Em tempos em que jogar virou mais que um hobby — tornou-se cultura, mercado e comunidade —, a Redragon e a Baly resolveram dar um passo ousado, mas natural: transformar uma simples lata de energético em um portal para um novo universo de aventura. O resultado dessa ideia? “Dragondash”, jogo mobile gratuito lançado nesta semana e que já começa a despertar o interesse de quem vive conectado à energia do mundo gamer.
Disponível para Android e iOS, o game é uma colaboração entre a Redragon, uma das marcas de periféricos gamers mais queridas do Brasil, e a Baly, líder nacional no mercado de energéticos. Com desenvolvimento assinado pela Vneta Games Inc — mesma criadora de “Flunkey Farm” —, o título já ultrapassa a marca de 500 downloads na Play Store, e tudo indica que essa corrida mal começou.
Draquinho na pista: jogabilidade simples, carisma explosivo
A premissa do jogo é simples e viciante: o jogador assume o controle de Draquinho, o mascote oficial da Redragon, em uma corrida cheia de obstáculos, pulos, desvios e… latinhas de Baly Energy Drink. A cada 200 latinhas coletadas, uma nova skin do personagem é desbloqueada, criando um ciclo de recompensa que fala diretamente ao espírito competitivo e explorador dos gamers.
Mas o jogo vai além do entretenimento. Ele foi pensado para estreitar laços com a comunidade gamer, aproveitando o apelo dos dispositivos móveis e oferecendo uma experiência leve, divertida e gratuita. E o detalhe mais criativo da estratégia está na embalagem: o game pode ser acessado por QR Code estampado na lata do Baly Gamer Redragon, o energético lançado especialmente para a colaboração entre as duas marcas.
Um game na lata: marketing que joga junto
Quem vê o lançamento como apenas mais uma ação de marketing pode estar perdendo de vista algo maior. Segundo Michelle Uemura, gerente de branding e marketing da Redragon, a ideia é mais profunda: reforçar identidade, criar vínculos e entregar valor emocional aos consumidores.
“A Redragon e a Baly são líderes de vendas em seus ramos, sendo referência no mercado. O lançamento do Dragondash é uma forma de celebrar essa parceria de sucesso e de proporcionar uma experiência divertida para os nossos consumidores”, afirma Michelle.
O mascote Draquinho, antes presente apenas em embalagens e produtos, agora ganha vida própria no ambiente mobile. “A ideia do Dragondash surgiu como forma de ampliar a presença do nosso mascote em diferentes universos. Queríamos oferecer uma experiência divertida que conectasse os fãs do energético e da Redragon em um ambiente que já faz parte do nosso dia a dia, o mobile”, explica Michelle.
Entre latas e telas: uma jogada de aproximação
A proposta de unir a linguagem lúdica dos jogos com a presença consolidada das marcas entre os jovens é uma das tendências mais interessantes da atualidade. Grandes empresas têm buscado novas formas de se conectar com o público, e iniciativas como o Dragondash apontam para um futuro onde entretenimento e branding caminham juntos — e literalmente correm lado a lado.
Nesse cenário, a Baly leva vantagem por já ter presença consolidada em festas, eventos e academias. Agora, ela entra com força total em um universo onde o consumo é digital, e a fidelização passa por interações criativas. O QR Code na lata é mais do que uma ponte para o jogo: é um convite direto ao consumidor para mergulhar em um universo onde o produto deixa de ser apenas uma bebida e passa a ser experiência.
Comunidade em construção: pequenos passos, grandes conexões
Mesmo com números ainda tímidos, como os 500 downloads iniciais, a aposta é de longo prazo. O game não se propõe a competir com gigantes do mobile, mas a criar reconhecimento e estreitar vínculos com quem já é fã — ou pode vir a ser. Ao dar protagonismo ao mascote, a Redragon amplia sua narrativa, e a Baly passa a habitar um novo tipo de consumo, mais simbólico e interativo.
É o tipo de movimento que não se mede apenas por métricas frias de cliques ou tempo de tela, mas por engajamento afetivo. Quando o consumidor se vê jogando com um personagem que já conhece, coletando latinhas que ele mesmo bebe, a relação entre marca e público se transforma.
Mais do que um jogo: o início de um novo capítulo
O Dragondash não é apenas um game. É um gesto. Uma forma de dizer: “Ei, a gente te entende, gamer. E estamos aqui, lado a lado, com diversão e energia.”
Ao apostar em uma estratégia que mistura produto físico, universo mobile e storytelling, Redragon e Baly não apenas acompanham uma tendência de mercado — elas ajudam a escrevê-la. E, se depender da energia de Draquinho e da comunidade que começa a se formar ao seu redor, essa corrida está apenas no começo.
Para baixar o jogo: 📱 Dragondash está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. Para acessar direto, basta escanear o QR Code nas latas do energético Baly Gamer Redragon.
Na vida, algumas histórias começam no fundo do poço. E é de lá que surge Nick Wild, o protagonista de “Carta Selvagem”, filme que será exibido nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, às 22h30, no Cine Record Especial. Estrelado por Jason Statham, dirigido por Simon West e com roteiro do lendário William Goldman, o longa mistura ação explosiva com drama psicológico, numa combinação que promete prender o espectador do início ao fim.
Sim, é um filme de pancadaria. Sim, tem perseguições, tiros e mafiosos. Mas há algo a mais aqui — e esse “a mais” vem justamente de onde a maioria dos filmes de ação costuma passar longe: da dor humana, da tentativa de mudar, do fracasso repetido, da culpa e, principalmente, da chance de recomeçar.
Nick Wild: o anti-herói com o rosto de Jason Statham
Quando falamos de Jason Statham, a imagem que nos vem à mente é a do durão silencioso que resolve tudo na base do soco. De certa forma, é isso que vemos em Carta Selvagem, mas com uma diferença importante: Nick Wild é um personagem quebrado por dentro, que usa a violência como defesa e o vício como anestesia.
Nick trabalha como guarda-costas freelance em Las Vegas, uma cidade onde a sorte pode mudar em segundos, mas onde as pessoas raramente mudam. Com um passado nas forças especiais e um presente tomado pela compulsão em jogos, ele vive à margem, tentando se equilibrar entre a sobrevivência e o desejo de deixar tudo para trás. E é nesse cenário que o filme nos apresenta sua principal virada.
Quando Holly, sua única amiga de verdade, é espancada por um grupo de homens ligados ao crime organizado, Nick vê uma oportunidade de fazer o certo — mesmo que isso custe caro. E custa.
Mais do que vingança: a jornada pela redenção
“Carta Selvagem” pode até se vender como um filme de vingança, mas em sua essência é uma história de redescoberta e redenção. O roteiro de William Goldman, adaptado do próprio romance Heat, evita os atalhos fáceis. Aqui, os personagens erram, sentem medo, hesitam. Nick não é invencível. Ele sangra, se descontrola, volta a jogar, perde de novo. E isso torna tudo mais real.
Statham, conhecido por personagens lineares, tem aqui a chance de mostrar mais nuance. Em vários momentos, seu rosto fechado revela algo além da frieza: cansaço, arrependimento, solidão. Quando ele escuta um cliente dizendo que quer ver “alguém fazer justiça de verdade”, Nick hesita. Ele sabe o preço que se paga por essa justiça. Já o espectador, nesse ponto, está envolvido demais para torcer por outra coisa.
Las Vegas: personagem à parte
Filmes ambientados em Las Vegas sempre trazem um charme à parte. Mas em Carta Selvagem, o glamour dá lugar à sujeira das ruas secundárias, aos becos perigosos, aos cassinos decadentes onde se joga o que se tem — e o que não se tem também. A cidade é retratada como uma selva de concreto, onde cada passo em falso pode custar a vida.
A direção de Simon West, conhecido por sucessos como Con Air e Os Mercenários 2, evita exageros visuais. Ao contrário: as cenas de luta são secas, diretas, dolorosas. Nada de acrobacias impossíveis ou explosões mirabolantes. Aqui, a violência é real, suja, física. Quase desconfortável de assistir, e por isso mesmo, mais impactante.
Elenco afinado e participações especiais
Além de Statham, o filme traz um elenco coeso e cheio de surpresas. Michael Angarano interpreta Cyrus Kinnick, um jovem milionário com dificuldades sociais que contrata Nick como segurança. A relação entre os dois é curiosa e inesperadamente tocante: há ali uma troca de confiança, de proteção mútua, e uma sutil camada de ternura que humaniza ainda mais o protagonista.
Dominik García-Lorido (filha de Andy Garcia) dá vida à decidida Holly, cuja busca por justiça é o estopim da trama. E Milo Ventimiglia, o querido Jack Pearson da série This Is Us, aparece em um papel completamente oposto: o vilão sádico Danny DeMarco, filho de um mafioso poderoso e dono de uma crueldade fria e calculada.
Entre os coadjuvantes, há participações de Stanley Tucci, Jason Alexander e Sofía Vergara, todos em pontas curtas, mas memoráveis. As presenças conhecidas ajudam a reforçar a ideia de um mundo recheado de personagens ambíguos, onde ninguém é 100% bom ou 100% mau.
A raiz literária do filme
Um dos aspectos mais curiosos do filme é seu roteiro. Ele não nasceu como filme de ação, mas como literatura. William Goldman, autor do romance Heat, é um nome respeitado em Hollywood. Vencedor de dois Oscars (Butch Cassidy e Todos os Homens do Presidente), Goldman é mestre em construir personagens complexos em meio a situações extremas.
A primeira versão cinematográfica do livro foi lançada em 1986, estrelada por Burt Reynolds. Embora pouco conhecida hoje, essa adaptação original foi importante para consolidar a ideia de que filmes de ação podiam ter profundidade emocional. A versão de 2015, estrelada por Statham, é uma releitura mais contemporânea e urbana — mais crua, talvez, mas fiel ao espírito do autor.
Um filme sobre fracassos (e sobre tentar de novo)
O coração de Carta Selvagem não está nas lutas, nas armas ou nos mafiosos. Está nos silêncios. Nos momentos em que Nick olha para o espelho e não gosta do que vê. Nas vezes em que promete parar de jogar — e volta a jogar. No medo de se tornar alguém irrelevante. No desejo quase infantil de sair de Las Vegas e morar em Nice, na França, um sonho que parece sempre dois passos além do seu alcance.
Talvez por isso o filme ressoe com tanta gente. Porque no fundo, quem nunca teve um plano de recomeço engavetado? Quem nunca tropeçou nos próprios vícios? Quem nunca teve medo de si mesmo? Essa camada mais humana transforma a produção em algo que vai além do gênero. É um filme de ação com alma — e isso não é pouco.
Onde e quando assistir
O filme será exibido nesta terça na tela da Record e é uma ótima oportunidade para quem gosta de ação, mas também aprecia uma boa história com personagens densos. E se você perder a exibição na TV, não tem problema: O longa-metragem está disponível para streaming no Amazon Prime Video, tanto para assinantes quanto para aluguel avulso (a partir de R$ 6,90).
Vale a pena?
Se você está acostumado com Jason Statham em modo automático — atirando, correndo, batendo — prepare-se para uma versão diferente do ator. Ainda violento, ainda ágil, mas com mais peso emocional. E isso faz toda a diferença. O filme americano com certeza é uma experiência intensa, que começa como um suspense policial e termina como uma reflexão sobre escolhas, perdas e redenção. Um filme que mostra que até os durões também choram, mesmo que por dentro.
Se você gosta de novelas que mexem com o coração, despertam curiosidade e trazem personagens que ficam na memória, no dia 1º de setembro, o Globoplay Novelas vai resgatar uma joia da teledramaturgia brasileira que ficou guardada por quase 40 anos. Estamos falando de Hipertensão, uma novela que marcou época, escrita pela talentosa Ivani Ribeiro, com um elenco que é puro talento e uma história que mistura mistério, drama e muito afeto.
Para quem não conhece, essa novela é daquelas que parecem feitas sob medida para quem ama um enredo cheio de segredos, com personagens que convivem com o peso do passado, mas que também sonham com o futuro. E o melhor: tudo isso ambientado na pacata e encantadora cidade fictícia de Rio Belo, onde as emoções se misturam entre a simplicidade da vida no interior e os dramas profundos que só as grandes histórias conseguem contar.
Imagine só a cena: três homens morando juntos em uma fazenda, tentando seguir a vida depois da perda das mulheres que amavam — e ainda por cima, essas mulheres eram irmãs trigêmeas! É assim que começa a trama de Hipertensão. Napoleão, Candinho e Romeu, interpretados por grandes nomes da nossa dramaturgia, compartilham essa vida de lembranças, memórias e também de muita convivência diária.
A rotina desses personagens é interrompida quando chega a cidade um grupo de artistas mambembes, uma trupe de teatro itinerante que traz frescor e novas perspectivas para Rio Belo. Entre eles está Carina, uma jovem atriz que mexe com os sentimentos dos três homens — e não é para menos. Carina é praticamente a cópia das irmãs trigêmeas que eles perderam, e esse detalhe desperta uma série de dúvidas e mistérios: será que um deles é seu pai? Como isso pode ser possível?
Esse segredo — que se desenrola lentamente, episódio após episódio — é o motor que move a novela, criando um clima de suspense e emoção que mantém a gente grudado na tela.
Apesar de toda a tensão e do mistério, a trama é uma história que fala profundamente sobre família. Ela mostra como o amor pode permanecer, mesmo após a perda, e como a esperança pode se renovar quando menos se espera.
A novela traz ainda um crime misterioso — o assassinato de Luzia — que cria uma teia de suspeitos, tensões e segredos. Cada personagem tem sua história, seus motivos e seu jeito particular de lidar com o acontecimento, o que deixa tudo ainda mais envolvente.
Quem já viu sabe que é impossível não se emocionar com a luta de Odete, mãe de Luzia, que busca justiça e, ao mesmo tempo, tenta lidar com a dor imensa da perda. Também é impossível não se apaixonar pelo radialista Túlio, que tem seu próprio jeito de amar e proteger aqueles que lhe são caros.
Um dos grandes diferenciais de Hipertensão é o elenco. Com nomes como Paulo Gracindo, Ary Fontoura, Cláudio Corrêa e Castro, Maria Zilda Bethlem, Elizabeth Savalla e tantos outros, a novela é uma verdadeira aula de interpretação. Muitos desses atores se tornaram ícones da televisão brasileira, e assistir a essa novela é como ter uma aula sobre a arte de atuar.
Para quem gosta de conhecer o trabalho dos veteranos e também quer ver nomes que continuaram brilhando no cenário atual, essa é uma chance imperdível. O carisma e a entrega desses artistas fazem toda a diferença na construção dessa história tão envolvente.
Por que Hipertensão ainda fala com a gente, mesmo depois de tantos anos?
É curioso pensar que uma novela escrita e exibida em meados dos anos 80 consegue ainda hoje tocar temas tão presentes na vida real. A busca por identidade, a reconstrução da família, o enfrentamento da perda e a sede por justiça são sentimentos universais que não têm prazo de validade.
Além disso, o cenário da pequena cidade – com suas tradições, fofocas, alianças e rivalidades – traz uma atmosfera que muita gente reconhece e sente saudade. É aquele lugar onde todo mundo se conhece, mas onde cada um esconde suas próprias dores.
E o melhor é que a narrativa, apesar de clássica, não envelheceu. Os mistérios continuam surpreendendo, e o jeito como a história é contada faz com que a gente se conecte com cada personagem, com suas dúvidas, medos e sonhos.
Onde e como assistir
Se você quer embarcar nessa viagem no tempo e se apaixonar por uma novela que combina drama, mistério e emoção, basta assinar o Globoplay e sintonizar o canal Globoplay Novelas a partir do dia 1º de setembro.
A novela vai ao ar de segunda a sexta, às 14h30, com reprises à noite, além de maratonas especiais aos domingos — para quem prefere ver tudo de uma vez só.
Demi Lovato está de volta — e, como sugere o título do novo single, voltou rápido. “Fast”, lançado nesta sexta-feira (1º), marca a estreia oficial de uma nova fase na carreira da cantora norte-americana, após o álbum de rock Holy Fvck (2022). Desta vez, o caminho escolhido é um pop mais melódico e emocional, embalado por batidas modernas, refrão forte e uma produção afinada por Zhone — o mesmo produtor que já trabalhou com Troye Sivan, Charli XCX e Kesha.
Se Holy Fvck foi raiva e catarse, Fast é vulnerabilidade e reflexão. A letra fala sobre o tempo que escapa, as dores que amadurecem e a urgência de se viver com autenticidade. E claro, como sempre, Demi entrega vocais poderosos, uma presença cativante e a honestidade que a transformou em uma das artistas mais queridas (e reais) da música pop contemporânea.
“Tudo passou rápido demais”
A música começa suave, quase como uma confissão: “Time slipped through my fingers / I blinked, and it was gone” (“O tempo escorregou entre meus dedos / Pisquei e já tinha ido embora”). Aos poucos, entra a batida — sintetizadores em camadas, baixos marcantes e um ritmo que remete à estética da era Confident, mas com nuances modernas do synthpop e uma pegada quase nostálgica dos anos 2010.
Na composição, Demi revisita sentimentos antigos, fala sobre amores que se foram, momentos que não voltam e decisões que hoje ela vê com mais clareza. Apesar do tom melancólico, a canção tem energia de superação — algo entre a maturidade de quem viveu muito e a liberdade de quem não precisa mais provar nada para ninguém.
É uma canção sobre seguir em frente, mesmo quando tudo parece estar correndo mais depressa do que conseguimos acompanhar.
Embora seja um retorno ao pop, Fast não soa como um revival gratuito. Pelo contrário, soa como evolução. A produção de Zhone é sofisticada, polida e emocional sem ser melodramática. Ele mantém a essência pop que marcou os primeiros discos de Demi, mas insere texturas eletrônicas e arranjos sutis que ampliam o impacto da música.
Um novo álbum à vista?
A canção é o primeiro single de um novo álbum de estúdio que será lançado ainda em 2025. Este será o nono disco da carreira de Demi Lovato e já desperta grandes expectativas entre fãs e críticos. De acordo com o que a própria artista compartilhou nas redes sociais, o disco será mais “pop com conteúdo”, misturando batidas dançantes com letras intensas, que abordam desde amadurecimento até identidade pessoal.
O álbum tem produção executiva de Zhone e deve contar com colaborações importantes, incluindo nomes como Troye Sivan, Doja Cat e Rina Sawayama. Ao todo, mais de 40 faixas foram gravadas durante o processo de criação — o que indica que Demi esteve em uma fase altamente produtiva nos estúdios.
E sim, já se fala em turnê: rumores indicam datas internacionais em 2026, com passagens pela América Latina e uma possível apresentação no Brasil.
Por que “Fast” importa?
Em um mercado pop repleto de lançamentos semanais e algoritmos sedentos por viralizações, Demi entrega algo raro: um retorno com alma. “Fast” não é apenas mais uma música para dançar ou adicionar a uma playlist. É uma declaração artística sobre o tempo, a memória e a reconciliação consigo mesma.
Para fãs de longa data, a música ecoa como uma carta aberta. Para novos ouvintes, pode ser um convite para mergulhar no repertório de uma artista que sobreviveu às pressões da indústria e transformou dor em força criativa.
O que esperar daqui pra frente?
Se depender da nova música, o novo álbum da artista será pop, sim — mas longe de ser superficial. A artista parece pronta para retomar seu espaço nas paradas com consistência e profundidade. E tudo indica que essa será sua era mais coesa e consciente até agora.
O universo do streaming ganha nesta sexta-feira, 15 de agosto, uma obra que promete desafiar a imaginação do público: Megalópolis, o mais recente filme de Francis Ford Coppola, chega ao catálogo do Telecine. Após sua estreia nos cinemas em setembro de 2024, o longa desembarca agora na televisão brasileira, com exibição no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, oferecendo ao público a chance de mergulhar em uma experiência cinematográfica grandiosa, futurista e, acima de tudo, profundamente humana.
A produção marca o retorno do cineasta a um estilo épico que mistura ficção científica, política, arquitetura e dilemas éticos, uma combinação que reflete décadas de amadurecimento artístico e pessoal. No centro dessa narrativa está Cesar Catilina, interpretado por Adam Driver, um arquiteto visionário cuja obsessão por perfeição transforma sua jornada em algo maior do que ele próprio: a reconstrução de Nova York, agora renomeada como “Nova Roma”, em uma metrópole que une tecnologia, sustentabilidade e justiça social.
Cesar Catilina não é apenas um arquiteto genial; ele é um sonhador determinado, capaz de transformar ideias grandiosas em realidade concreta. A catástrofe que atinge Nova York serve como catalisador para a criação de sua visão: uma cidade que transcenda o caos urbano, promovendo equilíbrio entre inovação, arte e convivência humana. O material revolucionário que Catilina descobre para a construção das novas estruturas se torna um símbolo de esperança, mas também de obsessão — afinal, seu ideal de perfeição é tão inspirador quanto perigoso.
O caminho de Catilina, porém, não é solitário. Ele enfrenta Franklin Cicero, prefeito da cidade e interpretado por Giancarlo Esposito, cuja visão de poder está enraizada na corrupção e nos interesses políticos estabelecidos. A tensão entre esses dois mundos — idealismo versus pragmatismo, sonho versus poder — é amplificada pela presença de Julia Cicero (Nathalie Emmanuel), filha do prefeito, que se vê dividida entre a lealdade à família e o amor por Cesar. Esse triângulo cria não apenas drama, mas também reflexões sobre ética, lealdade e os limites da ambição humana.
Além do trio principal, o filme conta com nomes de peso como Forest Whitaker, Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne, Talia Shire e Dustin Hoffman, reunindo uma geração de atores que combina talento, diversidade e experiência para dar vida a personagens complexos, humanos e memoráveis.
A gênese de um sonho cinematográfico
O filme é um projeto que acompanha Coppola há mais de quatro décadas. A ideia surgiu nos anos 1980, quando o diretor começou a desenhar o conceito de uma cidade utópica que refletisse suas preocupações com sociedade, poder e arquitetura. Ao longo dos anos, Coppola trabalhou em outros filmes, incluindo Drácula (1992), Jack (1996) e The Rainmaker (1997), muitas vezes com o objetivo de financiar seu grande sonho: criar uma narrativa grandiosa e pessoal, livre de limitações comerciais.
O diretor trabalhou lado a lado com o artista de quadrinhos Jim Steranko, responsável por dar forma visual às ideias de Nova Roma antes mesmo das filmagens. Cada detalhe da cidade, desde arranha-céus flutuantes até avenidas projetadas para o transporte sustentável, passou por esboços detalhados, refletindo o cuidado de Coppola em criar um universo coerente e esteticamente impactante.
Essa atenção aos detalhes e a busca por excelência visual evocam lembranças de Apocalypse Now, não apenas pela escala e ambição da produção, mas também pelos desafios enfrentados durante a realização do projeto. Megalópolis é, em muitos sentidos, um testamento da perseverança artística de Coppola e da sua capacidade de sonhar grande, mesmo diante de adversidades.
Filmagens e desafios da produção
As filmagens começaram oficialmente em 1º de novembro de 2022, nos Trilith Studios, na Geórgia, com a intenção de explorar tecnologias inovadoras de efeitos visuais. Inicialmente, Coppola pretendia usar a tecnologia OSVP no Prysm Stage para criar efeitos de grande escala de maneira revolucionária. No entanto, desafios técnicos e aumento de custos levaram a produção a adotar uma abordagem mais tradicional com tela verde, sem comprometer a ambição estética do filme.
O orçamento do projeto ultrapassou os US$120 milhões iniciais, provocando comparações inevitáveis com os problemas enfrentados por Coppola em Apocalypse Now. Algumas mudanças na equipe, incluindo saídas da designer de produção Beth Mickle e do diretor de arte David Scott, não abalaram a determinação do cineasta. Adam Driver descreveu a experiência como “uma das mais intensas e enriquecedoras de sua carreira”, destacando a complexidade emocional exigida pelos personagens e a grandiosidade do cenário futurista.
O diretor Mike Figgis registrou os bastidores, documentando a magnitude do projeto e oferecendo ao público uma perspectiva única sobre o processo de criação de um filme de tamanha ambição. As filmagens foram concluídas em 30 de março de 2023, após cinco meses de dedicação intensa de toda a equipe.
Um futuro imaginado
Visualmente, o filme é uma obra de tirar o fôlego. Nova Roma surge como uma cidade que mistura futurismo, classicismo e utopia arquitetônica. Arranha-céus verticais e horizontais, avenidas com transporte sustentável, praças que unem arte e tecnologia: cada elemento foi concebido para impressionar e criar uma narrativa visual que dialogue com a complexidade humana dos personagens.
A cinematografia privilegia planos amplos que revelam a escala monumental da cidade, enquanto o drama humano permanece no centro da história. A equipe internacional de efeitos visuais trabalhou para transformar ideias impossíveis em realidade plausível, garantindo que cada cena transmitisse emoção, grandiosidade e verossimilhança. O resultado é uma experiência cinematográfica que prende o espectador e o convida a refletir sobre o futuro das cidades e da sociedade.
Ficção científica no Telecine
O lançamento do filme no Telecine chega em um momento em que o gênero de ficção científica está em alta. O catálogo da plataforma, integrado ao Globoplay, reúne clássicos como Metrópolis, de Fritz Lang, trilogias icônicas como De Volta para o Futuro, e produções contemporâneas como Lucy e a franquia Jurassic World. Ao entrar nesse contexto, Megalópolis dialoga com questões universais: sustentabilidade, responsabilidade social e os desafios éticos de um mundo cada vez mais tecnológico.
O elenco e a densidade emocional
O elenco do filme combina veterania e jovens talentos. Adam Driver entrega uma performance intensa e complexa, equilibrando idealismo, ambição e vulnerabilidade. Giancarlo Esposito dá profundidade ao antagonista Franklin Cicero, um político astuto e implacável. Nathalie Emmanuel representa Julia Cicero, o elo emocional entre os dois mundos, mostrando o peso da lealdade familiar versus a busca pelo amor e pelo sonho. A presença de atores como Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne e Dustin Hoffman fortalece a narrativa, garantindo momentos de introspecção e emoção mesmo diante de cenários grandiosos e futuristas.
Disponibilidade na TV e streaming
Para quem prefere assistir em casa, o longa-metragem estreia no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, e terá nova exibição no Pipoca no domingo, 17, às 20h. Além disso, estará disponível no catálogo de streaming do Telecine via Globoplay, garantindo acesso em diferentes dispositivos e horários, permitindo que cada espectador escolha a forma de se conectar com a cidade dos sonhos de Catilina.
Neste domingo, 7 de setembro, às 9h, o Terra da Padroeira, programa da TV Aparecida, promete levar os telespectadores a uma experiência única e intimista: uma visita à residência de Roberta Miranda, ícone da música sertaneja, localizada na capital paulista. Apresentado por Kleber Oliveira e Tonho Prado, o programa trará um encontro especial com a cantora, que dividirá histórias inéditas de sua carreira, memórias de grandes shows e momentos marcantes de sua trajetória.
Roberta Miranda, reconhecida por sua voz inconfundível e por sucessos que marcaram gerações, vai revelar detalhes sobre sua vida pessoal e profissional, compartilhando bastidores da carreira que atravessa mais de três décadas. O público terá a oportunidade de conhecer de perto a rotina da artista, suas inspirações e os desafios que enfrentou para se tornar uma das grandes representantes da música sertaneja no Brasil.
Além desse encontro exclusivo, o programa também vai oferecer um verdadeiro festival de música sertaneja no palco. Entre os destaques do dia está Marcelo Costa, cantor, compositor e apresentador natural de Andradas (MG). Com uma trajetória marcada por grandes sucessos como Festa Sertaneja, O Palco Caiu e Meus Tempos de Criança, Marcelo já se apresentou em programas especiais dedicados ao sertanejo e é reconhecido pela versatilidade e energia em suas performances.
Outro grande nome da música que participará do programa é Jayne, cantora de Paranapuã (SP). Desde os seis anos, Jayne já se destacava em apresentações locais e, ao longo do tempo, integrou diversas bandas que ajudaram a consolidar seu talento. Conhecida por suas apresentações em rodeios montada em seu cavalo branco adestrado, Jayne levou o público a se encantar com sucessos como Rainha de Rodeio, Amigos Para Sempre e Estrada da Esperança, tornando-se referência em shows de rodeio pelo país.
A dupla Maurício e Mauri também marcará presença. Irmãos de Chitãozinho e Xororó, ambos trazem a música sertaneja no sangue. Maurício atuou como contrabaixista e backing vocal na banda dos irmãos por dez anos, enquanto Mauri se destacou na produção dos shows. Em 1991, os irmãos lançaram seu primeiro disco, com destaque para as canções Olhos nos Olhos e Paixão ou Loucura. Outros sucessos da dupla, como Namoro Escondido e Xonado Eu Tô, consolidaram o talento da dupla no cenário sertanejo.
Para encerrar a manhã de música, os irmãos Wilson e Soraia prometem uma performance emocionante. Celebrados nos anos 1990 com o hit Mais Uma Noite Sem Você, a dupla permanece relevante graças à qualidade vocal e ao carisma nas apresentações. Além do clássico, o público poderá ouvir Se Não For Por Amor e Pra Sempre Vou Te Amar (Forever by Your Side), esta última que fez parte da trilha sonora da novela Irmãos Coragem, da TV Globo, em 1995.
Nesta quarta-feira, 10 de setembro, o programa “SuperPop”, transmitido ao vivo pela RedeTV!, volta a chamar atenção para um tema atual e preocupante: a adultização infantil. Sob a condução da apresentadora Luciana Gimenez, a atração promove um debate sobre os riscos que crianças e adolescentes enfrentam quando são expostos a comportamentos, responsabilidades e pressões típicas do universo adulto, muitas vezes precocemente e sem o suporte adequado.
A adultização infantil é um fenômeno que preocupa especialistas em educação, psicologia e direito. Ele pode se manifestar de diversas formas: desde a sexualização precoce na mídia e redes sociais até a cobrança por desempenho acadêmico ou profissional acima da idade. Especialistas alertam que esse processo impacta o desenvolvimento emocional e psicológico dos menores, aumentando o risco de ansiedade, depressão e dificuldade de lidar com frustrações.
Para enriquecer a discussão, Luciana Gimenez recebe convidados que conhecem a realidade de quem cresceu sob os olhos do público. Entre eles estão a ex-paquita Cátia Paganote, a ex-integrante do grupo “Mulekada” Julyana Lee e o ex-Polegar Rafael Ilha. Todos eles compartilham experiências pessoais sobre os desafios de lidar com a fama e a exposição desde a infância, revelando como a pressão social e profissional pode afetar a construção da identidade e das relações interpessoais.
A edição também traz um convidado especial, que será uma testemunha ocular do caso recente envolvendo o influenciador Hytalo Santos, cujo conteúdo direcionado a crianças gerou polêmica e levantou debates sobre limites na criação e na comunicação digital. Este relato serve para ilustrar como a adultização pode ocorrer mesmo em ambientes virtuais, reforçando a necessidade de atenção constante por parte de pais e responsáveis.
Além das experiências pessoais, o programa inclui a análise técnica de especialistas. O psicólogo e especialista em comportamento adolescente William Borghetti explica os sinais de que uma criança ou adolescente está sendo exposto a situações adultas de forma precoce e orienta sobre como lidar com essas situações de forma preventiva. Já a Dra. Lisandréa Salvariego, delegada e coordenadora do Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil de São Paulo, aborda o papel da família, da escola e da própria sociedade na proteção contra riscos digitais, como o compartilhamento de conteúdos inapropriados e o assédio virtual.
Durante o programa, Luciana Gimenez reforça a importância do diálogo aberto entre pais e filhos, do acompanhamento de atividades online e da criação de espaços seguros para o desenvolvimento infantil. A apresentadora também incentiva que responsáveis busquem orientação profissional sempre que perceberem mudanças de comportamento ou sinais de estresse emocional em crianças e adolescentes.
A abordagem do “SuperPop” sobre a adultização infantil chega em um momento crítico, em que dados de órgãos de proteção à criança e ao adolescente indicam aumento na exposição de menores a conteúdos adultos, tanto na televisão quanto nas redes sociais. Especialistas destacam que o debate é fundamental não apenas para conscientizar os pais, mas também para pressionar plataformas digitais, escolas e produtores de conteúdo a adotarem práticas mais seguras e responsáveis.
Nesta quinta-feira, 18 de setembro, os cinemas brasileiros recebem uma programação repleta de diversidade, emoção e experiências únicas. Dos documentários que exploram memórias e tradições às aventuras fantásticas, passando por dramas intensos, comédias românticas e produções de terror, a variedade de gêneros promete conquistar todos os públicos. Entre estreias nacionais e relançamentos de clássicos, o destaque vai para filmes que trazem narrativas profundas e personagens inesquecíveis.
“Apanhador de Almas” invade os cinemas brasileiros com suspense e terror
O cinema nacional tem se destacado cada vez mais em produções de terror que misturam suspense, mistério e elementos sobrenaturais. Nesta semana, uma das estreias mais aguardadas é “Apanhador de Almas”, dirigido por Fernando Alonso e Nelson Botter Jr., que promete levar o público a uma experiência intensa e perturbadora. Com um elenco jovem e talentoso, incluindo Duda Reis e Klara Castanho, o longa mergulha em uma narrativa cheia de reviravoltas, desafios psicológicos e um jogo mortal que coloca a amizade à prova.
O filme acompanha quatro garotas que compartilham um interesse em comum: a bruxaria. Aspirantes a entender e dominar práticas místicas, elas veem a oportunidade de visitar a casa de uma bruxa misteriosa durante um eclipse lunar como a chance perfeita para realizar um ritual sobrenatural. Movidas pela curiosidade e pelo desejo de vivenciar o místico, elas adentram a residência com entusiasmo, sem imaginar os perigos que as aguardam.
Porém, o que parecia ser uma experiência inofensiva rapidamente se transforma em um pesadelo. As garotas percebem que algo deu errado, e logo se encontram presas em um limbo dimensional, um espaço entre o real e o sobrenatural. Nesse cenário, as regras do mundo cotidiano não se aplicam mais, e cada decisão pode significar a diferença entre a vida e a morte. A tensão cresce à medida que o ambiente misterioso e hostil desafia não apenas a coragem das jovens, mas também os laços que as unem.
Um dos aspectos mais marcantes de “Apanhador de Almas” é o modo como o filme combina terror sobrenatural com o drama humano. À medida que as garotas enfrentam situações cada vez mais perigosas, a história explora os limites da amizade e da confiança. Em um jogo mortal, onde apenas uma poderá sobreviver, cada gesto, cada escolha e cada segredo têm consequências imprevisíveis.
A direção de Fernando Alonso e Nelson Botter Jr. é outro destaque do filme. A dupla constrói uma atmosfera sombria e opressiva, que reflete perfeitamente o terror psicológico que permeia o enredo. A ambientação da casa da bruxa, os efeitos visuais e a manipulação de luz e sombra contribuem para criar um ambiente de tensão constante, mantendo o público atento a cada movimento.
“A Grande Viagem da Sua Vida” traz romance e aventura de forma divertida e sensível
Dirigido por Kogonada, A Grande Viagem da Sua Vida é uma comédia romântica que mistura romance, aventura e autodescoberta. Sarah e David se conhecem no casamento de um amigo e, por uma série de acontecimentos inusitados, acabam embarcando juntos em uma jornada que revisita momentos importantes de suas vidas.
O longa aborda com leveza o acaso, a conexão entre as pessoas e a maneira como pequenas escolhas podem gerar grandes mudanças. Com humor, sensibilidade e momentos de encantamento, a produção mostra que encontros inesperados podem se transformar em experiências memoráveis. É um filme que celebra a magia do cotidiano e as surpresas que a vida nos reserva.
“Toque Familiar” explora os desafios da velhice e a transição para a vida assistida
O drama Toque Familiar, dirigido por Sarah Friedland, narra a história de uma mulher de 80 anos que enfrenta o desafio de se adaptar à vida em uma casa de repouso. A protagonista lida com mudanças em sua memória, identidade e desejos, criando conflitos internos e externos com os cuidadores e familiares.
A produção aborda temas universais, como envelhecimento, autonomia e relações humanas, oferecendo uma visão sensível sobre a adaptação às transformações da vida. Toque Familiar é uma obra que toca o espectador ao mostrar a complexidade emocional da velhice, incentivando empatia e reflexão sobre o respeito à história pessoal de cada indivíduo.
“A Longa Marcha: Caminhe ou Morra” desafia limites físicos e mentais
O cinema de suspense e terror distópico ganha uma nova produção impactante com a estreia de “A Longa Marcha: Caminhe ou Morra”, dirigido por Francis Lawrence e com roteiro de J.T. Mollner. Baseado no clássico de Stephen King, o filme apresenta uma história intensa sobre resistência, sobrevivência e sacrifício, colocando o espectador em meio a um cenário autoritário onde cada passo pode significar a vida ou a morte.
A trama se passa nos Estados Unidos, em um futuro próximo marcado por um regime autoritário. Todos os anos, o país organiza uma competição brutal chamada A Longa Marcha, em que cinquenta adolescentes são selecionados para participar de uma prova de resistência extrema. Entre os escolhidos deste ano está Ray Garraty, um jovem que representa a coragem, a determinação e o medo que acompanha cada participante.
As regras da marcha são simples, mas cruéis: os competidores devem caminhar sem parar. A cada passo, suas vidas estão em risco — parar, tropeçar, sentar ou andar abaixo da velocidade mínima resulta em avisos, e após três advertências, o participante é eliminado, geralmente de forma fatal. O objetivo é permanecer em pé até que apenas um sobreviva, que receberá como prêmio a realização de um único desejo pelo resto da vida.
Mais do que força física, A Longa Marcha exige resistência mental. O filme mostra os desafios que Ray e os outros participantes enfrentam enquanto caminham quilômetros sem descanso, enfrentando dor, fadiga extrema e o colapso do corpo humano. Cada instante é uma batalha entre o instinto de sobrevivência e a determinação de seguir em frente.
O longa mergulha profundamente nas consequências psicológicas dessa competição. Ao acompanhar os passos dos jovens, o público testemunha o medo, a ansiedade e a paranoia que surgem quando a pressão é constante. Cada decisão errada pode significar eliminação imediata, e a tensão aumenta a cada momento, transformando a história em um suspense angustiante.
“Animais Perigosos” provoca medo e adrenalina no público
O thriller de terror Animais Perigosos, dirigido por Sean Byrne, coloca o público em uma situação angustiante. A trama acompanha uma surfista sequestrada por um serial killer que pretende usá-la como alimento para tubarões enquanto grava o ataque.
A trama começa de forma aparentemente simples: dois turistas, Greg e Heather, visitam a Tucker’s Experience, uma atração com gaiolas para tubarões administrada pelo excêntrico capitão Tucker. Durante a navegação, Tucker compartilha com os visitantes sua história de sobrevivência a um ataque de tubarão na infância, o que marcou sua vida e moldou sua visão sobre os predadores marinhos.
O que deveria ser uma experiência emocionante rapidamente se transforma em um pesadelo: após participarem de um mergulho em uma gaiola, Greg é assassinado por Tucker, e Heather é sequestrada. Este evento inicial dá o tom do longa: ninguém está seguro, e o perigo pode surgir a qualquer instante, mesmo em um ambiente que aparenta ser controlado e seguro.
Enquanto isso, na Gold Coast, a jovem americana Zephyr ajuda o corretor de imóveis Moses a ligar seu carro, criando uma conexão entre os dois. A química entre eles rapidamente se transforma em um breve romance, mas Zephyr segue seu caminho para surfar, cruzando acidentalmente com Tucker, que a sequestra. A partir desse momento, a narrativa se transforma em uma corrida desesperada pela sobrevivência.
Zephyr acorda acorrentada junto a Heather no barco de Tucker, descobrindo que ele mantém várias mulheres presas e usa os tubarões como armas letais. A tensão aumenta quando Tucker força Heather a ser baixada em um arnês sobre as águas repletas de tubarões, enquanto Zephyr observa impotente. Essa sequência inicial estabelece o clima de horror, medo e suspense psicológico que permeia todo o longa.
O capitão Tucker é um antagonista que mistura excentricidade, obsessão e frieza mortal. Ele não apenas sequestra suas vítimas, mas cria um jogo sádico, documentando os ataques com câmeras, como se fosse um ritual macabro. A figura de Tucker é construída de maneira a causar desconforto contínuo, mantendo o público em alerta e ampliando o suspense.
“Os Malditos” revisita a Guerra Civil Americana com drama e reflexão
O drama histórico Os Malditos, dirigido por Roberto Minervini, se passa durante a Guerra Civil Americana e acompanha uma tropa enviada para patrulhar regiões inexploradas do oeste dos Estados Unidos. À medida que a missão avança, os homens começam a questionar os motivos de seus esforços e os valores que os guiam.
O longa combina ambientação rigorosa, personagens complexos e dilemas existenciais, oferecendo uma narrativa profunda sobre o sentido de guerra, dever e humanidade. O filme é uma obra que une história, ética e questionamentos sobre o espírito humano, proporcionando reflexão e envolvimento emocional ao espectador.
“Sr. Blake ao Seu Dispor” mistura romance e comédia com situações inesperadas
Na produção francesa Sr. Blake ao Seu Dispor, dirigida por Gilles Legardinier, o protagonista Andrew Blake decide voltar à França após a morte da esposa para se reconectar com lembranças felizes. Ao chegar à mansão onde viveu momentos importantes, Blake precisa assumir o papel de mordomo, gerando uma série de eventos inesperados.
O filme combina humor, romance e recomeço, mostrando que a vida pode surpreender quando menos se espera. Sr. Blake ao Seu Dispor é leve, encantador e oferece reflexões sobre amor, perda e a importância de valorizar cada experiência.
“Minha Família Muito Louca!” diverte crianças e adultos com magia e aventura
A animação Minha Família Muito Louca!, dirigida por Mark Gravas, acompanha Betty, uma garota prestes a completar 13 anos que deseja adquirir os mesmos poderes mágicos de sua família. Ao longo da história, ela descobre segredos sobre os dons de seus parentes e aprende a valorizar sua própria individualidade. O filme mistura aventura, fantasia e humor, transmitindo mensagens sobre autoconfiança, identidade e o valor da singularidade.
“A Noviça Rebelde – 60 anos” celebra um clássico atemporal
Para celebrar seis décadas de encantamento, A Noviça Rebelde, dirigido por Robert Wise, retorna às telas. Maria, uma jovem cheia de energia, deixa o convento para se tornar governanta dos sete filhos do Capitão Von Trapp. Com alegria, carisma e talento musical, conquista crianças e adultos, enfrentando desafios e a ameaça da guerra. O relançamento oferece a chance de novas gerações vivenciarem a magia de um clássico que combina música, emoção e valores atemporais, como coragem, amor e união familiar.
No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta sexta-feira, 19 de setembro, Depois de uma briga com Guiomar, Raul decide sair de casa. Téo descobre que Lisa é quem se esconde por trás da fantasia do Mascarado. Enquanto Cininha é paparicada por Tibério, Guiomar tenta convencer Andrezza a viajar com ela, mas a jovem confidencia a Raul os planos da mãe. Raul pede a Diná que acompanhe a esposa e a sogra na viagem, e ela aceita.
No meio das tensões, Tato joga Dudu na piscina, mas Alberto intervém e impede que algo pior aconteça. Samuel diz a Otávio que Júlia é sua alma gêmea. Já Ismael anuncia que levará Bia para a Europa. Otávio, Júlia e Samuel vão ao Bosque das Águas para orar, enquanto Lisa revela a Téo toda a verdade sobre ele. O psiquiatra garante a Téo que ele pode se recuperar.
Agenor pede Cininha em casamento, e ela aconselha que ele convide Fátima para sair. Hélio também pede Naná em casamento. Diná organiza um jantar para Lisa, tentando aproximá-la de Paty, e consegue ainda recuperar para Téo o projeto do mini shopping. Raul deixa claro a Andrezza que, ao voltar da viagem, ela terá de escolher entre ele e a mãe.
Ismael insiste em levar Bia para fora do país, mas Estela se opõe e ele a ameaça. Nesse período, o Mascarado revela o rosto. Otávio pede para voltar à Terra e, com o consentimento dos Espíritos de Luz, presencia uma briga entre Tato e Dudu, sofrendo ao ver a realidade dos vivos. Sofia e Zeca se beijam, mas ela sugere a separação, enquanto Zeca confessa estar apaixonado por ela.
Carmem descobre que o Mascarado é Adonay e vai até ele. Ao ver seu rosto, se assusta e foge. A revelação abala Adonay, que recebe o apoio de Cininha e Tibério. Lisa, no entanto, não o abandona e pede para ver seu rosto, tentando lhe dar forças. Ao mesmo tempo, Diná enfrenta Ismael com um dossiê e exige que ele desista de levar Bia. O vilão promete vingança, mas Bia escuta tudo e, revoltada, foge de casa.
A jovem acaba salva por Igor, que a leva para sua casa. Diná passa mal durante a viagem com Guiomar e Andrezza e precisa ser internada, o que gera desespero em Raul e Estela. No hospital, Diná sonha com Otávio, que a acompanha em espírito.
Enquanto Estela e Alberto procuram por Bia na delegacia, a menina se adapta na casa de Igor, embora ele não esconda certo incômodo com sua presença. Josefa revela a Hélio que Téo sofre de obsessão espiritual, mas ele não acredita. A influência de Alexandre sobre Téo se intensifica, assustando Lisa.
Diná recebe alta e volta para casa, onde se irrita ao descobrir que Maroca jogou fora uma orquídea enviada por Otávio. Uma borboleta pousa sobre a flor, e Diná entende como um sinal do amado.
Andrezza pede conselhos a Diná sobre o casamento e é orientada a procurar terapia. Téo recebe alta e decide voltar a morar com Diná, para ficar ao lado da filha. Lisa tenta convencê-lo a permanecer com ela, mas ele rompe o relacionamento.
Enquanto isso, a hostilidade contra o Mascarado aumenta na vila, e Carmem passa a ser alvo de preconceito. Lisa, ainda dividida, se aproxima novamente de Adonay e até adormece em sua casa após tomar um calmante oferecido por ele. Os moradores organizam uma festa para o Mascarado, enquanto Barbara revela a Mauro que ele é o ex-noivo de Carmem.
Ismael continua escondido com Regina, mas a polícia o procura. Estela sofre sem notícias de Bia, e Alberto tenta acalmá-la. Lisa assume para o pai que quer ser feliz sozinha, compra roupas novas e anuncia que ela e Téo terminaram.
O que vai rolar nos próximos capítulos de A Viagem?
Zeca encara Sofia com um misto de dor e esperança nos olhos. Ele pergunta, quase em sussurro, se ela ainda sente algo pelo pai do bebê que carrega. Sofia baixa a cabeça, tomada pela culpa e pela confusão, e responde que o melhor é que eles se separem antes de se machucarem ainda mais. Mas Zeca não consegue esconder a intensidade de seus sentimentos e confessa, com a voz embargada, que a ama profundamente, apesar de tudo.
Enquanto isso, Lisa se reúne com Diná para um jantar que tem mais peso emocional do que aparenta. Diná, discreta mas atenta, tenta criar uma ponte entre a jovem e Paty, esperando que a aproximação cure feridas antigas. A atmosfera é delicada, entre memórias dolorosas e tentativas de reconciliação.
Em outro ponto, Estela procura Diná em busca de apoio. Com a voz cansada, admite que já não sabe como enfrentar Ismael e seus planos. Diná, solidária, promete ajudá-la a encontrar uma saída, ainda que isso custe um confronto direto com o homem que tanto a atormenta.
Na vila, Cininha confidencia a Tibério que ouviu a conversa dele com o Mascarado. O segredo pesa em suas mãos, e ela não sabe se agiu certo ao revelar a Carmem o que descobriu. Tibério, dividido entre proteger o amigo e o medo das consequências, sente o cerco se fechar.
Ao mesmo tempo, Hélio se deixa levar pelo coração e beija Naná. O gesto, carregado de ternura, abre espaço para uma possível reviravolta na vida dos dois, ainda que as sombras do passado insistam em rondar.
Carmem, tomada pela dúvida e pela necessidade de respostas, conta a Lisa que o Mascarado é, na verdade, Adonay. Determinada, ela decide procurá-lo para esclarecer tudo de uma vez. Diante dele, recebe o jornal com a sua história e ouve sua confissão dolorosa. Mas, em vez de acolher, a desconfiança a domina: Carmem diz que não acredita em seu amor. Tomado pela angústia, o Mascarado arranca a máscara diante dela, revelando o rosto marcado pela tragédia. Assustada, Carmem foge, sem conseguir lidar com a verdade.
O psiquiatra, em paralelo, avalia Téo e dá um diagnóstico sombrio: o estado dele piorou, e as esperanças de recuperação parecem se afastar.
Ainda perturbada, Carmem procura Lisa e relata tudo o que aconteceu na casa de Adonay. Ela confessa que ficou horrorizada com o que viu e que, em seu íntimo, preferia que ele tivesse morrido em vez de carregar um fardo tão pesado. A revelação corta Lisa por dentro, mas também reforça sua compaixão.
Na solidão, Cininha e Tibério decidem procurar o Mascarado para consolá-lo. Ela, arrependida, pede perdão por ter contado a verdade a Carmem. O Mascarado, devastado, pensa em abandonar a vila. Mas é Lisa quem surge para impedi-lo. Ela implora que ele fique, pedindo a chance de olhar de frente para a verdade e ver o rosto que todos rejeitam.
Enquanto isso, no plano espiritual, os Espíritos de Luz continuam sua batalha silenciosa. Tentam salvar Alexandre, mas ele permanece arredio, envolto em sua própria escuridão.
No mundo terreno, Andrezza e Raul se entregam à noite juntos, como se fosse um refúgio em meio ao caos. Mas em outro extremo, Téo regride em seu tratamento, e o psiquiatra determina que não pode mais receber visitas, isolando-o ainda mais.
Por fim, uma revelação inesperada vem à tona: Josefa reencontra Hélio e, com a voz embargada pela verdade que guardou por tanto tempo, conta que ele é o pai de Téo. A revelação promete abalar todos os alicerces da família.
No capítulo da novela A.Mar que vai ao ar hoje, 8 de outubro, Fabián confessa ao pai que sentiu uma conexão especial ao conhecer Estrella, deixando transparecer sentimentos que ele ainda não sabe lidar completamente. Ao ouvir a declaração, Érika sente ciúmes imediato, preocupada com a proximidade entre os dois e tomada por inseguranças. Movida por essa emoção, ela vai até a casa de Estrella para informá-la de que Fabián está acusando Ulises de roubar um milhão de pesos do sindicato, tentando causar tensão entre pai e filha.
Estrella, chocada com a acusação contra seu pai, reage impulsivamente e dá um tapa em Fabián, demonstrando raiva e incredulidade diante da situação. Fabián, percebendo o impacto de suas palavras, pede que ela se acalme e se desculpa pelo tumulto e pelo desconforto que tudo está causando. Apesar das desculpas, documentos surgem como prova concreta das acusações, tornando a situação ainda mais delicada.
Rojas, então, intervém e mostra a Estrella os documentos que seu pai assinou, revelando detalhes da dívida e da responsabilidade legal envolvida. Ele informa que dará um prazo de três meses para que a dívida seja quitada, colocando Estrella diante de uma difícil decisão e aumentando a tensão familiar e financeira. O capítulo evidencia como sentimentos, acusações e provas podem transformar relações próximas em conflitos intensos, deixando claro que cada ação terá consequências significativas para todos os envolvidos.
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Fabián, pressionado pela situação, implora a Gertrudis que esqueça o passado e permita que ele fique próximo da filha; caso contrário, ameaça denunciá-la, lembrando que Yazmín quase morreu sob seus cuidados. Enquanto isso, Estrella enfrenta dificuldades financeiras: o crédito bancário é negado, e ela informa à família que agora será preciso dedicar ainda mais tempo aos negócios na praia. Determinada, Estrella decide que se tornará a primeira mulher pescadora da região, disposta a sustentar a família e pagar cada centavo que deve a Fabián.
Cheia de coragem, Estrella comunica aos empregados de seu pai que assumirá a posição de capitã. No entanto, encontra resistência imediata: eles se recusam a aceitar que uma mulher os lidere, questionando sua força e capacidade para o trabalho árduo. Paralelamente, Gertrudis manipula Yazmín, fazendo-a acreditar que Fabián recuperou a custódia legal, mas exigindo que a menina seja a única responsável por “acabar” com seu pai, aumentando a tensão familiar e emocional.
Enquanto se prepara para sua primeira jornada de pesca, Estrella enfrenta mais um obstáculo: ao tentar mover o barco, cai, e Tiburón aproveita a situação para zombar dela, garantindo que todos duvidem de sua força. Além disso, Estrella percebe a intervenção silenciosa de Érika em seus problemas com Fabián e pede que ela se afaste. Érika, no entanto, garante que não descansará até ver Estrella fora da cidade, deixando claro que a jovem terá de enfrentar não apenas a resistência física e profissional, mas também as ameaças de rivais determinados a impedi-la de alcançar seus objetivos.