Quem Arrisca Ganha Mais

Foto: Reprodução/ Internet

Se o seu domingo anda meio sem graça, Celso Portiolli tem a receita certa: misture umas boas risadas, adicione famosos prontos pra levar torta na cara, salpique uns desafios malucos valendo uma bolada e finalize com uma pitada de invasão a mansões luxuosas. Resultado? Um Domingo Legal daqueles que viram assunto até na segunda-feira.

E já anota aí: é neste domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT.

🍰 Passa ou Repassa – torta, grito e pagode

Celso solta o grito de guerra e o jogo começa pegando fogo. De um lado, o time azul com a influenciadora Moranguinho e os sertanejos Danilo & Davi, que prometem não só encarar o quiz, mas também levantar a plateia com seus hits.

Do outro, o time amarelo vem afiado com o cantor Naldo Benny, a atriz Carol Bresolin e o influenciador Marcelo Mesquita. Eles vêm com tudo — e com sede de… torta na cara alheia. Porque no Passa ou Repassa, o conhecimento importa, mas o reflexo salva.

🏰 De Quem é Essa Mansão? – luxo, mistério e zoeira com GPS

Esqueça o “Lar Doce Lar”. Aqui, o trio formado por Celso, Pedro Manso (Fala Silva) e Marlei Cevada (Mileide) entra nas casas mais chiques do Brasil como quem invade o camarim do Oscar: com câmera na mão, bom humor na bagagem e aquele jeitinho maroto de tirar o mistério do ar.

A missão é simples (mentira, não é): descobrir quem é o dono da mansão. A graça? Está em tudo: nos palpites errados, nos detalhes extravagantes e nas reações hilárias do trio mais intrometido (e amado) da televisão.

💰 Quem Arrisca Ganha Mais – vale tudo (menos desistir)

Tem gente que joga pra ganhar e tem gente que joga pra mudar de vida. No Quem Arrisca Ganha Mais, duas duplas encaram provas tensas e decisões que fazem suar as mãos — tudo por um prêmio que pode chegar a 100 mil reais.

Vale apostar alto? Vale. Mas também vale respirar fundo, pensar rápido e torcer pra sorte estar de bom humor.

💥 Até Onde Você Chega? – coragem vale ouro (ou melhor, milhão)

Esse é o quadro que separa os ousados dos muito ousados. Com provas que parecem ter saído de um reality show radical e prêmios que piscam os olhos de qualquer um, os participantes enfrentam o desafio da vida por um lugar ao sol — e até 1 milhão de reais no bolso.

Aqui, não tem roteiro: cada passo pode ser o último… ou o primeiro de uma nova vida.

🌟 Domingo com cara de festa, programa com alma de auditório

O Domingo Legal deste dia 13 não entrega só entretenimento — entrega uma tarde inteira de barulho bom: aquele que mistura família rindo no sofá, torcida gritando com a TV e a clássica pergunta: “será que essa casa é do Neymar?”

Com Celso Portiolli no comando, é certeza: você vai rir, torcer, se surpreender e, quem sabe, se inspirar. Afinal, num programa em que qualquer um pode virar milionário, tudo pode acontecer.

Fantástico deste domingo (13): Bia do Brás estreia em Paris e Menos é Mais comemora 1 bilhão de views no pagode

Se você acha que moda é só sobre roupa cara e passarela silenciosa, segura essa tour: Bia do Brás, a influenciadora que virou ícone da moda raiz feita com alma, acabou de pisar — com salto, atitude e sotaque paulista — na Semana de Alta-Costura de Paris. E o Fantástico foi junto pra mostrar que o improvável também pode ser chiquérrimo.

Beatriz Reis, que ficou famosa costurando looks inusitados direto das ruas do Brás, vive agora uma história que parece escrita pela Disney e costurada à mão por alguma fada estilista. É a primeira vez dela fora do Brasil. E o destino? Nada menos que a capital mundial da moda.

“Gente, parece que eu fui teletransportada pra dentro de um filme… só que com legenda em francês!”, brinca Bia, entre uma passarela e outra.

Durante a reportagem, a repórter Ana Carolina Raimundi acompanha Bia pelas ruelas charmosas de Paris, pelos ateliês onde tecidos valem mais que carro importado, e até numa das lojas mais antigas (e secretas) da Europa, onde celebridades como Beyoncé fazem compras longe dos olhos do povão. E lá estava ela — Bia do Brás — sorrindo como quem sabe que está vivendo uma virada épica na própria história.

“Eu fazia roupa com toalha de mesa… agora tô no meio de vestido que vale apartamento. Dá pra acreditar?”, diz, com o olhar marejado e a voz embargada de quem carrega gratidão em cada ponto.

Mas não pense que foi só glamour. Bia também encontrou brasileiros que fazem moda com garra e talento nos bastidores da capital francesa — e mostrou que, com criatividade e coragem, dá pra costurar sonhos do chão de fábrica ao tapete vermelho.

🧓🏼💬 Tem idade certa pra brilhar no mercado? Spoiler: não tem.

Você sabia que mais da metade dos lares brasileiros são sustentados por pessoas com mais de 60 anos? Pois é. No segundo episódio da série Prazer, Renata 60+, Renata Ceribelli mostra que os sêniores estão mais ativos, produtivos e necessários do que nunca — mesmo num mercado que ainda tem muito a aprender sobre respeito etário.

A reportagem visita iniciativas pioneiras, como um supermercado que adotou o selo “age-friendly employer” — tipo uma plaquinha de “aqui se valoriza quem tem estrada”. Já rola nos Estados Unidos, na Austrália e começa a pegar no Brasil.

E entre planilhas, caixas e conversas inspiradoras, uma pergunta ecoa: o que é envelhecer com propósito, e não só com prazo de validade?

Spoiler: a resposta não cabe numa planilha. Mas cabe num recomeço.

🎤💿 De Brasília pro mundo: Menos é Mais e o pagode que dá um banho de views

O pagode tá mais vivo que nunca — e o Menos é Mais tá aí pra provar. Com carisma, voz afinada e um repertório que bate direto no coração, o grupo acaba de alcançar uma marca surreal: 1 bilhão de visualizações no YouTube com um pot-pourri que mistura hits como “Melhor Eu Ir” e “Sonho de Amor”.

No palco do Fantástico, eles colocam a galera pra sambar de chinelo e alma leve. Entre uma música e outra, rola papo com Poliana Abritta sobre como a banda saiu dos bares de Brasília e virou fenômeno nacional. “A gente ouvia de tudo quando era moleque. E hoje, o nosso som tem um pouco de cada coisa: samba, rock, sertanejo, MPB, forró… é o Brasil inteiro num acorde”, diz Duzão, vocalista do grupo.

✨ Moda com verdade. Trabalho com propósito. Música com alma.

Neste domingo, o Fantástico costura histórias que têm tudo: suor, sonho, samba, choro, passarela e recomeço. Seja no Brás, em Paris, na firma ou no palco, o que move essas trajetórias é simples: gente real fazendo coisa extraordinária.

James Gunn comenta como foi deixar a Marvel para reinventar o universo da DC

Foto: Reprodução/ Internet

James Gunn não é de meias palavras — e agora, em uma entrevista sincera ao podcast Armchair Expert, o diretor que revolucionou a Marvel com Guardiões da Galáxia abriu o jogo sobre a decisão que mexeu com Hollywood: deixar o MCU para assumir o comando da DC Studios.

Esqueça os clichês de rivalidade entre estúdios. Para Gunn, a troca foi um passo natural, quase inevitável. “Não rolou culpa”, ele afirmou. “Louis D’Esposito e Kevin Feige foram incríveis, me ligavam o tempo todo. Saí de um lugar que adoro para outro que também amo.”

Essa visão deixa claro que, no fim das contas, o que pesa para Gunn não são as marcas ou logotipos, mas as pessoas e as histórias que ele quer contar.

Do outro lado da linha: respeito e parceria

Muita gente imagina que sair da Marvel para a DC seria como trocar o time do coração por um rival. Mas Gunn conta que, para ele, foi exatamente o contrário: uma passagem cercada de respeito e carinho. A ligação constante de antigos colegas é a prova de que, na prática, a indústria sabe separar negócios de amizade.

É essa combinação de talento com maturidade profissional que coloca Gunn no centro do novo capítulo da DC — não só como diretor, mas como arquiteto de um universo que quer reconquistar fãs e mostrar que pode ser grandioso sem perder alma.

A nova cara da DC começa com um nome só

James Gunn chegou chegando. Com o filme Superman já brilhando nos cinemas, ele não apenas dirige, mas lidera o processo de renovação da DC Studios — um trabalho que mistura coragem para quebrar paradigmas com respeito às raízes do personagem.

E quem acompanha sabe: Gunn não vai entregar só mais um blockbuster. Ele está atrás de um universo que faça sentido, com camadas, conflitos reais e personagens que emocionam.

O que vem depois?

O futuro da DC está nas mãos de alguém que entende que o sucesso não é sobre fazer barulho, mas sobre contar histórias que ecoam. James Gunn já está montando o quebra-cabeça, e, pelo visto, quer mais que sequências espetaculares — quer conexão verdadeira com o público.

E, no meio disso tudo, fica o recado claro: talento, respeito e paixão pelas histórias valem muito mais que qualquer rivalidade histórica.

notícias em destaque